UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM GOIÁS: TRANÇAS DESENCADEADAS COM O PROEJA LÊNIN TOMAZETT GARCIA Goiânia,

2 LÊNIN TOMAZETT GARCIA A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM GOIÁS: TRANÇAS DESENCADEADAS COM O PROEJA Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Educação. Linha de pesquisa: Estado e Políticas Educacionais Orientadora: Prof.ª Dr.ª Maria Margarida Machado Goiânia

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) GPT/BC/UFG G216p Garcia, Lênin Tomazett. A Política de Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos em Goiás [manuscrito]: tranças desencadeadas com o Proeja / Lênin Tomazett Garcia xv, 118 f. Orientadora: Profª. Drª. Maria Margarida Machado. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Educação, Bibliografia. Inclui Sigla. Anexo. 1. Educação de Jovens e Adultos Goiás (GO). 2. Educação Profissional. 3. Política Educacional. I. Título. CDU: 374.7(817.3) 3

4 4

5 [Perguntas de um trabalhador que Lê] Quem construiu Tebas de sete portas? Nos livros estão nomes de reis. Arrastaram eles os blocos de pedras? E a Babilônia várias vezes destruída Quem a reconstruiu tantas vezes? Em que casas Da Lima dourada moravam os construtores? Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta? A grande Roma está cheia de arcos do triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem Triunfaram os Césares? A decantada do Bizâncio Tinha somente palácios para seus habitantes? Mesmo na lendária Atlântida Os que se afogavam gritaram por seus escravos Na noite em que o mar a tragou. O jovem Alexandre conquistou a Índia. Sozinho? César bateu os gauleses. Não levava sequer um cozinheiro? Felipe da Espanha chorou quando a sua Armada Naufragou. Ninguém mais chorou? Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos. Quem venceu além dele? Cada página, uma vitória. Quem cozinhava o banquete? A cada dez anos um grande homem. Quem pagava a conta? Tantas histórias. Tantas questões. Bertold Brecht 5

6 à mamãe 6

7 AGRADECIMENTOS A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Educação, pela bolsa de pesquisa Proeja. Aos trabalhadores que cederam as entrevistas. Aos colegas de trabalho da sala 214 da Faculdade de Educação: Sérgio, Luciana, Cinthia, Camila, Ariadiny, Simone, Danielly e Sandra. Agradeço a amizade o companheirismo e as ajudas infinitas no dia-a-dia de trabalho. A Karla irmãzinha que me agüenta nos dias de trabalho com amizade e companheirismo. Aos professores e colegas da Faculdade de Educação, especialmente do Colegiado do Programa de Pós-Graduação, pela dedicação inconteste em desenvolver um trabalho diferenciado. Aos colegas e camaradas que não posso esquecer: Sissilia, Paulo Ventura, Roberto Furtado, João Batista, e Pedro Adalberto, pela amizade e pelos dias de estudo coletivo. Aos professores que participaram diretamente da minha formação durante o curso de mestrado: Andréia Ferreira da Silva, Anita Cristina de Azevedo Resende, José Adelson da Cruz, e Maria Margarida Machado. A Professora Miriam Fábia Alves, pela sua participação fundamental em minha formação na pesquisa Proeja, e na banca de qualificação deste trabalho. A Professora Anita Cristina de Azevedo Resende, pela grande contribuição na banca de qualificação, na defesa da dissertação e na minha experiência formativa durante o mestrado. Ao Professor Domingos Lima Leite Filho, agradeço a vinda à Goiânia para debater este trabalho e acrescentar seu olhar e experiência enquanto pesquisador da EJA e trabalho e educação. A Professora Maria Margarida Machado: é interessante como se combina rigor, militância, estudo, razão, trabalho, amizade e tolerância. Enquanto orientando, me considero privilegiado pelos diversos espaços, desde 2007, que cresci imensamente aprendendo com você, hoje sou diferente no mundo e na peleja. Muito obrigado! 7

