MATRIZ CURRICULAR NACIONAL Para Ações Formativas dos Profissionais da Área de Segurança Pública

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MATRIZ CURRICULAR NACIONAL Para Ações Formativas dos Profissionais da Área de Segurança Pública"

Transcrição

1 MATRIZ CURRICULAR NACIONAL Para Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública Ministéri da Justiça Secretaria Nacinal de Segurança Pública/SENASP Matriz Curricular Nacinal Para a Frmaçã em Segurança Pública Versã Mdificada e Ampliada DEPARTAMENTO DE PESQUISA, ANÁLISE DA INFORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL EM SEGURANÇA PÚBLICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ENSINO Esplanada ds Ministéris, Blc T, Ed. Sede, Sala 508 Telefnes: (61) Fax: (61)

2 APRESENTAÇÃO A principal característica da Matriz Curricular Nacinal dravante denminada Matriz é ser um referencial teóric-metdlógic para rientar as Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública Plícia Militar, Plícia Civil e Bmbeirs Militares independentemente da instituiçã, nível u mdalidade de ensin que se espera atender. Seus eixs articuladres e áreas temáticas nrteiam, hje, s mais diverss prgramas e prjets executads pela Secretaria Nacinal de Segurança Pública Senasp. Apresentada em 2003, num ampl Seminári Nacinal sbre Segurança Pública, que tinha pr bjetiv divulgar e estimular ações frmativas n âmbit d Sistema Únic de Segurança Pública, a Matriz sfreu sua primeira revisã em 2005, quand fram agregads a trabalh realizad pela Senasp utrs dis dcuments: as Diretrizes Pedagógicas para as Atividades Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública, um cnjunt de rientações para planejament, acmpanhament e avaliaçã das Ações Frmativas, e a Malha Curricular, um núcle cmum cmpst pr disciplinas que cngregam cnteúds cnceituais, prcedimentais e atitudinais, cuj bjetiv é garantir a unidade de pensament e açã ds prfissinais da área de Segurança Pública. N períd de 2005 a 2007, a Senasp, em parceria cm Cmitê Internacinal da Cruz Vermelha, realizu seis semináris reginais, denminads Matriz Curricular em Mviment, destinads à equipe técnica e as dcentes das academias e centrs de frmaçã. As reflexões realizadas tiveram cm base s três dcuments citads anterirmente. Esses semináris pssibilitaram a apresentaçã ds fundaments didátic-metdlógics presentes na Matriz, a discussã sbre as disciplinas da Malha Curricular e a transversalidade ds Direits Humans, bem cm reflexões sbre a prática pedagógica e sbre papel intencinal d planejament e execuçã das Ações Frmativas. Os resultads clhids ns semináris e a demanda cada vez mair pr api para implantaçã da Matriz ns estads estimularam a equipe a lançar uma versã atualizada e ampliada da Matriz, cntend em um só dcument as rientações que servem de referência para as Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública. Espera-se que este dcument seja uma ferramenta de gestã educacinal e pedagógica, cm ideias e sugestões que pssam estimular racicíni estratégic-plític e didátic-educacinal necessáris à reflexã e a desenvlviment das ações frmativas na área de Segurança Pública. Espera-se também que td esse mviment chegue às salas de aula, transfrmand a açã pedagógica e cntribuind para a excelência da frmaçã d prfissinal de Segurança Pública.

3 SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA/SENASP Ricard Brislla Balestreri Secretári Nacinal de Segurança Pública Juliana Márcia Barrs Diretra d Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment de Pessal em Segurança Pública Melissa Alves de Alencar Pngeluppi Crdenadra-Geral de Análise e Desenvlviment de Pessal em Segurança Pública Cnsultras Pedagógicas 1ª versã (2003) Prfa. Dra. Valdemarina Bidne 2ª versã cm a Malha Curricular (2005) Prfa. MSc. Bernadete M. Pessanha Crdeir Versã Mdificada e Ampliada (2008) Prfa. MSc. Bernadete M. Pessanha Crdeir Grup de Trabalh desta Ediçã Majr Erich Méier (PMDF) Ten. Cel. Hamiltn Esteves (BMDF) Prfa. Dra. Patrícia Luíza Csta (Agente da PCMG) Prfa. MSc.Tereza Cristina Albieri Baraldi (Delegada de Plícia da PCSP) Dr. Francisc das Chagas Sares Araúj (Delegad da PCDF) Majr Jã Filipe Dias Fernandes (PMPE) Sgt. Antni Juni de Oliveira (BMDF)

4

5 SUMÁRIO 1. Matriz Curricular Nacinal: Referencial para as Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública O Cntext d Públic de Interesse e as Cmpetências a serem Desenvlvidas Princípis da Matriz Princípis Étics Princípis Educacinais Princípis Didátic-Pedagógics Objetivs Objetiv Geral Objetivs Específics A Dinâmica Curricular: Eixs Articuladres e Áreas Temáticas Eixs Articuladres Áreas Temáticas Orientações Teóric-Metdlógicas Os Prcesss de Ensin e Aprendizagem e Desenvlviment de Cmpetências Interdisciplinaridade e Transversalidade Metdlgia e Técnicas de Ensin Sistema de Avaliaçã da Aprendizagem e Prcess de Educaçã Cntinuada Malha Curricular para as Ações Frmativas de Segurança Pública A Educaçã a Distância e a Oferta de Disciplinas que Cmpõem a Malha Curricular Ementas das Disciplinas Cmpsiçã das Ementas Descriçã das Ementas (Anex II) Referências Bibligráficas Anex I Diretrizes Pedagógicas da Senasp Anex II Descriçã das Ementas... 46

6 1. Matriz Curricular Nacinal: Referencial para as Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública A Senasp, as instituições de Segurança Pública respnsáveis pel planejament, execuçã e avaliaçã das Ações Frmativas para s Prfissinais da Segurança Pública e demais instituições que clabram nesses prcesss cmpartilham mesm pensament: investiment e desenvlviment de ações frmativas sã necessáris e fundamentais para a qualificaçã e aprimrament ds resultads das instituições que cmpõem Sistema de Segurança Pública frente as desafis e às demandas da sciedade. Este pensament impulsina a necessidade de se repensar currícul, a rganizaçã curricular, s espaçs e temps das Ações Frmativas para que elas pssam privilegiar: fc n prcess de aprendizagem; a cnstruçã de redes d cnheciment que prmvam a integraçã, a cperaçã e a articulaçã entre diferentes instituições; as diversas mdalidades de ensin; s diferentes tips de aprendizagem e recurss; desenvlviment de cmpetências cgnitivas, perativas e afetivas; a autnmia intelectual; a reflexã antes, durante e após as ações. Autnmia Intelectual Adaptabilidade d prfissinal, ist é, sua pssibilidade de agir em situações diferentes, de gerir incerteza e de pder enfrentar as mudanças n exercíci da sua prfissã. (PAQUAY et al., 2001, p. 32 apud ALTET, 1992) É cada vez mais necessári pensar a intencinalidade das Atividades Frmativas, pis investiment n capital human e a valrizaçã prfissinal trnam-se imprescindíveis para atender as demandas, superar s desafis existentes e cntribuir para a efetividade das rganizações de Segurança Pública. Prtant, a Matriz Curricular Nacinal tem pr bjetiv ser um referencial teóric-metdlógic que rienta as Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública Plícia Militar, Plícia Civil e Bmbeirs Militares independentemente da instituiçã, nível u mdalidade de ensin que se espera atender. A palavra matriz remete-ns às ideias de criaçã e geraçã, que nrteiam uma cncepçã mais abrangente e dinâmica de currícul, que significa prpr instruments que permitam rientar as práticas frmativas e as situações de trabalh em Segurança Pública, prpiciand a unidade na diversidade, a partir d diálg entre s eixs articuladres e as áreas temáticas.

