INFORMATIZAÇÃO DA SECRETARIA DE UMA ESCOLA PARTICULAR DE 1º E 2º GRAUS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INFORMATIZAÇÃO DA SECRETARIA DE UMA ESCOLA PARTICULAR DE 1º E 2º GRAUS"

Transcrição

1 UNIÃO EDUCACIONAL MINAS GERAIS S/C LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DE MINAS Autorizada pela Portaria no 577/2000 MEC, de 03/05/2000 BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO INFORMATIZAÇÃO DA SECRETARIA DE UMA ESCOLA PARTICULAR DE 1º E 2º GRAUS DANILO FRANÇA MENDES UBERLÂNDIA - MG 2005

2 DANILO FRANÇA MENDES INFORMATIZAÇÃO DA SECRETARIA DE UMA ESCOLA PARTICULAR DE 1º E 2º GRAUS Trabalho de Final de curso submetido à UNIMINAS como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Prof. MSc Silvio Bacalá Júnior UBERLÂNDIA - MG 2005

3 DANILO FRANÇA MENDES INFORMATIZAÇÃO DA SECRETARIA DE UMA ESCOLA PARTICULAR DE 1º E 2º GRAUS Trabalho de Final de curso submetido à UNIMINAS como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Prof. MSc Silvio Bacalá Júnior Banca Examinadora: Uberlândia, 02 de julho de Prof. MSc Silvio Bacalá Júnior (Orientador) Prof. Esp. Márcio Caetano Reis Profª. Drª Kátia Lopes Silva UBERLÂNDIA - MG 2005

4 Dedico este trabalho à minha tia Maria da Graça, que após a morte de minha mãe tem cuidado de mim como um filho.

5 AGRADECIMENTOS A Deus, em primeiro lugar. À meu orientador Silvio Bacalá que me agüentou durante um ano, sempre me mostrando caminhos e alternativas à todos os questionamentos apresentados. À minha tia Maria da Graça que não mediu esforços para dar-me forças para seguir em frente, custeando grande parte de meus estudos. Aos meus filhos, Felipe e Thaís, que conviveram nesses quatro anos, com a falta de tempo e presença. À minha saudosa Mãe, que mesmo só com suas lembranças, foi fundamental para que pudesse chegar aonde cheguei. À Iara, coordenadora da Escola na qual trabalho, que me deu o empurrão para que entrasse na faculdade depois de tantos anos. Aos meus amigos José Robson e Sérgio que estiveram sempre do meu lado durante os quatro anos da faculdade. Enfim, a todos meus familiares e amigos que com o carinho, o amor e a presença, me apoiaram de uma forma ou de outra para que eu conseguisse superar mais esta etapa.

6 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO A ROTINA DE UMA SECRETARIA PROCEDIMENTOS DO SISTEMA CADASTRAMENTO DE ALUNOS CADASTRAMENTO DE TURMAS CADASTRAMENTO DOS PROFESSORES CADASTRAMENTO DE DISCIPLINAS LANÇAMENTO DE NOTAS CONSULTA DE DADOS GERAÇÃO DE BOLETINS E RELATÓRIOS DATA MINING NO BANCO DE DADOS ESTUDOS DE CASO LEVANTAMENTO DOS CASOS DE USO CADASTRAR ALUNO CADASTRAR TURMAS CADASTRAR DISCIPLINAS CADASTRAR PROFESSORES VALIDAR MATRÍCULA LANÇAR NOTAS E FALTAS EMITIR BOLETIM RELATÓRIO DE ALUNOS SEM NOTAS EMITIR DECLARAÇÃO DE FREQÜÊNCIA EMITIR RELATÓRIO DE ALUNOS COM RECUPERAÇÃO EMITIR DECLARAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA EMITIR ATA DE NOTAS FINAIS EMITIR HISTÓRICO ESCOLAR... 36

7 4.2. DETALHAMENTO DOS CASOS DE USO LANÇAMENTO DE NOTAS E FALTAS EMISSÃO DE DECLARAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA EMISSÃO DA ATA ESCOLAR COM AS NOTAS FINAIS MODELO DE CLASSES DE NEGÓCIO MODELAGEM DO BANCO DE DADOS DIRETRIZES PARA IMPLANTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO HARDWARE + INVESTIMENTO USUÁRIOS CONECTADOS AO SISTEMA CONHECIMENTO E TREINAMENTO DOS USUÁRIOS MANUTENÇÃO DO SISTEMA AMBIENTE + AQUISIÇÃO DE SOFTWARES LINGUAGEM DE DESENVOLVIMENTO SITUAÇÃO REAL CONCLUSÃO E COMENTÁRIOS FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 57

8 RESUMO A informatização de todos os departamentos das empresas na atualidade já é uma realidade e de crescimento gradual e constante. Numa Instituição de Ensino este processo não poderia deixar de acontecer, mas não com a mesma velocidade que em outros setores, pois todos os programas que surgem não tomam o cuidado em tentar se aproximar ao máximo dos procedimentos efetuados pela secretaria de uma escola, o que dificulta e cria barreiras na sua informatização, pela dificuldade que é gerada ao trabalho diário e a não eficiência dos resultados obtidos. Neste trabalho foram feitas as análises das rotinas mais comuns de uma secretaria levando-se em conta a maneira mais ágil, rápida e eficaz para a obtenção de resultados, ponto extremamente importante para o bom andamento e aproveitamento das informações geradas pelo corpo docente e discente do colégio. Foram apresentadas as funcionalidades mais comuns e propostas soluções para evitar o impacto dos usuários com os programadores, apresentando também, modelagem do banco de dados e soluções para implementação e implantação deste sistema.

9 ABSTRACT The informatization of all the departments within institutions is nowadays a reality that has being growing steadily. In a learning institution this process could not fail to happen. Although it does so much slower than in any other sector since the programs that are developed are not careful to follow the procedures exercised in the operations department of a school. Therefore, the difficulty to continue the daily work and the inefficiency of the obtained results creates barriers in the informatization of learning institutions. In this work the most common routines of a school operations department were analyzed. The manner in which to obtain the fastest and most efficient results was taken into the utmost consideration. This point is extremely important for the smooth process and absorption of information generated by teachers and students. The most common functionalities and solutions were presented in order to diminish the impact between users and programmers. Also presented, was the modeling of the data bank and solutions for the implementation and installation of this system.

