Título: Educação Corporativa no Sistema Cooperativista: Custo X Benefícios. Autor: SOUZA, T. A. de; LIMA, T. C. P. de; SILVEIRA, V. S. B.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Título: Educação Corporativa no Sistema Cooperativista: Custo X Benefícios. Autor: SOUZA, T. A. de; LIMA, T. C. P. de; SILVEIRA, V. S. B."

Transcrição

1 1 Título: Educação Corporativa no Sistema Cooperativista: Custo X Benefícios Autor: SOUZA, T. A. de; LIMA, T. C. P. de; SILVEIRA, V. S. B. da Fonte: para citar este artigo, consulte o(a) autor(a) pelo endereço eletrônico

2 2 GESTÃO DE PESSOAS NO CONTEXTO COOPERATIVISTA EDUCAÇÃO CORPORATIVA NO SISTEMA COOPERATIVISTA: CUSTO X BENEFÍCIOS SOUZA, Tays Almeida de (autor principal) LIMA, Tereza Cristina Pinheiro de SILVEIRA, Vinicius Sebastião Borges da SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DE GOIÁS SESCOOP/GO E PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIAS PUC-GO

3 3 RESUMO O presente é fruto de um estudo realizado dentro do Sistema OCB/SESCOOP-GO, com o objetivo de apresentar a conversão das despesas (taxas e contribuições) das cooperativas goianas junto ao Sistema, em investimento profissional, através de educação e capacitação. Trata-se de um estudo exploratório em que serão utilizados diversos instrumentos metodológicos como: pesquisas documentais, questionários, análise de dados, planilhas de informações e indicadores de desempenho da organização, dentre outras, visando comprovar o retorno às cooperativas goianas das despesas tidas através dos pagamentos, obrigatórios por Lei, feitos ao Sistema OCB/SESCOOP-GO: contribuição sindical, contribuição cooperativista e contribuição de manutenção, oferecendo suporte e estruturação dentro da gestão de cada cooperativa goiana. Apresenta o retorno das despesas, pagas pelas cooperativas ao Sistema OCB/SESCOOP-GO, através de gráficos e tabelas referentes às avaliações dos processos, e a conversão e transformação das despesas da cooperativa junto ao Sistema em desenvolvimento profissional. Diante da pesquisa realizada, constatou-se uma evolução considerável nas atividades educacionais e sociais desenvolvidas pelo Sistema OCB/SESCOOP-GO e as cooperativas, que usufruem desse recurso, comprovando a otimização dos resultados gerados pelas atividades desenvolvidas em parceria. PALAVRAS CHAVE: gestão cooperativa, profissionalização cooperativista. ABSTRACT This is the fruit of the a study conducted within the system OCB / SESCOOP-GO, with the aim of presenting the conversion of expenditure (taxes and contributions) of cooperatives goianas next to the system, investment in training, through education and training. This is an exploratory study that will be used in various methodological tools such as documentary research, questionnaires, data analysis, spreadsheets of information and performance indicators for the organization, among others, to prove a return to cooperatives goianas expenditure taken by payments, required by law, made to the system OCB / SESCOOP-GO: contribution association, cooperative contribution and contribution of maintenance, offering support and structuring within the management of each cooperative goianas. It presents the return of expenses, paid by the cooperatives system OCB / SESCOOP-GO, through graphs and tables relating to assessments of processes, and the conversion and processing costs of the cooperative system in the next professional development. Given the research conducted, there was a considerable progress in educational activities and social system developed by OCB / SESCOOP-GO and cooperatives, which have this feature, showing the optimization of the results generated by activities in partnership. KEY WORDS: Cooperative management, Professional cooperative.

4 4 1. INTRODUÇÃO O presente artigo é resultado de estudo desenvolvido no Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás OCB-GO e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Goiás SESCOOP/GO - Sistema OCB/SESCOOP-GO. Tem como objetivo conhecer o grau de satisfação das cooperativas goianas dos serviços oferecidos pelo SESCOOP/GO, analisar e comprovar o retorno dos recolhimentos, obrigatórios, feitos pelas cooperativas goianas, ao Sistema sob forma de capacitação, desenvolvimento profissional e aperfeiçoamento intelectual aos cooperativistas. Trata-se de um estudo exploratório em que serão utilizados diversos meios de pesquisas e análises de dados, visando comprovar o retorno às cooperativas goianas das despesas tidas através dos pagamentos, obrigatórios por Lei, feitos ao Sistema OCB/SESCOOP-GO: contribuição sindical, contribuição cooperativista e contribuição de manutenção, oferecendo suporte e estruturação dentro da gestão de cada cooperativa goiana. No desenvolvimento dos estudos pretendem-se apresentar o retorno das despesas, pagas pelas cooperativas ao Sistema OCB/SESCOOP-GO, em forma de capacitação e desenvolvimento profissional, baseada nas mais modernas práticas de gestão. O trabalho está estruturado em capítulos, onde num primeiro momento, apresenta-se a fundamentação teórica a partir da contextualização do cooperativismo, seus princípios, seu histórico e sua inserção no Brasil. Discute os conceitos e descrição dos principais processos e práticas sobre gestão organizacional, voltados ao retorno do investimento sob forma de capacitação profissional. A análise conceitual dessas teorias contextualizará os resultados obtidos na pesquisa. Posteriormente, descreve os procedimentos metodológicos que foram utilizados neste trabalho científico, comprovado através de pesquisas documentais, questionários, análise de dados, planilhas de informações e indicadores de desempenho da organização, dentre outras. Apresenta o SESCOOP, seu histórico e perfil da organização, a pesquisa e os resultados obtidos pela análise dos processos investigados na pesquisa organizacional, apresentando os gráficos e tabelas referentes às avaliações dos processos, e apresenta a conversão e a transformação das despesas da cooperativa junto ao Sistema em desenvolvimento profissional. Posteriormente, no último capítulo, apresentam-se as considerações finais e a validação da pesquisa O estudo justifica-se tendo em vista que o atual cenário socioeconômico brasileiro apresenta uma diversidade de problemas, dentre os quais, a tributação imposta pela nossa Federação gera uma grande evasão financeira dentro das organizações. Tal fato não é diferente dentro das cooperativas, e além de toda tributação existem os recolhimentos diretos, feitos ao Sistema OCB/SESCOOP-GO, são eles: contribuição sindical, contribuição cooperativista, contribuição de manutenção e recolhimento ao Sistema S pertinente, no caso das cooperativas o SESCOOP/GO, sobre a folha de pagamento dos colaboradores das cooperativas. Diante disso, a proposta deste trabalho é usufruir dessa proximidade conquistada e buscar mais confiabilidade, comprovando junto às cooperativas goianas que após executarem os recolhimentos pertinentes à Casa do