8 Ao Professor Cristóvão Giovani Burgarelli pela revisão do trabalho, que transcende a dimensão técnica, sendo uma honra contar com a sua contribuição e atenção cuidadosa. Aos meus irmãos Tales e Lucas, a meu pai Ionésio, pela renúncia aos momentos de família em que não pude estar. A toda a família, Avós (Dimas e Irene, Maria e Benedito), tios e tias, primos e primas, afilhados Victor, Luana e Luciana. Aos Professores e colegas da FEF/UFG, Reigler, Nivaldo, Anegleyce e Hugo. Ao Camarada Caio, pela presença amiga e desprendimento nas conversas sobre clássicos da academia e da malandragem. A Allexandra, pela ajuda e grande renúncia para que este trabalho se realizasse. Aos militantes do Fórum Goiano de EJA. Em especial: Cláudia, Márcia, Dinorá, Ivonete, Janaína e Helimar. Colegas de Pesquisa: Claitonei, Aldimar, Adolfo, Beto, Jaqueline, Mad Ana. A Faculdade de Educação Física da UFG que me proporcionou espaço ímpar de formação intelectual e militante. * * * Aos queridos amigos Companheiro, Geovane e Elenice, Luciano Cláudia e Viviane, Vovô Joaquim das Flores e Vovô Sete Estrelas, que em momentos decisivos me valeram muito com a presença e força que me deram. 8

9 SUMÁRIO LISTA DE SIGLAS RESUMO...12 ABSTRACT INTRODUÇÃO...14 CAPÍTULO I EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: SENTIDOS CAMBIANTES Passado e presente da educação profissional e da educação de jovens e adultos: algumas reflexões O Proeja: novos e velhos embates da EJA e da EP...57 CAPÍTULO II O PROEJA EM GOIÁS O primeiro convênio: n.º 006/dezembro de O segundo convênio: n.º 008 / CAPÍTULO III: A IMPLANTAÇÃO DO PROEJA EM GOIÁS: AFIRMAÇÃO E NEGAÇÃO Implantação e não realização do Proeja: funcionalidade negativa Os limites da realização do Proeja: problematizações em curso CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

10 LISTA DE SIGLAS AC Acre AL Alagoas Anped Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação AP Amapá BA Bahia BNDES Banco Nacional do Desenvolvimento (órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior) Cefet Centro Federal de Educação Tecnológica CEP Centro de Educação Profissional CEJA Centro de Educação de Jovens e Adultos CINTEFOR Centro Interamericano de Pesquisa e Documentação Sobre Formação Profissional CFE Conselho Federal de Educação CNC Confederação Nacional do Comércio de Bens (patronal) CGT Confederação Geral dos Trabalhadores CNE Conselho Nacional de Educação CNF Confederação Nacional das Instituições Financeiras (patronal) CNI Confederação Nacional das Indústrias Confintea Conferência Internacional de Educação de Adultos CONJUR Coordenação Geral de Planejamento e Gestão do Ministério da Educação CUT Central Única dos Trabalhadores DESU Departamento de Ensino Supletivo do Ministério da Educação EJA Educação de Jovens e Adultos ENEJA Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos EREJA Encontro Regional de Educação de Jovens e Adultos EP Educação Profissional FAT Fundo de Amparo ao Trabalhador FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação GO Goiás IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Inep Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional MA Maranhão MDA Ministério do Desenvolvimento Agrário MEC Ministério da Educação MST Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra MT Mato-Grosso MTE Ministério do Trabalho e Emprego MTb Ministério do Trabalho OEI Organização dos Estados Iberoamericanos para a Educação, Cidadania e Cultura ONU Organização das Nações Unidas PA Pará PE Pernambuco Planfor Programa Nacional de Qualificação Profissional PR Paraná Inep Programa Nacional de Inclusão dos Jovens Pipmo Programa Intensivo de Preparação de Mão-de-Obra Proep Programa de Expansão da Educação Profissional Proler Plano de Elevação da Escolaridade do Trabalhador 10

