UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM GOIÁS: TRANÇAS DESENCADEADAS COM O PROEJA LÊNIN TOMAZETT GARCIA Goiânia,

2 LÊNIN TOMAZETT GARCIA A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM GOIÁS: TRANÇAS DESENCADEADAS COM O PROEJA Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Educação. Linha de pesquisa: Estado e Políticas Educacionais Orientadora: Prof.ª Dr.ª Maria Margarida Machado Goiânia

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) GPT/BC/UFG G216p Garcia, Lênin Tomazett. A Política de Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos em Goiás [manuscrito]: tranças desencadeadas com o Proeja / Lênin Tomazett Garcia xv, 118 f. Orientadora: Profª. Drª. Maria Margarida Machado. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Educação, Bibliografia. Inclui Sigla. Anexo. 1. Educação de Jovens e Adultos Goiás (GO). 2. Educação Profissional. 3. Política Educacional. I. Título. CDU: 374.7(817.3) 3

4 4

5 [Perguntas de um trabalhador que Lê] Quem construiu Tebas de sete portas? Nos livros estão nomes de reis. Arrastaram eles os blocos de pedras? E a Babilônia várias vezes destruída Quem a reconstruiu tantas vezes? Em que casas Da Lima dourada moravam os construtores? Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta? A grande Roma está cheia de arcos do triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem Triunfaram os Césares? A decantada do Bizâncio Tinha somente palácios para seus habitantes? Mesmo na lendária Atlântida Os que se afogavam gritaram por seus escravos Na noite em que o mar a tragou. O jovem Alexandre conquistou a Índia. Sozinho? César bateu os gauleses. Não levava sequer um cozinheiro? Felipe da Espanha chorou quando a sua Armada Naufragou. Ninguém mais chorou? Frederico II venceu a Guerra dos Sete Anos. Quem venceu além dele? Cada página, uma vitória. Quem cozinhava o banquete? A cada dez anos um grande homem. Quem pagava a conta? Tantas histórias. Tantas questões. Bertold Brecht 5

6 à mamãe 6

7 AGRADECIMENTOS A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Educação, pela bolsa de pesquisa Proeja. Aos trabalhadores que cederam as entrevistas. Aos colegas de trabalho da sala 214 da Faculdade de Educação: Sérgio, Luciana, Cinthia, Camila, Ariadiny, Simone, Danielly e Sandra. Agradeço a amizade o companheirismo e as ajudas infinitas no dia-a-dia de trabalho. A Karla irmãzinha que me agüenta nos dias de trabalho com amizade e companheirismo. Aos professores e colegas da Faculdade de Educação, especialmente do Colegiado do Programa de Pós-Graduação, pela dedicação inconteste em desenvolver um trabalho diferenciado. Aos colegas e camaradas que não posso esquecer: Sissilia, Paulo Ventura, Roberto Furtado, João Batista, e Pedro Adalberto, pela amizade e pelos dias de estudo coletivo. Aos professores que participaram diretamente da minha formação durante o curso de mestrado: Andréia Ferreira da Silva, Anita Cristina de Azevedo Resende, José Adelson da Cruz, e Maria Margarida Machado. A Professora Miriam Fábia Alves, pela sua participação fundamental em minha formação na pesquisa Proeja, e na banca de qualificação deste trabalho. A Professora Anita Cristina de Azevedo Resende, pela grande contribuição na banca de qualificação, na defesa da dissertação e na minha experiência formativa durante o mestrado. Ao Professor Domingos Lima Leite Filho, agradeço a vinda à Goiânia para debater este trabalho e acrescentar seu olhar e experiência enquanto pesquisador da EJA e trabalho e educação. A Professora Maria Margarida Machado: é interessante como se combina rigor, militância, estudo, razão, trabalho, amizade e tolerância. Enquanto orientando, me considero privilegiado pelos diversos espaços, desde 2007, que cresci imensamente aprendendo com você, hoje sou diferente no mundo e na peleja. Muito obrigado! 7

8 Ao Professor Cristóvão Giovani Burgarelli pela revisão do trabalho, que transcende a dimensão técnica, sendo uma honra contar com a sua contribuição e atenção cuidadosa. Aos meus irmãos Tales e Lucas, a meu pai Ionésio, pela renúncia aos momentos de família em que não pude estar. A toda a família, Avós (Dimas e Irene, Maria e Benedito), tios e tias, primos e primas, afilhados Victor, Luana e Luciana. Aos Professores e colegas da FEF/UFG, Reigler, Nivaldo, Anegleyce e Hugo. Ao Camarada Caio, pela presença amiga e desprendimento nas conversas sobre clássicos da academia e da malandragem. A Allexandra, pela ajuda e grande renúncia para que este trabalho se realizasse. Aos militantes do Fórum Goiano de EJA. Em especial: Cláudia, Márcia, Dinorá, Ivonete, Janaína e Helimar. Colegas de Pesquisa: Claitonei, Aldimar, Adolfo, Beto, Jaqueline, Mad Ana. A Faculdade de Educação Física da UFG que me proporcionou espaço ímpar de formação intelectual e militante. * * * Aos queridos amigos Companheiro, Geovane e Elenice, Luciano Cláudia e Viviane, Vovô Joaquim das Flores e Vovô Sete Estrelas, que em momentos decisivos me valeram muito com a presença e força que me deram. 8

9 SUMÁRIO LISTA DE SIGLAS RESUMO...12 ABSTRACT INTRODUÇÃO...14 CAPÍTULO I EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: SENTIDOS CAMBIANTES Passado e presente da educação profissional e da educação de jovens e adultos: algumas reflexões O Proeja: novos e velhos embates da EJA e da EP...57 CAPÍTULO II O PROEJA EM GOIÁS O primeiro convênio: n.º 006/dezembro de O segundo convênio: n.º 008 / CAPÍTULO III: A IMPLANTAÇÃO DO PROEJA EM GOIÁS: AFIRMAÇÃO E NEGAÇÃO Implantação e não realização do Proeja: funcionalidade negativa Os limites da realização do Proeja: problematizações em curso CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

