O PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO"

Transcrição

1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Pós-Graduação em Direito O PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO Luciana Machado Oliveira Belo Horizonte 2007

2 Luciana Machado Oliveira O PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Direito Orientador. José Adércio Leite Sampaio Belo Horizonte 2007

3 Luciana Machado Oliveira O princípio da participação ambiental no processo de transposição do rio são Francisco Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Direito José Adércio Leite Sampaio (Orientador) - PUC Minas José de Alfredo Baracho Júnior (Examinador) - PUC Minas Daniel Sarmento (Examinador) - PUC Rio Belo Horizonte, 16 de junho de 2007

4

5 Aos meus pais, Maria e Antônio, pois sem eles esse sonho não se realizaria.

6 Agradecimentos Ao meu querido orientador Professor José Adércio Leite Sampaio, pessoa pela qual tenho grandiosa admiração e respeito, por ter me conduzido a este tema. Minha eterna gratidão. Ao professor Bruno Wanderley Júnior, pelo constante apoio e pela ajuda nas orientações das monografias de direito da Puc-São Gabriel. Ao professor José Alfredo de Oliveira Baracho Júnior, pelas esplendidas aulas de direito ambiental ministradas no mestrado, durante as quais absorvi ensinamentos únicos. À minha sempre orientadora madrinha Teo, pela revisão desta dissertação e pelos comentários felizes e oportunos. Aos meus irmãos Lisley e Laser, por me incentivarem e sempre nos momentos estressantes me dizerem que eu iria conseguir. Consegui! Às minhas eternas amigas de mestrado Ana Letícia, Carlinha, Adriana e Renata, pelas dicas, pela divisão de temores e pelo ombro amigo. Valeu, viu? A meu sobrinho, Otávio, pequenino ser, que não consigo descrever, meu agradecimento por ter me visto tanto tempo trancada no escritório e entender.

7 O Sertão é do tamanho do mundo. Agora, por aqui, o senhor já viu: rio é só o São Francisco, o Rio do Chico. O resto pequeno é vereda. E algum ribeirão. (ROSA, João Guimarães) Quem acredita que pode realizar algo guiado exclusivamente pela razão está condenado a realizar muito raramente. (LE BOM, Gustave)

8 RESUMO O objetivo deste trabalho foi analisar e verificar se, no processo de licenciamento do projeto de transposição do rio São Francisco vem sendo respeitada a participação popular, um dos princípios efetivadores do Estado Democrático de Direito, com a participação do comitê da bacia hidrográfica do rio São Francisco e com as realizações regulares e obrigatórias das audiências públicas. Essa tarefa foi realizada, após se analisar o conceito de meio ambiente, discutir-se a importância da água nos tempos passados e atuais, apresentarem-se os princípios protetores do meio ambiente centrado no princípio da participação ambiental, descrever-se o processo de gestão participativa da água no Brasil e a Política Nacional de Recursos Hídricos, apresentarem-se dados sobre o Rio de integração nacional e do projeto de transposição e questionar se, realmente, a transposição vem ocorrendo com a participação popular. A conclusão foi que o Governo Federal não tem respeitado o que determina a Constituição Brasileira e as demais legislações, pois todo o processo tem-se desenvolvido sem o respeito às deliberações do Comitê da Bacia do rio São Francisco, e na inobservância da opinião da população brasileira. Ficou comprovado, também, que, até o presente momento, a participação popular no processo de transposição tem sido encarada pelo governo federal como mera formalidade e não como requisito legal e obrigatório para a efetiva concretização de um país democrático e aberto. Palavras-Chave: Meio ambiente. Recursos hídricos. Participação popular. Gestão participativa. Rio são Francisco. Transposição.

9 ABSTRACT This work aimed to review and check whether, during the San Francisco river transfer license process, a basic principle of the Democratic Rule-of-Law State, that is, the participation of the community, in connection with the San Francisco river hydrographic basin committee, and in the regulatory mandatory public hearings has been duly observed. This task was accomplished following a review of the concept of environment, a discussion of the importance of the water both in the past and today, a presentation of the protective principles of the environment focused on the principle of environmental participation, a description of the participative water management process in Brazil and of the National Policy of Water Resources, including data on the River for National Integration and the transfer process, and finally investigate whether such transfer has been implemented with the participation of the community. The conclusion showed that the Brazilian government is not compliant with the provisions of the Brazilian Constitution and other regulations in this respect, and the process has been developed without accounting for the deliberations of the San Francisco River Committee or the views of the Brazilian population. It has also been confirmed that, to date, the engagement of the population in the process has been viewed as mere formality and not as a legal and mandatory requirement for the effective consolidation of an openly democratic country. Key-words: Environment. Water resources. Popular participation. Management participation. São Francisco River. Transposition.

10 LISTA DE ABREVIATURAS E DE SIGLAS a. C- Antes de Cristo ABRH- Associação Brasileira de Recursos Hídricos ANA- Agência Nacional de Águas ANATEL- Agência Nacional de Telecomunicações ANEEL- Agência Nacional de Energia Elétrica ANP- Agência Nacional de Petróleo art.- Artigo C.F/88- Constituição Federal de 1988 CBHSF- Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco CDC- Código de Defesa do Consumidor CEMIG- Centrais Elétricas de Minas Gerais CHESF- Companhia Hidroelétrica do São Francisco CNPq- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNRH- Conselho Nacional de Recursos Hídricos CNUMAD- Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento CODEVASF- Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba CONAMA- Conselho Nacional de Meio Ambiente d. C- Depois de Cristo DNAEE- Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica DNOS- Departamento Nacional de Obras e Saneamento ECO- Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento EIA- Estudo de Impacto Ambiental FEHIDRO - Fundo de Recursos Hídricos FHC- Fernando Henrique Cardoso Gn- Gêneses IBAMA- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis Inc.- Inciso MINTER- Ministério do Interior MIT- Massachusetts Institute of Technology

11 MMA- Ministério de Meio Ambiente MME- Ministério das Minas e Energia MW- Megawatts ONU- Organização das Nações Unidas PAC- Plano de Aceleração do Crescimento PFL- Partido da Frente Liberal PGR- Procurador Geral da República PNRH- Política Nacional de Recursos Hídricos PPA- Plano Plurianual PSDB- Partido da Social Democracia Brasileira PT- Partido dos Trabalhadores RIMA- Relatório de Impacto Ambiental SEMA- Secretaria de Meio Ambiente SEPLAN- Secretaria de Planejamento da Presidência da República SISNAMA- Sistema Nacional de Meio Ambiente SNUC- Sistema Nacional de Unidade de Conservação SRH- Secretaria de Recursos Hídricos STF- Supremo Tribunal Federal T- Toneladas WCED- World Commission on Environment and Development

