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1 U N I V E R S I DA D E CANDIDO MENDES CREDENCIADA JUNTO AO MEC PELA PORTARIA Nº DO DIA 26/10/2010 MATERIAL DIDÁTICO PRÁTICAS E MÉTODOS DE GESTÃO ESCOLAR Impressão e Editoração

2 2 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 INTRODUÇÃO... 5 UNIDADE 1 - A LEGISLAÇÃO: POSSIBILIDADES E LIMITES... 7 UNIDADE 2 - ELEMENTOS QUE COMPÕEM AS ATRIBUIÇÕES DO DIRETOR ESCOLAR UNIDADE 3 - A ADMINISTRAÇÃO: UMA FERRAMENTA ESSENCIAL PARA O DIRETOR ESCOLAR UNIDADE 4 - CONCEITO DE GESTÃO UNIDADE 5 - GESTÃO PARTICIPATIVA E PARTICIPAÇÃO UNIDADE 6 - AS PRÁTICAS DO DIRETOR NA GESTÃO PARTICIPATIVA UNIDADE 7 - O NOVO PAPEL DA LIDERANÇA DO DIRETOR: A ARTE DE LIDERAR COM SABEDORIA UNIDADE 8 - QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO ESCOLAR: ATRIBUIÇÃO DO DIRETOR UNIDADE 9 - MOTIVAÇÃO: O DIRETOR É O MAESTRO UNIDADE 10 - A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO DO DIRETOR... 66

3 3 APRESENTAÇÃO Caros profissionais, bem-vindos à Disciplina PRÁTICAS E MÉTODOS DE GESTÃO ESCOLAR. A partir de agora, você tem em seu poder um material de pesquisa imprescindível para servir de apoio em meio a tantas mudanças neste terceiro milênio, principalmente no contexto escolar. Nesta apostila há um debate e troca de ideias de autores que discutem a atualidade do contexto da gestão escolar com base no modelo de gestão participativa, modelo pelo qual se faz urgente a sua adoção nas escolas públicas ou privadas. Cada vez mais, a sociedade demonstra a necessidade da escola investir em trabalho que promova a aprendizagem efetiva e significativa dos alunos, em todos os níveis de ensino, de modo que sejam desenvolvidos conhecimentos, habilidades e atitudes que a contemporaneidade demanda. Sendo assim, foi necessário um estudo sistemático do assunto com o objetivo de contextualizar sobre o fenômeno da gestão escolar democrática, pois estamos vivendo em um mundo competitivo que pressiona cada vez mais os diretores a terem conhecimentos administrativos, pedagógicos e muitos outros para darem conta da realidade das escolas brasileiras. A Gestão Escolar assume um novo papel que ultrapassa a administração em seu sentido tradicional. Isso acontece porque a Gestão Escolar agrega uma complexidade de ações a serem desenvolvidas pelo gestor, que vão desde o conhecimento da função social da escola até as formas mais adequadas de condução do trabalho na escola. O Gestor Educacional precisa exercer as funções sociais da escola, a gestão democrática, o gerenciamento de recursos humanos, o processo de ensinoaprendizagem, o gerenciamento de recursos físicos, de recursos financeiros, do patrimônio da escola, avaliação institucional, bem como sobre liderança voltada para ações integradoras de todos os participantes do ambiente escolar, consolidando uma prática de gestão que fortaleça os vínculos entre a escola, a família e a

4 4 comunidade. Essa pressão se manifesta de maneira expressiva e em ritmo acelerado, imposto pela própria sociedade e da política neoliberal. Percebe-se a cada dia, a necessidade de acompanhamento das mudanças em âmbito de direção escolar, pois muito se fala na competência dos professores, e a competência dos dirigentes? Quais são os atributos de um diretor escolar neste terceiro milênio? Que modelo de liderança é mais adequado para dar conta da realidade? Como resolver os conflitos que acontecem nas escolas, todos os dias, que não são contemplados pelos textos legais? Esses são alguns questionamentos que devem ser levados em consideração para que, aquele que deseja ou já exerce a função de diretor escolar saiba que muitos são os atributos que lhe são destinados. Assim, nota-se que é preciso oferecer condições para a concretização de uma gestão escolar participativa nas escolas, descentralização de poder, porém integrada e compartilhada. Dessa forma, a gestão escolar eficaz se mostra uma emergência e um paradigma de gestão a ser seguido neste milênio, pois compreende-se que é necessário a participação de vários segmentos da sociedade para decidirem o que é prioridade e o que é secundário para a escola. E essa escolha não se refere apenas de técnicas, mas também de sabedoria e de uma liderança de verdade. Bons estudos! Prof a. Ms. Rosana Cristina Ferreira Silva Guarde a sua alma, lembrando-se sempre daquela palavra do apostolo: quem tiver administrado bem terá adquirido para si um bom lugar. Cuide com toda solicitude dos enfermos, das crianças, dos hóspedes e dos pobres, sabendo, sem dúvida alguma, que deverá prestar contas de todos esses no dia do juízo. São Bento

