ANÁLISE DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE DE UMA EMPRESA DE COSMÉTICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE DE UMA EMPRESA DE COSMÉTICOS"

Transcrição

1 ANÁLISE DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE DE UMA EMPRESA DE COSMÉTICOS RESUMO Ligia Catana Viotto Gois 1 Com o surgimento dos consumidores exigentes, a procura por produtos ecologicamente corretos fez com que a área de marketing passasse a trabalhar com outras vertentes como o marketing social e o ambiental, buscando apresentar marcas que estejam relacionadas com esse novo conceito sustentável. As organizações evidenciam suas marcas por meio de mídias e das pessoas. Quando essas empresas estão relacionadas a um bom produto e uma boa conduta organizacional, isto faz com que a marca se torne um respeitável patrimônio e com isso, as possibilidades de melhoria para seu ambiente interno e externo passam a ser mais frequentes. O presente estudo pretende desmonstrar a vivência de uma empresa dentro desses conceitos sociais e ambientais. Há um novo mercado que necessita de gestores capacitados para lidar com esses novos conceitos inseridos nas organizações, conceitos que caminham juntos com a conscientização da sustentabilidade, que tem como princípio auxiliar na prevenção e preservação da biodiversidade para as gerações futuras. Palavras-Chave: Marca. Marketing. Marketing Ambiental. Marketing Social. Responsabilidade Social. Sustentabilidade. ABSTRACT With the emergence of exigent consumers, the demand for environmentally friendly products made with marketing field spent working with another disciplines such as social marketing and environmental, seeking to present brands that are related to this new sustainable concept. Organizations show their brands through media and people. When these companies are related to a good product and a good organizational behavior, this makes the brand to become a respectable heritage and with it, the improvement of possibilities for your internal and external environment become more frequent. This study aims to demonstrate the experience of a company within these social and environmental concepts. There is a new market that needs skilled managers to handle these new concepts set in organizations, concepts that go together with the awareness of sustainability, whose auxiliary principle in the prevention and preservation of biodiversity for future generations. Key- Words: Brand. Marketing. Environmental Marketing. Social Marketing. Social Responsibility. Sustainability. 1 Graduada em Administração na Faculdade Catuaí

2 1 INTRODUÇÃO Com o advento da sustentabilidade, algumas organizações precisam reestruturar setores importantes da empresa, tais como produção, financeiro, marketing, compras e mais que isso, toda a sua gestão aliada ao trato com o cliente. A expressão sustentável passa a fazer parte do portfólio das empresas, que visam apresentar suas práticas sustentáveis desde sua produção até a distribuição para o consumidor final e, com isso, pretende destacar-se nesse setor que vem crescendo e atingindo uma população cada vez mais consciente e exigente. Como consequência, esses consumidores não primam somente pelo preço e qualidade dos produtos, mas também pelo que essa empresa realiza em prol da comunidade na qual esta inserida e como é realizado seu processo produtivo, atentando-se para a utilização de suas matérias-primas e como esses recursos são utilizados e a que fim se destinam. Assim, surge um novo conceito para buscar esse mercado consciente, ou seja, o consumerismo, que vem a ser um consumidor menos dependente do consumo, sendo mais racional na sua escolha, utilizando-se da imagem de produtos ecologicamente corretos. Essa visão vem sendo transmitida através do marketing social que, além de estabelecer um elo de apreço do cliente com a marca no momento da sua decisão de compra, também propicia maior credibilidade às empresas. Dessa forma, busca-se inserir o conceito de sustentabilidade no diaa-dia da organização, almejando um reconhecimento mercadológico, que pode ocorrer através de uma maior propagação de suas atividades, sendo disseminados pela mídia, colaboradores, fornecedores e, principalmente pelos seus clientes, a fim de elevar o registro de sua marca no mercado consumidor. Diante desse cenário, a pesquisa pretende compreender as questões sociais e ambientais inseridas no contexto empresarial, utilizando-se do exemplo prático da empresa de cosméticos. Deste modo, o estudo possibilita a compreensão da união sustentável, produto e marca. Segundo a Management & Excellence/ Grow Associates em parceria com a Revista Razão Contábil, que elaboram o ranking das empresas com capital aberto mais sustentáveis da América Latina, em 2008 a empresa foi eleita a sexta empresa mais sustentável com mais de 80% de compliance, ou seja, a empresa mais regulamentada conforme as leis.

3 O objetivo geral do artigo é analisar as ações de sustentabilidade desenvolvidas pela empresa de cosméticos. Dentre os objetivos específicos encontram-se: descrever as políticas, missão e visão da empresa; descrever algumas práticas de responsabilidade social e ambiental da empresa e levantar as ações de comunicação praticadas pela empresa. Para a realização do presente estudo foi realizada uma pesquisa descritiva e bibliográfica, no intuito de analisar dados existentes a fim de concluir os objetivos propostos no trabalho. 2 MARKETING O Marketing é uma palavra de origem inglesa que tem como tradução administração de mercado, na década de 1950 foi inserido na rotina corporativa, devido às mudanças no segmento industrial. Assim, a partir de então as indústrias buscam novos desafios para continuar disputando o mercado (DIAS, 2003). Ao longo do tempo, o consumidor fica exigente e, dessa forma, ele passa a avaliar o produto não apenas pelo preço, mas também pelos benefícios ofertados por ele, as empresas, ao perceberem essas mudanças, implementam nas suas rotinas pesquisas e análises de mercado para tentar buscar a satisfação esperada pelo consumidor (DIAS, 2003). O conceito de marketing, segundo Dias (2003, p.2), pode ser entendido como a função empresarial que cria continuamente valor para o cliente e gera vantagem competitiva duradoura para a empresa, por meio da gestão estratégica das variáveis controláveis de marketing: produto, preço, comunicação e distribuição. Para Kotler (1998, p.27), marketing é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos de valor com outros. Já Las Casas (1997, p.14) concorda com a definição da Associação Americana de Marketing (AMA), que a entende como o desempenho das atividades comerciais que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou usuário. Na definição dos autores acima citados, percebe-se a presença do mesmo sentido de inovações e valores inseridos no contexto mercadológico, cujo resultado final é avaliação satisfatória dos consumidores.

4 Entretanto, para que ocorra uma satisfação correta, o marketing tem que ser bem interpretado, pois, no decorrer do século XX, devido a uma má utilização ou má interpretação deste, houve muitas críticas no sentido de incentivar o consumo exagerado e, com isso, o aumento da extração dos recursos naturais e a geração de resíduos de todo tipo (DIAS, 2007). Assim, o marketing, como qualquer outra disciplina acadêmica, passou por progressos, trazendo seu entendimento como uma das mais importantes ferramentas de mudanças de comportamento, tornando-se atualmente imprescindível na implementação de novos valores nas sociedades de um modo geral (DIAS, 2007). 2.1 Marketing Social Mesmo utilizando-se das mesmas ferramentas do marketing como os 4 Ps, o conceito de marketing social é mais complexo, pois depende das mudanças comportamentais que envolvem novos valores e crenças nas sociedades humanas (DIAS, 2007). Marketing social consiste na aplicação de tecnologias próprias do marketing comercial na análise, planejamento, execução e avaliação de programas criados pra influenciar o comportamento de determinados grupos sociais ou da população de um modo geral, com objetivo de melhorar suas condições de vida. (DIAS, 2007, p.53). Entretanto, há duas importantes diferenças no marketing social com o marketing comercial, em que a primeira é a busca pelo bem estar individual ou coletivo, mas não meramente por satisfação individual, e a segunda diferença é que cada um procure vivenciar os problemas sociais mesmo que não se identifiquem com ele (DIAS, 2007). O termo marketing social foi utilizado pela primeira vez em 1971, para descrever o uso de princípios e técnicas de marketing para promoção de uma causa, ideia ou comportamento social. Desde então, o termo passou a significar uma tecnologia de administração de mudança social, associada ao projeto, à implantação e ao controle de programas voltados para o aumento da disposição de aceitação de uma ideia ou prática social em um ou mais grupos de adotantes escolhidos como alvo (KOTLER apud DIAS, 2007, p.54).