7 Ampliand a definiçã O term matriz suscita a pssibilidade de um arranj nã-linear de elements que pdem representar a cmbinaçã de diferentes variáveis, que significa que a Matriz Curricular Nacinal expressa um cnjunt de cmpnentes a serem cmbinads na elabraçã ds currículs específics, a mesm temp em que prtuniza respeit às diversidades reginais, sciais, ecnômicas, culturais e plíticas existentes n país, pssibilitand a utilizaçã de referências nacinais que pssam traduzir pnts cmuns que caracterizem a frmaçã em Segurança Pública. Os eixs articuladres estruturam cnjunt de cnteúds transversais que permeiam as Ações Frmativas. Eles fram definids a partir da relevância e pertinência nas discussões sbre Segurança Pública e a partir de sua relaçã cm as prblemáticas sciais, atuais e urgentes, de abrangência nacinal. As áreas temáticas cntemplam s cnteúds indispensáveis às Ações Frmativas, que devem estar alinhads a cnjunt de cmpetências cgnitivas, perativas e atitudinais. À rientaçã da cnstruçã de currículs, a partir de eixs articuladres e áreas temáticas, assciam-se rientações para desenvlviment de capacidades gerais, adquiridas prgressivamente, e de cmpetências específicas necessárias para respnder as desafis sem precedentes das ações cncretas da área de Segurança Pública. De acrd cm Perrenud et al. (2001), term currícul nã significa simplesmente cnjunt das disciplinas de um curs, u cnjunt de cnteúds prgramátics, mas abrange também a expressã de princípis e metas d prjet educativ, que deve ser flexível, pssibilitand a prmçã de debates e sua reelabraçã em sala de aula, a partir da interaçã entre s sujeits que cmpõem referid prcess. O que é Cmpetência? Cmpetência é entendida cm a capacidade de mbilizar saberes para agir em diferentes situações da prática prfissinal, em que as reflexões antes, durante e após a açã estimulem a autnmia intelectual. N âmbit desse dcument, trabalharems cm três cnjunts de cmpetências: Cmpetências Cgnitivas: sã cmpetências que requerem desenvlviment d pensament pr mei da investigaçã e da rganizaçã d cnheciment. Elas habilitam indivídu a pensar de frma crítica e criativa, psicinar-se, cmunicar-se e estar cnsciente de suas ações. Cmpetências Operativas: sã as cmpetências que preveem a aplicaçã d cnheciment teóric em prática respnsável, refletida e cnsciente. Cmpetências Atitudinais: sã cmpetências que visam estimular a percepçã da realidade, pr mei d cnheciment e d desenvlviment das ptencialidades individuais: cnscientizaçã de sua pessa e da interaçã cm grup; capacidade de cnviver em diferentes ambientes: familiar, prfissinal e scial.

8 N sentid de valrizar a capacidade de utilizaçã crítica e criativa ds cnheciments, e nã simples acúmul de infrmações, a Matriz Curricular Nacinal frnece, na elabraçã das cmpetências e bjetivs, ns significads ds eixs articuladres e das áreas temáticas, n desenh da Malha Curricular, nas diretrizes pedagógicas e na prpsta metdlógica, subsídis e instruments que pssibilitam às Academias e Centr de Frmaçã a elabraçã de caminhs para que prfissinal da área de Segurança Pública pssa, de maneira autônma e respnsável, refletir e agir criticamente em situações cmplexas e rtineiras de trabalh. 2. O Cntext d Públic de Interesse e as Cmpetências a serem Desenvlvidas A Cnstituiçã Federal Brasileira de 1988, n Artig 144, estabelece que: A Segurança Pública, dever d Estad, direit e respnsabilidade de tds, é exercida para a preservaçã da rdem pública e da inclumidade das pessas e d patrimôni, pr mei ds seguintes órgãs: I plícia federal; II plícia rdviária federal; III plícia ferrviária federal; IV plícias civis; V plícias militares e crps de bmbeirs militares. N mesm artig, após disciplinar as atividades relativas a cada órgã plicial e determinar a que esfera de pder pertence a sua manutençã, cnsta também, n 8º, as Guardas Municipais destinadas à prteçã de bens, serviçs e instalações. Assim, legalmente, tems que: as Plícias Federais e Rdviárias Federais, cnsideradas plícias da Uniã, pssuem departaments específics para a sua administraçã; e esses departaments cmpõem rgangrama d Ministéri da Justiça; as Plícias Civis, as Plícias Militares e s Crps de Bmbeirs subrdinam-se as Gvernadres ds Estads, Distrit Federal e Territóris e as Guardas Municipais se cnstituem ns Municípis; as Plícias Civis e Militares e s Bmbeirs Militares, n âmbit ds Estads, e as Guardas Municipais, sb a respnsabilidade ds Municípis, cmpõem públic de interesse da Senasp, Órgã Nrmativ d Ministéri da Justiça que tem, de acrd cm Decret nº de 15 de Març de 2007, dentre as suas atividades, a seguinte atribuiçã: Estimular e prpr as órgãs estaduais e municipais a elabraçã de plans e prgramas integrads de segurança pública, bjetivand cntrlar ações de rganizações criminsas u fatres específics geradres de criminalidade e vilência, bem cm estimular ações sciais de prevençã da vilência e da criminalidade. (Decret Nº 6.061/2007, Art.12, incis VIII). N âmbit estadual tal atribuiçã impõe um lhar sbre duas áreas imprtantes: Segurança Pública e Defesa Civil. A Segurança Pública é uma atividade pertinente as órgãs estatais e à cmunidade cm um td, realizada cm fit de prteger s cidadãs, prevenind e cntrland manifestações da criminalidade e da vilência, efetivas u ptenciais, garantind exercíci plen da cidadania ns limites da lei. A Defesa Civil é um cnjunt de medidas que visam prevenir e limitar, em qualquer situaçã, s

