A intervenção da ergonomia na prevenção das LMERT

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A intervenção da ergonomia na prevenção das LMERT"

Transcrição

1 A intervenção da ergonomia na prevenção das LMERT, Lda Fevereiro 2008 Estrutura da Apresentação Apresentação da Empresa Âmbito e Objectivos Análise Ergonómica dos Postos de Trabalho Resultados da Análise Ergonómica Soluções Implementadas Conclusões 1

2 Apresentação da Empresa Empresa do sector automóvel Instalada desde 1991 em Tondela Produção de: Fechaduras e respectivas chaves Puxadores Trancas de direcção Número crescente de colaboradores afectados Diversos grupos de colaboradores: - indústria; trabalho informatizado; serviços; etc Sofrimento humano Diminuição de produtividade Custos económicos Âmbito e Objectivos Importância desta problemática? 2

3 Introdução A evolução dos processos industriais Mecanização e automatização Objectivos de desempenho (produtividade, redução de custos, expressa no custo do gesto ) Concepção inadequada dos postos de trabalho Novos constrangimentos Novas doenças profissionais Análise Ergonómica dos Postos Trabalho Método OCRA Centra-se na análise e avaliação da exposição dos membros superiores a movimentos e esforços repetitivos 3

4 Análise Ergonómica dos Postos Trabalho Instrumentos do Método OCRA Checklist OCRA OCRA Index Análise Ergonómica dos Postos Trabalho Instrumentos do Método OCRA Checklist OCRA Constitui o primeiro passo da análise ergonómica Considera um conjunto de factores de risco dos quais resultam um determinado risco de exposição Aplicação bastante rápida 4

5 Análise Ergonómica dos Postos Trabalho Instrumentos do Método OCRA OCRA Index É uma técnica de análise da actividade de trabalho através da observação de registo em vídeo Consiste em registar todas as acções técnicas realizadas pelo operador durante um ciclo de trabalho Permite quantificar o risco de exposição para cada um dos membros superiores Análise Ergonómica dos Postos Trabalho Instrumentos do Método OCRA OCRA Index Disponibiliza um conjunto de informação: Exposição do colaborador aos factores de risco durante a realização de uma ou mais tarefas Factores que mais influenciam o índice de exposição Critérios para a concepção de postos de trabalho Previsão da incidência e de prevalência de novos casos de LMELT (lesões músculo-esqueléticas) 5

6 Resultados da Análise Ergonómica Classificação dos postos de trabalho Cor Valores de OCRA Nível de risco Verde [0-1.9] Sem risco Amarelo [2-3.9] Risco Baixo Laranja [4-7.9] Risco Médio Vermelho [8-14.9] Risco Elevado Vermelho escuro [ ] Risco Muito Elevado Preto [22-28] Risco Extremo Resultados da Análise Ergonómica Principais factores de risco Posturas extremas Esforços musculares Excessivos e prolongados Elevada repetição 6

7 Reconcepção de postos de trabalho Formação dos colaboradores: Ergonomia e Factores de Risco no Trabalho Reconcepção de postos de trabalho Formação dos colaboradores: Ergonomia e Factores de Risco no Trabalho 7

8 Uma das medidas mais utilizadas para fazer face aos riscos de ocorrência de lesões músculoesqueléticas Não requerem alterações profundas da tecnologia: apresentam normalmente uma relação custo/benefício bastante vantajosa para a organização Assentam fundamentalmente: Na minimização da exposição a factores de risco Estabelecimento de períodos que permitam a recuperação muscular Trata-se de encontrar um compromisso na organização do trabalho que permita uma distribuição o mais equitativa possível da exposição a factores de risco entre os diferentes elementos de uma equipa de trabalho 8

9 Etapas da sua elaboração: I - Avaliação prévia da situação II - Definição das prioridades da rotação III - Caracterização dos postos de trabalho IV - Informação de apoio e acompanhamento do processo V - Avaliação do plano de rotação I - Avaliação prévia da situação Identificar o ponto de partida da rotação, de forma a ser possível avaliar as melhorias alcançadas Recolha de uma Ficha de Avaliação Diária da Rotação 9

10 II Definição das prioridades da rotação (critérios) Alteração do índice de risco Sempre que possível, a mudança de posto deve reduzir o índice de risco Matriz da rotação Alteração das solicitações articulares A mudança de posto deve proporcionar a solicitação de diferentes regiões do membro superior III Caracterização dos postos de trabalho Cada posto de trabalho foi complementado com um cartaz de informação visual relativo: ao nível de risco global do posto de trabalho às diferentes solicitações de cada região do membro superior 10

11 IV - Informação de apoio e acompanhamento do processo V - Avaliação do plano de rotação Recolha da Ficha de Avaliação Diária Aferir o impacto causado com o plano de rotação Avaliar as melhorias alcançadas com os planos de rotação sobre os diferentes grupos de trabalho Resultados da implementação do P. Rotação Linhas Antes da implementação do plano de rotação Índice de Risco Médio da Linha Nível de Risco Médio da Linha Depois da implementação do plano de rotação Índice de Risco Médio da Linha Nível de Risco Médio da Linha % de melhorias alcançadas Astra % PSA % Canhas Nacam % Canhas T % Canhas Audi/VW % Mecanização Canhas % Canhas GM % 11

12 Reconcepção de postos de trabalho Formação dos colaboradores: Ergonomia e Factores de Risco no Trabalho Reconcepção dos Posto de Trabalho Correcção de situações consideradas prioritárias, que apresentam índices de risco mais elevados Estas medidas correctivas não são tão eficazes ou passíveis, passando as preocupações a incidir na fase de concepção do projecto Criação de normas que contemplem os aspectos ergonómicos na fase de concepção dos postos de trabalho 12

