O PAPEL DO PROFISSIONAL DE RELAÄÅES INTERNACIONAIS NA SECRETARIA DE ESTADO DA ARTICULAÄÇO INTERNACIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PAPEL DO PROFISSIONAL DE RELAÄÅES INTERNACIONAIS NA SECRETARIA DE ESTADO DA ARTICULAÄÇO INTERNACIONAL"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÄ CRISTIANE LUIZA ZAGO O PAPEL DO PROFISSIONAL DE RELAÄÅES INTERNACIONAIS NA SECRETARIA DE ESTADO DA ARTICULAÄÇO INTERNACIONAL SÅo JosÇ 2004

2 CRISTIANE LUIZA ZAGO O PAPEL DO PROFISSIONAL DE RELAÄÅES INTERNACIONAIS NA SECRETARIA DE ESTADO DA ARTICULAÄÇO INTERNACIONAL RelatÉrio de ConclusÅo de EstÑgio apresentado como requisito parcial para a obtenöåo do tütulo de Bacharel em RelaÖáes Internacionais, na Universidade do Vale do ItajaÜ, Centro EducaÖÅo SÅo JosÇ. Orientadora: Prof.à M. A. Margibel Adriana de Oliveira. SÅo JosÇ 2004

3

4 Dedico este trabalho aos meus pais, Jorge e Iracema, eternos incentivadores do meu saber e aos meus irmåos, NÑdia, Rojane e Gilson, pois, sem eles, minha vida nåo teria graöa.

5 AgradeÖo, inicialmente, ao SecretÑrio de Estado da Secretaria da ArticulaÖÅo Internacional, Sr. Roberto Colin, pela oportunidade do estñgio, pelo incentivo e por ter acreditado no meu potencial. Igualmente agradeöo ao SecretÑrio Adjunto, Sr. Roberto Timm, pelo apoio e pelas correöáes. Ao Consultor de Economia Internacional, Sr. Hans Kress, por ter me acolhido em sua consultoria. Assim como agradeöo tambçm a toda equipe de trabalho da Secretaria, em especial ao HercÜlio, â Luciane Santiago, â Luciana Brognoli, ao Maicon, â Rosa Beatriz, â Vanice, â Schirley e ao FÑbio. ä minha orientadora, professora M.A. Margibel Adriana de Oliveira, por ter aceitado o desafio. A toda minha famülia, pelo amor e dedicaöåo, especialmente âs minhas sobrinhas NatÑlia, Manuela e VictÉria e ao meu sobrinho Caio, pela felicidade e carinho que me passam. Aos amigos da turma: Dani, Gomercindo, Kelen, DÅo, BeÖa, China e Moacir, pelos momentos de descontraöåo e por terem compreendido a minha ausãncia a algumas jantas. Em especial ao Eliezer, pelo notebook, pelos CDés, pelas impressáes, pelo vai e vem que salvaram a minha vida! ä Regiane, pelo apoio e conselhos. äs minhas amigas ClÑudia, Jeane e Carina, pela amizade. äs minhas velhas amigas, D. Neusa, Eliane e Michele Fraga, por terem contribuüdo no meu crescimento profissional e se tornado amigas maravilhosas. Ao Gilberto Ramos, que, apesar da distència, sempre me apoiou. ä Rosie e Roy, pela temporada em Londres. Ao Diorni, por sempre alegrar os meus dias. Aos funcionñrios da UNIVALI, em especial, ao Felipe e Ricardo, pela compreensåo. Aos professores do curso de RI, que contribuüram para minha formaöåo. Em especial, ao professor Paulo Jonas Grando, pelas crüticas construtivas, ao professor Roberto Di Sena Junior, pelas contribuiöáes da prç-banca e banca final, igualmente ao professor Rolando Coto Varela. ä professora ClÑudia de Rost, pelas correöáes. Por fim, agradeöo a todos que contribuüram, direta ou indiretamente, para a realizaöåo deste trabalho.

6 Os modelos envelhecem, o conhecimento empärico, jamais. Paulo Vizentini

7 RESUMO O objetivo geral desse trabalho foi verificar uma opöåo de inseröåo do profissional de RelaÖáes Internacionais (RI) na Secretaria de Estado da ArticulaÖÅo Internacional (SAI) de Santa Catarina. Para tal constataöåo, foi realizado um estñgio, onde foi observada, de forma nåo participante, a evoluöåo histérica do projeto dos Nêcleos de Fomento âs ExportaÖáes Catarinenses alçm de ter sido efetuada pesquisa bibliogrñfica sobre o profissional de RI e a ComunicaÖÅo, para a fundamentaöåo teérica. Foi tambçm utilizado, para a coleta de dados, questionñrio aplicado aos egressos de RI da UNIVALI de SÅo JosÇ/SC, para a identificaöåo das possüveis opöáes de inseröåo no mercado de trabalho desses egressos e uma entrevista com o SecretÑrio de Estado, o diplomata Roberto Colin, para a coleta de informaöáes sobre o projeto NUFEx. ApÉs, reuniu-se as informaöáes coletadas e foi feita a anñlise dos dados em conformidade com a teoria estudada. Concluiu-se que a SAI pode ser uma opöåo de posto de trabalho para os bacharçis em RI, por exigir, de seus funcionñrios, caracterüsticas que coincidem com as dos referidos profissionais, principalmente os que dominam a habilidade da comunicaöåo.

8 ABSTRACT The main objective of this research was to check the possibility of insertion for the International Relations (IR) professionals at the State Ministry of International Articulations (SIA) from Santa Catarina. In order to do that, it was completed a training, which was observed in a non participate way, the historical evolution of the project of Nucleus of Foment to Catarinenses Exports (NUFEx), besides, it was made a bibliographical research about the IR professionals and the Communication as theoretical background. It was also utilized, for the collected data, questionnaires applied to the IR egresses from UNIVALI of SÅo JosÇ/SC, to identify the possible alternatives of insert them in the job market and an interview with the Minister of State, the diplomat Roberto Colin, to collect information about the NUFEx project. After that, it was reunited all the collected information and it was done the analysis according to the studied theory. It was concluded that the SIA could be a job option for the IR egresses, because it needs specific characteristics that are the same found in a IR professionals, mainly the once who best master the communication skills.

9 LISTA DE ILUSTRAÄÅES FIGURA 1 Organograma FIGURA 2 O ato de comunicaöåo FIGURA 3 Esquema da comunicaöåo FIGURA 4 Barreiras no processo de comunicaöåo FIGURA 5 DivisÅo polütica atual do Estado de Santa Catarina FIGURA 6 Diagrama das Parcerias FIGURA 7 Diagrama das fontes para orientaöåo FIGURA 8 Diagrama das formas de divulgaöåo GRìFICO 1 Referente ao ano de conclusåo os egressos de RI GRìFICO 2 Referente â freqîãncia em cursos de especializaöåo GRìFICO 3 Referente âs alocaöáes dos egressos de RI GRìFICO 4 Referente â importència da comunicaöåo por parte dos egressos de RI... 47

10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS BID Banco Interamericano de Desenvolvimento. BRIDA Banco Regional de Desenvolvimento e IntegraÖÅo. CEACEx Conselho Estadual de ArticulaÖÅo do ComÇrcio Exterior. CEPAL ComissÅo Econïmica para a AmÇrica Latina e o Caribe. FIESC FederaÖÅo das Indêstrias do Estado de Santa Catarina. FMI Fundo MonetÑrio Internacional. FUNCEX - FundaÖÅo Centro de Estudos do ComÇrcio Exterior. MERCOSUL Mercado Comum do Sul. MPEs Micro e Pequenas empresas. NUFEx Nêcleos de Fomento â ExportaÖÅo. OEA OrganizaÖÅo dos Estados Americanos. OMC OrganizaÖÅo Mundial do ComÇrcio. ONGés OrganizaÖáes nåo-governamentais. ONU OrganizaÖÅo das NaÖáes Unidas. OPEP OrganizaÖÅo dos PaÜses Produtores e Exportadores de PetrÉleo. PIB Produto Interno Bruto. PUC PontifÜcia Universidade CatÉlica. RI RelaÖáes Internacionais. SAI Secretaria de Estado da ArticulaÖÅo Internacional. SDRs Secretarias de Desenvolvimento Regional. SEBRAE ServiÖo Brasileiro de Apoio âs Micro e Pequenas Empresas. SECEX Secretaria de ComÇrcio Exterior. UNB Universidade de BrasÜlia. UNIVALI Universidade do Vale do ItajaÜ. USP Universidade de SÅo Paulo. UNESP Universidade Estadual Paulista.

