Dados e Indicadores DADOS E INDICADORES SOBRE EDUCAÇÃO NO BRASIL, NO CENTRO-OESTE E EM GOIÁS

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1 Dados e Indicadores DADOS E INDICADORES SOBRE EDUCAÇÃO NO BRASIL, NO CENTRO-OESTE E EM GOIÁS GOIÂNIA FEVEREIRO DE 2013

2 MEC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO RENAPI REDE DE PESQUISA E INOVAÇÃO EM TECNOLOGIAS DIGITAIS IFG INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS OBSERVATÓRIO DO MUNDO DO TRABALHO OBSERVATÓRIO NACIONAL DA REDE FEDERAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA EQUIPE TÉCNICA EXECUTIVA Geraldo Coelho de Oliveira Júnior Pesquisador Gestor Walmir Barbosa Pesquisador Orientador Maxmillian Lopes da Silva Pesquisador Orientador Denise Talitha Soares Carneiro Economista Letícia Daniele Silva Ferreira Aluna Bolsista Observatório Luiza Batista da Costa Aluna Bolsista Observatório Marcelo Regis da Silva Filho Estagiário

3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO DEMANDAS DO SETOR PRODUTIVO COM BASE NO GRAU DE INSTRUÇÃO Oferta de Cursos e Modalidades de Ensino Correlacionados aos Setores de Atividade Econômica Relação entre Grau de Instrução e Empregabilidade Nível de Escolaridade da População no País por Regiões Geográficas COBERTURA DA EDUCAÇÃO BÁSICA Ensino Fundamental Ensino Médio Ensino Médio Normal/Magistério Educação de Jovens e Adultos EJA no Ensino Fundamental EJA no Ensino Médio PROEJA Educação Profissional Transporte Escolar COBERTURA DO ENSINO SUPERIOR DADOS E INDICADORES EDUCACIONAIS DE DIVERSIDADE ETNICORRACIAL E GÊNERO Educação e Diversidade Etnicorracial Educação da População Negra Educação da População Indígena Educação e Gênero Educação de Travestis, Transexuais e Prostitutas REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE A APÊNDICE B

4 3 APRESENTAÇÃO A publicação Dados e Indicadores Sobre Educação no Brasil, no Centro-Oeste e em Goiás tem como propósito reunir dados e indicadores acerca de temas relacionados à educação, tendo em vista subsidiar debates, reflexões, planejamentos e projetos no campo do ensino, pesquisa e extensão. É uma publicação cujos dados e indicadores serão apresentados de forma acumulativa ao longo das suas diversas atualizações. A publicação Dados e Indicadores Sobre Educação no Brasil, no Centro-Oeste e em Goiás é uma publicação de periodicidade anual, com dados e indicadores consolidados e que serão disponibilizados eletronicamente. Observatório do Mundo do Trabalho

5 4 1 INTRODUÇÃO Vivenciamos um novo momento de desenvolvimento da sociedade, do conhecimento e de intensos processos de inovação tecnológica. Tais processos acarretam uma acelerada incorporação de novas tecnologias e de novas formas de organização aos processos produtivos. Em consequência, decorrem mudanças rápidas nos perfis profissionais dos trabalhadores. Convivemos, ainda, com uma grande mobilidade do capital produtivo industrial em escala mundial e nacional, direcionado, principalmente, para as regiões onde a indústria não possuía uma presença significativa e onde possa explorar intensamente dois fatores: abundância de mão de obra e abundância de recursos naturais. Dentre elas, se destaca a Região Centro-Oeste. Assim, os processos de inovação tecnológica, de deslocamento do capital produtivo e de mudança de perfil das ocupações profissionais tendem a se acelerar ainda mais e a promover uma intensificação da demanda por mão de obra qualificada nas regiões industrializadas que tradicionalmente requerem esta mão de obra, mas também nas regiões de industrialização mais recente, exemplarmente representada pela Região Centro-Oeste. Um processo de mudança acelerada no nível de instrução do pessoal ocupado na indústria e nos setores de serviços está em curso no País. Deve-se salientar que a identificação quantitativa desse processo pode ser conduzida por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio PNAD, do IBGE, que classifica o nível de instrução dos brasileiros de acordo com os anos de estudos dos indivíduos. Segue abaixo um quadro que apresenta a correspondência entre o nível de instrução, os anos de estudo e o grau de escolaridade, tendo em vista contribuir com as inferências que serão apresentadas posteriormente. Quadro 1.1 Correspondência entre o Nível de Instrução, Anos de Estudo e Grau de Escolaridade. Nível de Instrução Anos de Estudo Grau de Escolaridade Sem Instrução Corresponde a menos de um ano de estudo. Pessoas analfabetas ou matriculadas em classes de Alfabetização. Fundamental Incompleto Fundamental Completo Ensino Médio Incompleto Corresponde a 7 anos de estudo concluídos com aprovação Corresponde a 9anos de estudo concluídos com aprovação. Corresponde a 10 anos de estudo concluídos com aprovação. Concluintes de 1ª ao 9ª ano do Ensino Fundamental. Concluintes da 9ª ano do Ensino Fundamental. Concluintes de 1ªao 2ª ano do Ensino Médio.