5 5 INTRODUÇÃO A presente apostila trata-se de um estudo reflexivo sobre as práticas e métodos da gestão escolar para o atual contexto das escolas brasileiras. Sabe-se que neste terceiro milênio muitas mudanças ocorreram em todos os setores e a escola não ficou de fora desse fenômeno. Sendo assim, é preciso repensar a forma de administrar e gerir uma instituição, pois não é uma tarefa fácil acompanhar as rápidas mudanças. Além disso, o espaço escolar é também um lugar historicamente construído, é um espaço social, carregado de cultura, de diversidade, de gente, de professores, alunos, pais de alunos, entre outros. Outro fator que modificou o modo de pensar e agir nas escolas está relacionado ao contexto da educação brasileira que necessita de maior atenção à gestão escolar. Hoje, não se espera do diretor escolar apenas técnicas com enfoque limitado em administração, é necessário que a direção seja mais dinâmica e coletiva. Compreender o elemento humano, energizar os professores, saber ser um líder e ter competência são condições fundamentais e imprescindíveis para a melhoria da qualidade do ensino e a transformação da própria identidade da educação brasileira. As escolas são carentes de liderança clara e competente, de referencial teórico-metodológico avançado de gestão, de uma perspectiva de superação efetiva das dificuldades cotidianas. Para tanto, é necessário a adoção de mecanismos e métodos estratégicos para uma nova gestão escolar que vise a solução dos problemas encontrados no cotidiano escolar. Assim, a gestão escolar deve promover a organização, a participação coletiva, a mobilização de toda a sua comunidade, uma eficaz articulação de ideias e de todos os recursos materiais e humanos necessários para garantir o avanço dos processos educacionais das instituições de ensino. Desse modo, compete à gestão escolar estabelecer o direcionamento e a dinamização capazes de dinamizar o ensino, as práticas sociais e a cultura das escolas.

6 6 Diante dessas premissas, pode-se perceber que ser um dirigente de escola é muito mais complexo do que se pode imaginar, não trata apenas de saber técnicas de administração de empresas nem saber gerir conflitos. A gestão da escola precisa de tudo isso e muito mais habilidades que vão além de entender as legislações vigentes e atender, quando possível as exigências da comunidade escolar. Somente as escolas que são eficazes têm dirigentes eficazes. É preciso ter competência e seriedade para assumir uma direção de escola. É preciso de um líder que saiba liderar com a razão sem deixar de lado a afetividade. A verdadeira liderança é aquela que serve, não a que oprime e manda. Os diretores de escola precisam ter subsídios para a gestão escolar acontecer satisfatoriamente e é nesse sentido que esta apostila foi elaborada. Há no decorrer desta, as práticas legais para um dirigente, tópicos sobre algumas metodologias úteis para o cotidiano da escola, conselhos sobre liderança e sugestões de leituras que são de grande importância para quem se destina a tal atividade. Espera-se que o diretor da escola entenda os pressupostos explanados neste texto, pois o diretor não é o único, mas é o maior responsável pela gestão da escola, assim, fica claro que é preciso saber gerir, buscando maior autonomia, maior participação democrática de todos que fazem parte da escola.

