ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIA DO MOVIMENTO HUMANO

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1 FACULDADE DE EDUCAÇÃO, SAÚDE E MEIO AMBIENTE FAEMA ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIA DO MOVIMENTO HUMANO A CONCEPÇÃO DE PROFESSORES FORMADOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA QUANTO À INCLUSÃO DA DANÇA NO PLANEJAMENTO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ENSINO FUNDAMENTAL MARCIO TEIXEIRA DA SILVA MONOGRAFIA DE PÓS GRADUAÇÃO - ESPECIALIZAÇÃO PIMENTA BUENO RONDÔNIA 2009

2 2 MARCIO TEIXEIRA DA SILVA A CONCEPÇÃO DE PROFESSORES FORMADOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA QUANTO À INCLUSÃO DA DANÇA NO PLANEJAMENTO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ENSINO FUNDAMENTAL Monografia de pós - graduação apresentada ao departamento de Educação Física, da Faculdade de Educação, Saúde e Meio Ambiente - FAEMA, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Ciência do Movimento Humano. Orientador: Prof. Ms. Ramón Núnez Cárdenas. PIMENTA BUENO RONDÔNIA 2009

3 3 MARCIO TEIXEIRA DA SILVA A CONCEPÇÃO DE PROFESSORES FORMADOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA QUANTO À INCLUSÃO DA DANÇA NO PLANEJAMENTO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ENSINO FUNDAMENTAL BANCA EXAMINADORA AVALIADORES Nota Nota Nota Média Final

4 4 DEDICATÓRIA Aos nossos pais que deram a nós condições e estrutura emocional para chegarmos até aqui. Aos nossos familiares por terem compreendido a nossa distância, mesmo nos momentos que estávamos aos seus lados.

5 5 AGRADECIMENTOS À nosso Criador, por tudo o que tem nos dados, principalmente pela nossa saúde física e mental. A meu orientador, Ramon Núnez Cárdenas, por ter aceitado me acompanhar ao longo desta jornada, me proporcionando um conhecimento ímpar, pois ele é a dança, a música e a paz em pessoa. A todos professores, por terem compreendido a essência do que aqui apresentamos, assim como por contribuírem com a nossa carreira, por terem nos incentivado no momento crucial deste trabalho que é a hora da apresentação, do decurso final. Aos professores que nos acompanharam ao longo do curso, e aqueles que por motivos diversos não permaneceram ao nosso lado, pois todos deixam um pouco de si para a nossa turma. A todos os membros da FAEMA, que participaram direta ou indiretamente da nossa vida acadêmica.

6 "Toda dança é uma espécie de roteiro febril, um gráfico do coração." (Martha Graham) 6

7 7 RESUMO Trabalhando com a dança, nesta pesquisa, pode-se conhecer parte do que pensam professores de Educação Física e também alunos, sobre a inclusão da dança como parte integrante do currículo escolar. Feito a pesquisa com 5 professores de Educação Física e 370 alunos de 3 escolas estaduais do município de Cacoal/RO, pôde-se ter uma visão ampla, alcançando o objetivo da pesquisa: verificar A CONCEPÇÃO DE PROFESSORES FORMADOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA QUANTO À INCLUSÃO DA DANÇA NO PLANEJAMENTO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ENSINO FUNDAMENTAL, nas escolas estaduais de Cacoal/RO. Percebeu-se que a dança não é trabalhada nas escolas no ensino fundamental como conteúdo programático, mas em datas comemorativas e que os professores acreditam ser importante à dança na escola para o desenvolvimento motor e social da criança. Percebeu-se também que a maioria dos alunos gosta de dançar e quais são seus ritmos preferidos. Este trabalho só foi possível por sua natureza exploratória e descritiva, com pesquisa de campo por meio de questionários. Esta pesquisa resultou na percepção da necessidade do conteúdo de dança no planejamento das escolas estaduais de Cacoal, Rondônia. Palavras-chaves: Dança; Educação Física; Motivação.