6 5 Ensino Médio Completo Superior Incompleto Corresponde a 11 anos de estudo concluídos com aprovação. Corresponde a 14 anos de estudos concluídos com aprovação. Concluintes do 3ª ano do Ensino Médio. Concluintes do 1º ao 3º ano da Educação Superior.* Superior Completo Corresponde a 16 anos de estudo concluídos com aprovação. Concluintes do 4º ano da Educação Superior. * * A maior parte dos cursos superiores pode ser completada em 4 anos; contudo, cursos como Medicina e Engenharia podem ter duração de 6 e 5 anos, respectivamente. A Exceção dos cursos de Tecnologia que podem ser terminados em um prazo de no mínimo 2 anos. Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MEC. Observa-se um processo de acentuada contratação de profissionais com Ensino Fundamental e Ensino Médio completos e, mais recentemente, também com Ensino Superior completo. Mesmo em face da ampliação da modalidade de Educação de Jovens e Adultos, das modalidades de Ensino Técnico articulado com o Ensino Médio e das modalidades de Ensino Superior de tecnologia e Bacharelado no Nível Superior, em especial por meio da ampliação da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, esta demanda dificilmente será atendida. Ocorrem, ainda, problemas quanto à distribuição e qualificação dos níveis de escolaridade em termos nacionais. Os dados referentes ao nível de instrução da população brasileira indicam que a maior parte das pessoas com Ensino Médio completo ou mais se encontra nas Regiões Sudeste e Sul do país. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, as tendências presentes no mercado de trabalho apontam exigências crescentes de escolarização. Em 1995, 45% da força de trabalho apresentava grau de instrução em Nível Fundamental incompleto e 16%, em Nível Médio completo. Em 2005, essa situação apresentou uma grande modificação, com 25% da força de trabalho possuindo o Ensino Fundamental incompleto e 38% o Ensino Médio completo. Já em 2009, 43,1% da população ocupada tinha pelo menos o Ensino Médio completo, os trabalhadores com Nível Superior completo representavam 11,1% do total, frente a 8,1% em Nesse intervalo de tempo, os percentuais de ocupados nos níveis de instrução mais baixos caíram, e os com níveis mais altos cresceram. Os trabalhadores com nível superior completo representavam no Sudeste 14,1%, no Sul 12% e no Centro-Oeste 12,5%, sendo, então, parcela significativa dos trabalhadores. A perspectiva é de intensificação da oferta de empregos que demandem maior nível de escolarização e qualificação profissional e tecnológica em todas as regiões do país, sendo que naquelas regiões onde ocorrem os percentuais mais baixos de concluintes do Ensino Médio e do Ensino Superior e onde a Educação Básica apresenta

7 6 os piores indicadores de proficiência na aprendizagem, é justamente onde se tem presenciado um maior ritmo de crescimento econômico. Entre as regiões que se situam dentro destas características, a Região Centro-Oeste é a que melhor as retrata.