13 Reconcepção dos Posto de Trabalho Os postos de trabalho são analisados com recurso ao método OCRA - Através dele identificamos Quais os factores de risco a que os colaboradores estão sujeitos ao desempenharem uma determinada actividade de trabalho Em cada posto de trabalho Em cada articulação Quais os factores de risco que deverão ser eliminados na reconcepção do posto de trabalho Reconcepção dos Posto de Trabalho Posto de Trabalho Montagem do anti-roubo Astra Montagem do P. Bag Astra Montagem do P.Bag 1906 Vx-62 Comprovação Final - PSA Fresadora CIC Esq Índice de Risco Antes da Reconcepção Índice de Risco Dir OCRA INDEX Nível de Risco Esq Dir Esq Índice de Risco Depois da Reconcepção Índice de Risco Dir Nível de Risco Esq Dir Redução do Índice de Risco Esq 5.26% 20% 22.37% 9.88% 0% Dir 20% 19.47% 28% 25% 15% 13

14 Formação dos colaboradores Informar os colaboradores acerca dos principais factores de risco Definir as principais Lesões Musculo-esqueléticas Ligadas ao Trabalho (LMELT) Discussão das propostas de solução Ergonomia e prevenção de LMELT Conclusões Método OCRA permite analisar: Factores de risco que se encontram presentes Região do membro superior na qual esses factores têm maior expressão Constitui uma base sólida para o estudo de soluções eficazes na minimização ou eliminação dos factores de risco de ocorrência de lesões musculo-esqueléticas ligadas ao trabalho repetitivo 14

15 Conclusões Análise Ergonómica dos Postos de Trabalho Reformulação/Elaboração dos planos de rotação Identificação dos principais factores de risco Reconcepção dos postos de trabalho O trabalho mutila, provoca enfermidades e em alguns casos mata. Não por fatalidade, mas por negligência Não por ausência de normas, mas por a sua violação Não por pobreza, mas por falta de prevenção Muito Obrigada pela Vossa atenção! 15

Sistema de Gestão da Prevenção em

Sistema de Gestão da Prevenção em Sistema de Gestão da Prevenção em SST Trabalho realizado por: André Andrade nº18990 Curso: Engenharia do Ambiente Data: 29/10/2008 Disciplina: PARP Índice Introdução... 3 Sistema de gestão da prevenção

Leia mais

O problema de saúde relacionado com o trabalho mais comum na Europa

O problema de saúde relacionado com o trabalho mais comum na Europa Prevenção das lesões músculo-esqueléticas (LME) O problema de saúde relacionado com o trabalho mais comum na Europa Os objectivos comunitários no âmbito da Estratégia de Lisboa prevêem a criação de empregos

Leia mais

OCRA CHECKLIST MEMBROS SUPERIORES DEVIDO A TAREFAS REPETITIVAS. Preenchido por: Data:

OCRA CHECKLIST MEMBROS SUPERIORES DEVIDO A TAREFAS REPETITIVAS. Preenchido por: Data: OCRA CHECKLIST PROCEDIMENTO PARA A IDENTIFICAÇÃO DO RISCO DE SOBRECARGA DOS MEMBROS SUPERIORES DEVIDO A TAREFAS REPETITIVAS Preenchido por: Data: Identificação e descrição sucinta do posto de trabalho:

Leia mais

Processo de AIA. Principais fases, actividades e produtos

Processo de AIA. Principais fases, actividades e produtos Engenharia Civil: 5º ano / 10º semestre Engenharia do Territorio: 4º ano / 8º semestre Processo de AIA. Principais fases, actividades e produtos IMPACTES AMBIENTAIS 4 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário

Leia mais

PG 05. Identificação de Perigos e Avaliação de Riscos 1 / 11

PG 05. Identificação de Perigos e Avaliação de Riscos 1 / 11 1 / 11 METODOLOGIA PARA INFRA-ESTRUTURAS: Acção Responsabilidade Documentos 1 Os perigos são identificados com base em: Actividades de rotina e fora da rotina; Actividades desenvolvidas pelos colaboradores;

Leia mais

HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO RISCOS PROFISSIONAIS (recapitular) Qualquer situação de perigo que seja associada a uma actividade profissional, podendo atingir a saúde do trabalhador. O desconhecimento

Leia mais

Acompanhamento e Avaliação da Formação. Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Acompanhamento e Avaliação da Formação. Formação Pedagógica Inicial de Formadores Acompanhamento e Avaliação da Formação Formação Pedagógica Inicial de Formadores Objectivo geral Compreender a avaliação da formação como um sistema interactivo; Articular a avaliação na formação com a

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. CARACTERIZAÇÃO DA ENTIDADE 3 3. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS 5 4. CONTROLO E ACOMPANHAMENTO

Leia mais

SAÚDE DO TRABALHADOR - LER. Nome: Silvia Kelly Leão Silva de Freitas Gilvan Carvalho Barbosa

SAÚDE DO TRABALHADOR - LER. Nome: Silvia Kelly Leão Silva de Freitas Gilvan Carvalho Barbosa SAÚDE DO TRABALHADOR - LER Nome: Silvia Kelly Leão Silva de Freitas Gilvan Carvalho Barbosa Este trabalho tem por objetivo trazer mais conhecimento sobre uma patologia que aflige muitas pessoas atualmente

Leia mais

INSTITUIÇÃO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE FADIGA (TRF) EM SETOR DE COSTURA CASE MALWEE MALHAS JARAGUÁ DO SUL SC. Apresentação. Equipe

INSTITUIÇÃO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE FADIGA (TRF) EM SETOR DE COSTURA CASE MALWEE MALHAS JARAGUÁ DO SUL SC. Apresentação. Equipe INSTITUIÇÃO DO TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE FADIGA (TRF) EM SETOR DE COSTURA CASE MALWEE MALHAS JARAGUÁ DO SUL SC Apresentação Dr. Lucas Bevervanço Medicina do Trabalho / Ergonomia Equipe Vanderléia Fischer