5 O marketing social nas empresas visa ao posicionamento de suas marcas e a ascensão de seus produtos quando associados a uma causa social. Com isso, beneficia os interesses da empresa, sua posição no mercado e sua imagem ao mesmo tempo. Então, seguem abaixo alguns aspectos do marketing social corporativo segundo Dias (2007, p.65): a) Implica num suporte ativo a uma causa de interesse social e/ou cultural. b) Permite o desenvolvimento de novos eixos de comunicação, reforçando a imagem de marca e a eficácia publicitária através de um posicionamento por valores. c) Implica e possibilita o emprego de relações públicas e gera presença nos meios de comunicação, fato que permite criar um clima de opinião favorável para a empresa, portanto, oferece uma imagem de credibilidade. d) Cria um vínculo maior com o consumidor que pode desembocar numa relação personalizada, facilitando a criação de uma base de dados, o trabalho sociológico e a utilização de técnicas de estudo de mercado. O consumidor sentirá que compartilha valores com a marca. e) Constitui uma base para a realização de atividades de promoção de vendas efetivas, já que (em alguns casos) parte das vendas realizadas será destinada a uma causa de interesse social. f) Aumenta a motivação de compra: quando há igualdade de preço e qualidade, a solidariedade se converte em fator decisivo. [...] o projeto, a implementação e o controle de programas que procuram aumentar a aceitação de uma ideia social num grupo-alvo. Utiliza conceitos de segmentação de mercado, de pesquisa de consumidores, de configuração de ideias, de comunicações, de facilitação de incentivos e a teoria da troca, a fim de maximizar a reação do grupo-alvo (KOTLER apud LEVEK, 2002, p.21). Segundo Cobra (1997, p.35), marketing social é aquele em que a qualidade das relações sociais é avaliada por indicadores sociais, como o índice de natalidade e de mortalidade, dados de saneamento básico e de qualidade de vida em geral etc. Para Cavalcanti (2006, p.228), o marketing de uma causa social é a maneira como as organizações lutam para motivar um público a adotar uma nova ideia ou prática de interesse coletivo. Deste modo, observa-se que as definições acima mencionadas sobre o marketing social reforçam que a força de sua comunicação junto ao um público-alvo, faz com que ele possa inserir na mente de seus clientes a preocupação com um todo, que vai muito além de qualidade e preço ou produtos individualistas.

6 Que as mudanças importantes de comportamentos sociais, ambientais e culturais precisam de divulgação constante no dia-dia das pessoas e organizações. Outro importante conceito de marketing está relacionado ao meio ambiente e é conhecido como marketing ambiental, referência na atratividade de consumidores exigentes e que se preocupam com as questões ambientais e sociais. 2.2 Marketing Ambiental Esse conceito teve o seu destaque em 1975, quando a American Marketing Association (AMA) apresentou um workshop, uma oficina sobre o Marketing Ecológico, assim difundindo as ideias do marketing verde. Na década de 1990, esse conceito reaparece em trabalhos de diversos autores os quais apresentam suas relevâncias não apenas em satisfazer as necessidades de consumidores de produtos ecologicamente corretos, mas também ajustá-los aos objetivos empresariais com a ética e a responsabilidade social, buscando contribuição para uma progressão da qualidade de vida a longo prazo para a sociedade como um todo. (DIAS, 2007). Marketing ambiental é uma mudança de perspectiva na forma de fazer negócios, pois exige responsabilidade e compromisso ambiental global da empresa. (CODDINGTON apud DIAS, 2007, p.74). Outra definição diz que o marketing verde ou ambiental consiste de todas as atividades designadas para gerar e facilitar qualquer troca com o objetivo de satisfazer os desejos ou as necessidades humanas, desde que a satisfação dessas necessidades e desejos ocorra, com um mínimo de impacto prejudicial sobre o meio ambiente. (POLONSKY apud DIAS, 2007, p.74). O marketing ambiental é um conceito de marketing no qual a redução dos impactos sobre o meio ambiente tem um papel relevante durante a satisfação das necessidades dos consumidores e na realização dos objetivos da empresa. (PRAKASH apud DIAS, 2007, p.75). O marketing ecológico é um modo de conceber e executar a relação de troca, com a finalidade de que seja satisfatória para as partes que nela intervêm, a sociedade e o entorno natural, mediante o desenvolvimento, avaliação, distribuição e promoção por uma das partes dos bens, serviços ou ideias que a outra parte necessita, de forma que, ajudando a conservação e melhora do meio ambiente,

7 contribuam ao desenvolvimento sustentável da economia e da sociedade. (CALOMARDE apud DIAS, 2007, p.75). De acordo com Dias (2007, p.75), define-se: O marketing verde como um conjunto políticas e estratégias de comunicação (promoção, publicidade e relações públicas, entre outras) destinadas a obter uma vantagem comparativa de diferenciação para os produtos ou serviços que oferece a empresa em relação às marcas concorrentes, conseguindo desse modo incrementar sua participação no mercado, consolidando seu posicionamento competitivo. Em meio a tantas definições um único objetivo é perceptível, salientar a relevância das questões ambientais, seja ela em campos oportunos, responsáveis socialmente, econômicos, informativos, legais, competitivos ou apenas satisfatório. As organizações precisam se adequar também a essas mudanças qualitativas na abordagem sobre o meio ambiente. 2.3 Sustentabilidade A expressão sustentabilidade, cada vez mais difundida no cotidiano das organizações, fez com que as empresas demonstrassem sua preocupação com as gerações futuras, sendo assim, colocando em prática o conceito de sustentabilidade ou desenvolvimento sustentável que se projetou mundialmente em meados de 1987 quando através da CMMAD, Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento das Nações Unidas apresentou-se o relatório chamado de Nosso Futuro Comum ou Relatório Brundtland servindo como base de estudos a serem realizados por organismos multilaterais ou até mesmo por grandes empresas (CLARO; CLARO; AMÂNCIO, 2008). Para Barbieri (2008, p.23), o termo desenvolvimento sustentável parece ter surgido pela primeira vez em 1980 pelo documento denominado World Conservation Strategy que significa Estratégia de Conservação Mundial, que relatava estratégias mundiais para a conservação da natureza no qual tinha que se projetar os seguintes objetivos: 1) Manter os processos ecológicos essenciais e os sistemas naturais vitais necessários à sobrevivência e ao desenvolvimento do Ser Humano; 2) Preservar a diversidade genética;

