CRUZADA No Reino do Paraíso

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1 CRUZADA No Reino do Paraíso British Library, Londres Mapa-múndi do tempo das Cruzadas, com Jerusalém ao centro, c

2 Biblioteca Pública e Universitária, Genebra Guerreiros cristãos escalam as muralhas de Jerusalém. Manuscrito flamengo do século XV.

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4 ilustrações de Angus McBride Ao centro, o sultão Saladino. À direita, um cavaleiro cruzado. À esquerda, um guarda das tropas de Saladino, que fundia os estilos persa e turco.

5 H. Rider Haggard CRUZADA No Reino do Paraíso tradução Samuel Dirceu

6 cruzada No Reino do Paraíso Copyright da tradução 2005 by Geração Editorial Título original em inglês: The brethren 1ª edição Maio de 2005 Editor & Publisher Luiz Fernando Emediato Diretor Editorial Jiro Takahashi Capa Silvana Mattievich Projeto Gráfico Alan Maia Crédito das imagens Na guarda 1, Ricardo Coração de Leão enfrenta o sultão Saladino, na Terceira Cruzada (gravura de Gustave Doré). No verso, cena de batalha de uma biografia inglesa de São Edmundo, c (The Pierpont Morgan Library, Nova York).Na guarda 2, batalha entre cristãos e muçulmanos (gravura de Gustave Doré). No verso, planta de Jerusalém e seus arredores, c Na parte inferior, cavaleiros cristãos expulsam muçulmanos. Pesquisa iconográfica Tempo Composto Revisão Marcia Benjamim e Josias de Andrade Biblioteca Nacional, Paris Dados Internacionais de Catalogação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Haggard, Henry Rider, Cruzada : no reino do paraíso / Henry Rider Haggard ; tradução Samuel Dirceu. -- São Paulo : Geração Editorial, Título original: The brethren. 1. Histórias de aventuras inglesas 2. Romance inglês I. Título. ISBN: CDD-823 Índices para Catálogo Sistemático: 1. Romances : Literatura inglesa 823 Todos os direitos reservados Geração de Comunicação Integrada Comercial Ltda. Rua Prof. João Arruda, São Paulo SP Brasil Tel.: (11) Fax: (11) Geração na Internet Impresso no Brasil Printed In Brazil

7 Dois apaixonados fartos da solidão, Sem um mínimo de ciúme doentio no coração; A virgem indecisa entre os dois escuta, De coração aberto e igual conduta; É uma cena raramente vista em lugar qualquer, Graças ao ódio do homem e ao orgulho da mulher. Scott Exército muçulmano com estandartes e instrumentos musicais como meios de comunicação.

8 Cruzada H. Rider Haggard AAAAAAAAA Arquivo da editora Os cruzados diante das portas de Jerusalém. 8

9 AAAAAAAAA Capítulo 1 Nas águas de Death Creek Nota do autor A Uma hora atrás, de pé sobre a planície coberta de flores acima de Tiberias 1, à margem do Lago da Galiléia 2, o escritor fitou os dois picos da montanha de Hattin 3. Aqui, ou pelo menos a tradição estabelece, Cristo fez o Sermão da Montanha aquela regra perfeita de bondade e paz. Aqui, também e isto é certo, quando quase doze séculos tinham transcorrido, o sultão Yusuf Saladino 4 esmagou o poder cristão na Palestina na mais terrível batalha que aquela terra coberta de sangue já conheceu. Foi por isso que a Montanha das Beatitudes se transformou na Montanha do Massacre. Enquanto meditava sobre essas cenas tão contraditórias, desenroladas em um único lugar, foi acometido por um desejo de tecer, da melhor forma de que fosse capaz, uma história em que todos os que fossem atraídos pelo romance daquela época misteriosa e cheia de significados, quando os homens, aos milhares, sentiam-se felizes por dispor de suas vidas na busca de visões e esperanças, pudessem formar um retrato, embora fragmentado e pálido, da longa guerra entre a Cruz e o Crescente 5, ocorrida nas planícies e nos desertos da Síria. De cavaleiros cristãos e damas também, e de seus amores e sofrimentos na Inglaterra e no Oriente; do temível Mestre dos Assassinos 6, que os francos 7 chamavam de Velho Homem da Montanha, e de sua cidade fortaleza, Masyaf 8. Do magnânimo, embora às vezes cruel, Saladino e seus ferozes sarracenos 9 ; do morticínio de Hattin, em cujo maciço mais alto a 9