9 riscs e perdas a que estã sujeits a ppulaçã, s recurss da naçã e s bens materiais de tda espécie, tant pr agressã externa quant em cnsequência de calamidades e desastres da natureza. (MJ/Senasp: cnceits básics 1 1 ). Aprfundand ainda mais esta questã, faz-se necessári utr crte cm relaçã à descriçã cntida na primeira área, referente às diferenças existentes entre as atividades realizadas pelas Plícias Militares e Civis. Saind da dimensã legal para a dimensã prfissinal, esses crtes pdem ser cnfirmads quand se analisa a Classificaçã Brasileira de Ocupações CBO d Ministéri d Trabalh (http://www.mtecb.gv.br/busca.asp), nde para cada um ds cargs ds prfissinais de Segurança Pública sã apresentadas diferentes atribuições. O que é a CBO? A CBO é a Classificaçã Brasileira de Ocupações um dcument elabrad pel Ministéri d Trabalh para recnhecer, nmear e cdificar s títuls e descrever as características das cupações d mercad de trabalh brasileir. Fnte: Ministéri d Trabalh (http://www.mtecb.gv.br) Analisand as cupações ds pliciais civis e militares e ds bmbeirs, é pssível perceber quant elas sã distintas em sua natureza e bjetiv. A análise também chama a atençã para utr aspect: a CBO é um instrument que cntempla a dimensã técnica das cupações encntradas n mercad de trabalh, u seja, ela enfca as cmpetências técnicas u perativas pertinentes às atividades a serem realizadas pels diferentes prfissinais de Segurança Pública e as cmpetências pessais necessárias para as atividades de cada carg. Assim, cm pnt de partida para um perfil prfissigráfic, a CBO é uma excelente fnte. Mas, numa perspectiva além das cmpetências técnicas u perativas, as cmpetências precisam ser cmplementadas pr utras que abarquem também as cgnitivas e ampliem leque das atitudinais para que s prfissinais da área de Segurança Pública pssam cmpreender seu papel cm sujeit scial e plític n espaç que cupam e pssam, cnsequentemente, refletir e decidir sbre as ações que realizam cm agente d Estad e cm cidadãs cmprmissads cm a segurança das cidades e ds cidadãs. Iss se faz necessári, pis, dad seu papel fmentadr, articuladr e integradr, sã essas cmpetências que nrteiam a elabraçã e as prpstas ds prgramas e prjets da Senasp. Relacinand É imprtante ressaltar que essas cmpetências pssuem uma relaçã estreita cm s eixs étic, legal e técnic que, de acrd cm Balestreri (1998), estã presentes na frmaçã d prfissinal da Área de Segurança Pública; cm s Quatr Pilares da Educaçã prpsts pela Unesc: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a cnviver; e cm as dimensões d cnheciment: saber, saber fazer e saber ser. 1 Cnceits Básics. Dispnível em:

10 Na perspectiva de ampliar as cmpetências cntidas na CBO e frnecer à Senasp um cnjunt de cmpetências que auxiliasse na elabraçã de prgramas e prjets para a área de Segurança Pública, grup de trabalh selecinu/elabru seguinte mapa de cmpetências para as Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública: Cmpetências Cgnitivas Analisar dads estatístics que pssibilitem cmpreender s cenáris da realidade brasileira em relaçã à criminalidade, à vilência e à necessidade da prevençã. Descrever Sistema de Segurança Pública. Cmpreender a necessidade de uma gestã integrada e cmunitária d Sistema de Segurança Pública. Descrever papel da instituiçã a que pertence dentr d Sistema de Segurança Pública. Estabelecer um panrama geral sbre Sistema Jurídic vigente n país, essencialmente n que é pertinente as rams d Direit aplicáveis à atuaçã d prfissinal de Segurança Pública. Relacinar a utilizaçã da frça e da arma de fg as princípis de legalidade, necessidade e prprcinalidade. Cmpetências Operativas Prteger pessas. Demnstrar segurança. Manusear armas nã-letais e letais. Dminar técnicas de abrdagem. Dminar técnicas de autdefesa. Dminar técnicas de primeirs scrrs. Dminar técnicas de negciaçã, resluçã de cnflits e incidentes. Transmitir mensagens via rádi. Selecinar equipament de acrd cm tip de crrência. Usar equipament de prteçã individual. Manejar equipaments cm eficácia. Praticar exercícis físics. Relacinar-se cm a cmunidade. Prestar serviçs assistenciais à cmunidade. Trabalhar em equipe e múltiplas equipes a mesm temp. Levantar infrmações sbre lcal da crrência. Islar lcal de crime.

11 Prever scrr de vítimas. Obter u captar infrmações sbre a crrência. Entrevistar pessas. Arrlar testemunhas. Cnduzir à autridade plicial as partes envlvidas n crime. Elabrar dcuments pertinentes à crrência. Elabrar relatóris. Cumprir determinações judiciais. Prduzir estatística. Tipificar as cndutas delitusas. Cmpetências Atitudinais Demnstrar cntrle emcinal. Manter-se atualizad. Manter ética prfissinal. Cumprir nrmas e regulaments interns. Agir cm civilidade e respeit. Demnstrar desenvltura. Demnstrar criatividade. Demnstrar paciência. Demnstrar perspicácia. Demnstrar capacidade para lidar cm a cmplexidade das situações, risc e a incerteza. Demnstrar disciplina. Demnstrar resistência à fadiga física. Manter ba apresentaçã. Manter cndicinament físic. Demnstrar firmeza de caráter. Agir cm bm sens. Agir discretamente. Agir cm iniciativa. Agir cm imparcialidade. É imprtante ressaltar que: a divisã apresentada é meramente didática, pis bjetiv é que prcess de ensin crie cndições para que crra a mbilizaçã d cnheciment, das habilidades e das atitudes n

12 prcess de aprendizagem, cm ilustra a Figura 1; essas cmpetências nã esgtam a pssibilidade de ampliaçã de utras que venham atender as peculiaridade das Academias e Centrs de Frmaçã e que auxiliem n desenh ds currículs e na seleçã de disciplinas que venham atender as especificidades de cada carg prfissinal. 3. Princípis da Matriz Figura 1 Mbilizaçã das Cmpetências Os princípis da Matriz sã preceits que fundamentam a cncepçã das Ações Frmativas para s prfissinais da área de Segurança Pública. Para efeit didátic, eles estã classificads em três grandes grups: Étic s princípis cntids neste grup enfatizam a relaçã existente entre as Ações Frmativas e a transversalidade ds Direits Humans, cntribuind para rientar as ações ds prfissinais da área de Segurança Pública num Estad Demcrátic de Direit. Educacinal s princípis cntids neste grup apresentam as linhas gerais sbre as quais estarã fundamentadas as Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública. Didátic-pedagógic s princípis deste grup rientam as ações e atividades referentes as prcesss de planejament, execuçã e avaliaçã utilizads nas Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública. 3.1 Princípis Étics Cmpatibilidade entre Direits Humans e Eficiência Plicial as habilidades perativas a serem desenvlvidas pelas Ações Frmativas de Segurança Pública necessitam estar respaldadas pels instruments legais de prteçã e defesa ds Direits Humans, pis Direits Humans e eficiência plicial sã cmpatíveis entre si e mutuamente necessáris. Esta cmpatibilidade expressa a relaçã existente entre Estad Demcrátic de Direit e cidadã.