8 3) Assegurar o aproveitamento sustentável das espécies e dos ecossistemas que constituem a base da vida humana. Por meio desses objetivos, o mesmo autor comenta que o documento apresenta importantes considerações na intenção de manter a capacidade do planeta para sustentar o desenvolvimento, e que tem que ser levado em consideração a capacidade dos ecossistemas e as necessidades das futuras gerações, Desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras de atenderem as suas próprias necessidades. (CMMAD apud BARBIERI, 2008, p.23) A Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento apresentou alguns objetivos que apesar de estarem relacionados intensamente no foco ambiental propôs-se discuti-los como assuntos decorrentes do processo de desenvolvimento implantados nos países, assim a CMMAD listou algumas intenções a serem realizadas no decorrer de sua criação, sendo elas: 1) Propor estratégias ambientais de longo prazo para obter um desenvolvimento sustentável por volta do ano 2000 e daí em diante; 2) Recomendar maneiras para que a preocupação com o meio ambiente se traduza em maior cooperação entre os países em desenvolvimento e entre países em estágios diferentes de desenvolvimento econômico e social e leve à consecução de objetivos comuns e interligados que considerem as inter-relações de pessoas, recursos, meio ambiente e desenvolvimento; 3) Considerar meios e maneiras pelos quais a comunidade internacional possa lidar mais eficientemente com as preocupações de cunho ambiental; 4) Ajudar a definir noções comuns relativas a questões ambientais de longo prazo e os esforços necessários para tratar com êxito os problemas da proteção e da melhoria do meio ambiente (CMMAD apud BARBIERI, 2008, p.24). Por sua vez, Barbieri (2008, p.38) apresenta um conceito de sustentabilidade que tem a sua origem nas Ciências Biológicas e aplica-se aos recursos renováveis, principalmente os que podem se exaurir pela exploração descontrolada. Com isso, apoiando-se num pensamento de recursos renováveis para que a exploração seja feita de modo a respeitar um ciclo anual, por meio de pesquisas sobre atividades populacionais, ciclos de reprodução, ferramentas de exploração e outros a fim de estabelecer uma percentual de rendimento máximo sustentável, preservando a base inicial dos recursos possibilitando uma

9 compensação entre as espécies e preservação da vitalidade dos ecossistemas que as compõem. Dias (2006) revela que a implantação do desenvolvimento sustentável no ambiente empresarial ainda se faz mais presente no ambiente interno da empresa, direcionada para seus processos e produtos para atingirem modelos de gestões mais eficientes e mais limpas, e com isso, há muito a ser feito para as organizações se tornarem causadoras de um desenvolvimento sustentável, socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente correto. Mendes (2008, p.26) afirma que as ações de cidadania na área empresarial tornam-se cada vez mais obrigatórias por pressão da sociedade, das normas ambientais e sobretudo do próprio mercado. Essa realidade demonstra que há uma necessidade de liderança voltada à sustentabilidade para garantir sobrevivência no mercado e principalmente buscar conexão dentre governo, setor produtivo e as organizações não governamentais. A sustentabilidade tornou-se de forma democratizada a bandeira da sociedade em geral, deixando de ser levantada somente por grupos elitizados. Desenvolvimento sustentável é um modelo de desenvolvimento que contempla de forma integrada, articulada e transparente a dimensão econômica, social e ambiental (ALMEIDA apud MENDES, 2008, p.9). Partindo do argumento de que empresas e sociedade civil compartilham recursos, humanos ou materiais, para a obtenção de resultados, a viabilização da estratégia de desenvolvimento depende também de mudanças no interior das organizações e da construção de novos modelos de gerenciamento que garantam a concretização de parcerias e alianças, que representam um dos pilares dessa sustentabilidade (GUEVARA et al, 2009, p.71). Com fortes evidências de que o crescimento econômico e a industrialização trouxeram também danos ao meio ambiente, demonstrou-se recentemente a preocupação com o desenvolvimento sustentável, buscando debates e discussões sobre maneiras e práticas das nações continuarem a se desenvolver sem afetar ou esgotar os recursos naturais. Indica-se que as sociedades busquem suas necessidades através de dois meios, nos quais se aumente o potencial sustentável de produção e assegure a todos as mesmas oportunidades, as ferramentas da sustentabilidade proporcionam as inclusões sociais, a busca pelo empreendedorismo através de parcerias com o poder público,

10 lideranças, sociedade organizada, gerando serviços produtivos de forma sustentável, possibilitando um equilíbrio dos interesses com a biosfera, na expectativa de um futuro melhor (GUEVARA et al, 2009) A sustentabilidade e as dimensões social, ambiental e econômica É imprescindível que haja um equilíbrio entre as três dimensões da sustentabilidade, para que possa ser relevante para as empresas que atuam em cada uma delas. A dimensão social tem como objetivos aumentar a qualidade de vida de seus colaboradores dentro e fora da empresa, participando das diversidades culturais na sociedade inserida. Por sua vez, a dimensão ambiental toma uma postura de produções limpas, proporciona uma cultura ambiental organizacional, tende a participar de atividades patrocinadas por políticas públicas sobre o meio ambiente natural. A dimensão econômica tem como princípio ser economicamente viável, possibilitando por meio do lucro, trazer o retorno das aplicações do capital privado. (DIAS, 2006) Barbieri (2009) coloca que a sustentabilidade social materializa os processos que buscam a igualdade na distribuição de bens e renda a fim de proporcionar para a sociedade, direitos e condições que possam diminuir a desigualdade existente na vida das pessoas. Para a questão ambiental, a necessidade é de aumentar a carga do planeta e impedir que o desenvolvimento das empresas cause danos ao meio ambiente, portanto utilizando-se de recursos renováveis e a sustentabilidade econômica permite que a gestão dos recursos produtivos seja eficiente junto com os investimentos públicos e privados A responsabilidade social empresarial e o desenvolvimento sustentável A abordagem da responsabilidade social empresarial vem se destacando muito no cenário corporativo, mesmo se tratando de um assunto extremamente novo, polêmico e dinâmico, ela propõe a busca pelo lucro como também colocar em práticas as ações sociais no planejamento de negócios das empresas. (TENÓRIO, 2006)