Leia mais

REGULAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO / VIGILÂNCIA

REGULAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO / VIGILÂNCIA vitormartins@dgs.pt REGULAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO / VIGILÂNCIA 22 NOVEMBRO PAULO DIEGUES Direcção-Geral da Saúde diegues@dgs.pt VÍTOR MARTINS Direcção-Geral da Saúde Regulamentar para

Leia mais

Observatório. do Turismo. Cabo Verde

Observatório. do Turismo. Cabo Verde Observatório do Turismo Cabo Verde Emanuel Almeida, Beja, 03 de Maio 2012 Agenda I. CABO VERDE E O SECTOR DO TURISMO 1. Importância do Turismo 2. Estatísticas do Turismo em CV II. OBSERVATÓRIO DO TURISMO

Leia mais

ACORDO-QUADRO SOBRE STRESS NO TRABALHO

ACORDO-QUADRO SOBRE STRESS NO TRABALHO ACORDO-QUADRO SOBRE STRESS NO TRABALHO (Acordo assinado em 8 de Outubro de 2004, em Bruxelas, entre a Confederação Europeia de Sindicatos (CES) e as Associações Patronais Europeias) 1. Introdução O stress

Leia mais

ACORDO-QUADRO SOBRE STRESS NO TRABALHO

ACORDO-QUADRO SOBRE STRESS NO TRABALHO ACORDO-QUADRO SOBRE STRESS NO TRABALHO (Acordo assinado em 8 de Outubro de 2004, em Bruxelas, entre a Confederação Europeia de Sindicatos (CES) e as Associações Patronais Europeias) 1. Introdução O stress

Leia mais

CURSO DE GESTÃO DE ENERGIA NA INDÚSTRIA. Tema: Manutenção Industrial Formador: João de Jesus Ferreira

CURSO DE GESTÃO DE ENERGIA NA INDÚSTRIA. Tema: Manutenção Industrial Formador: João de Jesus Ferreira Tema: Manutenção Industrial Formador: João de Jesus Ferreira Miranda do Corvo, Junho de 2006 ÍNDICE: 1. Introdução ao tema da Gestão da Energia e da Gestão da Manutenção. 2. Conceitos sobre a metodologia

Leia mais

ERGONOMIA AULA FLORIANÓPOLIS

ERGONOMIA AULA FLORIANÓPOLIS ERGONOMIA AULA FLORIANÓPOLIS 15.10.2016 Ergonomia na Atualidade História 1700 Brenardino Ramazzini livro De Morbis Artificum. 1857 Wojciech Jastrzebowski cita o termo Ergonomia. 1912 - Taylor Princípios

Leia mais

BALANCED SCORECARD. PARA MANUTENÇÃO para melhorar a performance do departamento. Elabore, Planeie, Implemente. Curso.

BALANCED SCORECARD. PARA MANUTENÇÃO para melhorar a performance do departamento. Elabore, Planeie, Implemente. Curso. Curso Elabore, Planeie, Implemente BALANCED SCORECARD PARA MANUTENÇÃO para melhorar a performance do departamento Balanced Scorecard como ferramenta de gestão estratégica Como elaborar o mapa estratégico

Leia mais

Plano de Promoção de Desempenho Ambiental da EDP Distribuição ( ) Ponto de situação

Plano de Promoção de Desempenho Ambiental da EDP Distribuição ( ) Ponto de situação Plano de Promoção de Desempenho Ambiental da EDP Distribuição (2009-2011) Ponto de situação 14 de Julho de 2009 Seminário ERSE Enquadramento 1. O PPDA 2009-2011 da EDP D é composto por 8 Medidas (100%

Leia mais

Gestão do Risco para a Saúde

Gestão do Risco para a Saúde Gestão do Risco para a Saúde As Directivas de Águas Balneares e a Vigilância Sanitária DIRECTIVA 2006/7/CE GESTÃO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS BALNEARES DIVISÃO DE SAÚDE AMBIENTAL DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE Índice

Leia mais

DL 254/2007 Distâncias de Segurança a Instalações Seveso A perspectiva do operador Solvay Portugal, S.A.

DL 254/2007 Distâncias de Segurança a Instalações Seveso A perspectiva do operador Solvay Portugal, S.A. DL 254/2007 Distâncias de Segurança a Instalações Seveso A perspectiva do operador Solvay Portugal, S.A. Célia Duarte HSE Manager Enquadramento e Objectivo O operador Solvay Portugal e o seu enquadramento

Leia mais

Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa

Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa EAPN Portugal / Rede Europeia Anti Pobreza Observatório de Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa Documento realizado para

Leia mais

Plano de Acção do Departamento do 1.º Ciclo 2010 / 2011

Plano de Acção do Departamento do 1.º Ciclo 2010 / 2011 Plano Agrupamento Plano de Acção do Departamento do 1.º Ciclo 2010 / 2011 Prioridades Objectivos Estratégias ACÇÕES METAS AVALIAÇÃO P.1. Obj. 1 E.1 Ao 3.º dia de ausência do aluno, efectuar contacto telefónico,

Leia mais

SERVIÇOS FLORESTAIS: TRABALHO COM SEGURANÇA PRINCIPAIS RISCOS DOS TRABALHOS FLORESTAIS. Interprev Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

SERVIÇOS FLORESTAIS: TRABALHO COM SEGURANÇA PRINCIPAIS RISCOS DOS TRABALHOS FLORESTAIS. Interprev Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SERVIÇOS FLORESTAIS: TRABALHO COM SEGURANÇA PRINCIPAIS RISCOS DOS TRABALHOS FLORESTAIS Interprev Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Cecília Leonor Guarda, 02 de Outubro de 2012 PRINCIPAIS RISCOS DOS

Leia mais

A SITUAÇÃO SOBRE OS CASAMENTOS PREMATUROS EM MOÇAMBIQUE E A LEGISLAÇÃO RELACIONADA. Maputo, Dezembro de 2015

A SITUAÇÃO SOBRE OS CASAMENTOS PREMATUROS EM MOÇAMBIQUE E A LEGISLAÇÃO RELACIONADA. Maputo, Dezembro de 2015 MINISTÉRIO DO GÉNERO, CRIANÇA E ACÇÃO SOCIAL A SITUAÇÃO SOBRE OS CASAMENTOS PREMATUROS EM MOÇAMBIQUE E A LEGISLAÇÃO RELACIONADA Maputo, Dezembro de 2015 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO 1. Introdução; 2. Situação

Leia mais

STEP AHEAD. processos.