13 Cmpreensã e valrizaçã das diferenças as Ações Frmativas de Segurança Pública devem prpiciar acess a cnteúds cnceituais, prcedimentais e atitudinais que valrizem s Direits Humans e a cidadania, enfatizand respeit à pessa e à justiça scial. 3.2 Princípis Educacinais Flexibilidade, diversificaçã e transfrmaçã as Ações Frmativas de Segurança Pública devem ser entendidas cm um prcess abert, cmplex e diversificad que reflete, desafia e prvca transfrmações na cncepçã e implementaçã das Plíticas Públicas de Segurança, cntribuind para a cnstruçã de nvs paradigmas culturais e estruturais. Abrangência e capilaridade as Ações Frmativas de Segurança Pública devem alcançar mair númer pssível de instituições, de prfissinais e de pessas, pr mei da articulaçã de estratégias que pssibilitem prcesss de multiplicaçã, fazend us de tecnlgias e didáticas aprpriadas. Qualidade e atualizaçã permanente as Ações Frmativas de Segurança Pública devem ser submetidas peridicamente a prcesss de avaliaçã e mnitrament sistemátic, garantind, assim, a qualidade e a excelência das referidas ações. Articulaçã, cntinuidade e regularidade a cnsistência e a cerência ds prcesss de planejament, acmpanhament e avaliaçã das Ações Frmativas devem ser alcançadas mediante investiment na frmaçã de dcentes e na cnstituiçã de uma rede de infrmações e inter-relações que pssibilitem disseminar s referenciais das Plíticas Demcráticas de Segurança Pública e alimentar diálg enriquecedr entre as diversas experiências. 3.3 Princípis Didátic-Pedagógics Valrizaçã d Cnheciment Anterir s prcesss de desenvlviment das ações didáticpedagógicas devem pssibilitar a reflexã crítica sbre as questões que emergem u que resultem das práticas ds indivídus, das instituições e d crp scial, levand em cnsideraçã s cnceits, as representações, as vivências próprias ds saberes ds prfissinais da área de Segurança Pública, cncretamente envlvids nas experiências que vivenciam n ctidian da prfissã. Universalidade s cnceits, dutrinas e metdlgias que fazem parte d currícul das Ações Frmativas de Segurança Pública devem ser veiculads de frma padrnizada, levand-se em cnsideraçã a diversidade que caracteriza país. Interdisciplinaridade, Transversalidade e Recnstruçã Demcrática de Saberes interdisciplinaridade e transversalidade sã duas dimensões metdlógicas md de se

14 trabalhar cnheciment em trn das quais prfessr pde utilizar currícul diferentemente d mdel tradicinal, cntribuind, assim, para a excelência humana, pr mei das diversas pssibilidades de interaçã, e para a excelência acadêmica, pr mei d us de situações de aprendizagem mais significativas. Essas abrdagens permitem que as áreas temáticas e s eixs articuladres sejam trabalhads de frma sistêmica, u seja, a partir da interrelaçã ds camps de cnheciments. É válid ressaltar que s diverss itineráris frmativs a serem elabrads cm base n referencial da Matriz devem abrdar s Direits Humans, a partir das abrdagens interdisciplinar e transversal. Ou seja, s temas relacinads as Direits Humans, principalmente s vinculads à diferença scicultural de gêner, de rientaçã sexual, de etnia, de rigem e de geraçã, devem perpassar tdas as disciplinas, trazend à tna valres humans e questões que estabelecem uma relaçã dialógica entre s camps de cnheciments trabalhads nas Ações Frmativas ds Prfissinais da Área de Segurança Pública. 4. Objetivs 4.1 Objetiv Geral As Ações Frmativas de Segurança Pública, planejadas cm base na Matriz, têm cm bjetiv geral favrecer a cmpreensã d exercíci da atividade de Segurança Pública cm prática da cidadania, da participaçã prfissinal, scial e plítica num Estad Demcrátic de Direit, estimuland a adçã de atitudes de justiça, cperaçã, respeit à lei, prmçã humana e repúdi a qualquer frma de intlerância. 4.2 Objetivs Específics As Ações Frmativas de Segurança Pública deverã criar cndições para que s prfissinais em frmaçã pssam: psicinar-se de maneira crítica, ética, respnsável e cnstrutiva nas diferentes situações sciais, utilizand diálg cm imprtante instrument para mediar cnflits e tmar decisões; perceber-se cm agente transfrmadr da realidade scial e histórica d país, identificand as características estruturais e cnjunturais da realidade scial e as interações entre elas, a fim de cntribuir ativamente para a melhria da qualidade da vida scial, institucinal e individual; cnhecer e valrizar a diversidade que caracteriza a sciedade brasileira, psicinand-se cntra qualquer discriminaçã baseada em diferenças culturais, classe scial, crença, gêner, rientaçã sexual, etnia e utras características individuais e sciais; cnhecer e dminar diversas técnicas e prcediments, inclusive s relativs a us da frça, e as tecnlgias nã-letais para desempenh da atividade de Segurança Pública, utilizand-s

15 de acrd cm s preceits legais; utilizar diferentes linguagens, fntes de infrmaçã e recurss tecnlógics para cnstruir e afirmar cnheciments sbre a realidade em situações que requerem a atuaçã das instituições e ds prfissinais de Segurança Pública. 5. A Dinâmica Curricular: Eixs Articuladres e Áreas Temáticas A dinâmica e a flexibilidade da Matriz se encntram nas infinitas pssibilidades de interaçã existentes entre s eixs articuladres e as áreas temáticas. Sã essas interações que prprcinam a visualizaçã tant de cnteúds que cntribuam para a unidade de pensament e açã ds prfissinais da área de Segurança Pública cm de cnteúds que atendam as peculiaridades reginais. 5.1 Eixs Articuladres Os eixs articuladres da Matriz estruturam cnjunt ds cnteúds de caráter transversal definids pr sua pertinência nas discussões sbre segurança pública e pr envlverem prblemáticas sciais de abrangência nacinal. Eles devem permear as diferentes disciplinas, seus bjetivs, cnteúds, bem cm as rientações didátic-pedagógicas. Sã chamads de eixs articuladres na medida em que cnduzem para a reflexã sbre s papeis individuais, sciais, histórics e plític d prfissinal e das instituições de Segurança Pública. Têm um caráter rientad para desenvlviment pessal e a cnduta mral e ética, referind-se às finalidades gerais das Ações Frmativas, estimuland questinament permanente e reflexiv sbre as práticas prfissinais e institucinais n cntext scial e plític em que elas se dã. Os quatr eixs que cmpõem esta Matriz fram selecinads para rientar s currículs das Ações Frmativas pela amplitude e pssibilidades que apresentam para estruturaçã ds diverss prcesss pedagógics. Sã eles: Sujeit e Interações n Cntext da Segurança Pública. Sciedade, Pder, Estad e Espaç Públic e Segurança Pública. Ética, Cidadania, Direits Humans e Segurança Pública. Diversidade, Cnflits e Segurança Pública.