8 8 ABSTRACT Working with the dance, in this research, we can know of what they think physical education teachers and also students, regarding the inclusion of dance as part of the curriculum. Doing research with 5 physical education teachers and 370 students in 3 public schools in the city of Cacoal / RO, we could have a broad vision to the goal of the research: check DESIGN TEACHER GRADUATES IN PHYSICAL EDUCATION FOR INCLUSION OF DANCE LESSONS IN PLANNING OF PHYSICAL EDUCATION FOR ELEMENTARY, in state schools Cacoal / RO. It was felt that the dance is not worked in schools as elementary school syllabus, but in celebrations and that teachers believe is important to dance at the school in developing motor and social development. We also noticed that most students like to dance and what are your favorite tunes. This work was made possible by its nature exploratory and descriptive, with field research using questionnaires. This research resulted in the perception of the need of the content of dance in the planning of the state schools of Cacoal, Rondônia. Keywords: Dance, Physical Education, Motivation.

9 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Contextualização Histórica Problematização Justificativa Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Questões de Pesquisa REVISÃO LITERÁRIA Dança Contemporânea e Dança Moderna A Dança nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) Dança na Escola A Importância da Dança na Escola MOTIVAÇÃO Motivação nas aulas de Educação Física METODOLOGIA Tipo da Pesquisa Campo de Ação Caracterização da População em Estudo Amostragem Instrumento de Coleta de Dados Resultados e Análise dos Dados Procedimentos da Pesquisa APRESENTAÇÃO, DISCUSSÃO E ANÁLISE DOS DADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICES Apêndice A Apêndice B Apêndice C Apêndice D Apêndice E... 66

10 10 GRÁFICOS RESULTADOS DOS QUESTIONÁRIOS APLICADOS AOS PROFESSORES Gráfico 1:Gênero Gráfico 2: Faixa etária Gráfico 3: Formação Superior Gráfico 4: Tempo de atuação como professor(a) Gráfico 5: Importância da dança na escola Gráfico 6: Dança incluída no planejamento Gráfico 7: Dança no ensino escolar Gráfico 8: Opinião sobre ser trabalhada a dança como conteúdo programático da escola Gráfico 9: Benefícios da dança para a educação escolar Gráficos 10 e 11: Importância do trabalho conjunto do professor de classe com o profissional de Educação Física no Ensino Fundamental Gráfico 12: Dança na prevenção de doenças RESULTADOS DOS QUESTIONÁRIOS APLICADOS AOS ALUNOS Gráfico 1: Gênero Gráfico 2: Participação nas aulas de Educação Física Gráfico 3: Dança nas aulas de Educação Física Gráfico 4: Ritmo que mais gosta de dançar... 54

11 11 1 INTRODUÇÃO A dança contribui para a formação do indivíduo enquanto ser sociável e para o desenvolvimento motor e cognitivo. Na procura pela valorização desta atividade, apresenta neste trabalho uma pesquisa voltada para a concepção de professores que atuam em escolas públicas estaduais de Cacoal/RO, preocupando-se em identificar fatores que contribuam com uma possível implantação da dança nos currículos escolares. Desta forma, que seja a Educação Física mentora destas atividades, levando o aluno a conhecer e dominar o seu corpo, em prol de uma vida com mais qualidade. A pesquisa realizada com 05 professores de Educação Física e 370 alunos contribuiu para conhecer a concepção destes que leva a identificação da melhoria da auto-estima, o auxílio na socialização dos alunos, a transmissão de valores, o desenvolvimento motivacional e motor como benefícios da prática da dança nas escolas. E como a dança evoluiu através dos tempos, a escolha do ritmo adequado, poderá fazer com que participação dos alunos nessas aulas seja igual ou maior que nas aulas com jogos e outras brincadeiras. Para que haja uma integração entre professores de Educação Física e professores de classe são necessários que sejam desenvolvidos projetos, planejamentos interdisciplinares entre estes, interagindo, trocando experiências. Assim, deve-se ao professor de classe uma compreensão adequada do que é e qual a importância da Educação Física de modo geral, para que haja realmente uma

