Financiamento ao exportador brasileiro, tipos de financiamento e. dificuldades.

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1 Financiamento ao exportador brasileiro, tipos de financiamento e Cleyton Izidoro dificuldades. 1 - Introdução A economia brasileira, mais desestatizada e regulamentada, ficou mais complexa. A velocidade do processo de mudanças tornou mais voláteis as variáveis envolvidas no processo de negociação de crédito, bem como no gerenciamento de investimentos próprios e de terceiros. A velocidade necessária aos investimentos hoje praticamente inviabiliza uma visão da relação de empréstimo com um credor único, de um devedor único, através de um contrato que seria mantido em carteira por um longo prazo. As dificuldades do Judiciário em se adaptar a essa volatilidade também devem ser consideradas como geradoras de mudança. O processo de reestruturação societário experimentado no mundo, e no Brasil em particular, vem exigindo a criação de veículos próprios para a captação de recursos. A profissionalização do mercado de capitais e a utilização cada vez mais corriqueira de pregões no exterior exigem títulos mais seguros e com garantias padronizadas internacionalmente. Assim, cada vez mais o foco da análise não é puramente a empresa ou grupo interessado em captar recursos, mas uma classificação de risco baseada em segregação de ativos. Isso obrigou o sistema financeiro do país a uma rápida atualização dos seus procedimentos e da legislação para as novas formas de financiamento, que vêm garantindo mundialmente os investimentos para o setor de infra-estrutura.

2 2 -Tipos de financiamento BNDES O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma empresa pública federal brasileira, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que tem por objetivo apoiar empreendimentos que visem o desenvolvimento nacional, sediado no Rio de Janeiro. O BNDES foi criado pela Lei nº de 20 de junho de 1952, como uma autarquia federal. Posteriormente foi enquadrado, pela Lei nº 5.662, de 21 de junho de 1971, como uma empresa pública federal, com personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio. Suas linhas de financiamentos contemplam empréstimos de longo prazo a custos financeiros menores do que a média dos praticados no mercado varejista, desenvolvendo projetos de investimentos e a comercialização de máquinas e equipamentos novos, fabricados no país, bem como para o incentivo ao aumento das exportações brasileiras. Suas linhas de financiamento contribuem também para o fortalecimento da estrutura de capital das empresas privadas e desenvolvimento do mercado de capitais. As linhas de apoio financeiro e os programas do BNDES atendem às necessidades e anseios de investimentos das empresas de qualquer porte e setor, desde que estabelecidas no país e a parceria com instituições financeiras, com agências estabelecidas em todo o país, permite a disseminação do crédito, possibilitando um maior acesso aos recursos do BNDES. As Políticas Operacionais do BNDES orientam e normatizam a concessão de financiamento, estabelecendo critérios para priorizar os projetos que promovam o desenvolvimento com inclusão social, estimulando os empreendimentos que

3 criem emprego e renda, contribuindo também para a geração de divisas, em consonância com as orientações do Governo Federal. O Apoio Financeiro reproduz as especificações das Políticas Operacionais do BNDES e reflete as condições básicas e as diversas formas de apoio do BNDES. Em fevereiro de 2006 foi aprovada uma nova Política Operacional que tem por objetivo tornar mais claras as prioridades do BNDES e reduzir o custo financeiro de seus empréstimos. Na condição de instituição financeira, o BNDES utiliza critérios bancários para concessão dos financiamentos e segue a legislação, normas e resoluções que regulamentam as instituições financeiras públicas, sendo auditado pelo Tribunal de Contas da União - TCU. No Brasil os exportadores de bens e serviços dispõem linhas de financiamentos através de instituições financeiras credenciadas, nas modalidades: Pré-embarque: financia a produção nacional de bens a serem exportados em embarques específicos; Pré-embarque Ágil: financia a produção nacional de bens a serem exportados, associada a um Compromisso de Exportação, para um período de 6 (seis) a 12 (doze) meses; Pré-embarque Especial: financia a produção nacional de bens a serem exportados, sem vinculação com embarques específicos, mas com período pré-determinado para a sua efetivação; Pré-embarque Empresa Âncora: financia a comercialização de bens produzidos no Brasil, por micro, pequenas e médias empresas através de empresa exportadora (empresa âncora); Pré-embarque Automóveis: financia, na fase pré-embarque, a produção destinada à exportação de automóveis de passeio;