16 Figura 2 Eixs Articuladres Sujeit e Interações n Cntext da Segurança Pública Este eix articuladr se justifica pela necessidade de cnsiderar prfissinal de Segurança Pública cm sujeit que desenvlve sua funçã em interaçã permanente cm utrs sujeits e cm ambiente. A articulaçã ds cnteúds desse eix deverá abranger a discussã sbre s valres a respeit de si própri e as relações estabelecidas n cntext d exercíci da sua prfissã. Os temas desse eix sã: Sensibilizaçã, mtivaçã pessal e cletiva e integraçã de grup. Aspects humans da prfissã u de prcediments específics. Relações humanas. Autcnheciment e valres Sciedade, Pder, Estad, Espaç Públic e Segurança Pública É eix que se traduz na exigência de cnsiderar as atividades de Segurança Pública n cntext da sciedade, n lcus nde elas se dã, ferecend a pssibilidade de cnhecer e refletir sbre a realidade scial, sua rganizaçã e suas tensões estudadas d pnt de vista históric, scial, plític, antrplógic e cultural; sbre cnceits plítics fundamentais cm Demcracia e Estad de Direit, cnsiderand igualmente as questões referentes à cnvivência n espaç públic (lcal principal da atuaçã ds órgãs de Segurança Pública e da cexistência de interesses e intenções cnflitantes). Sã exempls de temas desse eix: Elements de Antrplgia e de História.

17 Sciedade, pv e Estad Brasileir. Espaç públic, cidadania, demcracia e Estad de Direit. Cnstituiçã d Estad de Direit. Frmas de sciabilidade e utilizaçã d espaç públic. História scial e ecnômica d Brasil e ds estads Ética, Cidadania, Direits Humans e Segurança Pública Este eix articuladr visa estimular desenvlviment de cnheciments, práticas e atitudes relativas à dimensã ética da existência, da prática prfissinal e da vida scial, pela imprtância da reflexã sbre as articulações entre as diferentes nções de ética, cidadania e Direits Humans, bem cm suas implicações ns diferentes aspects da vida prfissinal e institucinal n cntext das atividades de Segurança Pública e sbre s diverss cnteúds frmativs, inclusive s de caráter técnic e peracinal, buscand a traduçã cncreta de princípis e valres na prática ctidiana prfissinal. Sã exempls de temas desse eix: Valres presentes na sciedade. Atuações humanas frente a dilemas étics. Ética, plítica, cidadania e segurança pública. Praticas ds prfissinais da área de Segurança Pública à luz das nrmas e ds valres ds Direits Humans Diversidade, Cnflits e Segurança Pública Este eix articuladr trata d debate de questões vltadas à diversidade que caracteriza espaç scial e cultural. Essa diversidade é prpsta cm fnte permanente de enriqueciment e desafi para prprcinar a prfissinal de Segurança Pública instruments para ele cnhecer e refletir sbre expressões da diversidade e d cnflit cm fenômens inerentes à vida scial e às relações humanas e cm direit fundamental da cidadania n respeit e valrizaçã das diferenças. Este eix visa estimular a reflexã permanente sbre as intervenções ds órgãs de Segurança Pública frente às questões de diferença scicultural de gêner, de rientaçã sexual, de etnia, de rigem, de cmprtament e de tdas que se trnam geradras de cnflits marcads pr intlerância e discriminaçã. Sã exempls de temas desse eix: Diversidade cm fenômen scial e direit fundamental da cidadania. Valrizaçã das diferenças e a intervençã de órgãs da Segurança Pública. Cnflits gerads pela intlerância e a discriminaçã. Mediaçã e negciaçã de cnflits. Mviments sciais e a atuaçã ds prfissinais da área de Segurança Pública.

18 Diante das relações inesgtáveis entre s eixs articuladres, as áreas temáticas e cntext mais ampl, utras abrdagens éticas e plíticas serã exigidas para a harmnizaçã ds interesses cmuns, ds direits ds indivídus cm as necessidades da sciedade, das cmunidades e das rganizações em que s prfissinais de Segurança Pública trabalham. O gráfic abaix apresenta pssibilidades de integraçã e ampliaçã d cnheciment a partir ds eixs articuladres. Figura 3 Pssibilidades de Integraçã e Ampliaçã d Cnheciment a Partir ds Eixs Articuladres 5.2 Áreas Temáticas As áreas temáticas devem cntemplar s cnteúds indispensáveis à frmaçã d prfissinal da área de Segurança Pública e sua capacitaçã para exercíci da funçã. Na elabraçã da Matriz fram elencadas it áreas temáticas destinadas a aclher um cnjunt de áreas de cnheciments que serã tratads ns currículs ds curss de frmaçã plicial. As áreas temáticas designam também s espaçs específics da cnstruçã ds currículs a serem elabrads pelas instituições de ensin, em cnfrmidade cm seus interesses, peculiaridades e especificidades lcais. Mesm send utilizada cm referência para abrigar um cnjunt de disciplinas na Malha Curricular a ser apresentada neste dcument, us d term área deu-se, riginalmente, em funçã de a área temática identificar um cnjunt de cnteúds a serem tratads n currícul. Cada área temática define um espaç de cnteúds que deverã ser trabalhads pelas áreas de cnheciment, pssibilitand cmplementações que atendam às expectativas das diversas instituições,

19 carreiras, demandas da sciedade e peculiaridades lcais e/u reginais. Figura 4 Áreas Temáticas da Matriz As áreas temáticas prpstas pela Matriz Curricular Nacinal sã: Sistemas, Instituições e Gestã Integrada em Segurança Pública. Vilência, Crime e Cntrle Sócia. Cultura e Cnheciments Jurídics. Mdalidades de Gestã de Cnflits e Events Crítics. Valrizaçã Prfissinal e Saúde d Trabalhadr. Cmunicaçã, Infrmaçã e Tecnlgias em Segurança Pública. Ctidian e Prática Plicial Reflexiva. Funções, Técnicas e Prcediments em Segurança Pública. A área temática Funções, Técnicas e Prcediments em Segurança Pública crrespnde à cncretizaçã final de td prcess de frmaçã destinad a instrumentalizar prfissinal de Segurança Pública para desempenh de sua funçã. A qualidade desse desempenh está, cntud, vinculada às cmpetências cgnitivas, perativas e atitudinais cntempladas pelas demais áreas

20 temáticas Sistemas, Instituições e Gestã Integrada em Segurança Pública Esta área temática pssibilita a cmpreensã das estruturas rganizacinais, da história e da dinâmica das Instituições de Segurança Pública ns diverss sistemas existentes. Ela inclui a discussã crítica e cntextualizada da atuaçã ds diferentes órgãs e carreiras prfissinais que cmpõem as rganizações respnsáveis pela prmçã e preservaçã da rdem pública, destacand as cmpetências, s pnts de articulaçã existentes, as interfaces e a interatividade das respectivas ações, cm vistas a instrumentalizar prfissinal para a participaçã n desenvlviment das plíticas integradas de Segurança Pública. Ela também prpõe estimular, especialmente na frmaçã prfissinal inicial, cnheciment ds fatres sciais que afetam a atuaçã das rganizações de Segurança Pública, e mais amplamente d Sistema de Justiça Criminal, para a cmpreensã de sua inserçã n sistema e para a análise histórica e crítica das questões relativas às plíticas públicas de segurança e d cnceit de Segurança Pública. A gestã integrada em Segurança Pública se cnstitui em imprtante cnteúd, prquant pssibilita a cmpreensã crítica ds princípis, estruturas, prcesss e métds adtads na frmulaçã e implementaçã das plíticas de Segurança Pública. Exempls de temas a serem desenvlvids nesta área: O cnceit e s diferentes paradigmas de Segurança Pública. A história das Instituições de Segurança Pública. A frmulaçã, a implementaçã, a avaliaçã e acmpanhament de plíticas públicas de segurança. As funções e as atribuições da plícia em uma sciedade demcrática. A filsfia e s mdels de pliciament cmunitári. A gestã integrada e a interatividade em Segurança Pública. O cntrle demcrátic extern e intern das Instituições de Segurança Pública. O pder de plícia, pder da plícia e pder discricinári d plicial. A administraçã e serviç públics. A gestã de recurss humans, s plans de carreira e as relações de trabalh. O planejament estratégic aplicad à Segurança Pública Vilências, Crime e Cntrle Scial Esta área temática estabelece um espaç de cnheciment crític e reflexiv atinente as fenômens da vilência e d crime em suas várias frmas, prprcinand a cmpreensã das diversas maneiras e graus da sciedade rganizar (u nã) cntrle dessas manifestações, incluind entendiment da diferença entre a mdalidade jurídic-penal de tratar a vilência e utras mdalidades e

