Santa Casa da Misericórdia de Aveiro Centro de Educação de Infância Casa da Cruz Projecto Educativo 2011/2016

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Santa Casa da Misericórdia de Aveiro Centro de Educação de Infância Casa da Cruz Projecto Educativo 2011/2016"

Transcrição

1 Santa Casa da Misericórdia de Aveiro Casa da Cruz Centro de Educação de Infância Projecto Educativo Quem somos nós 2011/ 2016 Página 1

2 Índice Nota introdutória 3 I Caracterização do Centro de Educação de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro Dados geográficos 1.1. Aveiro um pouco da sua história Esgueira do passado ao presente Estrutura organizacional e funcional 2.1. Santa Casa da Misericórdia de Aveiro: os serviços que presta Centro de Educação de Infância Casa da Cruz. 9 II Pressupostos do projecto educativo Objectivos do Projecto Educativo 1.1. Fundamentação e duração do Projecto Educativo O papel do profissional de educação de infância Finalidades e organização da educação de infância 2.1. As Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar As Metas de Aprendizagem da Educação Pré-escolar.. 15 III Proposta curricular Avaliação da acção educativa 2. Actividades educativas e actividades extra-curriculares 2.1. Plano Anual de Actividades. 18 Anexos Organigrama Funções, responsabilidades e competências Horários do pessoal Regulamentos Internos das valências Horários das actividades extra-curriculares Página 2

3 Nota introdutória "Tudo o que devo saber mesmo para viver, que fazer e como ser, aprendi-o num Jardim Infantil. A sabedoria não estava no cume da mais alta montanha, no último ano de um curso superior, mas no recreio da minha escola. Cá estão as coisas que aprendi: Partilhar tudo com os companheiros. Respeitar as regras do Jogo. Não bater em ninguém. Guardar as coisas no sítio onde estavam. Manter sempre tudo limpo. Não mexer nas coisas dos outros. Pedir desculpa quando se magoa alguém. Lavar as mãos antes de comer. Puxar o autoclismo. Biscoitos quentes e leite frio fazem bem à saúde. Viver uma vida equilibrada: estudar, pensar, desenhar, pintar, cantar, dançar, brincar, trabalhar, fazer de tudo um pouco todos os dias. Dormir a sesta todas as tardes. E ao sair à rua ter cuidado com o trânsito, dar a mão ao companheiro e prestar atenção à professora " Robert Fulghum "Tudo o que sei aprendi no Jardim infantil" Página 3

4 I Caracterização do Centro de Educação de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro 1. Dados geográficos 1.1. Aveiro um pouco da sua história Aveiro integra-se numa região plana e aquosa, com o Oceano Atlântico a Oeste, correndo a nascente/norte o Rio Vouga que desagua na Ria. Deste modo, e por força da natureza, formou-se um porto lagunar e marítimo. Aveiro foi elevada à categoria de vila no século XIII. Dois séculos mais tarde, no ano de 1432, por intermédio de D. Duarte, realizou-se pela primeira vez uma feira franca que perdurou até aos dias de hoje e que é conhecida por Feira de Março. O feriado municipal assinala o dia do falecimento, a 12 de Maio de 1490, da Infanta D. Joana, filha de D. Afonso V. Em 1759, Aveiro ( Figura 1) foi elevada a cidade por D. José I. Mais tarde, a participação activa de alguns aveirenses nas Lutas Liberais do século XIX teve grande influência no desenvolvimento da cidade. Salienta-se o papel preponderante de José Estêvão Coelho de Magalhães na fixação da actual Barra e no desenvolvimento dos transportes. Actualmente Aveiro, inserida na região da Beira Litoral, é capital de distrito e sede de Concelho, de Diocese e de Comarca estando delimitada a norte pelo distrito do Porto e a sul pelo distrito de Coimbra. Do Concelho de Aveiro fazem parte as freguesias de Aradas, Nª Sª de Fátima, Cacia, Oliveirinha, Eirol, Requeixo, Eixo, S. Bernardo, Esgueira, S. Jacinto, Glória, Sta. Joana, Nariz e Vera Cruz. Trata-se de uma cidade de média dimensão que sofreu um grande desenvolvimento nos últimos anos. Figura 1 Bandeira de Aveiro Página 4

5 A óptima localização geográfica da cidade favoreceu a fixação da população, que encontrou nas salinas, na pesca e no comércio marítimo os seus factores de desenvolvimento. Importantes, também, são as indústrias agro-alimentares, de confecção de vestuário e metalomecânica. Relativamente aos monumentos históricos religiosos mais importantes destacam-se: A Sé de Aveiro, datada do final do séc. XV com uma fachada Barroca e torre lateral; A Santa Casa da Misericórdia, com a sua igreja de estilo Maneirista; A Igreja das Barrocas, de 1732, de estilo Barroco e a Igreja das Carmelitas; O Museu de Aveiro, que até 1911 era designado Convento de Jesus, construído na segunda metade do séc. XV, que exibe uma valiosa talha dourada e alberga o túmulo da Princesa Santa Joana. Em termos de gastronomia aveirense, salientam-se os deliciosos ovos-moles, a caldeirada de enguias e os vários pratos confeccionados com bacalhau. No campo do desporto, destacam-se as seguintes organizações da cidade: o Sport Clube Beira-Mar, o mais ecléctico da cidade; o Taboeira com a sua escola de mini-foot e de futebol; o Esgueira, em basquetebol; e o Alavarium, no andebol. Integrada na região de turismo Rota da Luz, Aveiro e a sua Ria apelidada por muitos de Veneza Portuguesa proporcionam encantadores passeios a bordo do barco moliceiro e que, em termos paisagísticos, são considerados únicos devido às particularidades que a nossa Ria apresenta: podemos encontrar zonas dedicadas à salicultura, marinhas, nomeadamente o Museu da Troncalhada, local de onde se extrai o sal, depois de todo o seu processo de salinização. No parque municipal podemos encontrar diversas zonas de desporto e de lazer. Na época balnear, podemos usufruir das belíssimas praias de S. Jacinto, com uma reserva dunar natural de aproximadamente 1020 hectares, bem como outras mais próximas da cidade, ainda que pertencendo ao concelho vizinho de Ílhavo: as praias da Barra e da Costa Nova do Prado. Por toda a cidade podemos encontrar instâncias hoteleiras e uma oferta cultural e de animação diversificada Esgueira do passado ao presente Esgueira situa-se na antiga linha da costa, sendo hoje uma freguesia integrada na cidade de Aveiro. Esta freguesia é constituída por vários lugares: Senhor do Álamo/Cruzeiro, Agras do Norte, Bairro do Vouga, Caião, Cabo Luís, Bela Vista, Zona Industrial, Taboeira, Quinta do Simão, Mataduços e Paço. Página 5

