Bócio Nodular e Câncer de Tireóide ide na infância e adolescência

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1 Bócio Nodular e Câncer de Tireóide ide na infância e adolescência Introdução Maria Christina Morpurgo Kurdian Massas no pescoço são frequentes achados na população pediátrica Massas no pescoço Imagem Gânglio Disgenesia tireoidiana Ultrasonografia Lesões embriológicas Bócio Cintilografia Tireoidite Aguda Nódulo tireoidiano Tumoração na face anterior do pescoço o (lesões embriológicas) Cisto do ducto Tireoglosso Lesões císticas c benignas Cisto branquial Cisto do ducto tireoglosso 1

2 Nódulo tireoidiano Incidência Criança a 1% -1.5% Adulto 50% O risco de desenvolvimento de câncer é 4 X maior em crianças do que no adulto Endocrinol Metab Clin N Am 34 (2005) Nódulo tireoidiano Fatores de risco: Sexo feminino Fase puberal História familiar de doença tireoidiana Doença tireoidiana prévia ou coexistente História de radiação Endocrinol Metab Clin N Am 34 (2005) Diagnóstico diferencial entre lesões Bócio nodular Exame físico História Laboratório Exame físico Imagem Inspeção Palpação Pesquisa de linfonodos Tireoidite de Hashimoto Nódulos em presença a de autoimunidade Eutireoidismo Hipotireoidismo Anticorpos positivos 2

3 Doença a de Graves Bócio difuso tóxicot Lesões benignas Pode haver formação de lesões malígnas Lesões benignas no Hipotireoidismo congênito Disormonogênese Hemiagenesia Bócio atóxico Eutireoidismo Anticorpos anti-tireoidianos tireoidianos negativos Nódulo sólido Misto Endocrine-Related Cancer(2006) Incidentalomas Bócio endêmico Nódulos não palpáveis < 1cm Descobertos casualmente ao US Devem ser acompanhados com US periódicos 3

4 Bocio nodular colóide Carência de Iodo Nódulo tóxicot Nódulos funcionantes autônomos Geralmente benignos Raros na infância T3 T4 TSH Crescimento Irregular dos folículos Macro e micro folículos Nódulo sólidos Adenomas- nódulo único Hipercaptante Hipoecóico Sólido Nódulo tireoidiano 1 ª preocupação...afastar neoplasia Lesões malígnas 4

5 Câncer de tireóide ide na infância Incidência 0.5-3% de todas as neoplasias na Infância Predominância em relação ao sexo, não foi observada em < de 11 anos Câncer de Tireóide ide Características ao diagnóstico Descoberta acidental de nódulo n cervical indolor pela criança a ou adolescente,pelos pais ou pelo médicom Presença a de metástases,p/ linfonodos pulmão e ossos, + raramente Consistência endurecida e fixação aos tecidos que o circundam, sugerem malignidade Endocrinol Metab Clin N Am 34 (2005) Câncer de tireóide ide na infância Fatores predisponentes Exposição a radiação D. Hodkin (Sklar e cols ) Transplante de medula precedido de radioterapia Doença autoimune Fatores predisponentes Acidente de Chernobyl (1986) RET/PTC3 provocam rápido r crescimento celular e grande agressividade Ocorreram em crianças as mais jovens Papilífero Gene RET Carcinomas Tireoidianos Dominio extracelular Dominio transmembrana Dominio intracelular Papilar Folicular Medular 5