10 LISTA DE SIGLAS AC Acre AL Alagoas Anped Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação AP Amapá BA Bahia BNDES Banco Nacional do Desenvolvimento (órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior) Cefet Centro Federal de Educação Tecnológica CEP Centro de Educação Profissional CEJA Centro de Educação de Jovens e Adultos CINTEFOR Centro Interamericano de Pesquisa e Documentação Sobre Formação Profissional CFE Conselho Federal de Educação CNC Confederação Nacional do Comércio de Bens (patronal) CGT Confederação Geral dos Trabalhadores CNE Conselho Nacional de Educação CNF Confederação Nacional das Instituições Financeiras (patronal) CNI Confederação Nacional das Indústrias Confintea Conferência Internacional de Educação de Adultos CONJUR Coordenação Geral de Planejamento e Gestão do Ministério da Educação CUT Central Única dos Trabalhadores DESU Departamento de Ensino Supletivo do Ministério da Educação EJA Educação de Jovens e Adultos ENEJA Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos EREJA Encontro Regional de Educação de Jovens e Adultos EP Educação Profissional FAT Fundo de Amparo ao Trabalhador FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação GO Goiás IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Inep Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional MA Maranhão MDA Ministério do Desenvolvimento Agrário MEC Ministério da Educação MST Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra MT Mato-Grosso MTE Ministério do Trabalho e Emprego MTb Ministério do Trabalho OEI Organização dos Estados Iberoamericanos para a Educação, Cidadania e Cultura ONU Organização das Nações Unidas PA Pará PE Pernambuco Planfor Programa Nacional de Qualificação Profissional PR Paraná Inep Programa Nacional de Inclusão dos Jovens Pipmo Programa Intensivo de Preparação de Mão-de-Obra Proep Programa de Expansão da Educação Profissional Proler Plano de Elevação da Escolaridade do Trabalhador 10

11 Pronera Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária RJ Rio de Janeiro RN Rio Grande do Norte RO Rondônia RR Roraima Sebrae Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEDUC/GO Secretaria de Estado da Educação de Goiás SEE Secretaria Estadual de Educação SECAD Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade SECTEC Secretaria de Ciência e Tecnologia de Goiás SEFOR Secretaria de Formação Profissional Senai Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Senac Serviço Nacional do Comércio Senar Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Sesc Serviço Social do Comércio Sesi Serviço Social da Indústria Sest Serviço Social do Transporte SETEC Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica UFG Universidade Federal de Goiás UTFPR Universidade Tecnológica Federal do Paraná UNESCO Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura 11

12 RESUMO Este trabalho investiga a implantação do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) na rede estadual de Goiás. Possui como baliza o enfrentamento clássico no âmbito das políticas educacionais: a implantação de um programa federal na rede estadual de ensino. Problematiza as tensões entre ruptura e continuidade desenvolvidas a partir das trilhas que o Proeja ilumina e busca deslindar os sentidos desse programa para o estado de Goiás, mormente destacado pela luta para garantir o acesso à educação como um direito social substantivo. Utiliza como recursos metodológicos a análise bibliográfica e documental, bem como entrevistas semiestruturadas com profissionais envolvidos na implantação do programa. O suporte teórico que embasa a análise do objeto estudado é o materialismo histórico-dialético, com o esforço de identificar os aspectos contraditórios da proposição de uma política pública no âmbito de uma materialidade econômica, pautada pela manutenção do não acesso à educação para todos. A análise revelou uma tensão entre implantação e realização do programa. As ações normativas e legais são cumpridas, mas o programa não se realiza efetivamente. O processo que essa determinação engendra repõe a problematização sobre a funcionalidade do Proeja como uma das formas de resolução dos conflitos e das desigualdades sociais. Essa funcionalidade é o limite do próprio programa e demarca o seu caráter defensivo ante a contradição fundamental do capital, que organiza o nosso atual sistema de metabolismo social. 12

13 ABSTRACT This research investigates the implementation of the National Programme of Integration of Professional Education with Basic Education in the Mode of Education Youth and Adults (Proeja) in the state of Goiás. Has as goal the classic studies in the context of educational policy: the establishment of a federal program in state schools. Problematizes the tension among continuity and rupture developed from the tracks and illuminates the Proeja quest to unravel the meanings of this program for the state of Goias, especially highlighted by the struggle to ensure access to education as a social right noun. The methodological tools used to biographical and documentary analysis and semi-structured interviews with professionals involved in program implementation. The theoretical support that based the analysis of the object studied was historical and dialectical materialism, identifying the contradictory aspects of the proposition of a public policy in the context of economic materiality, focused on maintaining the lack of access to education for all. The analysis revealed a tension between establishment and implementation of the Programme. The regulatory and legal actions are completed, but the program is not done effectively, the process that engenders this determination, restores the questioning about the functionality of this program as a way of resolving conflicts and social inequalities. This functionality is the limit of the program itself, and outlines its defensive character against the fundamental contradiction of capital, which organizes our current system of social metabolism. 13

14 INTRODUÇÃO Esta pesquisa investiga a implantação do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) na rede estadual de Goiás programa instituído pelo Decreto n.º 5478/2005, que tinha como espaço de realização as escolas da Rede Federal de Educação Tecnológica, sendo que posteriormente houve o esforço para que as redes estaduais e municipais também aderissem à proposta. O Programa possui como mote a escolarização dos trabalhadores alijados do direito à educação, para que possam, com o retorno à escola, ter acesso à formação profissional com garantia de elevação de escolaridade. Para a consolidação e fortalecimento dessa proposta, o MEC organizou o Proeja em três frentes: i) as especializações em Proeja, que são realizadas com financiamento do governo federal em convênio com universidades federais e com a Rede Federal de Educação Tecnológica, objetivando a formação continuada de professores para trabalharem a integração entre educação de jovens e adultos e educação profissional; ii) o financiamento concedido por editais para abertura de turmas Proeja na Rede Federal de Educação Tecnológica e nas redes estaduais e municipais; e iii) a constituição de redes de pesquisadores em Proeja em todo o Brasil, com financiamento para pesquisas de mestrado e doutorado que tenham como campo de análise o Proeja. A chegada do Proeja em Goiás se deu pelo seguinte processo: o Ministério da Educação abriu editais para que as redes estaduais e municipais pudessem apresentar propostas de abertura de turmas de Proeja em suas escolas. Cada rede que se manifestasse interesse em aderir aos cursos de Proeja receberia um financiamento para a abertura de turmas e deveria comprovar, pela prestação de contas, como investiu o recurso. Essa foi a condição de adesão do estado de Goiás ao programa federal, a partir do ano de Nosso problema de pesquisa é identificar os determinantes presentes na implantação do Proeja na rede estadual de ensino de Goiás para compreender o sentido desse programa para a política de Educação de Jovens 14