6 Figura 2 Pelourinho de Esgueira A história de Esgueira remonta a tempos antigos, embora o documento onde aparece pela primeira vez o seu nome, data o ano de A situação geográfica de Esgueira permitiu até ao século XVII a exploração de marinhas de sal com um comércio activo e uma intensa vida marítima durante séculos, tendo sido elevada a cabeça de comarca com jurisdição sobre 31 vilas e 10 concelhos. Recebeu foral do conde D. Henrique em Esta vila foi alargada pelo nosso primeiro rei em 1176, com a doação de Taboeira e outras. Foram-lhe concedidos três Forais: o primeiro pelo Conde D. Henrique em 1110, o segundo ampliando o primeiro, pelo Rei D. João IV em 1347, o terceiro documento da história de Esgueira é o foral outorgado por D. Manuel I em 8 de Junho de 1515 (o principal documento da história de Esgueira) data que comemoramos anualmente com realização de eventos diversificados durante o mês de Junho, denominados por Esgueiríadas. Como todos os forais manuelinos, o de Esgueira tem grande interesse para a história fiscal e económica, com referências às marinhas de sal, às lezírias, aos maninhos, baldios, etc. Acerca do topónimo existem várias versões entre as quais se destacam a do Monsenhor João Gaspar, em que Iscaria significaria Outeiro, elevação rochosa sobranceira à Ribeira (local onde está implantado o actual Pavilhão do Clube do Povo de Esgueira) antigo Parque do Outeiro. Mas segundo Artur Leite, estudioso da história de Esgueira, teria origem na palavra celta Iasg, nome de um peixe, ou Iasgar ou Eisgar, nome do pescador. Os tês símbolos consagrados da autonomia administrativa de uma povoação eram, desde tempos remotos, o foral, o selo concelhio e o Pelourinho (Figura 2). Página 6

7 Os ornatos do antigo brasão da Vila de Esgueira são os que constam no seu antigo e famoso selo, em latão, que se presume ser coevo do foral manuelino, assim como o seu Pelourinho, da primeira metade do século XVIII, símbolos da antiga importância e regalias municipais de Esgueira. A povoação de Esgueira é bastante antiga; existe a referência de achados de esqueletos de embarcações muito antigas que provam a existência de um importante porto marítimo. Nesta vila viviam numerosas e abastadas famílias nobres e foi também distinguida com a comenda da Ordem de Cristo. Em 1779 teve, por desembargo real, uma cadeira de instrução e só após 100 anos é que foram instaladas duas salas de aula para ambos os sexos. Como sinal do poder municipal resta o Pelourinho (Figura 2), que é monumento nacional, e a sede da antiga Câmara Municipal. O selo municipal, ainda existente, representa as armas da vila, onde se pode ver um navio envergado, flutuando nas ondas do mar, o símbolo do sol e da lua, legendado por S. CONCILI ISGARIE, que significa selo do concelho de Esgueira. O brasão de Esgueira, actualmente, foi bordado na bandeira autárquica com as cores azul, castanho, preto, amarelo, vermelho e verde. O afastamento progressivo da linha da maré ditou a decadência da população, que no século XVII já integrava a comarca de Coimbra. No século seguinte readquiriu a sua independência, passando a ser uma das nove comarcas que constituíram a província da Beira. Entre 1528 e 1836, Esgueira foi um Concelho, constituído pelas freguesias de Esgueira, Cacia, Navió e Palhaça. O decreto de 6 de Novembro de 1836 veio extinguir o Concelho, anexando Esgueira a Aveiro na qualidade de simples freguesia. Quanto à demografia e área, a freguesia de Esgueira é uma das maiores e a mais populosa do Concelho de Aveiro. Esgueira tem uma área de 17,72 km 2 e aproximadamente habitantes. A área escolar de Esgueira é constituída por vários serviços públicos e privados de Creche, Jardim-deinfância, Centros de Apoio ao Estudo, Ensinos Básico, Secundário e Superior. Em Esgueira, cerca de 60% da população é activa. Nesta freguesia, as principais actividades económicas são a agricultura existe uma pequena zona onde esta actividade é exercida: nas Agras; a indústria existe a zona Industrial situada em Taboeira que se encontra muito desenvolvida aos níveis automóvel, químico e cerâmico, oferecendo vários postos de trabalho, nomeadamente aos habitantes de Esgueira; os serviços relativamente ao sector terciário, ainda que os serviços mais importantes se encontrem no centro da cidade, podemos encontrar algumas delegações destes mesmos serviços na freguesia; e o comércio grande parte do comércio da freguesia é tradicional. No centro de Esgueira também existem dois pequenos centros comerciais com diversas lojas. Página 7

8 Na área da saúde, a população de Esgueira têm assistência hospitalar no Hospital Distrital de Aveiro, em Instituições privadas de saúde e nos vários Centros de Saúde locais. Algumas instituições desportivas também estão sediadas na freguesia. Em 1956, foi fundado em Esgueira, a Associação Desportiva Sport Clube de Esgueira, que desenvolve a prática do basquetebol. Ao nível recreativo, a Casa do Povo de Esgueira promove a prática de desportos vários e cursos de formação. Recentemente foi criado uma escola de dança que apoia crianças e jovens que queiram praticar esta modalidade. Relativamente à etnografia, as romarias da freguesia são em honra de Nossa Senhora do Rosário e de Nossa Senhora da Alumieira. Na actividade artesanal salientam-se a cerâmica artística e a pintura. As principais redes de transportes públicos são asseguradas pela Moveaveiro e pela Transdev. Para além desta rede pública de transportes encontra-se ainda disponível, no centro de Esgueira, um serviço de Táxi. 2. Estrutura organizacional e funcional 2.1. Santa Casa da Misericórdia de Aveiro: os serviços que presta A Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, como a quase totalidade das suas congéneres, já ultrapassou os seus 500 anos de existência, sólida e teimosamente ao serviço de todos aqueles que necessitam dos seus diversos serviços. Tem ao dispor de toda a comunidade Aveirense: Na Rua de Coimbra (Glória, Aveiro) Serviços administrativos; Igreja aberta ao público; Serviços religiosos; Serviços de conservação, restauro e arquivo; Acompanhamento à população beneficiária do Rendimento Social de Inserção (RSI); Serviços de apoio ao Complemento Solidário para Idosos (CSI); Eventos com marcação prévia (visitas guiadas, casamentos e missas especiais). Página 8

