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1 CIEFAS-UNIDAS U CONGRESSO Unidas reúne mais de 550 gestores e profissionais da área no 5º Congresso de Gestão e Assistência à Saúde. O evento, que já se tornou uma referência no setor, debateu temas polêmicos, como parâmetros para a introdução de novas tecnologias no mercado, o aperfeiçoamento da CBHPM e a qualidade do ensino médico do País. Gestão e Assistência à Saúde Perspectivas para 2005 O diretor blabalbla do blabalablabalba, Adriano Londres, faz uma reflexão sobre as perspectivas para o setor de saúde suplementar no próximo ano a partir de quatro aspectos: economia, regulação, gestão e atitude. Jornal nov/dez

2 GESTÃO Congresso debate dilemas da assistência à saúde 2 A Unidas reuniu em São Paulo, nos dias 22 e 23 de novembro, mais de 550 gestores e profissionais da área no 5º Congresso de Gestão de Assistência à Saúde. O evento foi aberto pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Fausto Pereira dos Santos, que destacou a importância do Congresso para o aprimoramento do setor. Durante palestra sobre o papel da saúde suplementar na política nacional de saúde, Fausto lamentou os conflitos profissionais existentes no meio. Existem mais advogados que profissionais da área de saúde. Tudo é resolvido na Justiça, afirmou. Ele lembrou ainda que a ANS tem esclarecido a Lei 9656/98 aos juízes e ao Ministério Público. nov/dez 2004 Jornal NOVAS TECNOLOGIAS A introdução no mercado de novas tecnologias em saúde foi um dos temas mais importantes do evento porque é o principal aspecto que pressiona atualmente os custos assistenciais. O diretor-presidente da ANS informou que a Agência, sozinha, não vai normatizar a questão. Tem de ser uma política de governo, envolvendo o Ministério da Saúde e o da Ciência e Tecnologia, declarou. Fausto acredita que a indústria só participará do debate de forma franca se for estabelecida alguma regulação que aborde como o Governo vai trabalhar a incorporação das novas tecnologias, levando em conta o custo e a efetividade. O presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia, Aldemir Humberto Soares, defendeu critérios para que haja a incorporação de novas tecnologias no

3 FAUSTO salientou que a ANS não vai normatizar a introdução de novas tecnologias no mercado. mercado de saúde, como a análise do conselho científico; registro nos órgãos competentes; avaliação do meio acadêmico; e a solicitação à AMB da inclusão das novas técnicas na CBHPM. O gerente de Produtos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Alexandre Lemgruber, lamentou que o Brasil não possua uma estrutura governamental que avalie as novas tecnologias em saúde com a abrangência necessária, antes de sua entrada no mercado. Como exemplo de países que contam com esse respaldo, ele citou o Canadá, a Inglaterra e a França. É preciso avaliar assim como fazem os europeus se as novas tecnologias representam ganhos para o tratamento e qual será o ônus da economia do País para abarcar as novas tecnologias, alertou. A gerente técnico-assistencial de Produtos da ANS, Alzira de Oliveira Jorge, concorda com a necessidade de um órgão específico para essa análise. No Brasil, a avaliação das tecnologias que estão sendo introduzidas é precária. São Paulo tem mais aparelhos de tomógrafo que o Canadá, disse. Ela comentou ainda que no Reino Unido, Canadá e Espanha só se aceitam novas tecnologias com um estudo prévio. Em vários países existe uma Agência Nacional de Tecnologia em Saúde. Alexandre Lemgruber criticou ainda a pressão exercida pelas indústrias, ONGs, pacientes e pelo ALEXANDRE: pesquisa francesa mostra que apenas 11% dos equipamentos e remédios apresentados como novidades realmente o são. próprio Poder Judiciário para que determinado produto seja incorporado na rotina do mercado de saúde. Ele lembrou que muitas das inovações divulgadas pela mídia geram expectativa no paciente. O Judiciário obriga a operadora a conceder um tratamento, mesmo sem comprovações científicas, alertou. O gerente da Anvisa comentou que um estudo feito de 1981 a 2003 na França concluiu que apenas 11% dos equipamentos e remédios apresentados como novidades realmente representavam avanços tecnológicos. Ele ressaltou que França, Espanha e Portugal criaram em 