12 12 junção de forças para que o aluno tenha uma aprendizagem de qualidade voltada para a realidade em que este aluno está inserido. Assim, defende os Parâmetros Curriculares Nacionais, assim se defende nesta pesquisa. 1.1 Contextualização Histórica A história da dança é muito antiga como também a música, são elos muito fortes, pois uma sempre dependeu da outra. O homem, desde a época primitiva se manifestava através de sons, expressão corporal ou para exteriorizar algum sentimento. Ao estudar a vida de diferentes povos, desde as civilizações mais antigas até as atuais, comumente se encontra o jogo, o desporto e a dança, como formas de manifestações culturais e de educação das crianças. O homem dança, impulsionado por qualquer tema e em qualquer ocasião. Com tudo isto se pode dizer que a dança foi evoluindo através dos tempos chegando ao mundo contemporâneo (FAHLBUSCH, 1990). A dança remonta a tempos imemoriais, pré-históricos, e é tão velha como a própria vida humana. Desde as primeiras manifestações de comunhão mística do homem com a natureza misteriosa, nasceu à dança, como expressão espontânea e dinâmica das emoções primitivas do Homo Sapiens. A dança ritmo nesta época préhistórica é uma espécie de pré-arte a base emocional e vital para a futura arte da dança. A dança, como toda atividade humana, sofreu modificações através dos tempos, até chegar ao que ela é hoje. E é essa dança que temos hoje é que devemos levar para as escolas, por isso o trabalho apresentado nesta produção acadêmica.

13 Problematização A intenção de tornar real a dança na escola e não deixar que ela apareça apenas em datas comemorativas é fazer com que ela seja parte do conteúdo programático e utilizar essa atividade para a contribuição integral dos nossos alunos. É preciso criar, em cada aula, diferentes oportunidades de contato com a atividade lúdica, para fazer presente o principal objetivo que é o prazer de dançar. É comum encontrar nas escolas currículos da disciplina de Educação Física, na qual constam diversos tipos de jogos e atividades afins, mas sem constar a dança. Ciente de que a dança contribui para o desenvolvimento motor da criança, torna-se necessário um trabalho de identificação e conscientização da importância desta atividade no desenvolvimento da criança. Uma das maneiras de introduzir a dança na escola é através das brincadeiras de rodas que nesta fase do desenvolvimento da criança, é muito importante, pois auxiliará o professor a trabalhar dança na escola com mais facilidade. O brincar de roda ou cirandar sempre alegrou as crianças em qualquer época e em todos os países. É a brincadeira mais completa do ponto de vista pedagógico, onde a criança desenvolve-se integralmente ao ritmo de danças ingênuas, sendo que o canto e a música são as formas mais expressivas da manifestação da alma infantil. E com a evolução da dança, muitos ritmos foram surgindo. Isso nos dá uma grande quantidade de ritmos que podem ser trabalhados nas escolas. Com a escolha certa, a participação dos alunos nessas aulas poderá ser igual ou maior que nas aulas com jogos e outras brincadeiras.

14 14 Com base nisso, queremos saber se nas escolas estaduais da área urbana do município de Cacoal, a dança está incluída como conteúdo programático de Educação Física. Diante do exposto, pergunta-se: Qual a concepção de professores formados em Educação Física quanto à inclusão da dança no planejamento das aulas de Educação Física no Ensino Fundamental nas Escolas Estaduais de Cacoal/RO? 1.3 Justificativa Problemas de desenvolvimento motor, com freqüência são diagnosticados em alunos das séries iniciais. Pensando em uma alternativa que haja desenvolvimento motor, percebeu-se que a dança pode ser uma boa solução, sendo que a dança não é só movimento, mas também um pensamento, uma arte, uma cultura que se dá através de um processo de corpo e mente. Acredita-se que as aulas de dança envolvem o aluno e o ambiente, fazendo com que busquem novas possibilidades de movimentos contextualizando com sua realidade, trocando informações com os colegas, solucionando problemas propostos, fazendo relações, e conseqüentemente, gerando conhecimento. Assim as aulas de Educação Física será um espaço para que os indivíduos passem a fazer parte de uma sociedade mais aberta a arte. Além de envolver o aluno em outras atividades nas aulas de Educação Física, através da dança, pode-se tornar os alunos mais participativos nas aulas, pois eles terão uma motivação a mais para participarem das aulas de Educação Física. Motivação essa que pode ser desenvolvida através da escolha do ritmo certo ou o que eles mais gostem de dançar.