9 No Complexo Social da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro (Moita, Oliveirinha) Serviços administrativos do complexo social; Serviços financeiros; Lar; Centro de Dia; Serviços de apoio domiciliário; Casa Abrigo; Unidade de medicina física e de reabilitação; Núcleo Alzheimer Portugal. No Centro de Educação de Infância Casa da Cruz (Esgueira, Aveiro) Serviços administrativos do centro de educação de infância; Serviços de coordenação pedagógica Jardim de Infância; Creche; Creche Familiar. Figura 3 Casa da Cruz 2.2. Centro de Educação de Infância Casa da Cruz O edifício da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, conhecido como a Casa da Cruz, fica situado na Rua Bento Moura, n.º 14, em Esgueira. Este palácio setecentista, na década de 70 do século passado, ameaçando ruína, foi doado à Câmara Municipal de Aveiro pelo Almirante Vicente Almeida D`Eça, tendo sido depois cedida, pelo executivo municipal, à Santa Casa da Misericórdia de Aveiro para ali desenvolver acção social. Página 9

10 A Santa Casa da Misericórdia de Aveiro decidiu demolir o deteriorado edifício e reconstruí-lo conforme a traça original, passando aí a funcionar um Centro de dia e Lar de idosos. No ano de 1986, e depois de profunda remodelação, esta casa secular começou a funcionar efectivamente como Centro de Dia para idosos, substituindo o que a instituição tinha a funcionar provisoriamente, desde 1982, num edifício na Avenida Dr. Lourenço Peixinho. Depois de construído o Complexo Social da Moita, em 1996, a Casa da Cruz foi novamente abandonada e só em Outubro de 1998 foram aqui instaladas, até aos dias de hoje, as valências de apoio à infância do agora designado Centro de Educação de Infância, que são: Jardim de Infância oferece três salas com capacidade total para 60 crianças, sendo cada uma delas orientada por uma educadora de infância e auxiliada por uma ajudante ou auxiliar de acção educativa; Creche é composta por três salas: sala dos 4/12 meses, sala dos 12/24 meses e sala dos 24/36 meses. Dispõe de uma capacidade máxima de 43 crianças, distribuídas pelas referidas três salas. Cada uma destas salas tem uma educadora e duas ajudantes ou auxiliares de acção educativa que em conjunto satisfazem todas as necessidades das crianças das diferentes faixas etárias. Creche Familiar neste momento prestam serviço ao Centro de educação de infância seis amas legalizadas, que têm cada uma, a seu cargo, um número máximo de quatro crianças. Destas seis amas, duas residem na freguesia de Esgueira, duas são da freguesia de Santa Joana e as restantes da freguesia da Glória. II Pressupostos do projecto educativo 1. Objectivos do Projecto Educativo 1.1. Fundamentação e duração do Projecto Educativo A palavra projecto tem origem no verbo latino projicere que, na sua etimologia, significa lançar em frente. É, nesse sentido, um esboço de futuro que se caracteriza por uma construção progressiva. A Educação Pré-Escolar situa-se na continuidade de um processo que se iniciou com a família. O educador deverá, então, encontrar estratégias que passem por um amplo conhecimento da história individual de cada criança: com diferentes percursos, características, origens, as crianças apresentam Página 10

11 informação pertinente que deve ser gerida no sentido de promover uma boa relação pedagógica com a criança e sua família, mas também com a comunidade. Como prefacia Teresa Vasconcelos, nas Orientações Curriculares da Educação Pré-escolar (OCEPE), o educador é o construtor, o gestor do currículo, no âmbito de projecto educativo do estabelecimento e deverá organizar esse currículo com a equipa de acção pedagógica, integrando o saber das crianças e suas famílias, os desejos da comunidade, em articulação com os outros níveis da Educação Básica (ME, 1997). Em conformidade como o disposto anterior, a concepção e organização do presente projecto educativo é da responsabilidade da equipa educativa, de acordo com os Princípios Gerais Pedagógicos definidos na Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar. Neste contexto, os objectivos no âmbito da educação de infância são: 1- Promover o desenvolvimento pessoal da criança com base em experiências da vida democrática numa perspectiva de Educação para a cidadania; 2- Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência do seu papel como membro da sociedade; 3- Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso da aprendizagem; 4- Estimular o desenvolvimento global de cada criança, no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favorecem aprendizagens significativas e diversificadas; 5- Desenvolver a expressão e comunicação através da utilização de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo; 6- Despertar a curiosidade e o pensamento crítico; 7- Proporcionar a cada criança condições de bem-estar e de segurança, designadamente, no âmbito da saúde individual e colectiva; 8- Proceder à despistagem de inadaptações, deficiências e precocidades, promovendo uma melhor orientação e encaminhamento da criança; 9- Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efectiva colaboração com a comunidade. Página 11

12 A par de um serviço social básico prestado às famílias, a Educação Pré-escolar é fundamentalmente um serviço educativo. A Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, que vem assumindo ao longo dos tempos o seu estatuto de Instituição de Solidariedade Social, estende o seu propósito de garantir o bem-estar e o desenvolvimento das crianças, com o centro de educação de infância situado na Casa da Cruz. O projecto educativo torna-se, assim, o reflexo das suas intenções pedagógicas, no qual são explicitados os princípios, as metas a atingir. O presente projecto educativo tem a validade de cinco anos e, enquanto documento que consagra a orientação educativa da instituição, também concorre claramente para o próprio desenvolvimento e organização da acção educativa, na medida em que: Perspectiva o processo educativo de forma integrada leva em conta que a criança constrói o seu desenvolvimento e aprendizagem de forma articulada em interacção com os outros e com o meio; Permite a utilização e gestão integrada dos recursos da Instituição e outros que, existindo no meio social envolvente, podem ser dinamizados; Acentua a importância das interacções e relações entre os sistemas (que têm uma influência directa ou indirecta na educação das crianças) para alargar e diversificar as oportunidades educativas das crianças e apoiar o trabalho dos adultos. As estratégias para a concretização do Projecto Educativo passam por: Dinamizar a equipa educativa A equipa educativa é constituída pelos técnicos de educação, mobilizados para a concretização de projectos pedagógicos comuns. O Coordenador Pedagógico é obrigatoriamente um Educador de Infância ou um técnico de educação a quem compete, designadamente, coordenar as actividades educativas, garantindo a execução das linhas de orientação curricular, bem como as actividades de animação sócio-educativa. Criar hábitos de organização, de respeito pelas pessoas e pelos materiais de uso comum Conhecer os direitos e deveres das crianças e sua família, técnicos e pessoal auxiliar; Respeitar e fazer respeitar crianças e sua família, técnicos e pessoal auxiliar; Responder pela conservação dos materiais utilizados. Página 12