8 7 2 DEMANDAS DO SETOR PRODUTIVO COM BASE NO GRAU DE INSTRUÇÃO O processo de abertura econômica dos anos 1990 intensificou a concorrência entre as empresas. Esta, por sua vez, impulsionou a modernização tecnológica mediante a importação de tecnologias oriundas de outros países. A concorrência e a difusão tecnológica são fortemente condicionadas por aspectos territoriais, tais como disponibilidade de mão de obra qualificada, proximidade geográfica de redes de fornecimento, atuação de agentes empresariais e existência de centros superiores de tecnologias. Os principais fatores que concorreriam para tornar uma região acolhedora ou promotora de desenvolvimento de atividades inovadoras seriam: a elevada qualificação da mão de obra, com a capacidade de atrair e manter elevada formação; a existência de universidades e centros de pesquisa, com a capacidade de desenvolver, criar mecanismos de transferência de tecnologia e de estabelecer parcerias e trocas de experiência; a infraestrutura de transporte, com a capacidade de reduzir custos de transportes e alcançar mercados distantes; o oferecimento de serviços estratégicos para o desenvolvimento de atividades de planejamento e controle, a exemplo de informática e de gestão; o ambiente jurídico-político favorável aos negócios, incluindo as regras econômicas e os sistemas de acesso à informação e às economias de aglomeração. O nível da qualificação da mão de obra determina a capacidade de absorver e usar novas tecnologias 1, ou não. À medida que essa qualificação aumenta, são criadas condições mais favoráveis para a expansão da capacidade produtiva das empresas. Soma-se a isso o fato de que a existência de quadros de elevada formação é um importante ingrediente para determinar a capacidade da região de gerar o seu próprio processo superior de tecnologia. Políticas públicas que permitam à mão de obra local assimilar, compreender e utilizar as novas tecnologias, também incorporando domínios de linguagem e de saberes histórico-sociais na perspectiva da formação integral, devem compor as estratégias de desenvolvimento voltadas para assegurar ciclos virtuosos de desenvolvimento das regiões mais atrasadas do ponto de vista superior de tecnologia, bem como democratizar o acesso à renda e à informação. 1 O conceito de tecnologia abrange todo o conhecimento técnico e científico atual, não apenas o uso de ferramentas e máquinas, como vulgarmente se compreende. Uma nova estrutura organizacional das

9 8 Na Região Centro-Oeste, a Mesorregião 2 Centro Goiano e o Distrito Federal tenderão a polarizar o crescimento econômico. Esse fato decorre da infraestrutura existente e em construção (ferrovias, rodovias e hidrelétricas etc.), da localização estratégica nacional, do deslocamento de grandes capitais industriais e de serviços para elas e da sua influência política crescente. No Estado de Goiás, o crescimento econômico se distribui por meio de aglomerações econômicas e atividades produtivas pouco diferenciadas, quando comparado ao dos Estados que compõem a Região Sudeste. Todavia, não se apresenta de forma razoavelmente homogênea nas mesorregiões e nas microrregiões do Estado de Goiás, conforme pode ser verificado por meio do Apêndice A. No gráfico 2.1 encontramos os dados de ocupados nos grandes grupos de atividades econômicas no Brasil: empresas, por exemplo, é um tipo de tecnologia que está fora do contexto no qual se utiliza o termo geralmente. 2 Mesorregião consiste em uma categoria que define uma territorialidade que pode ser compreendida em termos geoclimáticos, políticos, econômicos, entre outros. Em termos políticos, nas unidades federativas brasileiras, as mesorregiões incorporam microrregiões que, por sua vez, incorporam municípios. O Estado de Goiás possui 5 mesorregiões que se estabelecem a partir da incorporação de 18 microrregiões, a saber: Mesorregião Leste Goiano, que compreende 32 municípios, é composta pela Microrregião Entorno de Brasília e pela Microrregião Vão do Paranã; Mesorregião Centro Goiano, que compreende 82 municípios, é composta pela Microrregião Anápolis, pela Microrregião Goiânia, pela Microrregião Anicuns, pela Microrregião Ceres e pela Microrregião Iporá; Mesorregião Sul Goiano, que compreende 82 municípios, é composta pela Microrregião Sudoeste de Goiás, pela Microrregião Vale do Rio dos Bois, pela Microrregião Pires do Rio, pela Microrregião Meia Ponte, pela Microrregião Catalão e pela Microrregião Quirinópolis; Mesorregião Noroeste Goiano, que compreende 23 municípios, é composta pela Microrregião São Miguel do Araguaia, pela Microrregião Rio Vermelho e pela Microrregião Aragarças; e Mesorregião Norte Goiano, que compreende 27 municípios, é composta pela Microrregião Porangatu e pela Microrregião Chapada dos Veadeiros.