10 Cruzada H. Rider Haggard Cruz da crucificação foi instalada como um símbolo derrotado, fadado a AAAAAAAAA nunca mais ser visto por olhos cristãos; e do último a se render, quando os Cruzados perderam Jerusalém para sempre. Esta história é fruto desse desejo. 10

11 AAAAAAAAA Capítulo 1 Nas águas de Death Creek sumário A Prólogo, 13 capítulo 1 Nas águas de Death Creek, 17 capítulo 2 Sir Andrew D Arcy, 29 capítulo 3 Os irmãos são elevados a Sagrados Cavaleiros, 39 capítulo 4 A carta de Saladino, 52 capítulo 5 O mercador de vinho, 65 capítulo 6 A festa de Natal em Steeple, 78 capítulo 7 O estandarte de Saladino, 90 capítulo 8 A viúva Masouda, 101 capítulo 9 Os cavalos Flame e Smoke, 116 capítulo 10 A bordo da galera,

12 Cruzada H. Rider Haggard capítulo 11 AAAAAAAAA A cidade de Al-je-bal, 148 capítulo 12 O Senhor da Morte, 158 capítulo 13 A delegação, 169 capítulo 14 O combate na ponte, 184 capítulo 15 O vôo para Emesa, 197 capítulo 16 O sultão Saladino, 211 capítulo 17 Os irmãos saem de Damasco, 223 capítulo 18 Wulf paga pelo vinho drogado, 236 capítulo 19 Diante das muralhas de Ascalon, 252 capítulo 20 A Sorte da Estrela de Hassan, 265 capítulo 21 O que aconteceu a Godwin, 277 capítulo 22 Em Jerusalém, 290 capítulo 23 Santa Rosamund, 301 capítulo 24 Os resíduos do cálice, 313 Notas,

13 AAAAAAAAA Capítulo 1 Nas águas de Death Creek prólogo A Saladino, Comandante dos Fiéis, Chefe Supremo, Soberano do Oriente, estava sentado uma noite em seu palácio em Damasco, meditando sobre os poderosos desígnios de Deus, responsável pela sua ascensão a um posto tão elevado. Lembrava-se de como, quando era pequeno aos olhos dos homens, Nour-ed-din 10, rei da Síria, forçou-o a acompanhar seu tio, Shirkuh, ao Egito, e de como ele foi, deprimido como um condenado à morte, e de como, mesmo contra sua vontade, lá encontrou sua grandeza. Pensava no pai, o sábio Ayoub, e em seus irmãos, com os quais crescera, todos mortos agora, com exceção de um; e em suas irmãs, às quais muito estimara. Mas pensava principalmente em uma, Zobeide, que fora raptada pelo cavaleiro que ela tanto amava, a ponto de entregar-lhe sua própria alma sim, o amigo inglês de sua juventude e prisioneiro de seu pai, Sir Andrew D Arcy, que, cego de paixão, impingira a ele e à sua casa um mal tão penoso. Ele lembrava-se de que jurara que a traria de volta, mesmo que tivesse de buscá-la na Inglaterra, e já começara a planejar como mataria seu marido, quando soube de sua morte. Pelos seus espiões soubera também que ela tinha deixado uma criança que, se ainda vivesse, seria mulher feita agora sua sobrinha, embora com metade de sangue nobre inglês. Então sua mente vagou, desta história antiga e meio esquecida, para a angústia e a aflição dos dias atuais, e para a última grande batalha a ser travada entre os seguidores dos profetas Jesus e Maomé 11, a Jihad Guerra 13

