Pingos da Língua Portuguesa...

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pingos da Língua Portuguesa..."

Transcrição

1 Pingos da Língua Portuguesa... Pequenas doses de Gramática, Literatura e Redação para você... no Rio Branco/Campinas Vol

2 Gramática Conhecer os verbos é muito importante! Os verbos, por serem palavras flexíveis, ou seja, variam conforme o efeito que queremos produzir em nosso texto, devem ser cuidadosamente escolhidos, pois é justamente por meio dessa escolha que a informação será transmitida. Observe: Dizer estudei bastante para a avaliação, por isso minha nota foi boa é diferente de dizer se eu tivesse estudado para a avaliação conseguiria melhor nota. Perceba que a situação é a mesma, mas o modo de usar os verbos ESTUDAR e CONSEGUIR modificou muito o efeito de sentido produzido. Isso acontece porque esses dois verbos foram utilizados em TEMPOS e MODOS verbais diferentes. Pense nisso quando for utilizar os verbos em seus textos!

3 Literatura de Cordel! O que é literatura de cordel Literatura de Cordel é, como qualquer outra forma artística, uma manifestação cultural. Por meio da escrita são transmitidas as cantigas, os poemas e as histórias do povo pelo próprio povo. O nome de Cordel teve origem em Portugal, onde os livretos, antigamente, eram expostos em barbantes, como roupas no varal.

4 Literatura de Cordel! Origens da literatura de cordel As primeiras manifestações da literatura popular no ocidente ocorreram por volta do século XII. Peregrinos encontravam-se no sul da França, em direção à Palestina; no norte da Itália, para chegar à Roma; e ainda na Galícia, no santuário de Santiago. Nesses encontros eram transmitidas as histórias e compostos os primeiros versos, de forma muito primitiva. O que interessa para nós é que foi dessa forma que surgiram os primeiros núcleos de cultura regional que espalharam-se pela Europa e, posteriormente, pela América.

5 Literatura de Cordel! A literatura de cordel no Brasil Devido ao atraso da chegada da imprensa por aqui e seu acesso pelo público, as produções literárias de populares tiveram seu apogeu apenas no século XX. Nossa literatura de cordel é caracterizada, principalmente, pela poesia popular. A prosa aparece muito mais na forma oral, que passa de geração para geração. Como é uma manifestação muito mais cultural do que intelectual, destaca-se em regiões onde a cultura é mais valorizada e delineada. Aqui no Brasil essas regiões são a Nordeste e a Sul. Grandes autores da poesia popular brasileira Centenas, talvez milhares de autores poderiam ser listados aqui, mas vou falar dos três mais conhecidos.

6 Literatura de Cordel! Leandro Gomes de Barros Foi o mais importante e mais famoso autor da literatura de cordel brasileira. Seu livreto O Cachorro dos mortos vendeu mais de um milhão de exemplares. João Martins de Athayde Autor popular que mais produziu. Comprou os direitos autorais de Leandro Gomes de Barros quando da sua morte, passando a editar também seus poemas. Cuíca de Santo Amaro O mais terrível poeta popular. Fazia denúncias contra corruptos e poderosos de sua época. Era amigo íntimo de Jorge Amado, que o incluiu como personagem em seus Tereza Batista, Cansada de Guerra e no conto A morte de Quincas Berro D água. Fonte:

7 Redação Como podemos dialogar com um texto fonte? Nos vestibulares, é imprescindível um bom diálogo com o texto fonte, o texto que a prova de redação seleciona para auxílio na elaboração do texto solicitado. Para que você estabeleça uma boa leitura, ou seja, um bom diálogo com esse texto, são necessários os seguintes movimentos: 1. Identificação do conteúdo do texto (tema principal, tese, objetivo do texto); 2. Compreensão das informações que autor relaciona para discutir o tema principal; 3. Eleição de pontos do texto fonte que podem ser aproveitados para a sua redação 4. Trabalho com a escrita, buscando articular os pontos selecionados no item 3. Veja um exemplo

8 Redação O Brasil, suas classes sociais e a implicação na economia O Brasil, segundo dados do IBGE, possuía no ano de 2009 uma população de habitantes, sendo composta por 95,4 milhões de homens e 98,3 milhões de mulheres. Desse total, 86,12% vivem na área urbana e por consequencia são potenciais consumidores de tudo o que é produzido e do que o mercado oferece. Com a aceleração da economia e a estabilidade econômica, o brasileiro passou a cuidar-se mais fisicamente, a alimentar-se melhor, e com isso a esperança de vida passou de 69,6 anos para 72,8 anos no período de 1998 a Mesmo com a melhora, a expectativa de vida brasileira ainda é considerada baixa levando-se em conta comparações com nações desenvolvidas, como Japão, Suíça, França e Itália, onde a média supera os 81 anos.

9 Redação Com o aumento da expectativa de vida, alguma melhora nas condições financeiras e o desenvolvimento da indústria interna, o consumo do brasileiro não pára de crescer. Parte deste consumo vem da chamada classe média, a atual classe C. Mas porque Classe Média ou C, Rica ou A? Classes Sociais são as divisões estabelecidas na sociedade, segundo critérios de renda, de acesso aos bens de consumo, moradia, educação e saúde. Falar-se em Classe Social atualmente, virou rotina. Fala-se em classe na economia, na educação, na cultura. As pesquisas nos classificam em classes. A segmentação em classes sociais usando a classificação econômica das classes A/B, C e D/E é comum no mercado publicitário e entre as empresas.