5 5 Cooperativismo, existe um retorno financeiro através do desenvolvimento profissional. O SESCOOP/GO que atua como braço educacional da OCB-GO, tem condições de retornar tais dispêndios através de prestação de serviços profissionais, educação, capacitação e profissionalização da gestão cooperativista. A problematização da pesquisa partiu das seguintes indagações: as cooperativas goianas enxergam o Sistema OCB/SESCOOP-GO apenas como órgão recolhedor de contribuições obrigatórias? E ainda, as cooperativas goianas utilizam a prestação de serviços profissionais e educacionais disponibilizados para as mesmas, obtendo assim o retorno das contribuições? As hipóteses levantadas que orientaram a pesquisa foram: as cooperativas não visualizam o retorno das contribuições feitas ao Sistema OCB/SESCOOP-GO, através da profissionalização e capacitação das respectivas. As contribuições, obrigatórias, feitas ao Sistema OCB/SESCOOP-GO, pelas cooperativas goianas, retornam sob forma de profissionalização e capacitação das respectivas. As cooperativas, que já utilizam a capacitação oferecida pelo SESCOOP/GO, revelam sua satisfação e otimização de resultados, visualizando o retorno das contribuições recolhidas, sob forma de educação profissional. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1. Cooperativismo O cooperativismo é um movimento internacional que tem por objetivo a solução de problemas sociais por meio da criação de comunidades de cooperação formadas por indivíduos livres, que se encarregariam da gestão da produção e participariam igualitariamente dos bens produzidos em comum. Os princípios do Cooperativismo são os fundamentos, o ponto de partida que serve para orientar e encaminhar uma ciência ou doutrina, a saber: Adesão livre e voluntária; Gestão democrática; Participação econômica dos membros; Autonomia e independência; Educação, formação e informação; Intercooperação e Interesse pela comunidade.schneider (2003) Legalmente no Brasil, as cooperativas deram inicio 1903 pelo Decreto nº. 979 que regula a classe dos sindicatos e cooperativas rurais e de consumo, e posteriormente em 1907 pelo Decreto n º 1.637, este então instituiu as formas de constituição as cooperativas, mais tarde em 1932 com o Decreto n º formando assim o marco do cooperativismo no Brasil. No ano seguinte este Decreto foi substituído pelo Decreto n º dando formalização legal as cooperativas. Atualmente as sociedades cooperativas brasileiras estão reguladas pela Lei nº , de 1971 que definiu a Política Nacional de Cooperativismo e instituiu o regime jurídico das cooperativas. Sendo ainda o cooperativismo tratado na Constituição Federal de 1988 e no Novo Código Civil Brasileiro de A idéia do cooperativismo se originou da visão de que a cooperação é a melhor forma de solucionar os interesses comuns dos indivíduos, pois, usa um método de trabalho conjugado, ao mesmo tempo em que se mostra como um sistema econômico peculiar, onde o trabalho comanda o capital. Este trabalho em cooperação leva a uma economia humanizada, cujo valor reside no individuo acima

6 6 do capital, levando o resultado final da ação conjunta para o desenvolvimento do grupo. Com as mudanças de cenário político, tecnológico, comunicação e de mercado, as cooperativas se vêem na obrigação de se ajustarem a esta nova realidade sem perderem a sua verdadeira identidade, tornando-se organizações competitivas e profissionalmente geridas e atuando como real instrumento de valorização e progresso do ser humano OCB/GO Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás A evolução histórica da OCB-GO teve inicio em 1956, em Goiânia - GO, onde foi realizada a primeira assembléia para constituição da União das Cooperativas no Estado de Goiás UCEG com intenção de constituir a primeira associação de cooperativas do Estado de Goiás, congregando-as numa entidade que pudesse atuar como órgão de classe, na defesa e propagação do verdadeiro cooperativismo. A OCB-GO se coloca a serviço de suas cooperativas investindo na qualificação de seus dirigentes, do seu quadro social e funcional e ainda apoiando e realizando congressos e eventos onde são discutidas as diretrizes do sistema cooperativista. Hoje a organização congrega em seu quadro social 154 cooperativas registradas e 152 registradas e filiadas atuantes nos seguintes ramos: agropecuário, consumo, saúde, crédito, educacional, infra-estrutura, habitacional, trabalho, transportes e produção. A Entidade dispõe à suas filiadas, entidades parceiras e sociedade em geral, a estrutura e serviços, compostos de: consultoria jurídica especializada; consultoria contábil-fiscal; fomento de novas cooperativas; educação cooperativista; ampla biblioteca para pesquisas; serviços de despachante para cooperativas do interior; e instalações para realização de reuniões, cursos e eventos e outros. Constituem os objetivos da sociedade: o estudo, coordenação, proteção e representação sindical das cooperativas goianas. A partir do estatuto e regimento interno pesquisados, importante se faz apresentar a missão e visão da OCB-GO, entendida como: promover a Defesa Política e Econômica das Cooperativas do Estado de Goiás, oferecendo serviços que apóiem o pleno e efetivo desenvolvimento sustentado (equilibrado) das cooperativas em todos os ramos de atividade, mantendo: unidade doutrinária de acordo com princípios universais do cooperativismo; e a integração dos diversos ramos cooperativistas. Sua Visão é Ser a referência do cooperativismo goiano, garantindo ambiente favorável ao desenvolvimento das cooperativas no Estado de Goiás SESCOOP/GO Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Goiás O SESCOOP (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) teve origem no RECOOP, com o objetivo de organizar, administrar e executar em todo o território nacional o ensino de formação profissional, desenvolvimento e promoção social do trabalhador em cooperativas e dos cooperados, para todos os ramos de atividade. Órgão descentralizado, foi criado nos termos da Medida Provisória nº 1.715, de 3 de setembro de 1998 e suas edições e do Decreto nº de 7 de abril

