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3 índice 04 Para quem trabalha com desenvolvimquem trabalha com desenvolvimento de sistemas e precisa coordenar o trabalho de uma... DataSnap XE Autor: Antonio Spitaleri 05 Banco de Dados Delphi Trabalhando com SQL Server 2008 Express Edition Autor:Thiago Cavalheiro Montebugnoli Banco de Dados Delphi Editorial Utilizando Subversion e Tortoise Autor: Bruno Alcarás 10 Criando aplicações modernas e profissionais. Autor:Luciano Pimenta Dicas - Dicas Delphi 29 Desafio The Club - Cruzada 30 Legenda Iniciante Intermediário Avançado 03

4 Bem-vindo Q uem trabalha com desenvolvimento de sistemas e precisa coordenar o trabalho de uma equipe envolvida em um mesmo projeto, se vê diante da preocupação de controlar os vários arquivos gerados em um projeto e as diversas versões que cada membro da equipe vai gerar. Para a solução desse tipo de problema, é de fundamental importância fazer uso de uma ferramenta de controle de versões. Entre as tecnologias mais em voga atualmente, está o SVN, acrônimo de SubVersioN. Nesse mês, nosso consultor Bruno Alcarás nos traz em nosso artigo de capa, como trabalhar com SubVersion utilizando a ferramenta Tortoise SVN. No artigo Utilizando SubVersion e Tortoise, Bruno nos mostra os principais conceitos do SubVersion e as principais funcionalidades do Tortoise SVN. No artigo DataSnap XE, mostro para vocês como fazer uso da tecnologia DataSnap na mais recente versão do Delphi, incluindo acesso ao Firebird com essa ferramenta. Nosso colaborador Thiago Montebugnoli segue em sua saga com o Sql Server Express Edition. Nesse mês ele nos mostra como trabalhar com a ferramenta no artigo: Trabalhando com Sql Server 2008 Express Edition. Para finalizar, nosso colaborador Luciano Pimenta nos mostra dicas importantes a respeito do visual de nossas aplicações no artigo Criando aplicações modernas e profissionais. Av. Profº Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações: (14) Suporte: (14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Skype Cadastro: theclub_cadastro Skype Suporte: theclub_linha1 theclub_linha2 theclub_linha3 Copyright The Club Megazine 2009 Diretor Técnico Marcos César Silva Diagramação e Arte Vitor M. Rodrigues Revisão Tassiane Fileto Colunistas Antonio Spitaleri Neto Bruno Alcarás Eduardo Massud Felipe Santos Luciano Pimenta Thiago Cavalheiro Montebugnoli Impressão e acabamento: GRIL - Gráfica e Editora Taquarituba-SP - Tel. (14) Por esse mês é isso. Bom Abril a todos e até Maio. Antonio Spitaleri Neto - Editor Chefe 04 Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club Megazine são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários.

5 Delphi DataSnap XE Por volta do ano de 1997, com o lançamento da versão 3 do Delphi, a Borland introduziu uma tecnologia de acesso a dados através de aplicações distribuídas, o DataSnap. De início, a tecnologia DataSnap não se mostrou viável devido a sua complexidade e custo de licença elevados. Era, na época, mais fácil ao desenvolvedor Delphi utilizar acesso remoto via drivers ODBC e comunicação TCP\IP. Com a versão 6 do Delphi, a tecnologia DataSnap sofreu importantes alterações, tanto nos custos quanto na forma de se utilizar a tecnologia. Com o Delphi 7, a tecnologia DataSnap dava um importante passo para sua popularização, pois se tornava mais acessível financeiramente e ainda a complexidade ficava menor. Porém para o desenvolvedor Delphi médio, utilizar DataSnap para aplicações distribuídas ainda era difícil devido ao fato de que certos conceitos não muito populares entre os desenvolvedores Delphi precisavam ser aprendidos. Além disso, os drivers de acesso a banco de dados contidos no Delphi não estavam 100% preparados para essa tecnologia, o que causava alguns erros difíceis de serem contornados. Após a versão 7, até hoje considerada por alguns desenvolvedores Delphi a melhor versão da ferramenta, o Delphi viveu o que se pode chamar de Era das Trevas. Exageros a parte, entre as versões 7 e 2009 do Delphi, poucas mudanças foram incorporadas ao Delphi. Some-se a isso às tentativas frustradas de incorporar a tecnologia.net da Microsoft diretamente ao Delphi, que acabaram atrasando o desenvolvimento da ferramenta em várias frentes. A tecnologia DataSnap não passou ilesa por esse período obscuro da história do Delphi. Durante o período entre as versões 7 e 2009 do Delphi, a tecnologia DataSnap, antes promissora, praticamente caiu no ostracismo, sendo quase que totalmente deixada de lado pelos desenvolvedores que utilizavam Delphi. Nessa época muitos desenvolvedores ficaram na dúvida se não era mais viável migrar suas aplicações que necessitavam de acesso remoto para tecnologias que na época poderiam oferecer maiores recursos, como.net e Java. Com a chegada do Delphi 2009, uma nova época começou para o Delphi e consequentemente para o DataSnap. O DataSnap 2009 trouxe uma forma de trabalho muito 05

6 mais amigável e ainda assim robusta, o que permitiu que o desenvolvedor Delphi médio pudesse utilizar a tecnologia para a criação de aplicações distribuídas. O fato de ter se tornado mais amigável não significa que DataSnap, a partir da versão 2009, tenha se tornado uma tecnologia não confiável. A robustez da tecnologia foi mantida e novas funcionalidades foram acresecentadas. Na versão 2010, DataSnap, além das melhorias anteriores, ganhou suporte a Tunneling e HTTP, ampliando o leque de possibilidades com a tecnologia. Na nova versão do Delphi, Delphi XE, DataSnap segue sua evolução. Agora, além de maior consistência com relação a HTTP, DataSnap ganhou suporte a Cloud, podendo acessar servidores Cloud para busca de dados. Os novos drivers de acesso a dados presentes no Delphi XE estão melhor integrados com DataSnap, permitindo o desenvolvimento de aplicações ligadas aos principais bancos de dados do mercado, como Firebird, Interbase, Sql Server, entre outros. Seguindo em nossa série de artigos sobre o novo Delphi XE, nesse artigo estarei mostrando o desenvolvimento de uma aplicação simples cliente\server utilizando DataSnap XE. O banco de dados que utilizarei no exemplo é o Firebird, um dos mais populares entre os desenvolvedores Delphi. DBExpress: Todos esse drivers podem ser utilizados em conjunto com a tecnologia DBExpress, além disso, o uso de DBExpress possibilita o uso de drivers de terceiros que podem facilmente incorporados ao DBExpress. Clique com o botão direito sobre o driver Firebird e escolha Add New Connection. Será exibida uma tela pedindo o nome da conexão. Coloque o nome EMPLOYEE. Com a conexão criada, temos de passar os parâmetros para a mesma. Ainda no Data Explorer, clique no sinal + ao lado do driver Firebird e após isso clique com o botão direito sobre a conexão EMPLOYEE. Selecione Modify Connection. Será exibida a seguinte tela: Veja a imagem 2. Em DataBase Name coloque o caminho onde se encontra a base de dados. No exemplo utilizarei C:\Employee.fdb. UserName e Password podem ser deixados como padrão. Clique em Test Connection e se a conexão ocorrer com sucesso clique em OK. Com a conexão criada, podemos ir ao passo seguinte. Criando o servidor DataSnap Com a conexão criada, faremos em seguida a criação do servidor DataSnap. No Delphi XE, acesse o menu File New Other. Na árvore de opções a esquerda, selecione Delphi Projects DataSnap Server. Selecione na tela a opção DataSnap Server e clique em Ok. Será exibida a seguinte tela com as opções de servidor DataSnap disponíveis no Delphi XE: Veja a imagem 3. Como é possível ver na imagem, temos três opções de servidor DataSnap: VCL Forms Application: Servidor com a aparência tradicional de uma aplicação Win32, com janela e demais componentes visuais. Console Application: Servidor rodando em Mãos a obra! Montando a conexão Para nosso exemplo, vamos utilizar o banco Employee.fdb que acompanha a instalação do Firebird. Abra o Delphi XE e acesse o menu View DataExplorer. Será exibida a lista de drivers do Imagem 2. 06

