SOFTWARE DE ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE COMPRA/VENDA DE ATIVOS NEGOCIADOS NA BOLSA DE VALORES BM&FBOVESPA UTILIZANDO A TÉCNICA DE MÉDIAS MÓVEIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SOFTWARE DE ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE COMPRA/VENDA DE ATIVOS NEGOCIADOS NA BOLSA DE VALORES BM&FBOVESPA UTILIZANDO A TÉCNICA DE MÉDIAS MÓVEIS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO BACHARELADO SOFTWARE DE ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE COMPRA/VENDA DE ATIVOS NEGOCIADOS NA BOLSA DE VALORES BM&FBOVESPA UTILIZANDO A TÉCNICA DE MÉDIAS MÓVEIS GABRIEL MALHEIROS SILVEIRA BLUMENAU /1-06

2 GABRIEL MALHEIROS SILVEIRA SOFTWARE DE ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE COMPRA/VENDA DE ATIVOS NEGOCIADOS NA BOLSA DE VALORES BM&FBOVESPA UTILIZANDO A TÉCNICA DE MÉDIAS MÓVEIS Trabalho de Conclusão de Curso submetido à Universidade Regional de Blumenau para a obtenção dos créditos na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso II do curso de Sistemas de Informação Bacharelado. Prof. Oscar Dalfovo, Dr. - Orientador BLUMENAU /1-06

3 SOFTWARE DE ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE COMPRA/VENDA DE ATIVOS NEGOCIADOS NA BOLSA DE VALORES BM&FBOVESPA UTILIZANDO A TÉCNICA DE MÉDIAS MÓVEIS Por GABRIEL MALHEIROS SILVEIRA Trabalho aprovado para obtenção dos créditos na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso II, pela banca examinadora formada por: Presidente: Membro: Membro: Prof. Oscar Dalfovo, Dr. Orientador, FURB Prof. Wilson Pedro Carli, Mestre FURB Prof. Francisco Adell Péricas, Mestre FURB Blumenau, 05 de julho de 2012.

4 Dedico este trabalho a todos os amigos, especialmente aqueles que me ajudaram diretamente na realização deste.

5 AGRADECIMENTOS A Deus, por ter me dado sua força e iluminação. À minha família, por me ajudar na construção de valores sólidos, me transformando em quem sou, pelo seu apoio incondicional e suporte em meus objetivos durante o ensino superior, como em tudo na vida. Aos meus amigos sinceros, por estarem presentes, dando empurrões, alertas e apoiando, tanto ajudando a descontrair e a enfrentar os problemas, quanto me fazendo constantemente crescer como pessoa. Ao meu orientador, Oscar Dalfovo, por ter acreditado neste trabalho, apoiando-me continuamente com ideias, sugestões e críticas, que tanto ajudaram na elaboração deste trabalho. Aos professores do Departamento de Sistemas e Computação da Universidade Regional de Blumenau pelo aprendizado técnico e de convivência adquiridos durante os semestres letivos, bem como pela competência da equipe: uma das razões do meu ingresso a este curso.

6 Tenha medo quando os outros são gananciosos e seja ganancioso enquanto os outros estão com medo. Warren Buffett

7 RESUMO A busca por ferramentas de auxílio à tomada de decisões na compra e venda de ações na bolsa de valores impulsiona a criação de um software com essa finalidade, que alerte os investidores em momentos que exista alguns indicadores do mercado de compra ou de venda de suas ações. Utilizando-se da linguagem PHP, aliado ao HTML e ao CSS, e do banco de dados MySQL, bem como da análise técnica, mais especificamente a de médias móveis, é feito o desenvolvimento de um software capaz de auxiliar investidores com relação a suas decisões de compra e venda de ações. O mesmo é disponibilizado e utilizado como material de apoio ao professor Oscar Dalfovo em sua turma de Tecnologia da informação na gestão de negócio. Palavras-chave: Bolsa de valores. Médias móveis. Tecnologia da informação na gestão de negócio.

8 ABSTRACT The search for tools to help investors in take decisions of buy and sell in the stock market, encouraged the creation of a software with this function, that alert the investors when exists indicators of buy or sell stocks. Using the PHP language, combined with HTML and CSS, and MySQL database, and also technical analysis, more specifically the moving averages, was developed a software capable of help investors in their decisions of buy and sell stocks. This is available and usable as support material for teacher Oscar Dalfovo in his class of Information technology in business management. Key-words: Stock market. Moving average. Information technology in business management.

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Gráfico de médias móveis suporte/resistência Figura 2 Gráfico de médias móveis cruzamentos Figura 3 - O Processo de KDD Figura 4 Gráfico de médias móveis do site Yahoo Finance Figura 5 Tela completa do sistema de Nogueira Figura 6 Tela inicial do simulador de compra e venda de ações Figura 7 Fluxo de atividades Figura 8 Diagrama de casos de uso Figura 9 Modelo entidade relacionamento Figura 10 CSV dos dados selecionados por período Figura 11 CSV da ultima cotação Figura 12 Acesso aos dados período Figura 13 Separação dos dados do CSV de período Figura 14 Busca das informações atuais Figura 15 Cálculo das médias Figura 16 Análise suporte e resistência Figura 17 Análise dos últimos 5 dias Figura 18 Tela de login Figura 19 Tela de cadastro Figura 20 Tela inicial Figura 21 Tela seleção de período Figura 22 Escolha de média Figura 23 Tela de análise Figura 24 Alerta de compra ou venda Figura 25 Alteração de usuário Figura 26 Tela informativa sobre médias móveis Figura 27 Tela informativa sobre MMS Figura 28 Tela informativa sobre MME Figura 29 Gráfico de avaliação da hierarquia das informações Figura 30 Gráfico de avaliação de procura por funcionalidades Figura 31 Gráfico de avaliação de alertas de campos obrigatórios... 47

10 Figura 32 Gráfico de avaliação para dados já preenchidos na tela após os alertas de obrigatoriedade Figura 33 Gráfico de avaliação para consulta de dados Figura 34 Gráfico de avaliação de coerência das mensagens enviadas pelo software Figura 35 Gráfico de avaliação de complementação da teoria de DataMining Figura 36 Gráfico de avaliação do atributo de funcionalidade Figura 37 Gráfico de avaliação do atributo de confiabilidade Figura 38 Gráfico de avaliação do atributo de usabilidade Figura 39 Gráfico de avaliação do atributo de eficiencia Figura 40 Gráfico de avaliação do atributo de manutenibilidade Figura 41 Gráfico de avaliação do atributo de portabilidade Figura 42 Primeira parte do questionário aplicado em sala Figura 43 Segunda parte do questionário aplicado em sala Figura 44 Terceira parte do questionário aplicado em sala... 62

11 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Fórmula das médias móveis simples Quadro 2 Fórmula das médias móveis exponenciais Quadro 3 Requisitos funcionais Quadro 4 Requisitos não funcionais... 29

12 LISTA DE SIGLAS BI Business Inteligence BM&FBOVESPA Bolsa de Valores Mercadorias e Futuro de São Paulo FURB Fundação Universidade Regional de Blumenau IBES Instituto Blumenauense de Ensino Superior KDD Knowledge Discovery in Databases MER Modelo Entidade Relacionamento MME Média Móvel Exponencial MMS Média Móvel Simples TCC Trabalho de Conclusão de Curso TIGN - Tecnologia da Informação na Gestão de Negócio

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS DO TRABALHO ESTRUTURA DO TRABALHO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS DE SÃO PAULO ANÁLISE TÉCNICA MÉDIAS MÓVEIS MINERAÇÃO DE DADOS DISCIPLINA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE NEGÓCIOS SISTEMA ATUAL TRABALHOS CORRELATOS DESENVOLVIMENTO LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES ESPECIFICAÇÃO Requisitos funcionais Requisitos não funcionais Diagrama de casos de uso Modelo Entidade Relacionamento IMPLEMENTAÇÃO Técnicas e ferramentas utilizadas Operacionalidade da implementação Login no sistema Cadastro de usuário Tela inicial Tela seleção de período Tela gráfica das médias Alertas de compra ou venda Alteração usuário Telas informativas RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÕES... 53

14 4.1 EXTENSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE A Descrição dos Casos de Uso APÊNDICE B Questionário apresentado ANEXO A Requisitos de qualidade ISO/IEC 9126 (NBR )... 63

15 12 1 INTRODUÇÃO O mercado de ações vem se tornando cada vez mais acessível a novos investidores. A busca pela economia e pelos investimentos se torna cada vez mais real e possível aos brasileiros. A disseminação da informação, acerca da diversificação das formas de investimento está sendo feita tanto por bancos como pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA) (BOLSA DE VALORES MERCADORIAS E FUTURO DE SÃO PAULO, 2011). Tendo em vista esse crescente mercado, percebe-se a necessidade de novos softwares que venham a auxiliar o investidor. Já existem, para este intuito, técnicas que se utilizam de fórmulas matemáticas exaustivamente testadas por investidores, e que trazem retorno lucrativo, porém a aplicação de grande parte deles depende de dados históricos das ações, como por exemplo, seus preços através do tempo. Observou-se que na formação de acadêmicos em disciplinas que envolvem a Tecnologia da Informação na Gestão de Negócio, onde a maioria dos educandos não tem um conhecimento prévio em relação à bolsa de valores e das técnicas usadas pelos investidores, existem dificuldades de acesso a materiais didáticos pedagógicos de uso prático, para que eles adquiram tais conhecimentos. Vê-se, portanto interessante o software com informações atualizadas, fácil acesso e entendimento para auxiliar os docentes, na formação dos acadêmicos, bem como ajudar nas tomadas de decisões dos investidores da bolsa de valores. A internet disponibiliza hoje em dia uma larga quantidade de dados e de informações valiosas para os investidores. Informações como preços de ações ao longo dos anos, algo que pode ser usado, e muito bem, em técnicas que auxiliam o investidor a anteverem movimentos do mercado, estão disponíveis amplamente pela rede. O que se precisa fazer é reunir e filtrar essas informações, a fim de se conseguir verificar os dados realmente relevantes. Para atrair os investidores que estão começando no mercado de ações, é interessante que existam softwares que sejam de fácil utilização e se consiga não apenas indicar o caminho, mas incentivar o investidor a aprender. Utilizando-se de uma técnica já testada no mercado de ações, a de médias móveis, tanto quanto a de mineração de dados, técnica para retirar conhecimento de grandes massas de dados, foi criado um software com essas características, que ajude o investidor na visualização de tendências e desvios, deixando-o assim mais seguro quanto as suas decisões, e

16 13 que também contribui com o aprendizado dos acadêmicos que cursam a disciplina de Tecnologia da Informação na Gestão de Negócio (TIGN), da Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB). Assim sendo, o investidor poderá utilizar um software com informações atualizadas, que utiliza a técnica de médias móveis. Esta técnica possui como uma de suas funções verificar a mudança de tendência da ação, informando pontos de compra e venda. Entende-se que quanto antes a mudança for verificada, melhor será o retorno ao investidor que utilize a técnica. Para aproveitar-se das médias móveis, é necessário que ela seja aplicada em uma massa de dados. Como existem na rede grandes massas com os dados necessários para que seja feita a aplicação, é apenas necessário que sejam filtradas. O software utiliza-se da mineração de dados, técnica para retirar conhecimento de grandes massas de dados, para pegar os dados relevantes da rede, mais especificamente do site Yahoo Finance, tornando possível a aplicação da técnica das médias móveis. Este software oportuniza ao investidor que não tem um conhecimento avançado sobre a técnica, aplicá-la e verificar sua eficiência. Esse software também será utilizado na disciplina de TIGN da FURB, como um material de apoio ao aprendizado, auxiliando o acadêmico da disciplina TIGN com uma visão melhor de análise de compra/venda de ativos negociados, utilizando-se da técnica de médias móveis. 1.1 OBJETIVOS DO TRABALHO O objetivo geral é apresentar um software para análise de ativos negociados na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA), utilizando-se da técnica de médias móveis. Os objetivos específicos são: a) disponibilizar um software de análise de ativos negociados na bolsa a ser utilizado na disciplina de TIGN da FURB, para auxiliar o docente na apresentação do conteúdo programático previsto na ementa da disciplina; b) aplicar a técnica de médias móveis no software para análise de ativos negociados na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA).

17 ESTRUTURA DO TRABALHO No primeiro capítulo, tem-se a introdução ao tema principal deste trabalho com a apresentação da justificativa e dos objetivos. No segundo capítulo, apresenta-se a fundamentação teórica pesquisada sobre Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo, Análise Técnica, Médias Móveis, Mineração de Dados, a disciplina de Tecnologia da Informação na Gestão de Negócio, sistema atual, e trabalhos correlatos. O terceiro capítulo apresenta o desenvolvimento do software iniciando-se com o levantamento de informações, tendo na seqüência especificação, implementação e os resultados e discussões. No quarto capítulo tem-se as conclusões deste trabalho como também apresentam-se sugestões para trabalhos futuros.

18 15 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Este capítulo aborda assuntos a serem apresentados nas seções a seguir, tais como, Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo, Análise Técnica, Médias Móveis, Mineração de Dados, a disciplina de Tecnologia da Informação na Gestão de Negócio, sistema atual e trabalhos correlatos. 2.1 BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS DE SÃO PAULO Quanto mais desenvolvida a economia de um país, mais oportunidades surgem para os investidores e as empresas com o uso do mercado de ações, já que este se torna mais movimentado. Os investidores se utilizam do mercado de ações como uma maneira alternativa de investimento variável. Já as empresas, encontram neste mercado, uma fonte de captação de recursos financeiros ao abrirem seu capital e oferecerem suas ações ao público. As ações nada mais são do que títulos nominativos negociáveis, que representam uma fração do capital social da empresa. Além da possibilidade de negociação, as ações oferecem ao seu proprietário o direito de receber uma parte do lucro (dividendo) que foi arrecadado pela empresa no fim de cada exercício social. As bolsas de valores são locais que oferecem as condições necessárias para a negociação de compra e venda destas ações, tal como outros títulos e valores mobiliários. É também responsável por preservar os padrões éticos e fazer com que as negociações sejam feitas de maneira transparente. A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa) é a bolsa de valores oficial do Brasil, e foi formada em 2008, a partir da integração das operações da Bolsa de Valores de São Paulo e da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BOLSA DE VALORES MERCADORIAS E FUTURO DE SÃO PAULO, 2011). As negociações de compras e vendas são realizadas em períodos do dia chamados de pregões, que podem ser viva-voz, com os corretores anunciando a compra e venda em um espaço físico destinado a isto, ou eletrônicos, onde as operações são realizadas on-line. A BM&FBovespa encerrou suas atividades com o pregão viva-voz e atua somente com o pregão eletrônico, o que veio a facilitar ainda mais o ingresso de investidores neste tipo de mercado. Para que seja possível o investimento junto a BM&FBOVESPA, é necessário que o

19 16 investidor esteja cadastrado com uma corretora licenciada pela mesma. Grande parte destas corretoras oferece um sistema que pode ser acessado pela internet chamado Home Broker, que possibilita ao investidor realizar ordens de compra e venda de ações. Cada corretora possui um diferente Home Broker, cada um destes com suas próprias funções e facilidades (BOLSA DE VALORES MERCADORIAS E FUTURO DE SÃO PAULO, 2011). Basicamente, a BM&FBOVESPA é a responsável pela manutenção, intermediação e transparência nas operações de compra e venda nela realizadas. 2.2 ANÁLISE TÉCNICA É importante observar que existem diferentes tipos de investidores, que realizam suas operações em diferentes espaços de tempo. Os que realizam operações de compra e venda geralmente no mesmo pregão, que são chamadas operações de day-trade. Os que fazem as operações entre um dia a duas semanas, que são chamadas de swing-trade. Os que realizam operações entre uma semana e seis meses, chamadas de position-trade. E os que acompanham as tendências analisadas, pelo tempo que as mesmas se mantêm. Isto afeta também na maneira da análise que o mesmo acaba por optar. É importante portanto saber que existe esta diferença nos objetivos do investidor, e para cada estilo de investimento, a análise que se usa deve acompanhar o mesmo para lhe ajudar (ABE, 2009). Para ter sucesso em seus investimentos na bolsa de valores, o investidor precisa utilizar técnicas que o guiem em seus investimentos. Existem duas diferentes escolas de análise, a análise fundamentalista e a análise técnica. A análise fundamentalista segue como princípio a busca pelo valor intrínseco da empresa, buscando assim achar um preço justo para a ação. Este método necessita que o investidor busque conhecimento mais profundo sobre a empresa, como sua área de atuação, tendências futuras para a empresa, estudo de seus resultados anteriores, avaliação da administração da empresa, como outros aspectos da empresa. Por este motivo, é uma análise que demanda tempo e exige conhecimento do investidor, principalmente na área de gestão e econômica. É um tipo de análise que se aplicada corretamente, possui altíssimo nível de retorno. Um dos mais conhecidos acionistas a se utilizar desta técnica com sucesso é Warren Buffet, economista que fez grande fortuna numa longa carreira de investimentos na bolsa de valores. Interessante observar que os retornos provenientes desta análise, aparecem em longo

20 17 prazo (ELDER, 2004). A análise técnica, também conhecida por análise gráfica, por outro lado, se utiliza da movimentação do mercado, propõe que os preços das ações seguem um padrão, que possibilita ao investidor fazer uma leitura deste padrão e acompanhar sua movimentação, mesmo que parcialmente (ABE, 2009, p. 28). O pai desta análise, foi Charles Henry Dow, jornalista que foi editor do The Wall Street Journal no final do século XIX. Segundo a teoria do mesmo, os gráficos mostram o comportamento da massa de investidores, que é o que influência na formação dos preços das ações. De acordo com a análise técnica, o comportamento do investidor é o suficiente para que o mesmo tome as decisões no mercado de ações, não sendo importante quais sejam os motivos que levam o investidor a tomar essas decisões. É uma análise que tem como base o estudo do comportamento humano. Levando em consideração que as pessoas repetem seus comportamentos, os investidores responderão também da mesma forma a condições que acontecem várias vezes no mercado. Tendo em vista esta repetição de comportamento, a análise técnica pode se ajustar aos diferentes tipos de investidores, dos que realizam operações de day-trade aos de positiontrade, tanto quanto os que acompanham as tendências, dependendo apenas dos indicadores e espaços de tempo que serão utilizados para aplicar a análise (ELDER, 2006). Por a análise técnica ser uma análise de gráficos, é facilmente aplicável, e vem se mostrando ao longo dos anos muito eficiente desde o início do século XX. Como segue padrões, é perfeita para ser automatizada por softwares, deixando assim o investidor com mais embasamento para que o mesmo tome suas decisões acerca da compra ou venda de seus ativos. Algumas das técnicas aplicadas neste tipo de análise são as médias móveis, estocástico, saldo de volume, disparidade, desvio padrão, regressão linear, acumulação e distribuição, entre outros. 2.3 MÉDIAS MÓVEIS Dentro da análise técnica, uma das técnicas mais utilizadas é a de médias móveis. Elas são linhas dentro do gráfico de preços, que representam uma média de preços que se deslocam no tempo. Indicam, portanto o valor médio dos preços para determinados períodos, por exemplo, a média móvel de 13 dias, mostra o preço médio da ação nos últimos 13 dias.

21 18 Médias Móveis são consideradas rastreadores de tendência, elas são usadas para perceber as tendências do mercado para determinada ação em determinado período. A inclinação das médias aponta a tendência, uma inclinação ascendente, indica uma tendência de alta, uma descendente, tendência de baixa, já quando os preços estão flutuando, em curto tempo hora acima, hora abaixo das médias, é indicação de uma tendência lateral (ABE, 2009). Além de rastrear as tendências, uma informação valiosa que as médias móveis proporcionam é a descoberta de uma linha de preços de suporte ou resistência para as ações. O suporte de uma ação é uma faixa de preço a qual as ações normalmente param ao começar a cair e acumulam para ganhar força a uma nova subida. O contrário ocorre com a resistência, que é a faixa de preço que as ações param ao começarem a subir, sendo seus preços pressionados novamente para baixo. A quebra deste suporte ou resistência, quando ocorrem, normalmente indica uma possível mudança de tendência. O gráfico demonstrado na Figura 1 exemplifica o suporte e resistência da ação da Vale do Rio Doce. Verifica-se neste caso, como os preços chegam perto do suporte, indicado pela seta vermelha, criado pela média móvel duas vezes e após isto volta a subir seus preços. Da mesma forma mais tarde, os preços chegam próximos à resistência, representados pelas setas verdes, por mais algumas vezes antes de voltarem a descer os preços. Pode-se contar neste caso específico que o suporte foi testado duas vezes antes de existir a quebra do mesmo, configurando uma possível mudança de tendência, e após a quebra, pode-se ver o teste da resistência, que ocorreu no mínimo em mais três oportunidades.

22 19 Fonte: Investpedia (2010, p.1). Figura 1: Gráfico de médias móveis suporte/resistência Outra informação muito interessante que as médias móveis têm a oferecer são os cruzamentos ou crossovers. Estes indicam sinal de compra ou de venda quando ocorrem, e são facilmente visualizados. Quando o preço de uma ação cruza a sua média móvel para cima, é considerado um sinal de compra da ação, da mesma forma ao se cruzar para baixo é considerado um sinal de venda da mesma. É importante porém considerar, que algumas vezes pode haver o cruzamento da média móvel, e logo em seguida retornar o preço ao seu lado original, o que configura um cruzamento falso. Não existe uma regra fixa para se verificar se o cruzamento é falso ou não, alguns investidores preferem aguardar um fechamento acima da média móvel, ou que o preço supere um determinado percentual da mesma para configurar a compra ou venda. Conforme demonstrado na Figura 2, pode-se verificar os crossovers indicados pelos círculos vermelhos, o primeiro e último indicando sinal de compra e o segundo um sinal de venda (GUIA DE INVESTIMENTO, 2011).

23 20 Fonte: Guia de Investimento (2011, p.1). Figura 2: Gráfico de médias móveis cruzamentos Existem vários tipos de médias móveis. Serão aprofundadas neste trabalho as duas mais conhecidas, a Média Móvel Simples (MMS) e a Média Móvel Exponencial (MME). A MMS é uma média aritmética dos preços da ação contidos em um determinado período, por exemplo, o período sendo em dias, a conta seria feita com a soma dos preços de um número determinado de dias dividido por este mesmo número de dias. Pode-se considerar, no caso do período em dias, o preço do fechamento da ação como o valor do dia, já que este é um valor consensual diário do preço da ação (ABE, 2009). A MMS pode ser representada conforme a fórmula demonstrada no Quadro 1. MMS = (V1 + V VN) / N Onde: MMS = Média Móvel Simples V1, V2, VN = Valores do período da ação até o período N N = Número de períodos Fonte: Neologica (2012) Quadro 1: Fórmula das médias móveis simples Elder (2004) fala que um problema encontrado na MMS, é que cada preço afeta a média duas vezes, ao entrar e ao sair. Exemplifica dizendo que ao entrar na média, um valor elevado puxa a média para cima, emitindo um sinal de compra. O sinal por si não é ruim,

24 21 porém o problema é que, X dias depois, quando este elevado valor for sair da fórmula da média, a MMS também cai, emitindo sinal de venda. Isto não faz sentido, pois se encurtar a MMS em um dia, recebe-se o sinal de compra, e se alongar-se um dia, também recebe-se a mesma indicação de compra. A MME supera o problema anterior, pois esta reage apenas aos novos preços entrando na média, nesta média, os novos preços recebem um peso maior na média, enquanto os preços mais antigos não somem, mas vão sendo espremidos aos poucos com o passar do tempo. Porém, como aponta Abe (2009), há defensores dos dois tipos de médias móveis, e muitos utilizam de ambas, alternando entre elas de acordo com o que é analisado. A fórmula da MME pode ser vista no Quadro 2. MME = P. K +MMEontem. (1 K) K= 2/(N+1) Onde: MME = Média Móvel Exponencial P = Preço MMEontem = Média Móvel Exponencial de ontem K = Variável de acordo com o número de períodos da média N = Número de períodos Fonte: Neologica (2011) Quadro 2: Fórmula das médias móveis exponenciais O número de dias para o cálculo das médias deve ser observado. Quanto maior o período, mais suave será o comportamento da média, mais imune a ruídos, porém se for muito grande, pode demorar muito a responder as mudanças do mercado. Já em períodos menores, mais próxima a média seguirá os preços, porem mais propenso a ruídos e sinais falsos ela estará. Elder (2006), diz que para investidores de longo prazo, uma média de 200 períodos é interessante de ser usada, as mais usadas estão entre 10 e 20 períodos, e a média não deve ser menor que 8 períodos, pois neste caso ela não desempenha seu propósito de acompanhamento de tendências. Portanto médias móveis são uma parte da análise técnica experimentada e testada com sucesso há muito tempo no mercado, por diversos investidores, tornando-a uma poderosa ferramenta de análise.

25 MINERAÇÃO DE DADOS A mineração de dados ou Data Mining é um processo de descoberta de conhecimento, previamente desconhecido, em uma base de dados. A descoberta é feita através do uso de técnicas automáticas de exploração de grandes quantidades de dados de forma a identificar padrões ou tendências, que devido ao grande volume de dados, não seriam facilmente descobertos a olho nu. Posteriormente este conhecimento adquirido através do Data Mining deve ser utilizado como um suporte a tomada de decisões (CARVALHO, 2002). A mineração de dados segue as seguintes etapas, conforme Carvalho (2002): a) seleção, que tende a selecionar qual o conjunto de dados a ser tratado; b) pré-processamento, onde é feita uma limpeza nos dados, informações desnecessárias são removidas, e se necessário são reconfigurados dados para se manterem consistentes; c) transformação, que busca transformar os dados em formatos utilizáveis para a técnica de Data Mining que será aplicada; d) Data Mining, é onde verdadeiramente é feita a extração dos padrões; e) interpretação e avaliação, onde após ser identificados os padrões, os mesmos são interpretados em conhecimento e servirão de suporte na tomada de decisões humanas. É importante inicialmente para aplicar técnica, portanto, uma base de dados que contenha as informações necessárias. Possuindo os dados, é aplicada então a técnica para processar os dados e retirar o conhecimento novo. Uma das possíveis técnicas, que foi descrita anteriormente, é a técnica das médias móveis (INFOESCOLA, 2010). As análises provenientes da utilização da mineração de dados vêm se mostrando muito úteis em diversas áreas, como na medicina, administração, economia entre outros. Este processo de descoberta de conhecimento em bases de dados é também conhecido como Knowledge Discovery in Databases (KDD). Na Figura 3, apresenta-se a seqüência do KDD para aplicação de uma técnica na mineração dos dados.

26 23 Fonte: Rocha (2011, p.1). Figura 3: O Processo de KDD 2.5 DISCIPLINA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE NEGÓCIOS De acordo com Dalfovo (2011), é apresentada na disciplina de Tecnologia da Informação na Gestão de Negócios (TIGN) entre outros conteúdos, o de Business Intelligence (BI) e simuladores para previsão futura. Discute-se na disciplina de TIGN que o BI é um conceito que permite ao executivo conhecer e administrar melhor o seu negócio, disponibilizando informações suficientes e necessárias no momento exato, e com foco na tomada de decisão. Também são vistas ferramentas e softwares de suporte a tomada de decisão, que permitem, através de alertas automáticos, aos executivos visualizem tendências e desvios nas informações dentro das diversas áreas da empresa. Portanto este seria mais um software a ser incluído no conteúdo da disciplina, agregando conhecimento aos alunos, e comparando-o com outros já apresentados na disciplina.