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO MEIO AMBIENTE Conceito Meio Ambiente - Um Direito Difuso O Meio Ambiente Na Constituição Federal de Um Direito Fundamental ÁGUA Origem A Água e Sua Formação Histórico Tratados e Acordos Internacionais Relativos à Água PRINCÍPIOS AMBIENTAIS Princípio do Meio Ambiente Ecologicamente Equilibrado Restrições advindas do princípio fundamental ao meio ambiente equilibrado Princípio do Desenvolvimento Sustentável Princípio da Prevenção Princípio da Precaução Princípio do Poluidor-Pagador Princípio da Função Socioambiental da Propriedade Princípio da Cooperação entre os Povos PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO O Princípio da Participação nas Legislações Brasileiras Princípio da Informação Ambiental Princípio da Educação Ambiental Audiência Pública - Efetivação do Princípio da Participação GESTÃO HÍDRICA Evolução da Gestão Hídrica no Brasil Política Nacional de Recursos Hídricos Princípios gerais Objetivos da lei 9.433/ Diretrizes gerais da lei 9.433/ Dos instrumentos da política nacional de recursos hídricos Sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos Conselho nacional de recursos hídricos Comitês de bacias Comitê da bacia hidrográfica do rio são Francisco Agência Nacional de Águas - ANA... 87

13 6.4 Gestão Participativa da Água RIO SÃO FRANCISCO Características Importância Sócio-Econômica do Rio São Francisco O Projeto de Transposição Análise do Projeto de Transposição A Revitalização do Rio São Francisco TRANSPOSIÇÃO E PARTICIPAÇÃO? A Participação do Comitê da Bacia do Rio São Francisco no Processo de Transposição A Não Concretização da Participação Popular nas Audiências Públicas CONCLUSÃO REFERÊNCIAS

14 13 1 INTRODUÇÃO A preocupação pelo meio ambiente intensificou-se na década de 70 com os movimentos hippies, anti-bombas e paz e amor. Foi nessa época que as organizações ambientalistas começaram a pressionar os governos, a fim de que o meio ambiente fosse alçado à categoria de bem universal fundamental a todos. Os bens ambientais naturais compreendidos, a água, o ar, o solo, a fauna e a flora, desde os anos 80, foram legalmente protegidos pelas várias legislações infraconstitucionais brasileiras: Lei 6.938/81, Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, Lei da Ação Civil Pública, Lei 7347/85 e pela Constituição Federal de 1988, a Constituição Ambientalista. Na Constituição de 1988, o meio ambiente é considerado um bem de todos, difuso, e que tem que ser protegido pelo poder público e pela coletividade para a presente e as futuras gerações. E é com a Constituição Federal de 1988, democrática e cidadã, que se firma o princípio da participação popular, um dos princípios-alicerce da proteção ambiental, como o princípio concretizador do Estado Democrático de Direito. Um estudo criterioso desse princípio e uma análise sobre o que acontece no Brasil, hoje, relativo ao processo de transposição do rio São Francisco é que fez emergir a necessidade de uma pesquisa documental e bibliográfica que, ao seu final pretende responder se o princípio da participação vem sendo observado e respeitado no processo de licenciamento ambiental do projeto de transposição do rio São Francisco. Vários foram os questionamentos feitos a respeito do porque abordar o tema da transposição do São Francisco, rio tão distante de nós belo-horizontinos, e não optar por trabalhar a problemática do rio das Velhas. A resposta é simples. Primeiramente, cresci tendo o rio São Francisco como meio de diversão, pesca e lagoa grande para se nadar. É minha referência de infância. Desde essa época, já se podia observar que o Velho Chico não era mais o mesmo. As águas daquele imenso rio já não transbordavam mais, a seca era constante e os peixes já não eram mais numerosos e grandes. Alguma coisa estava e está acontecendo. O rio está sendo degradado pela ação do homem e em beneficio deste. E, agora, querem transpô-lo.

15 14 O segundo motivo para a escolha por abordar a transposição do São Francisco é que ele não é um rio distante de nós. Os problemas ambientais não atingem apenas as comunidades ribeirinhas, locais, ou regionais. A degradação de um ecossistema, de uma espécie ou de um recurso hídrico atinge a todos. E quando digo todos, quero dizer toda a população mundial. O rio São Francisco está no nosso meio ambiente e deste modo ele está em nós mesmos. As questões que envolvem o meio ambiente são transdiciplinares e interdisciplinares. Por isso, a presente dissertação se ateve a área jurídica do tema, isto é, à importância do princípio da participação ambiental e a completa efetivação desse princípio no processo de transposição. A problemática desta dissertação é pesquisar por que, no processo de transposição do rio São Francisco, o princípio da participação popular ambiental não tem sido observado, conforme determina a Constituição Federal de 1988 e as legislações ambientais. Entre as várias hipóteses levantadas, destacamos que não existe interesse do Governo Federal pela concretização de fato e de direito do princípio da participação popular no processo de transposição, uma vez que este princípio contraria os interesses econômicos dominantes que envolvem a transposição. Até o presente momento, tudo que se desenvolveu dentro do processo de transposição do Velho Chico foi realizado de forma a maquiar uma pretensa participação popular, nunca concretizada. Isso está claro diante das manifestações negativas e de repúdio ao referido projeto do governo federal. Os questionamentos levantados justificam uma pesquisa bibliográfica, pois não podemos permitir que interesses econômicos e políticos soterrem a democracia participativa no Brasil, conquistada após tantos anos de ditadura e repressão. A participação popular é um princípio fundamental constitucional e assim sendo, não deve ser tratado como mera formalidade, mero preenchimento de etapas, pois se corre o risco de se estabelecer, ainda que informalmente, a imposição da vontade de poucos sobre a vontade de muitos, caso do projeto de transposição. A quem interessa a transposição? Quem será beneficiado com o projeto? Existe, realmente, a necessidade da execução do projeto de transposição do rio São Francisco? E a revitalização do rio, não deveria ser realizada antes, de uma possível transposição? O que falta no semi-árido nordestino é água, ou é gestão de águas?

16 15 Em meio a tantos questionamentos, uma pergunta se destaca e exige resposta: quando a nação brasileira se dará conta da insensatez que é a condução deste processo de transposição de águas do rio São Francisco que, além de desconsiderar as sérias ameaças à sustentabilidade e ao desenvolvimento futuro da bacia do rio São Francisco, ainda é um grande desperdício de recursos públicos, um verdadeiro estelionato das águas e uma afronta à participação popular? Esta dissertação está dividida em nove capítulos. O Capítulo 1, compreende a Introdução na qual delimitamos o tema, definimos os objetivos e discorremos as razões que nos levaram à escolha do tema da transposição do Rio São Francisco e a problemática que envolve tal transposição. O segundo Capítulo trata da questão do meio ambiente como direito fundamental de terceira geração abarcado pela Constituição Federal brasileira de Destacamos que o meio ambiente é um direito difuso, pois trata de interesses ou direitos transindividuais, de natureza indivisível de que sejam titulares pessoas indeterminadas e ligadas por circunstâncias de fato. Apresentamos, ainda, o conceito de meio ambiente considerado como natural, artificial, cultural e do trabalho. O terceiro Capítulo aborda a questão da importância da água, desde os tempos antigos, até os dias de hoje, pois não há como analisarmos a questão do rio São Francisco, um recurso hídrico, sem percorrermos a questão da água ao longo da história. Nesse capítulo destacamos também os tratados e acordos internacionais nos quais a água foi de alguma forma protegida e abarcada. O quarto Capítulo analisa os princípios ambientais que são o alicerce da proteção do meio ambiente, apresentando, não todos os princípios consagrados pelos doutrinadores ambientalistas, mas os relevantes para a discussão neste trabalho. O quinto Capítulo aborda, exclusivamente, o princípio da participação ambiental, por ele ser a base de todo o estudo monográfico e por ser o efetivador do estado democrático e participativo. Nesse capítulo, os princípios da informação ambiental e da educação ambiental são desenvolvidos conjuntamente, uma vez que a participação popular se efetiva não apenas com a devida informação, mas também com a educação ambiental de toda a sociedade. A audiência pública é também abordada nesse capítulo, pois ela é um dos instrumentos estabelecidos pelas leis