7 modo texto, estilo aplicações para MS-DOS. Service Application: Servidor rodando como serviço, em background na máquina. Para nosso exemplo utilizaremos a opção VCL Forms Application. Selecione e clique em Next. Será exibida a próxima tela de configuração do servidor DataSnap: Nessa tela escolhemos os protocolos que nosso servidor suportará para conexão, TCP e HTTP são as opções. Ambas podem ser escolhidas ou uma delas. Para nosso exemplo utilizaremos apenas TCP. Podemos também definir se nosso servidor será autenticado, ou seja, se o cliente precisará de Login e senha para se conectar. Não utilizaremos essa opção em nosso exemplo. E por fim escolhemos se iremos adicionar os métodos do servidor em uma classe e se essa classe terá os métodos EchoString e ReverseString, em nosso exemplo marcaremos ambas as opções. Imagem 3. Clique em Next. Na tela seguinte, escolhemos a porta TCP na qual o nosso servidor irá operar. No exemplo mantemos 211 como número da porta. Se em sua máquina houver outra aplicação utilizando a porta 211, pode escolher outro número. Na próxima tela iremos definir de qual classe nossa classe de métodos no servidor irá herdar. Para o nosso exemplo escolheremos TDataModule. Clique em Finish. Nosso servidor DataSnap está pronto. Veja que como escolhemos VCL Forms Application como tipo de servidor, as entidades contidas no servidor DataSnap são todas Formulários Delphi padrão. Em execução, esse formulários terão comportamento idêntico ao de qualquer formulário Win32. Além do formulário principal da aplicação, criado com o nome de Form1, temos outros dois Imagem 4. 07

8 formulários em nosso Server: ServerContainer: Nesse formulário estão os componentes que realizam o transporte e colocam as conexões do server a disposição das aplicações clientes. Nesse formulário, por padrão, são colocados os componentes: - DSServer: Principal componente dos servidores DataSnap, controla a criação e ciclo de vida das classes com os métodos do server DataSnap. - DSServerClass: Esse componente é o responsável por publicar os métodos do server para serem invocados pelo cliente DataSnap. - DSTCPServerTransport: Componente responsável pelo transporte de dados via TCP entre Server e Client DataSnap. ServerMethods: Esse formulário não irá conter nenhum objeto visual. Sua unit abrigará a classe com os métodos do Server DataSnap. Nesse formulário também colocaremos os componentes de acesso aos dados. Anteriormente, criamos nossa conexão de nome EMPLOYEE com o banco de dados Firebird. Iremos agora fazer uso dessa conexão. No formulário ServerMethods, coloque um componente SQLConnection da aba DBExpress. Em sua propriedade Connection Name escolha a conexão EMPLOYEE. Nossa conexão com o banco está criada. Agora iremos trazer os dados das tabelas. Coloque no formulário principal da aplicação dois componentes SQLDataSet. Altere suas propriedades Name para sdsemployee e sdscustomer respectivamente. Aponte suas propriedades SQL- Connection para o SQLConnection que inserimos no formulário anteriormente. As propriedades CommandText dos componente sdsemployee e sdscustomer ficarão respectivamente: SELECT * FROM EMPLOYEE; SELECT * FROM CUSTOMER; Colocamos os componentes responsáveis pela conexão com o banco e por trazer os dados no ServerMethods porque é esse formulário que irá conter os métodos para a exportação dos dados. Quando criamos nosso servidor DataSnap, já incluímos entre esses métodos os métodos ReverseString e EchoString. Incluiremos mais dois métodos: GetEmployees, para retornar a tabela Employee para o cliente e GetCustomers, para retornar para o mesmo cliente a tabela Customer. Veja a unit do formulário ServerMethods já com as funções citadas: unit ServerMethodsUnit1; interface uses SysUtils, Classes, DSServer,DB, DBXFirebird, FMTBcd, SqlExpr; type {$METHODINFO ON} TServerMethods1 = class(tdatamodule) SQLConnection1: TSQLConnection; sdsemployee: TSQLDataSet; sdscustomer: TSQLDataSet; private { Private declarations } public { Public declarations } function EchoString(Value: string): string; function ReverseString(Value: string): string; function GetEmployees:TDataSet; function GetCustomer:TDataSet; {$METHODINFO OFF} implementation {$R *.dfm} uses StrUtils, Unit1; function TServerMethods1. EchoString(Value: string): string; Result := Value; function TServerMethods1. GetCustomer: TDataSet; sdscustomer.open; Result:=sdsCustomer; function TServerMethods1. GetEmployees: TDataSet; sdsemployee.open; Result:=sdsEmployee; function TServerMethods1. ReverseString(Value: string): string; Result := StrUtils. ReverseString(Value); end. Os métodos GetEmployees e Get Customers é que serão os responsáveis por disponibilizar o acesso do cliente DataSnap as tabelas representadas pelos objetos SqlDataSet. Criando o Cliente DataSnap Com o Servidor DataSnap devidamente criado, 08

9 faremos agora a construção do cliente DataSnap, que é a aplicação que irá acessar os dados provenientes do servidor. O cliente DataSnap é uma aplicação simples, nos moldes padrão das aplicações Win32 Delphi. Para cria-la, acesse o menu File New VCL forms Application. Será criada uma aplicação com um Formulário. Antes de modificar o layout desse formulário, temos de adicionar um DataModule para abrigar nossos componentes de acesso aos dados. Imagem 5. Acesse o menu File New Other Delphi Files Data Module. No DataModule, insira os seguintes componentes: -SqlConnection: Driver:DataSnap; Port:211; HostName:localhost; -SqlServerMethod: Name:GetEmployees; SqlConnection:SqlConnection1; Server Method: TServerMethods1.GetEmployees; -SqlServerMethod: Name:GetCustomers; SqlConnection:SqlConnection1; Server Method: TServerMethods1.GetCustomers; Name:cdsCustomers; ProviderName:provCustomers; Com o DataModule pronto e acessando os dados, faremos agora a montagem do formulário principal da aplicação. Usaremos dois componentes DataSource ligados cada um a um ClientDataSet do DataModule. Em seguida iremos utilizar um PageControl com duas abas, cada uma com um DBGrid ligado a um DataSource. Veja o layout na imagem 5: Coloque os componentes ClientDataSet em Active=True e veja que os dados irão aparecer nos Dbgrids. Salve as alterações no cliente DataSnap. Conclusão: A tecnologia DataSnap, após renascer com a versão 2009 do Delphi, vem ganhando melhorias a cada nova versão, se consolidando assim como uma alternativa bastante razoável aos acessos remotos a bancos de dados. Espero que tenham gostado e até a próxima! -DataSetProvider: Name:provEmployees; DataSet:GetEmployees; -DataSetProvider: Name:provCustomers; DataSet:GetCustomers; -ClientDataSet: Name:cdsEmployees; ProviderName:provEmployees; Sobre o autor Antonio Spitaleri Neto Consultor Técnico The Club. -ClientDataSet: 09