STEP AHEAD. processos. STEP AHEAD A Step Ahead Consulting é uma empresa multinacional de Consultoria na área das Tecnologias de Informação (TI). A sua área de actividade principal é optimização e controlo de processos. Optimização

Leia mais

Indicadores de performance ambiental e a sua relação com factores económicos na implementação de MTD no sector têxtil LIFE 07 ENV/PT/000625

Indicadores de performance ambiental e a sua relação com factores económicos na implementação de MTD no sector têxtil LIFE 07 ENV/PT/000625 Indicadores de performance ambiental e a sua relação com factores económicos na implementação de MTD no sector têxtil LIFE 07 ENV/PT/000625 Layman s Report ÂMBITO E OBJECTIVO No sector têxtil não estão

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PAVIMENTOS AEROPORTUÁRIOS. Susana Brito Direcção de Infra-estruturas Aeronáuticas

SISTEMA DE GESTÃO DE PAVIMENTOS AEROPORTUÁRIOS. Susana Brito Direcção de Infra-estruturas Aeronáuticas SISTEMA DE GESTÃO DE PAVIMENTOS AEROPORTUÁRIOS Susana Brito Direcção de Infra-estruturas Aeronáuticas I) INTRODUÇÃO Genericamente, a gestão de pavimentos tem como objectivo definir uma política de conservação

Leia mais

Evaluation of a protocol exercises for musicians with musculoskeletal problems

Evaluation of a protocol exercises for musicians with musculoskeletal problems Evaluation of a protocol exercises for musicians with musculoskeletal problems Avaliação da efetividade de um protocolo de Exercícios de Relaxamento Muscular em músicos com alterações músculoesqueléticas

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES Outubro / Dezembro 2009

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES Outubro / Dezembro 2009 FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES Outubro / Dezembro 2009 OBJECTIVOS GERAIS Visa-se com este programa a melhoria da qualidade da formação profissional, através da aquisição e do desenvolvimento

Leia mais

ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016

ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 Enquadramento Na Europa, 60% dos acidentes de trabalho de que resultam mortos são acidentes rodoviários, incluindo os acidentes de trajecto para o trabalho. Acidentes

Leia mais

Avaliação do desempenho do docente -2011/2012

Avaliação do desempenho do docente -2011/2012 Avaliação do desempenho do docente -2011/2012 (Decreto-regulamentar n.º 26/2012, de 21 de Fevereiro) A avaliação do desempenho do pessoal docente visa a melhoria da qualidade do serviço educativo e das

Leia mais

Projecto. Produzir menos 100 kg/habitante/ano na Região do Porto. Seminário A Prevenção na Produção de Resíduos Lipor 06 Julho 2006

Projecto. Produzir menos 100 kg/habitante/ano na Região do Porto. Seminário A Prevenção na Produção de Resíduos Lipor 06 Julho 2006 Projecto Produzir menos 100 kg/habitante/ano na Região do Porto Seminário A Prevenção na Produção de Resíduos Lipor 06 Julho 2006 A produção de resíduos na Área Metropolitana do Porto tem vindo a aumentar

Leia mais

Monitorização e Avaliação do Plano de Acção do Plano de Desenvolvimento Social

Monitorização e Avaliação do Plano de Acção do Plano de Desenvolvimento Social Nota de Apresentação Monitorização e Avaliação do Plano de Acção do Plano de Desenvolvimento Social (Referencial) O presente documento constitui uma proposta de referencial do processo de monitorização

Leia mais

FATORES DE RISCO PSICOSSOCIAIS E RISCOS PROFISSIONAIS: O CASO DAS LMELT. Florentino Serranheira António Sousa Uva

FATORES DE RISCO PSICOSSOCIAIS E RISCOS PROFISSIONAIS: O CASO DAS LMELT. Florentino Serranheira António Sousa Uva FATORES DE RISCO PSICOSSOCIAIS E RISCOS PROFISSIONAIS: O CASO DAS LMELT Florentino Serranheira António Sousa Uva LMELT e fatores de risco psicossociais: causa/consequência CEE INQUÉRITO DE OPINIÃO 2000

Leia mais

Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio)

Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio) Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio) IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO DE QUALIDADE E AMBIENTE DE ACORDO COM OS REFERENCIAIS NORMATIVOS

Leia mais

BPFs / HACCP 1 BOAS PRÁTICAS DE FABRICO HACCP (HAZARD ANALYSIS AND CRITICAL CONTROL POINTS) João Gusmão Lisboa, Dezembro 2003

BPFs / HACCP 1 BOAS PRÁTICAS DE FABRICO HACCP (HAZARD ANALYSIS AND CRITICAL CONTROL POINTS) João Gusmão Lisboa, Dezembro 2003 BPFs / HACCP 1 BOAS PRÁTICAS DE FABRICO HACCP (HAZARD ANALYSIS AND CRITICAL CONTROL POINTS) João Gusmão Lisboa, Dezembro 2003 BPFs / HACCP 2 SEGURANÇA A SEGURANÇA DO PRODUTO ALIMENTAR CONSTITUI UM REQUISITO

Leia mais

AEDLV - Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância D. Lourenço Vicente. Plano de Melhoria do Agrupamento

AEDLV - Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância D. Lourenço Vicente. Plano de Melhoria do Agrupamento Plano de Melhoria do Agrupamento dezembro 2013 1. Introdução O Plano de Melhoria que neste momento se apresenta, constitui um instrumento de suporte à programação e à implementação das ações de melhoria