13 Criar uma dinâmica entre todos os membros da comunidade institucional Conhecer e valorizar a realidade da Instituição; Estabelecer relações, interdependências e interacções entre todas as valências da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro. Desenvolver redes de colaboração e apoio à divulgação da acção educativa institucional Comunicar com os pais, promovendo reuniões e/ou atendimento personalizado onde haja uma efectiva troca de opiniões que permitam um melhor conhecimento dos contextos sóciofamiliares das crianças. Pretende-se, assim, constituir importantes momentos de auto-formação com benefícios para a Educação da criança; Comunicar com a comunidade a nível local, dando frequentemente informações claras acerca dos processos e projectos educacionais da Instituição O papel do profissional de educação de infância A intencionalidade do processo educativo que caracteriza a intervenção do educador passa por diferentes etapas interligadas que se vão sucedendo e aprofundando: Observação Planificação Acção Observar cada criança e o grupo para conhecer as suas capacidades, interesses e dificuldades; Recolher informação sobre o contexto familiar e cultural O conhecimento da criança e da sua evolução constitui o fundamento da diferenciação pedagógica que parte do que ela sabe e é capaz de fazer; Este conhecimento pressupõe produtos das crianças, diferentes formas de registo, reconhecimento do meio, da família, etc.; A observação é a base do Planeamento e da Avaliação, constituindo o mais válido suporte da intencionalidade educativa. Planear o processo educativo, a partir do que o Educador conhece é condição para proporcionar um ambiente estimulante de desenvolvimento que promova aprendizagens significativas e diversificadas; Implica a reflexão sobre as suas intenções educativas e as formas de as adequar ao grupo; Permite a previsão e a organização de recursos; Permite a articulação entre as diversas áreas de conteúdo; Permite um processo de partilha e interacção do grupo facilitador da aprendizagem e do desenvolvimento. Concretizar na acção as intenções educativas, envolvendo quer o grupo quer a comunidade (pais, famílias, técnicos auxiliares, outros docentes, etc.) é uma forma de alargar as interacções das crianças e enriquecer o processo educativo. Página 13

14 Avaliação Comunicação Articulação Avaliar o processo é tomar consciência da acção para a adequar e estabelecer a progressão das aprendizagens, bem como para melhorar os aspectos organizativos e os recursos. O conhecimento que advém do desenvolvimento global da criança é enriquecido pela partilha com todos os outros adultos que dividem as responsabilidades; A troca de opiniões fornece indicações importantes para a educação da criança; A apresentação do trabalho desenvolvido permite um feedback interactivo. É fundamental que o Educador assegure e promova a continuidade educativa e a transição para a escolaridade obrigatória. É também função do Educador proporcionar condições para a aprendizagem com sucesso na fase seguinte, nomeadamente através da colaboração com as famílias e com os docentes consequentes. 2. Finalidades e organização da educação de infância 2.1. As Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar Os objectivos pedagógicos atrás enunciados enquadram os fundamentos e a organização das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. De seguida apresenta-se por tópicos, e com base no texto da Lei-Quadro, as principais afirmações e conceitos que sustentam os seus objectivos, fundamentos e organização: objectivos, fundamentos e organização A Educação Pré-Escolar é a primeira etapa da Educação Básica no Processo de educação ao Longo da Vida Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso das aprendizagens Favorecer a Formação e o desenvolvimento equilibrado da Criança Estimular o desenvolvimento Global da criança, no respeito pelas suas característica individuais, desenvolvimento que implica favorecer aprendizagens significativas e diferenciadas conceitos Educação ao Longo da Vida Igualdade de Oportunidades Sucesso escolar Pedagogia Estruturada Carácter Lúdico Formação e Desenvolvimento Interligação desenvolvimento/aprendizagem Criança como sujeito do processo educativo (partir do que a criança sabe) Educação para todos Escola Inclusiva Pedagogia diferencida Funcionamento do Estabelecimento Educativo Página 14

15 Tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiências de vida democrática numa perspectiva de educação para a cidadania Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das cultura, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade Proporcionar ocasiões de bem-estar e de segurança, nomeadamente no âmbito da saúde individual e colectiva Desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo despertar a curiosidade e o espírito crítico Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efectiva colaboração com a comunidade Desenvolvimento Pessoal e Social Formação Pessoal e Social Bem-estar e segurança Organização do ambiente educativo Expressão e Comunicação Conhecimento do Mundo Articulação de Conteúdos Curiosidade e espírito crítico Participação da Família/Comunidade Projecto Educativo 2.2. As Metas de Aprendizagem da Educação Pré-Escolar Na prática dos jardins de infância procura-se uma construção articulada do saber, em que as áreas devem ser abordadas de uma forma globalizante e integrada. As áreas em que estas aprendizagens estão organizadas são: Formação Pessoal e Social as crianças têm oportunidade de participar na vida em grupo e de iniciar a aprendizagem de atitudes e valores que lhes permitam tornar-se cidadãos solidários e críticos. Nesta área específica da educação pré-escolar, mas que tem continuidade nos outros ciclos enquanto educação para a cidadania, identificaram-se algumas aprendizagens globais. Expressão e Comunicação no domínio das Expressões são diferenciadas as suas diferentes vertentes: Motora, Plástica, Musical, Dramática/Teatro e a Dança que tem relações próximas com a Expressão Motora e Musical. As metas propostas para estas várias vertentes estão organizadas de acordo com domínios de aprendizagem que são comuns ao ensino artístico. A estrutura da Expressão Motora corresponde à que é adoptada para a Educação Física Motora do 1º ciclo. Linguagem Oral e Abordagem da Escrita esta área inclui não só as aprendizagens relativas à linguagem oral, mas também as relacionadas com compreensão do texto escrito lido pelo adulto, e ainda as que são indispensáveis para iniciar a aprendizagem formal da leitura e da escrita. Página 15