11 Pronera Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária RJ Rio de Janeiro RN Rio Grande do Norte RO Rondônia RR Roraima Sebrae Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEDUC/GO Secretaria de Estado da Educação de Goiás SEE Secretaria Estadual de Educação SECAD Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade SECTEC Secretaria de Ciência e Tecnologia de Goiás SEFOR Secretaria de Formação Profissional Senai Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Senac Serviço Nacional do Comércio Senar Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Sesc Serviço Social do Comércio Sesi Serviço Social da Indústria Sest Serviço Social do Transporte SETEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica UFG Universidade Federal de Goiás UTFPR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNESCO Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura 11

12 RESUMO Este trabalho investiga a implantação do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) na rede estadual de Goiás. Possui como baliza o enfrentamento clássico no âmbito das políticas educacionais: a implantação de um programa federal na rede estadual de ensino. Problematiza as tensões entre ruptura e continuidade desenvolvidas a partir das trilhas que o Proeja ilumina e busca deslindar os sentidos desse programa para o estado de Goiás, mormente destacado pela luta para garantir o acesso à educação como um direito social substantivo. Utiliza como recursos metodológicos a análise bibliográfica e documental, bem como entrevistas semiestruturadas com profissionais envolvidos na implantação do programa. O suporte teórico que embasa a análise do objeto estudado é o materialismo histórico-dialético, com o esforço de identificar os aspectos contraditórios da proposição de uma política pública no âmbito de uma materialidade econômica, pautada pela manutenção do não acesso à educação para todos. A análise revelou uma tensão entre implantação e realização do programa. As ações normativas e legais são cumpridas, mas o programa não se realiza efetivamente. O processo que essa determinação engendra repõe a problematização sobre a funcionalidade do Proeja como uma das formas de resolução dos conflitos e das desigualdades sociais. Essa funcionalidade é o limite do próprio programa e demarca o seu caráter defensivo ante a contradição fundamental do capital, que organiza o nosso atual sistema de metabolismo social. 12

13 ABSTRACT This research investigates the implementation of the National Programme of Integration of Professional Education with Basic Education in the Mode of Education Youth and Adults (Proeja) in the state of Goiás. Has as goal the classic studies in the context of educational policy: the establishment of a federal program in state schools. Problematizes the tension among continuity and rupture developed from the tracks and illuminates the Proeja quest to unravel the meanings of this program for the state of Goias, especially highlighted by the struggle to ensure access to education as a social right noun. The methodological tools used to biographical and documentary analysis and semi-structured interviews with professionals involved in program implementation. The theoretical support that based the analysis of the object studied was historical and dialectical materialism, identifying the contradictory aspects of the proposition of a public policy in the context of economic materiality, focused on maintaining the lack of access to education for all. The analysis revealed a tension between establishment and implementation of the Programme. The regulatory and legal actions are completed, but the program is not done effectively, the process that engenders this determination, restores the questioning about the functionality of this program as a way of resolving conflicts and social inequalities. This functionality is the limit of the program itself, and outlines its defensive character against the fundamental contradiction of capital, which organizes our current system of social metabolism. 13

