FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO"

Transcrição

1 FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO CONCURSO VESTIBULAR FASE PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS INSTRUÇÕES! Você está recebendo este Cderno contendo 86 questões de múltipl escolh! Destque, conjuntmente, primeir e últim folh, onde estão contids s Instruções e Folh Intermediári de Resposts! Com letr legível, preench, com seu nome e número d crteir, os espços reservdos pr tl, neste Cderno de Questões A Folh Intermediári de Resposts ficrá com você pr conferênci com o gbrito ser publicdo! Lei cuiddosmente s questões e escolh respost que você consider corret! Mrque, n Folh Intermediári de Resposts, letr correspondente à lterntiv que você escolheu! Com cnet de tint zul ou pret, ssinle o número de su prov n Folh Definitiv de Resposts e ssine-! Trnscrev pr Folh Definitiv de Resposts tods s resposts notds n Folh Intermediári de Resposts! A durção d prov é de 4 hors e 30 minutos, já incluído o tempo pr preenchimento d Folh Definitiv de Resposts AGUARDE A ORDEM PARA ABRIR ESTE CADERNO DE QUESTÕES Nome do cndidto N o d crteir

2 FMTM/CG/1 Fse-1 2

3 FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO CONCURSO VESTIBULAR FASE PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS AGUARDE A ORDEM PARA ABRIR ESTE CADERNO DE QUESTÕES Nome do cndidto N o d crteir FMTM/CG/1 Fse-1

4 FMTM/CG/1 Fse-1 4

5 BIOLOGIA 01 Há 150 nos, o rio Tâmis que cort cidde de Londres emnv tmnho mu cheiro que foi preciso fechr o Prlmento A poluição er tnt que cerc de 50 nos trás ele foi considerdo oficilmente morto Decididos trzer o rio à vid, os ingleses se empenhrm e hoje, em sus águs limps, vivem 121 espécies de peixes A recuperção do Tâmis tem sido constnte o longo de qutro décds como resultdo do trtmento de resíduos (Revist Fpesp, gosto de 2004) Sobre o texto, form feits s seguintes firmções: I morte do rio deve-se à bix concentrção de oxigênio, o que torn inviável presenç de nimis quáticos; II o rio se torn pobre em oxigênio devido o excesso de seres neróbios; III o mu cheiro exldo é proveniente de substâncis formds durnte decomposição incomplet de compostos orgânicos por microrgnismos neróbios; IV o lnçmento de dejetos orgânicos no rio provoc, num primeiro momento, umento n populção niml, devido o processo de eutrofizção; V um ds forms de trtmento de resíduos consiste n decomposição dos dejetos orgânicos em tnques dequdos, ntes de águ retornr o rio Está correto o contido pens em (A) I, II e V (B) I, III e V (C) I, IV e V (D) II, III e IV (E) III, IV e V 02 Os esquems seguir reproduzem s estruturs interns de um cloroplsto e de um mitocôndri, mbos presentes ns céluls dos vegetis superiores ORGANELA I (Cloroplsto) ORGANELA II (Mitocôndri) 03 Lei com tenção chrge: NÍQUEL NÁUSEA Fernndo Gonsles Você já lmoçou! Não precis me comer!! É! Ms n minh rção fltrm fenillnin e triptofno! Eeu pergunto: Dá pr rgumentr?? (Folh de SPulo) Sbendo-se que triptofno e fenillnin são dois minoácidos essenciis, ssinle lterntiv corret (A) O preddor precis comer o rto pr ingerir dois minoácidos essenciis que, dentre outros, irão grntir síntese de sus proteíns (B) Se o preddor não comer o rto, não terá proteíns de lto teor clórico, pois os compostos citdos são moléculs ltmente energétics (C) Ao comer o rto, o preddor estrá ingerindo dois compostos fundmentis pr síntese de fosfolipídios e, com isso, grntindo estbilidde ds membrns celulres (D) O preddor não necessit dos compostos citdos, pois ele já é cpz de sintetizr queles minoácidos denomindos nturis (E) Ao comer o rto, o preddor estrá ingerindo dois compostos fundmentis pr síntese dos crboidrtos de reserv 04 O cresol é um mistur de cor ros, indicdor de ph, que, em solução, tem propriedde de permnecer em equilíbrio com o teor de CO 2 do meio em que se encontr Se o teor é lto, o cresol bsorve o CO 2 do meio, torn-se mis ácido e dquire cor mrel Se o teor é bixo, o cresol perde CO 2 pr o meio, torn-se lclino e dquire cor rox A figur reproduz um experimento relizdo n presenç e, depois, n usênci de luz e em um mesmo intervlo de tempo C D A B Em relção esss orgnels e sus funções, pode-se firmr que (A) n orgnel I só ocorrem reções que liberm energi, enqunto que n orgnel II, tods s reções consomem energi (B) n orgnel II o O 2 produzido é proveniente d quebr do CO 2 no ciclo ds pentoses, e n orgnel I este gás é usdo n cdei respirtóri como ceptor de elétrons (C) s enzims que ctlism s reções de produção de compostos orgânicos ricos em energi encontrm-se ns regiões A e C (D) águ é substânci fornecedor de elétrons n orgnel I e ceptor de elétrons n orgnel II (E) em mbs ocorre produção de ATP por meio do processo de fosforilção n presenç de um cdei de trnsportdores de elétrons Esquem d montgem pr demonstrção do consumo de CO 2 durnte fotossíntese O resultdo observdo foi: (A) solução dquiriu cor rroxed pós ficr no escuro, pois folh eliminou CO 2 pr o r (B) solução dquiriu cor mrel pós ficr expost o sol, pois folh bsorveu CO 2 do r (C) solução dquiriu cor mrel pós ficr no escuro, pois folh eliminou CO 2 pr o r (D) solução dquiriu cor rroxed pós ficr expost o sol, pois umentou o teor de CO 2 do r (E) solução dquiriu cor mrel pós ficr no escuro, pois diminuiu o teor de CO 2 do r 5 FMTM/CG/1 Fse-1

6 05 NÍQUEL NÁUSEA Fernndo Gonsles Oi Pessol! Posso me mudr pr est cs? Só! Bem-vindo à noss comunidde! Tá n hor de cortr o cbelo! (Folh de SPulo) Considerndo pens s informções contids n chrge e que o diálogo representdo se deu entre seres de diferentes espécies, é possível concluir que (A) relção entre o hospedeiro e os seres que mntêm o diálogo é protocooperção (B) relção entre o hospedeiro e os seres que mntêm o diálogo é o comenslismo (C) os orgnismos mostrdos são ectoprsits e estbelecem um relção de mutulismo entre si (D) o termo comunidde foi usdo de mneir corret, pois os orgnismos pertencem espécies diferentes (E) o persongem que está se mudndo foi ceito n comunidde, pois ocup o mesmo nicho ecológico dos demis 06 Num exercício prático, um estudnte nlisou um vegetl pr descobrir que grupo pertenci, usndo seguinte chve de identificção: usênci de vsos condutores presenç de vsos condutores I usênci de sementes presenç de sementes II usênci de frutos presenç de frutos III IV Lei os textos pr responder às questões de números 08 e 09 A vrição genétic tmbém desempenh um ppel n suscetibilidde individul um dos piores flgelos de noss époc: Aids Algums pessos têm um pequen flh ns cópis de um gene que codific um receptor prticulr n superfície d célul, chmdo de receptor chemokine 5 (CCR5) Esses indivíduos não produzem receptores CCR5 n superfície de sus céluls A miori dos tipos de HIV-1, o vírus que cus Aids, lig-se o receptor CCR5 pr entrr ns céluls e, portnto, s pessos que crecem dos receptores CCR5 são resistentes à infecção pelo HIV-1 (Scientific Americn Brsil, edição nº 20, jneiro de 2004) Cerc de 1% dos indivíduos cucsinos dos Estdos Unidos e Europ são homozigotos pr este gene A homozigose pr deleção do CCR5 está ssocid um efeito protetor à infecção pelo HIV-1 A heterozigose, pesr de não proteger o indivíduo d infecção, está ssocid à não progressão, ou períodos de ltênci clínic prolongd, nos indivíduos infectdos Recentemente foi tmbém definido que pcientes portdores d heterozigose e infectdos pelo HIV presentm um melhor respost imunológic o trtmento nti-retrovirl (Genetics nd Moleculr Biology, Adptdo) 08 A prtir dos textos é possível concluir que (A) indivíduos homozigotos recessivos presentm imunidde nturl contr o HIV-1 (B) s infecções oportunists tingem, principlmente, os indivíduos homozigotos dominntes (C) indivíduos heterozigotos respondem melhor o trtmento com inibidores d trnscriptse revers (D) ltênci clínic prolongd deve-se à presenç d proteín CCR5 nos linfócitos (E) presenç d proteín CCR5 norml grnte entrd do DNA do HIV-1 nos linfócitos O estudnte concluiu que o vegetl pertenci o grupo III Esse vegetl é (A) um musgo (B) um pinheiro (C) um tomteiro (D) um orquíde (E) um smmbi 09 É possível identificr, nos dois textos, exemplos de (A) pleiotropi e epistsi (B) interção gênic e polileli (C) fluxo gênico e interção gênic (D) mutção e recombinção gênic (E) vribilidde genétic e mutção 07 Considere s seguintes crcterístics de um mmífero: I excreção de compostos nitrogendos; II produção de uréi; III produção de enzims digestivs; IV reserv de crboidrtos São funções do fígdo s expresss pens em (A) I e II (B) I e III (C) I e IV (D) II e IV (E) III e IV 10 Observe o esquem: lobo nterior d hipófise A B C ção sobre o metbolismo Pr que o esquem estej correto, A, B e C devem ser substituídos, respectivmente, por (A) hormônio tireotrófico (TSH), tireóide e tiroxin (B) clcitonin, prtireóide e prtormônio (C) tiroxin, prtireóide e prtormônio (D) drenlin, córtex ds glânduls drenis e cortisol (E) hormônio drenocorticotrófico (ACTH), medul ds glânduls drenis e cortisol FMTM/CG/1 Fse-1 6