10 Redação A divisão das classes sociais visa segmentar o mercado levando em conta o poder aquisitivo de cada grupo. É obtida a partir principalmente da existência de diversos itens de consumo nas residências, além de avaliar o grau de instrução do chefe de família e se há empregado doméstico na residência. Uma pesquisa efetuada pelo Instituto Análise mostrou que os brasileiros querem o que é bom. A classe C quer o que as classes A e B já têm e as classes D e E querem o que a classe C já possui. Fonte: conomia/ Veja a análise

11 Redação Possíveis pontos a serem discutidos: A busca da razão de as pessoas da classe C terem os mesmos anseios que as classes A e B. Uma hipótese possível é a que essa aproximação se dá no nível dos valores, ultrapassando a divisão por valor do salário; Discussão da divisão desigual de rendas no Brasil e as consequências disso para a população das classes menos favorecidas, no que se refere ao acesso à saúde, educação, legislação etc.; Problematização da conclusão feita pelo autor do texto de que o mercado brasileiro não para de crescer; Reflexão do porquê o que vem da classe A e B é bom.

12 Fim Gostou? Por enquanto é isso, mas na próxima edição tem mais! Até a próxima semana!

A Construção Civil e o Futuro do Crédito Imobiliário no Brasil

A Construção Civil e o Futuro do Crédito Imobiliário no Brasil A Construção Civil e o Futuro do Crédito Imobiliário no Brasil Paulo Safady Simão Presidente da CBIC Fortaleza - CE 18/03/2010 Representante nacional e internacional das entidades empresariais da Indústria

Leia mais

Desde a escola ouvimos uma antiga definição de que meio ambiente era chamado de tudo o que é vivo, ou seja, todas as coisas que vivem neste planeta e

Desde a escola ouvimos uma antiga definição de que meio ambiente era chamado de tudo o que é vivo, ou seja, todas as coisas que vivem neste planeta e O Meio Ambiente Desde a escola ouvimos uma antiga definição de que meio ambiente era chamado de tudo o que é vivo, ou seja, todas as coisas que vivem neste planeta e estão ligadas a vida dos seres humanos.

Leia mais

Questões utilizadas nas aulas de terça (15/10)

Questões utilizadas nas aulas de terça (15/10) Matemática Matemática financeira 3 os anos João/Blaidi out/13 Nome: Nº: Turma: Questões utilizadas nas aulas de terça (15/10) 1. (Fgv 013) Para o consumidor individual, a editora fez esta promoção na compra

Leia mais

24 junho a.c Acontecimento

24 junho a.c Acontecimento Salvador da Bahia Leitura: atividades Pula a fogueira, João! 1. O texto nos fornece uma série de informações históricas a respeito de São João, da simbologia das fogueiras e das tradicionais festividades.

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE CENECISTA DE VARGINHA Administração e Ciências Contábeis: Reconhecimento pelo Decreto Federal Nº 76177/75 - D.O. 02/09/75 Ciências Econômicas: Reconhecimento através da Portaria Ministerial Nº

Leia mais

Matemática e Cidadania

Matemática e Cidadania Matemática e Cidadania Eleições representam um dos momentos mais significativos da Democracia. E como qualquer atividade humana, eleições estão sujeitas a diversas interpretações: históricas, filosóficas,

Leia mais

Informações Gerais do Projeto Rondon

Informações Gerais do Projeto Rondon PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS COORDENAÇÃO DE ASSUNTOS COMUNITÁRIOS EDITAL PROEXT Nº 07/2013 CHAMADA PARA SELEÇÃO DE ALUNOS PARA O PROJETO RONDON A Pró-Reitora de Extensão e Assuntos

Leia mais

Cotas raciais nas universidades, a contradição do Brasil!

Cotas raciais nas universidades, a contradição do Brasil! Cotas raciais nas universidades, a contradição do Brasil! Nathália Norgi Weller 1 RESUMO: A partir do ano de 2001, entra em vigor a lei 3.708, que assegura a negros e pardos 20% das vagas nas universidades

Leia mais

FURG ICEAC UAB Especialização em Gestão Pública Municipal. Disciplina Indicadores Socioeconômicos na gestão pública.

FURG ICEAC UAB Especialização em Gestão Pública Municipal. Disciplina Indicadores Socioeconômicos na gestão pública. FURG ICEAC UAB Especialização em Gestão Pública Municipal Disciplina Indicadores Socioeconômicos na gestão pública Fonte de dados Prof. Tiarajú A. de Freitas Fonte de dados Os indicadores socioeconômicos

Leia mais

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09

Escrito por Administrator Seg, 22 de Novembro de :55 - Última atualização Seg, 22 de Novembro de :09 MISSÃO O Serviço Social tem como missão dar suporte psico-social e emocional ao colaborador e sua família. Neste sentido, realiza o estudo de casos, orientando e encaminhando aos recursos sociais da comunidade,

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS VINHOS USO DE FICHAS DE ANÁLISE E PONTUAÇÕES

AVALIAÇÃO DOS VINHOS USO DE FICHAS DE ANÁLISE E PONTUAÇÕES AVALIAÇÃO DOS VINHOS USO DE FICHAS DE ANÁLISE E PONTUAÇÕES A prática em determinar pontos aos vinhos tem exercido um efeito extraordinário no mercado mundial deste produto. As pontuações permitem um aumento

Leia mais

Fonte:intervox.nce.ufrj.br/~diniz/d/direito/ ouapostila_portugues_varlinguistica_2.pdf

Fonte:intervox.nce.ufrj.br/~diniz/d/direito/ ouapostila_portugues_varlinguistica_2.pdf Sobre Variação Linguística Você já conversou com uma pessoa simples, que vive na roça? Teve oportunidade de observar como essa pessoa fala? Leia o texto a seguir: Texto I Seu dotô me conhece? Patativa