17 16 ambientais que confirmam a participação democrática no processo decisório dos/nos assuntos que envolvem os interesses de toda a coletividade. O sexto Capítulo apresenta o modelo de gestão hídrica adotado no Brasil, apoiado na Lei 9.433/97, na Lei da Política Nacional de Recursos Hídricos e na Lei 9.984/2000, sendo que esta dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Águas (ANA). Destacam-se, ainda, os princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos da política de recursos hídricos, bem como a criação do sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos e do conselho nacional de recursos hídricos. De grande importância para o tema central do trabalho foi a discussão sobre a criação dos comitês de bacia responsáveis pela gestão participativa da água e um outro caminho para a concretização da participação democrática, devido à sua composição. Destaca-se entre eles o Comitê da Bacia Hidrográfica do rio São Francisco. O sétimo Capítulo apresenta as características do Rio São Francisco e sua importância sócio-econômica para a região e para o país, destaca a urgência de sua revitalização, e analisa o projeto de transposição. Essa análise tem por finalidade: questionar os reais objetivos do projeto, suas intenções e quem seriam seus beneficiários. A resposta a todos esses questionamentos nos conduzirá à conclusão de que, na verdade, o objetivo primário do projeto é o acesso da água ao agronegócio e servir aos interesses das multinacionais cuja real intenção é acobertar privilégios políticos e econômicos, pois os reais beneficiários não serão as populações nordestinas mais carentes. No oitavo Capítulo, questionamos se, até o presente momento, foi efetivada a participação do Comitê da Bacia Hidrográfica do rio São Francisco (CBHSF) no processo de transposição, uma vez que o CBHSF é o órgão consultivo e deliberativo nas questões que envolvem o processo de licenciamento ambiental e outorga de água na bacia do rio São Francisco. O capítulo discute, ainda, se foi devidamente efetivada a participação popular de todos os envolvidos no projeto e se foram observados e respondidos os questionamentos, dúvidas, opiniões, informações e manifestações de repúdio do povo, geralmente colocados nas audiências públicas em caráter obrigatório e não como mera formalidade administrativa. No nono capítulo, apresentamos nossas conclusões sobre as reais intenções que envolvem o projeto de transposição do Velho Chico. Com isso, apontamos

18 17 para a confirmação da total afronta ao princípio democrático da participação popular, resguardado na lei maior do estado, a Constituição Federal, pois o Comitê da Bacia Hidrográfica do rio São Francisco não tem sido respeitado como órgão deliberativo e consultivo daquela bacia; isso porque as audiências públicas não concretizaram nem garantiram, ainda, o direito de participação, resguardado em lei, para todo o povo brasileiro. Essas discussões nos levam à confirmação de que os interesses econômicos e políticos ainda se arrogam o direito de esmagar e soterrar o direito de todo um povo, impedindo, por um lado, a consolidação de um estado democrático e legítimo e, por outro, concretiza a insatisfação de toda a sociedade civil, quando esta vê frontalmente aviltados e desconsiderados os espaços democráticos e legítimos construídos e conquistados passo a passo com a dimensão de cidadania, aquela que garante ao ser humano a condição de participante do controle social e da eleição de prioridades a serem implementadas pelo governo.

19 18 2 MEIO AMBIENTE 2.1 Conceito A expressão meio ambiente foi, como indicam os doutrinadores, utilizada pela primeira vez pelo naturalista francês Étienne Geoffroy de Saint-Hilaire, em sua obra Études Progressives d un Naturaliste, em É um equívoco afirmar que a conceituação de meio ambiente constitui tarefa fácil pois, como expressa Milaré (2001), o meio ambiente é uma daquelas categorias cujo conteúdo é mais facilmente intuído que definível, em virtude da riqueza e da complexidade da expressão. A palavra meio pode indicar: a metade de um inteiro, um modo para se alcançar algo, ou um dado físico ou social. A palavra ambiente pode representar um espaço geográfico, físico, natural ou artificial. José Afonso da Silva (2002) entende que a expressão meio ambiente é redundante, por possuírem as duas palavras o mesmo significado. Já Milaré (2001) contradiz Da Silva, afirmando que não existe redundância, pois são dois termos que se completam, e fecha a questão alegando que a expressão meio ambiente já é consagrada na língua portuguesa, nas leis e jurisprudências de nosso país. Meio ambiente seria todo o conjunto de interações físico-químicas, naturais, artificiais e culturais que propiciam a vida em toda a sua forma. Para Silva (2002), O conceito de meio ambiente há de ser, pois, globalizante, abrangente de toda a Natureza original e artificial, bem como os bens culturais correlatos, compreendendo, portanto, o solo, a água, o ar, a flora, as belezas naturais, o patrimônio histórico, artístico, turístico, paisagístico e arqueológico. (SILVA José, 2002, p. 20) Coimbra, citado por Milaré (2001), define que: Meio ambiente é o conjunto de elementos físico-químicos, ecossistemas naturais e sociais em que se insere o Homem, individual e socialmente, num processo de interação que atenda ao desenvolvimento das atividades humanas, à preservação dos recursos naturais e das características essenciais do entorno, dentro de padrões de qualidade definidos. (COIMBRA apud MILARÁ, 2001, p. 65).

20 19 O conceito legal de meio ambiente e, consequentemente, seu reconhecimento como bem jurídico, está disciplinado na Lei 6.938/81, Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, em seu artigo 3, I, que o definiu como: o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas. (BRASIL, 2006b, p. 851). A Constituição Federal de 1988 não conceituou o que é meio ambiente, apenas esboçou uma idéia da sua importância para as gerações presentes e futuras, em seu artigo 225. Para Machado (200, 2a), o conceito dado à expressão meio ambiente é amplo, pois, estende seu campo de atuação tornando-o mais abrangente, já que pode atingir tudo aquilo que permite, abriga e rege a vida. Devido a essa abrangência, podemos entender a existência de: meio ambiente natural, que inclui os bens naturais tais como o solo, a água, a fauna e a flora; meio ambiente artificial, que se refere ao espaço urbano construído; meio ambiente cultural, que abrange a cultura de um povo, através dos bens e valores artísticos, estéticos, turísticos, paisagísticos, históricos e arqueológicos; meio ambiente do trabalho, que se refere à qualidade de vida no ambiente de trabalho. 2.2 Meio Ambiente - Um Direito Difuso Os interesses, ou direitos, difusos são transindividuais, de natureza indivisível, dos quais sejam titulares pessoas indeterminadas e ligadas por circunstâncias de fato. Segundo Mancuso (2004), os interesses difusos apresentam um grau de coletivização ainda mais abrangente do que o interesse geral ou público, pois enquanto estes têm a balizá-los os contornos de certos valores pacificamente aceitos, os interesses difusos, ao contrário, permitem toda sorte de posicionamento. Para Baracho Júnior (2000): A configuração dos interesses difusos demonstra sua íntima relação com problemas que estão sendo enfrentados em épocas recentes, tais como as relações de consumo, a preservação do patrimônio histórico, artístico, estético, cultural e paisagístico, a preservação, recuperação e melhoria do meio ambiente.