15 e Adultos (EJA) e de Educação Profissional (EP) no estado. O estudo se localiza no âmbito da análise das políticas educacionais, dentro da linha de pesquisa Estado e Políticas Educacionais, o que delimita um recorte da problemática a ser desenvolvida ao longo da exposição, priorizando a compreensão do significado político da ação que o estado de Goiás desenvolve na implantação e implementação do Proeja. 1 A análise da implantação e implementação do Proeja em Goiás está demarcada nesta pesquisa pelo aspecto da superestrutura, dos arranjos legais, portanto a história que buscamos desenvolver está localizada num âmbito que não expressa a radicalidade social. É importante partirmos desse reconhecimento, pois, embora seja difícil um estudo sobre o Estado e as Políticas Educacionais que não se dê no âmbito dos marcos legais e das disputas que ocorrem nesse patamar, um terreno em si limitado, temos o esforço de desenvolver as mediações necessárias à compreensão da reciprocidade entre as políticas educacionais e a contradição fundamental do sociometabolismo do capital, expressa no limite entre capital e trabalho (MARX, 1986, p. 406). É importante sinalizar que as disputas que trazemos parecem ser travadas no calor da contradição social, pois são engendramentos dessa mesma contradição fundamental, mas elas se dão pelo alto, no âmbito do governo e suas instituições. É diferente da investigação que toma como lócus de elaboração os partidos políticos, os movimentos sociais, as lutas empenhadas pelos sindicatos e, nessa esteira, busque desenvolver os processos e problemáticas desses campos de investigação. A diferença se desenvolve fundamentalmente pelo campo em que se desenvolve a investigação, e sendo este campo, constituído por processos que se dão no âmbito do governo e suas instituições, é evidente que não podemos 1 A presente pesquisa possui inserção no projeto aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, que, pelo convênio com a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (SETEC/MEC), abriu um edital específico para Proeja, com o indicativo de constituição de redes de pesquisadores sobre Proeja. A rede da qual fazemos parte está cadastrada com o projeto 19, O Proeja indicando a reconfiguração do campo da Educação de Jovens e Adultos com qualificação profissional: desafios e possibilidades, sendo que nossa pesquisa está diretamente vinculada ao subprojeto 1, A constituição da educação profissional na modalidade de educação de jovens e adultos: as experiências do Proeja em Goiás. A rede é constituída pelas instituições: Universidade Federal de Goiás (UFG); Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Instituto Federal de Educação Tecnológica de Goiás (IFG) e Universidade de Brasília (UnB). 15

16 desenvolver logicamente aquilo que não acessamos da história que se desenvolve neste patamar. Maior radicalidade seria uma necessária em nossas elaborações, esta se dá como incursões decorridas de hipóteses e possibilidades arrancadas do acúmulo de outras pesquisas e reflexões de autores clássicos, pois não furtamos de considerar a determinação fundamental desta sociedade desigual e contraditória. O referencial teórico é expresso nos autores que analisam criticamente a realidade, e podemos elencar como principais: Karl Marx (1985, 1997, 1978, 1982, 1986, 1986a e 1986b) e Antonio Gramsci (2007, 2004). Desses autores nos valemos principalmente devido à tentativa de acompanhar o movimento investigativo que supere as aparências buscando desenvolver as mediações ocultas que constituem o processo analisado. Assim é que temos um esforço de analisar as tensões entre passado e presente, ruptura e continuidade. Esta análise utilizou como metodologia de pesquisa o estudo de documentos e referenciais bibliográficos, entrevistas semiestruturadas e observação participante de reuniões e espaços de discussão sobre Proeja, tanto em nível nacional como estadual. A análise de documentos, que constam no processo de prestação de contas, foi parte fundamental do trabalho, pois analisamos o processo iniciado em 2005, com 1024 páginas e 415 documentos, e o processo iniciado em 2007, com 273 páginas e 90 documentos. Também consideramos de base documental a legislação composta de Decretos, Leis, Pareceres, Resoluções e Documentos Oficiais. Realizamos seis entrevistas semiestruturadas, sendo uma com gestora federal, duas na Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec) de Goiás e três na Secretaria de Estado da Educação. A escolha desses sujeitos foi realizada tendo como objetivo apreender como o Proeja foi materializado pela realidade de Goiás, por isso era importante dar voz aos sujeitos que representam os segmentos envolvidos com o programa diretamente, com especificidade para as questões relacionadas à implementação do Proeja. A voz da gestora federal, que trabalha na Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Educação (SETEC/MEC), representa para nossa pesquisa a perspectiva que está posta para o MEC. O olhar do Ministério, que acompanha as experiências dos estados, municípios e também da Rede Federal de Educação Tecnológica, é significativo, pois confere a compreensão 16

17 dos principais desafios e avanços do Proeja e da política educacional como um todo. Os gestores da Secretaria Estadual de Educação (SEDUC/GO) falam em nome da instância que, no aspecto da gestão, representa o centro do Proeja em Goiás. A SEDUC, como órgão da administração pública, é responsável pelo projeto de Proeja do Estado de Goiás, e isso inclui a sua elaboração, execução e prestação de contas. A Secretaria de Ciência e Tecnologia (SECTEC/GO) oferece-nos, por meio das entrevistas, conhecimentos e informações sobre os acontecimentos e os desafios mais candentes para o desenvolvimento do Proeja. Três entrevistados trabalham na Secretaria de Educação, especificamente na Superintendência de Ensino a Distância, onde fica a Coordenação Pedagógica de Educação de Jovens e Adultos. Dessa coordenação entrevistamos dois servidores técnicos que atuam com implementação de programas e políticas, bem como a coordenadora de EJA da SEDUC/GO. Dois entrevistados trabalham na Superintendência de Ensino Profissional da SECTEC/GO, sendo que um está como Gerente de Educação Profissional e outro como técnico de Educação Profissional, atuando com a gestão dos Centros de Educação Profissional (CEP s) e programas de educação profissional dos CEP s. As possibilidades de compreensão do processo de implantação do Proeja foram, no decorrer da pesquisa, dificultadas pela forma como o programa se desenvolveu em Goiás: previsão para abertura de turmas que não foram abertas; trâmites e tensões dentro das secretarias que ao longo do percurso ficaram responsáveis pelo programa; 2 quanto às turmas abertas, identificamos evasão dos alunos e separação entre o ensino de educação profissional e de educação básica, desconsideração das reais demandas e singularidades dos alunos de EJA na oferta de Proeja e negação ao direito do aluno de EJA de acessar substantivamente os cursos Proeja. Dessa forma, nossa análise se confronta com um programa que efetivamente foi implantado com um recorte diferenciado: a implantação do proeja transita, à primeira vista entre a implantação e a não-implantação. À observação mais simples, diríamos que o Proeja foi implantado, pois as normas burocráticas foram cumpridas e legalmente atendidas. Se 2 A Secretaria de Estado da Educação de Goiás e Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Goiás. 17

