ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO ORIENTAÇÕES NORMATIVAS PARA O FUNCIONAMENTO ESCOLAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO ORIENTAÇÕES NORMATIVAS PARA O FUNCIONAMENTO ESCOLAR"

Transcrição

1 ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO ORIENTAÇÕES NORMATIVAS PARA O FUNCIONAMENTO ESCOLAR ANO LETIVO 2015 Maranhão 2015

2 GOVERNO DO ESTADO DO MARANHÃO Flávio Dino de Castro e Costa SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Áurea Regina dos Prazeres Machado SUBSECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Dalton Almeida Duarte CHEFE DA ASSESSORIA TÉCNICA Maria das Graças Santos Ferreira CHEFE DE GABINETE Daniela Maria Silva Máximo ASSESSORA ESPECIAL/COORDENADORA DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Elisabeth Gomes COORDENADORA DA MACRO POLÍTICA DE EDUCAÇÃO Ana Cristina Champoudry Nascimento da Silva COORDENADORA DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO CONTINUADA Maria do Perpétuo Socorro Lima Leal GESTORA DE IMPLANTAÇÃO DOS NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO INTEGRAL Maria Alice Bogéa Praseres SECRETÁRIA ADJUNTA DE ENSINO Ilma Fátima de Jesus SUPERINTENDENTE DE EDUCAÇÃO BÁSICA Elioenai Moura Araújo Brasil SUPERVISOR DE AVALIAÇÃO Luiz Alex Lopes Corrêa SUPERVISORA DE CURRÍCULO Silvana Maria Machado Bastos SUPERVISORA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Shirley Silva Sousa SUPERVISORA DE ENSINO FUNDAMENTAL Janilma Maria Ramalho F. Santos SUPERVISORA DE ENSINO MÉDIO Eliana Maria Pereira SUPERINTENDENTE DE GESTÃO EDUCACIONAL Patrícia Alessandra Gomes Leal COORDENADORA DE NORMAS E ORGANIZAÇÃO DO ENSINO Josélia Silva Castro SUPERVISORA DE GESTÃO ESCOLAR Sheila Albuquerque Soares T. da Silva

3 SUPERVISORA DE INSPEÇÃO ESCOLAR Janete Maria França de Abreu COORDENADOR ESTADUAL DO PROGRAMA DO LIVRO DIDÁTICO Nordson Luiz Ferreira Belo SUPERINTENDENTE DE MODALIDADES E DIVERSIDADES EDUCACIONAIS Claudinei de Jesus Rodrigues SUPERVISORA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Rosane Ferreira da Silva SUPERVISOR DE EDUCAÇÃO NO CAMPO Edilson da Silva Brito SUPERVISORA DE EDUCAÇÃO INDÍGENA Gildete Elias Dutra SUPERVISOR DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Walter de Carvalho Junior SUPERVISORA DE EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA E DE EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Georgiana Márcia Oliveira Santos SUPERVISOR DE TEMAS SOCIOEDUCACIONAIS Luís José Câmara Pedrosa ASSESSOR ESPECIAL DAS UNIDADES REGIONAIS DE ENSINO Fábio Rondon Campos Pereira SECRETÁRIO ADJUNTO DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO Milton Santos Campelo da Silva SECRETÁRIO ADJUNTO DE SUPORTE AO SISTEMA EDUCACIONAL Rodrigo Paz Santos SECRETÁRIO ADJUNTO DE GESTÃO INSTITUCIONAL Williandckson Azevedo Garcia SECRETÁRIO ADJUNTO DE PROJETOS ESPECIAIS Odair José Soares da Silva CHEFE DA UNIDADE GESTORA DE ATIVIDADES MEIO Domingos Ferreira da Silva SUPERINTENDENTE DE ASSUNTOS JURÍDICOS Silvana Carla Costa dos Santos ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Bruno Henrique Couto Leopoldo da Câmara COLABORAÇÃO Renata Marques Furtado Varella

4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO MACRO POLÍTICA EDUCACIONAL O PLANEJAMENTO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA A SERVIÇO DA QUALIDADE DA ESCOLA PLANEJAMENTO ANUAL PLANEJAMENTO PERÍODO PLANEJAMENTO DA ROTINA PLANEJAMENTO DIÁRIO Gestor/a Coordenador/a Pedagógico/a Professor/a APOIO PEDAGÓGICO A FAVOR DO DIREITO À APRENDIZAGEM ORIENTAÇÕES GERAIS QUANTO AO ACOMPANHAMENTO DOS INDICADORES DE QUALIDADE POR ESCOLA RENDIMENTO ESCOLAR (índice de aprovação) PROVA BRASIL ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO IDEB EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM ORIENTAÇÕES NORMATIVAS PARA O FUNCIONAMENTO DA ESCOLAR ENSINO REGULAR Orientações quanto ao Processo de Matrícula Ensino Fundamental Ensino Médio Organização do Calendário Escolar MODALIDADES E DIVERSIDADES Educação de Jovens e Adultos Ensino Fundamental Ensino Médio Ensino Médio Integrado à Educação Profissional Educação Especial Educação do Campo Educação Escolar Quilombola Matrícula Organização do Tempo Escolar Organização do Calendário Escolar Formação Continuada Educação Indígena... 67

5 6.2.6 Temas Socioeducaionais PROPOSTA DE ORGANIZAÇÃO DO TEMPO ESCOLAR ROTINA ORIENTAÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DA GESTÃO ESCOLAR COLEGIADO ESCOLAR O que é o Colegiado Escolar? Escolha dos Membros do Colegiado Escolar Funções do Colegiado Escolar Legalização das Reuniões Competências do Colegiado Escolar CAIXA ESCOLAR Funções Obrigações Fiscais e Tributárias PDDE INTERATIVO PDE Escola SISTEMA INTEGRADO DE ADMINITRAÇÃO DE ESCOLAS PÚBLICAS SIAEP COMPETÊNCIAS DO/A GESTOR/A ESCOLAR AVALIAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR PROGRAMAS E PROJETOS PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PNAIC O que é? Objetivo Abrangência Histórico da Implantação PACTO NACIONAL DE FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO Legislação Público-alvo Função que exerce Etapa da Educação em que atua Modalidades da Educação Básica em que atua MODALIDADES E DIVERSIDADES EDUCACIONAIS Programa Sala de Recursos Multifuncionais Programa Escola Acessível Programa BPC na Escola Projeto Livro Acessível Programa Nacional de Inclusão de Jovens PROJOVEM CAMPO SABERES DA TERRA Programa Nacional de Inclusão de Jovens PROJOVEM URBANO Programa Nacional do Livro Didático PNLD CAMPO Programa Nacional Biblioteca da Escola PNBE TEMÁTICO... 86

6 9.3.9 Programa Mais Educação Campo Programa de Apoio à Formação de Licenciatura em Educação do Campo PROCAMPO Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade Programa Brasil Alfabetizado Programa Caminho da Escola Programa Rede de Educação para a Diversidade Programa Dinheiro Direto na Escola PDDE Campo PDDE Escolas Sustentáveis PDDE Água e Esgotamento Sanitário Escola da Terra Construção de Escolas Inclusão Digital Luz para Todos DIRETRIZES GERAIS ORIENTAÇÕES CURRICULARES PLANEJAMENTO DOCENTE Plano Anual de Ensino Plano de Atividade Docente (aula) ORGANIZAÇÃO DO HORÁRIO ESCOLAR ORGANIZAÇÃO CURRICULAR REFERÊNCIAS ANEXOS

7 A educação é o grande motor do desenvolvimento pessoal. É através dela que a filha de um camponês se torna médica, que o filho de um mineiro pode chegar a chefe de mina, que um filho de trabalhadores rurais pode chegar a presidente de uma grande nação. Nelson Mandela

8 ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO APRESENTAÇÃO Caros/as Professores/as, Gestores/as e Supervisores/as, A Secretaria de Estado da Educação - SEDUC tem o desafio de promover a articulação e a coordenação de ações e estratégias entre o governo do Estado e os municípios na formulação e na implantação de políticas educacionais que tem como objetivo elevar o padrão de qualidade da Educação Básica Maranhense, em suas diferentes etapas e modalidades de ensino, orientado pela perspectiva da inclusão de todos que a ela têm direito. A gestão que se inicia no Governo do Estado apresenta como nosso maior compromisso fazer do Estado do Maranhão uma terra com justiça e com igualdade social, eliminando situações inaceitáveis de sofrimento do nosso povo. Nosso governo tem como orientação propor mudanças e virar a página, começando um novo capítulo da nossa história. Neste processo, a educação se apresenta como um instrumento que contribui, não somente para a superação das metas estabelecidas, mas se constitui como elemento fundamental na perspectiva de melhoria da qualidade de vida da população maranhense. Desse modo, ao direcionar o olhar para todos, o Governo do Estado, por meio da SEDUC, propõe que a educação aponte estratégias, implemente medidas e oriente o processo educativo para a melhoria da aprendizagem promovendo uma escola pública de equidade social e de qualidade a todos os maranhenses. Nesta perspectiva, destacamos que dentre as ações prioritárias dessa secretaria estão o desenvolvimento de uma política de valorização profissional e a formação continuada para todos os educadores/as, gestores/as, supervisores/as, técnicos da Secretaria e professores/as, a fim de garantir o desenvolvimento e a qualificação de cada servidor/a, o fortalecimento da gestão democrática no espaço das escolas, a revitalização da educação nos municípios, dando condições às Unidades Regionais para que atendam de forma digna cada unidade escolar, a

9 reorganização de uma política curricular para o Ensino Médio, na perspectiva da formação integral dos estudantes, garantindo condições estruturais e pedagógicas para proporcionar uma aprendizagem significativa, com qualidade e com inclusão social. Assim, as orientações constituídas neste documento têm como finalidade subsidiar os profissionais da educação em relação ao planejamento do ano letivo que ora se inicia. O que apresentamos faz parte de um grande projeto de mudança liderado pelo Governador Flávio Dino, que está, desde o primeiro dia desta gestão, trabalhando para o cumprimento dos compromissos assumidos com a sociedade maranhense, tendo como meta principal possibilitar as mudanças necessárias para construir em conjunto com o magistério uma educação pública de qualidade social, que respeite a diversidade, que trabalhe na perspectiva da inclusão social e encaminhe o Maranhão para o futuro. Portanto, acreditamos que, somente com esforço coletivo, conseguiremos mudar a face da educação no Estado, dando voz e vez para quem de fato constitui a escola pública no Maranhão seus professores, profissionais, familiares, estudantes, comunidade local que conseguiremos alcançar esses objetivos. Um bom ano letivo a todas e a todos! Áurea Regina dos Prazeres Machado Secretária de Estado da Educação

10 1 INTRODUÇÃO A Secretaria de Estado da Educação SEDUC apresenta as Orientações Normativas para o Funcionamento das Unidades Escolares do Sistema Estadual de Ensino, no ano letivo de 2015, formuladas em consonância com a política educacional ora instituída por esta Secretaria, disponibilizando, assim, balizamentos para as atividades administrativas e pedagógicas desenvolvidas no espaço escolar. Nessa perspectiva, este documento está organizado em quatro eixos estruturantes e operacionais que se reportam às etapas e modalidades de ensino da Educação Básica, avultando os direitos humanos e a equidade como bases concretas das práticas educativas, com ênfase na pluralidade social como trajetória para garantir uma educação de qualidade aos educandos. Além das diretrizes quanto ao funcionamento escolar, estão aqui delineadas reflexões sobre indicadores educacionais, formação continuada dos profissionais de educação e orientações voltadas à organização curricular, com a finalidade de subsidiar o planejamento das ações da equipe pedagógica e docente, no que se refere às ações administrativas e avaliativas, assim como de elaboração de plano de ensino e de atividade docente. 10

11 2 MACROPOLÍTICA EDUCACIONAL O desenvolvimento de um processo educativo de qualidade passa pela elaboração de uma política de educação construída de maneira coletiva, a fim de apontar, estrategicamente, ações que viabilizem o referido processo. Constituído de modo intersetorial, precisa ser assumido por todos os profissionais da educação, no sentido de garantir a continuidade de ações educativas enquanto política pública educacional. A Macro Política Educacional tem por finalidade institucionalizar os eixos estruturantes: Fortalecimento do Ensino Médio, Formação Continuada, Cooperação Técnica com os Municípios, Gestão Educacional, Avaliação da Aprendizagem e Institucional e Tecnologias, que subsidiam teórico, político e pedagogicamente as ações educativas da Secretaria de Estado da Educação, como política de Estado para a ampliação do atendimento do Ensino Médio, melhoria do ensino e aprendizagem, e o fortalecimento da Educação Básica, tanto do Sistema Estadual de Ensino quanto Municipal em parceria e colaboração. Para alcançar esses objetivos a Secretaria de Estado da Educação do Maranhão desenvolverá ações voltadas para a qualificação e formação continuada dos profissionais da educação, para a ampliação da gestão democrática das secretarias e das escolas, garantindo aos profissionais, estudantes e comunidade o direito de participação ativa no processo educativo, e para o estabelecimento de um Pacto de cooperação com os municípios, visando que todas as crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos possam ter, em todas as escolas do Maranhão, sejam elas estaduais ou municipais, o direito fundamental a uma educação de qualidade. Nesse sentido, consideramos que assumir a educação como uma política pública de estado significa promover ações educacionais que envolvam dimensões variadas e abrangentes para a formação dos indivíduos, qualificando os espaços escolares, orientando as atividades pedagógicas e curriculares, desenvolvendo processo de formação de professores/as, supervisores/as e gestores/as, em articulação com os diversos setores da Secretaria. Como objetivos estratégicos, a Macro Política de Educação apresenta os seguintes: Implementar, coordenar e avaliar ações voltadas para o desenvolvimento de uma política curricular, visando envolver 11

12 técnicos e equipes escolares na implementação de mudanças no Ensino Médio que possibilitem garantir a todos os estudantes aprendizagem de qualidade na perspectiva integral; Propor, acompanhar e avaliar ações de formação continuada dos profissionais do Sistema Estadual de Ensino e das Secretarias Municipais, fortalecendo o regime de colaboração entre Estado e municípios; Propor ações de formação, de apoio pedagógico e de assessoria para a elaboração de orientações curriculares, visando garantir o fortalecimento do pacto pela qualidade da educação pública no Estado do Maranhão; Orientar, propor ações, acompanhar e avaliar o processo de institucionalização da escolha de gestores/as das unidades escolares; Propor, orientar e acompanhar o processo de avaliação institucional e da aprendizagem, tendo em vista a melhoria na qualidade da aprendizagem dos estudantes; Propor ações pedagógicas que orientem um novo olhar para o ensino e aprendizagem por meio das mediações tecnológicas, a fim de apresentar a pesquisa como princípio metodológico das práticas pedagógicas. Desse modo, apresentamos as ações que constituem os referidos eixos estruturantes da Macro Política de Educação, cuja finalidade é promover a articulação entre setores da secretaria para viabilizar as atividades fins como objeto de trabalho da SEDUC e que se desdobram: Eixo Fortalecimento do Ensino Médio que desenvolverá uma proposta para atendimento do Ensino Médio, tendo em vista o desenvolvimento de uma formação integral; as ações preveem o desenvolvimento de uma política curricular que visa integrar as etapas referentes ao desenvolvimento de ações curriculares coordenadas; e ainda, ações de formação na perspectiva do letramento em todas as áreas por meio do Pacto Nacional de Fortalecimento do Ensino Médio. 12

13 Eixo Formação Continuada que articulará com os setores a política de formação continuada da SEDUC em Leitura, Escrita, Educação Matemática e letramento em todas as áreas; a formação de gestores/as escolares em processo formativo inicial e continuado; formação de coordenadores/supervisores escolares, tendo em vista subsidiar o trabalho pedagógico dos professores/as; e o acompanhamento na formação de professores/as no Pacto Nacional de Fortalecimento do Ensino Médio; Eixo Cooperação Técnicas com os Municípios desenvolver-se-á por meio da cooperação técnica com os municípios, incluído o Programa Escola Digna ; atendimento pedagógico às escolas municipais, visando oferecer subsídios para elaboração e implementação de orientações curriculares a partir das diretrizes nacionais e estaduais; bem como, o plano de continuidade do processo de municipalização do Ensino Fundamental; a certificação dos professores/as alfabetizadores/as; a política de apoio às secretarias municipais, escolas públicas, prioritariamente as que se encontram em situação crítica; a política de apoio e fortalecimento da Educação Infantil e do Ensino Fundamental nos municípios; Eixo Gestão Educacional que realizará a eleição de gestores/as das unidades de ensino, estabelecendo critérios para inscrição, escolha e acompanhamento de todo o processo de alcance das metas apresentadas pelos gestores/as no plano de melhorias da escola; a realização de processo formativo dos gestores/as escolares, instituindo a certificação e acompanhamento da prestação de contas da gestão; Eixo Avaliação da Aprendizagem e Institucional que se refere à realização de avaliação diagnóstica de alfabetização a fim de obter informações sobre o processo de leitura, de escrita e do nível de letramento dos estudantes; realização de avaliação dos alunos/as do 5º e 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º, 2º e do 3º Série do Ensino Médio; estabelecimento de uma política de avaliação e acompanhamento da repetência e do abandono; bem como a instituição do Índice de Desenvolvimento da Educação Maranhense. 13

14 Eixo Ciência, Pesquisa e Tecnologia que tem a função de estruturar uma política de desenvolvimento de atividades que envolvam a alfabetização científica por meio da pesquisa e da aplicação de novas tecnologias, no intuito de estabelecer um novo olhar para o ensino e aprendizagem por meio das mediações tecnológicas, para aproximar cada vez mais o estudante da pesquisa, por meio dos laboratórios virtuais e laboratórios físicos em atendimento a uma educação que se propõe de forma mais dinâmica e prática, atendendo aos pressupostos de uma educação transformadora e dialética. 14

15 3 O PLANEJAMENTO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA A SERVIÇO DA QUALIDADE DA ESCOLA A partir da macro política apresentada, a SEDUC pretende desenvolver as ações elencadas, em especial seu programa de formação continuada para todo o magistério, e disponibilizar as informações e indicadores educacionais que oferecem às equipes escolares uma radiografia do sistema educacional e de cada uma das escolas, como poderão verificar nesse caderno. Nosso primeiro desafio é a realização do planejamento pedagógico do ano letivo de 2015, que pretendemos que seja o ponto de partida para uma nova prática pedagógica que valorize o trabalho dos educadores/as da rede estadual e garanta a todos os alunos/as o direito à uma aprendizagem de qualidade, na idade e no ano corretos. O planejamento da prática pedagógica é um tema bastante discutido nas escolas brasileiras, mas ainda é interpretado como algo com pouca ou nenhuma utilidade para o trabalho do professor/a. Ao contrário, entendemos que o ato de planejar é uma ajuda para sequenciar e desenvolver uma proposta de ensino de qualidade, pois permite: maior clareza de quais são as metas do trabalho pedagógico, ou seja, o que se pretende que os alunos saibam ao final de um período, que pode ser uma semana, um dia, um mês, um ano; pensar com antecedência as ações necessárias para o alcance dos resultados desejados e sequenciá-las considerando os diferentes níveis de desafio que colocam aos alunos/as; avaliar o trabalho realizado, não apenas em relação aos resultados, mas também em relação às ações desenvolvidas ao longo do processo, o que pode contribuir para redirecioná-las (se o propósito for ajustar as propostas considerando as necessidades e possibilidades de aprendizagem dos alunos); verificar a coerência entre o que se pretende alcançar com os alunos/as e o que realmente acontece na sala de aula, isto é, entre o que se deseja obter em termos de resultado e o que efetivamente se faz para tanto. Se admitirmos que as finalidades da educação favorecer o desenvolvimento do aluno/a em todas as suas capacidades alcançam-se mediante o trabalho que se realiza em torno dos conteúdos que fazem parte do 15

16 currículo, é inegável que a análise e a tomada de decisões sobre o planejamento constituem um elemento indispensável para assegurar a coerência entre o que se pretende e o que de fato ocorre na sala de aula. Somente se tivermos explícito o que queremos conseguir e o que queremos que consigam os alunos/as, poderemos oferecer a cada um deles uma proposta educativa adequada. Então, planejar é necessário em qualquer atividade intencional. Porém, é preciso que fique nítido que o planejamento de que estamos falando supõe, essencialmente, reflexão sobre o que se pretende, sobre como se faz e como se avalia; uma reflexão que permita fundamentar as decisões que são tomadas. O planejamento é uma ferramenta na mão do professor/a que lhe permite dispor de uma previsão sobre o que acontecerá durante a aula; uma ferramenta flexível que permite fazer variações e incorporações, bem como deixar de lado o que a situação real não aconselhar que seja feito. Entendemos o planejamento como uma ajuda ao pensamento estratégico do professor, sendo um recurso inteligente por meio do qual ele pode elaborar suas aulas, não fechando caminho de acesso; ao contrário, o planejamento somente pode concretizar-se na aula e lá será necessário tomar um conjunto de decisões que, às vezes, afetam pouco o que se havia previsto e, em outras, exigem modificações substanciais. Quando se realiza um planejamento considerando o trabalho realizado no ano anterior, o quanto os alunos/as avançaram, as dificuldades que apresentaram, o que precisam aprender, quais desafios devem ser superados, os recursos disponíveis e os que precisam ser mobilizados, entre outros, temos vários benefícios para o trabalho: Permite tomar decisões refletidas e fundamentadas; Ajuda a explicitar o sentido que queremos potencializar dentro do que ensinamos e do que aprendemos; Permite levar em consideração as capacidades e os conhecimentos prévios dos alunos e ajustar a programação das atividades a eles; Esclarece as atividades de ensino que queremos realizar; Permite prever as possíveis dificuldades de cada aluno e orientá-los com a ajuda necessária; Prepara e prevê os recursos necessários; Conduz a organização do tempo e do espaço; 16

17 Ajuda a concretizar o tipo de observação que é necessária para avaliar e prever os momentos de fazê-lo. Um processo de planejamento que se pretende adequado precisa contemplar, de algum modo, quatro dimensões: a continuidade e a diversidade dos conteúdos, a provisoriedade e o coletivo como instância privilegiada de discussão e construção do próprio planejamento. A continuidade tem a ver com o alcance dos objetivos propostos, pois sabemos que os objetivos não são alcançados todos em um só tempo e de forma igual para todos os alunos/as. Portanto, é preciso que os conteúdos necessários para o desenvolvimento das capacidades tomadas como objetivos - estejam distribuídos no tempo de modo a, sempre que necessário, serem retomados e abordados em outros níveis de complexidade, em diferentes momentos durante o mesmo ano e/ou em diferentes anos de escolaridade. A diversidade relaciona-se com a heterogeneidade dos alunos/as em uma mesma turma e entre as turmas. Muitas vezes, em uma mesma faixa etária, verificam-se conhecimentos, experiências e atitudes bem diferentes em relação a um determinado conteúdo, o que exige do professor/a encaminhamentos diferenciados. A provisoriedade refere-se à necessidade de reajustar o planejamento, de reformulá-lo à medida que, ao ser posto em prática, o professor/a consegue observar outros aspectos que antes não havia considerado. E o coletivo, como instância de discussão e construção do planejamento, expressa a convicção de que os resultados alcançados coletivamente, em um grupo de fato colaborativo, são muito superiores aos que cada profissional obtém sozinho. Portanto, nesse sentido, o trabalho coletivo é fundamental porque é uma contribuição não só para os próprios professores/as, que têm a chance de potencializar os conhecimentos uns dos outros, mas também para os alunos/as, que, mesmo de modo indireto, são beneficiados duplamente. Primeiro porque assim contarão com professores/as mais bem preparados, o que é sempre um ganho para todos. E depois porque, quando os professores/as têm uma experiência pessoal positiva de trabalho em colaboração, tendem a propor o mesmo para seus alunos/as e, a despeito das dificuldades iniciais, a insistir para que aprendam a trabalhar juntos de modo produtivo. 17

18 Existe outra crença sobre o planejamento que precisa ser superada: de que se planeja uma vez no inicio do ano e que basta seguir o planejado, ao longo dos dias, semanas e meses, até o final do ano letivo. Um planejamento pedagógico de qualidade, que considere o contexto da escola, a heterogeneidade entre o coletivo da escola, das turmas e alunos/as, pressupõe níveis diferenciados de planejamento, que aqui estão abordados em quatro tipos: anual, periódico, quinzenal ou semanal (da rotina) e diário. 3.1 PLANEJAMENTO ANUAL É aquele em que são decididos os objetivos e conteúdos da série ou ano em cada área de conhecimento/componente curricular, assim como as formas de avaliação e acompanhamento pedagógico dos alunos/as durante o ano. É um trabalho que requer a discussão coletiva dos professores/as de forma a garantir o trabalho articulado na escola. É desse planejamento que se realiza o ajuste no Projeto Político Pedagógico, que o Supervisor e/ou Coordenador/a programa a formação continuada, que os educadores organizam o apoio pedagógico, e que o gestor constrói o planejamento institucional da escola. 3.2 PLANEJAMENTO PERIÓDICO Acontece durante o processo de trabalho, em períodos mais curtos do que o ano letivo (semestres, trimestres, bimestres). É nessa instância que habitualmente são detalhados os projetos e as sequências de atividades que darão sustentação ao trabalho pedagógico, compatibilizando as propostas previstas no planejamento anual e as que se mostram fundamentais a partir da avaliação das necessidades específicas de aprendizagem do grupo de alunos/as. 3.3 PLANEJAMENTO DA ROTINA Também chamado de organização do tempo pedagógico, esse tipo de planejamento, que pode ser quinzenal ou semanal, é destinado a detalhar ainda mais as propostas, considerando: a organização do espaço, a formação dos agrupamentos de alunos, a distribuição das atividades a serem realizadas durante 18

19 o período, o material necessário para desenvolvê-las, a melhor forma de dar as orientações para realização das tarefas etc. A rotina pode ser parcialmente organizada em conjunto com os demais professores do mesmo ano/série, mas há uma parte que cabe ao professor/a que vai efetivamente trabalhar com sua(s) turma(s). 3.4 PLANEJAMENTO DIÁRIO Esse é o momento de detalhar o que ainda for necessário para a aula do dia. Ainda que seja de responsabilidade de cada professor/a, é fundamental que a escola garanta momentos de discussão dos alcances e limites do que é proposto e obtido em cada turma específica: a oportunidade de avaliar coletivamente o andamento do trabalho de cada um favorece a troca de informações e de experiências, constituindo-se, assim, em um importante espaço de construção do conhecimento pedagógico de todos. Abaixo, um apanhado geral dos quatro tipos e do modo como os objetivos, os conteúdos e o respectivo tratamento didático aparecem em cada caso. E nesse momento privilegiado que é o planejamento do ano letivo, é fundamental que coletivamente a equipe escolar contemple como ações indispensáveis: Identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos/as; A partir do diagnóstico dos primeiros dias de aula, identificar e relacionar quantos e quais alunos/as não atingiram as expectativas de aprendizagem em cada ano, especialmente em língua portuguesa e matemática. Identificar os conteúdos que os alunos/as apresentam dificuldades e a forma como serão abordados didaticamente; Fazer um levantamento de boas situações de aprendizagem que atendam as necessidades dos alunos/as que apresentam dificuldade. Otimizar o uso dos recursos e espaços disponíveis nas escolas, em especial em relação ao acervo da biblioteca que precisa estar disponível permanentemente aos alunos/as; Prever a elaboração e/ou adoção de instrumentos de acompanhamento da progressão da aprendizagem dos alunos/as (ex.: portfólio, cadernos de registro...); 19

20 Identificar e dar continuidade aos projetos didáticos que deram certo no ano anterior adequando-os às características e nível de informação e conhecimento dos grupos de alunos/as de 2015; Priorizar o apoio pedagógico, desde o início do ano, de forma contínua e intensiva, conforme proposta da SEDUC; Incluir projetos de leitura que envolvam toda a escola tendo em vista a melhoria das capacidades leitora e escritora das crianças e adolescentes; Garantir ao longo do ano situações para o planejamento coletivo, por série, área, ou individual, para que os professores possam elaborar, observar, analisar e discutir situações didáticas que proporcionam o desenvolvimento das aprendizagens em todas as disciplinas do currículo, além de avaliar e acompanhar o planejamento definido pelo grupo/professor para verificar se há necessidade de replanejar; Pensar em medidas para assegurar a assiduidade dos alunos/as, como o controle da frequência. Para que o planejamento apresente os resultados esperados para a qualidade da escola, o fortalecimento do trabalho coletivo e que apresente resultados significativos para a qualidade da relação de ensino e aprendizagem, é preciso garantir que: Gestor/a: Condições para a reflexão e elaboração coletiva do Projeto Político Pedagógico; Condições para que a escola se constitua, de fato, num ambiente de letramento; Infra-estrutura adequada; Materiais pedagógicos suficientes; Avaliação dos resultados obtidos na escola com vistas a qualificar o trabalho desenvolvido; Articulação das ações da direção, coordenação e professores; Incentivo do trabalho com a comunidade; Organização do Conselho Escolar para que seja ativo e atuante. 20

21 3.4.2 Coordenador/a Pedagógico/a: Discussão permanente junto aos professores sobre o trabalho desenvolvido em sala de aula; Elaboração do planejamento anual para as diferentes séries/áreas; Socialização entre todos os professores/as dos objetivos de ensino e de aprendizagem previstos para cada série/área; Trabalho articulado entre as séries; Atendimento individual do professor/a; Acompanhamento do trabalho pedagógico em sala de aula; Trabalho coletivo para formação permanente dos professores/as como espaço voltado para o desenvolvimento de competências profissionais e para busca de encaminhamentos para os problemas colocados pela atuação em sala de aula; A prática de planejamento, avaliação e registro do trabalho pedagógico; Troca de experiência entre os professores/as Professor/a: Elaborar o planejamento anual por série; Elaborar o planejamento bimestral e seus desdobramentos para o cotidiano de sala de aula; Identificar as interfaces do trabalho com as demais séries: o que é trabalho comum; Elaborar rotinas de trabalho; Avaliar permanentemente o que foi planejado, o que foi desenvolvido e aprendizagem dos alunos/as; Identificar os alunos que apresentam dificuldade de aprendizagem e coletivamente com a equipe escolar planejar o apoio pedagógico necessário; Ajustar o ensino às possibilidades de aprendizagem dos alunos/as, considerando o trabalho integrado das séries na seleção de conteúdos e definição do tratamento metodológico que poderá ser dado a eles; Participar dos encontros de formação continuada, contribuir para a reflexão sobre os problemas e desafios apresentados pelos colegas, compartilhar suas experiências e dúvidas contribuindo para o fortalecimento do trabalho coletivo na escola. 21

22 4 APOIO PEDAGÓGICO A FAVOR DO DIREITO À APRENDIZAGEM Sabemos que não existem duas crianças, adolescentes, jovens ou adultos iguais. Nem mesmo irmãos gêmeos possuem os mesmos gostos, aprendem da mesma forma ou reagem identicamente diante das mesmas situações que ocorrem no cotidiano. Em uma sala de aula não é diferente. Os alunos/as não aprendem da mesma forma e com o mesmo ritmo os diferentes conteúdos que são ensinados. Alguns alunos/as vão bem em Língua Portuguesa e apresentam dificuldades em Matemática, ou vice versa. Essa heterogeneidade presente nas turmas é que torna fundamental um planejamento pedagógico ajustado às necessidades e possibilidades dos alunos/as, que parta de uma sondagem ou avaliação diagnóstica que permita ao professor/a conhecer o que já sabem e o que precisam aprender sobre os conteúdos a serem trabalhados. Reconhecendo que a heterogeneidade e a dificuldade de aprendizagem fazem parte do contexto escolar, e não é uma deficiência do aluno/a que ganha importância, o necessário APOIO PEDAGÓGICO como uma ação fundamental faz parte do processo de ensino e aprendizagem. É um direito de todos os alunos/as e é responsabilidade da escola assegurá-lo, como consta na LBD: Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: V - prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento; Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de: IV - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento; Art. 24 V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos. Sendo assim, ele é um direito que a equipe escolar deve garantir a todos os alunos/as com defasagem na aprendizagem. O apoio pedagógico é o atendimento específico, periódico, desde o início do ano, aos alunos/as que ainda não desenvolveram as capacidades relacionadas às diferentes áreas do conhecimento, nas séries anteriores ou na série que estão 22

23 cursando e pode ser desenvolvido pelo professor/a durante todo o ano, no período regular da aula, na própria sala. Neste caso, o apoio pedagógico acontece por meio da organização da rotina que deve considerar o trabalho paralelo com os alunos/as que necessitarem de apoio e o planejamento de atividades adequadas às suas necessidades de aprendizagem. Outra possibilidade é desenvolver o apoio por meio da formação de grupos de estudo no horário regular de aula. Neste caso, é necessário que as turmas de apoio tenham um número reduzido de alunos/as; as atividades para os alunos/as do grupo de apoio sejam discutidas coletivamente pelos professores/as da área; haja divisão de tarefas entre os professores/as. O apoio pedagógico pode ainda ser desenvolvido por professor/a com carga horária complementar por meio da organização de grupos de estudo realizados em horários diferentes da aula regular cujo formato depende da estrutura de cada escola. Para desenvolver o apoio pedagógico em qualquer uma das formas descritas acima, é necessário que a equipe escolar: Conceba o apoio pedagógico como uma ação complementar e articulada às atividades de sala de aula, que deve acontecer ao longo do ano, com o objetivo dos alunos/as conquistarem bons resultados em sua aprendizagem no menor tempo possível; que o planejamento das aulas de apoio seja feito em parceria com o professor/a da turma; que o apoio pedagógico seja um conteúdo da formação de todos os professores/as da escola; Defina coletivamente, no início do ano letivo, como será a estrutura do apoio pedagógico e que esta definição conste no Projeto Político Pedagógico da escola; Indique professores/as com perfil adequado para desenvolver o trabalho de apoio pedagógico; Garanta apoio pedagógico de, no MÍNIMO, duas horas por semana para cada grupo de alunos/as; Invista na relação de confiança entre professor/a e aluno/a e que esta relação favoreça a crença do aluno/a na sua própria capacidade de aprender e a valorização do apoio pedagógico como um incentivo para a sua aprendizagem; 23

24 Realize continuamente a avaliação dos alunos/as e com base nos resultados desta avaliação, encaminhe para o apoio àqueles que realmente necessitarem. E essa avaliação realizada continuamente é que permitirá que seja feita a seleção dos conteúdos que precisam ser retomados, a adequação das atividades às necessidades de aprendizagem dos alunos/as, a formação dos agrupamentos e as intervenções durante a realização das atividades; Compartilhe com as famílias a proposta de apoio pedagógico para que elas deem suporte para os alunos/as, por meio da valorização/incentivo ao estudo e compromisso em garantir a frequência nos grupos de estudo, principalmente quando eles acontecerem em horários diferentes do período de aula regular. A responsabilidade pelo desenvolvimento do apoio pedagógico cabe a todos da equipe escolar, considerando a especificidade a seguir. Cabe ao Gestor/a garantir fundamentalmente: Que aconteça regularmente reuniões de formação dos professores/as na escola e que o apoio pedagógico seja conteúdo de formação de todo o grupo docente; A estrutura e funcionamento do apoio pedagógico na escola sejam realizados no horário de aula regular ou no período oposto; Que todos os alunos/as tenham o seu direito assegurado de participarem do apoio pedagógico sempre que se fizer necessário, não permitindo que este direito seja submetido à concordância ou não do coordenador e/ou grupo de professores/as da escola; Que as famílias sejam informadas sobre a participação dos alunos/as no apoio pedagógico; A frequência dos alunos/as que foram encaminhados para o apoio pedagógico; Acompanhamento da avaliação da aprendizagem dos alunos/as; Participação nas reuniões de avaliação do apoio pedagógico desenvolvido na escola. Cabe ao supervisor/a e/ou coordenador/a: Organizar a proposta de apoio pedagógico na escola; Orientar e acompanhar o processo de avaliação de todos os alunos/as e analisar os resultados da avaliação junto com o professor/a da turma; 24

25 Analisar com os professores/as o desempenho dos alunos que serão indicados para o apoio pedagógico; Orientar o planejamento dos professores/as de apoio; Acompanhar o trabalho com os grupos de alunos/as que estão no apoio pedagógico; Orientar e acompanhar o processo de avaliação dos alunos/as que participam do apoio pedagógico; Orientar o registro do processo de avaliação dos alunos/as que estão no apoio pedagógico; Planejar reuniões de formação dos professores/as para discutir o apoio pedagógico desenvolvido na escola; Avaliar com o grupo de professores/as se o projeto de apoio pedagógico desenvolvido na escola tem alcançado seu objetivo e se não, reorientar o projeto para que de fato ele faça diferença na aprendizagem dos alunos/as; Acompanhar a frequência dos alunos/as que foram encaminhados para o apoio pedagógico. Cabe ao professor/a: Avaliar continuamente todos os alunos/as; Analisar os resultados da avaliação e encaminhar os alunos/as para o apoio pedagógico sempre que necessário; Planejar com o professor/a de apoio as atividades a serem propostas para os alunos/as; Avaliar a aprendizagem dos alunos/as com o professor/a de apoio; Acompanhar a frequência dos alunos/as que foram encaminhados para o apoio pedagógico. A avaliação dos alunos/as deve ser processual e registrada pelo professor/a da turma. O professor/a que assumir a turma de apoio deve ter acesso a esses registros e ao receber os alunos/as, é necessário que faça uma avaliação de entrada para identificar o que sabem sobre os conteúdos que precisam aprender. O acompanhamento do aluno/a, por meio de avaliação contínua, além de subsidiar o planejamento de atividades ajustadas às suas possibilidades de aprendizagem, indicará se a participação do aluno/a nas aulas de apoio já atingiu o objetivo proposto. 25

26 Para organizar o processo de avaliação é necessário definir as capacidades a serem desenvolvidas. Quando o professor/a organiza o ensino em função das capacidades a serem desenvolvidas em cada série e estrutura o processo de avaliação considerando que o que se avalia são as capacidades e não os conteúdos ensinados, certamente ele terá condições para avaliar o que os alunos/as já sabem e o que precisam aprender, pois o que determina o que eles já sabem e o que precisam aprender são as capacidades previstas para cada série. Por isso é fundamental que se tenha clareza da necessidade de articular avaliação e planejamento. Por fim, vale ressaltar que o sucesso do apoio pedagógico desenvolvido na escola, depende se houve ou não avanço na aprendizagem dos alunos/as no menor tempo possível. 26

27 5 ORIENTAÇÕES GERAIS QUANTO AO ACOMPANHAMENTO DOS INDICADORES DE QUALIDADE POR ESCOLA 5.1 RENDIMENTO ESCOLAR (ÍNDICE DE APROVAÇÃO) É o balanço anual do fluxo escolar. Esse indicador retrata o aproveitamento escolar pelos alunos/as e resultados do trabalho da escola. Seguem algumas considerações importantes: - O índice de aprovação é um dos condicionantes do Índice de Desenvolvimento de Educação Básica. A melhoria deste indicador pode auxiliar no crescimento do IDEB da escola; - Rendimento Escolar = Índice de Aprovação + Índice de Reprovação + Índice de Abandono; - A soma desses três índices sempre é igual a 100%; - O rendimento escolar contido nas tabelas desse documento é o informado pelas escolas no Censo Escolar e divulgados no banco de dados do MEC/Inep; - Nas tabelas deste documento é usado o índice de Aprovação e fica subtendido que a diferença é a soma dos índices de reprovação + abandono. (Ex.: se sua escola possui 90% de aprovação, os 10% restantes se referem à reprovação e abandono); - Os índices de reprovação e abandono constituem igualmente o fracasso escolar. Portanto, do ponto de vista dos resultados da gestão escolar, é importante considerar que um estudante que abandona a escola causa o mesmo impacto negativo que uma reprovação; - Entenda-se por índice de aprovação de anos iniciais o rendimento das turmas de 1º ao 5º ano e de anos finais o rendimento total das turmas de 6º ao 9º ano. Em março de 2015, os alunos/as do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e os de 3ª série do Ensino Médio serão avaliados pela SEDUC e os resultados serão usados pelos professores/as no planejamento. Importante destacar que a gestão escolar, a gestão das unidades regionais e os setores da SEDUC serão avaliados observando sempre o cumprimento das metas educacionais. 27

28 No que se refere ao rendimento escolar e a sua necessidade de crescimento em prol da melhoria do IDEB escolar, o desempenho das escolas estaduais pode ser classificado em três categorias de análise: % DE RENDIMENTO ESCOLAR 95% ou mais 90% a 94,9% Menor que 90% CARACTERIZAÇÃO Escolas com esse percentual controlaram o abandono e a reprovação e possuem pequena margem de crescimento no rendimento. Com esse percentual, as escolas precisam manter seu controle sobre o fracasso escolar e avançar na proficiência na Prova Brasil melhorar no IDEB e alcançar as metas previstas para Escolas que demonstram controle parcial do abandono e a reprovação escolar e possuem razoável margem de crescimento no rendimento. Escolas com esse percentual podem melhorar seu controle sobre os índices de reprovação e abandono e avançar na Prova Brasil para crescer no IDEB e alcançar suas metas de Escolas que possuem baixo controle sobre a reprovação e abandono escolar, que possuem grande margem de crescimento no IDEB e precisam avançar nesse sentido, podendo melhorar tanto no índice de aprovação quanto na proficiência na Prova Brasil. A escola conseguir reduzir os índices de reprovação e abandono escolar não significa apenas conseguir melhorar o IDEB estabelecido pelo MEC. Significa principalmente que está conseguindo garantir aos seus alunos o direito à aprendizagem, portanto, a uma escola de qualidade. Não são poucas as secretarias de educação no Brasil que criam mecanismos variados ou compram pacotes educacionais com o único intuito de tentar melhorar o desempenho das escolas e alunos nas avaliações externas. A SEDUC tem como princípio pedagógico que a melhoria da aprendizagem dos alunos/as é decorrente da qualidade do ensino que o professor desenvolve na sala de aula, com o apoio da equipe de gestão escolar e demais funcionários não docentes. Decorre dessa compreensão as Macro Políticas que apresentamos acima. 28

29 5.2 PROVA BRASIL Essa avaliação de larga escala foi criada em 2005 e acontece nos anos ímpares. Portanto, 2015 é ano de avaliação. Vale ressaltar que deveremos melhorar os indicadores da rede, a partir da aprendizagem dos alunos/as. Orientamos ainda, que gestores/as e professores/as estejam mobilizados para reverter o quadro de fracasso escolar. Os testes avaliam as competências de leitura e raciocínio lógicomatemático desenvolvidas pelos alunos/as ao final de cada ano do Ensino Fundamental. Todas as turmas de 5º e 9º anos das escolas de Ensino Fundamental farão este ano as provas de Língua Portuguesa e Matemática. A proficiência nessa avaliação é um indicador pedagógico de qualidade e, junto do rendimento escolar, é determinante no IDEB da escola. O desempenho dos alunos/as é medido por uma escala de proficiência cujo desempenho dos alunos/as pode ser assim descrito: NÍVEL AVANÇADO ADEQUADO BÁSICO INSUFICIENTE (Crítico) CARACTERÍSTICAS Neste nível, os estudantes demonstram domínio de conhecimentos e desenvolvimento de capacidades ACIMA DO REQUERIDO para o ano que se encontram. Neste patamar, os estudantes demonstram desenvolvimento das capacidades e domínio de conteúdos SUFICIENTES, DENTRO DO DESEJADO para o ano que se encontram. No nível básico, os estudantes mostram domínio de conteúdos e capacidades previstas EMFASE DE DESENVOLVIMENTO, mas ABAIXO DO ESPERADO para o ano que se encontram. Neste nível, os estudantes demonstram desenvolvimento das capacidades e domínio de conteúdos MUITO ABAIXO DO DESEJADO para a série/ano que se encontram. Para maior detalhamento das capacidades que são consideradas nesta avaliação, a escola pode consultar a Matriz de Referência de 5º e 9º anos e para conhecer as capacidades desenvolvidas pelos alunos/as de acordo com as médias alcançadas pode ser consultada a escala de proficiência disponível no site do INEP. 29

30 5.3 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA IDEB O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica é um indicador que combina o rendimento escolar (índice de Aprovação) e o desempenho dos alunos/as no SAEB/Prova Brasil, que chamamos de Proficiência. Ou seja, APROVAÇÃO X PROFICIÊNCIA = IDEB. Quanto melhor for a aprovação e a proficiência, melhor será o IDEB. O IDEB é o maior indicador gerencial de qualidade da educação brasileira e deve usado tanto para a redefinição de políticas públicas voltadas para a educação quanto para a adoção de medidas pedagógicas e de gestão escolar com vistas na melhoria da aprendizagem do aluno/a. APROVAÇÃO X PROFICIÊNCIA = IDEB Quanto melhor o desenvolvimento do rendimento escolar e da proficiência, melhor será o crescimento do IDEB e maior será a tendência de se alcançar as metas previstas para cada biênio. O desempenho no IDEB determina parte do financiamento educacional e reflete o compromisso das escolas e sistemas com a qualidade de ensino. O país, as regiões, os estados, redes de ensino e todas as escolas públicas brasileiras possuem IDEBs e metas a serem alcançadas a cada dois anos até A análise dos IDEB deve ser sempre realizada considerando os diversos fatores associados ao desempenho e especificidade do contexto de cada unidade de ensino. No entanto, para a análise desse indicador pode-se verificar pontos comuns importantes a serem considerados nos pontos de corte estaduais. Abaixo, segue uma análise do desempenho do IDEB das escolas de acordo com os pontos adotados pela rede estadual de ensino: 30

31 IDEB E CORTE ESTADUAL ANOS INICIAIS Excelente 5 ou mais Bom 4,5 a 4,9 Regular 4,0 a 4,4 Baixo 3,5 a 3,9 Crítico Menor que 3,5 ANOS FINAIS Excelente 5 ou mais Bom 4,1 a 4,9 Regular 3,6 a 4,0 Baixo 3,3 a 3,5 Crítico Menor que 3,3 CARACTERIZAÇÃO Escolas com bom controle de gestão do rendimento escolar e da proficiência na Prova Brasil possuem desempenho bem acima da média do IDEB estadual. Algumas dessas escolas, no entanto, terão que inovar em sua postura pedagógica e administrativa para alcançar suas metas de 2015, posto que essas são elevadas. Escolas que, em média, possuem razoável controle do rendimento escolar e/ou desempenho básico na Prova Brasil, mas possuem desempenho superior à média da rede estadual. Escolas que se encontram na margem média de desempenho da rede estadual (4,2). Em geral, essas escolas possuem margem de crescimento no rendimento e precisam avançar na proficiência média na Prova Brasil. Escolas nesse patamar estão abaixo da média estadual e possuem, quase sempre, baixo rendimento escolar ou baixo desempenho na proficiência. Escolas que possuem um índice de aprovação muito baixo e/ou desempenho muito baixo na Prova Brasil. Em geral, são escolas com baixo indicador de gestão. 31