11 Segundo Tachizawa (2007), a preocupação com as questões sociais já faz parte do diferencial competitivo das organizações, e com isso, são divulgadas para seu ambiente interno e externo suas práticas e seus valores que apresentam um novo conceito de qualidade de vida para a sociedade em geral sob um olhar sobretudo ético, social e ambiental. Ainda o autor menciona que para demonstrar uma excelência no que se refere à responsabilidade social e o exercício da cidadania nas empresas, surgem alguns estágios que devem ser avançados conforme o nível a atingir: Estágio 1: a organização não assume responsabilidades perante a sociedade e não toma ações em relação ao exercício da cidadania. Não há promoção do comportamento ético; Estágio 2: a organização reconhece os impactos causados por seus produtos, processos e instalações, apresentando algumas ações isoladas no sentido de minimizá-los. Eventualmente busca promover o comportamento ético; Estágio 3: a organização está iniciando a sistematização de um processo de avaliação dos impactos de seus produtos, processos e instalações, e exerce alguma liderança em questões de interesse da comunidade. Existe envolvimento das pessoas em esforços de desenvolvimento social; Estágio 4: o processo de avaliação dos impactos dos produtos, processos e instalações está em fase de sistematização. A organização exerce liderança em questões de interesse da comunidade de diversas formas. O envolvimento das pessoas em esforços de desenvolvimento social é frequente. A organização promove o comportamento ético; Estágio 5: o processo de avaliação dos impactos dos produtos, processos e instalações está sistematizado, buscando antecipar as questões públicas. A organização lidera questões de interesse da comunidade e do setor. O estímulo à participação das pessoas em esforços de desenvolvimento social é sistemático. Existem formas implementadas de avaliação e melhoria da atuação da organização no exercício da cidadania e no tratamento de suas responsabilidades públicas (TACHIZAWA, 2007, p.62). Quando se fala em estágio 5, é o mais avançado a ser alcançado, servindo de meta para as organizações que pretendem exercer com competência a responsabilidade social buscando como exemplo a ISO 9000 qualidade e a ISO meio ambiente. Para Almeida (apud MELO NETO; FROES, 1999, p.90), Responsabilidade social corporativa é o comprometimento permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando,

12 simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo. Uma definição que foi muito utilizada como base em muitos programas e modelos de gestão da responsabilidade social foi a responsabilidade social das empresas compreende as expectativas econômicas, legais, éticas e discricionárias que a sociedade tem em relação às organizações em dado período. (CARROLL apud BARBIERI, 2009, p.53) Porém, diante de tantos autores que concordam de uma maneira geral com um mesmo conceito de responsabilidade social corporativa, destaca-se Friedman (apud ASHLEY et al, 2005, p.48) que argumenta que a direção corporativa, como agente dos acionistas, não tem o direito de fazer nada que não atenda ao objetivo de maximização dos lucros, mantidos os limites da lei, neste conceito ele ressalta que já existem entidades sem fins lucrativos como a igreja, sindicatos ou até mesmo o governo que trabalham na realização de responsabilidade social corporativa. Diante das mudanças que ocorreram no campo social dentro das empresas, em 1998, na Holanda, reuniram-se vários representantes de todo o mundo dando origem ao Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (MELO NETO; FROES, 1999). O conceito de responsabilidade social aprimorou-se depois deste encontro, acrescentou-se o desenvolvimento sustentável, compreendendo os direitos humanos, dos empregados, dos consumidores, o envolvimento comunitário, a relação com fornecedores, monitoramento, avaliação de desempenho, e os direitos dos grupos de interesse. Com isso finaliza os três pilares do desenvolvimento sustentável, o social, o econômico e o ambiental. (MELO NETO; FROES, 1999) Com a evolução consciente da responsabilidade social, o desempenho empresarial e sustentável torna-se um indício positivo no mercado. A imagem da empresa muda perante seus colaboradores, fornecedores e consumidores, deixa de ser egoísta e passa a se preocupar com o que ocorre ao seu redor. (MELO NETO; FROES, 1999) Surge o rótulo de empresa-cidadã, que vem a ser o compromisso com a promoção da cidadania e o desenvolvimento da comunidade, em que as pessoas sentem prazer em fazer parte do grupo empresarial ou de dar preferência

13 no mercado aos seus produtos, levando em consideração tudo o que tem por traz da imagem corporativa representada pelas suas ações sociais. Com tudo isso, suas vendas crescem, adquire respeito, confiabilidade e constrói sua marca. (MELO NETO; FROES, 1999). Abaixo se apresentam os principais benefícios adquiridos pelas ações sociais das empresas: a) ganhos de imagem corporativa; b) popularidade dos seus dirigentes, que se sobressaem como verdadeiros líderes empresariais com elevado senso de responsabilidade social; c) maior apoio, motivação, lealdade, confiança e melhor desempenho dos seus funcionários e parceiros; d) melhor relacionamento com o governo; e) maior disposição dos fornecedores, distribuidores, representantes em realizar parcerias com a empresa; f) maiores vantagens competitivas (marca mais forte e mais conhecida, produtos mais conhecidos); g) maior fidelidade dos clientes atuais e possibilidades de conquista de novos clientes (MELO NETO; FROES, 1999, p. 96). Praticar responsabilidade social empresarial não é uma ação muito fácil, pois abrange uma série de fatores que precisam ser analisados e implementados e com isso, manifestam-se em direitos, obrigações e perspectivas de diversos públicos internos e externos à empresa. (BARBIERI, 2009) O conceito a seguir de responsabilidade social empresarial foi muito utilizado como base de programas e modelos dessa gestão sendo ele a responsabilidade social das empresas compreende as expectativas econômicas, legais, éticas e discricionárias que a sociedade tem em relação às organizações em dado período. (CARROL apud BARBIERI, 2009, p.53) O surgimento do desenvolvimento sustentável fez com que a preocupação com o meio ambiente fizesse parte da responsabilidade social das empresas, buscando meios de garantir os recursos necessários para a subsistência humana. (BARBIERI, 2009) Dias (2006, p.31) destaca como principal objetivo do desenvolvimento sustentável o contentamento em atender às necessidades e aspirações humanas tendo como essência que: É um processo de transformação no qual a exploração dos recursos, a direção dos investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional se harmonizam e reforçam potencial presente e futuro, a fim de atender às necessidades e aspirações humanas.

14 De acordo com Dias (2006), dentro do cenário organizacional surge uma visão sobre responsabilidade social empresarial, de que as empresas tendem a atuar mais como um sistema social organizado além da esfera estritamente econômica e, com isso busca-se cada vez mais a necessidade de novos líderes conscientizados que junto com seus colaboradores passam a concretizar a RSE Responsabilidade Social Empresarial- no que diz respeito aos direitos humanos, uma melhor qualidade de vida da comunidade inserida e sociedade e na preservação do meio ambiente natural. Portanto, Responsabilidade Social: São estratégias pensadas para orientar as ações das empresas em consonância com as necessidades sociais, de modo que a empresa garanta, além do lucro e da satisfação de seus clientes, o bem estar da sociedade. A empresa está inserida nela e seus negócios dependerão de seu desenvolvimento e, portanto, esse envolvimento deverá ser duradouro. É um comprometimento (TOLDO apud DIAS, 2006, p.154). O Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável define Responsabilidade Social Empresarial como o compromisso da empresa de contribuir ao desenvolvimento econômico sustentável, trabalhando com os empregados, suas famílias, a comunidade local e a sociedade em geral para melhorar sua qualidade de vida (WBCSD apud DIAS, 2006, p.154). A responsabilidade social de uma empresa é aplicada na sua decisão de participar mais diretamente das ações comunitárias na região em que está presente e minorar possíveis danos ambientais decorrentes do tipo de atividade que exerce (D AMBRÓSIO apud MELO NETO; FROES, 1999, p.78). Entretanto, além da preocupação externa há de se olhar também para o ambiente interno, as condições que são oferecidas aos seus colaboradores, a transparência e satisfação de todos os envolvidos no processo, desde a diretoria ao consumidor final, e com essa visão poderá ser atribuída à empresa a condição de socialmente responsável (MELO NETO; FROES, 1999). Seguem outros conceitos apresentados de responsabilidade social em que: Pode ser definida como o compromisso que uma organização deve ter para com a sociedade, expresso por meio de atos e atitudes que a afetem positivamente, de modo amplo, ou a alguma comunidade, de modo específico, agindo de forma pró-ativa e coerentemente no que tange a seu papel específico na sociedade e a sua prestação de contas para com ela (FERREIRA; ÁVILA; FARIA, 2010, p.287).

