Tradição e Inovação em Filosofia: Percurso de um Tema Filosófico

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1 Tradição e Inovação em Filosofia: Percurso de um Tema Filosófico Temas: OS DIREITOS HUMANOS O HOMEM O CIDADÃO A DEMOCRACIA O TRABALHO E A JUSTIÇA SOCIAL A LIBERDADE A LIBERDADE DE EXPRESSÃO (...) Tarefas a realizar: 1. Planificar o trabalho (será distribuído guião anexo 1) 1º momento de avaliação 2. Escolher pelo menos DOIS AUTORES/FILÓSOFOS (de épocas diferentes) e apresentar as tuas posições/teorias sobre o tema 3. Estabelecer comparações sobre o modo como os autores tratam o tema 4. Fazer uma apreciação crítica pessoal, das posições dos autores apresentando (se for esse o teu desejo) comparações com a contemporaneidade 5. Fazer um resumo escrito do trabalho para apresentar em aula - 2º momento de avaliação 6. Produzir o trabalho final, seguindo as instruções claramente expostas no documento Realizar um trabalho escrito - 3º momento de avaliação 7. Planear uma pequena apresentação em suporte digital, para apresentar à turma. ( a ser contemplada no 3º momento de avaliação) Nota: A leitura do documento já entregue Realizar um trabalho escrito - anexo 2 - é fundamental. Datas de Entrega: - 1º momento Fevereiro - 2º momento Março - 3º momento Abril (início do 3º período)

2 Avaliação: CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO FINAL ( 3º MOMENTO): Conteúdos (qualidade da pesquisa) Penalização por não cumprimento Estrutura e expressão escrita do prazo de entrega: Espírito crítico (capacidade de análise pessoal) 1 valor por dia de atraso sobre a Apresentação formal classificação final (na escala de 0 a 20)

3 ANEXO 1 Planificação do trabalho - Percurso de um Tema Filosófico ESCOLA SECUNDÁRIA... INTRODUÇÃO À FILOSOFIA Nome: Nº: Turma: 1. Tema 2. Autores seleccionados 3. Objectivos a atingir 4. Tópicos a tratar 5. Conceitos a clarificar: 6. Recursos/Bibliografia Observações:

4 ANEXO 2 MÉTODOS, TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS DE ESTUDO TEXTO DE APOIO REALIZAR UM TRABALHO ESCRITO INTRODUÇÃO A realização de um trabalho escrito escolar, quer por indicação do professor quer por iniciativa própria, é uma tarefa já habitual e na qual reconhecemos diversas utilidades: - permite obter mais informação sobre o tema; - permite treinar e melhorar capacidades de leitura e escrita; - exige um esforço pessoal de investigação que desenvolve a capacidade de ser cada vez mais autónomo no processo de aprendizagem (e, por isso mesmo, muitas capacidades e até informações obtidas numa determinada disciplina, podem tornar-se úteis noutras disciplinas). Ou, dito de outro modo, permite aprender a estudar sozinho, organizar e tirar proveito do que se estudou e saber apresentar a outros o produto do seu trabalho. Produzir um trabalho que temos de apresentar a alguém é um acto de pesquisa e de comunicação. É totalmente diferente realizar essa tarefa de modo anárquico e desorganizado ou com correcção, aplicando métodos e técnicas que nos ajudem a: - aprender a investigar melhor; - aprender a comunicar melhor; - tirar proveito, no futuro, desses processos de trabalho e da informação obtida; - e, já agora, obter melhor classificação no trabalho. De facto, nada impede que, quando estamos a fazer um trabalho escolar, mesmo ao nível da iniciação, o realizemos correctamente, tal como o faria um investigador experimentado. E aprender isso desde já ajuda a criar hábitos que nos facilitarão muito a vida no futuro. Este texto de apoio tem por objectivo ajudar nesse sentido. Está organizado de acordo com as principais etapas de realização de um trabalho escrito: definir o tema, elaborar o plano e calendário, pesquisar, redigir e apresentar o trabalho. Todas as normas referidas devem ser compreendidas e não aplicadas como regras rígidas ou impostas. Muito mais importante do que a sua aplicação exactamente como se indica ou sugere é a compreensão do porquê e para quê. 1. CLARIFICAR BEM O TEMA E O OBJECTIVO DO TRABALHO Há duas hipóteses. a) Tema imposto/proposto pelo professor. - Clarificar muito bem o que está a ser pedido e obter todos os esclarecimentos necessários para a execução do trabalho. Não iniciar o trabalho sem compreender bem os objectivos. - Perceber quais são os limites definidos pelo professor e qual é a nossa margem de manobra.