7 7 de 1999, sendo instalado efetivamente em 28 de outubro de Todo o sistema SESCOOP está sob vinculação do Ministério do Trabalho, Emprego e Renda. A partir desta data, as Organizações Cooperativistas Estaduais (OCE s) passaram a organizar suas estruturas educacionais, desenvolvendo seus SESCOOP s com a missão de promover, apoiar e executar as ações de formação profissional, monitoramento e produção social no âmbito das cooperativas brasileiras. Por esses e outros atributos acabou sendo comparado ao sistema S da indústria, comércio e serviço brasileiro (Sesc, Senai e Senac). Assim, o SESCOOP seria o Sistema S do cooperativismo nacional e sua finalidade é executar as ações de formação profissional, monitoramento e promoção social no âmbito das cooperativas do Estado de Goiás. A partir do estatuto e regimento interno pesquisados, importante se faz apresentar a missão e visão do SESCOOP/GO, sendo a primeira compreendida como Promover, apoiar e executar ações de monitoramento, formação profissional e promoção social no âmbito das Cooperativas Goianas e sua Visão è Ser a referência do cooperativismo goiano, garantindo ambiente favorável ao desenvolvimento das cooperativas no Estado de Goiás. O Sistema OCB/SESCOOP-GO tem procurado estimular e preparar os empresários cooperativistas para uma atuação mais associada aos princípios do cooperativismo e à intercooperação, bem como o de proporcionar um maior desenvolvimento da gestão profissional das cooperativas juntamente com seu quadro de cooperados e colaboradores. Para uma melhor visualização, as ações são divididas em duas linhas de atuação que compreendem a formação profissional (profissionalização da gestão, qualificação profissional e desenvolvimento cooperativista) e a promoção social Educação Cooperativista No atual cenário socioeconômico brasileiro em que um dos fatores mais preocupantes é o desemprego, é imprescindível a busca de alternativas de geração de trabalho e renda que venham a atender aos anseios e necessidades de uma considerável parcela da população que se encontra numa total situação de exclusão do trabalho ou sub-empregabilidade. Neste contexto, o cooperativismo se apresenta como uma das possíveis alternativas de criação de pequenas forças produtivas para buscar a humanização social e do trabalho. A estruturação dessas forças em forma de sociedades cooperativas propicia a busca de meios de se inserir no mercado com o objetivo de prestar serviço procurando uma remuneração mais justa. A união, o envolvimento e o comprometimento de cada associado, poderão dar-lhes uma maior sustentação e razão para a obtenção de uma vida mais digna, com renda mais justa. A importância da educação cooperativista atinge seu maior grau de relevância quando sabemos que a cultura capitalista transforma o cidadão em objeto de um sistema produtivo pelo qual recebe seu salário. Trazê-los para o pensamento e prática efetiva de ações cooperativas, mostrando que esta atividade somente atingirá seus objetivos, quando todas as partes envolvidas tiverem a plena consciência de que a socialização dos meios e fins do trabalho só será conquistada, quando cada ato participativo também for nesta direção. Schneider (2003) afirma que: a educação e a capacitação são indispensáveis em qualquer instituição, mas nas cooperativas elas são questão de sobrevivência.

8 8 O treinamento, qualificação e educação do quadro social e operacional das cooperativas têm como objetivo orientar ações cooperativistas, dando a conformação de um sistema auto-gestionável, de acordo com as necessidades e realidades do mercado, fazendo com que o sucesso seja fundamentado na disciplina e consciência cooperativista dos associados e dirigentes. 3. MATERIAIS E MÉTODOS Trata-se de um estudo exploratório em que serão utilizados diversos meios de pesquisas e análises de dados que foram obtidos através da consultas documentais, artigos, livros, textos e sites relativos à área estudada, questionários, entrevistas e observação direta participativa. Para Minayo (2001), além da descrição formal dos métodos e técnicas a serem utilizados em uma pesquisa, a metodologia aponta as opções e a leitura feita do quadro teórico. Ainda ressalta que a metodologia é composta de três elementos fundamentais: definição da amostragem, coleta de dados e análise dos dados. Dessa forma, será aplicado um questionário que mensura os resultados dos treinamentos subsidiados pelo SESCOOP/GO, juntamente com o grau de satisfação das cooperativas que usufruem desses serviços. Vale ressaltar que estes coordenadores são os verdadeiros instrumentos educacionais dentro das cooperativas, realizando a função de identificação de necessidade e executando ações para suprir tal necessidade. O processo de coleta de dados foi realizado em três momentos, iniciando-se com a pesquisa documental nos arquivos da OCB-GO e do SESCOOP/GO, objetivando levantar informações sobre os valores de contribuições que as cooperativas fizeram à OCB-GO e o orçamento do SESCOOP/GO. Os dados possibilitaram traçar um paralelo e levantar o percentual do retorno que as cooperativas recebem através de capacitação e promoção social ao apresentarem projetos ao SESCOOP/GO. No segundo momento foi aplicado um questionário junto à quinze cooperativas que executaram treinamentos, in loco, subsidiados pelo SESCOOP/GO nos anos de 2004, 2005, 2006 e 2007, com objetivo de identificar o grau de satisfação e a obtenção de resultados através dos respectivos treinamentos. Neste momento busca-se uma comprovação da qualidade do trabalho para apresentação às cooperativas que ainda não usufruem de tal benefício. No terceiro momento foi feita uma pesquisa orçamentária no mercado com o objetivo de apresentar os valores reais, dos serviços oferecidos pela entidade, a fim de comparar os benefícios financeiros através destes serviços disponibilizados. 4. PESQUISA E ANÁLISE DE DADOS 4.1. Contextualização Histórica e Evolução do SESCOOP/GO O SESCOOP/GO tem como público alvo as cooperativas contribuintes, legalmente constituídas, registradas na OCB-GO e em situação de regularidade junto ao Sistema. As metas a serem atingidas são planejadas e especificadas no Plano de Trabalho Anual que após avaliação técnica da viabilidade de execução das ações, estas são levadas para apreciação do Conselho de Administração para sua devida aprovação.

9 9 Todos os projetos, após aprovação do Conselho, passam a compor um plano de trabalho que dá origem a um contrato com a cooperativa, para realização de cada projeto, que após ser devidamente assinado, passa-se efetivamente à sua execução. Os treinamentos são realizados, em sua maioria, na própria cooperativa solicitante, sendo que os resultados, avaliações e controle de freqüência são arquivados na entidade. Desde a criação do braço educacional da OCB-GO, que é o SESCOOP/GO, em 1999, a educação cooperativista teve uma evolução considerável tanto em relação às atividades desenvolvidas, quanto à participação de cooperados e colaboradores das sociedades cooperativas, conforme o Quadro 01: ITENS ANALISADOS Número de atividades específicas realizadas Número de pessoas beneficiadas Número de cooperativas participantes Horas/aula de atividades realizadas ANO Fonte: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Goiás SESCOOP/GO Quadro 01: Evolução das atividades do SESCOOP/GO ( ) O quadro 01 retrata toda a história do SESCOOP/GO, desde seu nascimento, 1999, até o ano de Em oito anos de funcionamento, passou-se de 95 pessoas beneficiadas para participantes das atividades de educação, capacitação e profissionalização. Em 1999 a entidade realizou duas atividades, chegando a 318 atividades em Nos últimos quatro anos mantém-se uma média de 295 atividades, com evolução de 25,7% de 2004 à No que se refere ao número de cooperativas que participam do sistema, em 1999 apenas 02 cooperativas obtiveram subsídios do SESCOOP/GO para capacitação e profissionalização de colaboradores e funcionários, No ano de 2007 foram 119 cooperativas presentes nas atividades desenvolvidas. De 40 horas/aula em 1999 passou-se para horas/aula de formação profissional e promoção social ao público cooperativista.