7 6 cpm / 10 céluls 11 Muitos ntibióticos são cpzes de inibir o processo de trdução durnte síntese protéic Pr evidencir tl efeito, bctéris são colocds em meio de cultur contendo minoácidos mrcdos por isótopos rdiotivos Em seguid, são feitos testes pr detectr ssimilção desses minoácidos n presenç e n usênci de substâncis que serão usds como possíveis ntibióticos Um prelho mede quntidde de cintilções correspondentes às emissões rdiotivs do mteril nlisdo no cso, bctéris e o resultdo é expresso em cpm/10 6 céluls (cpm = cintilções por minuto) Seguindo esse protocolo, form testds cinco substâncis, 1, 2, 3, 4 e 5, pr se vlir eficiênci de cd um dels como um possível ntibiótico Os resultdos estão demonstrdos no gráfico Controle A prtir d nálise dos ddos, é possível concluir corretmente que o melhor resultdo como ntibiótico é ddo pel substânci (A) 1 13 Um cilindro homogêneo, inicilmente em repouso sobre um superfície horizontl, lis e polid, é empurrdo por um forç constnte de intensidde F desde o instnte t = 0 té o instnte t = T Do instnte t = T em dinte, forç F r deix de gir sobre o cilindro té o instnte t = 2T Durnte o intervlo de tempo totl, o gráfico que melhor represent velocidde do centro de mss do cilindro em função do tempo é (A) (B) (C) 0 0 v v v T 2T t T 2T t F (B) 2 (C) 3 (D) 4 0 v T 2T t (E) 5 (D) 0 T 2T t FÍSICA v 12 Ancond el mede mis de 15 m pes 450 kg movese 45 m/s e não está sozinh!!! Foi desse modo, com o trdicionl erro conceitul entre peso e mss, que mídi divulgou o filme Ancond II Supondo que os 15 m citdos n chmd se refirm à distânci entre s extremiddes d cobr qundo el está em movimento, pr que est cobrinh trnsponh completmente um distânci de 100 m, o tempo gsto, em s, é de, proximdmente, (A) 2,6 (B) 2,2 (C) 1,8 (D) 1,4 (E) 1,0 (E) 0 T 2T t 14 Segurndo s mãos de seu filho com s sus, um mãe põese girá-lo uniformemente um rzão de mei volt por segundo, fzendo com que o menino fique temporrimente suspenso no r Se durnte rotção crinç de 15 kg tem seu centro de mss mntido 1 m do corpo d mãe, forç centrípet que o centro de mss d crinç experiment, em N, é Adote: π = 3 (A) 45 (B) 60 (C) 95 (D) 110 (E) FMTM/CG/1 Fse-1

8 15 Em seu livro intituldo Hrmonis Mundi (1619), Kepler, considerdo pi d mecânic celeste, public terceir lei do movimento plnetário A respeito dest e ds outrs leis, nlise: I os plnets mis próximos do Sol completm su revolução num tempo menor que os mis distntes; II o Sol ocup o centro d trjetóri elíptic descrit pelo plnet qundo este complet seu período; III o movimento de trnslção é vrido, isto é, pode ser celerdo e retrddo, durnte o trjeto do plnet Está correto o contido pens em (A) I 18 Um projétil é lnçdo obliqumente pr cim Considere que o projétil retorn o nível de onde foi lnçdo Desprezndo resistênci do r, pode-se firmr que (A) o sistem projétil + Terr não é conservtivo (B) vrição d energi cinétic do projétil é positiv (C) energi cinétic do projétil é nul no ponto mis lto d trjetóri (D) energi mecânic do sistem projétil + Terr vri durnte o movimento (E) o trblho relizdo pel forç grvitcionl no deslocmento totl do projétil é nulo (B) II (C) I e II (D) I e III (E) II e III 16 Um nêutron, com m/s de velocidde, colide frontlmente com um núcleo de zoto em repouso e como resultdo desse choque é bsorvido pelo zoto Com bse n mecânic clássic, velocidde finl desse novo núcleo formdo é, em m/s, proximdmente igul Ddos: mss do nêutron = 1, kg mss do zoto = 23, kg (A) zero (B) 88 (C) 186 (D) 213 (E) A oculr de um microscópio foi desmontd pr ser relizdo um polimento em su lente Ao ser remontd, lente plno-convex foi montd invertid em relção à posição que ocupv originlmente Vej: FMTM/CG/1 Fse-1 como er ntes como ficou depois Um vez que lente utilizd n oculr obedece às condições de estigmtismo de Guss, pode-se firmr que o descuido, reltivmente à montgem originl, (A) fstou o ponto objeto (B) diminuiu distânci focl (C) não interferiu n óptic d oculr (D) proximou imgem pr o observdor (E) lterou o umento trnsversl liner d oculr 8 19 Um ond sonor present freqüênci f 1 e comprimento de ond λ 1 qundo trvess extensão de um brr metálic e homogêne Ess mesm ond sonor, o propgrse no r, o fz com velocidde menor, presentndo comprimento de ond (A) menor do que λ 1 e freqüênci igul f 1 (B) menor do que λ 1 e freqüênci menor do que f 1 (C) mior do que λ 1 e freqüênci igul f 1 (D) mior do que λ 1 e freqüênci menor do que f 1 (E) mior do que λ 1 e freqüênci mior do que f 1 20 Chrles Coulomb, físico frncês do século XVIII, fez um estudo experimentl sobre s forçs que se mnifestm entre crgs elétrics e concluiu que I dus crgs fixs exercem entre si forçs de nturez eletrostátic de igul intensidde; II s forçs eletrostátics são de nturez trtiv, se s crgs forem de sinis contrários, e de nturez repulsiv, se forem do mesmo sinl; III intensidde d forç eletrostátic é inversmente proporcionl às crgs e diretmente proporcionl o qudrdo d distânci que s sepr Pode-se firmr que está correto o contido em (A) I, pens (B) I e II, pens (C) I e III, pens (D) II e III, pens (E) I, II e III 21 A resistênci entre os pontos A e B do resistor equivlente à ssocição mostrd n figur seguir tem vlor, em Ω, igul (A) 95 (B) 85 (C) 55 (D) 35 (E) 25 A B

9 22 Pr o prepro de determind mrc de pipocs pr microonds, emblgem orient que, sob potênci de 900 W, o tempo de prepro sej de 3 minutos Pr fzer ess pipoc, energi empregd é, proximdmente, em kcl, Ddo: 1 cl = 4 J (A) 50 (B) 41 (C) 37 (D) 28 (E) 15 GEOGRAFIA 23 Anlisndo-se geogrfi ncionl d exclusão socil, sobressi consttção de que no espço brsileiro há lguns cmpmentos de inclusão socil em meio um mpl selv de exclusão, que se estende por prticmente todo o espço brsileiro O índice de exclusão socil sintetiz os indicdores de pobrez, emprego forml, desiguldde de rend, lfbetizção, escolridde, vulnerbilidde juvenil e violênci Levndo-se em cont o exposto, pode-se firmr que em Mins Geris mior selv de exclusão socil e o cmpmento de inclusão socil são encontrdos, respectivmente: (A) no norte do Estdo e no Triângulo Mineiro (B) n Zon d Mt e no Vle do Jequitinhonh (C) no Qudrilátero Ferrífero e n bci do Rio Grnde (D) n região de Juiz de For e em Governdor Vldres (E) n fronteir do Rio de Jneiro e n do Espírito Snto 25 A lut contr pobrez não será vencid enqunto os píses não trblhrem pr que sus socieddes sejm culturlmente diversificds e inclusivs Ess é principl conclusão do Reltório do Desenvolvimento Humno Liberdde Culturl num mundo diversificdo, do Pnud de julho de 2004 A conclusão desse reltório firm que pobrez mundil se combte com (A) multiculturlismo (B) negção d ciddni (C) dominção culturl (D) exclusão culturl (E) terrorismo 26 Atques coordendos contr 20 oleodutos no sul do pís fizerm com que exportção de petróleo d região fosse reduzid à metde Os dutos que ligm os poços petrolíferos de Rumeil Berjsiy form incendidos por rebeldes pr prejudicr os esforços de reconstrução do pís As meçs contr infr-estrutur petrolífer umentrm recentemente em meio o violento levnte de militntes xiits no sul do pís (O Estdo de SPulo, ) A prtir de seus conhecimentos geográficos e ds informções contids no texto, pode-se firmr que ess série de problems estão ocorrendo (A) no Afegnistão (B) n Rússi (C) n Nigéri (D) no Irque (E) n Argéli 24 Observe s firmções: I quse metde dos 700 milhões de hbitntes dess região do plnet vive em extrem pobrez, com rend bixo de um dólr por di; II de cd dez pessos portdors do vírus HIV no mundo, cerc de sete vivem ness região do plnet; III históri recente dess região registr grnde número de guerrs civis e golpes de Estdo Os conflitos étnicos e religiosos estão ssocidos, n miori dos csos, à disput pels riquezs nturis regionis As firmções contêm problemátic de píses loclizdos (A) no Mgreb fricno (B) no Golfo Pérsico (C) n Áfric Subsrin (D) n Améric Centrl (E) ns Antilhs 27 Lei s firmções: I foi o primeiro pís d Améric bolir escrvidão, em 1794; II de , presentou um dos regimes dittoriis mis truculentos d históri, bsedo no terror d gurd pessol do ditdor; III no início de 2004, teve início um insurreição rmd no norte do pís, promovid por grupos rebeldes, que questionm legitimidde d eleição do presidente; IV um forç de pz d ONU Minusth - Missão de Estbilizção d ONU cujo tul comndo é feito pelo Brsil, foi envid pr controlr crise; V em 2004, o pís obteve pior colocção em IDH n Améric e está entre os últimos do mundo As firmções referem-se o seguinte pís: (A) Cub (B) Hiti (C) Bolívi (D) Venezuel (E) Guteml 9 FMTM/CG/1 Fse-1

10 28 O mundo ssiste o umento do comércio mundil, cuj regulmentção é feit pel OMC (Orgnizção Mundil de Comércio), crid n décd de O mp mostr cinco locliddes d Europ, em diferentes pontos do continente Relcione esss locliddes com os pluviogrms seguir e indique ssocição corret Anlisndo-se tendênci presentd pelo gráfico e os principis produtos comercilizdos, pode-se firmr que se referem o comércio (A) d Índi com o Jpão (B) de Formos com Hong Kong (C) d União Européi com o Nft (D) do Brsil com Chin (E) d Austráli com Arábi Sudit 29 No mp do Brsil estão ssinlds s ntigs e s novs áres produtors de A ssocição corret é: (A) 1 II (B) 2 IV (C) 3 I (A) rroz (B) ccu (D) 4 III (E) 5 V (C) milho (D) cn-de-çúcr (E) lgodão FMTM/CG/1 Fse-1 10

