PLANO DE ESTÁGIO. Fernando Oliveira Freitas RA: Professor/Orientador José Antônio

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE ESTÁGIO. Fernando Oliveira Freitas RA: 20650220. Professor/Orientador José Antônio"

Transcrição

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO: ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICA ADMINISTRAÇÃO EM MARKETING PLANO DE ESTÁGIO Fernando Oliveira Freitas RA: Professor/Orientador José Antônio Brasília, JUN/2009

2 2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICA NO ÂMBITO ORGANIZACIONAL DADOS JURÍDICOS DADOS GERAIS HISTÓRICO CONDIÇÕES DE ESTÁGIO ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO HORÁRIO DE ESTÁGIO SUPERVISÃO ANÁLISE INTERNA DA ORGANIZAÇÃO ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS ORGANOGRAMA FLUXOGRAMA DE DOCUMENTOS EXTERNOS À GERÊNCIA DE MARKETING FLUXOGRAMA DE DOCUMENTO INTERNO DA GERÊNCIA DE MARKETING ELEMENTOS ESTRATÉGICOS MISSÃO VISÃO VALORES CULTURA ESTRATÉGIA PERFIL DE LIDERANÇA DO GESTOR SWOT INTERNO ANÁLISE EXTERNA DA ORGANIZAÇÃO CLIENTES FORNECEDORES CONCORRENTES SWOT EXTERNO FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICA NO ÂMBITO ACADÊMICO ÁREA PROBLEMA OBJETIVO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVAS QUADRO TEÓRICO DE REFERÊNCIA MARKETING MARKETING TÁTICO MÉTODO DELIMITAÇÃO DA PESQUISA TÉCNICAS DE PESQUISA PROCEDIMENTOS CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES... 31

3 3 4. APRESENTAÇÃO E ANÁLISE PRELIMINAR DOS RESULTADOS APLICAÇÃO DA PESQUISA ANÁLISE PRELIMINAR DOS RESULTADOS CONTRIBUIÇÕES LIMITAÇÕES CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 38

4 4 1. INTRODUÇÃO O estágio é uma atividade realizada por estudantes em empresas públicas ou privadas para aprimoramento profissional. É regido pela Lei n de 25 de setembro de 2008, esta lei é nova e garante ao estagiário alguns direitos, tais como a bolsa, carga horária prefixada, férias e o seguro obrigatório contra acidentes. O contrato é celebrado entre o estudante, a empresa e a instituição de ensino. A atividade de estágio visa propiciar ao aluno colocar em prática o que aprendeu na faculdade para melhorar o desenvolvimento da empresa na área que o mesmo atua. Quanto a empresa se beneficia das idéias de melhorias de seus estagiários que podem ser aprovadas pelos supervisores e alta direção, sendo realmente colocadas em uso. O estágio supervisionado é obrigatório para conclusão de curso, o aluno irá se integrar a alguma empresa e terá dois supervisores, um dentro da organização e outro na faculdade. Cabe ao professor orientar, supervisionar e realizar vistas ao ambiente de estágio com o intuito de monitorar o andamento do processo, constatar alguns dados e verificar o local, as instalações e o meio onde o aluno está inserido, bem como o comportamento do mesmo dentro da organização. O que se pretende com o estágio supervisionado é procurar gargalos com o fito de se desenvolver um produto forma a facilitar, melhorar ou estruturar os processos onde se está estagiando. O estágio será realizado na empresa Engesoftware Consultoria de Sistemas Ltda., na área de marketing, onde o estagiário pretende focar o marketing tático, enfocando o composto de marketing, também conhecido como os 4 P s, que incluem: produto, preço, praça e promoção.

5 5 2. FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICA NO ÂMBITO ORGANIZACIONAL 2.1 Dados Jurídicos Dados Gerais Razão Social: Engesoftware Consultoria de Sistemas Ltda. CNPJ: Endereço: SCIA Quadra 13 Conjunto 04 Lotes 1 e 2. Zona Industrial - Guará Brasília/ DF CEP: Telefone: (61) Página na Internet: Marca (Logotipo): Histórico A Engesoftware Consultoria de Sistemas Ltda. está no mercado desde Sua especialização é prestar serviços de assessoramento a empresas e órgãos públicos na implantação de projetos baseados em tecnologia da informação. Para tanto, seus serviços incluem a execução de projetos integrados para desenvolvimento de software, suporte técnico, gerência de redes corporativas de comunicação de dados e treinamento técnico especializado. Além dos serviços supracitados, há serviços que merecem destaque, a consultoria personalizada, a Fábrica de Projetos, a Fábrica de Software e o outsourcing de sistemas técnicos, nas tecnologias Business Process Management BPM, implantada em arquitetura aberta SOA. A empresa obteve em 1999, a certificação ISSO 9001, resultado do esmero na realização de suas atividades, reunindo as melhores competências e condições