Leia mais

FACULDADES NORDESTE - FANOR CURSO DE GRADUAÇÃO EM GASTRONOMIA

FACULDADES NORDESTE - FANOR CURSO DE GRADUAÇÃO EM GASTRONOMIA FACULDADES NORDESTE - FANOR CURSO DE GRADUAÇÃO EM GASTRONOMIA CARLA VITORIA CAVALCANTE DE FREITAS LARISSA PEREIRA AGUIAR JANAINA MARIA MARTINS VIEIRA LARISSA PONCIANO LIMA COSTA CARLILSE DA SILVA GOMES

Leia mais

ATIVIDADE 02 O CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA PAMPULHA: UM CARTÃO-POSTAL DA CIDADE

ATIVIDADE 02 O CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA PAMPULHA: UM CARTÃO-POSTAL DA CIDADE ATIVIDADE 02 O CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA PAMPULHA: UM CARTÃO-POSTAL DA CIDADE Antigamente, quando as pessoas viajavam, era comum elas enviarem um cartão com uma foto do lugar onde estavam para dar notícias

Leia mais

EFEITOS JURÍDICOS DO TRABALHO À DISTÂNCIA (LEI Nº /2011)

EFEITOS JURÍDICOS DO TRABALHO À DISTÂNCIA (LEI Nº /2011) EFEITOS JURÍDICOS DO TRABALHO À DISTÂNCIA (LEI Nº 12.551/2011) ALTERAÇÕES CONCEITO EFEITOS JURÍDICOS ALTERAÇÕES ARTIGO 6º DA CLT Lei nº 12.551 de 16/12/2011 - modificou o artigo 6º da CLT, para: ANTERIOR

Leia mais

Metodologias de identificação e caracterização de assentamentos precários

Metodologias de identificação e caracterização de assentamentos precários Metodologias de identificação e caracterização de assentamentos precários Eduardo Marques CEM e DCP/USP www.centrodametropole.org.br São várias as alternativas de método desenvolvidas recentemente para

Leia mais

Espaço Geográfico. Página 1 com Prof. Giba

Espaço Geográfico. Página 1 com Prof. Giba Espaço Geográfico As sociedades humanas desenvolvem, durante sua História, modos próprios de vida. Estes decorreram da combinação de formas de subsistência material - com culturas diversas -, de diferentes

Leia mais

Participação social é método de governar. Secretaria-Geral da Presidência da República

Participação social é método de governar. Secretaria-Geral da Presidência da República OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO Foram definidos para dar respostas aos principais problemas mundiais levantados nas conferências sociais que a ONU promoveu na década de 90: Criança (NY/90);

Leia mais

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto USP Departamento de Economia

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto USP Departamento de Economia Pobreza e Desigualdade 1) Que é pobreza? Inicio dos anos 1970: percepção de que as desigualdades sociais e a pobreza não estavam sendo equacionadas como resultado do crescimento econômico. Países ricos:

Leia mais

O papel do Professor como mediador 1

O papel do Professor como mediador 1 O papel do Professor como mediador 1 Uma qualidade importante da profissão do professor na escola, na práxis de sala de aula, tem a ver com a necessidade de integrar o total das competências e exigências

Leia mais

Introdução. 3 º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro)

Introdução. 3 º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro) INFORMAÇÃO PROVA LÍNGUA ESTRANGEIRA I INGLÊS Escrita e Oral 2016 Prova 21 3 º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro) Introdução O presente documento divulga informação relativa

Leia mais

O ENVELHECIMENTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DO CENSO DEMOGRÁFICO 2010 Simone C. T. Mafra UFV sctmafra@ufv.br Emília P.

O ENVELHECIMENTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DO CENSO DEMOGRÁFICO 2010 Simone C. T. Mafra UFV sctmafra@ufv.br Emília P. O ENVELHECIMENTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DO CENSO DEMOGRÁFICO 2010 Simone C. T. Mafra UFV sctmafra@ufv.br Emília P. Silva UFV emilia.ergo@ufv.br Estela S. Fonseca UFV estela.fonseca@ufv.br

Leia mais

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE IMPÉRIO ROMANO

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE IMPÉRIO ROMANO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE IMPÉRIO ROMANO REPÚBLICA ROMANA Surgiu durante a civilização grega, com a união de tribos que viviam às margens do Rio Tiber; O governo era baseado na democracia e

Leia mais

Disciplina: Geografia. Período: I. Professor (a): Liliane Cristina de Oliveira Vieira e Maria Aparecida Holanda Veloso

Disciplina: Geografia. Período: I. Professor (a): Liliane Cristina de Oliveira Vieira e Maria Aparecida Holanda Veloso COLÉGIO LA SALLE BRASILIA Associação Brasileira de Educadores Lassalistas ABEL SGAS Q. 906 Conj. E C.P. 320 Fone: (061) 3443-7878 CEP: 70390-060 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL Disciplina: Geografia Período:

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO CONSTITUCIONAL Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO CONSTITUCIONAL Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular DIREITO CONSTITUCIONAL Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular DIREITO CONSTITUCIONAL (02308)

Leia mais

Pela primeira vez 42,8 % Pela terceira vez 17,3 % Pela quarta vez ou mais 9,1 %

Pela primeira vez 42,8 % Pela terceira vez 17,3 % Pela quarta vez ou mais 9,1 % 2008 01 - Local atual da residência: Na cidade sede do curso que prestará seleção (caso não resida no município de Natal) 42,8 % Na capital do estado do Rio Grande do Norte 2,9 % Em outra cidade do interior