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

Colégio Integrado EXATO

Colégio Integrado EXATO Clégi Integrad EXATO Rua: Ri de Janeir, 47 Jardim Bela Vista Mgi Guaçu SP CEP 13840-210 Telefne (19) Prpsta Plític-pedagógica d Clégi Integrad EXATO S/S Ltda. O Clégi Integrad EXATO cntextualiza sua açã

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos Estági II Semestral 6 Invaçã e Desenvlviment de Prduts Turístics Desenvlviment e Operacinalizaçã de Prjects Turístics Inglês Técnic IV Legislaçã e Ética d Turism Opçã Semestral 4 6/6 Sistemas de Infrmaçã

Leia mais

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida

é a introdução de algo novo, que atua como um vetor para o desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida O que é invaçã? Para a atividade humana: é a intrduçã de alg nv, que atua cm um vetr para desenvlviment human e melhria da qualidade de vida Para as empresas: invar significa intrduzir alg nv u mdificar

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versã 0.0 25/10/2010 Sumári 1 Objetivs... 3 2 Cnceits... 3 3 Referências... 3 4 Princípis... 3 5 Diretrizes d Prcess... 4 6 Respnsabilidades... 5 7

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CAMINHO PARA ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk Resultad d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES Critéris de Avaliaçã Direçã Reginal de Educaçã d Nrte Agrupament de Esclas AMADEO DE SOUZA-CARDOSO Telões - Amarante EDUCAÇÃO MUSICAL 2ºCICLO An Letiv 2014/2015 Dmíni Cgnitiv

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

REGULAMENTO 1- OBJETIVO

REGULAMENTO 1- OBJETIVO REGULAMENTO 1- OBJETIVO O Prgrama Nv Temp é um iniciativa da Cargill Agricla SA, que visa ferecer as seus funcináris e das empresas patrcinadras ds plans de previdência sb a gestã da CargillPrev Sciedade

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO 1. OBJETIVO O Prêmi de Incentiv à Educaçã é uma iniciativa das empresas d Pl Industrial, através d Cmitê de Fment Industrial de Camaçari - COFIC. Tem pr bjetiv estimular,

Leia mais

A Estratégia do Tribunal de Justiça do Rio Grande Do Sul

A Estratégia do Tribunal de Justiça do Rio Grande Do Sul A Estratégia d Tribunal de Justiça d Ri Grande D Sul PODER JUDICIÁRIO Missã: De acrd cm fundament d Estad, Pder Judiciári tem a Missã de, perante a sciedade, prestar a tutela jurisdicinal, a tds e a cada

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS AUXILIAR DE SECRETARIA Organizar e manter atualizad serviç de escrituraçã esclar. Redigir fícis, expsições de mtivs, atas, declarações, certidões de cntagem

Leia mais

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS Julh 2007 INTRODUÇÃO As amplas, prfundas e rápidas transfrmações pr que passa a nssa sciedade prvcaram, frçsamente,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Vx Mercad Pesquisa e Prjets Ltda. Dads da rganizaçã Nme: Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Endereç: Av. Afns Pena, 1212 - Cep.

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Análise e Desenvlviment de Sistemas 3ª série Fundaments de Sistemas Operacinais A atividade prática supervisinada (ATPS) é um métd de ensinaprendizagem desenvlvid

Leia mais

Dados Gerais. Código / Nome do Curso. 196 / Escola de Gestores- Curso de Especialização em Gestão Escolar. Gestão Educacional

Dados Gerais. Código / Nome do Curso. 196 / Escola de Gestores- Curso de Especialização em Gestão Escolar. Gestão Educacional Códig / Nme d Curs Status Códig - Área Subárea Especialida Dads Gerais 196 / Escla Gestres- Curs Especializaçã em Gestã Esclar Ativ 49 / Educaçã Gestã Educacinal Gestã Esclar Nivel d Curs Especializaçã

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL Objetivs: Gestã Empresarial Desenvlver cmpetências para atuar n gerenciament de prjets, prestand cnsultria

Leia mais

GTERS SERVIÇOS DE MONITORAMENTOS LTDA

GTERS SERVIÇOS DE MONITORAMENTOS LTDA APRESENTAÇÃO Nssa Empresa denmina-se GTER SERVIÇOS DE MONITORAMENTOS LTDA, cm sede e fr n Municípi d Ri de Janeir RJ, que tem pr finalidade prestar Serviçs de Segurança Cntra Incêndi e Pânic. A segurança

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler siedler@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament

Leia mais

DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA

DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA EMENTA: O ensin de língua estrangeira cm um códig de diferentes estruturas lingüísticas, cm ênfase na ralidade, leitura e escrita cm veículs de cmpreensã d mund.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 8º an Subdmíni Cmunicaçã e clabraçã CC8 Cnheciment e utilizaçã adequada e segura de diferentes tips de ferramentas de cmunicaçã,

Leia mais

MODALIDADE DE FORMAÇÃO

MODALIDADE DE FORMAÇÃO CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -

Leia mais

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março)

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) REFERENCIAL DE FORMAÇÃO Curss Prfissinais de Nível Secundári (Decret-Lei n.º 74/2004, de 26 de Març) Família Prfissinal: 07 - Infrmática 1. QUALIFICAÇÕES / SAÍDAS PROFISSIONAIS As qualificações de nível

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensin Técnic Códig: 0262 ETEC ANHANGUERA Municípi: Santana de Parnaíba Cmpnente Curricular: Cntabilidade Cmercial Eix Tecnlógic: Gestã e Negócis Módul: II C.

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps Realizads pela Direçã-Geral das Artes Avaliaçã da Utilidade ds Wrkshps Títul: Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps realizads pela

Leia mais

PASTORAL DA JUVENTUDE ARQUIDIOCESE DE LONDRINA PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO

PASTORAL DA JUVENTUDE ARQUIDIOCESE DE LONDRINA PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO 1) Justificativa: A lharms para a realidade ds nsss grups de Pastral de Juventude, percebems a necessidade de reafirmaçã metdlógica d pnt de vista da açã eclesial.