16 Matemática contempla as aprendizagens fundamentais, distribuídas pelos domínios de aprendizagem que estruturam a aprendizagem da Matemática nos diferentes ciclos da escolaridade básica. Conhecimento do Mundo abarca o início das aprendizagens nas ciências naturais e humanas e inclui, de forma integrada, tal como no Estudo do Meio no 1º ciclo do EB, os diferentes saberes e científicos (Ciências Naturais, Geografia e História). Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) esta área é transversal a toda a educação básica e, dada a sua importância, deverá ser iniciada precocemente. III Proposta curricular 1. Avaliação do processo educativo A reflexão sobre o processo de concretização do projecto educativo é necessária à sua remodelação progressiva e orientação da escola num processo de continuidade e de procura permanente de melhoramento das práticas desenvolvidas. Nesse sentido, a avaliação em educação é um elemento integrante e regulador da prática educativa e implica princípios e procedimentos adequados às suas especificidades. A avaliação na Educação Pré-Escolar assume um carácter positivo, uma dimensão marcadamente formativa, desenvolvendo-se num processo contínuo e interpretativo que procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem. A avaliação formativa é um processo integrado que incide preferencialmente sobre os processos: avaliar assenta na observação contínua dos progressos da criança, indispensável para a recolha de informação relevante, como forma de apoiar e sustentar a planificação e o reajustamento da acção pedagógica. Os instrumentos de avaliação devem ser adaptados às características do ambiente onde ela ocorre, fornecer elementos concretos para a reflexão e adequação da intervenção educativa, para melhor responder às necessidades do contexto e dos grupos. Para além dos documentos de referência supra mencionados (OCEPE e as Metas de Aprendizagem), podem também ser consultados o Manual DQP (Desenvolvendo a Qualidade em Parcerias), o Perfil específico de desempenho profissional do educador de infância e do professor do 1.º ciclo do ensino básico (Decreto-Lei n.º 241/2001, de 30 de Agosto), a Circular Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar (nº 17/DSDC/DEPEB/2007) e ainda o Sistema de Acompanhamento das Crianças (SAC), que permitem conciliar as práticas de observação, documentação, avaliação e adequação curricular, maximizando, portanto, a qualidade educativa. Página 16

17 2. Actividades educativas e actividades extra-curriculares O presente Projecto Educativo operacionalizar-se-á através do Plano Anual de Actividades, elaborado pela equipa educativa do centro de educação de infância, no início de cada ano lectivo. O currículo em educação de infância é concebido e desenvolvido pelo educador, através da planificação, organização e avaliação do ambiente educativo, bem como das actividades e projectos curriculares, com vista à construção de aprendizagens integradas. A organização do ambiente educativo, como suporte do trabalho curricular e da sua intencionalidade, compreende a organização do grupo, do espaço e do tempo, a relação com os pais e outros parceiros educativos, exposto, respectivamente, nos Projectos Pedagógicos na Creche, e nos Projectos Curriculares no Jardim de Infância. A avaliação constitui-se como instrumento de apoio e de suporte da intervenção educativa, ao nível do planeamento e da tomada de decisões dos educadores, sendo os momentos da sua calendarização da responsabilidade da equipa educativa, que se reúne semanalmente com a finalidade de discutir (avaliar) os avanços e recuos, em relação ao que está disposto, designadamente, no Plano Anual de Actividades. No que respeita ao envolvimento dos pais no processo educativo são promovidas reuniões formais e informais: nas primeiras, que são colectivas, são apresentados e dadas informações de carácter geral acerca do funcionamento da Instituição e da sala, onde são esclarecidas eventuais dúvidas relativas ao Regulamento Interno. As segundas, mais individualizadas, realizam-se quando solicitadas, quer pelo Encarregado de Educação ou pelo educador, onde se faz um balanço do desenvolvimento individual da criança e são trocadas experiências de forma directa com a família. Existe para esse efeito uma hora semanal de atendimento num horário que é estabelecido no início do ano lectivo. A Instituição disponibiliza diversas actividades extra-curriculares pensadas e organizadas em função das necessidades e dos gostos das crianças. Estas desenvolvem-se através de protocolos com professores especializados. As inscrições estão abertas no início de cada ano lectivo estando a sua efectivação condicionada ao número de vagas e inscrições existentes. Página 17

18 2.1. Plano Anual de Actividades Anexos Página 18

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR INTRODUÇÃO ÍNDICE - Objectivos de Educação Pré-Escolar - Orientações Curriculares - Áreas de Conteúdo/Competências - Procedimentos de Avaliação - Direitos e Deveres dos Encarregados de Educação - Calendário

Leia mais

DESENVOLVIMENTO CURRICULAR EM COORDENAÇÃO COM O ENSINO BÁSICO MELHORIA DA QUALIDADE DAS APRENDIZAGENS FUNDAMENTAÇÃO DAS OPÇÕES EDUCATIVAS

DESENVOLVIMENTO CURRICULAR EM COORDENAÇÃO COM O ENSINO BÁSICO MELHORIA DA QUALIDADE DAS APRENDIZAGENS FUNDAMENTAÇÃO DAS OPÇÕES EDUCATIVAS DESENVOLVIMENTO CURRICULAR EM COORDENAÇÃO COM O ENSINO BÁSICO MELHORIA DA QUALIDADE DAS APRENDIZAGENS FUNDAMENTAÇÃO DAS OPÇÕES EDUCATIVAS Divisão da Educação Pré-Escolar e Ensino Básico Ficha Técnica Título:

Leia mais

CIRCULAR. Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar

CIRCULAR. Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar CIRCULAR Data: 11/04/2011 Circular nº.: 4 /DGIDC/DSDC/2011 Assunto: Avaliação na Educação Pré- Escolar Para: Inspecção-Geral de Educação Direcções Regionais de Educação Secretaria Regional Ed. da Madeira

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha?

Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha? Metas de Aprendizagem em Educação de Infância: Oportunidade ou Armadilha? VIII Jornadas da Infância do Centro de Apoio Social e Acolhimento C.A.S.A. Bernardo Manuel Silveira Estrela PRÁTICAS EDUCATIVAS:

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 0/0 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 ÍNDICE - Introdução...