14 INTRODUÇÃO Esta pesquisa investiga a implantação do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) na rede estadual de Goiás programa instituído pelo Decreto n.º 5478/2005, que tinha como espaço de realização as escolas da Rede Federal de Educação Tecnológica, sendo que posteriormente houve o esforço para que as redes estaduais e municipais também aderissem à proposta. O Programa possui como mote a escolarização dos trabalhadores alijados do direito à educação, para que possam, com o retorno à escola, ter acesso à formação profissional com garantia de elevação de escolaridade. Para a consolidação e fortalecimento dessa proposta, o MEC organizou o Proeja em três frentes: i) as especializações em Proeja, que são realizadas com financiamento do governo federal em convênio com universidades federais e com a Rede Federal de Educação Tecnológica, objetivando a formação continuada de professores para trabalharem a integração entre educação de jovens e adultos e educação profissional; ii) o financiamento concedido por editais para abertura de turmas Proeja na Rede Federal de Educação Tecnológica e nas redes estaduais e municipais; e iii) a constituição de redes de pesquisadores em Proeja em todo o Brasil, com financiamento para pesquisas de mestrado e doutorado que tenham como campo de análise o Proeja. A chegada do Proeja em Goiás se deu pelo seguinte processo: o Ministério da Educação abriu editais para que as redes estaduais e municipais pudessem apresentar propostas de abertura de turmas de Proeja em suas escolas. Cada rede que se manifestasse interesse em aderir aos cursos de Proeja receberia um financiamento para a abertura de turmas e deveria comprovar, pela prestação de contas, como investiu o recurso. Essa foi a condição de adesão do estado de Goiás ao programa federal, a partir do ano de Nosso problema de pesquisa é identificar os determinantes presentes na implantação do Proeja na rede estadual de ensino de Goiás para compreender o sentido desse programa para a política de Educação de Jovens 14

15 e Adultos (EJA) e de Educação Profissional (EP) no estado. O estudo se localiza no âmbito da análise das políticas educacionais, dentro da linha de pesquisa Estado e Políticas Educacionais, o que delimita um recorte da problemática a ser desenvolvida ao longo da exposição, priorizando a compreensão do significado político da ação que o estado de Goiás desenvolve na implantação e implementação do Proeja. 1 A análise da implantação e implementação do Proeja em Goiás está demarcada nesta pesquisa pelo aspecto da superestrutura, dos arranjos legais, portanto a história que buscamos desenvolver está localizada num âmbito que não expressa a radicalidade social. É importante partirmos desse reconhecimento, pois, embora seja difícil um estudo sobre o Estado e as Políticas Educacionais que não se dê no âmbito dos marcos legais e das disputas que ocorrem nesse patamar, um terreno em si limitado, temos o esforço de desenvolver as mediações necessárias à compreensão da reciprocidade entre as políticas educacionais e a contradição fundamental do sociometabolismo do capital, expressa no limite entre capital e trabalho (MARX, 1986, p. 406). É importante sinalizar que as disputas que trazemos parecem ser travadas no calor da contradição social, pois são engendramentos dessa mesma contradição fundamental, mas elas se dão pelo alto, no âmbito do governo e suas instituições. É diferente da investigação que toma como lócus de elaboração os partidos políticos, os movimentos sociais, as lutas empenhadas pelos sindicatos e, nessa esteira, busque desenvolver os processos e problemáticas desses campos de investigação. A diferença se desenvolve fundamentalmente pelo campo em que se desenvolve a investigação, e sendo este campo, constituído por processos que se dão no âmbito do governo e suas instituições, é evidente que não podemos 1 A presente pesquisa possui inserção no projeto aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, que, pelo convênio com a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (SETEC/MEC), abriu um edital específico para Proeja, com o indicativo de constituição de redes de pesquisadores sobre Proeja. A rede da qual fazemos parte está cadastrada com o projeto 19, O Proeja indicando a reconfiguração do campo da Educação de Jovens e Adultos com qualificação profissional: desafios e possibilidades, sendo que nossa pesquisa está diretamente vinculada ao subprojeto 1, A constituição da educação profissional na modalidade de educação de jovens e adultos: as experiências do Proeja em Goiás. A rede é constituída pelas instituições: Universidade Federal de Goiás (UFG); Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Instituto Federal de Educação Tecnológica de Goiás (IFG) e Universidade de Brasília (UnB). 15

