PROGRAMA QUADRO SOLID. Fundo para as Fonteiras Externas Casos de Sucesso DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE GESTÃO DE FUNDOS COMUNITÁRIOS

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1 PROGRAMA QUADRO SOLID Fundo para as Fonteiras Externas Casos de Sucesso

2 Índice Gestão das Fronteiras na União Europeia Fronteiras da União Fundo Europeu para as Fronteiras Externas Fundo Europeu para as Fronteiras Externas Dotação Orçamental Prioridades Nacionais Execução Plurianual do Fundo para as Fronteiras Externas Principais beneficiários do Fundo Europeu para as Fronteiras Externas Principais projetos executados com o apoio financeiro do Fundo Casos de Sucesso Quadro Financeiro Plurianual Fundo para a Segurança Interna - Fronteiras e Vistos Objetivos prioritários Dotação Orçamental Fundo para a Segurança Interna Cooperação Policial Objetivos prioritários Dotação Orçamental Planos de Avisos

3 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Gestão das Fronteiras na União Europeia Fronteiras da União A eliminação dos controlos nas fronteiras internas da UE é um das grandes conquistas da integração europeia. Porém, uma zona sem fronteiras internas não pode funcionar sem repartição de responsabilidades e sem solidariedade na gestão das fronteiras externas. Os conceitos de repartição de encargos e de solidariedade ganharam verdadeiro significado no âmbito do Fundo para as Fronteiras Externas, que pela primeira vez atribuiu recursos financeiros substanciais a estas áreas políticas.

4 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Fundo de Fronteiras Externas O Fundo para as Fronteiras Externas foi um dos quatro instrumentos financeiros do Programa Geral "Solidariedade e Gestão dos Fluxos Migratórios" que encorajou uma partilha equitativa entre os Estados-Membros das responsabilidades decorrentes da gestão integrada das fronteiras externas e da aplicação de políticas comuns em matéria de asilo e imigração.

5 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Dotação Orçamental O orçamento global deste Fundo para o período foi aproximadamente de milhões de euros, repartidos da seguinte forma: milhões de euros repartidos pelos Estados-Membros com base em critérios objetivos que traduzem os encargos de cada Estado em relação ao controlo das fronteiras externas e da política de vistos para ações conduzidas no âmbito dos programas nacionais; 109 milhões de euros (6%) geridos diretamente pela Comissão e afetados a ações comunitárias; 108 milhões de euros para o regime de trânsito de Kalininegrado aplicado pela Lituânia; 60 milhões de euros para ações específicas em pontos fronteiriços estratégicos nas fronteiras externas com base em análises de risco realizadas pela Agência FRONTEX.

6 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Prioridades Nacionais Portugal optou por executar três das cinco prioridades estratégicas do Fundo: Estabelecimento gradual de um sistema comum integrado de gestão das fronteiras Desenvolvimento dos componentes nacionais de um Sistema Europeu de Vigilância das Fronteiras e/ou de uma Rede Europeia de Patrulhas de carácter permanente nas fronteiras marítimas meridionais Criação dos sistemas informáticos exigidos pelas regras comunitárias em matéria de fronteiras externas e vistos (VIS e SIS)

7 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Prioridades Nacionais A execução Plurianual do Fundo para as Fronteiras Externas repartido por 7 Programas Anuais representou um montante Fundo total de ,48. FFE Ano Aprovado Executado , , , , , , , , , , , , , ,19 Total , ,48

8 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Prioridades Nacionais Em termos de taxas de realização, o PA de 2007 foi o que apresentou uma taxa mais elevada - 94%, sendo que o PA com menor taxa foi o de 2008, com 45%, como se pode verificar no gráfico seguinte.

9 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Prioridades Nacionais Principais beneficiários do Fundo Europeu para as Fronteiras Externas

10 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Prioridades Nacionais Principais projetos executados com o apoio financeiro do Fundo SIVICC Morcego & Mobile - Open Sea RAPID - VIS - SIS II- PEP - Equipamentos técnico-operacionais para o controlo de fronteiras Apoio ao sistema de vigilância das fronteiras externas aeroportuárias - fase 1 Modernização consular da rede de vistos AJP II- controlo de passaportes - Plano de Desenvolvimento do Aeroporto de Lisboa: modernização e expansão de capacidade dos postos de controlo de fronteiras - Term 1 da Portela Implementaçãoo das capacidades de SafeSeaNet e ligação ao AIS mediterrâneo no sistema de VTS Instalações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras no porto de Leixões

11 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Prioridades Nacionais

12 Programa Quadro SOLID - Gestão das Fronteiras na União Europeia Prioridades Nacionais Casos de Sucesso O êxito do cumprimento dos objetivos do Fundo Europeu para as Fronteiras Externas dependeu, em grande medida, da cooperação e articulação entre a Autoridade Responsável e os Beneficiários, tanto a nível politico como técnico, divulgação de informações sobre a sua existência e funcionamento, em especial entre os potenciais beneficiários, destacam-se como casos de sucesso nacionais, que também introduzem um valor acrescentado europeu: SIVICC - O Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo; RAPID - Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente.