Leia mais

Plano Anual de Atividades 2014/2015

Plano Anual de Atividades 2014/2015 Mãos na Massa Plano Anual de Atividades 2014/2015 Equipa pedagógica do Centro de Educação de Infância Casa da Cruz Introdução O Plano Anual de Atividades é um documento orientador de uma dinâmica comum

Leia mais

Avaliação do Projecto Curricular

Avaliação do Projecto Curricular Documento de Reflexão Avaliação do Projecto Curricular 2º Trimestre Ano Lectivo 2006/2007 Actividade Docente desenvolvida Actividade não lectiva Com base na proposta pedagógica apresentada no Projecto

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

Unidos com o mundo. Equipa pedagógica da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro 2013/2014

Unidos com o mundo. Equipa pedagógica da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro 2013/2014 Unidos com o mundo Equipa pedagógica da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro 2013/2014 Introdução O Plano Anual de Atividade é um documento orientador de uma dinâmica comum a todas as salas da Pré, que

Leia mais

a) Caracterização do Externato e meio envolvente; b) Concepção de educação e valores a defender;

a) Caracterização do Externato e meio envolvente; b) Concepção de educação e valores a defender; Projecto Educativo - Projecto síntese de actividades/concepções e linha orientadora da acção educativa nas suas vertentes didáctico/pedagógica, ética e cultural documento destinado a assegurar a coerência

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

Gabinete para a Expansão e Desenvolvimento da Educação Pré-Escolar Ministério da Educação Ministério da Solidariedade e Segurança Social 1998

Gabinete para a Expansão e Desenvolvimento da Educação Pré-Escolar Ministério da Educação Ministério da Solidariedade e Segurança Social 1998 Educação Pré-Escolar - Perguntas e Respostas Gabinete para a Expansão e Desenvolvimento da Educação Pré-Escolar Ministério da Educação Ministério da Solidariedade e Segurança Social 1998 ARGUMENTÁRIO O

Leia mais

CASA DO POVO DE ÓBIDOS PROJECTO EDUCATIVO

CASA DO POVO DE ÓBIDOS PROJECTO EDUCATIVO CASA DO POVO DE ÓBIDOS PROJECTO EDUCATIVO Índice 1. CARACTERIZAÇÃO DO MEIO... 1 1.1. Breves Notas Histórias sobre Óbidos... 1 1.2 Situação geográfica de Óbidos... 1 2 - BREVE HISTORIAL DA INSTITUIÇÃO...

Leia mais

PLANO DE AÇÃO DEPARTAMENTO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

PLANO DE AÇÃO DEPARTAMENTO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PLANO DE AÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Ano letivo 2012 / 2013 ÍNDICE Nº Pág. 1 Introdução 3 2 Constituição 3 3 Ações e Objetivos 4 4 Identificação das necessidades de formação dos docentes

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013

PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013 SALA DE ESTUDO ORIENTADO 2009/2013 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 PRIORIDADES... 4 OBJECTIVOS DA SALA DE ESTUDO ORIENTADO... 5 Apoio Proposto...

Leia mais

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor:

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: - Conselho Municipal de Educação de Vila Real - Proposta de Regulamento ---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

Curso de Formação Complementar. Apresentação

Curso de Formação Complementar. Apresentação Curso de Formação Complementar I Apresentação O curso de Formação Complementar destina-se a jovens titulares de cursos de Tipo 2, Tipo 3 ou outros cursos de qualificação inicial de nível 2, que pretendam

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

Acção Sócio-Educativa

Acção Sócio-Educativa Acção Sócio-Educativa Dinamizar estratégias que visam prevenir situações de absentismo e abandono escolar, voltar a colocar os jovens no Sistema Educativo. Estruturar os cursos de Alfabetização e Formação

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

ACTIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA NOS JI PRÉ-ESCOLAR

ACTIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA NOS JI PRÉ-ESCOLAR PRÉ-ESCOLAR PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DAS ACTIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA NOS JI Ano lectivo 2009/2010 1 Princípios Orientadores de acordo com o Projecto Educativo A Lei

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

1 - JUSTIFICAÇÃO DO PROJECTO

1 - JUSTIFICAÇÃO DO PROJECTO 1 - JUSTIFICAÇÃO DO PROJECTO A actual transformação do mundo confere a cada um de nós professores, o dever de preparar os nossos alunos, proporcionando-lhes as qualificações básicas necessárias a indivíduos

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO

PROJETO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO CENTRO DE FÉRIAS DESPORTIVAS DE VERÃO N OS MOCHOS - 2013 - PROJETO DINAMIZADO PELA ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DE ESPINHO PROJETO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO Espinho, 2 de Maio de 2013 ÍNDICE Página Introdução 3

Leia mais

7. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

7. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 7. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 7.1 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 7.1.1 PRINCÍPIOS GERAIS. BASE LEGISLATIVA DE REFERÊNCIA A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS 1. APRESENTAÇÃO PRINCÍPIOS E VALORES Acreditamos pela força dos factos que o desenvolvimento desportivo de um Concelho ou de uma Freguesia, entendido na sua vertente quantitativa e qualitativa, exige uma

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais:

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: PROGRAMA AÇÃO 2015 O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: - Preservar a identidade da Instituição, de modo especial no que respeita a sua preferencial ação junto das pessoas, famílias e grupos

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

CENTRO DE FORMAÇÃO DESPORTIVA DE XADREZ

CENTRO DE FORMAÇÃO DESPORTIVA DE XADREZ CENTRO DE FORMAÇÃO DESPORTIVA DE XADREZ Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia Gaianima, E. M., Equipamentos Municipais Departamento do Desporto Escolar Escola Profissional de Gaia Academia de Xadrez de

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias 2015

Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias 2015 Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias 2015 Índice 1. Objetivos gerais:... 4 2. Objetivos específicos:... 5 3. Estratégias Educativas e Pedagógicas... 6 4. Atividades Sócio-Educativas... 7

Leia mais

PRÉ-ESCOLAR EDUCAÇÃO. p a r a a E d u c a ç ã o P r é - E s c o l a r M I N I S T É R I O D A E D U C A Ç Ã O

PRÉ-ESCOLAR EDUCAÇÃO. p a r a a E d u c a ç ã o P r é - E s c o l a r M I N I S T É R I O D A E D U C A Ç Ã O PRÉ-ESCOLAR EDUCAÇÃO O r i e n t a ç õ e s C u r r i c u l a r e s p a r a a E d u c a ç ã o P r é - E s c o l a r M I N I S T É R I O D A E D U C A Ç Ã O Departamento da Educação Básica Núcleo de Educação