21 20 E, ainda, os direitos difusos são: Uma manifestação da existência ou do alargamento de necessidades coletivas individualmente sentidas, traduzindo um dos entrosamentos específicos de Estado e sociedade; e implica formas complexas de relacionamento entre as pessoas e os grupos no âmbito da sociedade política. (MIRANDA apud BARACHO JÚNIOR, 2000, p. 249) Watanabe, citado por Mazzilli (2005, p. 51), apóia a concepção tradicional de que à idéia de interesse ou direito está sempre ligada a de respectivo titular. Entretanto, quando a relação entre as pessoas se estabelece por dados de fato, há uma indefinição do número de pessoas e entre elas inexiste uma relação-base. Têmse aí os interesses difusos. As características básicas dos interesses difusos são a: a) indeterminação dos sujeitos: pois são referíveis a um conjunto indeterminado ou dificilmente determinável de sujeitos; b) indivisibilidade do objeto: são insuscetíveis de partição em partes atribuíveis a pessoas ou grupos preestabelecidos; c) intensa conflituosidade interna: os conflitos resultantes não guardam as características básicas dos conflitos tradicionais, como Tício versus Caio ; d) intensa transição no tempo e no espaço: os interesses podem aparecer e desaparecer no tempo e, assim, devido à situação em que o interesse se encontra, poderá reaparecer e se desenvolver, até a sua completa solução. O meio ambiente ecologicamente equilibrado é direito de todos que independe de raça, nacionalidade, sexo ou condição financeira, não excluindo quem quer que seja. É direito de gozo coletivo e individual ao mesmo tempo; é, portanto, um direito difuso.

22 2.3 O Meio Ambiente Na Constituição Federal de Um Direito Fundamental 21 Direitos Fundamentais são aqueles que as pessoas reconhecem como direito interno, delas mesmas, mas que só será direito fundamental se essas mesmas pessoas se reconhecerem no próximo e uns nos outros; só assim serão legítimos e democráticos. Ao afirmamos tratar-se de direitos que os cidadãos precisam reconhecer uns aos outros, e não que o Estado precisa lhes atribuir, tocamos no próprio núcleo do Estado Democrático de Direito, que, ao contrário do Estado Liberal e do Estado Social, não possui uma regra pronta e acabada para a legitimidade de suas normas, mas reconhece que a democracia é não um estado, mas um processo que só ocorre pelo interpretação entre a autonomia privada e a autonomia pública que se manifesta na sociedade civil, guardiã de sua legitimidade.(galuppo, 2003, p. 237) Sampaio (2004) afirma que os direitos ou liberdades de primeira geração têm sua origem nos séculos XVIII e XIX, séculos de separação entre Estado e Sociedade, introduzindo assim, os direitos civis e os direitos políticos. Os primeiros são aqueles que asseguram uma esfera mínima de autonomia individual, possibilitando o desenvolvimento da personalidade de cada um. Os direitos políticos estão centrados nos direitos de votar e ser votado, de postular um emprego público, de ser jurado ou testemunha, soldado e até contribuinte. Os direitos de segunda geração são os direitos sociais, econômicos e culturais, tendo o seu surgimento apoiado na Constituição Francesa de 1791 e 1848 e na Constituição Brasileira de Os direitos sociais são aqueles que conferem ao cidadão o direito à participação na vida da sociedade, à educação, à infância, à maternidade, à família. Os direitos econômicos compreendem garantir um nível mínimo de vida, o direito ao trabalho, a um salário digno, à previdência, ao vestuário e à moradia. Os direitos culturais são o incentivo e a preservação das formas de reprodução cultural das comunidades. Os direitos de terceira geração, segundo Sampaio, são conhecidos, também, como direito dos povos, direitos de solidariedade, de cooperação e de fraternidade.

23 A fraternidade embandeirada pela nova geração inspirou adicionalmente a idéia de que somos todos habitantes de um mesmo frágil mundo, a exigir um concerto universal, com vistas a manter as condições de habitabilidade planetária para as presentes e futuras gerações (SAMPAIO, 2004, p. 294). 22 Apresenta-se aí, o direito ao desenvolvimento sustentável, ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e a proteção à saúde, tornando acessíveis os remédios aos doentes. O direito à integridade do meio ambiente - típico direito de terceira geração - constitui prerrogativa jurídica de titularidade coletiva, refletindo, dentro do processo de afirmação dos direitos humanos, a expressão significativa de um poder atribuído, não ao indivíduo identificado em sua singularidade, mas, num sentido verdadeiramente mais abrangente, à própria coletividade social. Enquanto os direitos de primeira geração (direitos civis e políticos) - que compreendem as liberdades clássicas, negativas ou formais -realçam o princípio da liberdade e os direitos de segunda geração (direitos econômicos, sociais e culturais) - que se identificam com as liberdades positivas, reais ou concretas - acentuam o princípio da igualdade, os direitos de terceira geração, que materializam poderes de titularidade coletiva atribuídos genericamente a todas as formações sociais, consagram o princípio da solidariedade e constituem um momento importante no processo de desenvolvimento, expansão e reconhecimento dos direitos humanos, caracterizados, enquanto valores fundamentais indisponíveis, pela nota de uma essencial inexauribilidade. (MATO GROSSO DO SUL, STF. Ap. Rel. Min. Celso de Mello, 1995). Meio ambiente - Direito à preservação de sua integridade (CF, art. 225) - Prerrogativa qualificada por seu caráter de metaindividualidade - Direito de terceira geração (ou de novíssima dimensão), que consagra o postulado da solidariedade - Necessidade de impedir que a transgressão a esse direito faça irromper, no seio da coletividade, conflitos intergeneracionais Os direitos básicos da pessoa humana e as sucessivas gerações (fases ou dimensões) de direitos (RTJ 164/158, ) - A questão da precedência do direito à preservação do meio ambiente: uma limitação constitucional explícita à atividade econômica (CF, art. 170, VI) - Decisão não referendada - conseqüente indeferimento do pedido de medida cautelar. A preservação da integridade do meio ambiente: expressão constitucional de um direito fundamental que assiste à generalidade das pessoas. (SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. ADI MC, Rel. Min. Celso de Mello, DJ 03 fev.2006). Os direitos de quarta geração, segundo Sampaio (2004), estão em fase de definição e ainda não são consenso entre os estudiosos. Para Bonavides, citado por Sampaio (2004), são os direitos de efetiva participação cidadã, ampliando, assim, as fronteiras democráticas e levando a um processo de efetiva participação dos povos nas tomadas de decisão, conduzindo à democratização da sociedade. A Constituição Federal, no artigo 225, caput, estabeleceu um verdadeiro direito fundamental da pessoa humana, pois o direito ao ambiente ecologicamente