10 Pesquisa Documental Orçamentária: OCB-GO e SESCOOP/GO Todas as cooperativas, ao pagarem os impostos que incidem sobre a folha de pagamento de seus empregados, 2,5% (percentual variável), é destinado, pelo Ministério do Trabalho, ao Sistema S (entidade voltada para a prestação de serviço educacional) para ser revertido na profissionalização do trabalhador, O repasse para as cooperativas goianas é feito pelo SESCOOP/GO. A legislação brasileira, o estatuto social e o regimento da Organização das Cooperativas Brasileiras OCB Nacional, apontam que as cooperativas são obrigadas à recolher as contribuições devidas, à sua entidade reguladora (nesse caso, OCB-GO). Diante disso a receita da OCB-GO é composta por três recolhimentos: contribuição cooperativista, contribuição sindical e taxa de manutenção. Sendo que a taxa de manutenção é fixa e as demais correspondem à receita de cada cooperativa. Diante da impossibilidade de escolha sobre a incidência na folha de pagamento dos empregados e da obrigatoriedade do recolhimento, foi feita uma analogia entre os valores disponibilizados para emprego em capacitação e os valores recolhidos através das contribuições e taxas. Coletando dados e informações, dos últimos três exercícios, através de pesquisa documental, junto aos registros do Sistema OCB/SESCOOP-GO, os documentos pesquisados foram: Orçamento e plano de trabalho /2007; (SESCOOP/GO); Relatório de atividades e prestação de contas 2005/2006/2007 (OCB/SESCOOP-GO) e Relatório de contribuição sindical e de manutenção 2005/e006/2007 (OCB-GO). Ilustrando os valores levantados, a seguir têm-se os quadros das receitas de ambas as casas, apresentando a analogia proposta anteriormente. ANO RECEITA BRUTA OCB-GO RECURSOS APLICADOS SESCOOP/GO 2005 R$ ,20 R$ , R$ ,65 R$ , R$ ,14 R$ ,87 Fonte: Sistema OCB/SESCOOP-GO QUADRO 02 INFORMAÇÕES FINANCEIRAS No ano de 2005, a OCB-GO possuía 188 cooperativas registradas, nesse universo, apenas 20 cooperativas (11%), solicitaram subsidio ao SESCOOP/GO, para a realização das 296 atividades concretizadas. Considerando os valores, podese observar que, mediante receita obtida pela OCB-GO, através de todos os recolhimentos, o SESCOOP/GO conseguiu devolver às cooperativas goianas 90% (aproximadamente) da receita bruta, originada pelos recolhimentos, através de educação profissional. No ano de 2006, os registros da OCB-GO apontavam 193 cooperativas registradas, nesse universo, apenas 24 cooperativas (13%), apresentaram projeto ao SESCOOP/GO, para a realização das 276 atividades concretizadas. Diante dos valores, observa-se que em 2006, a receita obtida pela OCB-GO, através de todos

11 11 os recolhimentos, foi menor que os recursos aplicados em profissionalização, nesta ocasião o SESCOOP/GO devolveu às cooperativas goianas 109% das contribuições recolhidas. Os dados de 2007, ano este em que os registros da OCB-GO possuíam 222 cooperativas, e apenas 26 cooperativas (12%), recorreram à parceria do SESCOOP/GO, para a realização das 318 atividades executadas. Considerando os valores, pode-se observar que, mediante receita obtida pela OCB-GO, através de todos os recolhimentos, o SESCOOP/GO conseguiu devolver às cooperativas goianas 82% (aproximadamente) da receita bruta, originada pelos recolhimentos, através de aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional. Posto isto, considera-se que as cooperativas estão alheias a decisão do repasse, feito pelo Ministério do Trabalho ao Sistema S, e conseqüentemente ao SESCOOP/GO, e são obrigadas a recolher as contribuições e taxas da OCB-GO. E diante da comparação apresentada, constata-se que os recolhimentos retornam às cooperativas goianas (pelo menos 80%, conforme o histórico comprova) através de capacitação, profissionalização, aperfeiçoamento organizacional, educação e promoção social Outros Serviços Prestados pela OCB-GO Conclui-se que as cooperativas possuem um grande incentivo de estar registrada na OCB-GO, pois o valor que ela contribui pode retornar a ela através dos serviços prestados pelo SESCOOP/GO, uma vez que esse retorno esta voltando através de capacitação para os seus colaboradores e associados. Além dos serviços oferecidos pelo SESCOOP/GO, figuram como benefícios o registro na OCB-GO como: Consultoria Jurídica; Consultoria Contábil; Expedição; Conciliação e Arbitragem: na 7ª Corte de Conciliação e Arbitragem; Biblioteca; Fomento e um sistema de Comunicação que cuida da comunicação com público interno e externo do cooperativismo goiano. Possui ainda, uma estrutura física que conta com um auditório destinado ao uso das cooperativas de todo o Estado com capacidade para 117 pessoas sentadas, uma sala de cursos com uma avançada estrutura física para a qualidade dos cursos oferecidos com capacidade para 40 pessoas e estacionamento próprio com total segurança aos veículos Pesquisa de Satisfação das Cooperativas No ensejo de levantar o grau de satisfação do serviço prestado pelo SESCOOP/GO, foi aplicada uma pesquisa (questionário abaixo com descrição de cada questão abordada) à quinze cooperativas, especificamente, à quinze coordenadores de treinamento, que apresentaram projetos para o SESCOOP/GO nos anos de 2004, 2005, 2006 e 2007, dados estes que geraram um paralelo para referência no aumento ou não da satisfação das cooperativas no que diz respeito à profissionalização de seus colaboradores. O questionário foi aplicado aos coordenadores de treinamento dessas cooperativas com o objetivo de conhecer tanto o grau de satisfação dos mesmos como os resultados efetivos das ações de capacitação na cooperativa. Elaborou-se um conjunto de questões e solicitava-se que o pesquisado marcasse uma nota de 0,0 a 10,0. A seguir apresentam-se os resultados da pesquisa e a análise dos dados coletados.