16 desenvolver logicamente aquilo que não acessamos da história que se desenvolve neste patamar. Maior radicalidade seria uma necessária em nossas elaborações, esta se dá como incursões decorridas de hipóteses e possibilidades arrancadas do acúmulo de outras pesquisas e reflexões de autores clássicos, pois não furtamos de considerar a determinação fundamental desta sociedade desigual e contraditória. O referencial teórico é expresso nos autores que analisam criticamente a realidade, e podemos elencar como principais: Karl Marx (1985, 1997, 1978, 1982, 1986, 1986a e 1986b) e Antonio Gramsci (2007, 2004). Desses autores nos valemos principalmente devido à tentativa de acompanhar o movimento investigativo que supere as aparências buscando desenvolver as mediações ocultas que constituem o processo analisado. Assim é que temos um esforço de analisar as tensões entre passado e presente, ruptura e continuidade. Esta análise utilizou como metodologia de pesquisa o estudo de documentos e referenciais bibliográficos, entrevistas semiestruturadas e observação participante de reuniões e espaços de discussão sobre Proeja, tanto em nível nacional como estadual. A análise de documentos, que constam no processo de prestação de contas, foi parte fundamental do trabalho, pois analisamos o processo iniciado em 2005, com 1024 páginas e 415 documentos, e o processo iniciado em 2007, com 273 páginas e 90 documentos. Também consideramos de base documental a legislação composta de Decretos, Leis, Pareceres, Resoluções e Documentos Oficiais. Realizamos seis entrevistas semiestruturadas, sendo uma com gestora federal, duas na Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec) de Goiás e três na Secretaria de Estado da Educação. A escolha desses sujeitos foi realizada tendo como objetivo apreender como o Proeja foi materializado pela realidade de Goiás, por isso era importante dar voz aos sujeitos que representam os segmentos envolvidos com o programa diretamente, com especificidade para as questões relacionadas à implementação do Proeja. A voz da gestora federal, que trabalha na Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Educação (SETEC/MEC), representa para nossa pesquisa a perspectiva que está posta para o MEC. O olhar do Ministério, que acompanha as experiências dos estados, municípios e também da Rede Federal de Educação Tecnológica, é significativo, pois confere a compreensão 16

17 dos principais desafios e avanços do Proeja e da política educacional como um todo. Os gestores da Secretaria Estadual de Educação (SEDUC/GO) falam em nome da instância que, no aspecto da gestão, representa o centro do Proeja em Goiás. A SEDUC, como órgão da administração pública, é responsável pelo projeto de Proeja do Estado de Goiás, e isso inclui a sua elaboração, execução e prestação de contas. A Secretaria de Ciência e Tecnologia (SECTEC/GO) oferece-nos, por meio das entrevistas, conhecimentos e informações sobre os acontecimentos e os desafios mais candentes para o desenvolvimento do Proeja. Três entrevistados trabalham na Secretaria de Educação, especificamente na Superintendência de Ensino a Distância, onde fica a Coordenação Pedagógica de Educação de Jovens e Adultos. Dessa coordenação entrevistamos dois servidores técnicos que atuam com implementação de programas e políticas, bem como a coordenadora de EJA da SEDUC/GO. Dois entrevistados trabalham na Superintendência de Ensino Profissional da SECTEC/GO, sendo que um está como Gerente de Educação Profissional e outro como técnico de Educação Profissional, atuando com a gestão dos Centros de Educação Profissional (CEP s) e programas de educação profissional dos CEP s. As possibilidades de compreensão do processo de implantação do Proeja foram, no decorrer da pesquisa, dificultadas pela forma como o programa se desenvolveu em Goiás: previsão para abertura de turmas que não foram abertas; trâmites e tensões dentro das secretarias que ao longo do percurso ficaram responsáveis pelo programa; 2 quanto às turmas abertas, identificamos evasão dos alunos e separação entre o ensino de educação profissional e de educação básica, desconsideração das reais demandas e singularidades dos alunos de EJA na oferta de Proeja e negação ao direito do aluno de EJA de acessar substantivamente os cursos Proeja. Dessa forma, nossa análise se confronta com um programa que efetivamente foi implantado com um recorte diferenciado: a implantação do proeja transita, à primeira vista entre a implantação e a não-implantação. À observação mais simples, diríamos que o Proeja foi implantado, pois as normas burocráticas foram cumpridas e legalmente atendidas. Se 2 A Secretaria de Estado da Educação de Goiás e Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Goiás. 17