11 31 Observe o qudro: Moviment 458 bilhões de reis por no Um terço do PIB do Brsil Ger 17,7 milhões de empregos, 37% do totl ncionl Rende 30 bilhões de dólres em exportções, 42% do que o Brsil export Os ddos contidos no qudro referem-se à importânci, no Brsil, do setor (A) d indústri petrolífer (B) de gronegócio (C) de crne bovin e derivdos (D) d indústri utomobilístic (E) d indústri eronáutic 32 Observe tbel: Produção % d Exportção Miores (milhões de produção (milhões de Produtores tonelds) mundil tonelds) Brsil 23,6 16,6 13,4 Índi 19,5 13,7 1,3 União Européi 18,2 12,8 4,7 Chin 9,8 6,9 Estdos Unidos 6,8 4,8 Tilândi 6,4 4,5 4,2 Austráli 5,6 3,9 3,9 México 5,1 3,6 Cub 3,5 2,5 3,1 (Folh de SPulo, ) A prtir dos seus conhecimentos geográficos, d nálise dos ddos d tbel e d ssocição com o problem gerdo pelos subsídios grícols d UE, discutido pelo Brsil n OMC, em 2004, pode-se firmr que o produto em questão é (A) soj (B) crne (C) o çúcr (D) o leite (E) o lgodão 33 Esse sistem foi projetdo pr fornecer o posicionmento instntâneo e velocidde de um ponto n superfície terrestre ou próximo del, trvés ds coordends geográfics O poio técnico o sistem é ddo por um constelção de 24 stélites distribuídos por 6 órbits em torno d Terr Pode ser plicdo em vários rmos de tividde, em que loclizção geográfic é um informção necessári Foi originlmente concebido pr ser utilizdo n nvegção ére, mrítim e terrestre Tornou-se importnte instrumento pr relizção de levntmentos topográficos e geodésicos, demrcção de fronteirs, uniddes de conservção e de terrs indígens e implntção de eixos rodoviários, lém do monitormento de cminhões de crg, crros ou qulquer tipo de trnsporte O texto refere-se o processo de loclizção por (A) Aerofotogrmetri (B) ENSO (C) Projeção de Merctor (D) Representção Crtográfic Tridimensionl (E) Sistem de Posicionmento Globl GPS HISTÓRIA 34 Qundo um crinç nsci, o pi não tinh direito de criá-l: devi levá-l um lugr chmdo lesche Lá ssentvm-se os Anciãos d tribo Eles exminvm o bebê Se o chvm bem encorpdo e robusto, eles o deixvm Se er ml nscido e defeituoso, jogvm-no () Julgvm que er melhor, pr ele mesmo e pr cidde, não deixr viver um ente que, desde o nscimento, não estv destindo ser forte e sudável () educção er um prendizdo de obediênci Os nciãos vigivm os jogos ds crinçs Não perdim um ocsião pr suscitr entre eles brigs e rivliddes Tinhm ssim meios de escutr, em cd um, s disposições nturis pr udáci e intrepidez n lut Ensinvm ler e escrever pens o estritmente necessário O resto d educção visv costumá-los à obediênci, tornálos duros à dversidde e fzê-los vencer no combte (Plutrco, A vid de Licurgo) O sistem educcionl d cidde, que o texto se refere, tinh por objetivo (A) eliminr os mus ciddãos com o ostrcismo e um rígido militrismo (B) crir um sociedde hrmônic que vlorizsse os princípios democráticos (C) formr ciddãos disciplindos e preprdos pr s tividdes militres (D) difundir um consciênci crític o restringir leitur e escrit (E) orgnizr um exército poderoso que pudesse defender seu vsto império 11 FMTM/CG/1 Fse-1

12 35 Em prte d Europ Ocidentl, no início d Idde Médi, s invsões e guerrs constntes e distribuição de feudos contribuírm pr (A) frgmentção do poder rel e uto-suficiênci ds regiões em termos econômicos e militres (B) o enfrquecimento do poder d Igrej Ctólic e o predomínio ds relções servis de produção (C) generlizção ds relções de suserni e vsslgem e o umento ds tividdes mercntis (D) o processo de êxodo rurl que formou o feudlismo e descentrlizção dos poderes dos monrcs (E) o desenvolvimento de um economi nturl e grári e formção ds monrquis ncionis 36 Durnte Idde Modern, governos europeus dotrm um polític econômic que, embor com vrições, crcterizv-se pelo intervencionismo, visv o fortlecimento e o enriquecimento do Estdo e tendi os interesses d burguesi Trt-se (A) do Absolutismo (B) d Fisiocrci (C) do Liberlismo (D) d Ilustrção (E) do Mercntilismo 37 A Segund Revolução Industril diferenciou-se d Primeir porque (A) utilizou o crvão e o vpor como fontes principis de energi e centuou miséri e concentrção de rend (B) proporcionou pssgem pr o cpitlismo concorrencil e teve os Estdos Unidos como pís pioneiro no processo (C) inugurou o sistem de produção em série e estbeleceu livre concorrênci entre s empress industriis (D) promoveu o surgimento de grndes conglomerdos econômicos, como trustes e crtéis, e usou eletricidde e o petróleo (E) gerou divisão interncionl do trblho e dependeu de mtéris-prims oriunds somente ds colônis mericns 38 No século XX, Chin e Cub vivencirm, em diferentes décds, um processo revolucionário que, em comum, (A) foi liderdo pelo proletrido urbno e concretizou os ideis de Krl Mrx (B) contou com prticipção de cmponeses e modificou sus socieddes (C) gerou potêncis socilists que se mntêm té hoje trelds à Rússi (D) destruiu ordem bsolutist vigente e criou um sociedde sem Estdo (E) possuiu dus fses, liberl e socilist, ssim como Revolução Russ 39 Lei os comentários de europeus do século XVI sobre os hbitntes d Améric A grnde glóri e honr de nossos reis e dos espnhóis foi de ter feito os índios ceitrem um só Deus, um só fé e um só btismo e de lhes ter tirdo idoltri, os scrifícios humnos, o cniblismo, sodomi e outros pecdos grndes e mus que nosso bom Deus detest e pune (López de Gomr, Históri Gerl ds Índis) Est prte d Améric é hbitd por pessos mrvilhosmente estrnhs e selvgens: sem fé, sem lei, sem civilidde lgum, vivendo como nimis irrcionis, como nturez os produziu () té o momento em que, tlvez, forem visitdos pelos cristãos () (André Thévet, Singulriddes d Frnç Antártic) A língu deste gentio todo pel cost é um: crece de três letrs não se ch nel F, nem L, nem R, cois dign de espnto, porque ssim não têm Fé, nem Lei, nem Rei; e dest mneir vivem sem justiç e desordendmente (Pero de Mglhães Gndvo, Trtdo d Terr do Brsil) Esses europeus, contemporâneos do início d colonizção d Améric, expressrm (A) um opinião fvorável sobre os indígens, embor criticssem o politeísmo (B) su dmirção por povos tão diversos, concordndo em mnter seus costumes (C) um vlor típico do Iluminismo, exltção do homem, pesr ds diferençs culturis (D) seu desprezo pels culturs ntivs do novo continente, julgndo-se superiores (E) um postur de respeito dinte d diversidde culturl encontrd no Novo Mundo 40 No período colonil, s bndeirs que prtim de São Pulo (A) permitirm que vil enriquecesse com explorção de ouro, tornndo-se cidde mis importnte do Brsil (B) contribuírm pr expnsão territoril lém dos limites estbelecidos pelo Trtdo de Tordesilhs (C) contrm com prticipção de brncos e escrvos negros, que buscvm índios pr ctequisr (D) encontrrm nos jesuíts seus miores rivis, devido o interesse dos pulists em orgnizr missões (E) form orgnizds pel metrópole, que pretendi fundr vils no interior e ocupá-lo com engenhos de çúcr FMTM/CG/1 Fse-1 12

13 41 Sobre um supost teori do século XIX, que pretendi provr inferioridde d rç negr, escreveu-se: Isso er justificdo pelo drwinismo socil, isto é, pels plicções ds leis evolutivs de Chrles Drwin o estudo ds socieddes humns Assim como só sobrevivem n nturez s espécies mis pts, tmbém n sociedde humn só s rçs mis fortes conseguem posições de mndo Se os negros form reduzidos à escrvidão, isso er culp deles, er um decorrênci de seu primitivismo É clro que, ness perspectiv, só podi cusr horror à evoluíd elite brsileir conviver em estdo de iguldde com os negros primitivos Ms mrch d bolição er, visivelmente, irreversível Restvm, então, lguns problems: o que fzer pr que economi continusse funcionndo num er pós-escrvist? E o que fzer com os negros? (José Arbex Jr e Mri Helen Senise, Cinco séculos de Brsil: imgens e visões) A solução pr s questões formulds pelos utores foi (A) chegd de estrngeiros, que substituirim lvour de exportção pel indústri de bse e brnquerim sociedde brsileir, muito miscigend (B) imigrção de siáticos e fricnos pr substituir mão-de-obr escrv, que promoveri mestiçgem dos negros com os brncos e índios 43 Em 1942, o Brsil declrou guerr os píses do Eixo; em 1945, terminvm Segund Guerr Mundil e o Estdo Novo A relção entre esses ftos está (A) n contrdição gerd por um pís que lutv, no exterior, contr o totlitrismo, o que umentou s pressões contr ditdur getulist (B) no compromisso que Getúlio Vrgs ssumiu com os EUA, de lutr contr o nzifscismo e, o mesmo tempo, redemocrtizr o Brsil (C) n orgnizção do movimento conhecido como Queremismo, fvorável à imedit eleição diret pr presidênci d Repúblic (D) n desão do regime dittoril vigente no Brsil à cus d democrci, o que fortleceu o presidente Getúlio Vrgs (E) no poio do governo getulist o nzifscismo no conflito mundil, o que motivou oposição de setores liberis d sociedde o presidente 44 Observe: (C) o incentivo à entrd de europeus e siáticos no Brsil, que confirmv polític oficil de segregção rcil d repúblic recém-implntd (D) vind de imigrntes europeus que, n visão d époc, erm evoluídos e contribuirim pr o embrnquecimento d populção brsileir (E) contrtção de trblhdores sslridos, considerdos mis produtivos, dinte d reptrição de todos os ex-escrvos à Áfric 42 Durnte Primeir Repúblic ( ), o operrido, prticulrmente n cidde de São Pulo, (A) er constituído em su miori por brsileiros, que recebim influêncis ideológics d Europ, tis como o comunismo e o fscismo (B) expressou-se por meio de sindictos treldos o governo, devido o imposto sindicl, em busc de umento dos slários (C) teve seu movimento reconhecido pelo Estdo oligárquico, que trtv questão socil como questão polític Os crtzes de propgnd remetem, respectivmente, um governo mrcdo (A) pelo sucesso d lut rmd contr o Estdo e pelo ncionlismo excerbdo (B) pel censur os meios de comunicção e por txs lts de desemprego (C) pelo utoritrismo do regime e por ltos índices de crescimento econômico (D) pel flt de liberdde polític e intelectul e pel usênci de ufnismo (E) pelo fim do biprtidrismo e pel pologi do desenvolvimento d economi (D) inspirou-se n bem sucedid experiênci nrquist, liderndo prlisções e crindo prtidos como meio de lut (E) orgnizou ssocições de jud mútu e inúmers greves, visndo conseguir melhores condições de vid e trblho 13 FMTM/CG/1 Fse-1