15 15 Estudiosos como Barufi (2001), Claro (1995), Camargo (1994), Fahlbusch (1990), Gaspari (2002), Laban (1990), Leal (1998), Marques (1997), Moreira (2003), Nanni (2001), Paiva (2000) e Verderi (2000) são enfáticos ao dizerem que a dança é uma das atividades físicas que mais contribui para o desenvolvimento cognitivo, e destas leituras surgiu o desejo de contribuir com o estudo acerca do tema. 1.4 Objetivos Objetivo Geral Identificar a concepção de professores formados em Educação Física e dos alunos quanto à inclusão da dança no planejamento das aulas de Educação Física no Ensino Fundamental nas Escolas Estaduais de Cacoal/RO Objetivos Específicos a) Verificar a concepção de profissionais formados em Educação Física, quanto à inclusão da dança nas aulas de Educação Física. b) Constatar a concepção que os alunos tem da dança e o que acham da sua inclusão nas aulas de Educação Física. c) Analisar e comparar o desenvolvimento motivacional dos alunos nas aulas de Educação Física.

16 Questões de Pesquisa a) Qual a concepção dos profissionais formados em Educação física, quanto à inclusão da dança nas aulas de Educação Física? b) Qual a concepção que os alunos tem da dança e o que acham da sua inclusão nas aulas de Educação Física? c) Qual o resultado da análise e comparação do desenvolvimento motivacional dos alunos nas aulas de Educação Física?

17 17 2. REVISÃO DA LITERATURA A criança é um ser dinâmico, com múltiplas habilidades físicas e indagações naturais, utilizando as habilidades motoras para expandir seu ser. O movimento é de vital importância para o desenvolvimento da criança, é de tal forma inerente à sua vida, à sua infância que o movimento está relacionado ao seu crescimento, desenvolvimento e funções mentais, contribuindo para um crescimento ímpar. Psicólogos, pesquisadores, professores de diversos campos educacionais, particularmente a área de Educação Física tem se voltado para o aperfeiçoamento de programas de atividades motoras da 1ª infância. Teorias e experiências comprovam a necessidade de promover experiências em aprendizagem motora para estimular o desenvolvimento mental da criança. Para Nanni (1995, p.40) As atividades de dança deverão ser combinadas com a música, às artes em geral, às ciências, à matemática, a outras linguagens artísticas. Os movimentos básicos e as habilidades motoras fundamentais quando desenvolvidas sob o aspecto lúdico são mais alegres onde a criança aprende a liberar seus movimentos e expressar suas emoções pela exploração do movimento, de suas ações, do espaço, do tempo e do ritmo. A interdisciplinaridade da Dança tem como objetivo oferecer oportunidade da criança mover-se; aprender por meio dos movimentos; ser criativo através dos