12 12 No que se refere a sua participação nos eventos de capacitação atribuiu nota 6,8. Como o cooperado avalia seu desempenho após a participação nos eventos de capacitação, temos a nota 8,1. No que se referem às relações interpessoais as pessoas obtiveram uma nota média de 7,4 antes dos eventos de capacitação e 8,6 após a participação num evento de capacitação. Questionou-se sobre o grau de conhecimento, antes dos cursos, sobre cooperativismo registrando-se uma nota média de 6,84. Quando foi questionado sobre os treinamentos, a qualidade administrativa e gerencial da cooperativa antes das ações de T&D, os participantes se deram nota média de 7,38 e depois das ações de T&D, oferecidos pelo SESCOOP/GO, tivemos uma nota média de 8,42. Perguntou-se ainda, em que grau, o programa realizado, contribuiu para a melhoria da capacitação e da profissionalização da cooperativa, foi dado a nota média de 9,13, isso nos permite visualizar a importância dos eventos realização através do SESCOOP/GO. E, por fim, qual o grau de satisfação com todo o programa de capacitação. Com relação ao grau de satisfação geral, realizou-se um paralelo entre 2004 e O SESCOOP/GO obteve uma nota de 9,18. O questionário aplicado junto ao coordenador de treinamentos de cada cooperativa teve como objetivo mensurar as mudanças que os mesmos verificaram no sentido da profissionalização dos colaboradores e/ou cooperados. Buscou-se ainda conhecer o reflexo da capacitação na produtividade e lucratividade da cooperativa, ressaltando que os coordenadores monitoram as ações e participam, enquanto alunos, das atividades. Apresentam também, os indicadores de efetividade das atividades educacionais e profissionais desenvolvidas pelo SESCOOP/GO. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Nota-se que grande parte das cooperativas do Estado de Goiás não usufruem dos serviços oferecidos pela Casa do Cooperativismo e não vislumbram, que os recursos disponibilizados pelo SESCOOP/GO, podem ser uma forma de retorno dos tributos recolhidos à OCB/GO. Tal fato ocorre, devido a falta de conhecimento dos gestores cooperativistas. Portanto este trabalho vem expressar e tornar público o retorno dessas contribuições, sob forma de capacitação e desenvolvimento das cooperativas goianas. Os números levantados no decorrer deste trabalho evidenciam o retorno dos tributos recolhidos, comprovando que 80% da receita bruta da OCB-GO, volta para dentro das cooperativas, como educação profissional e promoção social. Esse resultado é possível porque o Ministério do Trabalho destina 2,5% (percentual variável) dos impostos recolhidos sobre a folha de pagamento dos empregados, ao SESCOOP/GO (Sistema S da classe), para ser revertido em ações que integram e qualificam os trabalhadores das cooperativas goianas. Como essa destinação está alheia às decisões das cooperativas e o SESCOOP/GO foi criado para atuar como braço educacional da OCB/GO, a realização de atividades educacionais em parceria com o SESCOOP/GO é uma forma das contribuições recolhidas pela OCB/GO retornarem para dentro das cooperativas. Dentro desse contexto a Casa do Cooperativismo cumpre com seu o papel de representação política, oferece serviços em diferentes áreas profissionais e ainda devolve às cooperativas, grande parte dos tributos recolhidos, através de

13 13 aperfeiçoamento e qualificação profissional, otimizando os resultados do cooperativismo goiano. A pesquisa de satisfação realizada comprova a otimização dos resultados e a satisfação das cooperativas que utilizam o SESCOOP/GO para desenvolver treinamentos in loco, atendendo as necessidades específicas e desenvolvendo trabalhos direcionados à demanda identificada. Contudo, espera-se, que a demanda por educação profissional das cooperativas junto ao SESCOOP/GO aumente, para que a missão de vida da entidade seja plenamente cumprida (Promover, apoiar e executar ações de monitoramento, formação profissional e promoção social no âmbito das Cooperativas Goianas) e os resultados das cooperativas obtenham uma crescente evolução. Diante das informações levantadas, dos dados coletados e das pesquisas realizadas, confrontando todos esses elementos, respondes-se ao problema colocado de que as cooperativas goianas enxergam o Sistema OCB/SESCOOP-GO apenas como órgão recolhedor de contribuições obrigatórias e a segunda, de que as cooperativas goianas não utilizam a prestação de serviços profissionais e educacionais disponibilizados para as mesmas, obtendo assim o retorno das contribuições. Portanto, confirmam-se as hipóteses apresentadas: as cooperativas não visualizam o retorno das contribuições feitas ao Sistema OCB/SESCOOP-GO, através da profissionalização e capacitação das respectivas; as contribuições, obrigatórias, feitas ao Sistema OCB/SESCOOP-GO, pelas cooperativas goianas, RETORNAM sob forma de profissionalização e capacitação; e as cooperativas, que já utilizam a capacitação oferecida pelo SESCOOP/GO, revelam sua satisfação e otimização de resultados, visualizando o retorno das contribuições recolhidas, sob forma de educação profissional. Conclui-se que dentro dos problemas apresentados e das hipóteses levantadas, o Sistema OCB/SESCOOP-GO não é apenas um órgão recolhedor de tributos, ele executa um papel, fundamental, de representação do cooperativismo goiano, de desenvolvimento e qualificação profissional das cooperativas, promovendo o retorno das contribuições (obrigatórias) recolhidas, através de educação profissional e promoção social. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 2ª ed. Rio de Janeiro: Campus, CRUZ, Carlos; RIBEIRO, Uirá. Metodologia cientifica: teoria e prática. São Paulo: Axcel, GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Atlas, LABAIG, Henrique. O cooperativismo goiano. Goiânia, OCB-GO, 2003 LEI de 16 de dezembro de Lei Federal do Cooperativismo. Artigo 4º. MILIONI, B. Gestão de treinamentos por resultados. São Paulo: Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, MINAYO, Maria Cecília de Souza. (org). Pesquisa social: conceitos, cases e estratégias. São Paulo: Makron Books, OCB-GO, Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás. Cooperativismo passo a passo. Goiânia: OCB-GO,

14 PASTORE, José. Cartilha sobre cooperativas de trabalho. Brasília: CNI/RT, PANZUTTI, R. Contribuição para a teoria cooperativista. In: Perspectiva Econômica. São Leopoldo: UNISINOS, PINHO, Diva Benevides. O Cooperativismo no Brasil da vertente pioneira à vertente solidária. São Paulo: Saraiva, REBOUÇAS, Djalma de Pinho. Manual de gestão das cooperativas: uma abordagem prática. São Paulo: Atlas, RODRIGUES, Roberto. A segunda onda cooperativa uma visão compartilhada. São Paulo: Dinâmica, SCHNEIDER, José Odelso. Educação cooperativista e suas práticas. Editora Unisinos, São Leopoldo RS, VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de pessoas. 2ª ed. São Paulo: Atlas,

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO PROJETO DE PESQUISA-ETENSÃO MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 GESTÃO PARTICIPATIVA NA CONSTRUÇÃO DA QUALIDADE DE ENSINO EM COOPERATIVAS EDUCACIONAIS DO PIAUÍ Cyjara Orsano