5 - Negociar as condições (tema, objectivo, prazo) logo de início e na medida do possível. b) Escolha do tema pelo aluno ou alunos. Manda o bom senso que se escolha um tema que se considere interessante e que esteja ao nosso alcance investigar. Perguntas que devemos fazer antes de nos metermos em trabalhos: - Gosto? Interessa-me? Penso que é útil e importante? - Tenho capacidade? - Existem fontes, materiais de apoio, acessíveis (já os vi, sei onde estão, compreendo-os, tenho condições para trabalhar com eles)? - Quanto tempo tenho? Até onde posso ir? Há dois erros muito comuns, normalmente com consequências graves, que os principiantes em investigação cometem: a) não se saber muito bem o que se quer (o que faz perder tempo ou, pior ainda, desfocar o trabalho, que acaba por ficar caótico); b) ter mais olhos que barriga, querer meter tudo dentro do trabalho e acabar por não tratar nada com profundidade ou com princípio, meio e fim. Quanto melhor definido e limitado estiver o tema, melhor se trabalha (e com mais segurança). E isto conduz-nos à necessidade de pensar muito bem no ponto seguinte. 2. ELABORAR UM PLANO E UM CALENDÁRIO Quando temos de ir a qualquer sítio, ajuda muito saber onde fica e qual o melhor caminho para lá chegar. Num trabalho de investigação, existe uma regra fundamental que nunca pode ser esquecida, em nenhum momento: nunca perder o sentido de orientação, sabermos sempre o que estamos a fazer e para onde vamos. É fundamental, antes de começar, ter uma visão geral do trabalho a desenvolver. Para isso é preciso fazer um plano de trabalho. Para ganhar tempo e eficácia. Não é possível fazer um plano sem fazer uma investigação geral e exploratória, que implica: - ter em conta o objectivo e tema centrais; - organizar e seleccionar materiais (eliminar o que não for importante ou compreensível); - não cair na tentação de querer ler tudo e dizer tudo; - organizar temas e subtemas segundo uma sequência lógica de ideias (definir tópicos importantes a tratar, fazer um primeiro esboço de índice ordenado do trabalho). Em suma, saber responder a si próprio: - que assuntos vou tratar (e como se articulam)? - que consultas vou fazer? - que tarefas vou desenvolver? - quanto tempo vou gastar?

6 A questão do prazo de entrega do trabalho Apresentar um trabalho dentro do prazo (que deve ser previamente definido com rigor e negociado entre professor e alunos) exige autodisciplina. Ao pensar no plano, deve igualmente definir-se um calendário. É boa ideia ver o filme ao contrário : 1. Qual é a data de entrega do trabalho? 2. Para atingir esse objectivo, quando devo terminar a redacção do trabalho (dar tempo para organizar bibliografia, índice, tratar da encadernação, etc.)? 3. Para atingir o objectivo anterior, até que data devo ter os materiais lidos e os apontamentos pessoais elaborados? 4. Para atingir o objectivo anterior, quando devo ter reunidos e seleccionados os materiais necessários à investigação? 5. Para atingir o objectivo anterior, até quando devo ter bem definido o tema e o plano da pesquisa? 3. PESQUISAR: RECOLHER E TRATAR A INFORMAÇÃO Não se faz um trabalho a partir do nada. É necessário recorrer a fontes de informação, que podem ser muito variadas: Internet, televisão, rádio, jornais e revistas, observação, entrevistas, etc. Para um trabalho de Filosofia, é natural que as fontes fundamentais sejam escritas, nomeadamente livros especializados, enciclopédias, dicionários (fontes bibliográficas). O professor que orienta o trabalho pode dar algumas indicações e devemos pedirlhe, sempre que necessário, mais orientações que nos facilitem a vida. Para a fase inicial do trabalho, em que pretendemos ter uma ideia geral sem aprofundar ainda, é útil utilizar o tipo de leitura global, para orientar e questionar (ver página dois do texto de apoio Melhorar o Tratamento da Informação Escrita ). Pode ser muito útil começar a consulta por obras ou textos que forneçam uma orientação geral para o tema (dicionários, enciclopédias, manuais). O registo da informação Os investigadores utilizam o sistema de fichas de leitura (em computador, em fichas de cartolina, em folhas de dossier ), que consiste em fazer o registo do que se leu por temas (um tema por ficha). É o melhor processo, embora mais trabalhoso e demorado. Quando estamos a fazer investigação na nossa área de interesse, o tempo que se perde no início é ganho mais tarde, porque vários anos depois podemos consultar organizadamente os nossos próprios apontamentos. Mesmo que não se organizem fichas de leitura, é muito importante registar as nossas consultas de modo organizado, de acordo com os assuntos ou temas que definimos no plano prévio. Não misturar ideias e temas diferentes na mesma folha. Facilita muito a execução do trabalho final. Há dois processos de registo: a. Transcrição: copiar o texto (neste caso deve-se pôr entre aspas e citar muito rigorosamente a fonte). Podemos ainda dividir a folha em duas partes e, na coluna do lado, fazer o nosso comentário.