7 7 UNIDADE 1 - A LEGISLAÇÃO: POSSIBILIDADES E LIMITES Segundo Valerien (2001), o diretor da escola precisa ter plena consciência da legislação vigente. Ter esse conhecimento é fundamental para gerir uma escola com autonomia e responsabilidade. Embora ele possa ser uma pessoa com grande iniciativa, é preciso que ele respeite os limites estabelecidos pela legislação, assim, o diretor que utiliza os meios lícitos tem a capacidade para firmar a sua autoridade e aumentar o seu prestígio perante a sua comunidade escolar. Existe uma grande quantidade de textos oficiais que dizem respeito à direção de escola, atividade que se torna cada vez mais exaustiva e complexa. Dessa forma, pode-se perceber que muitas competências e atribuições são atribuídas a este profissional. É uma necessidade conhecer a hierarquia dos textos legais para determinar o que é essencial e o que é secundário. No Brasil, segundo Valerien (2001), a ordem de importância desses textos é a seguinte: Constituição: lei maior, traça as grandes linhas de organização do país, tratando inclusive de educação; Leis complementares: desenvolvem, com mais pormenores, normas da própria Constituição. A Lei de Diretrizes e bases da Educação Lei 9394/96 é uma lei complementar; Leis: elaboradas pelo poder legislativo, estabelecem normas a serem obedecidas nacionalmente; Decretos: promulgados pelo poder executivo, em geral, estabelecem procedimentos para o cumprimento das leis. Outros textos legais de origem do poder executivo: Portarias; Circulares;

8 8 Instruções ou ordens de serviço. Como se percebe, são muitas as atribuições do diretor, e um problema detectado é que nem todos os problemas que aparecem no cotidiano de uma escola estão previstos dentro dos textos legais, embora sempre é exigido do diretor uma resposta concreta, mesmo sem ter de referir-se a um texto legal, como por exemplo: 1. os professores pedem ao diretor melhor circulação das informações e mais transparência; 2. um pai exerce sobre o diretor uma forte pressão para que o filho mude de turma; 3. um professor que sempre recusa a participar das festividades da escola; 4. a mãe de um aluno vem informar que o filho apareceu com vômitos e dores de cabeça no dia seguinte em que caiu no pátio, durante o recreio; 5. o diretor pretende organizar, durante a primeira semana, melhor acolhida aos novos alunos; 6. o diretor de ensino queixa-se com o diretor da escola a respeito de uma professora cujo comportamento os pais têm apresentado muitos protestos. Diante disso, torna-se uma necessidade conhecer os textos legais sobre as atribuições do diretor, mesmo que muitos problemas ocorridos no cotidiano da escola não sejam contemplados pelos textos. Espera-se do diretor competências e habilidades para administrar tais problemas, levando em consideração, primeiramente, os regimentos de cada estado, município e de cada escola. Em cada estado brasileiro há uma autonomia para que haja um regimento próprio, de acordo com as necessidades da região, lembrando que todos devem estar engajados na Constituição e na LDB 9394/96. A título de ilustração, apresentam-se aqui as atribuições do diretor e vice-diretor definidas pelo Regimento Estadual da Educação Básica do Estado do Pará:

9 9 SEÇÃO II DO NÚCLEO ADMINISTRATIVO Art.27 A administração geral da escola estará a cargo do diretor e vice-diretores que, juntamente com o conselho escolar, deverão definir a proposta pedagógica da unidade escolar, enfatizando sua filosofia e objetivos. Art.28 As funções de diretor e vice-diretor da unidade escolar serão exercidas por servidores graduados em Pedagogia, em administração escolar, ou pós-graduados, conforme as normas em vigor. Parágrafo único No interior do Estado, na falta de administradores escolares para exercerem as funções de diretor e vice-diretor, poderão exercê-las, a título precário, os profissionais que tiverem outra titulação, conforme a legislação em vigor. Art.29 O diretor e o vice-diretor deverão gerenciar as atividades administrativas e pedagógicas da unidade de ensino, empenhando-se na execução de uma proposta de trabalho integrada à comunidade e condizente com as necessidades da mesma, visando alcançar um melhor aproveitamento da unidade, enquanto espaço de construção do saber e formação da consciência crítica. Parágrafo único As funções de diretor e vice-diretor de unidade escolar serão exercidas por servidores do quadro efetivo desta Secretaria. Art.30 São atribuições do núcleo administrativo: I cumprir e fazer cumprir as determinações superiores, as constantes neste regimento e as normas internas da unidade de ensino;