14 Cruzada H. Rider Haggard Santa 12 para a qual estava pronto e suspirou. Pois ele era um homem piedoso, que não queria nenhuma matança, embora sua fé feroz o levasse de guerra em guerra. Saladino dormiu e sonhou com a paz. Em seu sonho uma virgem se apresentava diante dele. Assim que ele suspendia seu véu, via que ela era linda, com traços como os seus, mas mais clara; então teve certeza de que era a filha da irmã que fugira com o cavaleiro inglês. Ele se perguntava por que ela o visitava daquela forma e rogava a Alá que o ajudasse a entender. E de repente via a mesma mulher de pé diante dele, em uma planície síria, e ao lado dela tropas de sarracenos e de francos, das quais milhares e dezenas de milhares de soldados estavam condenados a morrer. Vamos!, ele, Saladino, dizia, comandando seus esquadrões, a cimitarra erguida, mas ela estendia a mão e o detinha. O que você quer, minha sobrinha? ele perguntava. Vim salvar muitas vidas através de você ela respondia. Pois nasci do seu sangue e por isso fui mandada até você. Abaixe sua espada, Rei, e salve suas vidas. Que resgate você oferece para livrar esta multidão de seu destino fatal? Que resgate e que presente? O resgate de meu próprio sangue, oferecido livremente, e o presente do Céu para sua alma pecaminosa, ó Rei. E com a mão estendida, baixou a cimitarra afiadíssima até pousá-la em seu peito. Saladino acordou, maravilhado com o sonho, mas não contou nada a ninguém. Na noite seguinte o sonho retornou, e sua memória o acompanhou durante o dia seguinte, mas mesmo assim ele não contou nada a ninguém. Quando, na terceira noite, ele sonhou outra vez, de forma mais vívida ainda, então teve a certeza de que era uma coisa de Deus e recorreu aos imãs 13 sagrados e aos adivinhadores, aconselhando-se com eles. Estes, depois que o ouviram, oraram e se consultaram, falaram da seguinte forma: Ó Sultão, Alá o alertou que a mulher, sua sobrinha, que mora lá longe, na Inglaterra, por sua nobreza e seu sacrifício, em algum tempo por vir, evitará que se derrame um mar de sangue e trará a paz sobre a terra. Nós o instruímos, portanto, para que traga esta dama para a sua corte, pois se ela lhe escapar, a paz irá com ela. Saladino admitiu que a interpretação era sábia e verdadeira, pois havia entendido seu sonho da mesma forma. Então ele convocou um falso cavaleiro que carregava a Cruz de Cristo no peito, mas que em segredo tinha 14

15 Capítulo 1 Nas Prólogo águas de Death Creek aceitado o Alcorão 14, um espião franco de sua confiança, que tinha vindo daquele país em que habitava a moça, sua sobrinha, e por meio dele ficou sabendo sobre ela, seu pai e sua casa. Com ele e com outro espião, este disfarçado de peregrino 15 cristão, e com a ajuda do Príncipe Hassan, um dos mais nobres e mais confiáveis dos seus emires, organizou um hábil plano para a captura da moça, no caso de ela não vir por vontade própria, e para seu transporte até a Síria. Além disso pois aos olhos de todos os homens sua posição deveria valer seu sangue nobre e seu destino, por decreto ele a elevou, a sobrinha que nunca tinha visto, a Princesa de Baalbec 16, e lhe deu muitas propriedades, um costume que o avô dela, Ayoub, e seu tio Izzeddin, tinham também adotado. Também adquiriu um grande navio de guerra e o guarneceu com marinheiros experientes e com guerreiros escolhidos, sob o comando do Príncipe Hassan; escreveu uma carta para o nobre inglês, Sir Andrew D Arcy, e para a filha dele, e preparou um presente de jóias dignas de uma rainha, enviando tudo para a moça, sua sobrinha, lá na distante Inglaterra, junto com o decreto de sua elevação a princesa. Ordenou que a expedição tivesse sucesso pacificamente, ou pela força, ou pela fraude, ou pela melhor forma que fosse possível, pois que ninguém da expedição ousasse olhar em seu rosto novamente caso não retornasse com ela. E com a expedição mandou os dois espiões francos, pois eles sabiam o lugar em que a moça morava, e um deles, o falso cavaleiro, era também hábil marinheiro e o capitão do navio. Estas coisas fez Yusuf Saladino, e aguardou pacientemente até que elas pudessem predispor Deus a tornar realidade a visão com que Ele tinha preenchido sua alma durante o sonho. 15