Leia mais

O Projecto FORBEN na LUSOTELHA

O Projecto FORBEN na LUSOTELHA O Projecto FORBEN na LUSOTELHA Rui Coelho LUSOTELHA, Lda. CTCV 29 de Maio 2008 1 A empresa LUSOTELHA - CERÂMICA DE TELHAS E TIJOLOS DE AGUEDA, LDA Designação Social: LUSOTELHA Constituição: 29 de Março

Leia mais

O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE PEDSA. Impacto esperado com a implementação do PEDSA através do CAADP

O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE PEDSA. Impacto esperado com a implementação do PEDSA através do CAADP O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE A SER IMPLEMENTADO ATRAVÉS DO PEDSA O PACTO A SER IMPLEMENTADO PELO PEDSA: PRIORIDADES Impacto esperado com a implementação do PEDSA através

Leia mais

PPDA PARECER RELATIVO À MONITORIZAÇÃO DA EEM MEDIDAS 28, 30 E 33

PPDA PARECER RELATIVO À MONITORIZAÇÃO DA EEM MEDIDAS 28, 30 E 33 PPDA 2009-2011 PARECER RELATIVO À MONITORIZAÇÃO DA EEM MEDIDAS 28, 30 E 33 JULHO 2001 PPDA 2009-2011 PARECERES RELATIVOS ÀS MEDIDAS 28, 30 E 33 MEDIDA 28 IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL

Leia mais

Melhoria da eficácia da triagem de resíduos

Melhoria da eficácia da triagem de resíduos 1966-2011 45 anos Melhoria da eficácia da triagem de resíduos hospitalares ao nível do produtor Fátima Gonçalves 15 de Abril de 2011 1 SUCH Associação de natureza privada sem fins lucrativos Mais de 40

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSULTOR

REGULAMENTO DO CONSULTOR De forma a assegurar o bom funcionamento das atividades de consultoria, o GIAGI Consultores em Gestão Industrial Lda. define um conjunto de regras para serem adotadas pelos consultores e seguidamente apresentadas,

Leia mais

III. Sistema de Monitorização

III. Sistema de Monitorização III. Sistema de Monitorização 159 De acordo com as orientações elaboradas para a execução das Cartas Educativas, na Carta Educativa do Concelho de Almeida prevê-se a concepção e operacionalização de um

Leia mais

GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL. Experiência da Direcção Regional do Comércio, Indústria e Energia

GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL. Experiência da Direcção Regional do Comércio, Indústria e Energia GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL Experiência da Direcção Regional do Comércio, Indústria e Energia Isabel Catarina Abreu Rodrigues Conselho Regional para a Modernização Administrativa 19 de Outubro de 2005

Leia mais

Capítulo 4 PONTOS FUNDAMENTAIS DA ABORDAGEM MÉDICA DOS DORT Estabelecimento do Médico Responsável, Formação da Equipe Assistencial e

Capítulo 4 PONTOS FUNDAMENTAIS DA ABORDAGEM MÉDICA DOS DORT Estabelecimento do Médico Responsável, Formação da Equipe Assistencial e ÍNDICE PARTE 1 17 Capítulo 1 ENTENDENDO OS MEMBROS SUPERIORES E A SOBRECARGA RELACIONADA AO TRABALHO 19 1.1 Estruturas Musculoesqueléticas de Interesse para Compreensão do Funcionamento dos Membros Superiores

Leia mais

Responsabilidade social em acção e desenvolvimento sustentável. Gestão do Risco Profissional. Gestão do. Profissional

Responsabilidade social em acção e desenvolvimento sustentável. Gestão do Risco Profissional. Gestão do. Profissional Gestão do Risco Profissional 1 RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA A Responsabilidade Social Corporativa foi definida pela Comissão Europeia como sendo a integração, por parte das empresas, das suas preocupações

Leia mais

Secretaria-Geral. Ministério da Economia e da Inovação. Secretaria-Geral

Secretaria-Geral. Ministério da Economia e da Inovação. Secretaria-Geral Ministério da Economia e da Inovação DIPLOMAS Decreto-Lei nº 186/2003 de 20 de Agosto Ministério da Economia Decreto-Lei nº 8/2005 de 6 de Janeiro Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho Decreto-Lei

Leia mais

C Â M A R A M U N I C I P A L D E B A R C E L O S

C Â M A R A M U N I C I P A L D E B A R C E L O S O presente regulamento visa dar cumprimento ao disposto no artigo 5.º do REGULAMENTO INTERNO DE SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO do MUNICIPIO DE BARCELOS. Pretende-se estabelecer as prescrições mínimas

Leia mais

INSTRUTIVO N.º 01/2013 de 22 de Março RELATÓRIO SOBRE A GOVERNAÇÃO CORPORATIVA E SISTEMA DE CONTROLO INTERNO

INSTRUTIVO N.º 01/2013 de 22 de Março RELATÓRIO SOBRE A GOVERNAÇÃO CORPORATIVA E SISTEMA DE CONTROLO INTERNO INSTRUTIVO N.º 01/2013 de 22 de Março ASSUNTO: RELATÓRIO SOBRE A GOVERNAÇÃO CORPORATIVA E SISTEMA DE CONTROLO INTERNO Havendo necessidade de se regulamentar o envio de informação ao Banco Nacional de Angola

Leia mais

PISTAS PARA IMPLEMENTAR ISO 14001:1996

PISTAS PARA IMPLEMENTAR ISO 14001:1996 PISTAS PARA IMPLEMENTAR ISO 14001:1996 A NORMA NP EN ISO 14001 REVISÃO PELA DIRECÇÃO E MELHORIA PLANEAMENTO COMPROMETIMENTO/ POLÍTICA ACOMPANHAMENTO E MEDIÇÃO IMPLEMENTAÇÃO 1 ISO 14001 4.1 - REQUISITOS

Leia mais

Índice O O PAPEL DOS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES NA PREVENÇÃO DAS LMERT. As LMERT na Indústria de Distribuição de Energia

