CONGRESSO. Jornal nov/dez

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONGRESSO. Jornal nov/dez 2004 1"

Transcrição

1 CIEFAS-UNIDAS U CONGRESSO Unidas reúne mais de 550 gestores e profissionais da área no 5º Congresso de Gestão e Assistência à Saúde. O evento, que já se tornou uma referência no setor, debateu temas polêmicos, como parâmetros para a introdução de novas tecnologias no mercado, o aperfeiçoamento da CBHPM e a qualidade do ensino médico do País. Gestão e Assistência à Saúde Perspectivas para 2005 O diretor blabalbla do blabalablabalba, Adriano Londres, faz uma reflexão sobre as perspectivas para o setor de saúde suplementar no próximo ano a partir de quatro aspectos: economia, regulação, gestão e atitude. Jornal nov/dez

2 GESTÃO Congresso debate dilemas da assistência à saúde 2 A Unidas reuniu em São Paulo, nos dias 22 e 23 de novembro, mais de 550 gestores e profissionais da área no 5º Congresso de Gestão de Assistência à Saúde. O evento foi aberto pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Fausto Pereira dos Santos, que destacou a importância do Congresso para o aprimoramento do setor. Durante palestra sobre o papel da saúde suplementar na política nacional de saúde, Fausto lamentou os conflitos profissionais existentes no meio. Existem mais advogados que profissionais da área de saúde. Tudo é resolvido na Justiça, afirmou. Ele lembrou ainda que a ANS tem esclarecido a Lei 9656/98 aos juízes e ao Ministério Público. nov/dez 2004 Jornal NOVAS TECNOLOGIAS A introdução no mercado de novas tecnologias em saúde foi um dos temas mais importantes do evento porque é o principal aspecto que pressiona atualmente os custos assistenciais. O diretor-presidente da ANS informou que a Agência, sozinha, não vai normatizar a questão. Tem de ser uma política de governo, envolvendo o Ministério da Saúde e o da Ciência e Tecnologia, declarou. Fausto acredita que a indústria só participará do debate de forma franca se for estabelecida alguma regulação que aborde como o Governo vai trabalhar a incorporação das novas tecnologias, levando em conta o custo e a efetividade. O presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia, Aldemir Humberto Soares, defendeu critérios para que haja a incorporação de novas tecnologias no

3 FAUSTO salientou que a ANS não vai normatizar a introdução de novas tecnologias no mercado. mercado de saúde, como a análise do conselho científico; registro nos órgãos competentes; avaliação do meio acadêmico; e a solicitação à AMB da inclusão das novas técnicas na CBHPM. O gerente de Produtos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Alexandre Lemgruber, lamentou que o Brasil não possua uma estrutura governamental que avalie as novas tecnologias em saúde com a abrangência necessária, antes de sua entrada no mercado. Como exemplo de países que contam com esse respaldo, ele citou o Canadá, a Inglaterra e a França. É preciso avaliar assim como fazem os europeus se as novas tecnologias representam ganhos para o tratamento e qual será o ônus da economia do País para abarcar as novas tecnologias, alertou. A gerente técnico-assistencial de Produtos da ANS, Alzira de Oliveira Jorge, concorda com a necessidade de um órgão específico para essa análise. No Brasil, a avaliação das tecnologias que estão sendo introduzidas é precária. São Paulo tem mais aparelhos de tomógrafo que o Canadá, disse. Ela comentou ainda que no Reino Unido, Canadá e Espanha só se aceitam novas tecnologias com um estudo prévio. Em vários países existe uma Agência Nacional de Tecnologia em Saúde. Alexandre Lemgruber criticou ainda a pressão exercida pelas indústrias, ONGs, pacientes e pelo ALEXANDRE: pesquisa francesa mostra que apenas 11% dos equipamentos e remédios apresentados como novidades realmente o são. próprio Poder Judiciário para que determinado produto seja incorporado na rotina do mercado de saúde. Ele lembrou que muitas das inovações divulgadas pela mídia geram expectativa no paciente. O Judiciário obriga a operadora a conceder um tratamento, mesmo sem comprovações científicas, alertou. O gerente da Anvisa comentou que um estudo feito de 1981 a 2003 na França concluiu que apenas 11% dos equipamentos e remédios apresentados como novidades realmente representavam avanços tecnológicos. Ele ressaltou que França, Espanha e Portugal criaram em 1990 uma legislação para frear os preços dos novos medicamentos. Não se impede o registro do medicamento, entretanto, ele não pode ser vendido com valor mais alto do que o remédio já existente, explicou. Já o diretor-presidente da Clínica São Vicente do Rio Janeiro, Luiz Roberto Londres, em sua palestra sobre assistência médica no Brasil, ressaltou que uma anamnese bem feita fornece o diagnóstico correto em 90% dos casos, sem necessidade de novas tecnologias. Um aparelho corta o paciente no espaço, não existe integralidade, o paciente é reduzido a sua biologia, reclamou Londres. Ele defende a humanização na Medicina para que se possa chegar à causa real da doença. Medicina é diálogo, o médico não pode se robotizar. Não atendo filas, atendo pessoas, alertou. O secretário municipal de Saúde de São Paulo, Gonzalo Vecina Netto, que fez a palestra de encerramento do Congresso, também alertou sobre a robotização dos tratamentos estratégia que reduz os investimentos do País com saúde. O investimento com saúde no Brasil é baixo, se comparado ao de outros países. Nosso modelo de atenção é centrado na oferta de serviços, extremamente medicalizado. Temos de desmedicalizá-lo, temos de atacar a prédoença, defendeu. Gonzalo acredita que, para melhorar a saúde no País, o Governo deve buscar parcerias com outros setores, como a cultura e o esporte. DESOSPITALIZAÇÃO Durante o painel Tendências do Mercado Hospitalar no Brasil, a diretora do Centro de Estudos de Gestão em Saúde da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Eaesp), Ana Maria Jornal nov/dez

