OS IMPACTOS DA WEB 2.0 Análise das necessidades do internauta comum

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS IMPACTOS DA WEB 2.0 Análise das necessidades do internauta comum"

Transcrição

1 FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação LUCAS MARTINS DOS SANTOS OS IMPACTOS DA WEB 2.0 Análise das necessidades do internauta comum PAULO AFONSO BA Dezembro-2008

2 I LUCAS MARTINS DOS SANTOS OS IMPACTOS DA WEB 2.0 Análise das necessidades do internauta comum Monografia apresentada ao curso de Sistemas de Informação, da Faculdade Sete de Setembro, como requisito para avaliação conclusiva. Sob a orientação da Professora Esp. Julyana Mota de Moura. PAULO AFONSO BA Dezembro-2008

3 II FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO LUCAS MARTINS DOS SANTOS OS IMPACTOS DA WEB 2.0 Análise das necessidades do internauta comum Monografia submetida ao corpo docente da Faculdade Sete de Setembro, como parte dos requisitos necessários à conclusão de Graduação em Sistemas de Informação. Orientadora: Julyana Mota de Moura Professor: Igor Medeiros Vanderlei Professor: Alberto César Cavalcanti França

4 III Dedico este trabalho monográfico primeiramente ao Bondoso Deus, por ter me presenteado com o maravilhoso dom da vida, aos meus pais, minha tia Didi e a todos os amigos que se fizeram presentes nesta difícil jornada.

5 IV AGRADECIMENTOS Agradeço e dedico a concretização desse trabalho primeiramente a Deus, que é a fonte da Sabedoria e por ter me dado forças para conseguir chegar até aqui. Por tudo que Ele fez, faz e fará, pois ele é meu TUDO e sem ele nada sou! A minha mãe Nice pelo apoio moral e lanches nas madrugas, valeu mãeee!!! Aos irmãos, pelo apoio mesmo que às vezes de forma indireta como também aos demais familiares que acreditaram em mim. E por fim aos amigos e coligados principalmente Camilinha, Jubinha e também Angélica Miga (apesar da distância) pela ajuda, apoio e incentivo e ao Sr. Luis de Deus que foi de grande auxilio para mim durante todo o curso. Enfim, por todos que contribuíram para o fim deste trabalho, meu muito obrigado!

6 V Diversas idéias envolvidas na minha concepção de Web 2.0 são consideravelmente difíceis. É ótimo vêlos compreendendo, gradativamente. Até que as pessoas se dão conta: Oh, não se tratam apenas de mashups [combinação de serviços on-line], mas é na verdade uma idéia de aproveitar a inteligência coletiva. As pessoas estão começando a entender. TIM O REILLY

7 VI RESUMO É difícil hoje abrirmos nosso browser e não nos depararmos com as novidades que surgem constantemente na web, sendo assim podemos dizer que estamos vivendo num processo de constante mudança, que não acontece só nesse contexto mais em tantos outros da nossa sociedade. Nesse contexto em particular, a ocorrente mudança da nova Web se dá, não apenas por efeitos visuais ou aplicações mais intuitivas, mas pela indução de novos paradigmas e características, como o da inteligência coletiva entre outros. Sendo assim, entender esse novo cenário da web como uma resposta a atual demanda de ferramentas inovadoras é, antes de tudo compreender a origem impulsional dessa mudança. Na perspectiva do internauta, a proposta versão 2.0 tornasse impactante, por sugerir novos modelos de interação, como por exemplo fluxos bidirecionais de informação, algo que era incomum anteriormente, gerando assim novas necessidades e competências ao mesmo. Por fim, espera-se nesse estudo obter uma análise sobre a condição atual da Web e do internauta comum, como também a relação entre esses importantes fatores do atual cenário tecnológico. Palavras-chave: Web 2.0, Internet, Novos Paradigmas, Internauta.

8 VII ABSTRACT It is difficult today not open our browser and we see the news that constantly appear on the web, so we can say that we are living in a constant change process, that doesn t happen only in this context than in many other in our society. In this context in particular, the new Web occurrant change occurs, not just for visual effects or applications more intuitive, but the induction of new paradigms and features, such as collective intelligence among others. Therefore, understanding this new scenario of the web as a response to current demand for innovative tools is first of all understand the start of this impulsional change. In Internet view, the proposal made impressive version 2.0, for suggesting new models of interaction, as - for example - Bi-directional flow of information, something that was previously uncommon, generating new needs and skills to it. Finally, it is expected the study to obtain an analysis on the current condition of the common Internet user and the Web, but also the relation between these important factors in the current art scene. Keywords: Web 2.0, Internet, New Paradigms, Internet users.

9 VIII LISTA DE ABREVIATURAS AJAX Asynchronous Javascript And XML API Application Programming Interface ASP Active Server Pages ARPA Advanced Research Project Agency ARPANet Advanced Research Projects Agency Network CC Computador Conectado CERN Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire CGI Common Gateway Interface CSS Cascading Style Sheets DHTML Dynamic HyperText Markup Language FTP File Transfer Protocol IPO - Initial Purchasing Offer HTML HyperText Markup Language HTTP HyperText Transfer Protocol IHC Interação Homem-Computador JSP JavaServer Pages NLS on-line System NTICs Novas Tecnologias de Informação e Comunicação PC Personal Computer PHP Hypertext Preprocessor RSS Really Simple Syndication SMTP Simple Mail Transfer Protocol URI Uniform Resource Identifier URL Uniform Resource Locator XML extensible Markup Language XSLT extensible Stylesheet Language Transformations WWW World Wide Web

10 IX LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Pageflakes Figura 2 - Intervalo de grandes revoluções humanas Figura 3 - Modelo de pagina 1.0 estática Figura 4 - Diagrama Originais WWW arquitetura de A seta rosa indica os padrões comuns: URL e HTTP, com formato de negociação do tipo de dados Figura 5 - Cadeia de comunicação com componentes intermédios Figura 6 - Evolução dos Internautas brasileiros Figura 7 - Mapa de noções da Web Figura 8 - Homepage do Google Brasil Figura 9 - Gráfico: A Cauda longa de Anderson Figura 10 - Funcionamento do Google AdSense na pagina do Como tudo funciona da UOL Figura 11 - Homepage da Amazon Figura 12 - O site de compartilhamento de fotos Flickr que utiliza folksonomia para os usuários definiam as fotos de forma livre Figura 13 - Atuação da inteligência coletiva através dos bookmarks no Delicious Figura 14 - Arquitetura descentraliza e livre de moderadores ou filtros do digg Figura 15 - Modelo de folksonomia, os usuários nomeiam o assunto através de tags Figura 16 - Wikipédia e sua arquitetura de participação apoiada na inteligência coletiva Figura 17 - Redes sociais no mundo Figura 18 - Perfil de usuário Orkut, que possui cerca de 30 milhões de usuários no Brasil Figura 19 - Blogger da Google Figura 20 - Mapas Google com copyright sobre as bases de dados das imagens Figura 21 - Housingmaps utilizando da união de serviços: Mapa com amostra imobiliária... 73