13 FUNDO PARA A SEGURANÇA INTERNA

14 O Quadro Financeiro Plurianual para a área dos Assuntos Internos QFP O QFP representa uma transição, o enorme esforço e reforço na contribuição financeira da União Europeia no apoio aos Estados- Membros, em benefício da Comunidade em matéria de Assuntos Internos. O Fundo para a Segurança Interna (FSI) irá promover a implementação da estratégia de segurança interna, cooperação e aplicação da lei e a gestão das fronteiras externas da União. O FSI é composto por dois instrumentos específicos, Fronteiras e Vistos e Cooperação Policial com dotação global de 3,8 biliões.

15 Fundo para a Segurança Interna - Fronteiras e Vistos O Fundo para a Segurança Interna- Fronteiras e Vistos, vem dar continuidade aos valores de solidariedade subjacentes à aplicação de normas comuns em matéria de controlo e vigilância das fronteiras externas e de política de vistos financiadas pelo Fundo de Europeu de Fronteiras Externas. Objetivos prioritários Contribuir para assegurar um elevado nível de segurança da União apoiando para ações que visam atingir os seguintes objetivos específicos:

16 Objetivos prioritários Vistos aperfeiçoamento das práticas de processamento eficaz de pedidos de vistos Schengen ancorada na política comum de vistos, que visa facilitar a as viagens legítimas, fornecendo um serviço de elevada qualidade aos requerentes dos pedidos de vistos, garantindo a igualdade de tratamento dos cidadãos não comunitários e combater a migração irregular. Fronteiras alcançar um nível elevado e uniforme de controlo das fronteiras externas, apoiando a gestão integrada das fronteiras, de gestão de fronteira harmonização das medidas de gestão de fronteiras no âmbito da União e partilha de informação entre Estados-Membros, entre Estados-membros e a Frontex, a fim de travar a migração irregular e garantir um processo de passagem das fronteiras o mais simples possível.

17 Dotação Orçamental O orçamento global do FSI-Fronteiras e Vistos para é de 2.76 milhões de euros, repartidos da seguinte forma: 1.55 milhões de euros repartidos pelos Estados-Membros com base em critérios objetivos que traduzem os encargos de cada Estado em relação ao controlo das fronteiras externas e da política de vistos para ações conduzidas no âmbito dos programas nacionais; 1.06 milhões de euros geridos diretamente pela Comissão e afetados a ações comunitárias; 154 milhões de euros para o regime de trânsito de Kalininegrado aplicado pela Lituânia;

18 Dotação Orçamental - Programa Nacional

19 Dotação Orçamental - Programa Nacional As ações financiáveis através deste instrumento podem incluir um vasto leque de iniciativas, como também, prosseguir com as iniciativas existentes ao abrigo do Fundo Europeu para as Fronteiras Externas, especialmente as que visam atingir os objetivos específicos, tais como sistemas de informação, equipamentos operacionais, promover e desenvolver ações de formação e assegurar a cooperação e a coordenação administrativa e operacional.

20 Fundo para a Segurança Interna Cooperação Policial O instrumento financeiro Cooperação Policial irá contribuir para assegurar um elevado nível de segurança na União. No quadro deste objetivo geral, as ações visarão alcançar dois objetivos específicos: Prevenir a criminalidade, lutar contra a criminalidade transnacional grave e organizada, incluindo o terrorismo, e reforçar a coordenação e a cooperação entre as autoridades responsáveis pela aplicação da lei e outras autoridades nacionais dos Estados-Membros, incluindo a Europol e outros organismos competentes da União, e com os países terceiros e as organizações internacionais relevantes

21 Fundo para a Segurança Interna Cooperação Policial Reforçar a capacidade dos Estados-Membros e da União para gerir de forma eficaz os riscos relacionados com a segurança e as crises, e preparar e proteger as pessoas e as infraestruturas críticas contra ataques terroristas e outros incidentes relacionados com a segurança. Dotação Orçamental O orçamento global do FSI-Cooperação Policial para é aproximadamente de 1 bilião de euros, repartidos da seguinte forma: 662 milhões de euros para gestão partilhada 342 milhões de euros para gestão direta

22 Fundo para a Segurança Interna Cooperação Policial Dotação Orçamental - Programa Nacional

23 Fundo para a Segurança Interna Planos de Avisos para submissão de candidaturas O Plano de Avisos está aprovado pela Comissão Interministerial de Coordenação do QFP para a Área dos Assuntos Internos, está publicado no nosso sítio internet, e permite aos potenciais beneficiários dos FSI saberem, com a devida antecedência, as datas de abertura de candidaturas.