32 Nome do Município IDEB 2013 DAS ESCOLAS DE ANOS INICIAIS DA REDE ESTADUAL DO MARANHÃO COM SEUS CONDICIONANTES Nome da Escola REND. ESCOLAR 2013 (Aprovação) Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações sobre METAS L. PORTUGUESA PROJETADAS MATEMÁTICA Corte IDEB Estadual Alcançou a Meta Média Nível Média Nível meta 2013? 2015 SÃO LUÍS COLÉGIO MILITAR 2 DE JULHO 100,0 238,90 Adequado 229,49 Adequado - 5,0 5,7 6,2 6,7 Excelente Sim 6,0 CAXIAS UE JOÃO LISBOA 96,0 229,34 Adequado 220,47 Adequado 5,2 5,2 5,6 5,6 6,1 Excelente Não 6,4 SÃO LUÍS CE ESTADO DO R. G. DO NORTE 96,2 212,87 Básico 202,98 Adequado 4,7 4,9 5,1 5,0 5,6 Excelente Não 6,0 SÃO LUÍS UI ALUISIO AZEVEDO 93,8 213,50 Básico 215,08 Adequado 4,7 4,8 5,8 5,5 5,6 Excelente Não 6,0 SÃO LUÍS UI ODYLO COSTA FILHO 89,6 212,39 Básico 208,99 Adequado 3,5 3,8-3,9 5,2 Excelente Sim 4,9 CAXIAS UI MAL CASTELO BRANCO 94,3 207,39 Básico 190,46 Básico 3,5 4,1 4,1 4,3 5,1 Excelente Sim 4,9 SÃO LUÍS UI FELIPE CONDURU 94,2 201,58 Básico 188,64 Básico 3,9 4,2 4,3 4,5 4,9 Bom Não 5,3 SÃO LUÍS UI GOVERNADOR JOSE MURAD 93,8 198,20 Básico 191,85 Básico 2,6 4,8 3,8 3,9 4,9 Bom Sim 4,0 SÃO LUÍS UI ESTADO DE ALAGOAS 95,7 192,86 Básico 184,66 Básico 4,4 3,2 4,6 4,9 4,8 Bom Não 5,7 SÃO LUÍS UI ARNALDO FERREIRA 94,7 191,56 Básico 187,69 Básico 4,0 4,3 3,9 4,7 4,8 Bom Não 5,4 SÃO LUÍS UE MARIA FIRMINA DOS REIS 92,3 197,86 Básico 191,32 Básico 4,5 4,5 4,1 4,8 4,8 Bom Não 5,8 SÃO LUÍS UI PADRE NEWTON PEREIRA 92,0 194,18 Básico 188,53 Básico 4,1 3,6 4,5 4,5 4,8 Bom Não 5,5 SÃO LUÍS UI ARTUR AZEVEDO 94,3 203,12 Básico 178,44 Básico 3,6 4,0 4,2 5,0 4,7 Bom Sim 5,0 SÃO LUÍS UE 1º DE MAIO 93,7 189,43 Básico 187,45 Básico 3,9 3,7 4,0 3,8 4,7 Bom Não 5,2 SÃO LUÍS UI ESTADO DO MATO GROSSO 91,7 193,38 Básico 187,58 Básico 4,4 4,6 4,0 4,1 4,7 Bom Não 5,7 SÃO LUÍS CE PROF IGNACIO RANGEL 95,0 186,60 Básico 180,27 Básico 3,4 3,3 4,5 4,5 4,6 Bom Sim 4,7 SÃO LUÍS UI SANTA TEREZA 92,9 189,99 Básico 186,37 Básico 5,1 4,3 5,4 5,1 4,6 Bom Não 6,3 SÃO LUÍS FUNDACAO NICE LOBAO CINTRA 88,2 199,57 Básico 191,78 Básico 4,6 5,0 5,0 5,1 4,6 Bom Não 5,9 SÃO LUÍS UI BEM. ARAUJO CASTRO - CAIC I 96,6 193,95 Básico 165,31 Básico 4,0 4,0 4,3 4,0 4,5 Bom Não 5,3 SÃO LUÍS UI ESTADO DO PIAUI 91,1 187,49 Básico 183,40 Básico 3,2 3,2 3,6 4,2 4,5 Bom Sim 4,6 SÃO LUÍS UI MARECHAL CASTELO BRANCO 90,6 189,70 Básico 182,51 Básico 3,8 3,8 4,0 4,1 4,5 Bom Não 5,2 SÃO LUÍS CE PROF LUIS REGO 87,7 195,79 Básico 190,00 Básico 3,8 3,6 3,7 3,9 4,5 Bom Não 5,2 SÃO LUÍS UI PEDRO ALVARES CABRAL 95,9 180,99 Básico 166,72 Básico 3,7 4,2 4,1 4,5 4,3 Regular Não 5,1 SÃO LUÍS UI JOAO PEREIRA MARTINS NETO 90,7 186,89 Básico 173,99 Básico 3,5 4,8-4,7 4,3 Regular Não 4,9 TURIAÇU CE PAULO RAMOS 96,8 180,40 Básico 163,84 Básico 3,5 3,5-5,0 4,2 Regular Não 4,9 SÃO LUÍS UI CONEGO RIBAMAR CARVALHO 93,7 180,79 Básico 170,41 Básico 3,4 3,3 3,6 4,0 4,2 Regular Não 4,8 SÃO LUÍS UI JULIO DE MESQUITA FILHO 93,7 180,08 Básico 167,94 Básico 4,3 3,1 3,8 4,2 4,2 Regular Não 5,6 32

33 Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações sobre REND. Nome do METAS Nome da Escola ESCOLAR MATEMÁTICA L. PORTUGUESA Corte PROJETADAS Município IDEB Alcançou a Meta Média Nível Média Nível Estadual meta 2013? 2015 SÃO LUÍS UI JOSE GIORCELI COSTA 93,2 182,60 Básico 167,58 Básico 4,0 4,1 4,4 4,5 4,2 Regular Não 5,4 S. J. DE RIBAMAR CE SETE DE SETEMBRO 91,7 180,09 Básico 178,67 Básico - - 4,1 5,1 4,2 Regular Não 4,9 SÃO LUÍS UE SAGARANA I 89,7 192,44 Básico 171,72 Básico 3,8 4,4 4,1 4,2 4,2 Regular Não 5,2 SÃO LUÍS UI PIO XII 83,5 195,72 Básico 187,47 Básico 3,6 2,3 3,0 3,3 4,2 Regular Não 5,0 SÃO LUÍS UI PROF RAIMUNDO LOPES 100,0 162,48 Insuficiente 165,99 Básico - - 3,7-4,1 Regular Não 4,6 SÃO LUÍS UE ESTADO DE SAO PAULO 95,5 173,74 Insuficiente 164,33 Básico 4,0 4,3 4,1-4,1 Regular Não 5,3 S. J. DE RIBAMAR CE RIBEIRO DO AMARAL 94,4 183,05 Básico 160,36 Básico - - 2,9 4,3 4,1 Regular Sim 3,8 SÃO LUÍS UI BARJONAS LOBAO 90,9 177,87 Básico 170,92 Básico 3,6 3,3 3,6 3,6 4,1 Regular Não 4,9 SÃO LUÍS UI PROF CARLOS CUNHA 81,6 195,68 Básico 181,36 Básico 3,4 4,1 4,7 4,4 4,1 Regular Não 4,7 SÃO LUÍS CE ESTADO DO PARA 94,5 173,88 Insuficiente 164,95 Básico 3,6 4,1 3,7 3,8 4,0 Regular Não 5,0 SÃO LUÍS UE JOSUE MONTELLO 91,1 176,96 Básico 165,41 Básico 3,8 3,6 4,1 4,4 4,0 Regular Não 5,2 SÃO LUÍS UE PROF ECILDA R. DE SOUZA 86,7 183,19 Básico 175,61 Básico 4,0 4,8 4,9 4,6 4,0 Regular Não 5,3 SÃO LUÍS UI BARBOSA DE GODOIS 84,7 183,71 Básico 179,90 Básico 4,3 4,5 4,7 4,9 4,0 Regular Não 5,6 SÃO LUÍS UI JOAO PAULO II 82,8 187,96 Básico 174,81 Básico 3,7 3,2 4,1 4,4 4,0 Regular Não 5,1 SÃO LUÍS UI DR CLARINDO SANTIAGO 81,4 187,89 Básico 181,92 Básico 3,3 3,1 3,9 3,6 4,0 Regular Não 4,7 SÃO LUÍS UI ROSEANA SARNEY MURAD 92,6 171,19 Insuficiente 164,25 Básico 3,9 3,6 3,4 3,9 3,9 Baixo Não 5,3 SÃO LUÍS UI Mª DO CARMO A. DA SILVEIRA 89,9 172,28 Insuficiente 165,39 Básico 4,2 3,9 4,7 3,9 3,9 Baixo Não 5,5 SÃO LUÍS UI GOV MATOS CARVALHO 85,7 180,50 Básico 176,48 Básico 3,9 3,6 3,6 3,8 3,9 Baixo Não 5,2 SÃO LUÍS UI VIRIATO CORREA 96,6 165,64 Insuficiente 158,14 Básico 3,2 3,7 3,7 3,2 3,8 Baixo Não 4,6 SÃO LUÍS UI SOTERO DOS REIS 93,9 160,22 Insuficiente 162,17 Básico 3,4 4,3 4,4 4,0 3,8 Baixo Não 4,7 SANTA LUZIA CE JOSE MARIANO MUNIZ 85,7 184,06 Básico 167,25 Básico ,8 Baixo - 4,1 SÃO LUÍS UI JAPIACU 83,3 180,82 Básico 176,59 Básico 4,2 4,3 3,9 4,2 3,8 Baixo Não 5,6 SÃO LUÍS UI SEVERIANO DE SOUSA LIMA 81,2 186,14 Básico 175,26 Básico 3,5 2,6 4,0 3,8 3,8 Baixo Não 4,9 SÃO LUÍS UI VILA EMBRATEL 87,3 171,02 Insuficiente 163,04 Básico 3,5 3,6 3,6 3,7 3,7 Baixo Não 4,9 SÃO LUÍS UI ROSA MOCHEL MARTINS 84,1 176,63 Básico 165,69 Básico 3,8 3,7 3,7 3,9 3,7 Baixo Não 5,2 SÃO LUÍS UI HAYDEE CHAVES 76,2 189,72 Básico 179,00 Básico 3,8 3,4 4,2 3,9 3,7 Baixo Não 5,1 CAXIAS CE MONS CLOVIS VIDIGAL 88,3 165,43 Insuficiente 165,48 Básico 3,6 4,6 3,9 4,0 3,5 Baixo Não 5,0 COROATÁ CE CLODOMIR MILET 84,9 173,42 Insuficiente 158,15 Básico 3,6 4,2 3,4 4,0 3,5 Baixo Não 5,0 MATÕES UE EUGENIO BARROS 83,8 174,85 Insuficiente 168,45 Básico 3, ,5 Baixo Não 4,6 33

34 Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações REND. Nome do sobre METAS Nome da Escola ESCOLAR MATEMÁTICA L. PORTUGUESA Corte Município PROJETADAS IDEB Alcançou a Meta Média Nível Média Nível Estadual meta 2013? 2015 CAJAPIÓ UE JOSE CAETANO VAZ 100,0 141,19 Insuficiente 151,24 Básico 3,0 3,3 3,4-3,4 Crítico Não 4,4 SÃO LUÍS UI RIO GRANDE 91,8 160,16 Insuficiente 146,90 Insuficiente - - 3,3-3,4 Crítico Não 4,2 SÃO LUÍS U E JOAO PEREIRA MARTINS 86,7 159,41 Insuficiente 159,33 Básico 3,1 2,9 3,5 3,4 3,4 Crítico Não 4,5 SÃO LUÍS UE DR AQUILES LISBOA 81,2 172,61 Insuficiente 161,73 Básico - - 3,3 3,3 3,4 Crítico Não 4,1 SÃO LUÍS CE ANTONIO RIBEIRO DA SILVA 91,1 154,13 Insuficiente 148,89 Insuficiente 3,1 3,3 3,1 3,1 3,3 Crítico Não 4,5 SÃO LUÍS CE JUVENCIO MATOS 87,0 157,07 Insuficiente 157,39 Básico - - 3,3 3,8 3,3 Crítico Não 4,1 SÃO LUÍS UI PROF RUBEM ALMEIDA 74,8 168,10 Insuficiente 172,68 Básico 3,9 3,4 3,6 4,1 3,0 Crítico Não 5,3 SÃO LUÍS UI EMESIO DARIO DE ARAUJO 71,4 171,05 Insuficiente 164,31 Básico 3,9 3,4 3,6 3,7 3,0 Crítico Não 5,3 COROATÁ CE FRANCISCO G. MAGALHAES 86,9 141,75 Insuficiente 144,03 Insuficiente 2,4 3,4 3,0 3,1 2,9 Crítico Não 3,7 34

35 Nome do Município IDEB 2013 DAS ESCOLAS DE ANOS FINAIS DA REDE ESTADUAL DO MARANHÃO COM SEUS CONDICIONANTES Escola REND. ESCOLAR 2013 (Aprovação) MATEMÁTICA Média da Escola Nota Prova Brasil Nível L. PORTUGUESA Média da Escola Nível IDEB ALCANÇADO Corte IDEB Estadual Observações sobre METAS PROJETADAS SÃO LUÍS COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR 85,8 294,08 Básico 287,57 Adequado - 3,9 3,8 4,3 5,4 Excelente Sim 4,8 SÃO LUÍS UI ALUISIO AZEVEDO 90,7 281,32 Básico 274,30 Básico 4,7 4,7 4,8 5,2 5,4 Excelente Não 5,8 SAO DOMINGOS DO AZEITAO Alcançou a meta 2013? CE AQUILES LISBOA 93,9 266,48 Básico 263,09 Básico 3,9 2,8 4,1 4,3 5,2 Excelente Sim 5,1 SÃO LUÍS COLEGIO MILITAR 2 DE JULHO 88,6 271,65 Básico 273,12 Básico - 4,1 4,5 4,4 5,1 Excelente Sim 5,1 BACABAL COLEGIO MILITAR TIRADENTES 84,6 270,67 Básico 272,21 Básico 2,5 2,5-4,0 4,8 Bom Sim 3,6 SÃO LUÍS UI CONEGO RIBAMAR CARVALHO 96,4 246,60 Básico 253,22 Básico 3,4 4,0 4,2 3,7 4,8 Bom Sim 4,7 CAXIAS UE JOAO LISBOA 95,7 242,34 Básico 258,66 Básico - 4,3 4,8 5,0 4,8 Bom Não 5,3 LAGO DOS RODRIGUES CE HOSANO GOMES FERREIRA II 92,2 252,06 Básico 256,37 Básico - - 4,1-4,7 Bom Sim 4,9 SÃO LUÍS UI GOV ARCHER 95,8 242,88 Básico 246,25 Básico 3,0 3,2 4,2 4,6 4,6 Bom Sim 4,3 BARREIRINHAS CE JOAQUIM SOEIRO DE CARVALHO 100,0 237,00 Básico 237,47 Básico 3,5 4,1 4,2 3,7 4,6 Bom Sim 4,7 TURIACU CE PAULO RAMOS 96,3 243,49 Básico 240,20 Básico 3,6 3,6 4,3 4,5 4,6 Bom Sim 4,8 IMPERATRIZ CE NOVA VITORIA 100,0 227,54 Básico 246,91 Básico 3,7 3,8 3,4 4,3 4,6 Bom Sim 4,9 SAO LUIS UI RAIMUNDO CORREA 84,7 255,86 Básico 266,76 Básico 4,4 4,3 4,3 4,6 4,6 Bom Não 5,6 JOAO LISBOA CE RIO AMAZONAS 100,0 232,26 Básico 235,79 Básico 3,2 3,3 3,6 3,2 4,5 Bom Sim 4,4 IMPERATRIZ COLEGIO MILITAR TIRADENTES II 83,4 264,40 Básico 260,18 Básico 3,2 3,1 3,4 4,5 4,5 Bom Sim 4,4 PIRAPEMAS CE RIBAMAR PINHEIRO 95,3 244,32 Básico 242,16 Básico 3,5 3,5 4,8 3,9 4,5 Bom Sim 4,7 CAJARI UI JOSE DE ANCHIETA 95,7 240,34 Básico 236,25 Básico 2,0-3,7 4,1 4,4 Bom Sim 3,1 CAXIAS UE DEP ALEXANDRE COSTA 87,8 244,50 Básico 252,22 Básico - - 3,3 4,1 4,4 Bom Sim 4,1 CIDELANDIA CE ISAURA AMORIM 88,1 255,77 Básico 247,96 Básico 3,2 4,0 4,4 4,4 4,4 Bom Sim 4,5 RAPOSA UI JOAQUIM AROSO 91,4 240,99 Básico 250,42 Básico 3,5 3,8 3,9 4,2 4,4 Bom Sim 4,8 SÃO LUÍS CE JOSE JUSTINO PEREIRA 95,0 232,26 Básico 247,15 Básico 3,7 4,5 4,6 4,5 4,4 Bom Não 4,9 SÃO LUÍS UI BARBOSA DE GODOIS 90,6 247,60 Básico 242,78 Básico 3,8 4,1 4,0 4,8 4,4 Bom Não 5,0 SÃO LUÍS CE ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 90,9 243,58 Básico 248,29 Básico 3,8 4,3 4,3 4,2 4,4 Bom Não 5,1 Meta para

36 Nome do Município Escola REND. ESCOLAR 2013 (Aprovação) Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações sobre MATEMÁTICA L. PORTUGUESA METAS PROJETADAS Corte IDEB Nível Nível Estadual Média da Escola SÃO LUÍS UI ESTADO DE ALAGOAS 93,4 237,73 Básico 242,36 Básico - 4,2 4,2 4,5 4,4 Bom Não 5,2 SÃO LUÍS UI RIO GRANDE 90,4 239,95 Básico 241,54 Básico - - 3,7-4,3 Bom Sim 4,5 SÃO LUÍS UI PEDRO ALVARES CABRAL 96,4 234,53 Básico 236,14 Básico 3,3 3,7 3,8 4,3 4,3 Bom Sim 4,5 SÃO LUÍS UI ESTADO DO MATO GROSSO 85,2 250,55 Básico 253,73 Básico ,2 4,3 Bom Não 4,7 SÃO LUÍS FUNDACAO NICE LOBAO CINTRA 90,3 241,63 Básico 246,42 Básico 3,7 4,0 4,2 3,8 4,3 Bom Não 4,9 CAXIAS UE PRES JOHN KENNEDY 93,1 230,91 Básico 238,38 Básico - 3,6 3,4-4,2 Bom Sim 4,6 SÃO LUÍS CE HUMBERTO DE CAMPOS 87,8 244,88 Básico 243,01 Básico 3,6 3,7 3,8 3,5 4,2 Bom Não 4,8 SAO BENTO CE DOM FRANCISCO 95,4 234,99 Básico 232,10 Básico 3,6 3,7 3,7 4,3 4,2 Bom Não 4,8 SÃO LUÍS UI FELIPE CONDURU 91,4 232,12 Básico 242,51 Básico 3,8 4,1 4,3 4,0 4,2 Bom Não 5,0 ACAILANDIA CE LOURENCO ANTONIO GALLETTI 92,4 233,31 Básico 237,41 Básico 4,0 3,8 3,8 4,0 4,2 Bom Não 5,2 TASSO FRAGOSO CE ENEAS MAIA FILHO 90,5 240,40 Básico 238,76 Básico - 4,5 3,2 4,0 4,2 Bom Não 5,4 SÃO LUÍS CE SAO JOSE OPERARIO 93,5 229,77 Básico 240,94 Básico 4,5 4,5 4,7 4,3 4,2 Bom Não 5,7 PINHEIRO CE PROF RUBEN ALMEIDA - ANEXO ELIZABETO CARVALHO 97,0 227,55 Básico 228,64 Básico ,1 Bom - 4,4 CAXIAS CE CRISTOVAO COLOMBO 81,9 236,13 Básico 254,43 Básico - 3,2 4,2 4,1 4,1 Bom Sim 4,2 SÃO LUÍS UI HAYDEE CHAVES 90,0 231,81 Básico 241,41 Básico 3,1 2,8 3,4 3,5 4,1 Bom Sim 4,3 CAXIAS UE GOV JOSE SARNEY 90,7 227,55 Básico 248,51 Básico - 3,3 3,9 3,9 4,1 Bom Sim 4,3 S. J. DE RIBAMAR CE SETE DE SETEMBRO 92,6 222,66 Insuficiente 242,61 Básico - - 3,4 3,9 4,1 Bom Sim 4,2 SÃO LUÍS UI ODYLO COSTA FILHO 86,0 238,15 Básico 249,63 Básico 3,3 3,4-4,5 4,1 Bom Não 4,6 SÃO LUÍS CE PROF LUIS REGO 92,9 234,03 Básico 232,55 Básico 3,6-3,5 3,6 4,1 Bom Não 4,9 SÃO LUÍS UI ARTUR AZEVEDO 88,8 236,17 Básico 241,40 Básico - 4,0 3,8 4,5 4,1 Bom Não 5,0 SÃO LUÍS UI PROFA MARIA PINHO 82,9 245,73 Básico 252,72 Básico 3,9 3,9 4,1 4,3 4,1 Bom Não 5,2 CAXIAS UI IZAURA COSTA 87,2 231,46 Básico 243,97 Básico 4,1 4,0 4,1 4,2 4,1 Bom Não 5,3 MONTES ALTOS CE PARSONDAS DE CARVALHO 96,8 222,47 Insuficiente 224,06 Básico 2,9 4,1 3,6 3,8 4,0 Regular Sim 4,1 PRES. JUSCELINO CE SENADOR VITORINO FREIRE SEDE 93,4 229,73 Básico 226,15 Básico 3,5 3,8 3,9 4,0 4,0 Regular Não 4,8 SÃO LUÍS CE CIDADE DE SAO LUIS 88,4 228,69 Básico 240,14 Básico 3,7 3,7 3,4 3,9 4,0 Regular Não 4,9 BALSAS UI DIDACIO SANTOS 89,1 239,61 Básico 242,68 Básico 3,8 3,7 4,0 3,9 4,0 Regular Não 5,0 ACAILANDIA UI DOM MARCELINO BICEGO 89,7 234,80 Básico 237,32 Básico 3,8 3,7 4,2 3,8 4,0 Regular Não 5,0 Média da Escola Alcançou a meta 2013? Meta para

37 Nome do Município Escola REND. ESCOLAR 2013 (Aprovação) Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações sobre MATEMÁTICA L. PORTUGUESA METAS PROJETADAS Corte IDEB Nível Nível Estadual Média da Escola ARAME CE FELIPE DE BARROS LIMA 100,0 222,05 Insuficiente 217,16 Básico 4,0 3,4 3,8-4,0 Regular Não 5,2 SÃO LUÍS CE PROF BARJONAS LOBAO 83,6 244,08 Básico 246,44 Básico 4,2 3,6 3,9 4,0 4,0 Regular Não 5,4 IMPERATRIZ CE VESPASIANO RAMOS 85,4 236,57 Básico 234,86 Básico 3,3 3,4 3,7 4,4 3,9 Regular Não 4,5 SÃO LUÍS UI PROF JOSE DO NASC. MORAES 88,0 229,12 Básico 236,27 Básico 3,2 3,4 3,7 3,5 3,9 Regular Não 4,5 SÃO LUÍS UI PROF EZELBERTO MARTINS 90,6 222,73 Insuficiente 236,73 Básico - - 3,9 3,7 3,9 Regular Não 4,7 AXIXA CE ESTADO DO ACRE 91,1 222,03 Insuficiente 237,81 Básico 3,5 3,6 3,5 3,7 3,9 Regular Não 4,7 LORETO CE PRESIDENTE MEDICE 92,9 230,85 Básico 228,53 Básico 3,7 4,0 3,8 3,8 3,9 Regular Não 4,9 SÃO LUÍS UI SOTERO DOS REIS 93,5 224,37 Insuficiente 227,00 Básico - 3,9 4,1 4,0 3,9 Regular Não 4,8 SÃO LUÍS UI MARIA JOSE ARAGAO 86,3 237,89 Básico 236,50 Básico 3,7 3,7 4,3 4,2 3,9 Regular Não 4,9 SÃO LUÍS U E SAGARANA II 86,3 235,16 Básico 238,65 Básico 3,9 3,8 4,4 4,0 3,9 Regular Não 5,1 ARAME CE BEM ONY GOMES 95,2 220,37 Insuficiente 223,67 Básico 3,9 3,9 3,8 4,1 3,9 Regular Não 5,1 SÃO LUÍS UI EMESIO DARIO DE ARAUJO 85,5 231,89 Básico 244,02 Básico 4,9 3,5 3,9 3,5 3,9 Regular Não 6,0 SÃO LUÍS UI SANTA TEREZA 83,6 238,39 Básico 240,41 Básico 5,0 4,3 4,8 4,6 3,9 Regular Não 6,1 SÃO LUÍS UI DELIO JARDIM DE MATTOS 89,3 224,10 Insuficiente 231,87 Básico - - 2,9 3,8 3,8 Regular Sim 3,6 SÃO LUÍS UE GAL ARTUR CARVALHO 89,2 224,35 Insuficiente 230,09 Básico 2,2 3,0 4,2 4,1 3,8 Regular Sim 3,8 COROATA CE LEDA TAJRA 89,9 227,78 Básico 232,69 Básico 3,2 3,7 4,1 4,2 3,8 Regular Não 4,4 IGARAPE GRANDE UI MANUEL MATIAS 86,6 231,10 Básico 231,60 Básico 3,4 3,3 4,5 4,0 3,8 Regular Não 4,7 CAXIAS UE NSA SRA DOS REMEDIOS 92,7 218,05 Insuficiente 227,53 Básico - - 4,0 3,8 3,8 Regular Não 4,7 CAXIAS CE ODOLFO MEDEIROS 87,0 228,60 Básico 235,10 Básico 3,6 3,1 3,9 4,2 3,8 Regular Não 4,9 SÃO LUÍS UI VIRIATO CORREA 89,9 225,56 Básico 229,11 Básico 3,8 3,5 3,8 3,0 3,8 Regular Não 5,0 MATOES UE EUGENIO BARROS 87,5 223,90 Insuficiente 236,90 Básico - 4,0 4,1 3,9 3,8 Regular Não 4,9 CAXIAS CE MONS CLOVIS VIDIGAL 80,9 235,04 Básico 236,88 Básico 2,7 3,0 3,5 4,3 3,7 Regular Sim 3,9 SANTA LUZIA CE TRAVASSOS FURTADO 91,3 227,97 Básico 217,51 Básico 2,5 2,9 3,6 3,7 3,7 Regular Sim 3,9 S MATEUS DO MA CE SAO JOSE 97,3 214,05 Insuficiente 215,57 Básico 2,9 3,1 3,3 3,0 3,7 Regular Sim 4,1 SÃO LUÍS CE BENEDITO LEITE 86,9 226,52 Básico 226,36 Básico 3,0 3,5 4,3 3,8 3,7 Regular Não 4,2 COROATA CE JOAO LISBOA 88,0 223,37 Insuficiente 227,06 Básico 3,0 3,6 3,9 3,8 3,7 Regular Não 4,2 SANTA LUZIA CE JOSE MARIANO MUNIZ 85,3 233,56 Básico 226,61 Básico 3,0 2,9 3,8 4,1 3,7 Regular Não 4,2 CAXIAS UE VESPASIANO RAMOS 84,9 231,40 Básico 236,73 Básico - 3,3 3,2 3,0 3,7 Regular Não 4,3 Média da Escola Alcançou a meta 2013? Meta para

38 Nome do Município Escola REND. ESCOLAR 2013 (Aprovação) Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações sobre MATEMÁTICA L. PORTUGUESA METAS PROJETADAS Corte IDEB Nível Nível Estadual Média da Escola CAXIAS UI PRES COSTA E SILVA 81,7 231,77 Básico 242,54 Básico - 3,4 3,2 3,7 3,7 Regular Não 4,4 CAXIAS UE DR ACHILES CRUZ 91,2 217,62 Insuficiente 224,95 Básico - 3,4 1,9 4,2 3,7 Regular Não 4,4 SÃO LUÍS UI ROSEANA SARNEY MURAD 89,9 227,93 Básico 221,27 Básico 3,3 3,9 3,4 3,9 3,7 Regular Não 4,5 ESPERANTINOPOLIS CE JOAO ALMEIDA 85,6 232,44 Básico 225,74 Básico 3,5 3,6 4,3 3,5 3,7 Regular Não 4,7 SAO MATEUS DO MA CE ALVES CARDOSO 92,3 220,65 Insuficiente 220,06 Básico 3,5 3,7 2,8 3,6 3,7 Regular Não 4,7 SÃO LUÍS UI MARIA DO CARMO A. DA SILVEIRA 85,5 226,01 Básico 235,31 Básico ,2 3,7 Regular Não 4,7 SÃO LUÍS UE JOSUE MONTELLO 89,6 225,77 Básico 222,84 Básico - 3,7 3,4 3,8 3,7 Regular Não 4,7 SÃO LUÍS UI PROF RUBEM ALMEIDA 79,1 235,81 Básico 244,62 Básico - 2,1 3,4 3,8 3,6 Regular Sim 3,0 SANTA LUZIA CE PROFº LUIS JARDIM PEREIRA 93,8 217,12 Insuficiente 211,80 Básico ,7 3,6 Regular Sim 3,2 SANTA LUZIA CE GOV JOAO ALBERTO SEDE 92,5 219,19 Insuficiente 214,23 Básico 2,8 2,8 3,2 3,7 3,6 Regular Sim 4,0 CAXIAS UE DE 1º GRAU DUQUE DE CAXIAS 84,6 228,54 Básico 229,11 Básico 2,9 3,2 3,4 3,2 3,6 Regular Não 4,1 ARAIOSES UI HUMBERTO DE CAMPOS 92,9 213,80 Insuficiente 224,42 Básico 3,0 2,3 2,2 3,2 3,6 Regular Não 4,2 SÃO LUÍS UE JOAQUIM GOMES DE SOUSA 78,4 230,75 Básico 242,25 Básico 3,3 2,9 3,7 3,0 3,6 Regular Não 4,6 S. J. DE RIBAMAR UE CIDADE DE S. J. DE RIBAMAR-CAIC 87,2 226,95 Básico 220,74 Básico 3,3 3,4 3,5 3,4 3,6 Regular Não 4,6 SÃO LUÍS UI SEVERIANO DE SOUSA LIMA 82,5 227,64 Básico 230,08 Básico 3,4 3,1 3,9 3,1 3,6 Regular Não 4,7 SÃO LUÍS UI ARIMATEA CISNE 92,4 218,45 Insuficiente 220,83 Básico - - 3,9 3,7 3,6 Regular Não 4,7 CHAPADINHA CE DR PAULO RAMOS 91,9 218,16 Insuficiente 218,21 Básico 3,5 4,0 4,0 3,8 3,6 Regular Não 4,7 COLINAS UI DUQUE DE CAXIAS 91,5 225,50 Básico 213,51 Básico 3,6 3,4 2,7 3,7 3,6 Regular Não 4,9 CENTRAL DO MA CE JOSE ROBERTO VIANA 97,4 205,28 Insuficiente 210,75 Básico 2,8 3,1 3,1 3,3 3,5 Baixo Não 4,1 LAGO DA PEDRA CE MARLY SARNEY 86,2 220,09 Insuficiente 221,87 Básico 3,0 3,8 3,9 3,6 3,5 Baixo Não 4,2 SAO LUIS UE STA BARBARA CEMA 89,9 216,65 Insuficiente 215,97 Básico - - 3,4-3,5 Baixo Não 4,2 PRES. VARGAS UI STA LUZIA 100,0 200,70 Insuficiente 207,25 Básico 3,0 3,4 3,2 2,6 3,5 Baixo Não 4,2 SÃO LUÍS UI SOUSANDRADE 88,0 220,95 Insuficiente 221,72 Básico 3,2 3,5 3,1 3,7 3,5 Baixo Não 4,5 SÃO LUÍS CE AMERICA DO NORTE 88,2 218,37 Insuficiente 224,05 Básico - 3,4 4,2 3,5 3,5 Baixo Não 4,4 SÃO LUÍS UI ARNALDO FERREIRA 78,8 229,09 Básico 234,35 Básico 3,4 3,7 3,7 3,2 3,5 Baixo Não 4,6 SÃO LUÍS UI JOAO PEREIRA MARTINS NETO 79,5 227,07 Básico 236,90 Básico 3,4 3,6 3,2 3,8 3,5 Baixo Não 4,6 Média da Escola Alcançou a meta 2013? Meta para

39 Nome do Município Escola REND. ESCOLAR 2013 (Aprovação) Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações sobre MATEMÁTICA L. PORTUGUESA METAS PROJETADAS Corte IDEB Nível Nível Estadual Média da Escola SÃO LUÍS CE COELHO NETO 85,0 224,24 Insuficiente 229,39 Básico 3,6 3,5 3,0 3,7 3,5 Baixo Não 4,8 S. FRANCISCO DO MA CE ESTADO DE SAO PAULO 83,1 222,36 Insuficiente 230,88 Básico 3,6 3,5 3,1 3,2 3,5 Baixo Não 4,8 SÃO LUÍS UI DUQUE DE CAXIAS 88,7 220,21 Insuficiente 212,68 Básico - 3,7 4,1 3,7 3,5 Baixo Não 4,7 SÃO LUÍS UI PROF RAIMUNDO LOPES 88,5 219,89 Insuficiente 220,32 Básico ,2 3,5 Baixo Não 4,7 SÃO LUÍS UI FORCA AEREA BRASILEIRA 91,9 216,74 Insuficiente 213,90 Básico 3,5 4,0 3,9 3,6 3,5 Baixo Não 4,7 SÃO LUÍS CE VINICIUS DE MORAES 88,2 214,33 Insuficiente 222,81 Básico 3,5 2,9 3,8 3,7 3,5 Baixo Não 4,8 BALSAS UI ALEXANDRE PIRES 84,6 226,34 Básico 225,13 Básico 3,9 3,8 4,3-3,5 Baixo Não 5,1 SÃO LUÍS UI JULIO DE MESQUITA FILHO 82,5 225,04 Básico 235,37 Básico 2,9 3,2 3,5 3,4 3,4 Baixo Não 4,1 BARRA DO CORDA CE DOM MARCELINO DE MILAO 88,7 221,32 Insuficiente 211,63 Básico 3,0 3,1 3,7 3,4 3,4 Baixo Não 4,2 SÃO LUÍS CE DR FRANCISCO DE ASSIS XIMENES ARAGAO FILHO 78,1 231,28 Básico 233,43 Básico 3,1 2,7 3,5 3,5 3,4 Baixo Não 4,4 SÃO LUÍS CE PROF IGNACIO RANGEL 81,9 223,13 Insuficiente 223,83 Básico 3,2 2,8 3,7 3,9 3,4 Baixo Não 4,4 BACURI UE AMERICA DO NORTE 85,4 216,48 Insuficiente 219,38 Básico 3,1 3,4 3,1 3,5 3,4 Baixo Não 4,4 PIRAPEMAS CE PIRAPEMAS 87,5 219,28 Insuficiente 215,82 Básico 3,2 3,8 2,8 3,9 3,4 Baixo Não 4,5 NINA RODRIGUES CE MAJOR ERICO GOMES BRAGA 94,3 207,66 Insuficiente 210,89 Básico 3,4 3,3 3,3 3,6 3,4 Baixo Não 4,6 SAO BENTO CE KIOLA COSTA 94,5 211,70 Insuficiente 204,79 Básico 3,5 3,1 3,0 3,1 3,4 Baixo Não 4,7 COROATA CE MARIA JOSE DIAS TROVAO 74,5 234,69 Básico 234,32 Básico 3,7 3,9 4,2 3,6 3,4 Baixo Não 5,0 CAXIAS UE DIAS CARNEIRO 82,3 217,05 Insuficiente 228,22 Básico - - 4,1 4,4 3,4 Baixo Não 4,9 SÃO LUÍS CE PROFA MARIA HELENA DUARTE 74,9 237,16 Básico 232,07 Básico 4,1 3,6 3,7 3,6 3,4 Baixo Não 5,3 SÃO LUÍS UI EMB. ARAUJO CASTRO - CAIC I 83,1 227,83 Básico 229,63 Básico 4,4 3,9 3,7 4,3 3,4 Baixo Não 5,6 SÃO LUÍS UI ESTADO DO PIAUI 76,9 225,64 Básico 228,15 Básico ,3 Baixo - 3,5 CAJAPIO CE PAULO CORDEIRO FILHO 91,6 206,76 Insuficiente 204,52 Básico 2,7 3,0 3,0-3,3 Baixo Não 3,9 SÃO LUÍS UI GOV MATOS CARVALHO 80,3 225,46 Básico 225,27 Básico 3,5 3,7 3,6 3,1 3,3 Baixo Não 4,7 IMPERATRIZ CE CASTELO BRANCO 78,3 223,10 Insuficiente 226,35 Básico 3,4 3,5 3,6 3,7 3,3 Baixo Não 4,7 SÃO LUÍS UI LUCIA CHAVES 93,1 204,19 Insuficiente 209,39 Básico - - 3,9 3,8 3,3 Baixo Não 4,6 SÃO LUÍS UI DR CLARINDO SANTIAGO 81,6 211,36 Insuficiente 236,00 Básico 3,5 3,2 3,4 4,0 3,3 Baixo Não 4,7 SÃO LUÍS CE DR GERALDO MELO 71,7 237,43 Básico 238,85 Básico 3,8 3,9 4,1 3,6 3,3 Baixo Não 5,1 Média da Escola Alcançou a meta 2013? Meta para

40 Nome do Município Escola REND. ESCOLAR 2013 (Aprovação) Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações sobre MATEMÁTICA L. PORTUGUESA METAS PROJETADAS Corte IDEB Nível Nível Estadual Média da Escola IMPERATRIZ CE ESTADO DE GOIAS 73,2 231,84 Básico 229,08 Básico 2,8 3,5 3,5 3,2 3,2 Crítico Não 4,1 S. J. DE RIBAMAR CE RIBEIRO DO AMARAL 82,6 217,46 Insuficiente 216,27 Básico - - 3,8 3,7 3,2 Crítico Não 4,5 SÃO LUÍS UI BARJONAS LOBAO 82,1 213,22 Insuficiente 224,73 Básico 3,5 3,6 3,5 3,1 3,2 Crítico Não 4,8 BOM JARDIM CE GOV JOSE SARNEY 84,0 220,01 Insuficiente 219,96 Básico 3,6 3,6 3,5 3,5 3,2 Crítico Não 4,9 SÃO LUÍS UI VILA EMBRATEL 85,3 213,09 Insuficiente 213,23 Básico 3,7 3,5 3,3 3,3 3,2 Crítico Não 5,0 ESPERANTINOPOLIS CE ANTONIO CORREA 74,5 226,24 Básico 235,82 Básico 3,9 3,3 3,9 3,5 3,2 Crítico Não 5,1 SÃO LUÍS CE PROF MARIA DO SOCORRO ALMEIDA 72,1 225,72 Básico 226,51 Básico 3,0 3,0 3,9-3,1 Crítico Não 4,2 COROATA CE FRANCISCO GONCALVES MAGALHAES 89,4 202,75 Insuficiente 204,97 Básico - 3,1 2,9 3,3 3,1 Crítico Não 4,1 SÃO LUÍS UE DR ANTONIO JORGE DINO 81,0 213,09 Insuficiente 220,59 Básico 3,5 3,0 3,8 3,0 3,1 Crítico Não 4,7 PALMEIRANDIA CE ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 92,3 204,07 Insuficiente 197,64 Insuficiente 3,6 3,4 3,9-3,1 Crítico Não 4,8 PALMEIRANDIA CE GOV. NEWTON BELLO ANEXO II SAO JOAQUIM 95,3 189,53 Insuficiente 196,61 Insuficiente - - 2,9-3,0 Crítico Não 3,7 S. J. DE RIBAMAR CE SALUSTIANO TRINDADE 79,7 208,37 Insuficiente 219,28 Básico - - 3,1 3,3 3,0 Crítico Não 3,9 SÃO LUÍS UI DESEMBARGADOR SARNEY 63,4 239,39 Básico 240,37 Básico 3,2 3,6 3,2 2,7 3,0 Crítico Não 4,5 S. J. DE RIBAMAR CE DR TARQUINIO LOPES FILHO 75,8 222,48 Insuficiente 217,12 Básico - - 4,0 3,3 3,0 Crítico Não 4,7 SÃO LUÍS CE PROFA MARIA DO SOCORRO ALMEIDA ANEXO ITAPERA 85,1 208,36 Insuficiente 199,30 Insuficiente - - 2,7-2,9 Crítico Não 3,4 DUQUE BACELAR UE DR PAULO RAMOS 86,1 206,73 Insuficiente 204,53 Básico - - 3,1-2,9 Crítico Não 3,8 SÃO LUÍS UI FRANCISCO DE ASSIS SOUSA 84,9 204,49 Insuficiente 208,81 Básico - - 3,3 3,6 2,9 Crítico Não 4,1 PERI MIRIM CE ARTUR TEIXEIRA DE CARVALHO 78,5 213,51 Insuficiente 206,01 Básico 3,3 3,4 3,6 3,4 2,9 Crítico Não 4,5 SÃO LUÍS CE ESTADO DO PARA 80,3 203,46 Insuficiente 212,10 Básico 3,8 3,4 3,5 2,6 2,9 Crítico Não 5,0 ALTO PARNAIBA CE VITORINO FREIRE 73,3 221,49 Insuficiente 211,74 Básico 2,6 2,8 3,7 3,0 2,8 Crítico Não 3,8 SAO MATEUS DO MA CE LUIS AUGUSTO BARROS 81,9 199,88 Insuficiente 205,19 Básico 3,0 3,0 2,9 2,9 2,8 Crítico Não 4,2 TIMBIRAS CE NEWTON NEVES 73,1 219,84 Insuficiente 208,39 Básico 3,2 2,7 3,1 1,5 2,8 Crítico Não 4,4 SÃO LUÍS CE ANTONIO RIBEIRO DA SILVA 85,0 201,64 Insuficiente 197,41 Insuficiente 3,3 2,8 3,0 3,3 2,8 Crítico Não 4,5 SÃO LUÍS CE SALIM BRAID 75,0 208,29 Insuficiente 208,39 Básico - - 2,5 2,8 2,7 Crítico Não 3,2 Média da Escola Alcançou a meta 2013? Meta para

41 Nome do Município Escola REND. ESCOLAR 2013 (Aprovação) Nota Prova Brasil IDEB ALCANÇADO Observações sobre MATEMÁTICA L. PORTUGUESA METAS PROJETADAS Corte IDEB Nível Nível Estadual Média da Escola SÃO LUÍS UI ESTADO DO AMAZONAS 69,6 218,99 Insuficiente 217,73 Básico ,3 2,7 Crítico Não 3,8 SÃO LUÍS CE JUVENCIO MATOS 69,4 218,76 Insuficiente 222,73 Básico - - 3,2 3,8 2,7 Crítico Não 4,0 SÃO LUÍS CE VILA MARANHAO 72,1 212,01 Insuficiente 208,14 Básico - - 3,3-2,7 Crítico Não 4,1 SAO BENTO CE DOM LUIS BRITO 78,8 206,54 Insuficiente 201,42 Básico 3,0 2,7 2,1 2,4 2,7 Crítico Não 4,2 SÃO LUÍS UI PIO XII 70,7 209,58 Insuficiente 210,50 Básico - 2,6 3,7 2,8 2,6 Crítico Não 3,6 ANAJATUBA CE ANAJATUBENSE 71,4 215,48 Insuficiente 205,86 Básico - - 3,0 3,4 2,6 Crítico Não 3,7 BALSAS UI PROF LUIS REGO 60,0 233,67 Básico 226,33 Básico 2,8 3,3 3,5 3,4 2,6 Crítico Não 4,0 COROATA CE CLODOMIR MILET 75,4 202,09 Insuficiente 202,49 Básico - 3,3 4,0 3,3 2,6 Crítico Não 4,2 ALTO ALEGRE DO MA CE JOSE RIBAMAR MARAO 66,7 211,19 Insuficiente 218,47 Básico 3,4 3,2 2,4 3,6 2,6 Crítico Não 4,6 SÃO LUÍS UE DR AQUILES LISBOA 78,0 196,99 Insuficiente 206,60 Básico - - 4,1 3,6 2,6 Crítico Não 4,9 ITAPECURU MIRIM CE WADY FIQUENE CAIC 74,3 202,57 Insuficiente 201,92 Básico 2,6 3,2 2,7 2,8 2,5 Crítico Não 3,8 SÃO LUÍS UI GOVERNADOR JOSE MURAD 67,5 212,10 Insuficiente 219,62 Básico 3,3 3,4 4,6 3,8 2,5 Crítico Não 4,5 Média da Escola Alcançou a meta 2013? Meta para

42 5.4 EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM O Exame Nacional do Ensino Médio não é uma avaliação de sistemas de ensino, mas constitui um importante indicador de qualidade para escolas e estudantes. O exame passou a ser mais valorizado recentemente quando passou a ser uma forma alternativa para ingresso de estudantes no ensino superior por meio do SISU - Sistema de Seleção Unificado. No entanto, a divulgação de seus resultados sempre foi questionada porque, sobretudo, a imprensa sensacionalista e alguns sistemas de ensino se utilizavam dos mesmos por meio de rankings puramente descritivos e desprovidos de análise de fatores contextuais, se utilizavam dos mesmos para autopromoção mercadológica ou interesses políticos. Para evitar rankings sem essas análises, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas - INEP divulgou dados de fatores de contexto socioeconômico e indicador de formação docente juntamente com o desempenho das escolas. Dessa forma, o desempenho das escolas só pode ser comparável nesse exame com escolas de mesmo nível socioeconômico. Abaixo segue uma tabela descritiva com o total de escolas com resultados divulgados. TOTAIS DE ESCOLAS POR NÍVEL SOCIOECONÔMICO COM RESULTADOS DO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO 2013 DIVULGADOS PELO INEP NÍVEL SOCIOECONÔMICO TOTAL DE ESCOLAS POR SISTEMA ESTADUAL FEDERAL PRIVADA Muito Alto Alto Médio Alto Médio Médio Baixo Baixo Muito Baixo TOTAIS Dessa forma, é adequado afirmar sobre os resultados do ENEM que o exame não é estruturado com rigores estatísticos que comparem escolas de níveis socioeconômicos diferentes. 42

43 A análise dos resultados precisa considerar: Nível socioeconômico de cada escola; O indicador de formação docente, que se trata do percentual de professores/as formados em universidades reconhecidas e credenciadas pelo MEC que trabalham na unidade de ensino; O total de estudantes matriculados no 3º ano e percentual de participantes no exame. É preciso ponderar a legitimidade de se comparar o desempenho de escolas com número muito diferente de participantes no exame. 43

44 DESEMPENHO GERAL DAS ESCOLAS ESTADUAIS DO MARANHÃO NO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO POSIÇÃO NOS RANKINGS IDENTIFICAÇÃO PARTICIPAÇÃO FATORES DE CONTEXTO DESEMPENHO Geral Escolas do mesmo Nível Sócioeconômico 59º 25º 1º Estadual ESCOLA MUNICÍPIO CENSO COLEGIO MILITAR DA POLICIA MILITAR DO MARANHAO % PART NIVEL SOCIO ECONÔMICO INDICADOR DE FORMAÇÃO DOCENTE LING MTM CNC HUM CNC NAT RED Média Prova Objetiva Média Prova Objetiva e Redação SAO LUIS ,12 Médio Alto 77,4 512,38 535,62 537,82 480, ,61 545,8 64º 2º 2º CE LICEU MARANHENSE SAO LUIS ,33 Médio Baixo 77,7 507,53 524,76 535,48 482,09 549,29 512,47 530,88 66º 3º 3º CE THALES RIBEIRO GONCALVES -SEDE CAXIAS ,64 Médio Baixo 60,6 502,38 525,48 524,9 488,79 575,89 510,39 543,14 74º 7º 4º CE CIDADE DE ARARI ARARI 58 75,86 Médio Baixo 72,2 494,26 507,31 535,5 480, ,31 534,65 95º 18º 5º 96º 36º 6º 108º 26º 7º COLEGIO MILITAR TIRADENTES COLEGIO MILITAR 2 DE JULHO FUNDACAO NICE LOBAO CINTRA BACABAL ,14 Médio 64,5 493,22 487,82 519,14 474,51 534,02 493,67 513,85 SAO LUIS 55 96,36 Médio Alto 68,6 497,72 497,01 510,22 469,15 553,21 493,52 523,37 SAO LUIS ,81 Médio 73,2 487,83 490,9 503,65 467,02 517,53 487,35 502,44 118º 17º 8º CE SAO JOSE OPERARIO SAO LUIS ,31 Médio Baixo 70,1 486,88 479,72 508,86 462,59 525,84 484,51 505,18 122º 30º 9º CE GRACA ARANHA IMPERATRIZ ,87 Médio 57,7 479,3 486,82 510,69 450,42 533,5 481,81 507,65 124º 32º 10º COLEGIO MILITAR TIRADENTES II IMPERATRIZ ,42 Médio 70,7 480,3 480,77 509,97 453,24 525,88 481,07 503,48 128º 18º 11º 131º 20º 12º CE LUZIA AIRES MARANHAO CE ANA ISABEL TAVARES CAROLINA ,8 Médio Baixo 63,1 471,64 481,86 498,47 464,21 491,67 479,04 485,35 DOM PEDRO ,32 Médio Baixo 53,4 475,07 482,97 494,1 457,12 472,35 477,32 474,83 132º 21º 13º CE MANOEL BECKMAN SAO LUIS ,18 Médio Baixo 75,4 479,76 474,04 505,38 450,04 515,19 477,31 496,25 136º 22º 14º CE EDISON LOBAO IMPERATRIZ ,81 Médio Baixo 53,6 475,42 468,64 503,82 449,77 509,03 474,41 491,72 138º 40º 15º CE ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SAO LUIS 62 74,19 Médio 71,9 495,15 468,64 484,29 447,52 463,91 473,9 468,91 44