6 T3 T4 TSH Anti-tireoglobulina Anti-TPO Abordagem diagnóstica Ultrasonografia Cintilografia Estudo Molecular Exames laboratoriais Hormônios tireoidianos: 1- Eutireoidismo 2- Hipotireoidismo 3- Hipertireoidismo (T3 e T4 aumentados com TSH suprimido ou T3 e T4 normais com TSH suprimido) Anticorpos (Anti TPO, anti tireoglobulina) Cintilografia Revela a funcionalidade do nódulo n e os diferencia em hipercaptantes e hipocaptantes Revela o nódulo n dominante () Tecnécio 99 Iodo 123 Iodo131 Ultra-sonografia Ultra-sonografia Detecta nódulos n não palpáveis (Bócio) Localização,n ão,número, volume, ecogenicidade, conteúdo. Seleciona para Acompanhamento dos nódulos Suspeitos de malignidade: Conteúdo sólido Hipoecogenicidade Margens irregulares Microcalcificações Padrões de fluxo ao estudo com doppler 6

7 guiada por Ultrason Dá informacões mais diretas e específicas Tem por objetivo selecionar para a cirurgia os pacientes que tem maior risco de malignidade. Baixo custo e alta acurácia cia na detecção de câncer em nódulos. Pouco invasivo,, quase indolor Diminui o n o de tireoidectomias totais Auxilia na localização de nódulos pequenos ou impalpáveis Dificuldades no diagnóstico citológico Não diferencia Adenoma folicular do Carcinoma folicular Patologistas pouco experientes Material insuficiente Baixa celularidade Aspectos clínicos e laboratoriais no diagnóstico diferencial de lesões gnas N= lesões benignas (). Excluídos 42 (media de idade 13a)foram encaminhados à cirurgia e estudados retrospectivamente púberes (86%),6 pré-púberes(14%) 3 Tireoidite autoimune, 1 Graves,3 bócio 4 LLA, 1 Linfoma não Hodkin Função tireoidiana normal em todos os casos Aspectos clínicos e laboratoriais no diagnóstico diferencial de lesões gnas Aspectos clínicos e laboratoriais no diagnóstico diferencial de lesões gnas Dados obtidos, foram estudados e comparados para verificar a acurácia diagnóstica: Clínicos: Sintomas de compressão (disfagia,disfonia,dispnéia) Presença de adenopatia cervical Laboratoriais: Função tireoidiana Calcitonina Anticorpos Ultrasonográficos (padrão ecogênico): Hipoecogênicos Isoecogênicos Hiperecogênicos Misto Dados cintilográficos (de acordo com a conc. RI): Hipofuncional Isofuncional Hiperfuncional Indetectável 1) Positiva(Histologia do tumor) 2) Suspeita 3) Negativa (lesões benignas) 4) Insuficiente (poucas cels. ou líquido) 7

8 Aspectos clínicos e laboratoriais no diagnóstico diferencial de lesões gnas Resultados correlacionando as lesões benignas (G1) e malígnas (G2) com os dados anteriores a cirurgia Diagnóstico histológico pós cirurgia (42): Dados clínicos: Adenomegalia cervical Ultrasonografia 22 Lesões benignas 20 Lesões malignas Laboratório Calcitonina Cintilografia Resultados correlacionando as lesões benignas (G1) e malígnas (G2) com os dados anteriores a cirurgia Abordagem terapêutica Acurácia diagnóstica 90.4% Levotiroxina TSH N ou Nódulo TSH Radio Iodo Avaliação Clínica Ultrason Cintigrafia Nódulo Funcionante Quadro clínico ou citologia sugestiva de Câncer Lesões sólidas benignas Cirurgia M S B Cirurgia Iodo Outros Follow up cuidadoso Cirurgia Cirurgia Follow up Cirurgia 8

9 Conclusões Abordagem diagnóstica dos nódulos n tireoidianos em criança,depende a,depende da diferenciação entre lesões gnas. A cintilografia e a ultra-sonografia isoladamente não diferenciam lesões malígnas de benígnas gnas. A tem revelado a maior acurácia cia para selecionar os pacientes para cirurgia. Entretanto a, não pode substituir a suspeita clínica de malígnidade gnidade. Quando os achados clínicos forem sugestivos de malignidade,a criança a deve submeter-se se à cirurgia. Obrigada 9

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