6 6 técnico-operacionais para prestar serviços de elevada qualidade e das parcerias com empresas de reconhecimento mundial pela excelência de seus produtos e serviços agregados, sejam de integração, desenvolvimento (em regime de Fábrica de Projetos/Software), suporte técnico ou de suporte a usuários. A Engesoftware conta com o trabalho de profissionais altamente qualificados, formando equipes multidisciplinares, de acordo com as características específicas de cada projeto. O trabalho em equipe permite que se combine a experiência, a técnica e a criatividade de seus profissionais com uma permanente busca de inovação. Estas são ferramentas essenciais para a proposta da empresa que é a de apresentar soluções para que a tecnologia da informação se torne uma aliada no armazenamento e na troca de informações gerenciais nas organizações e não como mais um problema de difícil solução e elevados custos operacionais. Desta forma, por tudo aquilo que construiu, a Engesoftware se orgulha de durante 15 anos prestar serviços de excelência a uma gama de empresas no âmbito nacional, bem como ao Governo brasileiro, sempre com reconhecida competência, lisura e responsabilidade. Esse desempenho da empresa, realizado com excelência, consolida a Engesoftware e a coloca como uma das melhores empresas no seu ramo de atividade. Tamanha assertiva colabora com o aumento da responsabilidade em manter e ampliar nossa competência no sentido de sempre estar oferecendo aos nossos clientes, serviços e tecnologias ao nível do estado da arte da Tecnologia da Informação. 2.2 Condições de Estágio Atividades do Estagiário O estágio realizado foi na Gerência de Marketing da Engesoftware, esta gerência é responsável por muitas tarefas distintas, tais como identificar as empresas governamentais que possam vir a ser futuros clientes, realizar análises do mercado, bem como estabelecer sua imagem e sua marca. Não obstante, busca ainda trabalhar com o marketing de relacionamento, buscando sempre a qualidade no atendimento aos seus clientes, objetivando cumprir com a realização das necessidades e desejos que os mesmos têm para poder compor uma carteira de

7 7 clientes fiéis, ou seja, a fidelização do cliente. É ainda responsabilidade da Gerência de Marketing primar pelo que chamam de marketing tático, o qual compreende os 4 P s, quais sejam: preço, praça, produto e promoção, objetivo central deste plano de estágio. Desta forma o estagiário conheceu um pouco de cada área, pois realizou tarefas para as áreas distintas, tais como auxiliar na análise do mercado, na observação e discussão de possíveis clientes, visando as empresas privadas e na efetividade do que estaria sendo realizado pela organização em relação à propagandas, adequação dos produtos e atividades afins Horário de estágio O estágio é realizado no período matutino, das 12h (doze) às 18h (dezoito) totalizando seis horas diárias e vinte horas semanais Supervisão Nome: Laert José Oliveira Freitas Cargo: Diretor Executivo Formação: Analista de Sistemas, com pós-graduação em Engenharia de Software, pela Universidade Católica de Brasília. Bacharel em Direito pela Universidade Euroamericana. Telefone de contato: (61) Perfil Técnico: Sócio-Gerente. 2.3 Análise Interna da Organização

8 Estrutura e Funcionamento dos Processos Administrativos Organograma Presidência Diretoria de TI Diretoria Comercial Diretoria Financeira Diretoria Administrativa/ Jurídica Gerência de Engenharia de Software Gerência de Produção e Suporte Gerência de Produtos e Serviços Gerência de Marketing Gerência de Vendas Gerência Financeira Gerência Contábil Gerência Administrativa Gerência Jurídica Equipe de Analistas Equipe de Operadores Equipe comercial Equipe de marketing Equipe de vendas Equipe financeira Equipe contábil Equipe administrativa Equipe jurídica Figura 1: Organograma horizontal da empresa Engesoftware Fonte: Departamento de Recursos Humanos da Empresa

