MARKETING OLFATIVO: um jeito inovador de sentir a biblioteca universitária - do visível ao invisível

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MARKETING OLFATIVO: um jeito inovador de sentir a biblioteca universitária - do visível ao invisível"

Transcrição

1 TRABALHO ORAL EMPREENDEDORISMO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS Desenvolvimento de serviços inovadores em bibliotecas MARKETING OLFATIVO: um jeito inovador de sentir a biblioteca universitária - do visível ao invisível PINHEIRO, E. G. 1 SILVA, A. K. A. 2 LIMA, I. F. 3 CORREIA, A. E. G. C. 4 SILVA, R. Z. L. 5 RESUMO Enfatiza que enquanto existem temas que são alvos certeiro de incontáveis estudos e pesquisas nas bibliotecas universitárias, outros carecem de interesse por parte dos pesquisadores ou bibliotecários, tal como a questão dos aromas no ambiente organizacional. Salienta que os aromas corporativos requerem uma técnica ainda incipiente denominada Marketing olfativo. Essa técnica surge do convencimento de que os objetos têm aroma e que as pessoas, as casas, as comunidades, as cidades, e até mesmo os países, têm seu próprio cheiro. Afirma que as bibliotecas universitárias, organizações que não visam lucro, apesar de terem sua identidade corporativa baseada na imagem (no logotipo, no patrocínio ou no mobiliário) ainda não atentaram para o efeito que um aroma agradável produz na experiência dos usuários. Mostra como as noções filtradas pelo marketing olfativo podem levar as bibliotecas universitárias a usarem adequadamente o espaço físico para atrair seus clientes, e assim compreenderem o aroma do seu ambiente organizacional como algo estratégico, capaz de mudar profundamente sua identidade, sua marca, otimizando o desenvolvimento e a qualidade de serviços inovadores com foco no usuário. Conclui que os métodos e estratégias do marketing olfativo, mesmo sem o seu potencial totalmente explorado, podem atribuir um grande apelo emocional a comunidade usuária das bibliotecas universitárias, influenciando diretamente nas decisões e na satisfação do usuário, no momento da execução de suas pesquisas, estudos e realizações acadêmicas. Palavras-chave: Marketing olfativo. Biblioteca universitária. Memória olfativa. Conforto ambiental. Aromarketing.

2 2 ABSTRACT It emphasizes that while there are issues that are rights targets of countless studies and research in the university libraries, others lack of interest on the part of researchers and librarians, as the issue of fragrances in the organizational environment. It stresses that the aromas corporate require a technique called smelly marketing still incipient. This technique is the conviction that the objects that have aroma and the people, places, communities, cities and even countries, have their own smell. It affirms that the university libraries, organizations that do not aim to profit, although its corporate identity based on the image (in the logo, sponsorship or the furniture) has not still looked to the effect that produces a pleasant aroma in the experience of users. It shows how the concepts filtered by smelly marketing can take university libraries to use properly the physical space to attract customers, and thus understand the aroma of their organizational environment as something strategic, capable of profound change their identity, their brand, optimizing the development and quality of innovative services focused on user. It concludes that the methods and strategies smelly marketing, even without its potential fully exploited, can assign a great emotional appeal the user community of university libraries, directly influencing the decisions and the satisfaction of the user, during the execution of their research, studies and academic achievements. Keywords: Smelly marketing. University library. Smelly memory. Environment comfort. Aromarketing. 1 INICIANDO O ASSUNTO A produção científica brasileira, direcionada ao aroma nas Bibliotecas Universitárias, ainda não apresenta um tratamento adequado para esse assunto. Enquanto existem temas que são alvo certeiro de incontáveis estudos e pesquisas, outros necessitam de interesse por parte dos pesquisadores e/ou bibliotecários. Marketing olfativo é um deles, haja vista a sua incipiência na esfera intelectual, por estar relegado à instância menor das preocupações intelectuais. Todavia, as organizações que visam lucro passaram a dar à devida importância à questão do aroma em seus ambientes, a exemplo de shoppings, lojas, bancos, etc. Isso se justifica devido à maioria dessas empresas reconhecer que a emoção evocada por um odor pode ser decisiva na hora da compra, sendo possível identificá-lo com os valores que a marca pretende transmitir, podendo inclusive, servir para melhorar a produtividade e as condições de trabalho de uma empresa. Diante dessa asseveração podemos constatar que houve na escolha do cliente uma mudança de tendência relevante, devido à descoberta da neurociência,

3 3 ciência que analisa o papel do cérebro quando o sujeito aprecia uma decisão a tomar, quando avalia riscos e recompensas e a forma como as pessoas interagem umas com as outras (GARDNER, 1996). Esse fato aguçou o interesse em se perceber que produtos e serviços vão além das percepções individuais e de suas dimensões tangíveis e que as percepções obrigam os usuários fazer escolhas, isto é, processarem os sinais vindos do ambiente, avaliar alternativas e optar. Para corroborar nesse sentido surge a neuroeconomia, nascida há pouco mais de três anos nos Estados Unidos, é compreendida como uma simbiose entre a Economia e a Neurociências no estudo do processo de escolha dos indivíduos (PEYROLÓR ADAMS, 2002, p.6). Essa simbiose permite entender com precisão a resposta dada pelo consumidor a uma ação de marketing, diante, por exemplo, das cores, da luz e dos aromas. Assim sendo, a neuroeconomia é um campo de investigação novo, mas que se apresenta muito promissor no que se refere ao estudo do comportamento das pessoas em tomadas de decisão que envolvam uma complexa rede de fatores psicológicos (intuitivos, emocionais, etc.) presentes nas decisões. Abraçamos as idéias dessa simbiose no intuito de compreender melhor a dimensão do efeito do aroma nos comportamentos de consumo e nos produtos e serviços como estratégia para conquistar os usuários das bibliotecas universitárias. Isto nos leva a entender os aspectos psicológicos presentes nas decisões desses usuários, implica em reconhecer a importância do aroma no contexto ambiental dessas organizações que não visam lucro, a fim de conhecerem o poder da sua marca na mente dos seus clientes. Neste caso, o que está em jogo é fazê-los participarem desse universo, consumindo os produtos e os serviços oferecidos. Uma das alternativas para viabilizar essa participação no que diz respeito a manter e a conquistar o cliente diz respeito à aplicação das técnicas de marketing, visto que essa é a natureza do marketing. Contudo, devido à diversidade de métodos e estratégias de marketing, a questão do aroma ambiental é tratada no campo especifico do marketing olfativo ou aromarketing, cuja técnica mesmo sem estar totalmente explorada, possui uma força substancial no que se refere ao conforto ambiental das organizações. Estamos, portanto, diante de uma alteração de vocação no que tange a percepção dos odores