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR 1. Breve Histórico do Projeto de Cooperação Técnica

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki Martins 2,Gerliane

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

PROPOSTA DE ANÁLISE DIAGNÓSTICA E GESTÃO DO HOSPITAL MATERNIDADE SÃO CAMILO

PROPOSTA DE ANÁLISE DIAGNÓSTICA E GESTÃO DO HOSPITAL MATERNIDADE SÃO CAMILO 1 PROPOSTA DE ANÁLISE DIAGNÓSTICA E GESTÃO DO HOSPITAL MATERNIDADE SÃO CAMILO Proposta: 004/2013 Interessado: Fundação Hospitalar e Maternidade São Camilo Datada Emissão: 16/09/2013 Unidade Instituto Solidário:

Leia mais

EDITAL. Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade

EDITAL. Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade EDITAL Subvenção aos Núcleos Estaduais ODM do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade 1. Justificativa Geral A Declaração do Milênio deixa clara a importância da participação social ao considerar

Leia mais

1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO

1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO 1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO Organização Estadual: Federação e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Rio de Janeiro OCB/RJ Data de realização do seminário:

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO

DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO DIRETRIZES APROVADAS PELA SESSÃO PLENÁRIA DO CONGRESSO Brasília, 11 de setembro de 2010 TEMA 1 DIRETRIZES E HORIZONTES DA RELAÇÃO POLÍTICA E INSTITUCIONAL DO SISTEMA COOPERATIVISTA 1.1 - FORTALECER A REPRESENTAÇÃO

Leia mais

Engajamento com Partes Interessadas

Engajamento com Partes Interessadas Instituto Votorantim Engajamento com Partes Interessadas Eixo temático Comunidade e Sociedade Principal objetivo da prática Apoiar o desenvolvimento de uma estratégia de relacionamento com as partes interessadas,

Leia mais

As informações foram coletadas por meio de uma pesquisa aplicada aos profissionais que estiveram presentes no 6º Fórum de Gestão Fiscal e Sped.

As informações foram coletadas por meio de uma pesquisa aplicada aos profissionais que estiveram presentes no 6º Fórum de Gestão Fiscal e Sped. Panorama da área fiscal e tributária A área fiscal no Brasil recebe constantemente mudanças e atualizações ligadas aos processos de fiscalização, tributação, contribuição, regulamentação entre outros.

Leia mais

Ana Claudia M. dos SANTOS 1 Edson Leite Lopes GIMENEZ 2

Ana Claudia M. dos SANTOS 1 Edson Leite Lopes GIMENEZ 2 O desempenho do processo de recrutamento e seleção e o papel da empresa neste acompanhamento: Um estudo de caso na Empresa Ober S/A Indústria E Comercio Ana Claudia M. dos SANTOS 1 Edson Leite Lopes GIMENEZ

Leia mais

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO A OCB/TO é formada por cooperativas singulares, federações e centrais de todos os ramos. Pela Lei 5.764/71, ainda em vigor, todas

Leia mais

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 1 O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 100-TC-B5 05/2005 Daniela Karine Ramos Ilog Tecnologia, dadaniela@gmail.com B - Conteúdos

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES Aline Martins Mendes Luciano José Vieira Franco Luis Guilherme Esteves Leocádio Sônia Madali Bosêja

Leia mais

Considerações Éticas sobre o Processo de Avaliação de Desempenho nas Organizações

Considerações Éticas sobre o Processo de Avaliação de Desempenho nas Organizações Considerações Éticas sobre o Processo de Avaliação de Desempenho nas Organizações Mirella Paiva 1 e Flora Tucci 2 Em uma sociedade marcada pela globalização, pelo dinamismo e pela competitividade, atingir

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria, Consultoria e Treinamento na área de Recursos Humanos. 1. OBJETIVO Os objetivos

Leia mais

Edital Nº 001/2013 COTAÇÃO PRÉVIA TIPO MELHOR TÉCNICA

Edital Nº 001/2013 COTAÇÃO PRÉVIA TIPO MELHOR TÉCNICA Edital Nº 001/2013 COTAÇÃO PRÉVIA TIPO MELHOR TÉCNICA Dispõe sobre o cadastramento e seleção de Consultores para atuar nos projetos desenvolvidos pela entidade, no âmbito do Desenvolvimento Sustentável,

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS 2016 TRANSFORMANDO PESSOAS E IDEIAS.

CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS 2016 TRANSFORMANDO PESSOAS E IDEIAS. CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS 2016 TRANSFORMANDO PESSOAS E IDEIAS. CHAMADA PÚBLICA 2016 A Política de Responsabilidade Social da AngloGold Ashanti define como um de seus princípios que a presença de nossa

Leia mais

EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA - 2015 HISTÓRICO DO GRUPO DE EDUCAÇÃO FISCAL DO MUNICÍPIO DE LAGES

EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA - 2015 HISTÓRICO DO GRUPO DE EDUCAÇÃO FISCAL DO MUNICÍPIO DE LAGES EDUCAÇÃO FISCAL PARA A CIDADANIA - 2015 HISTÓRICO DO GRUPO DE EDUCAÇÃO FISCAL DO MUNICÍPIO DE LAGES Em setembro 2011 reuniram-se pela primeira vez um grupo formado por representantes de diversas entidades

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG O QUE É O PDDE... Consiste na assistência financeira anual, pelo FNDE, às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. O objetivo

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO LEI N. 1.598, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2004 Institui a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado do Acre decreta

Leia mais

Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2

Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2 A IMPORTÂNCIA DA APLICAÇÃO DO TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES Ilmara de Jesus Oliveira 1, Cleide Ane Barbosa da Cruz 2. O presente artigo apresenta os conhecimentos teóricos acerca da importância

Leia mais

Fevereiro 2015 DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM

Fevereiro 2015 DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM Fevereiro DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM 2 ÍNDICE PLANO ESTRATÉGICO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO... 3 Apresentação... 3 Missão... 4 Visão de Futuro... 4 Valores... 4 PERSPECTIVAS...

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

Dom Macedo Costa. ESTADO DA BAHIA Município de Dom Macedo Costa Prefeitura Municipal Onde Pulsa o Desenvolvimento

Dom Macedo Costa. ESTADO DA BAHIA Município de Dom Macedo Costa Prefeitura Municipal Onde Pulsa o Desenvolvimento Terça-feira 54 - Ano I - Nº 98 Dom Macedo Costa LEI MUNICIPAL Nº 400/2010 De 27 de dezembro de 2010 Dispõe sobre a criação do Sistema Municipal de Cultura e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Gestão das organizações contábeis

Gestão das organizações contábeis Gestão das organizações contábeis Análise dos resultados da pesquisa Dezembro/2014 por Roberto Dias Duarte Sobre a pesquisa O Sistema Público de Escrituração Digital e seus vários subprojetos têm sido

Leia mais

Oficina 1: CUSTOS. Ocorrência Desafio Ocorrências Lições Aprendidas Melhorias Considerações SGE. Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos

Oficina 1: CUSTOS. Ocorrência Desafio Ocorrências Lições Aprendidas Melhorias Considerações SGE. Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos Oficina : CUSTOS 2 Orçamento sem financeiro (Cronograma X Desembolso) Comunicação quanto ao Risco de não execução do projeto Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos Negociação com SPOA/Secr.