7 b. Resumo pessoal, cumprindo as regras de um bom resumo (ver as orientações no texto de apoio Melhorar o Tratamento da Informação Escrita ). É absolutamente indispensável que todas as consultas feitas venham indicadas na Bibliografia (ver, à frente, o ponto Redigir o Trabalho, onde se trata esta questão). Recomenda-se fortemente que, cada vez que se consulta uma obra, se registem imediatamente as indicações necessárias para a referência bibliográfica (caso contrário, no fim, a confusão pode ser total). 4. REDIGIR O TRABALHO Estruturar o trabalho na sua forma definitiva É possível que, no momento de redigir o trabalho, o plano inicial tenha sofrido transformações. Seja, como for, deve chegar-se à estrutura definitiva. Regra geral, o trabalho poderá ter uma Introdução, o Desenvolvimento e uma Conclusão, referências bibliográficas e anexos (se houver). Não pode haver regras fixas, tal é a diversidade de possibilidades de trabalhos. Mas, é habitual incluir: na Introdução : apresentação do tema, justificação da sequência das partes ou desenvolvimento do trabalho, definição de objectivos; na Conclusão : procede-se à síntese das conclusões essenciais, incluindo posição crítica pessoal, sendo também frequente proceder a um comentário autocrítico sobre a importância e limites do próprio trabalho; o Desenvolvimento apresenta o trabalho propriamente dito, de acordo com o plano. Redacção Aqui o trabalho transforma-se de investigação em comunicação. Estamos a comunicar com alguém, o trabalho tem destinatário, e isso deve ser tido em conta. Quando estamos a escrever para alguém que nos vai ler, devemos mostrar respeito por nós e por quem nos lê. Vale a pena fazer o melhor que sabemos. Recomendações Escrever com cuidado e rigor. Exprimir e articular as ideias com clareza e coerência. Utilizar palavras conhecidas, cujo significado se domina, e evitar a todo o custo palavrões caros, que só dão brilho ao discurso quando utilizados com rigor. Caso contrário, podem tornar o texto confuso ou mesmo ridículo. Ser directo e simples: explicar as ideias essenciais sem floreados desnecessários. Quando temos mais dificuldade em exprimir-nos por escrito, é recomendável utilizar frases curtas, que nos defendem das armadilhas da gramática e da possível confusão do texto, se demasiadas ideias se baralharem na mesma frase. Não hesitar nunca em recorrer ao dicionário, sempre que haja dúvidas (confirma o significado das palavras e evita erros ortográficos). Rever o texto: reler para emendar erros, antes de entregar. Citações e referências bibliográficas