10 10 II cumprir e fazer cumprir os princípios da gestão democrática; III assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas aulas estabelecidas; IV coordenar a construção e a execução do projeto pedagógico da unidade de ensino; V elaborar horários e realizar distribuição de carga horária dos professores, conjuntamente com o núcleo pedagógico e docente; VI promover o intercâmbio com outras unidades de ensino e a integração da escola com a comunidade; VII incentivar atividades que possam servir aos fins da unidade de ensino; VIII propiciar ações efetivas na unidade de ensino que sensibilizem a comunidade escolar a zelar pelo patrimônio público respeitando-o e conservando-o como bem de todos; IX zelar pela integridade física e moral de servidores e alunos durante a permanência destes no âmbito da unidade de ensino; X garantir condições para que o arquivo da unidade de ensino esteja atualizado e bem conservado; XI promover, juntamente com o núcleo pedagógico, sessões de estudos visando esclarecer aos alunos e aos funcionários da escola seus direitos e deveres com base neste Regimento; XII impedir que pessoas alheias à escola e à rede pública estadual de ensino desempenhem atividades profissionais na unidade, sem a devida autorização da Secretaria Executiva de Educação; XIII coordenar a elaboração e a execução do processo de avaliação interna da unidade de ensino; XIV garantir condições para a efetivação das avaliações externas promovidas por órgãos governamentais.

11 11 Art.31 São atribuições do diretor: I organizar e encaminhar aos setores competentes da Secretaria Executiva de Educação, projetos de implantação, autorização e reconhecimento de cursos; II responder, legalmente, perante os órgãos públicos competentes, pelo funcionamento da unidade de ensino; III implementar atividades de capacitação de recursos humanos; IV assinar correspondência e todos os documentos escolares; V presidir reuniões administrativas e/ou pedagógicas na unidade de ensino, bem como incentivar as categorias para a composição do conselho escolar; VI prestar contas ao conselho escolar das atividades de cunho financeiro, desenvolvidas na unidade de ensino; VII controlar a frequência e pontualidade dos servidores, enviando ao setor competente da Secretaria Executiva de Educação os documentos pertinentes; VIII encaminhar mensalmente ao Juizado da Infância e da Adolescência e ao conselho tutelar, a relação nominal dos alunos menores de quatorze anos regularmente matriculados que se ausentarem da unidade de ensino por mais de três dias no mês, a fim de evitar a evasão e a reprovação, conforme a legislação em vigor; IX abonar até três faltas mensais do servidor, quando justificadas de acordo com o Regime Jurídico Único; X convocar reuniões periódicas para discutir questões fundamentais à unidade de ensino; XI dar ciência à Secretaria Executiva de Educação sobre os reparos, reformas e ampliações, que porventura forem necessárias na unidade de ensino; XII atestar os serviços feitos por empresas ou por profissionais contratados, comunicando à Secretaria Executiva de Educação quando não corresponderem ou forem de qualidade inferior ao preestabelecido oficialmente; XIII zelar pela qualidade da merenda escolar e criar mecanismos de acompanhamento e controle do estoque, evitando desvios dos gêneros;

12 12 XIV responsabilizar-se pelo recebimento da merenda escolar, comunicando ao setor competente, qualquer irregularidade detectada; XV comunicar à Secretaria Executiva de Educação a necessidade de materiais e equipamentos indispensáveis ao funcionamento da unidade de ensino; XVI enviar relatório anual de aproveitamento final ao setor competente da Secretaria Executiva de Educação, até noventa dias após o término do ano letivo; XVII resolver problemas internos da escola, ouvindo o conselho escolar, quando necessário, antes de recorrer ao órgão central. Art.32 Ao vice-diretor competirá, além das funções compartilhadas com o diretor, coordenar o turno que está sob sua responsabilidade, bem como substituí-lo ou representá-lo em sua ausência ou impedimento legal. Existem outros aspectos do trabalho que o diretor deve fazer na escola que se chamam papéis ou atribuições. O diretor escolar como também o vice-diretor ou diretor adjunto, naquelas escolas onde existem esse cargo, exercem alguns importantes e diferentes papéis na sua gestão. Segundo Valerien (2001), antes de qualquer coisa, a pessoa que pretende assumir a direção de uma escola, deve apresentar algumas características que podem influenciar diretamente na forma em que ele vai conduzir a gestão da escola. Isso não significa que ele precise ter todas elas, mas se essa pessoa souber se autoavaliar e ouvir as pessoas que o cercam, certamente ela poderá ver quais são suas deficiências e saber quais os aspectos que precisam ser melhorados. Estas são algumas características que formam o perfil do diretor da escola que precisa, primeiramente, desempenhar o papel de: 1 O papel de conselheiro pedagógico: Controlar a aplicação dos programas nos diferentes níveis; Esforçar para manter boas relações com os professores e procurar garantir a correta organização dos trabalhos didáticos;