10 9 Distribuição Percentual das Pessoas de 10 Anos ou Mais de Idade, Ocupadas por Grupos de Atividade de Trabalho Principal Brasil ,0% 40,0% 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% Agrícola 21,1% 20,6% 19,5% 18,4% 17,4% 17,0% Indústria 14,6% 14,9% 14,8% 15,2% 15,1% 14,7% Construção 6,3% 6,5% 6,5% 6,7% 7,5% 7,4% Comércio e Reparação 17,3% 17,8% 17,6% 18,0% 17,4% 17,8% Serviços 40,4% 40,1% 41,3% 41,5% 42,3% 42,9% Gráfico 2.1: Distribuição Percentual das Pessoas de 10 Anos ou Mais de Idade, Ocupadas por Grupos de Atividade de Trabalho Principal. Brasil Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir de dados do IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Oferta de Cursos e Modalidades de Ensino Correlacionados aos Setores de Atividade Econômica As informações sobre a ocupação dos trabalhadores no setor produtivo e os principais setores de atividades econômicas, por um lado, proporciona condições favoráveis no sentido de focalizar a oferta de modalidades de ensino e de cursos, nos diversos níveis de ensino, de modo a estabelecer uma grande sinergia entre as instituições de ensino e as demandas dos setores produtivos e de serviços já consolidados. Em especial, proporciona plenas condições para que as instituições de ensino, que se organizam mediante estruturas pluricurriculares e multicampi, possam identificar e estabelecer polos de ensino e formação 3 nos seus diversos câmpus. 3 Polos de ensino e formação são a constituição de convergências entre diversas modalidades de ensino e de cursos incluindo a pós-graduação stricto sensu, bem como a sua articulação com a pesquisa e a extensão, em nível de cada câmpus, tendo em vista alcançar uma concentração e excelência em áreas de formação profissional e tecnológica. O estabelecimento de polos constitui-se, portanto, em uma iniciativa de estruturação da vida acadêmica e da organização da instituição, com o objetivo de moderar dinâmicas que tendem a promover a fragmentação e a dispersão de instituições de ensino organizadas por meio de estruturas pluricurriculares e multicampi e que oferecem uma grande diversidade de níveis e de modalidades de ensino, bem como de cursos. Os primeiros passos no sentido da conformação de polos de ensino e formação são determinados pela definição do(s) eixo(s) científico-superior de tecnologia(s)

11 10 Por outro lado, quando as informações sobre a ocupação dos trabalhadores no setor produtivo são precárias, geram grandes dificuldades no sentido de identificar e estabelecer a oferta de ensino para os setores produtivos e de serviços não consolidados, que frequentemente são formados por micro e pequenos estabelecimentos econômicos urbanos e rurais. Setores estes que, em grande parte, não integram as atividades produtivas dominantes e consolidadas no município, na microrregião ou na mesorregião, e que, por este fato, tenderão a não ser plenamente beneficiados pelos polos de ensino e formação identificados e estabelecidos em cada câmpus. O estabelecimento de uma relação estreita entre as atividades produtivas e de serviços consolidados e dominantes e os polos de ensino e formação, embora seja uma necessidade, não supre o papel social que a instituição de ensino deve desempenhar na Região Centro-Oeste e no Estado de Goiás, em particular. Isso implica que, nem todas as modalidades e cursos oferecidos terão que se situar nos referidos polos e que a instituição deve atuar fortemente no apoio aos arranjos (produtivos, sociais e culturais) locais. Do contrário, a necessária centralidade do ensino e formação mediante a constituição de polos de ensino e formação inviabilizará o papel e função social que a instituição de ensino deve desempenhar, em particular tratando-se do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG). 2.2 Relação entre Grau de Instrução e Empregabilidade No Brasil, após a abertura econômica nos anos 1990, percebe-se um aumento da demanda por mão de obra mais qualificada, reflexo da incorporação de bens de capital de maior composição tecnológica. Conforme pode ser observado na Tabela 2.1, esta realidade fica evidenciada quando se observa a composição do estoque de emprego da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), segundo o grau de instrução. O estoque de empregos que mais cresceu foi o de Ensino Médio Completo com 323% de aumento, seguido do Ensino Superior Completo com 174% de crescimento de 1995 à de cada câmpus, a partir das quais serão oferecidos os primeiros cursos, numa perspectiva de agregação pluricurricular.