10 Criando aplicações modernas e profissionais Dicas para turbinar o visual de suas aplicações Todo desenvolvedor acredito eu, gosta que seu trabalho seja de qualidade e bem elogiado, tanto por parte do cliente (o elogio mais importante) como por parte de quem conhece o projeto desenvolvido (usuários, outros desenvolvedores etc.). Sempre gosto de frisar que o mais importante em um sistema é a parte funcional, pois não adianta que a aparência do projeto seja boa, se ele não cumpre as necessidades do cliente. Então, tomamos por base que nosso sistema funcione de acordo com o que o cliente pediu, assim vamos melhorar o visual do mesmo. Se você deseja criar projetos com layouts profissionais, você precisa usar componentes para isso. Criar seus próprios componentes pode despender muito tempo, o que o desenvolvedor ou empresa onde trabalha, não tem. Ou, você pode usar uma suíte de componentes profissional que lhe de tudo que precisa de maneira rápida e fácil. Neste artigo, veremos o melhor dos dois mundos: componentes nativos do Delphi e componentes de terceiros. No primeiro exemplo, vamos criar uma aplicação que utiliza uma página de boas-vindas usando HTML e interagindo com formulários Delphi (semelhante a novas versões do Delphi e de outras ferramentas de desenvolvimento). Para componentes de terceiros vamos conhecer a melhor, em minha opinião, suíte de componentes: DevExpress, que possui componentes que tornam barra de ferramentas, menus e o novo Ribbon fácil de implementar em aplicações Delphi. Página de boas-vindas Para essa funcionalidade, usaremos o WebBrowser, onde vamos carregar um arquivo HTML com Figura 1. Formulário principal do projeto informações do sistema, além de links para acesso aos formulários. Além disso, a página poderá ser usada para navegar na internet, afinal o WebBrowser tem essa finalidade. Para iniciar o projeto, crie um novo projeto Win32 no Delphi (qualquer versão) e adicione um PageControl com uma aba. Dentro dessa aba, adicione um Panel (para adicionar botões de navegação) e um WebBrowser. Veja na Figura 1 como ficará o projeto inicialmente. Veja a Figura 1. Colocamos como botões, uma Toolbar dentro de outro Panel. O código dos botões será o contido na Listagem 1. 10

11 Listagem 1. Código dos botões Botão Voltar WebBrowser1.GoBack; Botão Avançar WebBrowser1.GoForward; Botão Home var afile: string; afile := ExtractFilePath( Application.ExeName) + 'index.htm'; if FileExists(aFile) then WebBrowser1. Navigate(aFile); Edit1.Text := 'index. htm'; end else ShowMessage('Arquivo não encontrado'); Veja que os métodos para avançar e retornar do WebBrowser são bem simples. Para o Home, vamos carregar um arquivo HTML que estará no diretório da aplicação. Faça a chamada ao evento Click do botão, também no evento OnShow, para quando abrirmos a aplicação, seja exibido o arquivo. Se quisermos navegar em sites, basta digitar o endereço na caixa de texto e clicar no botão. No código a seguir, carregamos a página no WebBrowser: WebBrowser1. Navigate(Edit1.Text); Teste, abrindo o projeto e digitando uma URL no Edit e aperte ENTER (Figura 2). Poderíamos implementar um navegador. Figura 2. Navegando na internet, usando o WebBrowser Vamos criar um arquivo HTML para ser a página inicial. Essa página terá links e informações sobre o sistema. Vamos mostrar apenas alguns links, mas para uma aplicação comercial, você pode dividir a aplicação em módulos, inclusive com mais arquivos HTML. Você pode usar qualquer editor de HTML para criar esse arquivo, mas o mais importante esta no código dos links, como no exemplo a seguir: <a href= clientes: > Veja que não usamos o caminho pra o arquivo, como por exemplo, clientes.html. Utilize isso para todos os links, veremos a seguir como modificar esse código para abrir formulários. Não vamos abrir formulários ainda, por que vamos criar os mesmos nas abas do PageControl, portanto, colocaremos somente avisos, para entendermos o funcionamento da técnica. No evento OnBeforeNavigate2 do WebBrowser digite o código da Listagem 2. Listagem 2. Código para abrir formulários ColonPos := Pos(':', URL); if ColonPos > 0 then Cancel := True; Comando := Copy(URL, 1, ColonPos - 1); if Comando = 'clientes' then ShowMessage('Botão de Clientes') else if Comando = 'fornecedores' then ShowMessage('Botão Fornecedores') else Cancel := False; O código anterior, procura no parâmetro URL, o valor da string até os dois pontos ( : ), por que o parâmetro retorna o link que foi clicado pelo usuário no HTML. Através da função Copy, armazenamos o valor da string na variável Comando e verificamos seu valor com um simples if, para executar uma determinada tarefa. Veja a Figura 2. Arquivo HTML var Comando: string; ColonPos: integer; Apenas teremos que fazer essa condição para cada formulário usado. Para maiores informações sobre o evento OnBeforeNavigate2, consulte o Help do Delphi. Modificaremos o código anterior, no final do artigo, depois de criarmos os formulá- 11

12 rios em abas. Dica: Peça ajuda a um profissional que entenda de layouts de páginas HTML (web designer), pois ele pode criar um layout mais dinâmico e profissional, apenas tomando o cuidado para a padronização que fizemos nos links. Formulários em abas Para a funcionalidade de criar abas com formulários, vamos criar primeiramente um formulário base. Neste artigo, irei trabalhar com herança visual de formulários, ou seja, teremos um formulário base e herdaremos deste para criar os outros formulários de cadastros. A idéia não é mostrar a técnica de herança visual e sim apenas de criação de formulários em abas. Para saber mais sobre o assunto, possuo vários artigos e aulas publicadas sobre o tema. Veja na Figura 3 o formulário base da aplicação. Figura 3. Formulário principal do projeto Com esse formulário, podemos criar os formulários de cadastros do projeto. Crie quantos formulários forem necessários. Agora, vamos começar a parte de criação das abas e visualização dos formulários na mesma. Adicione o código da Listagem 3 no formulário principal da aplicação. Listagem 3. Código para criar abas no Page- Control e mostrar o formulário procedure CriarAba(clsForm: TFormClass; Index: Integer); var TabSheet: TTabSheet; Form: TForm; Form := clsform. Create(TabSheet); TabSheet := TTabSheet. Create(Self); with TabSheet do PageControl := PageControl1; Caption := Form. Caption; ImageIndex := Index; with Form do Align := alclient; BorderStyle := bsnone; Parent := TabSheet; Show; PageControl1.ActivePage := TabSheet; Veja que temos dois parâmetros, o primeiro indicando a classe do formulário que abriremos e o segundo o índice do ícone que será mostrado na aba do PageControl. A seguir, instanciamos a classe passada por parâmetro, usando um variável local, passando como owner um TabSheet (aba) do PageControl. Continuando, instanciamos a variável TabSheet e configuramos algumas propriedades: para indicar o PageControl associado (importantíssimo), o Caption da aba e o índice da imagem. No PageControl, associe um ImageList com algumas imagens para poder mostrar as mesmas. A seguir, configuramos o formulário, usando a variável local e abrimos o mesmo, usando o Show. Para finalizar, precisamos mostrar a aba criada usando o ActivePage do PageControl. Para testar, coloque um Toolbar ou botões no formulário principal, para abrir os formulários. Para chamar o formulário, use o método criado na listagem anterior, como por exemplo: CriarAba(TfrmClientes, 0); Faça o teste e veja o formulário sendo aberto no PageControl (Figura 4). Figura 4. Abrindo o formulário no PageControl Veja que no formulário base, já temos um PageControl e duas abas. Para não ficar poluído o layout, você pode mudar a orientação do PageControl no formulário base de cadastro. Faça a mesma técnica para abrir outros formulários. Experimente fazer um teste e clicar novamente no botão de abrir formulário para um que já exista no PageControl. O que temos é uma duplicação de abas, e isso é um problema. Para resolver isso, precisamos criar um código que verifique se a aba já existe e em caso positivo, não criar outra aba. O código da Listagem 4 mostra como criar essa verificação. Listagem 4. Código para verificar se uma aba existe function AbaExiste(NomeAba: string): Boolean; var i: Integer; Aba: TTabSheet; Result := False; for i := 0 to PageControl1.PageCount - 1 do if PageControl1. Pages[i].Caption = NomeAba then Aba := PageControl1. Pages[i]; PageControl1. ActivePage := Aba; Result := True; break; 12