4 Malik, defendeu o processo de desospitalização do paciente, que inclui a assistência domiciliar, a prevenção de doenças e os programas de saúde da família. Malik aposta em um sistema integrado, no qual os gestores de saúde precisariam entender de finanças e de processos; os técnicos teriam de entender de gestão; os serviços teriam menor abrangência, concentrando-se em áreas de especialidade; e os clientes avaliariam serviços de forma comparativa, utilizando indicadores selecionados, como período de espera pelo atendimento, padronização por complexidade, risco para o paciente e resultados obtidos. Já o presidente da Confederação Nacional de Saúde, José Carlos Abraão, defendeu a padronização dos contratos. Temos de sentar desarmados e conversar sobre a contratualização. É preciso padronizar os contratos e os processos. Não dá para trabalhar com 40 operadoras e 40 formulários diferentes, alertou. CBHPM No debate sobre a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) e a remuneração do trabalho médico, o diretor técnico da Unidas, Aníbal de Oliveira Valença, criticou a ausência dos representantes das quatro modalidades de saúde suplementar na elaboração da CBHPM. A Classificação, que foi lançada em julho de 2003, é o resultado de um ANA MARIA defendeu o processo de desospitalização do paciente, com mais assistência domiciliar e programas preventivos. GONZALO alertou sobre a robotização dos tratamentos, que reduz os investimentos do País com saúde. trabalho desenvolvido ao longo de três anos pela Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e sociedades de especialidade, com assessoria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe). Aníbal criticou ainda a supervalorização da Unidade de Custo Operacional (UCO), que prioriza equipamento em detrimento do trabalho médico. O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Eleuses Vieira de Paiva, disse que esse trabalho foi feito por uma consultoria e coube a ela a definição dos parâmetros. Sobre a retaliação dos profissionais que se recusam a atender os pacientes até que seja adotada a nova Classificação, Paiva afirmou que o diálogo é o melhor caminho para as negociações, já que a AMB não tem como impor o atendimento. O presidente da Associação Brasileira de 4 nov/dez 2004 Jornal FEIRA DE PRODUTOS Os participantes do Congresso também puderam conhecer os lançamentos mais recentes de produtos para o mercado de saúde na 4ª Feira de Produtos e Serviços para Planos de Saúde. Expuseram seus novos produtos as empresas Benner Saúde; Johnson & Johnson; Unisys do Brasil; CRC Consultoria; ATT/PS Informática; Bandeirante Emergências Médicas; Norti Tecnologia; Mestra Informática; e Good Med.

5 Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida, disse que suas operadoras aceitam os princípios da hierarquização de procedimentos propostos pela CBHPM, mas defendem a livre negociação de preços. Arlindo também manifestou o interesse da Abramge em participar das seis câmaras técnicas que estão discutindo propostas à Classificação. As câmaras dividem-se em CBHPM; Contratualização; Diretrizes clínicas; Medicamentos e descartáveis; Novas tecnologias; e Órteses, próteses e materiais especiais. ENSINO MÉDICO No debate que tratou da formação do médico, o diretor científico da Associação Médica Brasileira (AMB), Fábio Biscegli Jatene, disse que a AMB é frontalmente contra a abertura de novas faculdades de Medicina no País. Nenhuma das escolas que estão sendo abertas atendem aos requisitos mínimos. Daqui a quatro anos, quando 3 mil médicos sem preparação estiverem atuando, é que o mercado sentirá o impacto, alertou Jatene. A Associação propõe uma revalidação dos médicos a cada quatro ou cinco anos para que se possa avaliar seu grau de atualização e reciclagem profissional. Outra sugestão da AMB é o exame de ordem semelhante ao da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) como condição para que o profissional possa ingressar no mercado. O diretor-presidente da Clínica São Vicente, Luiz Roberto Londres, também criticou a formação médica e reforçou a importância de o profissional ter consciência do ônus ao pedir exames dispensáveis só para se documentar. Há médicos demais, com falhas na formação, e eles não chegam aos bolsões de pobreza. O médico tem de ser mais ético e menos pecuniário, mais cidadão e menos político, sentenciou. O presidente da Sociedade Brasileira de FÁBIO afirmou que a AMB é frontalmente contra a abertura de novas faculdades de Medicina no País. Informática em Saúde (SBIS), Lincoln de Assis Moura Junior, durante o painel sobre informações em saúde e indicadores de resultados, ressaltou a importância dos sistemas de informação para facilitar o acesso dos profissionais às informações mais atualizadas evitando, assim, alguns erros de conduta. Lincoln ressaltou que, atualmente, as informações médicas são pouco estruturadas e o vocabulário médico não é padronizado. Existem 100 mil itens no vocabulário médico do dia-a-dia, contabilizou. O sistema de informação facilita a padronização de procedimentos, uma vez que reúne conceitos, técnicas, tecnologias, conteúdos, padrões e práticas Para ANÍBAL, a Unidade de Custo Operacional está supervalorizada na CBHPM, priorizando equipamento em detrimento do trabalho médico. Jornal nov/dez