4 Pós-embarque: financia a comercialização de bens e serviços nacionais no exterior, através de refinanciamento ao exportador, ou através da modalidade buyer's credit. A Agência Especial de Financiamento Industrial - FINAME é quem, na fase préembarque, disponibiliza financiamento às exportações brasileiras, utilizando recursos do BNDES através de repasse por instituição financeira (agente mandatário e garantidor). Através do BNDES-exim, a produção brasileira de bens e serviços de maior valor agregado tem encontrado financiamento com custos e prazos diferenciados, permitindo sua inserção em mercados internacionais altamente competitivos. Entre as ações implementadas pelo BNDES-exim, destaca-se o crescente estímulo à ação de empresas brasileiras no âmbito da América do Sul, que responde à necessidade estratégica de ampliação dos laços comerciais e financeiros no continente e amplia o mercado das empresas brasileiras beneficiárias dos financiamentos do BNDES. O desenvolvimento de um setor exportador mais dinâmico e integrado ao mercado mundial atende também ao objetivo de fortalecer o mercado interno, pois funciona como poderoso instrumento para elevação da produtividade e eficiência das empresas brasileiras. A política do BNDES de apoio ao comércio exterior, articulada às prioridades definidas pelo governo federal, proporciona assim um avanço significativo na capacidade governamental de promover o desenvolvimento econômico, pela oferta de instrumentos de financiamento fundamentais para o sucesso da ação empresarial brasileira no exterior. 2.2 Outros Fontes Financiadoras Existem outras formas de financiamento através dos bancos que operam com câmbio concedem aos exportadores Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio - ACC e Adiantamentos sobre Cambiais Entregues - ACE. Consistem

5 na antecipação total ou parcial de recursos financeiros ao exportador, em moeda nacional, correspondentes a pagamento que será efetuado por importador em futuro próximo. ACC é uma operação a termo onde um banco autorizado a operar com câmbio adianta a um exportador reais equivalentes à quantia de moeda estrangeira comprada pelo banco. Esse recurso propicia ao exportador financiar a produção e a comercialização da mercadoria a ser exportada. O ACC pode desdobrar-se em duas fases. A primeira refere-se ao adiantamento pelo banco em até 180 dias antes do embarque. A segunda fase, chamada de ACE Adiantamento sobre Contrato de Exportação, pode ocorrer quando a mercadoria já está embarcada, podendo ser solicitado até 60 dias após o embarque. Existe ainda outra modalidade de financiamento ao exportados chamado export note, que é um título emitido por uma empresa exportadora de produtos e serviços; portanto, é uma alternativa de financiamento de capital de giro exclusiva a exportadores, e tem como característica: Lastreado obrigatoriamente num contrato de compra e venda de produtos e serviços firmado entre o exportador com empresas estrangeiras importadoras de seus produtos e serviços; O valor da export note é expresso em moeda estrangeira, da mesma identidade com a moeda do contrato que a lastreia; Sua liquidação dar-se-á obrigatoriamente em moeda nacional, através da conversão à taxa determinada em contrato. O export note poderá ser validado se a empresa emissora não obter qualquer outra forma de financiamento lastreado no mesmo contrato comercial. Assim, o exportador vende o título (export note) a um banco, que significa a venda do seu direito de receber dólares de um importador estrangeiro.

6 A legislação no Brasil sobre export note é escassa, e seu mercado é de difícil mensuração, uma vez que o título pode ser transacionado fora do sistema financeiro e não possui registro em câmaras ou órgãos específicos. O export note pode ser um instrumento útil de financiamento de exportações, no período compreendido entre o fechamento do contrato mercantil de compra e venda de produtos e serviços ao exterior e o embarque da mercadoria. Uma vantagem competitiva sobre o ACC Adiantamento de Contrato de Câmbio é não sofrer limitação de prazo de 180 dias. Os investidores aplicam em export note mais com objetivo de hedge do que rentabilidade. Dado que o título é expresso em moeda estrangeira, é uma alternativa de dolarização, principalmente para empresas que necessitam proteger ativos nessa moeda. O investidor adquire, compra ou investe em export note, principalmente com o objetivo de proteger-se (fazer hedge) de oscilações cambiais, uma vez que o export note é expresso em moeda estrangeira e é uma das poucas alternativas de dolarização de ativos existentes no mercado financeiro nacional, principalmente as multinacionais, que necessitam prestar contas em dólares a suas matrizes, gerando uma necessidade constante de proteção dos ativos nesta moeda. O Forfaiting é uma forma de receber à vista uma exportação efetuada a prazo. O exportador desconta o saque a prazo, com aval de banco estrangeiro de primeira linha, recebendo o valor em moeda corrente nacional correspondente ao valor da mercadoria decrescido do valor do desconto. Quanto ao públicoalvo, os exportadores cadastrados junto a SECEX (Secretaria de Comercio Exterior) necessitam ter vendas e prazo ou sem garantia bancária. No Forfaiting com direito de regresso, o banco comprador aciona o pagamento do exportador caso o importador não pague.