13 No código, percorremos as abas do PageControl e comparamos cada uma com o nome passado por parâmetro. Essa string nada mais é do que o Caption do formulário que vamos associar a aba. Se encontrarmos a aba com o mesmo nome, mostramos a mesma usando novamente o ActivePage e retornarmos True para a função. No CriarAba, vamos adicionar esse código da verificação, após instanciar a variável do formulário e antes de instanciar a variável TabSheet, usando o seguinte código: if AbaExiste(Form.Caption) then Exit; Essa verificação vai sair do código (Exit), caso encontre uma aba já existente e assim, mostrar a mesma para o usuário. Faça o teste, chame o formulário e após, tente clicar novamente no botão, não teremos mais a duplicação de abas. Fechando o formulário e aba Agora precisamos fechar o formulário e conseqüentemente, fechar a aba do PageControl. Para isso, vamos usar o código da Listagem 5. Lembre-se de colocar o mesmo na seção Public do formulário principal. Listagem 5. Código para fechar aba Aba := PageControl1. Pages[i]; Aba.Destroy; PageControl1. ActivePageIndex := 0; break; Esse código, novamente percorre as abas e compara com o parâmetro. Quando encontra a aba, ele destrói a mesma e coloca como aba ativa a primeira aba do projeto (Welcome Page). Caso não queria isso, basta indicar a aba ativa como a que esta com o índice menor ou maior (esquerda ou direita) da aba que esta sendo fechada. Por fim, devemos chamar esse código no formulário base, para quando o usuário fechar o formulário, a aba seja removida. No evento OnCloseQuery do formulário, devemos chamar o código anterior: frmmain.fecharaba(self. Caption); Já existe código nesse evento, então devemos usar esse código, somente quando o formulário for fechado. Veja que para sabermos o nome do formulário, basta passarmos o Caption do formulário base. Essa propriedade será a do formulário ativo, portanto, muito fácil de ser usada, pois estamos usando herança visual. No formulário base, adicione um botão e chame o método Close para fechar o mesmo. Execute a aplicação e faça os testes (Figura 5). Figura 5. Aplicação em execução Para finalizar, precisamos apenas modificar o código do evento OnBeforeNavigation2 (Listagem 2) do WebBrowser para chamar os formulários que queremos, assim podemos abrir os formulários pelo botões ou através do arquivo HTML. Uma dica: crie Actions para a chamada aos formulários, onde teremos um local para o código sem precisar duplicar o mesmo na aplicação. Veja na Figura 6 como ficou a aplicação final. Veja a Figura 6. procedure FecharAba(NomeAba: string); var i: integer; Aba: TTabSheet; for i := 0 to PageControl1.PageCount - 1 do if PageControl1. Pages[i].Caption = NomeAba then Figura 6. Aplicação final em execução 13

14 DevExpress Para componentes de terceiros, vamos conhecer os principais componentes que auxiliam a criação de layouts, iniciando pelo NavBar. Quando o Outlook implementou uma barra lateral com um layout muito bonito, os desenvolvedores procuraram fazer o mesmo em seus sistemas. Apareceram vários componentes que tentaram reproduzir essa barra lateral, mas como um grande pesquisador de componentes para Delphi, afirmo que o melhor é o NavBar da DevExpress. Como podemos ver na Figura 7, temos algumas opções de estilos do componente. Veja a Figura 7. Para criarmos um exemplo, vamos adicionar um dxnavbar no formulário. A primeira impressão é de um painel cinza, mas basta dar um duplo clique para abrirmos o editor (Figura 8), onde podemos criar grupos e itens. Veja que o editor já possui um NavBar no seu lado esquerdo. Veja a Figura 8. No item Groups, vamos adicionar os grupos da barra. Adicione quantos grupos desejar, usando o botão Add. No Object Inspector temos acesso às propriedades de cada grupo. Algumas propriedades que devem ser mencionadas: Figura 7. Estilos do NavBar (fonte: Caption: título do grupo; Hint: dica do grupo; UseSmallImages: indica se vamos mostrar ícones pequenos no grupo; LargeImageIndex, SmallImageIndex: indica o índice da imagem que vamos usar. Caso UseSmallImages esteja true, use SmallImageIndex, se não use LargeImageIndex. Nas propriedades do dxnavbar temos LargeImages e SmallImages para imagens grandes e pequenas, respectivamente. Adicione as imagens em dois ImageList e configure-os no controle. As imagens nos grupos aparecerão dependendo do estilo escolhido no componente. Veja na Figura 9 o projeto em execução. Figura 9. Criando grupos no componente Figura 8. Editor do NavBar 14

15 Para criar os itens, vamos usar a mesma técnica, acessando a opção Items no editor. Crie quantos itens quiser, associando os mesmos com ícones de sua preferência. Note que nos Items podemos usar Actions de uma ActionList, isso facilita em muito o desenvolvimento. Para associar os itens aos grupos, acesse a opção Link designer e arraste os itens nos respectivos grupos. Rode a aplicação (Figura 10). Figura 11. Estilo personalizado no grupo do NavBar Figura 10. Grupos e itens no NavBar (com estilo do Office) Veja que temos muitas possibilidades com o dxnavbar, pois temos propriedades para modificar o fundo do controle, mudar visual do itens, mostrar Hint no grupos e itens, entre muitas outras. Customizando a cor de fundo Você pode ainda, mesmo com a grande possibilidade de customizações, fazer uma cor ou estilo de fundo de seu gosto, tanto para todo o controle, como para cada grupo. No editor de grupos do NavBar, acesse a opção Custom Styles. Adicione um novo estilo e veja nas propriedades as opções que temos. Figura 12. Estilo personalizado em todos os grupos do NavBar Veja que as possibilidades são grandes, então você pode brincar com todas elas. Após criado o estilo, você pode configurar a propriedade Style Background, ou qualquer outra propriedade de estilo, do grupo para o estilo criado. Veja na Figura 11, o estilo criado. Veja a Figura 11. Para fazer a configuração no componente inteiro, basta selecionar todos os grupos e selecionar o mesmo estilo. Vários outros estilos podem ser configurados separadamente como o cabeçalho do controle, do botão que faz parte do controle, entre muitos outros. Veja a Figura 12. Menus Além de uma barra lateral, temos controles para criação de menus e barras de ferramentas semelhantes ao Office e outros softwares, tudo isso usando os controles ExpressBar. Vamos utilizar o dx- BarManager, que concentra a criação das barras de ferramentas e também o estilo das mesmas, onde temos: Office 11, XP, Standard, Flat etc. Adicione o controle no formulário e dê um duplo clique. No editor, vamos adicionar Toolbars usando o New. Cada Toolbar tem um nome que você pode digitar, indicando as funcionalidades da barra, onde esse nome será mostrado quando o usuário arrastar a barra de ferramentas. Precisamos agora apenas criar os itens, para isso clique com o botão direito na barra e escolha 15