18 observamos o decurso dos processos que envolvem a implantação, concluímos que o programa transita ao mesmo tempo entre implantação e nãoimplantação, pois algo que se apresenta crível no aspecto legal, numa análise mais abrangente e radical do processo como um todo, parecia repleto de contradições. Imergindo nessas tranças, identificamos um aspecto que nos escapava à compreensão: a realização do Proeja. Esse é um dos engendramentos do presente trabalho. Partindo da investigação, chegamos ao cabo de um programa que foi implantado, mas que, ao mesmo tempo, não foi realizado pela rede estadual; isso significa dizer que houve implantação, mas não houve realização. Refinando um pouco melhor as nossas reflexões passamos da primeira vista, já não tão aparente (que negava a implantação do programa) para entender que o Proeja foi implantado, mas não realizado. O programa seria realizado, se houvesse execução completa dos recursos, se houvesse alunos frequentando as turmas abertas, se as secretarias envolvidas com a implementação das ações destinadas a Proeja tivessem, em suas prioridades de ação, o desenvolvimento do programa como um todo, abarcando o esforço pela execução do currículo integrado, acompanhado do investimento em formação continuada dos professores, melhoria no espaço físico, e definindo estratégias de permanência dos alunos de EJA, como de bolsa de estudos e outras possibilidades que são demandadas pelos alunos jovens e adultos. Para afirmarmos que o programa não foi realizado, retomamos sucintamente a trajetória do Proeja em Goiás. A SEDUC aprovou, por meio de dois editais abertos pelo MEC, duas propostas de cursos Proeja: a primeira aprovada em 2005 e a segunda aprovada em Cada uma dessas propostas (o convênio de 2005 e 2007) previa abertura de turmas Proeja, mas isto não ocorreu com a segunda proposta, aprovada em 2007, e por isto SEDUC teve que devolver o recurso do convênio aprovado naquele ano (2007). As turmas abertas pelo edital de 2005 ficaram marcadas pela evasão, pois foram organizadas na modalidade de curso concomitante, na qual os alunos estudam as disciplinas relativas à educação profissional nos Centros de Educação Profissional (CEP S), e as disciplinas de educação básica nos 18

19 Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA S), o que dificulta sobremaneira a permanência dos alunos nas escolas. Rapidamente podemos sintetizar os acontecimentos dos dois convênios (2005 e 2007): i) o convênio de 2005 abriu turmas, que ficaram marcadas pela evasão; e ii) pelo convênio de 2007, a SEDUC não abriu turmas e devolveu o recurso ao MEC. O processo de implantação do referido programa na rede estadual de Goiás não é um fenômeno tranquilo de ser analisado; ainda mais difícil quando observamos a necessidade de um aprofundamento mais sistemático nas tranças que o Proeja tenciona, principalmente ao estudarmos o caso de Goiás e o situarmos no contexto macro da luta pelo direito à educação dos trabalhadores. A exposição desta discussão em três capítulos busca revelar essa situação da educação do trabalhador na sua relação com duas outras experiências históricas da educação nacional, no contexto da década de 1930 e no da década de Em seguida, busca explicitar o processo de implantação do Proeja em Goiás e finaliza com reflexões que apontam os aspectos contraditórios de implantação desse programa no Estado. A intenção do primeiro capítulo foi desenvolver as tramas que a luta pelo direito à educação travou nas últimas décadas, analisando especialmente estas duas experiências: uma da década de 1930, cuja voz mais importante era a de Paschoal Lemme, e outra da década de 1970, quando se deram as ações de EJA e EP no Estado militar. Após a análise sobre o Estado militar, retomamos as principais ações de integração entre EJA e EP, matizadas, sobretudo, por outros programas implementados pelos Ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego. Com essa abordagem, queremos arrancar do presente a explicação do passado, que é necessário na medida em que se repõem e constituem os embates elucidativos da historicidade do Proeja. A luta pelo direito à educação é um enfrentamento fundante da EJA, principalmente pelo acirramento que a condição do aluno da EJA impõe, o de ser responsável pela garantia material de existência ao mesmo tempo em que necessita garantir o direito à educação. Essa problemática vem-se desenvolvendo com várias tentativas de resolução, e buscamos, com a retomada histórica dessas tentativas, elucidar um presente constituído de tensões e limites emprestados do passado, que agora reaparece disfarçado de novo. 19