14 LÍNGUA INGLESA Lei o texto e respond às questões de números BONE MARROW CELLS REGENERATE HEART IN BRAZIL TEST Fridy, Sep 24, 2004 Rio de Jneiro, Brzil (Reuters) Infusing ptients with bone mrrow cells cn reinvigorte their dying herts nd grow tiny new rteries nd hert muscle tissue, tretment tht my one dy mke hert trnsplnt unnecessry, Brzilin reserchers sid on Fridy Dr Hns Fernndo Dohmnn, coordintor of the reserch crried out t the Pro-Crdic Hospitl in Rio de Jneiro, told Reuters four ptients out of the five studied no longer needed trnsplnts fter being treted with stem cells It ws the first time we sw stem cells ctully generte new rterioles, lthough we hve indirectly observed tht before vi tests Tht eliminted the need for trnsplnts in four ptients who hd indisputble trnsplnt indictions, he sid The experiment, to be detiled to weekend meeting of hert reserchers nd submitted to the journl Circultion, dds to growing body of reserch tht suggests such tretments cn somedy void the need for mny trnsplnts When one ptient died of stroke fter 11 months of tretment, Dohmnn s tem ws ble to do n utopsy nd ctully look t wht hd hppened to his hert They could see the tiny new rteries in the treted re nd lso sw wht looked like new muscle tissue This is the first documented development of crdic muscle tissue in humns while the ccepted concept is tht crdic muscle cells, just like nerve cells, do not regenerte, Dohmnn sid He sid his tem would continue testing other ptients But this one leves us quite convinced, s we hve rel proof tht is humn hert, he sid Dohmnn s tem treted 14 ptients with bone mrrow cells between December 2001 nd lte 2003 Seven other ptients in the control group were treted with conventionl methods, nd doctors sid their recovery ws not s good During the period, two deths occurred in the stem cell group nd one deth in the smller control group, which did not receive the stem-cell tretment The reserch ws crried out jointly with Texs Hert Institute, which designed the stem cell injector, nd with the Rio de Jneiro Federl University Bone mrrow is rich source of dult stem cells, which re blood cells tht retin the cpcity to grow into rnge of cells including white blood cells, blood vessel cells nd hert cells (Source: 45 Um idéi prepondernte questiond pelo estudo do Dr Hns Dohmnn é que (A) s céluls nervoss e s do músculo crdíco não se regenerm (B) s céluls nervoss não se propgm, ms s crdícs se regenerm (C) há um preconceito em relção o uso de terpis genétics n crdiologi (D) s céluls-tronco tum em céluls musculres, ms não ns nervoss (E) vid ds céluls nervoss é mis long que ds céluls musculres 46 O trtmento coordendo pelo Dr Dohmnn (A) usou céluls ósses pr trtr de problems crdícos (B) foi testdo em pcientes que hvim feito trnsplnte crdíco (C) provocou morte de pens um pciente, 11 meses pós o trnsplnte (D) utilizou céluls-tronco provenientes de medul ósse (E) desenvolveu s fibrs musculres do corpo, inclusive do corção 47 Durnte o período de dezembro de 2001 té o fim de 2003, equipe de Dohmnn (A) cuidou de 14 pcientes com problems crdícos e de medul ósse (B) não plicou o trtmento com céluls-tronco o grupo controle (C) percebeu que 7 dos 14 pcientes não desenvolverm crdioptis (D) observou 21 pcientes, sendo que 14 destes form trtdos com métodos convencionis (E) consttou que 7 dos 14 pcientes não tiverm um bo recuperção 48 A pesquis menciond no texto (A) foi finncid pelo Texs Hert Institute (B) foi compnhd pelo jornl médico Circultion e divulgd pel Reuters (C) usou verbs federis pr compr de equipmentos médicos (D) recrutou pcientes por meio d Universidde Federl do Rio de Jneiro (E) foi relizd no Hospitl Pró-Crdíco no Rio de Jneiro 49 A frse do último prágrfo do texto which re blood cells tht retin the cpcity to grow into rnge of cells (A) define medul ósse (B) enumer tipos de céluls sngüínes (C) explic o que são céluls-tronco (D) generliz tipos de céluls sngüínes (E) exemplific um tipo de célul-tronco FMTM/CG/1 Fse-1 14

15 50 N frse do primeiro prágrfo do texto lthough we hve indirectly observed tht before vi tests plvr lthough introduz um idéi de (A) resslv (B) conseqüênci (C) dição (D) lterntiv (E) contrdição 51 A frse do primeiro prágrfo four ptients out of the five studied no longer needed trnsplnts signific, em português, (A) qutro pcientes e mis os cinco estuddos não precism mis de trnsplnte (B) qutro pcientes, for os outros cinco estuddos, podem dir o trnsplnte (C) qutro pcientes em cinco estuddos não precisrm mis de trnsplnte (D) 40% dos pcientes estuddos podem não precisr de trnsplnte (E) um pciente não precis mis fzer o trnsplnte 52 O experimento menciondo no texto indic que (A) o tecido do músculo crdíco pode ser melhor irrigdo por céluls d medul ósse (B) novs rtéris não diminuem os riscos do trnsplnte (C) muits pesquiss futurs serão necessáris pr verificr os ddos obtidos (D) regenerção de céluls-tronco é possível (E) futurmente os trnsplntes crdícos poderão ser evitdos 53 Segundo s informções fornecids no texto, (A) o trtmento com céluls-tronco é perigoso, pois morrerm mis pcientes deste grupo do que do grupo controle (B) utópsi do pciente que morreu pós 11 meses de trtmento com céluls-tronco forneceu prov d eficáci do trtmento (C) os pcientes que receberm trtmento trdicionl presentrm resultdos melhores do que os do grupo controle (D) s céluls-tronco são retirds de pequens rtéris que se encontrm n medul e nos músculos de dultos (E) o experimento do Dr Dohmnn presentou resultdos melhores que os dos testes indiretos em lbortório LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA Pr responder às questões de números 54 62, lei o texto seguir Abrirm-se s uls 15 de fevereiro De mnhã, à hor regulmentr, compreci O diretor, no escritório do estbelecimento, ocupv um cdeir rottiv junto à mes de trblho Sobre mes, um grnde livro brise em coluns mciçs de escriturção e linhs encrnds Aristrco, que consgrv s mnhãs o governo finnceiro do colégio, conferi os ssentmentos do gurd-livros De momento momento entrvm lunos Alguns compnhdos A cd entrd, o diretor fechv lentmente o livro, mrcndo págin com um espdim de mrfim; fzi girr cdeir e soltv interjeições de colhimento, oferecendo episcoplmente 1 mão pelud o beijo contrito 2 e filil dos meninos Os miores, em regr, recusvm-se à cerimôni e prtim com um simples perto de mão O rpz despreci, levndo o sorriso pálido n fce, sudoso d vdição ditos ds féris O pi, o correspondente, o portdor, despedi-se, depois de bnis cumprimentos, ou plvrs respeito do estudnte, menizds pel bonomi 3 superior de Aristrco, que punh hbilmente um sujeito for de ports com o riso fnhoso e o simples modo de segurr-lhe os dedos A cdeir girv de novo à posição primitiv, o livro d escriturção mostrv outr vez s págins enormes e figur pternl do educdor desmnchv-se, voltndo simplificrse n espertez tent e sec do gerente A este vivém de titudes estv tão hbitudo o nosso diretor que nenhum esforço lhe custv mnobr Soldvm-se nele o educdor e o empresário com um perfeição rigoros, dois ldos d mesm medlh: opostos, ms justpostos Qundo meu pi entrou comigo, hvi no semblnte de Aristrco um pontinh de borrecimento Decepção tlvez de esttístic: o número dos estudntes novos não compensndo o número dos perdidos, s novs entrds não contrblnçndo s despess do fim do no Ms sombr do despeito pgouse logo e foi com um explosão de contentmento que o diretor nos colheu Su diplomci dividi-se por escninhos numerdos, segundo ctegori de recepção que queri dispensr Ele tinh mneirs de todos os grus, segundo condição socil d pesso As simptis verddeirs erm rrs No âmgo de cd sorriso, morv-lhe um segredo de friez que se percebi bem E durmente se mrcvm distinções polítics, distinções finnceirs, distinções bseds n crônic escolr do discípulo Às vezes, um crinç senti lfinetd no jeito d mão beijr Sí indgndo consigo o motivo dquilo, que não chv em sus conts escolres O pi estv dois trimestres trsdo (Rul Pompéi, O Ateneu Texto editdo) 1 episcoplmente: à mneir de um bispo 2 contrito: rrependido, pesroso 3 bonomi: serenidde, lentidão, simplicidde, bondde 15 FMTM/CG/1 Fse-1

16 54 Sobre obr de Rul Pompéi, Mário de Andrde escreveu: O Ateneu é um crictur srcástic [] d vid psicológic dos interntos Digo crictur no sentido de se trtr de um obr em que os trços estão voluntrimente exgerdos num intenção punitiv Pel leitur do trecho do romnce, pode-se considerr como cricturl e srcástico: I o modo pelo qul Aristrco é descrito pelo nrrdor, oferecendo de mneir episcopl mão pelud o beijo contrito e filil dos lunos; II o modo pelo qul o nrrdor observ que Aristrco consgrv s mnhãs o governo finnceiro do colégio, conferindo s notções feits em um grnde livro que se bri em coluns mciçs de escriturção e linhs encrnds; III o fto de o nrrdor ter ssocido os movimentos d cdeir girtóri ocupd por Aristrco às mudnçs de titude deste, cdeir funcionndo como metáfor d personlidde do diretor Está correto o que se firm em (A) II, pens (B) I e II, pens (C) I e III, pens (D) II e III, pens (E) I, II e III 55 Qundo meu pi entrou comigo, hvi no semblnte de Aristrco um pontinh de borrecimento Decepção tlvez de esttístic: o número dos estudntes novos não compensndo o número dos perdidos, s novs entrds não contrblnçndo s despess do fim do no Ms sombr do despeito pgou-se logo e foi com um explosão de contentmento que o diretor nos colheu No trecho, os termos em destque constituem um ntítese Esse recurso estilístico foi utilizdo pelo utor pr (A) ressltr o fto de que Aristrco colocv s questões pedgógics cim dos problems finnceiros do colégio (B) demrcr o cráter mbíguo e oscilção de comportmento do diretor do colégio (C) mostrr que Aristrco dv pouc importânci os problems finnceiros do colégio (D) crcterizr o tempermento desconfido de Aristrco como diretor do colégio (E) demonstrr que Aristrco tinh poucos borrecimentos à frente d instituição 56 Qunto à mneir de recepcionr pis e lunos, pode-se firmr que Aristrco os recebi (A) com um explosão de contentmento (B) com expressão de borrecimento (C) de mneir espontnemente colhedor Considere o trecho seleciondo, pr responder às questões de números 57 e 58 Às vezes, um crinç senti lfinetd no jeito d mão beijr Sí indgndo consigo o motivo dquilo, que não chv em sus conts escolres O pi estv dois trimestres trsdo 57 No trecho, pode-se firmr que o nrrdor (A) insinu que Aristrco empregv violênci físic contr os lunos do colégio (B) crcteriz sutilmente o diretor do colégio, que por pequenos gestos demonstrv seu descontentmento os lunos (C) registr o constrngimento que os lunos tinhm em beijr mão do diretor (D) demonstr que o diretor do colégio recusv-se cumprimentr os lunos que tivessem desempenho cdêmico instisftório (E) procur mostrr que Aristrco recusv-se dr mão beijr os lunos cujos pis estivessem em dívid com o colégio 58 O pronome que refere-se (A) pi (B) crinç (C) motivo (D) dquilo (E) lfinetd 59 De momento momento entrvm lunos A cd entrd, o diretor fechv lentmente o livro Nesss orções, os termos De momento momento e lentmente indicm, respectivmente, (A) tempo e modo (B) comprção e conclusão (C) intensidde e oposição (D) condição e conseqüênci (E) proporção e conclusão 60 Su diplomci dividi-se por escninhos numerdos, segundo ctegori de recepção que queri dispensr No trecho, o termo segundo inici orção subordind (A) cusl (B) proporcionl (C) comprtiv (D) concessiv (D) de mneir hbilidos e clculd (E) com um desprezo que ele não se preocupv em ocultr 16 FMTM/CG/1 Fse-1 (E) conformtiv