1990 uma legislação para frear os preços dos novos medicamentos. Não se impede o registro do medicamento, entretanto, ele não pode ser vendido com valor mais alto do que o remédio já existente, explicou. Já o diretor-presidente da Clínica São Vicente do Rio Janeiro, Luiz Roberto Londres, em sua palestra sobre assistência médica no Brasil, ressaltou que uma anamnese bem feita fornece o diagnóstico correto em 90% dos casos, sem necessidade de novas tecnologias. Um aparelho corta o paciente no espaço, não existe integralidade, o paciente é reduzido a sua biologia, reclamou Londres. Ele defende a humanização na Medicina para que se possa chegar à causa real da doença. Medicina é diálogo, o médico não pode se robotizar. Não atendo filas, atendo pessoas, alertou. O secretário municipal de Saúde de São Paulo, Gonzalo Vecina Netto, que fez a palestra de encerramento do Congresso, também alertou sobre a robotização dos tratamentos estratégia que reduz os investimentos do País com saúde. O investimento com saúde no Brasil é baixo, se comparado ao de outros países. Nosso modelo de atenção é centrado na oferta de serviços, extremamente medicalizado. Temos de desmedicalizá-lo, temos de atacar a prédoença, defendeu. Gonzalo acredita que, para melhorar a saúde no País, o Governo deve buscar parcerias com outros setores, como a cultura e o esporte. DESOSPITALIZAÇÃO Durante o painel Tendências do Mercado Hospitalar no Brasil, a diretora do Centro de Estudos de Gestão em Saúde da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Eaesp), Ana Maria Jornal nov/dez

4 Malik, defendeu o processo de desospitalização do paciente, que inclui a assistência domiciliar, a prevenção de doenças e os programas de saúde da família. Malik aposta em um sistema integrado, no qual os gestores de saúde precisariam entender de finanças e de processos; os técnicos teriam de entender de gestão; os serviços teriam menor abrangência, concentrando-se em áreas de especialidade; e os clientes avaliariam serviços de forma comparativa, utilizando indicadores selecionados, como período de espera pelo atendimento, padronização por complexidade, risco para o paciente e resultados obtidos. Já o presidente da Confederação Nacional de Saúde, José Carlos Abraão, defendeu a padronização dos contratos. Temos de sentar desarmados e conversar sobre a contratualização. É preciso padronizar os contratos e os processos. Não dá para trabalhar com 40 operadoras e 40 formulários diferentes, alertou. CBHPM No debate sobre a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) e a remuneração do trabalho médico, o diretor técnico da Unidas, Aníbal de Oliveira Valença, criticou a ausência dos representantes das quatro modalidades de saúde suplementar na elaboração da CBHPM. A Classificação, que foi lançada em julho de 2003, é o resultado de um ANA MARIA defendeu o processo de desospitalização do paciente, com mais assistência domiciliar e programas preventivos. GONZALO alertou sobre a robotização dos tratamentos, que reduz os investimentos do País com saúde. trabalho desenvolvido ao longo de três anos pela Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e sociedades de especialidade, com assessoria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe). Aníbal criticou ainda a supervalorização da Unidade de Custo Operacional (UCO), que prioriza equipamento em detrimento do trabalho médico. O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Eleuses Vieira de Paiva, disse que esse trabalho foi feito por uma consultoria e coube a ela a definição dos parâmetros. Sobre a retaliação dos profissionais que se recusam a atender os pacientes até que seja adotada a nova Classificação, Paiva afirmou que o diálogo é o melhor caminho para as negociações, já que a AMB não tem como impor o atendimento. O presidente da Associação Brasileira de 4 nov/dez 2004 Jornal FEIRA DE PRODUTOS Os participantes do Congresso também puderam conhecer os lançamentos mais recentes de produtos para o mercado de saúde na 4ª Feira de Produtos e Serviços para Planos de Saúde. Expuseram seus novos produtos as empresas Benner Saúde; Johnson & Johnson; Unisys do Brasil; CRC Consultoria; ATT/PS Informática; Bandeirante Emergências Médicas; Norti Tecnologia; Mestra Informática; e Good Med.