20 No capítulo segundo, fizemos a imersão na apresentação e na análise de como se desenvolveu a implantação do Proeja na rede estadual de Goiás. Utilizamo-nos daquilo que nos possível trazer para a análise, em termos de dados empíricos; e, partindo desses, expusemos as principais mediações do processo de implantação e realização do Proeja em Goiás. Essas mediações podem ser mais bem elaboradas na medida em que outros estudos se dedicarem a tal problema de pesquisa. Por hora, este é o desenvolvimento mais avançado que nos foi possível compreender. A implantação do Proeja em Goiás revela um movimento de aprofundamento da fragmentação do trabalho no âmbito da Secretaria de Estado da Educação e traz à tona também o aprofundamento da negação do direito aos alunos de EJA à educação, o que inclui a sua própria afirmação como necessidade histórica. No terceiro capítulo, deslindamos os desenvolvimentos que a implantação do Proeja engendra em relação à negação e à afirmação do direito à educação. Desenvolvemos as mediações que vêm constituindo o processo de negação desse direito, ao mesmo tempo em que analisamos os limites que a não implantação do Proeja repõe. Dessa forma, dialogamos com os limites da materialidade do Proeja em Goiás, como proposta afirmativa que se materializa pela negativa, e necessariamente arrasta consigo uma tensão: ora como avanço do direito à educação, ora como uma roupagem disfarçada de avanço irrealizável. 20

21 CAPÍTULO I EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: SENTIDOS CAMBIANTES O olhar sobre duas experiências de educação de adultos, localizadas em 1930 e em 1970, nos dá a dimensão de como a luta pelo direito à educação vem sendo afirmada e negada na história da educação brasileira. Os embates se repõem de forma contundente pela própria história, e não por acaso vemos a EJA e a EP se entrecruzando no decurso das ações desenvolvidas para o público adulto. A integração entre a educação de jovens e adultos e a educação profissional se desenvolve no caminho controverso da separação entre formação geral e formação profissional. 3 É conhecido o debate sobre essa separação, mormente destacado pela diferença entre o ensino destinado às elites, em seus diferentes recortes, e o ensino destinado às camadas populares, também compreendido em suas diferentes formas de existência. No Brasil, essa é uma característica marcante e assume contornos diferenciados ao longo da história da educação brasileira, mas, desde a chegada dos jesuítas em 1549, quando se desenvolve no Brasil a vertente pedagógica tradicional, podemos dizer que há um ensino específico para as elites (SAVIANI, 2008, p. 14). Paralelo a esse projeto de ensino destinado às elites, desenvolve-se um determinado projeto de educação para as massas, para os que não são da elite. Segundo Cunha (2009, p. 91), a educação profissional tem a marca de servir como disciplinamento, como uma das formas de controle social. É destinada, sobretudo, aos sujeitos que estão em condições de vida mais sensível, enquanto que, para os abastados, o ensino clássico tem sido privilégio inconteste. A divisão entre a educação para as elites e para os trabalhadores é fundante da historicidade da educação brasileira. A própria noção de que o ensino clássico seria privilégio informa uma determinada 3 Ressaltamos que o conceito educação de jovens e adultos é utilizado a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação n.º 9.394/1996. Por isso, utilizamos o conceito educação de adultos, quando analisamos documentos anteriores à Lei, e educação de jovens e adultos (EJA) quando fazemos análises que abarcam tempo e espaço pós-ldb/

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