A INFLUÊNCIA DA SÉTIMA ARTE NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: UMA CONSTRUÇÃO HOLLYWOODIANA DO INIMIGO ÁRABE- MUÇULMANO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A INFLUÊNCIA DA SÉTIMA ARTE NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: UMA CONSTRUÇÃO HOLLYWOODIANA DO INIMIGO ÁRABE- MUÇULMANO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS A INFLUÊNCIA DA SÉTIMA ARTE NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: UMA CONSTRUÇÃO HOLLYWOODIANA DO INIMIGO ÁRABE- MUÇULMANO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Jéssica Almeron Bertocchi Santa Maria, RS, Brasil 2014

2 2 A INFLUÊNCIA DA SÉTIMA ARTE NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: UMA CONSTRUÇÃO HOLLYWOODIANA DO INIMIGO ÁRABE-MUÇULMANO por Jéssica Almeron Bertocchi Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM, RS), como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Relações Internacionais. Orientadora: Prof. Danielle Jacon Ayres Pinto Santa Maria, RS, Brasil 2014

3 3 Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Ciências Econômicas Curso de Relações Internacionais A Comissão Examinadora, abaixo assinada, aprova o Trabalho de Conclusão de Curso A INFLUÊNCIA DA SÉTIMA ARTE NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: UMA CONSTRUÇÃO HOLLYWOODIANA DO INIMIGO ÁRABE-MUÇULMANO elaborado por Jéssica Almeron Bertocchi como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Relações Internacionais COMISSÃO EXAMINADORA: Danielle Jacon Ayres Pinto, Prof.ª Ms. (UFSM) (Presidente/Orientadora) José Renato Ferraz da Silveira, Prof. Dr. (UFSM) Riva Sobrado de Freitas, Prof.ª Dr.ª (UNESP e UNOESC) Santa Maria, 9 de dezembro de 2014.

4 4 RESUMO Trabalho de Conclusão de Curso Curso de Relações Internacionais Universidade Federal de Santa Maria A INFLUÊNCIA DA SÉTIMA ARTE NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS: UMA CONSTRUÇÃO HOLLYWOODIANA DO INIMIGO ÁRABE-MUÇULMANO AUTORA: JÉSSICA ALMERON BERTOCCHI ORIENTADORA: DANIELLE JACON AYRES PINTO Data e Local da Defesa: Santa Maria, 9 de dezembro de O cinema é uma arte recente, não faz muitos anos que a primeira película foi exposta nos cinemas parisienses, e de lá evoluiu espantosamente. Quando compreendida a abrangência que os filmes teriam, o cinema passou a ser de interesse político também. Nesse contexto, o trabalho pretende contextualizar historicamente o desenvolvimento da sétima arte como ferramenta de Soft Power dos Estados, mais especificamente, a indústria cinematográfica estadunidense. Entender a relação do governo americano com Hollywood e a utilização dos filmes como arma psicológica na guerra. O trabalho tem seu embasamento teórico na teoria do Construtivismo e no conceito de Soft Power, buscando uma relação entre eles que possa explicar a influência do cinema nas relações internacionais. Mesclando a ideia de construção da realidade social do construtivismo, através dos filmes com exportação dessa realidade pelo Soft Power. Por fim, o trabalho trata do atentado ao Word Trade Center e seus antecedentes históricos, desde a Guerra do Afeganistão, em 1979, ao momento em que a Al-Qaeda executou o plano terrorista, e a reação dos EUA pós atentado. Ainda, a maneira como os filmes retrataram esse evento e suas consequências nos anos que se seguiram. O trabalho também descreve a representação do árabe-mulçumano antes do 11 de setembro de 2001, demostrando que há anos ele é o vilão dos filmes americanos. Palavras-chave: cinema; relações internacionais; 11 de setembro; árabesmulçumanos.

5 5 ABSTRACT Senior Thesis International Relations Major Universidade Federal de Santa Maria THE SEVENTH ART INFLUENCE IN INTERNATIONAL RELATIONS: A HOLLYWOOD CONSTRUCTION OF ARAB- MUSLIM ENEMY AUTHOR: JÉSSICA ALMERON BERTOCCHI ADVISER: DANIELLE JACON AYRES PINTO Defense Date and Place: Santa Maria, December 9 th, The cinema is a recent art, not many years ago the first film was exposed in the Parisian theaters, and from there it progressed amazingly. When understood the scope that the films would have, cinema has become a political interest too. In this context, the paper aims to contextualize historically the development of the cinema as a Soft Power tool to States, more specifically, the US film industry. Understanding the relationship between the US government and Hollywood, and how the films are use as 'psychological weapon' in the war. The work has its theoretical foundation in the theory of constructivism and the concept of Soft Power. Seeking a relationship between thus two that it could explain the influence of cinema in international relations. Merging the constructivist idea of social reality construction through the movies with export this reality by Soft Power. Finally, the work deals with the attack on the World Trade Center and its historical antecedents, since the Afghan war in 1979 to the time that Al-Qaeda terrorist plot runs, and the US reaction after attack. Also, the way the movies portrayed this event and its consequences in the years that followed. The paper also describes the representation of the Arab-Muslim before September 11, 2001, showing that for years he is the villain of American movies. Keywords: cinema; international relations; september 11th; arab-muslim.

6 6 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CIA EUA FRA IAAM ING ONU SI URSS Agência Central de Inteligência Estados Unidos da América França Aliança Islâmica do Mujahedin Afegão Inglaterra Orgânico das Nações Unidas Sistema Internacional União das Repúblicas Socialistas Soviéticas

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CINEMA: UMA FERRAMENTA POLITICA História do Cinema e sua participação na sociedade Internacionalização do cinema: Hollywood e propaganda O cinema e a guerra psicológica O CINEMA NA TEORIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS Construtivismo Soft Power: da ideia dos preceitos culturais como fonte de poder e influência do Estado no Sistema Internacional (SI) A CONSTRUÇÃO DO INIMIGO ÁRABE-MULÇUMANO E O 11 DE SETEMBRO Contexto do atentado Análise de filmes com a temática 11 de setembro O estereótipo mulçumano nos filmes americanos CONCLUSÃO REFERÊNCIAS APÊNDICE

8 8 INTRODUÇÃO A representação da realidade no Cinema pode ser bastante distorcida e tendenciosa, ainda que essas características passem despercebidas aos olhos dos telespectadores comuns. Assim, os filmes se tornam uma ferramenta eficaz de propaganda estatal de alguns governos. Em especial, dos Estados Unidos da América, que tem em Hollywood o principal exportador de Cultura nacional. Hollywood importou o American way of life, relacionou ideias de democracia com liberdade, mostrou ao mundo as maravilhas do capitalismo e do ocidente, e ensinou quem deveríamos temer e quem eram nossos inimigos. Na Segunda Guerra Mundial, os inimigos eram os alemães; na Guerra Fria, os comunistas; e na guerra contra o terror, os árabesmulçumanos. O presente trabalho tem como foco principal o inimigo árabe-mulçumano', que apesar do 11 de setembro tê-lo colocado ainda mais em evidência, a figura do árabe como vilão aparece nos filmes muito antes desse milênio. A imagem do árabe como um mulçumano extremista aparece nos filmes a partir da criação do Estado de Israel, quando o grupo palestino Hamas participa de ataques terroristas referente à disputa territorial entre os dois Estados pela região. Dessa forma, busca-se entender as consequências no cenário internacional de expor o árabe como vilão nos filmes americanos 1 ao longo dos anos, e mais especificamente pós 11 de setembro. A desumanização e a generalização de um povo facilitam a legitimação de ações militares, que de outra forma não teriam o consentimento da sociedade? O trabalho se realizará de maneira exploratória, descritiva e explicativa, a fim de obter um reconhecimento específico sobre a influência do cinema nas Relações Internacionais através das análises feitas durante o processo. Os métodos adotados na execução da pesquisa serão analíticos bem como indutivos, para que através da compreensão dos fenômenos históricos possamos obter uma percepção mais clara das consequências reais dos discursos nos filmes. 1 Apesar do termo americano compreender não apenas de origem dos Estados Unidos da América, neste trabalho se utilizará como sinônimo de estadunidense.

9 9 Serão utilizadas informações bibliográficas para identificar os interesses diplomáticos e ideológicos dentro de um filme, e a influência que este tem sobre a opinião geral da população mundial. Por se tratar de um estudo sobre Cinema, o embasamento teórico ultrapassara as barreiras da literatura, e será necessário além da utilização de bibliografias, recorrer a filmografia, principalmente de filmes hollywoodianos. O objetivo desse estudo é analisar o impacto que o Cinema tem na sociedade, e por sua vez, nas Relações Internacionais. É uma tentativa de compreender o papel da indústria cinematográfica na guerra contra o terror, considerando-a como uma arte de alcance global e de forte controle da opinião pública internacional. Esse trabalho realiza uma análise em três capítulos. O primeiro, Cinema: Uma ferramenta Política, começa por fazer uma contextualização histórica do cinema, desde sua criação até os dias atuais, tendo em vista os filmes americanos com viés propagandista. Para, então, se aprofundar na relação construída ao longo dos anos entre o governo americano e Hollywood, e o resultado dessa parceira em forma de propaganda estatal. Por fim, esse capítulo trata da Guerra Psicológica e o cinema como principal arma nessa batalha, na qual quem desmoraliza mais o inimigo ganha. O segundo capítulo, O Cinema na Teoria das Relações Internacionais, é o embasamento teórico da problemática. Para tentar compreender o papel do cinema nas Relações Internacionais, será abordado a teoria do Construtivismo e o conceito do Soft Power. Pelo viés construtivista, será a ideia de que o cinema é agente na construção da realidade da estrutura internacional, moldando comportamentos e ações dos atores. Para complementar a teoria construtivista, abordarei a relação do cinema com soft Power, e a ideia que os preceitos culturais são fonte de poder e influência do Estado no Sistema Internacional. O terceiro capitulo, A construção do inimigo árabe-mulçumano e o 11 de setembro, apresenta uma contextualização histórica do 11 de setembro e as consequências do atentado do cenário global, buscando entender as motivações da Al-Qaeda para arquitetar os atentados terroristas. Em seguida será feita uma análise de três filmes pós 11 de setembro: Reine sobre mim, As torres gêmeas e A hora mais escura, para compreender a ideia que Hollywood quer passar dos episódios históricos, em abordagens emocionais. E por fim, relatar como o árabe é caricaturado no cinema antes mesmo do 11 de setembro como inimigo. Espera-se, então, além de compreender a força do cinema nas Relações Internacionais, como ferramenta difusora de cultura e ideologia, compreender também as consequências do

10 10 uso dessa arma na guerra. Especificamente, concluir se a imagem que hollywood passa do inimigo árabe-mulçumano tem relação com o aumento da discriminação e ódio para com esse povo, e se de alguma forma facilitou a legitimação das invasões americanas nos territórios do oriente médio pós 11 de setembro. E se representar o americano como herói e o árabe como vilão tem resultados positivos para algum dos lados. Assim, esse estudo, pretende acrescentar na discussão da relevância dos novos atores nas relações internacionais e no cenário global, como um todo. Abordando o tema da representação do árabe-mulçumano no cinema americano, espera ampliar um debate que é praticamente inexistente na academia brasileira, tendo em vista pouca bibliografia brasileira encontrada sobre esse tema. Entende-se que estudar essa temática, pode clarear as relações estatais quando se existe a consciência de estar sendo manipulado, evitando injustiças com 1,3 bilhões de mulçumanos que são enquadrados como sendo todos ameaças. Esse trabalho pretende dar uma contribuição mínima para que alguns sensos comuns sejam desfeitos.

11 11 1 CINEMA: UMA FERRAMENTA POLITICA 1.1 História do Cinema e sua participação na sociedade A história da Sétima Arte iniciou no ano de Nesse ano, os Irmãos Lumiére, inventaram o cinematógrafo, um aparelho inspirado na engrenagem de uma máquina de costura, que dava as imagens movimentos. Auguste e Louis Lumiére, apesar de não terem sido os primeiros na corrida, são os que ficaram mais famosos. Negociantes experientes, tornaram seu invento conhecido no mundo todo e fizeram do cinema uma atividade lucrativa, vendendo câmeras e filmes. (MASCARELLO, 2006) Em dezembro daquele ano, aconteceu a primeira sessão de cinema patrocinada pelos Lumiére. Entre os filmes exibidos, estava A chegada do trem na estação, Apocryphal tales persist that the onrushing cinematic train so terrified audience members that they ducked under their seats for protection 2 (PEARSON, 1996, p.38). O público adorou a emoção e durante os primeiros anos, os filmes produzidos eram basicamente documentários que registravam paisagens ao redor do mundo e pequenas ações da natureza. Os pequenos filmes possuíam, aproximadamente, três minutos cada e foram apresentados para um público em cerca de 30 pessoas. As primeiras plateias de cinema não exigiam que lhes fossem contadas histórias, objetivavam apenas o fascínio sem fim do mero registro e reprodução do movimento de objetos animados e inanimados. Mas não seria assim por muito tempo, a necessidade de maior entretenimento surgiu, e com ela o propósito maior do cinema, o de contar histórias. O grande George Meilés revolucionou a maneira de entender cinema, e definiu uma característica encontrada nos filmes atualmente: a adaptação literária. Baseado na obra de um outro francês, Meilés enviou o homem à lua através da construção de uma nave espacial, num curta-metragem que fora o precursor da ficção cinematográfica, Viagem à lua, de (SCHNEIDER, 2010) Entre 1907 e 1913, a organização da indústria cinematográfica, nos Estados Unidos e na Europa, começou a basear-se nas empresas capitalistas industriais daquela época. Especialização e avanços tecnológicos no campo aumentaram a produção, distribuição e exibição dos filmes, através, na maioria dos casos, da separação e distinção dessas áreas. O 2 Contos apócrifos insistem que as imagens do trem em movimento foram tão aterrorizantes que os membros da audiência abaixaram-se sob seus assentos para protegerem. [tradução nossa]

12 12 aumento da duração dos filmes, juntamente com a procura incessante de expositores por novos produtos no mercado de forma regular, exigiu a padronização de práticas de produção, bem como o aumento da divisão do trabalho e da codificação das convenções cinematográficas (PEARSON, 1996). O estabelecimento de locais de exposição permanente, da racionalização dos processos de distribuição e exibição, assim como a maximização dos lucros, colocou a indústria cinematográfica em uma base mais estável. No livro A panorâmica sobre a 7ª arte, o autor faz um breve comentário sobre o cinema atual, evidente na seguinte passagem: É que o filme é, ao mesmo tempo, obra de arte e empreendimento comercial, criação do espírito e produto duma técnica de recursos delimitados. Durante a gestação duma obra cinematográfica intervêm, sem cessar, contingências financeiras, econômicas, materiais, que impõem limites à sua concepção e métodos à sua realização. (CLAUDE, 1982 apud CINTI et al, 2007, p. 2) Ainda no início do século XX, os Estados Unidos começaram uma campanha de expansão internacional que resultou no aumento de distribuição de filmes. Somando a isso a crise das indústrias de cinema europeias que sofriam os efeitos do início da guerra em 1914, os americanos tornam-se os maiores produtores de filmes no mundo. A publicidade visualizou o grande potencial do cinema em uma abordagem global e penetrou o mundo da sétima arte, valorizando a indústria cinematográfica. Cada estúdio escolhia seu um artista, vendendo ao público a imagem do astro, o qual era relacionada a grandes marcas. O nascimento de uma nação (1915), de D. W. Griffith, delineou uma particularidade do cinema: a forma de se contar uma história, dividindo os atos em início, meio e fim; e o modo de desenvolver a narrativa, tudo foi popularizado. Com grandes efeitos visuais para a época e impressionante número de figurantes, a obra foi um sucesso estrondoso de bilheteria, mesmo usando atores brancos pintados de preto para o papel de negros e uma evidente apologia à Ku Klux Klan. (SCHNEIDER, 2010) A obra de Griffith foi o primeiro filme a ter consultoria e apoio do West Point (Academia Militar dos Estados Unidos), o exército forneceu artilharia, emprestou canhões e soldados, prestou consultoria para as cenas de guerra e não contestou o conteúdo racista (DIAS, 2012). Desde então, a relação entre o exército e órgãos governamentais com a indústria do cinema americano tem sido constante, pautando filmes e utilizando o cinema como potente arma de propaganda de ideias e políticas do governo.

13 13 O filme visava a construção de uma maior consciência nacional, já que reconstitui a história da Guerra de Secessão e o período imediatamente posterior como a origem nacional dos EUA. Griffith mascara a história e a política que a constitui com os delírios de um nacionalismo racista, de um humanismo burguês e de um individualismo moralista (RIBEIRO, 2013). O nascimento de uma nação é hoje considerado um filme de cunho racista que exalta uma organização que defendia a supremacia branca. Feito por e para a burguesia americanaque tinha uma sociedade baseada em segregação racial -, o filme teve a função de reafirmar valores da época, era o reflexo da realidade social, mas também uma propaganda de ódio ao povo negro. Outro exemplo de propaganda ideológica através dos filmes, foi o do soviético Sergei Eisestein, teórico cinematográfico foi responsável por Encouraçado Potemkin (1925), um filme que comemora os 20 anos da revolução bolchevique, o mais revolucionário da era muda, empregando ao cinema características de cunho social - conta a história de uma rebelião no Navio de Guerra Potemkin. O que começou como um protesto, gerou uma rebelião depois que foram servidas carnes estragadas aos marujos no jantar. Os marujos erguem a bandeira vermelha e tentam levar a revolução no navio até a sua terra natal, a cidade de Odessa. (MASCARELLO, 2006) A primeira drástica mudança na forma de pensar Cinema, aconteceu em 1927, quando os fundadores do estúdio Warner Bros, introduziram falas nas produções de cinema, no som. O primeiro filme em que personagem vocalizaram foi O cantor de Jazz, alguns trechos, durante o filmes, são cantados pelos protagonistas. Acontecia nesse momento a transição do cinema mudo para o falado, foi a causa do fim da carreira de muitos astros da era muda, como também expandindo os horizontes do cinema. (USAI, 1996) Pouco tempo depois do cinema adquirir voz surge outra inovação, desta vez atingindo os olhos do público : os filmes ganhavam cor, descoberta do processo Tecnicolor havia acontecido. O lançamento do primeiro filme colorido foi no ano de 1935, pelo estúdio Fox, Vaidade e Beleza, de Rouben Mamoulian. Embora fosse produzida uma boa parcela de filmes coloridos a partir desse ano, diversos autores permaneceram utilizando o processo preto-e-branco. Assim as décadas de 1930 e 1940 foram consideradas para o cinema americano Era de Ouro. O país se recuperava da Crise de 1929, ocasionada pelo colapso do sistema Capitalista, e o cinema foi visto como uma maneira de incentivar a reconstituição moral da

14 14 população. Grandes filmes desse período enfatizam o lado humanista da sociedade, demonstrando-se em favor dos bons valores humanos. Destacam-se, nesse período, os filmes de Frank Capra, como o sucesso A felicidade não se compra (1946). Capra foi um dos mais engajados cineastas na recuperação da sociedade americana. Seus musicais hollywoodianos, sempre com temas alegres e que visavam à diversão instantânea e as comédias de costume, fazem grande sucesso até os dias de hoje. (SCHNEIDER, 2010) O ano de 1939 é conhecido no meio cinematográfico como O Ano de Ouro de Hollywood, e é realmente impressionante o número de obras-primas inesquecíveis produzidas nesse espaço tão pequeno de tempo. Dentre elas, podemos citar A mulher faz o homem,... E o vento levou, O mágico de Oz, No tempo das diligências, O morro dos ventos uivantes. David Bordwell (1985, p. 157), em sua obra The classical Hollywood cinema descreve com precisão o filme hollywoodiano clássico dessa época: Classical Hollywood film presents psychologically defined individuals who struggle to solve a clear-cut problem or to attain specific goals. In the course of this struggle, the characters enter into conflict with others or with external circumstances. The story ends with a clear achievement or nonachievement of the goals. The principal cause agency is thus the character, a discriminated individual endowed with a consistent batch of evident traits, qualities, and behaviours. [ ] the plot consists of an undisturbed stage, the disturbance, the struggle, and the elimination of the disturbance. 3 Mas enquanto Hollywood prosperava, o totalitarismo se alastrava pela Europa, aniquilando as manifestações de liberdade artística e intelectual, extinguindo assim a cinematografia criativa. Os regimes totalitários exerciam sobre o cinema uma censura asfixiante e impunham os seus imperativos, pois aperceberam-se da sua vertente influenciadora e de inculcação de valores. Os regimes totalitários encomendavam as obras cinematográficas e impunham a forma e o conteúdo, nenhuma obra podia ser publicada, senão tivesse a sua aprovação. Nesta fase, o cinema foi um instrumento de propaganda valioso. (URICCHIO, 1996) 3 Os filmes clássico de Hollywood apresenta indivíduos que lutam para resolver um problema bem definido ou para atingir objetivos específicos. No curso dessa luta, os personagens entram em conflito com outros ou com circunstâncias externas. A história termina com uma conquista clara ou não-comprimento dos objetivos. A principal causa disso é, portanto, o caráter, um certo tipo de personagem dotado com certos traços de qualidades e comportamentos. [...] A trama é constituída pela fase sem perturbação, pela perturbação, a luta, e a eliminação da perturbação. [tradução nossa]

15 15 No ano de 1941, Orson Welles, um dos mais polêmicos autores de toda a história do cinema, produziria, logo em seu primeiro filme, aquela que seria talvez a obra mais revolucionária do cinema. O filme retrata várias formas de manipulação dos meios de comunicação de massa, e como a atração pelo poder pode acarretar consequências catastróficas. A produção em questão é Cidadão Kane, obra-prima que definiu muitas das características utilizadas até os dias atuais na produção da arte. Dentre suas revoluções estão a narrativa não-linear, a descoberta da profundidade de campo e a filmagem do teto das locações (SCHNEIDER, 2010). Em 1942, foi exibido o filme Casablanca, realizado por Michael Curtiz para a Warner Brothers, com atores conceituados como Humphrey Bogart e Ingrid Bergman. Casablanca ganhou popularidade com o passar do tempo e esteve sempre nas listas dos dez melhores filmes. Casablanca, em parte, também foi desenvolvido com objetivos propagandísticos antialemães e para aliciar os norte-americanos a aderirem com maior facilidade a esta causa. O filme se passa na capital do Marrocos, Casablanca, durante a II Guerra Mundial, e mostra as dificuldades da guerra, a situação dos refugiados que tentavam obter o visto para a América e o favoritismo dos aliados (SCHNEIDER, 2010). Nos anos 1950, os musicais hollywoodianos chegaram a seu auge, com o lançamento de um dos filmes mais lembrados e comentados de todo o período clássico do cinema. Cantando na chuva (1952), muito mais do que uma história de amor regada a sorrisos e sapateados, é um importante registro histórico dessa difícil transição do cinema mudo ao falado, vivido por volta de Retrata o problema óbvio com as vozes de alguns atores, a dificuldades com a localização de certos microfones para a captação das vozes, ruídos, referências aos atores falidos após a transição, o abuso de atores desconhecidos para dublar famosos, a limitação dos atores em seguir um roteiro, a improvisação que funcionava em filmes mudos e que se tornou patética nos falados. Tornou-se, anos depois, o filme mais popular desse gênero, considerado por muitos a maior obra-prima do estilo (SCHNEIDER, 2010). Nos anos 1960, começaria a surgir mudanças extremamente importantes nas características temáticas e morais do cinema. Autores de maior engajamento passaram a driblar as barreiras do Código Heyes 4, ousando em temáticas e críticas sociais e dando maior 4 O código era formado de uma série de pequenas restrições, grande parte delas de cunho erótico, que deviam ser seguidas à risca para que os diretores e produtores tivessem o direito à comercialização de suas obras. Em razão disso, principalmente, as produções que foram feitas em meio ao império dessa constituição utilizaram-se muito mais da insinuação (de sexo, violência, etc.) do que da explicitação visual das cenas, o que faz com que, nos dias de hoje, o público possa estranhar a ingenuidade de algumas obras - mesmo assim, boa parte das produções da

16 16 explicitação às imagens de suas obras. As amarras antiquadas que haviam sido criadas para evitar a transposição de certos elementos e temas estavam prestes a serem desatadas, possibilitando, assim, a transposição de elementos mais realísticos às produções cinematográficas. Apesar de o Código Heyes ter sido substituído por completo apenas em 1968, ele já não estava sendo muito respeitado há anos, o que possibilitou um maior esclarecimento de referências para os autores do período seiscentista (as décadas passadas eram marcadas muito mais pela insinuação, algo que pôde ser deixado um pouco de lado aqui). No ano de 1969, o mundo assiste nos cinemas uma das obras mais importantes de toda a trajetória da sétima arte, 2001: uma odisseia no espaço, de Stanley Kubrick (ORICCHIO, 2007). É um filme revolucionário, tecnicamente representa o alcance máximo da força das imagens em uma obra cinematográfica. O filme é um marco da ficção-científica e até os dias de hoje é referência para a grande maioria dos autores cinematográficos, em razão de sua atemporalidade. Durante o período de transição do cinema dos anos de 1960 para 1970, podemos notar uma grandiosa evolução no tocante à exposição de temáticas politicamente engajadas e que procuravam retratar da maneira mais fiel possível a realidade vivida pelos espectadores em seus diversos meios de convivência social. Diante da atual hegemonia hollywoodiana, costuma enfatizar, sobretudo, três aspectos dessa "Nova Hollywood" - não verificados antes da década de vistos como sinais de decadência estética e sociocultural. São eles: (1) a debilitação narrativa dos filmes, privilegiando o espetáculo e a ação em detrimento do personagem e da dramaturgia; (2) a patente juvenilização/infantilização das audiências; e (3) o lançamento por saturação dos blockbusters, reduzindo os espaços de exibição para o cinema brasileiro e o cinema de arte internacional. (MASCARELLO, 2006, p. 335) Em 1971, a nova Hollywood apresenta Operação França, de William Friedkin, que inova ao mostrar uma Nova York mais suja e violenta, não romantizada. Com uma direção hiper-realista, William apostou num estilo quase documental. É um filme que mostra a dura convivência entre criminosos e a lei, retratando a figura do policial de uma forma muito mais humanizada, ao mostrar os aspectos positivos e negativos de seu herói. (MASCARELLO, 2006) época continua funcionando perfeitamente, em razão de sua qualidade astronomicamente superior às das obras do cinema atual. (http://www.cineplayers.com/artigo.php?id=43.)

17 17 No mesmo ano, o público vai ao cinema assistir a outro filme de Stanley Kubrick, Laranja mecânica, um conto brutal e de imensurável importância, no qual valores sociais são relegados à insignificância pelo olhar genial do diretor sobre a condição moral da sociedade. A questão da violência naturalizada no filme é interpretada tanto de forma social quanto psicológica. É um estudo completo e irretocável sobre a hipocrisia. O filme foi censurado por muitos países, já que era uma crítica direta às instituições da família, da política, da ciência, da religião e do próprio homem. (ORICCHIO, 2007) No ano seguinte, surgiria outra obra clássica imprescindível para a compreensão e interpretação do cinema da década de 1970, O poderoso chefão, realizado por Francis Ford Coppola. O filme é o primeiro de uma trilogia que narra de maneira épica e poética o cotidiano da máfia italiana, composta, também, por O poderoso chefão - Parte II, de 1975 e O poderoso chefão - Parte III, na década de 90. Filmes políticos eram realizados em diversos lugares do mundo, mas Hollywood, surpreendentemente, demonstrava grande interesse neste tipo de produto algo que habitualmente era deixado de lado em prol da diversão (MASCARELLO, 2006). Podemos destacar, entre os principais filmes que se utilizaram dessa visão, a obra-prima máxima de Martin Scorsese, o genial Taxi Driver (1976); a comédia satírica M.A.S.H. (1970), de Robert Altman; e Apocalypse now (1979), de Francis Ford Coppola, no qual retrata a imbecilidade e a loucura proporcionada pela guerra. (SCHNEIDER, 2010). Foi nesse período, de forte apelo político dos filmes, que nomes como Steven Spielberg e George Lucas surgiram com novo objetivo, retomando a velha ideia do cinema feito para o simples entretenimento, sem qualquer intenção intelectual e despretensioso quanto à utilização para propagar ideias e reflexões. Há também outra maneira de analisar o gênero de ficção cientifica, já que o tema da invasão e consequente capacidade americana para lidar com a mesma era interessante ao poder político, influenciando indiretamente os espectadores no âmbito da Guerra Fria. Esse tipo de cinema é um conceito relacionado à Industrial Cultural, tema abordado na Segunda Parte desse trabalho. Como consequência dessa modificação estrutural do cinema pop, nota-se nos filmes da época uma diminuição na qualidade das obras lançadas nos cinemas, considerando conceitos de Arte. Gêneros como o horror, a aventura e a ação foram os principais ocupantes das salas cinema de todo o mundo, tendo entre seus destaques produções como De volta para o futuro (1985), Os caçadores da arca perdida (1982), Star-Wars IV o império contraataca (1980); as séries Sexta-Feira 13 e A hora do pesadelo, protagonizadas, respectivamente, por Jason Voorhees e Freddy Kruegear.

18 18 Nos anos 1990, muitos roteiristas e diretores retomaram a ideia do Clássico sem abandonar as características do Cinema pop, assim o que vemos na tela é diversidade. Grandes filmes foram lançados nesse período, como O silêncio dos inocentes (1991), A lista de Schindler (1993), Forrest Gump (1994), Um sonho de liberdade (1994), Os bons companheiros (1990), Pulp Fiction (1994), Magnólia (1999), Antes do amanhecer (1995) (SCHNEIDER, 2010). Atualmente as produções de filmes acontecem em grande escala e variados gêneros. De maneira que os produtores de cinema não estão tão preocupados na mensagem que o filme transmitirá, mas sim, se o filme terá sucesso o suficiente para gerar lucros aos investidores, e para isso precisa vender. Os filmes modernos, na sua maioria, têm uma linguagem bastante compreensível a todos os espectadores, o visual costuma ser simples e o roteiro nada complexo. Enquanto o público pagar para assistir aos filmes fáceis e clichês, os produtores continuaram a fazê-los.existem, é claro, brilhantes exceções como Cidade dos sonhos (2002), Brilho eterno de uma mente sem lembranças (2004), Dogville (2003), Réquiem para um sonho (2000), entre outros. Em um mundo de troca de informação muito mais veloz que na época dos irmãos Lumiére, espera-se filmes rápidos. Os filmes propiciam um tempo para as pessoas relaxarem e descontraírem. Desta forma, a maioria das pessoas prefere um filme simples, que as faça rir ou que estimule sua imaginação através de cenários fantasiosos e inovadores. Evitando filmes que exijam alto grau de atenção e raciocínio, e aprimore seu senso crítico. Filmes que geralmente tem baixa bilheteria. 1.2 Internacionalização do cinema: Hollywood e propaganda No capítulo anterior, é possível perceber que o cinema hollywoodiano influencia o comportamento, o pensamento e a visão de milhares de pessoas ao redor do mundo, visto que alguns filmes determinam a atitude de diversas gerações ao longo do tempo. Mas para isso acontecer, Hollywood teve que investir na sua imagem e propaganda, pois muitos só consideram válida a opinião de quem tem relevância no que faz. Hollywood chamou a atenção dos cineastas em meados do século XX por seu clima ameno e o sol durante quase o ano inteiro, possibilitando que fossem feitas filmagens externas

19 19 durante todas as estações. Atualmente, o termo Hollywood é utilizado não apenas para se referir aos filmes produzidos nesse local, mas para tratar de todos os filmes de origem americana. Filmes hollywoodianos prezam pela perfeição: na iluminação, nas corres, nas falas, nos movimentos, na continuidade e, principalmente, na edição. Tudo em uma cena é intencional, todos os elementos têm função de seduzir quem assiste ao filme. A vida almejada dos personagens, roteiros totalmente previsíveis, trilhas sonoras que indicam o que irá acontecer é basicamente o que compõe a maioria dos filmes americanos. Clichês que são repetidos diversas e diversas vezes até que o espectador normalize aquela atitude e adote como padrão de comportamento na sua rotina individual. A absorção de valores morais de mocinho/vilão, podre/rico, mulher/homem não ocorre apenas através de discursos, mas, principalmente, por meio da repetição de histórias semelhantes inúmeras vezes. A difusão do cinema ao redor do mundo tem sido dominada pela distribuição e exibição dos filmes Hollywoodianos, porém foi a França o primeiro país a tomar a iniciativa de comercializar internacionalmente os filmes franceses. Em 1908, a produtora Pathé-Ferres tinha estabelecido uma rede de escritórios para promover seus produtos de dramas, principalmente curtas - em áreas incluindo Europa Ocidental e Oriental, Rússia, Índia, Cingapura e Estados Unidos. (VASEY, 1996) De fato, em 1908, Pathé foi o maior fornecedor único de filmes para o mercado americano. Filmes feitos por outras empresas francesas, assim como britânicas, italianas e dinamarquesas, também estavam circulando internacionalmente neste momento. Havia, ainda, empresas americanas de distribuição, como a Vitagraph e a Edison, que tinham representantes na Europa, porém os seus agentes estavam mais interessados em comprar filmes europeus para circulação na América do que na promoção do seu próprio produto no exterior. (VASEY, 1996) Se aparentemente os EUA não mostravam interesse no campo externo do mercado cinematográfico, a racionalização da organização dos negócios da indústria norte-americana em seu mercado doméstico lançou as bases de sua força econômica. O mercado de cinema nos Estados Unidos era, e mantém-se, de longe, o mais lucrativo do mundo. Nos anos anteriores a Primeira Guerra Mundial os produtores americanos concentraram-se em consolidar o mercado no próprio país. A entrada relativamente tardia dos americanos no comércio internacional de cinema pode ser atribuída aos altos lucros que apenas o comércio interno gerava. Ao contrário dos franceses, que buscaram no exterior uma

20 20 alternativa rentável para manter a indústria de cinema nacional que não se sustentava apenas com o consumo doméstico. (GOMERY, 1996) Com a maior parte do poder econômico concentrado nas mãos de poucos, as grandes empresas cinematográficas podiam dar-se ao luxo de agir como um oligopólio exclusivo, protegendo coletivamente os interesses das empresas existentes. Por consequência, depois de 1908, tornou-se cada vez mais difícil as empresas estrangeiras terem acesso ao mercado Americano de exposição. Essa situação definiu de maneira abrangente os rumos do mundo do cinema. (GOMERY, 1996) Os produtores norte-americanos acabaram por ter acesso consistente e praticamente exclusivo ao seu próprio mercado de maneira excepcionalmente lucrativa, assim, a indústria norte-americana poderia criar produções altamente capitalizadas e de qualidade superior aos dos seus rivais internacionais. Além disso, com os custos já recuperados dentro da esfera nacional, as produções americanas mais luxuosas poderiam oferecer aos expositores estrangeiros um preço acessível, tornando o cinema norte-americano ainda mais competitivo. (GOMERY, 1996). No entanto, nos anos anteriores à Primeira Guerra Mundial, a inevitabilidade desse resultado não era óbvia, tanto para os produtores norte-americanos quanto para os europeus, que já estavam lucrando consideravelmente na arena internacional. Mesmo quando a guerra interrompeu a produção de filmes europeus, as produtoras americanas não eram eficazes no comércio internacional. Ao invés de lidar diretamente com a maioria dos seus clientes estrangeiros, eles exportavam para Londres que, então, reexportava para o resto do mundo. Não foi até 1916, quando os britânicos impuseram tarifas sobre o comércio de filme estrangeiro, que o centro de distribuição de filmes mudou de Londres para Nova Iorque. Mudança de oceano, mas não de ideologia. As maiores produções e as produtoras mais significativas do cinema sempre se estabeleceram no mundo desenvolvido e capitalista, se antes era na Europa, no momento seguinte os protagonistas eram os EUA. Dois dos maiores eixos tradicionais de poder mundial e propagadores de estilo de vida e meios culturais. Assim, qualquer outra nacionalidade que se aventurava na arte dos filmes no século XX era, com salvas exceções, ignorada pelo mundo artístico, criando desta forma mais uma barreira entre as regiões que faziam parte do centro capitalista no século XIX e XX, das que não eram influentes o suficiente, nem nas Artes. Hollywood, na generalidade, designa a indústria americana de cinema constituída por grandes empresas, por força da história ainda hoje denominadas de estúdios, que têm desempenhado um papel fulcral na divulgação da cultura popular e símbolos

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Guerra fria (o espaço mundial)

Guerra fria (o espaço mundial) Guerra fria (o espaço mundial) Com a queda dos impérios coloniais, duas grandes potências se originavam deixando o mundo com uma nova ordem tanto na parte política quanto na econômica, era os Estados Unidos

Leia mais

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER RESUMO. do homem em sociedade. Origem de tal Capitalismo que faz do homem um ser virtual e alienador

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER RESUMO. do homem em sociedade. Origem de tal Capitalismo que faz do homem um ser virtual e alienador O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER Tamires Albernaz Souto 1 Flávio Augusto Silva 2 Hewerton Luiz Pereira Santiago 3 RESUMO Max Weber mostra suas ideias fundamentais sobre o Capitalismo e a racionalização

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

Desenvolvendo Capacidades de PDSA

Desenvolvendo Capacidades de PDSA Desenvolvendo Capacidades de PDSA Karen Martin Como com qualquer habilidade, desenvolver as capacidades do PDSA (planejar fazer estudar agir) tem tudo a ver com a prática. Para conquistar a disciplina

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema Luciana Ferreira Pinto 1 1.Introdução Desde o início da Escola dos Anais, na França, os objetos de estudo da História vêm se modificando, exigindo

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios...

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... Sumário APRESENTAÇÃO DA EDIÇÃO BRASILEIRA... 13 PREFÁCIO... 19 PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... 29 Decisões

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis usados, além do crescimento de renda da população e

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global Os 10 Princípios Universais do Pacto Global O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes

Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes 1. Perguntas e Respostas para Todos os Públicos: 1.1. O que é posicionamento de marca e por que está sendo

Leia mais

Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II

Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 Planejamento Estratégico do Sistema 2008/2010 PARTE II 10/08/2007 SUMÁRIO Conceitos... 2 1. Missão... 2 2. Negócio... 3 3. Visão... 3 4. Valores... 5 5. Cenários...

Leia mais

Análise do filme Pirates of Silicon Valley (Piratas do Vale do Silício)

Análise do filme Pirates of Silicon Valley (Piratas do Vale do Silício) Análise do filme Pirates of Silicon Valley (Piratas do Vale do Silício) Consultoria especializada em tecnologia e estratégia para desenvolvimento de software, baseado em tecnologias gratuitas e padrões

Leia mais

Século XXI. Sobre a cultura islâmica após os atentados de 11 de setembro. Palavras amáveis não custam nada e conseguem muito.

Século XXI. Sobre a cultura islâmica após os atentados de 11 de setembro. Palavras amáveis não custam nada e conseguem muito. Século XXI Oficialmente, o século XXI, inicia-se cronologicamente no final do ano 2000. Historicamente podemos destacar que os eventos que aconteceram um ano após a entrada do novo milênio marcam a chegada

Leia mais

Capítulo 03 Mercados regionais

Capítulo 03 Mercados regionais Capítulo 03 Mercados regionais As organizações decidem atuar no mercado global quando sabem que o crescimento externo será maior do que o interno. Nesse sentido, a China é um dos mercados para onde as

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Crie seu mecanismo de envolvimento: parte 3

Crie seu mecanismo de envolvimento: parte 3 ESCRITO POR David Mogensen PUBLICADO EM Dezembr o 2013 Crie seu mecanismo de envolvimento: parte 3 RESUMO Em um período em que os profissionais de marketing acham que seu trabalho mudou mais em dois anos

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 Prof. Dr. Vanessa Bortulucce A proposta desta comunicação é realizar uma reflexão acerca dos elementos que constituem a estética

Leia mais

1 Briefing de Criação

1 Briefing de Criação 1 Briefing de Criação Antecedentes do processo de criação Para se criar uma campanha ou mesmo uma única peça é imprescindível que antes seja feito um briefing para orientar o trabalho do planejamento,

Leia mais

Profº Rodrigo Legrazie

Profº Rodrigo Legrazie Profº Rodrigo Legrazie Tecnologia Conceito: é a área que estuda, investiga as técnicas utilizadas em diversas áreas de produção Teoria geral e estudos especializados sobre procedimentos, instrumentos e

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE HISTÓRIA 8º ANO PROFESSOR: MÁRCIO AUGUSTO

Leia mais

Trabalho e educação. Vamos aos fatos

Trabalho e educação. Vamos aos fatos Trabalho e educação Vamos aos fatos O maior problema da educação brasileira é o povo brasileiro. Sinto muito, mas esta é a conclusão a que muitos de nossos educadores chegaram. Somos uma nação materialista,

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

Teorias de Media e Comunicação

Teorias de Media e Comunicação Teorias de Media e Comunicação (4) Teóricos Contemporâneos Rita Espanha Mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação 1º Semestre 2012/2013 terça-feira, 20 de Novembro de 2012 Página 2 Jürgen

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

Até então o confronto direto entre os aliados não havia acontecido.

Até então o confronto direto entre os aliados não havia acontecido. Confronto entre os aliados, vencedores da 2ª Guerra: Inglaterra, França, EUA e União Soviética. Acordo pós-guerra definiria a área de influência da URSS, onde estavam suas tropas (leste europeu). Conferência

Leia mais

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO IMPORTÂNCIA INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO Quando do início de um empreendimento, de um negócio ou qualquer atividade; As expectativas e desejos de início são grandes:

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

O IMPERIALISMO EM CHARGES. Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com. 1ª Edição (2011)

O IMPERIALISMO EM CHARGES. Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com. 1ª Edição (2011) O IMPERIALISMO EM CHARGES 1ª Edição (2011) Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com Imperialismo é a ação das grandes potências mundiais (Inglaterra, França, Alemanha, Itália, EUA, Rússia

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 14:54

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 14:54 Curso: DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Centro de Ciências Humanas e da Comunicação Comunicação Social (Noturno) Ano/Semestre: 011/1 09/05/011 1:5 COM.0000.0.000- COM.0001.0.001-0 COM.0019.01.001-7 FIL.0051.00.00-3

Leia mais

O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER

O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER LIDERANÇA O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER Roselinde Torres foco na pessoa 6 Por Roselinde Torres O que é preciso para ser um grande líder hoje? Muitos de nós temos a imagem de um líder como um

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

COMANDO VERDE GUERRA CIVIL NO RIO DE JANEIRO

COMANDO VERDE GUERRA CIVIL NO RIO DE JANEIRO COMANDO VERDE OPERAÇÃO ARCANJO Comando Verde o surpreenderá pela forma que apresenta críticas sociais a problemas enraizados no dia a dia brasileiro, sem que você sinta que está sendo exposto às vísceras

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine WORKSHOP Sanguecine é um workshop sobre a história, a produção e o mercado de cinema de gênero em âmbito mundial. Ele é derivado de um cineclube dedicado exclusivamente ao cinema fantástico e de gênero

Leia mais

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A O capitalismo teve origem na Europa, nos séculos XV e XVI, e se expandiu para outros lugares do mundo ( Ásia, África,

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos 25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos Intervenção da Deputada Municipal do PSD Célia Sousa Martins Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Senhor Presidente da Câmara

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10

Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Conteúdo O Consulado: Economia, Educação

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO

ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO Considera-se como fundador da psicologia moderna Wilhelm Wundt, por ter criado, em 1879, o primeiro laboratório de psicologia na universidade de Leipzig, Alemanha. A psicologia

Leia mais

Ensino Fundamental II

Ensino Fundamental II Ensino Fundamental II Valor do trabalho: 2.0 Nota: Data: /dezembro/2014 Professora: Angela Disciplina: Geografia Nome: n o : Ano: 8º Trabalho de Recuperação Final de Geografia ORIENTAÇÕES: Leia atentamente

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF ANEXO 01 CURSO: Tecnólogo em e Social UFF SELEÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES DISCIPLINAS / FUNÇÕES - PROGRAMAS / ATIVIDADES - PERFIS DOS CANDIDATOS - NÚMEROS DE VAGAS DISCIPLINA/FUNÇÃO PROGRAMA/ATIVIDADES

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

Estabelecimento da Diretriz Organizacional

Estabelecimento da Diretriz Organizacional Estabelecimento da Diretriz Organizacional AULA 3 Bibliografia: Administração Estratégica: Planejamento e Implantação da Estratégia SAMUEL C. CERTO & J. P. PETERTO ASSUNTO: Três importantes considerações

Leia mais

SEMIPRESENCIAL 2014.2 MATERIAL COMPLEMENTAR I DISCIPLINA: GESTÃO DE CARREIRA PROFESSORA/TUTORA: MONICA ROCHA

SEMIPRESENCIAL 2014.2 MATERIAL COMPLEMENTAR I DISCIPLINA: GESTÃO DE CARREIRA PROFESSORA/TUTORA: MONICA ROCHA SEMIPRESENCIAL 2014.2 MATERIAL COMPLEMENTAR I DISCIPLINA: GESTÃO DE CARREIRA PROFESSORA/TUTORA: MONICA ROCHA Gestão de Carreira Gestão de Carreira é um dos temas que mais ganhou destaque nesta última década,

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30

Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30 1 Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30 Entrevistador- Como o senhor vê a economia mundial e qual o posicionamento do Brasil, após quase um ano da quebra do

Leia mais

Formulação da Visão e da Missão

Formulação da Visão e da Missão Formulação da Visão e da Missão Zilta Marinho zilta@globo.com Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer para chegar a seu destino. Com as grandes empresas

Leia mais

Colégio Senhora de Fátima

Colégio Senhora de Fátima Colégio Senhora de Fátima A formação do território brasileiro 7 ano Professora: Jenifer Geografia A formação do território brasileiro As imagens a seguir tem como principal objetivo levar a refletir sobre

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA ENSINO MÉDIO ÁREA CURRICULAR: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS DISCIPLINA: HISTÓRIA SÉRIE 1.ª CH 68 ANO 2012 COMPETÊNCIAS:. Compreender

Leia mais

Evolução do Pensamento

Evolução do Pensamento Unidade I Evolução do Pensamento Administrativo Prof. José Benedito Regina Conteúdo da disciplina EPA Parte 1 - Conceitos gerais da administração Parte 2 - Evolução histórica: Abordagens administrativas

Leia mais

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira Sociologia Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira [...] tudo o que é real tem uma natureza definida que se impõe, com a qual é preciso contar,

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: 25/05/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Desafios da Inovação no Brasil Rafael Lucchesi Rafael Lucchesi 25/05/2011 CNI e vários líderes empresariais fizeram um balanço crítico da agenda empresarial em

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL MBA e Pós-Graduação Cursos inovadores e alinhados às tendências globais Nossos cursos seguem modelos globais e inovadores de educação. Os professores

Leia mais

Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação de Testagem

Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação de Testagem ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A. Diretoria de Administração e Finanças DA Superintendência de Recursos Humanos SH.A Gerência de Desenvolvimento e Capacitação- GDC.A Como Ultrapassar as Barreiras para Implantação

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim.

Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim. Empreendedorismo privado geração de riquezas Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim. 1 Modelo de gestão com mais de 80 anos, originalmente relacionado

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Design 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Design 2011-1 DESENVOLVENDO A IDENTIDADE VISUAL DE UMA POUSADA EM CONSERVATÓRIA Alunos: OLIVEIRA,

Leia mais

DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO

DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO 1 DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO Cesar Simões Salim Professor e Autor de livros de empreendedorismo cesar.salim@gmail.com Visite meu blog: http://colecaoempreendedorismo.blogspot.com/

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Newton Bignotto. Maquiavel. Rio de Janeiro

Newton Bignotto. Maquiavel. Rio de Janeiro Newton Bignotto Maquiavel Rio de Janeiro Introdução No ano em que nasceu Maquiavel, 1469, Florença vivia um período agitado. Embora ainda fosse formalmente uma república, a cidade era de fato administrada

Leia mais

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico O Dia D e a culturalização de um posicionamento estratégico 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE Centro Universitário Franciscano uma universidade para suas aspirações Santa Maria é um polo educacional

Leia mais

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM Falar em mobilização e participação de jovens na escola de ensino médio implica em discutir algumas questões iniciais, como o papel e a função da escola

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

MisturaBOA. Uma seleção de boas notícias e boas ideias para se viver melhor. Revista SAÚDE BOAS NOTICIAS E BOAS IDEIAS PARA SE VIVER MELHOR

MisturaBOA. Uma seleção de boas notícias e boas ideias para se viver melhor. Revista SAÚDE BOAS NOTICIAS E BOAS IDEIAS PARA SE VIVER MELHOR Revista MisturaBOA BOAS NOTICIAS E BOAS IDEIAS BOAS NOTICIAS PARA SE VIVER MELHOR E BOAS IDEIAS PARA SE VIVER MELHOR Uma seleção de boas notícias e boas ideias para se viver melhor Projeto 2015 conceito

Leia mais

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO A prova de História é composta por três questões e vale 10 pontos no total, assim distribuídos: Questão 1 3 pontos (sendo 1 ponto para o subitem A, 1,5

Leia mais