18 observamos o decurso dos processos que envolvem a implantação, concluímos que o programa transita ao mesmo tempo entre implantação e nãoimplantação, pois algo que se apresenta crível no aspecto legal, numa análise mais abrangente e radical do processo como um todo, parecia repleto de contradições. Imergindo nessas tranças, identificamos um aspecto que nos escapava à compreensão: a realização do Proeja. Esse é um dos engendramentos do presente trabalho. Partindo da investigação, chegamos ao cabo de um programa que foi implantado, mas que, ao mesmo tempo, não foi realizado pela rede estadual; isso significa dizer que houve implantação, mas não houve realização. Refinando um pouco melhor as nossas reflexões passamos da primeira vista, já não tão aparente (que negava a implantação do programa) para entender que o Proeja foi implantado, mas não realizado. O programa seria realizado, se houvesse execução completa dos recursos, se houvesse alunos frequentando as turmas abertas, se as secretarias envolvidas com a implementação das ações destinadas a Proeja tivessem, em suas prioridades de ação, o desenvolvimento do programa como um todo, abarcando o esforço pela execução do currículo integrado, acompanhado do investimento em formação continuada dos professores, melhoria no espaço físico, e definindo estratégias de permanência dos alunos de EJA, como de bolsa de estudos e outras possibilidades que são demandadas pelos alunos jovens e adultos. Para afirmarmos que o programa não foi realizado, retomamos sucintamente a trajetória do Proeja em Goiás. A SEDUC aprovou, por meio de dois editais abertos pelo MEC, duas propostas de cursos Proeja: a primeira aprovada em 2005 e a segunda aprovada em Cada uma dessas propostas (o convênio de 2005 e 2007) previa abertura de turmas Proeja, mas isto não ocorreu com a segunda proposta, aprovada em 2007, e por isto SEDUC teve que devolver o recurso do convênio aprovado naquele ano (2007). As turmas abertas pelo edital de 2005 ficaram marcadas pela evasão, pois foram organizadas na modalidade de curso concomitante, na qual os alunos estudam as disciplinas relativas à educação profissional nos Centros de Educação Profissional (CEP S), e as disciplinas de educação básica nos 18

19 Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA S), o que dificulta sobremaneira a permanência dos alunos nas escolas. Rapidamente podemos sintetizar os acontecimentos dos dois convênios (2005 e 2007): i) o convênio de 2005 abriu turmas, que ficaram marcadas pela evasão; e ii) pelo convênio de 2007, a SEDUC não abriu turmas e devolveu o recurso ao MEC. O processo de implantação do referido programa na rede estadual de Goiás não é um fenômeno tranquilo de ser analisado; ainda mais difícil quando observamos a necessidade de um aprofundamento mais sistemático nas tranças que o Proeja tenciona, principalmente ao estudarmos o caso de Goiás e o situarmos no contexto macro da luta pelo direito à educação dos trabalhadores. A exposição desta discussão em três capítulos busca revelar essa situação da educação do trabalhador na sua relação com duas outras experiências históricas da educação nacional, no contexto da década de 1930 e no da década de Em seguida, busca explicitar o processo de implantação do Proeja em Goiás e finaliza com reflexões que apontam os aspectos contraditórios de implantação desse programa no Estado. A intenção do primeiro capítulo foi desenvolver as tramas que a luta pelo direito à educação travou nas últimas décadas, analisando especialmente estas duas experiências: uma da década de 1930, cuja voz mais importante era a de Paschoal Lemme, e outra da década de 1970, quando se deram as ações de EJA e EP no Estado militar. Após a análise sobre o Estado militar, retomamos as principais ações de integração entre EJA e EP, matizadas, sobretudo, por outros programas implementados pelos Ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego. Com essa abordagem, queremos arrancar do presente a explicação do passado, que é necessário na medida em que se repõem e constituem os embates elucidativos da historicidade do Proeja. A luta pelo direito à educação é um enfrentamento fundante da EJA, principalmente pelo acirramento que a condição do aluno da EJA impõe, o de ser responsável pela garantia material de existência ao mesmo tempo em que necessita garantir o direito à educação. Essa problemática vem-se desenvolvendo com várias tentativas de resolução, e buscamos, com a retomada histórica dessas tentativas, elucidar um presente constituído de tensões e limites emprestados do passado, que agora reaparece disfarçado de novo. 19

20 No capítulo segundo, fizemos a imersão na apresentação e na análise de como se desenvolveu a implantação do Proeja na rede estadual de Goiás. Utilizamo-nos daquilo que nos possível trazer para a análise, em termos de dados empíricos; e, partindo desses, expusemos as principais mediações do processo de implantação e realização do Proeja em Goiás. Essas mediações podem ser mais bem elaboradas na medida em que outros estudos se dedicarem a tal problema de pesquisa. Por hora, este é o desenvolvimento mais avançado que nos foi possível compreender. A implantação do Proeja em Goiás revela um movimento de aprofundamento da fragmentação do trabalho no âmbito da Secretaria de Estado da Educação e traz à tona também o aprofundamento da negação do direito aos alunos de EJA à educação, o que inclui a sua própria afirmação como necessidade histórica. No terceiro capítulo, deslindamos os desenvolvimentos que a implantação do Proeja engendra em relação à negação e à afirmação do direito à educação. Desenvolvemos as mediações que vêm constituindo o processo de negação desse direito, ao mesmo tempo em que analisamos os limites que a não implantação do Proeja repõe. Dessa forma, dialogamos com os limites da materialidade do Proeja em Goiás, como proposta afirmativa que se materializa pela negativa, e necessariamente arrasta consigo uma tensão: ora como avanço do direito à educação, ora como uma roupagem disfarçada de avanço irrealizável. 20