16 AAAAAAAAA Cruzada H. Rider Haggard 16

17 AAAAAAAAA Capítulo 1 Nas águas de Death Creek capítulo 1 A Nas águas de Death Creek Do paredão na costa de Essex, Rosamund fitou o oceano para os lados do Oriente. À esquerda e à direita, um pouco atrás, como guardas protegendo sua soberana, estavam seus primos, os irmãos gêmeos Godwin e Wulf, ambos altos e em excelente forma física. Godwin estava imóvel como uma estátua, com as mãos em volta do punho de uma espada longa e embainhada, com a ponta apoiada no chão à sua frente, mas Wulf, seu irmão, movia-se inquieto, de um lado para outro, até que finalmente bocejou alto. Eram bonitos, todos os três, pois estavam no esplendor da juventude e da saúde. A altiva Rosamund, cabelos e olhos negros, pele cor de marfim e corpo delgado, trazia um ramalhete de flores do pântano na mão. Godwin, claro e cerimonioso, tinha o semblante sonhador; e Wulf, de olhos azuis e saxão até o último fio de cabelo, a despeito do sangue normando do pai, era a imagem de um guerreiro audacioso. Ao ouvir o som do bocejo abafado, Rosamund virou a cabeça, com a graça suave que marcava cada um dos seus movimentos. Você já está com sono, Wulf, e o sol ainda nem se pôs? ela perguntou, com uma voz sonora e rica que, talvez devido ao sotaque estrangeiro, parecia muito diferente da voz de qualquer outra mulher. Acho que sim, Rosamund ele respondeu. Ajudaria a passar o tempo, e agora que você já terminou de colher essas flores amarelas, que te trouxeram de tão longe, o tempo... parece que não passa. 17

18 Cruzada H. Rider Haggard Que vergonha, Wulf ela disse sorrindo. Contemple o mar, e o céu, e veja a cortina toda dourada e púrpura... Estou olhando há meia hora, prima Rosamund. E também para as suas costas, e para o braço esquerdo de Godwin, e para o rosto dele, até que de repente me vi de joelhos no convento de Stangate, fitando a efígie de meu pai sobre o túmulo, enquanto o Prior John rezava monotonamente a missa. Porque se fosse possível colocar meu pai de pé, seria Godwin, com as mesmas mãos cruzadas repousando sobre a espada e o mesmo rosto impassível fitando o céu. Godwin, como Godwin um dia será, ou espera ser isto é, se os santos lhe concederem a graça de executar tantos feitos quantos realizou nosso pai interrompeu o irmão. Wulf olhou para ele, e um curioso lampejo de inspiração surgiu em seus olhos azuis. Não, acho que não respondeu. Os feitos você conseguirá, e maiores, mas sem dúvida será enrolado não em uma cota, mas em um capelo de um monge, a menos que uma mulher o tire de você, impedindo sua rápida caminhada para os céus. Digam-me agora, os dois, no que estão pensando. Fiquei curioso para saber o dia todo, e gostaria de ver se estou errado. Rosamund, fale primeiro. Não, não toda a verdade os pensamentos de uma mulher são somente dela, só o essencial, a nata que fica por cima do leite. Rosamund suspirou. Eu? Estava pensando no Oriente, onde o sol brilha e o mar é azul como as flores do meu cinto, e os homens têm estranhos conhecimentos. E as mulheres são escravas dos homens! interrompeu Wulf. Mas é natural que você pense no Oriente, pelo sangue que corre em suas veias, sangue nobre, se as histórias que se contam são verdadeiras. Diga, Princesa e Wulf inclinou um joelho na direção dela, com um pouco de zombaria que não conseguiu afetar a seriedade de sua reverência, minha prima, neta de Ayoub e sobrinha do poderoso monarca Yusuf Saladino, você tem a intenção de deixar esta pobre terra e visitar seus domínios no Egito e na Síria? Ela ouviu, e à medida que essas palavras eram ditas seus olhos pareciam que iam pegar fogo, seu corpo se endireitou, o peito arfou, as narinas delicadas se alargaram, como se estivessem sentindo novamente um agradável perfume. Sem dúvida, naquele momento, de pé sobre o promontório acima dos mares, Rosamund parecia mesmo uma rainha. 18