11 X LISTA DE QUADROS E TABELA Quadro 1 - Comparações propostas por O Reilly e Dougherty na conferência de brainstorming Quadro 2 - Familiaridade com a Internet Tabela 1 - Classificação dos internautas... 86

12 XI SUMÁRIO 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS CONTEXTUALIZAÇÃO JUSTIFICATIVA PROBLEMAS DE PESQUISA OBJETIVOS GERAL ESPECÍFICOS METODOLOGIA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO INTERNET: A ORIGEM DA MUDANÇA HISTÓRICO INTRODUÇÃO À WEB E SUA HISTÓRIA A CONCEPÇÃO DA WEB DEFINIÇÃO HISTÓRICO FUNCIONAMENTO E ARQUITETURA WEB 1.0: UTILIZAÇÃO DOMESTICA E COMERCIAL EM MASSA TEMPOS DE BOAS COLHEITAS A MUDANÇA FOCAL A BOLHA WEB 2.0: A MUDANÇA POR QUE WEB 2.0? O QUE MUDOU? NOVAS CARACTERÍSTICAS E TECNOLOGIAS O MAL POR TRÁS DA MUDANÇA PERSPECTIVAS FUTURAS USUÁRIOS DA WEB: O INTERNAUTA CONCEITO CLASSIFICAÇÕES DOS INTERNAUTAS INTERNAUTAS DA WEB ANÁLISE DAS NECESSIDADES PARA A UTILIZAÇÃO DA WEB CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 93

13 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

14 CONSIDERAÇÕES INICIAIS CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1.1. CONTEXTUALIZAÇÃO Será que a Internet mudou? Para alguns autores isso é uma verdade tão absoluta, como o heliocentrismo 1 era no século VI para a Igreja Católica, porém para outros, é preferível descrever está questão como um jogo de marketing (ou seja, buzzword) ou mesmo como uma fase entre tantas outras comuns a qualquer tecnologia ou relacionado sofrer por ocorrência das freqüentes evoluções no cenário tecnológico e que normalmente é de caráter transitório. Todavia, mudanças são cada vez mais constantes no ambiente online. Por essa razão, se faz necessário compreender melhor esse novo cenário e tentarse situar em um conceito ou definição. Por isso, é interessante navegar em sites intitulados 2.0, a experiência adquirida a partir de tal feito é enriquecedora. Sendo que a percepção de estar interagindo com um serviço da nova Web, surge a partir de características explicitas e notórias da mesma como os gadgets 2 (mapas, podcast, calendário, etc.) feeds RSS 3, wikis 4, tags 5 entre outros. O Pageflakes é um bom exemplo disso, apontado pela revista Info Exame de maio de 2007 como muito bom na avaliação técnica da mesma por ser possuidor de 63 serviços dessa nova onda da Web. No entanto, também deve-se enxergar esse momento como uma resposta a atual demanda de ferramentas que sejam inovadoras e que possam possibilitar uma maneira diferente de se trabalhar com a Web. 1 Teoria a respeito do sistema cosmológico, segundo a qual a Terra e os demais planetas giram em torno do Sol. (http://www.infoescola.com/astronomia/heliocentrismo/) 2 Pequenos software, módulo, ferramenta ou serviço que pode ser agregado a um ambiente maior, como um Sistema Operacional, por exemplo. 3 Segundo a Folha Online é a Abreviação de "really simple syndication" [distribuição realmente simples], é uma maneira de distribuir informação por meio da Internet que se tornou uma poderosa combinação de tecnologias "pull" --com as quais o usuário da Web solicita as informações que deseja-- e tecnologias "push" --com as quais informações são enviadas a um usuário automaticamente. Esses documentos são baseados no padrão XML que reúne um conjunto de metadados utilizados para representar certo tipo de informação estruturada, como artigos de periódicos, por exemplo. Normalmente possui extensão. xml ou.rss. (ALMEIDA e ARELLANO, 200?, p.6) 4 Serviço de compartilhamento de dados colaborativo. 5 N.T. Etiqueta.

15 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 13 Figura 1 - Pageflakes Fonte: É também percebido, um alto nível de usabilidade até mesmo de modo intuitivo nessas interfaces, pois uma das guidelines 6 centrais da Web 2.0 é o IHC 7. Ainda, compreende-se que a interação também é uma importante diretiva dessa nova Web, por permitir um papel mais participativo do internauta, pois ferramentas colaborativas como Google 8, Wikipédia 9, Youtube 10 entre outras, já tomaram essa condição como essencial para reger a suas funcionalidades. No entanto, a mudança sentida (que não é provocada apenas pela descentralização que ocorre no modelo de negócios da Web 2.0 ou a adoção de novos 6 N.T Linhas de padronização. Esse termo é utilizado em IHC para referenciar os padrões seguidos pelos designers na construção de softwares. 7 Interação Homem-Computador

16 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 14 padrões como mobilidade, flexibilidade, eficiência entre outros) é em maior parte motivada pela presente abundância de informações existente na sociedade, proporcionada em grande parte pela rede mundial de computadores: a Internet. Essas razões são também reflexo daquilo que a atual sociedade denomina por globalização, a partir do conceito que a sociedade interage e aproximam as pessoas, ou seja, interliga o mundo (WIKIPEDIA, 2008) saindo da visão centrada e única de apenas um processo capitalista. Esses conceitos serão aprofundados nos próximos capítulos. É fato que, pensar em efeitos visuais e aplicativos dinâmicos em sites há tempos atrás era inviável, pois a plataforma comum de processamento era bastante inferior, desde as conexões - onde a velocidade da mesma era uma das protagonistas da falta de interatividade da Web 1.0 até a quantidade de memória para processamento (que era bastante baixa). Para se compreender a evolução deste conceito e todos os novos pensamentos embutidos nessa onda, faz-se necessário compreender o ambiente onde tudo isso acontece, deste a importância da informação (como já citado), a historia da Internet, a concepção da Web e queda da mesma - em tempos de auge comercial e a importância do ciberespaço, enquanto base da cibercultura 11, que não é uma particularidade dos nerds. É percebível que durante todo esse processo o internauta será o grande protagonista dessa história por conta de seu papel que, agora, se torna em um agente colaborador da rede, fazendo surgir um novo perfil hibrido do mesmo, um lautor 12 (BLATTMANN&SILVA apud BELLEI, 2007). Na verdade, o novo contexto induz a uma plataforma com foco no desenvolvimento de pessoas através da inteligência coletiva que é emanada dos usuários da Web, por isso a aquisição do conhecimento por parte do usuário da Web 2.0 é de grande importância para o desenvolvimento e mantimento da mesma. Estudar a nova Web atualmente nesse momento de constantes mudanças - torna-se difícil, pois o próprio termo Web 2.0 ainda não esta definido de forma universal a todos os estudiosos, mas em construção continua assim como a própria Web, propondo assim uma reinvenção de si mesma Cultura motivada pelo ciberespaço. De acordo com Bellei (2005) o termo se refere ao leitor que se torna autor.