9 9 O organograma acima representa a estrutura funcional da Engesoftware Consultoria de Sistemas Ltda., observa-se que há quatro diretorias principais e distintas, que são: Tecnologia (TI), Comercial, Financeira e Administrativa/Jurídica. É importante salientar o fato de que as quatro diretorias serem subordinadas imediatamente à Presidência da empresa. Cada diretoria representa um departamento específico da organização que tem como subordinados gerências relativas ao departamento em questão e subordinados à gerência estão as equipes dos funcionários. Percebe-se que a adequação de gerências é feita conforme as necessidades da instituição e não por uma regra, desta forma, não há um número pré-definido de gerências subordinadas às diretorias. A gerência na qual o estagiário atua, cerne deste Plano de Estágio, é a de Marketing, que está subordinada à Diretoria Comercial, conforme figura 1. Subordinadas ao Comercial estão também a de Produtos e Serviços e a de Vendas. Estas três gerências têm que trabalhar com harmonia e continuidade, pois elas são interdependentes em suas tarefas. Abaixo está representado o organograma simplificado do departamento em análise: Diretoria Comercial Gerência de Marketing Equipe de Marketing Figura 2: organograma do departamento de TI Fonte: Departamento de Recursos Humanos da Empresa

10 Fluxograma de Documentos Externos à Gerência de Marketing Não Início Recebimento de Documento Externo Leitura do Documento Encaminhar Documento? Sim Encaminhar para a Gerente de MKT Término Figura 3: fluxograma da Gerência de Marketing - Externo Fonte: Elaborado pelo próprio estagiário.

11 Fluxograma de Documento Interno da Gerência de Marketing Não Início Recebimento de Documento Interno Triagem do Documento Executar alguma providência? Sim Executar o solicitado. Término Figura 4: fluxograma da Gerência de Marketing - Interno Fonte: Elaborado pelo próprio estagiário.

12 Elementos Estratégicos Missão Satisfazer as necessidades e expectativas de nossos clientes, por meio de projetos informatizados que atenda as necessidades apontadas pelos clientes da empresa Visão Ser a mais bem sucedida empresa a dar suporte a realizações de projetos na área de TI do país Valores Ética Competência Respeito Disciplina Cultura Preservação do excelente ambiente de trabalho Estratégia Estar em freqüente atualização tecnológica e atuando com profissionais especializados e certificados apresentando um trabalho diferenciado baseado na qualidade técnica aos nossos clientes Perfil de Liderança do Gestor Segundo Cury (2006) liderança é um processo que tem como finalidade influenciar as atividades do indivíduo ou de um grupo, nos esforços para a realização de um objetivo em determinada situação. Para que este processo ocorra de forma adequada, as organizações contam com a presença do líder.

13 13 Lewin apud Cury (2006) separou os líderes em três grupos de acordo com o estilo de liderança, a conduta que cada um demonstrava, são eles: Conduta Autoritária Conduta Democrática Laissez-faire (liberal) Toda determinação de política é feita pelo líder. Técnicas e etapas de atividades ditadas pelo líder; um só ponto é tratado de cada vez; as etapas futuras permanecem sempre em grande parte confusas. O líder, habitualmente, determina a cada membro seu trabalho e seus colegas de equipe. O dominador é pessoal em seus elogios e em suas críticas ao trabalho de cada membro, porém permanece fora da participação ativa do Toda questão de política de discussão e de decisão é feita pelo grupo, encorajado e ajudado pelo líder. Perspectiva de atividade estabelecida pendente de um período inicial de discussão. As etapas gerais na direção do objetivo do grupo são esquematizadas; ocorrendo necessidade, o líder sugere duas ou três técnicas dentre aquelas que o grupo pode escolher. Os membros são livres para trabalhar com um colega de sua escolha; a decisão das tarefas é confiada ao grupo. O líder é objetivo ou realista em seus elogios e suas críticas e procura ser, espiritualmente, um membro regular do grupo, sem para isso cumprir Toda liberdade para decisão do grupo ou dos indivíduos, sem participação do líder. O líder fornece os materiais variados; se lhe pede, ele fornecerá informações suplementares. Ele não toma parte na discussão. Ausência completa de participação do líder. Raros comentários sobre atividade do grupo, a não ser quando solicitados; nenhuma tentativa para participar ou interferir com o curso dos