4 4 corporativos e que nos leva ao seguinte questionamento: por que o aroma não aparece no rol das preocupações organizacionais das unidades de informação? Entendemos que as bibliotecas universitárias, não podem continuar alheias a essa questão. Nesse sentido, podemos dizer: para os propósitos desse estudo, não basta apontar com o dedo em riste que o aroma é essencial para as bibliotecas universitárias, o que nos importa é evidenciar como essas bibliotecas podem articular as noções filtradas pelo marketing olfativo ou aromarketing e inseri-las em seus empreendimentos e inovações, utilizando-as para realizar um trabalho objetivo, consciente e revolucionário. A motivação para a elaboração desse artigo justifica-se pela carência de bibliografia específica sobre essa temática na área da Biblioteconomia e da Ciência da Informação e pela proliferação de novas empresas e produtos que tratam especificamente da questão do aroma nas organizações. Isto nos leva a crer que a Biblioteconomia e a Ciência da Informação não devem ignorar essa questão, haja vista o marketing olfativo ser uma ferramenta ligada às empresas voltadas para aromatização de ambientes comerciais e residenciais, spas, clínicas de terapias alternativas, dentre outros. É uma técnica ainda recente, talvez isso justifique a incipiência dessa questão nas bibliotecas universitárias. Apesar de trabalhar o estímulo do consumo através do centro das emoções (Sistema Límbico) visando aproximar cliente x marca com apelos institucionais e de identidade olfativa, criando um vínculo de sinergia e empatia com o produto ou empresa, as bibliotecas universitárias, ainda, não direcionaram suas preocupações para o marketing olfativo. Assim sendo, o marketing olfativo nas bibliotecas universitárias passou a ser a tônica desse estudo, partindo das percepções dos problemas gerados devido à ausência do cuidado inerente aos aromas no ambiente organizacional das unidades de informação. Todavia, antes de discutirmos o tema central é necessário realizarmos uma abordagem sobre as bibliotecas universitárias e a presença do marketing em suas ações, para posteriormente adentrarmos nas questões específicas do marketing olfativo ou aromarketing nas bibliotecas universitárias.

5 5 2 BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA: lendo nas entrelinhas A existência da Universidade perpassa por períodos seculares, resguardando para a sociedade o exercício da teoria/prática quanto formadora e gestora de conhecimentos, assumidos de forma constante e/ou estandardizada. A padronização da Universidade revela-se, no âmbito das relações transcorridas pela historicidade, latente com o poder político, sistema de produção organizada e a sociedade como principal protagonista. A universidade ao vislumbrar a necessidade emergente de fazer parte da imensa revolução da sociedade da informação, procura repensar seus espaços informacionais e adequar as suas bibliotecas, abrindo horizontes para o mundo que a cerca. Nesta perspectiva, a biblioteca universitária colaborando com o ensino, pesquisa e extensão - tripé da universidade, e tendo como missão fornecer suporte informacional a essas atividades, o que está diretamente ligado à função das universidades, aparece como protagonista de uma missão inovadora: criar novas formas de mediação para a obtenção de informação (CUNHA, 2000). A biblioteca universitária pode ser considerada como espaço essencial de transmissão da cultura com vistas à inclusão social, uma vez que proporciona o acesso do professor, do pesquisador e do aluno à informação. Atualmente, não é possível imaginar o ensino desagregado da utilização de bibliotecas. Além do relevante papel de favorecer o desenvolvimento de potenciais, fornecendo meios para que os cidadãos formem idéias próprias e tomem decisões próprias, as unidades de informação, como espaços documentais e informacionais e agentes catalisadores da cultura das comunidades nas quais estão inseridas, precisam ser efetivamente reconhecidas e utilizadas como instrumentos para a construção e a apropriação coletiva do conhecimento, atuando constritamente como um nó em uma rede que possibilita a formação, a interação a integração social, cultural, política, tecnológica e mesmo individual, contribuindo assim para o desenvolvimento de um amplo plano social (SANTOS, 2002, p.108). Para Fujita (2005, p.101), a biblioteca universitária insere-se em um contexto [...] cujos objetivos maiores são o desenvolvimento educacional, social, político e econômico da sociedade humana. Mas, para que isso se concretize, contribua para reduzir as desigualdades culturais e possibilite o acesso dos cidadãos