19 Capítulo 1 Nas águas de Death Creek Quando falou, ela respondeu com uma outra pergunta. E como me receberiam lá, Wulf, eu que sou uma D Arcy normanda e uma serva de Cristo? Em primeiro lugar eles perdoariam você, pois o sangue também é nobre; em segundo lugar, ora, a fé pode ser alterada. Foi então que Godwin falou pela primeira vez. Wulf, Wulf, disse com severidade. Cuidado com a sua língua, pois há coisas que não devem ser ditas, mesmo como a mais inocente brincadeira. Veja, amo minha prima acima de todas as coisas da Terra... Pelo menos nisso, concordamos acrescentou Wulf. Acima de todas as coisas da Terra repetiu Godwin. Mas, pelo sangue de Cristo e por São Pedro, em cujo santuário estamos, eu a mataria com minhas próprias mãos antes que seus lábios tocassem o livro do falso profeta. Ou de qualquer um dos seus seguidores murmurou Wulf para si mesmo, mas felizmente, talvez, em um tom baixo o suficiente para que nenhum dos dois ouvisse. E em voz alta ele falou: Você entende, Rosamund, você precisa ter cuidado, porque Godwin sempre cumpre suas promessas, e seria um fim melancólico para uma mulher tão bem nascida, tão bonita e tão sábia. Ah, deixe de brincadeiras, Wulf, ela respondeu, pousando a mão suavemente na túnica que escondia a cota. Deixe de brincadeiras, e reze a St. Chad, o construtor desta igreja, para que uma escolha tão trágica nunca recaia sobre você, sobre mim, ou seu amado irmão que, certamente, se esse fosse o caso, faria muito bem em me matar. Bem, se fosse o caso, respondeu Wulf, e seu rosto corou enquanto falava, acho que deveríamos saber como enfrentar a situação. Afinal de contas, será tão difícil escolher entre a morte e o dever? Sei que não ela respondeu, mas muitas vezes o sacrifício parece fácil quando visto à distância. E também pode haver coisas ainda mais valiosas a perder do que a vida. Quais coisas? Você quer dizer a casa, a riqueza, ou... o amor? Diga-me disse Rosamund mudando o tom de voz que barco é aquele a remo na foz do rio? Um instante atrás ele repousou os remos, como se os que estão no barco quisessem nos observar. Pescadores respondeu Wulf despreocupadamente. Vi as redes de pesca. 19

20 Cruzada H. Rider Haggard Pode ser, mas por baixo das redes alguma coisa brilhou, como espadas. Pescadores falou Wulf. Estamos em paz em Essex. Embora Rosamund não parecesse convencida, ele continuou: Agora vejamos o que Godwin acha. O que são eles? Irmão, se quer saber, do Oriente, claro do Oriente e de suas guerras. Que não nos trouxeram muita sorte respondeu Wulf pois nosso pai foi morto nessas guerras, e nenhum pedaço dele veio de volta, a não ser seu coração, que está em Stangate. De que melhor maneira ele poderia morrer perguntou Godwin que não lutando pela Cruz de Cristo? Não foi assim sua morte em Harenc(17), como sabemos hoje? Por Nossa Senhora, rezo para que tenha uma morte pelo menos metade tão gloriosa! Sim, ele morreu honrosamente, honrosamente disse Wulf com os olhos azuis faiscando e com a mão crispada no punho da espada. Mas, meu irmão, existe paz em Jerusalém, da mesma forma que em Essex. Paz? Sim, mas logo haverá guerra novamente. O monge Peter que nós vimos em Stangate no domingo passado, e que deixou a Síria há não mais que seis meses me falou que a guerra está chegando depressa. Neste momento o sultão Saladino, em seu trono de Damasco, conclama suas hostes, espalhadas por todos os lados, enquanto seus religiosos pregam a guerra entre as tribos e os barões do Oriente. E quando ela chegar, meu irmão, que não estejamos lá para enfrentá-la, como a enfrentou nosso avô, nosso pai, nosso tio, e tantos outros da nossa família. Apodreçamos aqui, nesta terra insípida, como fazemos há anos, é o desejo de nosso tio, desde que voltamos da guerra contra os escoceses, e aremos a terra como camponeses, enquanto nossos pares estão lutando contra os pagãos, com os estandartes ao vento, e o sangue escorrendo sobre as areias sagradas da Palestina. Então foi a vez de Wulf contra-atacar. Por Nossa Senhora que está no Céu, e por nossa senhora que está aqui! e fitou Rosamund, que observava os dois com olhar atento. Vá quando quiser, Godwin! E irei com você, e como nosso nascimento foi um só nascimento, que seja decretado que nossa morte será uma só morte. E repentinamente a mão que estava brincando com o punho da espada o agarrou, e puxou a longa e fina lâmina de sua bainha e a lançou no ar, fazendo-a reluzir à luz do sol, agarrando-a novamente quando ela caiu, ao mesmo tempo em que, num tom de voz que amedrontava todas as aves em Saltings, Wulf soltou 20