7 No Forfaiting, o exportador desconta o saque a prazo, com aval do banco estrangeiro de 1a. linha, recebendo o valor em moeda corrente nacional correspondente ao valor da mercadoria decrescido do valor do desconto. A Securitização de recebíveis de exportação é operação estruturada, que resulta da emissão de título de crédito no mercado internacional, lastreado em operações futuras. Esse mecanismo permite ao exportador obter financiamento a tacas internacionais inferiores às domésticas e prazos maiores. O Bid Bond é a garantia de oferta, em moeda estrangeira pelo banco, destinada a assegurar a participação de uma empresa brasileira em uma concorrência no exterior. O Performance Bond é uma garantia de execução, emitida em moeda estrangeira pelo banco ao beneficiário no exterior, destinada a assegurar o cumprimento do contrato de fornecimento de bens e/ou serviços dentro dos prazos e condições estabelecidas contratualmente. O Advanced Payment Bond é uma garantia de pagamento antecipado, emitida em moeda estrangeira, pelo banco, ao beneficiário no exterior, destinada a assegurar-lhe o adiantamento previsto no contrato comercial de fornecimento de bens e/ou serviços pela empresa brasileira. As modalidades de Carta de Crédito de Importação são: Revogável, Irrevogável, Confirmada e Transferível. 3 - Dificuldades de Exportação Os principais obstáculos à expansão das exportações apontados pelas empresas estão relacionados às etapas finais do processo de exportação, mais especificamente após a chegada da mercadoria no porto de saída. As dificuldades mais importantes são a burocracia alfandegária e os custos portuários. Neste resultado é interessante destacar a maior relevância conferida à área aduaneira como fator inibidor da competitividade externa do produto nacional, suplantando questões tradicionalmente identificadas como obstáculos importantes à expansão das vendas externas, como a própria infra estrutura portuária e o sistema tributário.

8 O custo do frete internacional é outro entrave localizado nas etapas do processo de exportação posteriores à chegada da mercadoria no porto de partida. Este problema afeta com maior intensidade as micro e pequenas empresas, sendo a principal dificuldade para essas empresas. A presença desse problema entre os mais citados reflete os fracos resultados das ações recentes do governo para a melhoria dos programas oficiais de crédito ao setor exportador. O quadro abaixo demonstra pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Industria, os principais entraves para a exportação Fonte: CNI 2007 A dificuldade na obtenção de financiamento para as exportações é um dos principais problemas enfrentados pelas empresas brasileiras. Apesar dos esforços recentes do governo, o acesso ao crédito continua limitado a um número reduzido de empresas, sobretudo às de grande porte. Os instrumentos de crédito mais utilizados são mecanismos privados - Adiantamentos sobre

9 Contrato de Câmbio e sobre Cambiais Entregues (ACC/ACE), enquanto as linhas oficiais de financiamento continuam sendo pouco utilizadas em razão da falta de conhecimento, da dificuldade em acessá-las e da quantidade limitada de recursos. Na tabela abaixo demonstra em pesquisa realizada pela CNI sobre a Posição das Empresas com Relação aos Instrumentos de Crédito. Fonte: CNI 2007 O governo possui dois programas distintos, envolvendo cinco linhas de financiamento para exportação: Proex (equalização e financiamento) e BNDESexim (Pós-embarque, Pré-embarque e Pré-embarque Especial), gerenciados, respectivamente, pelo Banco do Brasil e pelo BNDES. Todas essas linhas são utilizadas por um número muito pequeno de empresas. Apenas 20% das empresas exportadoras utilizam pelo menos uma das linhas oficiais de crédito. O desconhecimento é uma razão importante do baixo grau de utilização das linhas oficiais. A proporção de empresas que não conhecem tais linhas varia de 20,8% a 39,1%, dependendo da linha, conforme ilustrado pela tabela da página 16. Não menos importante, é o fato de as empresas não conseguirem acesso ao financiamento, problema que atinge de 23,6% a 36,6% das empresas consultadas. A linha mais utilizada é o Proex financiamento, com 10,4% de assinalações. Além de serem pouco utilizadas, as linhas atendem principalmente as empresas de grande porte e cujas exportações representam menos de 20% do