Leia mais

TEORIA DA COMUNICAÇÃO AULA 2

TEORIA DA COMUNICAÇÃO AULA 2 TEORIA DA COMUNICAÇÃO AULA 2 Atos de comunicação Grr 1 Atos de comunicação 2 Comunicar significa tornar comum. Tanto os companheiros de tribo dos homens das cavernas, quanto leitores da Internet podem

Leia mais

Data: /11/2014 Bimestre: 4. Nome: 6 ANO Nº. Disciplina: Geografia Professor: Geraldo

Data: /11/2014 Bimestre: 4. Nome: 6 ANO Nº. Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Data: /11/2014 Bimestre: 4 Nome: 6 ANO Nº Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Valor da Atividade: 2,0 (Dois) Nota: GRUPO 9 1- (0,5) A agricultura é uma atividade econômica relacionada às condições

Leia mais

Ismênia Pires. Obra - Operários Tarsila do Amaral 1933

Ismênia Pires. Obra - Operários Tarsila do Amaral 1933 Ismênia Pires Obra - Operários Tarsila do Amaral 1933 Agenda de Hoje Compreendermos melhor : exige um grande esforço vontade verdadeira muito empenho, pois o conforto do já conhecido e sabido, é irresistível

Leia mais

PROGRAMAÇÃO I. Introdução

PROGRAMAÇÃO I. Introdução PROGRAMAÇÃO I Introdução Introdução 2 Princípios da Solução de Problemas Problema 1 Fase de Resolução do Problema Solução na forma de Algoritmo Solução como um programa de computador 2 Fase de Implementação

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO É um plano administrativo que cobre todas as operações da empresa, para um período de

Leia mais

SITUAÇÃO DE USO Compreensão de placas de sinalização e de como devemos respeitá-las no dia a dia. MARCADORES Comportamento; Rotinas; Educação

SITUAÇÃO DE USO Compreensão de placas de sinalização e de como devemos respeitá-las no dia a dia. MARCADORES Comportamento; Rotinas; Educação UNIDADE: Por um trânsito transitável / Brasil SITUAÇÃO DE USO Compreensão de placas de sinalização e de como devemos respeitá-las no dia a dia. MARCADORES Comportamento; Rotinas; Educação EXPECTATIVAS

Leia mais

ECONOMIA CRIATIVA E ECONOMIA COMPARTILHADA

ECONOMIA CRIATIVA E ECONOMIA COMPARTILHADA ECONOMIA CRIATIVA E ECONOMIA COMPARTILHADA Objetivos O objetivo do curso é analisar negócios dentro dos contextos de economia criativa e compartilhada. A análise nos permitirá compreender como são caracterizados

Leia mais

ARTES 7 ANO PROF.ª ARLENE AZULAY PROF. LÚCIA REGINA ENSINO FUNDAMENTAL

ARTES 7 ANO PROF.ª ARLENE AZULAY PROF. LÚCIA REGINA ENSINO FUNDAMENTAL ARTES 7 ANO PROF. LÚCIA REGINA ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª ARLENE AZULAY CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade I Tecnologia: Corpo, movimento e linguagem na era da informação 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 1.2

Leia mais

Proposta do Projeto de Desenvolivmento

Proposta do Projeto de Desenvolivmento Kara Miller RA: 074652 Métodos e Técnicas de Pesquisa em Midialogia Professor José A. Valente Introdução: Proposta do Projeto de Desenvolivmento Agradecer a alguém é algo que muitas pessoas fazem sem pensar.

Leia mais

Ferramenta de Suporte à Tomada de Decisão na Indústria Têxtil

Ferramenta de Suporte à Tomada de Decisão na Indústria Têxtil Fabrício Bueno Borges dos Santos fabriciob@cefetsc.edu.br Ferramenta de Suporte à Tomada de Decisão na Indústria Têxtil Trabalho ilustrativo da disciplina Informática Aplicada Araranguá, 2008 Sumário 1Introdução...1

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 3º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 3º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Metodologia da Pesquisa Aplicada a Educação I Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo) A natureza

Leia mais

FORTALEZA DA JUVENTUDE. Case: Prevenção da violência juvenil

FORTALEZA DA JUVENTUDE. Case: Prevenção da violência juvenil FORTALEZA DA JUVENTUDE Case: Prevenção da violência juvenil FORTALEZA bairros: 119 MAPA DA CIDADE população total: 2.571.896 população JOVEM (15 A 29 ANOS) 718.623 (Fonte: IBGE, 2010) Mapa da cidade por

Leia mais

Microcrédito e Comércio Justo

Microcrédito e Comércio Justo Microcrédito e Comércio Justo Antiga DIT Antiga DIT A Antiga DIT A Antiga DIT baseava-se no princípio da especialização. Os países do Sul especializavam-se em produtos de baixo valor acrescentado. Quando

Leia mais

M =C J, fórmula do montante

M =C J, fórmula do montante 1 Ciências Contábeis 8ª. Fase Profa. Dra. Cristiane Fernandes Matemática Financeira 1º Sem/2009 Unidade I Fundamentos A Matemática Financeira visa estudar o valor do dinheiro no tempo, nas aplicações e

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE PCCSs - Planos de Cargos Salários. Escritório Regional do DIEESE em Goiás Goiânia 23 de novembro de 2012

CONSIDERAÇÕES SOBRE PCCSs - Planos de Cargos Salários. Escritório Regional do DIEESE em Goiás Goiânia 23 de novembro de 2012 CONSIDERAÇÕES SOBRE PCCSs - Planos de Cargos Salários Escritório Regional do DIEESE em Goiás Goiânia 23 de novembro de 2012 1 PCSS Principais Conceitos 2 Planos de Carreira estão no centro dos debates

Leia mais

OS LIVROS POÉTICOS CÂNTICO DOS CÂNTICOS

OS LIVROS POÉTICOS CÂNTICO DOS CÂNTICOS Lição 12 OS LIVROS POÉTICOS CÂNTICO DOS CÂNTICOS Introdução Se existe um livro da Bíblia que mais retrata, de maneira direta, o amor entre um homem e uma mulher, com certeza esse livro é Cântico dos Cânticos.