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Direito Ambiental Internacional e Interno: Aspectos de sua Evolução Publicado na Gazeta Mercantil em 12 de dezembro de 2002 Paulo de Bessa Antunes Advogado Dannemann Siemsen Meio

Leia mais

IT 179 Saneamento Básico

IT 179 Saneamento Básico 2. AÇÕES GOVERNAMENTAIS E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL A Organização das Nações Unidas (ONU), formada por quase todos os países do mundo, realiza reuniões para discutir sobre temas importantes para a humanidade

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER HUMANO

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER HUMANO 1 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER RESUMO HUMANO Luísa Arnold 1 Trata-se de uma apresentação sobre a preocupação que o homem adquiriu nas últimas décadas em conciliar o desenvolvimento

Leia mais

A água nossa de cada dia

A água nossa de cada dia A água nossa de cada dia Marco Antonio Ferreira Gomes* Foto: Eliana Lima Considerações gerais A água é o constituinte mais característico e peculiar do Planeta Terra. Ingrediente essencial à vida, a água

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA

USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA ASGAM Assessoria de Gestão Ambiental Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos COGERH USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA Marcos Dantas Gestão Ambiental Pós-graduando em Biodiversidade e Sustentabilidade

Leia mais

Núcleo União Pró-Tietê. Água : O ouro azul do planeta

Núcleo União Pró-Tietê. Água : O ouro azul do planeta Núcleo União Pró-Tietê Água : O ouro azul do planeta Água A água é um mineral, elemento químico simples (H 2 O) fundamental para o planeta. Forma oceanos, geleiras, lagos e rios. Cobre ¾ da superfície

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCANDO PARA UM AMBIENTE MELHOR Apresentação A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte SEMARH produziu esta

Leia mais

Este caderno contém exercícios de fixação e passatempos sobre os temas: Água no cotidiano - Módulo 1. A oferta de água - Módulo 2

Este caderno contém exercícios de fixação e passatempos sobre os temas: Água no cotidiano - Módulo 1. A oferta de água - Módulo 2 professor Este caderno contém exercícios de fixação e passatempos sobre os temas:. Mapa conceitual sobre Água: Água no cotidiano - Módulo que são em três estados físicos A oferta de água - Módulo 2 é encontrada

Leia mais

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP)

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP) Lei 4771 versão em vigor II área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2 o e 3 o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos

Leia mais

ÁGUA: COMO ECONOMIZAR PARA NÃO MORRER DE SEDE!

ÁGUA: COMO ECONOMIZAR PARA NÃO MORRER DE SEDE! ÁGUA: COMO ECONOMIZAR PARA NÃO MORRER DE SEDE! Prof. Dr. Adilson Roque dos Santos Doutor em Ecologia UERJ Email: adilsonroquesantos@gmail.com adilson.roque@uol.com.br CARACTERÍSTICAS A Água Água e História

Leia mais

A BIODIVERSIDADE NO DIREITO AMBIENTAL INTERNACIONAL E A DIGNIDADE HUMANA

A BIODIVERSIDADE NO DIREITO AMBIENTAL INTERNACIONAL E A DIGNIDADE HUMANA A BIODIVERSIDADE NO DIREITO AMBIENTAL INTERNACIONAL E A DIGNIDADE HUMANA Almeida S. S. (1) ; Pereira, M. C. B. (1) savio_eco@hotmail.com (1) Universidade Federal de Pernambuco UFPE, Recife PE, Brasil.

Leia mais

1ª PARTE - OBJETIVA ESPECIFICA (Valendo 05 pontos cada questão)

1ª PARTE - OBJETIVA ESPECIFICA (Valendo 05 pontos cada questão) PREFEITURA DE VÁRZEA ALEGRE CE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 01/2014 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONTRATAÇÂO TEMPORÁRIA - PROVA DE GEOGRAFIA PROFESSOR DE GEOGRAFIA (6º ao 9º ANO) ASSINATURA DO

Leia mais

Art. 1º - A Política Nacional de Recursos Hídricos baseia-se nos seguintes fundamentos:

Art. 1º - A Política Nacional de Recursos Hídricos baseia-se nos seguintes fundamentos: Patrimonio Hídrico Brasileiro - Explicação do Abaixo Assinado. Observação: O melhor instrumento para entender essa proposta é o Texto Base da Campanha da Fraternidade de 2004, Fraternidade e Água, realizada

Leia mais

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO DE IMPACTOS CAUSADOS PELA POLUIÇÃO DAS ÁGUAS DA REPRESA DE FURNAS NO ENTORNO DO MUNICÍPIO DE ALFENAS-MG FÁBIO VIEIRA MARTINS Pós-graduando

Leia mais

Portaria n. 88, de 22/07/2015

Portaria n. 88, de 22/07/2015 Portaria n. 88, de 22/07/2015 O Ministério Público Federal, pelos Procuradores da República signatários, no cumprimento de suas atribuições constitucionais conferidas pelo art. 129 da Constituição Federal

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA Atividade de Ciências 5º ano Nome: ATIVIDADES DE ESTUDO Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA FLORESTA AMAZÔNICA FLORESTA ARAUCÁRIA MANGUEZAL PANTANAL CAATINGA CERRADO

Leia mais

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são:

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são: Pedro da Cunha Barbosa. Especialização em Direito Ambiental. Área do conhecimento jurídico que estuda as relações entre o homem e a natureza, é um ramo do direito diferenciado em suas especificidades e,

Leia mais

DIREITO AMBIENTAL REGINA MARIA BUENO BACELLAR FEMPAR/ 2011. PÓS-GRADUAÇÃO FEMPAR 2011 :: Direito Ambiental

DIREITO AMBIENTAL REGINA MARIA BUENO BACELLAR FEMPAR/ 2011. PÓS-GRADUAÇÃO FEMPAR 2011 :: Direito Ambiental DIREITO AMBIENTAL REGINA MARIA BUENO BACELLAR FEMPAR/ 2011 A CRISE AMBIENTAL Leonardo Boff A crise ambiental acompanha o desenvolvimento do homem. - 1500/1850 - extinção de uma espécie a cada dez anos

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política

Leia mais

PROF. RICARDO TEIXEIRA A DINÂMICA DA HIDROSFERA

PROF. RICARDO TEIXEIRA A DINÂMICA DA HIDROSFERA PROF. RICARDO TEIXEIRA A DINÂMICA DA HIDROSFERA A hidrosfera fonte para a vida A superfície do planeta Terra é constituída predominantemente de água. Os continentes e ilhas constituem cerca de 30% da superfície

Leia mais

REGISTRE SEUS DADOS ESCOLA: ALUNO: Prezados alunos e professores!