10 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 INTERAÇÃO DO USUÁRIO COM O SISTEMA FIGURA 2 INTERAÇÃO DO USUÁRIO COM OS CASOS DE USO FIGURA 3 DIAGRAMA DE ATIVIDADES - LANÇAMENTO DE NOTAS E FALTAS FIGURA 4 DIAGRAMA DE ATIVIDADES - EMISSÃO DE DECLARAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA FIGURA 5 DIAGRAMA DE ATIVIDADES - EMISSÃO DE ATA ESCOLAR COM AS NOTAS FINAIS FIGURA 6 MODELO DE CASSES DE NEGÓGIO FIGURA 7 RELACIONAMENTO ENTRE DUAS TABELAS FIGURA 8 EXEMPLO DE RELACIONAMENTO 1 PARA FIGURA 9 EXEMPLO DE RELACIONAMENTO 1 PARA MUITOS FIGURA 10 EXEMPLO DE RELACIONAMENTO MUITOS PARA MUITOS FIGURA 11 MODELAGEM PROPOSTO PARA O SISTEMA ACADÊMICO... 47

11 LISTA DE TABELAS TABELA 1 CASOS DE USO DO SISTEMA... 22

12 11 1. INTRODUÇÃO Os avanços tecnológicos têm sido responsáveis por mudanças em nossa sociedade. A informática é ferramenta obrigatória em praticamente todas as profissões, posto que, com o uso dos computadores, é possível aumentar a produtividade e melhorar a qualidade em qualquer ramo de atividade ou área do conhecimento humano. E na Educação, o que se ganha com a informatização das escolas? Também a resposta é o aumento da produtividade e a melhoria da qualidade, possibilitando um sistema de ensino-aprendizagem mais eficiente e otimizado. Logicamente os benefícios são diferentes quando olhamos os diferentes setores da escola. Uma maneira de se maximizar os benefícios da informatização é analisá-los, separadamente, por setor e estabelecer planejamentos estratégicos para sua viabilização. A secretaria, objeto de estudo deste trabalho, deve ter à sua disposição ferramentas de fácil utilização que lhe permitam incluir, acessar e publicar dados pré-selecionados, como por exemplo, quantidade de aulas ministradas pelo professor e o número de faltas dos alunos. Para melhorar a qualidade desse tipo de trabalho, deve-se fazer a revisão dos dados antes de eles serem incluídos no sistema, ou seja, o que foi digitado é comparado com parâmetros aceitáveis para a eliminação de erros grosseiros de digitação. O funcionamento de um estabelecimento escolar deve obedecer a regras bastante claras e específicas, ditadas pela LDB 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) e pela legislação dos Estados (do Ensino Fundamental em diante) ou pela legislação dos Municípios (educação infantil: berçários, creches, jardins, parquinhos, pré-escolas e quaisquer outras denominações). Este trabalho tem como objetivo apresentar as rotinas e problemas mais comuns de uma secretaria de um Colégio particular de 1º e 2º graus, possibilitando facilitar e agilizar o desenvolvimento de futuros sistemas acadêmicos. Com isso, são apresentados aos membros da área de informática,

13 12 procedimentos para análise e implementação de sistemas acadêmicos que atendam, em sua plenitude, às instituições, não forçando na adaptação das mesmas aos softwares já existentes ou aos que serão projetos a partir desta data. Com as informações aqui apresentadas, será possível entender os processos, procedimentos e rotinas do setor acadêmico das escolas de ensino fundamental e médio, tornando qualquer implementação ou alteração na conduta atual, uma forma menos agressiva e de maior adaptabilidade. A secretaria da Instituição de Ensino é um dos departamentos mais importantes e imprescindíveis para o perfeito funcionamento da Escola, pois além de organizar toda a documentação dos alunos como documentos pessoais e históricos de notas, faz todo o controle de notas e faltas de todos os matriculados. Neste sentido, observa-se que não existem referências disponíveis de como conduzir estes processos de maneira simples, organizada e de acordo com as normas da SRE - Superintendência Regional de Educação, baseadas nas Leis de Diretrizes e Bases. Tendo vários contatos com programas acadêmicos de computador chamados de softwares acadêmicos, percebe-se que existe uma dificuldade de adaptação do programa com o processo utilizado pela escola, a qual acaba precisando enquadrar-se no modo de trabalho do sistema e não o sistema ao processo da escola. Com este trabalho pretende-se fazer um elo entre os sistemas (ferramentas) e as secretárias (quem realmente usará a ferramenta) para que cada uma das partes entenda melhor os processos mais simples e mais rápidos para a execução do trabalho de secretaria, possibilitando um ganho na qualidade dos serviços oferecidos tanto aos alunos, quanto a seus responsáveis. Experiência é fator primordial para a perfeita execução de qualquer trabalho. É por intermédio de entrevistas com secretárias e diretoras que fará a verificação real dos problemas e levantamento de sugestões e implementações de sucesso nesta área.

14 13 A coleta de todos os dados necessários foi realizada in loco considerando sempre as dificuldades oriundas da falta de planejamento, organização e pesquisa de métodos mais eficientes para as situações e possíveis soluções. A observação do trabalho diário da secretaria também foi utilizada como fonte de informações para o levantamento de problemas e soluções. Foram criados modelos de documentos contendo todos os dados necessários para o arquivamento do histórico dos alunos e sua organização anual. O autor deste trabalho, através de sua longa experiência no processo de secretaria de escola particular de 1º e 2º grau, dará sua contribuição àqueles que não tem a possibilidade de ter um contato tão de perto com estas instituições. O trabalho assim está dividido: no capítulo 2, será apresentada a rotina de uma secretaria acadêmica e os seus problemas quanto a organização e informatização das informações deste setor. Os procedimentos do sistema baseados na rotina da secretaria serão tratados no capítulo 3. Já no capítulo 4 apresentar-se-á os estudos de caso para este sistema, ainda neste segmento, será exemplificado, com diagramas de atividades de alguns dos estudos de caso de uso e um modelo de classes de negócio. No capítulo 5 é apresentada a modelagem do banco de dados da estrutura proposta para a secretaria do colégio. Como o intuito também é apresentar experiências, no capítulo 6 é feito o estudo de algumas soluções para o desenvolvimento, implementação e implantação de um software acadêmico, finalizando com a conclusão de toda a pesquisa referida neste trabalho.

15 14 2. A ROTINA DE UMA SECRETARIA As Escolas particulares, de forma geral, têm suas Entidades Mantenedoras, que é assim denominada a empresa ou organização, dotada de Contrato Social (empresa) ou Estatuto (Organização não Governamental ou Fundação) devidamente registrado em Cartório de Registro Civil ou na Junta Comercial do Estado, cadastrada na Prefeitura da cidade onde está instalada e na Receita Federal. Para efeitos legais, é quem mantém financeiramente e fornece a estrutura administrativa para um estabelecimento educacional de qualquer nível, da Educação Infantil ao Curso Superior. A secretaria da Escola é o setor de maior importância no processo de registro acadêmico, devido à necessidade de veracidade e autenticidade dos dados e a não ocorrência de erros tanto de digitação quanto na organização das informações contidas em todo o trabalho. É nela que acontecem as maiores dificuldades num processo de informatização, A secretaria de uma Escola mantém uma gama de serviços ou procedimentos praticamente padronizados em sua forma de apoio à Instituição. Dentre estes, devemos salientar alguns para que o todo processo seja entendido de maneira clara. Assiste administrativamente à Entidade Mantenedora, à Direção, à Coordenação Pedagógica, ao corpo docente e discente, funcionários e aos clientes (alunos e pais), dando suporte às informações geradas no Ensino e fazendo um elo central e importante entre todos os envolvidos neste processo. O ponto de referência para todos os problemas é a secretaria, pois ali é que pode-se realizar um elo de ligação entre todos os envolvidos direta ou indiretamente nas atividades do processo acadêmico. Cuida da guarda e preenchimento dos livros e documentos pertinentes às rotinas da Escola e que não sejam da competência dos professores e