Leia mais

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 12

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 12 ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 12 Índice 1. Códigos de Ética Profissional e Empresarial - Continuação..3 1.1. A Responsabilidade Social... 3 1.2. O Direito Autoral... 4 2 1. CÓDIGOS DE ÉTICA PROFISSIONAL

Leia mais

MODELO SUGERIDO PARA PROJETO DE PESQUISA

MODELO SUGERIDO PARA PROJETO DE PESQUISA MODELO SUGERIDO PARA PROJETO DE PESQUISA MODELO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA (Hospital Regional do Mato Grosso do Sul- HRMS) Campo Grande MS MÊS /ANO TÍTULO/SUBTÍTULO DO PROJETO NOME DO (s) ALUNO

Leia mais

PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA PMCMV Fundo de Arrendamento Residencial - FAR PROJETO BÁSICO

PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA PMCMV Fundo de Arrendamento Residencial - FAR PROJETO BÁSICO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA PMCMV Fundo de Arrendamento Residencial - FAR PROJETO BÁSICO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DO PROJETO DE TRABALHO TÉCNICO SOCIAL EMPREENDIMENTO RESIDENCIAL: ALPHA.

Leia mais

Pág. 1. Caracterização. Pré-requisitos. Ementa. Objetivo da disciplina. Descrição do conteúdo Objetivos Conteúdo Data Aulas Estratégias de Ensino

Pág. 1. Caracterização. Pré-requisitos. Ementa. Objetivo da disciplina. Descrição do conteúdo Objetivos Conteúdo Data Aulas Estratégias de Ensino Pág. 1 Caracterização Curso: Curso Superior de Tecnologia em Planejamento Turístico Período/Série: 6 Turno: Ano/Semestre letivo: 2010/2 ( X ) Matutino ( ) Vespertino ( ) Noturno Carga horária semanal:

Leia mais

Relatório de autoavaliação do Instituto Superior de Educação e Trabalho ISET

Relatório de autoavaliação do Instituto Superior de Educação e Trabalho ISET Relatório de autoavaliação do Instituto Superior de Educação e Trabalho ISET No âmbito do processo de autoavaliação procurámos captar as opiniões de alunos e estudantes. Foi assim solicitado a estudantes

Leia mais

BUSCA DE FIDELIZACÃO DOS CLIENTES ATRAVES DA QUALIDADE NO ATENDIMENTO

BUSCA DE FIDELIZACÃO DOS CLIENTES ATRAVES DA QUALIDADE NO ATENDIMENTO BUSCA DE FIDELIZACÃO DOS CLIENTES ATRAVES DA QUALIDADE NO ATENDIMENTO Taynná BECKER 1 Priscila GUIDINI 2 RESUMO: O artigo apresenta a importância da fidelização de clientes para as empresas, e como a qualidade

Leia mais

O desenvolvimento rural brasileiro cenário atual e desafios. Movimento dos Pequenos Agricultores MPA. Raul Ristow Krauser

O desenvolvimento rural brasileiro cenário atual e desafios. Movimento dos Pequenos Agricultores MPA. Raul Ristow Krauser O desenvolvimento rural brasileiro cenário atual e desafios Movimento dos Pequenos Agricultores MPA Raul Ristow Krauser www.mpabrasil.org.br MUNDO EM CRISE Crise Alimentar: 1 Bilhão de pessoas famintas

Leia mais

ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA

ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA Colégio Estadual José Bonifácio Xambioá-TO Projeto Boniarte: Xambioá-TO, 25 de outubro de 2007. Apresentação. O Projeto Boniarte nasceu quando os professores

Leia mais

EXERC EXAME DISCIPLINA: ALG ESTRUTURA DE DADOS I

EXERC EXAME DISCIPLINA: ALG ESTRUTURA DE DADOS I EXERC EXAME DISCIPLINA: ALG ESTRUTURA DE DADOS I CURSO: ENG CIVIL PROFESSOR: ANDRÉ LUÍS DUARTE PERÍODO 1º BIMESTRE 1 1) Identifique as afirmações como verdadeira (V) ou falsa (F): a) Existem três tipos

Leia mais

A urbanização e a transição da fecundidade: o Brasil é um caso exemplar?

A urbanização e a transição da fecundidade: o Brasil é um caso exemplar? A urbanização e a transição da fecundidade: o Brasil é um caso exemplar? George Martine 1 José Eustáquio Diniz Alves 2 Suzana Cavenaghi 3 As transições urbana e demográfica são dois fenômenos fundamentais

Leia mais

Disponível em: . Acesso em: 8 nov

Disponível em: <http://www2.tvcultura.com.br/aloescola/historia/guerrafria/guerra1/descricaopanoramica2.htm>. Acesso em: 8 nov Questão 1: THAVES, Bob. Frank e Ernest. São Paulo: Devir, 2009. (...) a Guerra Fria foi muito mais do que apenas uma disputa armamentista ou geopolítica. Ela teve uma importante dimensão cultural, que

Leia mais

Dureza Rockwell. No início do século XX houve muitos progressos. Nossa aula. Em que consiste o ensaio Rockwell. no campo da determinação da dureza.