15 Percebe-se que para vivenciar as práticas de ações sociais é necessário muito discernimento, produzindo efeitos que realmente melhorem a vida pessoal, profissional e empresarial de uma sociedade elevando a sua qualidade de vida. Abaixo se destacam algumas características principais da responsabilidade social de uma empresa (MELO NETO; FROES, 1999, p.78). a) apoio ao desenvolvimento da comunidade onde atua; b) preservação do meio ambiente; c) investimento no bem-estar dos funcionários e seus dependentes e num ambiente de trabalho agradável; d) comunicações transparentes; e) retorno aos acionistas; f) sinergia com os parceiros; g) satisfação dos clientes e / ou consumidores. Para Melo Neto e Froes (1999), essas características apontam o desenvolvimento do processo de gestão empresarial dentro do universo social da empresa, portanto identificando gestões internas e externas. O foco da gestão interna é o público de dentro das organizações, que acompanha desde seus programas de contratação, treinamento, seleção até manutenção de pessoal. O retorno desta parceria é reconhecido em sua remuneração e participação nos resultados, assistência médica, social, odontológica, alimentar e de transporte, e bem como os investimentos em treinamentos, financiamentos de cursos externos visando uma qualificação profissional e pessoal para seus colaboradores. (MELO NETO; FROES, 1999) Para a gestão externa, as empresas buscam com o público de fora meios de interação dos quais possam participar com ações sociais que proporcionem benefícios junto à comunidade em sua volta, ou seja, desde uma doação de produtos ou equipamentos, parcerias com órgãos públicos, prestação de serviços voluntários e atividades de preservação do meio ambiente. Assim, com as ações sociais voltadas para as áreas de maior interesse da comunidade, como educação, saúde, assistência social e ecologia, é possível identificar um retorno positivo para a imagem desta organização, em suas campanhas publicitárias, para seus acionistas e consequentemente para seus produtos. (MELO NETO; FROES, 1999).

16 2.3.4 Responsabilidade ambiental Com uma legislação mais burocrática sobre as questões ambientais, muitos empresários tiveram que compreender que as mudanças exigidas para uma conscientização ambiental não eram somente mais um aumento de custo ou rotinas administrativas, mas sim uma maneira de prevenção contra possíveis ações que pudessem afetar seus negócios a curto, médio e longo prazo, no decorrer dos anos como no caso de muitas marcas que ficaram ligadas a desastres ambientais tendo seus nomes associados às irresponsabilidades que causaram os acidentes (DIAS, 2006). Dias (2006) afirma que as organizações, mesmo que ainda lentamente, estão mudando a sua conduta para um agente transformador dentro de uma responsabilidade social mais ativa nas suas comunidades, incluindo uma grande perspectiva ambiental, destacam-se abaixo algumas ações, comportamentos e políticas proativas que podem ser aplicadas a fim de contribuir para mudança de atitude: Implantar um sistema de gestão ambiental; Proceder a modificações no processo produtivo, substituindo os produtos tóxicos ou nocivos por outros menos prejudiciais; Estabelecer um programa de redução de emissões poluentes; Estabelecer programas de formação e informação ambiental para o quadro de pessoal da organização; Criar um setor responsável, prioritariamente, com a questão ambiental na organização; Elaborar códigos de conduta de respeito ao meio ambiente; Participar ativamente das campanhas educativas e de preservação organizadas pelos governos em todos os níveis (municipal, estadual e nacional), e daquelas promovidas pelas entidades representativas do seu setor produtivo; Recuperar e reciclar os seus produtos e subprodutos; Promover e incentivar a pesquisa de novas tecnologias e novos produtos que não prejudiquem o meio ambiente; Diminuir o consumo de matérias-primas, água e energia; Diminuir a produção de resíduos (por exemplo, adotando tecnologias limpas de produção) e, nos casos em que se mantêm, assegurar que tenham um tratamento correto (DIAS, 2006, p.156).

17 3 ANÁLISE DOS RESULTADOS DA PESQUISA Para realizar a pesquisa, foi utilizada como referência a empresa de cosméticos, expondo de maneira sucinta a história e o mercado dos cosméticos, mostrando como a empresa apresenta seus elementos estratégicos, sua preocupação com a marca e seus meios de comunicação, e especialmente descrevendo algumas de suas ações de responsabilidade social e consequentemente sua preocupação com o desenvolvimento sustentável. A empresa de cosméticos com o uso do marketing social como ferramenta de negócios projetou-se no mercado como referência em empresa responsavelmente social e ambiental, atribuindo valores a sua marca e produtos. Por isso, merecendo destaque ao se falar sobre esses temas tão presentes cada vez mais no cenário empresarial. A empresa iniciou suas atividades em 1969 quando foi inaugurada uma loja pequena e um laboratório em São Paulo com a intenção de apresentar, nos seus serviços, uma abordagem personalizada e apropriada para o clima úmido do país e para as diversas variações de pele local (SILVA; TOBIAS, 2007a). Segundo Silva e Tobias (2007a), em 1974 surge um grande diferencial no seu trato com seus clientes, a venda porta a porta trazendo um contato direto e personalizado, assim as consultoras tornaram-se e, ainda hoje, são o principal elo entre a empresa e o consumidor final. Na década de 1980, mesmo com a crise econômica que o Brasil enfrentava, houve uma fase de crescimento e reestruturação interna devido a uma estratégia rápida num cenário que estava favorável, pois com a inflação alta e moeda instável a competição estrangeira ficava inviável no mercado. Na década de 1990, surge um novo posicionamento no mercado e uma revolução corporativa fazendo investimentos pesados em projetos de qualidade e tecnologia, sendo assim, em 1995, a empresa apresentou seu Plano Institucional deixando claro suas crenças, valores, missão e o trato da corporação com os diversos públicos (SILVA ;TOBIAS, 2007a). A partir de 2004, a empresa torna-se uma companhia de capital aberto, com ações no mais alto nível de governança corporativa da Bolsa de Valores de São Paulo, deste modo está presente em sete países da América Latina sendo eles: Brasil; Argentina; Bolívia; Chile; Peru; México; e Colômbia, e na Europa surge