14 14 grupo, exceto na demonstração. Ele é amistoso ou bastante impessoal e as vezes hostil. Tabela 1: Estilo de Liderança Fonte: Antonio Cury, uma parte demasiada do trabalho. acontecimentos. Desta forma, o líder em questão se encaixa dentro do democrático, sempre incentivando seus liderados a discutirem o que pensam e a darem sugestões de melhorias. Ele ainda procura desenvolver as habilidades individuais, sabe administrar conflitos abertamente; quando discorda da opinião de seus liderados, oferece alternativa, sabe quando deve manter-se firme e quando é a sua vez de ceder. Ele aceita que a individualidade das pessoas e faz parte da solução dos problemas. O gestor da empresa é um pouco centralizador, porém ele é consciente com a necessidade de delegação, embora sob seu controle Swot Interno Pretende-se com a análise de SWOT interno identificar os pontos fortes e fracos da organização a qual se está estagiando. Neste caso, a análise do ambiente interno foi realizada visando a organização como um todo. Esta análise contou com a participação do supervisor. Pontos Fortes: 14 metodologias aprovadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, que na qualidade de Unidade Certificadora, concedeu a empresa a Certificação ISO9001/2000. Excelente ambiente de trabalho. Credibilidade e confiança adquiridos em 15 anos de existência. Profissionais certificados por organismos internacionais de avaliação. Atestados de capacidade técnica de serviços prestados a diversos clientes da esfera de governo federal, estadual e distrital.

15 15 Procedimentos internos de controle em todas as áreas da empresa. Os pontos fracos são: Procedimentos da área de licitações e contratos desatualizados para o tamanho que a empresa possui. Descontrole nas repactuações de contratos com conseqüente perda de receita. Não participação em alguns procedimentos licitatórios por exploração inadequada de suas publicações, ausência de definição clara de responsabilidades, excesso de papel, excesso de burocracia, sistemas que não atendem ou não foram reformulados para atendimento ao acréscimo de demanda. Indisponibilidade de infra-estrutura adequada no local, exigindo o deslocamento dos profissionais a outras áreas da empresa, ampliando e dificultando o cumprimento dos prazos. 2.4 Análise Externa da Organização Clientes Os clientes da Engesoftware são em sua totalidade empresas públicas e governamentais. Estão entre elas o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA; Fundação Educacional do Distrito Federal FEDF; Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária - INFRAERO; Petrobrás Distribuidor S/A; Ministério do Exército Brasileiro MEx; Caixa Econômica Federal CEF; Banco Central do Brasil; dentre outras instituições governamentais Fornecedores Os fornecedores da Engesoftware compreendem aqueles que dão suporte para a existência física da empresa, como por exemplo, os fornecedores de materiais de escritório, de limpeza, de copa ou até o mobiliário. Em contrapartida existem também os fornecedores de softwares, de equipamentos e até aqueles que são fornecedores de conhecimento, onde nossos profissionais fazem cursos de aprimoramento. Com isso a Engesoftware conta com 53 (cinqüenta e três)

16 16 colaboradores diretos e 230 (duzentos e trinta) indiretos. Como parceiros temos a Oracle, Microsoft e a BEA, por exemplo Concorrentes Os concorrentes da Engesoftware são todas as empresas que oferecem serviços similares, além da pessoa física, profissional liberal, que também executa os mesmos serviços. Serviços estes que incluem consultoria; projetos conforme orientações do cliente; execução do projeto e de softwares que se adéqüem ao projeto e outsourcing, onde o profissional assume a área de informática da contratante; dentre outros. Desta forma qualquer uma dessas empresas ou profissionais são concorrentes. Exemplos de concorrentes são a Baker Tilly Brasil, Otimize-TI, Kaizen, Redecom Tecnologia, Centro de Tecnologia de Software de Brasília TECSOFT, dentre outras SWOT Externo Para se obter uma análise externa é necessário realizar um estudo sobre o macro-ambiente e ambiente setorial, todas as forças que cercam a empresa com o intuito de levantar as oportunidades e ameaças à associação. Tratando-se de macro-ambiente, deve-se analisar quatro forças: econômicas, político-legais, tecnológicas e sociais. Já no ambiente setorial, são cinco as variáveis: os concorrentes, as ameaças presentes na entrada de novos concorrentes no mercado, o poder de barganha dos clientes, o poder de barganha dos fornecedores e os produtos ou serviços substitutos. Ambiente Setorial Concorrentes Este é um mercado onde a concorrência é bem acirrada, pois uma pessoa formada e com bons cursos, bons contatos e experiência profissional por si só já é um concorrente, além das empresas que se encontram no mercado. Desta forma, para ser concorrente tem que apresentar além do nível de informação, experiência, e