Dureza Rockwell. No início do século XX houve muitos progressos. Nossa aula. Em que consiste o ensaio Rockwell. no campo da determinação da dureza. A UU L AL A Dureza Rockwell No início do século XX houve muitos progressos no campo da determinação da dureza. Introdução Em 1922, Rockwell desenvolveu um método de ensaio de dureza que utilizava um sistema

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Aula 7 Programação Genética M.e Guylerme Velasco Programação Genética De que modo computadores podem resolver problemas, sem que tenham que ser explicitamente programados para isso?

Leia mais

Objetivo da aula: Origens da ciência econômica. A Economia Política e sua critica (aula 1 Adam Smith)

Objetivo da aula: Origens da ciência econômica. A Economia Política e sua critica (aula 1 Adam Smith) Ciências Sociais (P.I) A Economia Política e sua critica (aula 1 Adam Smith) Temática: Economia e funcionamento social: fundamentos Adam Smith. Profa. Luci Praun Objetivo da aula: Conhecer as formulações

Leia mais

Explicando o Bolsa Família para Ney Matogrosso

Explicando o Bolsa Família para Ney Matogrosso Pragmatismo Político, 14 de maio de 2014 Explicando o Bolsa Família para Ney Matogrosso Criticado por Ney Matogrosso e peça da campanha de Aécio, Campos e Dilma, benefício é pago para 14 milhões de famílias.

Leia mais

Castelo de Leiria. Igreja de Santa Maria da Pena

Castelo de Leiria. Igreja de Santa Maria da Pena Castelo de Leiria Castelo medieval, artística e arquitetonicamente representativo das diversas fases de construção e reconstrução desde a sua fundação até ao século XX. Estruturas que compõem o conjunto

Leia mais

Prof. Domingos de C Villela Júnior Coordenador curso de Informática Perfil do profissional de TI Fonte: Apinfo

Prof. Domingos de C Villela Júnior Coordenador curso de Informática Perfil do profissional de TI Fonte: Apinfo Prof. Domingos de C Villela Júnior Coordenador curso de Informática Perfil do profissional de TI Fonte: Apinfo O percentual de mulheres além de pequeno, foi reduzido de 16% em 2006 para 13% em 2010 Observamos

Leia mais

PROJETO PARA O CONHECIMENTO DAS AVALIAÇÕES ESTUDANTIS SAL-P: PARA A PRÓXIMA GERAÇÃO

PROJETO PARA O CONHECIMENTO DAS AVALIAÇÕES ESTUDANTIS SAL-P: PARA A PRÓXIMA GERAÇÃO Sal-P The Next Generation Portuguese version PROJETO PARA O CONHECIMENTO DAS AVALIAÇÕES ESTUDANTIS SAL-P: PARA A PRÓXIMA GERAÇÃO Por que você deve ter conhecimento das avaliações? É seu direito saber:

Leia mais

1 Introdução. 1.1 Problema

1 Introdução. 1.1 Problema 1 Introdução 1.1 Problema O setor de Hotelaria no Brasil vem experimentando ao longo dos últimos anos momentos bastante peculiares. O Rio de Janeiro ocupa uma posição de prestígio no cenário turístico

Leia mais

A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas.

A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas. A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas. Jailson da Conceição Teixeira Oliveira 1 Murilo Massaru da Silva 2 Robson Oliveira Lima 3 Resumo: Cabo Verde é um

Leia mais

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização Inclusão de pessoas com deficiência no mercado trabalho: implicações da baixa escolarização Suelen Moraes de Lorenzo 1 e-mail: suelen.lorenzo@gmail.com Amabriane da Silva Oliveira e-mail: amabriane@r7.com

Leia mais

MANUAL EVENTOS APOIADOS

MANUAL EVENTOS APOIADOS MANUAL DE EVENTOS APOIADOS Atualizado em 06 de Maio de 2016 1. INTRODUÇÃO... 3 2. NATUREZA DO APOIO... 3 3. PROPOSTA DE REALIZAÇÃO DO EVENTO... 3 3.1 PERÍODO DE REALIZAÇÃO DOS EVENTOS... 4 4. SERVIÇOS

Leia mais

Administração de Cargos e Salários

Administração de Cargos e Salários Administração de Cargos e Salários Professor : Glauco Zambonini Bibliografia base: Pontes, Benito Rodrigues Administração de cargos e salários / Benito Rodrigues Pontes. 12 ed. São Paulo : LTr, 2007 ISBN

Leia mais

O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL

O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL ANDRÉA BENTO DOS SANTOS¹ CASSIO HARTMANN² (1)GRADUADA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Leia mais

Especulações sobre o amor

Especulações sobre o amor Especulações sobre o amor Janete Luiz Dócolas, Psicanalista O amor é um mistério que há muito tempo, talvez desde que fora percebido, os homens vem tentando compreender, descrever ou ao menos achar um

Leia mais

PROGRAMA CRIANÇAS E JOVENS DO RIO GRANDE ESCREVENDO HISTÓRIAS: 23ª edição

PROGRAMA CRIANÇAS E JOVENS DO RIO GRANDE ESCREVENDO HISTÓRIAS: 23ª edição PROGRAMA CRIANÇAS E JOVENS DO RIO GRANDE ESCREVENDO HISTÓRIAS: 23ª edição Tendo por objetivo principal estimular a auto-expressão do aluno, valorizando sua produção gráfica e textual, consolidadas pelo

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Administração Disciplina: Informática II Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 2 1 - Ementa (sumário, resumo) Elementos avançados em Planihlas Eletrônicas.