21 Capítulo 1 Nas águas de Death Creek o velho grito de guerra que tinha ecoado em tantos campos de batalha: Sou um D Arcy! Um D Arcy! Enfrente um D Arcy! Encontre a morte!. Depois embainhou novamente a espada e acrescentou, baixo: Somos crianças para lutar onde não há nenhum inimigo? Que encontremos um logo. Godwin deu um sorriso amarelo, mas não respondeu nada. Apenas Rosamund falou: Então, meus primos, vocês vão se ausentar, talvez para nunca mais voltar, e isso vai nos separar. Mas e sua voz mudou um pouco é a sina da mulher, pois homens como vocês gostam muito mais da espada, e não devo pensar que são diferentes. Contudo, meus primos, não sei por quê e ela tremeu um pouco me vem ao coração que o Céu muitas vezes atende a essas preces rapidamente. Ah, Wulf, sua espada pareceu muito vermelha à luz do sol. Tenho medo, não sei do quê. Bem, precisamos ir, pois temos de cavalgar 15 quilômetros, e não tarda a escurecer. Mas antes, primos, venham comigo ao santuário e rezemos a St. Peter e a St. Chad para nos proteger em nossa viagem de volta. Viagem? falou Wulf, preocupado. O que pode haver de perigo em uma cavalgada de 15 quilômetros pelas praias de Blackwater? Falei viagem de volta para casa, Wulf, e a casa não fica em Steeple, mas além e apontou para o céu calmo e ameaçador. Boa resposta disse Godwin. Aqui neste lugar antigo, de onde muitos voltaram para casa; todos os romanos que aqui morreram quando o lugar era sua fortaleza, e os saxões que vieram depois deles, e outros sem conta. Depois se viraram e entraram na velha igreja uma das primeiras a existir na Inglaterra, erigida rusticamente de pedras em estilo romano pelas mãos de Chad, o santo saxão, mais de 500 anos antes. Lá se ajoelharam um pouco diante do altar despojado e oraram, cada um com suas palavras, depois fizeram o sinal-da-cruz e saíram ao encontro dos cavalos, que estavam junto a uma cabana de madeira. Agora havia duas estradas, ou melhor, duas trilhas, de volta a casa em Steeple uma pouco mais de um quilômetro para o interior, e que passava pela vila de Bradwell, e a outra, mais curta, ao longo de Saltings até as águas rasas conhecidas como Death Creek, em cuja nascente o viajante deve rumar para o interior, deixando o convento de Stangate à direita. Foi essa a trilha que eles escolheram, pois, na maré vazante, passar por ali era melhor para os cavalos, o que, mesmo no verão, a outra não era. Além disso, eles queriam 21

22 Cruzada H. Rider Haggard estar em casa na hora do jantar, caso contrário, Sir Andrew D Arcy, o pai de Rosamund e tio dos irmãos órfãos, ficaria preocupado, a ponto de talvez sair para procurá-los. Durante meia hora ou mais cavalgaram ao longo de Saltings, a maior parte em um silêncio, que era quebrado apenas pelos gritos dos maçaricos ou o marulho da maré. Não viram nenhum ser humano, pois o lugar era muito isolado e nunca recebia visitantes, a não ser alguns pescadores de vez em quando. Finalmente, quando o sol começou a se pôr, eles se aproximaram da praia de Death Creek uma pequena corrente de água levada pela maré e que entrava terra adentro por quilômetro e meio, ficando cada vez mais rasa, mas nesse ponto com uma largura de cerca de 300 metros. Seus cavalos eram excelentes. O de Rosamund, um cavalo cinza de grande porte, tinha sido presente de seu pai, e era famoso na redondeza por sua velocidade e força, e também porque era tão manso que uma criança podia cavalgá-lo. Os cavalos dos irmãos eram de batalha, fortes e bem treinados, ensinados a permanecer onde tivessem sido deixados, e a atacar quando eram fustigados, sem medo dos gritos ou das espadas dos adversários. Agora o terreno podia ser descrito assim: a quase 100 metros da praia de Death Creek, e paralela a ela, uma língua de terra, coberta de arbustos e alguns carvalhos, seguia em direção de Saltings, a ponta terminando bem junto à trilha. Além dela havia um pântano e o riacho. Entre a língua de terra e a praia do riacho a trilha serpenteava rumo às terras mais altas. Era uma trilha antiga; e a razão para seu bom estado de conservação era que aqui os romanos, ou outros povos já desaparecidos, tinham construído um cais estreito, de pedra rústica, com 50 ou 60 metros de extensão, sobre a água do riacho, sem dúvida para servir como ancoradouro para os barcos dos pescadores, que podiam ancorar mesmo na maré baixa. Esse cais tinha sido atingido por séculos de arrebentação, de modo que suas pontas ficavam sob a linha da água. As partes elevadas, porém, ainda estavam firmes e planas. Ao chegar à pequena elevação no topo da língua de terra coberta de arbustos, os atentos olhos de Wulf, que vinha na frente aqui a trilha à beira do pântano era tão estreita que tinham de cavalgar em fila viram um grande barco, sem alma dentro, preso a uma argola de ferro fixada na parede do cais. Seus pescadores vieram para terra, Rosamund ele falou e certamente foram para Bradwell. 22