5 Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida, disse que suas operadoras aceitam os princípios da hierarquização de procedimentos propostos pela CBHPM, mas defendem a livre negociação de preços. Arlindo também manifestou o interesse da Abramge em participar das seis câmaras técnicas que estão discutindo propostas à Classificação. As câmaras dividem-se em CBHPM; Contratualização; Diretrizes clínicas; Medicamentos e descartáveis; Novas tecnologias; e Órteses, próteses e materiais especiais. ENSINO MÉDICO No debate que tratou da formação do médico, o diretor científico da Associação Médica Brasileira (AMB), Fábio Biscegli Jatene, disse que a AMB é frontalmente contra a abertura de novas faculdades de Medicina no País. Nenhuma das escolas que estão sendo abertas atendem aos requisitos mínimos. Daqui a quatro anos, quando 3 mil médicos sem preparação estiverem atuando, é que o mercado sentirá o impacto, alertou Jatene. A Associação propõe uma revalidação dos médicos a cada quatro ou cinco anos para que se possa avaliar seu grau de atualização e reciclagem profissional. Outra sugestão da AMB é o exame de ordem semelhante ao da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) como condição para que o profissional possa ingressar no mercado. O diretor-presidente da Clínica São Vicente, Luiz Roberto Londres, também criticou a formação médica e reforçou a importância de o profissional ter consciência do ônus ao pedir exames dispensáveis só para se documentar. Há médicos demais, com falhas na formação, e eles não chegam aos bolsões de pobreza. O médico tem de ser mais ético e menos pecuniário, mais cidadão e menos político, sentenciou. O presidente da Sociedade Brasileira de FÁBIO afirmou que a AMB é frontalmente contra a abertura de novas faculdades de Medicina no País. Informática em Saúde (SBIS), Lincoln de Assis Moura Junior, durante o painel sobre informações em saúde e indicadores de resultados, ressaltou a importância dos sistemas de informação para facilitar o acesso dos profissionais às informações mais atualizadas evitando, assim, alguns erros de conduta. Lincoln ressaltou que, atualmente, as informações médicas são pouco estruturadas e o vocabulário médico não é padronizado. Existem 100 mil itens no vocabulário médico do dia-a-dia, contabilizou. O sistema de informação facilita a padronização de procedimentos, uma vez que reúne conceitos, técnicas, tecnologias, conteúdos, padrões e práticas Para ANÍBAL, a Unidade de Custo Operacional está supervalorizada na CBHPM, priorizando equipamento em detrimento do trabalho médico. Jornal nov/dez

6 ANS lança programa de qualificação A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou, no último dia 2, o programa de Qualificação do Setor de Saúde Suplementar. O programa envolve a elaboração do Índice de Desempenho das operadoras, a partir da avaliação de 55 indicadores que serão avaliados em três fases, no período que vai de fevereiro de 2005 a outubro de Os indicadores estão agrupados em quatro itens: atenção à saúde (que envolve assistência e prevenção); econômicofinanceiro; estrutura e operação; e satisfação dos beneficiários. As operadoras terão de cumprir metas a serem fixadas pela ANS para cada um dos itens. Os parâmetros serão índices internacionais de reconhecida validade técnica, índices nacionais com históricos comprovados (especialmente os do SUS) e índices estabelecidos em atos normativos e definições técnicas da Agência. Essa ação vai beneficiar o consumidor, que poderá tomar uma decisão mais segura na hora de comprar ou até mesmo mudar de plano de saúde. E, ao mesmo tempo, vai estimular a concorrência entre as empresas do setor de saúde suplementar, avalia o ministro da Saúde, Humberto Costa. Hoje, estão registradas na ANS operadoras, que atendem a 38,5 milhões de beneficiários de seus planos. 