16 15 alunos. Estes documentos devem ser guardados corretamente e com muita organização, pois eles têm que ficar retidos na Escola num prazo de 15 (quinze) anos para qualquer consulta futura. O processo de documentação e arquivamento dos mesmos passa periodicamente por conferências para averiguação de sua fácil disponibilidade e verificação em consultas quando necessário. A limpeza e conservação são muito importantes para a longevidade dos documentos arquivados. Mantém os registros atualizados dos prontuários dos alunos, professores e funcionários, cuidando para que todos os documentos sejam conferidos para não haver nenhum tipo de dúvidas quanto à veracidade das informações prestadas à Escola, além de efetuar a atualização periódica. Após todas as impressões de qualquer documento deve ser conferido por pelo menos duas pessoas para que não seja passível de erros humanos, de digitação ou pelo processamento incorreto das informações, principalmente aqueles que são advindas de outras instituições de ensino. Provê o arquivamento dos registros das fichas de avaliações, fichas de desenvolvimento e todo o material avaliativo de todos os alunos, separados e organizados por período letivo seguindo o Regimento Escolar e o planejamento da Instituição. Não se deve esquecer que todos os documentos arquivados devem ser datados corretamente e assinados pelos devidos responsáveis, direção, secretária, professor ou responsável pelo aluno, dependendo do documento a ser assinado, além, de verificar a legibilidade dos dados impressos ou escritos. Faz o controle das ocorrências diárias da Escola: faltas dos alunos, passeios, recados, ocorrência de doenças infecto-contagiosas em alunos e funcionários, além de notificações aos responsáveis pelos alunos sobre qualquer informação que se fizer necessária na comunicação entre pais escola - aluno.

17 16 Para cada ocorrência acontecida na escola poderá existir um tipo de procedimento ou forma de documentação, mas sempre em qualquer forma, ela deverá ser controlada e organizada pela secretaria, com o objetivo de acompanhar todos os alunos em sua plenitude escolar e justificativas de ações a serem tomadas. Executa diariamente o controle dos diários de classe de cada turma e de cada professor / disciplina, fornecendo aos professores as faltas de cada aluno por período. Esse controle é feito através de chamada diária sala por sala. Possibilita um bom andamento no processo diário das turmas, não deixando que nenhum controle deixe de ser feito ou ainda não seja feito erroneamente. Através de controle por professor e/ou turma consegue a qualquer momento apresentar à direção ou coordenação as informações da situação real atual da Instituição de Ensino. Expede documentos previamente solicitados pelo corpo docente ou discente como declarações, históricos escolares, boletins de notas e presenças, transferência entre outros. Com base nos dados existentes faz a emissão de todos os documentos para uso externo ou interno, aferindo veracidade aos mesmos, sempre datados e assinados. Faz o envio, ao órgão supervisor competente (Secretarias de Educação e ou Delegacias de Ensino) dos documentos de grade e calendário escolar, relação de professores e suas devidas solicitações de autorização para ministrar aulas, Regimento Escolar, Projeto Político Pedagógico e outros que forem solicitados. A Escola deve manter um contato permanente com os órgãos responsáveis pelo controle municipal, estadual ou federal de ensino, para que todo o processo seja feito de forma transparente e dentro das leis que regem o negócio.

18 17 Confere os documentos recebidos no momento da transferência de alunos de outras instituições, fazendo valer os direitos e deveres de ambas as partes. Para evitar fraudes e erros futuros, sempre que receber um documento deve-se conferir minuciosamente todos os termos de documentos recebidos pela Instituição.

19 18 3. PROCEDIMENTOS DO SISTEMA A maioria dos problemas pode ter várias soluções, porém nem sempre a solução adotada é a mais adequada e de menor impacto na sua adoção. Por isso, com base em rotinas indicadas no capítulo anterior, será apresentada uma abordagem, de forma fácil, didática e organizada, para informatização da secretaria de um colégio, possibilitando um estudo mais minucioso para o desenvolvimento de sistemas acadêmicos. A descrição abaixo sugere procedimentos de ajustes aos processos mais comuns na secretaria e que foram arranjados para facilitar o processo de organização e consultas de qualquer membro da secretaria, coordenação, diretoria e corpo docente e discente da Instituição de Ensino CADASTRAMENTO DE ALUNOS O cadastramento dos alunos deve ser feito contendo todos os dados pessoais, dados dos pais, com endereçamento completo para as séries iniciais. Já no caso de alunos vindos de outras escolas, devem constar todas as informações advindas do histórico escolar expedido pela Instituição da qual o aluno se originou. O aluno deverá receber um código de matrícula que o acompanhará por toda a sua vida escolar, para facilitar na captura de qualquer campo que se necessite no futuro. Para agilizar todo o processo de arquivamento, deverá receber uma pasta de arquivo com o mesmo número. Este número será usado em todos os cadastros posteriores, para criar um vínculo dos dados a cada aluno, sem que estes sejam perdidos ou que fiquem sem utilidade. No caso, do aluno solicitar transferência para outro colégio, este não deverá ser excluído do sistema, mas apenas alterado seu status para inativo, pois o aluno tem um período em que ele poderá vir a procurar a secretaria para solicitar segunda via do histórico escolar, ou mesmo retornar à escola.

20 CADASTRAMENTO DE TURMAS O cadastramento das turmas faz-se necessário para que se possa aglomerar os alunos por turma ou sala, facilitando no controle de notas, faltas e arquivamento de seus documentos. Estas turmas deverão ser separadas por tipo de ensino, seguindo denominação nacional em Ensino Infantil (séries iniciais), Ensino Fundamental (1ª a 8ª série) e Ensino Médio (1º ao 3º ano). No caso, de ter mais de uma sala de cada série, estas podem ser letradas ou numeradas. Além destes dados básicos, podem-se cadastrar a localização física da sala, nome do professor responsável e quantidade máxima de alunos por sala. Na sala, cada aluno receberá um número de chamada que o definirá numa ordem por ordem alfabética com todos os seus colegas de turma CADASTRAMENTO DOS PROFESSORES O cadastro de professores é muito simples, contendo os dados pessoais, filiação, documentação completa, endereçamento completo, dados acadêmicos necessários à aplicação da lei que solicita que o professor tenha a competência didática para o exercício de lecionar. Em caso de múltiplas disciplinas, ou a não conclusão de um curso de capacitação, ou lecionar um disciplina diferente de sua formação, o professor deverá obter uma autorização junto à Superintendência de Ensino de seu município ou região, o qual deverá ser renovada anualmente. Para os professores formados deverá se cadastrar o número de registro do seu diploma e ainda, constar todos os cursos e/ou especializações que por ventura tenha realizado. Para uso do setor pessoal da escola, deve-se cadastrar em quais turmas são ministradas aulas e o total de aulas ministradas.