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO E DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - EXERCÍCIO 2008

RELATÓRIO DE GESTÃO E DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - EXERCÍCIO 2008 RELATÓRIO DE GESTÃO E DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - EXERCÍCIO 2008 1. IDENTIFICAÇÃO NOME: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado de Sergipe SESCOOP/SE. NATUREZA JURÍDICA: Instituição

Leia mais

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RELATÓRIO DE QUE? AVALIAÇÃO: Avaliação anual avaliamos a execução durante o ano, a entrega dos produtos e os seus impactos. AVALIAÇÃO PARA QUE? OBJETIVOS: Prestar

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/ Pesquisa-ação em iniciativas educacionais

Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/ Pesquisa-ação em iniciativas educacionais MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DE POLÍTICAS CULTURAIS - SPC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO - DEC CHAMAMENTO PUBLICO N 01/2011 Chamamento Público para o Programa Educação e Cultura nas Escolas Públicas/

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

Plano de Gestão 2013-2016 IFSP Campus Caraguatatuba

Plano de Gestão 2013-2016 IFSP Campus Caraguatatuba Visão Institucional O Campus Caraguatatuba do IFSP desenvolveu-se nos últimos anos, ampliando os cursos oferecidos, desde a Formação Inicial e Continuada, passando pelos Cursos Técnicos, de Tecnologia,

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF

Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF PLANEJAMENTO FISCAL 2015 CAPITULO I APRESENTAÇÃO O Planejamento Fiscal do DM/SMF - Departamento de Impostos Mobiliários da Secretaria Municipal de Fazenda materializa-se

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB

COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB COOPERAÇÃO E SOLIDARIEDADE: o programa COOPERJOVEM em turmas da EJA na Escola Municipal Maria Minervina de Figueiredo em Campina Grande-PB Monaliza Silva Professora de ciências e biologia da rede estadual

Leia mais

Edital nº 002/2013 I INFORMAÇÕES GERAIS

Edital nº 002/2013 I INFORMAÇÕES GERAIS Edital nº 002/2013 Edital de oferta de curso de pósgraduação latu sensu (MBA em gestão de Cooperativas) a ser realizada através de convênio entre Sescoop/AM Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO TRIBUTÁRIA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO TRIBUTÁRIA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO TRIBUTÁRIA Programa do Curso O curso será composto por seis Módulos de conteúdo, conforme detalhamento no item b) da página 11(onze) deste documento. Módulo 1 Legislação

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 Aviso de Divulgação de Seleção de Instrutor Pleno para as. REF: CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PARA ATENDIMENTO AO CONVENIO Nº 711591/2009 MDS/ITS/CEDEP

Leia mais

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Especialização Técnica de Nível Médio em Contabilidade Financeira

Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO. 01. Especialização Técnica de Nível Médio em Contabilidade Financeira Nome da Instituição: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SENAC SÃO PAULO CNPJ: 03.709.814/0001-98 Data: 07 de agosto de 2006 Número do Plano: 94 Área do Plano: Gestão Plano de Curso para: 01. Especialização

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

RELATÓRIO GERAL AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2014

RELATÓRIO GERAL AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2014 RELATÓRIO GERAL AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2014 2014 Dados da Instituição FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DO SUL DE MINAS - FACESM Código: 508 Faculdade privada sem fins lucrativos Estado: Minas Gerais

Leia mais

CONTROLADORIA: DIFERENCIAL COMPETITIVO NO PROCESSO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL

CONTROLADORIA: DIFERENCIAL COMPETITIVO NO PROCESSO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL CONTROLADORIA: DIFERENCIAL COMPETITIVO NO PROCESSO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL Ítalo Alves Gomes Rafael Rocha Salvador Prof Esp. Francisco César Vendrame Profª Esp. Jovira Maria Saraceni Profª M. Sc. Máris

Leia mais

RESUMOS COM RESULTADOS... 986 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 988

RESUMOS COM RESULTADOS... 986 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 988 985 RESUMOS COM RESULTADOS... 986 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 988 RESUMOS COM RESULTADOS 986 ANÁLISE DOS PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS, NA ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO PÚBLICO... 987 987 Ensino (ENAENS) ANÁLISE

Leia mais

Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé

Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé Guia para Pré-Proposta FUMDEC Macaé 1. Objetivo O presente guia tem como objetivo orientar o empreendedor a como preencher o Formulário de Pré-proposta para financiamento, item fundamental para início

Leia mais

(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação

(Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014. (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação (Assessoria de Comunicação Social/MEC) INSTRUMENTO DIAGNÓSTICO PAR MUNICIPAL 2011-2014 (6ª versão maio 2011) Ministério da Educação Instrumento Diagnóstico - PAR Municipal 2011-2014 A gestão que prioriza

Leia mais

ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL

ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL VASCONCELOS, Arthur Henrique Pacífico 1 ; CASTIGLIONI, Gabriel Luis 2 ; SILVA, Flavio Alves 2 ; RODRIGUES, Adelino José Saraiva 3. 1 Estudante

Leia mais

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA

PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA PORTIFÓLIO DE CONSULTORIA E ASSESSORIA SUMÁRIO DE PROJETOS WORKFLOW... 03 ALINHAMENTO ESTRATÉGICO... 04 IDENTIDADE CORPORATIVA... 04 GESTÃO DE COMPETÊNCIAS... 05 TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO... 05 REMUNERAÇÃO...

Leia mais

3. ORGANIZAÇÕES ELEGÍVEIS

3. ORGANIZAÇÕES ELEGÍVEIS EDITAL FLD 04/2011 SELEÇÃO DE PROJETOS DE FORTALECIMENTO DE REDES SOCIAIS QUE ATUAM NA PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COM JUSTIÇA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICA 1. OBJETIVO Selecionar projetos

Leia mais

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES?