17 61 A este vivém de titudes estv tão hbitudo o nosso diretor que nenhum esforço lhe custv mnobr Reescrevendo-se frse n ordem diret, tem-se: (A) A este vivém de titudes o nosso diretor estv tão hbitudo que mnobr não lhe custv nenhum esforço (B) Estv tão hbitudo o nosso diretor este vivém de titudes que nenhum esforço lhe custv mnobr (C) O nosso diretor estv tão hbitudo este vivém de titudes que mnobr não lhe custv nenhum esforço (D) Tão hbitudo estv o nosso diretor este vivém de titudes que nenhum esforço lhe custv mnobr (E) O nosso diretor este vivém de titudes estv tão hbitudo que nenhum esforço lhe custv mnobr 62 Pels crcterístics temátics e de estilo, obr O Ateneu identific-se com estétic (A) pré-romântic, destcndo-se o subjetivismo presente n nrrtiv (B) romântic, pel crcterizção idelizd dos persongens (C) relist-nturlist, destcndo-se o trtmento crítico do cráter humno (D) simbolist, pelo cráter simbólico tribuído o colégio (E) modernist, pel ênfse à lingugem coloquil Pr responder às questões de números 63 e 64, lei o texto seguir O cônego Dis er muito conhecido em Leiri Ultimmente engordr, o ventre sliente enchi-lhe btin; e su cbecinh grislh, s olheirs ppuds, o beiço espesso fzim lembrr velhs nedots de frdes lscivos e glutões (Eç de Queirós, O crime do pdre Amro) 63 Ao presentr o cônego Dis, o nrrdor o fz de form irônic e srcástic No texto, isso pode ser verificdo: I pelo uso sistemático de djetivos que, pelo contexto, ssumem conotção pejortiv; II pel crcterizção psicológic do persongem; III pelo uso d plvr beiço (pr designr lábio) Está correto o contido pens em (A) II (B) III 64 No trecho seleciondo, estão presentes importntes crcterístics d litertur de Eç de Queirós Esss crcterístics são: (A) o idelismo, lingugem coloquil e o tom srcástico (B) o psicologismo, lingugem prolix e o tom retórico (C) o criticismo, lingugem concis e o tom reflexivo (D) o elitismo, lingugem rebuscd e o tom ristocrático (E) o nticlericlismo, lingugem mordz e o tom descritivo MATEMÁTICA 65 Sendo e b reis positivos diferentes de 1 tis que x = log b e y = log b, som dos inversos de x e y, em função de x, é igul (A) (B) (C) (D) (E) 66 Um terreno de 100 km² será totlmente plntdo com milho e soj, sendo que cd cultur poderá ocupr, no máximo, 70% d áre cultivd Sendo m e s s áres plntds de milho e soj, representção gráfic de todos os pres ordendos (m,s) que tendem às condições do problem é um (A) rco de prábol (B) segmento de ret (C) conjunto de 71 pontos (D) triângulo (E) setor circulr (C) I e II (D) I e III (E) II e III 17 FMTM/CG/1 Fse-1

18 67 A figur indic um triângulo equilátero ABC de ldo unitário Sbe-se ind que r, s e t são rets prlels, com A e B pertencentes t, e C pertencente r 69 Músculos cujs fibrs são curts e inclinds reltivmente um tendão no seu centro são chmdos de pindos O estudo do movimento do tendão de um músculo pindo é equivlente à determinção de x em um situção como descrit nos triângulos seguir: Admitindo-se que s estej se deslocndo de r té t, e que x sej distânci entre r e s, áre sombred n figur, em função de x, será igul (A) Sendo conhecids s medids de k e dos ângulos α e β, x é igul (A) k (sec α + cossec β) (B) (B) (C) (C) (D) (E) k (cotg α cotg β) (D) (E) 68 Em um jogo, por cd bol retird de um urn (sem reposição) um postdor deve pgr d seguinte form: R$ 1,00 pel primeir bol retird, R$ 1,20 pel segund, R$ 1,40 pel terceir, R$ 1,60 pel qurt, e ssim sucessivmente Sbe-se que, de início, urn contém bols numerds de 1 100, e que o jogo se encerr com o pgmento de um prêmio qundo o postdor retirr primeir bol contendo um número múltiplo de 7 Ns condições do jogo, o vlor máximo, em R$, despendido pelo postdor té obter o prêmio é (A) 32,20 (B) 187,20 (C) 598,60 (D) 815,10 (E) 835,20 70 A mtriz A= ( ij ) 20x20 indic pontução ds 20 equipes que disputrm um torneio de futebol por cd um dos jogos Em relção às regrs do torneio e à mtriz A, sbe-se que: - s equipes jogrm entre si um únic vez no torneio; - em cd jogo, cd equipe gnhou 3 pontos por vitóri, 1 por empte ou 0 por derrot; - foi considerd cmpeã equipe que totlizou o mior número de pontos; - s equipes form numerds de 1 20; - ij represent os pontos gnhos pel equipe i no jogo contr equipe j, sendo que pr i = j dot-se ij = 0; - cd um ds 20 equipes emptou o menos um jogo Sbendo-se que equipe número 5 foi cmpeã do torneio, com um totl de 48 pontos, é correto firmr que (A) 6 (B) 9 (C) 10 (D) 12 é igul (E) 15 FMTM/CG/1 Fse-1 18

19 71 Sej x 3 + bx 2 + cx + d = 0 um equção lgébric que possui 3 rízes reis positivs Se s rízes dess equção são numericmente iguis às dimensões de um prlelepípedo reto retângulo, o qudrdo d digonl desse prism é igul (A) 74 Sejm (r) e (s) rets de equções 2x+y 4=0 e x 2y+3=0, respectivmente Em relção o losngo ACBD, sbe-se que: - os vértices A e B são os interceptos de (r) com os eixos crtesinos; - o vértice C pertence à ret (s) e dist 6 uniddes d ret (r); - os vértices C e D não são consecutivos Em tis condições, áre do losngo ACBD é (B) (A) 12 5 (B) 6 5 (C) (C) 4 5 (D) 4 2 (D) (E) 5 2 (E) 72 Sejm V 1 e V 2 volumes de dois cilindros retos de ltur 1 metro e rios d bse, em metros, respectivmente iguis R e 2R 1 Sendo V 1 > V 2, o mior vlor possível de V 1 V 2, em m³, é 75 Sendo p e q números reis tis que, e i unidde imginári, se os números complexos z 1 = sen (p + q) + [log (p q)]i e z 2 = 1 são iguis, então q 2 é igul (A) (A) (B) (C) (D) (B) (C) (D) (E) (E) 73 Sejm p e q inteiros positivos (p>q), e f um função de IR + em IR definid por f(x) = x O vlor de igul é (A) pf(p) + qf(q) (B) pf(q) + qf(p) (C) f(p) + f(q) (D) f(p) f(q) (E) f(p) f(q) 19 FMTM/CG/1 Fse-1

20 OH OH OH OH QUÍMICA 76 O esteviosídeo, fórmul estruturl representd n figur, é um edulcornte nturl extrído ds folhs d stévi, um plnt ltino-mericn OH O OH O O O OH CH 3 CH 2 79 N áre frmcêutic, determinção de purez de lgums substâncis pode ser feit por dosgem gsométric Um mostr de 1,05 g de bicrbonto de sódio, NHCO 3, qundo em contto com HCl, liber 246 ml de CO 2, medidos 300 K e 1 tm Considerndo que todo o gás liberdo é proveniente somente d reção descrit, purez, n mostr, do bicrbonto de sódio, que tem mss molr 84 g/mol, é igul (A) 50% (B) 60% (C) 70% (D) 80% (E) 90% FMTM/CG/1 Fse-1 OH OH O OH CH 3 O O OH As funções orgânics existentes n estrutur dess substânci são: (A) álcool, ldeído e ceton (B) álcool, ldeído e éter (C) álcool, éter e éster (D) ldeído, éster e ceton (E) éter, éster e ceton 77 Um íon M 2+ de um elemento X present configurção eletrônic igul à do rgônio Um dos isótopos desse elemento tem 20 nêutrons e é isóbro de um dos isótopos do K O isótopo do K menciondo tem número de nêutrons igul (A) 18 (B) 19 (C) 20 (D) 21 (E) O Prêmio Nobel de Químic de 2004 foi ddo pesquisdores mericnos e isrelenses que estudrm como o sistem imunológico do corpo humno isol proteíns inde-sejds As proteíns são mcromoléculs presentes em tods s céluls, formds prtir de minoácidos, representdos pel fórmul gerl H HN C C OH R Os minoácidos se polimerizm originndo proteíns por meio d formção de (A) grupos mid e liberção de águ (B) ésteres e liberção de môni (C) ligções de hidrogênio entre os grupos N H e N H (D) ligções de hidrogênio entre os grupos O H e O H (E) ligções de hidrogênio entre os grupos N H e O H 2 O Enzims são proteíns que ctlism reções em sistems biológicos A ção ds enzims pode ser visulizd no esquem seguir que represent dois cminhos de reção, um com ctlisdor e outro sem Energi potencil regentes produtos Evolução d reção Em relção à ção do ctlisdor, firm-se que I o ctlisdor bix energi de tivção d reção; II o ctlisdor desloc o equilíbrio d reção, fvorecendo formção do produto; III o ctlisdor torn o processo exotérmico Está correto o contido pens em (A) I (B) II (C) I e II (D) I e III (E) II e III 81 A tbel relcion dus proprieddes ds substâncis cloreto de sódio, ácido bórico e scrose, 25 o C e 1 tm Substâncis Condutividde elétric Principl forç de trção em fse sólid com moléculs de águ NCl X Z H 3 BO 3 não condutor ligções de hidrogênio C 12 H 22 O 11 Y W Os termos X, Y, Z e W podem ser substituídos, corret e respectivmente, por (A) condutor, não condutor, íon-dipolo e dipolo-dipolo (B) condutor, não condutor, íon-dipolo e forçs de London (C) não condutor, não condutor, dipolo-dipolo e forçs de London (D) não condutor, condutor, dipolo-dipolo e ligções de hidrogênio (E) não condutor, não condutor, íon-dipolo e ligções de hidrogênio

FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO

FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO CONCURSO VESTIBULAR 2005 2 1 FASE PROVA DE CONHECIMENTOS GERAIS INSTRUÇÕES! Você está recebendo este Cderno contendo 86 questões de múltipl escolh! Destque, conjuntmente,

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 2012 1 a Fase RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 2012 1 a Fase RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 01 1 Fse Prof. Mri Antôni Gouvei. QUESTÃO 83. Em 010, o Instituto Brsileiro de Geogrfi e Esttístic (IBGE) relizou o último censo populcionl brsileiro, que mostrou

Leia mais

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d

Leia mais

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C. As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,

Leia mais

COLÉGIO NAVAL 2016 (1º dia)

COLÉGIO NAVAL 2016 (1º dia) COLÉGIO NAVAL 016 (1º di) MATEMÁTICA PROVA AMARELA Nº 01 PROVA ROSA Nº 0 ( 5 40) 01) Sej S som dos vlores inteiros que stisfzem inequção 10 1 0. Sendo ssim, pode-se firmr que + ) S é um número divisíel

Leia mais

CPV O cursinho que mais aprova na GV

CPV O cursinho que mais aprova na GV O cursinho que mis prov n GV FGV Administrção 04/junho/006 MATEMÁTICA 0. Pulo comprou um utomóvel fle que pode ser bstecido com álcool ou com gsolin. O mnul d montdor inform que o consumo médio do veículo

Leia mais

Aprimorando os Conhecimentos de Mecânica Lista 7 Grandezas Cinemáticas I

Aprimorando os Conhecimentos de Mecânica Lista 7 Grandezas Cinemáticas I Aprimorndo os Conhecimentos de Mecânic List 7 Grndezs Cinemátics I 1. (PUCCAMP-98) Num birro, onde todos os qurteirões são qudrdos e s rus prlels distm 100m um d outr, um trnseunte fz o percurso de P Q

Leia mais

Classificação Periódica dos Elementos

Classificação Periódica dos Elementos Classificação Periódica dos Elementos 1 2 3 1 Massa atômica relativa. A incerteza no último dígito é 1, exceto quando indicado entre parênteses. Os valores com * referemse Número Atômico 18 ao isótopo

Leia mais

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se . Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos

Leia mais

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Matemática

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Matemática Vestibulr UFRG 0 Resolução d Prov de Mtemátic 6. Alterntiv (C) 00 bilhões 00. ( 000 000 000) 00 000 000 000 0 7. Alterntiv (B) Qundo multiplicmos dois números com o lgrismo ds uniddes igul 4, o lgrismo

Leia mais

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve

Leia mais

Matemática Aplicada. A Mostre que a combinação dos movimentos N e S, em qualquer ordem, é nula, isto é,

Matemática Aplicada. A Mostre que a combinação dos movimentos N e S, em qualquer ordem, é nula, isto é, Mtemátic Aplicd Considere, no espço crtesino idimensionl, os movimentos unitários N, S, L e O definidos seguir, onde (, ) R é um ponto qulquer: N(, ) (, ) S(, ) (, ) L(, ) (, ) O(, ) (, ) Considere ind

Leia mais

A seqüência correta do ciclo de vida de uma angiosperma, desde o início da formação da flor, é a) gametófito gametas zigoto esporófito esporos

A seqüência correta do ciclo de vida de uma angiosperma, desde o início da formação da flor, é a) gametófito gametas zigoto esporófito esporos 21 e BIOLOGIA A btt-ingles (bttinh) é muito ric em mido. O órgão vegetl que rmzen ess substânci corresponde, e o mido é encontrdo nos, loclizdos no ds céluls. Os espços devem ser preenchidos, corret e

Leia mais

COLÉGIO MILITAR DE BELO HORIZONTE CONCURSO DE ADMISSÃO 2006 / 2007 PROVA DE MATEMÁTICA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO

COLÉGIO MILITAR DE BELO HORIZONTE CONCURSO DE ADMISSÃO 2006 / 2007 PROVA DE MATEMÁTICA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO COLÉGIO MILITA DE BELO HOIZONTE CONCUSO DE ADMISSÃO 6 / 7 POVA DE MATEMÁTICA 1ª SÉIE DO ENSINO MÉDIO CONFEÊNCIA: Chefe d Sucomissão de Mtemátic Chefe d COC Dir Ens CPO / CMBH CONCUSO DE ADMISSÃO À 1ª SÉIE

Leia mais

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA AUTORES: AMARAL, An Pul Mgno; NETO, Antônio d Luz Cost. E-MAIL: mgno_n@yhoo.com.br; ntonioluzneto@gmil.com INTRODUÇÃO Sendo um desfio ensinr químic pr

Leia mais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES

Leia mais

64 5 y e log 2. 32 5 z, então x 1 y 1 z é igual a: c) 13 e) 64 3. , respectivamente. Admitindo-se que E 1 foi equivalente à milésima parte de E 2

64 5 y e log 2. 32 5 z, então x 1 y 1 z é igual a: c) 13 e) 64 3. , respectivamente. Admitindo-se que E 1 foi equivalente à milésima parte de E 2 Resolução ds tividdes complementres Mtemátic M Função Logrítmic p. (UFSM-RS) Sejm log, log 6 e log z, então z é igul : ) b) c) e) 6 d) log log 6 6 log z z z z (UFMT) A mgnitude de um terremoto é medid

Leia mais

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Pulo/SP PNRS E O WASTE-TO-ENERGY Definições do Artigo 3º - A nov ordenção básic dos processos Ordem de prioriddes do Artigo 9º

Leia mais

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo

Leia mais

Semelhança e áreas 1,5

Semelhança e áreas 1,5 A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.

Leia mais

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos.

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos. Acoplmento É o gru de dependênci entre dois módulos. Objetivo: minimizr o coplmento grndes sistems devem ser segmentdos em módulos simples A qulidde do projeto será vlid pelo gru de modulrizção do sistem.

Leia mais

a) sexto b) sétimo c) oitavo d) nono e) décimo

a) sexto b) sétimo c) oitavo d) nono e) décimo 1 INSPER 16/06/013 Seu Pé Direito ns Melhores Fculddes 1. Nos plnos seguir, estão representds dus relções entre s vriáveis x e y: y = x e y = x, pr x 0.. Em um sequênci, o terceiro termo é igul o primeiro

Leia mais

Medicina. Prova Discursiva. Caderno de Prova. Instruções. Informações Gerais. Boa prova! 16/12/2012

Medicina. Prova Discursiva. Caderno de Prova. Instruções. Informações Gerais. Boa prova! 16/12/2012 Prova Discursiva Medicina 16/12/2012 Caderno de Prova Este caderno, com 16 páginas numeradas sequencialmente, contém 5 questões de Biologia e 5 questões de Química. A Classificação Periódica dos Elementos

Leia mais

Uma roda gigante tem 10m de raio e possui 12 assentos, igualmente espaçados, e gira no sentido horário.

Uma roda gigante tem 10m de raio e possui 12 assentos, igualmente espaçados, e gira no sentido horário. Questão PROVA FINAL DE MATEMÁTICA - TURMAS DO O ANO DO ENSINO MÉDIO COLÉGIO ANCHIETA-BA - OUTUBRO DE. ELABORAÇÃO: PROFESSORES OCTAMAR MARQUES E ADRIANO CARIBÉ. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA Um rod

Leia mais

Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março. Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março

Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março. Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Física e Química A Prova Escrita

Leia mais

Gabarito - Química - Grupo A

Gabarito - Química - Grupo A 1 a QUESTÃO: (1,5 ponto) Avaliador Revisor A estrutura dos compostos orgânicos começou a ser desvendada nos meados do séc. XIX, com os estudos de ouper e Kekulé, referentes ao comportamento químico do

Leia mais

Relações em triângulos retângulos semelhantes

Relações em triângulos retângulos semelhantes Observe figur o ldo. Um escd com seis degrus está poid em num muro de m de ltur. distânci entre dois degrus vizinhos é 40 cm. Logo o comprimento d escd é 80 m. distânci d bse d escd () à bse do muro ()

Leia mais

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APOIO INSTITUCIONAL À EXTENSÃO PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL 01/014-PROEX/IFRN Os cmpos sombredos

Leia mais

Gabarito - Matemática Grupo G

Gabarito - Matemática Grupo G 1 QUESTÃO: (1,0 ponto) Avlidor Revisor Um resturnte cobr, no lmoço, té s 16 h, o preço fixo de R$ 1,00 por pesso. Após s 16h, esse vlor ci pr R$ 1,00. Em determindo di, 0 pessos lmoçrm no resturnte, sendo

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE 1 DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-2007 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE 1 DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-2007 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-7 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA Questão Sore números reis, é correto firmr: () Se é o mior número de três lgrismos divisível

Leia mais

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

b 2 = 1: (resp. R2 e ab) 8.1B Calcule a área da região delimitada pelo eixo x, pelas retas x = B; B > 0; e pelo grá co da função y = x 2 exp

b 2 = 1: (resp. R2 e ab) 8.1B Calcule a área da região delimitada pelo eixo x, pelas retas x = B; B > 0; e pelo grá co da função y = x 2 exp 8.1 Áres Plns Suponh que cert região D do plno xy sej delimitd pelo eixo x, pels rets x = e x = b e pelo grá co de um função contínu e não negtiv y = f (x) ; x b, como mostr gur 8.1. A áre d região D é

Leia mais

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Cristin Antunes Mnuel Bispo Pul Guindeir FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Escol Turm N.º Dt Grupo I Documento I É um serviço de tendimento telefónico de Trigem, Aconselhmento e Encminhmento, Assistênci

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA

QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA 1 2 3 4 5 6 7 1 1 1, 00 2 3 4 Li Be 6, 94 9, 01 11 12 Na Mg 22, 99 24, 31 19 20 K Ca 39, 10 40, 08 37 38 Rb Sr 85, 47 87, 62 55 56 Cs Ba 132, 91 137, 33 87 88 Fr Ra 223,

Leia mais

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza Operdores momento e energi e o Princípio d Incertez A U L A 5 Mets d ul Definir os operdores quânticos do momento liner e d energi e enuncir o Princípio d Incertez de Heisenberg. objetivos clculr grndezs

Leia mais

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras Universidde Estdul de Cmpins Fernnd Resende Serrdourd RA: 093739 Disciplin: CS101- Métodos e Técnics de Pesquis Professor: Armndo Vlente Propost de Projeto de Pesquis Liberdde de expressão n mídi: seus

Leia mais

VETORES. Com as noções apresentadas, é possível, de maneira simplificada, conceituar-se o

VETORES. Com as noções apresentadas, é possível, de maneira simplificada, conceituar-se o VETORES INTRODUÇÃO No módulo nterior vimos que s grndezs físics podem ser esclres e vetoriis. Esclres são quels que ficm perfeitmente definids qundo expresss por um número e um significdo físico: mss (2

Leia mais

Capítulo 1 Introdução à Física

Capítulo 1 Introdução à Física Vetor Pré Vestiulr Comunitário Físic 1 Cpítulo 1 Introdução à Físic Antes de começrem com os conceitos práticos d Físic, é imprescindível pr os lunos de Pré-Vestiulr estrem certificdos de que dominm os

Leia mais

São possíveis ladrilhamentos com um único molde na forma de qualquer quadrilátero, de alguns tipos de pentágonos irregulares, etc.