18 na França, onde, em 2005, inaugurou uma casa em Paris. O comportamento empresarial definido pela empresa, busca criar valor para a sociedade como um todo, provocando resultados integrados nas dimensões econômica, social e ambiental. Seus produtos são desenvolvidos com a participação de redes sociais que junto com o conhecimento científico e conhecimento das comunidades tradicionais utilizam-se do uso sustentável da biodiversidade botânica brasileira, tendo como resultado a concepção cosmética de alta qualidade, trazendo prazer e bem-estar, com uma comunicação visual inspirada nos modelos da natureza (NATURA, 2011). 3.1 Ações De Comunicação Da Empresa A empresa procura investir muito na sua maior propaganda boca a boca, que por meio de suas consultoras divulgam seus produtos diretamente aos seus consumidores finais com suas revistas. Além dessa divulgação, sempre está presente nas mídias impressas e da TV, fazendo merchandising em novelas em horário nobre no qual apresenta suas práticas e desenvolvimento com questões ambientais, também se utilizando das propagandas na maioria das emissoras para anunciar linhas novas de produtos. As propagandas da Empresa conseguem expressar pensamentos positivos, vendendo além de seus produtos novos valores que os consumidores querem assumir em fazer a melhor escolha e poder colaborar para a construção de um mundo melhor. (BRAGA, 2011) As campanhas publicitárias da empresa que, por meio de seu marketing, elaboram ações no intuito de transmitir sua preocupação crescente com os efeitos sociais e ecologicamente corretos, conseguem atingir seus objetivos, como no caso do trabalho de comunicação da linha de produtos Ekos, o qual resultou uma posição mundial que, para Dias (2007, p.87), a empresa de cosméticos é uma das cinco citadas como pioneiras do marketing verde no mundo. A linha Ekos originou-se de pesquisas realizadas com ativos descobertos na Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado, traduzindo os valores integrados à empresa junto à imagem que pretende disseminar, para isso se utiliza como estratégia de marketing de três pilares: biodiversidade brasileira,

19 desenvolvimento sustentável e o uso das tradições populares. (SILVA; TOBIAS, 2007a) A propaganda da linha Ekos apresenta sua integração com o consumidor, com a consultora, seus produtos, a valorização da cultura e da biodiversidade do Brasil, a responsabilidade socioambiental e as tecnologias verdes. A internet é uma grande ferramenta da tecnologia de informação da Natura, facilitando a comunicação do público interno, como o relacionamento junto às consultoras que estão em diversas regiões atendidas pela empresa, e pelo público externo possibilitando o consumidor e/ou futuros clientes a navegar pela Empresa na intenção de conhecer seus produtos, projetos, relacionamentos, responsabilidades, inovações entre outros fatores. 3.2 Responsabilidade Ambiental e Social da Natura A empresa de Cosméticos, buscando atender esse mercado de consumidores mais consciente, passa a projetar sua imagem a uma empresa socialmente responsável, incorporando esse conceito em toda a sua gestão organizacional e principalmente refletindo em sua marca essa posição de mudança perante aos seus consumidores. (SILVA; TOBIAS, 2007b) A Empresa assume que uma empresa ambientalmente responsável deve gerenciar suas atividades de maneira a identificar os impactos sobre o meio ambiente, buscando minimizar aqueles que são negativos e amplificar os positivos. Deve, portanto, agir para a manutenção e melhoria das condições ambientais, minimizando ações próprias potencialmente agressivas ao meio ambiente e disseminando para outras empresas as práticas e conhecimentos adquiridos na experiência da gestão ambiental. (NATURA, 2011) Ao assumir a política de meio ambiente como uma das três vertentes de seu compromisso com a sustentabilidade, a Empresa visa também à ecoeficiência ao longo de sua cadeia de geração de valor; e, ao buscar a ecoeficiência, favorece a valorização da biodiversidade e de sua responsabilidade social. (NATURA, 2011) As diretrizes para o meio ambiente da Empresa contemplam: Responsabilidade para com as gerações futuras;

20 Educação ambiental; Gerenciamento do impacto do meio ambiente e do ciclo de vida de produtos e serviços; Minimização de entradas e saídas de materiais. Em relação à responsabilidade para as gerações futuras, o enfrentamento dos impactos ambientais resultantes de suas atividades no setor de cosméticos, saúde e fitoterápicos, tanto no Brasil quanto no exterior, a empresa: Cumpre os parâmetros e requisitos exigidos pela legislação e demais normas subscritas pela organização; Controla-os e monitora-os em todas as fases de produção, com vistas à redução de uso de insumos de valor ambiental estratégico, à eliminação gradativa de ensaios com animais em matérias-primas para produtos cosméticos, à redução de impactos ambientais de embalagens e à pronta reparação de eventuais incidentes; Promove a melhoria contínua dos processos em toda a cadeia produtiva, incorporando tecnologias limpas; Trata a questão ambiental como tema transversal em sua estrutura organizacional e a incluí no planejamento estratégico; Desenvolve novos negócios ou novos modelos de negócio levando em conta os princípios e as oportunidades oferecidas pela sustentabilidade. Quanto a sua educação ambiental, a Empresa busca disseminar a cultura da responsabilidade ambiental, individual e coletiva, entre colaboradores, equipes de vendas, fornecedores, prestadores de serviços e consumidores. Capacita colaboradores para a prática da sustentabilidade nas atividades profissionais e estende esse compromisso às parcerias com fornecedores, inclusive por meio de cláusulas contratuais. Desenvolve ações de educação ambiental e treinamento sobre a prática da responsabilidade ambiental para colaboradores, estimulando o debate. Promove campanhas internas dirigidas a familiares de colaboradores e à comunidade do entorno imediato da empresa; e participa ou apóia projetos e programas de educação ambiental voltados para a sociedade em geral. (NATURA, 2011)

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02 Pagina 1/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA / APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIAS...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. DIRETRIZES E RESPONSABILIDADES...4 5.1 POLITICAS...4 5.2 COMPROMISSOS...4 5.3 RESPONSABILIDADES...5

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM ESTAR NO TRABALHO

POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM ESTAR NO TRABALHO POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM ESTAR NO TRABALHO Política da QUALIDADE A satisfação do cliente está na base das operações do Grupo Volvo. A Qualidade é um pré

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Síntese O Compromisso ALIANSCE para a Sustentabilidade demonstra o nosso pacto com a ética nos negócios, o desenvolvimento das comunidades do entorno de nossos empreendimentos,

Leia mais

MMX - Controladas e Coligadas

MMX - Controladas e Coligadas POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.

Leia mais

Resumo. O caminho da sustentabilidade

Resumo. O caminho da sustentabilidade Resumo O caminho da sustentabilidade Termos recorrentes em debates e pesquisas, na mídia e no mundo dos negócios da atualidade, como sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade empresarial

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL APRESENTAÇÃO Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL Introdução SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento

Leia mais

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli Café com Responsabilidade Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro Vitor Seravalli Manaus, 11 de Abril de 2012 Desafios que o Mundo Enfrenta Hoje Crescimento Populacional Desafios que o Mundo

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014

CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014 CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014 PALAVRA DA DIRETORIA Apresentamos, com muito prazer, o do Grupo Galvão, que foi elaborado de maneira participativa com representantes dos colaboradores

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ²

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² RESPONSABILIDADE SOCIAL NO CENÁRIO EMPRESARIAL ¹ JACKSON SANTOS ² A Responsabilidade Social tem sido considerada, entre muitos autores, como tema de relevância crescente na formulação de estratégias empresarias

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL

DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL APRESENTAÇÃO A White Martins representa na América do Sul a Praxair, uma das maiores companhias de gases industriais e medicinais do mundo, com operações em

Leia mais

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br.