21 CAPÍTULO I EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: SENTIDOS CAMBIANTES O olhar sobre duas experiências de educação de adultos, localizadas em 1930 e em 1970, nos dá a dimensão de como a luta pelo direito à educação vem sendo afirmada e negada na história da educação brasileira. Os embates se repõem de forma contundente pela própria história, e não por acaso vemos a EJA e a EP se entrecruzando no decurso das ações desenvolvidas para o público adulto. A integração entre a educação de jovens e adultos e a educação profissional se desenvolve no caminho controverso da separação entre formação geral e formação profissional. 3 É conhecido o debate sobre essa separação, mormente destacado pela diferença entre o ensino destinado às elites, em seus diferentes recortes, e o ensino destinado às camadas populares, também compreendido em suas diferentes formas de existência. No Brasil, essa é uma característica marcante e assume contornos diferenciados ao longo da história da educação brasileira, mas, desde a chegada dos jesuítas em 1549, quando se desenvolve no Brasil a vertente pedagógica tradicional, podemos dizer que há um ensino específico para as elites (SAVIANI, 2008, p. 14). Paralelo a esse projeto de ensino destinado às elites, desenvolve-se um determinado projeto de educação para as massas, para os que não são da elite. Segundo Cunha (2009, p. 91), a educação profissional tem a marca de servir como disciplinamento, como uma das formas de controle social. É destinada, sobretudo, aos sujeitos que estão em condições de vida mais sensível, enquanto que, para os abastados, o ensino clássico tem sido privilégio inconteste. A divisão entre a educação para as elites e para os trabalhadores é fundante da historicidade da educação brasileira. A própria noção de que o ensino clássico seria privilégio informa uma determinada 3 Ressaltamos que o conceito educação de jovens e adultos é utilizado a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação n.º 9.394/1996. Por isso, utilizamos o conceito educação de adultos, quando analisamos documentos anteriores à Lei, e educação de jovens e adultos (EJA) quando fazemos análises que abarcam tempo e espaço pós-ldb/

Exercícios MÓD I Sociologia Organizacional Tânia Pereira

Exercícios MÓD I Sociologia Organizacional Tânia Pereira Exercícios MÓD I Sociologia Organizacional Tânia Pereira PERGUNTAS DE UM TRABALHADOR QUE LÊ. Bertold Brecht Quem construiu a Tebas de sete portas? Nos livros estão os nomes dos reis. Arrastaram eles os

Leia mais

EDUCAÇÃO DOS TRABALHADORES POLÍTICAS E PROJETOS EM DISPUTA

EDUCAÇÃO DOS TRABALHADORES POLÍTICAS E PROJETOS EM DISPUTA EDUCAÇÃO DOS TRABALHADORES POLÍTICAS E PROJETOS EM DISPUTA ESTA OBRA FOI IMPRESSA EM PAPEL RECICLATO 75% PRÉ-CONSUMO, 25 % PÓS-CON- SUMO, A PARTIR DE IMPRESSÕES E TIRAGENS SUSTENTÁVEIS. CUMPRIMOS NOSSO

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

A OFERTA DE EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS NO MUNICÍPIO DE CASCAVEL PR RESULTADO DOS EXAMES SUPLETIVOS 2005-2008 1

A OFERTA DE EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS NO MUNICÍPIO DE CASCAVEL PR RESULTADO DOS EXAMES SUPLETIVOS 2005-2008 1 A OFERTA DE EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS NO MUNICÍPIO DE CASCAVEL PR RESULTADO DOS EXAMES SUPLETIVOS 2005-2008 1 Margarete Chimiloski Dolla 2 Introdução Este texto apresenta parte dos resultados de um

Leia mais

INOVAÇÃO. EDUCAÇÃO. GESTÃO EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

INOVAÇÃO. EDUCAÇÃO. GESTÃO EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Linha Direta INOVAÇÃO. EDUCAÇÃO. GESTÃO EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Desmistificado, ensino técnico brasileiro passa a ser a possibilidade mais rápida de inserção no mercado de trabalho TECNOLOGIA

Leia mais

AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS

AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS RELATÓRIO DO PROGRAMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Básica A ampliação do Ensino Fundamental para nove anos vem sendo discutida pela Secretaria

Leia mais

O Proeja no IFG: o processo seletivo para admissão aos cursos ofertados no Campus Goiânia

O Proeja no IFG: o processo seletivo para admissão aos cursos ofertados no Campus Goiânia MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDRAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS MARCELO MENDES DOS SANTOS O Proeja no IFG: o processo seletivo para

Leia mais

Profª Ms. Ana Paula de Aguiar 1 Profª Esp. Ana Cristina Pereira Diniz 2 Diálogos Abertos sobre a Educação Básica. Relato de experiência.

Profª Ms. Ana Paula de Aguiar 1 Profª Esp. Ana Cristina Pereira Diniz 2 Diálogos Abertos sobre a Educação Básica. Relato de experiência. PROEJA FIC/PRONATEC: RELATO DO DIAGNÓSTICO DO PERFIL SÓCIO- CULTURAL DO EDUCANDO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DE DUAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE GOIÂNIA Profª Ms. Ana Paula de Aguiar 1 Profª Esp.

Leia mais

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas 2012Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 Sumário Prova ABC

Leia mais

A temática Sistema Nacional de Educação foi dissertada pela Profa. Flávia Maria Barros Nogueira Diretora da SASE.

A temática Sistema Nacional de Educação foi dissertada pela Profa. Flávia Maria Barros Nogueira Diretora da SASE. CARTA DE RECIFE O Fórum Nacional de Conselhos Estaduais de Educação realizou em Recife, no período de 16 a 18 de setembro a Reunião Plenária da Região Nordeste, com a participação dos Conselhos Estaduais

Leia mais

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores;

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores; A POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARFOR: O PAPEL DOS FÓRUNS ESTADUAIS PERMANENTE DE APOIO A FORMAÇÃO DOCE Edinilza Magalhães da Costa Souza UFPA Resumo

Leia mais

O ENSINO PROFISSIONAL NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: OFERTA, ATENDIMENTO E FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL

O ENSINO PROFISSIONAL NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: OFERTA, ATENDIMENTO E FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL O ENSINO PROFISSIONAL NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: OFERTA, ATENDIMENTO E FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL Introdução Prof. Dr. Carlos da Fonseca Brandão 1 O Ensino Profissional no Brasil está estruturado a partir

Leia mais

Educar na diversidade do MEC - Um projeto em dois Municípios do Brasil

Educar na diversidade do MEC - Um projeto em dois Municípios do Brasil Educar na diversidade do MEC - Um projeto em dois Municípios do Brasil Windyz B. Ferreira, Mércia Chavier e Alessandra Mendes Neste artigo apresentam-se experiências desenvolvidas por dois municípios brasileiros

Leia mais

A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL?