Leia mais

Relatório da atividade: Igualdade de oportunidade e não discriminação nas relações de trabalho DIEESE, OIT e INSPIR 01 e 02 de outubro de 2009

Relatório da atividade: Igualdade de oportunidade e não discriminação nas relações de trabalho DIEESE, OIT e INSPIR 01 e 02 de outubro de 2009 Relatório da atividade: Igualdade de oportunidade e não discriminação nas relações de trabalho DIEESE, OIT e INSPIR 01 e 02 de outubro de 2009 Acordo DIEESE/ OIT Apresentação A atividade teve como objetivos

Leia mais

O IMPACTO AMBIENTAL DEVIDO A POLÍTICA DE CRESCIMENTO DA FROTA DE VEÍCULOS. Curso de Graduação Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação/UNICAMP

O IMPACTO AMBIENTAL DEVIDO A POLÍTICA DE CRESCIMENTO DA FROTA DE VEÍCULOS. Curso de Graduação Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação/UNICAMP O IMPACTO AMBIENTAL DEVIDO A POLÍTICA DE CRESCIMENTO DA FROTA DE VEÍCULOS AUGUSTO RONCHINI XIMENES 1 ; ALEXANDRE GIRARDELLO MERLI 1* ; EDUARDO MONTEAGUDO DE CAMPOS 1 ; JOÃO VÍCTOR PIÑÓN PEREIRA DIAS 1

Leia mais

Resolução da Prova de Raciocínio Lógico do MPOG/ENAP de 2015, aplicada em 30/08/2015.

Resolução da Prova de Raciocínio Lógico do MPOG/ENAP de 2015, aplicada em 30/08/2015. de Raciocínio Lógico do MPOG/ENAP de 2015, aplicada em 30/08/2015. Considerando a proposição P: Se João se esforçar o bastante, então João conseguirá o que desejar, julgue os itens a seguir. 43 A proposição

Leia mais

A experiência da FSP/USP na utilização do DeCS para indexação LiLACS e na construção da categoria Saúde Pública

A experiência da FSP/USP na utilização do DeCS para indexação LiLACS e na construção da categoria Saúde Pública A experiência da FSP/USP na utilização do DeCS para indexação LiLACS e na construção da categoria Saúde Pública Biblioteca/CIR da Faculdade de Saúde Pública da USP Biblioteca Virtual em Saúde Pública 27

Leia mais

REDE DE ESCOLAS ASSOCIADAS DA

REDE DE ESCOLAS ASSOCIADAS DA REDE DE ESCOLAS ASSOCIADAS DA UNESCO PROJETO 2013 TEMA: PAZ E DIREITOS HUMANOS n.º 13 17 40 Julho 2013 FICHA TÉCNICA Edição: CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica

Leia mais

09/04/2014 GECE - UFF

09/04/2014 GECE - UFF 09/04/2014 GECE -UFF 1 Análise Macroeconômica www.vitorwilher.com 2 Sumário Algumas provocações Por que capitalismo de Estado? Um pouco de economia Um pouco de conjuntura brasileira Algumas correlações

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 892 /2010/COGNOR/DENOP/SRH/MP

NOTA TÉCNICA Nº 892 /2010/COGNOR/DENOP/SRH/MP Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Recursos Humanos Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais Coordenação-Geral de Elaboração, Sistematização e Elaboração das Normas NOTA

Leia mais

Uma visão geral do processo de reforma da previdência. Manoel Pires SPE/MF

Uma visão geral do processo de reforma da previdência. Manoel Pires SPE/MF Uma visão geral do processo de reforma da previdência Manoel Pires SPE/MF 1 Estrutura Temas em debate no Fórum da Previdência Impactos Econômicos do realinhamento da política previdenciária 2 Temas do

Leia mais

Todas as crianças, tenham ou não deficiências, têm direito a educação. enhuma criança deve ser considerada ineducável.

Todas as crianças, tenham ou não deficiências, têm direito a educação. enhuma criança deve ser considerada ineducável. TRECHOS DA PALESTRA DE MARIA AMELIA VAMPRÉ XAVIER, DA SEADS E DA FEDERAÇÃO ACIO AL DAS APAES, O ROTARY CLUBE-AEROPORTO, EM 3 DE OVEMBRO DE 2009 SOBRE O TEMA: A SITUAÇÃO DAS CRIA ÇAS O MU DO E SEU DIREITO

Leia mais

Gestão 2009/ ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

Gestão 2009/ ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Gestão 2009/2011 4ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Brasília 28 de maio de 2010 Histórico A formação do Fórum (Vitória 2001) a necessidade de maior articulação para estreitar

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência Nota metodológica nº 3

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência Nota metodológica nº 3 DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 Nota metodológica nº 3 Base de Dados (versão para informação e comentários) Versão

Leia mais

EDITAL DE LANÇAMENTO E SELEÇÃO DE ALUNOS PESQUISADORES PARA O PROJETO DE PESQUISA

EDITAL DE LANÇAMENTO E SELEÇÃO DE ALUNOS PESQUISADORES PARA O PROJETO DE PESQUISA EDITAL DE LANÇAMENTO E SELEÇÃO DE ALUNOS PESQUISADORES PARA O PROJETO DE PESQUISA Moradia de qualidade e o direito à cidade. Investigação sobre o processo fundiário na cidade de São Luís ORIENTADOR: PROF.