6 ANS lança programa de qualificação A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou, no último dia 2, o programa de Qualificação do Setor de Saúde Suplementar. O programa envolve a elaboração do Índice de Desempenho das operadoras, a partir da avaliação de 55 indicadores que serão avaliados em três fases, no período que vai de fevereiro de 2005 a outubro de Os indicadores estão agrupados em quatro itens: atenção à saúde (que envolve assistência e prevenção); econômicofinanceiro; estrutura e operação; e satisfação dos beneficiários. As operadoras terão de cumprir metas a serem fixadas pela ANS para cada um dos itens. Os parâmetros serão índices internacionais de reconhecida validade técnica, índices nacionais com históricos comprovados (especialmente os do SUS) e índices estabelecidos em atos normativos e definições técnicas da Agência. Essa ação vai beneficiar o consumidor, que poderá tomar uma decisão mais segura na hora de comprar ou até mesmo mudar de plano de saúde. E, ao mesmo tempo, vai estimular a concorrência entre as empresas do setor de saúde suplementar, avalia o ministro da Saúde, Humberto Costa. Hoje, estão registradas na ANS operadoras, que atendem a 38,5 milhões de beneficiários de seus planos. 6 A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, no dia 14 de dezembro, o substitutivo do relator, deputado Rafael Guerra (PSDB- MG), ao Projeto de Lei 3466/04, do deputado Inocêncio Oliveira (PFL-PE), que institui uma lista referencial de honorários médicos em âmbito nacional. O relator optou por estabelecer, no substitutivo, critérios para a edição de um rol de procedimentos e serviços médicos, acompanhados de seus respectivos valores. O substitutivo determina que o rol, editado e revisado anualmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), será baseado na Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). O texto também cria uma câmara técnica de caráter consultivo no âmbito da ANS, para auxiliar na nov/dez 2004 Jornal De olho no Congresso edição e revisão anual do rol. A Câmara será composta de representantes da Unidas, Unimed, Fenaseg, Abramge, CNS, CFM, Fenam, AMB, OAB, de quatro representantes do Governo federal e mais quatro de entidades de defesa do consumidor. A Unidas participou de reuniões com o relator para auxiliá-lo na construção do texto substitutivo.

7 Pesquisa Unidas As 718 empresas de autogestão de todo o Brasil foram convidadas a participar da Pesquisa Unidas 2003/2004, que está sendo realizada pela Internet, no site Entre os objetivos da pesquisa, estão: identificar as principais lógicas gerenciais presentes no setor; conhecer a composição dos produtos ofertados, as adequações, os limites de cobertura e a presença de inovações; conhecer o perfil dos beneficiários, relacionando aspectos demográficos, epidemiológicos e de utilização de serviços; e identificar os principais custos do setor. Com esses dados, a Unidas poderá oferecer às organizações participantes da pesquisa indicadores que apontem seu desempenho em itens específicos, em comparação ao universo pesquisado. Sabemos o quanto a realização de pesquisas pode gerar conhecimento, visando ao estabelecimento de estratégias e de ações mais operacionais, disse o presidente da Unidas, José Antônio Diniz. As respostas deverão ser enviadas até o dia 14 de janeiro e os resultados serão divulgados em uma publicação especial. A pesquisa é feita em parceria com o Centro Paulista de Economia da Saúde (CPES). As dúvidas podem ser solucionadas pelo ou pelo telefone (11) Tanto o projeto original como o substitutivo serão agora analisados simultaneamente por duas comissões: a de Desenvolvimento Econômico, onde o relator será o deputado Francisco Gonçalves (PTB-MG); e a de Constituição e Justiça, onde o relator será o deputado Ney Lopes (PFL-RN). OUTROS PROJETOS EM TRAMITAÇÃO Outros dois projetos que dizem respeito aos planos de saúde avançaram sua tramitação na Câmara no mês de dezembro. A Comissão de Desenvolvimento Econômico aprovou o Projeto de Lei 3058/04, do deputado Mário Heringer (PDT-MG), que obriga as operadoras de planos de assistência à saúde a emitirem relatório para reembolso ou pagamento aos profissionais das áreas médica, odontológica e aos hospitais ou centros de saúde. De acordo com a proposta, o relatório, que deverá ser encaminhado à ANS, terá de conter o valor cobrado pelo prestador de serviços de saúde, o valor reconhecido pela operadora, o resultado da diferença entre o valor cobrado e o reconhecido e a justificativa no caso de ocorrer diferença. Já a Comissão de Defesa do Consumidor rejeitou o Projeto de Lei 2474/03, do deputado Joaquim Francisco (PTB-PE), que garante ao usuário de planos ou seguros de saúde o direito de continuar a usufruir dos benefícios, pelo mesmo prazo da carência inicial, após o cancelamento do contrato. O período seria contado a partir da última mensalidade paga pelo usuário. O relator na comissão, deputado Júlio Lopes (PP- RJ), lembrou que a carência faz parte da sistemática dos planos e de sua estrutura e composição de custos. Se for modificado um item tão básico como este, alguém terá de pagar a conta, e serão justamente os usuários dos planos de saúde, ou seja, uns param de pagar e outros pagam mais, alertou. Os dois projetos serão analisados agora pela Comissão de Seguridade Social e Família. Jornal nov/dez