24 Fundo para a Segurança Interna - Plano de Avisos Adotado Fronteiras e Vistos Objetivo Especifico Objetivo Nacional Calendário Abertura Encerramento OE2 - Fronteiras OE2.ON3 Normas comuns da União junho 16 agosto 16 OE3 - Apoio Operacional OE3.ON1 Apoio operacional VISTOS junho 16 agosto 16 OE2 - Fronteiras OE2.ON6 Capacidade nacional julho 16 setembro 16 OE3 - Apoio Operacional OE3.ON2 Apoio operacional Fronteiras julho 16 setembro 16 OE2 - Fronteiras OE2.ON5 Desafios futuros agosto 16 outubro 16 OE2 - Fronteiras OE2.AE2 Aquisição de meios de transporte e de equipamento operacional considerados necessários à realização de operações conjuntas pela Agência Frontex, segundo as orientações dadas por essa Agência setembro 16 novembro 16 OE2 - Fronteiras OE2.ON4 - Acervo da União setembro 16 novembro 16 OE1 - Apoio a uma politica comum de vistos OE1.ON1 Capacidade nacional outubro 16 dezembro 16 OE2 - Fronteiras OE2.ON2 - Intercâmbio de informações novembro 16 janeiro 17 OE2 - Fronteiras OE2.ON6 Capacidade nacional novembro 16 janeiro 17 OE2 - Fronteiras OE2.ON6 Capacidade nacional dezembro 16 fevereiro 17 OE3 - Apoio Operacional OE3.ON2 Apoio operacional Fronteiras dezembro 16 fevereiro 17 OE2 - Fronteiras OE2.ON1 EUROSUR janeiro 17 março 17 OE1 - Apoio a uma politica comum de vistos OE1.ON2 Acervo da União março 17 maio 17 OE2 - Fronteiras OE2.ON3 Normas comuns da União março 17 maio 17 OE2 - Fronteiras OE2.ON4 - Acervo da União março 17 maio 17

25 Fundo para a Segurança Interna - Plano de Avisos Adotado Cooperação Policial Objetivo Especifico Objetivo Nacional Calendário Abertura Encerramento OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON2 C - intercâmbio de informações junho 16 agosto 16 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON3 C - formação junho 16 agosto 16 OE6 - Riscos e crises OE6.ON1 - R - prevenção e combate junho 16 agosto 16 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON1 C- prevenção e combate julho 16 setembro 16 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON1 C- prevenção e combate agosto 16 outubro 16 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON2 C - intercâmbio de informações agosto 16 outubro 16 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON4 C - apoio às vítimas setembro 16 novembro 16 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON5 C - avaliação de ameaças e riscos setembro 16 novembro 16 OE6 - Riscos e crises OE6.ON6 R - alerta rápido e crises setembro 16 novembro 16 OE6 - Riscos e crises OE6.ON5 R - infraestrutura outubro 16 dezembro 16 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON1 C- prevenção e combate novembro 16 janeiro 17 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON1 C- prevenção e combate novembro 16 janeiro 17 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON2 C - intercâmbio de informações novembro 16 janeiro 17 OE6 - Riscos e crises OE6.ON5 R - infraestrutura novembro 16 janeiro 17 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON3 C - formação dezembro 16 fevereiro 17 OE6 - Riscos e crises OE6.ON2 R - intercâmbio de informações janeiro 17 março 17 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON2 C - intercâmbio de informações fevereiro 17 abril 17 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON3 C - formação fevereiro 17 abril 17 OE6 - Riscos e crises OE6.ON1 - R - prevenção e combate fevereiro 17 abril 17 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON2 C - intercâmbio de informações março 17 maio 17 OE5 - Prevenção e combate ao crime OE5.ON4 C - apoio às vítimas maio 17 julho 17 OE6 - Riscos e crises OE6.ON3 R - formação maio 17 julho 17 OE6 - Riscos e crises OE6.ON6 R - alerta rápido e crises maio 17 julho 17 OE6 - Riscos e crises OE6.ON4 R - apoio às vítimas maio 17 julho 17

26 PROGRAMA QUADRO SOLID Fundo para as Fonteiras Externas FUNDO PARA A SEGURANÇA INTERNA Obrigado maio 2016

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