Leia mais

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de Faculdade de Ciências Sciais Aplicadas de Bel Hriznte Institut Superir de Educaçã Curs de Pedaggia ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA O ENCONTROCAS é um event semestral

Leia mais

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno.

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno. Pder e escla: Uma analise acerca das relações entre prfessr e alun. Marcs Paul A. Rdrigues 1 Andersn Silva Nunes 2 Intrduçã: O presente trabalh expõe s tips de pder exercid pels prfessres sbre s aluns,

Leia mais

A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira

A atuação do Síndico Profissional é a busca do pleno funcionamento do condomínio. Manuel Pereira A atuaçã d Síndic Prfissinal é a busca d plen funcinament d cndmíni Manuel Pereira Missã e Atividades Habilidade - Cnhecems prfundamente a rtina ds cndmínis e seus prblemas administrativs. A atuaçã é feita

Leia mais

Glossário das Metas Prioritárias 2010 Versão 1.2.14 Agosto/2010

Glossário das Metas Prioritárias 2010 Versão 1.2.14 Agosto/2010 Meta Priritária 5 Implantar métd de gerenciament de rtinas (gestã de prcesss de trabalh) em pel mens 50% das unidades judiciárias de 1º grau. Esclareciment da Meta Nã estã sujeits a esta meta s tribunais

Leia mais

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo:

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo: Gestã d Escp 1. Planejament da Gestã d Escp: i. Autrizaçã d prjet ii. Definiçã d escp (preliminar) iii. Ativs em cnheciments rganizacinais iv. Fatres ambientais e rganizacinais v. Plan d prjet i. Plan

Leia mais

Lista de verificação do conteúdo do Plano de Emergência Interno

Lista de verificação do conteúdo do Plano de Emergência Interno Intrduçã Lista de verificaçã d cnteúd d Plan de Emergência Intern (artig 18.º d Decret-Lei n.º 254/2007, de 12 de julh) O Decret-Lei n.º 254/2007, de 12 de julh, estabelece regime de prevençã de acidentes

Leia mais

Índice. Introdução. Passo 1 - Conhecer os. O que é capital de risco. Manual

Índice. Introdução. Passo 1 - Conhecer os. O que é capital de risco. Manual Manual O que é capital de risc Índice Intrduçã Pass 1 - Cnhecer s cnceits-base Pass 2 - Cnhecer as frmas de atuaçã Pass 3 - Elabrar um plan de negócis Pass 4 - Apresentar plan de negócis a ptenciais SCR

Leia mais

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO E IEES I EDUCAÇÃO DE SAÚDE INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES Excelência na Frmaçã através da Experiência e Aplicaçã MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO 1.CARGA HORÁRIA 32 Hras 2.DATA E LOCAL

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014

FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014 FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014 Març 2015 FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT MORADA Estrada de Benfica, nº 372 - Lisba Tel./Fax. 217780073 Email funda_champagnat@maristascmpstela.rg Índice I. Intrduçã.1

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

Escola Básica e Secundária de Velas

Escola Básica e Secundária de Velas Escla Básica e Secundária de Velas Dcument Orientadr para a Implementaçã das TIC na Educaçã Pré-Esclar e Ensin Básic 1 As TIC na Educaçã Pré-Esclar e n Ensin Básic O presente Dcument de Orientações Metdlógicas

Leia mais

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. ATUALIZA DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO ALFABETIZAÇÃO PARA ESTUDANTES DAS TURMAS DO 2º, 3º e 4º ANOS E 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL, COM DOIS ANOS

Leia mais

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l Fund de Desenvlviment das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i R e g i n a l p a r a B r a s i l e C n e S u l Fnd de Desarrll de las Nacines Unidas para la Mujer O f i c i n a R e g i n a l p

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA PROGRAMA NACIONAL DE REORIENTAÇÃO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE PRÓ-SAÚDE PROJETO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA

Leia mais

Gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação em áreas urbanas

Gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação em áreas urbanas Gestã ambiental de znas de amrteciment de unidades de cnservaçã em áreas urbanas Marta Feppel Ribeir Instituiçã: Universidade d Estad d Ri de Janeir IVIG/COPPE/Universidade Federal d Ri de Janeir Email:

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO CURSOS: Eletrônica, Informática, Mecânica, Mecatrônica, Química e Petróleo e Gás

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO CURSOS: Eletrônica, Informática, Mecânica, Mecatrônica, Química e Petróleo e Gás PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO CURSOS: Eletrônica, Infrmática, Mecânica, Mecatrônica, Química e Petróle e Gás Objetiv: Elabrar e desenvlver um prjet na área prfissinal,

Leia mais

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR LISTA CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GEÓGRAFOS BIÉNIO 2006-2008 POR UMA GEOGRAFIA MELHOR Assembleia Geral Presidente Jsé Albert Ri Fernandes (FL, Universidade

Leia mais

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi O país d futur parece estar chegand para muits brasileirs que investiram em qualidade e prdutividade prfissinal, empresarial e pessal ns últims ans. O gigante adrmecid parece estar despertand. Dads d Centr

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

Competências Clínicas para a Prática de Profissionais com Certificado Internacional de Consultor em Amamentação

Competências Clínicas para a Prática de Profissionais com Certificado Internacional de Consultor em Amamentação Cmpetências Clínicas para a Prática de Prfissinais cm Certificad Internacinal de Cnsultr em Amamentaçã Prfissinais cm Certificad Internacinal de Cnsultr em Amamentaçã (Cnsultres em Amamentaçã) demnstram

Leia mais

DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS

DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS DIRETORIA DE UNIDADE COORDENAÇÃO DE CURSOS PROJETO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (X) PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE EXTENSÃO Acadêmic ; Scial PROJETO DE INTERDISCIPLINARIDADE

Leia mais

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária Uma nva prpsta para a Agenda Ambiental Prtuária Marcs Maia Prt Gerente de Mei Ambiente O grande desafi a tratar cm as questões ambientais prtuárias é bter um resultad equilibrad que harmnize s cnflits

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Intrduçã A Faculdade Santa Marcelina é recnhecida nacinalmente pel seu pineirism pr lançar a primeira graduaçã de mda

Leia mais

Edital Simplificado de Seleção de Monitoria 2015.1

Edital Simplificado de Seleção de Monitoria 2015.1 Institut Federal de Educaçã, Ciência e Tecnlgia d Ri de Janeir Edital Simplificad de Seleçã de Mnitria 2015.1 A Direçã Geral d IFRJ/, cmunica, pel presente Edital, que estarã abertas as inscrições para

Leia mais

Proposta. Projeto: VENSSO. Data 25/05/2005. Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes. Responsável. Autor (s)

Proposta. Projeto: VENSSO. Data 25/05/2005. Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes. Responsável. Autor (s) Prpsta Prjet: Data 25/05/2005 Respnsável Autr (s) Dc ID Andrade Lima Damires Fernandes Andrade Lima Damires Fernandes Lcalizaçã Versã d Template

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu em Gestã da Segurança da Infrmaçã em Redes de Cmputadres A Faculdade

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde

Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde Curs Prfissinal de Técnic Auxiliar de Saúde Planificaçã Anual de Higiene, Segurança e Cuidads Gerais An Letiv 2014/2015 Códig Módul Cnteúds - - Apresentaçã 17/09/14 - - Avaliaçã Diagnóstica Inicial 6572

Leia mais

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 2 de 10 O Prjet Aliança O Prjet Aliança é uma idéia que evluiu a partir de trabalhs realizads cm pessas da cmunidade d Bairr da Serra (bairr rural

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 7 1. OBJETIVO Este prcediment estabelece prcess para cncessã, manutençã, exclusã e extensã da certificaçã de sistema de segurança cnfrme ABNT NBR 15540. 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES - ABNT NBR 15540:2013:

Leia mais

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO:

3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3. TIPOS DE MANUTENÇÃO: 3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA A manutençã crretiva é a frma mais óbvia e mais primária de manutençã; pde sintetizar-se pel cicl "quebra-repara", u seja, repar ds equipaments após a avaria.

