JÚLIO SANTOS MONTEIRO AUTORIZAÇÃO SOBRE O PROTOCOLO PUBSUBHUBBUB

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1 JÚLIO SANTOS MONTEIRO AUTORIZAÇÃO SOBRE O PROTOCOLO PUBSUBHUBBUB JOINVILLE, SC 2011

2 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA (UDESC) CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS (CCT) DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO (DCC) JÚLIO SANTOS MONTEIRO AUTORIZAÇÃO SOBRE O PROTOCOLO PUBSUBHUBBUB Relatório Final de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao Curso de Graduação em Ciência da Computação, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), como requisito parcial da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso. Orientador: Profº Maurício Aronne Pillon Doutor pelo Institut National Polytechnique de Grenoble, França JOINVILLE, SC 2011

3 JÚLIO SANTOS MONTEIRO AUTORIZAÇÃO SOBRE O PROTOCOLO PUBSUBHUBBUB Relatório Final de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) aprovado como requisito parcial para obtenção do grau de BACHAREL no curso de graduação em Ciência da Computação da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) Banca Examinadora: Profº Maurício Aronne Pillon Doutor pelo Institut National Polytechnique de Grenoble, França Profº Mehran Misaghi Doutor pela Universidade de São Paulo Profº Rafael Rodrigues Obelheiro Doutor pela Universidade Federal de Santa Catarina JOINVILLE, SC 5 de julho de 2011

4 Agradecimentos Dedico meus sinceros agradecimentos: Ao Profº Maurício Aronne Pillon, orientador deste trabalho, por todo o auxílio, dedicação e vontade de me tornar um melhor acadêmico; Aos professores Cinara Terezinha Menegazzo, Mehran Misaghi e Rafael Rodrigues Obelheiro, pela atenção que me concederam e pelo seu interesse neste trabalho; A minha família, em especial a Carolini Valle, pelo carinho, compreensão e incentivo; Aos meus amigos, em especial ao Felipe Gallois, pela motivação e pelas conversas divertidas; A Blaine Cook, criador e co-criador de diversos protocolos como OAuth, WebFinger e PubSubHubbub, que me concedeu uma verdadeira aula de implementação da conferência RubyConf Brasil 2010 em São Paulo; A Brett Slatkin, criador do protocolo PubSubHubbub, que me permitiu conversar sobre a presente proposta do trabalho em San Francisco, California. E, ao final, ao Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, por me convocar para posição de 2º Mesário e tornar a primeira etapa deste trabalho ainda mais emocionante.

5 Resumo PubSubHubbub é um protocolo Assinante/publicador utilizando método push focado na divulgação em tempo real de atualizações sobre tópicos. Sua especificação atual não suporta nenhum mecanismo de autorização sobre o publicador, fazendo com que o protocolo seja inviável em situações onde há informações sigilosas sendo transmitidas. Com o objetivo de eliminar esta limitação, este trabalho propõe uma nova versão do protocolo, suportando autorização através de protocolo WebFinger. A aplicação Diaspora é utilizada para validar o uso de autorização sobre o protocolo PubSubHubbub. Palavras-chave: pubsubhubbub, assinante/publicador, tempo real, autorização, webfinger, diaspora

6 Abstract PubSubHubbub is a Publish/subscribe protocol using push method, focused on topic announcements in real time broadcasting. PubSubHubbub s current protocol specifictation don t offers support to autorization over the publisher, making it unavailable for cases where there is private information being transmitted. With the purpouse of resolving this limitation, this paper proposes a new protocol version, supporting autorization though WebFinger protocol. The Diaspora application is used to validates authorization with PubSubHubbub protocol. Keywords: pubsubhubbub, publish/subscribe, realtime, authorization, webfinger, diaspora

7 Sumário 1 Introdução Motivação Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Estrutura da Monografia Fundamentos Teóricos Uma nova forma de consumir conteúdo Web Métodos Push e Pull Orientação a eventos Assinante/publicador Feed RSS Atom Tempo real no contexto de feeds na Web Protocolos Assinante/publicador na Web XML-RPC ping rsscloud XEP PubSubHubbub Acesso a feed privado

