Eric Stobbaerts fala sobre captação de recursos com Médicos Sem Fronteiras e à frente do DNDi

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1 fala sobre captação de recursos com Médicos Sem Fronteiras e à frente do DNDi Cristina Câmara conversou por Skype com sobre captação de recursos. A entrevista traz informações preciosas sobre o cenário internacional, fundos públicos, percepções sobre o setor não-governamental no Brasil, desafios e renovações na atuação das ONGs e no diálogo com o setor privado, entre outros. Nos últimos 20 anos, Eric trabalhou com Médicos Sem Fronteiras (MSF) em vários países em situação de conflito. Atualmente, é Diretor Executivo da Drugs for Neglected Diseases initiative Latin America (DNDi), com escritório regional no Rio de Janeiro. Cristina Câmara: Bom dia, Eric! Inicialmente, gostaria que você se apresentasse. : Bom dia! Meu nome é, tenho formação na área de ciências econômicas e políticas e uma série de formações complementares em gestão da saúde. Meu percurso tem muito a ver com a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF). Quando deixei a universidade, fui recrutado por uma multinacional americana, sediada em Genebra. Comecei a trabalhar na área de finanças internacionais, mas circunstâncias da vida me fizeram cruzar com MSF, deixar tudo e tentar uma experiência com esta organização, que eu mal conhecia na época. Foi uma espécie de experiência sabática: fui mandado para a guerra do Líbano, no final dos anos 80, e esta experiência com a guerra e a ação humanitária me marcou tanto que virou uma forma de vida e uma razão de viver. Então, a partir desse momento, digamos que pulei de um conflito pro outro, sempre com MSF. Fui para o Afeganistão que continua em conflito Paquistão, Iraque, Bósnia, entre outros, e sempre determinado a poder contribuir de forma positiva em prol das populações afetadas. Passouse uma década e nem me dei conta. Depois, fui convidado para assumir a direção de MSF em Barcelona, um dos cinco Centros Operacionais da organização. Foi a primeira vez que convidaram alguém que não era médico para a direção. Cristina Câmara: Qual é a sua nacionalidade? : Tenho passaporte suíço e belga, mas, na verdade, nasci no Marrocos e fui criado em Lisboa. Digamos que tenho mais proximidade com o Marrocos e Lisboa. Os passaportes eu consegui pelos meus avós e estou muito agradecido, porque têm facilitado muito a minha vida. Cristina Câmara: Quanto tempo você ficou em Barcelona? : Fiquei seis anos em Barcelona, depois casei e fui para Londres onde trabalhei fazendo consultoria internacional por cinco anos. Nesse momento vivi certa frustração, porque recomendava as ações, mas não fazia as ações. Então, decidi que era o momento de voltar a MSF, apesar de estar fazendo consultorias para eles em Londres. Acabei vindo para o Rio para assumir temporariamente o escritório da organização no país, que estava em um momento muito interessante de estruturação como entidade brasileira. Foi realmente um privilégio poder trabalhar com pessoas que queriam não só enxergar MSF, 45

2 mas apostar em um trabalho internacional. Conheci um novo Brasil. Conhecia o Brasil por temporadas curtas e férias, e pela primeira vez conheci um Brasil do dia a dia e do trabalho: outra coisa. Cristina Câmara: Fale um pouco mais sobre essa transição. : Fiquei um ano na direção de MSF para ajudar a criar essa nova entidade: uma nova seção dentro do movimento MSF internacional, que além de atuar com as populações no Brasil pudesse formar médicos no país para mandá-los para outros países, como Somália, Sudão ou Palestina. Depois que deixei MSF (ainda continuo sendo do Conselho de Administração), assumi uma nova direção em uma organização sem fins lucrativos que foi criada em 2003 pela própria MSF e outros membros fundadores, que é a DNDi: iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas. O escritório regional da organização fica aqui no Rio por causa da proximidade com a Fiocruz, um dos membros fundadores. É uma nova fase na minha vida. Não abandonei MSF, já que a DNDi tem uma associação muito forte com a mesma, mas tenho novos desafios: trabalhar para a produção de novos medicamentos, tratamentos e diagnósticos para doenças negligenciadas, e trabalhar mais nos bastidores científicos e médicos. Às vezes, também, pegamos medicamentos que já existiam e combinamos em novas formulações para doenças que afetam os mais negligenciados, como a doença de Chagas, a leishmaniose e a malária, entre outras. Cristina Câmara: Gostaria que você falasse um pouco sobre a mobilização de recursos nas organizações sem fins lucrativos, no cenário brasileiro. Quais foram suas primeiras impressões? : A minha primeira impressão de trabalhar no Brasil, como eu disse, foi a descoberta de um novo Brasil, e sobretudo um novo Rio de Janeiro...bem diferente. O que mais me impactou é que de fato este Brasil é na realidade muito mais duro, muito mais difícil do que a sua imagem no cartão postal. Além da beleza e da simpatia das pessoas, há o dia a dia de luta diária para fechar o mês, das filas, dos transportes e serviços públicos ainda pouco eficientes e é bem distinto dessa imagem idílica que temos do bom tempo e da natureza. Não que eu não soubesse, mas foi interessante enfrentar isso no trabalho. O desafio é perceber que depois de uma nova constituição pós-ditadura e de ter virado uma nação emergente, é preciso conseguir implementar as ambições sociais e o respeito pelos cidadãos. Foi um impacto ver o quanto ainda falta para que se veja isso na realidade. Isso para mim também foi uma surpresa: o quanto é difícil conseguir que se operacionalizem as políticas. Lá fora, com as crises do primeiro mundo, acho que todo mundo olha para os países emergentes, especialmente o Brasil, esperando uma nova forma de fazer, de implementar, de mostrar que existem saídas distintas do modelo de desenvolvimento clássico. A gente vê isso no discurso das plataformas das Nações Unidas, por exemplo. Mas vivendo aqui você vê que a realidade é muito mais difícil e diferente. Para a educação, por exemplo, ainda há grandes passos a serem tomados para que haja qualidade para todos. Cristina Câmara: Nesse contexto, como você vê o cenário brasileiro das ONGs? : Vejo aí outra ilustração do que estou falando. É um novo capítulo para o 46

3 Brasil. As ONGs mais antigas, mais de base, bem arraigadas na sociedade civil e que foram as porta-vozes do discurso da necessidade de se ter um Brasil mais plural, mais justo, mais sustentável e etc., enfrentam hoje dificuldades para sobreviver em um novo Brasil de grandes indicadores macroeconômicos. As velhas guardas das ONGs nacionais se tornaram marginalizadas pelo poder público. É a impressão que tenho. Cristina Câmara: Por que você acha isso? : Primeiramente pela ausência de recursos. Justamente por terem que estar em uma luta diária por recursos, talvez tenha havido uma dificuldade de antecipar os desafios para a captação em um país que era tradicionalmente receptor de ajuda internacional e que passou a ser um potencial doador internacional. Faltou antecipar a necessidade de buscar recursos próprios no Brasil, e não só o apoio moral da população, mas o apoio financeiro da classe média, que é cada vez maior. Tenho curiosidade em ver o futuro dessas ONGs mais antigas, com raízes históricas no movimento social. Até porque, por outro lado, temos agora as ONGs que vêm se assentando no Brasil, mas que fazem parte de grandes estruturas internacionais. Aí entram as grandes ONGs transnacionais: MSF, Greenpeace, Oxfam, WWF, etc., e algumas com uma longa tradição de atuação no país. Acho que elas foram capazes de antecipar essa mudança e entender que deveriam atuar não só no Brasil, mas também em redes no resto do mundo. Em suma, o Brasil não é somente um receptor de ajuda, mas tem um potencial para ajudar outros países em situações mais difíceis que a sua. Essas organizações vêm mais preparadas para captar, principalmente de instituições privadas e doadores individuais, especialmente das classes A, B e C. Cristina Câmara: Fale um pouco sobre a experiência de MSF em captação de recursos, que você acompanhou. Houve uma mudança de mentalidade? : Sim! Era uma questão de se repensar porque MSF, que estava há 20 anos no Brasil trabalhando com populações marginadas e indígenas, precisava rever sua identidade. Isso porque o Brasil oferece também centros de excelência em ciência, referências mundiais em medicina tropical e, de fato, tem hoje capacidade de ajudar o resto do mundo. Então, para MSF seria necessária outra ação aqui, mas sem perder de vista a possibilidade de ajudar países da África, países em guerra ou com epidemias ou catástrofes naturais, por exemplo. Essa mudança foi uma tradução de uma nova mentalidade e um novo conceito de abordagem dos doadores brasileiros que já doavam para os projetos de MSF no Brasil. Foi necessário trabalhar uma linguagem que fosse entendida e ouvida, não só para reinventar, mas para explicar às pessoas que se mobilizavam pelas questões negligenciadas no Brasil, que estas também poderiam se sensibilizar com questões de catástrofes e guerras fora do país. Então, não foi fácil, mas foi muito bonito, porque o Brasil está respondendo muito bem a este apelo. Vê-se não como algo que exclui, mas que complementa. Pode-se estender o que se faz no Brasil para fora do país. Gostaria de falar sobre a captação de fundos públicos na experiência da DNDi. Cristina Câmara: Pode falar. 47

4 : A DNDi trabalha em pesquisa e desenvolvimento (P&D) farmacêutico para disponibilizar produtos visando a promoção de saúde pública. Neste contexto, eu diria que há, nos últimos cinco anos, um movimento e uma nova tendência dos fundos públicos (através dos editais e das encomendas que o governo faz para orientar estes fundos), de construção e capacitação nacional. Eu vejo isso no Ministério da Saúde, no Ministério da Ciência e Tecnologia, Agências de fomento, como Finep, CNPq e o próprio BNDES. São organizações que canalizam os fundos públicos para a saúde de forma alinhada com as ambições das políticas de governo. Cristina Câmara: Isso no caso da Fiocruz, por exemplo, é muito claro, porque ela está ligada ao Ministério da Saúde. Muitas de suas pesquisas, não só na produção de medicamentos, mas também na área da saúde pública respondem a interesses e subsidiam decisões públicas do governo federal. : Exato! A queixa era que estava faltando dinheiro para projetos de P&D, mas vemos altos valores que são destinados à produção e à inovação. Cristina Câmara: Quer dizer, não faltam recursos, mas há uma escolha para alocá-los onde interessa. : Exato! Existem recursos que estão alinhados com as prioridades do SUS [Sistema Único de Saúde] e com as doenças consideradas prioritárias para a nação. Porém, falta ainda a capacidade para que esses recursos possam ser transformados em produtos que façam a diferença. Faltam inovações concretas. O que estou querendo dizer é que ainda falta todo um trabalho de alinhamento para que essas produções não fiquem na linha teórica, acadêmica, e se industrializem e comercializem para serem utilizadas em prol da saúde pública. Há ainda outro desafio que é a capacidade de orientar, coordenar, articular e agregar modelos inovadores para a obtenção desses frutos: medicamentos, tratamentos, diagnósticos e vacinas. E que esses produtos tenham preços justos, que não estejam presos a questões de propriedade intelectual e unicamente a interesses comerciais, mas que de fato possam atender a interesses públicos e a um equilíbrio geral. Finalmente, é também um desafio que a gestão de modelos de P&D seja realmente eficaz e eficiente, e que haja modelos de parcerias que entreguem resultados e produtos. Às vezes surge certa incompatibilidade devido às barreiras burocrático-administrativas desses fundos públicos liberados, que são entraves para fazer com que modelos mais inovadores, como o da DNDi, por exemplo, possam atuar de maneira ágil e inteligente. Abrem-se editais, linhas de investimentos, mas às vezes com tantas exigências burocráticas que quase inviabilizam que o trabalho de campo seja feito. Assim, o controle necessário dos fundos públicos é feito somente a posteriori. Ora uma coisa a ser feita seria estabelecer mecanismos de controle que sejam a priori. Cristina Câmara: Mas, em que sentido? : No sentido de que as organizações que recebem os fundos sejam 48

5 assessoradas anteriormente, para que a relação entre governo-organizações de P&D seja, de fato, baseada em um espírito de parceria. Que não seja só uma questão de controle administrativo meramente quantitativo, sem contextualização das coisas, de maneira positivista, que quer antecipar tudo, e afinal, não antecipa nada. É claro que nos situamos num momento de grande preocupação nacional com a corrupção, no qual o próprio nome ONG tem sido muito negativado por vários abusos que foram levados à público. Porém, há maneiras de melhorar isso. Uma possibilidade seria aprovar antecipadamente os princípios, as metas, os objetivos e os resultados esperados, deixando depois as organizações terem mais margem de manobra e poderem trabalhar adequadamente. No momento, há um excessivo controle que faz com que as organizações fiquem às vezes paralisadas e o processo fique lento. Essas exigências administrativas acabam criando burocracias nas próprias organizações. Vira uma espécie de mundo kafkiano e um ciclo vicioso. Tem que haver prestação de contas é claro, mas de forma que possibilite uma gestão inteligente, para que o modelo de inovação no país não seja ineficiente e não competitivo. Minha experiência mostra que existem contextos onde as ações são mais estratégicas e baseadas em resultados. Isso é o que tem que guiar o controle do dinheiro público, não o controle burocrático. Acho que o grande desafio para o Brasil é a necessidade de reformas para agilizar a resposta operacional do Estado. Parece que estamos ainda no século 20, e não no 21. Parece que a lógica da administração pública portuguesa ainda reina: uma lógica mais quantitativa do que qualitativa. Cristina Câmara: Interessante você dizer isso, porque a meu ver, no cenário internacional ainda prevalece a lógica quantitativa. : Você acha? Sem dúvida no âmbito das Agências Multilaterais existe, mundialmente, o mesmo problema, mas toca essencialmente às multilaterais. A ambição que tenho pelo Brasil - e estou aqui por isso -, é que o país possa inovar e usar melhor os seus recursos como é feito na Inglaterra, na Espanha, ou na Suíça, países que usam os fundos públicos mais result driven. Sei que estou falando um pouco de forma sonhadora, mas devemos ser ambiciosos para fazer mudar as coisas. Não sei o que a Presidente Dilma diria sobre isso, talvez: Então venha aqui para dar ideias!, mas o que estou querendo dizer é que poderíamos inspirar-nos mais ainda nas experiências lá de fora. Cristina Câmara: A preocupação do governo também não se daria devido às organizações brasileiras terem pouca prática com a transparência no uso dos recursos? Claro que muitas já o fazem, mas parece ser uma dificuldade, ou não ser prioridade para outras. : Claro, acho que vai haver uma seleção natural. Por um lado, o governo vai ter que identificar quem pode fazer, e quem não puder não será parceiro ou vai desaparecer. Nesse sentido tenho um viés um pouco liberal. Se realmente se julga que tem de haver um terceiro setor forte, é preciso ter meios de fazer esta distinção, porque senão vai haver mais controle, e mais controle torna o sistema cada vez mais pesado. Por outro lado, as organizações terão que melhorar suas gestões para serem eficientes e transparentes. Não só o governo, mas os doadores privados serão os juízes e serão intransigentes. 49

6 Cristina Câmara: Certo! : Estou querendo falar de outra coisa: a inovação no nosso país. Cristina Câmara: Ok! Pode falar. : Tem a ver com o Brasil nacional e o Brasil internacional. Por um lado, eu criticava um Brasil controlador internamente, mas por outro lado, há também um Brasil que nos fóruns internacionais mantém um discurso muito vanguardista. De alguma forma, é como se houvesse uma dissonância entre aqueles momentos em Nova York ou em Genebra e o nosso dia a dia aqui. Queria falar desta espécie de esquizofrenia nas negociações para um Tratado para Pesquisa e Desenvolvimento. Não sei se você está a par. Cristina Câmara: Já ouvi alguma coisa nos debates do Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI). : Então, este ano (2013), na Assembleia Mundial da Saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou uma resolução que propôs um possível tratado, como o do tabaco, por exemplo, para a P&D para doenças negligenciadas. De fato, depois desta Assembleia, abriu-se um caminho para o início de um debate a respeito. Queria deixar isso na entrevista porque acho importante que se saiba que o Brasil a delegação brasileira apoiou esta resolução para que não se perdessem as recomendações feitas por experts dos quatro cantos do mundo. Porém, existe ainda um grande desafio para fazer com que esses debates que acontecem em fóruns internacionais cheguem ao Brasil e virem uma proposta mais concreta para a reunião da OMS do ano que vem. Isso está relacionado com financiamentos e remete a questões de prioridades de pesquisa e criação de modelos, que funcionem e entreguem produtos com demandas urgentes e que salvam vidas. Acho que o papel que o Brasil pode ter é muito grande, especialmente porque a presença do país pode representar investimentos futuros, e é claro, quem bota dinheiro manda. Por isso, acho que existe uma oportunidade do Brasil liderar a próxima Assembleia da OMS e não ficar só nas palavras e no papel. Cristina Câmara: Você mencionou sobre o tratado do tabaco, seria uma referência? : Não o conheço muito, mas mencionei como um paralelo em termos de processo multilateral. A ideia é que o tratado seja feito de mãos dadas, governo e sociedade, pensando-se em um cenário global. Isto implica o setor privado, a indústria farmacêutica. Sabemos que não vai ser aprovado de uma hora para outra e vai ser um trabalho árduo no longo prazo. Mas, tem que haver ambição para modificar o landscape a paisagem, já que esta não atende à realidade das pessoas de forma universal, assim como não é focada na saúde pública. Cristina Câmara: Por um lado, seu discurso é muito otimista, mas a gente também vê algumas ONGs fechando as portas e me refiro a ONGs estruturadas, com histórico e reconhecimento social. No caso do Brasil, acho que você fez várias observações sobre as mudanças no cenário sócio-político, mas também há organizações europeias fechando por outros motivos, como a crise econômica internacional. Entretanto, até que ponto esse 50

7 movimento de uma peça local reverbera no global e poderá nos afetar localmente, também? : Existe, sem dúvida, um fenômeno histórico e de transição no Brasil atualmente, que abre um novo capítulo para o movimento social. O momento é difícil para muitos, de fato, e sem dúvida, a crise internacional está tendo repercussões. Acho que a questão é no fundo como se entende o financiamento das ONGs. É arriscado colocarmos tudo dentro do mesmo grupo. Há ONGs e ONGs, o leque é grande. É como quando falamos sobre a mídia. A mídia é um mundo, não são todas iguais e não podemos querer que haja menos mídias. Onde estou querendo chegar? Por um lado, existe um fenômeno de seleção natural que é histórico e que não é exclusivo ao Brasil. Para mim, trata-se, sobretudo, de uma questão de independência financeira: muitas organizações estão fechando porque os Estados estão cortando as ajudas e os subsídios. Para mim, isso demonstra a dependência que estas organizações tinham do poder político, por vias de subsídios e de financiamentos institucionais. O desafio passa pela capacidade, também, de saber engajar as bases, passa por uma questão de legitimidade, etc. É difícil imaginar, a meu ver, que uma organização seja financiada 100% pelo governo e que não haja dependência política. Estou falando no âmbito global, não estou me referindo só ao Brasil. A lição é que precisamos mobilizar as pessoas, os cidadãos, engajá-los nas questões. Além dos fundos públicos e dos doadores privados, há também o setor privado que se instaura como uma nova fonte de captação. Até que ponto se pode ir com as parcerias? É um campo um pouco virgem no Brasil, mas lá fora talvez já haja bons exemplos de colaboração. De todo modo, há que haver cuidado para que não se fique dependente do poder econômico da mesma forma que se depende do poder público. No âmbito da saúde, há muito que ser potencializado no Brasil e lá fora. Além disso, há empresas de pequeno e médio porte, empresas que produzem armas e outras que produzem alimentos, então é preciso ser capaz de discernir. Não digo que os fundos privados sejam a salvação do terceiro setor, mas sim uma via na qual se precisa investir mais, ser mais pensada. Ainda mais porque se somos uma organização de base, esta base deve vir dos doadores, e, portanto, devemos ser capazes de convencê-los da importância da nossa causa. Então, quanto aos indivíduos, fundações e empresas, também temos que exigir um pouco mais. A solução para o dilema financeiro das ONGs que sobreviverão amanhã estará na capacidade que elas terão de diversificar suas fontes de captação, reduzindo assim o risco de dependências e vulnerabilidades. Cristina Câmara: A cultura empresarial traz contribuições para o debate sobre mobilização de recursos nas organizações sem fins lucrativos? Quais? Eric: Sem dúvida a cultura empresarial centrada na eficiência e em modelos de gestão inovadores foi fundamental para a maturidade do nosso movimento associativo. Não devemos esquecer que em cidades como Londres, onde exerci consultoria durante anos, são agora elas que vão às ONGs para entender mecanismos de alinhamento estratégico e fatores motivacionais. Ou seja, trata-se aqui de um intercâmbio construtivo de aprendizagem. Porém, devemos, desde o terceiro setor, bloquear e lutar contra o risco da privatização das ONGs. Se a ONG está centrada nos seus princípios e sua razão de ser, isso não vai acontecer. Acredito que os mecanismos de governança e governabilidade que gerenciam as 51

8 ONGs, sejam eles os espaços de prestação de contas das associações ou os coletivos como cooperativas, são a grande particularidade do nosso setor. Cristina Câmara: Nos últimos anos, também foi possível observar a migração de pessoas de ONGs para o setor privado, trabalhando nos setores de responsabilidade social das empresas e em fundações empresariais. Como é que você observa esse movimento? Em determinado momento se observou a ida de pessoas que atuavam em ONGs e foram trabalhar no governo. O que você pensa a respeito? Eric: Este movimento é enriquecedor. Não acho que haja necessariamente traição ou abandono de valores. Somos seres livres e inteligentes. Quantos amigos tenho hoje em governos e cargos diplomáticos que continuam lutando de dentro para fora! Cristina Câmara: Eric, muito obrigada pela entrevista. Certamente, bastante instigante. Eric: O prazer foi todo meu, Cristina. Sugiro que os leitores deem uma passada no nosso website para entender melhor o que é esta iniciativa para a qual trabalho hoje, a DNDi - iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas. 52

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