6 A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, no dia 14 de dezembro, o substitutivo do relator, deputado Rafael Guerra (PSDB- MG), ao Projeto de Lei 3466/04, do deputado Inocêncio Oliveira (PFL-PE), que institui uma lista referencial de honorários médicos em âmbito nacional. O relator optou por estabelecer, no substitutivo, critérios para a edição de um rol de procedimentos e serviços médicos, acompanhados de seus respectivos valores. O substitutivo determina que o rol, editado e revisado anualmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), será baseado na Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). O texto também cria uma câmara técnica de caráter consultivo no âmbito da ANS, para auxiliar na nov/dez 2004 Jornal De olho no Congresso edição e revisão anual do rol. A Câmara será composta de representantes da Unidas, Unimed, Fenaseg, Abramge, CNS, CFM, Fenam, AMB, OAB, de quatro representantes do Governo federal e mais quatro de entidades de defesa do consumidor. A Unidas participou de reuniões com o relator para auxiliá-lo na construção do texto substitutivo.

7 Pesquisa Unidas As 718 empresas de autogestão de todo o Brasil foram convidadas a participar da Pesquisa Unidas 2003/2004, que está sendo realizada pela Internet, no site Entre os objetivos da pesquisa, estão: identificar as principais lógicas gerenciais presentes no setor; conhecer a composição dos produtos ofertados, as adequações, os limites de cobertura e a presença de inovações; conhecer o perfil dos beneficiários, relacionando aspectos demográficos, epidemiológicos e de utilização de serviços; e identificar os principais custos do setor. Com esses dados, a Unidas poderá oferecer às organizações participantes da pesquisa indicadores que apontem seu desempenho em itens específicos, em comparação ao universo pesquisado. Sabemos o quanto a realização de pesquisas pode gerar conhecimento, visando ao estabelecimento de estratégias e de ações mais operacionais, disse o presidente da Unidas, José Antônio Diniz. As respostas deverão ser enviadas até o dia 14 de janeiro e os resultados serão divulgados em uma publicação especial. A pesquisa é feita em parceria com o Centro Paulista de Economia da Saúde (CPES). As dúvidas podem ser solucionadas pelo ou pelo telefone (11) Tanto o projeto original como o substitutivo serão agora analisados simultaneamente por duas comissões: a de Desenvolvimento Econômico, onde o relator será o deputado Francisco Gonçalves (PTB-MG); e a de Constituição e Justiça, onde o relator será o deputado Ney Lopes (PFL-RN). OUTROS PROJETOS EM TRAMITAÇÃO Outros dois projetos que dizem respeito aos planos de saúde avançaram sua tramitação na Câmara no mês de dezembro. A Comissão de Desenvolvimento Econômico aprovou o Projeto de Lei 3058/04, do deputado Mário Heringer (PDT-MG), que obriga as operadoras de planos de assistência à saúde a emitirem relatório para reembolso ou pagamento aos profissionais das áreas médica, odontológica e aos hospitais ou centros de saúde. De acordo com a proposta, o relatório, que deverá ser encaminhado à ANS, terá de conter o valor cobrado pelo prestador de serviços de saúde, o valor reconhecido pela operadora, o resultado da diferença entre o valor cobrado e o reconhecido e a justificativa no caso de ocorrer diferença. Já a Comissão de Defesa do Consumidor rejeitou o Projeto de Lei 2474/03, do deputado Joaquim Francisco (PTB-PE), que garante ao usuário de planos ou seguros de saúde o direito de continuar a usufruir dos benefícios, pelo mesmo prazo da carência inicial, após o cancelamento do contrato. O período seria contado a partir da última mensalidade paga pelo usuário. O relator na comissão, deputado Júlio Lopes (PP- RJ), lembrou que a carência faz parte da sistemática dos planos e de sua estrutura e composição de custos. Se for modificado um item tão básico como este, alguém terá de pagar a conta, e serão justamente os usuários dos planos de saúde, ou seja, uns param de pagar e outros pagam mais, alertou. Os dois projetos serão analisados agora pela Comissão de Seguridade Social e Família. Jornal nov/dez