21 CADASTRAMENTO DE DISCIPLINAS O cadastramento de disciplinas é necessário para que se possam separar por série quais as disciplinas cada uma tem. Possibilita uma flexibilidade na nomenclatura, ordem e carga horária individual das disciplinas de acordo com a grade escolar definida por cada instituição de ensino, baseando-se nas Leis de Diretrizes e Bases comuns LANÇAMENTO DE NOTAS Com o cadastramento dos itens anteriores, o cadastramento das notas torna-se mais organizado, uma vez que definida a turma, podem-se cadastrar todas as notas por disciplina, seguindo a ordem de chamada dos alunos. As notas terão apenas um dígito decimal e para as disciplinas que são avaliadas conceitualmente serão validadas as entradas como (E) Excelente, (O) Ótimo, (MB) Muito Bom, (B) Bom, (R) Regular, (F) Fraco ou (I) Insuficiente. As notas são cadastradas separadas por bimestre ou trimestre de acordo com a escolha no Regimento Escolar do Colégio. Se existir o sistema de recuperação paralela ou por período, a entrada de uma nova nota deve ser aceita CONSULTA DE DADOS Com todos estes dados cadastrados e incluídos no sistema, necessitamos efetuar consultas a dados específicos, de acordo com os cadastros e com a vinculação entre todas as informações pelos campos principais como aluno e/ou disciplina. Estas consultas são de extrema relevância em todo o processo, pois é por meio delas que todo o corpo docente e discente da instituição acompanhará a evolução acadêmica, pedagógica e cultural dos alunos. Para a coordenação

22 21 pedagógica ou direção, torna-se possível acompanhar a trilha do conhecimento dentro de seu parque educacional GERAÇÃO DE BOLETINS E RELATÓRIOS A emissão de relatórios sobre tudo que está cadastrado é indispensável para o arquivamento e para a apreciação da inspetora da Delegacia de Ensino ou qualquer outra pessoa que necessite acompanhar o processo. O boletim, relatório que consta as notas do aluno por disciplina, é disponibilizado aos pais ou responsáveis pelo aluno para o acompanhamento periódico de seu filho DATA MINING NO BANCO DE DADOS Data Mining é o processo de canalização de informações através de dados existentes, possibilitando um estudo das falhas, dificuldades, erros em algum dos processos de apuração ou até mesmo digitação das notas e controle de necessidades de reforços a alunos com alguma deficiência em algum conteúdo específico. Ele ainda possibilitará à direção uma visão geral de estatísticas em forma de gráficos de todos os alunos e tudo a ele relacionado. Num âmbito maior, possibilita a busca de informações sobre a evasão de alunos, evolução dos alunos no aprendizado e dos professores em relação ao seu próprio aprendizado.

23 22 4. ANÁLISE E PROJETO 4.1. LEVANTAMENTO DE CASOS DE USO A maior dificuldade em modelarmos um sistema não está nos diagramas que temos que desenhar, no código que devemos criar ou nas bases de dados que devemos projetar. Na realidade está nos requisitos que devemos gerenciar. (MELO, pág. 43) Um caso de uso descreve uma seqüência de ações que representam uma situação perfeita (cenário principal) e cenários alternativos, com o objetivo de demonstrar o comportamento de um sistema (ou parte dele), através de interações com elementos externos, chamados de atores. Para o desenvolvimento deste projeto propomos aqui alguns estudos de caso de uso que serão extremamente necessários para a organização da secretaria, demonstrando as funcionalidades do sistema. Tabela 1 Casos de Uso do Sistema 1. Cadastrar alunos 2. Cadastrar turmas 3. Cadastrar disciplinas 4. Cadastrar professores 5. Validar matrícula 6. Lançar de notas 7. Emitir boletim 8. Emitir ata final 9. Relatório de alunos em recuperação 10. Relatório de alunos sem notas 11. Emitir Declaração de Freqüência 12. Emitir Declaração de Transferência 13. Emitir Histórico Escolar

24 23 Controle Acadêmico Usuário Figura 1 Interação do usuário com o sistema A figura 1 mostra que a interação com o Controle Acadêmico é feita por um usuário, que poderá ser a secretária ou uma supervisora. Controle Acadêmico Validar matrícula <<include>> Lançar notas Emitir relatórios Cadastrar alunos Emitir boletins Cadastrar disciplinas Usuário Emitir declarações Cadastrar professores Cadastrar turmas Emitir históricos Figura 2 Visão de casos de uso do sistema A figura 2 mostra que a visão geral da interação do usuário com os vários casos de uso do sistema.

25 CADASTRAR ALUNO Objetivo: Ator: realiza o cadastramento prévio dos dados de um novo aluno secretária (usuário) Cenário Principal: 1. O usuário informa o ano de vigência escolar. 2. O usuário informa os dados relativos à série a ser cursada: 2.1 Série 2.2 Turma 2.3 Data Matrícula / ativação 3. O usuário informa os dados necessários para emissão de documentos: 3.1 Nome do pai 3.2 Nome da mãe 3.3 Data de nascimento 3.4 Local do nascimento 4. O usuário confirma digitação. 5. O sistema gera um número de matrícula para o aluno. 6. O sistema fará o cadastramento dos dados do aluno, gerando campos para a digitação das notas e faltas para as disciplinas da série informada

26 CADASTRAR TURMAS Objetivo: Ator: realiza o cadastramento das turmas disponíveis para a matrícula dos alunos. supervisora (usuário) Cenário Principal: 1. O usuário informa a turma. 2. O sistema checa se a turma já existe. 3. O usuário informa, para cada turma a ser disponibilizada, os seguintes dados (todos obrigatórios). 3.1 Código da turma 3.2 Série 3.3 Turma 3.4 Turno 3.5 Tipo de Ensino 3.6 Número máximo de alunos 3.7 Localização física da sala 4. O sistema altera o status da turma para ATIVO. 5. O sistema fará o cadastramento da turma. Cenário Secundário: 2. Turma já cadastrada. 2.1 Exibir mensagem de turma já existente. 2.2 Ir para 1.

27 CADASTRAR DISCIPLINAS Objetivo: Ator: realiza o cadastramento das disciplinas relacionadas na grade curricular da instituição, para cada turma ou série. supervisora (usuário) Cenário Principal: 1. O usuário informa o código da turma. 2. O sistema checa se a turma existe. 3. O usuário informa as disciplinas. 4. O sistema checa a existência da disciplina. 5. Para cada disciplina o usuário informa: 5.1 Nome da disciplina e nome do professor 5.2 Carga horária anual e número de aulas semanais 5.3 Tipo de avaliação a ser adotada, podendo ser: Conceitual (ótimo, muito bom, bom, regular, fraco) ou Valorizada por nota 6. O sistema fará o cadastramento das disciplinas, e só em seguida, disponibilizará o cadastro de alunos e suas notas. Cenário Secundário: 2. Turma já cadastrada. 2.1 Exibir mensagem de Turma já existente. 2.2 Ir para Disciplina já cadastrada. 4.1 Exibir mensagem de Disciplina já existente. 4.2 Ir para 3.