8 Perspectivas para a Saúde Suplementar em 2005 *Adriano Londres 2005 pode ou não ser um ano de transição. A resposta está na maturidade dos atores vinculados ao setor de saúde. É extremamente desafiadora a tarefa de refletir sobre as perspectivas para a saúde suplementar no ano de Optamos por uma abordagem a partir de quatro importantes vertentes que impactam diretamente o segmento: economia, regulação, gestão e atitude. Embora seja difícil projetar quando e em que dimensão o segmento suplementar colherá seus benefícios, o crescimento da economia, projetado pelo Ipea em 5,2% no ano de 2004 e em 3,8% em 2005, é sempre motivo de esperanças. No campo da regulação, recentes iniciativas e afirmações da ANS devem ser destacadas positivamente, na medida em que parecem sinalizar o início de uma importante mudança no processo regulatório. Ações voltadas para a padronização de informações, a qualificação da assistência ao paciente, a prevenção de doenças e promoção de saúde começam a ser semeadas e devem ser estimuladas, já que deverão se refletir, no futuro, em um sistema mais eficiente e potencialmente sustentável. De outro lado, o processo de regulação ainda causa grandes preocupações em razão do histórico desrespeito à lógica econômica de operação de seus atores. A política de reajuste a ser definida para o próximo ano caracteriza-se como importante ação regulatória voltada para a busca do equilíbrio dos atores no curto prazo, uma vez que o freio ideológico ainda impede que se discuta o indispensável estímulo ao crescimento desse segmento. Ainda no campo da regulação, a aprovação de mudanças na Lei 9656/98, excessivamente intervencionista, deverá ser prioridade da ANS e de todos os demais atores do sistema. Acreditamos que ainda há muito a ser feito no campo da gestão. Internamente e mutuamente, prestadores e operadoras devem dar continuidade ao processo de busca de eficiência, acentuando a quebra de paradigmas dos atuais modelos de relacionamento comercial, de forma que a resultante se reflita em geração de valor para todos. Sem desmerecer as vertentes aqui já abordadas, acreditamos que a mais importante e decisiva resida nas atitudes. Posturas corporativistas, condutas unilaterais, visões míopes, discursos ideológicos e preconceitos têm se traduzido em preocupante inércia. A maturidade de todos ou ausência da mesma será o que verdadeiramente ditará a velocidade das necessárias mudanças. Tudo indica que 2005 será um ano de transição. Mas também poderá ser o que quisermos que seja. * Adriano Londres é presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do município do Rio de Janeiro e vice-presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados. 8 JORNAL UNIDAS Publicação da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2.608, Bloco B, 2º andar, Jardim Paulista - SP - Cep: Tels: (11) / Fax: (11) nov/dez 2004 Jornal DIRETORIA NACIONAL PRESIDENTE: José Antônio Diniz de Oliveira VICE-PRESIDENTE: Iolanda Ramos DIRETOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO: Hugo Avelino dos Anjos Lima DIRETORA DE COMUNICAÇÃO: Maria Beatriz Coacci Silva DIRETORA DE INTEGRAÇÃO: Marília Ehl Barbosa DIRETOR TÉCNICO: Aníbal de Oliveira Valença DIRETORA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO: Ana Maria Assunção Carneiro Edição e Editoração: Optare Comunicação - Editora e jornalista resp.: Patricia Roedel - Jornalista: Fernanda Pimentel - Revisão: Júlia Luz - Periodicidade: Bimestral - Tiragem: 4mil exemplares - Capa: Keystone - Impressão: Charbel - Fotolito: Colorpress

O COMPUTADOR A NOSSO FAVOR

O COMPUTADOR A NOSSO FAVOR Telemedicina, ensino a distância, buscas na Internet. A informática trouxe diversas ferramentas para facilitar o acesso a informações de ponta e o compartilhamento de decisões entre diferentes equipes

Leia mais

III FÓRUM JURÍDICO. Unidas promove seu 3º Fórum Jurídico e estabelece a tradição de discutir com os atores apropriados,

III FÓRUM JURÍDICO. Unidas promove seu 3º Fórum Jurídico e estabelece a tradição de discutir com os atores apropriados, U CIEFAS-UNIDAS III FÓRUM JURÍDICO Unidas promove seu 3º Fórum Jurídico e estabelece a tradição de discutir com os atores apropriados, de forma aprofundada, o arcabouço legal no cotidiano da gestão da

Leia mais

Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos

Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos Câmara dos Deputados (PL 3466/2004) PL 3466/2004 Deputado Inocêncio de Oliveira (PR/PE) Autor do projeto Banco de images / Câmara FOTO: BANCO

Leia mais

PREVENÇÃO. É a forma de promover saúde e cortar gastos PRESIDENTE DA ANS

PREVENÇÃO. É a forma de promover saúde e cortar gastos PRESIDENTE DA ANS U CIEFAS-UNIDAS PREVENÇÃO Planos de assistência à saúde já descobriram que vale a pena gastar um pouco mais com ações antes impensadas de prevenção de doenças para evitar gastos maiores no futuro com tratamentos.

Leia mais

UNIDAS. Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014

UNIDAS. Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014 UNIDAS Angélica Villa Nova de Avellar Du Rocher Carvalho Gerente-Geral de Análise Técnica da Presidência Brasília, 28 de abril de 2014 Saúde no Brasil Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado,

Leia mais

Federação Nacional de Saúde Suplementar SENADO FEDERAL COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS

Federação Nacional de Saúde Suplementar SENADO FEDERAL COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS Federação Nacional de Saúde Suplementar SENADO FEDERAL COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS Ciclo de Debates SUS O Cenário do Fornecimento de Órteses e Próteses Uma visão das Operadoras de Planos Privados 07 de

Leia mais

Curso de Especialização TeleVirtual em Gestão de Planos de Saúde

Curso de Especialização TeleVirtual em Gestão de Planos de Saúde Disciplina: Aspectos Legais na 05/02 1/10 12/02 2/10 19/02 3/10 26/02 4/10 28/02 5/10 6/10 Noções de Direito Civil, Trabalhista e Tributário Noções Gerais de Pessoa Jurídica. Noções Gerais de Direito do

Leia mais

Cobertura assistencial. Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME

Cobertura assistencial. Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME Cobertura assistencial Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME Agência Nacional de Saúde Suplementar Marcos Regulatórios Lei 9656, de 03/06/1998 Dispõe sobre a regulamentação dos planos e seguros

Leia mais

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil CPI da OPME 6.Abr. 2015 Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil SISTEMA UNIMED 351 Cooperativas contribuindo com a interiorização dos médicos da medicina de qualidade no Brasil. SISTEMA

Leia mais

Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar Revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2015-2016. Janeiro de 2015

Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar Revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2015-2016. Janeiro de 2015 Incorporação de Tecnologias na Saúde Suplementar Revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2015-2016 Janeiro de 2015 1 Agência Nacional de Saúde Suplementar É a agência reguladora do Governo Federal,

Leia mais

03 DE DEZEMBRO/2014 - SP

03 DE DEZEMBRO/2014 - SP QUESTÕES JURÍDICAS E LEGAIS EM SAÚDE 03 DE DEZEMBRO/2014 - SP Realização: Quarta-feira, dia 03 de Dezembro de 2014 08h30 Recepção dos Participantes 08h50 - Abertura da Conferência pelo Presidente de Mesa