18 18 movimentos; aprender modelos e ritmos dos movimentos; manipular o corpo em relação à dimensão espaço-tempo, aprender a relacionar com o outro e com o mundo. Para entender a contextualização da dança nos dias atuais, buscou-se referência teórica através da sua evolução ao longo dos tempos para que fosse possível aprofundar numa pesquisa de campo. Neste contexto Leal (1998, p.13) argumenta que: Desde os primórdios o ser humano tem necessidade de movimentar-se, desde que o homem surgiu que, mesmo sendo de forma rudimentar, ele dança. Seja para reverenciar seu Deus, seja para atrair a chuva, para saudar o sol ou espantar os maus fluidos. A dança remonta a tempos imemoriais, pré-históricos, e é tão velha como a própria vida humana. Desde as primeiras manifestações de comunhão mística do homem com a natureza misteriosa, nasceu à dança, como expressão espontânea dinâmica das emoções primitivas do Homo Sapiens. A dança ritmo nesta época préhistórica é uma espécie de pré-arte a base emocional e vital para futura arte da dança. Nos primórdios o homem dançava para os deuses e em harmonia com a natureza, para conseguir atingir um objetivo ou simplesmente agradecer, e pela alegria de viver neste rito que não deveria desaparecer, por exprimir o desejo mais profundo irresistível da natureza humana: a dança proporcionava o êxtase. Este sentido da dança como força mágica, esteve em todos os acontecimentos individuais ou coletivos do homem primitivo que viveu em comunhão mística com a natureza e pouco a pouco se esvaiu no espaço. Deixou-se de lado fazer prece através da dança, perdeu-se a necessidade íntima em exprimir coreograficamente, todas as nossas emoções, nossos sonhos e até mesmo as nossas idéias. As antigas civilizações acreditavam que todo

19 19 movimento superior ao natural e sobre humano e originário da dança, tinham uma noção sagrada. Por isso o respeito, a adoração pela dança. O êxtase dançante acompanhou as próprias religiões através de milênios, o cristianismo na sua fase primitiva e livre ressoa hinos de alegria e de reconhecimento à dança, os santos da igreja, como por ex: São Basílio, dizia que a única ocupação dos anjos no céu consiste em dançar, e bem feliz, são aqueles que podem imitá-los na terra dançando. A dança como toda atividade humana sofreu o destino das formas sociais dos homens, à medida que a civilização segue a sua marcha histórica e que o homem se afasta progressivamente do seio da natureza a dança perde a sua potência mágica. A fé ingênua espiritual que justificava a própria essência e a forma espontânea da dança foi extinta pela evolução religiosa e arquivada ao domínio dos preconceitos e superstições. Pois ao longo da história podemos ver que o pensamento de uma sociedade leva tempo para mudar, e o que podemos fazer é lutar para mostrar que dança não é só movimento, mas também um pensamento; que se dá através de um processo de corpo e mente, assim talvez, daqui a alguns anos nossas crianças façam, entendam e reflitam arte. E façam com que a dança cumpra um de seus objetivos que é formar cidadãos. Com envolvimento da civilização a dança tornou se parte da cultura folclórica, expressando distinções éticas e convicções nacionalistas. Em tempos mais modernos, assumiu muitas formas e muitas técnicas, e com a ação embelezadora selecionada e organizada surgiu à probabilidade de arte. E como forma de arte, tornou-se a expressão consciente da interpretação do artista, uma linguagem especial. Assim, dançar é transmitir um certo estado de espírito, uma maneira de se ver e de ver o mundo, de sentir plenamente seu corpo e o utilizar para conhecer outros sentimentos e sensações (FAHLBUSCH, 1990, p.13). As aulas de dança envolvem o aluno e o ambiente, fazendo com que busquem novas possibilidades de movimentos contextualizando com sua realidade,