28 CADASTRAR PROFESSORES Objetivo: Ator: realiza o cadastramento dos professores da instituição. supervisora (usuário) Cenário Principal: 1. O usuário informa o professor. 2. O sistema checa a existência do professor. 3. O usuário informa para cada professor: 3.1 Nome do professor. 3.2 Formação acadêmica. 3.3 Número do registro. 3.4 Dados pessoais. 4. O sistema define seu status com o ATIVO. 5. O sistema gera um código de matrícula para o professor. 6. O sistema fará o cadastramento do professor. Cenário Secundário: 2. Professor já cadastrado. 2.1 Exibir mensagem de Professor já existente. 2.2 Ir para 1.

29 VALIDAR MATRÍCULA Objetivo: Ator: verificar se o número de uma matrícula informada é válido ou não. secretária (usuário) Cenário Principal: 1. O usuário informa o número da matrícula. 2. O sistema verifica a existência da matrícula. 3. O sistema retorna status de verificação com sucesso. Cenário Secundário: 2. Matrícula Inexistente 2.1 Se não existir, retorna mensagem de erro, solicitando a verificação da digitação e nova entrada de dados. 2.2 Volta para 1

30 LANÇAR NOTAS E FALTAS Objetivo: Ator: realizar o cadastramento de notas, faltas e recuperações dos alunos por período ou anual dos alunos. secretária (usuário) Cenário Principal: 1. O usuário informa as turmas a serem lançadas as notas. 2. O sistema recupera as turmas informadas. 3. O usuário informa o período que as notas pertencem (bimestrais, trimestrais, recuperação, anual) 4. O usuário informa as disciplinas a serem lançadas as notas. 5. O sistema recupera as disciplinas informadas. 6. Para cada aluno, o usuário informa: 6.1 O conceito, se a disciplina tiver notas conceituais, validando o tipo de conceito a ser aceito. 6.2 A nota número, se a disciplina for numérica, validando para aceitar apenas números. 6.3 Número de faltas do período. 7. O sistema fará a consistência dos dados. 8. O sistema fará o cadastramento das notas. Cenário Secundário: 2. Turma Inexistente 2.1 Se não existir, retorna mensagem de erro, solicitando a verificação da digitação e nova entrada de dados. 2.2 Volta para 1 4. Disciplina inexistente 4.1 Se não existir, retorna mensagem de erro, solicitando a verificação da digitação e nova entrada de dados. 4.2 Volta para 3

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP sistema para gerenciamento de instituições de ensino DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP Nossa Empresa A Sponte Informática é uma empresa brasileira, localizada em Pato Branco, cidade considerada pólo

Leia mais

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente

ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente Conceito ROTEIRO PARA TREINAMENTO DO SAGRES DIÁRIO Guia do Docente O Sagres Diário é uma ferramenta que disponibiliza rotinas que facilitam a comunicação entre a comunidade Docente e Discente de uma instituição,

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

DIRETORIA DE GESTÃO DE ALUNOS - DGA

DIRETORIA DE GESTÃO DE ALUNOS - DGA DIRETORIA DE GESTÃO DE ALUNOS - DGA SETOR DE REGISTRO DIPLOMAS - SRD MANUAL DE ENVIO DE PROCESSOS MÓDULO SOLICITANTE - SICP Versão 2 CUIABÁ-MT Setembro / 2014 1 ÍNDICE GERAL APRESENTAÇÃO...03 INSTRUÇÕES

Leia mais

AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO

AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DEPARTAMENTO DE POLÍTICA DO ENSINO SUPERIOR - DEPES COORDENAÇÃO DAS COMISSÕES DE ESPECIALISTAS DE ENSINO COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DE ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Sumário. Guia do Aluno

Sumário. Guia do Aluno Sumário Guia do Aluno 1. Roteiro de estudo...3 2. Acessando seu ambiente acadêmico...5 3. Ferramentas...6 3.1 Avisos...6 3.2 Calendário...7 3.3 Tarefas...8 3.4 Informações pessoais...9 3.5 Minhas notas

Leia mais

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES

UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E ATIVIDADES COMPLEMENTARES DEPARTAMENTO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Emerson Barros de Meneses

Leia mais

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML.

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML. APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS PARA COMPREENSÃO DE DOMÍNIO DO PROBLEMA PARA SISTEMA DE CONTROLE COMERCIAL LEONARDO DE PAULA SANCHES Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas RENAN HENRIQUE

Leia mais

Procedimentos para Encerramento do Ano Letivo 2011 e Abertura do Ano Letivo de 2012 SIGE Sistema de Gestão Escolar Pack de Atualização 6.6.

Procedimentos para Encerramento do Ano Letivo 2011 e Abertura do Ano Letivo de 2012 SIGE Sistema de Gestão Escolar Pack de Atualização 6.6. Procedimentos para Encerramento do Ano Letivo 2011 e Abertura do Ano Letivo de 2012 SIGE Sistema de Gestão Escolar Pack de Atualização 6.6.7 09/12/2011 Núcleo de Tecnologia Educacional NUTE SIGE 01 2/30

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI Nome da Empresa Documento Visão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 23/02/2015 1.0 Início do projeto Anderson, Eduardo, Jessica, Sabrina, Samuel 25/02/2015 1.1 Correções Anderson e Eduardo

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.2 Novo modelo operacional do Sistema do Cadastro Único

1 INTRODUÇÃO. 1.2 Novo modelo operacional do Sistema do Cadastro Único Instrução Operacional nº 35 SENARC/MDS Brasília, 15 de abril de 2010. Assunto: Divulga as orientações necessárias para a solicitação de cadastramento de usuários municipais no novo sistema de Cadastro

Leia mais

Orientações Gerais para as Disciplinas de Trabalho de Conclusão do Cursos de Sistemas para Internet IFRS - Câmpus Porto Alegre

Orientações Gerais para as Disciplinas de Trabalho de Conclusão do Cursos de Sistemas para Internet IFRS - Câmpus Porto Alegre Orientações Gerais para as Disciplinas de Trabalho de Conclusão do Cursos de Sistemas para Internet IFRS - Câmpus Porto Alegre Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul -

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

Relatórios. Financeiro... 3. Detalhes financeiros da classe... 3. Detalhes financeiros do plano... 4. Detalhes financeiros dos alunos...