13 13 Propor e introduzir mudanças e inovações em nível de sua escola. Colocarse, assim, na origem de certos projetos educativos, que poderão generalizarse após um período de experimentação e avaliação; Ter predisposição para trabalho coletivo. Essa é uma das exigências básicas, saber trabalhar em equipe, afinal o que queremos é que na escola seja feita uma gestão participativa e democrática, portanto o diretor deve saber trabalhar em equipe; Ser um articulador e mediador dos segmentos internos e externos; Ser uma pessoa que dialoga com os diferentes grupos existentes, tanto dentro da escola como fora dela, buscando a maior interação possível com esses grupos em favor do desenvolvimento de sua escola; Ter iniciativa e firmeza de propósito para realização de ações; Ser uma pessoa sempre disposta a estimular e incentivar as ações positivas de seu estabelecimento, sempre que possível encabeçando essas iniciativas ou à frente delas, junto das pessoas que as iniciaram. Atualizar-se com relação aos assuntos técnicos, pedagógicos, administrativos, financeiros e legislativos, e como eles afetam a gestão da escola. 2 O papel de administrador: Assegurar a ligação entre escola e as estruturas hierárquicas superiores, representar a autoridade administrativa da educação em nível local; Zelar pelo respeito à legislação escolar e ser competente ao transmitir e explicar os textos oficiais; Representar legalmente a secretaria estadual de educação, não pode e não deve esquecer que é um funcionário público de carreira e que tem vínculo com esse órgão superior de ensino, tendo, portanto que prestar contas de suas ações e atender a Secretaria Estadual sempre que solicitado;

14 14 Conduzir sua escola de acordo com as determinações e orientações da Secretaria de Estado, ficando sob sua responsabilidade a coordenação das atividades dos demais servidores públicos e profissionais da educação lotados na sua escola, averiguando o desempenho regular de suas atribuições, garantindo assim que a escola execute sua proposta pedagógica com qualidade; Ser transparente e coerente nas ações. Ter conhecimento de todas as suas ações e decisões, fazendo isso de forma antecipada, não esperando que venham primeiras as cobranças para só depois dar esclarecimentos, pois isso pode gerar dúvidas sobre a sua gestão, causando um clima de desconfiança entre as pessoas. Portanto, a palavra chave é comunicação; Prestar contas de seus atos e, para isso, poderá utilizar os diversos meios de comunicações existentes e disponíveis na escola para dar clareza e retidão aos seus atos. 3 O papel de gestor do funcionamento cotidiano da escola: Fazer a gestão dos diversos materiais escolares e da biblioteca; Ter compromisso na elaboração e execução das políticas públicas e, além de acreditar, deve repassar para os outros esse seu entusiasmo; Zelar pelo bom funcionamento do recinto escolar, das instalações e do imobiliário; Gerir os recursos humanos, cuidando para que haja boa distribuição das tarefas. Identificar as necessidades e, por vezes, procurar os recursos necessários a fim de enfrentar as dificuldades encontradas; Ser capaz de autoavaliar e promover a avaliação do grupo; Saber que nem sempre está certo e que nem sempre tem razão, nem ele, e muitas vezes nem o grupo. Por isso, deve ser capaz de reconhecer isso e tomar as medidas necessárias para corrigir suas deficiências e as deficiências do grupo. Ao fazer uma avaliação de si mesmo e do grupo, terá a grande

15 15 oportunidade de medir seus erros e acertos, assim corrigi-los antes que comprometa todo o seu trabalho e o de sua equipe; Ter a capacidade de resolver problemas. Ser capaz de ver, ouvir, sentir o problema no momento e no local onde está acontecendo, sem fugir dele e sem tentar adiar a sua solução. Os problemas sempre existirão e deve-se dar encaminhamento a eles, procurando resolvê-los de forma definitiva e não tomando medidas paliativas que somente acobertem o problema naquele momento, permitindo que mais tarde eles se repitam; Buscar ajuda e a participação de outras pessoas para ouvir suas opiniões sobre a questão e dividir as responsabilidades pelas decisões tomadas; Criar um ambiente de trabalho onde haja respeito e confiança entre os membros da equipe escolar, assegurando condições para o alcance dos objetivos. Por isso, deve definir e distribuir tarefas dando total apoio às pessoas que trabalham em sua equipe e lembrando-se sempre de que um bom relacionamento é a base para uma boa gestão; Ser um defensor da educação. Acreditar no modelo de ensino, nas práticas educacionais e no sistema de educação como um todo; Ter liderança democrática e capacidade de mediação. Saber ouvir a todos, dividir responsabilidades e ser capaz de mediar conflitos e oposições. Somente assim é possível construir uma gestão democrática e participativa. 4 O papel de animador do meio social: Tomar parte ativa na Associação de pais e Mestres; Ter espírito ético e solidário. Conduzir suas atribuições sempre respeitando os princípios éticos, com imparcialidade; Ter isenção, mas sem ser ausente e distante dos acontecimentos. Também deve promover que todos na escola também respeitem estes princípios. Assegurar a ligação da escola com as autoridades locais;