17 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 15 É necessário perceber que diversos impactos serão provocados por essa revolução, tanto bons como o percentual crescente de 78% em dois anos dos internautas brasileiros (http://g1.globo.com/noticias/tecnologia/0,,mul ,00.html), como ruins como por exemplo, a participação de amadores no processo de produção profissional de forma desordenada (KEEN, 2007). A observância desse cenário, suscita a necessidade de dominação do conhecimento e da informação como algo crucial. Isso é defendido por Blattmann & Silva (2007) em um contexto social da informação de âmbito organizacional A existência de uma organização social denominada Sociedade da Informação coloca a Internet como um ambiente para acessarmos, obtermos, organizarmos e usarmos dados e informações para entender, compartilhar, produzir e disseminar conhecimentos e saberes. Sendo assim, é evidente que os conhecimentos do internauta terão que acompanhar essa mudança, gerando assim novas necessidades e tendências para o mesmo, transfigurando o limiar de seu perfil para que seja detentor de um tipo de interatividade full duplex 13. O importante é lembrar que isso é apenas o começo de uma grande mudança que já se iniciou, como afirma Tofller, citando que "o impacto da revolução das tecnologias de informação na história está criando uma nova civilização. E como o foco da Web 2.0 são os internautas, então vale lembrar que o futuro dessa evolução esta nas mãos dos mesmos JUSTIFICATIVA No atual cenário computacional, mas especificamente o da internet, rápidas mudanças são visíveis e constantes, gerando novas necessidades aos internautas como de adquirir conhecimentos próprios e particulares de programadores, Webdesigners e outros usuários de conhecimentos técnicos instigando a necessidade de se estudar e analisar as verdadeiras necessidades da Web 2.0 em relação aos internautas, como 13 Analogia a comunicação full duplex, que funciona simultaneamente de modo bidirecional.

18 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 16 também o que ela acarreta e impactua aos mesmos. Através disso, obter-se-á uma visão sistêmica e ampla do atual cenário. A importância desse estudo para a comunidade acadêmica, também é algo a se comentar, por se tratar de um tema novo com bibliográfica quase nula, e com difícil acessibilidade as poucas fontes que tem algum tipo de informação relacionado, notandose assim a existência de amplitude na pesquisa, originalidade do enfoque e pioneirismo da pesquisa na Instituição. Por ultimo, visando o potencial comercial que a intitulada nova versão da Web traz para aqueles que a dominam PROBLEMAS DE PESQUISA Busca-se nesse trabalho chegar a dados que respondam a seguinte problemática: Quais competências, os internautas comuns devem ter para utilizar a Web 2.0 na totalidade das suas funcionalidades e propostas? 1.4. OBJETIVOS GERAL Analisar os impactos causados pela chegada e emprego da Web 2.0 nos internautas comuns e as necessidades geradas pela mesma ESPECÍFICOS Fazer um estudo sobre as inovações tecnológicas que a Web 2.0 origina. Pesquisar as mudanças ocorrentes (comparativo com o modelo anterior). Identificar quais as habilidades que o internauta deverá ter, para ser usuário da Web 2.0. Verificar os impactos provocados pela nova versão da Web, nos internautas comuns, ou seja, de massa.

19 CONSIDERAÇÕES INICIAIS METODOLOGIA Para Ander Egg apud Lakatos (2001, p. 155), a pesquisa é um procedimento reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir novos fatos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo do conhecimento. Existem ainda, tipos de pesquisa a ser seguidos, de acordo com suas modalidades de estudo, caracterizadas como descritivas, bibliográficas, de campo e qualitativa, no entanto nessa pesquisa será seguido apenas o caráter bibliográfico. Sobre essa pesquisa, relata Lakattos (2001, p. 183): A pesquisa bibliográfica abrange toda a bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, revistas, livros, etc. (...) sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo o que foi escrito sobre determinado assunto. Fundamentado nesses princípios, percebe-se que esse tipo de pesquisa satisfaz a proposta do trabalho. A pesquisa tem caráter quantitativo e se baseia na observância do comportamento e atitudes dos internautas que utilizam a Web 2.0. A pesquisa bibliográfica é composta de diversos autores e publicações sendo elas científica ou não almejando propor uma pesquisa monográfica de caráter acadêmico enquanto ação analítica, sendo também um ato de pioneirismo para a instituição ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO O trabalho será composto por 7 (sete) capítulos onde será abordado: Considerações iniciais do trabalho, objetivando introduzir o tema ao leitor desse trabalho científico e a proposta da monografia como um todo. Breve histórico da Internet e suas conseqüências diretas e indiretas na construção da Web. Conceitos, definições e contextualização da Web 0.0 e 1.0. Abordagem sobre Web 2.0 em relação ao seu conceito e mudanças em relação às antecessoras e as perspectivas futuras da mesma (com enfoque tecnológico, humano e nos negócios).

20 CONSIDERAÇÕES INICIAIS 18 Apresentar-se-á os internautas a partir conceitos, classificações e analisando as necessidades em relação à Web 2.0. Finalização do trabalho com as considerações finais e conclusões feitas a parti de todo esse procedimento de estudos e análises causados no decorrer desse estudo monográfico. Os capítulos seguirão respectivamente a ordem dos tópicos acima.