20 20 trocando informações com os colegas, solucionando problemas propostos, fazendo relações, e conseqüentemente, gerando conhecimento. Durante os anos a arte vai ganhando valor e em 1997 entra, finalmente, nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), como podemos ver a arte é nova dentro da educação; ela foi tratada como uma atividade a mais para distrair as crianças e não como área de conhecimento. E a dança é mais nova ainda. A dança em si, não deveria ser vista apenas como forma de arte e de movimentos harmoniosos, mas também como algo para disciplinar, transformar, educar, de conscientizar e de promover a sociabilização. No contexto atual, não se tem notícia de que seja comum a inclusão da dança como disciplina no planejamento das aulas de Educação Física das escolas públicas no Ensino Fundamental. É notório, que a dança ajuda a aumentar a autoestima de seus praticantes, bem como na correção de fatores físicos como o postural, auxiliando no desenvolvimento das capacidades perceptivas motoras e na formação de um auto-conceito. Sendo assim, estes benefícios poderão influenciar de forma direta ou indireta nas outras disciplinas existentes no conteúdo programático. Para Laban, (1990, p. 26), [...] a experiência na qual a criança dá livre curso, em sua maior parte, aos movimentos repetitivos similares aos da dança quando está inquieta ou desocupada, levam alguns a crer que a criança deve manter-se ocupada em alguma atividade útil, a fim de evitar a excitação sem sentido dos saltos rítmicos. O resultado é que a criança realiza cada vez mais movimentos isolados que nunca estão equilibrados pelo que poderíamos chamar de uma imersão no fluxo do movimento. Tal imersão é como um banho refrescante de dupla importância: limpa e dá prazer. O ensino da dança nas escolas deve proporcionar a oportunidade de gozar deste banho refrescante que é pelo menos tão importante quanto à própria natação. Assim como nesta última o instrutor não se limitará a jogar a criança na água, mas lhe ensinará uma técnica adequada, assim também o professor de dança procurará

21 21 um procedimento que permita complementar o impulso natural da criança e ampliar seu raio de ação. A pesquisa dos movimentos através da Dança, na medida em que permite compreender e identificar as estruturas e significados das diferentes manifestações da cultura corporal e movimentos, tentando desvelar a importância dos sentidos e significados para vida do ser e para as suas relações culturais e sociais historicamente estabelecidas e ser hoje um porte efetivo à Educação (NANNI, 1995). Por tudo isso, justifica-se a realização deste estudo em função de ter buscado referências sobre a dança como fator social e de valorização do aluno, possibilitando assim na melhoria dos aspectos físicos, mental e social. Contribuindo, também com a escola, proporcionando maior conhecimento sobre este tema Dança Contemporânea e Dança Moderna Muitos consideram que a dança contemporânea é tudo aquilo que se faz hoje dentro dessa arte, não importando o estilo, a procedência, os objetivos, ou a forma. Esta palavra ainda hoje é usada para definir ou caracterizar um estilo de dança-teatro onde a dança é apenas um dos segmentos e não mais a razão primeira do espetáculo. Já a dança moderna é considerada por muitos como a dança de ontem, ultrapassada, afastada da realidade atual, tanto na utilização especial, quanto na forma de seus movimentos, como em suas técnicas coreográficas. Hoje já se realizam Concursos e/ou Festivais de dança onde a dança contemporânea e a dança moderna são apresentadas como modalidades distintas (CONCEPÇÃO, 2005).

22 22 a) Contemporâneo significa o que é do mesmo tempo, no caso presente, o que é da nossa época. b) Moderno significa atualidade, ou que está mais próximo da atualidade. c) Assim sendo Fahlbusch (1990, p.69) afirma que, Não existem duas modalidades distintas dentro dessa escola de dança. O que existe é Dança Moderna, que é a dança do século XX, dança da atualidade, a diferença se situa no aspecto coreográfico. A dança moderna pode-se dividir em dois aspectos de expressão coreográfica: a) A dança de expressão contemporânea que é a forma coreográfica que reflete o período no qual ela foi criada. É a manifestação do mundo e do tempo no qual o coreógrafo vive. Sua abordagem é calcada em fatos ou acontecimentos marcantes de um período, quer seja de âmbito político, social, religioso, etc., os quais são retratos, muitas vezes, como forma de protesto. b) E dança de expressão moderna que é a forma coreográfica que reflete as intenções do coreógrafo, quer seja no plano psicológico, emocional, etc. Portanto, dança moderna é tudo o que foi feito dentro dessa escola de dança desde Duncan até os dias de hoje (FAHLBUSCH 1990). Segundo Assumpção (2005) Duncan trouxe uma nova técnica, buscando nos fenômenos da natureza os modelos de movimento que formavam sua dança. Para ela, era um momento de contato com a vida. Acreditava que a dança tinha o poder da comunicação e comunhão e que ela possuía a missão de fazer da dança a liberação do ser.