A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL? Anais da Semana de Pedagogia da UEM ISSN Online: 2316-9435 XXI Semana de Pedagogia IX Encontro de Pesquisa em Educação 20 a 23 de Maio de 2014 A EDUCAÇÃO BÁSICA EM MARINGÁ: EXISTE OBRIGATORIEDADE LEGAL?

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO GABINETE DO MINISTRO. PORTARIA N.º 1.005, DE 1º DE JULHO DE 2013 (DOU de 02/06/2013 Seção I Pág.

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO GABINETE DO MINISTRO. PORTARIA N.º 1.005, DE 1º DE JULHO DE 2013 (DOU de 02/06/2013 Seção I Pág. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N.º 1.005, DE 1º DE JULHO DE 2013 (DOU de 02/06/2013 Seção I Pág. 54) O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que

Leia mais

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES Rosilene Lagares PET Pedagogia/Campus de Palmas/Pedagogia/Mestrado em Educação/UFT/Capes roselagares@uft.edu.br

Leia mais

PACTO PELA VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA POR UMA PROFISSIONALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL

PACTO PELA VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA POR UMA PROFISSIONALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL PACTO PELA VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA POR UMA PROFISSIONALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL (PROPOSTA DE AGENDA MÍNIMA PACTUADA ENTRE MEC/SETEC CONCEFET - CONDAF CONDETUF SINASEFE) Contexto As

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES

A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES A IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS EM ESCOLAS ESTADUAIS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: ALGUMAS PONDERAÇÕES Inajara Ramos 1, Lislene Nagaroto 2, Luciana Alves 3, Vera Lúcia Catoto Dias 4, Ana Maria

Leia mais

PRONATEC 2011-2013 SETEC/MEC

PRONATEC 2011-2013 SETEC/MEC PRONATEC 2011-2013 SETEC/MEC Brasília, 25 de Novembro de 2013 Objetivos O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego foi criado pelo Governo Federal, em 2011, com objetivos de: Fomentar e

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Plano Nacional de Educação

Plano Nacional de Educação Plano Nacional de Educação Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Brasília, 29 de novembro de 2012 Educação Infantil Meta 1 PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO CAMPO: IMPLANTAÇÃO DO PRONERA EM RORAIMA

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO CAMPO: IMPLANTAÇÃO DO PRONERA EM RORAIMA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO CAMPO: IMPLANTAÇÃO DO PRONERA EM RORAIMA Resumo Na história da educação brasileira é perceptível que o direito à educação foi negado às classes menos favorecidas da população,

Leia mais

Apresentação das pesquisas

Apresentação das pesquisas 1 A EDUCAÇÃO DE ADOLESCENTES, JOVENS E ADULTOS NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA - A PROPOSTA: A ESCOLA, O PROFESSOR E O ALUNO GOMES, Dinorá de Castro UCG gomes.diza@gmail.com COSTA, Cláudia Borges

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social DISCURSO DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, HENRIQUE PAIM Brasília, 3 de fevereiro de 2014 Hoje é um dia muito especial para mim. É um dia marcante em uma trajetória dedicada à gestão pública ao longo de vários

Leia mais

O BRASIL SEM MISÉRIA APRESENTAÇÃO

O BRASIL SEM MISÉRIA APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO O BRASIL SEM MISÉRIA O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome decidiu organizar este livro por vários motivos. Um deles é evitar que o histórico da construção do Plano Brasil

Leia mais

A Educação Integral em Curitiba e Região Metropolitana e o Programa Mais Educação Veronica Branco Universidade Federal do Paraná.

A Educação Integral em Curitiba e Região Metropolitana e o Programa Mais Educação Veronica Branco Universidade Federal do Paraná. A Educação Integral em Curitiba e Região Metropolitana e o Programa Mais Educação Veronica Branco Universidade Federal do Paraná Resumo Este texto aborda a implantação da Educação Integral em Curitiba

Leia mais

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA)

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Mário Lopes Amorim 1 Roberto Antonio Deitos 2 O presente

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

O BRASIL SEM MISÉRIA NO SEU MUNICÍPIO Município: VITÓRIA DA CONQUISTA / BA O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público

Leia mais

OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES POPULARES

OS CURSOS PRÉ-VESTIBULARES POPULARES COMO CITAR ESTE TEXTO: Formato Documento Eletrônico (ISO) NASCIMENTO, Alexandre do. Os Cursos Pré-Vestibulares Populares. [Acesso em dd/mm/aaaa]. Disponível em http://www.alexandrenascimento.com. OS CURSOS

Leia mais

JANE PAIVA ELIONALDO FERNANDES JULIÃO

JANE PAIVA ELIONALDO FERNANDES JULIÃO EDUCAÇÃO EM PRISÕES Refere-se à oferta de educação como direito de jovens e adultos em privação de liberdade, no marco dos direitos humanos, em modalidade de atendimento que considera necessidades específicas

Leia mais

INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1

INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1 PROCESSO : CF-2297/2014 INTERESSADO : Confea ASSUNTO : Estudos sobre o PRONATEC ORIGEM : Comissão de Educação e Atribuição Profissional CEAP (Deliberação n 766/2014-CEAP) INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1

Leia mais

A reforma do Estado e novos desafios para a gestão educacional

A reforma do Estado e novos desafios para a gestão educacional Autor: Indira Alves França Orientador: Alicia Bonamino Título obtido: Mestrado Título da tese ou dissertação: Gestão Educacional em Tocantins Data de finalização: junho de 2007 Data de ingresso no curso:

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Resumo 1 Discente do Curso de Serviço Social da Faculdade Novos Horizontes MG 2 Discente do Curso de Serviço

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 PORTAL DO FÓRUM GOIANO DE EJA: INTERAÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO EM AMBIENTE VIRTUAL Danielly Cardoso da Silva Karla Murielly Lôpo Leite Maria Emília de Castro Rodrigues O presente texto tem por objetivo apresentar

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação

Leia mais

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB.