Leia mais

O PROCESSO REGULATÓRIO DO MERCADO DE PLANOS DE SAÚDE NO PERÍODO PÓS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR

O PROCESSO REGULATÓRIO DO MERCADO DE PLANOS DE SAÚDE NO PERÍODO PÓS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR O PROCESSO REGULATÓRIO DO MERCADO DE PLANOS DE SAÚDE NO PERÍODO PÓS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Debora Maltez Farias Costa - ANS Garibaldi Dantas Gurgel Júnior - FIOCRUZ Idê Gomes Dantas Gurgel

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO. Painel Tecnológico 09 de maio de 2014

Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO. Painel Tecnológico 09 de maio de 2014 Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO Painel Tecnológico 09 de maio de 2014 Registro Eletrônico de Saúde 9º SINPLO SP 09/05/2014. 1 Marizélia Leão Moreira Graduada em Ciências Sociais

Leia mais

REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E A GARANTIA DA QUALIDADE DA ATENÇÃO À SAÚDE

REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E A GARANTIA DA QUALIDADE DA ATENÇÃO À SAÚDE ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO - EAESP FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E

Leia mais

REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013. Regulação e Qualidade no Setor de Saúde Suplementar - 18/06/2013.

REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013. Regulação e Qualidade no Setor de Saúde Suplementar - 18/06/2013. REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013 1 Informação para a Regulação da Qualidade da Saúde Suplementar Marizélia Leão Moreira Graduada em Ciências Sociais pela UNESP, Doutorado

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Avaliação dos planos de saúde no estado de São Paulo

Avaliação dos planos de saúde no estado de São Paulo Artigo original Avaliação dos pl de saúde no estado de São Paulo Jorge Carlos Machado-Curi I, Tomás Patricio Smith-Howard II, Jarbas Simas III, Marcos Eurípedes Pimenta IV, Paulo Manuel Pêgo-Fernandes

Leia mais

O que é Saúde Complementar

O que é Saúde Complementar O que é Saúde Complementar A Lei 9.656/1998 define Operadora de Plano de Assistência à Saúde como sendo a pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou comercial, cooperativa, ou entidade

Leia mais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Carlos Figueiredo Diretor Executivo Agenda Anahp Brasil: contexto geral e econômico Brasil: contexto

Leia mais

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010 Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias

Leia mais

A redução do parto cesáreo: o papel do SUS e da saúde suplementar. Agência Nacional de Saúde Suplementar

A redução do parto cesáreo: o papel do SUS e da saúde suplementar. Agência Nacional de Saúde Suplementar A redução do parto cesáreo: o papel do SUS e da saúde suplementar Agência Nacional de Saúde Suplementar Jacqueline Alves Torres CONASEMS Belém, 2008 O Setor Suplementar de Saúde Antes da Regulamentação:

Leia mais

Ofício nº 0110-08/DIR-CFP Brasília, 9 de junho de 2008. Assunto: Encaminhamentos da APAF acerca do tema Saúde Suplementar

Ofício nº 0110-08/DIR-CFP Brasília, 9 de junho de 2008. Assunto: Encaminhamentos da APAF acerca do tema Saúde Suplementar Ofício nº 0110-08/DIR-CFP Brasília, 9 de junho de 2008. Aos Senhores PRESIDENTES Conselho Regional de Psicologia Assunto: Encaminhamentos da APAF acerca do tema Saúde Suplementar Senhor Presidente, 1.

Leia mais

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Belo Horizonte - MG, setembro de 2013. Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Patricia Fernanda Toledo Barbosa

Leia mais

PL da Câmara nº 39/2007 Rol de Procedimentos. AUDIÊNCIA PÚBLICA Comissão de Assuntos Econômicos Senado Federal 4/11/2009

PL da Câmara nº 39/2007 Rol de Procedimentos. AUDIÊNCIA PÚBLICA Comissão de Assuntos Econômicos Senado Federal 4/11/2009 PL da Câmara nº 39/2007 Rol de Procedimentos AUDIÊNCIA PÚBLICA Comissão de Assuntos Econômicos Senado Federal 4/11/2009 Qual é a motivação do Projeto? Desavenças entre OPS e prestadores de serviços em

Leia mais

Gestão de Planos de Saúde Cronograma das aulas telepresenciais e das avaliações presenciais

Gestão de Planos de Saúde Cronograma das aulas telepresenciais e das avaliações presenciais Disciplina: Atenção à Saúde 04/08 11/08 5/8 6/8 7/8 8/8 Promoção da Saúde e Prevenção da Doença Programas de Promoção de Saúde e Prevenção de Doenças no mercado privado suplementar. Fases e modelos de

Leia mais

As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos. Erimar Carlos Brehme de Abreu

As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos. Erimar Carlos Brehme de Abreu As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos Assistência Farmacêutica, Qualificação de Prestadores, Ouvidoria, CNS e Pagamento por Pacotes Erimar Carlos Brehme de Abreu Águas de Lindóia 13/09/2012

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art.1º - A SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE - SUSAM integra a Administração Direta do Poder Executivo, na forma da Lei nº 2783, de 31 de janeiro de 2003, como órgão responsável,

Leia mais

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS OBJETIVO DA SOLUÇÃO GERCLIM WEB A solução GERCLIM WEB tem por objetivo tornar as rotinas administrativas e profissionais de sua clínica,

Leia mais

(PROCURADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL) Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal,

(PROCURADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL) Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, A SRA. JANAÍNA BARBIER GONÇALVES (PROCURADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL) Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Gilmar Mendes, na pessoa de quem cumprimento as demais autoridades

Leia mais

02 a 05 de junho de 2009. Eventos Oficiais:

02 a 05 de junho de 2009. Eventos Oficiais: 02 a 05 de junho de 2009 Expo Center Norte - SP Eventos Oficiais: 1 A Saúde Rompendo Paradigmas para o Crescimento Sustentável Saúde Suplementar : Modelo,Regulação e Intervenção Estatal Alceu Alves da

Leia mais

Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011

Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011 Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviços RN nº 267/2011 Instrução Normativa sobre a divulgação da qualificação Primeira reunião do GT de Divulgação 07/02/2012 Quem divulgar? Todos

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

Planos de saúde oferecem vantagens a clientes que fazem prevenção

Planos de saúde oferecem vantagens a clientes que fazem prevenção BRASIL, 07 de Setembro de 2008 ECONOMIA Planos de saúde oferecem vantagens a clientes que fazem prevenção Luciana Rezende Repórter O ditado «é melhor prevenir que remediar» nunca esteve tão na moda, especialmente

Leia mais

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos Gestão Foto: dreamstime.com Longo caminho Medida da ANS inicia discussão sobre a oferta de medicamentos ambulatoriais para doentes crônicos pelas operadoras de saúde Por Danylo Martins Acontece no mundo

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR A ANS, AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR, está estabelecendo novos parâmetros

Leia mais

Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS

Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS Colegas pediatras, A Sociedade Brasileira de Pediatria, com o apoio da Sociedade Mineira de Pediatria, convoca a todos - filiadas e pediatras que se mobilizem

Leia mais

Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS

Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS Novos Procedimentos de Vigilância Sanitária na Tabela do SUS N o 152 Abril/2015 2015 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para

Leia mais

PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS. Agosto/2014

PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS. Agosto/2014 PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS Agosto/2014 PADRÃO DE TROCA DE INFORMAÇÕES NA SAÚDE SUPLEMENTAR Padrão TISS Histórico e Consulta Pública nº 43 Padrão TISS - Versão 3.0 3 Histórico RN 305 09/10/2012 - Termo

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS

PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS PLANOS DE SAÚDE: CONHEÇA SEUS DIREITOS CONTRA ABUSOS E ARMADILHAS Direito de todos e dever do Estado! Como determina a Constituição Federal

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO AMIL

MANUAL DE UTILIZAÇÃO AMIL MANUAL DE UTILIZAÇÃO AMIL Preocupada com a qualidade do benefício mais nobre que uma empresa pode oferecer aos seus funcionários, a CULTURA INGLESA renovou com a AMIL a parceria que dura mais de 17 anos.

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

Pesquisa de Remuneração. Pesquisa de Remuneração Edição 2012

Pesquisa de Remuneração. Pesquisa de Remuneração Edição 2012 Pesquisa de Remuneração Edição 2012 Consultoria - Gestão de Capital Humano Pesquisa de Remuneração A Deloitte conta com importantes métodos e parâmetros para ajudá-lo a definir mais adequadamente as estratégias

Leia mais

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Mercado de Saúde Suplementar Tabela 13 - Operadoras em atividade por porte, segundo modalidade (Brasil março/2012) Modalidade da operadora Total Sem beneficiários

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO X ENEM (maio de 2003)

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO X ENEM (maio de 2003) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO X ENEM (maio de 2003) CBHPM ESCOLAS MÉDICAS ATO MÉDICO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA (PSF) PLANO DE CARREIRA, CARGOS E SALÁRIOS (PCCS) CBHPM HISTÓRICO CBHPM HISTÓRICO Planejamento

Leia mais

49,3 milhões de brasileiros são atendidos por convênios de assistência à saúde do sistema suplementar. Mais de 19 milhões no sistema Unimed.

49,3 milhões de brasileiros são atendidos por convênios de assistência à saúde do sistema suplementar. Mais de 19 milhões no sistema Unimed. No Brasil, os planos de saúde privados são responsáveis por mais de 25% da cobertura assistencial da população. 49,3 milhões de brasileiros são atendidos por convênios de assistência à saúde do sistema

Leia mais

PADRÃO TISS Versão 3.00.00 Troca de Informações na Saúde Suplementar

PADRÃO TISS Versão 3.00.00 Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS Versão 3.00.00 Troca de Informações na Saúde Suplementar Diretoria de Desenvolvimento Setorial - DIDES Gerência-Geral de Integração Setorial - GGISE Gerência de Padronização e Interoperabilidade

Leia mais

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde. Experiência Bradesco Saúde

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde. Experiência Bradesco Saúde Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde Experiência Bradesco Saúde Pontos O Mercado de Saúde Suplementar O Contexto da Bradesco Saúde A Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde 2 Despesas Totais

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010. Institui o programa de incentivo à qualificação de prestadores de serviços na saúde suplementar. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar

Leia mais

ROTEIRO. Normatização - RN 305. Plano de Trabalho FUNDAFFEMG. Estudo de caso FUNDAFFEMG.

ROTEIRO. Normatização - RN 305. Plano de Trabalho FUNDAFFEMG. Estudo de caso FUNDAFFEMG. ROTEIRO Normatização - RN 305. Plano de Trabalho FUNDAFFEMG. Estudo de caso FUNDAFFEMG. Resolução Normativa nº 305, de 09/10/2012 Encontra-se em vigência, desde 01 de maio de 2013 a versão 3.00.01 que

Leia mais

1º Seminário de Melhores Práticas

1º Seminário de Melhores Práticas 1º Seminário de Melhores Práticas SESI /DR/ACRE Painel 3 Educação e Saúde SESISAÚDE Programa de Saúde do Trabalhador Aparecida Ribeiro Tagliari Costa Sumário O Programa SESISAUDE foi implantado no ano

Leia mais

Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora

Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora Abril de 2015 Brasília, DF CENÁRIO DA COMERCIALIZAÇÃO DE

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar

Leia mais

O PAPEL DOS PROFISSIONAIS MÉDICOS NA JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA E PRIVADA. Florentino Cardoso

O PAPEL DOS PROFISSIONAIS MÉDICOS NA JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA E PRIVADA. Florentino Cardoso O PAPEL DOS PROFISSIONAIS MÉDICOS NA JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA E PRIVADA Florentino Cardoso SUS Operadoras de Saúde SUS CF 1988 SUS 1990 Universalidade, Equidade, Integralidade Financiamento Gestão

Leia mais

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes

Pesquisa Clínica. Orientações aos pacientes Pesquisa Clínica Orientações aos pacientes 2009 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que citada a fonte. Tiragem: 1000 exemplares Criação, Informação e Distribuição

Leia mais

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado?