23 23 Ducan costumava dizer que a dança é à base de toda uma concepção de vida mais flexível, mais natural. Não são passos predeterminados, mecânicos é claro que são necessários para um treinamento, mas só para um treinamento. Os passos são meios, e não o fim. Não deixou uma escola ou uma doutrina, simplesmente trouxe o início de uma nova geração da dança, a dança moderna (CONCEPÇÃO, 2005). A dança está conseguindo aos poucos conquistar seu espaço, mostrando assim que não é dançar só por dançar, é muito mais do que isso é mostrar que dança na escola é algo tão necessário como também a parte de esportização, ela será um complemento a mais na educação das crianças. Sobre tal fato, Verderi (2000, p.57 e 58) através das atividades de dança pretende que a criança evolua quanto ao domínio de seu corpo, desenvolvendo e aprimorando suas possibilidades de movimentação. Descobrindo novos espaços, novas formas, superação de suas limitações e condições para enfrentar novos desafios quanto aos aspectos motores, sociais, afetivos e cognitivos. Ainda prepondera nos discursos e comentários de muitos de nossos professores (as) a idéia de que a dança na escola é bom pra relaxar, para soltar as emoções, expressar se espontaneamente e não são poucos os diretores (as) que querem atividades de dança na escola para conter a agressividade ou acalmar os alunos (as). Ou seja, a dança torna-se um ótimo recurso para se esquecer dos problemas (esfriar a cabeça) e, para usar um termo em voga, prevenir contra o stress (MARQUES, 1997, p. 22). Esta autora segue ainda falando sobre os benefícios da dança, tais quais: melhorar a auto-estima e a coordenação motora. Porém a dança tem um conteúdo que é próprio e que nenhuma disciplina mais provém, é sem dúvida, a consciência dos movimentos corporais. Quanto à consciência dos movimentos corporais:

24 24 Na dança, mergulhamos no processo mesmo da ação, enquanto em outras atividades, seja no âmbito do esporte ou do trabalho, nossa atenção se centraliza principalmente nas conseqüências práticas do movimento. Embora as seqüências de movimento de todas as atividades físicas exijam o esforço específico da pessoa que se move, nesta última, a consciência do processo dá lugar a sua concentração no âmbito externo. Quando criamos e nos expressamos por meio da dança, quando executamos e interpretamos seus ritmos e formas, preocupamo-nos exclusivamente com o seu material, que é o próprio movimento (LABAN, 1990, p. 108). O movimento na dança pode ser definido como mudanças de posição de todo o corpo no espaço ou de alguns segmentos com relação a outros; e percurso de movimento como trajetória espaço-temporal objetiva e precisa desse movimento. 2.2 A Dança nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) consistem em documentos elaborados pelo Ministério da Educação Brasileiro com intuito de orientar o trabalho dos professores do ensino fundamental (do 1º ao 9º ano) e do ensino médio (1º ao 3º colegial). A dança faz parte do conteúdo de atividades rítmicas e expressivas, que têm como característica comum à intenção de expressão e comunicação mediante gestos e a presença de estímulos sonoros como referência para o movimento corporal. Trata-se das danças e brincadeiras cantadas. Num país em que pulsam o samba, o bumba-meu-boi, o maracatu, o frevo, o afoxé, a catira, o baião, o xote, o xaxado entre muitas outras manifestações, é surpreendente o fato de a Educação Física ter promovido apenas a prática de técnicas de ginástica e (eventualmente) danças européias e americanas. A diversidade cultural que caracteriza o país tem na dança uma de suas expressões mais significativas, constituindo um amplo leque de possibilidades de aprendizagem (BRASIL, 1997, p.51). Todas as culturas têm algum tipo de manifestação rítmica e/ou expressiva. No Brasil existe uma riqueza muito grande dessas manifestações. Danças trazidas pelos africanos na colonização, danças relativas aos mais diversos rituais, danças