45 POSIÇÃO NOS RANKINGS IDENTIFICAÇÃO PARTICIPAÇÃO FATORES DE CONTEXTO DESEMPENHO Geral Escolas do mesmo Nível Sócioeconômico 140º 23º 16º 141º 24º 17º 142º 25º 18º 143º 26º 19º 144º 27º 20º Estadual ESCOLA MUNICÍPIO CENSO CE NASCIMENTO DE MORAES CE PROFA MARGARIDA PIRES LEAL CE DR JOAO BACELAR PORTELA CE NEWTON BARJONAS LOBAO CE PROF MARIO MARTINS MEIRELES % PART NIVEL SOCIO ECONÔMICO INDICADOR DE FORMAÇÃO DOCENTE LING MTM CNC HUM CNC NAT RED Média Prova Objetiva Média Prova Objetiva e Redação IMPERATRIZ ,93 Médio Baixo 66,7 469,7 471,03 496,27 453,23 486,53 472,56 479,55 SAO LUIS ,28 Médio Baixo 72,3 472,07 474,66 495,67 445,47 482,66 471,97 477,31 SAO LUIS ,34 Médio Baixo 81,1 469,28 477,76 488,34 449,65 505,54 471,26 488,4 IMPERATRIZ ,96 Médio Baixo 70,6 464,01 466,97 498,6 454,73 488,9 471,08 479,99 SAO LUIS ,22 Médio Baixo 73,5 466,56 472,95 491,75 452,64 490,55 470,97 480,76 146º 42º 21º CE CASTELO BRANCO IMPERATRIZ 29 65,52 Médio 45,8 470,56 462,12 505,44 441,48 450,53 469,9 460,21 148º 28º 22º CE BENEDITO LEITE SAO LUIS ,23 Médio Baixo 72,2 470,07 469,96 493,06 443,81 503,23 469,23 486,23 149º 29º 23º 150º 30º 24º 152º 31º 25º 155º 32º 26º 156º 33º 27º CE LOURENCO ANTONIO GALLETTI CE BERNARDO COELHO DE ALMEIDA CE PROF ANTONIO CARLOS BECKMAN CE ALMIRANTE TAMANDARE CE PROF BARJONAS LOBAO ACAILANDIA ,88 Médio Baixo ,93 470,05 490,19 455,59 503,64 469,19 486,41 SAO LUIS ,41 Médio Baixo 66,7 469,32 470,3 487,6 449,29 464,84 469,13 466,99 ACAILANDIA ,95 Médio Baixo 48,3 450,74 487,76 490,32 444,74 537,74 468,39 503,06 SAO LUIS ,61 Médio Baixo 80,9 471,5 469,99 485,44 440,35 492,02 466,82 479,42 SAO LUIS ,95 Médio Baixo 72,3 467,94 467,42 490,68 439,11 501,36 466,29 483,83 157º 34º 28º CE MOURAO RANGEL IMPERATRIZ 80 72,5 Médio Baixo 45,2 457,02 468,02 482,24 452,62 469,31 464,97 467,14 158º 35º 29º CE MARIA MONICA VALE SAO LUIS ,92 Médio Baixo 70,6 460,6 467,57 484,5 445,58 469,36 464,56 466,96 159º 36º 30º CE PAULO VI SAO LUIS ,69 Médio Baixo 62,3 467,58 461,98 488,66 439,61 494,88 464,46 479,67 161º 3º 31º 162º 37º 32º CE PROF JOANA BATISTA DIAS CE FORTUNATO MOREIRA NETO CURURUPU ,93 Baixo 70,1 463,33 475,49 485,14 431,34 558,91 463,83 511,37 PORTO FRANCO ,86 Médio Baixo 61,4 455,06 464,27 493,91 441,94 434,14 463,79 448,97 164º 38º 33º UI PROF MACHADINHO PACO DO LUMIAR 37 59,46 Médio Baixo 67,7 468,19 450,86 493,24 441,46 496,36 463,44 479,9 165º 39º 34º CE GONÇALVES DIAS SAO LUIS ,65 Médio Baixo ,57 464,03 485,97 441,15 456,06 463,43 459,75 45

46 POSIÇÃO NOS RANKINGS IDENTIFICAÇÃO PARTICIPAÇÃO FATORES DE CONTEXTO DESEMPENHO Geral Escolas do mesmo Nível Sócioeconômico Estadual ESCOLA MUNICÍPIO CENSO % PART NIVEL SOCIO ECONÔMICO INDICADOR DE FORMAÇÃO DOCENTE 166º 40º 35º CE URBANO ROCHA IMPERATRIZ Médio Baixo 58,8 462,08 455,63 496,25 439,54 495,21 463,38 479,29 167º 41º 36º CE SAO CRISTOVAO SAO LUIS ,3 Médio Baixo 63,2 465,39 457,46 489,39 440, ,29 473,15 168º 42º 37º CE LUIZA SOUSA GOMES ROSARIO 82 51,22 Médio Baixo ,85 468,89 487,81 429,5 488,6 463,01 475,8 170º 43º 38º CE JOSE JUSTINO PEREIRA LING MTM CNC HUM CNC NAT RED Média Prova Objetiva Média Prova Objetiva e Redação SAO LUIS ,25 Médio Baixo 56,4 450,17 472,97 477,91 448,18 478,09 462,31 470,2 171º 44º 39º CE NOVA VITORIA IMPERATRIZ 52 67,31 Médio Baixo 44,2 450,9 456,12 502,05 439,88 466,86 462,24 464,55 172º 45º 40º CE RUI BARBOSA VITORINO FREIRE ,43 Médio Baixo 54,9 457,67 454,87 490,77 444,57 516,35 461,97 489,16 173º 46º 41º CE ROSEANA SARNEY MURAD SAO LUIS Médio Baixo 66,8 458,72 461,36 482,28 443,15 479,17 461,38 470,28 174º 47º 42º CE FERNANDO PERDIGAO SAO LUIS ,3 Médio Baixo 79,5 462,69 463,07 474,45 443,07 468,42 460,82 464,62 176º 49º 43º CE PROF MARIA DO SOCORRO ALMEIDA SAO LUIS ,94 Médio Baixo ,84 465,74 480,78 442,7 490,62 460,52 475,57 177º 50º 44º CE DOMINGOS VIEIRA FILHO PACO DO LUMIAR ,82 Médio Baixo ,18 458,76 477,7 442,6 478,29 459,81 469,05 178º 49º 45º CE GOVERNADOR ARCHER IMPERATRIZ ,4 Médio 52,7 457,25 449,52 487,31 444,97 455,35 459,76 457,56 179º 51º 46º CE DR FRANCISCO DE ASSIS XIMENES ARAGAO SAO LUIS Médio Baixo 56,9 470,56 448,17 454,73 465,42 502,22 459,72 480,97 FILHO 180º 52º 47º UI LUCIA CHAVES SAO LUIS 71 67,61 Médio Baixo 61,5 455,34 468,88 462, ,42 459,66 462,54 181º 50º 48º CE VESPASIANO RAMOS IMPERATRIZ 32 81,25 Médio 58,8 457,51 463,25 479,65 437,67 489,23 459,52 474,38 183º 4º 49º CE JOSE MALAQUIAS LAGO DO JUNCO Baixo 23,6 456,84 461,15 484,23 435,46 415,56 459,42 437,49 184º 53º 50º CE DOM FRANCISCO SAO BENTO ,44 Médio Baixo 52,8 457,31 459,38 482,94 437,34 464,86 459,24 462,05 185º 54º 51º CE COELHO NETO SAO LUIS ,49 Médio Baixo 72, ,44 431,51 461,9 459,24 460,57 186º 55º 52º CE VINICIUS DE MORAES SAO LUIS ,61 Médio Baixo 63,2 458,82 457,18 480,78 438,9 459,04 458,92 458,98 187º 56º 53º 188º 57º 54º CE HUMBERTO DE CAMPOS CE MENINO JESUS DE PRAGA SAO LUIS 64 68,75 Médio Baixo 79,1 451,89 471,19 474,03 438,19 468,18 458,82 463,5 SAO LUIS ,16 Médio Baixo 70,3 458,63 465,35 478,46 431,76 474,81 458,55 466,68 46

47 POSIÇÃO NOS RANKINGS IDENTIFICAÇÃO PARTICIPAÇÃO FATORES DE CONTEXTO DESEMPENHO Geral Escolas do mesmo Nível Sócioeconômico 189º 5º 55º 191º 6º 56º 192º 58º 57º Estadual ESCOLA MUNICÍPIO CENSO CE MAL ARTUR DA COSTA E SILVA CE PARSONDAS DE CARVALHO CE DORGIVAL PINHEIRO DE SOUSA % PART NIVEL SOCIO ECONÔMICO INDICADOR DE FORMAÇÃO DOCENTE LING MTM CNC HUM CNC NAT RED Média Prova Objetiva Média Prova Objetiva e Redação TIMON ,2 Baixo 74,6 453,5 456,26 480,63 443,59 445,59 458,49 452,04 MONTES ALTOS 88 71,59 Baixo ,05 458,62 489,5 433,99 432,06 457,79 444,93 IMPERATRIZ ,75 Médio Baixo 54,7 461,67 453,94 485,54 429,3 507,81 457,61 482,71 193º 59º 58º CE CIDADE OPERARIA II SAO LUIS ,41 Médio Baixo 67,3 455,23 452,87 478,74 443,41 451,83 457,56 454,7 194º 7º 59º CE ARISTIDES LOBAO BARAO DE GRAJAU ,68 Baixo 55,9 452,01 464,72 476,47 436,14 433,06 457,34 445,2 195º 8º 60º 196º 60º 61º 197º 9º 62º 198º 61º 63º CE LUSO ROCHA - ANEXO ALTO BONITO CE MARCELINO MACHADO CE JACIRA DE OLIVEIRA E SILVA CE BANDEIRA TRIBUZZI CAIC RIACHAO Baixo 23,5 452,32 461,22 489,97 424,76 373,33 457,07 415,2 FORTALEZA DOS NOGUEIRAS 28 78,57 Médio Baixo 29,1 440,48 462,15 466,59 458,96 453,64 457,05 455,34 TIMON ,36 Baixo 71,6 447,21 461,54 481,37 437,54 464,52 456,92 460,72 SANTA INES ,38 Médio Baixo 51,9 449,45 445,58 488,29 442,41 465,14 456,43 460,79 199º 10º 64º CE PAULO FREIRE SEDE SAO LUIS ,3 Baixo 62,7 451,54 456,4 477,02 439,15 406,33 456,03 431,18 200º 62º 65º CE EUGENIO BARROS CAXIAS ,12 Médio Baixo 77,1 441,66 453,76 481,89 445,64 435,9 455,73 445,82 201º 63º 66º CE LEDA TAJRA COROATA Médio Baixo 48,3 450,51 462,59 472,74 436, ,48 487,74 202º 11º 67º CE FRANCISCO ALVES II DAVINOPOLIS ,89 Baixo 36,4 440,73 465,02 483,93 431,36 444,64 455,26 449,95 203º 12º 68º 204º 64º 69º CE SEN CLODOMIR MILLET CE ESTADO DA GUANABARA TIMON ,59 Baixo 77,1 461,11 453,86 477,39 427,85 436,5 455,05 445,78 SAO JOSE DE RIBAMAR ,26 Médio Baixo 47,4 458,61 445,17 477,46 438,94 457,14 455,04 456,09 205º 13º 70º CE INACIO PASSARINHO CAXIAS ,2 Baixo 62,8 450,5 445,41 487,06 435,16 455,38 454,53 454,96 206º 14º 71º CE DELFINO AGUIAR DE AZEVEDO SAO JOAO DO PARAISO 75 53,33 Baixo 52,1 425,29 481,03 469,03 441,81 360,5 454,29 407,39 207º 52º 72º CE ESTADO DE GOIAS IMPERATRIZ 36 61,11 Médio 52,8 447,3 455,21 484,26 429,98 403,64 454,19 428,91 208º 15º 73º CE ALUISIO AZEVEDO CAXIAS ,22 Baixo 81,1 449,9 451,35 477,83 436,67 471,33 453,94 462,63 209º 65º 74º CE EDISON LOBAO SAO JOAO DOS PATOS ,43 Médio Baixo 58,8 442,55 451,75 480,63 439,59 445,08 453,63 449,35 47

48 POSIÇÃO NOS RANKINGS IDENTIFICAÇÃO PARTICIPAÇÃO FATORES DE CONTEXTO DESEMPENHO Geral Escolas do mesmo Nível Sócioeconômico 210º 66º 75º 211º 67º 76º Estadual ESCOLA MUNICÍPIO CENSO CE PADRE FABIO BERTAGNOLLI CE NERVAL LEBRE SANTIAGO % PART NIVEL SOCIO ECONÔMICO INDICADOR DE FORMAÇÃO DOCENTE LING MTM CNC HUM CNC NAT RED Média Prova Objetiva Média Prova Objetiva e Redação BALSAS ,34 Médio Baixo 66,3 447,65 444,46 478,55 441,19 464,55 452,96 458,76 SAO LUIS 29 55,17 Médio Baixo 67,9 434,73 475,1 468,07 433, ,9 458,95 212º 53º 77º UI MARIA JOSE ARAGAO SAO LUIS ,59 Médio 50,5 462,64 451,78 469,72 425,8 478,36 452,49 465,42 213º 68º 78º UI PE DELFINO TIMON 86 61,63 Médio Baixo 67,7 445,51 453,39 473,8 436,21 435,19 452,23 443,71 214º 69º 79º CE GOV EDISON LOBAO SAO LUIS ,79 Médio Baixo 74,1 452,78 452,37 465,04 435,73 455,42 451,48 453,45 215º 70º 80º 216º 71º 81º CE HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO CE PEDRO FERREIRA DE ALENCAR FORTALEZA DOS NOGUEIRAS 87 72,41 Médio Baixo 40,1 431,86 466, ,84 494,29 451,42 472,85 IMPERATRIZ Médio Baixo 63,2 454,18 441,48 484,22 425,56 440,7 451,36 446,03 217º 16º 82º CE ANTONIO CORREA ESPERANTINOPOLIS 70 51,43 Baixo 47,8 438,33 456,23 457,94 448,22 403,89 450,18 427,03 218º 72º 83º CE ANALIA NEIVA NOVA IORQUE 23 69,57 Médio Baixo 45,6 437,4 436,58 484,5 442,09 467,5 450,14 458,82 219º 17º 84º 220º 18º 85º CE PROFª DAYSE GALVAO DE SOUSA CE MEDIO E PROFISSIONALIZANTE JOAO PAULO II SAO LUIS ,26 Baixo 69,7 448,06 454,66 466,35 429,91 429,93 449,75 439,84 PALMEIRANDIA 22 59,09 Baixo 40,5 441,23 439,24 483,15 433,35 483,08 449,24 466,16 221º 73º 86º CE PRESIDENTE MEDICE LORETO Médio Baixo 29,2 433,89 465,37 459,92 437,79 408,85 449,24 429,05 222º 19º 87º CE EMILIO GARRASTAZU MEDICI TIMBIRAS ,05 Baixo 57,8 439,84 454,25 467,52 435,12 454,8 449,18 451,99 223º 74º 88º CE ODOLFO MEDEIROS CAXIAS ,39 Médio Baixo 74,2 448,04 452,09 464,56 427,66 471,08 448,09 459,58 224º 20º 89º 225º 21º 90º 227º 22º 91º CE PADRE JOAO BATISTA TEIXEIRA CE MARIA GARDENIA RIBEIRO GONCALVES CE VEREADORA NEIDE COSTA AMARANTE DO MARANHAO Baixo 27,4 434,25 444,27 469,79 441,93 405,05 447,56 426,3 PRESIDENTE MEDICI 22 77,27 Baixo 49,3 447,54 452,49 469,19 419,89 458,82 447,28 453,05 AGUA DOCE DO MARANHAO Baixo 38,3 435,1 443,43 478,1 430,87 456,19 446,87 451,53 228º 23º 92º CE MESTRE TIBERIO PARNARAMA ,99 Baixo 72,9 438,91 452,24 463,55 429,56 391,83 446,07 418,95 48

49 POSIÇÃO NOS RANKINGS IDENTIFICAÇÃO PARTICIPAÇÃO FATORES DE CONTEXTO DESEMPENHO Geral Escolas do mesmo Nível Sócioeconômico Estadual ESCOLA MUNICÍPIO CENSO % PART NIVEL SOCIO ECONÔMICO INDICADOR DE FORMAÇÃO DOCENTE 229º 24º 93º CE ESTADO DO MARANHAO TUNTUM 89 50,56 Baixo 60,5 432,52 455,9 465,29 429,07 397,78 445,7 421,74 230º 75º 94º UI EMESIO DARIO DE ARAUJO SAO LUIS 62 56,45 Médio Baixo 57,6 441,83 465,27 449,46 425,35 442,29 445,48 443,88 231º 76º 95º UE ARIMATEA CISNE ARARI 35 71,43 Médio Baixo 39, ,82 475,15 435,66 443,2 444,66 443,93 233º 1º 96º CE SAO FRANCISCO SANTANA DO MARANHAO 37 75,68 Muito Baixo 39,7 434,86 434,11 482,61 425,29 438,57 444,22 441,39 234º 25º 97º CE CONEGO ADERSON GUIMARAES JUNIOR LING MTM CNC HUM CNC NAT RED Média Prova Objetiva Média Prova Objetiva e Redação CAXIAS ,19 Baixo 82,8 433,75 442,9 470,5 427, ,69 421,85 236º 26º 98º CE PASTOR JOAO JONAS SAO PEDRO DOS CRENTES 51 60,78 Baixo ,01 433,6 479,43 418,74 412,9 442,69 427,8 237º 77º 99º CE JOSUE MONTELLO SANTA INES ,6 Médio Baixo 51,4 433,93 437,46 473,28 424,24 379,29 442,23 410,76 238º 2º 100º CE CONEGO JESUS DE MOURA SOARES PARNARAMA 33 63,64 Muito Baixo 66,7 427,73 444,85 470,39 424,86 396,19 441,96 419,07 239º 78º 101º CE LUSO ROCHA RIACHAO ,85 Médio Baixo 37,3 433,18 438,71 461,86 433,38 432,84 441,78 437,31 240º 27º 102º CE SANTOS DUMONT CAXIAS ,97 Baixo 65,2 428,34 439,19 466,77 431,58 422,94 441,47 432,21 241º 79º 103º CE RIBEIRO DO AMARAL SAO JOSE DE RIBAMAR 54 51,85 Médio Baixo 70,2 429,49 439,36 454,65 441,91 457,14 441,35 449,25 SUCUPIRA DO 242º 3º 104º CE PROFA MARIETA AS 29 89,66 Muito Baixo 46,3 421,46 462,47 457,82 421,15 415,38 440,73 428,06 RIACHAO CE PREFEITO NETO MAGALHAES DE 243º 28º 105º 84 59,52 Baixo 49,7 432,41 435,22 458,98 434,96 398,8 440,39 419,6 CARVALHO ALMEIDA 244º 80º 106º CE GONCALVES DIAS CAXIAS 55 63,64 Médio Baixo 76,9 435,45 433,81 464,92 425,71 441,14 439,97 440,56 CE TOBIAS BARRETO - SAO FRANCISCO DO 245º 29º 107º 19 63,16 Baixo 33,3 416,53 462,04 455,45 425, ,87 452,43 ANEXO I BREJAO 246º 81º 108º 248º 31º 109º 249º 32º 110º CENTRO DE ENSINO SAO RAIMUNDO NONATO CE HOSANO GOMES FERREIRA II CE HUMBERTO DE CAMPOS 250º 4º 111º CE LUIS CHEIVAN SAO RAIMUNDO DAS MANGABEIRAS ,94 Médio Baixo 40,8 431,13 439,82 459,99 425,7 415,73 439,16 427,45 LAGO DOS RODRIGUES ,76 Baixo 44,1 425,05 433,73 460,87 435,92 414,93 438,89 426,91 GRACA ARANHA 53 66,04 Baixo 53,7 426,33 445,33 462,72 420,88 479,43 438,81 459,12 GOVERNADOR LUIZ ROCHA ,25 Muito Baixo 46,1 426,71 441,23 458,34 423,62 392,41 437,47 414,94 251º 33º 112º CE BENEDIT FONTES MIRINZAL 80 51,25 Baixo ,01 435,43 448,1 429,22 427,8 436,69 432,25 49

50 POSIÇÃO NOS RANKINGS IDENTIFICAÇÃO PARTICIPAÇÃO FATORES DE CONTEXTO DESEMPENHO Geral Escolas do mesmo Nível Sócioeconômico Estadual ESCOLA MUNICÍPIO CENSO % PART NIVEL SOCIO ECONÔMICO INDICADOR DE FORMAÇÃO DOCENTE LING MTM CNC HUM CNC NAT RED Média Prova Objetiva 252º 34º 113º CE MARIA JOSE DIAS TROVAO COROATA ,54 Baixo ,43 446,96 450,94 424,98 408,54 436,08 422,31 253º 35º 114º CE EPITACIO PESSOA PARAIBANO ,76 Baixo 57,9 415,14 454,07 446,51 427,23 402,14 435,74 418,94 254º 82º 115º CE AQUILES LISBOA SAO DOMINGOS DO AZEITAO 46 56,52 Médio Baixo 49,4 432,54 437,16 470,17 402,56 401,54 435,61 418,57 255º 83º 116º CE NICOLAU DINO GRAJAU ,85 Médio Baixo 47,1 425,7 445,36 452,15 416,99 402,57 435,05 418,81 256º 57º 117º UI PROF LUIS REGO BALSAS ,19 Médio 43,9 425,41 430,18 461,48 419,48 380,73 434,14 407,44 257º 5º 118º CE QUILOMBOLA DE FORM POR ALTERNANCIA ANA MOREIRA Média Prova Objetiva e Redação CODÓ Muito Baixo 16,7 412,87 447,8 452,92 419,65 438,33 433,31 435,82 258º 36º 119º CE ANNA BERNARDES TIMON 53 77,36 Baixo 68,1 432,23 434,6 446,13 413,92 384,39 431,72 408,05 259º 84º 120º UI ALEXANDRE PIRES BALSAS 99 62,63 Médio Baixo 47,3 417,2 428,32 460,05 420,15 401,94 431,43 416,68 260º 37º 121º 261º 38º 122º 262º 39º 123º 263º 40º 124º CE DR JOSE MARIA CABRAL MARQUES CE ANTONIO SIRLEY DE ARRUDA LIMA CE PARSONDAS DE CARVALHO CE JOSE MARIA DE ARAUJO ANAPURUS ,55 Baixo 41,1 414,18 439,13 455,86 416,19 419,81 431,34 425,57 FORMOSA DA SERRA NEGRA ,11 Baixo 40,9 420,87 434,03 453,33 415,48 399,29 430,93 415,11 SITIO NOVO ,63 Baixo 47,8 417,8 431,38 452,94 420,1 396,9 430,56 413,73 OLINDA NOVA DO MARANHAO ,91 Baixo 63,3 422,09 430,16 447,85 420,93 414,29 430,26 422,27 264º 41º 125º CE LUCAS COELHO BENEDITO LEITE 37 59,46 Baixo 49,3 421,77 421,74 464,67 411,78 383,64 429,99 406,81 265º 42º 126º CE ESTADO DE SAO PAULO SAO FRANCISCO DO MARANHAO Baixo 47,4 403,94 441,82 459,92 413,28 371,43 429,74 400,58 266º 43º 127º CE SEN JOSE NEIVA LAGOA DO MATO ,27 Baixo 59,2 410,16 434,74 447,45 412,53 381,9 426,22 404,06 267º 85º 128º CE PROF IGNACIO RANGEL SAO LUIS 32 53,13 Médio Baixo 62,5 407,78 438,04 429,32 425,36 352,94 425,12 389,03 268º 44º 129º CE DR PAULO RAMOS SAMBAIBA 26 53,85 Baixo 30,8 403,34 443,41 446,89 390, ,06 385,53 269º 6º 130º CENTRO DE ENSINO PROFESSORA MARIA DO CARMO BEZERRA PAIVA CAXIAS Muito Baixo 56,7 400,39 418,09 450,33 410,19 391,43 419,75 405,59 50

51 POSIÇÃO NOS RANKINGS IDENTIFICAÇÃO PARTICIPAÇÃO FATORES DE CONTEXTO DESEMPENHO Geral Escolas do mesmo Nível Sócioeconômico 270º 7º 131º 271º 45º 132º 272º 8º 133º 273º 9º 134º 274º 10º 135º 275º 11º 136º Estadual ESCOLA MUNICÍPIO CENSO CE SABINO BARROS ANEXO CE LIVINO DE SOUZA REZENDE ANEXO II CE EDISON LOBAO - ANEXO COCOS CE EDISON LOBAO - ANEXO IBIPIRA CE PROFESSORA LEDA TAJRA - ANEXO JUCARA CE ALUIZIO AZEVEDO - ANEXO CACHIMBOS % PART NIVEL SOCIO ECONÔMICO INDICADOR DE FORMAÇÃO DOCENTE LING MTM CNC HUM CNC NAT RED Média Prova Objetiva Média Prova Objetiva e Redação PENALVA Muito Baixo 18,3 385,34 424,9 434,2 410,03 363,16 413,62 388,39 ITAIPAVA DO GRAJAU 19 52,63 Baixo 48,6 392,77 417,83 423,16 417, ,91 367,46 MIRADOR 39 51,28 Muito Baixo ,42 415,36 428,3 406, ,04 385,52 MIRADOR 19 63,16 Muito Baixo ,24 417,48 414,49 420,41 323,33 407,41 365,37 BURITI BRAVO Muito Baixo 36,4 369,45 404,15 422,89 400,62 273,33 399,28 336,31 JATOBA 23 60,87 Muito Baixo ,77 430,91 407,24 384,19 295,71 397,03 346,37 51

52 6 ORIENTAÇÕES NORMATIVAS PARA O FUNCIONAMENTO ESCOLAR A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394/96) estabelece o mínimo anual de 800 horas, distribuídas em, no mínimo, 200 dias de efetivo trabalho escolar. Contudo, essa exigência legal está relacionada à carga horária dos componentes curriculares estabelecida nas Matrizes Curriculares, adotadas pelo Sistema Estadual de Ensino, para cada etapa e modalidade de ensino da Educação Básica. Logo, o cumprimento dessa disposição legal passa pela efetivação das atividades correspondentes à carga horária de cada componente curricular. Vale ressaltar que a citada legislação preceitua, em seu art. 34, a necessidade de garantir, pelo menos, quatro horas diárias de trabalho efetivo em sala de aula, sendo progressivamente ampliado o período de permanência do aluno/a na escola, sem computar o tempo destinado ao intervalo. As Unidades de Ensino que adotarem o modelo de Escola de Tempo Integral devem fazer a extensão do tempo escolar para 07 (sete) até 09 (nove) horas, ofertando aos alunos/as atividades educativas em sala de aula e em outros espaços da própria escola e/ou da comunidade, tais como: Reservas Ambientais, Museus, Bibliotecas, Complexos Esportivos, dentre outros. Para que se alcance a efetividade da educação, a escola deve organizar as atividades de acordo com as seguintes orientações: 6.1 ENSINO REGULAR 1 ao 5 ANO ENSINO FUNDAMENTAL ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS 6 ao 9 ANO HORÁRIO INÍCIO TÉRMINO HORÁRIO INÍCIO TÉRMINO Matutino 7h10min 11h30min Matutino 7h10min 11h40min Vespertino 13h10min 17h30min Vespertino 13h10min 17h40min Noturno 19h 22h OBS: Incluindo o tempo de 20 minutos de intervalo, a hora aula é de 60minutos, sendo 4 horas de atividades/turno, conforme Matriz Curricular. OBS: Para os turnos matutino e vespertino, o intervalo será de 20 minutos, com a hora aula de 50 minutos e 05 horários por turno. Para o turno noturno, não haverá intervalo, pois o lanche deverá ser servido antes do início das aulas. A hora aula é de 45 minutos e são 04 horários nesse turno. 52

53 ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS POR NÚMERO DE ALUNOS/AS ANO Nº DE ALUNOS/AS 1º e 3º ano (ciclo de 25 alfabetização) 4º e 5º anos 30 6º ao 9º ano 35 EJA (1ª a 4ª) 25 EJA (5ª a 8ª) 30 Correção do fluxo escolar 25 OBS: As salas inclusivas deverão ser constituídas com até 03 alunos/as com a mesma deficiência (conforme determina a Resolução 291/ CEE/MA), sendo que orientamos a diminuição de 02 alunos/as sem deficiências para cada aluno/a com deficiência. OBS: Número de alunos/as por turma conforme a Resolução nº 02/2011 CEE/MA. ENSINO MÉDIO ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS ENSINO MÉDIO HORÁRIO INÍCIO TÉRMINO Matutino 7h10min 12h30min Vespertino 13h10min 18h30min Noturno 18h45min 22h30min OBS: Para o turno matutino e vespertino, o intervalo será de 20 minutos, com a hora aula de 50 minutos e 06 horários por turno. Para o turno noturno, não haverá intervalo, pois o lanche deverá ser servido antes do início das aulas. A hora aula é de 45 minutos e são 05 horários no turno. ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS POR NÚMERO DE ALUNOS/AS 1ª à 3ª Série - ENSINO MÉDIO SÉRIES Nº DE ALUNOS 1ª à 3ª série 40 OBS: As salas inclusivas deverão ser constituídas com até 03 alunos/as com a mesma deficiência (conforme determina a Resolução 291/ CEE/MA), sendo que orientamos a diminuição de 02 alunos/as sem deficiências para cada aluno/a com deficiência Orientações quanto ao Processo de Matrícula O processo de matrícula é uma ação que tem por finalidade principal assegurar a todos os estudantes o direito de acesso e permanência na escola. Logo, as Unidades Escolares devem organizar a oferta de matrícula prevendo número de turmas, quantitativo de professores/as e turnos de atendimento, em conformidade com as diretrizes da SEDUC. Portanto, a matrícula dos estudantes para todos os anos será efetivada de forma online por meio do sistema Integrado de Administração de Escolas Públicas (SIAEP) da Secretaria de Estado da Educação/SEDUC. 53

54 Ensino Fundamental O Ensino Fundamental de 9 (nove) anos de duração, de matrícula obrigatória para as crianças a partir dos 6 (seis) anos de idade, tem duas fases sequentes com características próprias, chamadas de anos iniciais, com 5 (cinco) anos de duração, em regra para estudantes de 6 (seis) a 10 (dez) anos de idade; e anos finais, com 4 (quatro) anos de duração, para os de 11 (onze) a 14 (quatorze) anos. No Ensino Fundamental, acolher significa também cuidar e educar, como forma de garantir a aprendizagem dos conteúdos curriculares, para que o estudante desenvolva interesses e sensibilidades que lhe permita usufruir dos bens culturais disponíveis na comunidade, na sua cidade ou na sociedade em geral, e que lhe possibilite ainda sentir-se como produtor valorizado desses bens. A Secretaria de Estado da Educação - SEDUC implantou, em 2010, o Ensino Fundamental de Nove anos, com o Ciclo de Aprendizagem Inicial do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º anos). Todavia, o processo de municipalização desta etapa de ensino da Educação Básica é gradual, devendo ser diminuído, gradativamente, o processo de matrículas para o Ensino Fundamental no sistema estadual, exceto na ausência de oferta no sistema municipal. Nesses casos, faz-se necessário contato com a Secretaria Adjunta de Ensino para informação sobre a demanda e possível autorização para atendimento, devendo, portanto, ser informado à Supervisão de Ensino Fundamental a existência dessas turmas. Durante o ano de 2015 a meta é municipalizar todo o Ensino Fundamental, trabalhando de forma articulada com os municípios, escolas, professores/as, pais, mães, responsáveis e comunidade em geral, para que tenhamos um processo democrático, visando sempre à qualidade da educação dos nossos estudantes. Em 2016, a Secretaria de Estado da Educação terá como principal foco o Ensino Médio, devendo o Ensino Fundamental ficar sob a responsabilidade dos municípios. A SEDUC continuará acompanhando as ações desenvolvidas pelos municípios nesta etapa da Educação Básica, através da Supervisão de Ensino Fundamental, que prestará assessoria aos municípios, com vistas ao desenvolvimento de ações que melhorem a aprendizagem dos estudantes, e, consequentemente, elevem os índices de rendimento escolar. 54

55 Destaca-se que para efetivação da matrícula nessa etapa de ensino, deve-se considerar: Matricular e/ou rematricular os alunos/as do Ensino Fundamental, na própria escola, tendo em vista garantir o acesso e a permanência das crianças em idade escolar; Organizar as turmas por faixa de idade relativamente homogênea, a fim de possibilitar ambiente e espaço de aprendizagens compatíveis com o perfil dos estudantes, sem prescindir o direito de todos à educação; Os alunos/as com distorção idade/ano (anos iniciais e finais do Ensino Fundamental) devem ser matriculados regularmente e direcionados aos Programas de Correção de Fluxo Escolar disponibilizados pela SEDUC/ MA. Cada escola deverá organizar as turmas de correção de fluxo nos anos iniciais e finais do ensino fundamental, considerando o mínimo de dois anos de distorção para cada ano do Ensino Fundamental, agrupando-os de acordo com a proximidade de idade Ensino Médio A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional explicita que o Ensino Médio é a etapa final da educação básica, o que concorre para a construção de sua identidade. Tal característica de terminalidade significa assegurar a todos os cidadãos a oportunidade de consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no ensino fundamental; aprimorar o educando como pessoa humana; possibilitar o prosseguimento de estudos; garantir a preparação básica para o trabalho e a cidadania; dotar o educando dos instrumentos que o permitam continuar aprendendo, tendo em vista o desenvolvimento da compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos. Nessa concepção, a Lei nº 9.394/96 mudou no cerne a identidade estabelecida para o ensino médio contida na referência anterior, a Lei nº 5.692/71, cujo 2º grau se caracterizava por uma dupla função dicotomizada: preparar para o prosseguimento de estudos e habilitar para o exercício de uma profissão técnica. 55

56 O Ensino Médio é, portanto, etapa final de uma educação de caráter geral, uníssona e afinada com a contemporaneidade, com a construção de competências básicas que situem o educando como sujeito produtor de conhecimento e participante do mundo do trabalho, e com o desenvolvimento da pessoa cidadã, na perspectiva da integralidade. Em suma, a Lei estabelece uma perspectiva para essa etapa de ensino que integra, numa mesma e única modalidade, finalidades até então dissociadas, para oferecer, de forma articulada, uma educação equilibrada, com funções equivalentes para todos os estudantes: A formação da pessoa, de maneira a desenvolver valores e competências necessárias à integração de seu projeto individual ao projeto da sociedade em que se situa; O aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; A preparação e orientação básica para a sua integração ao mundo do trabalho, com as competências que garantam seu aprimoramento profissional e permitam acompanhar as mudanças que caracterizam a produção no nosso tempo; O desenvolvimento das competências para continuar aprendendo, de forma autônoma e crítica, em níveis mais complexos de estudos. O atual Governo do Estado do Maranhão corrobora com os ideários da educação integral, considerando o estado como território educador, propondo-seà exploração de novos itinerários na ação educativa, em que devemos dar o mesmo tratamento aos muitos saberes produzidos socialmente, mediados pelas questões contemporâneas em que a aproximação e integração entre os diversos campos do conhecimento (artístico, linguístico, científico, ético, físico) articulados às vivências na escola, na família e na comunidade que são foco da educação média de nosso estado. Obs.: Os alunos/as com distorção idade/ano devem ser matriculados regularmente e direcionados aos Programas de Correção de Fluxo Escolar disponibilizados pela SEDUC/ MA. Cada escola deverá organizar as turmas de correção de fluxo, 56

57 considerando o mínimo de dois anos de distorção para cada ano do Ensino Médio, agrupando-os de acordo com a idade Organização do Calendário Escolar O Calendário Escolar consiste em um documento em que se organiza o planejamento das atividades anuais, com o objetivo de nortear o funcionamento das Unidades Escolares no que diz respeito às atividades didáticas pedagógicas. Nesse sentido, a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) disponibilizará o Calendário Escolar Referência para o ano letivo 2015, em anexo, para subsidiar a elaboração dos calendários das Unidades Escolares do Sistema Estadual de Ensino. Vale pontuar que os Calendários Escolares deverão conter previsão de tempo para: Planejamento Escolar; Datas para início e término dos períodos; Feriados nacionais e locais; Planejamento didático semanal dos professores/as; Períodos destinados à avaliação e preenchimento do diário eletrônico (SIAEP); Períodos para Formação Continuada do Professor/a - Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio PNEM (Reservar tempo, conforme Proposta de Organização do Programa, para as Atividades Coletivas na Escola, com base na Hora-Atividade Extra Classe do Professor/a); Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa PNAIC; Reunião do Colegiado Escolar; de Pais, Mães e Mestres; do Conselho de Classe e do Conselho de Professor/a; Recesso Escolar e Férias de professores/as; Assegurar o cumprimento dos 200 dias letivos de atividades com os estudantes. Ressalta-se que os Calendários elaborados por todas as Unidades de Ensino deverão ser encaminhados à Secretaria Adjunta de Ensino - 57

58 SAE/Superintendência de Gestão Educacional - SUPGE/Supervisão de Normas e Organização do Ensino - SUNO, por meio do Gestor/ada Unidade Regional de Educação, até 15 (quinze) dias após o início do ano letivo, para fins de acompanhamento quanto ao seu efetivo cumprimento. 6.2 MODALIDADES E DIVERSIDADES A cada etapa da Educação Básica pode corresponder uma ou mais das modalidades de ensino: Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial, Educação Profissional e Tecnológica, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena, Educação Escolar Quilombola e Educação a Distância Educação de Jovens e Adultos - EJA A Educação de Jovens e Adultos (EJA) destina-se aos que se situam na faixa etária superior à considerada própria, na etapa de conclusão do Ensino Fundamental e do Ensino Médio Ensino Fundamental: A oferta do Ensino Fundamental deve ser assumida pelo Município. O atendimento pelo Estado se dá para evitar obstáculos ao acesso de estudantes que necessitam completar esta escolaridade obrigatória, garantindo a organicidade e a totalidade do processo formativo escolar. No ato da MATRÍCULA, o aluno/a deverá apresentar documento de identificação pessoal e comprovante de escolaridade anterior, com idade a partir de 15 anos completos, em qualquer uma das quatro etapas de ensino; Caso o aluno/a não possa comprovar a escolaridade anterior, a escola deverá realizar uma sondagem de conhecimentos para identificação da etapa do curso e proceder à matrícula; No Ensino Fundamental o aluno/a que já houver concluído o 6º ano regular deverá ser orientado, a cursar na EJA o 6º e 7º ano regular. Situação 58

59 equivalente a alunos/as oriundos do 8ºano regular podendo realizar matrícula no 8º e 9º ano regular; Aluno/a que cursa ou que não completou seus estudos no Programa de Correção do Fluxo Escolar, não poderá transferir-se para o Ensino Fundamental da Educação de Jovens e Adultos - EJA, por não haver correspondência entre os mesmos. Caso o aluno/a queira concluir seus estudos no Ensino Fundamental (anos finais) na EJA, poderá matricular-se no 7º ano regular, cursar o Sistema Modular, prestar Exame de Educação de Jovens e Adultos, ou ainda, participar do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos ENCEJA. A Secretaria de Estado de Educação (SEDUC) por intermédio do Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), certifica nas etapas da Educação Básica de Ensino Fundamental e Médio, na modalidade de ensino Educação de Jovens e Adultos, por meio do Exame de Educação de Jovens e Adultos. Para se inscrever, os interessados devem apresentar declaração das disciplinas pendentes (no caso dos candidatos pendentes no exame supletivo), RG, CPF, comprovante de residência (original e cópia) e duas fotos 3x4. O exame é realizado no Centro de Educação de Jovens e Adultos, obedecendo calendário divulgado previamente. O CEJA é uma escola aberta a jovens, adultos e idosos, que na idade adequada não tiveram acesso à escolaridade ou não puderam cursar, ofertando curso no sistema modular nos turnos matutino, vespertino e noturno, podendo a matrícula ser feita a qualquer época do ano. Os interessados devem possuir 15 anos para o Ensino Fundamental e 18 anos para o Ensino Médio. A SEDUC, levando em consideração as especificidades da educação em espaços de privação de liberdade, promove o atendimento de educação escolar no âmbito das escolas do sistema prisional Ensino Médio O Ensino Médio, etapa final do processo formativo da Educação Básica, é orientado por princípios e finalidades com uma base unitária sobre a qual podem se assentar possibilidades diversas como preparação geral para o trabalho ou, 59

60 facultativamente, para profissões técnicas; na ciência e na tecnologia, como iniciação científica e tecnológica; na cultura, como ampliação da formação cultural. No ato da MATRÍCULA o aluno/a deverá apresentar documentos de identificação pessoal e comprovante de escolaridade (Histórico Escolar do Ensino Fundamental), com idade a partir de 18 anos completos. Não há correspondência dos anos cursados do Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos - EJA com os anos do Ensino Médio Regular, Projeto Telecurso e Viva Educação. Isto implica dizer que não poderá ocorrer transferência do curso regular e Projetos para o Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos - EJA. Caso o aluno/a já tenha cursado no Ensino Médio Regular algum ano e queira matricular-se no Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos - EJA, deverá matricular-se para cursar o Sistema Modular, prestar Exame de Educação de Jovens e Adultos, ou ainda, participar do ENEM que certifica a conclusão do Ensino Médio para maiores de 18 anos. OBSERVAÇÕES: Os alunos/as com deficiências e transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação poderão ser matriculados na modalidade EJA; Alunos/as candidatos aos cursos semipresenciais (Fundamental e Médio) poderão matricular-se no CEJA, que funciona em três turnos; Os estudantes do Ensino Fundamental e Médio já aprovados em qualquer disciplina, pelo EXAME DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E/OUSISTEMA MODULAR poderão matricular-se apenas na(s) disciplina(s) que complementarão os seus estudos, nos cursos presenciais e semipresenciais da Educação de Jovens e Adultos - EJA Ensino Médio Integrado à Educação Profissional Como modalidade da Educação Básica, a Educação Profissional e Tecnológica ocorre na oferta de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional e nas unidades de Educação Profissional Técnica de nível médio. 60

61 ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS HORÁRIO INÍCIO TÉRMINO Matutino 7h10min 11h30min Vespertino 13h10min 17h30min Noturno 19h 22h20min HORÁRIO INÍCIO TÉRMINO Matutino 7h10min 11h40min Vespertino 13h10min 17h40min Noturno 19h 22h00min OBS: Para o turno matutino e vespertino do Ensino Fundamental/anos iniciais e finais, o intervalo será de 20 minutos, com 04 horas de atividades/turno. No turno noturno o lanche deverá ser servido antes do início das aulas. OBS: Para o turno vespertino e noturno, o intervalo será de 20 minutos, com 5 horas de atividades/turno. Para o turno noturno EJA será cumprida 3 horas de atividades e não haverá intervalo. O lanche deverá ser servido antes do início das aulas Educação Especial A Educação Especial na perspectiva inclusiva, como modalidade transversal a todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, é parte integrante da educação regular, devendo ser prevista no projeto político-pedagógico da unidade escolar. O projeto pedagógico da escola de ensino regular deve institucionalizar a oferta do Atendimento Educacional Especializado prevendo na sua organização sala de recursos multifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos. Compete à escola a realização da matrícula dos alunos/as com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas salas regulares, no mesmo período destinado à matrícula dos demais alunos/as. Após efetivação da matrícula, enviar relação para a Supervisão de Educação Especial SUEESP/SUPEMDE/SAE ( Ressaltase que é indispensável identificar no Censo Escolar os supracitados alunos/as; A organização do tempo escolar prevista para os anos das etapas e modalidades da Educação Básica estende-se a todos os alunos/as, inclusive os com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação matriculados em classes especiais e nas salas de Ensino Regular; 61

62 As salas de Ensino Regular deverão ser constituídas com até 03 alunos/as com a mesma deficiência (conforme determina a Resolução nº 291/ CEE/MA); A matrícula dos alunos/as com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas salas de recursos multifuncionais é facultativa, e está condicionada obrigatoriamente à sua matrícula nas salas de ensino regular; As Unidades de Ensino onde existem classes especiais devem considerar, em articulação com a Supervisão de Educação Especial, a inclusão desses alunos/as nas salas regulares, levando em consideração as necessidades educacionais específicas e a modalidade de ensino; As Unidades de Ensino com alunos/as com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação que não dispõem de sala de recursos multifuncionais devem encaminhar esses estudantes para outra Unidade de Ensino, que ofereça o atendimento educacional especializado na sala em referência Educação do Campo Na modalidade de Educação Básica do Campo, a educação para a população rural está prevista com adequações necessárias às peculiaridades da vida no campo e de cada região, definindo-se orientações para três aspectos essenciais à organização da ação pedagógica: I - conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos estudantes da zona rural; II - organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas; III - adequação à natureza do trabalho na zona rural. A Educação do Campo destina-se ao atendimento às populações rurais em suas mais diversas formas de produção da vida: indígenas, afrodescendentes, quilombolas, agricultores familiares, extrativistas, quebradeiras de coco, rendeiras, pescadores artesanais, ribeirinhos, ciganos, artesãos, assentados e acampados da Reforma Agrária, dentre outros, na perspectiva de garantir a universalização do acesso e permanência, com qualidade social da população do campo à Educação Básica em suas etapas e modalidades (Resoluçãonº 104/2011 CEE). 62

63 Nessa direção, seguem algumas orientações para o processo de matrículas 2015, nas Escolas de Educação do Campo: Realizar, em articulação com a Unidade Regional de Educação - URE, matrícula e a rematrícula dos alunos/as na própria escola; Na oferta de Educação Básica para a população do campo, o sistema de ensino promoverá as adaptações e adequações necessárias às peculiaridades da vida rural e de cada região; Em conformidade com o que preconiza as Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas escolas do campo, haverá organização própria do tempo escolar, obedecendo ao calendário agrícola da região que deverá ser elaborado junto com as famílias dos alunos/as; A Escola do Campo deverá adequar seu Calendário Escolar às fases do ciclo agrícola e das condições climáticas, bem como a natureza do trabalho do campo, de sua localidade, garantindo o número de dias e horas letivas previstas na LDB e na Resolução nº 104/ 2011 do CEE; As escolas que adotam a Pedagogia da Alternância devem definir a carga horária de cada tempo educativo Tempo Escola e Tempo Comunidade, obedecendo à carga horária estabelecida na matriz curricular, de forma a cumprir os 200 dias letivos. Importa destacar a participação da família na elaboração do calendário agrícola; Na Educação do Campo, as escolas do Ensino Médio Integrado à Educação Profissionalizante (Curso de Agropecuária), adotam a alternância regular do período de estudo, sendo o Tempo Escola um período de12 dias letivos, em que os alunos ficarão na escola em regime de internato. O Tempo Comunidade compreenderá o período de 15 dias mensais em que os alunos/as permanecerão em suas localidades, desenvolvendo atividades de pesquisa na interação escola - família - comunidade, bem como o seu processo de qualificação social e profissional a partir do planejamento e da execução de projetos produtivos; As matrículas para o Programa Projovem Campo Saberes da Terra, que atenderá jovens na faixa etária de 18 a 29 anos, serão efetivadas nos municípios, em articulação com a Unidade Regional de Educação - URE, sob a 63