6 6 à informação, na perspectiva da inclusão social e digital, é necessário que a biblioteca tenha um acervo atualizado e adequado ao nível acadêmico que se propõe atender, além de pessoal capacitado em seu quadro de serviços. Hoje, as instituições federais de ensino superior sofrem com as políticas econômicas e a falta de investimentos, o que resulta numa série de problemas e prejuízos para as bibliotecas e seus usuários. Na nossa visão, a biblioteca universitária deveria ser um ambiente dinâmico de informação centrado no usuário, onde o profissional bibliotecário mantivesse a preocupação de estar constantemente atualizado, acompanhando a evolução das tecnologias, a fim de proporcionar à comunidade acadêmica serviços de qualidade e acesso democrático à informação. Nesse prisma, não é possível imaginar o ensino desagregado da utilização de bibliotecas, que além do relevante papel de favorecer o desenvolvimento de potenciais, fornece meios para que os cidadãos construam idéias e tomem decisões próprias. 3 MARKETING: refletindo sobre uma nova / velha história A história do marketing está relacionada diretamente a história e a evolução da humanidade e sua idéia nasceu quando o homem efetuou a primeira intenção comercial, isto é a primeira troca. Daí a essência do marketing centrar-se nas relações de trocas originadas no decorrer dos anos, podendo ser definido como o processo por meio do qual, grupos de pessoas obtêm aquilo que necessitam e o que desejam com outras pessoas (KOTLER, 1998, p.30). Portanto, tem sofrido transformações cada vez mais rápidas, modificando conceitos, valores, crenças e reformulado os paradigmas no que se refere ao modo de produção e às relações de permuta. Dessa forma, o marketing pode ser definido como: [...] um processo de análise, planejamento, implantação e controle de programas destinados a levar a efeito as trocas desejadas com públicos visados e tendo por objetivo o ganho pessoal ou mútuo. Ele se baseia fortemente na adaptação e n coordenação de produto, preço, promoção e lugar para alcançar uma reação eficiente (KOTLER,1998, p.38). Nessa direção Las Casas (1997, p.26), ao construir um conceito mais amplo de marketing, afirma que:

7 7 [...] o marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca, orientadas para a satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores, visando alcançar determinados objetivos de empresa ou indivíduos e considerando sempre o meio ambiente de atuação e o impacto que essas relações causam no bem-estar da sociedade. Segundo a American Marketing Association (1988, p.322) marketing é um processo pelo qual se planeja e efetua a concepção, a fixação do preço, a promoção e a distribuição de idéias, bens e serviços que estimulam trocas que satisfazem aos objetivos individuais e organizacionais. Vale à pena lembrarmos Drucker (1992, p.36) ao afirma que pode-se presumir que sempre haverá alguma necessidade de vender. Mas a meta do marketing é tornar a venda supérflua, é conhecer e entender tão bem o consumidor que o produto se adapte a ele e se venda sozinho. Para corroborar com essas idéias Richers (1981, p.5) afirma que marketing é a intenção de entender e atender o mercado. Amaral (2007, p.21) complementa a idéia ressaltando que marketing é a filosofia administrativa ou gerencial para integrar os métodos/técnicas/instrumentos na ótica do mercado em ação, ou seja, do mercado em movimento. Para Machline et al. (2003, p.9), a função do marketing envolve tomada de decisões, gestão de recursos, coordenação de processos e avaliação de resultados dentro de quatro áreas de responsabilidade, a saber: a) Análise de marketing - analisar os riscos e as oportunidades de mercado; b) Planejamento de marketing - selecionar o mercado-alvo e as estratégias de marketing; c) Implementação de marketing - desenvolver o mix ou composto de marketing; d) Controle de marketing - avaliar os resultados das estratégias e dos programas. Nessa perspectiva podemos constatar que o marketing torna-se importante não apenas às organizações lucrativas como as organizações que não visam o lucro, dentre essas, as unidades de informação que passaram a adotar estratégias de marketing para atender as exigências e as necessidades dos seus usuários, e assim, conquistá-los e mantê-los. A razão básica de uma organização que não visa lucro interessar-se pelos princípios formais de marketing é que eles

8 8 permitem que a organização se torne mais eficaz na obtenção de seus objetivos. Dentre eles, podemos citar: aperfeiçoar a missão educacional de uma instituição, a relação e satisfação entre seus públicos, à eficiência de suas atividades e a atração de novos recursos (KOTLER, 1994). Inseridas nesse contexto as bibliotecas universitárias para cumprirem o seu papel devem estar conectadas aos conceitos de marketing, no sentido de melhor atender as necessidades da comunidade acadêmica, objetivando a sua satisfação no que diz respeito aos ajustes de suas ações, produtos e serviços às exigências do seu público. Para que isto ocorra, utilizam diversas ferramentas para obter as respostas desejadas de seus mercados-alvo. Essas ferramentas constituem o marketing mix ou composto de marketing, que segundo Kotler (2001, p.37), é o conjunto de ferramentas de marketing que a empresa utiliza para perseguir seus objetivos de marketing no mercado-alvo. Conforme McCarthy (1996 apud KOTLER, 2001, p.37) essas ferramentas estão classificadas em quatros grupos denominados de os 4P s do marketing: produto, preço, praça e promoção, conforme ilustra a Figura 1. MIX DE MARKETING PRODUTO Qualidade. Design. Marca. Embalagem. Características. PREÇO Preço de lista. Descontos. Prazo de Pagamento. Financiamento. Figura 1: Os 4P s do mix de marketing Fonte: Baseado em Kotler (2001) PROMOÇÃO Publicidade. Força de vendas. Relações Públicas. Marketing direto. PRAÇA Canais. Cobertura Locais Estoque. Transporte Mais do que elementos operacionais, os 4P s são vistos como ferramentas estratégicas que sinalizam mudanças efetivas no discurso e na manutenção da coerência da identidade organizacional. Neste sentido, o marketing mix tem encontrado no espaço das bibliotecas universitárias um importante meio de relacionar-se, na medida em que atua de forma complementar, permitindo trabalhar em conjunto com a missão organizacional e respeitando as especificidades da biblioteca. Assim, garantindo a eficácia de sua estrutura organizacional, a priori