REGISTRE SEUS DADOS ESCOLA: ALUNO: Prezados alunos e professores! 1 Prezados alunos e professores! O livro Somos os Senhores do Planeta é fruto de um trabalho didático que tem por objetivo reunir em uma única publicação temas sobre o meio ambiente, são textos de fácil

Leia mais

Capítulo 07. Distribuição dos Ecossistemas

Capítulo 07. Distribuição dos Ecossistemas Capítulo 07 Distribuição dos Ecossistemas A terra possui regiões que apresentam características próprias, onde cada uma desenvolve sua flora e fauna típica, sejam elas aquáticas ou terrestres, vindo a

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

BIOMAS DO BRASIL. Ecologia Geral

BIOMAS DO BRASIL. Ecologia Geral BIOMAS DO BRASIL Ecologia Geral Biomas do Brasil segundo classificação do IBGE Segundo a classificação do IBGE, são seis os biomas do Brasil: Mata Atlântica Cerrado Amazônia Caatinga Pantanal Pampa O

Leia mais

PROPRIEDADE REGISTRADA. Mundo Insustentável. Desenvolvimento Sustentável

PROPRIEDADE REGISTRADA. Mundo Insustentável. Desenvolvimento Sustentável Mundo Insustentável x Desenvolvimento Sustentável Resumo da Insustentabilidade no Mundo Contemporâneo 50% dos 6,1 bilhões de habitantes do planeta vivem com menos de US$2 por dia e um terço está abaixo

Leia mais

USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA

USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA ROCHA, Elza dos Santos S. da (UNEMAT) elzassr@yahoo.com.br SANTOS, Leandra Ines Seganfredo (UNEMAT) leandraines@hotmail.com Sabemos que a água é indispensável

Leia mais

Política Nacional de Meio Ambiente

Política Nacional de Meio Ambiente Política Nacional de Meio Ambiente O Brasil, maior país da América Latina e quinto do mundo em área territorial, compreendendo 8.511.996 km 2, com zonas climáticas variando do trópico úmido a áreas temperadas

Leia mais

Biomas, Domínios e Ecossistemas

Biomas, Domínios e Ecossistemas Biomas, Domínios e Ecossistemas Bioma, domínio e ecossistema são termos ligados e utilizados ao mesmo tempo nas áreas da biologia, geografia e ecologia, mas, não significando em absoluto que sejam palavras

Leia mais

Direito Ambiental Constitucional. Andrei Ferreira Fredes E-mail: andreiffredes@gmail.com

Direito Ambiental Constitucional. Andrei Ferreira Fredes E-mail: andreiffredes@gmail.com Direito Ambiental Constitucional Andrei Ferreira Fredes E-mail: andreiffredes@gmail.com Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia

Leia mais

CIDADANIA E MEIO AMBIENTE, À LUZ DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL: UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA CLOVIS BRASIL PEREIRA

CIDADANIA E MEIO AMBIENTE, À LUZ DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL: UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA CLOVIS BRASIL PEREIRA CIDADANIA E MEIO AMBIENTE, À LUZ DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL: UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA CLOVIS BRASIL PEREIRA SUMÁRIO: 1. O conceito de cidadania e sua evolução no Brasil - 2. Os direitos fundamentais e o exercício

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

Nosso Território: Ecossistemas

Nosso Território: Ecossistemas Nosso Território: Ecossistemas - O Brasil no Mundo - Divisão Territorial - Relevo e Clima - Fauna e Flora - Ecossistemas - Recursos Minerais Um ecossistema é um conjunto de regiões com características

Leia mais

Águas Continentais do Brasil. Capítulo 11

Águas Continentais do Brasil. Capítulo 11 Águas Continentais do Brasil Capítulo 11 As reservas brasileiras de água doce O Brasil é um país privilegiado pois detém cerca de 12% da água doce disponível no planeta; Há diversos problemas que preocupam:

Leia mais

CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil

CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil I TRODUÇÃO Vivemos um tempo muito importante e é nossa responsabilidade preservar a Terra. Todos os povos e todas as culturas do mundo formam uma única e grande família.

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

A Qualidade da Água nas Cidades de Campina Grande e Taperoá. *gicelia.moreira2009@gmail.com

A Qualidade da Água nas Cidades de Campina Grande e Taperoá. *gicelia.moreira2009@gmail.com A Qualidade da Água nas Cidades de e Gicélia Moreira (ID) 1,AntonioJoão S. Filho(ID) 1 Nataline C. S. Barbosa (ID) 1 Antonio N. de Souza (PG) Departamento de Química CCT-UEPB *gicelia.moreira2009@gmail.com

Leia mais

AULA 4 FLORESTAS. O desmatamento

AULA 4 FLORESTAS. O desmatamento AULA 4 FLORESTAS As florestas cobriam metade da superfície da Terra antes dos seres humanos começarem a plantar. Hoje, metade das florestas da época em que recebemos os visitantes do Planeta Uno não existem

Leia mais

Declaração da Conferência de ONU no Ambiente Humano, Estocolmo, 5-16 de junho de 1972. (tradução livre)

Declaração da Conferência de ONU no Ambiente Humano, Estocolmo, 5-16 de junho de 1972. (tradução livre) Declaração da Conferência de ONU no Ambiente Humano, Estocolmo, 5-16 de junho de 1972 (tradução livre) A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, reunida em Estocolmo de 5 a 16 de junho

Leia mais

Capítulo I. I. Introdução

Capítulo I. I. Introdução Capítulo I Princípios Fundamentais do Direito Ambiental I. Introdução 1. Princípios específicos de proteção ambiental O direito ambiental, ciência dotada de autonomia científica, apesar de apresentar caráter

Leia mais

BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL. Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil

BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL. Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil PLANEJAMENTO URBANO O planejamento urbano é o processo de

Leia mais

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO CP/CAEM/05 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 05 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA DO BRASIL 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Analisar os fatores fisiográficos do espaço territorial do Brasil, concluindo sobre a influência

Leia mais

AGENDA 21: Imagine... FUTURO... AGENDA 21: 1. É o principal documento da Rio-92 (Conferência ONU: Meio Ambiente e desenvolvimento Humano); 2. É a proposta mais consistente que existe de como alcançar

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ CENTRO DE ESTUDOS E APERFEIÇOAMENTO FUNCIONAL CARLOS EDUARDO DE MIRANDA SILVA

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ CENTRO DE ESTUDOS E APERFEIÇOAMENTO FUNCIONAL CARLOS EDUARDO DE MIRANDA SILVA MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ CENTRO DE ESTUDOS E APERFEIÇOAMENTO FUNCIONAL CARLOS EDUARDO DE MIRANDA SILVA O PODER DE POLÍCIA AMBIENTAL E SUA EXECUÇÃO PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DE CASTRO CASTRO