Índice O O PAPEL DOS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES NA PREVENÇÃO DAS LMERT. As LMERT na Indústria de Distribuição de Energia O O PAPEL DOS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES NA PREVENÇÃO DAS LMERT João Ribeiro 20 - Fevereiro - 2008 Índice Problemática geral das lesões músculo-esqueléticas Funcionamento biomecânico do esqueleto

Leia mais

Carina Gonçalves, Carlos Dimas e Cátia Silva

Carina Gonçalves, Carlos Dimas e Cátia Silva Gestão da Qualidade 1 Índice Introdução... 3 Objectivo geral... 4 Objectivos específicos... 4 Qualidade... 5 Gestão da Qualidade Total (TQM)... 6 Os princípios básicos da qualidade total são:... 7 Qualidade

Leia mais

FICHA DE PROJECTO. Nome do Projecto Murtas na Cidade LOGOTIPO. Ano de Início. Julho de Duração Prevista Nome da pessoa responsável pelo projecto

FICHA DE PROJECTO. Nome do Projecto Murtas na Cidade LOGOTIPO. Ano de Início. Julho de Duração Prevista Nome da pessoa responsável pelo projecto FICHA DE PROJECTO Nome do Projecto Murtas na Cidade LOGOTIPO Ano de Início Duração Prevista Nome da pessoa responsável pelo projecto Direcção e Gabinete de Bairro (se aplicável) Público-alvo Bairro Abrangido

Leia mais

A importância do Estudo de Impacte Ambiental no contexto de desenvolvimento de Angola

A importância do Estudo de Impacte Ambiental no contexto de desenvolvimento de Angola A importância do Estudo de Impacte Ambiental no contexto de desenvolvimento de Angola 14 Setembro 2011 Hotel de Convenções de Talatona, Luanda - ANGOLA Vladimir Russo Director Técnico Holísticos Angola

Leia mais

Desenvolvimento Industrial em. Moçambique. African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique

Desenvolvimento Industrial em. Moçambique. African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique República de Moçambique African Iron&Steel Conference, de 23 de Juhno de 2015, Hotel Avenida, Maputo, Moçambique Direcção Nacional da Industria Desenvolvimento Industrial em Moçambique Eng. Mateus Matusse

Leia mais

O relatório de auto-avaliação no âmbito do SIADAP 1

O relatório de auto-avaliação no âmbito do SIADAP 1 W O R K S H O P O relatório de auto-avaliação no âmbito do SIADAP 1 Jorge Caldeira Lisboa, 2 de Julho de 2008 Agenda Papel da DGPJ - intercalar Conceitos Vantagens - Arquitectura dos processos de monitorização

Leia mais

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Formadora - Magda Sousa MÓDULO 1 NORMATIVOS LEGAIS OBJECTIVO Interpretar e aplicar a legislação, regulamentos

Leia mais

Cursos de Formação COTHN / SGS

Cursos de Formação COTHN / SGS ACÇÃO DE FORMAÇÃO Organização da emergência / Plano de emergência interno Permitir identificar situações de emergência e a elaborar um Plano de Emergência Interno. Curso Reconhecido pela ACT para Renovação

Leia mais

Gostaríamos que respondessem de forma reflectida e sincera, a fim de acedermos a um conhecimento fundamentado sobre as questões em análise.

Gostaríamos que respondessem de forma reflectida e sincera, a fim de acedermos a um conhecimento fundamentado sobre as questões em análise. Questionário de Inquérito Colegas, A experiência profissional e a investigação educacional têm revelado que a supervisão organizacional das escolas é um factor que concorre decisivamente para a melhoria

Leia mais

PLANO DE INTERVENÇÃO

PLANO DE INTERVENÇÃO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES EQUIPA INTERDISCIPLINAR PLANO DE INTERVENÇÃO ANOS LECTIVOS 2009/2010 e 2010/2011 ÍNDICE Nota Introdutória.. 3 Parte I - Caracterização..4 1.1 Caracterização do Ambiente Interno.4

Leia mais

Excelência na Produtividade

Excelência na Produtividade Excelência na Produtividade Logística e Lavandaria Salsa Joaquim Albuquerque HEADQUARTERS Salsa Irmãos Vila Nova, SA 1987 Fundada como Lavandaria / Tinturaria em peça confeccionada; 1994 Criação da marca

Leia mais

Relatório de Ação. Ano Letivo 2011/2012 DESENVOLVIMENTO DA AÇÃO PÚBLICO-ALVO: COMUNIDADE DISCENTE RELATÓRIO DA AÇÃO

Relatório de Ação. Ano Letivo 2011/2012 DESENVOLVIMENTO DA AÇÃO PÚBLICO-ALVO: COMUNIDADE DISCENTE RELATÓRIO DA AÇÃO Relatório de Ação Ano Letivo 2011/2012 DESENVOLVIMENTO DA AÇÃO DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: (+) APOIAR GRUPO DA AÇÃO: PREVENÇÃO DO ABANDONO, ABSENTISMO E INDISCIPLINA RESPONSÁVEIS: FRANCISCO COELHO, GINA AFONSO,

Leia mais

Plano de Aula: Aula 1 Ano letivo: 2013/2014. Curso: Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

Plano de Aula: Aula 1 Ano letivo: 2013/2014. Curso: Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Plano de Aula: Aula 1 Ano letivo: 2013/2014 - Apresentação do projeto - Formação de grupos de trabalho - Revisões sobre a utilização das ferramentas: - Microsoft Visio - Raptor Desenvolvimento de algoritmos

Leia mais

Avaliação da Dor - 5º Sinal Vital:

Avaliação da Dor - 5º Sinal Vital: Avaliação da Dor - 5º Sinal Vital: Um projecto de intervenção-acção Grupo de Trabalho: Fernanda Dantas Raquel Flores Avaliação da Dor: 5º SINAL VITAL Circular Normativa nº 9 da Direcção-Geral da Saúde