11 SUMÉRIO RESUMO... ABSTRACT... LISTA DE ILUSTRAñóES... LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS INTRODUñòO APRESENTAñòO E CARACTERIZAñòO DA INSTITUIñòO OFERTANTE DO ESTìGIO AS RELAñóES INTERNACIONAIS: O PROFISSIONAL E O MERCADO DE TRABALHO A COMUNICAñòO: SUA IMPORTôNCIA PARA O PROFISSIONAL DE RELAñóES INTERNACIONAIS Breve histérico sobre a ComunicaÖÅo Conceitos de ComunicaÖÅo Elementos da ComunicaÖÅo Feedback Barreiras â ComunicaÖÅo ComunicaÖÅo ascendente, descendente e horizontal DESCRIñòO DAS ATIVIDADES OBSERVADAS NO ESTìGIO ANìLISE DOS RESULTADOS SUGESTóES E RECOMENDAñóES... 49

12 CONSIDERAñóES FINAIS REFERöNCIAS... APöNDICES... ANEXOS

13 INTRODUÄÇO O fim da Guerra Fria, a abertura dos mercados, o avanöo tecnolégico das informaöáes e das comunicaöáes vãm contribuindo a cada dia para a formaöåo e transformaöåo do cenñrio global, o chamado fenïmeno da globalizaöåo, o qual jñ Ç estudado de vñrios èngulos e por diversos autores. Pode-se dizer que o campo de trabalho do bacharel em RelaÖáes Internacionais (RI) Ç uma das conseqåçncias desse mundo globalizado, devido aos novos postos de trabalho que surgiram e continuam a aparecer com esse fenïmeno, principalmente no èmbito internacional. Entretanto, tal profissional nåo possui caracterüsticas definidas, visto que a depender da instituiöåo de onde ele se graduou, terñ tendãncia a saber mais sobre comçrcio internacional ou diplomacia, por exemplo. Tampouco existe um nicho de mercado de trabalho especüfico aos profissionais de RI. Isso se deve â multidisciplinaridade encontrada na maioria dos cursos de graduaöåo da Ñrea em queståo, fazendo com que acadãmicos, mestres e empregadores compartilhem da dificuldade de se chegar a um consenso no que diz respeito ao perfil profissiogrñfico do bacharel em RI. A partir dessa constataöåo preliminar, pode-se dizer que o problema desta pesquisa Ç a inexistãncia de uma definiöåo adequada dos possüveis campos de atuaöåo de um bacharel em RI. Nesse sentido, uma possibilidade de inseröåo desse profissional pode ser, na esfera pêblica, em setores de assuntos internacionais, exigidos cada vez mais devido ao contexto global contemporèneo. Como exemplo, apresenta-se a Secretaria de ArticulaÖÅo Internacional (SAI), do Governo do Estado de Santa Catarina, a subsecretaria de Assuntos Internacionais, do Governo do Estado de Minas Gerais e, tal estrutura pode ser encontrada, atç mesmo, em municüpios, como Ç o caso de SÅo Paulo, que possui uma Secretaria Municipal de RelaÖáes Internacionais. Dessa forma, para que fosse constatada tal hipétese, o estñgio foi realizado na Secretaria de Estado da ArticulaÖÅo Internacional de Santa Catarina. Durante tal perüodo foi observado o avanöo histérico do projeto dos Nêcleos de Fomento âs ExportaÖáes (NUFEx) o qual serñ apresentado no capütulo 4, a ser implantado nas Secretarias de Desenvolvimento Regionais (SDRs).

14 Assim, o objetivo geral da pesquisa foi verificar uma opöåo de inseröåo do profissional de RelaÖáes Internacionais na Secretaria de Estado da ArticulaÖÅo Internacional. Quanto aos objetivos especüficos, compreendiam: 1) constatar o interesse da SAI em ter bacharçis em RelaÖáes Internacionais como participantes do projeto NUFEx; 2) identificar as possüveis opöáes de inseröåo no mercado de trabalho dos egressos de RelaÖáes Internacionais da UNIVALI de SÅo JosÇ/SC; e 3) verificar se a comunicaöåo Ç considerada, por parte dos egressos de RI da UNIVALI de SÅo JosÇ/SC e da SAI, como a principal habilidade que estes devem dominar. No que diz respeito â metodologia e aos mçtodos cientüficos utilizados nesta investigaöåo foi de natureza exploratéria, ou seja, objetivou proporcionar uma visåo geral das caracterüsticas e do mercado de trabalho de um bacharel em RelaÖáes Internacionais. Segundo Gil (1999, p. 43), este tipo de pesquisa Ç realizado especialmente quando o tema escolhido Ç pouco explorado e torna-se difücil sobre ele formular hipéteses precisas e operacionalizñveis. Quanto ao mçtodo de abordagem utilizado foi o indutivo. De acordo com Gil (1999, p. 28), esse mçtodo parte do particular e coloca a generalizaöåo como um produto posterior do trabalho de coleta de dados. Dessa forma, para apontar as possüveis opöáes de inseröåo no mercado de trabalho para os bacharçis de RI da UNIVALI de SÅo JosÇ/SC, utilizou-se a Teoria da ComunicaÖÅo como sustentaöåo das demais Ñreas em que esse profissional RI pode atuar. Com referãncia â coleta de dados da pesquisa, foram utilizados trãs instrumentos de coleta, a saber: (i) questionñrio, com perguntas abertas, aplicado aos egressos do curso de RI da UNIVALI de SÅo JosÇ/SC; (ii) entrevista nåo estruturada, com o Diplomata Roberto Colin, SecretÑrio de Estado da SAI e supervisor do estñgio; e (iii) observaöüo nüo-participante, cujo pesquisador presencia o fato, mas nåo participa dele; nåo se deixa envolver pelas situaöáes; faz o papel de espectador. (LAKATOS e MARCONI, 1991, p. 193), ou seja, a estagiñria se integrou â equipe designada para desenvolver o projeto NUFEx, mas nåo se envolveu nas decisáes quanto aos procedimentos do mesmo, deixando apenas suas sugestáes em capütulo distinto. Segundo Lakatos e Marconi (1991, p. 193), isso, porçm, nåo quer dizer que a observaöåo nåo seja consciente, dirigida, ordenada para um fim determinado. Por fim, para analisar os dados coletados, utilizou-se da abordagem quali-quantitativa, com predominència quantitativa, uma vez que os resultados foram observados em seu aspecto global e individual e, posteriormente, apresentados sob a forma grñficos. 13

15 Assim, organizou-se este trabalho, da seguinte forma: no capütulo 1, apresenta-se e caracteriza-se a instituiöåo ofertante e o estñgio; no capütulo 2, trata-se do tema das RelaÖáes Internacionais, o profissional e o mercado de trabalho; no capütulo 3, evidencia-se, em linhas gerais, a Teoria da ComunicaÖÅo; no capütulo 4, descrevem-se as atividades do estñgio; no capütulo 5, såo analisados os dados coletados; e, por êltimo, o capütulo 6, destina-se âs sugestáes e recomendaöáes. 14