Leia mais

MEIO AMBIENTE RECURSOS HÍDRICOS BEM CUIDAR PARA PERENIZAR

MEIO AMBIENTE RECURSOS HÍDRICOS BEM CUIDAR PARA PERENIZAR MEIO AMBIENTE RECURSOS HÍDRICOS BEM CUIDAR PARA PERENIZAR Introdução Em 2000 havia no mundo mais de 1 bilhão de pessoas sem suficiente disponibilidade de água para consumo doméstico e se estima que, em

Leia mais

Organismos de Regulação, Controle e Fiscalização Ambiental no Brasil. Profª MSc. Maria Bernadete Miranda

Organismos de Regulação, Controle e Fiscalização Ambiental no Brasil. Profª MSc. Maria Bernadete Miranda Organismos de Regulação, Controle e Fiscalização Ambiental no Brasil Apresentação e objetivos A presente aula tem por objetivo apresentar os organismos de regulação, controle e fiscalização ambiental no

Leia mais

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Mariana

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E FLORESTAL PROFESSORA ENG. FLORESTAL CIBELE ROSA GRACIOLI OUTUBRO, 2014. OBJETIVOS DA DISCIPLINA DISCUTIR PRINCÍPIOS ÉTICOS QUESTÃO AMBIENTAL CONHECER A POLÍTICA E A LEGISLAÇÃO VOLTADAS

Leia mais

Direitos Fundamentais i

Direitos Fundamentais i Direitos Fundamentais i Os direitos do homem são direitos válidos para todos os povos e em todos os tempos. Esses direitos advêm da própria natureza humana, daí seu caráter inviolável, intemporal e universal

Leia mais

ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL

ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL EDMILSON COSTA TEIXEIRA LabGest GEARH / UFES (edmilson@npd.ufes.br) DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL? [COMISSÃO

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI)

ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI) - 1 - ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI) ANEXO I PRIMEIRA REUNIÃO INTERAMERICANA DE MINISTROS OEA/Ser./XLIII.1 E ALTAS AUTORIDADES DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente

Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente; Tendo-se reunido em Estocolmo de 5 a 16 de junho de 1972; Tendo considerado a necessidade

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 2ª PROVA PARCIAL DE GEOGRAFIA Aluno(a): Nº Ano: 7º Turma: Data: 02/06/2012 Nota: Professor(a): EDVALDO DE OLIVEIRA Valor da Prova: 40 pontos Orientações

Leia mais

Meio Ambiente Global Conteúdo Complementar

Meio Ambiente Global Conteúdo Complementar GEOGRAFIA 1ª Série Meio Ambiente Global Conteúdo Complementar http://karlacunha.com.br/tag/charges Geografia - 1ª Série Prof. Márcio Luiz Conferência do Clube de Roma Considero que um dos documentos mais

Leia mais

Intervenção do Senhor DAS II para o IV Seminário de Direito de Águas Internacionais. Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2015

Intervenção do Senhor DAS II para o IV Seminário de Direito de Águas Internacionais. Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2015 Intervenção do Senhor DAS II para o IV Seminário de Direito de Águas Internacionais Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2015 É para mim uma grande satisfação encerrar este Seminário promovido pela Global

Leia mais

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( )

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR NOME / RAZÃO SOCIAL *: End.: rua/av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) e-mail: CNPJ (CGC/MF n.º) *: CGC/TE n. *: CPF/CIC n. *: End. P/ correspondência:

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

Capítulo 21 Meio Ambiente Global

Capítulo 21 Meio Ambiente Global Capítulo 21 Meio Ambiente Global http://karlacunha.com.br/tag/charges Geografia - 1ª Série Prof. Márcio Luiz Conferência do Clube de Roma Considero que um dos documentos mais importantes, em termos de

Leia mais

LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA

LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA AS ÁGUAS DE SUPERFÍCIE Os rios são cursos naturais de água doce. Eles podem se originar a partir do derretimento de neve e de geleiras, de um lago ou das águas das

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS. Aspectos Legais do Gerenciamento de Recursos Hídricos

RECURSOS HÍDRICOS. Aspectos Legais do Gerenciamento de Recursos Hídricos RECURSOS HÍDRICOS Aspectos Legais do Gerenciamento de Recursos Hídricos WORKSHOP A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DO SETOR PRODUTIVO EM FÓRUNS AMBIENTAIS CIESP - JUNDIAÍ SETEMBRO - 2010 Wilson A. Bonança

Leia mais

Unidade: Meio Ambiente e Direito Ambiental. Unidade I:

Unidade: Meio Ambiente e Direito Ambiental. Unidade I: Unidade: Meio Ambiente e Direito Ambiental Unidade I: 0 Unidade: Meio Ambiente e Direito Ambiental Introdução A disciplina Direito Ambiental tem como objetivo propiciar ao corpo discente uma análise sobre

Leia mais

WWDR4 Resumo histórico

WWDR4 Resumo histórico WWDR4 Resumo histórico Os recursos hídricos do planeta estão sob pressão do crescimento rápido das demandas por água e das mudanças climáticas, diz novo Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento

Leia mais

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE D I R E T O R I A D E S A Ú D E 05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE Em 05 de Junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e nesse ano o foco está voltado para as Mudanças Climáticas com o tema

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 Artigos da Constituição Mundial A Constituição Mundial é composta de 61º Artigos, sendo do 1º ao 30º Artigo dos Direitos Humanos de 1948, e do 31º ao 61º Artigos estabelecidos em 2015. Dos 30 Artigos

Leia mais

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ.

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. WALDELI ROZANE SILVA DE MESQUITA Secretaria Executiva de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente, Núcleo de Hidrometeorologia

Leia mais

1. Objetivo geral da política nacional do meio ambiente

1. Objetivo geral da política nacional do meio ambiente Romeu Thomé e Leonardo de Medeiros Garcia entes da federação é justificada pela sobreposição de interesses acerca do tema. Cabe, portanto, à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios implementar

Leia mais

LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999

LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999 LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências O Presidente da República Faço saber que o Congresso

Leia mais

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água.

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. ÁGUA Água conhecida como elemento vital Comunidades primitivas evoluídas Água Sobrevivência História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. Civilizações mais primitivas comunidades nômades

Leia mais

A TERRA É UM SISTEMA ABERTO QUE TROCA ENERGIA E MASSA COM O SEU ENTORNO

A TERRA É UM SISTEMA ABERTO QUE TROCA ENERGIA E MASSA COM O SEU ENTORNO PLANETA TERRA A Terra é um sistema vivo que abriga milhões de organismos, incluindo os humanos, e apresenta delicado equilíbrio para manter a vida. A Geologia é a ciência que estuda a Terra: sua origem,

Leia mais

ECOSSISTEMA INDIVÍDUO

ECOSSISTEMA INDIVÍDUO Biodiversidade O diversidade biológica - descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial

Leia mais

A Construção de um Programa de Revitalização na Bacia do rio São Francisco

A Construção de um Programa de Revitalização na Bacia do rio São Francisco A Construção de um Programa de Revitalização na Bacia do rio São Francisco Antônio Thomaz Gonzaga da Matta Machado Projeto Manuelzão/UFMG Conceito de Revitalização Caráter técnico-científico Legislação