Relatórios. Financeiro... 3. Detalhes financeiros da classe... 3. Detalhes financeiros do plano... 4. Detalhes financeiros dos alunos... Relatórios Financeiro... 3 Detalhes financeiros da classe... 3 Detalhes financeiros do plano... 4 Detalhes financeiros dos alunos... 5 Vencimento diferenciado... 6 Não emitir boleto... 7 Diferenças entre

Leia mais

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE INTRODUÇÃO Na intenção de realizar um novo sistema financeiro para a gestão de recursos de convênios celebrados pela Academia Brasileira de Ciências, o setor de informática juntamente com o setor financeiro

Leia mais

CPqD Gestão Pública. Gestão Escolar Guia de treinamento. Versão do produto: 4.0.0 Edição do documento: 2.0 Abril de 2010

CPqD Gestão Pública. Gestão Escolar Guia de treinamento. Versão do produto: 4.0.0 Edição do documento: 2.0 Abril de 2010 CPqD Gestão Pública Gestão Escolar Guia de treinamento Versão do produto: 4.0.0 Edição do documento: 2.0 Abril de 2010 CPqD Gestão Pública Gestão Escolar Guia de treinamento Versão do produto: 4.0.0 Edição

Leia mais

SIAP - Sistema de Apoio ao Professor

SIAP - Sistema de Apoio ao Professor Introdução O SIAP, Sistema de Apoio ao Professor, é um programa que vai contribuir, de forma decisiva, com o cotidiano escolar de alunos, professores, gestores e funcionários administrativos. Com a implantação

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL - FATESG PROJETO INTEGRADOR 3º PERÍODO GOIÂNIA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL - FATESG PROJETO INTEGRADOR 3º PERÍODO GOIÂNIA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL - FATESG PROJETO INTEGRADOR 3º PERÍODO GOIÂNIA 2012. INFORMAÇÕES GERAIS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL Coordenação

Leia mais

Apostila Coordenador

Apostila Coordenador Apostila Coordenador Índice Passo-a-passo para acessar... 5 Acesso aos dados do aluno... 6 Consultando o cadastro de alunos... 9 Consultando a matrícula de alunos... 10 Registrando e tratando ocorrências

Leia mais

Manual Docente Online 2013 Lançamento de Notas e Currículo Mínimo

Manual Docente Online 2013 Lançamento de Notas e Currículo Mínimo Manual Docente Online 2013 Lançamento de Notas e Currículo Mínimo 1 CONTEÚDO Conteúdo..2 Introdução... 3 Como acessar o Portal?... 4 Lançamento de Notas... 6 Lançamento de Frequência para Programas / Projetos

Leia mais

Manual Laboratório. ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014

Manual Laboratório. ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014 2014 Manual Laboratório ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014 Sumário Acesso ao Sistema... 2 Menu Cadastros... 4 Cadastro de usuários... 4 Inclusão de Novo Usuário... 5 Alteração de usuários...

Leia mais

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede

GESTÃO. Educacional. www.semeareducacional.com.br. Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede GESTÃO Educacional A P R E S E N T A Ç Ã O www.semeareducacional.com.br Sistema Municipal de Excelência ao Atendimento da Rede A EXPANSÃO TECNOLOGIA Nossa MISSÃO: Transformação de Dados em Informação Transformação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 - DENDC

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 - DENDC INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 - DENDC Dispõe sobre procedimentos a serem adotados para a operacionalização do plano de ensino no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas - SIGAA. 1. DA DEFINIÇÃO

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Estudo de Viabilidade SorveTech (Sistema de Gerenciamento) Professora: Carla Silva Disciplina: Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas

Leia mais

Declaração de Escopo

Declaração de Escopo 1/9 Elaborado por: Adriano Marra, Bruno Mota, Bruno Leite, Janaina Versão: 1.4 Lima, Joao Augusto, Paulo Takagi, Ricardo Reis. Aprovado por: Porfírio Carlos Roberto Junior 24/08/2010 Time da Equipe de

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

SISTEMA DE E-LEARNING. efaculdade MANUAL DO ALUNO

SISTEMA DE E-LEARNING. efaculdade MANUAL DO ALUNO SISTEMA DE E-LEARNING efaculdade MANUAL DO ALUNO Conteúdo Tela de acesso... 2 Dados de Cadastro... 3 Dados cadastrais... 3 Alterar meu email... 4 Alterar minha senha... 4 Minha agenda... 5 Lista de cursos...

Leia mais

Tópicos Especiais em Sistemas de Telecomunicações IV

Tópicos Especiais em Sistemas de Telecomunicações IV Sumário Tópicos Especiais em Sistemas de Telecomunicações IV Modelagem de Sistemas de Software Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Setembro

Leia mais

Modelo Funcional Essencial

Modelo Funcional Essencial Modelo Funcional Essencial Análise e Projeto - 1 Tem como objetivo definir o que o sistema deve fazer, ou seja, as funções que deve realizar para atender seus usuários. Na análise essencial fazemos essa

Leia mais

Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar

Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar Pedido de Bar Sistema para controle de pedido de bar Desenvolvido por Hamilton Dias (31) 8829.9195 Belo Horizonte hamilton-dias@ig.com.br www.h-dias.cjb.net ÍNDICE Introdução...3 Implantação...3 Instalação...3

Leia mais

Especialização em Engenharia de Software com Ênfase em Software Livre ESL2/2008. Projeto Agenda Saúde Requisitos e Modelagem UML

Especialização em Engenharia de Software com Ênfase em Software Livre ESL2/2008. Projeto Agenda Saúde Requisitos e Modelagem UML Projeto Agenda Saúde Requisitos e Modelagem UML Histórico de Revisão Versão 0.1 Data 01/06/09 Revisor Descrição Versão inicial Sumário 1. Introdução...4 1.1 Visão geral deste documento...4 1.2 Módulos

Leia mais

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS Cilene Loisa Assmann (UNISC) cilenea@unisc.br Este estudo de caso tem como objetivo trazer a experiência de implantação

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS DOCUMENTO DE REQUISITOS ID documento: Data: / / Versão : Responsável pelo documento: ID Projeto: HISTÓRICO DE REVISÕES Data de criação/ atualização Descrição da(s) Mudança(s) Ocorrida(s) Autor Versão do

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

SISGAP - Sistema Gerenciador de Avaliações Psicopedagógicas

SISGAP - Sistema Gerenciador de Avaliações Psicopedagógicas SISGAP - Sistema Gerenciador de Avaliações Psicopedagógicas Geandré Meller Zacher 1 Luiz Gustavo Galves Mahlmann 2 Newton Muller 3 RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar o projeto SISGAP, que

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO Proposta de Projeto de Pesquisa

PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO Proposta de Projeto de Pesquisa PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, PESQUISA E INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO Proposta de Projeto de Pesquisa IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto de Pesquisa: School Blocks Sistema de Gestão Acadêmica

Leia mais

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 1-13

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 1-13 1-13 INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) -

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) - CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Participar do processo de planejamento e elaboração da proposta pedagógica da escola; orientar a aprendizagem dos alunos; organizar as atividades inerentes ao processo

Leia mais

Sistema de Chamados Protega

Sistema de Chamados Protega SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REALIZANDO ACESSO AO SISTEMA DE CHAMADOS... 4 2.1 DETALHES DA PÁGINA INICIAL... 5 3. ABERTURA DE CHAMADO... 6 3.1 DESTACANDO CAMPOS DO FORMULÁRIO... 6 3.2 CAMPOS OBRIGATÓRIOS:...

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE TECNOLOGIA EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Professor: Adriel Ziesemer Disciplina: Engenharia de Software TRABALHO ACADÊMICO Cristian Santos - nº 45671 Guilherme

Leia mais

MANUAL ESCOLA FLEX. Revisado em 09/07/2008. Sistema Flex www.sistemaflex.com

MANUAL ESCOLA FLEX. Revisado em 09/07/2008. Sistema Flex www.sistemaflex.com MANUAL ESCOLA FLEX Revisado em 09/07/2008 Sistema Flex www.sistemaflex.com Índice Manual Escola Flex Índice... 2 Tela de Abertura (Splash Screen)... 3 Login... 4 Seleção de Empresas... 5 Tela Principal...