16 Add Button. Esse botão, pode ser vinculado a uma ActionList, novamente, poupando trabalho para concentrar os itens. Adicione quantos itens quiser. Acesse a propriedade PaintStyle e escolha o tipo de visualização do botão (somente rótulo, somente imagem ou os dois). As imagens do dxbarmanager devem ser configuradas na propriedade ImageOptions>Images. Caso deseje criar um botão que possua um menu, como o Open do Delphi, use a opção New SubItem ao clicar com o botão direito na barra. Para os itens desse botão, clique normalmente com o botão direito e vá adicionando botões. Até agora, vimos apenas botões na barra, mas podemos ter outros tipos de controles, como: Edit, ComboBox etc. Lembrando também que nos itens, podemos adicionar subitens. Veja na Figura 13 um exemplo da barra de ferramentas. Figura 13. Exemplo de itens na barra de ferramentas Veja a Figura 13. Dependendo do tipo de controle adicionado como item, temos os eventos desse controle, como OnChange ou OnClick para Edit e ComboBox. Para mudar o estilo da barra, mude a propriedade Style do dxbarmanager, onde temos os estilos citados anteriormente. Para o menu, você usará uma barra, com todos os itens, como subitens e assim, adicionar os itens do menu. Para ficar bem identificado o menu da barra de ferramentas, use ícones pequenos para o menu e grandes para a barra de ferramentas. Veja que podemos criar uma aplicação semelhante ou igual ao Office com seus menus e barra de ferramentas, onde ainda temos os editores iguais do Office, onde podemos arrastar itens etc. Ribbon O estilo Ribbon foi trazido com o Office Desde seu lançamento, a DevExpress disponibilizou o componente, que esta presente no Delphi, a partir da versão Novamente, podemos criar uma aplicação igual ao Office Suas configurações são parecidas com o que já mostramos, mas claro com características próprias do Ribbon. Para iniciar o exemplo, adicione no formulário um dxribbon, acompanhado de um dxbarmanager, para adicionar as barras e itens (botões), e um dxbarapplicationmenu, para adicionar o menu quando clicamos no botão do Ribbon. Figura 15. Configurando as abas do Ribbon No dxribbon, configure a propriedade BarManager com o dxbarmanager. Em ApplicationButton>Menu configure para dxbarapplicationmenu. Para criar as abas do Ribbon, acessa o menu Tabs do controle. Nele adicione quantas abas quiser (Figura 14). Figura 14. Editor de abas do Ribbon Para cada aba (tab), podemos adicionar os grupos (barras de ferramentas), onde ficaram os itens (botões). Mas, para adicionarmos os grupos, devemos ter as barras criadas no dxbarmanager, portanto, crie as barras e itens, como fizemos nos exemplos anteriores. Após criado, configure cada barra na propriedade Toolbar na coleção de Grupos (propriedade Groups). Lembrando que uma barra não pode estar vinculada em grupos diferentes, cada barra é como ser fosse única. Veja na Figura 15 o exemplo em execução Veja a Figura

17 Note que podemos adicionar qualquer tipo de item (botão, Edit, Combo), como fizemos nos exemplos mostrados até aqui. Também, podemos adicionar quantas barras e grupos quisermos. Você deve estar sentindo falta do botão do Ribbon, para mostrar o mesmo, mas para mostrá-lo, temos que criar uma nova barra para mostrar os itens ao lado do botão. Após criar a barra e adicionar os itens, c o n f i g u r e a m e s m a n a p r o p r i e d a d e QuickAccessToolbar>Toolbar. Assim, teremos o botão do Ribbon com os itens de acesso rápido (Figura 16). Figura 16. Botão e itens de acesso rápido Veja a Figura 16. Para finalizar, podemos criar um menu para quando clicarmos no botão do Ribbon. Para isso, utilize o dxbarapplicationmenu, acessando a propriedade ItemLinks e adicionando (arrastando) os itens do dxbarmanager. Experimente usar um ActionList e uma barra apenas para os itens do menu, assim, poderá usar ícones maiores. Veja na Figura 17 temos o menu de acesso rápido. Conclusão Vimos neste artigo como criar aplicações Win32 com um layout que chame a atenção do usuário e que dê mais funcionalidade ao mesmo, ficando assim seu projeto com muita qualidade e valor agregado. Ainda poderíamos adicionar mais algumas características como um menu de contexto para fechar a aba ou colocar um X na aba para fechá-la. Vimos também que com os componentes da DevExpress, podemos criar layouts profissionais em nossas aplicações, disponibilizando para o usuário finais, estilos onde ele mesmo pode optar o que se adapta melhor. Podemos criar aplicações completas ao estilo das principais ferramentas do mercado. Um grande abraço a todos e sucesso em seus projetos! Figura 17. Menu de acesso rápido, configurado no botão do Ribbon Luciano Pimenta Sobre o autor É Técnico em Processamento de Dados, desenvolvedor Delphi/C# para aplicações Web com ASP.NET e Windows com Win32 e Windows Forms. Palestrante da 4ª edição da Borland Conference (BorCon). Autor de mais de 60 artigos e de mais de 300 vídeos aulas publicadas em revistas e sites especializados. É consultor da FP2 Tecnologia (www.fp2.com.br) onde ministra cursos de programação e banco de dados. É desenvolvedor da Paradigma Web Bussiness em Florianópolis-SC. 17

18 Trabalhando com o SQL Server 2008 Express Edition Parte 1 Neste artigo estarei demonstrando como trabalhar com o SQL Server 2008 junto com sua Ferramenta de gerenciamento de Banco de Dados. Explicarei alguns tópicos importantes e essenciais para administração e criação do mesmo. Antes de começarmos, gostaria de informar que estaremos com o SQL Server Management Studio aberto, rodando em uma máquina local. No Pesquisador de Objetos (Object Explorer) encontraremos vários itens do Banco de Dados, especificamente neste artigo abordaremos alguns subitens do Item Banco de Dados. Segue abaixo as principais características do mesmo. Criando uma Base de Dados Podemos conferir o Item Banco de Dados do Sistema, onde ficam as informações internas do SQL Server, como por exemplo: o Banco master, model, msdb e tempdb. É importante informar que estes Bancos contêm dados internos do SQL Server que estaremos estudando em uma aula posterior. Voltando ao assunto, no nosso caso, criaremos uma Base de Dados de usuário, para isto clique com o botão direito sobre o item Bancos de Dados e escolha a opção Novo Banco de Dados. Veremos uma janela parecida com a Figura 01. Figura 01: Novo Banco de Dados. Definimos assim no Nome do Banco de Dados: DB_THECLUB e automaticamente será criado um arquivo de Dados e um arquivo de Log. Este arquivo de Log contém registros das operações de atualização que ocorrem em um Banco de Dados, que no nosso caso irá possuir informações referentes ao Banco de Dados DB_THECLUB. Esta mesma tarefa também poderia ser realizada por linha de comando, veja abaixo: CREATE DATABASE [DB_ THECLUB] ON PRIMARY ( NAME = N DB_THECLUB, 18