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N 379, DE 19 DE OUTUBRO DE 2006 Cria e regulamenta sistema de dads e infrmações sbre a gestã flrestal n âmbit d Sistema Nacinal

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

Proposta de Formação para o uso pedagógico e integrado do Tablet Educacional Estudos Autônomos

Proposta de Formação para o uso pedagógico e integrado do Tablet Educacional Estudos Autônomos Prpsta de Frmaçã para us pedagógic e integrad d Tablet Educacinal Estuds Autônms Objetiv geral: OBJETIVOS Prmver a Frmaçã Cntinuada ds Prfessres, Crdenadres Pedagógics e Gestres Esclares, na mdalidade

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 Inserir data e Hra 08/10/2012 N.º PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO: Técnic De Turism 2010/2013 DISCIPLINA: Operações Técnicas em Empresas Turísticas An: 3º N.º TOTAL

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais

MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA

MASTERCOMP ESCOLA DE INFORMÁTICA www.mastercmp.net 1 www.mastercmp.net www.mastercmp.net INFORMAÇO ES ADICIONAIS DO CURSO DE PROMODEL E MS PROJECT Prgramaçã: Carga hrária: 32 Hras Lcal: Sã Sebastiã d Paraís MG Prgramas usads n curs: MS

Leia mais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais 53 3 Frmulaçã da Metdlgia 3.1. Cnsiderações Iniciais O presente capítul tem cm finalidade prpr e descrever um mdel de referencia para gerenciament de prjets de sftware que pssa ser mensurável e repetível,

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT O significad das cisas nã está nas cisas em si, mas sim em nssa atitude em relaçã a elas. (Antine de Saint-Exupéry, 1943) CURSOS bacharelads: Administraçã Geral Ciências Cntábeis Direit Educaçã Física

Leia mais

LETRAMENTOS ACADÊMICOS

LETRAMENTOS ACADÊMICOS 110. CONEX Apresentaçã Oral Resum Expandid ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das pções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

CURSO GESTÃO DE PROJECTOS SOCIAIS DE INTERVENÇÃO

CURSO GESTÃO DE PROJECTOS SOCIAIS DE INTERVENÇÃO CURSO GESTÃO DE PROJECTOS SOCIAIS DE INTERVENÇÃO Intrduçã Os prjects sciais nascem d desej de transfrmar uma determinada realidade. O prject deve sempre cnter um cnjunt de acções planeadas e articuladas,

Leia mais

- Minuta Pesquisa CREPOP - Centro de Referência da Assistência Social CRAS/SE

- Minuta Pesquisa CREPOP - Centro de Referência da Assistência Social CRAS/SE - Minuta Pesquisa CREPOP - Centr de Referência da Assistência Scial CRAS/SE N mês de mai d an de 2010 realizu-se a pesquisa CREPOP cm psicólgas(s) que atuam ns Centrs de Referência da Assistência Scial

Leia mais

Sistema de Gestão de BPM

Sistema de Gestão de BPM 1/13 ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 FL. FL. 01 X 26 02 X 27 03 X 28 04 X 29 05 X 30 06 X

Leia mais

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita Prjet de Arquitetura Objetivs Apresentar prjet de arquitetura e discutir sua imprtância Explicar as decisões de prjet de arquitetura que têm de ser feitas Apresentar três estils cmplementares de arquitetura

Leia mais

Academia FI Finanças

Academia FI Finanças Academia FI Finanças A Academia é melhr caminh para especializaçã dentr de um tema n ERP da SAP. Para quem busca uma frmaçã cm certificaçã em finanças, mais indicad é participar da próxima Academia de

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos PLANO DE CURSO MSOBRPCMME PAG1 Plan de curs Planejament e Cntrle da Manutençã de Máquinas e Equipaments Justificativa d curs Nã é fácil encntrar uma definiçã cmpleta para Gestã da manutençã de máquinas

Leia mais

Volume I: Tecnologia Sesi cultura e as leis de incentivo à cultura. Brasília: SESI/DN, 2007, 50p.

Volume I: Tecnologia Sesi cultura e as leis de incentivo à cultura. Brasília: SESI/DN, 2007, 50p. Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 SESI Serviç Scial da Indústria Dads da rganizaçã Nme: SESI Serviç Scial da Indústria Endereç: Av Paulista, 1313, Sã Paul, SP Site: www.sesi.rg.br Telefne: (11) 3146-7405

Leia mais

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital Banc Industrial d Brasil S.A. Gerenciament de Capital 2014 1 Sumári 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 4 4. PLANO DE CAPITAL... 5 5. RESPONSABILIDADES... 6

Leia mais

A formação de nutricionistas na UFF. Conceitos e percepções do ensino voltado para a integralidade do cuidado em saúde.

A formação de nutricionistas na UFF. Conceitos e percepções do ensino voltado para a integralidade do cuidado em saúde. XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. VIII Jrnadas de Scilgía. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires, 2009. A frmaçã de nutricinistas na UFF. Cnceits e percepções d ensin vltad

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 INTRODUÇÃO Prject educativ dcument que cnsagra a rientaçã educativa da escla, elabrad e aprvad pels órgãs de administraçã e gestã, n qual se explicitam s princípis,

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO. Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2016

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO. Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2016 Sua hra chegu. Faça a sua jgada. REGULAMENTO Prêmi de Empreendedrism James McGuire 2016 Salvadr, nvembr de 2015. REGULAMENTO Prêmi de Empreendedrism James McGuire 2016 é uma cmpetiçã interna da Laureate

Leia mais

Curso de Extensão: Finanças Corporativas

Curso de Extensão: Finanças Corporativas 1. Apresentaçã Curs de Extensã: Finanças Crprativas Uma crpraçã é, genericamente, caracterizada pela tmada de duas decisões fundamentais, a de financiament e a de investiment. O prcess de seleçã, análise

Leia mais

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira CAPÍTULO IV Valres, Crenças, Missã, Visã.e Plítica da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira Há alguns ans, quand tínhams ótims atletas, perdíams a Cpa d Mund de futebl, as Olimpíadas, errand em cisas básicas.

Leia mais