Leia mais

O GEM é um software 100% Web, ou seja, você poderá acessar de qualquer local através da Internet.

O GEM é um software 100% Web, ou seja, você poderá acessar de qualquer local através da Internet. Olá! Você está recebendo as informações iniciais para utilizar o GEM (Software para Gestão Educacional) para gerenciar suas unidades escolares. O GEM é um software 100% Web, ou seja, você poderá acessar

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA. Área de Operações Indiretas - AOI

CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA. Área de Operações Indiretas - AOI CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA Área de Operações Indiretas - AOI CARTA AO FORNECEDOR Classificação: Documento público Caro fornecedor, Este documento elenca os CRITÉRIOS exigidos para

Leia mais

MANUAL DO ALUNO PARA NAVEGAR NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - AVA

MANUAL DO ALUNO PARA NAVEGAR NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - AVA MANUAL DO ALUNO PARA NAVEGAR NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - AVA MANUAL DO ALUNO PARA ACESSO AO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Conteúdo Tela de acesso... 4 Dados de Cadastro... 5 Dados cadastrais...

Leia mais

Modelagem de Sistemas Prof. Marcos Roberto e Silva

Modelagem de Sistemas Prof. Marcos Roberto e Silva Modelagem de Sistemas Prof. Marcos Roberto e Silva Diagrama de Casos de Uso Demonstra o comportamento externo do sistema, através de uma linguagem simples. Apresentando o sistema sobre a perspectiva do

Leia mais

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO (Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO... 3 2 ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Missão: Atuar nas diferentes áreas (administração, planejamento e orientação educacional) com o intuito

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Home -------------------------------------------------------------------------------------------------------- 7 2. Cadastros -------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE Pág. 1 0. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...2 2. OBJETIVOS....2 3. ESTIMATIVAS DO PROJETO....4 4. RISCOS DO PROJETO....5 4.1. Identificação e Análise dos Riscos....5 4.1.1. Riscos de Projeto...6 4.1.2. Riscos Técnicos....6

Leia mais

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09 ÍNDICE Sobre o SabeTelemarketing 03 Ícones comuns à várias telas de gerenciamento Contato Verificar registros 09 Telas de cadastro e consultas 03 Menu Atalho Nova pessoa Incluir um novo cliente 06 Novo

Leia mais

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA ANDRE APARECIDO LEAL DE ALMEIDA Discente da AEMS Faculdades Integradas

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD 1. O que é EAD? EAD é a sigla para Ensino a Distância, ou Educação a Distância, uma modalidade de ensino que acontece a partir da união

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública

Desenvolvimento da Iluminação Pública no Brasil. Sistemas de gestão da iluminação pública 14 Capítulo IX Sistemas de gestão da iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* Conforme apresentado no capítulo anterior, uma das oportunidades de melhoria na iluminação pública justamente refere-se

Leia mais

FsBank. Manual do Usuário

FsBank. Manual do Usuário FsBank Manual do Usuário Manual do Usuário Copyright Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução 2 ÍNDICE 1. COMENTÁRIOS... 1.1. Apresentação do Sistema (uso, benefícios, características)...7 1.2.

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1. APRESENTAÇÃO É com satisfação que apresentamos este

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

CONSIDERANDO que este Conselho compete normatizar esse procedimento; R E S O L V E:

CONSIDERANDO que este Conselho compete normatizar esse procedimento; R E S O L V E: RESOLUÇÃO N o 03/90, CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Aprova as Normas para elaboração de Projetos de Cursos de Especialização (Pós-Graduação lato sensu ). O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Leia mais

Portal do Servidor Publico. Cartilha de Orientação Acesso ao PORTAL

Portal do Servidor Publico. Cartilha de Orientação Acesso ao PORTAL Portal do Servidor Publico Cartilha de Orientação Acesso ao PORTAL 1 Indice Apresentação do Portal... 03 Acesso ao Portal do Servidor Publico... 04 Solicitar Senha... 04 Disponibilidade do Portal... 06

Leia mais

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com. Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.br 1-15 INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior,

Leia mais

TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES TRABALHO DE DIPLOMAÇÃO Regime Modular ORIENTAÇÕES SOBRE O ROTEIRO DO PROJETO FINAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES [Observação: O template a seguir é utilizado como roteiro para projeto de sistemas orientado

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral

Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral Documento confidencial Reprodução proibida 1 Introdução Em um mundo onde as informações fluem cada vez mais rápido e a comunicação se torna cada vez mais

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

Há mais de 10 anos ajudando igrejas de todo o Brasil a se fortalecer, crescer e cumprir sua missão. Marcos Antonio Bassoli

Há mais de 10 anos ajudando igrejas de todo o Brasil a se fortalecer, crescer e cumprir sua missão. Marcos Antonio Bassoli Informatize sua igreja com a Gileade Sistemas! A empresa A Gileade Sistemas busca o que há de melhor em tecnologia para oferecer às igrejas soluções que auxiliem na organização administrativa e que possam,

Leia mais

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 742

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 742 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 742 Aprova o Regulamento Geral dos Cursos de Pós-Graduação LATO SENSU da UFG, revogando-se a Resolução CEPEC Nº 540. O CONSELHO

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte

ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO forma: A disciplina de Estágio Supervisionado ocorrerá, sempre que possível, da seguinte 1. Primeiro contato com a administração e o serviço de supervisão

Leia mais

Sociedade do Conhecimento

Sociedade do Conhecimento Gerenciamento (Gestão) Eletrônico de Documentos GED Introdução Gerenciamento Eletrônico de Documentos - GED Sociedade do Conhecimento Nunca se produziu tanto documento e se precisou de tanta velocidade

Leia mais

Jan.2012. Características Gerais do Sistema:

Jan.2012. Características Gerais do Sistema: Jan.2012 Características Gerais do Sistema: O Software Global Cartórios traz um conceito novo em uma plataforma inovadora que reúne todas as especialidades em um único sistema. O Global Cartórios é um

Leia mais

Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores

Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores Gestão eletrônica do cadastro de corretora de valores 1. INTRODUÇÃO As corretoras de valores devem armazenar todos os documentos cadastrais de seus clientes para ter acesso a esse material quando necessário.