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Mauricio Ceschin Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Agência reguladora

Leia mais

VIII Encontro Internacional dos Profissionais em Vigilância Sanitária

VIII Encontro Internacional dos Profissionais em Vigilância Sanitária VIII Encontro Internacional dos Profissionais em Vigilância Sanitária 12 e 13 de dezembro São Paulo (SP) Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007 08h00 Abertura 08h30 09h45 08 ANOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. Estabelece padrão obrigatório para a troca de informações entre operadoras de plano privado de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde

Leia mais

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 1 Resumo e considerações* A reunião apresentou bastante debate, e deliberações importantes. Alguns pontos

Leia mais

DA QUEBRA DO PARADIGMA DA SUFICIÊNCIA DE REDE ÀS MEDIDAS DE ACESSO NA SAÚDE SUPLEMENTAR

DA QUEBRA DO PARADIGMA DA SUFICIÊNCIA DE REDE ÀS MEDIDAS DE ACESSO NA SAÚDE SUPLEMENTAR DA QUEBRA DO PARADIGMA DA SUFICIÊNCIA DE REDE ÀS MEDIDAS DE ACESSO NA SAÚDE SUPLEMENTAR Milton Dayrell Lucas Filho Seminário sobre Rede Assistencial e Garantia de Acesso na Saúde Suplementar 27 de outubro

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

Tatiana Accioly Fayad Gerente Jurídica

Tatiana Accioly Fayad Gerente Jurídica Tatiana Accioly Fayad Gerente Jurídica UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA MÉDICA (Lei 5.764/71) e OPERADORA DE PLANOS DE SAÚDE (Lei 9.656/98) Lei 9656/98 Lei dos Planos de Saúde Lei nova (14 anos) 36 artigos e

Leia mais

PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES

PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES ESCOPO DO PROJETO o PLANO E METODOLOGIA DE TRABALHO o DIAGNÓSTICO E ANÁLISE DO MIX DE PROCEDIMENTOS HOSPITALARES o FORMATAÇÃO

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

Auditoria do Processo de Contas Hospitalares. Enfª Ms Cristiane Azevedo Supervisora da Auditoria Administrativa e de Enfermagem RAUF

Auditoria do Processo de Contas Hospitalares. Enfª Ms Cristiane Azevedo Supervisora da Auditoria Administrativa e de Enfermagem RAUF Auditoria do Processo de Contas Hospitalares Enfª Ms Cristiane Azevedo Supervisora da Auditoria Administrativa e de Enfermagem RAUF Declaração de potencial conflito de interesses Não possuo vínculo ou

Leia mais

TENDÊNCIAS E DESAFIOS DOS SISTEMAS DE SAÚDE NAS AMÉRICAS

TENDÊNCIAS E DESAFIOS DOS SISTEMAS DE SAÚDE NAS AMÉRICAS TENDÊNCIAS E DESAFIOS DOS SISTEMAS DE SAÚDE NAS AMÉRICAS [Abertura] Podemos identificar quatro etapas no processo de regulamentação desse setor que surge em meados dos anos sessenta e alcança uma extraordinária

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema Números do Sistema Números do Sistema 36 Prestadoras 300 Operadoras (30% das operadoras de saúde) 15 Federações Institucionais 351 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central

Leia mais

Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas

Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador EDUARDO AMORIM

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador EDUARDO AMORIM PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 467, de 2013, de autoria da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que dispõe sobre

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

PARECER CRM/MS N 1/2015 PROCESSO CONSULTA CRM-MS 17/ 2014 INTERESSADO:

PARECER CRM/MS N 1/2015 PROCESSO CONSULTA CRM-MS 17/ 2014 INTERESSADO: PARECER CRM/MS N 1/2015 PROCESSO CONSULTA CRM-MS 17/ 2014 INTERESSADO: Dr. R.R.C. ASSUNTO: Solicitação de parecer sobre conflitos existentes nas autorizações de materiais pela Auditoria Médica. PARECERISTA:

Leia mais

Relatório da audiência pública sobre planos de saúde, realizada na Comissão de Assuntos Sociais em 19 de setembro de 2007.

Relatório da audiência pública sobre planos de saúde, realizada na Comissão de Assuntos Sociais em 19 de setembro de 2007. Relatório da audiência pública sobre planos de saúde, realizada na Comissão de Assuntos Sociais em 19 de setembro de 2007. A audiência foi aberta pela Presidente, Senadora Patrícia Saboya, que ressaltou

Leia mais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais O mapa da Acreditação no Brasil A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais metodologias Thaís Martins shutterstock >> Panorama nacional Pesquisas da ONA (Organização

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores

IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar Visão dos Prestadores HISTÓRICO 2003 TISS 2004 OFICINAS ANS TISS Porto Alegre: Importância do tema = 95,2% importante / muito importante

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

Operadoras acolhem 22,3% de idosos, revela Pesquisa UNIDAS

Operadoras acolhem 22,3% de idosos, revela Pesquisa UNIDAS EDITORIAL Viveremos muito e com qualidade Qualificação dos atendimentos e dos serviços assim como a melhor gestão dos custos com assistência médica foram os desafios impostos por grandes empresas que,

Leia mais

A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO

A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO IBDESS Fevereiro/2010 Fausto Pereira dos Santos Diretor-Presidente Vínculos a planos privados de assistência à saúde e registros no cadastro: Brasil (2000 2009) (milhões)