16 1 APRESENTAÄÇO E CARACTERIZAÄÇO DA INSTITUIÄÇO OFERTANTE DO ESTÉGIO O estñgio realizou-se na Secretaria de Estado da ArticulaÖÅo Internacional 1, localizada na sede do Governo do Estado de Santa Catarina, situada â rodovia SC 421 Km 5, nõ 4.600, bairro Saco Grande II, FlorianÉpolis. A SAI foi criada pela geståo atual do Governo Luiz Henrique da Silveira com o intuito de acompanhar as transformaöáes do cenñrio mundial contemporèneo. Nesse sentido, constatou-se que, pela primeira vez, na histéria do Estado, as relaöáes internacionais såo contempladas por uma estrutura organizacional com a funöåo de identificar e articular as oportunidades internacionais de cooperaöåo, comçrcio, atraöåo de investimentos e inovaöáes tecnolégicas que habilitem o Estado a atingir novos patamares de competitividade econïmica e de qualidade de vida (SECRETARIA DE ESTADO DA ARTICULAñòO INTERNACIONAL, p. 5). Essa Secretaria estñ dividida em duas consultorias: uma de RelaÖáes Internacionais, que coordena a Ñrea de integraöåo do Mercosul, cooperaöåo internacional e defesa comercial; e outra de Economia Internacional, que coordena os projetos de comçrcio internacional, desenvolve pesquisas e avaliaöáes de mercado internacional, acompanha e recebe missáes comerciais e empresariais e promove capacitaöåo de empresñrios na Ñrea internacional e de agentes de comçrcio exterior em parceria com o MinistÇrio do Desenvolvimento da Indêstria e ComÇrcio Exterior (MDIC). No organograma a seguir, observa-se que, alçm de possuir o cargo de SecretÑrio Adjunto, de Oficial de Gabinete, de Tradutor, de Assistente, a SAI ainda apresenta, na sua estrutura organizacional, o Conselho Estadual de ArticulaÖÅo do ComÇrcio Exterior (CEACEx), um ÉrgÅo de deliberaöåo coletiva, destinado a orientar e coordenar a polütica estadual de comçrcio exterior, visando â inseröåo competitiva de produtos e serviöos catarinenses no mercado internacional, conforme Lei Estadual nõ / Ressalta-se ainda que cada setor possui seu corpo administrativo que auxilia a SAI nas execuöáes das tarefas diñrias. 1 Ver anexo A, referente â Lei Estadual sobre as atribuiöáes dessa Secretaria. 2 Ver anexo B para a Üntegra da Lei. 15

17 Local do estñgio Figura 1 Organograma Fonte: <www.sai.sc.gov.br> Acesso em: 06/10/2004. Ao demonstrar interesse em inserir a participaöåo acadãmica junto aos trabalhos desenvolvidos pela SAI, a Secretaria vem firmando convãnios com universidades, a fim de incentivar e promover essa prñtica, buscando relacionar o conhecimento teérico com as necessidades do seu mercado de trabalho. Nesse sentido, a SAI tomou a iniciativa de abrir espaöo para que esses profissionais pudessem pïr em prñtica o que aprenderam em teoria, gerando um estreitamento com as academias e ressaltando o seu interesse na produöåo cientüfica. Dessa forma, todas as partes saem beneficiadas: organizaöáes, comunidade acadãmica e comunidade em geral. Entretanto, tal abertura proporcionou, inicialmente, a inseröåo de acadãmicos somente na Sede do Governo Estadual, especificamente na SAI. Portanto, com base nas palavras do ExcelentÜssimo SecretÑrio de Estado da SAI, o diplomata Roberto Colin, que apontou o projeto NUFEx como um dos mais importantes da Secretaria, resolveu-se priorizñ-lo e defini-lo como alvo principal das atividades do estñgio, 16

18 desenvolvidas, dessa forma, na Consultoria de Economia Internacional, setor este responsñvel pelo projeto em queståo. Dessa maneira, para se verificar o interesse da SAI em ter bacharçis de RI atuando no NUFEx, Ç necessñrio abordar a temñtica das RelaÖáes Internacionais, apontando as caracterüsticas desse profissional e descrevendo as suas possüveis Ñreas de atuaöåo, tema este, do capütulo a seguir. 17

19 2 AS RELAÄÅES INTERNACIONAIS: O PROFISSIONAL E O MERCADO DE TRABALHO As RelaÖáes Internacionais jñ såo praticadas hñ centenas de anos, considerando que, desde a Antigîidade ClÑssica, havia contatos e acordos entre cidades, principados e reinos. Todavia, as visáes interpretativas das RI modificaram-se com o passar dos tempos, assim como seu objeto de estudo e sua importència. As RelaÖáes Internacionais såo um dos campos de conhecimento multidisciplinar da Ñrea das Ciãncias Sociais Aplicadas. Costuma-se afirmar que essa Ñrea Ç decorrente de disciplinas mais antigas como Ciãncia PolÜtica, Economia, Direito, AdministraÖÅo, Sociologia e Diplomacia, mas com enfoque voltado para o èmbito internacional. Assim, pode-se dizer que a multifuncionalidade caracteriza o profissional de RelaÖáes Internacionais, por possuir, na matriz curricular do curso que o forma, uma diversificada gama de disciplinas, que vai desde noöáes de direito, economia e marketing, passando por filosofia, antropologia, atç as teorias das RI, diplomacia, polütica externa, comçrcio internacional, lünguas estrangeiras e comunicaöåo empresarial. Desse modo, Halliday (1999, p ), definiu as RelaÖáes Internacionais de forma clara e simples. Para o autor, o objeto de estudo das RI abrange trãs formas de interaöåo: as relaöáes entre os Estados, as nåo-estatais e as operaöáes do sistema como um todo, dentro do qual os Estados e as sociedades såo os principais componentes. JÑ para Strenger (1998, p ), os Estados såo os principais atores das RelaÖáes Internacionais, atuando como representantes do povo, com o objetivo de alcanöar equilübrios de convivãncia, operados pelas regras do direito internacional. Todavia, para Oliveira (2001, p ), nem todas as relaöáes que ultrapassam fronteiras, podem ser consideradas objeto de estudo das relaöáes internacionais contemporèneas, somente as que possuem relevante importència desse èmbito internacional. Assim, pode-se definir RelaÖáes Internacionais como qualquer contato relevante com o exterior, por meio de atores pêblicos, privados ou nåo-governamentais. Nesse sentido, questiona-se: qual Ç o papel do profissional das RelaÖáes Internacionais no contexto atual? 18

20 Ainda nåo hñ uma identificaöåo formal desse profissional, como ocorre com as ciãncias mais antigas como Direito, Medicina e AdministraÖÅo. Apesar de jñ ter havido uma proposta para tal regulaöåo, nåo consta, atç o momento, que esse ato tenha sido levado adiante, ou melhor, aprovado. Isso causa inseguranöa por parte de alguns acadãmicos, uma vez que estes nåo contam com a formalizaöåo da profissåo, ou seja, nåo existe atualmente uma entidade de classe que represente essa formaöåo. Isso fragiliza tambçm a conquista do espaöo no mercado de trabalho por esses profissionais, pois nåo hñ um delineamento de suas funöáes, assim como, talvez, nåo seja possüvel conseguir constituir um grupo formal que lute e defenda os mesmos objetivos e interesses. Por outro lado, â exceöåo daquelas profissáes regulamentadas e reservadas a um cürculo de especialistas registrados, como advogados, mçdicos, administradores, as atividades desempenhadas por um egresso em ciãncias sociais, como economia, histéria, comunicaöåo podem, tambçm, ser desempenhadas por um profissional de RI, sobretudo se ele combinar com uma especializaöåo ou atç mesmo com outro curso de graduaöåo (ALMEIDA, 2002, p. 248). Acerca disso, o autor (2002, p. 244) destaca ser desnecessñria e, atç mesmo, indesejada tal regulamentaöåo profissional, uma vez que seria uma maneira de manter a adequada flexibilidade do mercado laboral e propiciar uma demanda adaptada a um maior espectro de capacidades intelectuais e acadãmicas. Em outras palavras, as exigãncias feitas ao profissional em RI såo tåo variadas quantas såo as possibilidades diversificadas de emprego hoje existentes no Brasil e exterior. Desse modo, a prñtica profissional do bacharel em RI se abre para um amplo mercado de oportunidades, visto que Ç notério o aumento da demanda por profissionais dessa Ñrea, capazes de integrar as perspectivas econïmica, social e polütica em termos internacionais e identificar oportunidades, avaliar riscos, planejar e executar aöáes internacionais. AlÇm disso, com o fim das duas Grandes Guerras e o inücio da Guerra Fria, houve a necessidade de se formarem pessoas que soubessem compreender e analisar as modificaöáes do cenñrio internacional. Assim, o curso de RelaÖáes Internacionais comeöou a ser lecionado na Europa e nos Estados Unidos por volta de No Brasil, o primeiro curso instituüdo com o tütulo de RelaÖáes Internacionais foi o da Universidade de BrasÜlia (UNB), em 1974, criado, inicialmente, para preparar ao ingresso da carreira diplomñtica. Logo apés, em 1981, foi a vez da Universidade EstÑcio de SÑ, no Rio de 19