8 2.8.1 OAuth WebFinger XRD Autorização com WebFinger Considerações PubSubHubbub Objetivo do protocolo Entidades do PubSubHubbub Comunicação entre componentes Assinatura Requisição de assinatura Verificação de assinatura Confirmação da verificação Publicação Distribuição de Conteúdo Considerações sobre o fluxo de comunicação Limitação em autorização Aplicações utilizando PubSubHubbub Feedburner Google Reader Blogger Posterous Google Alerts Aplicações com interesse no uso do PubSubHubbub Limitação de acesso ao fluxo de atividades

9 3.7 Diaspora Considerações Autorização com WebFinger PubSubHubbub com WebFinger Funcionamento do WebFinger Especificação da autorização com WebFinger Autorização de endereço de resposta do assinante Adição do endereço da identidade do assinante Verificação da autorização do endereço de resposta do assinante Permissão de recebimento de notificações Permissão manual pelo usuário proprietário do Publicador Permissão automatizada do Publicador Acesso a todos usuários identificados Diaspora com autorização Pré-requisitos Autorização com WebFinger no Diaspora Considerações Validação da Autorização com WebFinger Implementação e acompanhamento de alterações Endereço de resposta do assinante Endereço da identidade do assinante no método de assinatura Verificação da autorização pelo concentrador Teste manual de assinatura Teste automatizado de assinatura

10 5.4 Panorama de perspectiva funcional Panorama de perspectiva de segurança Avaliação de perspectiva de desempenho Considerações Considerações Finais 67 Referências Bibliográficas 69

11 Lista de Figuras 2.1 Modelo centrado em website Modelo centrado em usuário Comparação entre pull e push Componentes de um sistema orientado a evento Processo de assinatura do PubSubHubbub Processo de publicação do PubSubHubbub Distribuição da novidade no tópico para os assinantes Autorização através de WebFinger e XRD Fluxo de atividades do Diaspora Componentes do Diaspora envolvidos na implementação Componente do Webglue envolvido na implementação Servidores e componentes envolvidos na implantação Componente do Webglue envolvido na implementação Concorrência versus Requisições/Segundo

12 9 Lista de Abreviaturas HMAC Hash-based Message Authentication Code (KRAWCZYK; BELLARE; CANETTI, 1997) HTTP Hypertext Transfer Protocol (FIELDING et al., 1999) HTTPS Hypertext Transfer Protocol SSL/TLS (RESCORLA, 2000) ICMP Internet Control Message Protocol (POSTEL, 1981) IETF Internet Engineering Task Force OAuth Open Authentication (HAMMER-LAHAV; RECORDON; HARDT, 2010) RFC Request For Comments (NOTTINGHAM; SAYRE, 2005) RPC Remote Procedure Call (THURLOW, 2009) RSS Really Simple Syndication (WINER, 2009b) SSL/TLS Secure Sockets Layer/Transport Layer Security (DIERKS; ALLEN, 1999) TLS Transport Layer Security (DIERKS; ALLEN, 1999) URL Uniform Resource Locator (BERNERS-LEE; FIELDING; MASINTER, 2005) XEP-0060 XMPP Publish-Subscribe Extension (MILLARD; SAINT-ANDRE; MEIJER, 2010) XML Extensible Markup Language (MALER et al., 2008) XMPP Extensible Messaging and Presence Protocol (SAINT-ANDRE, 2004) XRD Extensible Resource Descriptor (HAMMER-LAHAV; NORRIS, 2010)

13 10 1 Introdução A Web está mudando, deixando o modelo centrado em website (LIEBERMAN; PATERNò; WULF, 2006) onde o centro das atenções é o website, e passando a utilizar o modelo centrado em usuário (BRANDTZAEG et al., 2009) (RODEN, 2010). Com isso, antigos conhecidos assuntos como métodos de comunição pull e push (MüHL; FIEGE; PIETZUCH, 2006), orientação a eventos (LUCKHAM, 2002) e Assinante/publicador (BIRMAN; JOSEPH, 1987) voltam a ser discutidos, estudados e desenvolvidos. PubSubHubbub é um dos protocolos Assinante/publicador voltados para Web, visto que tem como objetivo possibilitar que qualquer servidor Web possa implementar uma comunicação Assinante/publicador sem a necessidade de infraestrutura adicional (FITZPATRICK; SLATKIN; ATKINS, 2010). Porém este protocolo possui uma limitação: não oferece suporte a assinatura de tópicos privados sem intervenção humana, impossibilitando a automatização do processo de assinatura quando o usuário tem interesse em receber notificações em tempo real de algum tópico que não esteja publicamente exposto na Web. 1.1 Motivação Não há protocolo Assinante/publicador voltado para Web que realize assinatura de tópicos privados sem intervenção humana (FITZPATRICK; SLATKIN; ATKINS, 2010). Por este motivo, o presente trabalho objetiva realizar assinatura a tópicos privados sobre o protocolo PubSubHubbub sem que haja qualquer intervenção humana, propondo uma ampliação de sua especificação atual e procurando resolver a limitação apresentada.

