Conselho Estadual de Saúde de Goiás

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1 Apresentação de experiências sobre educação permanente nos CMS Conselho Estadual de Saúde de Goiás

2 A Comissão de Monitoramento dos Conselhos Municipais de Saúde, do CES-GO realiza há 5 anos, capacitações junto aos Conselheiros Municipais de Saúde, além de outras atividades, como orientações no Processo Eleitoral, verificação da documentação dos Conselhos, Lei de criação, existência de paridade e outras, conforme o que se encontra estabelecido em Recomendação nº 01/2011 do CES- GO. As Capacitações que haviam ocorrido em períodos anteriores, não acrescentaram novas ideias aos Conselheiros para utilização em seu dia a dia, quando concluíam. Buscamos então, verificar quais seriam os motivos deste distanciamento entre teoria e prática, detectamos:

3 O monitor que as ministrava, em sua maioria, jamais tinha vivenciado a experiência enquanto Conselheiro (a); O conteúdo dos manuais distribuídos, embora contasse com uma boa abordagem dos textos, estava fora do contexto real vivenciado, o que levava os Conselheiros a não conseguir assimilar os necessários encaminhamentos com resolutividade; As dinâmicas que movimentavam as oficinas, sempre promovida aos finais de semana seguidos ou intercalados, didaticamente eram coerentes ao conteúdo apresentado, porém o tempo não correspondia ao necessário para serem aplicadas;

4 MASCARADO PIRENÓPOLIS/GO

5 O conteúdo apresentado durante as oficinas, não sanavam as dúvidas dos conselheiros municipais em suas práticas diárias, o que ocasionava uma busca pelo Conselho Estadual, via telefone, onde as dúvidas eram esclarecidas, ou ainda, em atividades relâmpago como no preparo das Conferências de Saúde. Assim, observávamos que os Conselheiros nada assimilavam sobre o funcionamento dos Conselhos e o importante papel por eles a ser desempenhado também continuava confuso. O inconveniente da distância percorrida até as sedes das Regionais onde eram realizadas as capacitações, para alguns municípios era longo, cansativo, já que as mesmas aconteciam em finais de semana seguidos ou intercalados.

6 A cada reencontro acontecia uma revisão que preenchia todo o tempo, não restando um momento para perguntas e dúvidas a serem sanadas, como por exemplo, após a leitura da legislação passada como tarefa em seus municípios, o que dificultava interpretação e assimilação pela maioria. Diante destes motivos, deu-se início a realização das capacitações a partir daí pela referida Comissão de Monitoramento do CES-GO. Adaptou-se o conteúdo ao vivenciado pelos Conselheiros, sempre considerando a realidade de cada lugar com as experiências dos próprios Conselheiros Estaduais, como monitores/multiplicadores e ao tempo de duração da capacitação foi adequado.

7 Procissão do Fogaréu CIDADE DE GOIÁS/GO

8 De acordo com a Recomendação nº 01/2011, do CES-GO, distribuída aos Conselhos Municipais do Estado de Goiás, solicitamos a documentação relativa ao Conselho Municipal, sempre que era solicitada capacitação ou realização de orientação em Processo Eleitoral, para ser examinada pela Comissão de Monitoramento, que verifica principalmente a existência da Lei de criação do Conselho, seu Regimento Interno, últimas Atas de Reuniões do CMS, composição e paridade. É condição necessária, e consta da Recomendação nº 01/2011, do CES-GO, que a capacitação tenha como público alvo e participante os Conselheiros Titulares e Suplentes, além das Entidades representadas ou não no Conselho, para que conheçam seu importante papel, antecipando futuras substituições dos mesmos com conhecimento prévio de seu funcionamento.

9 Convidamos também representantes de emissora(s) de rádio existentes na cidade/região onde vai acontecer a capacitação, para participar, conhecer e ajudar na divulgação do trabalho do Conselho de Saúde. A duração da Capacitação acontece de acordo com a necessidade dos Conselheiros, quando se trata de assuntos pertinentes á Saúde ou ao próprio Conselho, indicamos a duração de 1 dia todo. Já quando o tema envolver Meio Ambiente/Vigilância e Saúde, respectivos Projetos a serem desenvolvidos com as entidades, mais 1 dia. A capacitação é realizada por dois Conselheiros Estaduais, da Comissão de Monitoramento, ficando sob a responsabilidade do município solicitante da capacitação, as despesas com a hospedagem e alimentação do motorista e dos conselheiros. Já o veículo para realização de viagens é de uso do CES-GO, cedido pela Gestão Estadual.

10 Os Conselheiros se preparam dividindo tarefas entre si, observando as informações levantadas sobre o funcionamento do Conselho, preparando material de apoio didático, que são manuais elaborados pela própria comissão e destinados aos participantes da Oficina, ilustrados e em linguagem popular, além de material de identificação, como crachás destinados às dinâmicas em grupo e folhas de presença, entre outros.

11 Congadas de Catalão CATALÃO/GO

12 A METODOLOGIA Os participantes são dispostos em círculo, formando uma roda de conversa onde é realizada uma rápida apresentação dos conselheiros e explicitada a metodologia Ver, Julgar e Agir.

13 A METODOLOGIA Dando início a realização do 1º Momento: VER e OUVIR, a dupla de Conselheiros realiza cerca de 8 a 10 perguntas sobre o funcionamento do Conselho de modo geral, envolvendo aspectos positivos e a serem melhorados, aos participantes. Enquanto isso, o outro Conselheiro anota todas as respostas. e

14 A METODOLOGIA No 2º Momento: JULGAR/ANALISAR, todas as respostas anotadas são avaliadas e explicadas pela Comissão de Monitoramento. Assim, é realizada a leitura dos manuais de forma sincronizada com as respostas avaliadas, levando ao entendimento embasado em Leis e Resoluções relativas ao Controle Social.

15 A METODOLOGIA Após um rápido intervalo, inicia-se o 3º Momento: AGIR, em que são avaliados os melhores caminhos ou estratégias de ação no contexto vivenciado pelos Conselheiros naquele Município, incluindo as possíveis e necessárias parcerias dentre elas com maior destaque as Emissoras de Rádio e as Promotorias Públicas. As dúvidas são sanadas e rapidamente é analisado oralmente o que foi positivo na Oficina o que precisa ser melhor trabalhado.

16 A METODOLOGIA É consenso da Comissão de Monitoramento/CES-GO que em todos os municípios em que esta capacitação, utilizando da metodologia VER, JULGAR e AGIR com estratégias, tem surtido efeitos diferenciados na participação mais envolvida dos Conselheiros Municipais, esclarecendo as dúvidas e fortalecendo o Controle Social. Fonte da Metodologia aplicada: Utilizada desde pela Comissão de Monitoramento aos Conselhos Municipais de Saúde, do CESGO- Conselho Estadual de Saúde, em Goiás. Grande sucesso por várias décadas em quatro cidades(*) da América Latina em que trata da Evangelização e Promoção Humana na Cultura Cristã do Povo Latino Americano. (*)1968 em Medellín na Colômbia // em 1979 em Puebla,no México// em Stº Domingo na República Dominicana // em 1994 em São Paulo Brasil.

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18 MATERIAL DIDÁTICO

19 MATERIAL DIDÁTICO

20 MATERIAL DIDÁTICO

21 MATERIAL DIDÁTICO

22 FOTOS

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27 Obrigado a todos! Conselho Estadual de Saúde de Goiás Comissão Monitoramento dos Conselhos Municipais de Saúde de Goiás (62) / Siga-nos no e no facebook

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