64 coordenação da Supervisão de Educação do Campo, juntamente com as Secretarias Municipais de Educação Educação Escolar Quilombola A Educação Escolar Quilombola foi instituída como modalidade de ensino no documento final da CONAE 2010, o qual, consequentemente, deliberou pela elaboração das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, definidas pela Resolução CNE/CEB nº 08, de 20 de novembro de 2012, sendo incluída na Resolução CNE/CEB nº 04, de 13 de julho de Segundo esses documentos, a Educação Escolar Quilombola tem o objetivo de atender às populações quilombolas rurais e urbanas de forma a garantir aos estudantes quilombolas os direitos de aprendizagem a partir do reconhecimento e valorização dos saberes tradicionais, do patrimônio histórico, social e cultural, da realidade econômica e política e dos tempos e modos diferentes de ser, de viver e produzir das comunidades quilombolas. Pautada na perspectiva do processo educativo dialógico e emancipatório, a Educação Escolar Quilombola compreende a Educação Básica em todas as suas etapas (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) e modalidades (Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial, Educação do Campo, Educação Profissional Técnica de Nível Médio), admitindo variados modelos de organização da educação e da escola, desde que delineados pela gestão democrática da escola com a participação das comunidades quilombolas, suas lideranças e do movimento negro e quilombola. É oportuno destacar, ainda, que tanto as escolas quilombolas situadas dentro de comunidades quilombolas como as escolas que não estão em territórios quilombolas, mas que atendem a estudantes oriundos desses territórios, devem considerar as práticas socioculturais, políticas e econômicas das comunidades quilombolas, bem como os seus processos próprios de ensino e de aprendizagem e as suas formas de produção e de conhecimento tecnológico. 64

65 Para atender aos propósitos da Educação Escolar Quilombola, estabelecidos legalmente, foi criada na SEDUC/MA, a partir de 2015, a Supervisão de Educação Escolar Quilombola e de Educação para as Relações Étnico-Raciais SUPEQERER Matrícula A matrícula e a rematrícula dos estudantes devem ser realizadas na própria escola, em articulação com a Unidade Regional de Educação URE Organização do Tempo Escolar Considerando a Resolução CNE/CEB nº 08/2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, a organização da Educação Escolar Quilombola, em cada etapa da Educação Básica, poderá assumir variadas formas, de acordo com o art. 23 da LDB, a serem decididas conjuntamente com as comunidades quilombolas e suas lideranças, a fim de considerar seus modos de vida e sua organização social. Assim, pode organizarse em: I séries anuais; II períodos semestrais; III ciclos; IV alternância regular de períodos de estudos com tempos e espaços específicos; V grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. As escolas que adotam a Pedagogia da Alternância devem definir a carga horária de cada tempo educativo Tempo Escola e Tempo Comunidade obedecendo à carga horária estabelecida na matriz curricular, a ser distribuída em 200 dias letivos ao ano, requerendo a participação da família e da comunidade na elaboração do calendário agrícola da comunidade. Na Educação Escolar Quilombola, as escolas do Ensino Médio Integrado à Educação Profissionalizante (Curso de Agropecuária) adotam a alternância 65

66 regular do período de estudo, assim, há o Tempo Escola, que compreende um período de 12 dias letivos em que os estudantes ficam na escola em regime de internato, e o Tempo Comunidade, que compreende um período de 15 dias mensais em que os estudantes permanecem em suas localidades, desenvolvendo atividades de pesquisa e de projetos produtivos Organização do Calendário Escolar O calendário escolar da Educação Quilombola deverá ser definido com a participação das comunidades quilombolas, de acordo com as atividades produtivas e socioculturais das comunidades, a fim de adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas, práticas econômicas e socioculturais, a critério do respectivo sistema de ensino e do projeto político-pedagógico da escola, sem com isso reduzir o número de horas e de dias letivos previsto na LDB 9.394/ horas distribuídas em, no mínimo, 200 dias. Todos os calendários escolares deverão conter previsão de tempo para recesso escolar; semana pedagógica; formação continuada; planejamento didático semanal dos professores/as; reuniões com pais e comunidade; reuniões ordinárias do colegiado escolar;reuniões do conselho de classe;reuniões com representantes/líderes de turma; férias para os professores/as efetivos; avaliações, resultado final; horário de início e término das aulas. Observação: Os calendários escolares elaborados por todas as Unidades de Ensino deverão ser encaminhados à SAE/SUPGE/SUNO e à SUPEQERER, com a devida anuência do Gestor Regional, permanecendo uma cópia na Unidade Regional de Educação URE, para fins de acompanhamento quanto ao seu efetivo cumprimento. As Unidades Regionais de Educação devem encaminhá-los por meio digital (CD ou até 15 dias após o início do ano letivo, uma síntese dos seus calendários. 66

67 Formação Continuada Os planos de formação continuada das escolas situadas em territórios quilombolas, bem como as que atendem aos estudantes oriundos de comunidades quilombolas, devem considerar o estabelecido nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, a sociodiversidade das populações quilombolas, as diferenças étnico-raciais, de gênero e de orientação sexual, com vistas a promover mediações pedagógicas diferenciadas na organização interdisciplinar de conteúdos curriculares para alicerçar o ensino e aprendizagem numa perspectiva emancipatória. A Supervisão de Educação Escolar Quilombola e de Educação para as Relações Étnico-Raciais dará o suporte técnico-pedagógico necessário, juntamente com a Coordenação de Formação Continuada de Profissionais da Educação da SEDUC, com vistas a orientar as escolas nas formações continuadas sobre Educação Escolar Quilombola e sobre as questões étnico-raciais que devem ser tratadas no ambiente escolarpara o cumprimento da alteração da LDB pela Lei nº /03, conforme o Parecer pelo CNE/CP nº 03/2004 e a Resolução CNE/CP nº 01/2004 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana Educação Indígena A Educação Escolar Indígena ocorre em unidades educacionais inscritas em suas terras e culturas, as quais têm uma realidade singular, requerendo pedagogia própria em respeito à especificidade étnico-cultural de cada povo ou comunidade e formação específica de seu quadro docente, observados os princípios constitucionais, a base nacional comum e os princípios que orientam a Educação Básica brasileira. 67

68 A Educação Escolar Indígena deve se constituir num espaço de construção de relações interétnicas orientadas para a manutenção da pluralidade cultural, pelo reconhecimento de diferentes concepções pedagógicas e pela afirmação dos povos indígenas como sujeitos de direitos (Resolução nº 05/2012- CNE). Assim, é de competência da SEDUC: Reconhecer as especificidades das escolas indígenas quanto aos seus aspectos comunitários, bilíngues e multilíngues, de interculturalidade e diferenciação; Valorizar as línguas indígenas e proporcionar a tradução dos registros linguísticos específicos do português para o ensino ministrado nas línguas maternas das comunidades indígenas, como uma das formas de preservação da realidade sociolinguística de cada povo; Garantir a exclusividade do atendimento às comunidades indígenas por professores/as indígenas, oriundos da respectiva comunidade; Assegurar a participação de representantes da comunidade, na definição do modelo de organização e gestão da escola, respeitando suas práticas socioculturais, religiosas e econômicas; suas formas de produção de conhecimento, processos próprios e métodos de ensino aprendizagem; Proporcionar às comunidades indígenas autonomia para organizar suas práticas pedagógicas em ciclos, seriação, módulos, etapas, em regimes de alternância, de tempo integral ou outra forma de organização que melhor atenda às especificidades de cada contexto escolar e comunitário indígena; Considerar as práticas da educação indígena, específica de cada povo, como parte fundamental da educação escolar na manutenção da identidade e de autodeterminação; Garantir a formação específica aos professores/as indígenas para que possam atuar na Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos e Ensino Médio; Promover consultas aos pais, mães, idosos, professores/as, gestores/as escolares e lideranças sobre os interesses da implantação da Educação Infantil em cada comunidade; Realizar diagnósticos da demanda por Educação de Jovens e Adultos nas comunidades indígenas; 68

69 Criar cursos de Licenciatura Plena Intercultural, com áreas de concentração, que venham atender as necessidades dos povos indígenas do Maranhão; Adequar a estrutura física dos prédios escolares às condições socioculturais e ambientais das comunidades indígenas, bem como às necessidades dos estudantes nas diferentes etapas e modalidades da Educação Básica; Flexibilizar a organização dos tempos e espaços curriculares, tanto no que se referem à base nacional comum, quanto à parte diversificada, de modo a garantir a inclusão dos saberes e procedimentos culturais produzidos pelas comunidades indígenas, tais como: línguas indígenas, crenças, memórias, saberes ligados à identidade étnica, às suas organizações sociais, às relações humanas, às manifestações artísticas e às práticas desportivas; O tempo escolar é um fazer pedagógico variado, portanto, depende das atividades desenvolvidas com os alunos/as e da vida de cada comunidade indígena. Há, assim, necessidade do Estado respeitar a flexibilização do uso desse tempo para as atividades educativas nas aldeias, contemplando o período de caça, pesca, luto, plantio, colheita, festas e outros rituais específicos a cada comunidade indígena; Cumprir a duração mínima anual de duzentos dias letivos, perfazendo, no mínimo, oitocentas horas, respeitando a flexibilidade do calendário das escolas indígenas de acordo com as atividades produtivas e socioculturais das comunidades indígenas; O planejamento deve envolver toda comunidade escolar, sob orientação dos técnicos do Estado e convidados; A avaliação terá como base os aspectos qualitativos, quantitativos, diagnósticos, processuais, formativos, dialógicos e participativos, considerando-se o direito de aprender, as experiências de vida dos diferentes atores sociais e suas características culturais, os valores, as dimensões cognitiva, afetiva, emocional, lúdica, de desenvolvimento físico e motor, dentre outros; Realizar a matrícula nas comunidades indígenas, na perspectiva de alimentar o sistema do censo escolar (educacenso), bem como, levantar o número de alunos/as usuários do transporte escolar, com o apoio dos 69

70 técnicos das CEEI/UREs; O prazo para encaminhamento das Atas de Resultados Finais será de (60) sessenta dias após o encerramento do período letivo; As escolas indígenas devem manter os registros escolares atualizados e organizados, com vistas a assegurar a verificação do percurso escolar do aluno em qualquer época; Acompanhamento pedagógico sistematizado e trimestral, com apoio das CEEI/UREs; Orientação e acompanhamento sistematizado dos programas federais (PDDE Integrado) Temas Socioeducacionais A gestão dos temas socioeducacionais envolve a SEDUC, com a parte pedagógica, e também as secretarias estaduais de Direitos Humanos, Educação Ambiental e Fazenda. A participação em conselhos, comissões, grupos de trabalho e comitês se constituem na gestão compartilhada dos Temas no Estado. Esses temas devem ser abordados ao longo dos processos de formação continuada dos profissionais da educação, de forma que, conteúdos específicos e pedagógicos favoreçam o acesso, a permanência, mas, sobretudo, a qualidade social da escola pública. A Secretaria de Estado da Educação, por meio da Supervisão de Temas Socioeducacionais coordena os seguintes Temas: EDUCAÇÃO FISCAL O Tema Educação Fiscal trata da relação entre o cidadão e o Estado. O cidadão financia os serviços públicos com o pagamento de tributos: impostos, contribuições e taxas. Por essa razão, o cidadão deve participar da aplicação e do acompanhamento dos recursos públicos, evitando o desperdício e o desvio. Esse conteúdo temático propõe uma mudança de comportamento para o conjunto da sociedade maranhense, contribuindo, assim, para que as pessoas assumam posição de cidadãos e cidadãs esclarecidas para o exercício do controle social e institucional das ações, programas e projetos destinados às escolas. O conteúdo da Educação Fiscal se divide nos seguintes subtemas: Educação 70

71 Fiscal no Contexto Social; Relação Estado-Sociedade; Função Social dos Tributos; Gestão Democrática dos Recursos Públicos. EDUCAÇÃO AMBIENTAL O Tema Educação Ambiental prevê uma atenção permanente à formação de valores, conceitos, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva, voltada para o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações. A garantia de democratização das informações ambientais, a consciência meio ambiente e à qualidade de vida, deve ser valorizada nas práticas educacionais. Para tanto, a construção de uma sociedade ambientalmente equilibrada, fundada nos princípios da liberdade, igualdade, solidariedade, democracia, justiça social, responsabilidade e sustentabilidade requer práticas no interior da própria escola. Desse modo, o/a professor/a deve fomentar a criação de espaços educadores sustentáveis e das COM-VIDAS nas escolas, voltados para que o meio ambiente seja um bem de uso comum, essencial à qualidade de vida. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS Os Direitos Humanos são um conjunto de direitos civis, políticos, sociais, econômicos, culturais e ambientais, sejam eles individuais, coletivos, transindividuais ou difusos. Referem-se à necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana que trata da formação de uma cultura que valoriza a pessoa humana por meio da promoção e da vivência dos princípios da liberdade, da justiça, da igualdade, da solidariedade, da cooperação, da tolerância e da paz. O objetivo central do Tema é a formação para a vida e para a convivência. Portanto, a formação, a partir deste tema, significa criar, influenciar, compartilhar e consolidar mentalidades, costumes, atitudes, hábitos e comportamentos que decorrem daqueles valores essenciais citados, os quais devem se expressar nos documentos da própria escola. As dimensões da Educação em Direitos Humanos são: conhecimentos historicamente construídos sobre direitos humanos e sua relação com os contextos; afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos humanos; a formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente nos níveis cognitivo, social, ético e político; o 71

72 desenvolvimento de metodologias participativas que promovam e ampliem os direitos humanos desde a escola. Três componentes temáticos estruturam os trabalhos pedagógicos orientados pelos princípios da transversalidade e da interdisciplinaridade. O trabalho contínuo e sistemático exige que esses componentes temáticos, em crescentes graus de complexidade, sejam contemplados no plano de curso da escola e, consequentemente, nos planos de ensino dos professores, a saber: a) Aula de uma disciplina, orientada pelo princípio da transversalidade; b) Projeto didático por área de conhecimento, orientado pelos princípios da transversalidade e da interdisciplinaridade; c) Com-Vida com as quatro áreas do conhecimento escolar. 7 PROPOSTA DE ORGANIZAÇÃO DO TEMPO ESCOLAR ROTINA A partir das orientações normativas para a organização e funcionamento da escola, apresentamos uma proposta de rotina de forma a contribuir para a otimização e qualidade do período-tempo-trabalho desenvolvido pelos profissionais da escola na perspectiva de fortalecimento da unidade do trabalho e da gestão democrática.a proposta não se constitui um engessamento do trabalho pedagógico e administrativo, ao contrário, reflete a necessidade de garantir uma articulação entre os diversos segmentos da escola e ações, projetos e programas tendo em vista o alcance dos objetivos propostos pela escola no projeto pedagógico. Com o objetivo de termos uma visão geral do trabalho, sem indicar os responsáveis pelas ações, priorizamos apenas duas categorias na organização da rotina: o período (diário, mensal e anual) e elementos da rotina(ações, programas e projetos). 72

73 PERIODOS/ ELEMENTOS DA ROTINA PLANEJAMENTO ESCOLAR PLANO DE GESTÃO DA ESCOLA DIAGNÓSTICO DE APRENDIZAGEM CALENDÁRIO ESCOLAR PERIODOS/ ELEMENTOS DA ROTINA IDEB 2013 FORMAÇÃO CONTINUADA NA ESCOLA DIÁRIO MENSAL BIMESTRAL ANUAL Ação: sensibilizar para a importância do planejamento escolar. Ação: compartilhar a importância do Plano da Gestão para o fortalecimento da gestão democrática. Ação: sensibilizar sobre a importância do diagnóstico para redimensiona mento do trabalho pedagógico. Ação: retomar ações do calendário escolar caso necessário. Ação: implementar e avaliar plano dos professores tendo como referência o final do período. Ação: implementar e avaliar plano da gestão. Ação: elaborar proposta de diagnóstico em atendimento às demandas de aprendizagem dos estudantes(níveis e modalidades de ensino)bem como aos objetivos educativos. Ação: retomar ações do calendário escolar caso necessário. Ação: compartilhar o calendário escolar com os diversos segmentos. - - Ação: implementação do diagnóstico tendo em vista o acompanhament o do percurso de aprendizagem dos estudantes. - Ação: avaliar trabalho desenvolvido pelos professores a partir do proposto no plano. Ação:elaborar o Plano de Trabalho da Gestão em consonância com a macro política de educação. - Ação: elaborar calendário escolar em consonância com as diretrizes da SEDUC. DIÁRIO MENSAL BIMESTRAL ANUAL Ação: sensibilizar a escola sobre aleitura e interpretaçãod os dados do IDB. Ação: sensibilizar e mobilizar os profissionais para participar do processo formativo. Ação: mobilizar a escola para compreender o que representa os dados do IDEB de sua escola. Ação: elaborar cronograma dereunião para discutir os dados do IDEB com os segmentos da escola. Ação: envolver o Grêmio Estudantil nas ações de intervenções. Ação: implementar processo formativo na escola. Ação: avaliar processo. - - Ação: elaborar plano de intervenção a partir dos indicadores do IDEB da escola (metas projetadas e alcançadas). Ação: avaliar trabalho desenvolvido. Ação: elaborarplano de formação em consonância com a política de educação. Ação: elaborar calendário de formação. Ação: avaliação do processo formativo. 73

74 ATIVIDADES HORA- EXTRA CLASSE DO PROFESSOR ARTICULAÇÃO DA ESCOLA COM AS URES TRANSPORTE ESCOLAR/ MERENDA ESCOLAR/ PROGRAMA CAMINHO DA ESCOLA CAIXA ESCOLAR Ação: sensibilizar e mobilizar os profissionais sobre o que representa a hora extra. Ação: manter canal direto com as UREs. Ação: acompanhar nível de aceitação da comunidade escolar em relação aos serviços. Ação: acompanhar as ações desenvolvidas pelo CaixaEscolar. Ação: implementar e avaliar o plano com as atividades extra classe. Ação: compartilhar plano. Ação: elaborar calendário de atividades. Ação: avaliar processo. Ação: avaliar e redimensionar processo de articulação com as UREs. Ação: avaliar a qualidade dos serviços prestados. Ação: emitir relatórios. Ação: compartilhar as ações dessa instância utilizando os recursos disponíveis na escola (relatórios, jornal mural, Ata de reunião) para divulgar e prestar contas. Ação: avaliar os trabalhos desenvolvidos e propor novas estratégias caso necessário Ação: elaborar plano de atividades hora-extra do professor em consonância com a política educacional. Ação: avaliar e redimensionarproc esso de articulação com as UREs. Ação: avaliar processo tendo em vista redimensionar caso necessário. Ação: emitir relatório final. Ação: avaliar os trabalhos desenvolvidos e propor novas estratégias caso necessário. Ação: elaborar plano de ação. 74

75 PERIODOS/ ELEMENTOS DA ROTINA CONSELHO ESCOLAR/ COLEGIADO ESCOLAR PDE ESCOLA/ ATLETA NA ESCOLA/ENSINO MEDIO INOVADOR/ ÁGUA NA ESCOLA/ ESCOLAS SUSTENTÁVEIS MAIS EDUCAÇÃO PROGRAMA ESCOLA ACESSIVEL/ PROGRAMA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS/ PROGRAMA BPC NA ESCOLA/PROJETO LIVRO ACESSIVEL SERVIÇO DE SEGURANÇA NA ESCOLA DIÁRIO MENSAL BIMESTRAL ANUAL - Ação: acompanhar as ações desses programas. Ação: avaliar nível de satisfação dos envolvidos no programa. AÇÃO: acompanhar as ações do programa. Ação: avaliar nível de satisfação dos envolvidos no programa. Ação: fortalecer as relações com a comunidade. Ação: avaliar nível de satisfação dos usuários dos programas. Ação: avaliar nível de satisfação dos usuários do serviço. Ação: acompanhar o trabalho desenvolvido tendo em vista a melhoria da qualidade da aprendizagem dos estudantes. Ação: avaliar o trabalho desenvolvido. Ação: compartilhar o cronograma das ações do Conselho. Ação: compartilhar as ações implementadas. Ação: garantir a formação dos conselheiros. Ação: avaliar os trabalhos desenvolvidos e propor novas estratégias caso necessário para o atendimento dos objetivos propostos. Ação: avaliar os trabalhos desenvolvidos e propor novas estratégias caso necessário para o devido atendimento dos objetivos propostos. Ação: compartilhar as ações do programa de forma que os objetivos do programa sejam alcançados. Ação: aproximar os técnicos envolvidos no programa às ações da escola. Ação: avaliar nível de satisfação dos usuários do programa propondo estratégias quando necessário. Ação: divulgar programa e envolver a comunidade nos programas. Ação: garantir que os profissionais que prestam segurança compreendam qual o seu papel no âmbito da escola. Ação: emitir relatórios tendo em vista avaliar os serviços prestados Ação: elaborar plano de ação do conselho garantindo a formação dos conselheiros. Ação: avaliar o trabalho desenvolvido tendo em vista redimensionar o trabalho. Ação: avaliar os trabalhos desenvolvidos e propor novas estratégias caso necessário. Ação: emitir relatórios. Ação: avaliar os trabalhos desenvolvidos e propor novas estratégias caso necessário para o devido atendimento dos objetivos propostos de acordo com as diretrizes do MEC. Ação: elaborar plano de implementação e divulgação do projeto de acordo com as diretrizes do MEC. Ação: emitir relatórios. Ação: avaliar nível do trabalho desenvolvido. Ação: emitir relatório. 75

76 PERIODOS/ ELEMENTOS DA ROTINA PNAIC/ PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MEDIO. SISTEMA SIAEP PROGRAMADE APOIO À FORMAÇÃO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO -PROCAMPO DIÁRIO MENSAL BIMESTRAL ANUAL AÇÃO: acompanhar as ações do programa. Ação: avaliar nível de satisfação dos envolvidos no programa. Ação: fortalecera relação entre os orientadores de estudo e a gestão da escola. Ação: avaliar nível de satisfação dos usuários do serviço. Ação: garantir que os professores possam acessar diariamente o sistema. Ação: sensibilizar os segmentos envolvidos para a importância de manter atualizado o sistema. Ação: sensibilizar parceiros sobre a importância do programa. Ação: compartilhar com a comunidade a importância do programa. Ação: garantir que os recursos pedagógicos disponíveis nesses programas sejam partilhados por todos os profissionais e estudantes da escola. Ação: compartilhar com os segmentos da escola as ações desenvolvidas pelos orientadores de estudo. Ação: propor reunião para avaliação do programa. Ação: cadastrar todos os orientadores de estudo que pertençam ao quadro da escola de forma a garantir que esses profissionais socializem e compartilhem as experiências do programa. Ação: garantir que sistema possa contribuir para o acompanhamento em tempo real do percurso de aprendizagem dos estudantes (aproveitamento e frequência). Ação: propor ação de intervenção a partir das informações do SIAEP quando o caso exigir, tendo em vista garantir que o sistema possa contribuir para o acompanhamento do percurso de aprendizagem dos estudantes. Ação: compartilhar as informações disponíveis no sistema. Ação: acompanhar implementação do programa. Ação: avaliar programa e manter diálogo com a IES. Ação: avaliar programa. Ação: emitir relatório. Ação: avaliar sistema e propor estratégias tendo em vista melhorá-lo em favor da aprendizagem. Ação: emitir relatórios. Ação: avaliar programa. 76

77 PERIODOS/ ELEMENTOS DA ROTINA PROGRAMA DE CORREÇÃO DO FLUXO PROJETO DE ESCOLA EM TEMPO INTEGRAL AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: PROVA BRASIL ENEM ENSINO MÉDIO GRÊMIO ESTUDANTIL DIÁRIO MENSAL BIMESTRAL ANUAL Ação: compartilhar a importância do programa para a melhoria da qualidade da aprendizagem dos estudantes. Ação: sensibilizarpro fessores e comunidade sobre a importância do projeto. Ação: sensibilizar a comunidade escolar sobre a importância da avaliação da aprendizagem para a melhoria da qualidade da educação. Ação: sensibilizar a comunidade escolar sobre a importância do ENEM para os alunos do Ensino Médio. Ação: sensibilizar comunidade para fortalecer a importância do grêmio estudantil. Ação: implementar, acompanhar e avaliar programa. Ação: manter atualizado cadastro dos alunos que devem integrar o programa. Ação: compartilhar com a comunidade a proposta do projeto. Ação: reunir com os professores e comunidade para discutir a proposta. Ação: mapear recursos da comunidade. Ação: emitir relatórios e articular-se com a UREs para dinamizar projeto. Ação: compartilhar com a comunidade, professores e estudantes a ação referente à avaliação da aprendizagem. Ação: manter atualizado os dados sobre os resultados da avaliação. Ação: implementar ações de apoio pedagógico aos estudantes do 5⁰ e 9⁰ ano do Ensino Fundamental que apresentem dificuldades de aprendizagem(leitura, escrita, matemática). Ação: implementar ação de apoio pedagógico aos alunos do 3⁰ ano do ensino Médio. Ação: compartilhar proposta com a comunidade escolar. Ação: mobilizar o Grêmio Estudantil para implementar ações que fortaleçam as práticas de letramento em todas as áreas. Ação: integrar o Grêmio nas ações de fortalecimento do Ensino Médio Ação: elaborar plano da escola sobre a correção do fluxo a partir da política SEDUC. Ação; elaborar projeto da escola em tempo integral em parceria com a comunidade. Ação: elaborarplano de trabalhopara implementar a avaliação da aprendizagem nas turmas de 5⁰ e 9⁰ do Ensino Fundamental. Ação: acompanhar e avaliar processo de intervenção. Ação: elaborar plano de ação de forma a articular o letramento em todas as áreas com o pacto do ensino médio tendo em vista melhorar o nível de participação dos estudantes no ENEM. Ação: avaliar resultado do ENEM e propor ações de intervenção. Ação: propor plano de formação para os integrantes do grêmio estudantil. Ação: identificar as principais ações desenvolvidas pelo Grêmio Estudantil. 77

78 8 ORIENTAÇÕES PARA O FORTALECIMENTO DA GESTÃO ESCOLAR 8.1 COLEGIADO ESCOLAR O que é o Colegiado Escolar? É um conselho formado por representantes dos diversos segmentos da comunidade escolar: gestores/as, pais, mães ou responsáveis, alunos/as, professores/as e demais servidores, que atuam de forma colaborativa priorizando o trabalho participativo nos aspectos pedagógicos, administrativos e financeiros, objetivando assegurar a efetividade no alcance das metas estabelecidas no Projeto Político Pedagógico da escola Escolha dos membros do Colegiado Escolar: A escolha dos membros do Colegiado Escolar deve acontecer a partir de eleição direta, para um mandato de dois anos. Cada segmento elege seus representantes, podendo votar em apenas um candidato/a; caso seja reeleito, pode ser reconduzido ao mandato somente uma vez Funções do Colegiado Escolar: Deliberativa, Consultiva,Fiscalizadora ou Avaliativa e Mobilizadora Legalização das Reuniões: As reuniões deverão ser convocadas através de edital, ordinárias (mensais) e Extraordinárias (sempre que necessário). Para efeito legal e construção da memória da história da escola, as reuniões deverão ser registradas em ata específicacontendo: data e local da realização da reunião, nome completo dos participantes, assuntos discutidos com as respectivas decisões, sugestões, encaminhamentos e responsabilidades, inclusive as idéias contrárias, devendo ser assinadas por todos os presentes. 78

79 8.1.5 Competências do Colegiado Escolar: Elaborar e divulgar o cronograma de reuniões ordinárias; Divulgar para a comunidade escolar a composição do Colegiado; Socializar as funções e atribuições dos mesmos; Elaborar ou reformular o Regimento do Colegiado; Registrar as Atas das reuniões em livro próprio; Aprovar e acompanhar a execução do Projeto Político Pedagógico e do Regimento Escolar; Aprovar o calendário e o plano curricular da Escola; Acompanhar o processo de aprendizagem do aluno/a e os resultados da avaliação externa da Escola; Promover a auto avaliação das ações desenvolvidas pela Escola; Buscar estratégias para ampliar a participação da comunidade na gestão da Escola; Propor a aplicação e acompanhar a execução dos recursos orçamentários e financeiros da Escola; Aprovar a proposta de aplicação dos recursos financeiros geridos pela Caixa Escolar e referendar a prestação de contas feita pelo Conselho Fiscal; Decidir assuntos de interesse do aluno/a ou da família do aluno, no âmbito da competência exclusiva da Escola. 8.2 CAIXA ESCOLAR A Caixa Escolar é uma associação civil de direito privado, com personalidade jurídica, sem fins lucrativos, que credencia a escola receber e administrar recursos financeiros destinados ao suprimento de suas atividades básicas Funções: a) Administrativa quando administra os recursos financeiros recebidos de forma articulada com o Colegiado Escolar. 79

80 b) Deliberativa quando elege o tesoureiro/a, o secretário/a e o conselho fiscal da Caixa Escolar objetivando garantir o fortalecimento e a autonomia administrativa, financeira e pedagógica da escola, visando a melhoria da qualidade do ensino Obrigações Fiscais e Tributárias: Compete a SAE/SUPGE/SUAGE, orientar todas as escolas da Rede Estadual com Caixa Escolar, localizada nas 19 URE s, toda parte fiscal, administrativa, financeira e operacional; Compete também orientar na criação de novas Caixas Escolares, cadastrando e inserindo-as no Sistema Estadual, para habilitação do recebimento de recursos para manutenção das escolas, com base na quantidade de matrículas do Ensino Fundamental e Médio; Compete também a SAE/SUPGE/SUAGE, orientar a dissolução de todas as caixas escolares das escolas municipalizadas ou paralisadas. A SAE/SUPGE/SUAGE elabora 04 Planilhas Financeiras para manutenção das escolas do Ensino Fundamental e médio, sempre com base nas matrículas cadastradas no censo escolar do ano anterior. 8.3 PDDE INTERATIVO É um sistema de apoio à gestão escolar que contempla os programas federais de transferência direta de recursos: PDE Escola, Atleta na Escola, Ensino Médio Inovador, Mais Educação, Escolas do Campo, Água na Escola e Escolas Sustentáveis, tendo função de auxiliar a comunidade escolar a produzir um diagnóstico de sua realidade e a definir ações para aprimorar sua gestão e seu processo de ensino e aprendizagem PDE Escola: O Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE Escola) é um Programa de Apoio à Gestão Escolar baseado no Planejamento Participativo para auxiliar 80

81 as escolas públicas a melhorar a sua gestão, o qual tem a função de transferir diretamente os recursos federais para as unidades escolares dando apoio à gestão escolar noplanejamento e implementação de ações voltadas para a elevação do IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Nota: A Coordenação Estadual do PDE Escola/PDDE Interativo está institucionalizada na Supervisão de Gestão Escolar/SUAGE. 8.4 SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DE ESCOLAS PÚBLICAS SIAEP É uma ferramenta que possibilita a gestão informatizada da vida acadêmica, administrativa e funcional das escolas do sistema estadual de ensino. Criado em 2004 e implantado em 05 escolas em 2008 e atualmente atende 841 escolas. Sua importância para a escola e Secretaria é ser a principal ferramenta utilizada para a gestão de informações de todas as atividades básicas nas unidades de ensino do estado. Através da portaria de 18 de novembro de 2013 que dispõe sobre a utilização obrigatória do Sistema Integrado de Administração das Escolas Públicas SIAEP do Sistema Público Estadual de Ensino do Estado do Maranhão. 8.5 COMPETÊNCIAS DO GESTOR ESCOLAR Elaborar o Plano de Trabalho Anual (PTA) em parceria com o Colegiado Escolar; Coordenar e participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola; Promover ações formativas para o pessoal técnico, administrativo e pedagógico da escola na valorização das competências e troca de conhecimentos; Acompanhar e propor medidas de controle para orientação e correção das taxas de reprovação, abandono, infrequência e similares de modo a formar competências pedagógicas de sucesso; Encerrar, em conjunto com o secretário do estabelecimento de ensino, as 81

82 atas dos trabalhos realizados durante o ano letivo, encaminhando-as ao setor competente; Apoiar e supervisionar a organização de grupos discentes em grêmio, conselho de classe, com vistas ao exercício da cidadania e ampla melhoria da escola; Responder, legalmente, perante os órgãos públicos competentes, pelo funcionamento da Unidade de Ensino; Conhecer a legislação educacional e de ensino, as normas emitidas pela Secretaria de Educação e o Regimento Escolar interno, assegurando seu cumprimento; Divulgar os objetivos e metas da escola, assim como acompanhar o desempenho dos alunos e apresentar os resultados à comunidade escolar; Monitorar os registros de frequência, conteúdos programáticos e notas no Sistema de Administração das Escolas Públicas SIAEP, planejando intervenções pedagógicas a partir da análise dos relatórios emitidos pelo sistema; Planejar, controlar, acompanhar e avaliar, junto com o Colegiado Escolar e a Caixa Escolar, a administração dos recursos financeirose o controle fiscal; Prestar contas dos recursos financeiros à comunidade escolar. 8.6 AVALIAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR O processo de avaliação da gestão escolar será realizado por meio de acompanhamento sistemático visando o cumprimento das metas especificadas do contrato de gestão, cabendo ao gestor/a prestar contas, ao final de cada ano, de acordo com o Decreto nº , de 02 de janeiro de 2015, art. 30. O gestor deverá apresentar ao final de cada ano de sua gestão relatório apontando o cumprimento das metas estabelecidas no contrato de gestão. 82

83 9. PROGRAMAS E PROJETOS 9.1 PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PNAIC O que é? Compromisso formal e assumido pelo governo federal, Distrito Federal, Estados, Municípios e sociedade,cujo objetivo é garantir que todos os estudantes dos sistemas públicos de ensino estejam alfabetizados até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental Objetivo: Alfabetizar em Língua Portuguesa e Matemática, até o 3º ano do Ensino Fundamental, de todas as crianças das escolas municipais e estaduais, urbanas e rurais, brasileiras Abrangência: O PNAIC atenderá todos os professores/as alfabetizadores do 1º, 2º, 3º ano e também as classes multietapa e multisseriadas dos sistemas estadual e municipal, que aderiram ao Pacto Histórico da Implantação O PNAIC, foi criado através da Portaria Nº 867, de 4 de Julho de 2012, que Institui o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Em seu Artigo 1º a portaria diz: Fica instituído o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, pelo qual o Ministério da Educação (MEC) e as Secretarias Estaduais, Distrital e Municipais de Educação reafirmam e ampliam o compromisso previsto no Decreto nº 6.094, de 24 de abril de 2007, de alfabetizar as crianças até, no máximo, os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental. O Pacto pela Alfabetização na Idade Certa apoia-se em quatro eixos de atuação: 1. Formação continuada presencial para professores/as alfabetizadores e seus orientadores de estudo; 2. Materiais didáticos, obras literárias, obras de apoio pedagógico, jogos e tecnologias educacionais; 83

84 3. Avaliações sistemáticas; 4. Gestão, controle e mobilização. As ações formativas iniciaram-se em 2013, com foco na linguagem, em 2014 o foco principal da formação foi em alfabetização matemática. Em 2015 e 2016 vai abordar as demais áreas do conhecimento de forma integrada,com o objetivo de promover a educação integral das crianças. 9.2 PACTO NACIONAL DE FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO Constitui-se em um programa que tem como objetivo promover a formação continuada dos professores/as e coordenadores/as pedagógicos que atuam no Ensino Médio do sistema estadual de ensino, nas áreas urbanas e rurais, em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica Legislação: Portaria nº 140, de 22/11/2013; Institui o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e define suas diretrizes gerais, forma, condições e critérios para a concessão de bolsas de estudo e pesquisa no âmbito do ensino médio público, nas redes estaduais e distrital de educação. Resolução CD/FNDE nº 51, de 11/12/2013; Público-alvo: Função que exerce: Docente (professor/a responsável pela regência de classe) ou Coordenador Pedagógico em efetivo exercício em

85 Etapa da Educação Básica em que atua: Ensino Médio (Médio, Integrado e Normal/Magistério); Modalidades da Educação Básica em que atua: Educação de Jovens de Adultos, Especial, do Campo, Escolar Indígena, Escolar Quilombola e de pessoas em regime de acolhimento ou internação e em regime de privação de liberdade. 9.3 MODALIDADES E DIVERSIDADES EDUCACIONAIS Programa Sala de Recursos Multifuncionais: As Salas de Recursos Multifuncionais constituem-se em espaços para a oferta do Atendimento Educacional Especializado AEE, complementar e/ou suplementar de natureza pedagógica, que utiliza recursos educacionais específicos e adequados às necessidades dos alunos público alvo da educação especial Programa Escola Acessível: Disponibiliza recursos para ações de acessibilidade nas escolas públicas, promovendo o pleno acesso e a participação das pessoas com deficiência nos ambientes escolares Programa BPC na Escola: O Programa de Acompanhamento e Monitoramento do Acesso e Permanência na Escola dos Beneficiários do Benefício da Prestação Continuada da Assistência Social BPC com Deficiência, na faixa etária de zero a dezoito anos, é uma ação interministerial envolvendo a educação, a saúde, a assistência social e os direitos humanos, cujo objetivo é promover a inclusão escolar destes beneficiários Projeto Livro Acessível: Objetiva promover a acessibilidade no âmbito dos Programas do Livro MEC/FNDE, assegurando a estudantes com deficiência visual matriculados em escolas públicas da educação básica, livros didáticos e paradidáticos no formato Braille, a estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental e no formato digital acessível (Mecdaisy) com complementos em Braille a estudantes dos anos finais do ensino fundamental e médio. 85

86 9.3.5 Programa Nacional de Inclusão de Jovens - PROJOVEM CAMPO - SABERES DA TERRA: Tem o propósito de oferecer qualificação profissional e escolarização aos jovens agricultores familiares de 18 a 29 anos que não concluíram o ensino fundamental. O programa visa ampliar o acesso e a qualidade da educação a essa parcela da população historicamente excluídas do processo educacional, respeitando as características, necessidades e pluralidade de gênero, étnico-racial, cultural, geracional, política, econômica, territorial e produtivas dos povos do campo Programa Nacional de Inclusão de Jovens - PROJOVEM URBANO: Objetiva a elevação da escolaridade de jovens de 18 a 29 anos, visando à conclusão do ensino fundamental, à qualificação profissional e ao exercício da cidadania, por meio da oferta de curso com 18 meses de duração Programa Nacional do Livro Didático PNLD CAMPO: Possui o objetivo de produzir e disseminar materiais didáticos específicos para os estudantes e professores/as do campo e quilombolas, que permitam o desenvolvimento do ensino e da aprendizagem de forma contextualizada, em consonância com os princípios da política e das Diretrizes Operacionais da Educação do Campo na Educação Básica e das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola Programa Nacional Biblioteca da Escola PNBE TEMÁTICO: Pretende atender às escolas da rede pública de ensino, com obras de referência que ampliem a compreensão de professores/as e estudantes sobre as temáticas da diversidade, inclusão e cidadania e atendam ao desafio de promover o desenvolvimento de valores, práticas e interações sociais Programa Mais Educação Campo: Objetiva contribuir para a estruturação da proposta de educação integral nas escolas do campo e quilombolas, por meio da disponibilização de recursos específicos para a ampliação da jornada escolar, integrando atividades de 86

87 acompanhamento pedagógico e enriquecimento curricular nas diversas áreas do conhecimento Programa de Apoio à Formação de Licenciatura em Educação do Campo/PROCAMPO: Oferta cursos de graduação em regime de alternância, por meio das instituições públicas de ensino superior, que habilitam para a docência por área de conhecimento nos anos finais do ensino fundamental e ensino médio, nas escolas do campo e quilombolas Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade: Objetiva a formação continuada de gestores/as e educadores/as para o desenvolvimento de sistemas educacionais inclusivos, voltados à valorização da diversidade, dos direitos humanos, da inclusão e da sustentabilidade socioambiental Programa Brasil Alfabetizado: Objetiva o enfrentamento do analfabetismo mediante adequação do processo educativo, contemplando a diversidade regional, étnico-racial, cultural, de gênero, de deficiência, entre outras, assegurando o desenvolvimento de práticas pedagógicas diferenciadas Programa Caminho da Escola: Visa apoiar, por meio da ação Transporte Escolar, os sistemas de ensino para a garantia de transporte dos estudantes quilombolas e do campo, com o menor tempo possível no percurso residência-escola, respeitando as especificidades geográficas e culturais e os limites de idade dos estudantes Programa Rede de Educação para Diversidade: Oferta cursos de formação continuada via IES para professores da rede pública da educação básica em oito áreas da diversidade: relações étnico-raciais, gênero e diversidade, formação de tutores, jovens e adultos, educação do campo, educação integral e integrada, ambiental e diversidade e cidadania. 87

88 Programa Dinheiro Direto na Escola - PDDE CAMPO: Ação que destina recursos financeiros de custeio e de capital às escolas públicas localizadas no campo e em comunidades quilombolas, que tenham estudantes matriculados na educação básica, a fim de propiciar adequação e benfeitoria na infraestrutura física dessas unidades, necessárias à realização de atividades educativas e pedagógicas voltadas à melhoria da qualidade do ensino PDDE Escolas Sustentáveis: Ação que viabiliza a destinação de recursos financeiros às escolas públicas, a fim de promover a sustentabilidade ambiental nas unidades escolares PDDE Água e Esgotamento Sanitário: Destina recursos financeiros de custeio e de capital às escolas do campo e quilombolas, garantindo as adequações necessárias ao abastecimento de água em condições apropriadas para consumo e o esgotamento sanitário nas unidades escolares que tenham declarado no Censo a inexistência de abastecimento de água ou de esgotamento sanitário e ainda não tenham sido beneficiadas com essa assistência pecuniária Escola da Terra: Ação cujo propósito é promover a melhoria das condições de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes do campo e quilombolas, em suas comunidades, por meio do apoio à formação de professores/as que atuam em turmas multisseriadas dos anos iniciais do ensino fundamental e escolas quilombolas, fortalecendo a escola como espaço de vivência social e cultural Construção de Escolas: Ação que objetiva apoiar técnica e financeiramente a melhoria das condições de infraestrutura das escolas, atendendo as necessidades da educação do campo e quilombola para a oferta de atividades pedagógicas, profissionalizantes, esportivas, culturais, de horta escolar, alojamentos para professores/as e educandos e espaço para a educação infantil. 88

89 Inclusão Digital: Ação que busca promover a inclusão digital e o uso pedagógico da informática nas escolas do campo e escolas quilombolas, disponibilizando computadores, recursos digitais e conteúdos educacionais Luz para Todos: Ação que visa garantir o fornecimento de energia elétrica às escolas, em articulação com o Programa Luz para Todos. 9.4 DIRETRIZES GERAIS: 1. A inclusão do nome social de travestis e transexuais nos registros internos das instituições de ensino ocorrerá na forma determinada pela Resolução nº 242/2010 CEE MA. 2. As escolas que possuem livros novos com triênio vencido deverão disponibilizá-los aos estudantes como material de pesquisa ou doá-los à escola comunitária. 3. As escolas que possuem livros usados fora do triênio poderão doá-los para empresas de reciclagem, conforme Portaria nº 382/ As atas de resultados finais das avaliações dos estudantes deverão entregues à Supervisão de Inspeção Escolar até três meses após o término do ano letivo. 5. Encaminhar à Supervisão de Inspeção Escolar solicitação de renovação de reconhecimento dos cursos existentes e a criação de novos cursos. 89

90 10 ORIENTAÇÕES CURRICULARES A SEDUC, como instituição mantedora da política pública de educação do sistema de ensino estadual, vem desenvolvendo um conjunto de ações articuladas entre os seus setores, no sentido de garantir maior proximidade da Administração Central/SEDUC com as UREs e Escolas em uma gestão participativa. O Caderno de Orientações para o ano letivo de 2015 deve subsidiar a equipe pedagógica e docente das escolas na gestão do ensino, organização administrativa escolar, estruturação dos horários escolares, elaboração do plano de ensino e do plano de atividade docente no alinhamento com as Diretrizes Curriculares do sistema estadual de ensino. As Diretrizes Curriculares do Sistema Estadual de Ensino do Maranhão se fundamentam no direito à aprendizagem, conforme asseguram as legislações nacionais e estaduais, primam pela garantia de acesso, permanência e sucesso escolar, premissas à organização do trabalho da escola, pois o processo de escolarização deve estar comprometido com o desenvolvimento social, político, econômico e cultural da população maranhense. Logo o planejamento é uma etapa decisiva para efetivação das aprendizagens curriculares. Todo professor/a deve estar atento a esta etapa, atribuindo-lhe importância e atenção no sentido de orientar sua prática pedagógica, no trato com as áreas de conhecimento e disciplinas, numa perspectiva interdisciplinar e transdisciplinar. Este caderno visa então, subsidiar as práticas de planejamento da escola, considerando os padrões básicos de ensino, definidos nas Diretrizes Curriculares PLANEJAMENTO DOCENTE Na rede estadual de ensino o planejamento docente é obrigatório e envolve o Plano Anual de Ensino e o Plano de Atividade Docente (plano de aula) na organização curricular da escola Plano Anual de Ensino: Os planos de ensino devem ser organizados por disciplina e ano escolar, devendo conter os elementos essenciais à organização operacional do 90

91 processo de aprendizagem e de ensino em cada período do ano letivo: aprendizagens esperadas; conteúdos a serem trabalhados; metodologias de ensino; formas de avaliação e instrumentos Plano de Atividade Docente (Aula): Os planos de aula devem orientar o professor/a na prática pedagógica diária, observando no método de ensino a aprendizagem esperada, a problematização inerente à prática social dos alunos/as, a instrumentalização que compreende o conteúdo, procedimentos metodológicos e recursos necessários no desenvolvimento da aula e ainda, a avaliação da aprendizagem no que tange à forma e instrumentos avaliativos. Orienta-se que o Plano Anual de Ensino e consequentemente, o Plano de Aula, devam ser elaborados por área de conhecimento. Isso demanda uma reorganização escolar, com vistas à definição de reuniões de planejamento por área ORGANIZAÇÃO DO HORÁRIO ESCOLAR A organização do horário escolar deve ser feita considerando a necessidade do planejamento por área de conhecimento. As horas-atividades dos professores/as de uma mesma área devem coincidir de forma que os professores/as estejam livres para planejarem conjuntamente por área. No horário escolar deve constar a indicação das horas de planejamento com as siglas: PEH (Planejamento Escolar Área de Humanas) PEC (Planejamento Escolar Área de Ciências) PEM (Planejamento Escolar Área de Matemática) PEL (Planejamento Escolar Área de Linguagens) EXEMPLO: HORA/DIAS SEGUNDA-FEIRA 1º HORÁRIO MTM 2º HORÁRIO LP 3º HORÁRIO MAT 4º HORÁRIO PEH* 5º HORÁRIO PEH* 6º HORÁRIO PEH* *Idem para PEC, PEM e PEL 91

92 Considerando as horas-atividades que o/a professor/a tem para planejamento, formação continuada e outras atividades inerentes ao magistério, orienta-se que, no mínimo, cada área curricular tenha 4 horários de aula disponível para planejamento. A organização dos conteúdos escolares em áreas do conhecimento indica a intencionalidade em promover a construção de determinadas competências na formação dos alunos, de acordo com o objeto específico. Isto significa dizer que o conjunto de aprendizagens consolidadas é responsável pelo desenvolvimento das competências da área ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A orientação das legislações atuais estabelece que a organização curricular deve ser constituída de uma base nacional comum e uma parte diversificada compondo um todo integrado. A organização curricular por áreas do conhecimento aparece como ponto comum nas legislações e, como tal, devem receber tratamento metodológico com ênfase na contextualização e na interdisciplinaridade ou outras formas de interação e articulação entre diferentes campos de saberes específicos ( 1º, p.03, Resolução Nº 002/2012-CEB/CNE). Essa forma de organização não exclui, nem dilui os componentes disciplinares com seus objetos específicos e seus saberes particulares, mas alerta para a integração e o fortalecimento das relações entre eles. A Diretriz Curricular do Estado define a organização do trabalho pedagógico no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, a partir de quatro áreas do conhecimento, desdobradas em disciplinas, a saber: a) Linguagem, Códigos e Suas Tecnologias Língua Portuguesa, Arte, Educação Física e Língua Estrangeira Moderna; b) Matemática e suas Tecnologias - Matemática; c) Ciências Naturais e suas Tecnologias Biologia, Química, Física e ciências; d) Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia, História, Sociologia e Filosofia. As disciplinas expressam, de forma explícita e objetiva, a quantidade e a qualidade do que deve ser aprendido e do que deve ser ensinando nas escolas, 92