16 16 Ser conhecedor da realidade da escola. O diretor precisa conhecer, não apenas a escola internamente, mas a comunidade envolta da escola. Entender o contexto da sociedade em que a escola está inserida, conhecer o meio onde os alunos vivem, entender suas famílias e descobrir os problemas que cercam a escola e também os pontos positivam existente envolta dela; Saber que tudo que acontece fora da escola acaba exercendo influência dentro dela; Estimular permanentemente a ligação entre escola e o meio; Ter credibilidade na comunidade e, para isso, precisa ser uma pessoa que transmita credibilidade, quer na sua conduta profissional, como pessoal e até mesmo na familiar. As pessoas, na maioria das vezes, avaliam o comportamento do diretor da escola com o comportamento que ele apresenta na vida social. Portanto, é de se esperar que a pessoa que venha a ser diretor de uma escola, seja uma pessoa de credibilidade junto a comunidade que ele representa. De acordo com Valerien (2001), diante das atribuições do diretor, retirado do regimento do Estado do Pará, pode-se perceber que, a legislação não pode prever tudo, assim, o diretor escolar não é somente o representante, a autoridade, encarregado de fazer respeitar a legislação, mas é também um animador, dotado de qualidades pessoais, possuindo o sentido das relações e da responsabilidade. É imprescindível o conhecimento dos textos legais e sua correta aplicação constitui responsabilidade do diretor. Como a legislação não contempla todos os acontecimentos de uma escola e nem regulamenta tudo, fica a cargo do diretor saber gerir os conflitos, administrando da melhor maneira possível todos os recursos humanos e materiais da escola. Ainda dentro deste eixo temático, conforme Luck (2000), é preciso ressaltar que a administração da escola constitui em uma área de atuação decisiva no processo educativo, tendo em vista sua posição de influência e liderança sobre todas as atividades desenvolvidas na escola.

17 17 É preciso conhecer, analisar e controlar o que se passa dentro da escola e direcionar as inovações necessárias ao bom desempenho de suas funções. É preciso examinar a escola por meio de uma concepção sistêmica. A escola constitui se em um conjunto de elementos, como pessoas que exercem diferentes papéis, estrutura de relacionamento, ambiente físico, etc. que interagem e se influenciam mutuamente no ambiente de trabalho. Portanto, quando se pensar em algum setor da escola, deve-se pensar também em suas relações com os demais setores, bem como com a comunidade. Todas as posições e medidas tomadas devem ser examinadas, só assim poderão ter melhores condições de ação coordenada e eficaz. Quanto maior e melhor for o entendimento das funções e condições de funcionamento das partes do sistema e de como interagem, maiores serão as probabilidades de se tirar vantagens de seus esforços e resultados, ou seja, é preciso que cada funcionário da escola saiba qual é a sua função, mas todas as funções têm uma interdependência. Diante disso, há de se pensar na divisão do trabalho escolar que corresponde ao agrupamento de funções, seguindo determinados critérios, de forma a permitir que a carga total de trabalho seja desempenhada satisfatoriamente pelas pessoas disponíveis para seu desempenho com o conhecimento específico e com competência. Dessa maneira é que se determinada a pessoa ou o conjunto de pessoas que recebem a incumbência de uma parte do processo de ensino-- aprendizagem, outra de outra parte, e assim sucessivamente. Qualquer papel social é determinado por uma série de fatores, uns de maior impacto que outros, dependendo das circunstâncias. Esses fatores interferentes são, por exemplo, a avaliação das necessidades e características da escola, a quantidade e formação dos seus recursos humanos, a expectativa mantida por pessoas que participam do mesmo sistema social, a própria concepção do papel pelo seu ocupante. Os papéis são analisados ao nível de generalização. Sua tradução em desempenho ocorre na medida em que os ocupantes das posições percebem o seu papel da mesma forma e as pessoas ocupando papéis circunstantes mantêm expectativas correspondentes.