9 9 explorando suas potencialidades articulada e integrada, na filosofia de ação das estratégicas de marketing. Nesse encadeamento, o marketing integra e coordena cuidadosamente uma multiciplicidade de estratégias planejadas e desenvolvidas para as organizações, com o objetivo de agregar valor à sua marca ou de consolidar a sua imagem junto aos usuários. Uma dessas especificidades diz respeito ao marketing olfativo, técnica de indiscutível importância, que pode se revelar como um poderoso recurso voltado tanto para a conquista do público interno e externo das bibliotecas universitárias, como para a garantia da qualidade da sua imagem institucional. O marketing olfativo poderá vir a ser um verdadeiro sustentáculo dos negócios das unidades informacionais. Para que isso ocorra, basta verificarmos o quanto a maneira de atingir, conquistar e manter o cliente mudou nos últimos anos. 4 O OLFATO E O MARKETING OLFATIVO PEDEM PASSAGEM Acredita-se que o olfato seja o mais primitivo dos sentidos e que, no princípio da evolução, o homem o utilizou de forma muito mais intensa, tendo sido essencial para sua sobrevivência. No entanto, existe uma noção de que, por ser um sentido pouco elucidado, difícil de ser abordado, sua natureza seja irrelevante. Pouco se tem escrito sobre o sentido do olfato na literatura, ainda que seja apontado como um dos mais primitivos sentidos que possuímos, não deve ser encarado como inexpressivo, dentro do espectro de sensações que obtemos através dos processos de percepção, tão importante para a experiência humana. Dessa forma o comportamento modificado através de um odor nos leva a procurar entender o papel que o cheiro desempenha. Este conhecimento pode nos permitir falar sobre a complexidade da percepção olfativa no contexto das organizações, até mesmo porque não podemos esquecer que o olfato é o mais primitivo de todos os sentidos. O ser humano tem mil genes relacionados ao olfato e cerca de 60% estão hoje inativos (BLANCO, 2008). Nessa linha de pensamento consideramos que os aromas podem aumentar o nível de atenção dos indivíduos. Aroma de menta e erva doce reduz a sensação de estar em lugares fechados; aromas frescos ou da natureza aumentam

10 10 o bom humor; aromas ozônicos dão a impressão de estar ao ar livre como em bosques e praias; aromas marinhos proporcionam tranqüilidade, dentre outros, como a lavanda, alecrim, menta, tangerina, eucalipto (SDR, 2008). A partir do pressuposto acima o sentido do olfato está sendo introduzido pelo marketing olfativo para conduzir mudança no comportamento individual, que segundo Fredrickson (2000), impacta de forma incisiva na mente e no emocional das pessoas. Essa técnica de marketing é mais uma entre as várias técnicas do marketing emocional. Ela surge do convencimento de que os objetos têm aroma. Dessa forma, o marketing tem conduzido estudos na área do olfato. Percebemos, assim, que a cada ano, surge uma nova forma de fazer marketing, não que os conceitos, métodos e ferramentas criados há 20, 30, 40 anos não funcionem. Mas porque o consumidor, a economia e o cenário competitivo mudam, acarretando o nascimento de novos modelos de fazer marketing. Nasce, portanto, novos retratos do consumidor e surge um novo cliente, um novo usuário. E como sempre, conhecer suas exigências e necessidades é essencial. O cliente nesse estudo é aquele que impõe desafios ainda maiores às unidades de informação que carecem de estudos mais efetivos em relação ao aroma no seu ambiente organizacional. Conseqüentemente, urge a necessidade de aplicação do marketing olfativo, ou aromarketing nas bibliotecas universitárias. O termo marketing olfativo entrou na moda aproximadamente no ano de 1993, quando se começou a trabalhar com o neuromarketing - combinação de conhecimentos de duas áreas que, embora distintas, não são estanques a neurociência e o marketing (NUNES, 2008). A tendência chegou primeiramente pela publicidade subliminar e, desde então, estudam-se os estímulos que afetam positivamente o cérebro. Além disso, somam-se ao estudo as recentes pesquisas acadêmicas de caráter científico, estabelecendo-se uma distinção entre a associação de cheiros às lojas e o projeto de um odor corporativo (BLANCO, 2008). É interessante demonstrar como uma empresa pode incorporar o aroma em suas atividades. A título de ilustração apontamos a Disney: a produtora americana passou a utilizar essa ferramenta há 15 anos em seus parques temáticos. Primeiro, se preocupou em atribuir um toque de realismo a seu público de filmes de