93 possibilitando com isso, que o trabalho pedagógico, se dê de forma interdisciplinar e transversal. No trabalho pedagógico com as disciplinas devem ser inseridos os temas sociais, pois, explicitam em suas ementas um conjunto de conceitos, objetivos, procedimentos, atitudes, valores e critérios de avaliação e orientações didáticas a serem ensinados e aprendidos na escola. Disciplinas e temas devem subsidiar os planos do trabalho docente. Porém, o professor precisa ter clareza dos objetivos que quer alcançar e formular, bem como, as etapas do trabalho pedagógico para garantir o equilíbrio e a coerência interna das inter-relações entre os objetos de conhecimento temático e os objetos de conhecimento disciplinares. A Diretriz Curricular do Estado tem como premissa que o nosso sistema de ensino tenha unidade, equidade e qualidade. Em 2014 iniciamos uma série de formações por área e foi constatado que no sistema estadual os conhecimentos nas disciplinas são trabalhados de forma bem dispersa no que se refere ao conjunto de professores. Logo, esta ORGANIZAÇÃO CURRICULAR POR ANO DO ENSINO MÉDIO, surge como elemento balizador do currículo na rede. Neste documento vem sendo exposto por disciplina e ano do Ensino Médio o OBJETO DE ESTUDO, CONTEÚDOS ESTRUTURANTES, CONTEÚDOS BÁSICOS, MODELO DE PLANO ANUAL DE ENSINO do 1º, 2º e 3º ano de ensino médio e o PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE por disciplina. Vale ressaltar que na construção deste trabalho foram considerados os Referenciais Nacionais, o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, e outras referências bibliográficas e normativas. As aprendizagens e conteúdos por ano estão apresentadas dentro de um Plano de Ensino Anual com exemplos de planos de atividade (aula), contendo sugestões metodológicas e de avaliação da aprendizagem, para que o professor/a veja a aplicabilidade das Diretrizes Curriculares no Planejamento. Os planos foram construídos por professores/as parceiros do nosso sistema estadual, lotados nas escolas e na Supervisão de Currículo da SEDUC. É um material riquíssimo e dá suporte ao ensino, cabendo ao professor da escola analisar e construir seu próprio material de planejamento anual dentro da estrutura definida nas Diretrizes Curriculares. Tal orientação curricular sai em primeira mão para professores/as de ensino médio, estando as orientações para o ensino fundamental em fase de 93

94 revisão. Assim que tudo estiver concluído teremos orientações para toda a educação básica, que será divulgada no sistema de ensino, nos meios de comunicação e trabalhadas nas formações docentes que já estão previstas. A partir do momento que esse material chega às escolas, contamos com a participação de todos para enriquece-lo e nos encaminhar sugestões, o currículo é vivo e dinâmico, ninguém pode contê-lo ou aprisioná-lo, entre em contato 94

95 OBJETO DE ESTUDO Comunicação oral e escrita leitura, compreensão, interpretação e produção textual CONTEÚDOS ESTRUTURANTES O texto nos processos de compreensão e produção Conhecimentos gramaticais e análise linguística O texto literário (constituição do imaginário coletivo nas produções literárias Gêneros digitais LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDOS ESTRUTURANTES O texto, processos de compreensão e produção; Conhecimentos gramaticais e análise linguística; O texto literário (constituição do imaginário coletivo nas produções literárias); Gêneros digitais. SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Gêneros textuais; Oralidade e escrita; Condições de produção e recepção de textos orais e escritos; Dimensão gramatical do texto: elementos das situações de produção e compreensão de texto; Dimensão formal do texto: recursos e mecanismos de estruturação formal dos textos; Elementos linguísticos que constituem a estruturação de um texto; Dimensão semântica: coesão e coerência textuais; Variação linguística; Relação de sentido: comparação, inferência, antecipação, intertextualidade e extrapolação; Identidade cultural; Paráfrase, paródia, citação, plágio, colagem e caricatura. Mecanismos de coesão textual (sequência e referenciação) Recursos do padrão escrito na organização textual (paragrafação, periodização, pontuação e sinais gráficos); Recursos do sistema verbal (emprego de categorias e relações gramaticais); Aspectos morfossintáticos, fonéticos, estilísticos e suas interações; Significação de palavras. Texto literário e não literário; denotação e conotação; figuras de estilo; Relações existentes entre língua, cultura e arte literária; Conceito e função da literatura; Gêneros literários: épico, lírico e dramático; Elementos constitutivos da organização interna dos gêneros literários: poemas, romances, contos, novelas, teatro; estilos de época e escolas literárias; Leitura de obras literárias de autores lusófonos e brasileiros. Tecnologia da comunicação e informação; impacto e função social; intertextualidade, hipertextualidade; Relações entre textos; textos eletrônicos; modelo hipertextual de construção do texto eletrônico; O hipertexto com sua configuração multidimensional e aberta; construção do texto eletrônico e a utilização dos recursos das tecnologias de informação e comunicação. 95

96 PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA PORTUGUESA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º Utilizar a Língua Portuguesa para a compreensão e produção de textos orais e escritos, tendo em vista a prática social. -Analisar e aplicar os recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos observando a natureza, função, organização e estrutura. - Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens; -entender os princípios, a natureza, a função e o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na vida pessoal e social.; - Refletir sobre as formas de constituição do imaginário nas produções literárias. - Identificar nos textos lidos os que apresentam finalidade artística, estabelecendo diferença entre eles e os textos informativos e científicos. As sequências discursivas e os gêneros textuais; - elementos linguísticos que constituem a estrutura do texto; - Oralidade e escrita; Funções da linguagem e variedade linguística; -dimensão semântica; - coesão e coerência textual. -recursos do padrão escrito e organização textual. -Relação entre produção literária e seus contextos; -procedimentos e construção e recepção de textos; -figuras de estilo; -conceito e função da literatura; - linguagem denotativa e conotativa; - texto literário e não literário; - tecnologia da comunicação. Orientação para pesquisas sobre assuntos abordados em sala; -Atividade de leitura e interpretação de textos; -Pratica de oralidade e escrita; -Organização de seminário e exposição oral. Debates argumentativos com os alunos; - Produção textual - Seminários com orientação prévia. Analisar o nível de compreensão de textos, utilizando diversos instrumentos; Observar na produção escrita o desenvolvimento de ideias no formato redacional. Analisar o nível de compreensão de textos, utilizando diversos instrumentos; Observar na produção escrita o imaginário nas produções literárias. -Atividades individuais e em grupo; - Organização de painéis; - prova objetiva; - elaboração de relatórios; - produção textual. - Seminário - observação; - registro em fichas; - debates; - prova objetiva; - produção textual. 96

97 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS 3º 4º Utilizar os conhecimentos do sistema linguístico e funcionamento da linguagem verbal para mobilizar os recursos expressivos nas práticas de produção de textos orais e escritos; -Distinguir os textos produzidos com finalidade artística e os de intenção informativa; -Identificar nos textos literários as características próprias a que estão ligados. - Usar os conhecimentos sobre o sistema linguístico e funcionamento da linguagem verbal por meio da reflexão sobre a língua para mobilizar recursos expressivos nas práticas de compreensão de textos orais e escritos; -Reconhecer os gêneros literários identificando as diferenças entre eles; - Entender a função e o impacto das tecnologias; - Compreender a função e o uso dos gêneros digitais nos processo de comunicação e informação. -Gêneros literários; -estilos de época; -escolas literárias; -movimentos literários no Brasil; -aspectos linguísticos em diferentes textos; -ortografia; -morfossintaxe; -O texto literário típico da cultura de massa, o suporte textual em gêneros digitais. - Estilos de época; - Aspectos morfossintáticos, fonéticos, estilísticos e suas interações; - Paráfrase, paródia, citação, plágio, colagem e caricatura; - Leitura de obras literárias de autores brasileiros; -Intertextualidade, hipertextualidade; - Relações entre textos; - Textos eletrônicos. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Orientação para pesquisas sobre assuntos abordados em sala; -Atividade de leitura e interpretação de textos; -Pratica de oralidade e escrita. - Organização de seminário e exposição oral - apresentação de estudo de obras literárias por meio de práticas culturais e organização de seminário; - análise linguística em vários textos. - Elaboração e exposição de textos eletrônicos; - Atividade prática em laboratório de informática para produção de textos com plágio, colagem e caricatura.; - Organização de oficinas literárias. FORMA Analisar o nível de compreensão de textos, utilizando diversos instrumentos; Observar na produção escrita o desenvolvimento de ideias enfocando os recursos expressivos. - Análise sobre as reflexões que os aluno/as fazem ao interpretar e criar textos; -Mobilidade que tem na utilização de recursos expressivos trabalhados no ano; - Distinção entre diferentes tipos de textos sabendo destingi-los convenientemente; - Observar o desenvolvimento textual dos alunos no que se refere a forma e conteúdo das produções. INSTRUMENTOS - Atividades individuais e em grupo; -Produções individuais. - Auto avaliação; - Organização de painéis; - seminário - registro em fichas; - prova objetiva; - produção textual. - Atividades individuais e em grupo - registro em fichas; -prova objetiva; - produção textual. 97

98 PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA PORTUGUESA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º Utilizar a Língua Portuguesa para compreensão e produção de textos orais e escritos, tendo em vista a prática social, considerando as condições de produção dos discursos. Os gêneros textuais no sistema de comunicação e informação; Estruturas narrativas, descritivas e dissertativas; Leitura e compreensão de textos nos gêneros: épico, lírico e narrativo; Produção escrita e oral de textos literários, jornalísticos, e técnico científicos; Produção de Textos Oficiais (carta, oficio, requerimento e relatório) e empresariais; Leitura e produção de textos gráficos e figurativos; Dimensões pragmáticas, semântica e formal dos textos; Emprego dos recursos discursivos, semânticos e formais adequados aos textos produzidos. Propor situações problema levantando dados da realidade vivenciada pelos alunos nas suas práticas sociais relacionando-os com o assunto abordado; Exposição dialogada; Leitura e análise de diferentes textos; Produção de textos orais e escritos; Organização de trabalho em grupo; Organização de Mural com textos produzidos em sala; Estudo em grupo dos elementos de coesão em textos selecionados; Trabalho em grupo para elaboração de frases utilizando o WhatsAppcom base em um tema estudado; Levantamento de situações sociais e urbanas e produção de cartas e /ou requerimento para um destinatário real. Apresentação de trabalhos orais e escrito; Observação de desempenho individual e em grupo; Aplicação de avaliação escrita; Registro de dados referentes aos trabalhos dos alunos/as; Organização e apresentação de Mural; Produção de cartas e/ou requerimentos. Textos poéticos, narrativos, descritivos e dissertativos. Ficha de registros Avaliação escrita Apresentação oral de trabalhos. Cartas e requerimentos. 98

99 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA APRENDIZAGENS PROCEDIMENTOS PERÍODO CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS METODOLÓGICOS 2º 3º Analisar, interpretar os recursos expressivos da linguagem, observando textos e seus contextos, bem como refletir sobre as formas de constituição do imaginário coletivo nas produções literárias. Utilizar os conhecimentos sobre o sistema linguístico tendo em vista o funcionamento da linguagem verbal nas práticas de compreensão e produção de textos orais e escritos. - Relações entre o contexto histórico e a produção literária; Movimentos literários no Brasil; - Concepções artísticas e construção de texto literário no gênero lírico, épico e narrativo; - Elementos formais da narrativa em contos, romances e novelas; - Recursos expressivos e estruturais do texto literário. Autores e obras da literatura brasileira. Análise dos recursos expressivos da linguagem tendo em vista as sequências textuais dos seus diferentes gêneros e marcas linguísticas; Análise dos enunciados textuais a partir da estruturação da língua: fonético, morfológico, sintático e semântico; Estrutura e organização textual: elementos de coesão e de coerência; Morfossintaxe: sintaxe de concordância e de regência; Ortografia e fonologia. - Propor situações problema levantando dados da realidade vivenciada pelos alunos nas suas práticas sociais relacionando-os com o assunto abordado; - Orientação de leitura e análises de obras literárias; Exposição dialogada; - Orientação de pesquisas sobre os movimentos literários no Brasil; - Organização de seminário; Elaboração de sínteses de estudo; - Organização de Seminários sobre as escolas literárias, características e autores. Propor situações problema levantando dados da realidade vivenciada pelos alunos/as nas suas práticas sociais relacionando-os com o assunto abordado; Orientações para produção e leitura de texto com vistas a aplicação dos recursos linguísticos; Orientação de pesquisas sobre os elementos de coesão e aplicação destes; Exposição dialogada; Trabalho em grupo para estudo de texto com foco nos sinais de pontuação e acentuação gráfica. Observação do nível de compreensão dos alunos/as; Apresentação de trabalhos escritos e orais; Produção de trabalhos individuais e em grupo; Elaboração de resenhas de obras literárias; Organização de seminários. Apresentação de trabalhos escritos e orais; Observação de trabalho em grupo; Auto avaliação; Observação em sala do nível de oralidade e escrita; Análise de textos observando o uso dos elementos de coesão; Elaboração de textos de diferentes gêneros; Produção de textos em grupo e organização de painel para apresentação; Relatório em grupo; Resenhas; Provas escritas; Textos lírico e narrativo. Relatório em grupo. Provas escritas; Ficha de Registros; Textos narrativos e dissertativos; Resenha; Painel. 99

100 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA APRENDIZAGENS PROCEDIMENTOS PERÍODO CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS METODOLÓGICOS 4º Entender os princípios, a natureza e a função das tecnologias da comunicação e informação na vida social e pessoal e seu uso nas práticas sociais. O suporte textual em gênero digital. A caracterização dos interlocutores na comunicação tecnológica; Os recursos linguísticos e os gêneros digitais; Textos eletrônicos: homepage, diálogo em chats, , blogs e whatsapp; A função social das novas tecnologias; Intertextualidade, hipertextualidade e apropriações discursivas textuais. Propor situações problema levantando dados da realidade vivenciada pelos alunos/as nas suas práticas sociais relacionando-os com o assunto abordado; Introduzir os alunos/as na cultura digital preparando-os para o uso do computador e da linguagem digital; Utilização de laboratório de informática; Exposição dialogada; Uso do computador nas práticas sociais. - Produção de textos eletrônicos e organização de trabalho; - Observação de trabalho em grupo; - Auto avaliação; - Observação em sala do uso das tecnologias; - Elaboração de sínteses de estudo. Relatório em grupo; Provas escritas; Tabelas e gráficos digitais; Textos eletrônicos. PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA PORTUGUESA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA APRENDIZAGENS PROCEDIMENTOS PERÍODO CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS METODOLÓGICOS 1º Utilizar os conhecimentos sobre o sistema linguístico tendo em vista o funcionamento da linguagem verbal nas práticas de compreensão e produção de textos orais e escritos. Linguagem e interação social; Práticas de uso da língua com foco nas funções da linguagem; Organização e composição de textos nos diferentes gêneros; Estudo de textos literários, jornalísticos e científicos; Situações sociais de uso dos textos nos diferentes gêneros; Estrutura e organização, textual, elementos de coesão e coerência; Morfossintaxe. Propor situações problema levantando dados da realidade vivenciada pelos alunos/as nas suas práticas sociais relacionando-os com o assunto abordado; Exposição dialogada; Leitura e análise de textos; Roda de leitura; Orientação para elaboração de síntese pelos alunos; Pesquisa em jornais e revistas e apresentação oral sobre os textos lidos. Apresentação de trabalhos escritos e orais; Auto avaliação; Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupo; Realização de debates com foco nos assuntos pesquisados em jornais e revistas. Relatório em grupo; Seminário; Provas escritas; Ficha de Registro Resenha sobre de textos lidos; Debates. 100

101 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA APRENDIZAGENS PROCEDIMENTOS PERÍODO CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS METODOLÓGICOS 2º 3º Analisar, interpretar os recursos expressivos da linguagem, observando textos e seus contextos, bem como refletir sobre as formas de constituição do imaginário coletivo nas produções literárias Utilizar os conhecimentos sobre o sistema linguístico tendo em vista o funcionamento da linguagem verbal nas práticas de compreensão e produção de textos orais e escritos. Estudo comparativo explorando as características das escolas literárias: Romantismo, Realismo, Naturalismo, Parnasianismo e simbolismo; Estudo de textos da literatura brasileira com foco nos autores modernistas e pós- modernistas; Concepções artísticas e construção de textos literários observando o uso das figuras de estilo; Fruição, apreciação e reflexão sobre o texto literário. Organização e composição de textos nos diferentes gêneros; Estudo de textos literários, jornalísticos e científicos; Situações sociais de uso dos textos nos diferentes gêneros; Linguagem e interação social; Práticas de uso da língua com foco nas funções da linguagem; Estrutura e organização textual, elementos de coesão e coerência; Morfossintaxe. Propor situações problema levantando dados da realidade vivenciada pelos alunos nas suas práticas sociais relacionando-os com o assunto abordado; Exposição dialogada; Leitura e análise de texto literário em prosa; Leitura e interpretação de textos poéticos; Roda de leitura; Orientação para elaboração de síntese; Organização de Sarau Literário e Recital de Poesia. Propor situações problema levantando dados da realidade vivenciada pelos alunos nas suas práticas sociais relacionando-os com o assunto abordado; Exposição dialogada; Leitura e análise de textos; Roda de leitura; Orientação para elaboração de síntese pelos alunos/as. Apresentação de trabalhos escritos e orais; Observação de trabalho em grupo; Auto avaliação; Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupo; Elaboração de manual de produções literárias; Realização de Sarau e Recital. Apresentação de trabalhos escritos e orais; Observação de trabalho em grupo; Auto avaliação; Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupo; Exposição de textos. Relatório em grupo; Provas escritas; Ficha de Registros; Resenha sobre textos literárias; Manual; Sarau e Recital. Relatório em grupo; Seminário; Provas escritas; Ficha de observação; Resenha sobre textos literárias; Painel. 101

102 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: LINGUA PORTUGUESA APRENDIZAGENS PROCEDIMENTOS PERÍODO CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS METODOLÓGICOS 4º Compreender os princípio e as funções das tecnologias e seu uso nas práticas sociais. O suporte textual em gêneros digitais; Os recursos linguísticos e gêneros digitais; A função social das novas tecnologias; Intertextualidade, hipertextualidade e apropriações discursivas textuais; Textos eletrônicos; Recursos e mecanismos verbais, gráficos e figurativos de construção do hipertexto eletrônico; Mecanismo do texto eletrônico considerando as múltiplas possibilidades de produção de sentido em função do seu suporte. Propor situações problema levantando dados da realidade vivenciada pelos alunos nas suas práticas sociais relacionando-os com o assunto abordado; Atividades de análise de texto eletrônico; Elaboração de textos eletrônicos; Criação de blogs e, ou whatsapp para mediação entre professor/a e aluno/a. Aplicação de atividades com uso do computador. Auto avaliação; Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupo; Realização de processos interativos sobre assuntos estudados em sala; Elaboração de paráfrase, paródia e rap; Diálogo em chats Elaboração de textos gráficos: tabela, imagem e charge. Relatório em grupo; Provas escritas; Ficha de Registros Portfólio; Exercícios eletrônicos. 102

103 APRENDIZAGEM ESPERADA Identificar nos textos lidos os que apresentam finalidade artística, estabelecendo diferença entre eles e os textos informativos e científicos. PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE - LÍNGUA PORTUGUESA PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) Sondagem junto aos alunos/as sobre a situação do uso da água no cotidiano; A água é importante para a sua vida? Como é o abastecimento de água na sua casa? O que você sabe sobre a crise da água no mundo? No Brasil? No nosso Estado? Nosso Município? No seu bairro? Você conhece textos que falam sobre esse problema? INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS Tipologia textual: Texto literário e não literário. Pesquisa orientada sobre a problemática da água, segundo o texto literário (música Planeta Água de Guilherme Arantes ), um texto jornalístico e um cientifico; Dividir a turma em grupo e distribuir textos de gêneros diferentes sobre o tema água para leitura e levantamento de ideias fazendo comparação entre eles; Exposição oral pelo professor/a, dando informações precisas sobre texto literário, não literário, uso e importância deles nos contextos socioculturais e políticos. Textos; Papel sulfite; Papel pardo; Slides; Data show; Pinceis; Quadro. CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Organização de um painel extraindo textos de livros, jornais e revistas que apresentem as características de texto literário e não literário. O aluno/a deverá ser capaz de: caracterizar um texto literário e não literário; Identificar o que não pode faltar em um texto informativo ou científico; Produzir diferentes textos; 103

104 Planeta Água Guilherme Arantes Água que nasce na fonte serena do mundo E que abre um profundo grotão Água que faz inocente riacho E deságua na corrente do ribeirão Águas escuras dos rios Que levam a fertilidade ao sertão Águas que banham aldeias E matam a sede da população Águas que caem das pedras No véu das cascatas, ronco de trovão E depois dormem tranquilas No leito dos lagos Água dos igarapés Onde Iara, a mãe d'água É misteriosa canção Água que o sol evapora Pro céu vai embora Virar nuvens de algodão TEXTO 1 Gotas de água da chuva Alegre arco-íris sobre a plantação Gotas de água da chuva Tão tristes, são lágrimas na inundação Águas que movem moinhos São as mesmas águas que encharcam o chão E sempre voltam humildes Pro fundo da terra Pro fundo da terra Terra! Planeta Água Água que nasce na fonte serena do mundo E que abre um profundo grotão Água que faz inocente riacho E deságua na corrente do ribeirão Águas escuras dos rios Que levam a fertilidade ao sertão Águas que banham aldeias E matam a sede da população Águas que movem moinhos São as mesmas águas que encharcam o chão E sempre voltam humildes Pro fundo da terra Pro fundo da terra Terra! Planeta Água 104

105 TEXTO 2 A seca em São Paulo A maior seca apresentada nos últimos 80 anos em São Paulo está se agravando cada dia mais. Com a queda da Cantareira, 9,5 milhões de habitantes paulistas estão sendo reféns da falta de água. A população está sofrendo fortemente com o descaso hídrico, ou seja, acostumados com fortes chuvas os paulistas estão passando por necessidades, como é o caso de precisar economizar muita água para sua sobrevivência. A população que mais sofre com a falta de água, são as casas que possuem um grande número de crianças e adolescentes. Apesar desses últimos fatos ocorridos, os paulistas não perdem a esperança de nova reestruturação. Não se tem uma previsão para a normalização, porém, esperamos a regularização dessa seca que tanto atormenta a vida dos paulistas. Água TEXTO 3 Água é um elemento vital para a vida na terra. A água é um elemento composto por dois átomos de hidrogênio (H) e um de oxigênio (O), formando a molécula de H2O. É uma das substâncias mais abundantes em nosso planeta e pode ser encontrada em três estados físicos: sólido (geleiras), líquido (oceanos e rios), e gasoso (vapor d água na atmosfera). Aproximadamente 70% da superfície terrestre encontra-se coberta por água. No entanto, menos de 3% deste volume é de água doce, cuja maior parte está concentrada em geleiras (geleiras polares e neves das montanhas), restando uma pequena porcentagem de águas superficiais para as atividades humanas. A água está distribuída da seguinte forma no planeta Terra: - 97,5% da disponibilidade da água do mundo estão nos oceanos, ou seja, água salgada. - 2,5% de água doce e está distribuída da seguinte forma: - 29,7% aquíferos; - 68,9% calotas polares; - 0,5% rios e lagos; - 0,9% outros reservatórios (nuvens, vapor d água etc.). O Dia Mundial da Água foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, sendo comemorado no dia 22 de março. 105

106 OBJETO DE ESTUDO Conhecimentos estéticos e artísticos CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Elementos formais da Linguagem Visual Fundamentos compositivos da Linguagem Visual Movimentos e Períodos ARTE CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Elementos formais da linguagem visual, da dança, da música e do teatro; Fundamentos compositivos da linguagem visual, da dança, da música e do teatro; Movimentos e períodos da linguagem visual, da dança, da música e do teatro. ARTES VISUAIS Arte e linguagem, Ponto, Linha, Textura, Forma, Plano, Direção Tom, Escala, Cor, Superfície, Volume SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Bidimensional, Tridimensional, Equilíbrio e Tensão; Perspectiva, Estilização, Deformação, Figurativo, Nivelamento e Aguçamento;Ângulo de visão; Atração e Agrupamento; Positivo-Negativo (Relação Figura-Fundo); Composição plástica (Harmonia, Simetria e Compensação de massas).técnicas: desenho, fotografia, pintura, modelagem, história em quadrinhos, gravura, escultura, instalação, etc. Gêneros: paisagem, religioso, histórico, mitológico, natureza morta, etc. Arte na Pré-história;Arte Pré-colombiana; Arte oriental; Arte na Antiguidade; Arte Idade Média; Arte Moderna ; Arte no Brasil (indígena e afro); Pós Modernismo; Arte Contemporânea;Arte Contemporânea brasileira; Arte Urbana/intervenções artísticas; Arte no Maranhão; Arte e tecnologia. Artes Visuais e a Interculturalidade; Bienais de Arte. Patrimônio Cultural; Cinema contemporâneo mundial, nacional e maranhense. 106

107 TEATRO CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Elementos Formais da Linguagem do Teatro Fundamentos compositivos da Linguagem do Teatro Movimentos e Períodos SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Personagem Expressões corporais, vocais, gestuais e faciais Ação, Tempo, Espaço cênico Técnicas: monólogo, jogos teatrais, mímica, improvisação Direção, ensaio, teatro-fórum Níveis e movimentos no espaço cênico Construção dramatúrgica de um texto Relação palco e plateia, Encenação, Leitura dramática Gêneros: tragédia, comédia e drama/épico Caracterização, Cenografia, Figurino, Iluminação Direção, Produção Origens do teatro Teatro na Antiguidade, Teatro Medieval Teatro Moderno, Teatro Contemporâneo Teatro no Brasil e no Maranhão Teatro e tecnologia, Tendências contemporâneas na cena teatral Espetáculos Teatrais 107

108 DANÇA CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Elementos Formais da Linguagem da Dança Fundamentos compositivos da Linguagem da Dança Movimentos e Períodos SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Movimento corporal Tempo Espaço Kinesfera, Fluxo (livre e interrompido), Peso, Eixo Salto e queda, Giro, Rolamento, Ponto de apoio Movimentos articulares, Lento, rápido e moderado Aceleração e desaceleração, Níveis (alto, médio e baixo) Deslocamento (direto e indireto) Direções, Planos, Improvisação, Coreografia Gêneros: Espetáculo, Indústria, Cultural, Étnica, Folclórica, Populares,Circular, Salão, entre outras. Fluxo, Rápido e lento, Formação, Dimensões (pequeno e grande) Técnica: improvisação, Gênero: circular Dança Primitiva; Dança na Antiguidade; Danças na Idade Média; Dança Moderna; Dança Contemporânea; Dança contemporânea no Brasil; Dança e tecnologia; Danças folclóricas; Dança indígena e afro-brasileira; Danças Populares Brasileiras e maranhenses; Espetáculos de dança. 108

109 CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Elementos Formais da Linguagem da Música Fundamentos compositivos da Linguagem da Música Movimentos e Períodos MÚSICA Altura, Duração Timbre, Intensidade Notação musical Ritmo, Melodia, Harmonia Escalas: Modal, Tonal e fusão de ambos Gêneros: sacro, profano, étnico, folclórico, pop, etc. Técnicas: vocal, instrumental, Eletrônica, mista, etc. Improvisação, Pulsação, Forma, Textura Música na Pré-história; Música na Antiguidade; Música na idade Média; Música no Renascimento; Música Barroca; Classicismo; Romantismo; Modernismo; Música Contemporânea; Música contemporânea no Brasil; Música e tecnologia; Música indígena e afro-brasileira; Música popular brasileira e maranhense. SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS PLANO DE ENSINO ANUAL ARTE ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: ARTE PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS FORMA INSTRUMENTOS 1º Compreender a arte e suas funções; - Identificar os elementos pertencentes à linguagem visual de forma contextualizada e prática; - Apreciar as artes visuais como atividade cultural e artística. ARTES VISUAIS - Arte e funções; - Elementos formais da linguagem visual: Ponto, linha, textura, Forma, plano, direção,tom, escala, cor, superfície e volume. Exibição de vídeo - Aula expositiva e dialogada; -- Pranchas artísticas; - Visita a espaços culturais e artísticos; -- Sondagem e discussão; - Atividades oral, escrita e plástica. Atividades individuais e em grupos; - Pesquisa escrita; -Apresentação da pesquisa - Teste Individual. Portfólio do educando contendo todas as atividades desenvolvidas em sala de aula; - Prova objetiva. 109

110 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: ARTE PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 2º - Reconhecer as formas de expressões corporais em culturas variadas e suas possibilidades práticas; - Identificar os elementos que compõem a arte teatral da cultura brasileira, contextualizada a partir de suas influências indígenas e afro. - Apreciar o teatro como atividade cultural e artística. TEATRO O corpo e voz como elementos expressivos; - Espaço quanto possibilidade de criação e interação; - Elementos e objetos quanto possibilidades significativas de representação e transformação. Exibição de vídeo - Aula expositiva e dialogada; - Apreciar espetáculos de teatro; - Sondagem e discussão; -Atividade oral, escrita corporal/gestual. Atividades individuais e em grupos; - Pesquisa escrita; - Apresentação da pesquisa - Teste Individual. Portfólio do educando contendo todas as atividades desenvolvidas em sala de aula; - Prova objetiva. 3º - Compreender a estrutura e o funcionamento do corpo, bem como os elementos que compõem o seu movimento; - Interessar-se pela dança como atividade coletiva.. Apreciar a dança como atividade cultural e artística. DANÇA: Movimento Corporal: - Kinesfera; - Giros; - Saltos - Eixo; - Peso; - Rolamentos. Exibição de vídeo - Aula expositiva e dialogada; - Apreciar espetáculos de dança; - Sondagem e discussão. - Atividades oral, escrita e corporal. Atividades individuais e em grupos; - Pesquisa escrita; - Apresentação da pesquisa - Teste Individual. Portfólio do educando contendo todas as atividades desenvolvidas em sala de aula; - Prova objetiva. 4º - Compreender a música como linguagem; - Identificar os elementos que estruturam os sons na música; -compartilhar atividades de audição, criação e apreciação. - Apreciar a música como atividade cultural e artística. MÚSICA Linguagem da Música - Voz e audição; - Atributos do Som: altura, intensidade e timbre; - Construção de instrumentos musicais. Exibição de vídeo - Aula expositiva e dialogada; - Apreciação musical; - Sondagem e discussão; - Atividades oral e escrita. Atividades individuais e em grupos; - Pesquisa escrita; - Apresentação da pesquisa - Teste Individual. Portfólio do educando contendo todas as atividades desenvolvidas em sala de aula; - Prova objetiva. 110

111 PLANO DE ENSINO ANUAL ARTE ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3º SÉRIE DISCIPLINA: ARTE PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA METODOLÓGICOS 1º 2º - Conhecer e aplicar as possibilidades de leitura e fruição de obras artísticas articulando esses conhecimentos ao repertório pessoal; - Compreender as artes visuais como ideologia e como fator de transformação social; - Reconhecer a maneira de estruturar e compor as artes visuais nas culturas de diferentes sociedades; - Analisar de forma crítica os fundamentos da composição visual; - Conhecer e aplicar as possibilidades de leitura e fruição de obras teatrais articulando esses conhecimentos ao repertório pessoal; - Reconhecer a maneira de estruturar e compor as artes cênicas nas culturas de diferentes sociedades; - Analisar de forma crítica os fundamentos da composição do teatro. ARTES VISUAIS Fundamentos da composição visual: Ângulo de visão; Atração e Agrupamento; Positivo-Negativo (Relação Figura- Fundo); Composição plástica; Técnicas; Gêneros. História Geral da Arte: Classicismo à Contemporaneidade; Modernismo, Pós Modernismo e Contemporaneidade; no Brasil; Arte Maranhense;Cinema contemporâneo: mundial, nacional e maranhense;patrimônio Cultural; Interculturalidade na arte;novas tendências artísticas;bienais de Arte. TEATRO Fundamentos da composição teatral - Relação palco e plateia; Encenação; Leitura dramática; Gêneros: tragédia, comédia e drama/épico; Caracterização; Cenografia;Figurino; Iluminação; Direção;História do Teatro: Moderno, Contemporâneo; Teatro no Brasil e no Maranhão; Tendências contemporâneas na cena teatral; Espetáculos Teatrais. - Exibição de vídeo - Aula expositiva e dialogada; -- Pranchas artísticas; - Visita a espaços culturais e artísticos; -- Sondagem e discussão; - Atividades oral, escrita e plástica. - Exibição de vídeo - Aula expositiva e dialogada; - Apreciar espetáculos de teatro; - Sondagem e discussão; - Apresentação artística; - Registrar a cena graficamente. - Atividades individuais e em grupos; - Pesquisa escrita; -Apresentação da pesquisa - Teste Individual. - Atividades individuais e em grupos; - Pesquisa escrita; - Apresentação da pesquisa; - Teste Individual. INSTRUMENTOS - Portfólio do educando contendo todas as atividades desenvolvidas em sala de aula; - Prova objetiva. - Portfólio do educando contendo todas as atividades desenvolvidas em sala de aula; - Prova objetiva. 111

112 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3º SÉRIE DISCIPLINA: ARTE PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 3º 4º - Conhecer e aplicar as possibilidades de leitura e fruição de obras da dança articulando esses conhecimentos ao repertório pessoal; - Reconhecer a maneira de estruturar e compor a dança nas culturas de diferentes sociedades; Analisar de forma crítica os fundamentos da composição da dança. - Conhecer e aplicar as possibilidades de leitura e fruição de obras musicais articulando esses conhecimentos ao repertório pessoal; - Reconhecer a maneira de estruturar e compor a música nas culturas de diferentes sociedades; - Analisar de forma crítica os fundamentos da composição musical. DANÇA Fundamentos da composição da dança Gêneros; Fluxo; Dimensões (pequeno e grande); História da Dança; Dança no Brasil; Dança no Maranhão; Danças:folclóricos, indígena e afro; Tendência contemporânea. MÚSICA Fundamentos da composição musical; Improvisação; Pulsação; Forma; Textura e tessitura; História da Música: Música Contemporânea; Música eletrônica; Música brasileira; Música popular mundial; Música indígena e afro-brasileira; Música popular do Maranhão. - Exibição de vídeo - Aula expositiva e dialogada; - Apreciar espetáculos de dança; - Sondagem e discussão; - Apresentação artística; - Registrar o movimento graficamente. - Exibição de vídeo - Aula expositiva e dialogada; - Apreciação musical; - Sondagem e discussão; - Apresentação artística; - Registrar o som graficamente. - Atividades individuais e em grupos; - Pesquisa escrita; - Apresentação da pesquisa; - Teste Individual. - Atividades individuais e em grupos; - Pesquisa escrita; - Apresentação da pesquisa - Teste Individual. - Portfólio do educando contendo todas as atividades desenvolvidas em sala de aula; - Prova objetiva. - Portfólio do educando contendo todas as atividades desenvolvidas em sala de aula; - Prova objetiva. 112

113 APRENDIZAGEM ESPERADA PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE ARTE (ARTES VISUAIS) PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS CATARSE E SINTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Você conhece algum prédio antigo na sua cidade? Compreender a necessidade de preservar o bem arquitetônico da sua cidade: Conhecer a importância dos principais monumentos históricos e artístico da arquitetura do Centro Histórico de Maranhão. Como você sabe que é antigo? Você acha importante conservar esse prédio? Podemos considerar o centro da cidade de São Luís patrimônio arquitetônico? Pode citar algum bem arquitetônico que você conhece ou já viu pelos livros internet? História da arquitetura no Maranhão. Exposição oral sobre a arquitetura no Maranhão; Estudo dos principais imóveis tombados pela União; Passeio ao centro Histórico da cidade.; Organizar exposição fotográfica. Datashow, slides, computador, celular Ou maquina fotográfica. FORMA: Descrever as características da arquitetura maranhense Exemplificar os imóveis/casarões tombados pela União/IPHAN Produção de uma exposição fotográfica INSTRUMENTOS: Texto; Fotos. 113

114 OBJETO DE ESTUDO Cultura corporal de movimento, envolvendo atividades como danças, esportes, jogos, lutas e ginástica. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES PRÁTICAS CORPORAIS E MOVIMENTO PRÁTICAS CORPORAIS NA PROMOÇÃO DA SAÚDE PRÁTICAS CORPORAIS E SOCIEDADE EDUCAÇÃO FÍSICA Práticas corporais e movimento; Práticas corporais na promoção da saúde; Práticas corporais e sociedade CONTEÚDOS ESTRUTURANTES SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS - História e classificação dos jogos;- Conhecimentos e regras dos Jogos de Salão; - As Danças do Brasil e do Mundo;- Danças e ritmos do Maranhão; - As Danças Urbanas;- História e classificação da Ginástica; - Ginástica: benefícios e riscos;- Lutas Nacionais: história, fundamentos e características; - A Capoeira como manifestação de luta brasileira: sua história e raízes; - História e fundamentos técnicos e táticos do voleibol;- História e fundamentos técnicos e táticos do futsal; - História e fundamentos técnicos e táticos do handebol;- História e fundamentos técnicos e táticos do basquetebol; - Desempenho esportivo e qualidades físicas;- Regras: aplicações e modificações; - Definição e classificação dos esportes;- Os fundamentos técnicos e principais regras do Atletismo; - Fundamentos dos esportes coletivos.- Futsal ontem e hoje;- Handebol no Maranhão. O ser humano e as práticas corporais; - O lazer e os Jogos Esportivos;- As práticas corporais e saúde; - As práticas corporais e lazer; - As práticas corporais e o mundo do trabalho; - Corpo e saúde: efeito do exercício sobre o funcionamento orgânico; - Padrões corporais: questões éticas e estéticas; - Corpo e saúde - Treinamento excessivo, distúrbios alimentares e uso de drogas; - Políticas Públicas de Lazer: espaços e equipamentos. - O gênero e a dança: a construção social das diferenças; - A mídia e a dança;- As lutas e a violência social; - A mídia e as práticas corporais;- As práticas desportivas do voleibol e do futsal e a influência midiática; - A inclusão social através do esporte;- Competição esportiva na escola como campo de convivência social. - Esporte e drogas 114

115 PERÍODO PLANO DE ENSINO ANUAL EDUCAÇÃO FÍSICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1º SÉRIE DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS APRENDIZAGENS BÁSICAS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICOS METODOLÓGICOS 1º 2º - Reconhecer a importância das práticas corporais; - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do voleibol; - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do futsal; - Vivenciar as práticas desportivas do voleibol e do futsal; - Perceber a influência da mídia nas práticas do voleibol e futsal. - Reconhecer a importância das práticas corporais para a saúde; - Compreender a história das danças no Brasil e no Mundo; - Compreender a história das danças e ritmos do Maranhão; - Compreender a história e a contextualização da Ginástica. - O ser humano e as práticas corporais introdução; - História e fundamentos técnicos e táticos do voleibol; - História e fundamentos técnicos e táticos do futsal; - As práticas desportivas do voleibol e do futsal e a influência midiática. - As práticas corporais e saúde; - As danças do Brasil e do Mundo; - Danças e ritmos do Maranhão; - História e contextualização da Ginástica; - Problematização sobre práticas corporais do cotidiano; - Aula expositiva com intervenções dialogadas; Leitura e interpretação de textos sobre práticas desportivas; Realização de atividades práticas em grupo e individuais. Reflexão sobre as práticas corporais vivenciadas e a promoção da saúde; Aula interativa com auxilio de recursos midiáticos; Estudo e discussão sobre danças e ritmos; Aula expositiva com intervenções dialogadas; Leitura e interpretação de textos diversificados sobre a temática; Análise de vídeo sobre a Ginástica. Análise das atividades individuais e em grupos; Observação das atividades práticas; Pesquisa sobre a temática e produção textual; Observação da coerência com a sintetização de texto. Atividades individuais e em grupos; Organização e apresentação de atividades práticas/ dança; Observação da capacidade de envolvimento nas atividades práticas; Pesquisa sobre danças e ritmos no Maranhão. - Registro da evolução dos educandos nas atividades práticas desenvolvidas; - Análise da participação no desenvolvimento das atividades em grupo; - Texto síntese da pesquisa realizada; - Avaliação escrita com questões objetivas e discursivas. Registro da evolução dos alunos nas atividades desenvolvidas em grupo e individuais; Organização de Mural com o resultado da pesquisa sobre danças e ritmos no Maranhão; Avaliação escrita com questões objetivas e discursivas. 115

116 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1º SÉRIE DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS APRENDIZAGENS BÁSICAS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICOS METODOLÓGICOS PERÍODO 3º 4º - Reconhecer a importância das práticas corporais para o lazer; - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do handebol; - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do basquetebol; - Compreender o conceito de desempenho esportivo e de qualidades físicas. - Compreender a história, os fundamentos e as características das Lutas Nacionais; - Reconhecer o papel das Lutas contra a violência social; - Vivenciar as regras esportivas, suas aplicações e modificações. - As práticas corporais e lazer; - História e fundamentos técnicos e táticos do handebol; - História e fundamentos técnicos e táticos do basquetebol; - Desempenho esportivo e qualidades físicas. - Lutas Nacionais: história, fundamentos e características; - As lutas e a violência social; - Regras: aplicações e modificações. Problematização sobre o cotidiano e as práticas corporais para o lazer; Aula expositiva com intervenções dialogada; Exposição oral e escrita sobre os fundamentos históricos e técnicos do handebol e do basquetebol; Estudo individual sobre práticas desportivas; Projeção de vídeo sobre práticas desportivas e qualidade de vida e debate sobre os aspectos principais; Seminário sobre práticas desportivas. - Propor questionamentos práticas de Lutas vivenciadas no cotidiano. Aula expositiva com intervenções dialogadas; Discussão sobre o papel das Lutas no combate a violência social; Leitura e interpretação de textos diversificados sobre a temática; Estudo sobre as regras esportivas e sua aplicabilidade na prática social. Atividades práticas em grupos e individuais; Produção textual sobre a importância das práticas corporais na saúde e no lazer; Elaboração de uma síntese sobre o vídeo; Produção de relatório sobre o seminário. - Atividades práticas individuais e em grupos; Pesquisa sobre os principais representantes da Luta no Brasil Elaboração de resumo escrito sobre as lutas e a violência social; Listar as regras as regras esportivas para elaboração de um quadro síntese. - Registro da evolução dos alunos/as nas atividades desenvolvidas em grupo e individuais; - Análise da participação nas atividades práticas; - Registro da participação dos alunos demonstrada na organização e realização do Seminário; - Relatório do seminário; Avaliação escrita com questões objetivas e discursivas. - Registro da evolução dos educandos nas atividades desenvolvidas; Apresentação da pesquisa realizada Análise da capacidade e criatividade nas produções escritas; -Avaliação oral e escrita com questões objetivas e discursivas. 116

117 PERÍODO PLANO DE ENSINO ANUAL EDUCAÇÃO FÍSICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2º SÉRIE DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS APRENDIZAGENS BÁSICAS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICOS METODOLÓGICOS 1º 2º - Compreender a definição e a classificação dos esportes; - Perceber através do esporte a inclusão social; - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do voleibol; - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do futsal. - Reconhecer a influência da mídia nas práticas corporais; - Reconhecer o gênero e a dança como agente influenciador na construção social das diferenças; - Vivenciar as danças urbanas. - Definição e classificação dos esportes; - A inclusão social através do esporte; - História e fundamentos técnicos e táticos do voleibol; - História e fundamentos técnicos e táticos do futsal, - A mídia e as práticas corporais; - O gênero e a dança: a construção social das diferenças; - As Danças Urbanas; - Problematização sobre as práticas desportivas no Brasil e sua importância para inclusão social; - Aula interativa com o auxilio de recursos midiáticos; - Leitura e discussão de textos diversificados sobre a temática; - Projeção de vídeo sobre modalidades esportivas. Problematizar a influência da mídia nas práticas corporais e o cotidiano dos alunos Aula expositiva com intervenções dialogadas; Reflexão sobre as danças e a sua importância na construção dos sujeitos sociais; - Pesquisa sobre danças e as relações de gênero na sociedade atual; Realização de Seminário sobre a temática. - Análise das atividades práticas individuais e em grupos; - Pesquisa escrita sobre o esporte no Brasil; - Identificar as contribuições mostradas no vídeo para a inclusão social Observação e análise das atividades práticas em grupos e individual; Produção grupal de um painel com os tipos de danças praticados por homens e mulheres; Seminário. - Registro das observações sobre a evolução dos alunos nas atividades práticas; - Apresentação oral da pesquisa em grupo e produção textual individual (síntese escrita). Avaliação escrita individual com questões objetivas e discursivas - Registro da evolução dos alunos/as nas atividades práticas desenvolvidas em grupo e individual; Análise do painel; Texto contendo o objeto do seminário; Avaliação escrita individual com questões objetivas e discursivas. 117

118 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2º SÉRIE DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS APRENDIZAGENS BÁSICAS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICOS METODOLÓGICOS PERÍODO 3º 4º - Compreender os conhecimentos e a importância dos jogos de salão e suas regras; - Reconhecer a importância dos jogos esportivizados para o lazer; - Compreender a importância de políticas públicas para o lazer, a falta de espaços e de equipamentos; - Compreender a história, os fundamentos técnicos e as principais regras do atletismo. - Compreender a história e a classificação da ginástica; - Reconhecer os benefícios e riscos proporcionados pela ginástica; - Compreender os fundamentos dos esportes coletivos. - Conhecimentos e regras dos Jogos de Salão; - O lazer e os Jogos Esportivizados; - Políticas Públicas de Lazer: espaços e equipamentos; - Os fundamentos técnicos e principais regras do Atletismo; - História e classificação da Ginástica; - Ginástica: benefícios e riscos; - Fundamentos dos esportes coletivos. - Problematizar as regras dos jogos de Salão na vivência prática; - Aula expositiva com intervenções dialogadas; Direcionar perguntas sobre políticas públicas de lazer e os direitos sociais; Estudo individual de textos diversificados para ampliar o entendimento proposto. - Problematizar a Ginástica no cotidiano dos alunos e oportunizar uma reflexão sobre os benefícios e os riscos. -Aula expositiva com intervenções dialogadas Realizar pesquisa em grupo sobre ginástica e esportes coletivos - Projeção de vídeo sobre ginástica e esporte coletivos. - Atividades práticas individuais e em grupos; - Observações sobre a participação dos alunos durante as perguntas e respostas; Análise crítica em grupo sobre as políticas públicas de lazer vivenciadas na realidade seguida de produção textual individual. - Atividades práticas individuais e em grupo Análise da participação durante a exposição dialogada Elaboração de relatório sobre a pesquisa realizada Produção textual individual - Registro da evolução dos alunos nas atividades práticas Apresentação oral sobre as atividades de lazer no âmbito das políticas públicas Produção textual/ síntese individual Avaliação escrita com questões objetivas e discursivas. - Registro da participação e da evolução dos alunos nas atividades práticas; Apresentação grupal do relatório escrito Síntese individual escrita sobre vídeo; Avaliação escrita com questões objetivas e discursivas. 118