14 1.2 Objetivos Objetivo Geral Desenvolver uma ampliação do protocolo PubSubHubbub a fim de suportar autenticação e autorização através do protocolo WebFinger, de modo que seja possível realizar a assinatura de tópicos privados sem intervenção humana e sem a necessidade de torná-los públicos Objetivos Específicos Estudar o protocolo PubSubHubbub em sua plenitude, a fim de garantir que a nova versão da especificação seja compatível com a versão anterior; Estudar o protocolo WebFinger no que diz respeito a autorização de serviços Web; Compreender o funcionamento do PubSubHubbub sobre a aplicação Diaspora; Propor abordagem de utilização do protocolo WebFinger juntamente com o protocolo PubSubHubbub. 1.3 Estrutura da Monografia Esta monografia está estruturada como segue: O capítulo 1 apresentou a introdução do trabalho e o objetivo. O capítulo 2 é dedicado ao estudo dos fundamentos sobre método Push e Pull, orientação a eventos, Assinante/publicador, feed, tempo real no contexto de feeds na Web, protocolos assinante/publicador e acesso a feed privado, conceitos estes de suma importância para o entendimento dos trabalhos correlatos e do trabalho proposto. No capítulo 3 estuda-se o protocolo PubSubHubbub em sua pleniture, a fim de saber seu completo funcionamento, além de estudar aplicações que façam uso do PubSubHubbub e de aplicações que possuam interesse em sua utilização, mas não o fazem, e por que não o fazem. No capítulo?? apresenta-se uma abordagem de autorização com WebFinger sobre o protocolo PubSubHubbub a fim de resolver

15 12 as limitações apresentadas até então no trabalho, além de preocupar-se em demonstrar a aplicação da solução encontrada para a aplicação Diaspora, a fim de ilustrar seu funcionamento. O capítulo 5 realizá a implementação proposta e planejada, além de demonstrar o uso do software com a implementação da proposta, assim como de avaliar o que foi realizado. Por fim, o capítulo 6 apresenta as considerações finais do presente trabalho.

16 13 2 Fundamentos Teóricos Neste capítulo são inseridos conceitos básicos utilizados neste trabalho de pesquisa. Na seção 2.1 é demonstrado uma maneira distinta de consumo de informação na Web. Na seção 2.2 são introduzidos os métodos de comunicação push e pull. Na seção 2.3 é conceituada Orientação a eventos. Na seção 2.4 é estudado o paradigma mensageiro Assinante/publicador. Na seção 2.5 são introduzidos os formatos RSS e Atom. Na seção 2.6 define-se o termo tempo real para o contexto deste trabalho. Na seção 2.7 discute-se diferentes protocolos Assinante/publicador para Web, como XML-RPC ping, rsscloud, XEP-0060 e PubSubHubbub. Na seção 2.8 é discutida a dificuldade de acesso a feeds privados, e os protocolos OAuth 2.0 e WebFinger são estudados como solução. Na seção 2.9 realiza-se considerações sobre o capítulo. 2.1 Uma nova forma de consumir conteúdo Web Os primeiros navegadores Web foram originalmente projetados para carregar e exibir páginas Web. O princípio de uma página Web é bastante similar a uma página impressa, por este motivo a existência dos botões voltar e avançar ao lado da barra de endereço. As páginas Web nada mais são do que documentos em formato digital. Os usuários necessitam acessar o website para obter seu conteúdo, sendo esta a única maneira de estabelecer uma interação, e por este motivo este modelo é chamado de modelo centrado em website (tradução da expressão website-centric model ) (LIE- BERMAN; PATERNò; WULF, 2006) (RODEN, 2010), ilustrado pela figura 2.1. Porém a maneira como consumimos conteúdo Web 1 está mudando, deixando o paradigma baseado em documento para outra forma de comunicação, baseada puramente na Web (RODEN, 2010). Esta nova forma baseia-se na maneira como as interações são realizadas na Web. No modo tradicional, o modelo centrado em website, a interação entre o usuário e a aplicação Web é bastante simples: o usuário acessa o endereço e adquire o conteúdo. Em casos onde a aplicação interage com o usuário 1 Tradução da expressão consume web content, que indica a leitura de conteúdo publicado na Web.