11 11 ação ao introduzir cheiro de pólvora e de borracha queimada nas salas onde os visitantes estavam. Depois, impregnou as ruas e parques da Disney com cheiro de pipoca para despertar o apetite dos seus clientes e assim, aumentar suas vendas nas praças de alimentação da empresa. O sucesso da técnica empregada pela Disney incentivou outras empresas a fazerem o mesmo (BLANCO, 2008). Nessa linha de pensamento podemos afirmar que não é por acaso que todos os carros novos possuem um cheiro específico de novo. Esse odor é resultante da dedicação de especialistas no assunto, por isso existem aromas que são específicos e outros que são universais. O êxito do marketing olfativo consiste em obter um aroma que lembre a marca. Os especialistas estão de acordo com o fato de que criar um odótipo eficaz requer vários meses de trabalho. É necessário saber onde a marca se acha exposta, analisar o contexto em que é consumida e em que cenário os usuários se relacionam com ela. No caso específico das bibliotecas universitárias, é preciso descobrir com o que ela deseja se identificar, como vai difundir o odor, onde quer marcar presença com ele e onde não quer. 5 QUE CHEIRO TEM A MARCA DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS? (des) simplificando uma tendência delicada Mas afinal, de que aroma estamos falando? Se a questão é de ordem prática podemos perguntar, que aroma tem as marcas? Por que um aroma nos lembra objetos, situações, pessoas e marcas? Por que o cheiro de areia molhada nos lembra chuva? Por que uma colônia infantil lembra bebê? Até pouco tempo, ninguém parava para pensar nisso e as empresas não tinham se dado conta do efeito que produz um aroma agradável na experiência do cliente, apesar das organizações basearem sua identidade corporativa na imagem, no logotipo, no patrocínio, no mobiliário, ou no som - o fundo musical das lojas ou a melodia de um anúncio da televisão nos remetem a imagem da organização, a exemplo do PLIM- PLIM da rede Globo. Até bem pouco tempo atrás, se ouvíssemos falar a palavra marketing olfativo, com certeza a nossa expressão facial seria de indiferença. Mesmo

12 12 conhecendo o significado dos termos marketing e olfato, não conseguiríamos visualizar uma relação semântica entre elas. Atualmente, em vários ambientes e situações - no trabalho, no cafezinho, no shopping, em casa, na rua, no carro, ou em uma infinidade de ocorrências nos deparamos com a atribuição de um sentido, ligado a situações devido à incorporação do odor direcionado a imagem, identidade ou a marca de uma empresa. Sabemos que estamos circundados por uma enorme variedade de cheiros, mas ainda assim nosso mecanismo de percepção nos previne de ficarmos constantemente oprimidos por eles. A percepção de um odor em relação ao ambiente organizacional é notória, especialmente quando se trata de bibliotecas, pois sabemos que o cheiro de mofo, livro empoeirado, etc. traduz os efeitos que esses aromas podem refletir nas atitudes dos seus usuários. À luz dessas considerações podemos dizer que uma empresa que não cria novas estratégias para incorporar aromas ou odores em seu ambiente organizacional, pode perder a força de penetração no mercado e enfraquecer sua imagem ou marca de qualidade junto aos seus usuários. A oferta e a procura podem funcionar pelo cheiro; e os usuários podem ser conquistados através da inovação do uso de aromas específicos no ambiente organizacional das bibliotecas universitárias. O cheiro pode aparecer como imperativo categórico na aplicação do marketing e na sedução das mudanças. A inexistência de estudos que subsidiem o processo das técnicas do marketing olfativo na otimização do uso das bibliotecas universitárias e na melhoria da qualidade dos seus produtos e serviços constitui um gap em relação à promoção de inovações que dinamizem a permanência de usuários reais e a conquista de usuários potenciais - cujo desejo das unidades de informação é transformá-los em novos clientes, reais e participativos. Constatamos a partir das idéias sobre os aromas no ambiente das organizações, sua influência na melhoria da percepção dos clientes e na avaliação de ambientes de lojas, defendidas por Spangenberg, Crowley e Henderson (1996) que a aplicação do marketing olfativo nas bibliotecas universitárias é relevante para medir o retorno de suas ações e conhecer o cliente - algo que parece por vezes esquecido.

13 13 6 CONSIDERAÇÔES FINAIS As mudanças organizacionais são processos amplos e complexos, e porque não afirmar, necessários para que uma organização sobreviva. Muitos concordam que o princípio de sucesso não se dá apenas no nível econômico e tecnológico. Atualmente, não há dúvidas, que o marketing olfativo é considerado um mecanismo eficaz e competitivo para a organização. Para remate final, consideramos alguns pontos básicos que servem de delimitadores do assunto em pauta: a) o marketing olfativo pode ser responsável pela construção ou fortalecimento da imagem de uma unidade de informação; b) o êxito do marketing olfativo nas bibliotecas universitárias consiste em conseguir criar um aroma que lembre a marca, a imagem e a identidade dessas organizações; c) é impossível que uma mesma fragrância transmita a mesma mensagem a todos. Daí a certeza de que obter um aroma universal que agrade a todos os usuários é irrealizável. Os profissionais engajados no contexto informacional devem, portanto, se voltar para a questão do aroma no ambiente organizacional. As unidades de informação não podem se preocupar apenas com a rotina de seus processos técnicos. É necessária uma maior sensibilização no que diz respeito à adoção marketing olfativo ou aromarketing, haja vista esta técnica tornar o ambiente organizacional mais atrativo e prazeroso. O ambiente aromatizado pode aumentar a freqüência e a permanência dos usuários na biblioteca, todavia é necessário escolher a fragrância certa para o local, sempre tendo como foco os usuários. Ao sentirem maior prazer em permanecer na biblioteca, criarão um vínculo com a marca, à identidade e a imagem da biblioteca, por meio do apelo emocional vinculado a conquista e a atração dos usuários. Vale ressaltar, entretanto, que a promoção do prazer e do conforto ambiental através do aroma é uma possibilidade que deve ser considerada com cautela, pois, ao se trabalhar fragrâncias, nem todos aceitam alguns aromas