21 Janeiro, com ãnfase no ComÇrcio Internacional. Depois vieram muitos outros, em conseqîãncia da demanda e da aposta numa expectativa positiva em relaöåo â nova profissåo, como exemplos citam-se a PontifÜcia Universidade CatÉlica de Minas Gerais (PUC/MG), que criou o curso de RI em 1996, a Universidade do Vale do ItajaÜ (UNIVALI), que iniciou em 1997 e a Universidade de SÅo Paulo (USP) e Universidade Estadual Paulista (UNESP) que cunharam seus cursos no ano de Todos esses novos cursos såo embasados na demanda atual criada pelos novos arranjos sociais, polüticos e econïmicos da era internacional. Desde o inücio da dçcada de noventa, o estudo das relaöáes internacionais tem passado por um processo de expansåo contünua em todo o Brasil. O aprofundamento teérico dessa Ñrea, sua transformaöåo em campo especüfico de reflexåo acadãmica e prñtica profissional tem acontecido em um ambiente marcado pela crescente importència do sistema internacional tanto para as polüticas de vñrios Estados, quanto para a atuaöåo de empresas privadas e de organizaöáes nåo-governamentais. A prépria carreira diplomñtica, antes procurada, majoritariamente, pelos egressos dos cursos de Direito, Economia e HistÉria, hoje tambçm Ç muito requisitada por egressos dos cursos de RI, por este oferecer uma fundamentaöåo multidisciplinar capaz de preparar o candidato para as atuaöáes internacionais demandadas pela carreira. Intencionalmente, a inicial preocupaöåo dos cursos de RI era preparar o egresso para auxiliar os agentes de Estado na formulaöåo e implementaöåo das polüticas exteriores, exercendo o papel de crütico e interlocutor do poder pêblico na preparaöåo de sua inseröåo internacional, ou melhor, um diplomata. Com a recente abertura dos mercados, principalmente por parte dos paüses em desenvolvimento, o contexto internacional modificou-se, fortalecendo as relaöáes entre atores privados e, conseqîentemente, abrindo espaöo no mercado de trabalho para esses profissionais, que agora nåo se limitam apenas â esfera governamental, mas sim assumem posiöáes em organizaöáes privadas e nåo-governamentais. Nos dias atuais, pode-se perceber que nåo Ç somente por meio do MinistÇrio das RelaÖáes Exteriores que as relaöáes entre paüses estrangeiros acontecem, pois, com o crescente modelo de descentralizaöåo polütica dos Estados, o papel de um bacharel em RI se torna mais demandado e conhecido, por ele ser um profissional capaz de entender e atuar em uma nova conjuntura internacional, as autarquias pêblicas, como prefeituras, Secretarias de Estado, outros ministçrios, assim como empresas privadas e organizaöáes 20

22 internacionais passam a estabelecer relaöáes com o estrangeiro por si mesmas e nåo apenas atravçs dos centros diplomñticos. Almeida (2002, p ) destaca trãs grandes Ñreas de atuaöåo para os bacharçis em relaöáes internacionais: governamental, acadãmica e privada. O autor destaca que as tarefas especüficas iråo depender do entorno e do contexto laboral, mas, em todas as Ñreas, a atividade Ç geralmente dominada pelo processo da informaöåo. Afinal, conforme o autor, esse profissional, antes de mais nada, Ç um processador de informaöáes, ou seja, capaz de digerir massas de insumos externos e produzir volumes de soluöáes possüveis aos problemas que såo colocados âs suas instituiöáes (grifos do autor). Assim, pode-se afirmar que o profissional em RI jñ conquistou seu espaöo no mercado de trabalho e cabe, agora, aos egressos e mestres comprometidos com o curso em queståo, darem continuidade aos estudos da Ñrea e assegurarem esse espaöo, demonstrando suas habilidades e competãncias. Necessita-se, tambçm, que as universidades faöam a promoöåo do curso, incentivando seus alunos â prñtica, buscando parcerias com organizaöáes pêblicas, privadas e nåo-governamentais que pretendam empregar esse profissional e impulsionem a pesquisa cientüfica na Ñrea. Dessa forma, apés ter-se analisado o perfil profissiogrñfico de cinco universidades (EstÑcio de SÑ/RJ, PUC/MG, PUC/SP, UNB/DF e UNIVALI/SC), escolhidas aleatoriamente, destacam-se as Ñreas, a seguir, como preferenciais aos egressos de RI, uma vez que esses profissionais reênem atributos essenciais para o desempenho de tais funöáes: a) Da tradicional diplomacia, que, no Brasil, envolve o exame de ingresso no Itamaraty; b) Da crescente necessidade dos governos Estaduais e Municipais de terem assessoria internacional, por conta dos processos que envolvem o estrangeiro e do aumento da mobilidade do capital; c) Das Cèmaras de ComÇrcio, Consulados e Embaixadas estrangeiras, que prestam assessoria a respeito da atuaöåo polütica e comercial do Brasil no contexto internacional; d) Dos sindicatos patronais e de trabalhadores, que buscam se adequar âs mudanöas no plano internacional, elaborando estudos, estratçgias e projetos de cooperaöåo; e) De OrganizaÖáes NÅo-Governamentais e Intergovernamentais, que atuam em diversos paüses; 21

23 f) De assessoria tçcnica em Organismos Internacionais, tais como a OrganizaÖÅo dos Estados Americanos (OEA), a OrganizaÖÅo das NaÖáes Unidas (ONU), o Fundo MonetÑrio Internacional (FMI), o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a OrganizaÖÅo Mundial do ComÇrcio (OMC), ou entåo nas burocracias constituüdas para o funcionamento dos blocos econïmicos regionais, por exemplo, como jñ acontece na UniÅo EuropÇia; g) Dos ÉrgÅos de comunicaöåo e entretenimento, com destaque para a Internet e os cadernos internacionais de jornais e revistas; h) Da atuaöåo em departamentos das empresas vinculados diretamente â queståo internacional; i) Como autïnomo, prestando consultoria internacional a entidades pêblicas, privadas ou nåo-governamentais; j) Por fim, a prépria Ñrea acadãmica. O curso de RI vislumbra, portanto, formar um profissional que possa atuar como pesquisador, professor, conselheiro, assessor, consultor ou executor nas mais diversas instituiöáes, pêblicas, privadas ou nåo-governamentais. A partir desse levantamento constatou-se que muitas universidades, dentre as disciplinas do seu nêcleo comum, incluüram em sua matriz curricular, a disciplina de comunicaöåo empresarial (tambçm denominada de ComunicaÖÅo Organizacional, Corporativa ou ainda Institucional, ou seja, ela nåo possui apenas um carñter privado), com o objetivo, por exemplo, de oportunizar a aprendizagem de estratçgias para a superaöåo das barreiras â comunicaöåo, construindo um perfil mais adequado do profissional de RI e desenvolvendo habilidades de relacionamento interpessoal que iråo aferir âs suas caracterüsticas uma contribuiöåo relevante dados esses extraüdos do Plano de Ensino dessa disciplina do Curso de RI da UNIVALI/SJ - semestre 2000/2 e 2001/1. Nesse sentido, por exemplo, para que o profissional de RI otimize um processo de negociaöåo, aprenda um idioma estrangeiro, redija um acordo entre dois paüses ou atue como um diplomata, ele deveria possuir como elemento articulador a boa comunicaöåo. Assim, apresentase a seguir, tépico relacionado a essa Ñrea de estudo, a fim de complementar o entendimento inicial dado sobre esta queståo no curso de RI da UNIVALI de SÅo JosÇ/SC e por se acreditar na 22

24 comunicaöåo como a base sustentadora e articuladora das demais disciplinas apreendidas no decorrer do processo acadãmico. 23

25 3 A COMUNICAÄÇO: SUA IMPORTáNCIA PARA O PROFISSIONAL DE RELAÄÅES INTERNACIONAIS A comunicaöåo pode ser considerada a vinculaöåo para o desenvolvimento de um quadro de referãncias comuns a todos os colaboradores de uma organizaöåo e, conseqîentemente, na consolidaöåo da identidade da mesma, jñ que, quando existe uma linguagem comum de comunicaöåo entre as hierarquias, os equüvocos se reduzem consideravelmente, proporcionando, assim, uma constante eficñcia nos trabalhos realizados. Por isso, o ato comunicativo nåo pode ser reduzido a um conjunto de canais por meio dos quais circulam as informaöáes, mas sim deve ser compreendido e empregado por todos na sua melhor forma e, principalmente, que essa seja de conhecimento, compreensåo e utilizaöåo comum. Assim, diz-se que, em um ambiente mais democrñtico e de compromisso entre as equipes e entre essas e seus superiores, com deliberaöáes conjuntas, poderñ se obter, com isso, a reduöåo ou atç mesmo, atenuar os conflitos. Desse modo, para averiguar a importència da comunicaöåo, serñ apresentado um breve histérico, sua evoluöåo atravçs dos tempos, apés, seråo abordados os conceitos da comunicaöåo por vñrios autores, os elementos do processo de comunicaöåo, o feedback, as barreiras, assim como ocorrem os fluxos da comunicaöåo, ou seja, descendente, ascendente e horizontal. 3.1 Breve histàrico sobre a ComunicaÖÜo A comunicaöåo pode se realizar de vñrias formas. As principais såo trãs: gestual, oral e escrita; as quais, por sua vez, misturam-se entre si, formando, dessa maneira, formas conjugadas de comunicaöåo, por exemplo, quando se cnjuga a fala com os gestos. A seguir, serñ abordado, em linhas gerais, o avanöo histérico da comunicaöåo, ou melhor, como ela progrediu com o passar dos anos. 24