18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br. Marketing Ambiental Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. O que temos visto e ouvido falar das empresas ou associado a elas? Blog: www.tudibao.com.br E-mail: silvia@tudibao.com.br 2 3 Sílvia

Leia mais

Responsabilidade Socioambiental e Sustentabilidade

Responsabilidade Socioambiental e Sustentabilidade Responsabilidade Socioambiental e Sustentabilidade - Uma Estratégia Empreendedora - Roberta Cardoso Abril/2008 Por que o mundo inteiro fala em Sustentabilidade? AQUECIMENTO GLOBAL Evidências: Aumento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL COLÓQUIO EMPREGOS VERDES E CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS 20.08.2009

Leia mais

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS. Conteúdo

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS. Conteúdo Conteúdo O Instituto Ethos Organização sem fins lucrativos fundada em 1998 por um grupo de empresários, que tem a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO

POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO Política de SEGURANÇA Política de SEGURANÇA A visão do Grupo Volvo é tornar-se líder

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Resende, J.M.; Nascimento Filho, W.G.; Costa S.R.R. INEAGRO/UFRuralRJ INTRODUÇÃO O patrimônio de uma empresa é formado por ativos tangíveis

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Seu futuro é o nosso compromisso. O presente documento visa trazer em seu conteúdo o posicionamento do INFRAPREV frente aos desafios propostos e impostos pelo desenvolvimento sustentável. Para formular

Leia mais

Valores Pessoas; Trabalho em Equipe; Conduta Ética; Orientação ao Cliente; Orientação a Resultados; Inovação; e Comunidade e Meio Ambiente.

Valores Pessoas; Trabalho em Equipe; Conduta Ética; Orientação ao Cliente; Orientação a Resultados; Inovação; e Comunidade e Meio Ambiente. CÓDIGO DE ÉTICA EMPRESARIAL 1 INTRODUÇÃO O Código de Ética Empresarial da COELCE, apresenta os princípios direcionadores das políticas adotadas pela empresa e que norteiam as ações e relações com suas

Leia mais

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER?

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER? O QUE ESTÁ ACONTECENDO? O futuro é uma incógnita. As tendências são preocupantes, mas uma coisa é certa: cada um tem de fazer sua parte. Todos somos responsáveis. A atual forma de relacionamento da humanidade

Leia mais

PROPRIEDADE REGISTRADA. O que fazer para alcançar ar o Desenvolvimento Empresarial Sustentável?

PROPRIEDADE REGISTRADA. O que fazer para alcançar ar o Desenvolvimento Empresarial Sustentável? . O que fazer para alcançar ar o Desenvolvimento Empresarial Sustentável? . Conceitos: Responsabilidade Social Ecoeficiência Conceitos Responsabilidade Social - é a relação ética e transparente da organização

Leia mais

CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS

CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS do conteúdo dos Indicadores Ethos com outras iniciativas Com a evolução do movimento de responsabilidade social e sustentabilidade, muitas foram as iniciativas desenvolvidas

Leia mais

A ética e o desenvolvimento sustentável sob a ótica das organizações

A ética e o desenvolvimento sustentável sob a ótica das organizações A ética e o desenvolvimento sustentável sob a ótica das organizações Ítalo Camilo da Silva Nogueira Faculdade Nossa Senhora Aparecida /GO - italocamilo@hotmail.com Karlla Junara Cintra Azambuja Soares

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL SGA ISO 14.001:2004 O que é ISO? A ISO - International Organization for Standardization é uma organização sediada em Genebra, na Suíça. Foi fundada em 1946; A sigla ISO foi

Leia mais

MANUAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

MANUAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL MANUAL DE RESPONSABILIDADE Definição: A responsabilidade socioambiental é a responsabilidade que uma empresa ou organização tem com a sociedade e com o meio ambiente além das obrigações legais e econômicas.

Leia mais

Sustentabilidade no Grupo Boticário. Atuação com a Rede de Franquias

Sustentabilidade no Grupo Boticário. Atuação com a Rede de Franquias Sustentabilidade no Grupo Boticário Atuação com a Rede de Franquias Mais de 6.000 colaboradores. Sede (Fábrica e Escritórios) em São José dos Pinhais (PR) Escritórios em Curitiba (PR) e São Paulo (SP).

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA 1 MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA Felipe Rogério Pereira (UniSALESIANO Araçatuba/SP) HerculesFarnesi Cunha ( Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas- AEMS e UniSALESIANO

Leia mais

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas.

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas. 1. OBJETIVOS Estabelecer diretrizes que norteiem as ações das Empresas Eletrobras quanto à promoção do desenvolvimento sustentável, buscando equilibrar oportunidades de negócio com responsabilidade social,

Leia mais

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental A Nestlé, na qualidade de Companhia líder em Nutrição, Saúde e Bem-Estar, assume o seu objectivo

Leia mais

Produto mais sustentável

Produto mais sustentável Produto mais sustentável De maneira geral, um produto pode ser considerado mais sustentável por diversas razões: a) processo de fabricação com baixo impacto: consiste em produtos que eliminaram ingredientes

Leia mais

Os Valores e o Código ético do Grupo Pirelli

Os Valores e o Código ético do Grupo Pirelli Os Valores e o Código ético do Grupo Pirelli Os valores éticos como base da ação. Aidentidade de nosso Grupo assenta-se historicamente num conjunto de valores que foram ao longo dos anos visados e tutelados

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO

RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO RELATÓRIO DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COE INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E GESTÃO DE CARBONO CO2 ZERO DECLARAÇÃO DE APOIO CONTÍNUO DO DIRETOR PRESIDENTE Brasília-DF, 29 de outubro de 2015 Para as partes

Leia mais

Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide

Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide A Nova América na vida das pessoas 8 Cultural Empresarial Missão Do valor do campo ao campo de valor

Leia mais

Política de Gestão de Pessoas

Política de Gestão de Pessoas julho 2010 5 1. Política No Sistema Eletrobras, as pessoas são agentes e beneficiárias do fortalecimento organizacional, contribuindo para a competitividade, rentabilidade e sustentabilidade empresarial.

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

O que é a Responsabilidade Social Empresarial?

O que é a Responsabilidade Social Empresarial? O que é a Responsabilidade Social Empresarial? 1.5. Campos de acção da RSE Resumo O mundo dos negócios é extremamente heterogéneo. Assim as diferentes abordagens e estratégias sobre responsabilidade compromisso

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

Estabelecimento da Diretriz Organizacional

Estabelecimento da Diretriz Organizacional Estabelecimento da Diretriz Organizacional AULA 3 Bibliografia: Administração Estratégica: Planejamento e Implantação da Estratégia SAMUEL C. CERTO & J. P. PETERTO ASSUNTO: Três importantes considerações

Leia mais

Formulação da Visão e da Missão

Formulação da Visão e da Missão Formulação da Visão e da Missão Zilta Marinho zilta@globo.com Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer para chegar a seu destino. Com as grandes empresas

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam

Leia mais

PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA

PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA PAPEL DO GESTOR AMBIENTAL NA EMPRESA Copyright Proibida Reprodução. NECESSIDADE EMERGENTE - Apresentam-se hoje, em países desenvolvidos e em desenvolvimento, as preocupações com a sustentabilidade empresarial

Leia mais

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS. Gestão de Administração e Finanças Gerência de Gestão de Pessoas

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS. Gestão de Administração e Finanças Gerência de Gestão de Pessoas PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS Gestão de Administração e Finanças Gerência de Gestão de Pessoas Desenvolvimento Sustentável Social Econômico Ambiental Lucro Financeiro Resultado Social

Leia mais

O Desafio da Sustentabilidade no Setor Petroquímico

O Desafio da Sustentabilidade no Setor Petroquímico Seminário Nacional de Gestão Sustentável nos Municípios Relato de Experiências O Desafio da Sustentabilidade no Setor Petroquímico Porto Alegre, 28 de Março de 2008 Roteiro Empresa Cenários Conceitos Dimensão

Leia mais

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS Os Indicadores Ethos são uma ferramenta de gestão, de uso gratuito, que visa apoiar

Leia mais

Governança Corporativa, Responsabilidade Ambiental e Social. Prof. Wellington

Governança Corporativa, Responsabilidade Ambiental e Social. Prof. Wellington Governança Corporativa, Responsabilidade Ambiental e Social Prof. Wellington APRESENTAÇÃO AULA 1 Wellington Prof de pós-graduação na USJT desde 2003 Sócio diretor da WP projetos e produções Coordenador

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO

NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO Maio 2005 NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO Uma empresa cidadã tem direitos e deveres, assim como qualquer indivíduo. Trata-se de uma consciência crítica que nasce a partir do respeito

Leia mais

Iniciativas Futuro Verde" do Japão

Iniciativas Futuro Verde do Japão 1. Compreensão Básica Iniciativas Futuro Verde" do Japão 1. Nas condições atuais, em que o mundo está enfrentando diversos problemas, como o crescimento populacional, a urbanização desordenadas, a perda

Leia mais

Mensagem do presidente

Mensagem do presidente Mensagem do presidente A giroflex-forma está em um novo momento. Renovada, focada em resultados e nas pessoas, ágil e mais competitiva no mercado de assentos e de mobiliário corporativo. Representando

Leia mais

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS Gestão de Administração e Finanças Gerência de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social Junho/2014 Desenvolvimento Sustentável Social Econômico

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

Associação sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de 11 empresários; 1475 associados: empresas de diferentes setores e portes.

Associação sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de 11 empresários; 1475 associados: empresas de diferentes setores e portes. Instituto Ethos Associação sem fins lucrativos, fundada em 1998, por um grupo de 11 empresários; 1475 associados: empresas de diferentes setores e portes. MISSÃO: Mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas

Leia mais

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE

A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE 546 A CONTABILIDADE COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO NO CONTROLE DO MEIO AMBIENTE Irene Caires da Silva 1, Ana Carlina Toni Pereira 2, Carlile Serafim Pestana 2, Fernando Henrique Grigoletto dos Santos 2, Henrique

Leia mais

Visão & Valores. Código de Sustentabilidade Corporativa

Visão & Valores. Código de Sustentabilidade Corporativa Visão & Valores Código de Sustentabilidade Corporativa 1 Somos dedicados a promover a sustentabilidade e a responsabilidade social Nós reconhecemos a necessidade de harmonizar entre si os objetivos econômicos,

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

Os Princípios do Equador e o Desempenho Socioambiental do Setor Financeiro

Os Princípios do Equador e o Desempenho Socioambiental do Setor Financeiro Avaliação do desempenho socioambiental de projetos com foco nos Princípios do Equador e Parâmetros de Desempenho do IFC Os Princípios do Equador e o Desempenho Socioambiental do Setor Financeiro São Paulo,

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica

XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica XXXII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica Mesa-Redonda: Responsabilidade Social Empresarial 23-24 de Novembro de 2006 Mário Páscoa (Wyeth/ Painel Febrafarma) E-mail: pascoam@hotmail.com

Leia mais

CAVACO S. www.cavacos.com RESPEITANDO A NATUREZA. Combustível de Biomassa

CAVACO S. www.cavacos.com RESPEITANDO A NATUREZA. Combustível de Biomassa CAVACO S Combustível de Biomassa RESPEITANDO A NATUREZA www.cavacos.com EM 2014 OS NOSSOS SONHOS SÃO AINDA MAIORES. APRESENTAMOS AOS NOSSOS CLIENTES E PARCEIROS UMA NOVA CAVACO S, MUITO MAIS MODERNA, COM

Leia mais

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Abril/2014 Porto Velho/Rondônia Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Terceiro Setor É uma terminologia sociológica que

Leia mais

MENSAGEM CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

MENSAGEM CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO MENSAGEM O Código de Ética do Banco do Brasil vem reafirmar a contínua valorização dos preceitos éticos existentes na cultura da Organização, reconhecidos pela comunidade. Nasce da realidade da Empresa,

Leia mais

Questionário de Levantamento de Informações

Questionário de Levantamento de Informações Questionário de Levantamento de Informações Critérios para Inclusão de Empresas no Fundo Ethical 1 INTRODUÇÃO Nos últimos anos se observou um aumento significativo da preocupação das empresas com questões

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

Plano de Sustentabilidade da Unilever

Plano de Sustentabilidade da Unilever Unilever Plano de Sustentabilidade da Unilever Eixo temático Governança Principal objetivo da prática Para a Unilever, o crescimento sustentável e lucrativo requer os mais altos padrões de comportamento

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

AULA 5 SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO

AULA 5 SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL. Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO 1 Professor: ALAN Coordenador: Prof. LAÉRCIO 1 2 Reconheça o que está ao alcance dos seus olhos, e o que está oculto tornar-se-á claro para você. Jesus de Nazaré 2 3 1. Citar as principais contribuições

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS

FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS FDC E SUA RESPONSABILIDADE COMO UMA ESCOLA DE NEGÓCIOS IV CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL RIAL Cláudio Boechat Fundação Dom Cabral 12 DE DEZEMBRO, 2006 F U N D A Ç Ã O

Leia mais

Introdução da Responsabilidade Social na Empresa

Introdução da Responsabilidade Social na Empresa Introdução da Responsabilidade Social na Empresa Vitor Seravalli Diretoria Responsabilidade Social do CIESP Sorocaba 26 de Maio de 2009 Responsabilidade Social Empresarial (RSE) é uma forma de conduzir

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

O Grupo Gerdau incentiva o trabalho em equipe e o uso de ferramentas de gestão pela qualidade na busca de soluções para os problemas do dia-a-dia.

O Grupo Gerdau incentiva o trabalho em equipe e o uso de ferramentas de gestão pela qualidade na busca de soluções para os problemas do dia-a-dia. O Grupo Gerdau incentiva o trabalho em equipe e o uso de ferramentas de gestão pela qualidade na busca de soluções para os problemas do dia-a-dia. Rio Grande do Sul Brasil PESSOAS E EQUIPES Equipes que

Leia mais

Código de Fornecimento Responsável

Código de Fornecimento Responsável Código de Fornecimento Responsável Breve descrição A ArcelorMittal requer de seus fornecedores o cumprimento de padrões mínimos relacionados a saúde e segurança, direitos humanos, ética e meio ambiente.

Leia mais

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental 1.CURSOS COM ÊNFASE EM : Gestão Ambiental de Empresas 2. CONCEPÇÃO DOS CURSOS: O Brasil possui a maior reserva ecológica do planeta sendo o número um em

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais