Eric Stobbaerts fala sobre captação de recursos com Médicos Sem Fronteiras e à frente do DNDi

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Eric Stobbaerts fala sobre captação de recursos com Médicos Sem Fronteiras e à frente do DNDi"

Transcrição

1 fala sobre captação de recursos com Médicos Sem Fronteiras e à frente do DNDi Cristina Câmara conversou por Skype com sobre captação de recursos. A entrevista traz informações preciosas sobre o cenário internacional, fundos públicos, percepções sobre o setor não-governamental no Brasil, desafios e renovações na atuação das ONGs e no diálogo com o setor privado, entre outros. Nos últimos 20 anos, Eric trabalhou com Médicos Sem Fronteiras (MSF) em vários países em situação de conflito. Atualmente, é Diretor Executivo da Drugs for Neglected Diseases initiative Latin America (DNDi), com escritório regional no Rio de Janeiro. Cristina Câmara: Bom dia, Eric! Inicialmente, gostaria que você se apresentasse. : Bom dia! Meu nome é, tenho formação na área de ciências econômicas e políticas e uma série de formações complementares em gestão da saúde. Meu percurso tem muito a ver com a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF). Quando deixei a universidade, fui recrutado por uma multinacional americana, sediada em Genebra. Comecei a trabalhar na área de finanças internacionais, mas circunstâncias da vida me fizeram cruzar com MSF, deixar tudo e tentar uma experiência com esta organização, que eu mal conhecia na época. Foi uma espécie de experiência sabática: fui mandado para a guerra do Líbano, no final dos anos 80, e esta experiência com a guerra e a ação humanitária me marcou tanto que virou uma forma de vida e uma razão de viver. Então, a partir desse momento, digamos que pulei de um conflito pro outro, sempre com MSF. Fui para o Afeganistão que continua em conflito Paquistão, Iraque, Bósnia, entre outros, e sempre determinado a poder contribuir de forma positiva em prol das populações afetadas. Passouse uma década e nem me dei conta. Depois, fui convidado para assumir a direção de MSF em Barcelona, um dos cinco Centros Operacionais da organização. Foi a primeira vez que convidaram alguém que não era médico para a direção. Cristina Câmara: Qual é a sua nacionalidade? : Tenho passaporte suíço e belga, mas, na verdade, nasci no Marrocos e fui criado em Lisboa. Digamos que tenho mais proximidade com o Marrocos e Lisboa. Os passaportes eu consegui pelos meus avós e estou muito agradecido, porque têm facilitado muito a minha vida. Cristina Câmara: Quanto tempo você ficou em Barcelona? : Fiquei seis anos em Barcelona, depois casei e fui para Londres onde trabalhei fazendo consultoria internacional por cinco anos. Nesse momento vivi certa frustração, porque recomendava as ações, mas não fazia as ações. Então, decidi que era o momento de voltar a MSF, apesar de estar fazendo consultorias para eles em Londres. Acabei vindo para o Rio para assumir temporariamente o escritório da organização no país, que estava em um momento muito interessante de estruturação como entidade brasileira. Foi realmente um privilégio poder trabalhar com pessoas que queriam não só enxergar MSF, 45

2 mas apostar em um trabalho internacional. Conheci um novo Brasil. Conhecia o Brasil por temporadas curtas e férias, e pela primeira vez conheci um Brasil do dia a dia e do trabalho: outra coisa. Cristina Câmara: Fale um pouco mais sobre essa transição. : Fiquei um ano na direção de MSF para ajudar a criar essa nova entidade: uma nova seção dentro do movimento MSF internacional, que além de atuar com as populações no Brasil pudesse formar médicos no país para mandá-los para outros países, como Somália, Sudão ou Palestina. Depois que deixei MSF (ainda continuo sendo do Conselho de Administração), assumi uma nova direção em uma organização sem fins lucrativos que foi criada em 2003 pela própria MSF e outros membros fundadores, que é a DNDi: iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas. O escritório regional da organização fica aqui no Rio por causa da proximidade com a Fiocruz, um dos membros fundadores. É uma nova fase na minha vida. Não abandonei MSF, já que a DNDi tem uma associação muito forte com a mesma, mas tenho novos desafios: trabalhar para a produção de novos medicamentos, tratamentos e diagnósticos para doenças negligenciadas, e trabalhar mais nos bastidores científicos e médicos. Às vezes, também, pegamos medicamentos que já existiam e combinamos em novas formulações para doenças que afetam os mais negligenciados, como a doença de Chagas, a leishmaniose e a malária, entre outras. Cristina Câmara: Gostaria que você falasse um pouco sobre a mobilização de recursos nas organizações sem fins lucrativos, no cenário brasileiro. Quais foram suas primeiras impressões? : A minha primeira impressão de trabalhar no Brasil, como eu disse, foi a descoberta de um novo Brasil, e sobretudo um novo Rio de Janeiro...bem diferente. O que mais me impactou é que de fato este Brasil é na realidade muito mais duro, muito mais difícil do que a sua imagem no cartão postal. Além da beleza e da simpatia das pessoas, há o dia a dia de luta diária para fechar o mês, das filas, dos transportes e serviços públicos ainda pouco eficientes e é bem distinto dessa imagem idílica que temos do bom tempo e da natureza. Não que eu não soubesse, mas foi interessante enfrentar isso no trabalho. O desafio é perceber que depois de uma nova constituição pós-ditadura e de ter virado uma nação emergente, é preciso conseguir implementar as ambições sociais e o respeito pelos cidadãos. Foi um impacto ver o quanto ainda falta para que se veja isso na realidade. Isso para mim também foi uma surpresa: o quanto é difícil conseguir que se operacionalizem as políticas. Lá fora, com as crises do primeiro mundo, acho que todo mundo olha para os países emergentes, especialmente o Brasil, esperando uma nova forma de fazer, de implementar, de mostrar que existem saídas distintas do modelo de desenvolvimento clássico. A gente vê isso no discurso das plataformas das Nações Unidas, por exemplo. Mas vivendo aqui você vê que a realidade é muito mais difícil e diferente. Para a educação, por exemplo, ainda há grandes passos a serem tomados para que haja qualidade para todos. Cristina Câmara: Nesse contexto, como você vê o cenário brasileiro das ONGs? : Vejo aí outra ilustração do que estou falando. É um novo capítulo para o 46

3 Brasil. As ONGs mais antigas, mais de base, bem arraigadas na sociedade civil e que foram as porta-vozes do discurso da necessidade de se ter um Brasil mais plural, mais justo, mais sustentável e etc., enfrentam hoje dificuldades para sobreviver em um novo Brasil de grandes indicadores macroeconômicos. As velhas guardas das ONGs nacionais se tornaram marginalizadas pelo poder público. É a impressão que tenho. Cristina Câmara: Por que você acha isso? : Primeiramente pela ausência de recursos. Justamente por terem que estar em uma luta diária por recursos, talvez tenha havido uma dificuldade de antecipar os desafios para a captação em um país que era tradicionalmente receptor de ajuda internacional e que passou a ser um potencial doador internacional. Faltou antecipar a necessidade de buscar recursos próprios no Brasil, e não só o apoio moral da população, mas o apoio financeiro da classe média, que é cada vez maior. Tenho curiosidade em ver o futuro dessas ONGs mais antigas, com raízes históricas no movimento social. Até porque, por outro lado, temos agora as ONGs que vêm se assentando no Brasil, mas que fazem parte de grandes estruturas internacionais. Aí entram as grandes ONGs transnacionais: MSF, Greenpeace, Oxfam, WWF, etc., e algumas com uma longa tradição de atuação no país. Acho que elas foram capazes de antecipar essa mudança e entender que deveriam atuar não só no Brasil, mas também em redes no resto do mundo. Em suma, o Brasil não é somente um receptor de ajuda, mas tem um potencial para ajudar outros países em situações mais difíceis que a sua. Essas organizações vêm mais preparadas para captar, principalmente de instituições privadas e doadores individuais, especialmente das classes A, B e C. Cristina Câmara: Fale um pouco sobre a experiência de MSF em captação de recursos, que você acompanhou. Houve uma mudança de mentalidade? : Sim! Era uma questão de se repensar porque MSF, que estava há 20 anos no Brasil trabalhando com populações marginadas e indígenas, precisava rever sua identidade. Isso porque o Brasil oferece também centros de excelência em ciência, referências mundiais em medicina tropical e, de fato, tem hoje capacidade de ajudar o resto do mundo. Então, para MSF seria necessária outra ação aqui, mas sem perder de vista a possibilidade de ajudar países da África, países em guerra ou com epidemias ou catástrofes naturais, por exemplo. Essa mudança foi uma tradução de uma nova mentalidade e um novo conceito de abordagem dos doadores brasileiros que já doavam para os projetos de MSF no Brasil. Foi necessário trabalhar uma linguagem que fosse entendida e ouvida, não só para reinventar, mas para explicar às pessoas que se mobilizavam pelas questões negligenciadas no Brasil, que estas também poderiam se sensibilizar com questões de catástrofes e guerras fora do país. Então, não foi fácil, mas foi muito bonito, porque o Brasil está respondendo muito bem a este apelo. Vê-se não como algo que exclui, mas que complementa. Pode-se estender o que se faz no Brasil para fora do país. Gostaria de falar sobre a captação de fundos públicos na experiência da DNDi. Cristina Câmara: Pode falar. 47

4 : A DNDi trabalha em pesquisa e desenvolvimento (P&D) farmacêutico para disponibilizar produtos visando a promoção de saúde pública. Neste contexto, eu diria que há, nos últimos cinco anos, um movimento e uma nova tendência dos fundos públicos (através dos editais e das encomendas que o governo faz para orientar estes fundos), de construção e capacitação nacional. Eu vejo isso no Ministério da Saúde, no Ministério da Ciência e Tecnologia, Agências de fomento, como Finep, CNPq e o próprio BNDES. São organizações que canalizam os fundos públicos para a saúde de forma alinhada com as ambições das políticas de governo. Cristina Câmara: Isso no caso da Fiocruz, por exemplo, é muito claro, porque ela está ligada ao Ministério da Saúde. Muitas de suas pesquisas, não só na produção de medicamentos, mas também na área da saúde pública respondem a interesses e subsidiam decisões públicas do governo federal. : Exato! A queixa era que estava faltando dinheiro para projetos de P&D, mas vemos altos valores que são destinados à produção e à inovação. Cristina Câmara: Quer dizer, não faltam recursos, mas há uma escolha para alocá-los onde interessa. : Exato! Existem recursos que estão alinhados com as prioridades do SUS [Sistema Único de Saúde] e com as doenças consideradas prioritárias para a nação. Porém, falta ainda a capacidade para que esses recursos possam ser transformados em produtos que façam a diferença. Faltam inovações concretas. O que estou querendo dizer é que ainda falta todo um trabalho de alinhamento para que essas produções não fiquem na linha teórica, acadêmica, e se industrializem e comercializem para serem utilizadas em prol da saúde pública. Há ainda outro desafio que é a capacidade de orientar, coordenar, articular e agregar modelos inovadores para a obtenção desses frutos: medicamentos, tratamentos, diagnósticos e vacinas. E que esses produtos tenham preços justos, que não estejam presos a questões de propriedade intelectual e unicamente a interesses comerciais, mas que de fato possam atender a interesses públicos e a um equilíbrio geral. Finalmente, é também um desafio que a gestão de modelos de P&D seja realmente eficaz e eficiente, e que haja modelos de parcerias que entreguem resultados e produtos. Às vezes surge certa incompatibilidade devido às barreiras burocrático-administrativas desses fundos públicos liberados, que são entraves para fazer com que modelos mais inovadores, como o da DNDi, por exemplo, possam atuar de maneira ágil e inteligente. Abrem-se editais, linhas de investimentos, mas às vezes com tantas exigências burocráticas que quase inviabilizam que o trabalho de campo seja feito. Assim, o controle necessário dos fundos públicos é feito somente a posteriori. Ora uma coisa a ser feita seria estabelecer mecanismos de controle que sejam a priori. Cristina Câmara: Mas, em que sentido? : No sentido de que as organizações que recebem os fundos sejam 48

5 assessoradas anteriormente, para que a relação entre governo-organizações de P&D seja, de fato, baseada em um espírito de parceria. Que não seja só uma questão de controle administrativo meramente quantitativo, sem contextualização das coisas, de maneira positivista, que quer antecipar tudo, e afinal, não antecipa nada. É claro que nos situamos num momento de grande preocupação nacional com a corrupção, no qual o próprio nome ONG tem sido muito negativado por vários abusos que foram levados à público. Porém, há maneiras de melhorar isso. Uma possibilidade seria aprovar antecipadamente os princípios, as metas, os objetivos e os resultados esperados, deixando depois as organizações terem mais margem de manobra e poderem trabalhar adequadamente. No momento, há um excessivo controle que faz com que as organizações fiquem às vezes paralisadas e o processo fique lento. Essas exigências administrativas acabam criando burocracias nas próprias organizações. Vira uma espécie de mundo kafkiano e um ciclo vicioso. Tem que haver prestação de contas é claro, mas de forma que possibilite uma gestão inteligente, para que o modelo de inovação no país não seja ineficiente e não competitivo. Minha experiência mostra que existem contextos onde as ações são mais estratégicas e baseadas em resultados. Isso é o que tem que guiar o controle do dinheiro público, não o controle burocrático. Acho que o grande desafio para o Brasil é a necessidade de reformas para agilizar a resposta operacional do Estado. Parece que estamos ainda no século 20, e não no 21. Parece que a lógica da administração pública portuguesa ainda reina: uma lógica mais quantitativa do que qualitativa. Cristina Câmara: Interessante você dizer isso, porque a meu ver, no cenário internacional ainda prevalece a lógica quantitativa. : Você acha? Sem dúvida no âmbito das Agências Multilaterais existe, mundialmente, o mesmo problema, mas toca essencialmente às multilaterais. A ambição que tenho pelo Brasil - e estou aqui por isso -, é que o país possa inovar e usar melhor os seus recursos como é feito na Inglaterra, na Espanha, ou na Suíça, países que usam os fundos públicos mais result driven. Sei que estou falando um pouco de forma sonhadora, mas devemos ser ambiciosos para fazer mudar as coisas. Não sei o que a Presidente Dilma diria sobre isso, talvez: Então venha aqui para dar ideias!, mas o que estou querendo dizer é que poderíamos inspirar-nos mais ainda nas experiências lá de fora. Cristina Câmara: A preocupação do governo também não se daria devido às organizações brasileiras terem pouca prática com a transparência no uso dos recursos? Claro que muitas já o fazem, mas parece ser uma dificuldade, ou não ser prioridade para outras. : Claro, acho que vai haver uma seleção natural. Por um lado, o governo vai ter que identificar quem pode fazer, e quem não puder não será parceiro ou vai desaparecer. Nesse sentido tenho um viés um pouco liberal. Se realmente se julga que tem de haver um terceiro setor forte, é preciso ter meios de fazer esta distinção, porque senão vai haver mais controle, e mais controle torna o sistema cada vez mais pesado. Por outro lado, as organizações terão que melhorar suas gestões para serem eficientes e transparentes. Não só o governo, mas os doadores privados serão os juízes e serão intransigentes. 49

6 Cristina Câmara: Certo! : Estou querendo falar de outra coisa: a inovação no nosso país. Cristina Câmara: Ok! Pode falar. : Tem a ver com o Brasil nacional e o Brasil internacional. Por um lado, eu criticava um Brasil controlador internamente, mas por outro lado, há também um Brasil que nos fóruns internacionais mantém um discurso muito vanguardista. De alguma forma, é como se houvesse uma dissonância entre aqueles momentos em Nova York ou em Genebra e o nosso dia a dia aqui. Queria falar desta espécie de esquizofrenia nas negociações para um Tratado para Pesquisa e Desenvolvimento. Não sei se você está a par. Cristina Câmara: Já ouvi alguma coisa nos debates do Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI). : Então, este ano (2013), na Assembleia Mundial da Saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou uma resolução que propôs um possível tratado, como o do tabaco, por exemplo, para a P&D para doenças negligenciadas. De fato, depois desta Assembleia, abriu-se um caminho para o início de um debate a respeito. Queria deixar isso na entrevista porque acho importante que se saiba que o Brasil a delegação brasileira apoiou esta resolução para que não se perdessem as recomendações feitas por experts dos quatro cantos do mundo. Porém, existe ainda um grande desafio para fazer com que esses debates que acontecem em fóruns internacionais cheguem ao Brasil e virem uma proposta mais concreta para a reunião da OMS do ano que vem. Isso está relacionado com financiamentos e remete a questões de prioridades de pesquisa e criação de modelos, que funcionem e entreguem produtos com demandas urgentes e que salvam vidas. Acho que o papel que o Brasil pode ter é muito grande, especialmente porque a presença do país pode representar investimentos futuros, e é claro, quem bota dinheiro manda. Por isso, acho que existe uma oportunidade do Brasil liderar a próxima Assembleia da OMS e não ficar só nas palavras e no papel. Cristina Câmara: Você mencionou sobre o tratado do tabaco, seria uma referência? : Não o conheço muito, mas mencionei como um paralelo em termos de processo multilateral. A ideia é que o tratado seja feito de mãos dadas, governo e sociedade, pensando-se em um cenário global. Isto implica o setor privado, a indústria farmacêutica. Sabemos que não vai ser aprovado de uma hora para outra e vai ser um trabalho árduo no longo prazo. Mas, tem que haver ambição para modificar o landscape a paisagem, já que esta não atende à realidade das pessoas de forma universal, assim como não é focada na saúde pública. Cristina Câmara: Por um lado, seu discurso é muito otimista, mas a gente também vê algumas ONGs fechando as portas e me refiro a ONGs estruturadas, com histórico e reconhecimento social. No caso do Brasil, acho que você fez várias observações sobre as mudanças no cenário sócio-político, mas também há organizações europeias fechando por outros motivos, como a crise econômica internacional. Entretanto, até que ponto esse 50

7 movimento de uma peça local reverbera no global e poderá nos afetar localmente, também? : Existe, sem dúvida, um fenômeno histórico e de transição no Brasil atualmente, que abre um novo capítulo para o movimento social. O momento é difícil para muitos, de fato, e sem dúvida, a crise internacional está tendo repercussões. Acho que a questão é no fundo como se entende o financiamento das ONGs. É arriscado colocarmos tudo dentro do mesmo grupo. Há ONGs e ONGs, o leque é grande. É como quando falamos sobre a mídia. A mídia é um mundo, não são todas iguais e não podemos querer que haja menos mídias. Onde estou querendo chegar? Por um lado, existe um fenômeno de seleção natural que é histórico e que não é exclusivo ao Brasil. Para mim, trata-se, sobretudo, de uma questão de independência financeira: muitas organizações estão fechando porque os Estados estão cortando as ajudas e os subsídios. Para mim, isso demonstra a dependência que estas organizações tinham do poder político, por vias de subsídios e de financiamentos institucionais. O desafio passa pela capacidade, também, de saber engajar as bases, passa por uma questão de legitimidade, etc. É difícil imaginar, a meu ver, que uma organização seja financiada 100% pelo governo e que não haja dependência política. Estou falando no âmbito global, não estou me referindo só ao Brasil. A lição é que precisamos mobilizar as pessoas, os cidadãos, engajá-los nas questões. Além dos fundos públicos e dos doadores privados, há também o setor privado que se instaura como uma nova fonte de captação. Até que ponto se pode ir com as parcerias? É um campo um pouco virgem no Brasil, mas lá fora talvez já haja bons exemplos de colaboração. De todo modo, há que haver cuidado para que não se fique dependente do poder econômico da mesma forma que se depende do poder público. No âmbito da saúde, há muito que ser potencializado no Brasil e lá fora. Além disso, há empresas de pequeno e médio porte, empresas que produzem armas e outras que produzem alimentos, então é preciso ser capaz de discernir. Não digo que os fundos privados sejam a salvação do terceiro setor, mas sim uma via na qual se precisa investir mais, ser mais pensada. Ainda mais porque se somos uma organização de base, esta base deve vir dos doadores, e, portanto, devemos ser capazes de convencê-los da importância da nossa causa. Então, quanto aos indivíduos, fundações e empresas, também temos que exigir um pouco mais. A solução para o dilema financeiro das ONGs que sobreviverão amanhã estará na capacidade que elas terão de diversificar suas fontes de captação, reduzindo assim o risco de dependências e vulnerabilidades. Cristina Câmara: A cultura empresarial traz contribuições para o debate sobre mobilização de recursos nas organizações sem fins lucrativos? Quais? Eric: Sem dúvida a cultura empresarial centrada na eficiência e em modelos de gestão inovadores foi fundamental para a maturidade do nosso movimento associativo. Não devemos esquecer que em cidades como Londres, onde exerci consultoria durante anos, são agora elas que vão às ONGs para entender mecanismos de alinhamento estratégico e fatores motivacionais. Ou seja, trata-se aqui de um intercâmbio construtivo de aprendizagem. Porém, devemos, desde o terceiro setor, bloquear e lutar contra o risco da privatização das ONGs. Se a ONG está centrada nos seus princípios e sua razão de ser, isso não vai acontecer. Acredito que os mecanismos de governança e governabilidade que gerenciam as 51

8 ONGs, sejam eles os espaços de prestação de contas das associações ou os coletivos como cooperativas, são a grande particularidade do nosso setor. Cristina Câmara: Nos últimos anos, também foi possível observar a migração de pessoas de ONGs para o setor privado, trabalhando nos setores de responsabilidade social das empresas e em fundações empresariais. Como é que você observa esse movimento? Em determinado momento se observou a ida de pessoas que atuavam em ONGs e foram trabalhar no governo. O que você pensa a respeito? Eric: Este movimento é enriquecedor. Não acho que haja necessariamente traição ou abandono de valores. Somos seres livres e inteligentes. Quantos amigos tenho hoje em governos e cargos diplomáticos que continuam lutando de dentro para fora! Cristina Câmara: Eric, muito obrigada pela entrevista. Certamente, bastante instigante. Eric: O prazer foi todo meu, Cristina. Sugiro que os leitores deem uma passada no nosso website para entender melhor o que é esta iniciativa para a qual trabalho hoje, a DNDi - iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas. 52

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM?

Valor: Qual a fatia de investidores da América Latina no ESM? Entrevista com Klaus Regling, Diretor Executivo do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM) Valor Econômico, 16 de julho de 2013 Valor: Por que buscar investidores no Brasil agora? Klaus Regling: Visitamos

Leia mais

OS TRÊS PILARES DO LUCRO EMPRESAS GRANDES

OS TRÊS PILARES DO LUCRO EMPRESAS GRANDES BOLETIM TÉCNICO MAIO/2011 OS TRÊS PILARES DO LUCRO EMPRESAS GRANDES Um empresário da indústria se assustou com os aumentos de custo e de impostos e reajustou proporcionalmente seus preços. No mês seguinte,

Leia mais

OS TRÊS PILARES DO LUCRO PEQUENA E MÉDIA EMPRESA

OS TRÊS PILARES DO LUCRO PEQUENA E MÉDIA EMPRESA BOLETIM TÉCNICO MAIO/2011 OS TRÊS PILARES DO LUCRO PEQUENA E MÉDIA EMPRESA Um empresário da indústria se assustou com os aumentos de custo e de impostos e reajustou proporcionalmente seus preços. No mês

Leia mais

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões 8 Passos para o Recrutamento Eficaz Por Tiago Simões Uma das coisas que aprendi na indústria de marketing de rede é que se você não tem um sistema de trabalho que comprovadamente funcione, muito provavelmente

Leia mais

"É possível levar energia renovável para todos"

É possível levar energia renovável para todos "É possível levar energia renovável para todos" Por Daniela Chiaretti De Nairóbi, Quênia Connie Hedegaard: "Acho que quando temos uma crise global como a que estamos vivendo, é uma oportunidade excelente

Leia mais

A Paralisia Decisória.

A Paralisia Decisória. A Paralisia Decisória. Começo este artigo com uma abordagem um pouco irônica, vinda de uma amiga minha, que, inconformada como a humanidade vêm se portando perante a fé em algo superior, soltou a máxima

Leia mais

Onde você vai encontrar as suas futuras iniciadas?????

Onde você vai encontrar as suas futuras iniciadas????? Há 16 anos quando entrou na MK, a consagrada Diretora Nacional, Gloria Mayfield, não sabia como chegar ao topo, hoje ela dá o seguinte conselho. As lições que eu aprendi na Mary Kay para me tornar uma

Leia mais

27/02/2015 Fechar embaixadas seria retrocesso impraticável, diz Celso Amorim - 22/02/2015 - Mundo - Folha de S.Paulo

27/02/2015 Fechar embaixadas seria retrocesso impraticável, diz Celso Amorim - 22/02/2015 - Mundo - Folha de S.Paulo Fechar embaixadas seria retrocesso impraticável, diz Celso Amorim PATRÍCIA CAMPOS MELLO DE SÃO PAULO 22/02/2015 02h00 Fechar embaixadas e consulados do Brasil no exterior seria um "retrocesso impraticável",

Leia mais

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Rio de Janeiro, Brasil - 21 de outubro de 2011 1. Convidados pela Organização Mundial da Saúde, nós, Chefes de Governo, Ministros e representantes

Leia mais

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Agnaldo dos Santos Pesquisador do Observatório dos Direitos do Cidadão/Equipe de Participação Cidadã Apresentação O Observatório dos Direitos

Leia mais

Código de Princípios de Negócios e Ética BTG Pactual

Código de Princípios de Negócios e Ética BTG Pactual Código de Princípios de Negócios e Ética BTG Pactual Nossa Visão e Nossos Valores Compartilhar uma única ambição é a chave para a história de sucesso do BTG Pactual. Ela só poderá ser atingida através

Leia mais

Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP

Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP Diretoria Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP O Terceiro Setor no Brasil Sumário: Histórico e Legislação Bandeira: a figura da Filantropia (do

Leia mais

Como você vê o futuro da EAD na universidade pública brasileira?

Como você vê o futuro da EAD na universidade pública brasileira? Como você vê o futuro da EAD na universidade pública brasileira? A mídia costuma ser implacável em relação à EAD: tomando por base uma realidade inegável na qual os antigos cursos de fim de semana, na

Leia mais

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Todos pela Equidade Organização Mundial da Saúde Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde Rio de Janeiro Brasil De 19 a 21 de Outubro de 2011 Declaração Política do Rio sobre Determinantes

Leia mais

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Nome Desarrollo de Sistemas de Gobierno y Gestión en Empresas de Propiedad Familiar en el Perú Objetivo Contribuir

Leia mais

Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 3 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Elias Nunes Júnior, 20 do 10 de 1958. Nasci em Bom Jesus de Itabapoana, interior do estado. FORMAÇÃO Eu sou formado em Ciências Contábeis, tenho Pós em

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

Forma de coleta e período. Apresentação dos dados. Realização FSB Pesquisa.

Forma de coleta e período. Apresentação dos dados. Realização FSB Pesquisa. Forma de coleta e período Nesta pesquisa exploratória, as entrevistas foram pessoais e telefônicas, tendo sido realizadas entre 25 de novembro de 2014 e 10 de abril de 2015. As entrevistas com os líderes

Leia mais

Modelos de Gestão no setor público e intervenção política

Modelos de Gestão no setor público e intervenção política Modelos de Gestão no setor público e intervenção política Agnaldo dos Santos Observatório dos Direitos do Cidadão Participação Cidadã (Instituto Pólis) Apresentação O Observatório dos Direitos do Cidadão,

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Belo reparo. capítulo um. No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas. Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor

Belo reparo. capítulo um. No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas. Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor capítulo um Belo reparo Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas preciosas com ouro. O resultado é uma peça que nitidamente foi quebrada,

Leia mais

Politica Nacional de Enfrentamento à epidemia de HIV/AIDS no Brasil:

Politica Nacional de Enfrentamento à epidemia de HIV/AIDS no Brasil: FUNDO POSITHiVO Politica Nacional de Enfrentamento à epidemia de HIV/AIDS no Brasil: Resposta Brasileira à epidemia de AIDS: Conjunção de esforços- Resposta Governamental & Sociedade Brasileira. Êxito

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 97 Discurso no banquete oferece/do

Leia mais

Seminário Nacional sobre Políticas Públicas e Financiamento para o Desenvolvimento Agroflorestal no Brasil

Seminário Nacional sobre Políticas Públicas e Financiamento para o Desenvolvimento Agroflorestal no Brasil Seminário Nacional sobre Políticas Públicas e Financiamento para o Desenvolvimento Agroflorestal no Brasil Brasília, 18 a 20 de agosto de 2004 Mesa I - PARCERIAS ENTRE GOVERNO, ONGs e PRODUTORES RURAIS

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers O investidor-anjo e acadêmico Antonio Botelho discute as barreiras ao empreendedorismo e à inovação colaborativa no Brasil, e as formas de

Leia mais

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização Cristiane dos Santos Schleiniger * Lise Mari Nitsche Ortiz * O Terceiro Setor é o setor da sociedade que emprega aproximadamente 1 milhão de pessoas.

Leia mais

Sobre o cenário da sustentabilidade das ONG no Brasil

Sobre o cenário da sustentabilidade das ONG no Brasil Sobre o cenário da sustentabilidade das ONG no Brasil Cristina Câmara Rio de Janeiro, 07 mar. 2012 Um grupo social organizado é movido por uma causa, estabelece alianças políticas com outros atores sociais

Leia mais

Por que Projetos Sociais?

Por que Projetos Sociais? PROJETOS SOCIAIS Por que Projetos Sociais? Projetos são resultado de uma nova relação entre Estado e Sociedade Civil; Mudanças no que se relaciona à implantação de políticas sociais; Projetos se constroem

Leia mais

Projeto Empreendedores Cívicos

Projeto Empreendedores Cívicos Projeto Empreendedores Cívicos I. Conceito Empreendedores Cívicos são agentes de inovação social que fomentam e promovem transformações positivas em benefício da coletividade rumo a um Brasil Sustentável.

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Teste sua empregabilidade

Teste sua empregabilidade Teste sua empregabilidade 1) Você tem noção absoluta do seu diferencial de competência para facilitar sua contratação por uma empresa? a) Não, definitivamente me vejo como um título de cargo (contador,

Leia mais

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS DESAFIOS DO CAPITALISMO GLOBAL E DA DEMOCRACIA Luiz Carlos Bresser-Pereira A Reforma Gerencial ou Reforma à Gestão Pública de 95 atingiu basicamente os objetivos a que se propunha

Leia mais

Voluntariado. Sete dicas para ser um voluntário. Por Redação EcoD

Voluntariado. Sete dicas para ser um voluntário. Por Redação EcoD Voluntariado Sete dicas para ser um voluntário Por Redação EcoD O Dia Internacional dos Voluntários, celebrado no dia 5 de dezembro, pode inspirar muitas pessoas a dedicarem seu tempo e talento em prol

Leia mais

Doações por Terceiros - Pessoa Física e Pessoa Jurídica João Paulo Vergueiro presidente@captacao.org

Doações por Terceiros - Pessoa Física e Pessoa Jurídica João Paulo Vergueiro presidente@captacao.org Doações por Terceiros - Pessoa Física e Pessoa Jurídica João Paulo Vergueiro presidente@captacao.org Objetivo Doações por terceiros (pessoa física e pessoa jurídica): Desafios e possibilidades de uma organização

Leia mais

COMO A GIR NA CRI $E 1

COMO A GIR NA CRI $E 1 1 COMO AGIR NA CRI$E COMO AGIR NA CRISE A turbulência econômica mundial provocada pela crise bancária nos Estados Unidos e Europa atingirá todos os países do mundo, com diferentes níveis de intensidade.

Leia mais

José Epifânio da Franca (entrevista)

José Epifânio da Franca (entrevista) (entrevista) Podemos alargar a questão até ao ensino secundário Eu diria: até à chegada à universidade. No fundo, em que os jovens já são maiores, têm 18 anos, estarão em condições de entrar de uma maneira,

Leia mais

A importância do RH na empresa

A importância do RH na empresa A importância do RH na empresa O modo pelo qual seus funcionários se sentem é o modo pelo qual os seus clientes irão se sentir." Karl Albrecht Infelizmente, muitas empresas ainda simplificam o RH à função

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

PRATELEIRA? O QUE TEMOS NA EDI ÇÃO EXCLU SIVA CURSOS DE PRATELEIRA FEVEREIRO 2015 NÚMERO: 04 6PASSOS IDEAIS PARA NÃO ERRAR NA HORA DE COMPRAR

PRATELEIRA? O QUE TEMOS NA EDI ÇÃO EXCLU SIVA CURSOS DE PRATELEIRA FEVEREIRO 2015 NÚMERO: 04 6PASSOS IDEAIS PARA NÃO ERRAR NA HORA DE COMPRAR FEVEREIRO 2015 NÚMERO: 04 TREINA+ O QUE TEMOS NA PRATELEIRA? 6PASSOS IDEAIS PARA NÃO ERRAR NA HORA DE COMPRAR CURSOS DE PRATELEIRA 1 TREINA+ EDI ÇÃO EXCLU SIVA CONTEÚDO DESMITIFICANDO A PRATELEIRA DA UNIVERSIDADE

Leia mais

Teleconferência Novo Diretor-Presidente 15 de Junho de 2015

Teleconferência Novo Diretor-Presidente 15 de Junho de 2015 Operadora: Bom dia. Sejam bem-vindos à teleconferência da TOTVS. Estão presentes os senhores Laércio Cosentino, CEO e Membro do Conselho da Administração, Rodrigo Kede, Diretor-presidente, e Gilsomar Maia,

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 70 A ONG brasileira está em crise? 06 de fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

PLANEJAMENTO TRIENAL DA ABONG 2010 A 2013

PLANEJAMENTO TRIENAL DA ABONG 2010 A 2013 Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais Rua General Jardim, 660 7º andar Vila Buarque - São Paulo. CEP 01223-010 FoneFax (11) 3237-2122 E.mail: abong@abong.org.br PLANEJAMENTO TRIENAL

Leia mais

um RH estratégico para hoje e para o futuro Construindo

um RH estratégico para hoje e para o futuro Construindo Construindo um RH estratégico para hoje e para o futuro ado o crescente foco executivo no capital humano, o RH tem uma oportunidade sem precedentes de se posicionar como um verdadeiro parceiro estratégico

Leia mais

POR QUE SER ASSOCIADO ABESE? CONHEÇA TODOS OS BENEFÍCIOS

POR QUE SER ASSOCIADO ABESE? CONHEÇA TODOS OS BENEFÍCIOS POR QUE SER ASSOCIADO ABESE? CONHEÇA TODOS OS BENEFÍCIOS Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança - ABESE Entidade que representa, nacionalmente, as empresas de sistemas

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social O tempo e a espera Ministro fala de projetos em andamento e ações do governo para a área educacional Entrevista do ministro publicada na Revista Educação no dia 26 de maio de 2004. Tarso Genro é considerado

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

Inteligência em. redes sociais. corporativas. Como usar as redes internas de forma estratégica

Inteligência em. redes sociais. corporativas. Como usar as redes internas de forma estratégica Inteligência em redes sociais corporativas Como usar as redes internas de forma estratégica Índice 1 Introdução 2 Por que uma rede social corporativa é um instrumento estratégico 3 Seis maneiras de usar

Leia mais

De mãos dadas: RH e marketing

De mãos dadas: RH e marketing De mãos dadas: RH e marketing A união de RH e marketing é um dos melhores caminhos para a sobrevivência de uma empresa - e das próprias áreas Não é incomum, em tempos de turbulência e incertezas econômicas,

Leia mais

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu SPEECH/10/21 José Manuel Durão Barroso Presidente da Comissão Europeia Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu Sessão plenária do PE: votação do novo Colégio Bruxelas, 9 de Fevereiro

Leia mais

ERRATA: Na página 5, onde se lê relevar nenhuma das tentações, leiase reavivar nenhuma das tentações.

ERRATA: Na página 5, onde se lê relevar nenhuma das tentações, leiase reavivar nenhuma das tentações. ERRATA: Na página 5, onde se lê relevar nenhuma das tentações, leiase reavivar nenhuma das tentações. Declaração à imprensa da Presidenta da República, Dilma Rousseff, após a VI Reunião de Cúpula Brasil-União

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Alexandre da Silva França. Eu nasci em 17 do sete de 1958, no Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu sou tecnólogo em processamento de dados. PRIMEIRO DIA

Leia mais

Novos cenários para o Brasil e o Nordeste 245 TANIA BACELAR

Novos cenários para o Brasil e o Nordeste 245 TANIA BACELAR Novos cenários para o Brasil e o Nordeste 245 TANIA BACELAR Em nome da comissão que organizou este evento agradeço a todos aqueles que convidamos para compor as diversas mesas e a todos vocês que acompanharam

Leia mais

Gerenciar risco, eis a paixão de

Gerenciar risco, eis a paixão de Gerenciar risco, eis a paixão de Jorge Luzzi Jorge Luzzi GERENCIADOR DE RISCOS, DA HERCO GLOBAL, DO GRUPO MDS Jorge Luzzi, considerado um dos maiores experts em gerenciamento de riscos, foi fisgado pela

Leia mais

Como ter mais dinheiro e mais tempo, segundo Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa

Como ter mais dinheiro e mais tempo, segundo Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa Seu Dinheiro Como ter mais dinheiro e mais tempo, segundo Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa Mais do que garantir uma boa poupança ou otimizar a agenda, aprenda a juntar as duas coisas e fazer seu tempo

Leia mais

Consultoria Empresarial

Consultoria Empresarial Consultoria Empresarial Referência : OLIVEIRA, Djalma CROCCO, Luciano; GUTIMANNN, Erick Prof- Daciane de O.Silva SURGIMENTO- Desde os tempos imemoriais COMO ISSO ACONTECIA? Os rabinos aconselhavam os fieis,

Leia mais

Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital.

Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital. Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital. Esse terá suas etapas e prazos muito bem definidos, garantindo um processo

Leia mais

Aos 45 anos, Carlos Ferreirinha é fundador e presidente da

Aos 45 anos, Carlos Ferreirinha é fundador e presidente da Business Batemos um papo com o primeiro gestor de luxo do Brasil e ele abriu o jogo sobre o avanço do mercado em solo nacional, seus projetos e se ainda está em forma para exercer tudo isso. texto LUCAS

Leia mais

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Comunicação empresarial eficiente: Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Sumário 01 Introdução 02 02 03 A comunicação dentro das empresas nos dias de hoje Como garantir uma comunicação

Leia mais

CESA Comitê Advocacia Solidária ISO 26.000 e Manual do Advogado Sustentável

CESA Comitê Advocacia Solidária ISO 26.000 e Manual do Advogado Sustentável CESA Comitê Advocacia Solidária ISO 26.000 e Manual do Advogado Sustentável Julho 2010 O que é ISO 26000? A ISO 26000 é uma norma internacional de Responsabilidade Social, um guia de diretrizes que contribui

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Como se trabalha com projetos ALMEIDA, Maria Elizabeth. Como se trabalha com projetos. Revista TV Escola, [S.l.], n. 22, p. 35-38, 2001. Entrevista concedida a Cláudio

Leia mais

CONFERÊNCIA GLOBAL DE INTRAEMPREENDEDORISMO SOCIAL 2014

CONFERÊNCIA GLOBAL DE INTRAEMPREENDEDORISMO SOCIAL 2014 BERLIN As Hipóteses Um grupo com missão global Nossos parceiros Envolvendo-se 01 02 03 04 Um protesto numa praça, um martelo numa parede, uma estátua caída - estes são sinais visíveis de mudança de regime.

Leia mais

Núcleo de Inovação e Empreendedorismo. CRI Nacional. Relatório de Evento 11 de Dezembro de 2013

Núcleo de Inovação e Empreendedorismo. CRI Nacional. Relatório de Evento 11 de Dezembro de 2013 Data Núcleo de Inovação e Empreendedorismo CRI Nacional Relatório de Evento 11 de Dezembro de 2013 Encontro do CRI Nacional 11 de Dezembro de 2013 Cenários Econômicos e Impactos para a Inovação em 2014

Leia mais

GRADUAÇÃO FGV EM SÃO PAULO. Administração Pública. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO FGV EM SÃO PAULO. Administração Pública. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO FGV EM SÃO PAULO Administração Pública fgv.br/vestibular Idealismo, Excelência e Credibilidade A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944, com o objetivo de preparar profissionais

Leia mais

Por que a ausência do pensar e da visão estratégica tendem a anular a ética? Há dois fatores que limitam e amortecepm a consciência ética:

Por que a ausência do pensar e da visão estratégica tendem a anular a ética? Há dois fatores que limitam e amortecepm a consciência ética: presumo Aula-tema 04: Pensamento Ético e Visão Estratégica. Comecemos por uma indagação: Por que a ausência do pensar e da visão estratégica tendem a anular a ética? Há dois fatores que limitam e amortecepm

Leia mais

Realizado a partir do Roteiro para grupo focal com monitores - Pesquisa UCA/BA [Escola CETEP/Feira de Santana] 1

Realizado a partir do Roteiro para grupo focal com monitores - Pesquisa UCA/BA [Escola CETEP/Feira de Santana] 1 Realizado a partir do Roteiro para grupo focal com monitores - Pesquisa UCA/BA [Escola CETEP/Feira de Santana] Categorias Apresentação do instrumento [-] Mobilidade/ portabilidade [,] 0 0 Transcrição Alguns

Leia mais

Por que ouvir é fundamental.

Por que ouvir é fundamental. Por que ouvir é fundamental. Apresentação GRUPO ATTITUDE SA Líder na América Latina em comunicação de negócios e construção de relacionamentos para incremento da reputação Atuação no âmbito estratégico

Leia mais

Experiência de Médicos Sem Fronteiras em Gestão de Risco na

Experiência de Médicos Sem Fronteiras em Gestão de Risco na Experiência de Médicos Sem Fronteiras em Gestão de Risco na Atuação do Profissional de Saúde em Áreas de Vulnerabilidade Social III Mostra Nacional de Saúde de Família Brasília, 05 a 08/Agosto/2008 MSF

Leia mais

CENTRO HISTÓRICO EMBRAER. Entrevista: Arlindo de Figueiredo Filho. São José dos Campos SP. Agosto de 2011

CENTRO HISTÓRICO EMBRAER. Entrevista: Arlindo de Figueiredo Filho. São José dos Campos SP. Agosto de 2011 CENTRO HISTÓRICO EMBRAER Entrevista: Arlindo de Figueiredo Filho São José dos Campos SP Agosto de 2011 Apresentação e Formação Acadêmica O meu nome é Arlindo de Figueiredo Filho, estou no momento..., completei

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

Jairo Martins da Silva. FOTOs: divulgação

Jairo Martins da Silva. FOTOs: divulgação Jairo Martins da Silva FOTOs: divulgação E N T R E V I S T A Disseminando qualidade e cultura Superintendente-geral da Fundação Nacional da Qualidade, Jairo Martins da Silva fala sobre o desafio da qualidade

Leia mais

BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul MECANISMOS INTER-REGIONAIS BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul O que faz o BRICS? Desde a sua criação, o BRICS tem expandido suas atividades em duas principais vertentes: (i) a coordenação

Leia mais

, como desenvolver o seu primeiro infoproduto

, como desenvolver o seu primeiro infoproduto Olá! Seja bem-vindo a essa série de três vídeos, onde eu quero mostrar exatamente como criar, como desenvolver e como fazer um marketing do seu próprio produto digital, criando um negócio altamente lucrativo

Leia mais

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências

Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências boletim Jovem de Futuro ed. 04-13 de dezembro de 2013 Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013: conexões e troca de experiências O Encontro Nacional Jovem de Futuro 2013 aconteceu de 26 a 28 de novembro.

Leia mais

Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30

Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30 1 Entrevistado: Almir Barbassa Entrevistador: - Data:11/08/2009 Tempo do Áudio: 23 30 Entrevistador- Como o senhor vê a economia mundial e qual o posicionamento do Brasil, após quase um ano da quebra do

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

Aspectos Institucionais e Tendências da Regulação

Aspectos Institucionais e Tendências da Regulação PRO-REG/IBI PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM REGULAÇÃO Aspectos Institucionais e Tendências da Regulação Pedro Farias Especialista Lider em Modernização do Estado Banco Interamericano de Desenvolvimento Sebastian

Leia mais

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas.

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas. Senhor Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, Dr. José Azevedo Rodrigues; Senhor Vice-Presidente do Conselho Diretivo da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas e Presidente da Comissão Organizadora

Leia mais

Mensagem do presidente

Mensagem do presidente Mensagem do presidente A giroflex-forma está em um novo momento. Renovada, focada em resultados e nas pessoas, ágil e mais competitiva no mercado de assentos e de mobiliário corporativo. Representando

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

Como conversar com possíveis iniciadas

Como conversar com possíveis iniciadas Como conversar com possíveis iniciadas Convidar outras mulheres a tornarem-se consultoras é uma atividade chave para quem quer tornar-se diretora. Aprenda como fazer a entrevista de iniciação, ou seja:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 62 Discurso na cerimónia de apresentação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca VISITA AOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Leia mais

Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita!

Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita! Esta nova sequência tem uma novidade: ela é inédita! Hum, essa não é uma novidade. As outras também eram de certa forma inéditas, uma vez que o layout era baseado na estrutura dos Gurus, mas vamos lá,

Leia mais

GRADUAÇÃO FGV EM SÃO PAULO. Administração de Empresas. fgv.br/vestibular

GRADUAÇÃO FGV EM SÃO PAULO. Administração de Empresas. fgv.br/vestibular GRADUAÇÃO FGV EM SÃO PAULO Administração de Empresas fgv.br/vestibular Idealismo, Excelência e Credibilidade A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944, com o objetivo de preparar profissionais

Leia mais

Capítulo 19 - RESUMO

Capítulo 19 - RESUMO Capítulo 19 - RESUMO Considerado como sendo um dos principais teóricos da área de marketing, Philip Kotler vem abordando assuntos referentes a esse fenômeno americano chamado marketing social, desde a

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

LACRALO Showcase Organizing Committee Teleconference 13 April 2015

LACRALO Showcase Organizing Committee Teleconference 13 April 2015 Aqui fala Alberto Soto, muito obrigado a todos e bem-vindos à teleconferência, é o LACRALO Showcase, organizando uma teleconferência. TERRI AGNEW: Muito obrigada Alberto. Bom dia, boa tarde, boa noite.

Leia mais

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade...

3. Os erros têm sido cometidos exatamente onde há maior dificuldade... Entrevista com PEDRO MANDELLI Consultor na área de mudança organizacional, Pedro Mandelli é um dos maiores especialistas em desenho e condução de processos de mudança em organizações. É professor da Fundação

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA INTEGRAR POOL DE VOLUNTÁRIOS INTERNACIONAIS PARA MISSÕES DE EMERGÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA INTEGRAR POOL DE VOLUNTÁRIOS INTERNACIONAIS PARA MISSÕES DE EMERGÊNCIA TERMOS DE REFERÊNCIA PARA INTEGRAR POOL DE VOLUNTÁRIOS INTERNACIONAIS PARA MISSÕES DE EMERGÊNCIA A AMI é uma Organização Não Governamental (ONG) portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins

Leia mais