17 17 bons produtos, mas acima de tudo a credibilidade e a marca perduram e têm uma forte influência no mercado e nos contratantes. Barreira de Entrada para Novos Concorrentes Este é um mercado que permite a entrada de vários concorrentes, quer seja ofertando produtos, quer seja com serviços. Porém para que esses novos concorrentes venham a ser uma efetiva ameaça, é necessário que eles tenham um know how, um conhecimento processual, grande e que aquilo que eles irão ofertar tenha uma qualidade semelhante ou superior a que já existe no mercado. Talvez a barreira de entrada que há, seja ao analisar a confiabilidade, pois a nova empresa não terá ou terá pouca credibilidade no mercado, ao menos no começo. Poder de Barganha dos Clientes Como já mencionado anteriormente a empresa tem como cliente as empresas públicas governamentais, sendo assim não há poder de barganha dos clientes, visto que os contratos que a organização estabelece são frutos de licitações ganhas pela mesma, licitações estas, que a maioria é pelo menor preço. Poder de Barganha dos Fornecedores O poder de barganha dos fornecedores existe, ao contrário do poder de barganha dos clientes. Quando o fornecedor é de material ou de equipamentos, o número de fornecedores é um tanto quanto alto, desta forma, se um estiver muito caro, procura-se outro, não havendo um poder de barganha significativo. Porém se o fornecedor for o de programa, o de software, esse poder fica mais alto, pois talvez o concorrente do meu fornecedor não tenha desenvolvido nenhum programa semelhante àquele que a empresa deseja adquirir, sendo assim, o poder de barganha deste fornecedor aumenta. Produtos ou Serviços Substitutos Como os produtos que a empresa oferta não são de execução da empresa e sim de outros, há substitutos para vários dos programas, porém a empresa também oferece o substituto de seu produto principal. Quanto aos serviços, não existem

18 18 substitutos, visto que há uma necessidade primordial hoje de proteger, coletar e armazenar as informações, desta forma a área de Tecnologia da Informação TI, está em alta e é importante para as empresas governamentais. Macro-Ambiente Forças político-legais As forças político-legais atingem as empresas como um todo, tanto de forma a ser uma oportunidade quanto uma ameaça. É necessário se analisar o modo de agir das empresas. Um exemplo de oportunidade é a licitação ampla, onde os direitos são garantidos a todas as empresas de participarem, dando preferência àquela que tem o menor preço, mas a lei garante um processo teoricamente ilibado. Um exemplo em que é uma ameaça são projetos de lei que beneficia algumas empresas em detrimentos de outras com relação a algo, quer seja em impostos, retenções fiscais, subsídios, dentre outros benefícios. Forças econômicas As forças econômicas podem representar ameaças ou oportunidades para qualquer empresa, principalmente nesta época de crise, o que conta é a análise de como se encontra o mercado econômico, se ele atinge a todos os concorrentes de forma igualitária e principalmente se a empresa tem um diferencial competitivo. Forças tecnológicas Pelo fato da empresa trabalhar com tecnologia de ponta, tanto em seus produtos quanto em seus serviços, as forças tecnológicas exercem uma grande influencia direta. Quanto a serem ameaças ou oportunidades, elas podem assumir os dois extremos, pois para uma empresa como a Engesoftware, que está sempre atualizada com as novas tecnologias, as forças são oportunidades, pois é neste exato momento que um diferencial da empresa é externado. Caso ocorra algum imprevisto e a empresa fique defasada, as forças tecnológicas são uma ameaça. Porém é importante salientar que os avanços tecnológicos ocorrem em progressão geométrica, desta forma as inovações acontecem muito rápido e talvez

19 19 isso seja uma ameaça, já que é necessário um período de adaptação de algum novo produto tecnológico. Forças sociais Apesar de prestar serviço a organizações, pode-se dizer que a Engisoftware presta serviços a toda população visto que as organizações clientes são governamentais, assim sendo, as soluções propostas na área de TI, ou novos softwares que atendam alguma necessidade específica ou melhore os processos de certa forma beneficia a população. Isso pode ser visto tanto quanto uma oportunidade quando a empresa exerce com primor suas funções e beneficia a sociedade, logo indiretamente a população fala bem do novo sistema e isso rende frutos para a organização. Pode ser uma ameaça quando o sistema tem alguma falha e a população fica insatisfeita com o serviço.

20 20 3. FUNDAMENTAÇÃO TÉCNICA NO ÂMBITO ACADÊMICO 3.1 Área O Plano de Estágio será desenvolvido na área de Administração em Marketing. 3.2 Problema O Marketing Tático da Engesoftware está sendo realizado de forma efetiva? 3.3 Objetivo Objetivo Geral Verificar a eficiência das estratégias de marketing tático utilizadas pela Engesoftware Objetivos Específicos a) Explanar sobre Marketing, enfocando o Marketing Tático; b) Verificar quais as ferramentas estão sendo utilizadas; c) Identificar prováveis falhas na utilização destas ferramentas; e d) Propor modificações nas ações buscando uma melhor performance das mesmas. 3.4 Justificativas Academicamente, esta pesquisa poderá contribuir para estudos futuros nessa área. Contribuição esta, que pode ser oriundas da revisão de literatura, das questões levantadas, das soluções propostas, oferecendo uma gama de informações a pesquisadores que se interessem pelo tema em questão.