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E INOVAÇÃO Visando subsidiar a proposição de propostas a CHAMADA INTERNA DA PROPI/IFTM EDITAL MCT/FINEP/CT-INFRA-PROINFRA 02/2014, apresentamos a seguir os critérios a serem considerados quando da avaliação das mesmas:

Leia mais

Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar no Ensino de Conceitos Químicos

Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar no Ensino de Conceitos Químicos UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA BOLSISTA: LIANE ALVES DA SILVA Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar

Leia mais

IBGE / FGV Gramática

IBGE / FGV Gramática GRAN ONLINE IBGE / FGV Gramática Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Analista e Tecnologista LÍNGUA PORTUGUESA: Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto (literário

Leia mais

.:. Aula 3.:. Panorama da Educação e Renda no Brasil. Profª Daniela Cartoni

.:. Aula 3.:. Panorama da Educação e Renda no Brasil. Profª Daniela Cartoni .:. Aula 3.:. Panorama da Educação e Renda no Brasil Profª Daniela Cartoni daniela_cartoni@yahoo.com.br Retratos do Brasil: o país em números Em que o brasileiro gasta seu salário? O consumo por classe

Leia mais

Aula 5. Uma partícula evolui na reta. A trajetória é uma função que dá a sua posição em função do tempo:

Aula 5. Uma partícula evolui na reta. A trajetória é uma função que dá a sua posição em função do tempo: Aula 5 5. Funções O conceito de função será o principal assunto tratado neste curso. Neste capítulo daremos algumas definições elementares, e consideraremos algumas das funções mais usadas na prática,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça S.P. Área de conhecimento: Ciências Humanas e suas Tecnologias

Leia mais

Práticas de linguagem: textos e contextos da escrita na educação infantil

Práticas de linguagem: textos e contextos da escrita na educação infantil Práticas de linguagem: textos e contextos da escrita na educação infantil Profª. Ms. Maria Cecília Nobrega de Almeida Augusto 17 e 18/05/2011 Pensando a escrita para os pequenos e seus: Contextos Textos

Leia mais

EDITAL 1 a OLIMPÍADA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE APPS: Ações para o Desenvolvimento Sustentável 1 a ONDA

EDITAL 1 a OLIMPÍADA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE APPS: Ações para o Desenvolvimento Sustentável 1 a ONDA EDITAL 1 a OLIMPÍADA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DE APPS: Ações para o Desenvolvimento Sustentável 1 a ONDA Informações gerais: A Olimpíada Nacional de Apps irá ocorrer em todo o país e envolverá a participação

Leia mais

MÓDULO 2 Topologias de Redes

MÓDULO 2 Topologias de Redes MÓDULO 2 Topologias de Redes As redes de computadores de modo geral estão presentes em nosso dia adia, estamos tão acostumados a utilizá las que não nos damos conta da sofisticação e complexidade da estrutura,

Leia mais

O Desempenho Comparado das Telecomunicações do Brasil Preços dos Serviços de Telecomunicações Serviço Móvel Pessoal Pré-Pago (Celular Pré-pago)

O Desempenho Comparado das Telecomunicações do Brasil Preços dos Serviços de Telecomunicações Serviço Móvel Pessoal Pré-Pago (Celular Pré-pago) O Desempenho Comparado das Telecomunicações do Brasil Preços dos Serviços de Telecomunicações Serviço Móvel Pessoal Pré-Pago (Celular Pré-pago) Documento preparado por solicitação da TELEBRASIL & FEBRATEL

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE ASSUNTOS POLÍTICOS

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE ASSUNTOS POLÍTICOS PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE ASSUNTOS POLÍTICOS MARÇO DE 2014 JOB0311 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA OBJETIVO O principal objetivo desse projeto é levantar a intenção de voto do eleitorado acerca

Leia mais

REGIONALIZAÇÕES MUNDIAIS

REGIONALIZAÇÕES MUNDIAIS REGIONALIZAÇÕES MUNDIAIS Vivian Q. Pretti -Geografia- REGIONALIZAR é dividir, e ao mesmo tempo agrupar, áreas do território que possuem características semelhantes. Para regionalizar é necessário estabelecer

Leia mais

MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula

MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula MBA em Gerenciamento de Projetos Teoria Geral do Planejamento Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula SOBRAL - CE 2014 O que é Planejamento É um processo contínuo e dinâmico que consiste em um

Leia mais

Mini-curso. Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula

Mini-curso. Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula Mini-curso Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula Professor responsável Prof. Dr. Daniel Abud Seabra Matos (UFOP) Mariana 2014 2 Prezados/as professores/as,

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE BUROCRACIA

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE BUROCRACIA PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE BUROCRACIA DEZEMBRO DE 2008 JOB12-9 OBJETIVO LOCAL ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA Levantar junto aos eleitores da área em estudo opiniões relacionadas a burocracia

Leia mais

O estudo sobre os Princípios de Marketing tem como objetivos:

O estudo sobre os Princípios de Marketing tem como objetivos: O estudo sobre os Princípios de Marketing tem como objetivos: Definir os conceitos básicos nas áreas de conhecimento ligadas à Gestão de Negócios; Compreender e efetuar as Análises Econômica, Financeira

Leia mais

Meios de Produção. Fordismo, Toyotismo e Taylorismo

Meios de Produção. Fordismo, Toyotismo e Taylorismo Meios de Produção Fordismo, Toyotismo e Taylorismo O que são Meios de Produção? Ø Meios de produção são, o conjunto formado por meios de trabalho e objetos de trabalho ou tudo aquilo que medeia a relação

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE TUTORES Modalidade On-line EDITAL DE SELEÇÃO

CURSO DE FORMAÇÃO DE TUTORES Modalidade On-line EDITAL DE SELEÇÃO CURSO DE FORMAÇÃO DE TUTORES Modalidade On-line EDITAL DE SELEÇÃO CURSO DE EXTENSÃO ONLINE NOME DO CURSO FORMAÇÃO DE TUTORES COORDENAÇÃO Professor Mestre Ivan Carlos Alcântara de Oliveira ÁREA DO CONHECIMENTO

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Domínio Cognitivo (Nível dos Conhecimentos) Compreensão oral e escrita; Conhecimento de formas e regras de funcionamento da língua materna; Conhecimento e compreensão de conceitos

Leia mais