25 25 que os imigrantes trouxeram em sua bagagem, danças que foram aprendidas com os vizinhos de fronteira, danças que se vêem pela televisão. As danças foram e são criadas a todo tempo: inúmeras influências são incorporadas e as danças transformam-se, multiplicam-se (CONCEPÇÃO, 2005). O documento ainda acrescenta que o conteúdo dança é também trabalhado pelo professor de Artes na escola, e este conteúdo é mais amplamente discutido no PCN de Artes onde o profissional encontrará mais subsídios para desenvolver um trabalho de dança, no que tange aos aspectos criativos e à concepção da dança como linguagem artística (BRASIL, 1997, p.51). Este documento entende a educação física como cultura corporal, e dentre as produções dessa cultura corporal, algumas foram incorporadas pela Educação Física em seus conteúdos: o jogo, o esporte, a dança, a ginástica e a luta. Isso demonstra a importância da Educação Física para o aluno (BRASIL, 1997, p ). Os conteúdos da educação física no ensino fundamental, segundo os PCNs, são divididos em três blocos. São eles: Esportes, jogos, lutas e ginásticas; Conhecimentos sobre o corpo; e Atividades rítmicas e expressivas. È neste último que a dança está inserida como conteúdo a ser trabalhado na escola. 2.3 Dança na Escola Nunca ouvimos falar tanto em corpo como se fala hoje, novas ideologias de corpo, a sociedade investindo no corpo, a TV, mídia, a igreja, a moda, enfim, uma infinidade de investidores buscando lucro através do corpo. Corporeidade entrou na moda, porém, a maioria das pessoas não tem compreensão do próprio corpo e muito menos do que a sociedade está fazendo com ele.

26 26 A intenção é de tornar real a dança na escola fazendo-se deixar de ser um conteúdo-fantasma, que só aparecia em festinhas comemorativas e passar a ser uma proposta pedagógica a partir do momento em que utilizarmos suas atividades para a contribuição integral dos nossos alunos. Devemos fazê-la explodir como uma transteoria que, embalada no ritmo da música, propiciará a formação necessária para o aperfeiçoamento dos processos cognitivos, motor e sócio-afetivo e contribuir para o despertar do interesse por parte dos alunos no processo educacional. Afinal onde não há interesse, não há aquisição de conhecimentos (VERDERI, p.33 e 34). É preciso criar, em cada aula, diferentes oportunidades de contato com a atividade lúdica, para fazer presente o principal objetivo: o prazer de dançar, independente da criança ou o adolescente vir a ser um bailarino profissional. Sua importância não é compreendida como essencial o que faz os educadores em dança tornar-se advogados para defender o valor do seu trabalho, disseminando a necessidade da dança nos currículos escolares. Deve-se sempre discutir e refletir sobre esta importância para que a dança possa se afirmar ainda mais em seu devido lugar. Proporcionar vivências positivas em dança, isto é, vivencias que não visem somente o virtuosismo técnico e o corpo perfeito, pois estas qualidades são restritas a poucos, porém onde todos tenham a possibilidade de dançar na frente e serem estimulados no que tem de melhor, pode ser um meio de intervir favoravelmente. Sborquia e Gallardo (2002, p.106) dizem que: Ao percorrer algumas escolas públicas observando aulas de Educação Física, puderam constatar que o tema da cultura corporal dança, dificilmente é trabalhado no contexto escolar. Quando eventualmente é trabalhado este conhecimento, é com finalidade de apresentações em dias comemorativos da escola, e as aulas de Educação Física tornam-se um espaço para estes ensaios. Geralmente se reproduzem às danças pela mídia sem análises e contextualização, e o professor de Educação Física não percebe as implicações que essas ações provocam na educação da sociedade. Para Valle (2005, p.09), A educação é direito de todos e todos têm o direito de conhecer a dança de uma forma séria, não só como decoração de programas de auditório e vídeos da MTV. A educação em dança é direito de todos e deve estar na escola. Ou seja, não é apenas para datas comemorativas.

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