21 21 Gerencialmente, a presente pesquisa pode auxiliar gestores a verificar sua eficiência ou constatar sua ineficiência quando o foco é o marketing tático de sua empresa. Contribuirá também com as soluções propostas, podendo alguma ser adaptada e utilizada por outra empresa, que não a utilizada para formulação deste relatório. Socialmente, a relevância dessa pesquisa justifica-se por trazer benefícios a Engesoftware e a seus clientes, que poderão se beneficiar com as estratégias. 3.5 Quadro Teórico de Referência Para fundamentar este plano de estágio, serão expostas algumas definições de Marketing e a maneira como evoluíram através dos anos. Também será explorado conceitos de marketing tático Marketing Para melhor elucidar o que é marketing, serão expostas algumas das terminologias formadas por autores renomados na área e pela American Marketing Assossiation (Associação Americana de Marketing - AMA). Em 1948, a AMA padronizou, pela primeira vez, a definição de marketing, em função dos diferentes conceitos que o mercado formava naquela época. Esta afirmava que marketing era o desempenho de atividades de negócios voltadas ao fluxo de bens e serviços do produtor ao usuário. (NICKELS; WOOD apud ROCHA, 2004). Com o passar dos anos, surgiram diversas inovações na área. Para acompanhar esses avanços, em 1985, a AMA substituiu aquela definição por outra mais abrangente que afirma que marketing é o processo de planejamento e execução da concepção, de promoção, preço e distribuição de idéias, bens e serviços para criar negociações que favoreçam a entrega de satisfação de metas individuais e organizacionais (CHURCHILL, 2003). A partir desta formulação, percebe-se que começa a surgir uma preocupação em satisfazer o cliente. Kotler e Keller (2006) redefiniram marketing como a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor para satisfazer aquilo que grupos de pessoas necessitam e/ou desejam.

22 22 A definição mais recente, estabelecida pela AMA, e aceita internacionalmente, estabelece que marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos para criar, comunicar, e entregar valor aos clientes e para gerenciar o relacionamento com esses, de forma a beneficiar a organização e seus stakeholders (AMA, 2008, tradução nossa). Após este breve conceito do que vem a ser o marketing com um todo, pretende-se a seguir aprofundar no composto de marketing produto, preço, praça e promoção Marketing Tático O marketing tático procura fornecer e comunicar o valor do produto, para tanto, este utiliza o composto de marketing caracterizado pelo grupo de variáveis que se pode controlar para influenciar as respostas desejadas dos consumidores, as quais serão detalhadas na seqüência Produto McCarthy e Perreault (2002) definem produto como um bem ou serviço destinado às necessidades do mercado-alvo, isto é, uma oferta que possa ser oferecida no mercado para satisfazer a uma necessidade do consumidor. De acordo com os autores Kotler e Keller (2006, p.366), um produto é tudo aquilo capaz de suprir a um desejo e/ou a uma necessidade dos clientes. É julgado por seus compradores a partir de três aspectos importantes: qualidade do produto ofertado, mix e qualidade dos serviços oferecidos e o preço justo, os quais tornam a mercadoria competitiva no mercado. Os produtos dividem-se em cinco níveis de valor agregado para o cliente. São eles: benefício central aquele que o cliente está realmente comprando, produto básico que é o benefício central modificado em serviços secundários, produto esperado são atributos que o comprador espera do produto que está comprando, produto ampliado são aqueles que excedem as expectativas do consumidor e, finalmente, produto potencial ponto em que a empresa procura diferenciar sua oferta, abrangendo todas as transformações e ampliações que o produto poderá sofrer no futuro (KOTLER; KELLER, 2006).