21 INTERNET: A ORIGEM DA MUDANÇA

22 INTERNET: A ORIGEM DA MUDANÇA INTERNET: A ORIGEM DA MUDANÇA Os sistemas tecnológicos são socialmente produzidos. A produção social é estruturada culturalmente. A Internet não é exceção. (...) Manuel Castells Iniciava-se uma grande revolução na década de 50, era um imenso território inexplorado, onde proliferavam páginas pessoais e surgiam celebridades instantâneas (SAMPAIO, 2007, p. 4), chamada Internet. Inicialmente, esse espaço virtual origina-se num cenário bastante distinto e impróprio de uma guerra, onde a necessidade de se firmar tecnologicamente com uma inovação era crucial para os países confrontantes. Muitos ainda confundem a biografia da World Wide Web ou Web com a da Internet, tornando-as sinonímicas. Por isso, é vital perceber que apesar da importância da Internet como pioneira dessa revolução, a mesma ingressa em sua popularização a partir da Web que foi a responsável pelo desaparecimento de alguns serviços virtuais como Gopher 14 e FTP 15 (SAMPAIO, 2007) e também do , transformando-a mais atrativa e acessível para toda a sociedade com um ambiente enriquecido por arquivos multimídia. A importância da informação também é algo indispensável nessa sociedade em redes (CASTELLS, 2007), sendo que a própria alcança tal conjuntura por conta do excesso de informação que é característica da Internet. Porém Martins apud Vaz (2000) alerta que: [...] isto por um lado pode se traduzir em multiplicidade e liberdade, na medida em que anuncia a possibilidade de acesso a um número extraordinário de dados sobre a realidade, por outro, aterroriza pela impossibilidade de se processar toda a massa de informações disponível. Frente ao caos informacional, o que se coloca, então, é a necessidade da economia da atenção para se gerar a qualidade da comunicação. 14 Protocolo de redes de computadores que foi desenhado para indexar repositórios, atuando assim como um mecanismo de busca, de documentos na Internet. (WIKIPEDIA) 15 N.T Protocolo de transferência de arquivos

23 INTERNET: A ORIGEM DA MUDANÇA 21 Demonstrando assim, a dualidade ocorrente. A informação ainda teve tal valor nesse conjunto, por conta de estar inserida em um meio acadêmico no principio, onde o mesmo influenciava para a liberdade da informação e também por conta da necessidade de comunicação comum a todo membro da sociedade humana. Portanto, entender a Internet a partir de sua história e todas as variáveis que á implicam, é necessário para se ter uma visão sistemática de todo o contexto. 2.1 HISTÓRICO Em 1957, a então União Soviética lançou o Sputnik 16. Os norte-americanos ficaram abismados com a notícia, sendo que a guerra fria estava no seu ápice. Os americanos cogitavam que se a União Soviética era apta a lançar um satélite ao espaço, era igualmente possível que fosse capaz de lançar um míssil contra a América do Norte. (WIKIPEDIA, 2008). Nesse momento, os computadores eram gigantes e ocupavam salas completas e dispunham de apenas uma fração da capacidade de processamento de um moderno PC e não existia uma maneira de fazer com que eles trabalhassem em rede. O presidente Eisenhower, institui a Advanced Research Projects Agency 17 (ARPA), em 1958, como resposta direta ao lançamento do Sputnik. O propósito da ARPA era conferir aos Estados Unidos vantagem tecnológica sobre outros países. (CARVALHO, 2006). Em 1962, o Dr. JCR Licklider foi escolhido para dirigir ARPA. Sendo ele um visionário, procurou o serviço do governo para tornar o uso dos computadores mais interativo. Com o avanço rápido da tecnologia nos anos decorrentes, viram a necessidade de se deslocar o contrato da ARPA às universidades e se lançou os alicerces para o que se tornaria a ARPAnet. Assim realizaram-se pesquisas conjuntamente por órgãos governamentais, universidades e centros de pesquisas resultando na interconexão de computadores em rede - até então não existente - que dispunham de uma arquitetura de protocolos abertos, Primeiro satélite artificial da terra, lançado ao espaço. N.T Agência de pesquisa em projetos avançados

24 INTERNET: A ORIGEM DA MUDANÇA 22 onde a rede permitia que os usuários participassem do aperfeiçoamento de softwares para a Internet. Sendo assim, o cenário naquele momento temporal se apresentava da seguinte forma [...] de um lado o interesse militar, que investia na criação de uma rede de comunicação que fosse imune a ataques de países inimigos durante a Guerra Fria; de outro, a comunidade acadêmica contratada para desenvolver o projeto e que tinha interesse em construir uma rede que favorecesse o trabalho colaborativo. (MARTINS, 2006, p. 14) Possivelmente, essa situação influenciou padrões de comunicação mediada por computadores com práticas colaborativas e ajudando a transformar o mesmo, em meio de difusão e de interação social (ANTOUN, 2005). Mesmo assim a Internet passou por todo um processo de desenvolvimento para evoluir e chegar à atualidade como umas das grandes revoluções humanas, no entanto não será aprofundada nesse trabalho. Porém podemos visualizar este fato no comparativo desta figura entre a Internet e outras revoluções em intervalos de tempo. Figura 2 - Intervalo de grandes revoluções humanas Fonte:

25 INTERNET: A ORIGEM DA MUDANÇA 23 Nos anos 90, apesar do surgimento de provedores como o Alternex 18, a Internet ainda ensaiava seus primeiros passos com todas as limitações temporais da precocidade tecnológica existente. Mesmo com a euforia do crescimento primordial em estado agitado da mesma. Sampaio (2007, p.3) contextualiza tal momento da seguinte forma A Internet era bem diferente do que é hoje em dia. O modem mais veloz disponível era o de BPS. Os sites que existiam eram completamente toscos se comparados com os de hoje. Os browsers possuíam opção para suspender o download de imagens, de modo a tornar a carga da pagina mais rápida Porém com o decorrer do tempo um novo cenário se fez, e a Internet começou a desenvolver-se em escala crescente e de forma bastante acelerada. E, a Web teve papel fundamental para tal mudança, como relata Brasileiro & Costa (1998) [...]In the last few years the Internet has presented a fantastic growth; the number of machines connected to the net has increased from little less than 2 million in mid 1993 to almost 30 million in the beginning of 1998 [ ]. Much of this growth is due to the development of the World Wide Web (or simply the Web) 19 Por fim percebe-se que desde o principio foi a Web que tornou a Internet tão difusa em todo o mundo e a popularizou entre os leigos não membro de grupos particulares como forças militares ou universidades criando assim posteriormente, uma relação singular de dependência mútua entre esses dois ícones da computação. 18 Primeiro provedor brasileiro de Internet não-acadêmico e não-governamental. 19 N.T Nos últimos anos a Internet tem apresentado um crescimento fantástico, o número de máquinas ligadas à rede aumentou de pouco menos de 2 milhões em meados de 1993 a quase 30 milhões no início de 1998 (fonte: Network Wizards, em / Grande parte deste crescimento se deve ao desenvolvimento da World Wide Web (ou simplesmente a Web).

26 INTRODUÇÃO À WEB E SUA HISTÓRIA

27 INTRODUÇÃO À WEB E SUA HISTÓRIA INTRODUÇÃO À WEB E SUA HISTÓRIA A World Wide Web foi originalmente concebida como um mundo interativo de partilha de informação através da qual as pessoas podem comunicar-se entre si e com as máquinas. Tim Berners-Lee Como se objetiva também nesse trabalho estudar a Web 2.0, faz-se necessário dividi-la em períodos, como fazem alguns autores em suas abordagens. Apesar de compreender que o termo é bastante discutido e contraditório em alguns pontos por diferentes estudiosos, é interessante ter esses conceitos definidos para se facilitar a compreensão e estudo desenvolvido nesse projeto monográfico. Assim, se definirá nessa análise em duas etapas a Web anterior à intitulada 2.0: onde será estudada sua concepção e principais ferramentas nas décadas de 80 a 90 (aonde também poderemos utilizar da nomenclatura 0.0); e depois nos anos de 1996 a 2002 (onde igualmente poderá se intitular esse período como o 1.0), também visando às principais ferramentas e ocorrências nesse espaço temporal encerrado com o a quebra das empresas.com e o conseqüente estouro da bolha - respectivamente A CONCEPÇÃO DA WEB Para Berners-Lee (1998, p.1) essa concepção se traduz como um sonho The dream behind the Web is of a common information space in which we communicate by sharing information. Its universality is essential: the fact that a hypertext link can point to anything, be it personal, local or global, be it draft or highly polished. 20 Seguramente a Web só conseguiu alcançar esse ponto em seus primórdios por conta de ter sido concebida em um momento adequado e conjunto com o terreno propício da Internet enquanto espaço de fluxo de dados. No entanto, não tentando defender crenças em superstições ou coincidências, é notório que toda a tecnologia ou 20 N.T O sonho da Web está por trás de um espaço comum da informação em que nos comunicarmos, através da partilha de informação. A sua universalidade é essencial: o fato que uma conexão de hipertexto pode apontar para algo, ser ele pessoal, local ou global, ser ele esboço ou altamente polido.

28 INTRODUÇÃO À WEB E SUA HISTÓRIA 26 idéia tem um tempo certo para ocorrer (SAMPAIO, 2007, p.1) e Berners-Lee decididamente conseguiu perceber essa oportunidade DEFINIÇÃO Segundo Berners-Lee(1996, p.1), criador do termo, The Web was designed to be a universal space of information, so when you make a bookmark or a hypertext link, you should be able to make that link to absolutely any piece of information that can be accessed using networks. The universality is essential to the Web: it looses its power if there are certain types of things to which you can t link. 21 Entende-se que o intuito inicial da Web era ser um espaço de informação partilhada através da qual as pessoas pudessem se comunicar por intermédio das máquinas, onde o usuário seria uma das peças centrais desse contexto, colaborando através de seus pensamentos, idéias e sonhos traduzidos em bits que circulariam no espaço virtual da Internet HISTÓRICO Mesmo antes de Tim Berners-Lee cunhar o termo World Wide Web, e diferente do que muitos pensam que as premissas dessa mudança só iniciaram por volta dos anos 80, Vannevar Bush 22 dava os primeiros passos nessa história com a publicação do artigo "As We May Think" em 1945 (W3C), onde propunha a máquina Memex 23. Em seguida, prosseguindo-se com o ambiente integrado NLS proposto por Douglas Engelbart 24, pai do mouse e da ergonomia, e por fim com o trabalho A File Structure for the Complex, 21 N.T A Web foi projetada para ser um espaço universal da informação, assim quando você faz um marcador de páginas ou uma conexão de hipertexto, você deve ser capaz de fazer aquela conexão para absolutamente qualquer parte da informação que pode ser acessada através da redes. A universalidade é essencial à Web: ela perde o seu poder se houver certos tipos de coisas às quais você não pode ligar. 22 Foi um engenheiro, político e inventor Americano pioneiro na historia da Web. 23 Aquino (?, p.8) relata que: O memex era parecido com uma escrivaninha.[...] [e] seria um dispositivo para armazenar documentos de forma conectada e que possibilitasse a consulta aos arquivos [...] através das trilhas associativas. 24 Segundo Falcão & Gaalhardi (2004, p.2) trata-se de um engenheiro elétrico formado Universidade do Estado de Oregon (1942), PhD (1955) e pesquisador no instituto de pesquisa de Stanford.

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Aula 23 http://www.ic.uff.br/~bianca/introinfo/ Aula 23-07/12/2007 1 Histórico da Internet Início dos anos 60 Um professor do MIT (J.C.R. Licklider) propõe a idéia de uma Rede

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

Introdução ao Desenvolvimento e Design de Websites

Introdução ao Desenvolvimento e Design de Websites Introdução ao Desenvolvimento e Design de Websites Prof.: Salustiano Rodrigues de Oliveira Email: saluorodrigues@gmail.com Site: www.profsalu.wordpress.com Introdução ao Desenvolvimento e Design de Websites

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

Informática Aplicada. Aula 3 Internet, Browser e E-mail. Professora: Cintia Caetano

Informática Aplicada. Aula 3 Internet, Browser e E-mail. Professora: Cintia Caetano Informática Aplicada Aula 3 Internet, Browser e E-mail Professora: Cintia Caetano SURGIMENTO DA INTERNET A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu em plena Guerra Fria, no final da década de

Leia mais

INTERNET -- NAVEGAÇÃO

INTERNET -- NAVEGAÇÃO Página 1 INTRODUÇÃO Parte 1 O que é a Internet? A Internet é uma rede mundial de computadores, englobando redes menores distribuídas por vários países, estados e cidades. Ao contrário do que muitos pensam,

Leia mais

World Wide Web e Aplicações

World Wide Web e Aplicações World Wide Web e Aplicações Módulo H O que é a WWW Permite a criação, manipulação e recuperação de informações Padrão de fato para navegação, publicação de informações e execução de transações na Internet

Leia mais

Web Design Aula 01: Conceitos Básicos

Web Design Aula 01: Conceitos Básicos Web Design Aula 01: Conceitos Básicos Professora: Priscilla Suene priscilla.silverio@ifrn.edu.br Motivação Motivação Motivação Motivação Roteiro Introdução Papéis e Responsabilidades Construindo um site

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Internet A Internet é um conjunto de redes de computadores de domínio público interligadas pelo mundo inteiro, que tem

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

Programação WEB Introdução

Programação WEB Introdução Programação WEB Introdução Rafael Vieira Coelho IFRS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Farroupilha rafael.coelho@farroupilha.ifrs.edu.br Roteiro 1) Conceitos

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL

A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL A INTERNET COMO FERRAMENTA AUXILIAR NO ENSINO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL Manoel Theodoro Fagundes Cunha Sergio Scheer Universidade Federal do Paraná, Setor de Tecnologia, Centro de Estudos de Engenharia

Leia mais

Guia de Consulta Rápida HTTP. Décio Jr. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br

Guia de Consulta Rápida HTTP. Décio Jr. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida HTTP Décio Jr. Novatec Editora www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida HTTP de Décio Jr. Copyright 2001 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados. É proibida

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA conceito inicial Amplo sistema de comunicação Conecta muitas redes de computadores Apresenta-se de várias formas Provê

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Internet. O que é a Internet?

Internet. O que é a Internet? O que é a Internet? É uma rede de redes de computadores, em escala mundial, que permite aos seus utilizadores partilharem e trocarem informação. A Internet surgiu em 1969 como uma rede de computadores

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET Autores: OROMAR CÓRDOVA GILBERTO ALVES LOBATO COPEL Companhia Paranaense

Leia mais

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br Desenvolvimento Web Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas http://www.saymonyury.com.br Vantagens Informação em qualquer hora e lugar; Rápidos resultados; Portabilidade absoluta; Manutenção facilitada

Leia mais

Facilidade e flexibilidade na web

Facilidade e flexibilidade na web Facilidade e flexibilidade na web palavras-chave: acessibilidade, usabilidade, web 2.0 Tersis Zonato www.tersis.com.br Web 2.0 o termo de marketing x a nova forma de conhecimento Web 2.0 O conceito começou

Leia mais

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS.

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Clara Aben-Athar B. Fernandes¹, Carlos Alberto P. Araújo¹ 1 Centro Universitário Luterano de Santarém Comunidade Evangélica Luterana (CEULS/ULBRA)

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

// Questões para estudo

// Questões para estudo // Questões para estudo 2 // Ferramentas Básicas de Internet e Web 2.0 1. Sobre a internet, marque a opção correta: A) A internet poder ser definida como uma rede mundial, composta por mihões e milhões

Leia mais

Aula 01: Apresentação da Disciplina e Introdução a Conceitos Relacionados a Internet e WEB

Aula 01: Apresentação da Disciplina e Introdução a Conceitos Relacionados a Internet e WEB Aula 01: Apresentação da Disciplina e Introdução a Conceitos Relacionados a Internet e WEB Regilan Meira Silva Professor de Informática do Campus Ilhéus Formação em Ciência da Computação com Especialização

Leia mais

Web 2.0. Amanda Ponce Armelin RA 052202

Web 2.0. Amanda Ponce Armelin RA 052202 Amanda Ponce Armelin RA 052202 Americana, 2007 Tópicos Introdução Web 1.0 Definição Comparativo Web1.0 x Web2.0 Web 3.0 Definição Conclusão Definição Principais características Discórdia Termos Essenciais

Leia mais

Yuri Maximiano de Pina Ferreira Paulo Ricardo Magalhães Igor César João Luiz

Yuri Maximiano de Pina Ferreira Paulo Ricardo Magalhães Igor César João Luiz NAVEGADORES WEB UFF Universidade Federal Fluminense Curso de Graduação em Ciência da Computação Informática 1 1º semestre de 2007 Yuri Maximiano de Pina Ferreira Paulo Ricardo Magalhães Igor César João

Leia mais

Tecnologias para Web Design

Tecnologias para Web Design Tecnologias para Web Design Introdução Conceitos básicos World Wide Web (Web) Ampla rede mundial de recursos de informação e serviços Aplicação do modelo de hipertexto na Web Site Um conjunto de informações

Leia mais

CLC5 Formador: Vítor Dourado

CLC5 Formador: Vítor Dourado 1 A designação da Internet advém de Interconnected Network, ou seja, rede interligada. A Internet é uma gigantesca teia mundial de redes de computadores, em constante crescimento e evolução, oferecendo

Leia mais

Módulo 11 A Web e seus aplicativos

Módulo 11 A Web e seus aplicativos Módulo 11 A Web e seus aplicativos Até a década de 90, a internet era utilizada por acadêmicos, pesquisadores e estudantes universitários para a transferência de arquivos e o envio de correios eletrônicos.

Leia mais

DWEB. Design para Web. Fundamentos Web I. Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico

DWEB. Design para Web. Fundamentos Web I. Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico DWEB Design para Web Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico Fundamentos Web I E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual

Leia mais

UMA REFLEXÃO SOBRE A REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES

UMA REFLEXÃO SOBRE A REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES Uma reflexão sobre a rede mundial de computadores 549 UMA REFLEXÃO SOBRE A REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES por Guilherme Paiva de Carvalho * CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet,

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS. Aula 09

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS. Aula 09 FACULDADE CAMÕES PORTARIA 4.059 PROGRAMA DE ADAPTAÇÃO DE DISCIPLINAS AO AMBIENTE ON-LINE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL DOCENTE: ANTONIO SIEMSEN MUNHOZ, MSC. ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: FEVEREIRO DE 2007. Internet,

Leia mais

HTML. Leandro Sorgetz, Roberto Pretto

HTML. Leandro Sorgetz, Roberto Pretto HTML Leandro Sorgetz, Roberto Pretto Faculdades de Informática de Taquara Curso de Sistemas de Informação Fundação Educacional Encosta Inferior do Nordeste Av. Oscar Martins Rangel, 4500 Taquara RS Brasil

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010. Comparativo entre Apache e IIS.

Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010. Comparativo entre Apache e IIS. Aluno: Paulo Roberto Alves de Oliveira Trabalho da disciplina Segurança em Windows 2010 Comparativo entre Apache e IIS. Apache versus IIS 1. Resumo Os programas de computador Apache, da fundação Apache

Leia mais

TECNOLOGIA WEB Aula 1 Evolução da Internet Profa. Rosemary Melo

TECNOLOGIA WEB Aula 1 Evolução da Internet Profa. Rosemary Melo TECNOLOGIA WEB Aula 1 Evolução da Internet Profa. Rosemary Melo Tópicos abordados Surgimento da internet Expansão x Popularização da internet A World Wide Web e a Internet Funcionamento e personagens da

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Internet Internet é o conjunto de diversas redes de computadores que se comunicam entre si Internet não é sinônimo de WWW (World Wide

Leia mais

Internet. Protocolos. Principais Serviços. E-MAIL Chat TELNET FTP. Definições Básicas

Internet. Protocolos. Principais Serviços. E-MAIL Chat TELNET FTP. Definições Básicas Internet A Internet surgiu a partir de um projeto da agência norte-americana ARPA com o objetivo de conectar os computadores dos seus departamentos de pesquisa. Essa conexão iniciou-se em 1969, entre 4

Leia mais

Desenvolvimento e disponibilização de Conteúdos para a Internet

Desenvolvimento e disponibilização de Conteúdos para a Internet Desenvolvimento e disponibilização de Conteúdos para a Internet Por Matheus Orion Currículo resumido do professor Graduado em análise e desenvolvimento de sistemas (UCS) Mestrado em administração de negócios

Leia mais

A Estrutura da Web. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti

A Estrutura da Web. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti A Estrutura da Web Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti A Estrutura da Web Até agora: redes onde unidades eram pessoas ou entidades sociais, como empresas e organizações Agora (Cap 13, 14 e

Leia mais

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar os princípios que se destacam como características da Web 2.0. INTRODUÇÃO

Leia mais

Programação para a Internet. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala

Programação para a Internet. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala Programação para a Internet Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala A plataforma WEB Baseada em HTTP (RFC 2068) Protocolo simples de transferência de arquivos Sem estado

Leia mais

Programação e Designer para WEB

Programação e Designer para WEB Programação e Designer para WEB Introdução Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com Apresentação Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com Ementa Introdução a hipertexto. A linguagem HTML.

Leia mais

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Prnet/2013 Linguagem de Programação Web» Programas navegadores» Tipos de URL» Protocolos: HTTP, TCP/IP» Hipertextos (páginas WEB)» HTML, XHTML»

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II INTERNET Protocolos de Aplicação Intranet Prof: Ricardo Luís R. Peres As aplicações na arquitetura Internet, são implementadas de forma independente, ou seja, não existe um padrão

Leia mais

Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0. Tutorial HTML. versão 4.01

Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0. Tutorial HTML. versão 4.01 Fone: (19) 3234-4864 E-mail: editora@komedi.com.br Site: www.komedi.com.br HTM3.0 Tutorial HTML versão 4.01 K O M Σ D I Copyright by Editora Komedi, 2007 Dados para Catalogação Rimoli, Monica Alvarez Chaves,

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Novas Mídias e Relações Sociais.

Novas Mídias e Relações Sociais. Novas Mídias e Relações Sociais. Eduardo Foster 1 1 Caiena Soluções em Gestão do Conhecimento, Av. 34-578, CEP 13504-110 Rio Claro, Brasil foster@caiena.net Resumo. A comunicação é uma disciplina que acompanha

Leia mais

Como surgiu a Internet?

Como surgiu a Internet? Como surgiu a Internet? A internet nada mais é do que a conexão de várias redes de computadores interligadas entre si. O surgimento das primeiras redes de computadores datam a época em que o planeta estava

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA. Text PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA. Text PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt Text GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

7 Passos Para a Criação de Uma Boa Loja Virtual. Índice

7 Passos Para a Criação de Uma Boa Loja Virtual. Índice 2 Índice Introdução... 3 Passo 1 Entender o que é Venda Online e E-commerce... 4 Passo 2 Entender o Mercado de Comércio Eletrônico... 5 Passo 3 Canais de Venda... 6 Passo 4 Como identificar uma Boa Plataforma

Leia mais

Informática. Aula 9. A Internet e seu Uso nas Organizações

Informática. Aula 9. A Internet e seu Uso nas Organizações Informática Aula 9 A Internet e seu Uso nas Organizações Curso de Comunicação Empresarial 2º Ano O Que é a Internet? A Internet permite a comunicação entre milhões de computadores ligados através do mundo

Leia mais

Pequena história da Internet

Pequena história da Internet Pequena história da Internet A Internet nasceu em 1969, nos Estados Unidos. Interligava originalmente laboratórios de pesquisa e se chamava ARPAnet (ARPA: Advanced Research Projects Agency). Era uma rede

Leia mais

efagundes com Como funciona a Internet

efagundes com Como funciona a Internet Como funciona a Internet Eduardo Mayer Fagundes 1 Introdução à Internet A Internet é uma rede de computadores mundial que adota um padrão aberto de comunicação, com acesso ilimitado de pessoas, empresas

Leia mais

sensitives). Os endereços Internet (E-mail) são comumente escritos em 1 - INTERNET:

sensitives). Os endereços Internet (E-mail) são comumente escritos em 1 - INTERNET: 1 - INTERNET: 1.1 - Conceitos: 1.1.1 - A Internet Uma definição mais formal sobre o que é a Internet pode ser resumida como uma rede de computadores, de abrangência mundial e pública, através da qual estão

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE INTERNET

NOÇÕES BÁSICAS DE INTERNET UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES URI CAMPUS SANTO ÂNGELO NOÇÕES BÁSICAS DE INTERNET Disciplina: Informática Instrumental Profa: M. Sc. Regiane Klidzio CONTEÚDO Março, 2010

Leia mais

Programação e Designer para WEB

Programação e Designer para WEB Programação e Designer para WEB Introdução Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com Apresentação Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com Ementa I t d ã hi t t Introdução a hipertexto. A

Leia mais

Centro Digital Aula 1

Centro Digital Aula 1 Centro Digital Aula 1 A oficina de Criação de website visa capacitar o aluno a criar e hospedar uma página simples na internet, com moldes predeterminados para divulgação de seu negócio. A internet surgiu

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar o que é uma Aplicação Rica para Internet Contextualizar tais aplicações na Web e os desafios

Leia mais

Navegador ou browser, é um programa de computador que permite a seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet.

Navegador ou browser, é um programa de computador que permite a seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet. TERMINOLOGIA Navegador ou Browser Navegador ou browser, é um programa de computador que permite a seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet. Os Browsers se comunicam com servidores

Leia mais

Internet e Negócios O que mudou?

Internet e Negócios O que mudou? Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Ciências de Computação SCC0207 - Computadores e Sociedade I - Turma B - 2010 Profa. Graça Nunes Internet e Negócios

Leia mais

Introdução à Internet

Introdução à Internet Tecnologias de Informação e Comunicação Introdução Internet? Introdução 11-03-2007 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 2 Internet Introdução É uma rede global de computadores interligados que comunicam

Leia mais

Ferramentas para Internet CST Sistemas para Internet

Ferramentas para Internet CST Sistemas para Internet Ferramentas para Internet CST Sistemas para Internet Marx Gomes Van der Linden ( Material baseado no original de Marcelo José Siqueira Coutinho de Almeida ) Ferramentas para Internet Web design: HTML CSS

Leia mais

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do RN. A Internet e suas aplicações

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do RN. A Internet e suas aplicações Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do RN A Internet e suas aplicações Histórico da rede Iniciativa dos militares norte-americanos Sobrevivência de redes de comunicação e segurança em caso

Leia mais

INTERNET. Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br. http://www.inf.ufsm.br/~leandromc. Colégio Politécnico 1

INTERNET. Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br. http://www.inf.ufsm.br/~leandromc. Colégio Politécnico 1 INTERNET Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br http://www.inf.ufsm.br/~leandromc Colégio Politécnico 1 Internet Origem: Guerra Fria DARPA (Departamento de Defesa de Pesquisas Avançadas)

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

Sistemas Distribuídos na Web. Pedro Ferreira DI - FCUL

Sistemas Distribuídos na Web. Pedro Ferreira DI - FCUL Sistemas Distribuídos na Web Pedro Ferreira DI - FCUL Arquitetura da Web Criada por Tim Berners-Lee no CERN de Geneva Propósito: partilha de documentos Desde 1994 mantida pelo World Wide Web Consortium

Leia mais

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET Prof. Marcondes Ribeiro Lima Fundamentos de Internet O que é internet? Nome dado a rede mundial de computadores, na verdade a reunião de milhares de redes conectadas

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS TM RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS A visão da computação em nuvem por Aad van Schetsen, vicepresidente da Compuware Uniface, que mostra por que

Leia mais

Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo

Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo Toshi-ichi Tachibana Departamento de Engenharia Naval e Oceânica, Escola Politécnica da Universidade São Paulo

Leia mais

Programação para a Web - I. José Humberto da Silva Soares

Programação para a Web - I. José Humberto da Silva Soares Programação para a Web - I José Humberto da Silva Soares Fundamentos de Internet Rede Mundial de Computadores; Fornece serviços, arquivos e informações; Os computadores que têm os recursos são chamados

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO Capítulo 9 A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 9.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS O que é a nova infra-estrutura de tecnologia de informação (IT) para empresas? Por que a conectividade

Leia mais

Capítulo 2 Usabilidade... 24 2.1 Definição de usabilidade... 25 2.2 Resumo... 39 2.3 Leitura recomendada... 39

Capítulo 2 Usabilidade... 24 2.1 Definição de usabilidade... 25 2.2 Resumo... 39 2.3 Leitura recomendada... 39 Prefácio... IX Lista de Siglas e Abreviaturas... XIII Lista de Figuras e Quadros... XVI Capítulo 1 Portal web... 1 1.1 Definição de portal web... 3 1.2 Portal corporativo... 8 1.3 Resumo... 22 1.4 Leitura

Leia mais

Capítulo 2 Web 2.0 22

Capítulo 2 Web 2.0 22 2 Web 2.0 Uma vez que o presente trabalho está intensamente relacionado à Web 2.0 (muitas tecnologias da mesma são utilizadas pela equipe estudada, que precisam de melhorias), torna-se necessário entender

Leia mais

Conceitos Web. Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011. UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação

Conceitos Web. Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011. UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Conceitos Web Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011 Tecnologias Web jgw@unijui.edu.br Conceitos Básicos Sistema

Leia mais

Introdução a WEB. Contato: Site: http://professores.chapeco.ifsc.edu.br/lara/

Introdução a WEB. Contato: <lara.popov@ifsc.edu.br> Site: http://professores.chapeco.ifsc.edu.br/lara/ Introdução a WEB Contato: Site: http://professores.chapeco.ifsc.edu.br/lara/ 1 Introdução Histórico da Internet Cliente e Servidor Introdução aos protocolos da Internet Objetivos

Leia mais

Internet. A Grande Rede Mundial. Givanaldo Rocha givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha

Internet. A Grande Rede Mundial. Givanaldo Rocha givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha Internet A Grande Rede Mundial Givanaldo Rocha givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha O que é a Internet? InterNet International Network A Internet é uma rede mundial de

Leia mais

EVOLUÇÃO NO DESENVOLVIMENTO COM O HTML 5

EVOLUÇÃO NO DESENVOLVIMENTO COM O HTML 5 EVOLUÇÃO NO DESENVOLVIMENTO COM O HTML 5 Bruno Chesine Giroldo 1,2, Willian Fressati 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil Brunogiroldo2@gmail.com wyllianfressati@unipar.br Resumo. Este

Leia mais

LW1. Como a internet funciona? PROF. ANDREZA S. AREÃO

LW1. Como a internet funciona? PROF. ANDREZA S. AREÃO LW1 Como a internet funciona? PROF. ANDREZA S. AREÃO O que é a Internet? Rede de Computadores: Consiste de dois ou mais computadores ligados entre si e compartilhando dados, impressoras, trocando mensagens

Leia mais

Web 2.0: liberdade nas nuvens

Web 2.0: liberdade nas nuvens Web 2.0: liberdade nas nuvens Júlio César G. Farias Filho Realização: Apoio: Já conhece a web 2.0? Conceito de Web 2.0 O conceito fundamental da Web 2.0 é desenvolver aplicativos que aproveitem a capacidade

Leia mais

Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4

Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4 Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4 Guilherme Miranda Martins 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1 1 Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira

Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Professor: Paulo Macos Trentin paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Objetivo e desafio do curso Como objetivo o curso irá tornar o aluno capaz de desenvolver um

Leia mais

O futuro do YouTube - VEJA.com

O futuro do YouTube - VEJA.com Entrevista O futuro do YouTube 29/08/2009 10:49 Por Leo Branco Nesta semana, Chad Hurley, de 32 anos, um dos criadores do YouTube, esteve no Brasil e falou a VEJA sobre o futuro do maior site de vídeos

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web 2010

Introdução à Tecnologia Web 2010 IntroduçãoàTecnologiaWeb2010 Internet ÓrgãosRegulamentadores ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger Internet Órgãosregulamentadores Índice 1 Breve Histórico da Internet... 2 2 Surgimento

Leia mais

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador Microsoft Internet Explorer Browser/navegador/paginador Browser (Navegador) É um programa que habilita seus usuários a interagir com documentos HTML hospedados em um servidor web. São programas para navegar.

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Objetivo. O objetivo da disciplina é conhecer os princípios da programação de

Leia mais

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Instituto Federal do Sertão-PE Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Prof. Felipe Correia Conteúdo Por que estudar Design de Interfaces e Usabilidade?! Conceitos básicos sobre Design! Primeira

Leia mais

Aula 1 Cleverton Hentz

Aula 1 Cleverton Hentz Aula 1 Cleverton Hentz Sumário da Aula Introdução História da Internet Protocolos Hypertext Transfer Protocol 2 A Internet é um conjunto de redes de alcance mundial: Comunicação é transparente para o usuário;

Leia mais

Informática I. Aula 22. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1

Informática I. Aula 22. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1 Informática I Aula 22 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 22-03/07/06 1 Critério de Correção do Trabalho 1 Organização: 2,0 O trabalho está bem organizado e tem uma coerência lógica. Termos

Leia mais

Internet Explorer. Internet Explorer. Autor: Reginaldo Reis

Internet Explorer. Internet Explorer. Autor: Reginaldo Reis Internet Explorer Autor: Reginaldo Reis APRESENTAÇÃO Nesse material didático iremos apresentar os principais conceitos e características da internet. Você aprenderá alguns conceitos fundamentais de internet,

Leia mais