19 FILENAME = N C:\Program Files\Microsoft SQL Server\MSSQL10.SQLEXPRESS\ MSSQL\DATA\DB_THECLUB.mdf, SIZE = 3072KB, MAXSIZE = UNLIMITED, FILEGROWTH = 1024KB ) LOG ON ( NAME = N DB_THECLUB_ log, FILENAME = N C:\ Program Files\Microsoft SQL Server\MSSQL10. SQLEXPRESS\MSSQL\DATA\DB_ THECLUB_log.ldf, SIZE = 1024KB, MAXSIZE = 2048GB, FILEGROWTH = 10%) GO Explorando as propriedades do Banco DB_THECLUB Clique com o botão direito em cima do DB_ THECLUB e escolha Propriedades. Ver Figura 02. Podemos encontrar algumas propriedades na região esquerda desta janela, detalhamos a seguir as principais características: Geral: Informações de Backup, Nome, Status, Proprietário Data da Criação, tamanho entre outras informações. Arquivos: Nesta aba encontraremos informações sobre o arquivo de Dados (.mdf) e o de Log (.ldf), tais como: Grupo de Arquivos, tamanho em MB, Tipo de Crescimento de dados, Caminho e Nome do Arquivo. Podemos calcular os espaços utilizados para os Dados e Arquivos de Log. O SQL Server possui comandos e recursos para isto que estarei demonstrando. O comando abaixo nos retorna os seguintes resultados: Ver Figura 03. DBCC SHOWFILESTATS FA coluna TotalExtents e UsedExtents indicam respectivamente o Total de MB reservado para os Dados e o Total utilizado. Mas aí vem a pergunta, O que significa 48? O que significa 23? Estes números são chamados Extents. Uma unidade interna que SQL utiliza. Para sabermos o resultado em MB basta multiplicarmos por 64, tendo o seguinte resultado: Figura 02: Propriedades do Banco de Dados. igura 03: Resultado da Consulta SQL. Figura 04: Resultado da consulta SQL. TotalExtents : 48 * 64 = 3072 (3 MB) UsedExtents: 23 * 64 = 1472 (aproximadamente 1,5 MB) Já o comando abaixo indica a utilização do Arquivo de Log. DBCC SQLPERF(LOGSPACE) Veja a Figura 4. Neste caso, o resultado da instrução SQL trouxe todos os arquivos de Log utilizados na Base de Dados. A última linha indica a Base de Dados DB_THECLUB, temos a Coluna Log Size (que seria o tamanho em MB do arquivo) e a coluna Log Space Used ( que seria a Porcentagem do espaço utilizado). Também podemos obter estes resultados utilizando outros recursos do SQL Server, na forma de gráficos. Para isto clique com o Botão direito sobre o Banco, escolha Relatórios e em seguida 19

20 Relatórios Padrão. Notem que temos vários tipos de relatórios, no nosso caso específico escolheremos a Primeira Opção, Relatório do uso do Disco. Ver Imagem 05. Veja a Figura 05: Relatório de Uso do Disco. Neste Relatório podemos conferir com clareza todas as características acima criadas por linha de comando. Um detalhe interessante que vale a pena destacar é que podemos imprimir este tipo de Relatório. Grupos de Arquivos: Todo Banco de Dados possui um grupo de arquivo primário. Este grupo de arquivo contém o arquivo de dados primário e qualquer um dos arquivos secundários que não foram colocados em outros grupos de arquivos. Grupos de arquivos definidos pelo usuário podem ser criados para agrupar os arquivos de dados para fins administrativos, de alocação de dados e de posicionamento. No nosso caso usaremos apenas um grupo de arquivo Primário. Opções: Temos algumas propriedades importantes nesta aba, como: Tipos de Agrupamento, Modelo de Recuperação e Nível de Compatibilidade entre outras Opções. No Nível de Compatibilidade podemos mudar até para o SQL Server Tabelas (Tables) Depois da criação da Base Dados, a criação de tabelas é a parte mais importante de um Banco de Dados. É nela onde armazenamos as informações para consultas, alterações. Para criarmos as Tabelas podemos utilizar tanto a interface de Comando quanto a gráfica, inicialmente criaremos utilizando a interface gráfica, para isto Clique com o Botão direito em cima de Tabelas e escolha a Opção Nova Tabela. Na próxima janela aparecerão três colunas, com o Nome do campo, o Tipo de Campo e se permite nulo ou não. Em Tipo de Campos, observaremos que o SQL Server possui muitos tipos de dados para se trabalhar. É importante conhecer estes tipos de dados disponíveis, para utilizá-los da melhor forma no seu projeto de Banco de Dados. Usando corretamente o tipo de dado nas colunas das tabelas, possibilitará uma boa performance, escalabilidade e integridade da informação ali armazenada. Em seguida explicarei alguns campos mais utilizados no SQL Server Tipos Numéricos: - TINYINT: Armazena valores numéricos intei- Figura 05: Relatório de Uso do Disco. ros, com variações de 0 a SMALLINT: Armazena valores numéricos inteiros, com variações de a INT: Armazena valores numéricos inteiros, com variações de a BIGINT: Armazena valores numéricos inteiros, com variações de a MONEY: Armazena valores numéricos decimais, com variações de - 922,337,203,685, a 922,337,203,685, FLOAT: Armazena valores numéricos aproximados com precisão de ponto flutuante, variando de -1.79E a 1.79E REAL: Armazena valores numéricos aproximados com precisão de ponto flutuante, variando de -3.40E + 38 a 3.40E + 38 Para o campo NUMERIC(18,0), temos o armazenamento com precisão. O primeiro número entre os parênteses representa a quantidade de inteiros a serem armazenados e o segundo número indica a quantidade de casas decimais do número. Já o campo DECIMAL(18,0) Possui as mesmas funcionalidades do tipo NUMERIC, a diferença é que o DECIMAL faz parte do padrão ANSI e NUMERIC é mantido por compatibilidade. Tipos Datas: - DATETIME: Armazena data e hora, com precisão de centésimos de segundos. - TIME: Armazena somente hora. Pode armazenar segundos até a fração de DATE: Armazena somente data. Já para os tipos Caracteres: - CHAR(N): Armazena N caracteres fixos (até 8.000) no formato não Unicode. Independente da quantidade de caracteres utilizados, irá sempre armazenar o tamanho de caracteres do campo, sendo preenchido o restante com espaços em branco. - VARCHAR(N): Armazena N caracteres (até 8.000) no formato não Unicode. - TEXT: Armazena caracteres no formato não Unicode. Esse tipo de dado suporte até caracteres e existem funções específicas para trabalhar com esse tipo de dado. Foram apresentados apenas alguns dos principais tipos de campos do SQL Server. Importante ressaltar que existem muitos outros para serem estudados e utilizados. Depois de conhecermos os tipos de campos, criaremos duas tabelas para nosso exemplo, uma de Pedidos de Vendas e outra dos itens do Pedido de Venda. Veja abaixo os campos utilizados: Tabela: TB_PED Nome campo COD_PED COD_CLI DAT_PED DAT_ENT TOT_PED Tipo campo INT INT DATETIME DATETIME NUMERIC(18,2) 20