23 Capítulo 1 Nas águas de Death Creek Isto é estranho ela respondeu preocupada pois nenhum pescador vem para estes lados. E fez menção de virar o cavalo para voltar. Se vieram ou não, já se foram disse Godwin esticando-se um pouco para olhar mais além. E como não temos nada a temer de um barco vazio, vamos continuar. Assim fizeram, até chegar ao pé do cais de pedra, quando um ruído atrás deles fez com que se virassem e olhassem. E o que viram fez seus corações pularem, pois atrás deles, saltando um a um para a estreita faixa de terra, estavam homens com as espadas desembainhadas, seis ou oito, e todos usando, como perceberam, tiras de tecido atadas por trás dos elmos ou dos capacetes de couro, para esconder seus rostos. É uma armadilha, uma armadilha gritou Wulf, puxando a espada. Rápido, sigam-me na trilha de Bradwell e assim falando esporeou seu cavalo. Ele se lançou à frente, seguido num átimo com todo o peso das patas dianteiras e depois das patas traseiras. Santo Deus! ele gritou. Há outros deles! E havia outros, pois um novo grupo de homens, com os rostos ocultos pelas tiras de tecido como os outros, tinha pulado para a trilha de Bradwell, entre eles um homem corpulento, que parecia estar desarmado, a não ser por uma faca recurvada presa à cintura, e uma cota de aros de metal, que aparecia por uma fenda de sua túnica. Vamos para o barco! gritou Godwin, ao que o homem corpulento riu, um riso rápido mas desagradável, que os três ouviram. E todos cavalgaram rumo ao cais, pois não havia outro lugar para onde pudessem ir, com as duas trilhas impedidas, e pântano e água de um lado, e de outro um barranco íngreme e coberto de arbustos. Quando atingiram o cais, perceberam por que o homem tinha rido: o barco estava preso por uma corrente grossa, que não podia ser cortada. E, além disso, todos os remos e a vela tinham desaparecido. Entre! zombou uma voz. Ou pelo menos deixe a lady entrar. Vai nos poupar o trabalho de levá-la a bordo. Agora Rosamund ficou muito pálida. Mas o rosto de Wulf ficou vermelho, e depois branco, e ele agarrou o punho da espada. Mas Godwin, sereno como sempre, fez o cavalo dar alguns passos à frente, e falou calmamente: Por cortesia, diga o que quer de nós. Se for dinheiro, não temos nenhum, nada além de nossos braços e cavalos, mas receio que vão lhe custar muito. 23