119 PLANO DE ENSINO ANUAL EDUCAÇÃO FÍSICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3º SÉRIE DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICOS METODOLÓGICOS 1º 2º - Reconhecer os efeitos do exercício sobre o funcionamento orgânico; - Compreender os padrões corporais nas questões éticas e estéticas; - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do voleibol; - Reconhecer os malefícios proporcionados pelas drogas aos esportes. - Reconhecer a influência da mídia na Dança; - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do futsal; - Reconhecer a prática e a evolução do futsal ao longo dos tempos. - Corpo e saúde: efeito do exercício sobre o funcionamento orgânico; - Padrões corporais: questões éticas e estéticas; - História e fundamentos técnicos e táticos do voleibol; - Esporte e drogas. - A mídia e a Dança; - História e fundamentos técnicos e táticos do futsal; - Futsal ontem e hoje. - Reflexão sobre situações práticas de funcionamento do corpo na promoção da saúde - Aula expositiva com intervenções dialogada Estudo individual de textos diversificados para ampliar a compreensão sobre os padrões corporais e os fundamentos do voleibol Entrevista orientada com um profissional Atleta sobre a ética e a estética nas atividades físicas para o bom funcionamento do corpo Projeção de filme sobre o uso de drogas e seus malefícios para a saúde. - Propor questionamentos sobre a dança e o futsal nas situações práticas da vida; - Exposição oral e escrita; Estudo individual de textos sobre a temática; - Pesquisa sobre a importância do esporte e dança para o desenvolvimento corporal; socialização em um seminário. - Atividades práticas individuais e em grupos; Participação ativa na exposição dialogada e no estudo individual Coerência na organização e realização da entrevista; Análise crítica do filme. -Análise das atividades práticas individuais e em grupos; Observação da participação nas atividades orais e escrita; Coerência na organização execução do seminário. - Registro da evolução dos alunos nas atividades práticas individuais e em grupo; - Análise da participação - Registro crítico dos argumentos da entrevista; - Síntese individual escrita do filme; - Avaliação escrita com questões objetivas e discursivas. - Registro do desempenho nas atividades práticas; - Texto contendo o objeto do seminário; - Resumo síntese individual sobre o seminário; - Avaliação escrita com questões objetivas e discursivas. 119

120 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3º SÉRIE DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS APRENDIZAGENS BÁSICAS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICOS METODOLÓGICOS PERÍODO 3º 4º - Reconhecer a importância da saúde ao corpo, os malefícios provocados pelo excesso de treinamento, distúrbios alimentares e o uso de drogas; - Compreender a importância da capoeira como uma manifestação brasileira, sua história e suas raízes; - Compreender a história, os fundamentos técnicos e táticos do basquetebol. - Compreender a história e os fundamentos técnicos e táticos do handebol; - Reconhecer a história do handebol no Maranhão; - Compreender a importância das competições esportivas na escola no campo da convivência social. - Corpo e saúde- Treinamento excessivo, distúrbios alimentares, uso de drogas; - A Capoeira como manifestação de luta brasileira: sua história e raízes; - História e fundamentos técnicos e táticos do basquetebol. - História e fundamentos técnicos e táticos do handebol; - Handebol no Maranhão; - Competição esportiva na escola como campo de convivência social. - Reflexão sobre os riscos à saúde provocados pelos hábitos alimentares, excesso de exercícios físicos e uso de drogas no contexto atual; Aula expositiva com intervenções dialogadas; Projeção de vídeo e discussão em grupo; Estudo orientado de textos diversificados sobre a temática. - Problematizar situações vivenciadas nas práticas desportivas em contextos sociais diversos; - Aula expositiva com intervenções dialogadas - Pesquisa em grupos sobre a importância do esporte para o convívio social; Seminário temático. - Atividades práticas individuais e em grupos; Observação da participação durante a exposição dialogada; Análise crítica sobre o vídeo e registro escrito individual; Produção textual em grupo sobre o estudo de textos. Análise das atividades práticas individuais e em grupos; Produção de painel com o resultado da pesquisa; Registro escrito das Atividades referentes ao Seminário. - Registro do desempenho demonstrado nas atividades práticas quanto à iniciativa e participação; - Síntese escrita sobre o vídeo; - Produção textual; - Avaliação escrita com questões objetivas e discursivas. - Registro das observações acerca do desempenho nas atividades práticas; - Painel coerente com a pesquisa realizada; - Produção textual em grupo contendo o objeto do seminário; - Avaliação individual escrita com questões objetivas e discursivas. 120

121 APRENDIZAGEM ESPERADA PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE EDUCAÇÃO FÍSICA INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Relacionar as danças sobre as diferentes manifestações rítmicas confrontando e interpretando criticamente; Analisar e identificar os fatores implicados na influência da dança na sociedade; Compreender e analisar as questões de gênero na dança. Sondagem junto aos alunos/as sobre a temática mídia e dança com questionamentos tais como: a) Você sabe dançar? b) Qual estilo de dança e música você mais gosta? c) Quem dança, seus males espanta? Por quê? d) Você sofre influência dos estilos musicais, Roupas, corte de cabelo, local que frequenta? A mídia e a dança Leitura de imagem sobre a temática abordada; Análise e discussão dos questionamentos levantados na problematização. Aula expositiva dialogada sobre o tema com utilização da letra a música Cardápio do Amor. Aula prática com montagem e demonstração de dança. - Quadro branco e acessório, livros, revistas, televisão/vídeo, filmes, data show, notebook; Caixa de som e microfone. Produção de texto escrito Montagem de coreografia e apresentação de estilos de músicas variadas. 121

122 LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA INGLÊS E ESPANHOL OBJETO DE ESTUDO Relações linguísticas e interculturais da língua-alvo. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Comunicação e Análise linguística da Língua. Estruturas linguísticas, suas funções e seu uso social. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Comunicação e análise linguística da língua estrangeira; Conhecimento da língua estrangeira e seus mecanismos de acesso a informações tecnológicas; Estruturas linguísticas, suas funções e seu uso social; A língua estrangeira e a diversidade cultural. SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Saudações, despedidas e apresentação; Gêneros textuais orais e escritos referentes às rotinas, descrições e relatos; Alfabeto; Acentuação Gráfica; Sons vocálicos e consonantais; Pronomes e Adjetivos Possessivos; Sinônimos e Antônimos; Pronomes e Adjetivos Demonstrativos; Marcadores temporais do futuro; Complemento direto; Preposição A; Verbos irregulares no presente do indicativo; Significado das palavras; Presente do subjuntivo; Orações temporais em indicativo e subjuntivo; Uso do Pretérito Imperfeito para descrever. Leitura: mensagens curtas perguntas e respostas significativas textos curtos e informativos (cartas, poemas, versos e prosa); Leitura: textos técnicos - Vocabulário referente aos temas tratados e aos textos técnicos e científicos; Sinais de Pontuação; Artigos e contrações; Introdução ao gênero em espanhol; Número dos substantivos; Pretérito perfeito regular e irregular usa com marcadores temporais; Famílias léxicas e campos semânticos sinônimos; Pretérito perfeito e verbos reflexivos; Usos do pretérito indefinido dos verbos regulares; Diferenças e contrastes do pretérito perfeito e o pretérito indefinido; Presente do subjuntivo; Locuções prepositivas; Locuções adverbiais; Modismos e frases feitas; O imperativo afirmativo e negativo. 122

123 CONTEÚDOS ESTRUTURANTES A língua estrangeira moderna e a diversidade cultural Conhecimentos de LEM e seus mecanismos de acesso a informações tecnológicas. SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS A língua estrangeira moderna e diversidade (música, cinema, teatro, artes plásticas); Aspectos culturais da língua estrangeira; Pronomes e Adjetivos Demonstrativos; Verbos habituais, Reflexivos e não Reflexivos; Pronomes Interrogativos; Marcadores Temporais; Os Comparativos; Morfologia e uso de alguns verbos irregulares em pretérito indefinido; Modismos e frases feitas; O superlativo; Orações do relativo; Denotação e conotação; O condicional; Discurso direto e indireto. Leitura: mensagens curtas perguntas e respostas significativas textos curtos e informativos (cartas, poemas, versos e prosa); Leitura: textos técnicos - Vocabulário referente aos temas tratados e aos textos técnicos e científicos; Sinais de Pontuação; Artigos e contrações; Introdução ao gênero em espanhol; Substantivos homônimos; Pretérito perfeito regular e irregular usa com marcadores temporais; Famílias léxicas e campos semânticos sinônimos; Pretérito perfeito e verbos reflexivos; Presente do subjuntivo; Locuções prepositivas; Locuções adverbiais; Modismos e frases feitas; O imperativo afirmativo e negativo. 123

124 PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA INGLESA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º 4º Conhecer as formas de comunicação básicas da língua inglesa. Associar vocábulos e expressões formais em Língua Inglesa. Utilizar os conhecimentos da Língua Inglesa para ampliar o acesso às tecnologias da informação e comunicação. Identificar os significados das palavras de acordo com as orações. Saudações, despedidas e apresentação; Gêneros textuais orais e escritos referentes às rotinas; Conectivos: consequently; when, before. Sons vocálicos e consonantais Pronomes e Adjetivos Possessivos; Pronomes e Adjetivos Demonstrativos; Expressões com verbo + preposição, adjetivo + preposição. Marcadores temporais do futuro Complemento direto; Preposição; Verbos irregulares no presente do indicativo. Presente do subjuntivo; Uso do futuro; Uso do Pretérito Imperfeito para descrever; Textos para leitura em língua inglesa. Reflexões dos alunos/as sobre formas cotidianas de comunicação em inglês; Audição e repetição; Diálogos orientados com o assunto dado. Questionamentos sobre o significado dos vocábulos e expressões. Aula expositiva e dialogada; Audição e repetição. Refletir sobre o uso da língua na internet; Apreciação das formas de linguagem e seus modos de veiculação. Criação de um blog para a turma; Mostras de vídeo, música, televisão, cinema. Aula expositiva; Audição e repetição; Pesquisa orientada dos significados das sentenças. Análise oral dos cumprimentos em inglês. Análise das competências gramaticais específicas da língua inglesa. Resumir textos em inglês em uma das formas de linguagem veiculada. Sintetizar os conhecimentos da língua em murais. Criação de diálogos escritos com as formas estudadas. Apresentação oral dos diálogos escritos. Organização de textos em blog da turma. Teste escrito com questões objetivas 124

125 PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA INGLESA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º Relacionar um texto em inglês, as estruturas linguísticas, sua função e seu uso social. Leitura: mensagens curtas perguntas e respostas significativas textos curtos e informativos (cartas, poemas, versos e prosa); Leitura: textos técnicos. Reflexão sobre os países de língua inglesa; Aula interativa sobre a língua inglesa no mundo globalizado; Estudo de Vocabulários referentes aos temas tratados e aos textos técnicos e científicos. Apresentação oral das competências sociolinguísticas. Leitura e compreensão de textos comentados; Criação de textos escritos. 2º Reconhecer a influência internacional da língua inglesa como língua estrangeira. Artigos e contrações; Introdução ao gênero em inglês. Voz passiva; pronomes relativos; Pretérito perfeito. Audição e repetição; Diálogo de situações reais de dentro e fora da sala de aula. Exame oral das competências discursivas. Produção de texto escrito em grupos. 3º Identificar os termos gramaticais nas frases, orações e períodos. Estrutura de textos; verbos reflexivos; Uso dos verbos regulares; Verbos modais para dar conselhos. Audição e repetição; Tarefas interativas de comunicação: leitura, compreensão oral, fala e escrita. Pesquisa sobre Morfologia, Sintaxe. Síntese escrita da pesquisa. 4º Empregar as competências linguísticas em diferentes formas verbais, temporais e diversidade fraseológica. Diferenças e contrastes do pretérito perfeito e o pretérito indefinido; Presente do subjuntivo; Locuções prepositivas; Locuções adverbiais; Modismos e frases feitas; O imperativo afirmativo e negativo. Audição e repetição; Compreensão e interpretação de significados; Orientação sobre os mecanismos de alfabeto e pontuação. Discussão e análise das diferentes formas de emprego dos verbos em inglês. Produção de painel com apresentação oral das competências linguísticas. 125

126 PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA INGLESA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º Reconhecer a importância da produção cultural em inglês como representação da diversidade cultural e linguística. A língua estrangeira moderna e diversidade (música, cinema, teatro, artes plásticas); Audição e repetição; Audição musical; Deslocamento para teatrais e galerias de arte. Análise da produção cultura em língua inglesa; Localização de informações específicas em um texto (scanning); Teste oral e escrito com questões objetivas. 2º Compreender as referências culturais apoiadas em marcas linguísticas e não linguísticas. Aspectos culturais da língua estrangeira; Pronomes e Adjetivos Demonstrativos; Verbos Reflexivos e não Reflexivos; Pronomes Interrogativos. Audição e repetição; Aula expositiva; Leitura; Exercícios escritos. Obtenção da ideia central de um texto (skimming); Localização de determinadas partes do texto. Encenação em inglês envolvendo teatro e música. 3º Utilizar as funções da linguagem para a compreensão geral do texto. Os Comparativos; Morfologia e uso de alguns verbos irregulares em pretérito indefinido; o uso de marcador textual: either...or, neither...nor; O superlativo. Pesquisa orientada para resultar em diálogos em dupla; Leitura de diálogos em voz alta. Identificar os exemplos de uma ideia comparação ou argumento Encenação de diálogos. Trabalho escrito 4º Aplicar as competências linguísticas (gramatical, sociolinguística, discursiva e estratégica) para a adequação do nível textual. Orações do relativo; Denotação e conotação; O condicional; Discurso direto e indireto; orações condicionais tipos 1 e 2. Audição e repetição; Leitura de textos; Expressão oral em língua inglesa. Pesquisa sobre análise do discurso. Síntese escrita pesquisa. 126

127 PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA ESPANHOLA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º 4º Saudar e se despedir; Apresentar-se ou apresentar alguém; Solicitar e dar informações pessoais diferenciando situações de formalidade e informalidade. Descrever uma cidade, lugares, serviços e estabelecimentos públicos. Informar a existência de um lugar; Localizar as partes de uma casa e seus objetos; Comparar os diferentes tipos de moradia. Descrever ações cotidianas; Falar do meio ambiente; Expressar e perguntar pela freqüência dos hábitos e ações; Expressar sobre o tempo. Pedir informações sobre vestuário. Dizer nome de roupas e cores; Descrever os tipos físicos das pessoas e falar sobre seu caráter; Identificar pessoas e coisas; Expressar gostos e preferências; Expressar coincidências ou não dos gostos. Pronomes sujeitos; Verbos em presente do indicativo; Pronomes interrogativos; Números cardinais; Sinais de pontuação; Uso dos pronomes tú/vos/usted. Vermos auxiliares (haber, estar y tener) Artigos e contrações; Comparativos; Advérbios e preposições de lugar; Gênero e número de substantivos e adjetivos. Verbos irregulares do presente do indicativo; Verbos reflexivos; Demonstrativos Pronomes de complemento direto; Posição dos pronomes; Verbo quedarse, ponerse. Pronomes complementos indiretos; Preposições a / para; Muy/mucho Verbos que expressam gosto, sensações e emoções. Metodologia comunicativa dentro do âmbito da vida cotidiana, pessoal, educativa e profissional; Realizar pequeno teatro na sala com diálogos prescritos. Aulas expositivas e participativas dialogadas proporcionando ao aluno interação durante o processo de construção do conhecimento, com trabalhos individuais e coletivos. Construção de um mural ilustrativo com verbos dentro do âmbito da vida cotidiana, pessoal, educativa e profissional. Diálogo comunicativo dentro do âmbito da vida cotidiana, pessoal, educativa e profissional. Avaliação contínua escrita e oral levando em consideração o desenvolvimento e desempenho da aprendizagem do estudante. Articulação verbal do estudante. Manter diálogo simples em aula. Construção de mural em grupo e análise da contribuição de cada um. Avaliação continuada escrita e oral levando em consideração o desenvolvimento e desempenho da aprendizagem do estudante. - Produção oral e escrita; - Peça teatral - Atividades individuais e coletivas. - Produção oral e escrita; - Produção oral e escrita; - Mural ilustrativo concluído - Atividades individuais e coletivas. - Produção oral e escrita; - Seminários; - Atividades individuais e coletivas. 127

128 PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA ESPANHOLA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º 4º Falar de planos e projetos futuros; Expressar intenção de fazer algo; Falar das carreiras profissionais; Falar do passado. Falar de acontecimentos recentes; Falar de atividades de lazer; Descrever situações do passado; Comparar passado e presente; Descrever tipos familiares; Falar das relações familiares; Narrar uma recordação pessoal; Expressas desejos e possibilidades do futuro. Descrever hábitos alimentares; Dar ordens e conselhos; Dizer nomes dos alimentos; Falar do futuro; Expressar condições. IR a + infinitivo. Querer + infinitivo; Pensar + infinitivo; Posição dos pronomes complementos; Conectivos; Pretérito perfeito simples e indefinido; Marcadores temporais de passado; Acentuação de palavras agudas e graves. Pretérito perfeito composto; Marcadores temporais que incluem o presente, Acentuação de esdrújuças, sobreesdrújulas e palavras terminadas em mente; Pretérito imperfeito do indicativo; Pretérito perfeito simples e pretérito imperfeito. Possessivos; Pronomes relativos; Acentuação de palavras interrogativas y exclamativas; Presente de subjuntivo; Artigo neutro (Lo). Imperativo afirmativo e negativo; Colocação de pronomes com imperativo; Acentuação com imperativo; Futuro do indicativo; Orações condicionais com si + presente de indicativo Heterotônicos. Audição e repetição; Audição musical; Deslocamento para teatrais e galerias de arte. Audição e repetição; Aula expositiva; Leitura; Exercícios escritos. Pesquisa orientada para resultar em diálogos em dupla; Leitura de diálogos em voz alta. Audição e repetição; Leitura de textos; Expressão oral em língua inglesa. Análise da produção cultura em língua inglesa; Localização de informações específicas em um texto (scanning); Obtenção da ideia central de um texto (skimming); Localização de determinadas partes do texto. Identificar os exemplos de uma ideia comparação ou argumento. Pesquisa sobre análise do discurso. Teste oral e escrito com questões objetivas. Encenação em inglês envolvendo teatro e música. Encenação de diálogos; Trabalho escrito. Síntese escrita pesquisa. 128

129 PLANO DE ENSINO ANUAL LÍNGUA ESPANHOLA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º 4º Pedir e dar conselhos; Expressar probabilidade; Expressar identidade ou quantidade pouco específica; Expressar opinião e argumentos. Falar do acontecimentos passados; Falar das mudanças e transformações; Narrar acontecimentos sem determinar sujeito; Oferecer informação sobre algo ou alguém. Posicionar-se diante um tema; Transmitir discurso dos outros; Expressar desejos e condições pouco prováveis. Identificar palavras sinônimas segundo o contexto; Expressar desejos impossíveis de realizar; Expressar condições não realizadas; Expressar acontecimentos possíveis e sentimentos no passado. Condicional simples; Indefinidos; Regras de pontuação Voz passiva reflexiva Expressões de opinião; Distinguir uso de indicativo y subjuntivo em contexto de opinião. Pretérito pluscuamperfecto e outros tempos verbais do passado; Verbos de mudança; Regras de pontuação; Voz passiva; Pronomes complementos de objetos direto e indireto. Discurso indireto; Pretérito imperfeito do subjuntivo; Expressões consecutivas; Interjeições; Heterosemânticos. Pretérito pluscuamperfecto; Conectivos condicionais; Pretérito perfeito do subjuntivo; Conectivos do discurso; Advérbios. Metodologia comunicativa dentro do âmbito da vida cotidiana, pessoal, educativa e profissional; Realizar pequeno teatro na sala com diálogos prescritos. Aulas expositivas e participativas dialogadas proporcionando ao aluno interação durante o processo de construção do conhecimento, com trabalhos individuais e coletivos. Construção de um mural ilustrativo com verbos dentro do âmbito da vida cotidiana, pessoal, educativa e profissional. Diálogo comunicativo dentro do âmbito da vida cotidiana, pessoal, educativa e profissional. Avaliação contínua escrita e oral levando em consideração o desenvolvimento e desempenho da aprendizagem do estudante. Articulação verbal do estudante; Manter diálogo simples em aula. Construção de mural em grupo e análise da contribuição de cada um. Avaliação continuada escrita e oral levando em consideração o desenvolvimento e desempenho da aprendizagem do estudante. - Produção oral e escrita; - Peça teatral - Atividades individuais e coletivas. - Produção oral e escrita; - Produção oral e escrita; - Mural ilustrativo concluído - Atividades individuais e coletivas. - Produção oral e escrita; - Seminários; - Atividades individuais e coletivas. 129

130 APRENDIZAGE M ESPERADA - Reconhecer as formas de apresentação e cumprimentos em língua inglesa; - Desenvolver habilidades de comunicação oral e escrita em inglês. PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE - LÍNGUA INGLESA PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) 1. Você tem muitos amigos? 2. Como você se apresenta a um novo amigo? Você acha que as formas de apresentação em inglês são muito diferentes das nossas em português? 3. Vocês consideram que os jovens americanos e ingleses, por exemplo, são diferentes de vocês? 4. Observe no diálogo em que vamos ouvir as palavras que recebem maior e menor ênfase; 5. Vejam como as pessoas de países de língua inglesa se comunicam. INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS Expressões idiomáticas de apresentação e cumprimentos: (Welcome, Hi, Hello, Myname s, What syourname? Nice to meet you, I m pleased to meet you). Exposição oral; Aula dialogada; Exercícios de audição da língua inglesa; Exercícios orais de perguntas e respostas; Execução de diálogos com os colegas em sala, Orientação de criação de diálogos escritos. - Data show; - Vídeo sobre os diferentes tipos de expressão de apresentação e cumprimentos; - Documentário sobre a comunicação dos jovens em inglês. - CDs, DVDs e players; -Livro didático. CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM - Relacione oralmente as diferenças de apresentação entre brasileiros e norte americanos; - Ouça o diálogo e escreva as palavras que identificam os cumprimentos em inglês. Solicitar e dar informações pessoais diferenciando situações de formalidade e informalidade, usando a língua espanhola. Situação: Elaboração de currículo simples. Alguém sabe o que é CURRICULUM? Todos sabem que vão precisar elaborar um curriculum para alcançar algum espaço no mundo do trabalho, não é? Para escrevermos um curriculum... que informações são necessárias? Uma empresa do Mercosul pode solicitar o curriculum traduzido para o Espanhol... como proceder? Pronomes sujeitos; Verbos em presente do indicativo; Pronomes interrogativos; Números cardinais; Sinais de pontuação; Uso dos pronomes tú/vos/usted. - Solicitar aos alunos que digam o que deve conter num curriculum simples e ir registrando as informações no quadro. - separar as informações por categoria... pessoais, acadêmicas, profissionais... etc. - tradução conjunta dos termos de um curriculum para o espanhol, com auxílio de dicionários e do professor/a. -dicionário português/ espanhol; - internet. FORMA: análise dos diálogos e formação de opinião dos alunos, desenvolvimento de texto e desenvoltura na tradução do curriculum pessoal. INSTRUMENTO: Curriculum pessoal elaborado. 130

131 OBJETO DE ESTUDO Identificação e a descrição de padrões da linguagem matemática relacionados aos campos do conhecimento matemático. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES NÚMEROS, ÁLGEBRAE FUNÇÕES GRANDEZAS E MEDIDAS GEOMETRIA TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO MATEMÁTICA Números, álgebra e funções; Grandezas e medidas; Geometria; Tratamento da Informação. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS NOÇÕES DE CONJUNTOS: Introdução à Teoria dos Conjuntos CONJUNTOS NUMÉRICOS: Números Naturais, Números Inteiros, Números Racionais, Números Irracionais e números Reais. TÓPICOS DE ÁLGEBRA: Fatoração, operações entre polinômios, equação do 2º grau, inequação do 2º grau, sistema do 2º grau. SEQUÊNCIAS: conceito, lei de formação, progressão aritmética e geométrica; FUNÇÕES DO 1º E 2º GRAUS: função afim, gráfico de uma função afim, variação de sinal da função afim, função quadrática - gráfico, máximo e mínimo da função, variação de sinal. FUNÇÃO : distância entre dois pontos do eixo real, módulo, equações e inequações modulares, função modular MATRIZ: conceito de matriz, tipos de matriz, matriz inversa de uma matriz dada, igualdade, adição, subtração e multiplicação, determinantes, propriedades das determinantes; FUNÇÃO EXPONENCIAL ELOGARÍTMICA: introdução, potenciação e radiciação, a função exponencial equação exponencial, inequação exponencial, o conceito de logaritmo, função logarítmicas, inequações logarítmicas; SISTEMAS LINEARES: os sistemas de equações no dia a dia, equação linear, sistema linear. POLINÔMIOS E NÚMEROS COMPLEXOS: os polinômios na economia, polinômio com uma variável, fração polinomial, divisão de polinômios por binômios do 1º grau, números complexos, operações com números complexos, potencia de números complexos com expoentes inteiros, representação geométrica do conjunto dos números complexos, módulo de um número complexo, operação com números complexos na forma trigonométrica. MEDIDAS: Grandezas diretamente proporcionais, propriedades da proporção, regra de três simples e composta. Grandezas padronizadas e não padronizadas. GEOMETRIA PLANA: (polígonos, triângulos, propriedades dos triângulos, Teorema de Tales, semelhança de figuras planas, semelhança de triângulo, relações métricas no triângulo retângulo, Teorema de Pitágoras). GEOMETRIA ESPACIAL: ( poliedros, prisma, cilindro, pirâmide, cone, esfera) GEOMETRIA ANALÍTICA : ponto e reta( distância entre dois pontos, coordenada do ponto médio do um segmento de reta, distância entre ponto,e reta, ângulos formados por duas retas, área de uma região triangular, circunferência, posição relativa entre a reta e circunferência, parábola, hipérbole.) TRIGONOMETRIA: ( trigonometria no triângulo retângulo, seno e cosseno de ângulos obtusos, lei dos senos, lei dos cossenos, arcos e ângulos, circunferência trigonométrica, seno cosseno e tangente de um número real, adição e subtração de arcos, arco duplo e arco metade.) NOÇÕES DE ESTATÍSTICA: ( noções básicas de estatística, representação gráfica, medidas de dispersão, estatística e probabilidade, combinatória); MATEMÁTICA COMERCIAL E FINANCEIRA: (porcentagem, fator de atualização, juros simples e composto, equivalência de capitais. 131

132 PLANO DE ENSINO ANUAL MATEMÁTICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: MATEMÁTICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º -utilizar conhecimentos de números, álgebra e funções, suas representações, operações e propriedades fundamentais na resolução de problemas. - Conjuntos numéricos, polinômios, equações, sistemas c/ 02 variáveis; potenciação e radiciação; - Proporção e regra de três;relações métricas no triângulo retângulo. -Diagnóstico inicial de conhecimentos importantes para a série; Exposição oral; -modelagem algébrica de situações problemas; - Cálculos algébricos; - Situação problemas. - Participação em sala. - Posicionamentos diante das situações problemas; - Observação. -atividades individuais; -atividades em grupos. - registro em fichas; - debates; - prova objetiva. 2º -reconhecer os vários tipos de funções; -utilizar os conhecimentos de funções na resolução de problemas do cotidiano. - Função afim e quadrática; - Função modular; - Teorema de tales; - Teorema de Pitágoras -exposição oral; -problematização de situações práticas de aplicação das funções; -utilizar situações reais para representação dos teoremas. -apresentação de trabalhos; -atividades em grupos; - participação em sala. - exercícios diversos - trabalhos em grupos pequenos - Relatórios orientados -simulados e prova objetiva. 3º - reconhecer uma função exponencial a partir de seu gráfico; - resolver situações problemas, utilizando conhecimentos de equações exponenciais; - aplicar logaritmos na solução de problemas do dia a dia. -Função Exponencial; - Função logarítmica; -Ponto; -Reta; -Plano. - exposição oral; - problematizar sobre a relação existente entre função exponencial e logarítmica; -problematizar sobre as relações existentes entre ponto, reta e plano. -desenvolvimento dos trabalhos em grupos; - desenho de mapas e cálculos de ângulos; - Identificação das diferenças conceituais. - exercícios diversos - registro em ficha; - debates; -prova objetiva. 132

133 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: MATEMÁTICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 4º - perceber as relações existentes entre as formas geométricas e o espaço em que vivemos; -compreender a importância das informações nas decisões de cunho econômico-social, - Triângulos, quadriláteros e polígonos; - Porcentagem, juros simples e compostos. -exposição oral; - análise de figuras e mapas de espaços e ambientes; - problematização com construção de figuras geométricas planas. - posicionamento individual; - participação em sala; - Atividades em grupos. - exercícios diversos construção de mapas com as medidas; - registro em ficha; - debates; - prova objetiva. PLANO DE ENSINO ANUAL MATEMÁTICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2º SÉRIE DISCIPLINA: MATEMÁTICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º - compreender as relações e propriedades comuns existentes entre as figuras espaciais, relacionando-as com as formas encontradas no convívio social. - Compreender a importância do domínio das operações algébricas para desenvolver o raciocínio lógico e utilizá-lo na generalização padrões para resolver problemas. Cálculo de volume: - cubo; - Prisma ; - Pirâmide; - Cilindro; - Esfera. - Matriz; - Determinantes; - Sistemas lineares. -Diagnóstico inicial de conhecimentos importantes para a série; - exposição oral; -trabalho de reciclagem envolvendo as figuras espaciais; - Cálculos algébricos; - Situação problema. -exposição oral; - problematização de situações práticas de aplicação das funções; -utilizar situações reais para representação dos teoremas. - participação em sala. - Posicionamentos diante das situações problemas; - ação de trabalhos práticos. -apresentação de trabalhos; -atividades em grupos; - participação em sala; -atividades individuais; -atividades em grupos. - registro em fichas; - debates; - prova objetiva. - exercícios diversos - trabalhos em grupos pequenos - Relatórios orientados -simulados e prova objetiva. 133

134 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2º SÉRIE DISCIPLINA: MATEMÁTICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 3º - compreender as relações e propriedades comuns e não comuns dos números, da álgebra e das funções, utilizando-as como ferramentas relevantes para resolver problemas do seu convívio social/profissional. - Razões trigonométricas; -Relações trigonométricas no triângulo retângulo; - Funções trigonométricas; - Identidades trigonométricas. - exposição oral; - problematizar sobre a relação existente entre função exponencial e logarítmica; -problematizar sobre as relações existentes entre ponto, reta e plano. -desenvolvimento dos trabalhos em grupos; - desenho de mapas e cálculos de ângulos; - Identificação das diferenças conceituais. - exercícios diversos - registro em ficha; - debates; -prova objetiva. 4º - Compreender a importância do domínio das operações algébricas para desenvolver o raciocínio lógico e utilizá-lo na generalização padrões para resolver problemas. - Razões trigonométricas num triângulo qualquer; - binômio de Newton; - arranjo simples; - permutação simples; - combinação simples. -exposição oral; - Análise de figuras e mapas de espaços e ambientes; - problematização com construção de figuras geométricas planas. - posicionamento individual; - participação em sala; - Atividades em grupos. - exercícios diversos construção de mapas com as medidas - registro em ficha; - debates; - simulados e prova objetiva. 134

135 PLANO DE ENSINO ANUAL MATEMÁTICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: MATEMÁTICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º - Compreender os significados dos resultados das operações algébricas e suas propriedades utilizando-os em situações práticas do dia a dia. - Sequências ; - Progressão aritmética; - Progressão geométrica. - Diagnóstico inicial de conhecimentos importantes para a série; - exposição oral; -trabalho de reciclagem envolvendo as figuras espaciais; - Cálculos algébricos; - Situação problemas. - participação em sala; - Posicionamentos diante das situações problemas; - Observação de trabalhos práticos. -atividades individuais; -atividades em grupos. - registro em fichas; - debates; - prova objetiva. 2º - ler e interpretar informações apresentadas em listas, tabelas e gráficos, relacionando-as aos fatos que ocorrem em seu cotidiano. - Noções de Estatística: - O planejamento estatístico;população e amostra;índices, coeficientes e taxas;tabelas e gráficos; - distribuição de frequências. - exposição oral; - problematização de situações práticas de aplicação das funções; -utilizar situações reais para representação dos teoremas. - apresentação de trabalhos; -atividades em grupos; - participação em sala; - exercícios diversos - trabalhos em grupos pequenos - Relatórios orientados -simulados e prova objetiva. 3º - compreender as relações existentes entre um objeto e sua posição no espaço, ou em relação a um outro objeto. - Coordenadas cartesianas; - distancia entre dois pontos; -Equações da reta; - condição de paralelismo e perpendicularismo; - distância entre retas; - circunferência. - exposição oral; - problematizar sobre a relação existente entre função exponencial e logarítmica; -problematizar sobre as relações existentes entre ponto, reta e plano. - desenvolvimento dos trabalhos em grupos; - desenho de mapas e cálculos de ângulos; - Identificação das diferenças conceituais. - exercícios diversos - registro em ficha; - debates; -prova objetiva. 4º - Associar resultados obtidos de estudos a situações vivenciadas, utilizando-os de forma sistêmica para intervir junto à sociedade. - Medidas de tendência central; - Medidas de dispersão; - Operações e propriedades dos polinômios; - Operações e propriedades dos Números complexos. -exposição oral; - Análise de figuras e mapas de espaços e ambientes; - problematização com construção de figuras geométricas planas. - posicionamento individual; - participação em sala; - Atividades em grupos. - Exercícios diversos; - Construção de mapas com as medidas; - Registro em ficha; - Debates; - Prova objetiva. 135

136 APRENDIZAGEM ESPERADA PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE MATEMÁTICA PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM - Distinção entre função afim e função linear, a partir de uma expressão matemática qualquer. - Construção (modelagem) de uma expressão matemática que representa uma situação problema que envolva conhecimentos de função afim e função linear. A CORRIDA DE TÁXI: 1. Será que o taxista sabe formular a expressão matemática que determina o valor de sua corrida. 2. A corrida cobrada por pessoa e a cobrada pelo taxímetro são representadas por uma mesma expressão matemática? 3.Como modelar a expressão que representará essa situação problema? - Função afim; - Função linear. Proporcionar espaço para discussão sobre o assunto, levando o aluno à construção do conceito de função, identificando os elementos que compõem uma função; Modelagem da expressão matemática que determina o valor de uma corrida de táxi. Resolução de situações problemas do cotidiano utilizando função afim elinear através de cálculo algébrico. Quadro branco; - Pincel; - Livro didático; Lista de atividades complementa res. Realização de interversões/questionament os, junto aos alunos durante etapa de instrumentalização. Resolução de situações problemas que envolvam conhecimentos de função afim e linear. 136

137 OBJETO DE ESTUDO O Homem e a Sociedade. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES FUNDAMENTOS HISTÓRICOSDA SOCIOLOGIA CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA SOCIOLOGIA SOCIOLOGIA Fundamentos históricos da sociologia Conceitos fundamentais da sociologia Estudos sobre cultura e sociedade Estudos sobre política e sociedade Sociologia do trabalho - A sociologia como ciência - As grandes revoluções e seus impactos sociais - Augusto Comte, Emile Durkheim Max Weber, Karl Marx, NobertElias, Pierre Bourdieu e Passeron, Crítica teórica de diferentes práticas sociais - Grupos sociais - Comunidade - Sociedade - Cidadania - Ideologia - Religião e religiosidade. - O racismo - Movimentos sociais - Respeito às diferenças sociais CONTEÚDOS ESTRUTURANTES SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS 137

138 CONTEÚDOS ESTRUTURANTES ESTUDOS SOBRE CULTURA E SOCIEDADE ESTUDOS SOBRE POLÍTICA E SOCIEDADE SOCIOLOGIA DO TRABALHO SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS - O que é cultura? - O estudo antropológico da cultura - Diferenças culturais - Brasil e suas raças - diversidade e preconceito - identidade social respeito à liberdade individual do cidadão - ética e moral - indústria cultural de massa - papel ideológico do marketing (consumismo e política) - responsabilidade social - A política - sistema de representação política - a política e a cidadania - a cidadania e o estado de direitos - ação social e assistencialismo - análise política do governo atual e seus impactos na sociedade - liderança política e ética - O mundo do trabalho e as exigências sociais - tendências do mercado de trabalho - o mercado de trabalho local, regional, nacional e internacional - solidariedade e cooperação nas relações sociais 138

139 PLANO DE ENSINO ANUAL SOCIOLOGIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: SOCIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º Conhecer a Sociologia como a ciência da sociedade, considerando o seu surgimento e história. Entender a importância dos principais pensadores e suas teorias para o surgimento da sociologia como ciência. Compreender os fundamentos teóricos dos principais autores da sociologia na explicação das práticas sociais. - A sociologia como ciência; - as grandes revoluções e seus impactos sociais; - O pensamento científico aplicado às práticas sociais. - Augusto Comte, Emile Durkheim Max Weber, Karl Marx, Augusto Comte, Emile Durkheim Max Weber, Karl Marx, Nobert Elias, Pierre Bourdieu e Passeron, Análise dos alunos/as sobre determinado acontecimento social do cotidiano e seus desdobramentos; - Reflexão sobre a música: MUSICA DE TRABALHO -Legião Urbana; - Aula expositiva com intervenções dialogadas; - Pesquisa Histórica dos impactos sociais na era das grandes revoluções. - Análise dos alunos/as sobre o que é fato social ; - Realização de pesquisas direcionadas que redundarão em Seminários em estilo painel; - Construção coletiva de um mural com sínteses sobre pensadores. - Estudos sobre a sociedade o que é tema social? - Eleição de temas sociais da atualidade e explicação das mesmas sob a orientação teórica dos pensadores da sociologia em estudo; - Construção coletiva de um mural com sínteses sobre pensadores. Análise crítica da música e criação de artigo (produção textual); Trabalhos de pesquisa expositivos em grupo; INSTRUMENTOS: Síntese escrita; Teste individual com questões objetivas e discursivas. FORMA: análise parcial e global dos principais pensamentos dos autores em estudo, considerando a inferência dos alunos/as e posicionamento teórico. Organização do pensamento teórico em relação com a prática social dos alunos/as; Capacidade de síntese para composição do mural. Síntese escrita. Teste individual com questões objetivas e discursivas. Painel, Apresentação oral e trabalho escrito. Mural construído e Trabalho em grupo e Teste individual com questões objetivas e discursivas. 139

140 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: SOCIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 4º Identificar nas práticas sociais atuais alguns conceitos estruturantes da sociologia estimulando pensamento autônomo e crítico-social. - Comunidade - Sociedade - Cidadania - Ideologia - Identificar uma comunidade comum aos alunos e fazer com eles uma lista de características que demarcam essa comunidade; - Apresentar cenicamente as marcas sociais que identificam as diferentes comunidades e grupos sociais presentes na sociedade atual; - Problematizar conceitos de cidadania e ideologia por meio da análise conjunta de fatos sociais da atualidade, percebendo os artefatos ideológicos que perpassam discursos e políticas; - Aula expositiva dialogada com vistas á demarcações teóricas; - Organização de Blog Escola Cidadã em que cada aluno deve escrever um texto. Representação cênica e a capacidade criativa associada a conceitos fundamentais da sociologia; Discussão com base em artifícios ideológicos e suas manifestações. Artigo individual com análise sobre temáticas sociais; Simulado do ENEN com questões relacionadas ao conteúdo estudado durante todo o ano. 140

141 PLANO DE ENSINO ANUAL SOCIOLOGIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: SOCIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º Refletir sobre a religiosidade humana e conhecer as principais religiões do mundo. Identificar as várias formas de racismo e preconceito desenvolvendo uma compreensão cidadã de diversidade étnicoracial. - Religião e Religiosidade. - O Racismo - Brasil e Suas Raças - Diversidade e Preconceito - Ações Afirmativas de oposição ao preconceito social; - Fatores sociais na saúde pública ( física e psicológica); - O Bullyngna escola e em outros contextos sociais. - Direcionamento de perguntas sobre as religiões que os alunos professam e sobre a religiosidade enquanto parte da constituição humana. - Reflexão sobre a MÚSICA: Sobre todas as coisas Gilberto Gil, ou outra de interesse dos alunos/as; Levantamento de questionamentos sobre a música em relação com a vida; - Análise grupal de alguns filmes: Agnes de Deus, O terceiro Milagre, Baraka, A última tentação de Cristo, A paixão de Cristo, Dúvida; - Discussão coletiva sobre os filmes demarcando a religiosidade humana e as expressões religiosas. - Problematizar o tema do racismo no ambiente escolar, no município e no Brasil, utilizando exemplos do cotidiano; - Reflexão das várias formas de racismo no decorrer da história (Nazismo), identificando as principais características da intolerância racial e outras formas de intolerância presentes na realidade social; - Pesquisa das leis que protegem os direitos humanos da diferença; Entrevistas que visam a desconstrução de imaginário social preconceituoso; -Incentivo e divulgação de atitudes de respeito à diversidade. Analise crítica da música e filmes;criação de artigo (produção textual); Análise das contribuições individuais durante as aulas. Sínteses parciais e globais dos principais pensamentos dos autores em estudo; Atitudes de respeito e análises da interatividade social na turma e escola. Trabalhos de pesquisa expositiva em grupo e síntese individual escrita. Apresentação oral e trabalho escrito. Apresentação de álbum de recortes sobre o preconceito. Teste individual. 141

142 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: SOCIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 3º 4º Reconhecer que as identidades subjetivas fazem parte de uma estrutura social mais ampla. Conhecer os diversos conceitos da política e refletir sobre a real participação nesses processos para a mudança social, - Identidade Social; - Ética e Moral; - Postura ética diante dos fatos sociais; - Grupo Social; - Movimentos Sociais; - Impacto político e social dos movimentos sociais da atualidade, tanto os locais, regionais, nacionais e internacionais. - A Política (política como capacidade humana, organizações políticas, representação de poder); - Sistema de Representação Política A política brasileira, democracia e sistema de representatividade popular; - A Política e a Cidadania; - Responsabilidade política e social. - Levantamento das práticas sociais associadas à identidade dos alunos/as como ponto de partida para pesquisas em grupo; - Identificação das características dos grupos sociais e movimentos sociais da contemporaneidade; - Entendimento da ética como fenômeno social presente na formação dos indivíduos e ligado à ideologias e paradigmas sociais. - Relação família e a relação com o poder política como característica inerente ao ser humano; - Pesquisa biográfica de políticos conhecidos; - A política como fato social passível de pesquisa. Alienação política na sociedade; - Aula expositiva e dialogada com os alunos/as; - Pesquisa da história dos partidos políticos no Brasil; - -Análise conjunta dos Impactos das ações políticas na vida social. Organização do pensamento teórico em relação com a prática social; Demarcação de postura ética presente nas decisões da vida; Observação sobre o comportamento social em relação a diferenciação dos grupos sociais; Entendimento da força política de articulação presente nos movimentos sociais. Observação da capacidade criativa associada a conceitos fundamentais da sociologia. Relatórios individuais. Sínteses de pesquisas. Teste individual com questões de objetivas e discursivas. Artigo individual com análise sobre temáticas sociais. Simulado do ENEN com questões relacionadas ao conteúdo estudado durante todo o ano. 142

143 PLANO DE ENSINO ANUAL SOCIOLOGIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: SOCIOLOGIA APRENDIZAGENS PROCEDIMENTOS PERÍODO CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA BÁSICAS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º 4º Compreender e valorizar as diferentes manifestações culturais sob o princípio estético, político e ético. Construir uma visão mais crítica sobre a indústria cultural avaliando o papel ideológico na vida social. Compreender as transformações do mundo do trabalho geradas por mudanças na ordem econômica. Fortalecer a identidade social e política no contexto do Estado de Direito, para que haja reciprocidade de direitos e deveres entre o poder público e o cidadão. - O Que é Cultura? - O Estudo Antropológico da Cultura; - Diferenças Culturais; - Respeito à diversidade cultural; - Patrimônio cultural; - Aculturação. - Indústria Cultural de Massa - Papel Ideológico do Marketing (Consumismo E Política); - Manobras culturais e políticas; - Criticidade cultural e política. - O Mundo do trabalho e as Exigências Sociais; - Processo de mais valia Valor do trabalho; - Tendências do Mundo do Trabalho; - O Mercado de trabalho no Município. - A Cidadania e o Estado de Direitos; - Ação Social e Assistencialismo; - Análise Política do Governo atual e seus Impactos na Sociedade; - Globalização da Economia. - Reflexão sobre as músicas da cultura popular maranhense e dividir a turma em grupos para identificar marcos culturais expressos nas letras e harmonias musicais; - Aula expositiva com intervenções dialogadas; Pesquisa antropológica orientada com os alunos/as estranhando o cotidiano. - Solicitar aos alunos/as que lembrem de propagandas, layouts... e analisar conjuntamente com os alunos/as intencionalidades e inferências. - Realização de pesquisas direcionadas que redundarão em Seminários - estilo painel; - Análise crítica de marketing propagandas, embalagens, revistas, jornais, propagandas de internet, etc. - Entrevista orientada sobre as intenções da turma sobre o mercado de trabalho; - Pesquisa sobre o mundo do trabalho e empreendedorismo regional; - Organização de artigos científicos sobre o mundo do trabalho para o blog da turma. - Levantamento a nível de senso comum sobre direitos e deveres do cidadão; - Aula expositiva de acordo com as temáticas insurgentes; - Apresentar cenicamente as marcas sociais que identificam políticas assistencialistas do governo; - Elaboração de frases de efeito sintéticas com impacto informativo para serem espalhadas na escola. Análise das músicas e criação de artigo; Trabalhos de pesquisa expositivos em grupo. - análise dos diálogos e formação de opinião dos alunos/as; - desenvolvimento de pesquisa e criticidade a partir do referencial teórico dado. Organização do pensamento teórico em relação com a prática social dos alunos/as; Criticidade e organização do pensamento. Representação cênica e a capacidade criativa associada a conceitos fundamentais da sociologia. INSTRUMENTOS Síntese escrita. Teste individual com questões objetivas e discursivas. Apresentação oral e trabalho escrito. Trabalho em grupo e Teste individual com questões objetivas e discursivas; Texto produzido para o blog. Artigo individual com análise sobre temáticas sociais; Produção individual e em grupo; Simulado do ENEN com questões relacionadas ao conteúdo estudado durante todo o ano. 143

144 APRENDIZAGEM ESPERADA Construir uma visão crítica sobre a indústria cultural avaliando o papel ideológico na vida social. PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) - Quantos gostam de uma cocacola bem gelada? - Quando pensam na coca-cola lembram de que? - Em quantos meios de comunicação há propagandas da coca-cola? - Você sabia que é o produto industrializado mais vendido do mundo? - A coca-cola faz bem para a saúde? Então porque é tão consumida? - Que outros produtos estão massivamente no Marketing mas que trazem prejuízos materiais e/ou psicológicos? PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE SOCIOLOGIA INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS Papel Ideológico do Marketing Consumismo. - Definição de consumismo; - Definição de Marketing; - A influência do Marketing na formação de uma sociedade consumista; - O consumo consciente. - Solicitar aos alunos que lembrem de propagandas, layouts... e analisar conjuntamente com os alunos intencionalidades e inferências; - Leitura de texto de apoio com críticas ao consumo da coca-cola; - Análise crítica do marketing e o incentivo ao consumo consciente; - Elaboração de pequeno texto escrito: o consumo consciente a despeito da propaganda massiva nas mídias. - Texto de apoio impresso; - imagens de propagandas da cocacola, envolvendo crianças e outros personagens; - Celulares que estejam ligados na internet para pesquisa de propagandas. CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM FORMA: análise dos diálogos e formação de opinião dos alunos, desenvolvimento de pesquisa e criticidade a partir do referencial teórico dado. INSTRUMENTO: Texto escrito com tema dado. TEXTO DE APOIO Coca Cola Você ainda precisa de motivos para não consumir? Por Camila Leão Os diversos defeitos da Coca Cola já são nossos velhos conhecidos: alto teor de açúcar, sódio, rica em aditivos (como os conservantes e corantes inclusive o famoso e possivelmente cancerígeno Caramelo IV) Todos esses fatores contribuem para o desenvolvimento de diversas doenças, sendo que a maioria delas surgirá em médio ou longo prazo. Talvez essa demora para o aparecimento das consequências seja uma das causas para que as pessoas continuem consumindo esse veneno. Além de fabricar um produto que causa tão mal, a Coca-Cola ainda se recusa a ajudar seus (infelizes) consumidores, prejudicado com consequências sérias e que serão levadas para a vida toda! O detalhe da cabeça de rato encontrada em uma das garrafas, é também muito chocante, mas precisamos ter consciência que esse é um risco que assumimos diariamente ao consumir alimentos industrializados. Poucas são as grandes indústrias que conseguem manter um padrão adequado de qualidade higiênico sanitária. Por isso ressaltamos: dê preferência para os alimentos preparados em casa e para tudo que for o mais natural possível! Fazendo isso conseguimos evitar problemas como os apresentados no vídeo. 144