São possíveis ladrilhamentos com um único molde na forma de qualquer quadrilátero, de alguns tipos de pentágonos irregulares, etc. LADRILHAMENTOS Elvi Mureb Sllum Mtemtec-IME-USP A rte do ldrilhmento consiste no preenchimento do plno, por moldes, sem superposição ou burcos. El existe desde que o homem começou usr pedrs pr cobrir o

Leia mais

Função de onda e Equação de Schrödinger

Função de onda e Equação de Schrödinger Função de ond e Equção de Schrödinger A U L A 4 Met d ul Introduzir função de ond e Equção de Schrödinger. objetivos interpretr fisicmente função de ond; obter informção sobre um sistem microscópico, prtir

Leia mais

Fluxo Gênico. Desvios de Hardy-Weinberg. Estimativas de Fluxo gênico podem ser feitas através de dois tipos de métodos:

Fluxo Gênico. Desvios de Hardy-Weinberg. Estimativas de Fluxo gênico podem ser feitas através de dois tipos de métodos: Desvios de Hrdy-Weinberg cslmento preferencil Mutção Recombinção Deriv Genétic Fluo gênico Fluo Gênico O modelo de Hrdy-Weinberg consider pens um únic populção miori ds espécies tem váris populções locis

Leia mais

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600 1 - INTRODUÇÃO Ests instruções têm por objetivo fornecer s orientções pr utilizção do critério pr cálculo d demnd de edifícios residenciis de uso coletivo O referido critério é plicável os órgãos d COPEL

Leia mais

Verifique se este Caderno contém 12 questões discursivas, distribuídas de acordo com o quadro a seguir:

Verifique se este Caderno contém 12 questões discursivas, distribuídas de acordo com o quadro a seguir: 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Se, em qualquer outro local deste Caderno, você assinar, rubricar, escrever

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS

CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS 1 1 1 H 1, 00 2 3 4 2 Li 6, 94 Be 9, 01 11 12 3 Na Mg 22, 99 24, 31 19 20 4 K 39, 10 Ca 40, 08 37 38 5 Rb Sr 85, 47 87, 62 55 56 6 Cs 132, 91 Ba 137, 33 87 88 7 Fr Ra 223, 02 226, 03 CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA

Leia mais

Vestibular2014 MEDICINA. Prova Discursiva 17/11/2013

Vestibular2014 MEDICINA. Prova Discursiva 17/11/2013 Universidade Severino Sombra - USS Vestibular2014 Prova Discursiva MEDICINA 17/11/2013 Este caderno, com 16 páginas numeradas, contém 5 questões de Biologia e 5 questões de Química. A Classificação Periódica

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção

Leia mais

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos 3. Cálculo integrl em IR 3.. Integrl Indefinido 3... Definição, Proprieddes e Exemplos A noção de integrl indefinido prece ssocid à de derivd de um função como se pode verificr prtir d su definição: Definição

Leia mais

EXAME DE INGRESSO 2014 3º Período

EXAME DE INGRESSO 2014 3º Período PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ÁREA DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO (141) ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO EXAME DE INGRESSO 2014 º Período NOME: Oservções Importntes: 1. Não

Leia mais

Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa

Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa Físic 1 - Cpítulo 3 Movimento Uniformemente Vrido (m.u.v.) Acelerção Esclr Médi v 1 v 2 Movimento Vrido: é o que tem vrições no vlor d velocidde. Uniddes de celerção: m/s 2 ; cm/s 2 ; km/h 2 1 2 Acelerção

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVEST VESTIBULAR 2010 1 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVEST VESTIBULAR 2010 1 a Fase. RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA FUVET VETIBULAR 00 Fse Prof. Mri Antôni Gouvei. Q-7 Um utomóvel, modelo flex, consome litros de gsolin pr percorrer 7km. Qundo se opt pelo uso do álcool, o utomóvel consome 7 litros

Leia mais

Resolução A primeira frase pode ser equacionada como: QUESTÃO 3. Resolução QUESTÃO 2 QUESTÃO 4. Resolução

Resolução A primeira frase pode ser equacionada como: QUESTÃO 3. Resolução QUESTÃO 2 QUESTÃO 4. Resolução (9) - www.elitecmpins.com.br O ELITE RESOLVE MATEMÁTICA QUESTÃO Se Améli der R$, Lúci, então mbs ficrão com mesm qunti. Se Mri der um terço do que tem Lúci, então est ficrá com R$, mis do que Améli. Se

Leia mais

PROCESSO SELETIVO/2006 RESOLUÇÃO 1. Braz Moura Freitas, Margareth da Silva Alves, Olímpio Hiroshi Miyagaki, Rosane Soares Moreira Viana.

PROCESSO SELETIVO/2006 RESOLUÇÃO 1. Braz Moura Freitas, Margareth da Silva Alves, Olímpio Hiroshi Miyagaki, Rosane Soares Moreira Viana. PROCESSO SELETIVO/006 RESOLUÇÃO MATEMÁTICA Brz Mour Freits, Mrgreth d Silv Alves, Olímpio Hiroshi Miygki, Rosne Sores Moreir Vin QUESTÕES OBJETIVAS 0 Pr rrecdr doções, um Entidde Beneficente usou um cont

Leia mais

(c) 600 dólares. (e) 60 mil dólares.

(c) 600 dólares. (e) 60 mil dólares. Vestibulr Insper 2014 1 B Análise Quntittiv e Lógic 1. De cordo com estimtiv do Fundo Monetário Interncionl, o Produto Interno Bruto (PIB) d Chin em 2012 foi de 8 trilhões e 227 bilhões de dólres. Considerndo

Leia mais

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço

Leia mais

Apostila De Matemática GEOMETRIA: REVISÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL, PRISMAS E PIRÂMIDES

Apostila De Matemática GEOMETRIA: REVISÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL, PRISMAS E PIRÂMIDES posti De Mtemátic GEOMETRI: REVISÃO DO ENSINO FUNDMENTL, PRISMS E PIRÂMIDES posti de Mtemátic (por Sérgio Le Jr.) GEOMETRI 1. REVISÃO DO ENSINO FUNDMENTL 1. 1. Reções métrics de um triânguo retânguo. Pr

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

UNESP - FEIS - DEFERS

UNESP - FEIS - DEFERS UNESP - FEIS - DEFERS DISCIPLINA: ARMAZENAMENTO E BENEFICIAMENTO DE GRÃOS Exercício Modelo sobre Secgem de Grãos Como técnico contrtdo pr ssessorr u propriedde produtor de milho pr grãos, efetur u nálise

Leia mais

TRIGONOMETRIA. A trigonometria é uma parte importante da Matemática. Começaremos lembrando as relações trigonométricas num triângulo retângulo.

TRIGONOMETRIA. A trigonometria é uma parte importante da Matemática. Começaremos lembrando as relações trigonométricas num triângulo retângulo. TRIGONOMETRIA A trigonometri é um prte importnte d Mtemátic. Começremos lembrndo s relções trigonométrics num triângulo retângulo. Num triângulo ABC, retângulo em A, indicremos por Bˆ e por Ĉ s medids

Leia mais

Y Zr Nb Mo Tc Ru Rh Pd Ag Cd In Sn Sb Te I Xe

Y Zr Nb Mo Tc Ru Rh Pd Ag Cd In Sn Sb Te I Xe A H,0 Li 7,0 Na 2,0 9 K 9,0 7 Rb 85,5 55 Cs,0 87 Fr (22) 2 2A Be 9,0 2 Mg 2,0 20 Ca 0,0 8 Sr 88,0 56 Ba 7,0 88 Ra (226) Elementos de Transição B B 5B 6B 7B 8B B 2B 5 6 7 A A 5A 6A 7A 78,5 8,0 8,0 86,0

Leia mais

Programação Linear Introdução

Programação Linear Introdução Progrmção Liner Introdução Prof. Msc. Fernndo M. A. Nogueir EPD - Deprtmento de Engenhri de Produção FE - Fculdde de Engenhri UFJF - Universidde Federl de Juiz de For Progrmção Liner - Modelgem Progrmção

Leia mais

os corpos? Contato direto F/L 2 Gravitacional, centrífuga ou eletromagnética F/L 3

os corpos? Contato direto F/L 2 Gravitacional, centrífuga ou eletromagnética F/L 3 Universidde Federl de Algos Centro de Tecnologi Curso de Engenri Civil Disciplin: Mecânic dos Sólidos 1 Código: ECIV018 Professor: Edurdo Nobre Lges Forçs Distribuíds: Centro de Grvidde, Centro de Mss

Leia mais

POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou

POLINÔMIOS. Definição: Um polinômio de grau n é uma função que pode ser escrita na forma. n em que cada a i é um número complexo (ou POLINÔMIOS Definição: Um polinômio de gru n é um função que pode ser escrit n form P() n n i 0... n i em que cd i é um número compleo (ou i 0 rel) tl que n é um número nturl e n 0. Os números i são denomindos

Leia mais

FÍSICA. d B. (km) = 3,0. 10 5. 64,8. 10 3. = 194,4. 10 2 km

FÍSICA. d B. (km) = 3,0. 10 5. 64,8. 10 3. = 194,4. 10 2 km FÍSICA 1 O Sistem GPS (Globl Positioning System) permite loclizr um receptor especil, em qulquer lugr d Terr, por meio de sinis emitidos por stélites. Num situção prticulr, dois stélites, A e B, estão

Leia mais

Versão 2. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Versão 2. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. Teste Intermédio de Física e Química A Versão Teste Intermédio Física e Química A Versão Duração do Teste: 90 minutos 30.05.01 10.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/004, de 6 de março Na folha de

Leia mais

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso.

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso. TERMO DE ADESÃO A POLITICA DE INSCRIÇÃO NOS EVENTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 9ª. JORNADA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM GERIÁTRICA E GERONTOLÓGICA TEMA CENTRAL: A interfce do cuiddo de enfermgem

Leia mais

CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA

CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA [Digite teto] CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA BELO HORIZONTE MG [Digite teto] CONJUNTOS NÚMERICOS. Conjunto dos números nturis Ν é o conjunto de todos os números contáveis. N { 0,,,,,, K}. Conjunto dos números

Leia mais

Capítulo 3. Autómatos e respectivas linguagens

Capítulo 3. Autómatos e respectivas linguagens Cpítulo 3. Neste estudo, os utómtos serão considerdos principlmente como dispositivos de ceitção d lingugem, e respectiv estrutur intern será discutid pens n medid em que se relcione com lingugem ceite.