17 14 Figura 2.1: Modelo centrado em website Adaptação de RODEN (2010) (por exemplo, pesquisar por descontos em livros em um buscador), esta aplicação só pode ser estabelecida através de formulários, constituindo-se do envio do formulário e o aguardo da resposta. O modo puramente Web é baseado em websites que não precisam mais aguardar que um usuário acesse seu endereço. Aplicações Web se tornaram proativas e podem contatar o usuário, independente de onde ele estiver, e por este motivo autores chamam este o modelo centrado em usuário (tradução da expressão user-centric model ) (BRANDTZAEG et al., 2009) (RODEN, 2010), ilustrado pela figura 2.2. Figura 2.2: Modelo centrado em usuário Adaptação de RODEN (2010) E, uma vez que há a possibilidade de uma aplicação Web ir ao encontro do usuário, o momento mais propício é o instante em que o evento ocorrer (RODEN, 2010). Por exemplo, se o usuário estiver interessado em novas ocorrências da busca por descon-

18 15 tos de livros, é justamente quando elas forem indexadas pelo buscador que o usuário será avisado, ou seja, o usuário recebe a informação tão logo o buscador tome conhecimento de uma nova ocorrência sobre o assunto. 2.2 Métodos Push e Pull O modo tradicional onde o usuário acessa e adquire o conteúdo é chamado de método pull (MüHL; FIEGE; PIETZUCH, 2006), pois o usuário puxa o conteúdo para si uma vez que acessou o endereço Web e requisitou o download de determinada página. Já a previamente apresentada nova forma de interações realizadas na Web, onde o produtor de conteúdo vai ao encontro do usuário empurrando conteúdo é chamada de método push (MüHL; FIEGE; PIETZUCH, 2006). Pull é o método tradicional, mais utilizado até o presente momento; nele, o usuário encontra a aplicação e submete uma solicitação, e o servidor desta aplicação lhe envia uma resposta. Se houver a necessidade de enviar mais informação, o servidor deve aguardar até que o usuário inicie outra interação para que ele possa lhe enviar. O segundo método, push, parte do princípio que existe um canal de comunicação aberto entre o usuário e o servidor, onde o servidor pode enviar novas mensagens ao usuário imediatamente, sem a necessidade do usuário iniciar uma interação. A figura 2.3 demonstra uma situação hipotética, onde um consumidor solicita a um produtor de conteúdo se há novidades sobre determinado tópico. Na coluna da esquerda, exemplificando o método pull, são realizadas duas requisições sem que haja nenhuma novidade, somente na terceira requisição o produtor possui conteúdo relevante para transmitir. Na coluna da direita, é possível observar um exemplo do método push, onde o consumidor questiona por novidades porém o produtor não responde que não há novidades: ele permanece conectado ao consumidor até que efetivamente haja novidades a serem transmitidas. Do ponto de vista de FITZPATRICK; SLATKIN; ATKINS (2010) e RODEN (2010), o método pull desperdiça recursos uma vez que necessita que o usuário efetue uma interação mesmo sem haver conteúdo relevante para ser transmitido. Por este aspecto, o método push pode ser considerado mais eficiente uma vez que este somente estabelece nova comunicação quando realmente houver conteúdo novo a ser transmitido. Na fi-

19 16 Figura 2.3: Comparação entre pull e push Adaptação de RODEN (2010)

20 17 gura 2.3, com o método pull, as duas primeiras requisições foram desperdiçadas uma vez que o consumidor possuía interesse em novidades mas o produtor de conteúdo não possuía nenhuma novidade a ser transmitida; somente na terceira tentativa o consumidor obteve êxito em adquirir seu conteúdo. Já com o método push, a figura ilustra que o consumidor somente será contatado quando efetivamente houverem novos itens a serem transmitidos. Portanto, com base no exemplo e na bibliografia estudada, o método push é mais eficiente que pull, uma vez que não há desperdício de requisições e o consumidor recebe o conteúdo relevante tão logo este seja publicado, e não somente quando realizar a comunicação (LUCKHAM, 2002). Porém é necessário estabelecer um modelo de orientação para que, quando ocorra uma publicação, ocorra comunicação entre o produtor e o consumidor. Dada a natureza das ações do método push, que são chamados de eventos, utiliza-se um sistema orientado a evento (LUCKHAM, 2002). 2.3 Orientação a eventos Um sistema orientado a evento consiste em um conjunto de componentes desacoplados que possuem um meio de comunicação, através de um ou mais canais de comunicação entre si (LUCKHAM, 2002). Na interação de um sistema orientado a evento, componentes realizam conversas a partir da ocorrência de determinados eventos. Sistemas orientados a evento são constituídos por eventos e notificações como meio de comunicação; produtores e consumidores como componentes de interação; assinaturas significando um interesse de um consumidor em certas notificações; e um middleware de notificação de eventos responsável por comunicar notificações entre os produtores e os consumidores (MüHL; FIEGE; PIETZUCH, 2006). Na figura 2.4 é ilustrado um momento em que um evento é disparado, fazendo com que o produtor gere uma notificação que é entregue ao sistema de notificação. Este, por sua vez, abstrai o meio de comunicação que é responsável por encapsular a notificação em uma mensagem e propagá-la ao sistema de notificação responsável por receber e desencapsular a mensagem em uma notificação, e, por final, entregá-la ao

21 18 Figura 2.4: Componentes de um sistema orientado a evento Adaptação de MüHL; FIEGE; PIETZUCH (2006) consumidor. Para MüHL; FIEGE; PIETZUCH (2006), o middleware de notificação de eventos mais popular é o Assinante/publicador. 2.4 Assinante/publicador Descrito pela primeira vez por SCHMUCK (BIRMAN; JOSEPH, 1987), Assinante/- publicador é classificado como um paradigma mensageiro orientado a eventos. Seu nome origina-se de suas duas principais entidades: o publicador, que representa um produtor que produz o conteúdo; e o assinante, que representa um consumidor que tem interesse em obter determinada classe de conteúdo de um publicador, onde esta classe de conteúdo é conhecida como tópico (BIRMAN; JOSEPH, 1987). Nesta abordagem, o assinante realiza uma assinatura com o publicador em determinado tópico; sempre que um publicador realizar o evento de publicação, os assinantes recebem uma notificação de anúncio (announcement notification), informando que há novidades em determinado tópico dos quais possuem assinatura.

22 Na Web, tópicos são popularmente representados por feeds (RODEN, 2010), visto que é um formato de dados flexível com o foco em atualizações Feed Feed, também conhecido como web feed ou news feed, é um formato de dados responsável por prover atualizações constantes a usuários, e tem sido o formato preferencial em ambientes Assinante/publicador na Web. Os dois formatos de feeds são: RSS e Atom RSS RSS (Really Simple Syndication) ou Assinatura Realmente Simples (WINER, 2009b) denota um formato de feed ampliado por diversas empresas e colaboradores (HAMMERSLEY, 2005). O RSS utiliza a linguagem de marcação XML (Extensible Markup Language) (MALER et al., 2008). A primeira versão, chamada de 0.90, foi criada pela empresa Netscape em Cerca de um ano depois, a empresa UserLand Software lançou as versões 0.91, 0.92, 0.93 e 0.94; que foram na sequência superadas pelo lançamento da versão 1.0 pelo RSS-DEV Working Group e, após, também tornadas obsoleta pela versão 2.0 lançada novamente pela UserLand Software. Hoje em dia, curiosamente, as versões mais populares são as 0.91 e 2.0 (HAMMERSLEY, 2005). O RSS utiliza a linguagem de marcação XML (MALER et al., 2008), como pode ser observado no exemplo: <?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <rss version="2.0"> <channel> <title>título do Tópico</title> <description>descrição do Tópico</description> <link>http://www.example.com/topico.html</link> <lastbuilddate>mon, 24 Nov :00: </lastBuildDate> <pubdate>mon, 24 Nov :00: </pubDate> <item> <title>atualização no Tópico (notícia)</title> <description>descrição da atualização do tópico.</description> <link>http://www.example.com/url_relacionada</link>

23 20 <guid>identificacao-unica-da-atualizacao-1337</guid> <pubdate>mon, 24 Nov :00: </pubDate> </item> </channel> </rss> Os campos que iniciam com o sinal menor que (<) e terminam com o sinal maior que (>) são chamadas pelo XML de tags (MALER et al., 2008). Destaque para algumas tags do RSS: <channel> contém o tópico em sí, <item> contém uma atualização, e <title> (dentro de <item>) contém o título da atualização no feed Atom Devido as diversas versões e empresas responsáveis pelo RSS, a fim de consolidar e melhorar o formato de feeds em 2005, o IETF criou o grupo de trabalho IETF Atom Publishing Format and Protocol a fim de definir um protocolo e publicá-lo em uma RFC (Request For Comments) (NOTTINGHAM; SAYRE, 2005). Como resultado do grupo de trabalho, foi criado o formato Atom, com sua versão final oficializada em 2007 (GRE- GORIO; HORA, 2007). Embora Atom seja considerado superior ao RSS devido a sua especificação mais completa e com mais recursos, tanto Atom quanto RSS são utilizados na Web, sendo que alguns websites chegam a utilizar, em paralelo, tanto Atom quanto RSS, inclusive em diferentes versões, a fim de oferecer maior compatibilidade com diferentes leitores de feed (HAMMERSLEY, 2005). O Atom também utiliza a linguagem de marcação XML (MALER et al., 2008) assim como o RSS, e pode ser observado no exemplo: <?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <feed xmlns="http://www.w3.org/2005/atom"> <title>título do Tópico</title> <subtitle>subtítulo do Tópico</subtitle> <link href="http://www.example.com/topico.atom" rel="self" /> <link href="http://www.example.com" /> <id>urn:uuid:60a76c80-d399-11d9-b91c e0afa</id> <updated> t00:00:00z</updated> <author> <name>nome do Proprietario</name> </author>

24 21 <entry> <title>atualização no Tópico (notícia)</title> <link href="http://www.example.com/url_relacionada" /> <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.example.com/url_relacionada.html"/> <link rel="edit" href="http://www.example.com/url_relacionada/edit"/> <id>urn:uuid:1225c695-cfb8-4ebb-aaaa-80da344efa6c</id> <updated> t00:00:00z</updated> <summary>descrição da atualização do tópico.</summary> </entry> </feed> Embora similar ao RSS, possui tags mais descritivas (por exemplo,<feed> ao invés de <channel>) e uma quantidade maior de tags. Destaque para algumas tags do Atom: <feed> contém o tópico em sí, <entry> contém uma atualização, e <title> (dentro de <entry>) contém o título da atualização no feed. 2.6 Tempo real no contexto de feeds na Web Antes de discutir protocolos de Assinante/publicador na Web, faz-se necessário um rápido estudo do termo tempo real no contexto de notificações Assinante/publicador de feeds na Web. Para RODEN (2010) um sistema para ser considerado tempo real deve realizar o disparo de notificações aos seus assinantes dentro de poucos segundos. Dadas as limitações do protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol) (FIELDING et al., 1999) e a latência da Internet para usuários domésticos, não é viável preocupar-se com a grandeza de milissegundos, e por este motivo RODEN (2010) claramente utiliza a ordem de grandeza de segundos para embasar sua experiência de usuário em tempo real. Com esta conclusão, o presente trabalho utiliza o termo tempo real dentro do contexto instaurado por RODEN (2010). 2.7 Protocolos Assinante/publicador na Web Diversos protocolos foram desenvolvidos com o objetivo de implementar o método push com o middleware de mensagens do Assinante/publicador, com destaque para: XML-RPC ping, rsscloud, XEP-0060 e PubSubHubbub (FITZPATRICK; SLATKIN; ATKINS, 2010).

25 2.7.1 XML-RPC ping 22 XML-RPC ping foi introduzido por Dave Winer em Na época, Winer trabalhava na empresa UserLand Software, que criou o serviço Weblogs.com com o objetivo de centralizar atualizações de blogs, a fim de que fosse possível saber quais blogs haviam sido atualizados sem a necessidade de acessá-los (WINER, 2001). Seu nome deve-se ao fato das tecnologias utilizadas: o XML-RPC ping faz uso de comunicação inter-processo RPC (Remote Procedure Call) (THURLOW, 2009), juntamente com a linguagem de marcação XML (MALER et al., 2008), além de basearse no protocolo HTTP (FIELDING et al., 1999) como meio de transporte (LAURENT; DUMBILL; JOHNSTON, 2001). O XML-RPC ping é um mecanismo de push onde um publicador notifica um assinante (chamado de ping server) sobre uma atualização no seu conteúdo, através de uma chamada pelo protocolo RPC utilizando XML. O assinante, por sua vez, recebe a notificação e vai até o blog atualizado verificar o que foi alterado, que por sua vez registra a alteração em uma lista de publicadores que possuem novidade, chamada de changes.xml (WINER, 2001). Uma importante característica do XML-RPC ping é que este faz uso de uma técnica chamada light ping (LAURENT; DUMBILL; JOHNSTON, 2001): as notificações de atualização enviadas não possuem a informação do conteúdo que foi atualizado, mas somente a informação de que há alguma atualização qualquer disponível. Por este motivo, alguns autores chamam este mecanismo de ping/pull, já que ocorre um ping e então o cliente deve ir até publicador requisitar atualizações (WINER, 2001). Visto que este protocolo utiliza XML-RPC, pode ocorrer um problema conhecido como Thundering herd (HONEYMAN et al., 1999): quando há muitos assinantes com assinatura com determinado publicador, se houver uma atualização e os assinantes receberem somente um light ping, ou seja, apenas a notificação que há alguma novidade, estes assinantes podem ir, ao mesmo tempo, requisitar o publicador para adquirir o tópico em questão. Dado um número suficientemente grande de assinantes, se a requisição pelo tópico for realizada ao mesmo tempo, o publicador pode ser derrubado por um ataque de negação de serviço (Denial-of-service attack) não proposital, causado pelo interesse de múltiplos assinantes em seu tópico (MüHL; FIEGE; PIETZUCH, 2006).

26 23 Entre vantagens do XML-RPC ping, destacam-se o minimalismo do protocolo, sua baixa latência, considerando a ocorrência da publicação até o envio da notificação, e a utilização do protocolo XML devido a popularidade (MALER et al., 2008). Como desvantagens, há sua suscetibilidade ao problema de Thundering herd, inexistência de notificações seguras (criptografadas), ausência de um mecanismo de assinatura automática e suporte somente a feeds públicos (LAURENT; DUMBILL; JOHNSTON, 2001) rsscloud rsscloud é uma extensão ao protocolo RSS que habilita notificações push em tempo real e comunicação Assinante/publicador para feeds. Este feito é alcançado informando o cloud (nuvem) no feed. O dito cloud é o nome dado ao servidor concentrador, entidade responsável por receber notificações de anúncio e retransmitir a informação aos assinantes com interesse no tópico (WINER, 2009a). O rsscloud também foi criado por Dave Winer, o rsscloud somente suportava RSS, mas uma versão posterior introduziu suporte ao formato Atom (RICHARDSON; RUBY; HANSSON, 2007). Seu funcionamento baseia-se no fato que quando um assinante tiver interesse em um tópico, este lê a informação cloud no feed, envia uma solicitação de assinatura ao servidor, e este registra o assinante para enviar, posteriormente, atualizações recebidas no tópico (WINER, 2009a). Assim como o XML-RPC ping, o rsscloud faz uso de light pings (WINER, 2009a), somente enviando a notificação de existência de nova atualização, não informando o que foi atualizado. Outra característica importante é o fato que clouds deste protocolo automaticamente cancelam assinaturas após 25 horas, portanto é necessário que assinaturas sejam renovadas quase diariamente a fim de manter a assinatura ativa. Entre as vantagens do rsscloud, destaque para latência baixa, pings utilizando REST (RICHARDSON; RUBY; HANSSON, 2007), utilização do protocolo XML (MA- LER et al., 2008), e mecanismo automatizado de assinatura, diferente do XML-RPC ping. Como desvantagens, o rsscloud também é suscetível ao problema Thundering herd (WINER, 2009a), sua utilização de light pings, a necessidade de realizar renovação de assinatura a cada 25 horas ao máximo, e sua necessidade de somente suportar

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