18 18 Diante dessas perspectivas, vale ressaltar ainda mais sobre a importância do papel do diretor escolar, uma vez que são muitas as suas atribuições. É do diretor da escola a responsabilidade máxima quanto à consecução eficaz da política educacional do sistema e desenvolvimento pleno dos objetivos educacionais, organizando, dinamizando e coordenando todos os esforços nesse sentido, e controlando todos os recursos para tal. Devido a sua posição central na escola, o desempenho de seu papel exerce forte influência (tanto positiva, como negativa) sobre todos os setores e pessoas da escola. É do seu desempenho e de sua habilidade em influenciar o ambiente que depende, em grande parte, a qualidade do ambiente e clima escolar, o desempenho do seu pessoal e a qualidade do processo ensino-aprendizagem. Para Luck (2000), a fim de desincumbir-se do seu papel, o diretor assume uma série de funções, tanto de natureza administrativa, quanto pedagógica. Do ponto de vista administrativo, compete-lhe, por exemplo: Organização e articulação de todas as unidades componentes da escola; Controle dos aspectos materiais e financeiros da escola; Articulação e controle de recursos humanos; Articulação da escola-comunidade; Articulação da escola com nível superior de administração do sistema educacional; Formulação de normas, regulamentos e adoção de medidas condizentes com os objetivos e princípios propostos; Supervisão e orientação a todos aqueles a quem são delegadas responsabilidades. Do ponto de vista pedagógico, é de sua alçada, por exemplo: Dinamização e assistência aos membros da escola para que promovam ações condizentes com os objetivos e princípios educacionais propostos;

19 19 Liderança e inspiração no sentido de enriquecimento desses objetos e princípios; Promoção de um sistema de ação integrada e cooperativa; Manutenção de um processo de comunicação claro e aberto entre os membros da escola e entre a escola e a comunidade; Estimulação à inovação e melhoria do processo educacional. De acordo com Luck (2000), quanto maior for a escola e mais complexo for o seu ambiente, mais árdua se torna a tarefa do diretor para desincubir-se do seu papel. Assim é que se promove em escolas de tamanho médio e grandes a subdivisão das funções interessantes à posição do diretor e a possibilidade de o mesmo delegar a execução de várias delas a outras pessoas, notadamente ao supervisor escolar. De qualquer forma, conforme Gutierrez & Catani (1998), a atuação do diretor é essencialmente contraditória e difícil. Por um lado, o diretor é considerado a autoridade máxima no interior da escola, e isso, daria a ele grande poder e autonomia, mas por outro lado, ele acaba se constituindo, de fato, em virtude de sua condição de responsável último pelo cumprimento da Lei e da Ordem na escola, em mero preposto do Estado. O diretor deve ter competência técnica, conhecimentos, métodos e princípios fundamentais para uma moderna administração dos recursos da escola, mas por outro lado falta autonomia em relação aos escalões superiores e a precariedade das condições concretas em que se desenvolvem as atividades no interior da escola. Segundo Gutierrez & Catani, fala-se que o problema está na falta de administração de recursos, mas o que acontece é justamente, em muitos casos, a falta de recursos. De acordo com Demo (2002), faz-se pertinente falar da questão da escolha democrática dos dirigentes escolares. Em si, trata-se de conquista sem retorno, porque deve ser possível a democracia neste tipo de escolha. Se a escola está inserida no contexto da instrumentação da cidadania, democracia deve ser parte

20 20 integrante. Todavia, existe problema crucial a ser superado, para não implantar o democratismo. Um dirigente de escola não pode apenas ser bem eleito, precisa ainda de competência técnica, como já foi mencionado. Ainda, segundo o mesmo autor mencionado anteriormente, é mister levar-se em conta que, na atual circunstância legal, as autoridades como Prefeito, Governador e Secretários de Educação têm legitimidade para indicar, porque faz parte do mandato conquistado nas urnas. É necessário mudar a legislação, não para estabelecer mecanismos democratistas que depõem contra a escola e os professores, mas para equilibrar qualidade formal e política. Para Demo (2002), o acesso a cargos de direção precisa se submeter-se a alguma forma de tirocínio concursos, exame, prova para, a seguir, abrir espaço para a mobilização pertinente que inclua a comunidade, e o papel principal do dirigente de escola não é a administração física, mas a promoção da qualidade da educação.

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