12 11 Tabela 2.1 Estoque de Empregos e Taxas de Crescimento por Grau de Instrução. Brasil 1995, 2000, 2005, Nível de Instrução Sem instrução e menos de 1 ano de estudo 1995/ / / / % -47% -13% -69% Fundamental Incompleto % -10% -5% -26% Fundamental Completo % 14% 11% 65% Ensino Médio Incompleto % 25% 21% 84% Ensino Médio Completo % 72% 65% 323% Superior Incompleto % 34% 34% 112% Superior Completo % 59% 44% 174% Total % 26% 32% 85% Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MTE/RAIS , 2000, 2005 e Na tabela a seguir, observa-se a evolução dos trabalhadores registrados na RAIS, nos setores de atividade econômica por escolaridade. No total, o número de trabalhadores cresceu 68,01% no Brasil. Já em Goiás esse crescimento foi de 97,86%. Tanto no Brasil, quanto em Goiás, no que tange à escolaridade, percebe-se que de 2000 para 2010 houve uma grande redução de trabalhadores Analfabetos formalmente contratados, em contrapartida, aumentou o quantitativo de profissionais com instrução equivalente ou superior ao Ensino Fundamental Completo. Tabela 2.2 Número de Trabalhadores nos Setores de Atividade Econômica por Escolaridade. Brasil e Goiás , 2005, Setor de Atividade Econômica Analfabeto Fundamental Incompleto Fundamental Completo 2000 Médio Completo Superior Total Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Extrativa Mineral Ind.Transform ação Serv. Ind. Utilidade Pública Construção Civil Comércio Serviços Administração Pública Agr, Ext Veg, Caça e Pesca Ignorado Total Setor de Atividade Econômica Analfabeto Fundamental Incompleto Fundamental Completo 2005 Médio Completo Superior Total Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Extrativa Mineral

13 12 Ind. de Transformaçã o Serv. Ind. Utilidade Pública Construção Civil Comércio Serviços Administração Pública Agr, Ext Veg, Caça e Pesca Ignorado Total Setor de Atividade Econômica Analfabeto Fundamental Incompleto Fundamental Completo 2010 Médio Completo Superior Total Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Brasil Goiás Extrativa Mineral Ind. de Transformaçã o Serv. Ind. Utilidade Pública Construção Civil Comércio Serviços Administração Pública Agr, Ext Veg, Caça e Pesca Ignorado Total Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MTE/RAIS , 2000, 2005 e 2010 Quando analisamos um setor em separado, o da Indústria de Transformação, encontramos praticamente um padrão que também é visualizado em todos os outros setores, com o crescimento da escolaridade se consolidando em todos os anos da série. Conforme pode ser visualizado na Tabela 2.3, na Indústria de Transformação o número de trabalhadores contratados com o Ensino Médio Completo foi expressivo, perfazendo um aumento de 480%, enquanto o Nível Superior Completo teve aumento de 162%.

14 13 Tabela 2.3 Estoques de Empregos e Taxas de Crescimento na Indústria de Transformação por Grau de Instrução. Brasil , 2000, 2005, Nível de Instrução Sem instrução e menos de 1 ano de estudo 1995/ / / / % -32% -10% -60% Fundamental Incompleto % -11% -8% -38% Fundamental Completo % 16% 3% 51% Ensino Médio Incompleto % 31% 19% 98% Ensino Médio Completo % 107% 75% 480% Superior Incompleto % 47% 37% 108% Superior Completo % 46% 59% 162% Total ,2% 25% 28% 61% Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MTE/RAIS 1995, 2000, 2005 e Conforme pode ser observado na Tabela 2.4, quando se analisa o setor da Indústria de Transformação, como referência, comparando o crescimento percentualmente por nível de escolaridade, o Estado de Goiás apresentou um crescimento significativo em termos nacionais, com uma taxa de crescimento de 215,1%. Tabela 2.4 Taxa de Crescimento do Estoque de Empregos Segundo o Grau de Instrução para a Indústria de Transformação. Brasil e Goiás UF Sem Instrução e Menos de 1 Ano de Estudo Fundamental Incomp. Fundamental Completo Ensino Médio Incomp. Ensino Médio Completo Superior Incomp. Superior Completo Total do Cresc. no Estado Brasil -60,6% -38,9% 51,4% 98,3% 480,6% 108,5% 162,6% 61% GO -35,6% 31,4% 170,9% 403,7% 996,1% 647,6% 574,1% 215,1% Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MTE/RAIS e A Tabela 2.5 demonstra que o mesmo movimento ocorre na indústria extrativista, onde a demanda por trabalhadores com Ensino Médio Completo aumentou em 613%, no período 1995/2010. No que tange aos trabalhadores de Nível Superior, ocorreu aumento de 456% no estoque de emprego da Indústria Extrativista no período analisado.