Leia mais

A Matemática e o consumo de água: Interdisciplinando conteúdos Luciana de Freitas Baptista Oliveira 1 Thamiriz Martins Teixeira 2

A Matemática e o consumo de água: Interdisciplinando conteúdos Luciana de Freitas Baptista Oliveira 1 Thamiriz Martins Teixeira 2 A Matemática e o consumo de água: Interdisciplinando conteúdos Luciana de Freitas Baptista Oliveira 1 Thamiriz Martins Teixeira 2 Resumo: O artigo é oriundo de Projeto investigativo feito com alunos do

Leia mais

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA A água é o mais abundante solvente natural que atua no sentido de desagregar, ou seja, fragmentar

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Fixa normas para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum relativas

Leia mais

DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO SOBRE O AMBIENTE HUMANO. (Estocolmo/junho/72) Tendo-se reunido em Estocolmo, de 5 a 16 de junho de 1972, e

DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO SOBRE O AMBIENTE HUMANO. (Estocolmo/junho/72) Tendo-se reunido em Estocolmo, de 5 a 16 de junho de 1972, e DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO SOBRE O AMBIENTE HUMANO (Estocolmo/junho/72) A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, Tendo-se reunido em Estocolmo, de 5 a 16 de junho de 1972, e Considerando a necessidade

Leia mais

PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS

PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS ESTUDO ESTUDO PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS José de Sena Pereira Jr. Consultor Legislativo da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano e Regional

Leia mais

Grandes Problemas Ambientais

Grandes Problemas Ambientais Grandes Problemas Ambientais O aumento do efeito de estufa; O aquecimento global; A Antárctica; A desflorestação; A Amazónia; A destruição da camada de ozono; As chuvas ácidas; O clima urbano; Os resíduos

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ROBERTO DOS SANTOS FLAUSINO GESTÃO AMBIENTAL PORTUÁRIA SANTOS 2005 ÍNDICE 01.Introdução...3 02. Gestão Ambiental Portuária...6 03. Referências Bibliográficas...12 2 01. INTRODUÇÃO

Leia mais

Introdução. Gestão Ambiental Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira. Introdução à Legislação Ambiental e Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA

Introdução. Gestão Ambiental Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira. Introdução à Legislação Ambiental e Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA Gestão Ambiental Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira Introdução à Legislação Ambiental e Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA O mar humildemente coloca-se abaixo do nível dos rios para receber, eternamente,

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFH Departamento de Geociências Curso de Graduação de Geografia

Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFH Departamento de Geociências Curso de Graduação de Geografia Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Filosofia e Ciências Humanas CFH Departamento de Geociências Curso de Graduação de Geografia Impactos potenciais das alterações do Código Florestal

Leia mais

BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp

BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp BIOMAS DO BRASIL BIOMA Definição: Bioma, ou formação planta - animal, deve ser entendido como a unidade biótica de maior extensão geográfica, compreendendo varias comunidades em diferentes estágios de

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável Capítulo IV

Desenvolvimento Sustentável Capítulo IV Desenvolvimento Sustentável Capítulo IV As Normas e Legislação Ambiental Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo

Leia mais

CARTA DAS ÁGUAS DO ACRE 2015

CARTA DAS ÁGUAS DO ACRE 2015 CARTA DAS ÁGUAS DO ACRE 2015 A Carta das Águas do Acre 2015 é o documento resultado do Seminário Água e Desenvolvimento Sustentável realizado pelo Governo do Estado do Acre, através da Secretaria de Estado

Leia mais

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Técnico: Maria das Dores de V. C. Melo Coordenação Administrativa-Financeira:

Leia mais

REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS.

REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS. REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS. BACIA HIDROGRÁFICA. É UMA REDE DE TERRAS DRENADAS POR UM RIO E SEUS PRINCIPAIS AFLUENTES.

Leia mais

Com base nos conhecimentos sobre usinas hidrelétricas e na análise do mapa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmativas a seguir.

Com base nos conhecimentos sobre usinas hidrelétricas e na análise do mapa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmativas a seguir. Relatório do vestibular UEL Questões da Primeira Fase: Trata-se de um vestibular de elevada qualidade, com questões diversificadas nos temas trabalhados, incluindo assuntos de atualidades e com relevância

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM.

RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM. RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM. Andréa Viviana Waichman* João Tito Borges** INTRODUÇÃO Nas últimas décadas

Leia mais

MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE

MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Sustentabilidade significa permanecer vivo. Somos mais de 7 bilhões de habitantes e chegaremos a 9 bilhões em 2050, segundo a ONU. O ambiente tem limites e é preciso fazer

Leia mais

O Direito Ambiental no Brasil.

O Direito Ambiental no Brasil. NOTA DE CONJUNTURA JURÍDICA Março de 2009 Nº3 O Direito Ambiental no Brasil. Profa. Sandra Mara Ribeiro Muradi Mestra em Direito pela PUCSP. Professora da ESPM e da PUCSP. Introdução O homem e o mundo

Leia mais

RECURSOS NATURAIS CONSERVAR X PRESERVAR RECURSOS NATURAIS 09/08/2012

RECURSOS NATURAIS CONSERVAR X PRESERVAR RECURSOS NATURAIS 09/08/2012 RECURSOS NATURAIS Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Uma das funções primordiais do meio-ambiente é o fornecimento de recursos para as atividades desempenhadas pelo homem ao longo de sua vida na sociedade.

Leia mais

Unidade de Conservação marinha passa a ser o 11º sítio Ramsar brasileiro e o primeiro na Bahia

Unidade de Conservação marinha passa a ser o 11º sítio Ramsar brasileiro e o primeiro na Bahia Unidade de Conservação marinha passa a ser o 11º sítio Ramsar brasileiro e o primeiro na Bahia Ao anunciar o título de "Sítio Ramsar" ao Parque Nacional Marinho de Abrolhos, o ministro do Meio Ambiente

Leia mais

O organizador. Thesaurus Editora 2008. Revisão: Fundação Alexandre Gusmão - FUNAG

O organizador. Thesaurus Editora 2008. Revisão: Fundação Alexandre Gusmão - FUNAG Thesaurus Editora 2008 O organizador Amado Luiz Cervo Professor emérito da Universidade de Brasília e Pesquisador Sênior do CNPq. Atua na área de relações internacionais e política exterior do Brasil,

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Elaine Aparecida Ramos elaineramos89@gmail.com Taison Luiz de Paula Braghiroli taisonbrag@gmail.com Resumo:

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO.

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. Patrícia Pinheiro da Cunha 1, Magda Beatriz de Almeida Matteucci

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - AGENDA 21- (MÓDULO 3) Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - AGENDA 21- (MÓDULO 3) Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - AGENDA 21- (MÓDULO 3) Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues INTRODUÇÃO O desenvolvimento da sociedade De forma desordenada e sem planejamento Níveis crescentes de poluição

Leia mais

Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades.

Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades. professor Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades. Também serão produzidos, dentro de sala de aula, cartazes

Leia mais