21 Tabela: TB_ITE Nome campo COD_ITE COD_PED COD_PRO QUA_PRO VAL_UNI TOT_PRO Tipo campo INT INT INT NUMERIC(18,2) NUMERIC(18,2) NUMERIC(18,2) Um recurso interessante do SQL Server seria o de auto-incremento. Uma forma fácil para incrementar nosso campo inteiro, economizando código e outros recursos do Banco de Dados. Utilizaremos para os campos Primary Key (PK) de nossas tabelas (COD_PED da tabela TB_PED e COD_ITE da tabela TB_ITE). Para isto siga os passos abaixo: Na criação dos campos, clique em Propriedades da Coluna e no item Especificação de Identidade e altere a propriedade para SIM. Incremento de Identidade: Valor a ser utilizado para o primeiro valor inserido na coluna, deixe o valor 1. Semente de Identidade: Valor a ser incrementado a cada nova inserção, deixe o valor 1. Figura 06: Propriedades da Coluna. Segue abaixo a linha de comando referente às tabelas criadas anteriormente: Tabela TB_PED Figura 07: Diagrama de Banco de Dados. CREATE TABLE [dbo].[tb_ PED]( [COD_PED] [int] IDENTITY(1,1) NOT NULL, [COD_CLI] [int] NULL, [DAT_PED] [datetime] NULL, [DAT_ENT] [datetime] NULL, [TOT_PED] [numeric] (18, 2) NULL, CONSTRAINT [PK_CAD_PED] PRIMARY KEY CLUSTERED ( [COD_PED] ASC ) ) Tabela TB_ITE CREATE TABLE [dbo].[tb_ ITE]( [COD_ITE] [int] IDENTITY(1,1) NOT NULL, [COD_PED] [int] NULL, [COD_PRO] [int] NULL, [QUA_PRO] [numeric] (18, 2) NULL, [VAL_UNI] [numeric] (18, 2) NULL, [TOT_PRO] [numeric] (18, 2) NULL, CONSTRAINT [PK_TB_ITE] PRIMARY KEY CLUSTERED ( [COD_ITE] ASC )) Neste caso de Mestre-Detalhe, devemos criar uma Chave Estrangeira na Tabela TB_ITE, para isto usaremos o comando ALTER TABLE para adicionarmos uma CONSTRAINT, observem o código abaixo. ALTER TABLE TB_ITE ADD CONSTRAINT FK_TB_ITE FOREIGN KEY (COD_PED) REFERENCES TB_PED (COD_ PED) Diagrama de Banco de Dados (Database Diagrams) Para visualisar graficamente o relacionamento acima criado podemos usar o recurso de criação de diagramas. Clique em Diagrama de Banco de Dados e com o botão direito escolha Novo Diagrama de Banco de Dados. Em seguida aparecerá uma tela com as tabelas criadas anteriormente, selecione as duas e adicione na tela. Ver Imagem 07. Veja a Figura 07 Todos os relacionamentos criados aparecerão no nosso diagrama. Ressalto também que todas as alterações realizadas graficamente afetará a tabela internamente. Podemos criar relacionamentos facilmente clicando em um campo de uma tabela e arrastando para a outra. Uma tarefa que se torna muito fácil e produtiva. Exibições (Views) As Views são entidades que permitem a visualização do conteúdo das tabelas existentes no 21

22 Banco de Dados, são tabelas sem existência física. Seria uma maneira alternativa de visualisação do conteúdo de uma ou de várias tabelas. No SQL Server, temos várias Exibições do Sistema (System Views). Elas podem nos trazer muitas informações como de Colunas, Objetos, Parâmetros, Restrições, etc. Criando uma View O SSMSE nos fornece muitos recursos e facilidades para se trabalhar com Views. Podemos criar sem nenhuma linha de código, para isto clique com o botão direito e escolha Nova Exibição. No nosso caso faremos uma junção da tabela TB_PED com a TB_ITE usando um JOIN simples. Adicione as duas tabelas na tela e vejam que automaticamente o código é criado. Adicionaremos alguns campos das tabelas. Veja Figura 08. Veja a Figura 08. Para Executar esta View é muito fácil, basta pressionar F5 ou clicar na exclamação vermelha na região superior da tela. Esta View (Exibição) também poderia ser criada por linha de comando, acompanhe com a instrução SQL abaixo: CREATE VIEW [dbo].[view_ Pedido] AS SELECT dbo.tb_ite.cod_pro, dbo.tb_ite.cod_ite, dbo.tb_ite.qua_pro, dbo.tb_ite.val_uni, dbo.tb_ite.tot_pro, dbo.tb_ped.cod_cli, dbo.tb_ped.dat_ped, dbo.tb_ped.dat_ent, dbo.tb_ped.tot_ped FROM dbo.tb_ite INNER JOIN dbo.tb_ped ON dbo.tb_ite. COD_PED = dbo.tb_ped. COD_PED Figura 08: View Criada. SELECT * FROM VIEW_PEDIDO Sobre o autor Thiago Cavalheiro Montebugnoli Thiago Cavalheiro Montebugnoli é tecnólogo, formado pela Faculdade de Tecnologia de Botucatu SP (FATEC) foi consultor técnico do The Club, já desenvolveu softwares utilizando a plataforma.net, Delphi junto com Banco de Dados SQL Server e Firebird. Atualmente trabalha no Centro de Processamento de Dados da Prefeitura Municipal de Itaí-SP. Possui as seguintes certificações: MCP - Microsoft Certified Professional, MCTS - Microsoft Certified Technology Specialist, MCAD - Microsoft Certified Application Developer e MCSD - Microsoft Certified Solution Developer. Conclusão Nesta primeira etapa foram exploradas algumas das principais características para se trabalhar com o SQL Server Procurei apresentar algumas funcionalidades do SQL Server Management Studio Express (SSMSE). Vou ficando por aqui, um forte abraço a todos e até o mês que vem! Para executá-la utilize o seguinte código: 22

23 23

24 Utilizando o SubVersion e o Tortoise Quando trabalhamos ao longo de muito tempo em um projeto, nos deparamos com a necessidade de fazer diversas alterações no mesmo, seja em decorrência de corrigir bugs ou pra adicionar novas funcionalidades ao sistema. Mas aí vem a pergunta, como resguardar a versão anterior do projeto para que, em caso de algum problema ela possa ser recompilada? Um método muito usado é criar um arquivo compactado dos fontes e deixa-lo guardado em alguma pasta do sistema... Mas pense no que isso pode acarretar ao longo do tempo. Um pasta com diversos arquivos ocupando espaço em seu HD, entre esses diversos arquivos existem arquivos que devem ser preservados durante um longo tempo, outros que podem ser deletados, ainda alguns, que com o passar do tempo você nem se lembrará de porque foram compactados e guardados nessa pasta. Agora imagine uma equipe com mais de 10 programadores, mexendo no código ao mesmo tempo, será muito fácil uma pessoa desfazer o que a outra já tinha feito, e uma alteração importante ser perdida. Existe também a possibilidade de um programador mexer em alguma parte do código e outro nem saber no que foi mexido. Pra resolver esses problemas foram criados os programas de controle de versão. Os programas desse tipo visam melhorar a colaboração entre equipes e ainda guardar o histórico de atualizações. O SVN guarda o histórico completo das atualizações, para cada commit é gerado um número, cada número guarda a alterações feitas, quando necessário é possível voltar o projeto pra uma versão anterior ou então comparar os códigos entre diferentes versões. Entre os mais famosos são o SubVersionSVN e o Jedi VCS. Nesse artigo tratarei exclusivamente do SubVersionSVN usado em conjunto com o Tortoise. Para saber mais sobre o JediVCS sugiro a leitura de um artigo de Abril de 2009, esse artigo pode ser encontrado na revista ou no seguinte endereço em nosso site br/revista/cont0409.aspx. Esse artigo terá uma sequencia, nesse primeiro trarei noções básicas do TortoiseS- VN, como criar repositórios, fazer checkouts, comitar alterações entre outras coisas. Baixando e Instalando o TortoiseSVN O TortoiseSVN, não é a única, mas é a melhor opção pra se utilizar com o SubVersion. Ele pode ser baixado gratuitamente no seguinte endereço Depois de baixado execute a instalação do aplicativo. 24