23 23 Entretanto, o produto não se limita apenas aos bens (tangíveis) e/ou serviços (intangíveis), ele inclui todos os componentes que agregam valores para o consumidor, como embalagens, marcas, entre outros. (CHURCHILL, 2003). Corroborando as assertivas do autor citado anteriormente, Las Casas (2001), disserta acerca dos componentes de um produto, que incluem: a) Marcas são os signos que permitem ao consumidor identificar o produto e fazer associações a vários atributos e a um conceito, assumindo, muitas vezes, ares de status. Entretanto, é necessário cautela, pois se a marca se tornar genérica, a empresa não se beneficiará e haverá uma perda na identidade do produto; b) Embalagem tem por objetivo principal proteger o produto durante a armazenagem, mas, na realidade, funciona como um vendedor silencioso, pois os designs estão cada dia mais arrojados. As embalagens devem induzir ao consumo, ter utilidade após o término do produto, repassar conceitos e serem facilmente identificadas pelo consumidor ; c) Serviços e garantias Alguns serviços ocorrem mediante compra de alguns produtos, geralmente máquinas e equipamentos, e faz-se necessária uma assistência técnica capacitada para solucionar os problemas que possam aparecer. A garantia, por sua vez, é, na verdade, uma forma de aumentar a credibilidade do produto que está sendo comercializado, em que há responsabilidade dos fabricantes sobre seus produtos durante um tempo pré-determinado; e d) Qualidade Imprescindível ao produto e incontestável ao marketing. A satisfação do cliente para com o produto é medida pelo desempenho do mesmo. Desta forma, as empresas criam centros de teste e desenvolvimento, procurando aperfeiçoar sempre a qualidade. Segundo Kotler e Keller (2006), os produtos, divididos, quanto ao uso, em bens de consumo ou industriais, podem ser classificados, quanto às suas características, levando-se em consideração a durabilidade e tangibilidade.

24 24 Os bens de consumo são classificados de acordo com os hábitos de compras em (KOTLER; KELLER, 2006): a) Bens de conveniência comprados com freqüência; podem se subdividir em três categorias: básicos (que fazem parte da rotina de compra), de impulso (não há planejamento em sua compra) e de emergência (adquiridos em situações urgentes); b) Bens de compra comparados há uma comparação dos produtos quanto ao preço e qualidade, afetando a decisão de compra do consumidor. Podem ser divididos em homogêneos (qualidades semelhantes e preços diferentes) e heterogêneos (o que se oferece é mais importante que o preço); c) Bens de especialidade os consumidores buscam características particulares no produto, ou identificam a marca na hora da aquisição; d) Bens não procurados são necessários propagandas e equipe de vendas para este produto, pois ele não faz parte dos anseios do consumidor. De acordo com a entrada no processo produtivo e custo relativo, os bens industriais, ainda segundo Kotler e Keller (2006), são classificados em: a) Materiais e peças utilizados na produção de itens manufaturados. São as matérias-primas, e os materiais e peças manufaturados, que auxiliam na fabricação de outros produtos. b) Bens de capital são as instalações e os equipamentos, ambos facilitadores do processo de produção. Auxiliam no desenvolvimento e gerenciamento dos produtos acabados. c) Suprimento e serviços empresariais são os bens de vida curta que facilitam o desenvolvimento e gerenciamento dos produtos já acabados.

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais

Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3

Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3 Gestão de Mercados e Estratégia de Marketing Administrando o Composto de Marketing: Os 4P s Aula 3 Prof. Me. Dennys Eduardo Rossetto. Objetivos da Aula 1. O composto de marketing. 2. Administração do P

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente A Importância do Marketing nos Serviços da Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente Hellen Souza¹ Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS RESUMO Este artigo aborda a importância

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade II MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Preço em varejo Preço Uma das variáveis mais impactantes em: Competitividade; Volume de vendas; Margens e Lucro; Muitas vezes é o mote

Leia mais

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki Martins 2,Gerliane

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PLANO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA Flash Lan House: FOCO NO ALINHAMENTO ENTRE CAPITAL HUMANO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Boas propostas são essenciais para que uma gestão tenha êxito, mas para que isso ocorra é fundamental que os dirigentes organizacionais

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA 1 TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA Alan Nogueira de Carvalho 1 Sônia Sousa Almeida Rodrigues 2 Resumo Diversas entidades possuem necessidades e interesses de negociações em vendas, e através desses

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG 1 OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG Camila Alves Teles 1 Maria Solange dos Santos 2 Rodrigo Honório Silva 3 Romenique José Avelar 4 Myriam Angélica Dornelas 5 RESUMO O presente

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo de Maturidade Prado-MMGP

Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo de Maturidade Prado-MMGP DARCI PRADO Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo de Maturidade Prado-MMGP Versão 2.0.0 Janeiro 2014 Extraído do Livro "Maturidade em Gerenciamento de Projetos" 3ª Edição (a publicar)

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Prof. Léo Noronha Macroprocesso Referência: sistema de gestão da qualidade pela NBR ISO 9011:2008. Macroprocesso Para a realização do produto, necessitase da integração