Leia mais

Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella

Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella Cœlum Austrle Jornl essol de Astronomi, Físic e Mtemátic - roduzido por Irineu Gomes Vrell Crido em 995 Retomdo em Junho de 0 Ano III Nº 04 - Setembro de 0 ÓRBITAS LANETÁRIAS E LEIS DE KELER rof. Irineu

Leia mais

Módulo de Leis dos Senos e dos Cossenos. Leis dos Senos e dos Cossenos. 1 a série E.M.

Módulo de Leis dos Senos e dos Cossenos. Leis dos Senos e dos Cossenos. 1 a série E.M. Módulo de Leis dos Senos e dos Cossenos Leis dos Senos e dos Cossenos. 1 série E.M. Módulo de Leis dos Senos e dos Cossenos Leis dos Senos e dos Cossenos. 1 Eercícios Introdutórios Eercício 10. Três ilhs

Leia mais

Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores)

Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores) Sólidos covalentes C, diamante C, grafite Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores) Sólidos covalentes TEV: rede 3D de ligações covalentes C, diamante (sp

Leia mais

Processo TIG. Eletrodo (negativo) Argônio. Arco elétrico Ar Ar + + e - Terra (positivo)

Processo TIG. Eletrodo (negativo) Argônio. Arco elétrico Ar Ar + + e - Terra (positivo) Processo TIG No processo de soldgem rco sob proteção gsos, região se unir é quecid té que se tinj o ponto de fusão, pr que isto ocorr, é fornecid um energi trvés do rco elétrico, que irá fundir tnto o

Leia mais

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth FUNCIONL ENTORNO IDENTIFICR RELÇÃO DO EDIFÍCIO COM OS ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERNDO OS TRIBUTOS DO LUGR - MSSS EDIFICDS, RELÇÕES DE PROXIMIDDE, DIÁLOGO, INTEGRÇÃO OU UTONOMI O ENTORNO D CSH #9 É COMPOSTO

Leia mais

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6.1 Recursos de curto przo 6.2 Administrção de disponibiliddes 6.3 Administrção de estoques 6.4 Administrção de conts 6.1 Recursos de Curto Przo Administrção Finnceir e

Leia mais

Matemática D Extensivo V. 6

Matemática D Extensivo V. 6 Mtemátic D Extensivo V. 6 Exercícios 0) ) cm Por definição temos que digonl D vle: D = D = cm. b) 6 cm² A áre d lterl é dd pel som ds áres dos qutro ldos que compõe: =. ² =. ( cm)² = 6 cm² c) 96 cm² O

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA CINÉTICA QUÍMICA. Lei de Velocidade

CINÉTICA QUÍMICA CINÉTICA QUÍMICA. Lei de Velocidade CINÉTICA QUÍMICA Lei de Velocidde LEIS DE VELOCIDADE - DETERMINAÇÃO Os eperimentos em Cinétic Químic fornecem os vlores ds concentrções ds espécies em função do tempo. A lei de velocidde que govern um

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 004/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE CURSO: ADMINISTRAÇÃO/CIÊNCIAS CONTÁBEI /LOGISTICA ASSUNTO: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE FUNÇÕES PROFESSOR: MARCOS AGUIAR MAT. BÁSICA I. FUNÇÕES. DEFINIÇÃO Ddos

Leia mais

Este Caderno contém 30 questões de múltipla escolha, assim distribuídas: 01 a 15 Biologia; 16 a 30 Matemática.

Este Caderno contém 30 questões de múltipla escolha, assim distribuídas: 01 a 15 Biologia; 16 a 30 Matemática. Biologi Mtemátic Processo Seletivo 006 4 0 di INSTRUÇÕES Escrev seu Número de Inscrição neste retângulo: 4 5 6 7 8 Este Cderno contém 0 questões de múltipl escolh, ssim distriuíds: 0 5 Biologi; 6 0 Mtemátic.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROVA DE BIOLOGIA- VESTIBULAR 2007 ABERTA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA PROVA DE BIOLOGIA- VESTIBULAR 2007 ABERTA Vestiulndo We Pge www.vestiulndowe.com.r UNIVERSIDDE FEDERL DE JUIZ DE FOR PROV DE IOLOGI- VESTIULR 2007 ERT 01) O esquem ixo ilustr de form sintétic o processo de formção de gmets (meiose) de um indivíduo

Leia mais

Aula 4: Autômatos Finitos 2. 4.1 Autômatos Finitos Não-Determinísticos

Aula 4: Autômatos Finitos 2. 4.1 Autômatos Finitos Não-Determinísticos Teori d Computção Primeiro Semestre, 25 Aul 4: Autômtos Finitos 2 DAINF-UTFPR Prof. Ricrdo Dutr d Silv 4. Autômtos Finitos Não-Determinísticos Autômtos Finitos Não-Determinísticos (NFA) são um generlizção

Leia mais

FÍSICA. (R m γ ), para os corpos 1 e 2, temos: mg N 1 2 ma (I) mg + N 1 2. 2mg N 2 3 2ma N 2 3 2m(g a) a) 0,8 kg. d) 20 kg. i Q f 0 Q + sonda Q gases

FÍSICA. (R m γ ), para os corpos 1 e 2, temos: mg N 1 2 ma (I) mg + N 1 2. 2mg N 2 3 2ma N 2 3 2m(g a) a) 0,8 kg. d) 20 kg. i Q f 0 Q + sonda Q gases FÍSCA Cso necessário, utilize os seguintes ddos bixo: Constnte grvitcionl 6,67 x 0 m 3 s kg Acelerção d grvidde 9,8 m/s Mss d Terr 6,0 x 0 kg Velocidde d luz 3,0 x 0 8 m/s As questões de 0 5 não devem

Leia mais

, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b]

, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b] Interl Deinid Se é um unção de, então su interl deinid é um interl restrit à vlores em um intervlo especíico, dimos, O resultdo é um número que depende pens de e, e não de Vejmos deinição: Deinição: Sej

Leia mais

1 Fórmulas de Newton-Cotes

1 Fórmulas de Newton-Cotes As nots de ul que se seguem são um compilção dos textos relciondos n bibliogrfi e não têm intenção de substitui o livro-texto, nem qulquer outr bibliogrfi. Integrção Numéric Exemplos de problems: ) Como

Leia mais

Introdução à Programação Linear

Introdução à Programação Linear CAPÍTULO. Definição Um problem de PL consiste em determinr vlores não negtivos pr s vriáveis de decisão, de form que stisfçm s restrições imposts e que optimizem (minimizem ou mimizem) um função (rel)

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS

FICHA DE INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO DO ESTADO DO CEARÁ POLÍCIA MILITAR DO CEARÁ CONCURSO PÚBLICO PARA INGRESSO NO CARGO DE SOLDADO PM

Leia mais

Análise de Variância com Dois Factores

Análise de Variância com Dois Factores Análise de Vriânci com Dois Fctores Modelo sem intercção Eemplo Neste eemplo, o testrmos hipótese de s três lojs terem volumes médios de vends iguis, estmos testr se o fctor Loj tem influênci no volume

Leia mais

Vo t a ç ão TEXTO DO CONGRESSO. PROPOSTA DO GOVERNO / Partidos da Base PROPOSTAS DAS BANCADAS DE OPOSIÇÃO E / OU ATEMPA / SIMPA

Vo t a ç ão TEXTO DO CONGRESSO. PROPOSTA DO GOVERNO / Partidos da Base PROPOSTAS DAS BANCADAS DE OPOSIÇÃO E / OU ATEMPA / SIMPA PROPOSTA DO GOVERNO / Prtidos d Bse PROPOSTAS DAS BANCADAS DE OPOSIÇÃO do Governo (Mensgem Retifictiv) E / OU ATEMPA / SIMPA Vo t ç ão TEXTO DO CONGRESSO Diverss estrtégis pr tingir s mets Emend 1- exclui

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL 1 N O T A T É C N I C A N º. 0 0 3 / 2 0 0 7 Análise ds demnds identificds ns udiêncis públics do Plnejmento Estrtégico. Construção de plnejmento. 1 JUSTIFICATIVA Após relizção de seis udiêncis públics

Leia mais

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295 Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELADOS COM DIFERENTES TIOS DE TELAS Angéli Cervi, Rosne Bins, Til Deckert e edro A.. Borges 4. Resumo A modelgem mtemátic é um método de investigção que utiliz

Leia mais

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ Ricrdo S. Blrdin Mrcelo G. Mdlosso Mônic P. Debortoli Giuvn Lenz. Dep. Defes Fitossnitári - UFSM; Instituto Phytus. Em nos

Leia mais

Física. Resolução das atividades complementares. F1 Gravitação universal

Física. Resolução das atividades complementares. F1 Gravitação universal esolução s tivies complementres Físic F Grvitção universl p. 7 err possui pens um stélite nturl, Lu. Pesquise pr responer. ) Quis os períoos e rotção e e trnslção Lu em torno err? b) Por que err é possível

Leia mais

Cálculo III-A Módulo 8

Cálculo III-A Módulo 8 Universidde Federl Fluminense Instituto de Mtemátic e Esttístic Deprtmento de Mtemátic Aplicd álculo III-A Módulo 8 Aul 15 Integrl de Linh de mpo Vetoril Objetivo Definir integris de linh. Estudr lgums

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis

Leia mais

Algoritmos de Busca de Palavras em Texto

Algoritmos de Busca de Palavras em Texto Revisdo 08Nov12 A busc de pdrões dentro de um conjunto de informções tem um grnde plicção em computção. São muits s vrições deste problem, desde procurr determinds plvrs ou sentençs em um texto té procurr

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.3. CPF: 1.4. Endereço: 2.1-Razão Social: 2.2- Nome Fantasia:

1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.3. CPF: 1.4. Endereço: 2.1-Razão Social: 2.2- Nome Fantasia: Cdstro de Instlções e Sistems de Armzenmento de Derivdos de Petróleo e Outros Combustíveis 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.2. Doc. Identidde: Órgão Expedidor: UF: 1.3.

Leia mais

Matemática. Prova: 05/08/12. Questão 1. Questão 2. Considere os seguintes conjuntos numéricos,,,, = e considere também os seguintes conjuntos:

Matemática. Prova: 05/08/12. Questão 1. Questão 2. Considere os seguintes conjuntos numéricos,,,, = e considere também os seguintes conjuntos: Prov: 05/08/ Mtemátic Questão Considere os seguintes conjuntos numéricos,,,, = e considere tmbém os seguintes conjuntos: A= ( ) ( ) B= ( ) D= ( ) ( ) Ds lterntivs bixo, que present elementos que pertencem

Leia mais