15 14 Tabela 2.5 Estoque de Empregos e Taxas de Crescimento na Indústria Extrativa por Grau de Instrução. Brasil , 2000, 2005, Nível de Instrução Sem Instrução e Menos de 1 Ano de Estudo 1995/ / / / % -52% -19% -70% Fundamental Incompleto % -11% -10% -37% Fundamental Completo % 27% 10% 76% Ensino Médio Incompleto % 35% 36% 130% Ensino Médio Completo % 124% 91% 613% Superior Incompleto % 150% 41% 351% Superior Completo % 113% 105% 456% Total ,47% 34% 43% 93% Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MTE/RAIS , 2000, 2005 e Nível de Escolaridade da População no País por Regiões Geográficas Os dados apresentados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio PNAD, do IBGE, que classifica o nível de instrução dos brasileiros de acordo com os anos de estudo dos indivíduos, permitem avaliar qual o nível de instrução ou grau de escolaridade da população, o que possibilita vislumbrar qual é o percentual da população que está apta à formação profissional de Nível Básico, Técnico e Superior. Há que se registrar o esforço verificado no país em atender à população de jovens e adultos em programas de alfabetização, a partir de Todavia, o esforço não resultou em aceleração significativa da queda das taxas de analfabetismo, o que evidencia que os programas de alfabetização com duração de 6 a 8 meses, como os propostos pelo Programa de Alfabetização Solidária (PAS) e depois pelo Brasil Alfabetizado, que apesar de ter passado por modificações no seu formato, têm eficácia limitada na garantia da aprendizagem. Conforme identificado pelas PNAD s de 1992 e 2002, em torno de 60% das pessoas que ao longo da vida frequentaram cursos de alfabetização declararam-se analfabetas. A PNAD de 2009 destaca que, a taxa de analfabetismo entre pessoas de 15 anos ou mais caiu 1,8 pontos percentuais entre 2004 e Apesar disso, ainda existiam no Brasil na data da pesquisa, 14,1 milhões de analfabetos, o que corresponde a 9,7% da população nesta faixa etária. A PNAD estimou também a taxa de analfabetismo funcional em 20,3% (percentual de pessoas de 15 anos ou mais de idade com menos de quatro anos de estudo). O índice é 4,1 pontos percentuais menor que o de 2004 e 0,7 ponto percentual menor que o de 2008.

16 15 Taxa de Analfabetismo das Pessoas de 15 Anos ou Mais de Idade Brasil e Regiões Geográficas ,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% Brasil 11,5% 11,1% 10,5% 10,1% 10,0% 9,7% Norte 12,7% 11,6% 11,3% 10,8% 10,7% 10,6% Nordeste 22,4% 21,9% 20,7% 19,9% 19,4% 18,7% Sudeste 6,6% 6,6% 6,0% 5,8% 5,8% 5,7% Sul 6,3% 5,9% 5,7% 5,5% 5,5% 5,5% Centro-Oeste 9,2% 8,9% 8,3% 8,0% 8,2% 8,0% Gráfico 2.2: Taxa de Analfabetismo das Pessoas de 15 Anos ou Mais de Idade. Brasil e Regiões Geográficas Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir de dados do IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios A elevação do nível de instrução tem sido assegurada, principalmente, em decorrência da elevação de todos os graus de escolaridade. Conforme pode ser observado por meio da Tabela 2.6, a média de anos de estudo da população de 10 anos ou mais tem apresentado uma melhora nas diversas regiões do país, com um aumento geral de 1,4 anos de estudo, de 1996 a Em 2009 o crescimento caiu acentuadamente com 0,4 anos para o período. A pior situação é apresentada pela Região Nordeste, com 2,1 anos de estudo a menos que a Região Sudeste. Tabela 2.6 Média de Anos de Estudos da População de 10 Anos ou Mais. Brasil e Regiões Geográficas , 2000, 2003, 2006, Ano Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste ,8 5,7 4,3 6,5 6,1 5, ,9 5,0 4,6 6,6 6,4 6, ,3 6,2 5,1 6,9 6,8 6, ,2 6,6 5,8 7,9 7,6 7, ,6 7,2 6,4 8,2 8,0 7,9 Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados da PNAD/IBGE.