8 Trata-se de um assunto da máxima importância, por uma questão de respeito para com os autores consultados e por quem nos lê. Quando consultamos uma obra para fazermos um trabalho devemos registar a nossa fonte. Porquê? 1º) Por respeito pelos autores que consultámos. Não gostaríamos que alguém andasse a exibir um texto escrito por nós, com o nosso trabalho, substituindo o nosso nome pelo dele. Copiar um texto de um livro e não o referir é um roubo, uma vigarice moralmente condenável e punida por lei. 2º) Por respeito por quem nos lê. No trabalho de investigação ninguém sabe tudo e a pesquisa de uns aproveita e completa-se pela dos outros. Quando fazemos um trabalho estamos a aprender e a transmitir o que aprendemos. É correcto e honesto informar o nosso leitor sobre as nossas fontes para que ele também possa aprofundar a investigação a partir da nossa. Esta prática dignifica e dá boa imagem do nosso próprio trabalho. Deve ser posta em prática por todos os que investigam, mesmo em trabalhos de iniciação. Há duas formas de proceder: A) Utilizamos um texto como base de informação e resumimos, comentamos ou re-escrevemos. O texto serviu de inspiração. Deve vir referido na bibliografia, no final do trabalho. Nessa referência bibliográfica devem constar : nome do autor, data, título, local de edição, editora, páginas consultadas. Exemplos: Livro: GAARDER, Jostein (1995), O Mundo de Sofia, Lisboa, Editorial Presença (p ). Antologia: JASPERS, Karl (1972), Iniciação Filosófica, Lisboa, Guimarães Editores (p. 15) in REIS, Alfredo e PISSARRA, Mário (1997), Rumos da Filosofia 10º Ano, Lisboa, Rumo (p.93). B) Transcrevemos no nosso trabalho um excerto do texto lido. Devemos pôr aspas no início e no fim da citação e, logo de seguida, indicar a fonte. Exemplo: Filosofar significa estar a caminho. (JASPERS, 1972, P.15). Esta referência é suficiente para saber qual é o autor e a obra, que no final será referida de modo completo (ver acima). Nota: Não há normas absolutas nesta matéria e existem várias referências que deverão ser tidas em conta. Antes da data negociada para entrega dos trabalhos, a questão será referida em aula. 5. APRESENTAÇÃO DO TRABALHO A apresentação de um trabalho deve mostrar respeito por quem o faz e por quem o lê. Uma boa apresentação dá uma boa imagem do autor. Alguns usos e normas consagrados devem ser seguidos, embora não haja regras absolutas. Recomendações

9 1. Usar folha brancas, formato A4. 2. Escrever apenas de um lado das folhas. 3. Deixar margens e espaços convenientes para que possam ser feitas anotações e para que o aspecto seja mais agradável e arrumado. 4. Não entregar folhas riscadas ou com emendas. 5. Numerar as páginas. 6. Se o trabalho for manuscrito, a letra deve ser legível. 7. Numerar as diversas partes do trabalho de forma coerente e utilizar o mesmo tipo de letra para o mesmo tipo de título (não misturar letras, numeração romana e numeração árabe). 8. A primeira página (que pode ser simultaneamente capa, ou não) deve conter: Nome da escola Nome da disciplina - Ano Título do trabalho (em maior destaque) Nome do autor Nome do professor da disciplina Data 9. A segunda página deve conter o índice. 10. Ordem das diversas partes: - Introdução - Corpo do Trabalho/Desenvolvimento (estruturado com títulos das diversas partes, numeradas) - Conclusão - Bibliografia - Anexos (se houver) - Última página : nome, número, turma, assinatura, data. Facultativo: espaço reservado para registo da avaliação (classificação, comentário, rubrica do professor). ESCOLA SECUNDÁRIA INTRODUÇÃO À FILOSOFIA 10º ANO Exemplo/sugestão de primeira página. TÍTULO Autor: xxxxxxxxx xxxxxxxxxx Professor: kkkkk kkkkkkkk Data:ttttttt Nota O carácter rigoroso das normas apresentadas não deve limitar a criatividade ou originalidade, quer do conteúdo quer da apresentação formal do trabalho.

10 BIBLIOGRAFIA CARMO, Hermano e FERREIRA, Manuela Malheiro (1998), Metodologia da Investigação Guia para Auto-Aprendizagem, Lisboa, Universidade Aberta. CARITA, Ana et al. (1998), Como Ensinar a Estudar, Lisboa, Editorial Presença. CEIA, Carlos (1995), Normas para Apresentação de Trabalhos Científicos, Lisboa, Editorial Presença. ESTANQUEIRO, António (1992), Aprender a Estudar Um Guia para o Sucesso na Escola, Lisboa, Texto Editora. FERRO, Mário e TAVARES, Manuel (1992), Guia do Estudante de Filosofia,Lisboa, Editorial Presença (p.17-38).

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