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? BARREIROS, Marat Guedes Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Humanos Coordenador de Curso, Professor Faculdade do Guarujá GODOY, Valdir

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Osmar Mendes 1 Gilberto Raiser 2 RESUMO Elaborar uma proposta de planejamento estratégico é uma forma de criar um bom diferencial competitivo, pois apresenta para a organização

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

INSTITUTO RIO - EDITAL DE SELEÇÃO DE PROJETOS PARA APOIO NO ANO DE 2014

INSTITUTO RIO - EDITAL DE SELEÇÃO DE PROJETOS PARA APOIO NO ANO DE 2014 INSTITUTO RIO - EDITAL DE SELEÇÃO DE PROJETOS PARA APOIO NO ANO DE 2014 INTRODUÇÃO O Instituto Rio promove pelo décimo ano consecutivo sua Seleção Anual de Projetos, inaugurada em 2003 como elemento fundamental

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES GOIÁS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país.

gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país. OBJETIVO GERAL Estabelecer cooperação técnica para desenvolver e implementar ações que visem a fortalecer o ciclo da gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país. IMPORTANTE:

Leia mais

1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO. Número de participantes:

1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO. Número de participantes: 1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO Organização Estadual: Sistema OCB/SESCOOP-RR Data de realização do seminário: 17 de Junho de 2010 Local: Auditório do Sistema FAERR/SENAR-RR

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL PROGRAMA DE VOLUNTARIADO DA CLASSE CONTÁBIL 1. Apresentação O Programa de Voluntariado da Classe Contábil, componente do plano de metas estratégicas do Conselho

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. 02/01/2013 rev. 00

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. 02/01/2013 rev. 00 APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL 02/01/2013 rev. 00 PAUTA INSTITUCIONAL Sobre a Harpia OUTRAS INFORMAÇÕES Clientes Parceiros SERVIÇOS Responsabilidade Social Consultoria & Gestão Empresarial Planejamento Estratégico

Leia mais

PLANO DE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL - PRV

PLANO DE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL - PRV 1 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PLANO DE REMUNERAÇÃO VARIÁVEL - PRV 1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO DE PESSOAS 1.1 Histórico da Prática Eficaz A Nova Escola tem aplicado a Meritocracia como um recurso na Gestão de

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM XEQUE Até que ponto treinamento é um bom negócio para as organizações?

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM XEQUE Até que ponto treinamento é um bom negócio para as organizações? PALESTRA EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM XEQUE Claudio Starec professorstarec@gmail.com claudio.starec@unigranrio.com.br "Até que ponto o informar altera o informado? o conhecer modifica o conhecimento? e, o produzir

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 Regulamenta o Decreto nº 7.385, de 8 de dezembro de 2010, que instituiu o Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS). Os MINISTROS

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL: AS EXPECTATIVAS DE ALUNOS DE PEDAGOGIA ACERCA DA PEDAGOGIA EMPRESARIAL

FORMAÇÃO INICIAL: AS EXPECTATIVAS DE ALUNOS DE PEDAGOGIA ACERCA DA PEDAGOGIA EMPRESARIAL FORMAÇÃO INICIAL: AS EXPECTATIVAS DE ALUNOS DE PEDAGOGIA ACERCA DA PEDAGOGIA EMPRESARIAL Regina Lúcia Maciel De Sousa RESUMO As constantes mudanças econômicas e sociais configuram um novo cenário de valorização

Leia mais

SELEÇÃO PROGRAMA PROCOMPI SEBRAE/CNI/FIEAC PROGRAMA DE APOIO À COMPETITIVIDADE DAS MICRO E PEQUENAS INDÚSTRIAS - PROCOMPI

SELEÇÃO PROGRAMA PROCOMPI SEBRAE/CNI/FIEAC PROGRAMA DE APOIO À COMPETITIVIDADE DAS MICRO E PEQUENAS INDÚSTRIAS - PROCOMPI SELEÇÃO PROGRAMA PROCOMPI SEBRAE/CNI/FIEAC PROGRAMA DE APOIO À COMPETITIVIDADE DAS MICRO E PEQUENAS INDÚSTRIAS - PROCOMPI EDITAL DE SELEÇÃO Nº 001/2011 PERFIL: Consultoria Técnica para o Programa de Apoio

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO ADMINISTRATIVO Nº 001/2015, de 20 de abril de 2015.

RESOLUÇÃO DO CONSELHO ADMINISTRATIVO Nº 001/2015, de 20 de abril de 2015. RESOLUÇÃO DO CONSELHO ADMINISTRATIVO Nº 001/2015, de 20 de abril de 2015. Cria a CONEXÃO EDUCACIONAL, órgão suplementar vinculado à Coordenação Executiva. 1 O PRESIDENTE DO CONSELHO ADMINISTRATIVO DO INSTITUTO

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E ADESÃO AO PROJETO SETORIAL LATITUDE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E ADESÃO AO PROJETO SETORIAL LATITUDE MANUAL DE PROCEDIMENTOS E ADESÃO AO PROJETO SETORIAL LATITUDE Pelo presente instrumento a Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT apresenta o Manual de Procedimentos e Adesão referente às regras

Leia mais

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 Autor(es) LEONARDO GARCIA PAIS DE ARRUDA Orientador(es) ELAINE

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados.

Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados. Resumo Aula-tema 01: As relações com as grandes empresas e com o Estado e as relações com a contabilidade e com os empregados. Todos nós já vivenciamos casos de empreendedores, na família ou no grupo de

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES PROJETO DE LEI Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC; altera as Leis n os 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano

MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano SNHIS / FNHIS - Lei nº 11.124/05 REQUISITOS PARA ADESÃO DOS MUNICÍPIOS AO

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

PRÊMIO MELHOR EMPRESA PARA SE TRABALHAR NO ESPÍRITO SANTO. Regulamento

PRÊMIO MELHOR EMPRESA PARA SE TRABALHAR NO ESPÍRITO SANTO. Regulamento Regulamento A ABRH-ES (Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seccional Espírito Santo) é integrante do Sistema Nacional ABRH e configura-se como instituição não governamental que dissemina conhecimento

Leia mais

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre o apoio técnico ou financeiro da União no âmbito do Plano de Ações

Leia mais

O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS

O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS (S.I.G.) APLICADO EM SUPRIMENTOS E PROCESSOS DECISÓRIOS Hugo Bianchi BOSSOLANI 1 RESUMO: Sistema de Informações Gerenciais (S.I.G.) é o processo de transformação de

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PMI - Project Management Institute Capítulo Goiânia Goiás Brasil PROGRAMA DE VOLUNTARIADO GOIÂNIA GOIÁS 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Objetivos... 3 3. Justificativa... 3 4. O Trabalho Voluntário... 4

Leia mais

Seminário Telecentros Brasil

Seminário Telecentros Brasil Seminário Telecentros Brasil Inclusão Digital e Sustentabilidade A Capacitação dos Operadores de Telecentros Brasília, 14 de maio de 2009 TELECENTROS DE INFORMAÇÃO E NEGÓCIOS COMO VEÍCULO DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA

Leia mais