17 16 Conforme o documento final da VI Conferência Internacional de Educação de Adultos (CONFINTEA, 2009, p.15), baseado nos dados da PNAD, demonstram também que o valor máximo de anos de estudo (9,1) é alcançado na faixa etária de 20 a 24 anos no ano de Em 2009 essa faixa etária chega a 9,6 anos de estudo. No grupo de 25 a 59 anos, a média é 7,4 anos de estudo em 2006 e chega a 8 anos de estudo em Na população com 60 anos ou mais, a taxa é de 3,8 anos de estudo em 2006 e 4,2 em Analisando os dados do ponto de vista do gênero e da localização da população, os dados da PNAD confirmam a tendência observada nos números relativos ao analfabetismo, tendo as mulheres uma média de 0,3% ano de estudo a mais que os homens (Mulheres: 7,3 anos de estudo e homens 7,0 anos) em Para 2009 os dados indicam (7,7 anos para as mulheres e 7,4 anos para homens), permanecendo inalterada a distância entre os gêneros. A população urbana possui 3,4 anos de estudos a mais que a população rural (7,7 anos as Mulheres e 4,3 anos os homens). Observa-se no campo a relação direta entre renda e anos de estudo. Considerando-se a faixa etária de 25 anos ou mais, os 20% mais ricos da população apresentavam, em 2006, média de 10,2 anos de estudos, enquanto os 20% mais pobres possuíam, em média, 3,9 anos (VI CONFINTEA, 2009, p. 16). Ainda de acordo com a PNAD, a quantidade de pessoas que haviam completado o Ensino Fundamental em 1995 foi de , passando para em 2005, o que corresponde a um aumento de 51,2%. Isso significa que em 1995, o total de pessoas que haviam concluído o Ensino Fundamental correspondia a 5,9% da população residente no Brasil ( ), ao passo que em 2005 esse total passou a representar 7,6% da população residente ( ). A Região Centro-Oeste apresentou um aumento de 54,98% no número de pessoas que concluíram a primeira etapa da Educação Básica no período analisado. Conforme a Tabela 2.7, os dados do MTE/RAIS indicam que o número de empregados contratados formalmente com o Ensino Fundamental Completo cresceu 73,48% nos últimos dez anos no Brasil. No Centro-Oeste, o crescimento do número de contratados com o Ensino Fundamental Completo foi de 68,53%. Nota-se que em 2005, dos de pessoas que declararam possuir o Ensino Fundamental segundo a PNAD, foram empregados sob contrato formal de trabalho de acordo com o MTE por meio da RAIS, representando, assim, 57,96% dos contratados.

18 17 Tabela 2.7 Número de Trabalhadores Empregados sob Contrato Formal de Trabalho com o Ensino Fundamental Completo. Brasil e Regiões Geográficas , 2005, Região Geográfica Nº de Trabalhadores % Nº de Trabalhadores % Nº de Trabalhadores Brasil , , ,00 Norte , , ,82 Nordeste , , ,74 Sudeste , , ,15 Sul , , ,14 Centro-Oeste , , ,90 Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MTE/RAIS 2000, 2005 e % A RAIS indica que o número de trabalhadores empregados com o Ensino Médio Completo cresceu 171,35% no período de 2000 a No Centro-Oeste esse crescimento foi de 137,47%, portanto aumentou em menor proporção que o crescimento nacional. A PNAD indica que pessoas possuíam o Ensino Médio completo em 2005, destes, foram empregados sob contrato formal de trabalho de acordo com a RAIS, ou seja, 45,88%. Tabela 2.8 Número de Trabalhadores Empregados sob Contrato Formal de Trabalho com o Ensino Médio Completo. Brasil e Regiões Geográficas 2000, 2005, Região Geográfica Nº de Trabalhadores % Nº de Trabalhadores % Nº de Trabalhadores Brasil , , ,00 Norte , , ,04 Nordeste , , ,24 Sudeste , , ,79 Sul , , ,48 Centro-Oeste , , ,43 Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MTE/RAIS 2000, 2005 e % Os dados da RAIS também indicam aumento no número de contratações formais de profissionais com o Ensino Superior Completo, passando de em 2000 para em 2010 (130,57%). A representatividade do número de pessoas com o nível superior completo empregada formalmente é maior do que empregados contratados com níveis de escolaridade mais baixos. De acordo com a PNAD, pessoas haviam