Leia mais

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 O IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação

Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação Manual Como elaborar uma estratégia de comunicação Índice Introdução Passo 1 - Faça um diagnóstico da comunicação. Passo 2 - Defina os alvos da comunicação Passo 3 - Estabeleça os objetivos da comunicação

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Por Maria Luiza Panchihak

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Por Maria Luiza Panchihak BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Por Maria Luiza Panchihak Este artigo apresenta os benefícios do gerenciamento de projetos e mostra a importância desse processo, dentro de uma organização, para

Leia mais

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Adilson Sérgio Nicoletti Blumenau, SC - setembro de 2001 Conteúdo Apresentação

Leia mais

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES. Evolução do TI e Gestão das Organizações Gestão de Projetos Métodos Ágeis

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES. Evolução do TI e Gestão das Organizações Gestão de Projetos Métodos Ágeis A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Evolução do TI e Gestão das Organizações Gestão de Projetos Métodos Ágeis Vamos nos conhecer e definir as diretrizes de nosso curso??? www.eadistancia.com.br

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC Institui o Plano de Desenvolvimento de Recursos Humanos criando o Quadro

Leia mais

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO -

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - A estrutura a seguir foi desenvolvida com base no escopo da disciplina de Planejamento Estratégico de Comunicação,

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO 503 IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO Christina Garcia(1); Franciane Formighieri(2); Taciana Tonial(3) & Neimar Follmann(4)(1) Acadêmica do 4º Ano do Curso de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG.

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Bambuí/MG - 2008 A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Ana Cristina Teixeira AMARAL (1); Wemerton Luis EVANGELISTA

Leia mais

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de

Leia mais

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Bruna Jheynice Silva Rodrigues 1 ; Lauriene Teixeira Santos 2 ; Augusto Chaves Martins 3 ; Afonso Régis Sabino

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS O gerenciamento do sistem,a COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS Dandare Manuelle Pereira (1) Historiadora formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Trabalha desde 2012 na SANASA no cargo

Leia mais

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios

PARTE III Auditoria Conceitos Introdutórios FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Auditoria em Sistemas de Informação Prof. Fabio Costa

Leia mais

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix)

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Dentro do processo de administração de marketing foi enfatizado como os profissionais dessa área identificam e definem os mercados alvo e planejam as estratégias

Leia mais

Estratégias em Propaganda e Comunicação

Estratégias em Propaganda e Comunicação Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento

Leia mais

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Cruzeiro SP 2008 FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Projeto de trabalho de formatura como requisito

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011 Resumo Executivo Modelo de Planejamento O Resumo Executivo é comumente apontada como a principal seção do planejamento, pois através dele é que se perceberá o conteúdo a seguir o que interessa ou não e,

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Para as corporações, as mudanças são absorvidas pelas equipes internas, envolvendo tecnologia, contabilidade, logística

Leia mais

Integrada de Marketing. UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 31.03.11

Integrada de Marketing. UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 31.03.11 O Planejamento de Comunicação Integrada de Marketing UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 31.03.11 Agenda: Planejamento de Comunicação Integrada de

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO III Congresso Consad de Gestão Pública O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA SEPLAG Norma Maria Cavalcanti Alcoforado Painel 02/007 Avaliação de desempenho e remuneração variável O NOVO MODELO DE

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

Quais são as organizações envolvidas no SASSMAQ?

Quais são as organizações envolvidas no SASSMAQ? PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES AVALIAÇÃO SASSMAQ (P.COM.26.00) O SASSMAQ é um Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade, elaborado pela Comissão de Transportes da ABIQUIM, dirigido

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE MMGP Darci Prado QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE Extraído do Livro "Maturidade em Gerenciamento de Projetos" - 1ª Edição Versão do Modelo 1..0-01/Fev/008 - Editora INDG-Tecs - 008 WWW.MATURITYRESEARCH.COM

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

IETEC Instituto de Educação Tecnológica. Artigo Técnico

IETEC Instituto de Educação Tecnológica. Artigo Técnico IETEC Instituto de Educação Tecnológica Artigo Técnico A Importância Do Desenvolvimento Dos Fornecedores Para A Atividade De Compras Autor: Fernando de Oliveira Fidelis Belo Horizonte MG 11 de Agosto de

Leia mais

COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS.

COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS. COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS. A Rio Quality existe com o objetivo de proporcionar a total satisfação dos clientes e contribuir para o sucesso de todos. Essa integração se dá através do investimento

Leia mais