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Componente de Formação Sociocultural Português (b) Língua Estrangeira I ou II (c) Área

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO A Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, lei 147/99, de 1 de Setembro, consagra um

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho CURSO Gestão de Recursos Humanos ÁREA CIENTÍFICA Gestão de Pessoal CICLO 1º GRAU Licenciatura PROGRAMA DA DISCIPLINA DOCENTE(S) RESPONSÁVEL(EIS) Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Filipe Alberto Marques

Leia mais

Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 - Ministério da Saúde

Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 - Ministério da Saúde MISSÃO: Contribuir para ganhos em saúde pública através de actividades de investigação e desenvolvimento tecnológico, actividade laboratorial de referência, observação da saúde e vigilância epidemiológica,

Leia mais

Qualidade de Vida Urbana

Qualidade de Vida Urbana Sistema de Monitorização da Qualidade de Vida Urbana Relatório de Actualização do Painel de Indicadores Estatísticos 2004 Gabinete de Estudos e Planeamento Ficha Técnica Título Sistema de Monitorização

Leia mais

Formação Interempresas 2017

Formação Interempresas 2017 Formação Interempresas 2017 1 1 Calendário das acções 1º Semestre Lisboa 1 Lean Management 1d Ferramentas Básicas da Qualidade 2 1d 21 5S & Gestão Visual 3 1d 22 Gestão de Equipas 4 1d 5 6 TPM Total Productive

Leia mais

Ministério da Saúde. Ondas de Calor. Plano de Contingência DGS - Plano Contingência Calor 1

Ministério da Saúde. Ondas de Calor. Plano de Contingência DGS - Plano Contingência Calor 1 Ministério da Saúde Ondas de Calor Plano de Contingência 2004 4.5.2004 DGS - Plano Contingência Calor 1 Portugal Características das ondas de calor Ano Data Nº dias > 32ºC Temperatura máxima Local 1981

Leia mais

Plano Anual de Actividades Projecto Museu Escolar Dinamizado por: Ano Lectivo 2010/2011

Plano Anual de Actividades Projecto Museu Escolar Dinamizado por: Ano Lectivo 2010/2011 Plano Anual de Actividades Projecto Museu Escolar Dinamizado por: António Inácio e António Montezo Ano Lectivo 2010/2011 CALENDARIZAÇÃO ACTIVIDADES OBJECTIVOS ARTICULAÇÃO INTERDISCIPLINAR PÚBLICO-ALVO

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ENERGIA UNIDADE DE GÉNERO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ENERGIA UNIDADE DE GÉNERO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ENERGIA UNIDADE DE GÉNERO PLANO ESTRATÉGICO PARA A PROMOÇÃO DA IGUALDADE DO GÉNERO DO SECTOR DA ENERGIA (2008-2013) VIII Conselho Coordenador Nampula, 17 de Agosto

Leia mais

Eficiência Hídrica para Edifícios e Espaços Públicos O Caminho para a Gestão Sustentável da Água POVT FEDER

Eficiência Hídrica para Edifícios e Espaços Públicos O Caminho para a Gestão Sustentável da Água POVT FEDER Seminários de Divulgação nos Municípios da CIRA Eficiência Hídrica para Edifícios e Espaços Públicos O Caminho para a Gestão Sustentável da Água POVT-15-142-FEDER-000022 Victor M. Ferreira 1 O desafio

Leia mais

DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS MINISTÉRIO PARA A COORDENAÇÃO DA ACÇÃO AMBIENTAL DIRECÇÃO NACIONAL DE GESTÃO AMBIENTAL DESAFIOS NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Apresentado por: Julia Ussy Félix Maputo, Fevereiro de 2014 SEQUÊNCIA

Leia mais

Programa MOVE. Contribuição para a Melhoria da Competitividade das Empresas: Apresentação de boas práticas. Lisboa, 29 de Setembro de 2011

Programa MOVE. Contribuição para a Melhoria da Competitividade das Empresas: Apresentação de boas práticas. Lisboa, 29 de Setembro de 2011 Programa MOVE Contribuição para a Melhoria da Competitividade das Empresas: Apresentação de boas práticas Lisboa, 29 de Setembro de 2011 INDÍCE 1. Breve Apresentação da Empresa 2. Porquê participar no

Leia mais

André Silva Saint-Gobain Weber Portugal, S.A. Contratação de Empresas Externas Aspectos da SHST

André Silva Saint-Gobain Weber Portugal, S.A. Contratação de Empresas Externas Aspectos da SHST André Silva Saint-Gobain Weber Portugal, S.A. Contratação de Empresas Externas Aspectos da SHST Escola Profissional de Aveiro Auditório Eng.º Victor Matos 4 de Maio de 2011 Aspectos da SHST na Contratação

Leia mais

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG

Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem

Leia mais

DECRETO-LEI 3/ de Janeiro

DECRETO-LEI 3/ de Janeiro DECRETO-LEI 3/2008 7 de Janeiro ÂMBITO Define os apoios especializados a prestar na Educação Pré-Escolar e nos ensinos básico b e secundário dos sectores públicos, p particular e cooperativo. Princípios

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho

Segurança e Higiene do Trabalho Segurança e Higiene do Trabalho Pós-graduação e Mestrado Descrição geral SHT-001/002 Conteúdo 1 Enquadramento... 3 2 Objectivos e perfis... 3 2.1 Objectivos...3 2.2 Perfil de entrada...3 2.3 Perfil de

Leia mais

Mecanismo de Gestão de Relação com as Comunidades

Mecanismo de Gestão de Relação com as Comunidades Mecanismo de Gestão de Relação com as Comunidades Introdução O diálogo constante e regular com as partes interessadas e afectadas pelo projecto florestal é uma prioridade para a Portucel Moçambique. Para

Leia mais

The balanced scorecard is like the dials in an airplane cockpit: it gives managers complex information at a glance.