145 OBJETO DE ESTUDO Pensamento filosófico da humanidade na (re) significação do mundo. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Mito e filosofia Teoria do Conhecimento Ética Filosofia Política Filosofia da Ciência Estética Mito e filosofia Teoria do conhecimento A ética Filosofia e política Filosofia e ciência Estética Saber mítico Saber filosófico Relação Mito e Filosofia O que é Filosofia? O conhecimento As formas de conhecimento O problema da Verdade A questão do método A lógica e a linguagem Ética e Moral Pluralidade ética Razão, desejo e vontade Liberdade, autonomia e controle Poder Liberdade e igualdade política Ideologia e política Esfera publica e privada Cidadania e democracia O que é ciência? Método científico Ideologia e Ciência Ciência e Ética Conceito e Natureza da Arte Relação entre Filosofia e Arte Categorias estéticas Estética e sociedade FILOSOFIA CONTEÚDOS ESTRUTURANTES SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS 145

146 PLANO DE ENSINO ANUAL FILOSOFIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: FILOSOFIA APRENDIZAGENS CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS BÁSICOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º Perceber e compreender a passagem do senso comum com a entrada da Filosofia como meio de compreensão e direcionamento das problemáticas e desafios da realidade com um todo. Perceber e compreender a passagem do senso comum com a entrada da Filosofia como meio de compreensão e direcionamento das problemáticas e desafios da realidade com um todo. Conhecer noções elementares da lógica aristotélica; Interpretar o significado da linguagem simbólica no desenvolvimento da cultura humana, distinguindo símbolo e sinais. Mito e Filosofia: Saber Mítico; Saber filosófico. Relação mito e filosofia; O que é filosofia? Teoria do conhecimento: o conhecimento, as formas de conhecimento. o problema da verdade. Oferecer situação(s) problema(s) que ilustre, visualize,perceba e compreenda a passagem do mito á Filosofia. Leitura e discussão críticoreflexiva de texto filosófico e complementar que fundamentem e esclareçam o conteúdo em discussão. Leitura e discussão críticoreflexiva do texto filosófico e complementares que fundamentem e esclareçam o conteúdo em discussão. Otimizar e possibilitar o raciocínio analógico, lógico e comparativo dos alunos frente ao tema em estudo. Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s); Auto correção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s); Autocorreção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. -Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s); Autocorreção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e/ou culturais Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos Avaliação oral; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. 146

147 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: FILOSOFIA APRENDIZAGENS CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS BÁSICOS METODOLÓGICOS 4º Conhecer noções elementares da lógica aristotélica; Interpretar o significado da linguagem simbólica no desenvolvimento da cultura humana, distinguindo símbolo e sinais. A questão do método; A lógica e a linguagem. - Elaboração e apresentação de uma linha do tempo mediante a fundamentação teórica filosófica o qual os alunos/as possam vislumbrar a atualidade e importância do pensamento filosófico. Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s); Autocorreção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. - Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. PLANO DE ENSINO ANUAL FILOSOFIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: FILOSOFIA APRENDIZAGENS CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS BÁSICOS METODOLÓGICOS 1º Compreender o conceito de ética e moral e sua abrangência sociopolítica e cultural; Perceber e entender conceitos essenciais ao estudo da ética e política. ÉTICA: ética e moral; Pluralidade ética. Leitura analise discussão e síntese de textos filosóficos e complementares que agucem a curiosidade e atenção dos aluno(s), para o contexto proposto. - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s) Autocorreção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral Avaliação escrita Produção textual, artísticas e culturais 147

148 PLANO DE ENSINO ANUAL FILOSOFIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: FILOSOFIA APRENDIZAGENS CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO FORMA BÁSICAS BÁSICOS METODOLÓGICOS 2º Compreender o conceito de ética e moral e sua abrangência sociopolítica e cultural; Perceber e entender conceitos essenciais ao estudo da ética e política. Razão, desejo e vontade; Liberdade, autonomia e controle Otimizar e possibilitar o raciocínio analógico lógico e comparativo dos alunos/as frente ao tema em estudo. - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s) Auto correção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. INSTRUMENTOS Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos Avaliação oral; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. 3º 4º - Evidenciar a importância e a presença da Filosofia como caminho para o entendimento dos problemas da contemporaneidade tendo como suporte a historicidade. Evidenciar a importância e a presença da Filosofia como caminho para o entendimento dos problemas da contemporaneidade tendo como suporte a historicidade. FILOSOFIA E POLÍTICA: Poder; Liberdade e igualdade política; Ideologia e política. Esfera pública e privacidade; Cidadania e Democracia. - Realização de atividades extraclasse, utilizando meios como celular para gravação de entrevistas previamente elaboradas. - Formatação de um quadro demonstrativo com o resultado das pesquisas de campo (entrevista). - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s) Autocorreção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s) Auto correção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. 148

149 PLANO DE ENSINO ANUAL FILOSOFIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: FILOSOFIA APRENDIZAGENS CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS BÁSICOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º Compreender o conceito de ciência e suas características e abrangência; Conhecer o método cientifico e suas possibilidades. Relacionar e perceber o entendimento da ciência, ideologia e ética. - Conhecer o conceito e a natureza da arte. Identificar a relação entre arte e Filosofia. O que é ciência? Métodos e Ciência. Ideologia e ciência; Ciência e ética. Conceito e Natureza da Arte; Relação entre Filosofia e Arte. Leitura analise discussão de textos referentes ao surgimento da ciência e sua importância para a sociedade. Apresentar situação problema fazendo uso da aplicação dos métodos. Leitura,analise e discussão de textos imagens, cartuns referentes a estética enquanto ciência da arte(hegel); Produção artística e/ou como expressão das categorias estéticas. - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s) Autocorreção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s) Auto correção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s) Auto correção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos Avaliação oral.; Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. 149

150 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: FILOSOFIA APRENDIZAGENS CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO FORMA INSTRUMENTOS BÁSICAS BÁSICOS METODOLÓGICOS 4º Entender o conceito de estética a Luz da Filosofia e sua relação com a sociedade. Categorias estéticas; Estética e sociedade. Leitura,analise e discussão de textos imagens, cartuns referentes a estética enquanto ciência da arte(hegel); Produção artística e/ou como expressão das categorias estéticas. - Percepcionar posturas e perceber inferências do(s) aluno (a) (s) frente ao(s) temas(s) Auto correção nas discussões e debates; Produção individual e/ou coletivos; Auto avaliação. - Ficha de observação; Quadro de acompanhamento das avaliações conceituais dos alunos/as; Avaliação oral. Avaliação escrita; Produção textual, artísticas e culturais. APRENDIZAGEM ESPERADA Perceber a diferença entre mito e filosofia; Entender o papel do mito para o homem; Perceber a relação do mito a linguagem científica; Entender a diferença entre mito e história. PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) Você conhece alguns mitos? Qual o papel do mito para o homem? Qual é a diferença entre mito para o homem? O que seriam as fábulas? PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE FILOSOFIA INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS Mito e Filosofia; Saber místico; Saber filosófico; Relação entre mito e filosofia; O que é filosofia? Discurso e construção de ideias a parti dos questionamentos de problematização; Leitura analise e discussão de textos filosóficos e complementares; Comparar, depois da consulta junto ao professor de história, o mito entre os povos de ontem e de hoje; Identificar o mito nas várias disciplinas: ciências, matemática e física; Pesquisar fábulas, por exemplo, junto ao professor; Com o professor de arte, pede-se exemplo a história de um mito ou uma fábula. Textos filosóficos sobre o mito da caverna; Como material complementar, história em quadrinhos sobre o mito da caverna; Texto filosófico sobre o mito de Prometeu e Pandora; Material adquirido através de recurso interdisciplinar. CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Observação de inferências dos alunos em sala de aula; Análise de discussão em sala de aula; Autocorreção; Registro escrito; Exposição de material didático; Estudo ampliado; Apresentação de atividades artística e cultural. 150

151 OBJETO DE ESTUDO Sujeitos e Processos Históricos CONTEÚDOS ESTRUTURANTES História, Sociedade e Relações de Trabalho HISTÓRIA História, Sociedade e Relações de Trabalho Estado e Relações de Poder História, Memória e Identidade CONTEÚDOS ESTRUTURANTES SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Caminhos da História Civilizações do Crescente Fértil Civilização Grega O Império de Alexandre A Civilização Romana e as migrações bárbaras Império Bizantino e o mundo árabe Os Francos e o Império de Carlos Magno Feudalismo Renascimento comercial e urbano A América antes da conquista As sociedades maia, inca e asteca Sociedades africanas da região subsaariana até o século XV Expansão europeia nos séculos XV e XVI: características econômicas, políticas, culturais e religiosas. A formação do mercado mundial Europa no início da Idade Moderna O encontro entre os europeus e as diferentes civilizações da Ásia, África e América 151

152 Estado e relações de poder Absolutismo na Europa Ocidental Bases da formação da América Portuguesa Colonização do Maranhão; Escravidão e formas de resistência indígena e africana na América Portuguesa Fundação de São Luís e a Batalha de Guaxenduba; Iluminismo e Liberalismo: Revoluções Inglesa (século XVII) e Francesa (século XVIII) e Independência dos Estados Unidos Império Napoleônico Revolta de Beckman Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão (século XVIII) e Escravidão Africana A Revolução industrial inglesa (séculos XVIII e XIX); Processos políticos e sociais no século XIX na Europa; Independências na América Latina; Adesão do Maranhão à independência do Brasil Regência e Revoltas no Brasil Segundo Reinado no Brasil O Brasil Republicano Imperialismo Conflitos entre os países imperialistas e a I Guerra Mundial A Revolução Russa e o stalinismo Totalitarismo: os regimes nazifascistas A crise econômica de 1929 A Guerra Civil Espanhola II Guerra Mundial A Guerra Fria e os golpes militares na América Latina Descolonização da África e da Ásia 152

153 História, Memória e Identidade Movimentos sociais e políticos na América Latina e Brasil nas décadas de 1950 e 1960 O Maranhão dos Coronéis e dos Grandes Projetos; As manifestações culturais de resistência aos governos autoritários nas décadas de 1960 e 1970 O papel da sociedade civil e dos movimentos sociais na luta pela redemocratização brasileira. Redemocratização no Brasil Movimentos Sociais e defesa dos direitos civis no Brasil contemporâneo O fim da Guerra Fria e a Nova Ordem Mundial A crise permanente no Oriente Médio: As guerras do Golfo, do Afeganistão e do Iraque. Nova conjuntura política econômica mundial: Crise nos EUA, na Europa e emergência da China; Grupos extremistas e terrorismo no mundo; A luta dos negros no Brasil e o negro na formação da sociedade brasileira; História dos povos indígenas e a formação sociocultural brasileira Brasil: Desafios para crescimento com equidade social Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade Cultura material e imaterial; Patrimônio e diversidade cultural no Brasil; 153

154 PLANO DE ENSINO ANUAL HISTÓRIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª DISCIPLINA: HISTÓRIA PROCEDIMENTOS INSTRUMENTO PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA METODOLÓGICOS S 1º Reconhecer o papel do indivíduo como sujeito e produto histórico; Compreender o processo de construção das Identidades social e individual nas temporalidades históricas; Buscar relações identitárias com as gerações passadas; Compreender o tempo histórico como construção social/cultural; Caminhos da História Civilizações do Crescente Fértil Civilização Grega O Império de Alexandre Pesquisas em fontes variadas como: sítios arqueológicos, plantas urbanas, mapas, vestimentas, objetos cerimoniais e rituais; Exibição de vídeos e documentários referentes aos conteúdos estudados; Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª DISCIPLINA: HISTÓRIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA METODOLÓGICOS 2º Reconhecer fontes documentais de natureza diversas; Identificar os diferentes ritmos de duração temporal ou as várias temporalidades (acontecimentos breves, conjunturais e estruturais). Estabelecer as relações entre permanências e transformações no processo histórico. A Civilização Romana e as migrações bárbaras Império Bizantino e o mundo árabe Os Francos e o Império de Carlos Magno Feudalismo Atividade para diagnosticar o conhecimento prévio do aluno; Atividades com diferentes fontes de informações (jornais, revistas, livros, filmes, fotografias); Levantamento, organização de dados e elaboração de mapas e linhas do tempo Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate INSTRUMENTO S Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro 154

155 3º 4º Identificar e extrair informações das diversas fontes documentais e interpretá-las. Comparar problemáticas atuais com problemáticas de tempos remotos; Identificar momentos de ruptura ou de irreversibilidade no processo histórico. Reconhecer a experiências históricas dos grupos em sociedades distintas; Desenvolver, a partir do conhecimento histórico, competências que viabilizem a reflexão sobre si mesmos. Feudalismo Renascimento comercial e urbano A América antes da conquista As sociedades maia, inca e asteca Sociedades africanas da região subsaariana até o século XV Expansão europeia nos séculos XV e XVI: características econômicas, políticas, culturais e religiosas. A formação do mercado mundial O encontro entre os europeus e as diferentes civilizações da Ásia, África e América. Europa no início da Idade Moderna Confecção de painel sobre modos de vida e de costumes de diferentes sociedades; debate sobre questões do cotidiano e suas relações com contextos mais amplos; identificar diferentes posições defendidas por grupos e instituições para solução de problemas sociais e econômicos. distinguir os padrões de medidas de tempo e Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate. Seminários construir periodizações Pesquisa em para os temas; diferentes fontes solicitação de resumos históricas orais ou em forma de textos, imagens, gráficos, linhas do tempo; - Criação de murais e Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate. exposições. Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. 155

156 PLANO DE ENSINO ANUAL HISTÓRIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª DISCIPLINA: HISTÓRIA PROCEDIMENTOS INSTRUMENTO PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA METODOLÓGICOS S 1º 2º Compreender os conceitos como categorias analíticas que auxiliam na indagação das fontes e das realidades históricas. Considerar a dinâmica dos conceitos, que adquirem especificidade a partir da construção de representações. Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa. Identificar o papel das diferentes linguagens: escrita, pictórica, fotográfica, oral, eletrônica, etc; Problematizar a vida social, o passado e o presente, na dimensão individual e social. Renascimento Reforma Religiosa Absolutismo na Europa Ocidental Relações Europa x Novo Mundo Bases da formação da América Portuguesa Colonização do Maranhão; Escravidão e formas de resistência indígena e africana na América Portuguesa Fundação de São Luís e a Batalha de Guaxenduba; Iluminismo e Liberalismo: Revoluções Inglesa (século XVII) e Francesa (século XVIII) e Independência dos Estados Unidos Império Napoleônico Revolta de Beckman Companhia de Comércio do Grão- Pará e Maranhão (século XVIII); Comércio de escravos africanos para o Maranhão; Oferecer situações que possibilitem diagnosticar o conhecimento prévio do aluno; Atividades com diferentes fontes de informação (jornais, revistas, livros, filmes, fotografias); trabalhar com documentos variados como: sítios arqueológicos, plantas urbanas, mapas, vestimentas, objetos cerimoniais e rituais. estimular procedimentos de pesquisa, organização de informações coletadas; promover estudos sobre diferentes modos de vida e de costumes; debater questões do cotidiano e suas relações com contextos mais amplos. Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. 156

157 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª DISCIPLINA: HISTÓRIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 3º 4º Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos a partir das categorias e dos procedimentos; Compreender textos de natureza histórica (obras de historiadores, materiais didáticos). Organizar a produção do conhecimento; Reconhecer os diferentes agentes sociais e os contextos envolvidos na produção do conhecimento histórico. Compreender o passado como construção cognitiva que se baseia em registros deixados pela humanidade e pela natureza. A Revolução industrial inglesa (séculos XVIII e XIX); Processos políticos e sociais no século XIX na Europa; Independências na América Latina; Adesão do Maranhão à independência do Brasil Regência e Revoltas no Brasil Segundo Reinado no Brasil O Brasil Republicano Imperialismo Conflitos entre os países imperialistas e a I Guerra Mundial A Revolução Russa e o stalinismo Totalitarismo: os regimes nazifascistas Realizar atividades em grupo para identificar diferentes posições defendidas por grupos e instituições; Interpretação de mapas e gráficos referentes aos conteúdos; Leitura e Interpretação de imagens, charges e etc.. distinguir os padrões de medidas de tempo e construir periodizações para os temas; Ler e discutir de forma critico- reflexiva textos complementares que aprofundem o conteúdo em discussão; solicitar resumos orais ou em forma de textos, imagens, gráficos, linhas do tempo; propor a criação de murais, exposições e estimular a criatividade expressiva. Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção TextuaL; Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. 157

158 PLANO DE ENSINO ANUAL HISTÓRIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª DISCIPLINA: HISTÓRIA APRENDIZAGENS PROCEDIMENTOS INSTRUMENTO PERÍODO CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA BÁSICAS METODOLÓGICOS S 1º 2º 3º Observar as relações de poder nas diversas instâncias da sociedade, como as organizações do trabalho as instituições da sociedade organizada: sociais, políticas, étnicas e religiosas; Perceber como o jogo das relações de dominação, subordinação e resistência fazem parte das construções políticas, sociais e econômicas. Compreender e respeitar as diversidades étnicas, sexuais, religiosas, de gerações e de classes como manifestações culturais por vezes conflitantes; Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos a partir das categorias e dos procedimentos. Identificar o papel e a importância da memória histórica para a vida da população e de suas raízes culturais; Compreender textos de A crise econômica de 1929 A Guerra Civil Espanhola II Guerra Mundial O período Vargas O mundo pós-segunda Guerra e a Guerra Fria Movimentos sociais e políticos na América Latina e Brasil nas décadas de 1950 e 1960 A Guerra Fria e os golpes militares na América Latina Descolonização da África e da Ásia O Maranhão dos Coronéis e dos Grandes Projetos; As manifestações culturais de resistência aos governos autoritários nas décadas de 1960 e 1970 O papel da sociedade civil e dos movimentos sociais na luta pela redemocratização brasileira. Redemocratização no Brasil Movimentos Sociais e defesa dos direitos civis no Brasil contemporâneo O fim da Guerra Fria e a Nova Ordem Mundial A crise permanente no Oriente Médio: Atividade para diagnosticar o conhecimento prévio do aluno; Aulas expositivas com apoio do livro, textos complementares, imagens e outros materiais didáticos; Atividades com diferentes fontes de informação (jornais, revistas, livros, filmes, fotografias). - Criação de murais, exposições e estimular a criatividade expressiva. Leitura compartilhada e produção textual; Leitura de imagens, gráficos e linhas do tempo. Pesquisa sobre os temas propostos; Interpretação de mapas e gráficos referentes aos conteúdos; Leitura e Interpretação Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido; Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido Produções individual e em 158

159 natureza histórica (obras de historiadores, materiais didáticos). As guerras do Golfo, do Afeganistão e do Iraque. Nova conjuntura política econômica mundial: Crise nos EUA, na Europa e emergência da China de imagens, charges e etc.. Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate. grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª DISCIPLINA: HISTÓRIA APRENDIZAGENS PROCEDIMENTOS PERÍODO CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA BÁSICAS METODOLÓGICOS 4º Reconhecer a preservação da memória histórica como um direito do cidadão; Identificar e criticar as construções da memória de cunho propagandístico e político. Grupos extremistas e terrorismo no mundo; A luta dos negros no Brasil e o negro na formação da sociedade brasileira; História dos povos indígenas e a formação sociocultural brasileira Brasil: Desafios para crescimento com equidade social Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade Cultura material e imaterial; Patrimônio e diversidade cultural no Brasil; Atividades extraclasse: visitas a museus, bibliotecas, construções e lugares históricos; Ler e discutir de forma critico- reflexiva textos complementares que aprofundem o conteúdo em discussão; Criação de murais, exposições e estimular a criatividade expressiva. Seminários Pesquisa em diferentes fontes históricas Produção Textual Leitura de imagens Exibição de Filmes Debate INSTRUMENTO S Avaliação oral sobre nível de compreensão do texto discutido Produções individual e em grupo Avaliação escrita Texto Resenha Ficha de registro. 159

160 APRENDIZAGEM ESPERADA PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE - HISTÓRIA INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Conhecer o papel do Maranhão no contexto das reformas pombalinas; Relacionar a existência da escravidão a diferentes espaços e temporalidades. - Exibição de Vídeo sobre o tema; - Quantos alunos já ouviram falar de escravidão? - Que atividades eram desenvolvidas pelos escravos? - Quanto tempo durava uma viagem da África para esta região? O Maranhão na rota do tráfico de escravos africanos: - A necessidade de mão e o papel da Companhia de Comércio; - As reformas pombalinas; - O cenário das trocas internacionais de mercadorias. Discutir questões do cotidiano e suas relações com contextos mais amplos; Relacionar a formação étnica do Maranhão com o contingente de cativos africanos comercializados para a região; Compreender a transição da economia maranhense: da subsistência ao cenário das trocas internacionais. Texto de apoio Imagens de escravos africanos FORMA Análise dos debates, forma de expressão e organização das ideias relacionadas ao referencial trabalhado na aula. INSTRUMENTO Produção Textual 160

161 OBJETO DE ESTUDO Espaço Geográfico. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO AMBIENTE NATURAL E SEU REFLEXO NA OCUPAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO GEOGRAFIA CONTEÚDOS ESTRUTURANTES ORGANIZAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO; AMBIENTE NATURAL E SEU REFLEXO NA OCUPAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO; A RELAÇÕES SOCIOESPACIAISE A (RE)ESTRUTURAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO; O IMPACTO DA EVOLUÇÃO TECNOLOGICA SOBRE O (RE)ORDENAMENTO GEOPOLÍTICO E ECONÔMICO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO. SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Espaço, paisagem, lugar, região e território. O espaço geográfico e a materialização dos tempos históricos. Noções de astronomia. Localização e orientação. Projeções cartográficas. Linguagem cartográfica. O espaço e suas representações. Cartografia temática. Cartografia e a evolução tecnológica. Regionalização do espaço geográfico. O sistema Terra e as inter-relações entre seus subsistemas litosfera, hidrosfera, atmosfera e biosfera. Tectônica das placas. A morfogênese do relevo terrestre e sua ocupação pelo ser humano. As condições naturais do planeta e suas interações ambientais e sociais. Meio ambiente e sociedade. Domínios morfoclimáticos e biomas: características, importância, aproveitamento e condições ambientais. 161

162 CONTEÚDOS ESTRUTURANTES A RELAÇÕES SOCIOESPACIAISE A (RE)ESTRUTURAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO O IMPACTO DA EVOLUÇÃO TECNOLOGICA SOBRE O (RE) ORDENAMENTO GEOPOLÍTICO E ECONÔMICO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Povoamento e expansão territorial brasileira. A questão agrária e a organização do espaço no Brasil. O urbano e o rural: relações de interdependência. Dinâmica populacional e a (re) estruturação sócio espacial. Desigualdades sócio espaciais. Urbanização e a estruturação do espaço geográfico. Industrialização e seu reflexo no espaço geográfico. Setores produtivos e a organização da sociedade. Matriz energética as questões ambientais. Comunicação e transportes no mundo globalizado. Ordenamento geopolítico mundial Globalização Comércio internacional Mercados regionais Os atuais fluxos de informação. As redes sociais e sua influencia nas relações econômicas, sociais e culturais atuais. A questão ambiental: conferências, debate, acordos, protocolos e a política ambiental brasileira 162

163 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO APRENDIZAGENS PERÍODO BÁSICAS 1º 2º Interprete diferentes representações gráficas e cartográficas dos espaços geográficos. Identificar nas diferentes paisagens a materialização de aspectos históricos, geográficos, sociais e as relações de poder. PLANO DE ENSINO ANUAL GEOGRAFIA CONTEÚDOS BÁSICOS Espaço, paisagem, lugar, região e território; O espaço geográfico e a materialização dos tempos históricos; Noções de astronomia; Tectônica das placas; Localização e orientação Projeções cartográficas O espaço e suas representações Cartografia temática Cartografia e a evolução tecnológica Regionalização do espaço geográfico ANO/SÉRIE: 1º SÉRIE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Propor situações-problema que trate de questões relacionadas à categoria de lugar como espaço de identificação do individuo; Analise do espaço vivido pelo aluno e suas macro-relações com paisagem e território (Aula expositiva); Articular os conceitos da geografia com a observação, descrição e organização de dados e informações do espaço geográfico (Leitura de imagens); Elaboração e registro de sínteses pelos alunos/as; Produções: textuais, visuais e ou audiovisuais; Realização de atividades em sala com uso de mapas e/ou aplicativos de smartfones. Propor questionamentos a cerca do uso das representações cartográficas utilizadas pelas diversas mídias; Estudo de conteúdo cartográfico a partir dos panfletos de propaganda de empreendimentos imobiliários locais; Analise a linguagem cartográfica, destacando suas intencionalidades (Produção textual p/equipe); Atividade de leitura e interpretação de mapas (exercício); Construção de maquete com aplicação de escala e convenções cartográficas. DISCIPLINA: GEOGRAFIA FORMA Observação das relações estabelecidas pelos alunos entre os conceitos teóricos de geografia e sua realidade social ; Analise a influencia dos eventos da natureza e da sociedade na (re)construção do espaço geográfico; Clareza, coerência e organização das informações na síntese escrita; Domínio do conteúdo e aplicação dos conteúdos trabalhados na Leitura de imagem Observação do domínio, pelo aluno, da linguagem cartográfica e seus usos; Analise a influencia dos eventos da natureza e da sociedade na (re)construção do espaço geográfico; Clareza, objetividade e capacidade de síntese na produção coletiva de texto; Domínio dos conhecimentos cartográficos e sua aplicabilidade na vida cotidiana. INSTRUMENTOS Produções: textuais, visuais e ou audiovisuais Síntese escrita; Atividades em sala. Produção textual p/equipe); Exercício Analise da Maquete 163

164 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO APRENDIZAGENS PERÍODO BÁSICAS 3º 4º. Reconhecer a função dos recursos naturais na produção do espaço geográfico, relacionandoos com as mudanças provocadas pelas ações humanas. Compreenda as transformações que ocorrem no espaço geográfico como resultado das relações sociais estabelecidas e construídas historicamente. CONTEÚDOS BÁSICOS O sistema Terra e as interrelações entre seus subsistemas. A morfogênese do relevo terrestre e sua ocupação pelo ser humano; Domínios morfoclimáticos e biomas: características, importância, aproveitamento e condições ambientais. - O urbano e o rural: relações de interdependência; Crescimento, estrutura e mobilidade da população mundial; Territorialidades no espaço urbano; Urbanização e a estruturação do espaço geográfico. ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Questionamentos a cerca da ocupação humana nos diversos tipos de ambientes naturais e suas interferências na dinâmica da natureza; Realização de atividades de estudo do meio; Criação de um fórum virtual de debate e publicação das produções dos alunos/as, utilizando as redes sociais (facebook) sobre os assuntos estudados; Realização de atividade escrita com questões objetivas e subjetivas; Concepção e produção de vídeominuto sobre a influência das condições naturais no cotidiano das comunidades locais. Propor situações-problema que trate de questões relacionadas aos diferentes espaços geográficos; Estudo a partir matérias divulgadas pelas diversas mídias sobre os espaços urbano e rural (estudo de texto) Exibição, análise e debate de filme e/ou vídeo de curta metragem que trate do assunto abordado; Produção de um artigo de opinião por grupo; Atividade de leitura e interpretação de mapas (exercício escrito). DISCIPLINA: GEOGRAFIA FORMA Capacidade de diagnosticar e interpretar os efeitos da ação humana nos ambientes naturais; Analise da qualidade das inferências e produções existentes no fórum virtual; Observação do desempenho dos alunos/as na atividade escrita; Domínio e aplicação dos conteúdos durante a concepção e criação do material audiovisual. Capacidade de diagnosticar e interpretar os efeitos da ação humana nos ambientes naturais; Analise da qualidade das inferências dos alunos durante o estudo de texto; Relacionar os conteúdos trabalhados em sala com o tema abordado no filme e/ou vídeo; Analise criticamente as contradições que se manifestam espacialmente, a partir dos processos produtivos e de consumo. INSTRUMENTOS Fórum virtual/publicaç ões Atividade escrita; Material áudio visual. Artigo de opinião Estudo de texto e exercício escrito. 164

165 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO APRENDIZAGENS PERÍODO BÁSICAS 1º 2º Compreender a relação existente entre os elementos culturais e o meio ambiente na construção das identidades (nacional, regional, local). Reconhecer a função dos recursos naturais na produção do espaço geográfico, relacionando-os com as mudanças provocadas pelas ações humanas. PLANO DE ENSINO ANUAL GEOGRAFIA CONTEÚDOS BÁSICOS Regionalização do espaço geográfico nacional Povoamento e expansão territorial brasileira. A questão agrária e a organização do espaço no Brasil. A morfogênese do relevo brasileiro e sua ocupação pelo ser humano. Os subsistemas (litosfera, hidrosfera, atmosfera e biosfera) nacionais e suas interações; Domínios morfoclimaticos e biomas brasileiros; A política ambiental brasileira. ANO/SÉRIE: 2º SÉRIE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Analisar o processo de formação do Estado-nação brasileiro através da leitura e interpretação de mapas; Elaboração de painel sobre a formação e dinâmica territorial desde a colonização ate a inserção do Brasil na economia global; Analise do espaço geográfico do ponto de vista do relevo brasileiro sua ocupação; Mapear os resultados pesquisados e produzir relatório/síntese. Exibir informações geográficas expressas em diferentes linguagens sobre o processo de ocupação dos meios físicos; Aula expositiva com uso de documentários; Elaborar quadro sinótico relacionando o tipo de clima com o tipo de vegetação; Criar um fórum de debate utilizando as redes sociais (facebook), para discussão dos assuntos estudados em sala; Produzir vídeos-minuto que retratem as relações econômicas entre campo e cidade. DISCIPLINA: GEOGRAFIA FORMA Das diferentes formas de ocupação do território brasileiro através da historia; Organização territorial do Brasil atualmente; Capacidade de relacionar o processo de modernização das atividades agrícolas com o aumento do êxodo rural no Brasil; Clareza, coerência e organização das informações no painel-síntese Clareza, coerência e organização das informações na síntese escrita Identifique as características naturais dos biomas brasileiros; Capacidade de perceber a relação existente entre a distribuição das formações vegetais e os tipos de clima; Analise critica do resultado das ações humanas sobre o meio ambiente; Analise da qualidade das inferências durante o fórum Relacione a atividade industrial às transformações na produção agrícola. INSTRUMENTOS Painel síntese; Relatório síntese. Quadro sinótico Fórum de debate vídeos-minuto 165

166 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO APRENDIZAGENS PERÍODO BÁSICAS 3º 4º Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações socioespaciais, reconhecendo as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de ocupação dos espaços. Compreenda as transformações que ocorrem no espaço geográfico como resultado das relações sociais estabelecidas e construídas historicamente. CONTEÚDOS BÁSICOS Desigualdades sócias espaciais no espaço geográfico brasileiro; Urbanização e organização do espaço geográfico nacional; A Industrialização e seu reflexo na ocupação do território nacional; Setores produtivos e a organização da sociedade brasileira. O Brasil no comércio internacional; Matriz energética as questões ambientais no Brasil; Os meios de comunicação e transportes no Brasil e no mundo globalizado. ANO/SÉRIE: 2º SÉRIE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Questionamentos a respeito da realidade social, política, econômica nacional, com uso de vídeos, propagandas, panfletos publicitários, charges e tiras; Debate dirigido sobre temas atuais relacionados ao processo de metropolização e a hierarquia urbana no Brasil; Realização de atividades de pesquisa com uso de aplicativos de smartfones; Organização, síntese escrita e apresentação dos resultados da pesquisa; Mostra de trabalhos através de painel de fotos sobre as modificações impostas pelas novas tecnologias à vida social e ao mundo do trabalho. Propor situação-problema que trate da situação econômica do Brasil frente as potencias mundiais; Pesquisa em grupo no site do BNDES sobre a importância das exportações de produtos brasileiros para a inserção do país na economia global; Pesquisa, análise e interpretação de textos, gráficos, tabelas e mapas; Exibição e analise e debate sobre o filme Energia em São Paulo ; Estudo dirigido com noticias de jornais e revistas sobre os meios de comunicação e os transportes em diferentes escalas DISCIPLINA: GEOGRAFIA FORMA Analise de fenômenos geográficos expressos em diferentes linguagens; Clareza, coerência e organização das imagens no painel de fotos; Domínio do e aplicação dos conteúdos a situações da vida cotidiana; Analise da distribuição da População Economicamente Ativa por setores de atividade econômica. Avalie criticamente a inserção do país na economia global; Capacidade de identificar e analisar criticamente a infra estrutura para a geração de energia no Brasil e a sua importância para o setor industrial; Elaboração, realização, organização e analise dos dados da pesquisa; Domínio do conteúdo e aplicação dos conteúdos trabalhados na produção de texto. INSTRUMENTOS Síntese escrita Painel de fotos Debate dirigido. Relatório de pesquisa Estudo dirigido Interpretação de textos, gráficos, tabelas e mapas. 166

167 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO APRENDIZAGENS PERÍODO BÁSICAS 1º 2º Compreender as transformações que ocorrem no espaço geográfico como resultado das relações sociais estabelecidas e construídas historicamente. Compreender o significado históricogeográfico das organizações políticas e socioeconômicas em escala local, regional ou mundial. PLANO DE ENSINO ANUAL GEOGRAFIA CONTEÚDOS BÁSICOS Regionalização do espaço geográfico mundial; Ordenamento geopolítico mundial; o Ordenamento geopolítico nacional; Globalização o Modelo econômico e políticas industriais nacionais; Comércio internacional. Mercados regionais O Brasil no comércio internacional Urbanização e a estruturação do espaço geográfico Comunicação e transportes no mundo globalizado. O sistema de transportes nacional ANO/SÉRIE: 3º SÉRIE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Questionamentos a respeito da realidade social, política, econômica, a partir de vídeos, propagandas, panfletos publicitários, charges e tiras; Aula expositiva com uso de infográficos que retratem a (re)ordenação geopolítica mundial; Construir um fórum virtual de debate utilizando as redes sociais (facebook), sobre os assuntos estudados; Construção coletiva de um painel síntese retratando os modelos econômicos e as políticas industriais adotadas no país; Produção de texto dissertativo.. Analise de situação-problema que trate da estruturação do espaço geográfico em escala local; Aula expositiva com uso de vídeos e/ou documentários; Exibição e analise do documentário sobre Mobilidade urbana /Canal NBR Pesquisa em grupo sobre os temas estudados, considerando a realidade local; Produção de portfólio p/grupo Seminários temáticos DISCIPLINA: GEOGRAFIA FORMA Análise de fenômenos geográficos expressos em diferentes linguagens; Análise da qualidade das inferências durante o fórum virtual; Clareza, coerência e organização das informações no painel-síntese; Domínio do conteúdo e aplicação dos conteúdos trabalhados na produção de texto. Compreensão do papel das sociedades no processo de produção do espaço em suas diversas escalas; Capacidade de diagnosticar e interpretar os problemas sociais; Capacidade de identificar e analisar criticamente as contradições que se manifestam espacialmente, a partir dos processos produtivos e de consumo. INSTRUMENTO S Fórum virtual Painel síntese; Produção textual. Portfólio impresso Seminário temático. 167

168 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO APRENDIZAGENS PERÍODO BÁSICAS 3º 4º Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações socioespaciais, reconhecendo as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de ocupação dos espaços. Avaliar criticamente conflitos culturais, sociais, políticos, econômicos ou ambientais ao longo da historia e em suas diferenças espaciais. CONTEÚDOS BÁSICOS Os atuais fluxos de informação/ comunicação e as novas territorialidades; As redes sociais e sua influencia nas relações econômicas, sociais e culturais atuais; Dinâmica populacional; Crescimento e estrutura da população; Desigualdades sócio espaciais; Mobilidade populacional. Ecossistemas naturais e o avanço da globalização; Matriz energética as questões ambientais; A questão ambiental: conferências, debate, acordos, protocolos; Política ambiental brasileira. ANO/SÉRIE: 3º SÉRIE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Propor situação-problema que trate dos usos atuais das redes sociais e desigualdades sócio-espaciais; Exibição do filme: "Desligados": O lado anti-social das redes sociais; Discutir a influência das redes sociais na sociedade atual a partir do filme exibido; Produção de texto dissertativo; Pesquisa em grupo, interdisciplinar, sobre crescimento, estrutura, desigualdades e mobilidade da população de seu município; Mostra coletiva através de painéis orais, vídeos, documentários, filmes longa-metragem. Questionamentos acerca da ocupação humana nos diversos tipos de ambientes naturais e suas interferências na dinâmica da natureza; Realização de atividades de estudo do meio; Produção de um artigo de opinião Pesquisa, análise e interpretação de textos, gráficos, tabelas e mapas; Comparar as vantagens e desvantagens econômicas e ambientais das diversas fontes de energia;(atividade em sala); Produção de portfólios por equipe sobre: conferências, debate, acordos, protocolos e política ambiental brasileira com quadro síntese e ilustrações. DISCIPLINA: GEOGRAFIA FORMA Análise das novas relações sociais estabelecidas com o advento da internet 2.0; Elaboração, realização, organização e analise dos dados da pesquisa interdisciplinar; Domínio do conteúdo e aplicação dos conteúdos trabalhados na produção de texto. Capacidade de identificar particularidades de uma paisagem,lugar ou território a partir das ações antrópicas ali realizadas; Analise da relação de reciprocidade entre o processo de ocupação dos meios físicos e as relações da vida humana com a paisagem; Domínio do conteúdo e aplicação dos conteúdos trabalhados na produção de texto. INSTRUMENTOS Produção textual Mostra coletiva Avaliação escrita. Artigo de opinião Portfólio/quad ro-síntese. 168

169 APRENDIZAGEM ESPERADA Compreenda as transformações que ocorrem no espaço geográfico como resultado das relações sociais estabelecidas e construídas historicamente. PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) José que mora no bairro São Francisco, em seu percurso diário até a escola no centro da cidade, passa pela Avenida Marechal Castelo Branco, Ponte José Sarney, Avenida Beira Mar, Praia Grande, Cajazeiras e Canto da Fabril. Nesse percurso tem contato com paisagens construídas em diferentes momentos históricos. Que elementos indicam a transição entre as paisagens? Que fatores influenciaram tais mudanças? PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE GEOGRAFIA INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS O espaço geográfico como construção histórica realizada pelo homem por meio das ações que desenvolve; Compreensão da formulação da identidade de cada um em relação ao seu local de vivência; Perceber-se como agente transformador de seu local de vivência. Propor questionamentos que tenha como foco a suas transformações do espaço geográfico; Aula expositiva com uso de imagens e/ou pequenos vídeos que tratem da evolução da paisagem local. Exibição e debate do filme: Muleque tá doido? Análise escrita da relação entre o filme e o conteúdo trabalhado em sala de aula; Elaboração de quadro síntese; Produção de portfólios, pelos alunos, que trate de iniciativas realizadas pela sua comunidade que visem a melhoria da qualidade de vida dos moradores. Slides Data show Caixa de som Filmes CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Análise escrita da relação entre o filme e o conteúdo trabalhado em sala de aula e elaboração de quadro síntese; Análise dos portfólios. 169

170 OBJETO DE ESTUDO Os seres vivos e seus aspectos interativos com outros organismos e com o ambientes. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES O mundo em que vivemos: Das Origens aos dias de hoje Saúde e qualidade de vida humana Mecanismos biológicos BIOLOGIA CONTEÚDOS ESTRUTURANTES O mundo em que vivemos: Das Origens aos dias de hoje. Saúde e qualidade de vida humana Mecanismos biológicos Hereditariedade e manipulação genética Processos evolutivos e a Biodiversidade Origem dos planetas Origem das primeiras células Teorias sobre a origem da vida Características dos seres vivos Relações ecológicas Biomas Sucessão ecológica Meio ambiente o Homem. A nutrição e saúde Saúde ambiental O Sexo e a saúde humana Parasitoses humanas Problemas relacionados ao uso de drogas Anomalias congênitas e adquiridas. A química da célula Organização celular Metabolismo energético Divisão celular Tipos de reprodução Gametogênese Fecundação humana Desenvolvimento embrionário Organogênese Fisiologia humana. SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS 170

171 CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Hereditariedade e manipulação genética Processos evolutivos e a Biodiversidade Ácidos nucléicos e o código genético. O código genético e a síntese de proteína Os cromossomos Uso da Biotecnologia. Leis da herança genética. Teorias evolutivas Genética de populações. Especiações Classificação biológica: Taxonomia e filogenia Os vírus As Bactérias Os protozoários Os fungos As algas Os vegetais Os animais Evolução humana. SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS 171

172 PLANO DE ENSINO ANUAL BIOLOGIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: BIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º Conhecer as principais teorias que buscam explicar a origem dos planetas e da vida; Compreender que o planeta sofre transformações ao decorrer do tempo e que os seres vivos influenciam e são influenciados por essas transformações; Compreender a importância da reciclagem da matéria e do equilíbrio ambiental na manutenção da vida. Relacionar a interação entre os seres vivos com o crescimento ou diminuição de uma população; Compreender a importância da conservação dos biomas na manutenção do equilíbrio biológico; Conhecer os principais problemas ambientais que afetam a qualidade de vida humana.;relacionar a interação entre os seres vivos com o crescimento ou diminuição de uma população. Compreender a importância da conservação dos biomas na manutenção do equilíbrio biológico; Conhecer os principais problemas ambientais que afetam a qualidade de vida humana. Origem dos planetas; A terra primitiva e o surgimento dos primeiros seres vivos; O que caracteriza a vida; Padrões e influências climáticas; Fluxos de energia e Ciclos da matéria. Dinâmicas de populações e relações ecológicas; Ecossistemas terrestres e aquáticos; Meio ambiente e equilíbrio ambienta;. Saúde ambiental - Confronto de explicações religiosas, científica e mitológica elaborada em épocas diferentes; - Utilização de documentários que comparem o ambiente primitivo com o atual; - Construção e analisar gráficos que demonstre as transferências de energia em um sistema vivo; - Aula expositiva. Discussão dos fatores que levam o crescimento da população e a relação desse crescimento com a sobrecarga do sistema social; Construção de mapas da localização dos biomas identificando a biodiversidade relacionando a diversidade aos fatores climáticos; Pesquisa sobre as condições ambientais do bairro, identificando, por exemplo, o destino do lixo e a qualidade da água. - Elaboração de resumo com principais ideias sobre o ambiente primitivo e a origem da vida. - Analisar a participação em atividades em grupo e individual; - Observação da participação do aluno na atividade sobre reciclagem e equilíbrio ambiental. Análise de tabelas; Observação e analise da construção de mapa; Analise de posicionamento crítico e argumentativo sobre as questões ambientais. Debate Produção textual sobre o documentário Avaliação escrita Produção textual Avaliação escrita Ficha avaliativa 172

173 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: BIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 3º 4º Reconhecer a célula como a unidade viva responsável pelas atividades metabólicas. Conhecer as substâncias químicas intracelulares relacionando-as aos nutrientes encontrados na alimentação diária. Compreender a importância de uma alimentação equilibrada para a manutenção de uma vida saudável. Conhecer os mecanismos de entrada e saída de substâncias na célula. Identificar as estruturas citoplasmáticas relacionando-as suas respectivas funções. Compreender a relação entre fotossíntese e respiração com a produção de energia. Relacionar multiplicação celular a crescimento e regeneração e associar divisões celulares descontroladas ao desenvolvimento de cânceres. Tipos de células A química da vida (substâncias intracelulares). Classificação dos alimentos. Nutrição e saúde. Componentes básicos de uma célula. Fisiologia da membrana. Os componentes do citoplasma. Metabolismo energético. Os componentes do núcleo celular. Divisão celular. A mitose como forma de reprodução e regeneração. As mitoses descontroladas. Esquematizando a representação gráfica dos diferentes tipos de células identificando os componentes básicos e suas respectivas funções. Aula expositiva. Analise de rótulos de produtos industrializados consumidos pelos alunos/as. Discussão d as causas e as consequências da desnutrição no Brasil e no mundo. Realização de experimentos que demostre mecanismo de entrada e saída de substâncias na célula. Aula expositiva utilizando modelos de diferentes tipos de células. Discussão sobre a importância da fotossíntese e da respiração para a sobrevivência dos seres vivos. Pesquisas bibliográficas sobre a importância da divisão.celular e as consequências das divisões descontroladas. Elaboração de relatório Participação em debates. Analise e interpretação de produção textual. Esquematizar diferentes tipos de células indicando as estruturas celulares Elaborar resumo que demonstre conhecimento sobre a importância do metabolismo energético. Analisar e interpretar questões. Produção textual Avaliação escrita Relatório de atividade prática Avaliação escrita Produção textual 173

174 PLANO DE ENSINO ANUAL BIOLOGIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: BIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º Compreender a importância da divisão celular na manutenção do numero de cromossomos de uma espécie relacionando a ocorrência de erros na meiose ao surgimento de anomalias cromossômicas. Conhecer as etapas do desenvolvimento humano da fecundação ao nascimento. Compreender a importância do cuidado com o corpo na prevenção de doenças - DSTs. Conhecer os risco da gravidez na adolescência e as formas de prevenila. Conhecer os mecanismos de formação de órgão e tecidos. Conhecer os principais órgãos do corpo humano identificando as funções vitais de cada um. Relacionar bem estar, saúde e qualidade de vida ao funcionamento regular e equilibrado dos sistemas biológicos. Tipos básicos de reprodução. A meiose e a formação dos gametas. A meiose e as anomalias cromossômicas. Fecundação e desenvolvimento embrionário. Formação dos Gêmeos. Métodos.anticoncepcionai s. Gravidez na adolescência. Anomalias congênitas. As DSTs. A formação dos tecidos e dos órgãos. Os sistemas biológicos. Saúde humana (problemas gástricos,imunização, efeitos das drogas etc.). Aula expositiva Utilização de filme que mostre o desenvolvimento embrionário humano. Pesquisar dados que apontem o numero de adolescente grávidas no Brasil no ano anterior por região. Fazer pesquisa referente as DSTs de maior incidência na sua cidade apontando as formas de contágio e as medidas de prevenção. Aula expositiva Fazer pesquisa bibliográfica sobre os sistemas biológicos do homem com enfoque na relação entre o bom funcionamento dos órgãos e a saúde humana. Discussão e debater, sobre os problemas de saúde gerados em consequência da vida moderna (alergias, pressão alta, obesidade, surdez..) Observação da participação do aluno em atividades de grupo. Analise da tabela Elaboração de relatório e sobre as DSts. Apresentação de seminários sobre a pesquisa Construção de painéis modelo do corpo humano que aponte os principais órgãos. Observação da participação no debate. Ficha de observação Avaliação escrita Tabela Relatório Ficha de observação. Seminário Painéis Avaliação escrita. 174

175 PLANO DE ENSINO ANUAL BIOLOGIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: BIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 3º 4º Conhecer os mecanismos de transmissão das características hereditárias relacionando DNA a produção das proteínas. Conhecer os riscos e os benefícios na utilização de produtos geneticamente modificados e utilização do teste de DNA na determinação na identificação de pessoas. Conhecer a importância da Bioética. Identificar as principais anomalias genéticas relacionadas aos cromossomos sexuais. Conhecer as finalidades do aconselhamento genético a e do teste de tipagem sanguínea. Ácidos nucléicos e o código genético O código genético e as proteínas Cromossomos A biotecnologia Leis da herança genética. (as leis de Mendel) Heranças autossômicas Determinação do sexo e heranças ligadas ao sexo. Grupos sanguíneos (sistema ABO erh). Incompatibilidade na transfusão de sangue. Aconselhamento genético. Aula expositiva Analise e interpretação das representações gráficas da herança de características hereditárias. Discussão sobre a produção e utilização de produtos geneticamente modificados; Levantamento de questões que discuta hereditariedade e preconceitos raciais; ética e clonagem terapêutica. Aula expositiva Fazer simulações de transfusão de sangue e cruzamentos genéticos entreos alunos/as. Debater, após leitura de texto científico, as vantagens do aconselhamento genético, analisando os custos e o acesso da população. Observar e analisar a argumentação do aluno sobre as questões relacionadas ao uso da biotecnologia. Construção de Heredogramas. Atividade individual Elaboração interpretação heredogramas. Atividades grupos. e de em Ficha de observação; Avaliação escrita. Avaliação escrita; Ficha de observação. 175

176 PLANO DE ENSINO ANUAL BIOLOGIA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: BIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º Compreender que aspectos reprodutivos e geográficos podem determinar a extinção ou surgimento de novas espécies. Conhecer e confrontar as ideias evolucionistas de Darwin e Lamarck identificando diferenças e semelhanças. Reconhecer a importância das mutações e da reprodução sexuada para a evolução e relacionar evolução a diversidade biológica. Conhecer a relação de parentesco entre os seres vivos. Conhecer e utilizar a nomenclatura biológica, os critérios de classificação e as categorias taxonômicas. Conhecer a estrutura e as particularidades da reprodução viral. Conhecer a importância, estrutura celular, as características reprodutivas, e os principais representantes das bactérias, protozoários e fungos. Compreender que aspectos ambientais e de higiene pessoal e coletiva influenciam na ocorrência e propagação de doenças. Teorias evolutivas Especiações Genética de populações. Classificação biológica: Taxonomia, Nomenclatura e filogenia. Os vírus As Bactérias Os protozoários Os fungos Parasitoses e saúde humana Discussão sobre o contexto histórico e o impacto das ideias evolucionista no século XIX;.Utilização de vídeo documentário que analise a importância da reprodução e do ambiente no processo de evolução das espécies; Construção e Interpretação de cladograma discutindo a relação filogenéticas os organismo; Aula expositiva. Aula expositiva; Comparação entre aspectos morfológicos e reprodutivos entre bactérias, fungos e protozoários; Relacionar formas de contágio a medidas; profiláticas de algumas doenças parasitárias indicando o agente etiológico e a região brasileira de maior ocorrência; Discutindo sobre a importância da higiene pessoal na prevenção de doenças. Observara participação do aluno em atividades individuais ou em grupo. Analise de interpretação de cladogramas e arvores filogenéticas. Observação da participação em atividades individuais. Analise das interpretações e das argumentações nas discussões em sala de aula. Ficha de observação Avaliação escrita Produção textual. Avaliação escrita Ficha de observação Debate 176

177 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: BIOLOGIA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 3º 4º Conhecer a importância ecológica, econômica e nutricionais de algas e vegetais. Conhecer os diferentes grupos de vegetais identificando aspectos morfológicos e evolutivos. Identificar a função básica dos órgãos vegetais e a relação desses órgãos nos mecanismos de produção e transporte da seiva orgânica. Relacionar os órgãos vegetais a nutrição, saúde, moradia. Conhecer a importância dos hormônios no desenvolvimento dos vegetais. Comparar aspectos morfológicos e embrionários entre os diferentes grupos de animais. Identificar características exclusivas de cada filo, relacionando aspectos morfológicos a aspectos adaptativos. Reconhecer representantes de cada filo do reino animal. Compreender que aspectos ambientais e de higiene pessoal e coletiva influenciam na ocorrência de parasitoses humana. Reconhecer a importância do desenvolvimento da linguagem e das relações sociais na evolução humana. As algas Os vegetais ( classificação, reprodução, aspectos evolutivos e importância). Morfologia e fisiologia dos órgãos vegetais. Os hormônios vegetais. Os animais (Classificação, Poríferos, Cinidários, Platelmintos, Nematódeas, Anelidas, artropodas, moluscos, equinodermos e cordados). Parasitoses e saúde humana. Evolução humana. Aula expositiva; Ilustrando as características morfológicas e fisiológicas dos órgãos vegetais e a importâncias desses órgãos na sobrevivência dos animais; Comparação entre os ciclos reprodutivos dos grandes grupos de vegetais; Pesquisa sobre a importância dos hormônios no Desenvolvimento das plantas. Aula expositiva; Indicação das características exclusivas de cada grupo de animais; Construção e analise De tabela que demonstre e compare as características evolutivas entre os grupos de animais; Discussão sobre a relação entre higiene individual e coletiva, saneamento básico e cuidados na manipulação de alimentos como fator determinante no controle de parasitoses; Realização de pesquisa bibliográfica para construção de árvore filogenética dos hominídeos. Observação da participação do aluno/a em atividade em grupo. Elaboração e apresentação de relatório. Elaboração de painéis. Observação da participação do aluno/a em atividade em grupo. Apresentação de tabela comparativa. Análise e construção de arvore filogenética. Seminário Produção textual Painel Avaliação escrita Avaliação escrita; Painel 177

178 APRENDIZAGEM ESPERADA - Reconhecer que os órgãos vegetais fazem parte de nossa alimentação diária. - Confrontar o conceito biológico com o conceito popular de frutos e legumes. PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) Levantar as seguintes questões: Quando você vai a feira comprar frutos, legumes e verduras o que leva pra casa? Tomate, batatinha, cenoura, alface, feijão, laranja, abacate, banana, quiabo, abobora. Questionar: você sabe qual desses alimentos, é, verdadeiramente, um legume ou fruto? Quais são eles? Qual o critério que você utiliza para separar um do outro (como é que você faz para separar?) PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE BIOLOGIA INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS Órgãos vegetais Conceito biológico do fruto e sementes Tipos de frutos. - Listar os alimentos mais citados sem fazer uma separação por grupo de classificação; - Apresentar os conceitos biológicos de fruto, de semente; identificar as partes e os critérios de classificação dos frutos; explicar o que é um pseudofruto; - Escolher um ou mais alimento e apresentar as características. morfológicas que identificam esse alimento sendo um fruto separando-os dos outros grupos; - Apresentar a como uma fruto sem semente explicando o que é um partenocárpico; - Retome a alguma das questões iniciais agora pedindo aos alunos construam uma tabela separando os alimentos por grupo de classificação. Quadro Slides Livro CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Construção de tabela e produção e produção de texto resumem que diferencie fruto, legumes. 178

179 OBJETO DE ESTUDO Transformações da matéria que ocorrem no mundo físico, observando suas propriedades, constituições e os processos químicos envolvendo energias e reações. CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Matéria, sua natureza e propriedades. Reações Químicas Biogeoquímica Modelos Explicativos Química Sintética QUÍMICA MATÉRIA, SUA NATUREZA E PROPRIEDADES; REAÇÕES QUÍMICAS; BIOGEOQUÍMICA; CONTEÚDOS ESTRUTURANTES MODELOS EXPLICATIVOS; QUÍMICA SINTÉTICA. Iniciação às atividades científicas; Matéria; Noções fundamentais; Estudo do átomo; Tabela Periódica; Ligações Químicas; Funções Inorgânicas. Reações inorgânicas; Cálculos químicos; Estequiometria; Estudo das dispersões; Propriedades coligativas; Termoquímica; Cinética química; Equilíbrio químico; Radioatividade. Introdução à química orgânica; Estudo do carbono; Funções orgânicas; Isomeria. Reações orgânicas. Polímeros. SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS 179

180 PLANO DE ENSINO ANUAL QUÍMICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: QUÍMICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º Utilizar a linguagem quimica e científica para relatar investigações e conclusão de atividades desenvolvidas como mecanismo de apropriação do conhecimento; Identificar e compreender símbolos e nomenclaturas próprias da química presente nos produtos utilizados em seu cotidiano. Utilizar a linguagem quimica e científica para relatar investigações e conclusão de atividades desenvolvidas como mecanismo de apropriação do conhecimento; Identificar e compreender símbolos e nomenclaturas próprias da química presente nos produtos utilizados em seu cotidiano Utilizar a linguagem quimica e científica para relatar investigações e conclusão de atividades desenvolvidas como mecanismo de apropriação do conhecimento; Identificar e compreender símbolos e nomenclaturas próprias da química presente nos produtos utilizados em seu cotidiano. Iniciação às atividades científicas; Matéria; Noções fundamentais; Estudo do átomo. Tabela Periódica; Ligações Químicas. Funções Inorgânicas. Reações inorgânicas; Cálculos químicos. Levantamentos de conhecimento prévios dos alunos/as; Propor situaçõesproblemas que trate de questões relacionadas à matéria e o cotidiano do aluno/a; Estudo da matéria e seus derivados; Realização de Experimentos. Apresentação, estudo e compreensão da formação das substâncias; Identificação e análise das substâncias existentes e que estão presente em nosso dia a dia. Questionamentos acerca de como as reações inorgânicas se realizam com a interferência ou não do ser humano; Realização de atividades de estudo do meio; Estudo de cálculos químicos, para ser aplicado em laboratório. Participação dos alunos na discussão das situações problemas analisadas; Desenvolviment o experimental sobre a temática. Participação dos alunos na discussão dos assuntos. Realização de um seminário para relatar as investigações. Questões referentes às atividades experimentais desenvolvidas em consonância com as atividades cotidianas. Atividades e questões propostas; Produção textual; Experimentos laboratoriais; Avaliação escrita. Atividades e questões propostas; Produção textual; Seminário. Experimentos laboratoriais; Exercícios sobre cálculos químicos; Avaliação escrita. 180

181 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: QUÍMICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 4º Utilizar a linguagem quimica e científica para relatar investigações e conclusão de atividades desenvolvidas como mecanismo de apropriação do conhecimento; Identificar e compreender símbolos e nomenclaturas próprias da química presente nos produtos utilizados em seu cotidiano. Estequiometria. Organização de questões que problematize o tema central da aula; Analisar o comportamento das substâncias em diversas situações do cotidiano humano; Exibir e calcular teórica e praticamente o comportamento das reações químicas. PLANO DE ENSINO ANUAL QUÍMICA Participação dos alunos/as nas questões problematizadoras; Registro das ações, questões, respostas elaboradas pelo aluno. Produção textual; Avaliação escrita; Experimentos laboratoriais; Exercícios de cálculos químicos. ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: QUÍMICA CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICOS METODOLÓGICOS 1º 2º Apropriar-se do conhecimento pertinente a cada unidade a ser abordada, por série de ensino visando ao aproveitamento nas avaliações intra e extra-escolar a serem aplicadas aos alunos (ENEM, OLIMPÍADAS,ETC). Apropriar-se do conhecimento pertinente a cada unidade a ser abordada, por série de ensino visando ao aproveitamento nas avaliações intra e extra escolar a serem aplicadas aos alunos (ENEM, OLIMPÍADAS,ETC). Estudos das dispersões. Propriedades coligativas; Termoquímica; Cinética química. Propor situações-problema que trate de questões relacionadas à mistura de substâncias e suas respectivas concentrações; Elaboração de registro síntese de experimentos realizados pelos alunos; Realização de atividades de cálculos. Propor o entendimento quanto à energia e velocidade das reações químicas. Elaboração de registro sínteses pelos alunos; Realização de atividades de calculo e experimentais. Registro escrito dos conhecimentos aprendidos; Participação dos alunos na discussão dos experimentos. Analise escrita sobre variações de energia e os efeitos da velocidade desta no ambiente humano; Participação dos alunos na discussão sobre os cálculos e experimentos. Produção textual; Experimentos laboratoriais; Avaliação escrita. Produção textual Experimentos laboratoriais; Exercícios. Avaliação escrita. 181

182 PLANO DE ENSINO ANUAL QUÍMICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: QUÍMICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 3º 4º Apropriar-se do conhecimento pertinente a cada unidade a ser abordada, por série de ensino visando ao aproveitamento nas avaliações intra e extraescolar a serem aplicadas aos alunos (ENEM, OLIMPÍADAS,ETC). Apropriar-se do conhecimento pertinente a cada unidade a ser abordada, por série de ensino visando ao aproveitamento nas avaliações intra e extraescolar a serem aplicadas aos alunos/as (ENEM, OLIMPÍADAS, etc.). Equilíbrio químico; Eletroquímica. Radioatividade. Estudo de cálculos químicos das reações iônicas, atreladas a substâncias ácidas e básicas, verificadas em laboratório. Analisar o comportamento das substâncias radioativas que sofrem alteração de elétrons e resultam em reações nucleares, relacionando-as com o cotidiano; Projeção de vídeo sobre o tema; Aula expositiva dialogada. Relacionar o conhecimento teórico e prático no equilíbrio das reações; Construção e apresentação de mapa conceitual, sobre as reações ocorridas energeticamente. Elaboração de síntese escrita sobre o vídeo. Exercício oral sobre as reações nucleares. Experimentos laboratoriais; Exercícios escritos. Mapa conceitual; Avaliação escrita. - Produção textual; - Avaliação escrita. 182

183 PLANO DE ENSINO ANUAL QUÍMICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: QUÍMICA PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS FORMA INSTRUMENTOS Projeção de vídeo Reconhecer benefícios, com documentário sobre limitações e aspectos éticos da Introdução à Analisar os diferentes significados Vídeo; o carbono e seus Química, considerando estruturas e química orgânica; que a palavra orgânica recebe nos Análise oral e derivados; 1º processos envolvidos na formação escrita sobre o contexto científico e cotidiano; Realização de tema ; de produtos utilizados na sociedade, Estudo do carbono. Conhecer todo o estudo que engloba o atividades escritas; como medicamentos e reagentes elemento carbono. Produção de vídeo Avaliação escrita. para diagnósticos de saúde. 2º 3º 4º Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da Química, considerando estruturas e processos envolvidos na formação de produtos utilizados na sociedade, como medicamentos e reagentes para diagnósticos de saúde. Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da Química, considerando estruturas e processos envolvidos na formação de produtos utilizados na sociedade, como medicamentos e reagentes para diagnósticos de saúde. Funções orgânicas. Isomeria; Reações orgânicas. Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da Química, considerando estruturas e processos envolvidos na formação Polímeros. de produtos utilizados na sociedade, como medicamentos e reagentes para diagnósticos de saúde. Propor o entendimento quanto os vários tipos de substâncias orgânicos; Utilização dos recursos materiais e dos recursos teóricos para o aprofundamento do conhecimento sobre o tema. Analisar as formas de isômeros existentes; Comunicação oral sobre os processos de reações orgânicas; Verificar a presença de contextos biológicos nas reações químicas; Realização de atividades escritas. Exposição dialogada sobre a importância do desenvolvimento de pesquisa para a produção de novos materiais como os polímeros na sociedade contemporânea; Seminários temáticos sobre os diversos exemplos da existência de polímeros no cotidiano. envolvendo o assunto interdiciplinarmente. Elaboração e registro de síntese oral pelos alunos; Exercícios escritos. Participação dos alunos na analise sobre a importância das reações químicas. Síntese escrita sobre as reações orgânicas relacionadas ao contexto biológico. Participação dos alunos durante exposição dialogada; Criatividade na demonstração de utilização do polímero na realidade humana. Produção textual Exercícios; Avaliação escrita. Produção textual; Avaliação escrita; Seminário. Avaliação escrita. 183

184 APRENDIZAGEM ESPERADA Propor situaçõesproblema que trate de questões relacionadas à mistura de substâncias e suas respectivas concentrações. PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) Questionamentos sobre os diversos tipos de misturar feitas no cotidiano com suas respectivas concentrações calculadas e provadas laboratorialmente. PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE QUÍMICA INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS Estudo das dispersões. Propor questionamentos que tenha como foco as misturas de substâncias; Elaboração de quadro síntese. Slides Data show Caixa de som Texto Laboratório. CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Análise escrita da do conteúdo trabalhado em sala de aula; Elaboração de quadro síntese do tema trabalhado; Relatórios de experimentos. 184

185 FÍSICA OBJETO DE ESTUDO Energia e interações nos contextos sócio-históricos e culturais CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Fundamentos da Ciência Física: Cinemática, Dinâmica, Mecânica dos Fluidos. Termologia, Ondulatória e Óptica Geométrica Eletricidade e Recursos Energéticos: Eletrostática, Circuitos Elétricos, Magnetismo e Ondulatória. Relação com as tecnologias, a sociedade e o meio ambiente CONTEÚDOS ESTRUTURANTES Fundamentos da Ciência Física: Cinemática, Dinâmica, Mecânica dos Fluidos; Termologia, Ondulatória e Óptica Geométrica; Eletricidade e Recursos Energéticos: Eletrostática, Circuitos Elétricos, Magnetismo e Ondulatória. Relação com as tecnologias, a sociedade e o meio ambiente SUGESTÃO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Conhecimentos básicos e fundamentais-noções de ordem e grandeza e sistemas de unidades; Vetores e grandezas vetoriais; Tipos de movimentos Leis de Newton Trabalho, Potência e Energia ; Teorema de Stevin, princípio de Pascal e Arquimedes; Quantidade de movimento e Impulso; Gravitação Universal; Leis de Kepler e movimento dos corpos celestes. Calor e temperatura; Mudança de fase; Dilatação térmica; Calor e trabalho; Ondas e som; A luz e seus fenômenos e propriedades. Carga elétrica e sua quantização, processos de eletrização; Interação entre cargas: Lei de Coulomb; Campo Elétrico e Potencial Elétrico; Corrente Elétrica e Circuitos Elétricos; Campos Magnéticos e suas propriedades. Física Moderna: Relatividade, Física Quântica e Física Nuclear. 185

186 PLANO DE ENSINO ANUAL FÍSICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: FÍSICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º Compreender enunciados referentes a códigos e símbolos físicos. Conhecer e utilizar conceitos físicos. Descobrir como funcionam os equipamentos e processos tecnológicos. Descobrir como funcionam os equipamentos e processos tecnológicos. Elaborar sínteses ou esquemas estruturados dos temas físicos. Identificar, formular e entender os princípios físicos atrelados ao desenvolvimento humano e industrial; Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas como: texto discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica. Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum, ao longo do tempo ou em diferentes culturas. Notação científica; Vetores; Grandezas lineares; Grandezas angulares; Movimento retilíneo e circular. Leis de Newton e aplicabilidade; Trabalho, Potência e Energia. Teorema de Stevin, princípio de Pascal e Arquimedes; Quantidade de movimento e Impulso. Realizar pesquisa para levantamento de códigos e símbolos mais comuns que os alunos/as reconhecem; Aulas expositivas com situações problemas; Aulas práticas e visita técnicas; Estudos dirigidos Propor questionamentos acerca das aplicações das leis de Newton no ramo da engenharia; Analisar de forma sustentável diversas fontes de energia; Construção de maquete com aplicação das Leis de Newton e Energia. Realização de atividades com hidrômetros residenciais. Verificação e aplicabilidade das prensas e macacos hidráulicos. Realização de atividades de estudo com embarcação envolvendo tensão superficial e empuxo. Realização de atividade escrita, elaboração e produção de vídeo com aplicabilidade hidráulica. Observação em grupos; Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupos. Observação Em grupos Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as Produções individuais e em grupos Elaboração de cronograma de atividade Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos Produções individuais e em grupos. Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Avaliação escrita Produção relatório Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Orientação e elaboração de projetos Avaliação escrita Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Orientação e elaboração de projetos Avaliação escrita 186

187 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 1ª SÉRIE DISCIPLINA: FÍSICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 4º Caracterizar causas ou efeitos dos movimentos de partículas, substâncias, objetos ou corpos celestes. Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum. Gravitação Universal; Leis de Kepler e movimento dos corpos celestes Compreender e utilizar leis e teorias físicas dentro da construção física dos satélites de comunicação; Aula expositiva com uso de imagens e/ou pequenos vídeos que tratem do papel, avanços tecnológico e contribuição da NASA para sociedade. Observação Em grupos Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos Produções individuais e em grupos. Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Produção textual Avaliação escrita. PLANO DE ENSINO ANUAL FÍSICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: FÍSICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA METODOLÓGICOS 1º Compreender enunciados referentes a códigos e símbolos físicos. Descobrir como funcionam os equipamentos e processos tecnológicos Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum, ao longo do tempo ou em diferentes culturas. Calor e temperatura; Mudança de fase. Aulas expositivas com situações problemas; Experimentos; Estudos dirigidos. Observação Em grupos Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupos. INSTRUMENTOS Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Avaliação escrita Produção relatório 187

188 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 2ª SÉRIE DISCIPLINA: FÍSICA CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS FORMA INSTRUMENTOS BÁSICOS METODOLÓGICOS 2º Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum Elaborar sínteses ou esquemas estruturados dos temas físicos. Identificar, formular e entender os princípios físicos atrelados ao desenvolvimento humano e industrial; Dilatação térmica Calor e trabalho. Análise do comportamento das estruturas em consequência a variação de temperatura; Analisar de forma sustentável diversas fontes de energia; Experimento envolvendo transferência de calor. Observação Em grupos Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos Produções individuais e em grupos Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Orientação e elaboração de projetos Avaliação escrita 3º 4º Analisar perturbações ambientais, identificando fontes, transporte e(ou) destino dos poluentes ou prevendo efeitos em sistemas naturais, produtivos ou sociais. Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas como: texto discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica. Utilizar leis físicas para interpretar processos naturais ou tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica. Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.. Discriminar as teorias dos comportamentos físicos presentes na agitação térmica dos corpos, na propagação das ondas e percepção óptica. Ondas e som: A luz e seus fenômenos e propriedades Realização de atividades para verificar o número de decibéis de diversos equipamentos eletrodoméstico; Aplicabilidade da física nos exames de imagem(ultrassom, eletrocardiograma e eco Doppler); Realização de atividade escrita, elaboração e produção de vídeo relacionado às sondas para verificação de petróleo. Compreender e utilizar leis e teorias físicas dentro da construção física dos telescópios; Aula expositiva com uso de imagens e/ou pequenos vídeos que tratam sobre o relâmpago produzido pelo observatório nacional. Elaboração de cronograma de atividade Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos Produções individuais e em grupos Observação Em grupos Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos Produções individuais e em grupos Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Orientação e elaboração de projetos Avaliação escrita Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Produção textual Avaliação escrita 188

189 PLANO DE ENSINO ANUAL FÍSICA ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: FÍSICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 1º 2º 3º Compreender enunciados referentes a códigos e símbolos físicos. Descobrir como funcionam os equipamentos e processos tecnológicos. Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum, ao longo do tempo ou em diferentes culturas. Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum Dimensionar circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano Identificar, formular e entender os princípios físicos atrelados ao desenvolvimento humano e industrial; Utilizar leis físicas para interpretar processos naturais ou tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e(ou) do eletromagnetismo Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas como: texto discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica. Carga elétrica e sua quantização, processos de eletrização; Interação entre cargas: Lei de Coulomb. Campo Elétrico e Potencial Elétrico; Corrente Elétrica e Circuitos Elétricos Campos Magnéticos e suas propriedades. Aulas expositivas com situações problemas; Experimentos; Estudos dirigidos..experimento para verificação do uso do multímetro. Analisar de forma sustentável diversas fontes de produção de energia elétrica. Física aplicada nos aparelhos de formação de imagem do aparelho de Ressonância Magnética. Aplicabilidade da física nos geradores elétricos. Observação Em grupos Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupos. Observação Em grupos Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupos. Elaboração de cronograma de atividade Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos/as; Produções individuais e em grupos. Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Avaliação escrita Produção relatório Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Orientação e elaboração de projetos Avaliação escrita Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Orientação e elaboração de projetos Avaliação escrita 189

190 ETAPA DE ENSINO: ENSINO MÉDIO ANO/SÉRIE: 3ª SÉRIE DISCIPLINA: FÍSICA PROCEDIMENTOS PERÍODO APRENDIZAGENS BÁSICAS CONTEÚDOS BÁSICOS FORMA INSTRUMENTOS METODOLÓGICOS 4º Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.. Discriminar as teorias dos comportamentos físicos presentes na agitação térmica dos corpos, na propagação das ondas e percepção óptica. Física Moderna: Relatividade, Física Quântica e Física Nuclear Compreender e utilizar as leis da física nos exames produzido na medicina nuclear com uso de radioatividade; Aula expositiva com uso de imagens e/ou pequenos vídeos com produção de radiação X, geração de imagem e efeitos biológicos da radiação. Observação Em grupos Auto avaliação Observação em sala do nível de inferências dos alunos Produções individuais e em grupos Ficha de observação Planilha de acompanhamento dos alunos Produção textual Avaliação escrita 190

191 APRENDIZAGEM ESPERADA PROBLEMATIZAÇÃO (PRÁTICA SOCIAL) PLANO DE ATIVIDADE DOCENTE FÍSICA INSTRUMENTALIZAÇÃO CONTEÚDOS PROCEDIMENTOS RECURSOS CATARSE E SÍNTESE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Possibilitar aos alunos que esteja apto a desenvolver capacidades que possibilitem buscar soluções criativas e inteligentes presentes no seu cotidiano, facilitando o entendimento das teorias científicas físicas no seu dia a dia. Como ocorre a produção de energia elétrica de uma hidrelétrica e uma termoelétrica? Quais os tipos de energia ocorrem nos processos? Quais os conteúdos de física podem ser observados nesse processo? Energia cinética e potencial Propor questionamentos que tenha como foco: conversão de energia cinética e potencial em energia elétrica; Exibição de documentário da Hidrelétrica de Itaipu. Slides Data show Caixa de som Texto Fazer um estudo dirigido dos conteúdos trabalhado em sala de aula e o filme, a fim de avaliar os novos conceitos de energia, os tipos de energia, as diversas formas de fonte de energia e as conversões de energia cinética e potencial em elétrica. 191

192 REFERÊNCIAS BRASIL, MEC Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio. Brasília DF, Constituição Federal de 1988, no artigo 206, inciso VI que estabelece a gestão democrática do ensino público na forma da lei e artigo 208; Constituição Estadual de 1989, no seu artigo 64, inciso III; Decreto nº de 22/05/1995 Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica: diversidade e inclusão. org Clélia Brandão Alvarenga Craveiro e Simone Medeiros. Brasília: Conselho Nacional da Educação: MEC, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e inclusão, 2013 Manual do PDDE Interativo 2014 MEC Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica. Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio, UFPR, Diretrizes Curriculares/Secretaria de Educação do Estado do Maranhão SEDUC, 3.ed. São Luís, GERALDO, Antonio Carlos Hidalgo. Didática de Ciências Naturais na perspectiva histórico crítica. Campinas, São Paul SP: Autores Associados, (Coleção Formação de Professores). JORDÃO, Gisele et al. A música na escola. São Paulo Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº. 9394/96, no artigo 14, inciso II, assegura a participação das comunidades escolar e local em Conselhos Escolares ou equivalentes. Portaria nº , de 18 de novembro de 2013 / SEDUC Portaria nº. 688 de 10/05/1995 Resolução nº. 01/09 de 05/08/09 Resolução nº. 10 de 18 de abril de 2013 FNDE/MEC; Resolução nº. 49 de 11 de dezembro de 2013 FNDE/MEC. Sistema Integrado de Administração de Escolas Públicas - SIAEP 192

193 ANEXOS 193

194 ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO CALENDÁRIO ESCOLAR DE REFERÊNCIA ANO LETIVO 2015 Maranhão

195 Feriado: Confraternização Universal (01/01) **Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (24/01) ***Reunião do Colegiado Escolar (23/01) Dias Letivos (21 dias Letivos) 195

196 Feriados: Carnaval (16 a 17/02/2015) Encerramento do 4º Período / 200 dias letivos (09/02/2015) Avaliação Final /Encerramento do Ano Letivo (10 a 13/02/2015) Recesso dos Professores/as (18 /02 a 04/03/2015) 15 dias Dias Letivos (06 dias Letivos) 196

197 Planejamento Escolar (05 a 06/03) Início do Ano Letivo 2014 (09/03) 1º Período * Formação Continuada Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio PNEM (13; 16; e 24/03) ***Reunião do Colegiado Escolar (20/03) **Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (21/03) Dias Letivos (17 dias Letivos) 197

198 Facultativos/Feriados: Quinta -feira Santa (02/04); Sexta -feira da Paixão (03/04); Tiradentes (21/04) * Formação Continuada Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio PNEM (01; 09; 17; e 20; e 28/04) **Reunião do Colegiado Escolar (24/04) *** Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres ( 25/04) Dias Letivos (19 dias Letivos) 198

199 Feriado: Dia do Trabalho (01/05) * Formação Continuada Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio - PNEM (06; 11; 19; e 27/05) **Reunião do Colegiado Escolar (20/05) ***Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (23/05) Encerramento do 1º Período (21/05) 50 Dias Letivos Início do 2º Período (22/05) Dias Letivos (20 dias Letivos) 199

200 Feriado: Corpus Christi (04/06); São Pedro (29/06) *Formação Continuada Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio PNEM (05; 08; 16; e 26/06) **Reunião do Colegiado Escolar (11/06) ***Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (13/06) Dias Letivos (20 dias Letivos) 200

201 Férias dos/as Professores/as ( 01 a 30/07-30 dias) Dias letivos (01 dia Letivo) 201

202 Feriado: Dia do/a Estudante (11/08) **Reunião do Colegiado Escolar (21/08) *** Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (22/08) Encerramento do 2º Período (31/08) 47 Dias Letivos Dias Letivos (20 dias) 202

203 Início do 3º Período (01/09) Feriados: Independência do Brasil (07/09); Fundação de São Luís (08/09) ***Reunião do Colegiado Escolar (15/09) **Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (26/09) Dias Letivos (20 dias Letivos) 203

204 Feriados: Nossa Senhora Aparecida (12/10); Dia do/a Professor (15/10); Dia do /a Funcionário Público (28/10) **Reunião do Colegiado Escolar (23/10) ***Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (31/10) Dias Letivos (19 dias Letivos) 204

205 Feriados: Finados (02/11); Proclamação da República (15/11) ***Reunião do Colegiado Escolar (13/11) **Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (28/11) Encerramento do 3º Período Letivo (20/11) 53 Dias Letivos Início do 4º Período (23/11) Dias Letivos (19 dias Letivos) 205

206 Início do 4º Período Letivo (01/12) Feriados: Nossa Senhora da Conceição (08/12); Natal (25/12). ***Reunião do Colegiado Escolar (17/12) **Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (23/12) Facultativo (24 e 31/12) Dias Letivos (19 dias) 206

207 Feriado: Confraternização Universal (01/01/2015) **Reunião do Colegiado Escolar (20/01/2016) ***Reunião de Pais, Mães, Responsáveis e Mestres (23/01/2015) Dias Letivos (20 dias) 207

208 Feriados: Carnaval e Cinzas (08 a 10/02/2016) Encerramento do 4º Período / 200 dias letivos (05/02/2016) Avaliação Final /Encerramento do Ano Letivo (11 e 12/02/2016) Resultado Final (15 e 16/02/2016) Recesso do/as Professores/as (17 /02 a 02/03/2016) 15 dias Dias Letivos (05 dias) 208

PLANO DE AÇÃO - 2014

PLANO DE AÇÃO - 2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PLANO DE AÇÃO - 2014 MISSÃO Assessorar as Regionais Educacionais, fortalecendo o processo

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROJETO APRENDER MAIS

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROJETO APRENDER MAIS SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROJETO APRENDER MAIS Junho - 2009 1 SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROJETO APRENDER MAIS 1. Justificativa A Secretaria de Educação,

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento Leonardo Rocha de Almeida Mestrando Profissional em Gestão Educacional Universidade

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NO MUNICÍPIO

PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NO MUNICÍPIO Entidade Reconhecida como Utilidade Pública Internacional Decreto Federal nº 9.820/1912 PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NO MUNICÍPIO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO

Leia mais

organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação

organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA EM MATO GROSSO: organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação Cancionila Janzkovski Cardoso UFMT (Coordenadora Geral do PNAIC/MT) Objetivo Apresentar

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

Educação Infantil ESTRATÉGIAS:

Educação Infantil ESTRATÉGIAS: Educação Infantil META 1: Ampliar a oferta de educação infantil de forma a atender, em 100% da população de 4 e 5 anos até 2016 e, até o final da década, alcançar a meta de 50% das crianças de 0 a 3 anos,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME NATAL/RN - 2002

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME NATAL/RN - 2002 PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO -SME PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2002-2005 NATAL/RN - 2002 PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - SME PLANO MUNICIPAL

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ORIENTAÇÕES BÁSICAS PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA SEE PARAIBA 2015 2018 Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução CME n 20/2012 Comissão de Ensino Fundamental Comissão de Legislação e Normas organização Define normas para a dos três Anos Iniciais do Ensino Fundamental das Escolas

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

PNAIC. CEAD-UFOP: Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa

PNAIC. CEAD-UFOP: Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa PNAIC POLO DE POÇOS OS DE CALDAS Equipe do PNAIC-CEAD CEAD-UFOP: Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa Supervisão de avaliação ão: Profa. Dra. Carla

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE SONDAGEM DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

QUESTIONÁRIO DE SONDAGEM DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO SECRETARIA ADJUNTA DE PROJETOS ESPECIAIS QUESTIONÁRIO DE SONDAGEM DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO URE: ESCOLA:

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

Assim, a avaliação da aprendizagem possibilita ao professor consciência sobre o curso dos processos e dos resultados educativos.

Assim, a avaliação da aprendizagem possibilita ao professor consciência sobre o curso dos processos e dos resultados educativos. SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO III- A PORTARIA E/SAPP Nº 48/2004: ASPECTOS CENTRAIS Uma concepção de avaliação Os artigos 1º e 2º da Portaria E/SAPP 48/04 destacam a concepção de avaliação que fundamenta

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014 PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR COLÉGIO ESTADUAL CHATEAUBRIANDENSE ENSINO MÉDIO, NORMAL E PROFISSIONAL R. ESTADOS UNIDOS, 170 - JD. AMÉRICA ASSIS CHATEAUBRIAND

Leia mais

Prefeitura de São José do Rio Preto, 30 de Janeiro de 2013. Ano IX nº 2732 DHOJE SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO SME N 02/2013

Prefeitura de São José do Rio Preto, 30 de Janeiro de 2013. Ano IX nº 2732 DHOJE SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO SME N 02/2013 Prefeitura de São José do Rio Preto, 30 de Janeiro de 2013. Ano IX nº 2732 DHOJE SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO SME N 02/2013 Estabelece diretrizes, normas e prazos para entrega dos Planos

Leia mais

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas 2012Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 Sumário Prova ABC

Leia mais

SEMANA DO SARESP/SAEB

SEMANA DO SARESP/SAEB SEMANA DO SARESP/SAEB Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional CIMA Departamento de Avaliação Educacional DAVED GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO em parceria com Coordenadoria de

Leia mais

Plano Nacional de Educação

Plano Nacional de Educação A c o n s t r u ç ã o d e m o c r á t i c a d a p o l í t i c a e d u c a c i o n a l Plano Nacional de Educação Sistema Nacional de Educação A c o n s t r u ç ã o d e m o c r á t i c a d a p o l í t i

Leia mais

Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC 30/05/12

Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC 30/05/12 Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa PNAIC 30/05/12 Alguns dados disponíveis sobre analfabetismo Objetivo e principais componentes Objetivo O PNAIC é um programa integrado cujo objetivo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECADI Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Macaé Maria Evaristo

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SECADI Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Macaé Maria Evaristo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECADI Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Macaé Maria Evaristo SECADI - DESAFIOS I. Superação do analfabetismo, elevação da escolaridade da população

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS Resolução do colegiado de Pedagogia nº 03/2014 Regulamenta Estágio supervisionado do curso de Pedagogia, fixados no Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia, Licenciatura, do Centro de Ensino Superior

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Orientações para avaliação

Orientações para avaliação AVALIAÇÃO A concepção de avaliação dos Parâmetros Curriculares Nacionais vai além da visão tradicional, que focaliza o controle externo do aluno mediante notas ou conceitos, para ser compreendida como

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE ARAGUAINA SETOR REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO E ENSINO INTEGRAL Sugestão de Planejamento da Semana

Leia mais

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR - CAPES FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO (versão preliminar) Brasília, setembro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.755, DE 29 DE JANEIRO DE 2009. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica,

Leia mais

ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS

ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS ENTENDENDO O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA ASPECTOS GERAIS 1. O que é o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa? O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA SUMÁRIO Capítulo I 3 DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS 3 Capítulo II 3 DA APRESENTAÇÃO 3 Capítulo III 4 DOS OBJETIVOS

Leia mais

FACULDADE FRUTAL - FAF PERTENCENTE AO GRUPO EDUCACIONAL UNIESP

FACULDADE FRUTAL - FAF PERTENCENTE AO GRUPO EDUCACIONAL UNIESP FACULDADE FRUTAL - FAF PERTENCENTE AO GRUPO EDUCACIONAL UNIESP REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA LICENCIATURA Frutal/MG 2014 1 UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS

Leia mais

ESTADO DO AMAZONAS PREFEITURA MUNICIPAL DE MANAUS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Secretaria Municipal de Educação SEMED

ESTADO DO AMAZONAS PREFEITURA MUNICIPAL DE MANAUS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Secretaria Municipal de Educação SEMED INTERESSADO: Secretaria Municipal de Educação SEMED ASSUNTO: Proposta de Estrutura Curricular do Ensino Fundamental de 9 (nove) Anos com um Bloco Pedagógico nos Três Anos Iniciais RELATORA: Aldenilse Araújo

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO:

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Profissionais da educação: formação inicial e continuada 1.1. Implantar

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014

PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014 DOCUMENTO ORIENTADOR CGEB Nº 02 DE 2014 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS - 2014 SÃO PAULO MARÇO DE 2014 Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador Guilherme

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro. Governador Luiz Fernando de Souza Pezão. Vice-Governador Francisco Dornelles. Produção do Material Reforço

Governo do Estado do Rio de Janeiro. Governador Luiz Fernando de Souza Pezão. Vice-Governador Francisco Dornelles. Produção do Material Reforço Governo do Estado do Rio de Janeiro Governador Luiz Fernando de Souza Pezão Vice-Governador Francisco Dornelles Secretaria de Estado de Educação Secretário de Educação Antônio José Vieira de Paiva Neto

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO PROPOSIÇÕES ESTRATÉGIAS E RESPONSABILIDADE* UNIÃO DF ESTADOS MUNICÍPIOS 1. Profissionais da educação:

Leia mais

Relatório Síntese do Programa 2006 a 2010

Relatório Síntese do Programa 2006 a 2010 Relatório Síntese do Programa 2006 a 2010 1 Programa de Intervenção Pedagógica-Alfabetização no Tempo Certo Relatório Síntese I Histórico: Em 2004 foi implantado em Minas Gerais o Ensino Fundamental de

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

IDEB ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA CONCEITOS E USOS

IDEB ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA CONCEITOS E USOS IDEB ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA CONCEITOS E USOS Elaine Toldo Pazello FEA-RP / USP epazello@usp.br Instituto Fonte 26/11/2013 Roteiro da apresentação Descrever o cálculo do IDEB, procurando

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

José Orlando Lima de Morais. Atividade de Portfólio caderno 06

José Orlando Lima de Morais. Atividade de Portfólio caderno 06 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ. PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO José Orlando Lima de Morais Atividade de Portfólio

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

Proposta pedagógica e planejamento: as bases do sucesso escolar

Proposta pedagógica e planejamento: as bases do sucesso escolar Proposta pedagógica e planejamento: as bases do sucesso escolar Lucita Briza, 2005 (novaescola@atleitor.com.br) Para oferecer um ensino adequado às necessidades de seus alunos, a escola precisa saber o

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULINO NEVES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 2015 / 2025 Raimundo de Oliveira Filho Prefeito Municipal José Ferreira dos Reis Vice-prefeito Mª Estaciana Silva Gomes Secretária de Educação DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO SEÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria do

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

PNAIC. CEAD-UFOP Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa

PNAIC. CEAD-UFOP Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa PNAIC POLO DE POÇOS OS DE CALDAS Equipe do PNAIC-CEAD CEAD-UFOP Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa Supervisão de avaliação ão: Profa. Dra. Carla

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá

RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá RESOLUÇÃO N.º 521, DE 02 DE FEVEREIRO DE 2004. Dispõe sobre a organização e o funcionamento do ensino nas escolas estaduais de Minas Gerais e dá outras providências. A Secretária de Estado de Educação,

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA Matriz 23 Junho de 2013 1 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

NÚCLEO DE ENSINO ATRIBUIÇÕES DA SUPERVISÃO EDUCACIONAL

NÚCLEO DE ENSINO ATRIBUIÇÕES DA SUPERVISÃO EDUCACIONAL NÚCLEO DE ENSINO O Núcleo de Ensino tem por função apoiar pedagogicamente às unidades escolares da REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE GARANHUNS, executando atividades específicas de planejamento, supervisão,

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Ministro da Educação Fernando Haddad. Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário Executivo José Henrique Paim Fernandes Secretária de Educação Especial Claudia Pereira Dutra MINISTÉRIO

Leia mais

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 11 de maio de 2011 Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 1 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SPAECE-ALFA E DAS AVALIAÇÕES DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ _ 2ª Etapa 1. INTRODUÇÃO Em 1990, o Sistema de Avaliação

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

O Programa de Intervenção Pedagógica:

O Programa de Intervenção Pedagógica: O Programa de Intervenção Pedagógica: Melhorando a qualidade da educação em Minas Gerais Fórum de Transformação da Qualidade Colômbia / Bogotá 06 de Julho de 2012 Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação

Leia mais

Pacto Nacional pela. Alfabetização na Idade Certa

Pacto Nacional pela. Alfabetização na Idade Certa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa O Brasil do futuro com o começo que ele merece Toda criança alfabetizada até os Apresentação Entre todos

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES E RESPOSTAS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA (SEB/MEC)

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES E RESPOSTAS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA (SEB/MEC) ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES E RESPOSTAS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA (SEB/MEC) A ampliação do Ensino Fundamental para nove anos de duração, com a matrícula obrigatória

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA e AÇÕES DO PACTO Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa É um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014 Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação Resolução COMEV Nº. 01/2014 Fixa normas relativas à Organização e Funcionamento do Ciclo Inicial de Aprendizagem do Ensino Fundamental na

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA COORDENADORIA

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA COORDENADORIA ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA COORDENADORIA DE ENSINO MÉDIO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR - ProEMI

Leia mais

DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009

DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009 DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009 No ano de 2009 o Departamento de Educação Fundamental, tem como meta alfabetizar 100% das crianças dos anos iniciais

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

Considerando o disposto no artigo 12, inciso V; artigo 13, inciso IV, e artigo 24, inciso V, alínea e, da Lei Federal 9394/96;

Considerando o disposto no artigo 12, inciso V; artigo 13, inciso IV, e artigo 24, inciso V, alínea e, da Lei Federal 9394/96; ATO NORMATIVO da Secretaria Municipal da Educação Resolução SME nº4, de 05 de março de 2015. Dispõe sobre a Recuperação da Aprendizagem, de maneira Contínua e/ou Paralela, no Ensino Fundamental da Rede

Leia mais

I FÓRUM DAS LICENCIATURAS UFMT/PROEG/PRODOCÊNCIA

I FÓRUM DAS LICENCIATURAS UFMT/PROEG/PRODOCÊNCIA I FÓRUM DAS LICENCIATURAS UFMT/PROEG/PRODOCÊNCIA TEMA 1: CICLOS DE FORMAÇÃO HUMANA A Organização da Escola de Ensino Fundamental em Ciclos de Formação da Rede Estadual de Mato Grosso: concepções, estratégias

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) Aleksandra Debom Garcia 1 Fatima Gomes Nogueira Daguiel 2 Fernanda Pereira Santana Francisco 3 O atendimento educacional especializado foi criado para dar um

Leia mais

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades.

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. III Seminário DENATRAN de Educação e Segurança no Trânsito Brasília 24/11 Vale a pena ser ensinado tudo o que une e tudo o que liberta.

Leia mais

GUIA DE REVISÃO E REORGANIZAÇÃO DO PLANO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE REVISÃO E REORGANIZAÇÃO DO PLANO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE REVISÃO E REORGANIZAÇÃO DO PLANO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA 2013 1 GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Governador do Estado de Minas Gerais Antonio Augusto Junho Anastasia Vice-governador do Estado

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE: um relato de experiência UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 001, de 09 de dezembro de 2009.

RESOLUÇÃO Nº 001, de 09 de dezembro de 2009. O Conselho Municipal de Educação fixa normas aprovadas em 09/12/09, de funcionamento do Ensino Fundamental de 09 (nove) anos no Sistema Municipal de Ensino de Jequié-BA. Clique no Leia Mais e confira as

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC FLORIANÓPOLIS PORTARIA DE CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 3.544 de 13 de dezembro de 2002, publicada no DOU em 16 de dezembro de 2002. Diretor da Faculdade: José Carlos

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Pedagogia Obs.: Para proposta

Leia mais

IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ

IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO do Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais define a identidade da escola do campo, de modo

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT Dispõe sobre os critérios para atribuição do professor articulador e professor da sala de recursos multifuncionais

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DOCUMENTO ORIENTADOR CGEB Nº 11 DE 2014 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA SÃO PAULO JUNHO DE 2014 Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador

Leia mais

PROJETO PILOTO DE GESTÂO COMPARTILHADA

PROJETO PILOTO DE GESTÂO COMPARTILHADA Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento e Desenvolvimento de Projetos Especiais. Coordenação Geral de Planejamento de Educação a Distância. PROGRAMA TV ESCOLA

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Ensino Médio e Profissional

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Ensino Médio e Profissional Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Ensino Médio e Profissional Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO

PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO PROVA BRASIL: A AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 5º ANO Sylmara Fagundes da Silva Sylmara.fagundes@hotmail.com RESUMO O presente trabalho teve como objetivo analisar os resultados das

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT Dispõe sobre a Implantação do Ensino Fundamental para Nove Anos de duração, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso, e dá outras providências. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

A OBJETIVAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR DO PROGRAMA SÃO PAULO FAZ ESCOLA NO COTIDIANO ESCOLAR

A OBJETIVAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR DO PROGRAMA SÃO PAULO FAZ ESCOLA NO COTIDIANO ESCOLAR A OBJETIVAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR DO PROGRAMA SÃO PAULO FAZ ESCOLA NO COTIDIANO ESCOLAR Resumo ANDRADE SILVA, Valéria UNINOVE-CAPES valeria_dot_com@yahoo.com.br Modalidade de trabalho: Pôster Eixo temático:

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Gestão Trabalho em Equipe. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC em Gestão Trabalho em Equipe. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Pronatec Aprendiz. Orientações para Implementação

Pronatec Aprendiz. Orientações para Implementação Pronatec Aprendiz Orientações para Implementação Edição de 2015 Apresentação O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) representa um passo importante para a consolidação da educação

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica

RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica Fixa normas preliminares visando à adaptação da legislação educacional do Sistema Estadual de Ensino às disposições da Lei

Leia mais

META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental.

META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental. META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental. Diagnóstico Um dos fatores que comprometem a permanência das crianças na escola é a repetência,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL CONTINUADA (FIC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL CONTINUADA (FIC) PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL CONTINUADA (FIC) AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE Florestal 2014 Reitora da Universidade Federal de Viçosa Nilda de Fátima Ferreira Soares Pró-Reitor de Ensino

Leia mais

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo

Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão SECADI/MEC Objetivo Contribuir para o desenvolvimento inclusivo dos sistemas de ensino, voltado à valorização das diferenças e da

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Esperidião Amin Helou Filho PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Esperidião Amin Helou Filho 1 PROJETO DE LEI Nº 8.035, DE 2010. Ementa: Aprova o Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020 e dá outras providências. 2 PROJETO DE LEI

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Resumo 1 Discente do Curso de Serviço Social da Faculdade Novos Horizontes MG 2 Discente do Curso de Serviço

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Alfabetização Carga Horária Semestral: 80 horas Semestre do Curso: 5º 1 - Ementa (sumário, resumo) História

Leia mais

O Papel do MEC na Política Educacional Brasileira

O Papel do MEC na Política Educacional Brasileira O Papel do MEC na Política Educacional Brasileira Encontros MEC e Undime com Dirigentes Municipais de Educação Pradime I Etapa Foto: João Bittar Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um.

Leia mais

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Plano de Desenvolvimento da Educação Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Foto: João Bittar Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

Leia mais