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico

Leia mais

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha A Cáritas Diocesana de Viseu no Bairro Social de Paradinha A Cáritas continua com um trabalho de relevante interesse social no Bairro Social de Paradinha. No ano de 2008, a Cáritas continuou a desenvolver

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga A lei de bases do sistema educativo assume que o sistema educativo se organiza de forma a descentralizar, desconcentrar e diversificar as estruturas

Leia mais

PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FREI JOÃO DE VILA DO CONDE

PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FREI JOÃO DE VILA DO CONDE PROJETO CURRICULAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FREI JOÃO DE VILA DO CONDE ÍNDICE 1. Introdução 2. O Agrupamento 2.1 População Escolar (número de alunos por estabelecimento de ensino) 2.2 Recursos Humanos

Leia mais

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 2 No âmbito do disposto no número anterior, o professor: a) Reflecte sobre as suas práticas, apoiando-se na experiência, na investigação

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

PES Promoção e Educação para a Saúde

PES Promoção e Educação para a Saúde (A PREENCHER PELA COMISSÃO DO PAA) Atividade Nº AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Projeto PES Promoção e Educação para a Saúde Equipa Dinamizadora: Alice Gonçalves e Rosa Rêgo Ano letivo 2014/2015

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais Regulamento Municipal do Banco Local de Voluntariado de Lagoa As bases do enquadramento jurídico do voluntariado, bem como, os princípios que enquadram o trabalho de voluntário constam na Lei n.º 71/98,

Leia mais

ENQUADRAMENTO E DISPOSIÇÕES COMUNS AOS JARDINS-DE-INFANCIA DO AGRUPAMENTO JOSÉ MARIA DOS SANTOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

ENQUADRAMENTO E DISPOSIÇÕES COMUNS AOS JARDINS-DE-INFANCIA DO AGRUPAMENTO JOSÉ MARIA DOS SANTOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ENQUADRAMENTO E DISPOSIÇÕES COMUNS AOS JARDINS-DE-INFANCIA DO AGRUPAMENTO JOSÉ MARIA DOS SANTOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR A educação pré-escolar destina-se às crianças com idades compreendidas entre os três

Leia mais

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I Disposições Gerais Artigo 1º Definição e Âmbito 1. O Conselho Municipal de Educação de Águeda, adiante designado de Conselho é uma instância

Leia mais

Rede Social Plano de Ação 2015

Rede Social Plano de Ação 2015 Rede Social Plano de Ação 2015 1 R E D E SOCIAL DO CONCELHO DE VILA DO BISPO Rede Social Rede Social do Concelho de Vila do Bispo PLANO DE AÇÃO 2015 Ficha Técnica Entidade Promotora: Câmara Municipal de

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas

Leia mais

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 TIC@CIDADANIA. Proposta de planos anuais. 1.º Ciclo do Ensino Básico

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 TIC@CIDADANIA. Proposta de planos anuais. 1.º Ciclo do Ensino Básico ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 TIC@CIDADANIA Proposta de planos anuais 1.º Ciclo do Ensino Básico Introdução O objetivo principal deste projeto é promover e estimular

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Departamento da Educação Pré Escolar CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática

Leia mais

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa Centro Social Paroquial de Lustosa Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa 1. Identificação da Instituição: Centro Social Paroquial de Lustosa, NPC: 502431440, com sede em Alameda

Leia mais

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS I Os cinco domínios 1. Resultados 2. Prestação do serviço educativo 3. Organização e gestão escolar 4. Liderança 5. Capacidade de auto-regulação

Leia mais

Escola Básica do 1º Ciclo de Vale Figueira EB Miquelina Pombo

Escola Básica do 1º Ciclo de Vale Figueira EB Miquelina Pombo Escola Básica Elias Garcia Escola Básica Miquelina Pombo Escola Básica da Sobreda Escola Básica do 1º Ciclo de Vale Figueira EB Miquelina Pombo A Escola Básica do 1º Ciclo de Vale Figueira nº 1 (E.B. Miquelina

Leia mais

Projecto. Normas de Participação

Projecto. Normas de Participação Projecto Normas de Participação PREÂMBULO Num momento em que o mundo global está cada vez mais presente na vida das crianças e jovens, consideraram os Municípios da Comunidade Intermunicipal da Lezíria

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

Referencial de Educação Financeira em Portugal. 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA

Referencial de Educação Financeira em Portugal. 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA Referencial de Educação Financeira em Portugal Educação Pré-escolar, Ensino Básico e Secundário 1ª Conferência Internacional PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO FINANCEIRA Educação para a Cidadania: novo quadro

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

Caracterização do Projecto

Caracterização do Projecto Caracterização do Projecto http://www.cm-lousa.pt/educacao/alimbem_crscsaud.htm O Projecto "Alimenta-te bem, Cresce saudável" tem a sua base na preocupação da Autarquia em garantir a todas as crianças

Leia mais

ENTREVISTA À COORDENADORA PEDAGÓGICA

ENTREVISTA À COORDENADORA PEDAGÓGICA ENTREVISTA À COORDENADORA PEDAGÓGICA I Caracterização da coordenadora Nome: Ana Luísa Constantino da Silva Idade: 31 Formação Académica: Licenciatura curso Prof. E.B.-1ºciclo; Pós-Graduação Teoria e Desenvolvimento

Leia mais

ARAGÃOPINTO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL VAMOS AJUDAR QUEM PRECISA!

ARAGÃOPINTO FUNDAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL VAMOS AJUDAR QUEM PRECISA! A ESSENCIALIDADE DE CUIDAR DAS NOSSAS CRIANÇAS INVESTIR A TEMPO PARA EVITAR... E PERSISTIRMOS NA BUSCA DE FAZER SEMPRE MELHOR PARA NÓS A PREVENÇÃO NÃO É UMA OPÇÃO... É UMA OBRIGATORIEDADE MISSÃO A Fundação

Leia mais

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida.

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida. 1. APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Casa do Povo de Alvalade foi criada em 1943, por grupo informal de pessoas, na tentativa de dar resposta às necessidades das pessoas que a esta se iam associando. Com o

Leia mais

Dinamização das Zonas Rurais

Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais A Abordagem LEADER A Europa investe nas Zonas Rurais As zonas rurais caracterizam-se por condições naturais e estruturais que, na maioria dos

Leia mais

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR)

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Nota Introdutória Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo

Leia mais

1-O que é..4. 2-Contexto normativo..4. 3-Articulação com outros instrumentos..4. 4-Conteúdos do projeto educativo...5. 5-Diagnóstico estratégico..