25 Veja a imagem 1. A instalação do programa segue o padrão americano para instalações, Next... Next e Next. Criando um projeto de exemplo Vamos criar um pequeno projeto no Delphi para ver como o Tortoise irá nos auxiliar no controle das alterações desse projeto. Inicie um novo projeto no Delphi e insira três botões, adicione os seguintes códigos aos botões: Button1: ShowMessage( The Club. O maior clube de programadores do Brasil ); Imagem 01 altera-los. Button2: ShowMessage( The Club Megazine ); Button3: ShowMessage( Avaré - SP ); Salve o seu projeto com o nome e em uma pasta de sua preferência. Vá até o TortoiseSVN, e no menu seguinte escolha a opção: Create Repository Here. Com o repositório criado, volte a pasta na qual você salvou o projeto exemplo para fazermos a importação inicial, para essa importação clique com o botão direito na parte branca da pasta, vá a TortoiseSVN e escolha a opção Import, no menu que se abrirá, a seguinte tela será apresentada: Criando o primeiro repositório Agora que seu projeto já está salvo vamos importá-lo para um repositório, devemos antes, é claro, criar esse repositório. Isso é feito da seguinte maneira. Crie uma nova pasta, por exemplo no disco C:, chame essa pasta de rep, abra essa pasta e clique com o botão direito na parte em branco da pasta, perceba que o ContextMenu já está integrado com o Tortoise. Nesse momento serão criados os arquivos de controle do SubVersion. Esses arquivos são para controle interno do SubVersion, não convém Em URL of Repository digite file:///rep/projeto_teste/trunk, isso criará em nosso repositório uma pasta projeto_teste, e dentro dessa pasta projeto_teste uma pasta chamada trunk, no próximo artigo falarei o porquê desse nome e como funciona a hierarquia de pastas do SubVersion. É possível também adicionar uma mensagem, que informará outros programadores sobre o que foi feito nessa etapa do processo, escreva 25

26 em mensagem Importação Inicial do projeto de teste, clique em OK para os arquivos serem importados. Veja a imagem 6. Feito! Os arquivos de seu projeto já estão no repositório. Se você for até o repositório, não encontrará nenhum arquivo do tipo que espera encontrar, só arquivos de controle do SubVersion. Fazendo o Checkout dos arquivos Com o repositório já criado, os arquivos já importados, devemos fazer o checkout dos arquivos do projeto, para uma pasta de nossa preferência, que servirá como a pasta de trabalho do nosso projeto de exemplo. Criada a pasta clique com o botão direito e escolha a opção Checkout, a seguinte tela será aberta: Imagem 6. Veja a imagem 7. Nessa tela digite o nome do repositório de onde serão buscados os arquivos file:///rep/ projeto_teste/trunk. Checkout Directory já vem preenchida com o nome do diretório onde serão trazidos os arquivos, as opções de Checkout Depth falarei no próximo artigo, portanto deixe a opção padrão, Fully recursive. Em Revision é definida qual a revisão (versão) será trazida, deixe Head revision. Quando clicar em OK os arquivos serão trazidos a pasta. Veja a imagem 8. Perceba que o desenho da pasta e dos arquivos tem agora um visto em verde, isso indica que essa pasta é uma pasta do TortoiseSVN. Imagem 7 Fazendo as primeiras alterações no projeto, comitando e verificando o Log Imagem 8 Agora que nossos arquivos já estão na nossa 26

27 pasta de trabalho, basta trabalharmos com eles, abra os arquivos no Delphi para que sejam feitas alterações que serão comitadas, o termo comitar vem de commit e no TortoiseSVN significa que vamos enviar ao repositório os arquivos com as modificações feitas. Modifique os textos dos ShowMessage para textos de sua preferência e salve as mudanças. Agora vá até a pasta onde está o arquivo, perceba que o desenho dela já mudou, assim como o dos arquivos que foram modificados, agora eles tem uma exclamação vermelha, indicando que existem modificações não comitadas. Portanto vamos manda-las ao repositório. Na pasta dos arquivos clique com o botão direito e escolha a opção SVNCommit, a seguinte tela será aberta: Imagem 9 Veja a imagem 9. Nessa tela, em Changes made (double-click on file for diff) estão listados os arquivos que foram modificados, os arquivos que estiverem marcados serão os comitados, alguns são marcados como non-versioned e por padrão não são comitados, no exemplo da tela acima, somente o.pas será enviado. Agora vem um recurso muito interessante do TortoiseSVN, caso queira saber o que foi modificado nesse arquivo, basta dar um dupl clique para abrir um programinha chamado TortoiseMerge. Veja a imagem 10. No programa aparecem as duas versões do arquivo, a última e a que estamos comitando no momento. As partes que foram alteradas aparecem destacadas nos dois arquivos. No próximo artigo me aprofundarei mais nas ferramentas adicionais desse programa. Imagem 10 Feche a tela do TortoiseMerge, defina uma mensagem informando as mudanças entre as versões em Message e clique em OK. As mudanças foram aplicadas. Veja a imagem 11 Imagem 11 27

28 Caso, em algum momento, deseje saber tudo que foi feito com o projeto, clique com o botão direito na pasta, escolha TortoiseSVN e depois ShowLog, se abrirá uma tela com todas as revisões feitas até o momento no projeto, você pode consulta-las e através das mensagens saber o que foi modificado, ou então abrir o TortoiseMerge para ver o que foi modificado na revisão vista em relação a revisão anterior. Veja a imagem 12. Conclusão Nessa primeira parte do artigo, apenas dei uma introdução das funções básicas do TortoiseSVN, no próximo artigo me aprofundarei mais nessas funções e em outras funções que auxiliam muito o trabalho em equipe. Imagem 12. Sobre o autor Bruno Alcarás Consultor Técnico The Club. E isso é tudo pessoal! Até mais!! 28

29 Dicas DELPHI o seguinte código: CRONÔMETRO Uma aplicação com grande utilidade em muitos sistemas é a utilização da marcação de horas, em alguns casos essa marcação deve ser específica. Esta é uma dica de como criar um cronômetro genérico para adaptação em qualquer aplicação, sendo simples e facilmente implementável. Primeiramente iremos criar uma nova aplicação e nela iremos inserir 2 Panels, 1 Label, 1 Timer e 3 Buttons. O primeiro passo é declararmos algumas variáveis, um procedimento e um tipo enumerado, sendo ele incluso na seção type do formulário: ChronometerState = (csrunning, csstopped, csreset); tmcronometro.enabled := False; ChangeState(csStopped); E no último botão, em sua propriedade Name, mudaremos para btnzera e sua propriedade Caption como ZERAR, e, em seu evento OnClick inserimos o seguinte código: if (State = csstopped) then ftime := 0; finitialtime := 0; lbcrono.caption := FormatDateTime( hh:mm:ss:zzz, ftime); ChangeState(csReset); Já as variáveis e o procedimento, declaramos na seção private do formulário: State: ChronometerState; ftime: TTime; foldtime: TTime; finitialtime: TTime; procedure ChangeState(vState: ChronometerState); E, para concluir no objeto Timer dessa aplicação vamos mudar as algumas propriedades, à propriedade Name como tmcronometro, Enabled como False e sua propriedade Interval com o valor 10, e no evento OnTimer, o código: ftime := finitialtime + Now - foldtime; lbcrono.caption := FormatDateTime( hh:mm:ss:zz, ftime); Já na parte visual do formulário executaremos alguns processos para o acesso à esses comandos, começando pelo label deixando-o com a estética organizada, para isso primeiramente no Object Inspector, na propriedade Name, mudaremos para lbcrono, e em sua propriedade Caption, colocaremos 00:00:00:000, para que ao abrirmos nosso formulário ele traga essa visualização como padrão. Ao concluir, devemos obter um resultado semelhante a este: No primeiro botão, em sua propriedade Name, mudaremos para btninicia e sua propriedade Caption como INÍCIAR, e, em seu evento OnClick inserimos o seguinte código: case (State) of csstopped: finitialtime := ftime; csreset: finitialtime := 0; foldtime := Now; tmcronometro.enabled := True; ChangeState(csRunning); No segundo botão, em sua propriedade Name, mudaremos para btnpara e sua propriedade Caption como PARAR, e, em seu evento OnClick inserimos Essa é uma aplicação muito útil para toda e qualquer aplicação que trabalhe com precisão cronométrica, sendo também adaptada e desenhada de acordo com a necessidade da aplicação a ser utilizada. 29

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