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO Neusa Kreuz 1 RESUMO: É indiscutível a grande importância da linguagem oral no processo interacional humano. Trata-se da primeira

Leia mais

O papel do internacionalista frente ao comércio exterior brasileiro

O papel do internacionalista frente ao comércio exterior brasileiro O papel do internacionalista frente ao comércio exterior brasileiro Camila Nogueira 1 Camila Texeira Introdução Com o fim da guerra fria o mundo veio a passar por uma série de mudanças no sistema internacional,

Leia mais

Competência individual essencial

Competência individual essencial Competência individual essencial Introdução Objetivo Reflexão e aprofundamento sobre o processo básico da comunicação, a fim de que haja maior exatidão na compreensão do significado daquilo que se quer

Leia mais

Sumário. Introdução... 7

Sumário. Introdução... 7 3 Sumário Introdução... 7 1. Somos especialistas em linguagem corporal... 9 Como os homens se comunicam, 10Comunicação linguística, 10Comunicação não linguística, 10O ato de comunicação, 11Importante:

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS PUC MINAS VIRTUAL

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS PUC MINAS VIRTUAL SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS PUC MINAS VIRTUAL 1. PERFIL DO CURSO Tratase de um Curso desenvolvido na modalidade à distância, condição que possibilita ao aluno realizar os estudos em local

Leia mais

As Relações Internacionais como Disciplina Acadêmica

As Relações Internacionais como Disciplina Acadêmica As Relações Internacionais como Disciplina Acadêmica Guilherme Gondin Ozias, 5º período No decorrer do dia, lendo o jornal ao acordar, acessando a internet ou assistindo televisão, nos deparamos com noticias

Leia mais

Amazônia e o direito de comunicar 17 a 22 de outubro de 2011 - Belém/PA

Amazônia e o direito de comunicar 17 a 22 de outubro de 2011 - Belém/PA Comunicação Impressa e Exclusão Social: mostrando cenários, apontando limites 1 Uriens Maxmiliano Ravena CAÑETE 2 Larissa Beatriz da Silva AVIZ 3 Voyner RAVENA-CAÑETE 4 Universidade da Amazônia, Belém,

Leia mais

5 Modelo de ensino de métodos de design de produto (MEM)

5 Modelo de ensino de métodos de design de produto (MEM) 5 Modelo de ensino de métodos de design de produto (MEM) Este capítulo apresenta um modelo pedagógico para ensino de métodos de projeto (MEM), com ênfase na aprendizagem significativa. É mostrada a estrutura

Leia mais

MULTIMEIOS DA COMUNICAÇÃO

MULTIMEIOS DA COMUNICAÇÃO MULTIMEIOS DA COMUNICAÇÃO RINALDIi, Andréia Cristina Alves; ROSA, Antonio Valin; TIVO,,Emerson dos Santos; OLIVEIRA JÚNIOR, José Mendes de; REIS, Marcela Alves dos; SANTOS JÚNIOR,Sergio Silva dos; FREITAS,

Leia mais

Unidade IV. Comunicação Empresarial. Profª. Cleide de Freitas

Unidade IV. Comunicação Empresarial. Profª. Cleide de Freitas Unidade IV Comunicação Empresarial Profª. Cleide de Freitas Resumo aula anterior Variações Línguísticas Níveis da fala Modelos de redação Veículos de redação administrativa Vantagens e desvantagens da

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE LOGÍSTICA - BARREIRO

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE LOGÍSTICA - BARREIRO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE LOGÍSTICA - BARREIRO 1. Perfil do Curso O curso visa atender a demanda do mundo do trabalho por formação na área de gestão da logística em nível superior de ensino.

Leia mais

UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO

UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS PROJETO PEDAGÓGICO ATUALIZADO Belém Pará 2010 S U M Á R I O I Base Legal do Curso Pág. 3 II Perfil do Egresso

Leia mais

HUMANAS. Página na web: www.fea.ufjf.br CIÊNCIAS ECONÔMICAS. Apresentação:

HUMANAS. Página na web: www.fea.ufjf.br CIÊNCIAS ECONÔMICAS. Apresentação: HUMANAS ADMINISTRAÇÃO Os alunos de Administração da UFJF graduam-se na modalidade Bacharelado e podem escolher entre as opções de especialização: Administração de Empresas e Administração Pública. O curso

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FOR A FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA (EBA) DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I Comunicação e relações humanas no trabalho de Enfermagem

Leia mais

O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo

O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo O Curso de História da Arte na Universidade Federal de São Paulo Jens Baumgarten UNIFESP Resumo O artigo apresenta o projeto acadêmico-intelectual do novo curso de graduação de História da Arte na Universidade

Leia mais

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO Priscila Gomez Soares de Moraes 1 Fabrício Ziviani 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo questionar

Leia mais

Unidade III. Comunicação Empresarial. Profª. Cleide de Freitas

Unidade III. Comunicação Empresarial. Profª. Cleide de Freitas Unidade III Comunicação Empresarial Profª. Cleide de Freitas Resumo aula anterior Construção de textos Tipos de parágrafos Texto Narrativo, Descritivo e Dissertativo Resumo Esquema Resenha Sinóptico O

Leia mais

POLÍTICA DE EXPANSÃO E INTERIORIZAÇÃO/REGIONALIZAÇÃO DO ENSINO PÚBLICO SUPERIOR NO BRASIL: O CASO DA UFSM/CESNORS UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO EGRESSO

POLÍTICA DE EXPANSÃO E INTERIORIZAÇÃO/REGIONALIZAÇÃO DO ENSINO PÚBLICO SUPERIOR NO BRASIL: O CASO DA UFSM/CESNORS UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO EGRESSO POLÍTICA DE EXPANSÃO E INTERIORIZAÇÃO/REGIONALIZAÇÃO DO ENSINO PÚBLICO SUPERIOR NO BRASIL: O CASO DA UFSM/CESNORS UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO EGRESSO Ricardo Cocco, Universidade Federal de Santa Maria/CESNORS,

Leia mais

A DINÂMICA DOS ATELIÊS DO CAIC/UEPG CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (PERÍODO INTEGRAL): PROJETO EM AÇÃO/REFLEXÃO/AÇÃO

A DINÂMICA DOS ATELIÊS DO CAIC/UEPG CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (PERÍODO INTEGRAL): PROJETO EM AÇÃO/REFLEXÃO/AÇÃO 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A DINÂMICA

Leia mais

Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago

Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago Segunda Cúpula das Américas Santiago, Chile, 18 e 19 de abril de 1998 Segunda Cúpula das Américas Declaração de Santiago O seguinte documento é o texto completo da Declaração de Santiago assinada pelos

Leia mais

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO RESUMO

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO RESUMO COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO Fábio William da Silva Granado 1 Marluci Silva Botelho 2 William Rodrigues da Silva 3 Prof Ms. Edson Leite Lopes Gimenez 4 RESUMO Realizou-se uma análise

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015 (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS No que diz respeito ao conceito de indústria cultural, julgue os itens a seguir. 51 O conceito de indústria cultural foi criado durante a Segunda Grande Guerra no contexto dos

Leia mais

Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador. 1. Leia as afirmativas a seguir.

Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador. 1. Leia as afirmativas a seguir. Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador 1. Leia as afirmativas a seguir. I. O comportamento organizacional refere-se ao estudo de indivíduos e grupos

Leia mais

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras Luciana Virgília Amorim de Souza¹ RESUMO O trabalho busca questionar os métodos ensinados para praticar a Língua Inglesa nas escolas. O inglês, no Brasil,

Leia mais

Comunicar com. Madalena Leão

Comunicar com. Madalena Leão Comunicar com Impacto Madalena Leão 15 de Fevereiro de 2009 Falar em público Capacidade que possibilita a um bom orador defender e fundamentar as suas ideias; Afirmar energeticamente as suas propostas;

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO 1. APRESENTAÇÃO O curso de Comunicação Social Habilitação em Publicidade e Propaganda, da Unochapecó, foi implantando no ano 003 com o propósito de trabalhar para

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). ATIVIDADES CULTURAIS PARA IDOSOS: CENTRO DE REFERÊNCIA SÃO MIGUEL Autores: Marta Lucia Souto da Silva Nádia Dumara Ruiz Silveira Natália Aparecida de Meira Franco Mario César Pereira Instituição: Pontifícia

Leia mais

UM PROGRAMA PARA RESGATAR O PAPEL TRANSFORMADOR DA MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA OS DESAFIOS DE UMA NOVA ESCOLA

UM PROGRAMA PARA RESGATAR O PAPEL TRANSFORMADOR DA MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA OS DESAFIOS DE UMA NOVA ESCOLA UM PROGRAMA PARA RESGATAR O PAPEL TRANSFORMADOR DA MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA OS DESAFIOS DE UMA NOVA ESCOLA Luiz Otávio Maciel Miranda Escola de Ensino Fundamental e Médio Tenente Rêgo Barros miranda@amazon.com.br

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE VENDAS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DA EQUIPE DE VENDAS

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE VENDAS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DA EQUIPE DE VENDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE VENDAS PARA MELHORAR O DESEMPENHO DA EQUIPE DE VENDAS CATEGORIA:

Leia mais

PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE

PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE PORTARIA Nº 123 DE 28 DE JULHO DE 2006. O Presidente, Substituto, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, no uso de suas atribuições, tendo em vista a Lei nº 10.861,

Leia mais

Palavras-chave: Comunicação Estratégica; Composto de Marketing e micro e pequenas empresas.

Palavras-chave: Comunicação Estratégica; Composto de Marketing e micro e pequenas empresas. A COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA E O COMPOSTO DE MARKETING: UMA INTEGRAÇÃO DE SUCESSO NA GESTÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE JOÃO PESSOA Evalena Lima Cabral (1) ; Patrícia Morais da Silva (3), Mitchell Figueiredo

Leia mais

Comunicação Empresarial e Processo Decisório. Prof. Ana Claudia Araujo Coelho

Comunicação Empresarial e Processo Decisório. Prof. Ana Claudia Araujo Coelho Prof. Ana Claudia Araujo Coelho Comunicar significa transmitir ideias, sentimentos ou experiências de uma pessoa para outra, tornar comum, participar, fazer saber, transmitir. ANDRADE (2008, p. 45) O resultado

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE JARAGUÁ DO SUL - SC

FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE JARAGUÁ DO SUL - SC FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE JARAGUÁ DO SUL - SC ARAÚJO *, Rogério Antonio de. - PUCPR E-mail: raraujo@marista.org.br ROMANOWSKI **, Joana Paulin

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSUN 33/97. Dispõe sobre o perfil profissiográfico do Curso de Administração - Habilitações em Marketing e em Comércio Exterior, da FEA.

RESOLUÇÃO CONSUN 33/97. Dispõe sobre o perfil profissiográfico do Curso de Administração - Habilitações em Marketing e em Comércio Exterior, da FEA. RESOLUÇÃO CONSUN 33/97 Dispõe sobre o perfil profissiográfico do Curso de Administração - Habilitações em Marketing e em Comércio Exterior, da FEA. O Presidente do Conselho Universitário - CONSUN, no uso

Leia mais

FATEGÍDIO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

FATEGÍDIO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FATEGÍDIO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL T. OTONI, DEZEMBRO DE 2010 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 4 2 METODOLOGIA DA PESQUISA... 9 3 FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO...12 4 CONCLUSÃO...

Leia mais

Carga Horária Total: 80 horas

Carga Horária Total: 80 horas COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE TEXTOS Norma linguística padrão: padrões de comunicação e níveis de linguagem. Comunicação organizacional como estratégica essencial no âmbito empresarial. Instrumentos

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA SUMÁRIO 1 ÉTICA...03 2 APRESENTAÇÃO...04 3 APLICAÇÃO...05 4 FINALIDADES...06 5 DEFINIÇÕES...07 6 CULTURA ORGANIZACIONAL...08 6.1 MISSÃO...08 6.2 VISÃO...08 6.3 VALORES...08 6.4

Leia mais

Secretariado Executivo: Expansão do Curso e Perfil dos Alunos em Rondonópolis-MT

Secretariado Executivo: Expansão do Curso e Perfil dos Alunos em Rondonópolis-MT Secretariado Executivo: Expansão do Curso e Perfil dos Alunos em Rondonópolis-MT Susana Taulé Piñol* Reinaldo Mesquita Cassiano** Resumo Este artigo apresenta a expansão histórica da profissão de Secretariado

Leia mais

O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO NA ORGANIZAÇÃO: ESPAÇO DE QUEM?

O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO NA ORGANIZAÇÃO: ESPAÇO DE QUEM? O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO NA ORGANIZAÇÃO: ESPAÇO DE QUEM? Marlene Fernandes Universidade Luterana do Brasil RESUMO O mundo está em constante transformação, com segmentos funcionais altamente globalizados,

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL, ARQUITETURA E URBANISMO Universidade Estadual de Campinas

FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL, ARQUITETURA E URBANISMO Universidade Estadual de Campinas Revisão do PLANES FEC 2011-2015 1. Apresentação 1.1 Metodologia A metodologia utilizada está fundamentada nos passos do planejamento estratégico sugerido pela Coordenadoria Geral da Universidade - CGU.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES RESUMO

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES RESUMO A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Flávia Aline Seger 1 Francieli Teresinha Eckhardt 2 Nedisson Luis Gessi 3 RESUMO Este artigo constitui-se em uma pesquisa bibliográfica que busca informações

Leia mais

CALÍCIA MATOS FARIA SE FOR IMPRESSO, É TÁTIL

CALÍCIA MATOS FARIA SE FOR IMPRESSO, É TÁTIL CALÍCIA MATOS FARIA SE FOR IMPRESSO, É TÁTIL 1 Resumo O artigo aborda o processo de aprendizagem no ensino de artes gráficas e relaciona os recursos didáticos práticos com a metodologia utilizada, este

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: ARQUITETURA E URBANISMO POÇOS DE CALDAS

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: ARQUITETURA E URBANISMO POÇOS DE CALDAS SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: ARQUITETURA E URBANISMO POÇOS DE CALDAS 01 PERFIL DO CURSO Justificativa da oferta do curso. O Curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas campus Poços de Caldas

Leia mais

O PERFIL DOS FORMANDOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO QUANTO A ATUAÇÃO PROFISSIONAL IDENTIFICADO ATRAVÉS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR

O PERFIL DOS FORMANDOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO QUANTO A ATUAÇÃO PROFISSIONAL IDENTIFICADO ATRAVÉS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR O PERFIL DOS FORMANDOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO QUANTO A ATUAÇÃO PROFISSIONAL IDENTIFICADO ATRAVÉS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR. UM ESTUDO DE CASO DA FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VILA VELHA RESUMO

Leia mais

Omais competitivo, Pós-Graduação. Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba

Omais competitivo, Pós-Graduação. Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba Para ingressar em um curso de lato sensu, é necessário possuir uma graduação bacharelado, licenciatura ou tecnologia. Mais comuns dentro dessa modalidade de pós-graduação, os cursos de especialização possuem

Leia mais

Prof. Nilo Jeronimo Vieira General Coordinator. www.nrifatec.wordpress.com

Prof. Nilo Jeronimo Vieira General Coordinator. www.nrifatec.wordpress.com Prof. Nilo Jeronimo Vieira General Coordinator 1 Agradecimentos! 2 As Relações Internacionais. O profissional de Relações Internacionais. O mercado de Trabalho. As Relações Internacionais e o Ensino Superior.