1-O que é..4. 2-Contexto normativo..4. 3-Articulação com outros instrumentos..4. 4-Conteúdos do projeto educativo...5. 5-Diagnóstico estratégico.. 2008/2010 2012/2014 ÍNDICE Introdução 1-O que é..4 2-Contexto normativo..4 3-Articulação com outros instrumentos..4 4-Conteúdos do projeto educativo....5 5-Diagnóstico estratégico..4 6 -Resultados vão

Leia mais

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO O Capítulo 36 da Agenda 21 decorrente da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em 1992, declara que a educação possui um papel fundamental na promoção do desenvolvimento

Leia mais

Creche Pré-Escolar 1º Ciclo

Creche Pré-Escolar 1º Ciclo Creche Pré-Escolar 1º Ciclo A NOSSA MISSÃO É O NOSSO COMPROMISSO... Contribuir para o desenvolvimento integral dos nossos Alunos. Ser uma escola que marca a diferença fazendo melhor. Ensinar com amor.

Leia mais

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para

Leia mais

PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais

PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA ZONA URBANA DA FIGUEIRA DA FOZ DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E DAS CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais

Leia mais

Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180

Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180 1 A Escola a Tempo Inteiro em Matosinhos: dos desafios estruturais à aposta na formação dos professores das AEC Actividades de Enriquecimento Curricular Correia Pinto (*) antonio.correia.pinto@cm-matosinhos.pt

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 1373/XII/4ª Recomenda ao Governo a definição de uma estratégia para o aprofundamento da cidadania e da participação democrática e política dos jovens A cidadania é, além de um

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Projeto do CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz Uma ação educativa de abertura para a comunidade Ano letivo 2014/2015 Índice 1. Introdução

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ AFONSO SEIXAL CÓDIGO 401481 Av. José Afonso Cavaquinhas Arrentela 2840 268 Seixal -- Tel. 212276600 Fax. 212224355 PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ABRIL DE 2014 Índice 1. Introdução

Leia mais

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO A Lei nº 31/2012, de 20 de Dezembro, veio aprovar o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações para a autoavaliação

Leia mais

10. Equipamentos e Serviços Sociais

10. Equipamentos e Serviços Sociais 68 10. Equipamentos e Serviços Sociais A rede de equipamentos e serviços sociais existentes no concelho de Vidigueira constitui uma realidade resultante do esforço e envolvimento de entidades de diversa

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

Projecto Integrado da Baixa da Banheira

Projecto Integrado da Baixa da Banheira Projecto Integrado da Baixa da Banheira 1. INTRODUÇÃO O Projecto Integrado da Baixa da Banheira nasce de uma parceria entre a Câmara Municipal da Moita e o ICE tendo em vista induzir as Associações da

Leia mais

MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar. Município da Nazaré

MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar. Município da Nazaré MUNICÍPIOS E O MAR Associação Fórum Empresarial da Economia do Mar Município da Nazaré PROJECTO VIVER O MAR Valorizar a associação da Nazaré ao Mar como factor de identidade Assegurar o conhecimento Científico

Leia mais

Iniciativa Move-te, faz Acontecer

Iniciativa Move-te, faz Acontecer Iniciativa Move-te, faz Acontecer Entidades Promotoras: Associação CAIS (Projecto Futebol de Rua): Fundada em 1994, a Associação CAIS tem como Missão contribuir para o melhoramento global das condições

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO DE SETÚBAL E A CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO Considerando: a) As atribuições da Câmara Municipal de Setúbal, conferida

Leia mais

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa:

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa: :: Legislação Unidade: Câmara de Básica Número: 79/2009 Ano: 2009 Ementa: Estabelece normas para a Especial, na Perspectiva da Inclusiva para todas as etapas e Modalidades da Básica no Sistema Estadual

Leia mais

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os sectores da Educação

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico

GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico Relatório 008-009 Colecção Relatórios FICHA TÉCNICA Título Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Processo de melhoria. Informação escolar. Processo de avaliação. Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014

Processo de melhoria. Informação escolar. Processo de avaliação. Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014 Processo de melhoria Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014 Recomendações do conselho pedagógico Não houve recomendações emanadas do Conselho Pedagógico. Data de apresentação à direção/ conselho

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

Introdução. a cultura científica e tecnológica.

Introdução. a cultura científica e tecnológica. Introdução A cultura científica e tecnológica é cada vez mais reconhecida como uma condição estratégica para o desenvolvimento de uma cidadania ativa, traduzindo-se numa sociedade mais qualificada e no

Leia mais

para um novo ano lectivo

para um novo ano lectivo Ano Lectivo 2008/09 20 medidas de política para um novo ano lectivo Este documento apresenta algumas medidas para 2008/09: Apoios para as famílias e para os alunos Modernização das escolas Plano Tecnológico

Leia mais

AERT CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR

AERT CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR AERT CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR (De acordo com a Circular nº. 4 /DGIDC/DSDC/2011) Disposições Gerais As principais orientações normativas relativas à avaliação na Educação Pré-Escolar

Leia mais

CASA PIA DE LISBOA, I.P. Gabinete da Presidente do Conselho Directivo

CASA PIA DE LISBOA, I.P. Gabinete da Presidente do Conselho Directivo 1 CARTA DE MISSÃO Ministério: Trabalho e Solidariedade Social Serviço/Organismo: Casa Pia de Lisboa, I.P. Cargo e Titular: Presidente do Conselho Directivo Período da Comissão de Serviço: de 15 de Maio

Leia mais

II ENCONTRO DA CPCJ SERPA

II ENCONTRO DA CPCJ SERPA II ENCONTRO DA CPCJ SERPA Ninguém nasce ensinado!? A família, a Escola e a Comunidade no Desenvolvimento da criança Workshop: Treino de Competências com famílias um exemplo de intervenção e de instrumentos

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VIEIRA DO MINHO REGIMENTO INTERNO A lei nº 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo19º, nº 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Rede Social de Aljezur Plano de Acção (2009) Equipa de Elaboração do Plano de Acção de 2009 / Parceiros do Núcleo Executivo do CLAS/Aljezur Ana Pinela Centro Distrital

Leia mais