Leia mais

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Quem somos Por que inovar Qualificação da rede Adoção do DRG Acreditação da Operadora Inovação

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM MINAS GERAIS CÂMARA TÉCNICA DA ATENÇÃO BÁSICA COREN MG 2006, 2007, 2008 e 2009 PROTOCOLOS ASSISTENCIAS DA ATENÇÃO BÁSICA DEFINIÇÕES Protocolo, do grego protókollon, primeira

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO APRESENTAÇÃO A Casa de Saúde São José foi fundada em 1923 e tem como missão Servir à Vida, promovendo Saúde. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, católica,

Leia mais

www.grupoidealbr.com.br

www.grupoidealbr.com.br www.grupoidealbr.com.br Programa Nacional de Segurança do Paciente Introdução Parágrafo 12 do primeiro livro da sua obra Epidemia: "Pratique duas coisas ao lidar com as doenças; auxilie ou ao menos não

Leia mais

Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2014

Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2014 Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde 2014 Porto Alegre, 10 de setembro de 2014 1 Reuniões Revisão do Rol 2013/14 1a. Reunião 26 de Fevereiro Formação do GT e apresentação do estado atual e roteiro de

Leia mais

Relatório da Audiência Pública n o 01/2014

Relatório da Audiência Pública n o 01/2014 Relatório da Audiência Pública n o 01/2014 Boas práticas na relação entre operadoras de planos e prestadores de serviços de saúde Rio de Janeiro, 10 de março de 2014 Gerência de Avaliação da Qualidade

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE O CADASTRAMENTO DAS COORDENAÇÕES MUNICIPAIS DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR - CMCIH 2010/2012

RELATÓRIO SOBRE O CADASTRAMENTO DAS COORDENAÇÕES MUNICIPAIS DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR - CMCIH 2010/2012 RELATÓRIO SOBRE O CADASTRAMENTO DAS COORDENAÇÕES MUNICIPAIS DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR - CMCIH 200/202 Brasília, Maio de 202 Diretores: Dirceu Brás Aparecido Barbano Diretor-Presidente Jaime Cesar

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF Preocupados com inúmeros questionamentos recebidos pela Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a CNSPV/CFMV vem por

Leia mais

Informes sobre Saúde

Informes sobre Saúde http://www.assprevisite.com.br/informessaude.html Informes sobre Saúde Informe Semanal Nova regra de plano de saúde a demitido Será publicada após o dia 21 a nova resolução da ANS (Agência Nacional de

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br DIREITO MÉDICO PLANOS DE SAUDE-SEGURO-SAÚDE- AUTOGESTÃO DIFERENÇAS-LEGISLAÇÃO-DIREITOS- LUCROS- AVILTAMENTO DA CLASSE MÉDICA BRASILEIRA. Nelson de Medeiros Teixeira* A Lei que dispõe

Leia mais

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas APRESENTAÇÃO A Federação Baiana de Hospitais e a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia, cumprindo com a função de orientar e assessorar hospitais,

Leia mais

AUDITORIA EM ENFERMAGEM. UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes

AUDITORIA EM ENFERMAGEM. UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes AUDITORIA EM ENFERMAGEM UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes Conceito AUDITORIA é uma avaliação sistemática e formal de

Leia mais

Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar

Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Panorama das ações do Ministério da Saúde no âmbito da Farmácia Hospitalar Portaria N 4.283 de 30 de dezembro de 2010 - Diretrizes para ações

Leia mais

1. A HISTÓRIA DA ACREDITAÇÃO

1. A HISTÓRIA DA ACREDITAÇÃO 1. A HISTÓRIA DA ACREDITAÇÃO Os registros sobre a origem da acreditação nos Estados Unidos identificam como seu principal precursor, em 1910, o Doutor e Professor Ernest Amony Codman, proeminente cirurgião

Leia mais

www.santahelenasuade.com.brmecanismos de

www.santahelenasuade.com.brmecanismos de 1 www.santahelenasuade.com.brmecanismos de Regulação 2 A CONTRATADA colocará à disposição dos beneficiários do Plano Privado de Assistência à Saúde, a que alude o Contrato, para a cobertura assistencial

Leia mais

Realização: CEREMAPS, EESP e Fundação CEFETBAHIA 1

Realização: CEREMAPS, EESP e Fundação CEFETBAHIA 1 CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (QUESTÕES 01 a 30) Questão 01 (Peso 1) A saúde, através do Sistema Único de Saúde, é desenvolvida através de uma política social e econômica que visa,

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE

Leia mais

Gestão em Faturamento, Auditoria de Contas e Administração Comercial Hospitalar Capítulo B Gestão Comercial Hospitalar Simulado da Prova de Conceito

Gestão em Faturamento, Auditoria de Contas e Administração Comercial Hospitalar Capítulo B Gestão Comercial Hospitalar Simulado da Prova de Conceito Questão B.1.1 Sobre o escopo e abrangência da Gestão Comercial Hospitalar A) O escopo e abrangência da Gestão Comercial Hospitalar é igual à pratica nas empresas de outros segmentos de mercado B) Abrange

Leia mais

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Aspectos do Prontuário Eletrônico Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Sumário Complexidade da Informação em Saúde Declaração de Convicção Aspectos Éticos

Leia mais

Trata-se de Nota Técnica referente à metodologia utilizada para o desenvolvimeto da primeira carga do D-TISS Detalhamento dos Dados do TISS.

Trata-se de Nota Técnica referente à metodologia utilizada para o desenvolvimeto da primeira carga do D-TISS Detalhamento dos Dados do TISS. Gerência/Diretoria: GEPIN/DIDES Protocolo nº 33902.552358/2015-01 Data: 09/12/2015 Hora: 10:00 Assinatura: Magno Fernandes Nota Técnica nº 586/2015/GEPIN/DIDES/ANS 1. Introdução Trata-se de Nota Técnica

Leia mais