8 Perspectivas para a Saúde Suplementar em 2005 *Adriano Londres 2005 pode ou não ser um ano de transição. A resposta está na maturidade dos atores vinculados ao setor de saúde. É extremamente desafiadora a tarefa de refletir sobre as perspectivas para a saúde suplementar no ano de Optamos por uma abordagem a partir de quatro importantes vertentes que impactam diretamente o segmento: economia, regulação, gestão e atitude. Embora seja difícil projetar quando e em que dimensão o segmento suplementar colherá seus benefícios, o crescimento da economia, projetado pelo Ipea em 5,2% no ano de 2004 e em 3,8% em 2005, é sempre motivo de esperanças. No campo da regulação, recentes iniciativas e afirmações da ANS devem ser destacadas positivamente, na medida em que parecem sinalizar o início de uma importante mudança no processo regulatório. Ações voltadas para a padronização de informações, a qualificação da assistência ao paciente, a prevenção de doenças e promoção de saúde começam a ser semeadas e devem ser estimuladas, já que deverão se refletir, no futuro, em um sistema mais eficiente e potencialmente sustentável. De outro lado, o processo de regulação ainda causa grandes preocupações em razão do histórico desrespeito à lógica econômica de operação de seus atores. A política de reajuste a ser definida para o próximo ano caracteriza-se como importante ação regulatória voltada para a busca do equilíbrio dos atores no curto prazo, uma vez que o freio ideológico ainda impede que se discuta o indispensável estímulo ao crescimento desse segmento. Ainda no campo da regulação, a aprovação de mudanças na Lei 9656/98, excessivamente intervencionista, deverá ser prioridade da ANS e de todos os demais atores do sistema. Acreditamos que ainda há muito a ser feito no campo da gestão. Internamente e mutuamente, prestadores e operadoras devem dar continuidade ao processo de busca de eficiência, acentuando a quebra de paradigmas dos atuais modelos de relacionamento comercial, de forma que a resultante se reflita em geração de valor para todos. Sem desmerecer as vertentes aqui já abordadas, acreditamos que a mais importante e decisiva resida nas atitudes. Posturas corporativistas, condutas unilaterais, visões míopes, discursos ideológicos e preconceitos têm se traduzido em preocupante inércia. A maturidade de todos ou ausência da mesma será o que verdadeiramente ditará a velocidade das necessárias mudanças. Tudo indica que 2005 será um ano de transição. Mas também poderá ser o que quisermos que seja. * Adriano Londres é presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do município do Rio de Janeiro e vice-presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados. 8 JORNAL UNIDAS Publicação da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2.608, Bloco B, 2º andar, Jardim Paulista - SP - Cep: Tels: (11) / Fax: (11) nov/dez 2004 Jornal DIRETORIA NACIONAL PRESIDENTE: José Antônio Diniz de Oliveira VICE-PRESIDENTE: Iolanda Ramos DIRETOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO: Hugo Avelino dos Anjos Lima DIRETORA DE COMUNICAÇÃO: Maria Beatriz Coacci Silva DIRETORA DE INTEGRAÇÃO: Marília Ehl Barbosa DIRETOR TÉCNICO: Aníbal de Oliveira Valença DIRETORA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO: Ana Maria Assunção Carneiro Edição e Editoração: Optare Comunicação - Editora e jornalista resp.: Patricia Roedel - Jornalista: Fernanda Pimentel - Revisão: Júlia Luz - Periodicidade: Bimestral - Tiragem: 4mil exemplares - Capa: Keystone - Impressão: Charbel - Fotolito: Colorpress

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