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. Tema: Educação Inclusiva. Palestrante: Professor Nivaldo Vieira Santana Inicialmente desejo agradecer aos organizadores

Leia mais

RELEMBRANDO OS FÓRUNS DE EJA RJ: PERSPECTIVAS ATUAIS

RELEMBRANDO OS FÓRUNS DE EJA RJ: PERSPECTIVAS ATUAIS RELEMBRANDO OS FÓRUNS DE EJA RJ: PERSPECTIVAS ATUAIS PRISCILA NUNES FRANÇA DE OLIVEIRA (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO), CARLA TATIANA MUNIZ SOUTO MAIOR (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO).

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Secretaria Estadual de Educação de São Paulo UF: SP ASSUNTO: Aplicação do regime de intercomplementaridade à Educação

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NO MUNICÍPIO

PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NO MUNICÍPIO Entidade Reconhecida como Utilidade Pública Internacional Decreto Federal nº 9.820/1912 PROCEDIMENTOS PARA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NO MUNICÍPIO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos maio 2015 PANORAMA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

ANÁLISE DESCRITIVA DO POLO PRESENCIAL DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL EM ITAPEVI/SP

ANÁLISE DESCRITIVA DO POLO PRESENCIAL DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL EM ITAPEVI/SP CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X ANÁLISE DESCRITIVA DO POLO PRESENCIAL DA UNIVERSIDADE ABERTA

Leia mais

APRENDIZAGEM PROFISSIONAL

APRENDIZAGEM PROFISSIONAL APRENDIZAGEM PROFISSIONAL a LEI promove o Trabalho Decente para a Juventude e desenvolvimento social e econômico para o Brasil Departamento de Políticas Públicas de Trabalho, Emprego e Renda para Juventude

Leia mais

FÓRUM DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS BAHIA

FÓRUM DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS BAHIA FÓRUM DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS BAHIA PROPOSTA PARA O XII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 25, 26, 27 e 28 de OUTUBRO DE 2011 SALVADOR - BAHIA XII ENEJA- 25 A 28 DE MAIO DE 2011

Leia mais

ESCOLA ITINERANTE: UMA ANÁLISE PARA ALÉM DA SALA DE AULA

ESCOLA ITINERANTE: UMA ANÁLISE PARA ALÉM DA SALA DE AULA ESCOLA ITINERANTE: UMA ANÁLISE PARA ALÉM DA SALA DE AULA Prof.ª Dra. Irizelda Martins de Souza e Silva UEM Caroline Mari de Oliveira UEM Kethlen Leite de Moura UEM Thaís Godoi de Souza UEM Agência Financiadora:

Leia mais

PROJETO DE CIDADANIA

PROJETO DE CIDADANIA PROJETO DE CIDADANIA PROJETO DE CIDADANIA A Anamatra A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho Anamatra congrega cerca de 3.500 magistrados do trabalho de todo o país em torno de interesses

Leia mais

Rua da Educação. Municipalino:

Rua da Educação. Municipalino: Todas as crianças e adolescentes tem direito à educação e devem freqüentar a escola. As diretrizes para a área da educação são dadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei 9394 de

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Colégio CEPU UF: SC ASSUNTO: Consulta tendo em vista a Resolução CEE/SC 64/98 e CNE/CEB 01/2000 RELATORA: Sylvia Figueiredo Gouvêa PROCESSO

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM

RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM CARMO, Erinaldo Ferreira 1 - UFPE OLIVEIRA, Érica Patrícia Barbosa de 2 - UFPE XIMENES, Lavinia de Melo e Silva 3 - UFPE SILVA, Fernanda Maria da 4 - UFPE BRANDÃO,

Leia mais

Las escuelas de tempo integral: um recurso educativo em Brasil

Las escuelas de tempo integral: um recurso educativo em Brasil REVISTA EDUCACIÓN INCLUSIVA VOL. 5, N.º 3 Las escuelas de tempo integral: um recurso educativo em Brasil (Escolas de tempo integral: un recurso educativo en Brasil) (Integral time schools:an educational

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas A PRÁTICA PEDAGÓGICA E MOVIMENTOS SOCIAIS: DIÁLOGOS FORMATIVOS PARA O TRABALHO DOCENTE NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA Eliziane Santana dos Santos 1 Ludmila Oliveira Holanda Cavalcante 2 ¹ Bolsista FAPESB,

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE SALA DE RECURSOS E A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM MATO GROSSO: CONTEXTO E PERCURSO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE SALA DE RECURSOS E A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM MATO GROSSO: CONTEXTO E PERCURSO FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE SALA DE RECURSOS E A EDUCAÇÃO ESPECIAL EM MATO GROSSO: CONTEXTO E PERCURSO SILVA, Sérgio Carlos da - SEDUC/MT- SMEC/V.Grande sergioscs@hotmail.com MONTEIRO, Filomena Maria de

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas

Mostra de Projetos 2011. A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra de Projetos 2011 A Universidade e a Comunidade de Mãos Dadas Mostra Local de: Arapongas. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: (campo

Leia mais

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO Presidente Carmen Maria Teixeira Moreira Serra Secretário

Leia mais

PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho SOLUÇÕES SOCIAIS

PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho SOLUÇÕES SOCIAIS 1 PROTOCOLO DE SOLUÇÕES Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho Serviço Social da Indústria de Santa Catarina SOLUÇÕES SOCIAIS 2 Programa: Inclusão da Pessoa com Deficiência

Leia mais

Política Nacional de Educação Infantil. Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação

Política Nacional de Educação Infantil. Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Política Nacional de Educação Infantil Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Principais Marcos Normativos Constituição Federal - 1988 Lei de Diretrizes e Bases (LDB) - 1996 Estatuto da Criança

Leia mais

Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia

Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia Mário Pinto Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia 1. O funcionamento da organização sindical portuguesa é muito frequentemente qualificado de deficiente. Excluindo afirmações de circunstância,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014

PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014 PLANO DE AÇÃO NA GESTÃO DA ESCOLA 2012 A 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR COLÉGIO ESTADUAL CHATEAUBRIANDENSE ENSINO MÉDIO, NORMAL E PROFISSIONAL R. ESTADOS UNIDOS, 170 - JD. AMÉRICA ASSIS CHATEAUBRIAND