Leia mais

Diplomacia pública. Conselheiro Marco Antonio Nakata

Diplomacia pública. Conselheiro Marco Antonio Nakata Diplomacia pública Conselheiro Marco Antonio Nakata Diplomacia pública mais de oitenta por cento de todas as descobertas científicas, invenções e avanços técnicos realizados pelo homem, aconteceram no

Leia mais

ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL

ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL ABORDANDO OS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA TREINAMENTO LABORAL Antonia Maria Gimenes 1, Renato Nogueira Perez Avila 2 Cleiton Riz Aleixo 3, Jakeline da Silva 4 Thayane C. Anjos Afonso 5 RESUMO Este estudo

Leia mais

O aluno de EJA: jovem ou adolescente?

O aluno de EJA: jovem ou adolescente? 1 O aluno de EJA: jovem ou adolescente? Shirley Costa Ferrari Coord. Curso de Pedagogia. das Faculdades Oswaldo Cruz e Profa. da Faculdade Diadema. Email shifer@ig.com.br Suely Amaral Coord. Curso de Letras

Leia mais

Estudo do comprometimento organizacional em unidades de informação: relacionamento interpessoal versus comunicação

Estudo do comprometimento organizacional em unidades de informação: relacionamento interpessoal versus comunicação Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Estudo do comprometimento organizacional em unidades de informação: relacionamento interpessoal versus comunicação Rebeka Maria de Carvalho Santos Godeiro (UFERSA) - rebeka_carvalho@hotmail.com

Leia mais

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina?

Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web. Gestão de Pessoas. Qual o objetivo da disciplina? Responda as questões que orientam o sucesso na disciplina via web Quem é a professora responsável? Qual o objetivo da disciplina? Como estudar e obter nota para aprovação? Qual é a bibliografia básica?

Leia mais

MBA Gestão de Negócios e Pessoas

MBA Gestão de Negócios e Pessoas PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Nome do Curso MBA Gestão de Negócios e Pessoas Área de Conhecimento Ciências Sociais Aplicadas Nome do Coordenador do Curso e Breve Currículo: Prof.

Leia mais

CURSO DE FUNDAMENTOS DE APRENDIZAGEM EM EaD UMA EXPERIÊNCIA DA REDE SENAI DE EaD. Maio/2005 173-TC-C5

CURSO DE FUNDAMENTOS DE APRENDIZAGEM EM EaD UMA EXPERIÊNCIA DA REDE SENAI DE EaD. Maio/2005 173-TC-C5 CURSO DE FUNDAMENTOS DE APRENDIZAGEM EM EaD UMA EXPERIÊNCIA DA REDE SENAI DE EaD Maio/2005 173-TC-C5 Selma Kovalski SENAI Departamento Regional de Santa Catarina selmakf@sc.senai.br Magrit Dorotea Döding

Leia mais

Profa. Lenimar Vendruscolo Mery 2013 APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS

Profa. Lenimar Vendruscolo Mery 2013 APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS APOSTILA DE GESTÃO DE PESSOAS SUMÁRIO 1. O QUE SIGNIFICA GESTÃO DE PESSOAS... 3 2. PRINCIPAIS PROCESSOS DE GESTÃO DE PESSOAS... 3 3. O CONTEXTO DA GESTÃO DE PESSOAS... 4 4. EVOLUÇÃO DOS MODELOS DE GESTÃO...

Leia mais

1. CONTEXTUALIZAÇÃO 2. DIRETRIZES CURRICULARES PARA O CURSO

1. CONTEXTUALIZAÇÃO 2. DIRETRIZES CURRICULARES PARA O CURSO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Universitário Jorge Amado (UNIJORGE), que tem como visão de futuro ser reconhecida como uma instituição moderna, arrojada e inovadora, referenciada pela excelência do seu projeto

Leia mais

De acordo com o art. 35 da LDBEN, o ensino médio tem como objetivos:

De acordo com o art. 35 da LDBEN, o ensino médio tem como objetivos: 10. ENSINO MÉDIO 10.1 ORGANIZAÇÃO GERAL DO ENSINO MÉDIO O ensino médio, no Brasil, é a etapa final da educação básica e integraliza a formação que todo brasileiro deve ter para enfrentar com melhores condições

Leia mais

Durante muito tempo, a educação formal menosprezou um possível caráter

Durante muito tempo, a educação formal menosprezou um possível caráter Durante muito tempo, a educação formal menosprezou um possível caráter educativo de qualquer forma de comunicação de massa e ignorou o fato de poder trabalhar com ela. Diante do desafio de superar essa

Leia mais

Formação Contínua Sob Enfoque: Professor de Língua Inglesa

Formação Contínua Sob Enfoque: Professor de Língua Inglesa 1 Formação Contínua Sob Enfoque: Professor de Língua Inglesa Autora: Aline Silva Oliveira Acadêmica do 7 período do curso de Letras/Inglês UNIMONTES - Campus UNAÍ aline_silva000@yahoo.com.br Co-autores:

Leia mais

A INTERATIVIDADE DA IMAGEM COM A (RE)LEITURA DO MUNDO: UMA PROPOSTA DE INCENTIVO À LEITURA ATRAVÉS DO ESTÍMULO VISUAL

A INTERATIVIDADE DA IMAGEM COM A (RE)LEITURA DO MUNDO: UMA PROPOSTA DE INCENTIVO À LEITURA ATRAVÉS DO ESTÍMULO VISUAL A INTERATIVIDADE DA IMAGEM COM A (RE)LEITURA DO MUNDO: UMA PROPOSTA DE INCENTIVO À LEITURA ATRAVÉS DO ESTÍMULO VISUAL Deise Belisário * Pedro Ivo Silveira Andretta ** Resumo: Este artigo refere-se ao uso

Leia mais

1º período. Carga Horária. Nome da Disciplina. créditos. Ementa

1º período. Carga Horária. Nome da Disciplina. créditos. Ementa 1º período EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 60 4T Análise das tendências atuais da educação a distância contextualizando-as. Aspectos históricos da Educação a Distância (EAD) no Brasil. A operacionalização da EAD.

Leia mais

O USO DA PERSUASÃO COMO FERRAMENTA MOTIVADORA À LEITURA

O USO DA PERSUASÃO COMO FERRAMENTA MOTIVADORA À LEITURA 1 O USO DA PERSUASÃO COMO FERRAMENTA MOTIVADORA À LEITURA Elisson Souza de São José i (UNIT) INTRODUÇÃO Grande parte da juventude brasileira infelizmente não tem prazer e nem o hábito de ler, o que faz

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO INTERNA NAS ORGANIZAÇÕES

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO INTERNA NAS ORGANIZAÇÕES A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO INTERNA NAS ORGANIZAÇÕES Airton Aparecido Magrini - 613 9031 Aliny Varella - 613 8808 Cláudia Prezotto - 613 9444 Elaine Benati Mazeta - 613 9281 Raphael Varella - 613 8803

Leia mais

FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Camaçari 2010 SUMÁRIO 1 DIRETRIZES 3 2 DEFINIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO E SUAS

Leia mais

A FUNÇÃO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO FRENTE AO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

A FUNÇÃO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO FRENTE AO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM A FUNÇÃO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO FRENTE AO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Luiza Aparecida dos Santos Santos Estudante, FSJT, Rio de Janeiro, luiza.santossantos10@gmail.com Alborina Matos Paiva, M. Sc.

Leia mais

Prof.ª Lísia Regina Ferreira Michels Dra em Psicologia da Educação (PUC- SP) Docente da UNIVALI

Prof.ª Lísia Regina Ferreira Michels Dra em Psicologia da Educação (PUC- SP) Docente da UNIVALI Repensando a educação inclusiva Prof.ª Lísia Regina Ferreira Michels Dra em Psicologia da Educação (PUC- SP) Docente da UNIVALI Percurso histórico: da segregação à inclusão As raízes históricas e culturais

Leia mais

O QUE É COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA. Ivone de Lourdes Oliveira

O QUE É COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA. Ivone de Lourdes Oliveira O QUE É COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA Ivone de Lourdes Oliveira 1- Informação Comunicação Informação processo linear. A força está na emissão Emissor Canal Mensagem Receptor 2- Comunicação = Comum - ação Compartilhar

Leia mais

Rádio On-line como Ferramenta Corporativa de Comunicação

Rádio On-line como Ferramenta Corporativa de Comunicação Rádio On-line como Ferramenta Corporativa de Comunicação Silvio Junior Triques 1 Paulo Ricardo dos Santos 2 Universidade do Oeste de Santa Catarina, Joaçaba, SC RESUMO: A premissa deste artigo parte da

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE SETEMBRO DE

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE SETEMBRO DE Ministério da Educação CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE SETEMBRO DE 2013 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Relações

Leia mais

A Contribuição da Escola. para a Construção de uma Política Regional de Comunicação

A Contribuição da Escola. para a Construção de uma Política Regional de Comunicação A Contribuição da Escola para a Construção de uma Política Regional de Comunicação Lígia Silva Leite Marisa Narcizo Sampaio Em 1991 Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai firmaram o tratado do Mercado Comum

Leia mais

DANÇA NA ESCOLA: UMA EDUCAÇÃO PRA LÁ DE FÍSICA

DANÇA NA ESCOLA: UMA EDUCAÇÃO PRA LÁ DE FÍSICA DANÇA NA ESCOLA: UMA EDUCAÇÃO PRA LÁ DE FÍSICA Karine Gomes Rodrigues, Jayne Martins Ramos, Karoline Silva Pequeno RESUMO A dança enquanto um processo educacional, não se resume simplesmente em aquisição

Leia mais

Plano de Ensino. METODOLOGIA GERAL: Consultorias com o Professor Orientador, pesquisas de campo e reuniões com a empresa e pesquisa bibliográfica.