19 18 concluído o Ensino Superior até o ano Destes, foram contratados formalmente, de acordo com a RAIS, representando assim, 58,63% dos que possuem formação superior completa. Dessa forma, vê-se a tendência de maior escolarização de pessoas e/ou critérios mais rígidos por parte das empresas quanto ao nível de escolaridade exigido para a ocupação de vagas de emprego, uma vez que o número de contratados com o Ensino Médio e Superior Completo cresceu em maior proporção do que os empregados com o Ensino Fundamental Completo (171,35%, 130,57% e 73,48%, respectivamente). Tabela 2.9 Número de Trabalhadores Empregados sob Contrato Formal de Trabalho com o Ensino Superior Completo. Brasil e Regiões Geográficas 2000, 2005, Região Geográfica Nº de Trabalhadores % Nº de Trabalhadores % Nº de Trabalhadores Brasil , , ,00 Norte , , ,22 Nordeste , , ,52 Sudeste , , ,96 Sul , , ,01 Centro-Oeste , , ,19 Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do MTE/RAIS 2000, 2005 e % A Tabela 2.10 indica o valor percentual de pessoas ocupadas segundo o nível de instrução nos anos 2004 e 2009, quando da publicação da PNAD. Tabela 2.10 Distribuição Percentual (%) das Pessoas de 10 Anos ou Mais de Idade, Ocupadas na Semana de Referência por Nível de Instrução. Brasil 2004 e Nível de instrução / Ano Sem instrução 10,1 7,7 Fundamental Incompleto ou Equivalente 39,4 32,6 Fundamental Completo ou Equivalente 9,7 9,4 Médio Incompleto ou Equivalente 6,6 6,7 Médio Completo ou Equivalente 21,5 27,0 Superior Incompleto 4,0 5,0 Superior Completo 8,1 11,1 Fonte: Elaborado pelo Observatório a partir dos dados do IBGE/PNAD 2004 e 2009.

20 19 3 COBERTURA DA EDUCAÇÃO BÁSICA O grau de cobertura educacional atualmente existente no Brasil pode ser aferido por meio dos dados do Censo Escolar, realizado anualmente pelo MEC/Inep e também pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD/IBGE. O Censo Escolar é uma pesquisa declaratória, de abrangência nacional, realizada desde a década de 1930, que reúne informações estatísticas sobre os estabelecimentos escolares públicos e privados. A PNAD/IBGE investiga anualmente, de forma permanente, características gerais da população, de educação, trabalho, rendimento, habitação e outras, com periodicidade variável, de acordo com as necessidades de informação estabelecida. O Censo Escolar do INEP identifica a quantidade de pessoas que estavam matriculadas e que concluíram os estudos nas redes pública e privada, por meio de pesquisa censitária, realizada atualmente de forma digital por meio do sistema Educacenso. A partir dos dados do Censo Escolar do INEP, pode-se, portanto, verificar, entre outras informações, qual é o grau de cobertura da educação formal existente no país, bem como averiguar sua evolução anual por meio do acompanhamento dos dados relativos ao número de Matrículas e de concluintes da Educação Básica e superior. A Tabela 3.1 apresenta informações da Educação Básica brasileira em relação à Matrícula em todos os Estados da Federação, nos seus diferentes níveis e modalidades. Quando analisados os dados referentes às Matrículas na Educação Básica, vê-se uma diminuição do número de alunos em todas as modalidades. Pode-se atribuir esse decréscimo à queda na taxa de natalidade da população brasileira, que ocorre lentamente ao longo dos anos 1990 e 2000, já que o nível educacional da população está aumentando ao mesmo tempo em que o número de Matrículas diminui.

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