14 14 específicos, o que interfere de forma substancial na conduta dos sujeitos frente ao uso cotidiano das unidades de informação. Os aromas são percebidos de maneira diferente, por isso é difícil obter um aroma universal, que agrade a todos. É impossível que uma mesma fragrância transmita a mesma mensagem a todos. Isso posto, eis algumas sugestões para as bibliotecas universitárias começarem a se preocupar com o marketing olfativo como estratégias de promoção, no que diz respeito à melhoria da qualidade do conforto ambiental dos usuários: 1. as bibliotecas devem buscar novos meios para se comunicar com os usuários. Algo além dos meios comuns já utilizados na comunicação (visão e audição), começando assim, a dar mais atenção a um sentido humano pouco explorado, o olfato; 2. estudar o ambiente da unidade da informação para identificar os aromas mais apropriados para cada setor, e assim aplicar o aromarketing nas unidades de informação, por exemplo: o aroma de menta e erva doce nas cabines de estudo, favorecendo o aumento do nível de atenção dos usuários; os aromas frescos ou da natureza nas seções de tratamento técnico e atividades internas para reduzir a sensação de estar em lugares fechados, bem como aromas relaxantes como ylang, ylang, lavanda, cítricos e ozônicos, entre outros para aumentar o humor, possibilitando bem estar ao pessoal da unidade de informação; na seção de empréstimo, reserva, acervo e os ambientes com maior fluxo de usuário aplicar aromas de lavanda, alecrim, eucalipto, etc. que proporcionam tranqüilidade; 3. aromatizar, por exemplo, as exposições (eventos) realizadas nas dependências da biblioteca, aplicar aromas que reflitam a marca dos produtos que estão sendo expostos, proporcionando conforto ao visitante. Os aromas por estarem armazenados em diversos tipos de suporte, devem ser escolhidos pelos bibliotecários, considerando a adequação apropriada para o ambiente a ser aromatizado. A exemplo dos encontrados nos difusores elétricos, difusores à vela e difusores peebles, que além de aromatizar são decorativos. Outra alternativa mais econômica e prática de utilizar são os aromas em incensos e sachês 1. 1 Os tipos de aromas podem ser visualizados no site da Aromagia pelo endereço

15 15 Sem dúvida, podemos afirmar que o marketing olfativo é um assunto amplo, motivo pelo qual não esperamos que as bibliotecas universitárias se familiarizem de imediato. Entretanto, não há razão para que elas desconsiderem a importância dos enfoques essenciais tratados nesse artigo, os quais julgamos inconclusos, mas suficientes para impulsionar estudos e pesquisas relevantes para as bibliotecas que desejarem abraçar o aromarketing. O futuro dessa questão, portanto, está fortemente ligado as mudanças não apenas no que se refere ao trato de questões vistas apenas como algo desejado pelos usuários, mas como uma condição para o sucesso de uma organização. REFERÊNCIAS AMARAL, Sueli Angélica do (org.) Marketing na Ciência da Informação. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, AMERICAN MARKETING ASSOCIATION (AMA). Dictionary of marketing terms. Chicago: Bennet, BLANCO, Roberto Alvarez. Que cheiro tem sua marca. Disponível em: <http://www.adminstradores.com.br>. Acesso em: 11 jun CUNHA, Murilo Basto. Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n. 1, p , jan./abr DRUCKER, Peter F. O melhor de Peter Drucker: a administração. Trad. Arlete S. Marques. São Paulo: Nobel, FREDRICKSON, B. Cultivating positive emotions to optimize health and well-being. Prevention and Treatment, Washington, v. 3, mar Disponível em: <www.apa.org/journals>. Acesso em: 30 maio FUJITA, Mariângela Spotti Lopes. Aspectos evolutivos das bibliotecas universitárias em ambiente digital na perspectiva da rede de bibliotecas da UNESP. Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 15, n. 2, p , jul./dez Disponível em: <http://www.informacaoesociedade.ufpb.br/pdf/is pdf>. Acesso em: 5 maio GARDNER, Howard. A nova ciência da mente. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 1998.

16 16 KOTLER, Philip. Administração de marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall, ; FOX, Karen. Marketing estratégico para instituições educacionais. São Paulo: Atlas, LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing: conceitos, exercícios, casos. 4. ed. São Paulo: Atlas, LIMA, Nelson S. Investimento, razão e emoção. Jornal Semario Econômico. Domingo, 02 de Abril de MACHLINE, Claude et al. Gestão de Marketing. São Paulo: Saraiva, NUNES, Rosário. Neuromarketing. Disponível em: Acesso em: 01 set PEYROLÓR ADAMS, Pablo. Neoroeconomia. Madrid: Agapea, PURVES, D.; et al. Neuroscience. Sunderland Massschussets: Sinauer Assoc Publishers, RICHERS, Raimar. O que é marketing. São Paulo: Brasiliense, SANTOS, Plácida L. V. Amorim da Costa. As novas tecnologias na formação do profissional da informação. In: VALENTIM, Marta Lígia Pomim (Org.). Formação do profissional da informação. São Paulo: Polis, Cap. 5, p SDR. Sistema de representação comercial e vendas. Marketing olfativo: faça sua empresa cheirar às vendas. Disponível em: <http://www.sdr.com.br/ideias003/135.htm>. Acesso em: 16 jun SPANGENBERG, E.; CROWLEY, A.R.; HENDERSON, P.W. Improving the store environment: the impact of ambient scent on evaluations and behaviours in a store. Journal of Marketing, Georgia, v. 60, p , apr Disponível em: <www.aromaco.uk/>. Acesso em: 20 abr Edna Gomes Pinheiro, Universidade Federal de Minas Gerais/PPGCI (UFMG), 2 Alzira Karla Araújo da Silva, Universidade Federal de Minas Gerais/PPGCI (UFMG), 3 Izabel França de Lima, Universidade Federal de Minas Gerais/PPGCI (UFMG), 4 Anna Elizabeth Galvão Coutinho Correia, Universidade Federal de Minas Gerais/PPGCI (UFMG), 5 Rosa Zuleide Lima da Silva, Universidade Federal de Minas Gerais/PPGCI (UFMG),

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO CALDAS, Rosângela Formentini Departamento de Ciência da Informação UNESP/Marília A definição de marketing ainda permanece enquanto uma discussão

Leia mais

O gerenciamento da Comunicação Organizacional

O gerenciamento da Comunicação Organizacional O gerenciamento da Comunicação Organizacional Hilbert Reis Comunicação Social Jornalismo UFOP Pesquisador PIP/UFOP Índice 1 Otimização da comunicação integrada 1 2 Estratégias, planejamentos e a gestão

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Metodologia de Ensino 1) Noções de Marketing 2) Marketing de Serviço 3) Marketing de Relacionamento 1 2 1) Noções de Marketing 3 4 5 6 www.lacconcursos.com.br

Leia mais

A importância do marketing de relacionamento na gestão de bibliotecas universitárias

A importância do marketing de relacionamento na gestão de bibliotecas universitárias Autorização concedida ao Repositório da Universidade de Brasília (RIUnB) pelo organizador do evento, em 31 de janeiro de 2014, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 3.0, que

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Marketing. - Fatos históricos.

Marketing. - Fatos históricos. Marketing - Fatos históricos. Escambo. Produção e consumo baixos. Crescimento do consumo. Crescimento da produção = paridade. Explosão da produção. Marketing é o desempenho das atividades de negócios que

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS OFICINA 2 Professora: Izabel Portela izabel@institutoiris.org.br Novembro - 2007 1 M A R K E T I N G

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix)

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Dentro do processo de administração de marketing foi enfatizado como os profissionais dessa área identificam e definem os mercados alvo e planejam as estratégias

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Programa de Comunicação Interna e Externa

Programa de Comunicação Interna e Externa Programa de Comunicação Interna e Externa Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Comunicação Interna e Externa das Faculdades Integradas Ipitanga FACIIP pretende orientar a execução

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Formulação da Visão e da Missão

Formulação da Visão e da Missão Formulação da Visão e da Missão Zilta Marinho zilta@globo.com Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer para chegar a seu destino. Com as grandes empresas

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

PINTON GERALDINO DAOLIO 3

PINTON GERALDINO DAOLIO 3 MARKETING CULTURAL COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO LUIZ FABIANO FERREIRA¹, PAULO ALEXANDRE PINHEIRO SOARES 2, RAQUEL PINTON GERALDINO DAOLIO 3 1 Aluno do 3º semestre do curso Superior de Tecnologia de Gestão

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano Empresa como Sistema e seus Subsistemas Professora Cintia Caetano A empresa como um Sistema Aberto As organizações empresariais interagem com o ambiente e a sociedade de maneira completa. Uma empresa é

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Disciplina: Unidade I: Prof.: E-mail: Período:

Disciplina: Unidade I: Prof.: E-mail: Período: Encontro 05 Disciplina: Planejamento Estratégico de Marketing Unidade I: Introdução ao Planejamento Estratégico Prof.: Mario Filho E-mail: pro@mariofilho.com.br Período: 4º. ADM 2. Visão, Valores, Políticas,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

Pesquisa de Marketing

Pesquisa de Marketing Pesquisa de Marketing CONCEITOS INICIAIS Prof. Daciane de Oliveira Silva Fonte: MALHORTA, Naresh K. Pesquisa de Marketing: uma orientação aplicada. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. MATTAR, Fauze Najib.

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

PAINEL: PROTÓTIPO DE PRODUTOS E SERVIÇOS PARA A ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO.

PAINEL: PROTÓTIPO DE PRODUTOS E SERVIÇOS PARA A ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO. Evento: 3º Encontro de Iniciação Científica da Faculdade Apogeu Local: Dependências da Faculdade Apogeu Dia: 06/05/2013 Mediador: Prof. Fernando Damasceno Lima Relator: Aluno Dieyvson Rocha Oliveira PAINEL:

Leia mais

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO ESPÍRITO SANTO FACASTELO Faculdade De Castelo Curso de Administração Disciplina: Qualidade e Produtividade PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO 1 Profa.: Sharinna

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Tainah Schuindt Ferrari Veras Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Bauru/SP e-mail: tainah.veras@gmail.com

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Marketing Olfativo. Aromatizadores

Marketing Olfativo. Aromatizadores & Aromatizadores Cenário Marketing Olfativo O efeito sobre o estado de espírito do consumidor é o único território que resta para prover benefícios novos e atraentes. Fonte - Melinda Davis A Nova Cultura

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG Caroline Passatore¹, Dayvid de Oliveira¹, Gustavo Nunes Bolina¹, Gabriela Ribeiro¹, Júlio César Benfenatti Ferreira² 1

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING PÓS-GRADUAÇÃO / FIB-2009 Prof. Paulo Neto O QUE É MARKETING? Marketing: palavra em inglês derivada de market que significa: mercado. Entende-se que a empresa que pratica

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

MARKETING DE VENDAS. Maiêutica - Curso de Processos Gerenciais

MARKETING DE VENDAS. Maiêutica - Curso de Processos Gerenciais MARKETING DE VENDAS Alcioni João Bernardi Prof. Ivanessa Felicetti Lazzari Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI Processos Gerenciais (EMD0130) Prática do Módulo IV 27/11/12 RESUMO Este trabalho

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Ambientes e fluxos de informação: transversalidades. Profa. Dra. Marta Valentim

Ambientes e fluxos de informação: transversalidades. Profa. Dra. Marta Valentim Ambientes e fluxos de informação: transversalidades Profa. Dra. Marta Valentim Brasília / Brasil 2013 Introdução As transformações políticas, econômicas, tecnológicas, sociais e culturais, tem impactado

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO MARKETING (PROPAGANDA E PUBLICIDADE) EM PERÍODOS DE CRISE:

A IMPORTÂNCIA DO MARKETING (PROPAGANDA E PUBLICIDADE) EM PERÍODOS DE CRISE: A IMPORTÂNCIA DO MARKETING (PROPAGANDA E PUBLICIDADE) EM PERÍODOS DE CRISE: um caso de sucesso na empresa Jota Print Comunicação Visual na cidade de Muritiba Bahia Jamylle Carvalho Cardoso Correia 1 Jorge

Leia mais

2 Karla Santiago Silva

2 Karla Santiago Silva Marketing:Administrando Desafios e Gerando Necessidades Karla Santiago Silva Índice 1 Marketing e A Nova Ordem de Mercado 1 2 Marketing, gerador de necessidades 3 3 Mas afinal de contas qual é o papel

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA GESTÃO DA INFORMAÇÃO

CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA GESTÃO DA INFORMAÇÃO 1 REDES SOCIAIS CONTRIBUIÇÕES DA ANÁLISE DE REDES SOCIAIS PARA GESTÃO DA INFORMAÇÃO Eixo temático: Gestão e Políticas da Informação Modalidade: Apresentação Oral Eduardo Alves Silva Dalton Lopes Martins

Leia mais

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO

Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Abril/2014 Porto Velho/Rondônia Rafael Vargas Presidente da SBEP.RO Gestor de Projetos Sociais do Instituto Ágora Secretário do Terceiro Setor da UGT.RO Terceiro Setor É uma terminologia sociológica que

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Penélope da Silva Almeida SANTOS Universidade Sagrado Coração

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA Elaine Schweitzer Graduanda do Curso de Hotelaria Faculdades Integradas ASSESC RESUMO Em tempos de globalização, a troca de informações

Leia mais

TÍTULO: NEUROMARKETING: UMA NOVA FORMA DE FAZER PROPAGANDA. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS

TÍTULO: NEUROMARKETING: UMA NOVA FORMA DE FAZER PROPAGANDA. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS TÍTULO: NEUROMARKETING: UMA NOVA FORMA DE FAZER PROPAGANDA. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO AUTOR(ES): FELIPE

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

TÍTULO: BENEFÍCIOS DO USO CONSCIENTE DA ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE EMPRESARIAL ASSOCIADO À EFICÁCIA ORGANIZACIONAL: ESTUDO DE CASO.

TÍTULO: BENEFÍCIOS DO USO CONSCIENTE DA ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE EMPRESARIAL ASSOCIADO À EFICÁCIA ORGANIZACIONAL: ESTUDO DE CASO. TÍTULO: BENEFÍCIOS DO USO CONSCIENTE DA ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE EMPRESARIAL ASSOCIADO À EFICÁCIA ORGANIZACIONAL: ESTUDO DE CASO. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A Ferramenta do Marketing nas Pequenas Empresas atualmente vem sendo utilizada

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT)

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 5 Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

UM PRODUTO EDUCATIVO PARA FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL

UM PRODUTO EDUCATIVO PARA FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL UM PRODUTO EDUCATIVO PARA FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo [...] devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO

DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO 1 DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO Cesar Simões Salim Professor e Autor de livros de empreendedorismo cesar.salim@gmail.com Visite meu blog: http://colecaoempreendedorismo.blogspot.com/

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

APRENDIZAGEM E INFORMÁTICA: UMA ANÁLISE SOBRE OS ALUNOS USUÁRIOS DO NPI

APRENDIZAGEM E INFORMÁTICA: UMA ANÁLISE SOBRE OS ALUNOS USUÁRIOS DO NPI APRENDIZAGEM E INFORMÁTICA: UMA ANÁLISE SOBRE OS ALUNOS USUÁRIOS DO NPI * Centro Universitário Filadélfia Unifil. mariana.munk@unifil.br Mariana Gomes Musetti Munck* Roberto Yukio Nishimura* Edison Sahd*

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

A revolução da excelência

A revolução da excelência A revolução da excelência ciclo 2005 PNQ Foto: Acervo CPFL CPFL Paulista, Petroquímica União, Serasa e Suzano Petroquímica venceram o Prêmio Nacional da Qualidade 2005. A Albras, do Pará, foi finalista.

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ.

EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ. EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ. Wilton Wilney Nascimento Padilha 1 Fátima Regina Nunes de Sousa 2 Yana Talita de Souza 3 Dayane Franco Mangueira 3 Renata

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

componentes e fatores condicionantes Modelo de Gestão de Pessoas: definição, elementos Glaucia Falcone Fonseca

componentes e fatores condicionantes Modelo de Gestão de Pessoas: definição, elementos Glaucia Falcone Fonseca Modelo de Gestão de Pessoas: definição, elementos componentes e fatores condicionantes Glaucia Falcone Fonseca Nos dias de hoje, em todas as organizações, seja ela voltada para serviços, ramo industrial

Leia mais

5 Conclusão e discussões

5 Conclusão e discussões 5 Conclusão e discussões O presente estudo procurou entender melhor o universo dos projetos de patrocínio de eventos, principalmente com o objetivo de responder a seguinte questão: quais são as principais

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial Sumário executivo À medida que as organizações competem e crescem em uma economia global dinâmica, um novo conjunto de pontos cruciais

Leia mais