Leia mais

CARTOGRAFIA DA EDUCAÇÃO RURAL EM MINAS GERAIS

CARTOGRAFIA DA EDUCAÇÃO RURAL EM MINAS GERAIS CARTOGRAFIA DA EDUCAÇÃO RURAL EM MINAS GERAIS Bruno César de Resende 1 Maria. Isabel Antunes-Rocha 2 Israel Rossi Almeida Alves 3 Resumo Este trabalho é parte componente da pesquisa CARTOGRAFIA DA EDUCAÇÃO

Leia mais

A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL

A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL CARLOS ALBERTO TAVARES Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, Recife, Pernambuco. A história da educação agrícola no meio rural tem sido analisada por diversos

Leia mais

REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE

REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE A REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE ÀS CONQUISTAS NA LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL HAGE, Salomão Mufarrej UFPA GT: Educação Fundamental/ n.13 Agência Financiadora: CNPq Introdução Este texto apresenta

Leia mais

Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB

Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB Unidade 2 Unidade 2 Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB Nesta Unidade, será apresentada a legislação brasileira de EaD e suas implicações institucionais no sistema da Universidade

Leia mais

CARTA COMPROMISSO DA FETEMS AOS CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL. Debate com os Candidatos a Governador/Setembro/2014

CARTA COMPROMISSO DA FETEMS AOS CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL. Debate com os Candidatos a Governador/Setembro/2014 CARTA COMPROMISSO DA FETEMS AOS CANDIDATOS AO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Debate com os Candidatos a Governador/Setembro/2014 Os sonhos devem ser ditos para começar a se realizarem. E como

Leia mais

CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM

CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM Carla Vargas Pedroso - UFF e UFSM Sandra Lucia Escovedo Selles - UFF Agência Financiadora: CAPES

Leia mais

PREFEITURA DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA

PREFEITURA DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA PREFEITURA DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA Palestra do secretário de Direitos Humanos e Cidadania, Rogério Sottili, no evento Diálogos em Ação: Educação Inclusiva na Cidade

Leia mais

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez

Leia mais

IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ

IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO do Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais define a identidade da escola do campo, de modo

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos. Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos. Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011 OBJETIVOS Consolidar a percepção de que a formação de recursos humanos qualificados é essencial para fortalecer

Leia mais

AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS. 3 o RELATÓRIO DO PROGRAMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS. 3 o RELATÓRIO DO PROGRAMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA NOVE ANOS 3 o RELATÓRIO DO PROGRAMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MAIO DE 2006 Presidência da República Ministério da Educação Secretaria de

Leia mais

Marilia Pontes Sposito Raquel Souza

Marilia Pontes Sposito Raquel Souza 33 Desafios da reflexão sociológica PARA análise Do ensino médio no BRASil* Marilia Pontes Sposito Raquel Souza O ensino médio se constitui em uma etapa da educação básica brasileira que tem mobilizado

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR

ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR É É importante que as pessoas se sintam parte de um processo de melhoria para todos Luiz Fábio Mesquita PROEN 2011 Luiz Alberto Rezende / Tânia Mára Souza / Patrícia

Leia mais

2A educação é o principal catalisador para

2A educação é o principal catalisador para objetivo 2. atingir o ensino básico universal O Estado da Amazônia: Indicadores A Amazônia e os Objetivos do Milênio 2010 o desenvolvimento humano e para a construção de uma sociedade mais justa (Unesco,

Leia mais

Plano Nacional de Educação. Senador José Pimentel (PT-CE) Relator

Plano Nacional de Educação. Senador José Pimentel (PT-CE) Relator Plano Nacional de Educação Senador José Pimentel (PT-CE) Relator Fortaleza, 30 de novembro de 2012 Meta 1 PNE: Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 a 5 anos

Leia mais

A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS

A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS SILVA, Thaysa Pereira; RAIMANN, Elizabeth Gottschalg Universidade Federal de Goiás/ Campus Jataí; thaysapsilva@hotmail.com

Leia mais

INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA NOVA POLÍTICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR?

INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA NOVA POLÍTICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR? INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA NOVA POLÍTICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR? Priscila Caetano Bentin Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) Programa de Pós-Graduação

Leia mais

A UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL uma política de Estado para o ensino superior a distância

A UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL uma política de Estado para o ensino superior a distância A UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL uma política de Estado para o ensino superior a distância Oreste Preti Como tudo começou Dizem os historiadores, eu concordo com eles, que nada nasce de repente (ad abrupto,

Leia mais

Aos Senhores e às Senhoras Dirigentes das Instituições Federais de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Aos Senhores e às Senhoras Dirigentes das Instituições Federais de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SETEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE - SECAD Ofício Circular nº. 2010 - GAB/SETEC/MEC Brasília,

Leia mais

No Brasil, existem cerca de 45 milhões de Pessoas com Deficiência, o que representa ¼ da população geral (Censo IBGE, 2010).

No Brasil, existem cerca de 45 milhões de Pessoas com Deficiência, o que representa ¼ da população geral (Censo IBGE, 2010). O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência PLANO VIVER SEM LIMITE 2011-2014 foi instituído por meio do Decreto da Presidência da República nº 7.612, de 17/11/2011 e tem como finalidade promover,

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

Município: JOÃO PESSOA / PB

Município: JOÃO PESSOA / PB O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi o dos brasileiros que estavam em situação de

Leia mais

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho

Leia mais

O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO

O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO Elisa Machado Matheussi elisa@rla01.pucpr.br Sirley Terezinha Filipak sirley@rla01.pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná RESUMO Este estudo

Leia mais

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades.

Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. Educação no trânsito e transformação social: limites e possibilidades. III Seminário DENATRAN de Educação e Segurança no Trânsito Brasília 24/11 Vale a pena ser ensinado tudo o que une e tudo o que liberta.

Leia mais

É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades das aulas 1 e 2 do Módulo IV do Curso, em que iremos tratar dos seguintes assuntos:

É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades das aulas 1 e 2 do Módulo IV do Curso, em que iremos tratar dos seguintes assuntos: EXERCÍCIO ANTECIPADO PARA O ESTUDO DIRIGIDO Módulo IV Aspectos Contemporâneos do Marco legal Profa. Maria José Lacerda Xavier Prezado (a) Aluno (a), É com imensa satisfação que iniciamos nossas atividades

Leia mais

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável

Leia mais

Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização PNLD 2014

Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização PNLD 2014 Desafios da EJA: flexibilidade, diversidade e profissionalização Levantamento das questões de interesse Perfil dos alunos, suas necessidades e expectativas; Condições de trabalho e expectativas dos professores;

Leia mais