24 Cruzada H. Rider Haggard Agora o homem com a lâmina da faca recurvada adiantou-se um pouco, acompanhado de outro homem, alto e de movimentos calmos, em cujo ouvido ele sussurrou. Meu amo diz respondeu o homem alto que os senhores têm consigo algo que vale mais do que todo o ouro do Rei uma lady muito bonita, que alguém quer ver com urgência. Entreguem-na, e sigam seu caminho com seus braços e cavalos, pois são jovens valentes, cujo sangue não queremos derramar. Então foi a hora de os irmãos gargalharem, o que os dois fizeram ao mesmo tempo. Entregá-la respondeu Godwin e seguir nosso caminho desonrados? Nem pensar. Quem, então, tem tanta urgência de ver lady Rosamund? Novamente ouve cochicho entre os dois. Meu amo diz foi a resposta que quem quer que a tenha visto tem necessidade de revê-la, pois tanta formosura é rara. Mas se querem um nome, bem, há um que me vem à mente: o nome do cavaleiro Lozelle. O cavaleiro Lozelle! murmurou Rosamund, ficando ainda mais pálida do que antes, como devia acontecer. Pois aquele Lozelle era um homem poderoso, nascido em Essex. Era dono de navios cujas atividades nos mares tinham relatos desonrosos, e que outrora tinha pedido a mão de Rosamund em casamento, mas tendo sido recusado, proferira ameaças, a ponto de Godwin, o mais velho dos irmãos, ter tido a necessidade de lutar com ele, e o ferido. Depois disso ele desapareceu; e ninguém sabia onde estava. Sir Hugh Lozelle está aqui, então? perguntou Godwin, mascarado como todos vocês, covardes? Se estiver, quero encontrá-lo, para terminar o trabalho que comecei no Natal passado. Descubra, se for capaz respondeu o homem alto. Mas Wulf interrompeu, falando por entre os dentes cerrados: Irmão, só vejo uma saída. Vamos colocar Rosamund entre nós e atacá-los. O capitão do bando pareceu ler seus pensamentos, e novamente cochichou no ouvido do companheiro, que falou alto: Meu amo diz que se tentarem atacar, agirão como idiotas, pois vamos usar as espadas e cortar os tendões dos seus cavalos, que são muito bons para serem perdidos, e agarrar vocês facilmente quando caírem. Vamos, rendamse enquanto podem entregar-se sem desonra, admitindo que não têm saída, 24

25 Capítulo 1 Nas águas de Death Creek e que dois homens, embora valentes, não podem enfrentar muitos outros. Ele lhes dá um minuto para se renderem. Então Rosamund falou, pela primeira vez. Meus primos disse suplico para não me deixarem cair viva nas mãos de Sir Hugh Lozelle, ou destes homens, e ser levada a um destino que não quero. Deixem Godwin me matar, para salvar minha honra, como há pouco ele disse que faria para salvar minha alma, e façam tudo para escapar, e vivam para depois me vingar. Os irmãos não responderam, apenas olharam a água, e depois um para o outro, e balançaram a cabeça. Foi Godwin que falou de novo, pois naquele momento em que era preciso lutar por suas vidas e pela de Rosamund, Wulf, cuja língua era normalmente muito rápida, tinha ficado estranhamente em silêncio, da mesma forma que seu rosto ficara tenso. Ouça, Rosamund, e não vire seus olhos disse Godwin. Há uma chance para você, mesmo pequena, e você precisa escolher entre ela ou ser capturada, pois não podemos matá-la. O cavalo que você cavalga é forte e obediente. Vire-o agora, use as esporas e leve-o para as águas de Death Creek, e faça-o nadar. O riacho é largo, mas a maré crescente vai ajudar, e com sorte você não se afogará. Rosamund ouviu e virou a cabeça para trás, para o barco. Então Wulf falou, rápido e com energia: Vá, garota! Nós defenderemos o barco. Ela ouviu, e seus olhos negros encheram-se de lágrimas, e sua altiva cabeça quase se afundou na crina do cavalo. Ah, meus cavaleiros! Meus cavaleiros! E vocês estão dispostos a morrer por mim? Bem, se Deus assim o deseja, que assim seja. Mas juro que se morrerem nenhum homem se aproximará de mim enquanto estiverem vivos em minha memória, e se viverem... Então ela olhou para eles, confusa, e parou. Deus nos abençoe! Vá! falou Godwin. Nesse momento ela os abençoou, falando baixo e com emoção. De repente girou o cavalo, e espetando as esporas em seus flancos, conduziu-o diretamente para as águas mais profundas. Por um momento o garanhão ergueu-se, e depois, da ponta do cais atirou-se às águas. E assim afundou, mas não por muito tempo, pois logo a cabeça dela aflorou na água, e ajeitando-se novamente na sela, da qual tinha sido afastada, Rosamund firmou-se e conduziu o cavalo para a outra e distante margem. Então se ouviu um grito de grande 25

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