10 faturamento. Verifica-se, assim, que o acesso se dá com maior facilidade para as empresas grandes, independentemente da proporção das vendas externas no faturamento total. Desse modo, ainda que tais linhas sejam voltadas para a exportação, o acesso não é facilitado pela importância do mercado externo para a empresa. Essa conclusão é, de certa forma, corroborada pelas principais dificuldades apontadas pelas empresas que não conseguem utilizar as linhas. Em todas as linhas, a principal dificuldade é a exigência de garantias reais, seguida pela documentação requerida da empresa. Ambas as dificuldades tendem a afetar com maior intensidade as empresas de menor porte, e independem da exposição da empresa no mercado internacional. Na pesquisa realizada em 2007 pela CNI entre as empresas que utilizam as linhas oficiais, o grau das dificuldades varia de acordo com a linha. No que diz respeito ao Proex equalização, a principal dificuldade é a insuficiência de recursos, opção assinalada por 35,1% das empresas. Em seguida aparecem a documentação exigida e a escala de exportação. No caso da linha de financiamento do Proex, a documentação requerida da empresa é a dificuldade mais indicada, assinalada por 33,3% das empresas, seguida, de perto, pela insuficiência de recursos. No caso das linhas do BNDES-exim, os principais problemas apontados pelos usuários continuam sendo as exigências de garantias reais e a documentação requerida da empresa. No entanto, o porte da empresa e a escala de exportação aparecem como dificuldades importantes, sobretudo na categoria pré-embarque.

11 Fonte: CNI 2007

12 4 -Conclusão As empresas exportadoras ainda são bastante afetadas por entraves específicos do País. Assim, apesar dos ganhos de competitividade em razão do aumento da produtividade e da eliminação da sobrevalorização do real, as exportações ainda têm dificuldades de recuperar seu dinamismo. Tais dificuldades devem-se, em parte, aos entraves operacionais encontrados no decorrer do processo de exportação (sobretudo no que concerne aos procedimentos alfandegários e aos custos portuários e do frete internacional), às dificuldades de acesso ao financiamento e ao alto custo imposto pelo sistema tributário. A burocracia aduaneira aparece como o principal entrave à expansão das exportações. A importância em se simplificar e agilizar os procedimentos nessa área aparece mais de uma vez na sondagem, superando problemas tradicionais, como, por exemplo, a questão tributária e a infra-estrutura de portos e aeroportos. Desse modo, esta é, sem dúvida, uma área de atuação prioritária por parte do governo. O segundo maior entrave à expansão das exportações são os custos portuários. Apesar dos avanços obtidos com a Lei dos Portos, esse resultado vem mostrar que ainda há muito o que fazer nesta área. De fato, persistem o excesso de contingente de mão-de-obra avulsa nos principais portos públicos e o baixo nível de eficiência das administrações portuárias. Desse modo, deve-se buscar concluir a implementação da Lei dos Portos e a reestruturação das administrações portuárias. As linhas oficiais de financiamento à exportação ainda encontram-se distante de se apresentarem como uma solução para o problema a que se destinam. Apenas 1/ 5 das empresas exportadoras utiliza-se de tais linhas. Muitas não o fazem por falta de conhecimento; várias outras, por não terem acesso, devido,

13 principalmente, à exigência de garantias reais feita por parte dos agentes financeiros. Este problema afeta sobretudo as empresas de menor porte. Assim sendo, tais linhas são utilizadas principalmente pelas empresas de grande porte, independente da sua exposição externa. O acesso a esses instrumentos é determinado pelo tamanho da empresa e não pela importância das exportações no seu faturamento. Mais de 30% das empresas cujas vendas externas respondem por mais da metade do seu faturamento não conseguem utilizar as linhas do Proex e do BNDES-exim. Aparentemente, esses programas, ainda que voltados para a exportação, utilizam os mesmos critérios de aprovação de empréstimos em geral. As empresas que destinam uma proporção maior da sua produção ao mercado externo não são beneficiadas por isso quando da análise do pedido de crédito. Faz-se importante, então, que os procedimentos de aprovação dos financiamentos à exportação considerem a exposição externa da empresa como um dos critérios relevantes. Isso estimularia ainda mais as exportações das empresas que já têm uma penetração significativa no mercado mundial, tendo, por conseguinte, maior potencial de ampliação de suas vendas externas. Outra medida fundamental, também respaldada pelos resultados da sondagem, é a necessidade de ampliação dos recursos disponíveis para financiamento. No entanto é necessário um maior esforço de divulgação dos mecanismos existentes, de forma a expandir sua utilização por parte das empresas exportadoras.

14 Bibliografia Confederação Nacional da Indústria Disponível em <www.cni.org.br>. Acesso em 29/06/2008 Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). Disponível em <www.bndes.gov.br>. Acesso em 29/06/2008 Apostila ESAB, disciplina Trade Finance. Disponível em <www.esab.edu.br>

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