Plano de Ensino. METODOLOGIA GERAL: Consultorias com o Professor Orientador, pesquisas de campo e reuniões com a empresa e pesquisa bibliográfica. CURSO: MBA em GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DISCIPLINA: PLANO DE TI PROJETO FINAL Última revisão: Junho/2014 Horas-aula - Orientação ao projeto: 30 Horas-aula - Desenvolvimento do projeto: 60 Horas-aula

Leia mais

Unidade III ESPECIALIZAÇÕES. Profa. Cláudia Palladino

Unidade III ESPECIALIZAÇÕES. Profa. Cláudia Palladino Unidade III ESPECIALIZAÇÕES DO MARKETING Profa. Cláudia Palladino Marketing social Atuação das empresas hoje e a Responsabilidade social: Obtenção de insumos e processamento de matéria prima de maneira

Leia mais

Módulo IV. Delegação e Liderança

Módulo IV. Delegação e Liderança Módulo IV Delegação e Liderança "As pessoas perguntam qual é a diferença entre um líder e um chefe. O líder trabalha a descoberto, o chefe trabalha encapotado. O líder lidera, o chefe guia. Franklin Roosevelt

Leia mais

CNM Internacional. Campinas 26 de maio.

CNM Internacional. Campinas 26 de maio. CNM Internacional Campinas 26 de maio. O que é a CNM Internacional? A área da Confederação Nacional de Municípios responsável por promover a inserção internacional dos municípios brasileiros. Lançada em

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

FATORES DETERMINANTES PARA A FELICIDADE EM AMBIENTE CORPORATIVO

FATORES DETERMINANTES PARA A FELICIDADE EM AMBIENTE CORPORATIVO FATORES DETERMINANTES PARA A FELICIDADE EM AMBIENTE CORPORATIVO AUTORES Caroline C. Bueno Fernando A. Escorsin Fernando Colleoni Filipe F. Baptista Rafael Carvalho ORIENTADOR Luís Roberto Gomes de Assumpção

Leia mais

O Espaço Cibernético na Agenda Internacional

O Espaço Cibernético na Agenda Internacional O Espaço Cibernético na Agenda Internacional Alexandre Scudiere Fontenelle 1 Introdução Apesar de ser um fenômeno relativamente recente, a Internet já é considerada uma ferramenta fundamental para o funcionamento

Leia mais

3 Os atores: geradores e receptores da tecnologia

3 Os atores: geradores e receptores da tecnologia 3 Os atores: geradores e receptores da tecnologia Este capítulo pretende situar o leitor de forma breve sobre os dois atores estudados neste trabalho: a Embrapa como geradora e transferidora das tecnologias

Leia mais

Aula 3. Comunicação Organizacional

Aula 3. Comunicação Organizacional Aula 3 Comunicação Organizacional Comunicação Interna (Endomarketing) Profa. Ms. Daniela Cartoni Comunicação Organizacional Comunicação Externa Comunicação Organizacional Comunicação Interna Comunicação

Leia mais

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO.

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. Grupo PET Administração Universidade Federal de Lavras UFLA Resumo Os jovens formam o conjunto

Leia mais

Unidade II COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. Profa. Ma. Andrea Morás

Unidade II COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. Profa. Ma. Andrea Morás Unidade II COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Profa. Ma. Andrea Morás Comunicação empresarial Envolve todas as ferramentas de comunicação. Atividade multidisciplinar. Envolve conflitos, emoções, potencialidades e

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM A PARTIR DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO

O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM A PARTIR DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM A PARTIR DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO RESUMO: Maisa Cordeiro Tavares UFPB maisa_cordeiro@hotmail.com Thais Gomes de Vasconcelos UFPB thahis.vasconcelos@hotmail.com O Programa

Leia mais

1.1.Objetivos. 1 Tradução do autor.

1.1.Objetivos. 1 Tradução do autor. 13 1 Introdução A partir dos anos cinqüenta do século XX, as mudanças do ambiente, no qual se inserem as pessoas e suas formas de organização, tornam-se cada vez mais freqüentes e imprevisíveis. Os efeitos

Leia mais

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO Sobre o curso: A criatividade, produtividade e a estabilidade emocional são a base para o progresso de qualquer natureza, mas, infelizmente, a rotina, responsabilidades

Leia mais

ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO

ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO Página 1 de 165 PERFIL DE COMPETÊNCIAS E DESEMPENHO CARGO ANALISTA / FUNÇÃO ADVOGADO MISSÃO DO CARGO: Contribuir para o desenvolvimento institucional, por meio de ações

Leia mais

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA Suellen Lopes 1 Graduação Universidade Estadual de Londrina su.ellen23@hotmail.com Rovilson José da Silva 2 Universidade Estadual de Londrina rovilson@uel.br

Leia mais

CATÁLOGO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

CATÁLOGO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CATÁLOGO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ATOS LEGAIS DO CURSO: Nome do Curso: Administração Nome da Mantida: Centro Universitário de Rio Preto Endereço de Funcionamento do Curso: Rua Yvette Gabriel Atique, 45

Leia mais

REVISTA CONTEÚDO UMA DISCUSSÃO SOBRE EMPREENDEDORISMO. Palavras-chave: empreendedorismo; desenvolvimento sustentável; brasil.

REVISTA CONTEÚDO UMA DISCUSSÃO SOBRE EMPREENDEDORISMO. Palavras-chave: empreendedorismo; desenvolvimento sustentável; brasil. UMA DISCUSSÃO SOBRE EMPREENDEDORISMO Clever Eduardo Zuin Lobo 1 RESUMO Este artigo faz uma discussão sobre a importância do empreendedorismo, bem como de assuntos estreitamente relacionados com este tema,

Leia mais

Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo

Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo Desafios da Indústria e da Política de Desenvolvimento Produtivo Josué Gomes da Silva IEDI Seminário Internacional: A Hora e a Vez da Política de Desenvolvimento Produtivo BNDES / CNI CEPAL / OCDE 22/09/2009

Leia mais

HISTÓRIA. 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Licenciatura. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

HISTÓRIA. 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Licenciatura. PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos HISTÓRIA 1. TURNO: Noturno HABILITAÇÃO: Licenciatura GRAU ACADÊMICO: Licenciado em História PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 8 anos 2. OBJETIVO/PERFIL DO PROFISSIONAL A SER FORMADO A definição

Leia mais

Rua Pinto Bandeira, 292 - Centro Histórico 51.3076.0660 fag@faculdadegaucha.com.br

Rua Pinto Bandeira, 292 - Centro Histórico 51.3076.0660 fag@faculdadegaucha.com.br Rua Pinto Bandeira, 292 - Centro Histórico 51.3076.0660 fag@faculdadegaucha.com.br Índice Quem é o Pedagogo?... Qual a duração do curso?... Quais os objetivos do curso?... E os campos de atuação?... Que

Leia mais

O Profissional de Marketing na Internet no Cenário de Comunicação Digital. 1

O Profissional de Marketing na Internet no Cenário de Comunicação Digital. 1 O Profissional de Marketing na Internet no Cenário de Comunicação Digital. 1 Roberto Gondo Macedo 2 Universidade Metodista de São Paulo UMESP Resumo O presente trabalho pretende descrever as características

Leia mais