The balanced scorecard is like the dials in an airplane cockpit: it gives managers complex information at a glance. The balanced scorecard is like the dials in an airplane cockpit: it gives managers complex information at a glance. Robert S. Kaplan and David P. Norton Harvard Business School Case Study Análise da metodologia

Leia mais

Ocupação Plena dos Tempos Escolares PLANO ANUAL 2009/2010. prof. [Escolher a data] 1 Projecto Educativo

Ocupação Plena dos Tempos Escolares PLANO ANUAL 2009/2010. prof. [Escolher a data] 1 Projecto Educativo 1 Projecto Educativo Ocupação Plena dos Tempos Escolares PLANO ANUAL 2009/2010 Marinha Grande, 05 de Setembro de 2009 ESPR 2008-2011 prof. [Escolher a data] 2 Critérios de Avaliação Índice I. ENQUADRAMENTO

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XXIV Listas de verificação. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XXIV Listas de verificação. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XXIV Listas de verificação um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem

Leia mais

ESTRATEGIA DE ADVOCACIA:

ESTRATEGIA DE ADVOCACIA: ESTRATEGIA DE ADVOCACIA: COMPETÊNCIAS CHAVE PARA A SUA EXECUÇÃO MOVIMENTO SUN POR: DERCIO MATALE PROJECTO RAC HELEN KELLER INTERNATIONAL O QUE E DE ADVOCACIA? Uma combinação de abordagens, técnicas e mensagens

Leia mais

REDE SOCIAL DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO PLANO DE ACÇÃO PARA 2010

REDE SOCIAL DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 REDE SOCIAL DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO PLANO DE ACÇÃO PARA 2010 EIXO I Promoção da Inclusão das famílias com especial enfoque às necessidades dos idosos OBJECTIVO GERAL Melhorar as condições de vida de

Leia mais

CEVALOR. AEP Seminário. 02 de Abril de 2008 CEVALOR. Breves reflexões sobre a GRH

CEVALOR. AEP Seminário. 02 de Abril de 2008 CEVALOR. Breves reflexões sobre a GRH AEP Seminário 02 de Abril de 2008 Breves reflexões sobre a GRH - Programas de desenvolvimento dos recursos humanos não estão interligados com a estratégia - Recursos Humanos geridos como centros de custo

Leia mais

Six Sigma / Lean Six Sigma

Six Sigma / Lean Six Sigma Six Sigma / Lean Six Sigma Six Sigma / Lean Six Sigma Yellow Belt Six Sigma / Lean Six Sigma Green Belt Six Sigma / Lean Six Sigma Black Belt Six Sigma / Lean Six Sigma Master Black Belt 1 Qualificações

Leia mais

REABILITAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE AVAC EM EDIFICIOS, NA PERSPECTIVA DE UM INSTALADOR. Autor: Manuel dos Santos

REABILITAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE AVAC EM EDIFICIOS, NA PERSPECTIVA DE UM INSTALADOR. Autor: Manuel dos Santos REABILITAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE AVAC EM EDIFICIOS, NA PERSPECTIVA DE UM INSTALADOR Autor: Manuel dos Santos 1) O que é a Reabilitação Reabilitar, no sentido corrente da palavra, significa pegar em algo

Leia mais

Plano de Actividades Ano lectivo 2008/2009 Tema: A aventura dos livros

Plano de Actividades Ano lectivo 2008/2009 Tema: A aventura dos livros Plano de Actividades Ano 2008/2009 Tema: A aventura dos livros 1 ACTIVIDADES DE ORGANIZAÇÃO Actividades Objectivos Intervenientes Calendarização Proceder à gestão de colecções. Organização e gestão do

Leia mais

MATRIZ DE MARCO LOGICO COMPONENTE DE CAPACIDADE TÉCNICA

MATRIZ DE MARCO LOGICO COMPONENTE DE CAPACIDADE TÉCNICA MATRIZ DE MARCO LOGICO COMPONENTE DE CAPACIDADE TÉCNICA RESULTADO ESPERADO: Modernizar os sistemas de controle e vigilância dos alimentos de tal forma que sejam preventivos e integrados e com uma maior

Leia mais

1. Análise de riscos e conceito de prevenção

1. Análise de riscos e conceito de prevenção !""#$!""%&'( 1. Análise de riscos e conceito de prevenção A primeira abordagem de um problema de segurança do trabalho é a análise de riscos. Com a análise de riscos pretende-se fazer o levantamento de

Leia mais

Contribuição das janelas para a iluminação natural

Contribuição das janelas para a iluminação natural Urban Rehabilitation Week Lisbon, LNEC, 5-7 April 2016 Workshop 4 Seleção da Caixilharia em Função da Exposição. A Nova Norma NP 4517 (Workshop 4 - Selection of Fenestration in Function of Exposure. The

Leia mais

A D A P T A Ç Ã O D O S M A P A S D E R U Í D O A O R E G U L A M E N T O G E R A L D E R U Í D O ( D E C. - L E I 9 / )

A D A P T A Ç Ã O D O S M A P A S D E R U Í D O A O R E G U L A M E N T O G E R A L D E R U Í D O ( D E C. - L E I 9 / ) A D A P T A Ç Ã O D O S M A P A S D E R U Í D O A O R E G U L A M E N T O G E R A L D E R U Í D O ( D E C. - L E I 9 / 2 0 0 7 ) P L A N O D I R E C T O R M U N I C I P A L D E S Ã O P E D R O D O S U

Leia mais

Plano Regional de Saúde Lisboa e

Plano Regional de Saúde Lisboa e Plano Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo Um Futuro para as Nossas Crianças Plano Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo 2010 2012 Rui Portugal Presidente da ARSLVT António Tavares Director do Departamento

Leia mais

Controlo do Álcool em Contexto Laboral

Controlo do Álcool em Contexto Laboral Controlo do Álcool em Contexto Laboral Saúde: Doenças e lesões nos vários órgãos (fígado, estômago, intestinos) Problemas digestivos Cirrose Degradação do equilíbrio familiar: Agressividade Falta de paciência,

Leia mais