Leia mais

Resolução nº. 4 de 13 de julho de 2005, da Câmara de Educação Superior do CNE publicada no Diário Oficial de 19 de julho de 2005, artigo 7º:

Resolução nº. 4 de 13 de julho de 2005, da Câmara de Educação Superior do CNE publicada no Diário Oficial de 19 de julho de 2005, artigo 7º: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I E II 1 - Resolução: Resolução nº. 4 de 13 de julho de 2005, da Câmara de Educação Superior do CNE publicada no Diário Oficial de 19 de julho de 2005, artigo 7º: O Estágio Curricular

Leia mais

ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02

ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 ArpPrintServer Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 1 Sumário INTRODUÇÃO... 3 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO SISTEMA... 3 REQUISITOS DE SISTEMA... 4 INSTALAÇÃO

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CENTRO DE ENSINO SUPERIOR FABRA GUIA DE APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Serra 2013 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO.... 4 ACOMPANHAMENTO

Leia mais

EDITAL SEEC Nº. 01/2013

EDITAL SEEC Nº. 01/2013 ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL DO SUL SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, ESPORTE E CULTURA EDITAL SEEC Nº. 01/2013 Dispõe sobre as diretrizes de matrícula para o ano letivo de 2014, nas instituições

Leia mais

Proposta Comercial EDUNIX SISTEMA DE GESTÃO PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO

Proposta Comercial EDUNIX SISTEMA DE GESTÃO PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO Proposta Comercial EDUNIX SISTEMA DE GESTÃO PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO Sumário Empresa... 3 Missão... 3 Visão... 3 Valores... 3 Solução... 4 Principais características... 4 Lista de funcionalidades...

Leia mais

Modelagem do Sistema EMD Vanice Pinheiro do Amaral Silva, Alberto da Silva Lobo

Modelagem do Sistema EMD Vanice Pinheiro do Amaral Silva, Alberto da Silva Lobo Modelagem do Sistema EMD Vanice Pinheiro do Amaral Silva, Alberto da Silva Lobo NTI Núcleo de Tecnologia e Informação Fundação Unirg 1. Introdução A utilização da informática surgiu como uma ferramenta

Leia mais

Pós-Graduação Lato Sensu em Engenharia de Software

Pós-Graduação Lato Sensu em Engenharia de Software FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI FLORIANÓPOLIS DIREÇÃO GERAL DA FACULDADE: JOÃO ROBERTO LORENZETT COORDENAÇÃO DA FACULDADE: PRISCILA FAGUNDES COORDENAÇÃO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: JANICE DETERS

Leia mais

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD.

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 203. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. GESTÃO EAD Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico

Leia mais

Adicionais. Grupo Acert - 1

Adicionais. Grupo Acert - 1 MÓDULOS Adicionais Grupo Acert - 1 ÍNDICE 1 - ESTOQUE 1.1- Balanço de Estoque 03 2 - FATURAMENTO/FINANCEIRO 2.1- Pagamento Eletrônico (Fornecedores) 2.2- Plug-in Cheque Custódia 06 07 3 - FISCAL e CONTÁBIL

Leia mais

EDITAL Nº 006/CRFI DE 11 DE MAIO DE 2015. SELEÇÃO 2015/2 PROCESSO SELETIVO PARA CURSOS DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FICs) PRESENCIAIS

EDITAL Nº 006/CRFI DE 11 DE MAIO DE 2015. SELEÇÃO 2015/2 PROCESSO SELETIVO PARA CURSOS DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FICs) PRESENCIAIS EDITAL Nº 006/CRFI DE 11 DE MAIO DE 2015. SELEÇÃO 2015/2 PROCESSO SELETIVO PARA CURSOS DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FICs) PRESENCIAIS 1. DA ABERTURA O DIRETOR(A) SERGIO BARBOSA GOMES DO CAMPUS RIACHO

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL TÍTULO I - DO LABORATÓRIO DIDÁTICO CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO

Leia mais

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho da Comissão de Normas

Leia mais

NOSSA ESCOLA... 29 ANOS DE TRADIÇÃO E QUALIDADE, FAZENDO HISTÓRIA NO PRESENTE E NO FUTURO!!! Do Maternal I ao 5º ano SERVIÇOS E CURSOS QUE OFERECEMOS

NOSSA ESCOLA... 29 ANOS DE TRADIÇÃO E QUALIDADE, FAZENDO HISTÓRIA NO PRESENTE E NO FUTURO!!! Do Maternal I ao 5º ano SERVIÇOS E CURSOS QUE OFERECEMOS NOSSA ESCOLA... 29 ANOS DE TRADIÇÃO E QUALIDADE, FAZENDO HISTÓRIA NO PRESENTE E NO FUTURO!!! Do Maternal I ao 5º ano SERVIÇOS E CURSOS QUE OFERECEMOS EDUCAÇÃO INFANTIL Maternal I ao jardim II Faixa etária:

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO APRESENTAÇÃO Dispõe sobre as normas para realização de Estágio Supervisionado pelos acadêmicos da Faculdade de Belém FABEL. O presente regulamento normatiza o Estágio

Leia mais

Regulamento Atividades Complementares. Faculdade da Cidade de Santa Luzia - FACSAL

Regulamento Atividades Complementares. Faculdade da Cidade de Santa Luzia - FACSAL Regulamento Atividades Complementares Faculdade da Cidade de Santa Luzia - 2014 Regulamento das Atividades Complementares CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 1º - As Atividades

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O Nº 018/2003-CEP

R E S O L U Ç Ã O Nº 018/2003-CEP R E S O L U Ç Ã O Nº 018/2003-CEP CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, nesta Reitoria, no dia / /. Secretária Aprova normas para o aproveitamento de estudos nos

Leia mais

OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015

OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015 OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015 Aos Custodiantes de Valores Mobiliários ( custodiantes ) Assunto: Adaptação à Instrução CVM Nº 542/2013 Prezados Senhores, 1. Nos termos

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

Unidade de Ensino Superior Vale Do Iguaçu Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos

Unidade de Ensino Superior Vale Do Iguaçu Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos UNIÃO DA VITÓRIA PR SUMÁRIO CAPÍTOLO I - Departamento de Informática e Laboratórios de Computação Dos Laboratórios de Computação e Seus Fins... 2 Da Estrutura

Leia mais

Manual e Normas Sistema Disciplina Online

Manual e Normas Sistema Disciplina Online Manual e Normas Sistema Disciplina Online 2011-2 1 SUMÁRIO Pág. 1. Sistema Disciplina Online - Aluno (UNIP). 05 1.1. Acesso ao sistema Disciplina Online - Aluno (UNIP). 05 1.2. Observações. 05 2. Sistema

Leia mais

1 Manual do Candidato

1 Manual do Candidato Manual do Candidato 1 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. PÚBLICO ALVO... 3 4. SISTEMÁTICA DO PROGRAMA... 4 5. INSCRIÇÕES... 4 6. CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO... 5 7. DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS...

Leia mais

1998-2009 Domínio Sistemas Ltda. Todos os direitos reservados.

1998-2009 Domínio Sistemas Ltda. Todos os direitos reservados. Saiba que este documento não poderá ser reproduzido, seja por meio eletrônico ou mecânico, sem a permissão expressa por escrito da Domínio Sistemas Ltda. Nesse caso, somente a Domínio Sistemas poderá ter

Leia mais

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei 10.435-24/04/2002 Núcleo de Educação a Distância

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei 10.435-24/04/2002 Núcleo de Educação a Distância Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Criada pela Lei 10.435-24/04/2002 Núcleo de Educação a Distância CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO EDUCACIONAL Aprovado em 09/02/2012 CEPEAd/UNIFEI

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais