COMO IMPLANTAR UM PLANO DE MARKETING PARA UMA ACADEMIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMO IMPLANTAR UM PLANO DE MARKETING PARA UMA ACADEMIA"

Transcrição

1 Artigo apresentado no II Seminário de Pesquisas e TCC da FUG no semestre Coordenação, organização e formatação final: Prof. Dr. Rodrigo Irani Medeiros COMO IMPLANTAR UM PLANO DE MARKETING PARA UMA ACADEMIA Roberto Siqueira D ORACIO¹ Roseli Vieira PIRES² RESUMO: O mercado de atividades físicas em academias de ginástica está em grande expansão e devido à alta competitividade, para se destacar, é necessário apresentar um diferencial que realmente permita oferecer o melhor ao seu público. Uma das maneiras mais seguras e concretas que existe para conhecer e fidelizar clientes é a implantação do plano de marketing, por isso este artigo tem o intuito de agregar informações que favoreçam o entendimento sobre como é feita a implantação de um plano de marketing e sua importância, de forma a auxiliar as empresas que visam que seus objetivos desejados se tornem realidade, bem como apoiar o estudo de acadêmicos interessados neste assunto. Este trabalho de conclusão de curso aborda os conceitos de marketing, a evolução do marketing no Brasil, um exemplo de implantação de um plano de marketing e a ferramenta análise de SWOT. A metodologia utilizada para desenvolvimento foi a fundamentação teórica e os estudos realizados mostraram que a implantação do plano de marketing é um processo eficiente que deve ser adotado pelas empresas que desejam alcançar seus objetivos. Palavras chave: marketing, plano de marketing, academias de ginástica, implantação. HOW TO IMPLANT A PLAN OF MARKETING FOR AN ACADEMY ABSTRACT: The market of physical activities in gymnastics academies is in great expansion and due to the competitiveness. To stand out, it is necessary to present a different that really allows to offer the best to your public. One in the safest and concrete ways that exists to know and fidelity customers are the implantation of the marketing plan, for that this article has the intention of joining information that favor the understanding on how it is made the implantation of a marketing plan and your importance, in way the assistant the companies that seek that your wanted objectives if they turn reality, as well as to support the interested academics' study in this subject. This work of course conclusion approaches the marketing concepts, the evolution of the marketing in Brazil, an example of implantation of a marketing plan and the tool analysis of SWOT. The methodology used for development it was the theoretical based and the accomplished studies showed that the implantation of the marketing plan is an efficient process that should be adopted by the companies that want to reach your objectives. Keywords: marketing, marketing plan, gymnastics academies, implantation. 1 Acadêmico do Curso de Educação Física da Faculdade União de Goyazes 2.Professora Orientadora da Faculdade União de Goyazes

2 2 1 INTRODUÇÃO O mercado de academias atualmente está se expandindo muito devido à alta divulgação da mídia. De acordo com Saba (2010), existem no Brasil, academias em funcionamento e registradas, 3,9 milhões de praticantes, acadêmicos e profissionais registrados, (dados atualizados em 10 de agosto de 2010 com o CONFEF (Conselho Federal de Educação Física). Além disso, a profissão de professor de educação física está entre as 10 carreiras que mais crescem no Brasil. É um mercado bastante desafiador para os que nele estão inseridos, devido à intensa competitividade. Sendo assim, é necessário apresentar um diferencial de modo a oferecer o melhor ao seu público, inovando e oferecendo vantagens que realmente interessem seus clientes que estão cada dia mais exigentes. Não basta apenas ter um grande espaço físico e os melhores aparelhos para que os clientes permaneçam ativos, é preciso ir além disso para acompanhar e concorrer com as grandes academias que enxergam o mercado de uma forma mais ampla. Uma das maneiras mais seguras e concretas que existe para conhecer e fidelizar clientes é a implantação do plano de marketing. Segundo Las Casas (1999), o plano de marketing é importante para as empresas, uma vez que é resultado de um processo de planejamento, que toma forma no momento em que o administrador escreve o plano. Por isso mesmo um bom plano não valida uma idéia de marketing, mas uma boa idéia de marketing é validada com um bom plano. Ele é usado para concretizar a criatividade, a imaginação e a inovação. A maioria das academias não possui um departamento especialista em marketing, devido as suas estruturas organizacionais que geralmente são de micro e pequena empresa, o que impacta negativamente em suas estratégias de crescimento de negócios. Este estudo tem como objetivo mostrar como é feita a implantação de um plano de marketing e sua importância. O intuito é auxiliar as empresas que visam alçar vôos em aumento da quantidade de clientes e da qualidade de serviços, pois o plano de marketing é uma ferramenta que possibilita que

3 3 os objetivos desejados se tornem realidade através da análise de ambiente, definição de objetivos e metas como, por exemplo, atividades de propaganda e de promoção de serviços. Este trabalho, ainda, tem a finalidade de apoiar os estudos e pesquisas de acadêmicos dos cursos de Educação Física e Administração, dentre outros voltados para o empreendedorismo que pretendam estudar esta área. 2 FUNDAMENTAÇÃO Este capítulo apresenta a fundamentação teórica que norteou o desenvolvimento deste artigo. A presente fundamentação teórica abordou os seguintes tópicos: marketing, evolução do marketing no Brasil, plano de marketing e análise do ambiente. 2.1 Marketing Para melhor entender o que é marketing, é preciso conhecer os conceitos de marketing. Philip Kotler, uma das maiores autoridades em marketing, com mais de cinco milhões de cópias de livros vendidas no mundo, define o marketing como um processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtém aquilo de que necessitam e que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros. Para ele, o marketing consiste na tomada de ações que provoquem a reação desejada de um público-alvo. Já não basta simplesmente satisfazer clientes. É preciso encantá-los. KOTLER (2000). Entretanto, o conceito de marketing deste autor sofreu atualizações em suas diversas obras. Em 1998, ele definiu marketing como: O processo de planejamento e execução desde a concepção, preço, promoção e distribuição de idéias, bens e serviços para criar trocas que satisfaçam metas individuais e organizacionais (KOTLER, 1998 p. 32). Dois anos depois o autor definiu marketing como uma ferramenta para criar, promover e fornecer bens e serviços a clientes quer sejam pessoas físicas ou jurídicas. Quando a empresa pode lucrar ao atender às

4 4 necessidades dos clientes de um determinado segmento, nota-se que há uma oportunidade de marketing. KOTLER (2000). Para Kotler, o marketing foi definido em três versões, são elas: Marketing 1.0: voltado para o produto e utilizado, atualmente, por 70% das empresas. Marketing 2.0: voltado para o cliente e utilizado, atualmente, por 25% das empresas. Marketing 3.0: voltado para as considerações e desejos para os cidadãos globais, como respeito ao meio ambiente, aos valores humanos (da mente, do coração e do espírito) e às novas tecnologias. É a mais nova definição de marketing, e utilizado, atualmente, por 5% das empresas. Este modelo consiste em ouvir os clientes, satisfazer as suas necessidades, criar as suas aspirações e, ao mesmo tempo, ajudar o planeta. Destaca o especialista: se você criar um caso de amor com os seus clientes, eles próprios farão a sua publicidade. (KOTLER, 2000, p.98). A definição de marketing, devido o grau de importância para o mercado, desperta o interesse de diversos pesquisadores que têm publicado seus próprios entendimentos sobre este conceito. Segundo Cobra (1997), durante muito tempo prevaleceu a definição de marketing elaborada pela American Marketing Association (AMA), na qual o desempenho das atividades de negócios que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou utilizador. Porém, para Cobra: O marketing deve ser encarado como uma filosofia, uma norma de conduta para a empresa, em que as necessidades latentes dos consumidores devem definir as características dos produtos e serviços a serem elaborados e as respectivas quantidades a serem oferecidas. (COBRA, 1997, p.25) Esporadicamente a AMA (American Marketing Association) atualiza seu conceito de marketing, sendo que na última revisão, realizada em 2007, ficou definido que marketing é a atividade, conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, distribuir e efetuar a troca de ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiro e a sociedade como um todo. (AMA, 2008). O conceito anterior declarava que.

5 5 Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos para criar, comunicar e distribuir valor aos clientes e para administrar o relacionamento com clientes de forma que beneficia a organização e os seus stakeholders. (AMA, 2008). A Ohio State University conceitua marketing como o processo na sociedade pelo qual a estrutura da demanda para bens econômicos e serviço é antecipada ou abrangida e satisfeita através da concepção, promoção, troca e distribuição física de bens e serviços COBRA (1997). Geralmente, identificar as necessidades e os desejos dos clientes não é uma tarefa fácil, pois existem clientes que não têm plena consciência de suas necessidades ou não conseguem expressá-las. Responder apenas à necessidade declarada nem sempre é o suficiente para o cliente. (KOTLER, 2000, p.43). De acordo com Kotler (2000), o ambiente geral de marketing é constituído por seis ambientes que possuem forças que podem produzir um impacto importante no desenvolvimento do plano de marketing, são eles: Ambiente demográfico: compreende o estudo estatístico das populações humanas, não só no que tange as suas características numéricas (tamanho, densidade, idade, sexo, raça, ocupação, localização), mas também a fenômenologia que condiciona aquelas características. Ambiente econômico: englobam fatores que afetam o poder aquisitivo do consumidor e os seus padrões de gastos, como o crescimento da economia, a taxa de inflação, a taxa de desemprego, a taxa de câmbio, a evolução do consumo privado, a taxa de poupança, entre outros. Ambiente natural (meio ambiente): consiste nos recursos naturais disponíveis para a empresa ou afetados por ela, como escassez de matéria prima, aumento do custo de energia, aumento da poluição e intervenção governamental. Ambiente tecnológico: considera todas as inovações tecnológicas quer ao nível do produto, quer do processo, a legislação sobre

6 6 proteção de patentes, incentivos à investigação e desenvolvimento, etc. Ambiente político-legal: consideram variáveis como a estabilidade política, as políticas econômicas, a legislação laboral, o enquadramento legal, a e a política de incentivos. Ambiente sócio-cultural: considera variáveis como a estabilidade social, estilos de vida, valores sociais, religião, crenças e comportamentos. Os responsáveis pela atividade de marketing devem estar sempre atentos às tendências e aos acontecimentos desses ambientes, realizando ajustes em suas estratégias de marketing, sempre que necessário. (KOTLER, 2000, p.37). Outra ferramenta de grande importância é os 4Ps do marketing produto, preço, praça e promoção - criada por MacCarthy, com o intuito de maximizar a oferta do mix de produtos. A orientação de marketing adota uma perspectiva de fora para dentro. Inicia com uma boa definição de mercado, foca nas necessidades dos clientes, coordena todas as atividades que os afetarão e produz lucros satisfazendo-os. (KOTLER, 2000, p.41). O essencial para a organização é trabalhar sistematicamente para construir uma imagem sólida e positiva na mente de seu público. 2.2 Evolução do Marketing no Brasil No Brasil, o marketing iniciou na década de 50, pois até então a economia era dominada pelos setores agrícola e comercial. A industrialização só teve impulso com o apoio do governo do presidente Juscelino Kubitschek. OLIVEIRA (2004). Nessa década, surgiram os supermercados, fator que fez com que o marketing adquirisse novas direções. Em 1956 foi fundada, em São Paulo, a primeira entidade voltada para o Marketing, a ADVB (atualmente a Associação dos Dirigentes de Vendas no Brasil). E no ano seguinte, foi realizado o I Congresso Brasileiro de Propaganda. OLIVEIRA (2004).

7 7 Ainda na década de 50, foi criada a primeira escola deste segmento, denominada Escola Superior de Administração de Negócios. Posteriormente surgiram a Escola Superior de Propaganda e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo EAESP. De acordo com Richers (1994), esta escola recebeu os primeiros professores de marketing no Brasil, todos estrangeiros. A Fundação Getúlio Vargas também criou o curso de Administração, que com o apoio do governo americano trouxe professores que passaram a difundir a ideia de marketing. Foi também nesta década que surgiu a tradução para o termo marketing, denominada mercadologia. Esta tradução não foi coerente devido o termo em inglês significar ação no mercado, que é uma conotação mais dinâmica e não simplesmente estudo do mercado, como foi sugerido pela tradução LAS CASAS (2001). As ambições e inseguranças começaram a motivar o marketing, onde em um processo lento e agitado, foi tomando conta dos brasileiros RICHERS (1994). Apenas na década de 70, as empresas brasileiras reconheceram a função do profissional de marketing mesmo que algumas multinacionais (Gessy-Lever, Johnson & Johnson e Kibon) já contassem com o gerente de produtos, o gerente comercial ainda apresentava maior destaque COBRA (2002). Também nos anos 70 surgiram os hipermercados e as lojamostruário, um novo realce que se tentava dar ao shopping center que surgira na década anterior. Devido à alta inflação na década de 80, os preços aumentavam, progressivamente, a cada dia e por isso o produto passou a comandar o mercado porque, se o produto não fosse vendido hoje, amanhã seria procurado e comprado por preços mais elevados MANZO (1996). Na década de 90 ficou evidente que a integração das ações de marketing era essencial. Com o surgimento de novos veículos de mídia como a internet, por exemplo, as empresas de publicidade começaram a perder mercado, pois não souberam valorizar os novos instrumentos de comunicação que se desenvolveram no período. Estas empresas estavam acostumadas a uma determinada realidade, e tiveram dificuldade para desenvolver um bom trabalho, não alcançando os consumidores somente

8 8 com as publicidades em rede nacional de televisão. Desta forma, as agências de publicidade perderam espaço para empresas que se especializaram em práticas como marketing promocional, marketing direto e marketing cultural OLIVEIRA (2004). No início do século XXI se vive a Terceira Revolução Industrial, esta é a revolução da informação e do conhecimento que geram transformações, como a alta competitividade e o desaparecimento de várias funções e papéis com o advento da alta tecnologia, que atingem o mundo do trabalho que por sua vez impacta diretamente o marketing UGARTE (2005). 2.3 Plano de marketing O planejamento é importante para delinear as formas para alcançar um determinado objetivo. LAS CASAS (1999). Com o intuito de apoiar o entendimento sobre este assunto será exposta, a seguir, a definição de plano de marketing e como implantá-lo Definição De acordo com Ferrell (2000), o plano de marketing é um relatório ou documento que expõe as informações encontradas no processo de planejamento. Os resultados da análise ambiental, das metas e dos objetivos de marketing e dos principais elementos da estratégia de marketing devem ser apontados por escrito durante o processo de planejamento estratégico de mercado. O plano de marketing é um documento formal que serve para descrever as estratégias de marketing que a empresa deve utilizar para alcançar seus objetivos e metas. Dentre as principais deficiências do plano de marketing está à falta de realismo, análise insuficiente da concorrência e foco no curto prazo. (KOTLER, 2000, p.116). A formalização das idéias e o conhecimento do plano de marketing não cabem somente a alta administração, mas sim a todos os integrantes da empresa FERREL (2000). Existem diversos modelos de planos de marketing, no entanto nenhum é eficaz sem o envolvimento de todos os integrantes da

9 9 organização. A exposição das informações contidas no processo de planejamento para os colaboradores é necessária para que as pessoas se unam para cumprir os objetivos e as metas estabelecidas. A literatura apresenta diversas estruturas ou modelos de planos de marketing que podem ser utilizados nas empresas. A seguir, serão apresentados alguns modelos desenvolvidos por autores conceituados neste tema com o intuito de nortear a elaboração e a implantação de um plano de marketing. Kotler, o precursor do marketing, propõe o seguinte modelo de plano de marketing: I. Sumário executivo e índice de conteúdo. Apresenta uma bela visão do plano proposto; II. Situação atual do marketing. Apresentam dados históricos relevantes sobre o mercado, produto, concorrência, distribuição e macro ambiente; III. Análise de oportunidades e assuntos. Identificam às principais oportunidades e ameaças, forças, fraquezas e assuntos relativos ao produto; IV. Objetivos. Define as metas financeiras e de marketing do plano em termos do volume de vendas, participações de mercado e lucro; V. Estratégia de marketing. Apresenta a abordagem ampla de marketing que será usada para atingir os objetivos do plano; VI. Programas de ação. Apresenta programas de marketing especiais preparados para atingir os objetivos do plano; VII. Demonstração de resultado projetado. Prevê o resultado financeiro do plano; VIII. Controles. Indica como o plano será monitorado. (KOTLER, 1998 p. 100).

10 10 Ferrell et all (2000, p.23) propõem o modelo da Tabela 1. Tabela 1 Estrutura de um plano de marketing típico I. Sumário Executivo A. Sinópse B. Principais aspectos do plano de marketing II. Análise ambiental A. Análise do ambiente externo B. Análise do ambiente do consumidor C. Análise do ambiente (organizacional) interno III. Análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) A. Forças B. Fraquezas C. Oportunidades D. Ameaças E. Ajustando, convertendo, minimizando e evitando estratégias IV. Metas e objetivos do marketing A. Metas de marketing B. Objetivos de marketing V. Estratégias de marketing A. Mercado(s)-alvo(s) B. Composto de marketing para cada mercado-alvo C. Principais clientes e reações da concorrência VI. Implementação de marketing A. Assuntos estruturais B. Abordagem para implementação C. Marketing interno D. Comunicação E. Autoridade na tomada de decisão F. Motivação dos funcionários G. Atividades, responsabilidades e orçamentos H. Programação da implementação VII. Avaliação e controle A. Avaliação financeira B. Controle de marketing

11 11 Westwood (1997, p.29) propõe o modelo da Tabela 2. Tabela 2 Plano de marketing completo. - Conteúdo - Introdução - Sumário - Análise de situação incluindo: Superposições Vendas (Histórico e Orçamento) Revisão dos Mercados Estratégicos Revisão dos Produtos-chave Revisão das Áreas-chave de Vendas - Objetivos de Marketing - Estratégias de Marketing - Prazos, Custos, Responsabilidades - Promoção de Vendas - Orçamentos - Demonstrativo de Resultados - Controles - Processos de Atualização

12 12 Tabela 3. E Las Casas (1999, p.45) propõe o modelo de plano de marketing da Tabela 3. Modelo de um plano de marketing. Plano de Marketing 1. Análise ambiental 1a. Ameaças e oportunidades Eventos Ameaças Oportunidades Sugestões 1b. Pontos fortes e fracos Aspectos analisados Concorrente 1 Concorrente 2 Empresa X Ponto Ponto Ponto Ponto Ponto forte fraco forte fraco forte Pessoal - Quantidade - Quantificação Equipamentos -Capacidade instalada - Tecnologia Finanças - Recursos financeiros - Possibilidade de obtenção de empréstimo Marketing - Produto - Preço - Distribuição - Propaganda - Equipe de vendas - Promoção 2. Objetivos a. Quantitativos: b. Qualitativos: 3. Estratégias de Marketing 3a. Público alvo: 3b. Posicionamento: 3c. Estratégia do composto: Produto: Preço: Distribuição: Promoção: 4. Plano de ação Atividades Encarregado Período Orçamento 5. Projeção de vendas e lucros Período Vendas Lucros Observações Ponto fraco Os modelos de plano de marketing acima expostos podem ser utilizados na íntegra ou adaptados para melhor atender as necessidades do implantador.

13 13 Segundo (Kotler, 2000, p.100), o plano de marketing é um dos produtos mais importantes do processo de marketing, porque auxilia o alcance das metas definidas no planejamento estratégico Como implantar Para implantar um plano de marketing é preciso realizar algumas tarefas. O ideal seria começar com a elaboração de uma síntese que contenha as metas e recomendações estabelecidas. Posteriormente, devese diagnosticar a situação real do marketing e analisar as oportunidades observando todo o quadro de forças positivas e negativas quanto ao mercado. Em seguida, deve-se decidir os objetivos desejados e aplicar as estratégias de marketing identificando qual ferramenta será utilizada para cada caso. O essencial é identificar o que será feito, por quem será feito, quanto custará e analisar os ganhos com os resultados obtidos. Como a intenção é exemplificar uma boa estrutura que pode ser utilizada como base neste importante processo, será apresentada a proposta de um modelo de plano de marketing, elaborada através da adoção de uma mescla das ideias dos diversos autores relacionados no decorrer da pesquisa de fundamentação deste artigo, e, a descrição detalhada das fases da implantação do plano. As etapas a serem executadas neste plano de marketing são: análise ambiental, objetivos de marketing, estratégias de marketing, plano de ação ou implementação e avaliação e controle, conforme especificado a seguir: Análise ambiental: É a primeira etapa a ser desenvolvida neste modelo. De acordo com Ferrel (1999) é nesta fase que são resumidas todas as informações pertinentes obtidas sobre três aspectos da empresa: o ambiente externo, o ambiente do consumidor (mercado-alvo) e o ambiente interno (organizacional) da empresa. Westwood (1997), propõe uma análise PFOA,

14 14 que significa Potencialidades e Fragilidades conforme se relacionam com as oportunidades e ameaças do mercado. Para Las Casas (1999), existem duas condições relativas à análise ambiental, são elas: - análise ambiental externa: onde são analisadas as ameaças e oportunidades; - análise ambiental interna: onde são analisados os pontos fracos e fortes da empresa. Ainda segundo o autor, é necessário conhecer a realidade da situação atual da empresa para estabelecer uma estratégia em sintonia com as tendências atuais e futuras. Objetivos de marketing As metas e objetivos de marketing são declarações formais dos resultados desejados que componham o plano de marketing. FERREL, et all. (2000). Segundo Richers (2000), os objetivos são alvos a serem alcançados em um determinado tempo, que pode ser mais ou menos distante, que depende da segurança da empresa em fixá-los. Para definir os objetivos de marketing é necessário efetuar antes a observação dos ambientes internos e externos da organização, pois somente após este estudo será obtido um diagnóstico favorável que poderá auxiliar na definição de um objetivo otimista de crescimento ou um diagnóstico desfavorável que poderá gerar um objetivo de defesa. Os objetivos são como uma bússola para o administrador. Há necessidade de determinar os objetivos como passo inicial do processo de planejamento, pois somente assim será possível determinar uma estratégia adequada LAS CASAS (1999) Estratégias de marketing Após a definição dos objetivos, a próxima etapa é determinação das estratégias de marketing.

15 15 A estratégia é um caminho ou maneira ou ação formulada e adequada para alcançar, preferencialmente, de maneira diferenciada, os desafios e objetivos estabelecidos, no melhor posicionamento da empresa perante seu ambiente OLIVEIRA (2004), desta forma, para definir estratégias é necessário primeiro determinar quem a empresa quer atingir, ou seja, qual é o público-alvo. Em seguida, a empresa deve se posicionar perante o mercado, segundo Las Casas (1999), o posicionamento é o lugar que se deseja ocupar na mente do cliente. Segundo Westwood (1997), as estratégias são definidas como estratégias de ataque (criadas para evitar a perda de clientes existentes), estratégias de desenvolvimento (criadas para oferecer aos clientes existentes uma variedade maior de seus produtos ou serviços) e estratégias de ataque (criadas para desenvolver o negócio através de novos clientes) Plano de ação Após conclusão da etapa anterior, o próximo passo é a definição do plano de ação ou plano de implementação. Esta etapa consiste em descrever como as estratégias de marketing definidas serão desempenhadas. Para Las Casas (1999), o plano de ação é um processo que serve para dar coerência e ordem ao plano de marketing, pois no item estratégias de marketing pouca informação é dada quanto ao detalhamento das atividades e não é definido com exatidão quem será o responsável e quando uma etapa do planejamento será executada, ou seja, este processo determina o que deverá ser feito e quem deverá fazê-lo. É relevante reconhecer os colaboradores de todos os níveis da empresa são extremamente importantes na implementação do marketing. Ainda segundo o autor, ao concluir o plano de ação, você praticamente já tem um plano de marketing que o habilita executar suas ideias com todos os principais componentes de um planejamento mercadológico.

16 Avaliação e controle Esta é a última etapa do modelo de plano de marketing sugerido neste artigo. Nesta fase, é detalhado como os resultados serão avaliados e controlados. Segundo Ferrel et all (2000), esta etapa se divide em três partes, são elas: - avaliação financeira: as projeções financeiras são sustentadas em estimativas de custos, vendas e receitas. As condições orçamentárias são fundamentais na definição das estratégias de investimentos. - controle de marketing: compreende a definição de padrões, a análise do desempenho real, relacionando-o com os padrões e, se preciso adotar medidas corretivas para reduzir divergências entre o desempenho desejado e o desempenho real. - auditoria de marketing: é a ferramenta utilizada para sinalizar as potenciais causas de divergências acima mencionadas, pois se trata de uma análise metódica dos objetivos, da estratégia e do desempenho de marketing da empresa. 2.4 Gestores e profissionais do marketing em academia No fim dos anos 1980 houve uma mudança no composto de elementos físicos das empresas, a função de Gestão de Pessoas tornou mais necessária e virou uma ferramenta para solucionar problemas, se atualizando e reinventando estratégias para se adaptar ao novo contexto e aumentando os planos estratégicos. Segundo Lacombe e Tonelli (2001), a função da área de Gestão de Pessoas é apoiar-se em um segmento onde a organização tem o propósito de estabelecer um vínculo com seus colaboradores avaliando alguns elementos essenciais como: relacionamento empresa e colaborador, participação dos colaboradores, modo de seleção e análise da competência. Uma academia não alcança o sucesso se restringindo a um único fator, e sim a muitos fatores diferentes, pois seus clientes são diversificados, causando uma dificuldade em fidelizá-los através de uma única estratégia de

17 17 ação. Para este sucesso ser alcançado tem que tomar várias atitudes e programar outras estratégias, como: desenvolver um estilo próprio para a academia, manter as instalações em perfeito estado de conservação e capacitar os funcionários. (ARAUJO, 2005, p.58). Segundo Lovelock e Wright (2001), a satisfação é uma sensação que depende do momento, o cliente pode ficar satisfeito com a compra de um equipamento novo, de uma aula com um professor que atende suas necessidades ou um atendimento diferenciado. E em outro momento, este mesmo aluno pode não mais estar satisfeito com as demandas de satisfação que são oferecidas pela academia. De acordo com o perfil dos clientes que estão freqüentando as academias hoje, percebe-se a importância de ter uma gestão inovadora, seria e criativa. As academias contam com gestores gabaritados e especializados na venda deste serviço e no bom relacionamento com o cliente. O perfil destas pessoas são profissionais novos, geralmente formados em Educação Física com especialização na área de Gestão de Pessoas e que possuem um poder decisório elevado com muitas virtudes e competências profissionais. O gestor tende a ser o líder da equipe, e que o desenvolvimento e o crescimento das academias se devem muito aos gestores destas empresas, pois é ele o grande incentivador, iniciador e responsável pelo o sucesso da empresa. 2.5 Análise de Ambiente Dentre as ferramentas utilizadas para a análise de ambiente está a técnica de SWOT que será esplanada neste tópico. Técnica SWOT A técnica de SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats), foi desenvolvida nas escolas americanas nos anos para auxiliar a elaboração do planejamento estratégico das organizações em

18 18 desenvolvimento, cujo objetivo é identificar as forças e fraquezas bem como ameaças e oportunidades do mercado na organização. De acordo com Montana e Charnov (2005), todas estas informações são obtidas através de entrevistas com os executivos, por isso é também considerada uma técnica de brainstorming, e são agrupadas em uma matriz, com o intuito de que os executivos tenham um entendimento global da empresa no que trata dos pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças. O que os entrevistados relatam como positivo em suas atividades atuais são definidos como os pontos fortes da empresa e o que eles relatam como negativo são definidos como os pontos fracos. O que eles relatam como positivo no ambiente externo em termos de futuras operações são as oportunidades e o que relatam como negativo são as ameaças. As oportunidades são situações externas incontroláveis pela empresa que podem influência-lá positivamente, desde que sejam aproveitadas de forma adequada. As ameaças também são situações externas incontroláveis pela empresa, porém devem ser identificadas e evitadas ou até mesmo eliminadas devido ao impacto que pode afetar negativamente a organização. A análise de SWOT auxilia na definição de estratégias para no planejamento estratégico manter os pontos fortes, diminuir a intensidade dos pontos fracos, aproveitando as oportunidades e defendendo-se das ameaças. Esta ferramenta também é útil para identificar pontos fortes ainda não explorados bem como identificar os pontos fracos que devem ser melhorados. As empresas são constituídas de recursos nos quais é possível identificar pontos fortes e fracos. Dentre estes componentes estão os recursos humanos (experiências, capacidades, conhecimentos, habilidades), os recursos organizacionais (sistemas e processos da empresa como estratégias, estrutura, cultura, e outros.) e os recursos físicos (instalações, equipamentos, tecnologia, canais, e outros.). Levando em consideração a predominância de pontos fortes ou fracos, e de oportunidades ou ameaças, torna-se necessário implementar estratégias para manter a sobrevivência, a manutenção, o crescimento ou o desenvolvimento da organização.

19 19 O principal desafio da análise de SWOT é elencar os pontos fortes e fracos da organização. A solução para este desafio é verificar quais aspectos são duradouros e imutáveis durante períodos relativamente longos e quais aspectos respondem mais às pressões de forças ambientais e às mudanças no mercado. A análise de SWOT é uma ferramenta para análise de ambientes ou cenários, utilizada em diversas áreas devido a sua simplicidade de aplicação e importância no processo de apoio a tomada de decisões. 3 METODOLOGIA Para o desenvolvimento deste artigo, foi utilizado como metodologia o levantamento bibliográfico, ou seja, a verificação das fontes disponíveis sobre o tema tratado. A fundamentação teórica serve para explicar, compreender e dar significado aos fatos que se investigam. Alguns assuntos simples não precisam de teoria para ser compreendidos em toda sua extensão e significado, porém assuntos mais complexos, não só precisam, mas, essencialmente, exigem um suporte de princípios que possibilitem alcançar os níveis da verdadeira importância do que estuda. A revisão da literatura permite a familiarização, em profundidade, com assunto estudado. Além disso, permite também descobrir as ligações do assunto interessado com outros problemas, o que sem dúvida alguma amplia a visão sobre o tópico a ser descrito. TRIVIÑOS (1987). O levantamento bibliográfico é fundamental para orientar e dar suporte à elaboração de um estudo teórico, pois fornece elementos para: conhecer publicações existentes sobre o tema e os aspectos que já foram abordados e assim evitar a duplicação de pesquisas sobre o mesmo enfoque do tema; obter informações sobre a situação atual do tema pesquisado; verificar as opiniões similares e diferentes a respeito do tema ou de aspectos relacionados ao tema de pesquisa.

20 20 identificar os esforços, os métodos empregados e as dificuldades encontradas por outros pesquisadores; abrir perspectivas para futuras pesquisas, aprimorando normas, conservando-as ou, simplesmente rejeitando-as. A mais minuciosa coleta de dados e o tratamento estatístico mais sofisticado das informações serão simplesmente estéreis, sem significado, vazios, se não estiverem unidos por uma concepção teórica que ilumine e dê sentido. Apoiado num grupo de conceitos, o investigador terá melhor visão da realidade e sem dúvida maior segurança para realizar sua ação. TRIVIÑOS (1987). 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS O desenvolvimento deste artigo mostrou que o marketing é um diferencial utilizado pelas empresas para atrair clientes, pois é através dele que os clientes passam a conhecer as vantagens dos produtos ou serviços oferecidos por uma determinada empresa. Com a implantação de um plano de marketing a organização planeja, cria, e aplica os fundamentos de marketing aliados a estratégias que permitam alcançar os objetivos da empresa e a satisfação de seus clientes. O profissional de Educação Física que se especializa em gestão de pessoas e estratégias de marketing possui um poder decisório elevado, podendo liderar a equipe com excelência, incentivando e respondendo pelo sucesso que a empresa alcançará. Juntamente com a inovação e a capacidade de criar um produto novo e atrativo, que atende as necessidades e o foco do cliente, a organização se torna de alto nível gerando um desejo de satisfação tanto para o cliente como para os colaboradores. Com uma organização específica que busca relacionar o conhecimento do mercado, o ambiente profissional colocando em prática as ações previamente desejadas, a gestão se forma e se solidifica. Os estudos realizados mostraram ainda que a eficiência do plano de marketing está relacionada ao comprometimento de todos os integrantes da

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

Formulação da Visão e da Missão

Formulação da Visão e da Missão Formulação da Visão e da Missão Zilta Marinho zilta@globo.com Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer para chegar a seu destino. Com as grandes empresas

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

Prof: Carlos Alberto

Prof: Carlos Alberto AULA 1 Marketing Prof: Carlos Alberto Bacharel em Administração Bacharel em Comunicação Social Jornalismo Tecnólogo em Gestão Financeira MBA em Gestão de Negócios Mestrado em Administração de Empresas

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

Missão, Visão e Valores

Missão, Visão e Valores , Visão e Valores Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 12 Introdução Página: 2 A primeira etapa no Planejamento Estratégico é estabelecer missão, visão e valores para a Organização; As

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A Ferramenta do Marketing nas Pequenas Empresas atualmente vem sendo utilizada

Leia mais

Aula 13. Roteiro do Plano de Marketing. Profa. Daniela Cartoni

Aula 13. Roteiro do Plano de Marketing. Profa. Daniela Cartoni Aula 13 Roteiro do Plano de Marketing Profa. Daniela Cartoni Plano de Marketing: Estrutura Capa ou folha de rosto 1. Sumário Executivo 2. Situação atual de marketing 3. Análise de oportunidades 4. Objetivos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014

Plano de Trabalho Docente 2014 Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Profª Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Eixo Tecnológico: Gestão e Negócio Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

Planejamento de Marketing.

Planejamento de Marketing. Planejamento de Marketing. Análise de Mercado Identificação de Riscos e Oportunidades Segmentação de mercado; Seleção de mercado alvo Objetivos de Marketing Estratégia de diferenciação de produto Estratégia

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros Quem somos Nossos Serviços Processo de Negociação Clientes e Parceiros O NOSSO NEGÓCIO É AJUDAR EMPRESAS A RESOLVEREM PROBLEMAS DE GESTÃO Consultoria empresarial a menor custo Aumento da qualidade e da

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Componente Curricular: ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Componente Curricular: ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÂ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Qualificação:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: São José do Rio Pardo Código: 150 Município: São José do Rio Pardo Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível

Leia mais

O executivo ou especialista na área de marketing deve identificar três níveis de sistemas:

O executivo ou especialista na área de marketing deve identificar três níveis de sistemas: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EAD MÓDULO IV A EMPRESA COMO SISTEMA Para o estudioso na área de marketing trabalhar melhor o planejamento nas organizações, ele precisa conhecer a empresa na sua totalidade e

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais

FAZER ESTES ITENS NO FINAL, QUANDO O TRABALHO ESTIVER PRONTO

FAZER ESTES ITENS NO FINAL, QUANDO O TRABALHO ESTIVER PRONTO 1. CAPA 2. SUMÁRIO 3. INTRODUÇÃO FAZER ESTES ITENS NO FINAL, QUANDO O TRABALHO ESTIVER PRONTO 4. DESCRIÇÃO DA EMPRESA E DO SERVIÇO 4.1 Descrever sua Visão, VISÃO DA EMPRESA COMO VOCÊS IMAGINAM A EMPRESA

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Eixo Tecnológico: Gestão de Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO Prof. Marcopolo Marinho Marketing: É a área do conhecimento que engloba todas as atividades referente às relações de troca de bens entre pessoas ou instituições, buscando

Leia mais

Introdução ao Marketing. História do Conceito

Introdução ao Marketing. História do Conceito História do Conceito O termo marketing, de acordo com Cobra (1988, p. 34) é uma expressão anglo-saxônica derivada da palavra mercari, do latim, que significa comércio, ou ato de mercar, comercializar ou

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM

Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM Aquecimento para o 3º Seminário Internacional de BPM É COM GRANDE PRAZER QUE GOSTARÍAMOS DE OFICIALIZAR A PARTICIPAÇÃO DE PAUL HARMON NO 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE BPM!! No ano passado discutimos Gestão

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

Inteligência Competitiva

Inteligência Competitiva Inteligência Competitiva Prof. Patricia Silva psilva@univercidade.br Aula 6 Objetivos da aula 6 n Análise SWOT n Bibliografia: Estratégia de Marketing O C. Ferrell Cap. 4 Strenghts (forças), Weaknesses

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

Conceito de Marketing

Conceito de Marketing Conceito de Marketing Marketing é uma função organizacional e uma série de processos para a criação, comunicação e entrega de valor para clientes, e para a gerência de relacionamentos com eles de forma

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL. Especialização em Gestão da Produção

MARKETING EMPRESARIAL. Especialização em Gestão da Produção MARKETING EMPRESARIAL Especialização em Gestão da Produção Aula 1 Introdução à disciplina Conceitos e histórico Importância do marketing para a organização Ambiente de marketing Informações básicas Responsável:

Leia mais

Estratégias em Propaganda e Comunicação

Estratégias em Propaganda e Comunicação Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( X ) TRABALHO

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios

UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios É evidente a importância de um bom plano de negócios para o empreendedor, mas ainda existem algumas questões a serem respondidas, por exemplo: Como desenvolver

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Análise SWOT. Filipe Vana Leonardo Monteiro Marcus Voloch

Análise SWOT. Filipe Vana Leonardo Monteiro Marcus Voloch Análise SWOT Filipe Vana Leonardo Monteiro Marcus Voloch SWOT O significado ANÁLISE SWOT Criada por Kenneth Andrews e Roland Christensen, dois professores da Harvard Business School, e posteriormente aplicada

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 3ª Série Gestão em Marketing CST em Marketing A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto de atividades

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Administração

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Administração Faculdade Pitágoras de Uberlândia Apostila de Administração Prof. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2014 SUMÁRIO 1 O PLANO DE NEGÓCIOS...2 1.1 SUMÁRIO EXECUTIVO...5

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Osmar Mendes 1 Gilberto Raiser 2 RESUMO Elaborar uma proposta de planejamento estratégico é uma forma de criar um bom diferencial competitivo, pois apresenta para a organização

Leia mais

Finance Training - Treinamento Gerencial e Consultoria Empresarial

Finance Training - Treinamento Gerencial e Consultoria Empresarial Página 1 de 5. 05/09/2011 ORÇAMENTO BASE ZERO uma ferramenta gerencial para redução de custos e otimização de resultados, distribuição de dividendos e nível de retorno dos investimentos Prof. Ricardo Ferro

Leia mais

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO CALDAS, Rosângela Formentini Departamento de Ciência da Informação UNESP/Marília A definição de marketing ainda permanece enquanto uma discussão

Leia mais

Empreendedorismo. Tópico 4 Plano de Negócios: Visão Geral

Empreendedorismo. Tópico 4 Plano de Negócios: Visão Geral Empreendedorismo Tópico 4 Plano de Negócios: Visão Geral Conteúdo 1. Objetivos do Encontro... 3 2. Introdução... 3 3. Planejar. Por quê?... 3 4. O Plano é produto do empreendedor... 4 5. Estrutura do Plano

Leia mais

Estabelecimento da Diretriz Organizacional

Estabelecimento da Diretriz Organizacional Estabelecimento da Diretriz Organizacional AULA 3 Bibliografia: Administração Estratégica: Planejamento e Implantação da Estratégia SAMUEL C. CERTO & J. P. PETERTO ASSUNTO: Três importantes considerações

Leia mais

Livro: Administração de marketing. Autor: Philip Kotler. Capítulo sobre análise ambiental

Livro: Administração de marketing. Autor: Philip Kotler. Capítulo sobre análise ambiental Análise ambiental Ana Paula Miranda Objetivo: Tornar o aluno apto a entender o ambiente de negócios. Ambiente de Marketing O ambiente de marketing de uma empresa é constituído por agentes e forças que

Leia mais

O Segredo do Sucesso na Indústria da Construção Civil

O Segredo do Sucesso na Indústria da Construção Civil O Segredo do Sucesso na Indústria da Construção Civil Planejamento estratégico pode ser o grande diferencial para a empresado ramo da construção civil, imobiliário e arquitetura que deseja obter mais sucesso

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS OFICINA 2 Professora: Izabel Portela izabel@institutoiris.org.br Novembro - 2007 1 M A R K E T I N G

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT)

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 5 Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Breve histórico da instituição seguido de diagnóstico e indicadores sobre a temática abrangida pelo projeto, especialmente dados que permitam análise da

Leia mais

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM União Metropolitana de Educação e Cultura Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM Lauro de Freitas - BAHIA 2013 2 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o desenvolvimento e implementação

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ

PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ Fabiano Ceretta 1 Resumo: O projeto interdisciplinar do módulo de Agências

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING Professor: Arlindo Neto Competências a serem trabalhadas GESTÃO DE MARKETING PUBLICIDADE E PROPAGANDA GESTÃO COMERCIAL FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM

Leia mais

Etec Paulino Botelho Rua Marechal Deodoro 3183 Vila Nery São Carlos SP (16) 3371 1027 -www.etepb.com.br. Plano de Trabalho Docente 2ºsem / 2015

Etec Paulino Botelho Rua Marechal Deodoro 3183 Vila Nery São Carlos SP (16) 3371 1027 -www.etepb.com.br. Plano de Trabalho Docente 2ºsem / 2015 Plano de Trabalho Docente 2ºsem / 2015 Ensino Técnico Etec Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Metodologia de Ensino 1) Noções de Marketing 2) Marketing de Serviço 3) Marketing de Relacionamento 1 2 1) Noções de Marketing 3 4 5 6 www.lacconcursos.com.br

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores O Planejamento Estratégico deve ser visto como um meio empreendedor de gestão, onde são moldadas e inseridas decisões antecipadas no processo

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Plano de Negócios. Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa. Modelo de Planejamento prévio

Plano de Negócios. Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa. Modelo de Planejamento prévio Plano de Negócios Passo a passo sobre como iniciar um Plano de Negócios para sua empresa Modelo de Planejamento prévio Fraiburgo, 2015 Plano de Negócios Um plano de negócios é uma descrição do negócio

Leia mais

Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral

Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral Estratégia de negócio, estratégias de segmentação e posicionamento. Análise do potencial de demanda. Definição da missão. liderança.

Leia mais

CLIENTE A Autoescola Paula está localizada na Avenida Paraná, nº 1641, no bairro Bacacheri, que compõe a região do Boa Vista. É um CFC de pequeno porte, que conta com 15 funcionários e 10 veículos. Oferecem

Leia mais

Estratégia como fator de Competitividade. Resumo

Estratégia como fator de Competitividade. Resumo Estratégia como fator de Competitividade Autora: Claryce Barros Santos Resumo Em meio à variabilidade de processos organizacionais a estratégia surge como ferramenta crucial nas organizações. O presente

Leia mais

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Bruna Jheynice Silva Rodrigues 1 ; Lauriene Teixeira Santos 2 ; Augusto Chaves Martins 3 ; Afonso Régis Sabino

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão de Recursos Humanos DISCIPLINA: Ferramentas de Gestão de Recursos Humanos ALUNO(A):Aline de Souza MATRÍCULA:51811 Ribeiro da Rocha NÚCLEO REGIONAL: DATA:

Leia mais

PLANEJAMENTO DE MARKETING

PLANEJAMENTO DE MARKETING PLANEJAMENTO DE MARKETING A análise ambiental e o planejamento beneficiam os profissionais de marketing e a empresa como um todo, ajudando os gerentes e funcionários de todos os níveis a estabelecer prioridades

Leia mais

Curso de Pós-Graduação em CC / SI Especialização em Engenharia de Software

Curso de Pós-Graduação em CC / SI Especialização em Engenharia de Software Curso de Pós-Graduação em CC / SI Especialização em Engenharia de Software Disciplina: Modelagem de Processos Prof. Ricardo Villarroel Dávalos ricardo.davalos@unisul.br e rvdavalos@gmail.com Porto União,

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PESSOAL

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PESSOAL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PESSOAL Nome: Elaboração: / / Inspiração empresarial A criação desse modelo de Planejamento Estratégico Pessoal foi baseada numa reportagem da Revista Você S/A (Dez/2002: Paul

Leia mais

O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO

O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO Aliny Francielly de Oliveira Formada em Administração, atuante nos segmentos comércio varejista

Leia mais