27 SISTEMA ATUAL Atualmente os investidores se utilizam de diversos tipos de ferramentas, ou análises já realizadas e publicadas por outros investidores para tomarem suas decisões de compra e venda de ações. Cita-se o site da Yahoo Finance, onde o usuário acessa o site e seleciona qual cotação pretende verificar, digitando seu código na bolsa de valores e clicando em buscar cotação. Após isto o usuário pode clicar na aba de análise técnica, que entre as análises existe a possibilidade de visualizar graficamente médias móveis. As médias são fixas, de 5, 10, 20, 50, 100 ou 200 dias. Ao se selecionar uma das médias móveis, e um período a ser analisado, é desenhada uma linha da média no gráfico junto com o preço das ações, conforme pode ser visto na Figura 4 (YAHOO FINANCE, 2011). Fonte: Yahoo Finance (2011, p.1). Figura 4: Gráfico de médias móveis do site Yahoo Finance Fica, portanto a critério do investidor analisar o gráfico, com a linha da média móvel desenhada e tirar suas conclusões sobre a tendência e movimentação da ação para tomar sua decisão.

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE ANÁLISE DE COMPRA/VENDA DE ATIVOS NEGOCIADOS NAS BOLSAS DE VALORES UTILIZANDO A TÉCNICA DE MÉDIAS MÓVEIS

DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE ANÁLISE DE COMPRA/VENDA DE ATIVOS NEGOCIADOS NAS BOLSAS DE VALORES UTILIZANDO A TÉCNICA DE MÉDIAS MÓVEIS DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE DE ANÁLISE DE TENDÊNCIAS DE COMPRA/VENDA DE ATIVOS NEGOCIADOS NAS BOLSAS DE VALORES UTILIZANDO A TÉCNICA DE MÉDIAS MÓVEIS Gabriel Malheiros Silveira Orientador: Prof. Oscar

Leia mais

COM A TÉCNICA DE REGRESSÃO LINEAR SIMPLES

COM A TÉCNICA DE REGRESSÃO LINEAR SIMPLES DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA PARA SIMULAÇÃO DE PREVISÃO DE PREÇO DE AÇÕES NA BOVESPA UTILIZANDO DATA MINING COM A TÉCNICA DE REGRESSÃO LINEAR SIMPLES Davi da Silva Nogueira Orientador: Prof. Oscar Dalfovo,

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Primeiros Passos para o Simulador de Ações do FinanceDesktop. Parte A INICIANDO E CONFIGURANDO (5 passos)

Primeiros Passos para o Simulador de Ações do FinanceDesktop. Parte A INICIANDO E CONFIGURANDO (5 passos) Primeiros Passos para o Simulador de Ações do FinanceDesktop. Seja bem-vindo(a) ao Simulador de Ações FinanceDesktop. Seu propósito é oferecer um ambiente completo e fácil de usar que permita o registro

Leia mais

Manual Q-Acadêmico 2.0 Módulo Web - Aluno

Manual Q-Acadêmico 2.0 Módulo Web - Aluno Manual Q-Acadêmico 2.0 Módulo Web - Aluno Índice 1 Acessando o sistema via internet...3 2 Funcionalidades...6 2.1 Horário Individual...7 2.2 Calendário Acadêmico...8 2.3 Biblioteca...9 2.3.1 Consultar

Leia mais

SIG DMS / NFSe. Manual de Conhecimento. Atualizado em 23/05/2013 por Danillo Campelo Amorim

SIG DMS / NFSe. Manual de Conhecimento. Atualizado em 23/05/2013 por Danillo Campelo Amorim SIG DMS / NFSe Manual de Conhecimento Atualizado em 23/05/2013 por Danillo Campelo Amorim 1 Índice Função do modulo...3 Conhecimentos Exigidos & Requisitos Humanos...3 Acessando o Sistema...4 Padrõe de

Leia mais

Manual de uso do Gerente

Manual de uso do Gerente Manual de uso do Gerente Manual do Hypnobox: www.hypnobox.com.br/manual Índice Acessar o Hypnobox Endereço o www Login e Senha Tela Principal Perfil de acesso Editar Dados pessoais Fila de corretores Gerenciar

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Criação de Formulários no Google Drive Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Criação de Formulários no Google Drive Introdução...

Leia mais

IREasy Manual do Usuário Versão do manual - 0.0.9

IREasy Manual do Usuário Versão do manual - 0.0.9 OBJETIVOS DO PROGRAMA DE COMPUTADOR IREasy Permitir a apuração do Imposto de Renda dos resultados das operações em bolsa de valores (mercado à vista, a termo e futuros). REQUISITOS MÍNIMOS DO COMPUTADOR

Leia mais

Navegando no produto e utilizando esse material de apoio, você descobrirá os benefícios do IOB Online Regulatório, pois só ele é:

Navegando no produto e utilizando esse material de apoio, você descobrirá os benefícios do IOB Online Regulatório, pois só ele é: 1. CONCEITO Completo, prático e rápido. Diante do aumento da complexidade da tributação e do risco fiscal, pelos desafios de conhecimento e capacitação e pela velocidade para acompanhar mudanças na legislação,

Leia mais

Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços.

Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços. Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços. 1 Apresentação: O Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços ou SIG-ISS é um sistema para gerenciamento do Imposto sobre

Leia mais

Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR. Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl

Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR. Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro introdução objetivos do trabalho fundamentação teórica desenvolvimento da ferramenta

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO EM AMBIENTES DIGITAIS NEAD

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO EM AMBIENTES DIGITAIS NEAD 0 CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO EM AMBIENTES DIGITAIS NEAD ORIENTAÇÕES SOBRE USO DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (MOODLE) PARA DISPONIBILIZAÇÃO

Leia mais

Sumário Aspectos Básicos... 3 Como Empresas usam o Facebook... 3 Introdução ao Facebook... 4 Criando um Cadastro... 5 Confirmando E-mail...

Sumário Aspectos Básicos... 3 Como Empresas usam o Facebook... 3 Introdução ao Facebook... 4 Criando um Cadastro... 5 Confirmando E-mail... FACEBOOK Sumário Aspectos Básicos... 3 Como Empresas usam o Facebook... 3 Introdução ao Facebook... 4 Criando um Cadastro... 5 Confirmando E-mail... 8 Características do Facebook... 10 Postagens... 11

Leia mais

PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Compra Direta - Guia do Fornecedor PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Página As informações contidas neste documento, incluindo quaisquer URLs e outras possíveis referências a web sites, estão sujeitas

Leia mais

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino Eduardo Kokubo kokubo@inf.univali.br Fabiane Barreto Vavassori, MSc fabiane@inf.univali.br Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Centro de Ensino Superior

Leia mais

Manual Laboratório. ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014

Manual Laboratório. ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014 2014 Manual Laboratório ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014 Sumário Acesso ao Sistema... 2 Menu Cadastros... 4 Cadastro de usuários... 4 Inclusão de Novo Usuário... 5 Alteração de usuários...

Leia mais

ÍNDICE. 1. Introdução...2. 2. O que é o Sistema Mo Porã...2. 3. Como acessar o Site Mo Porã...3. 4. Cadastro do Sistema Mo Porã...

ÍNDICE. 1. Introdução...2. 2. O que é o Sistema Mo Porã...2. 3. Como acessar o Site Mo Porã...3. 4. Cadastro do Sistema Mo Porã... ÍNDICE 1. Introdução...2 2. O que é o Sistema Mo Porã...2 3. Como acessar o Site Mo Porã...3 4. Cadastro do Sistema Mo Porã...4 5. Navegando no Site Mo Porã...6 5. 1 Manual de ajuda do sistema Mo Porã...7

Leia mais

Manual de Operações Básicas. Thiago Passamani

Manual de Operações Básicas. Thiago Passamani Manual de Operações Básicas Thiago Passamani 1 - Entrando e saindo do sistema O Zimbra Suíte de Colaboração é um software de correio eletrônico open source com suporte para e-mail, contatos, calendário

Leia mais

FUNCEXDATA 2.0. Manual do Usuário. Maio/2012. Ajudando o Brasil a expandir fronteiras

FUNCEXDATA 2.0. Manual do Usuário. Maio/2012. Ajudando o Brasil a expandir fronteiras Ajudando o Brasil a expandir fronteiras FUNCEXDATA 2.0 Manual do Usuário Maio/2012 Funcex Av. Rio Branco, 120, Gr. 707, Centro 20040-001 Rio de Janeiro RJ Instituída em 12 de março de 1976 CNPJ 42.580.266/0001-09.

Leia mais

Manual de Utilização Chat Intercâmbio

Manual de Utilização Chat Intercâmbio Manual de Utilização Chat Intercâmbio 1 INDICE 1 Chat Intercâmbio... 6 1.1 Glossário de Termos Utilizados.... 6 1.2 Definições de uma Sala de Chat... 7 1.3 Como Acessar o Chat Intercâmbio... 8 1.4 Pré-requisitos

Leia mais

1 SOBRE O PORTAL TRANSPES (e-transp)

1 SOBRE O PORTAL TRANSPES (e-transp) SUMÁRIO 1 SOBRE O PORTAL TRANSPES (e-transp)... 3 2 REQUISITOS PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA... 4 3 ACESSO AO SISTEMA (ATORES: TRANSPES/ CLIENTE)... 5 4 PRIMEIROS PASSOS (CADASTROS)... 7 4.1 Cadastros de

Leia mais

Guia do Usuário PRONAVTECH GUIA DO USUÁRIO VALIDADOR

Guia do Usuário PRONAVTECH GUIA DO USUÁRIO VALIDADOR GUIA DO USUÁRIO VALIDADOR 1 Índice INTRODUÇÃO... 3 ACESSANDO O PRONAVTECH... 4 Primeiro Acesso... 5 Demais Acessos... 6 Esqueci Minha Senha... 6 Esqueci o usuário principal... 7 ÁREA DE TRABALHO DO PRONAVTECH...

Leia mais

Assim que o usuário entrar nesta ferramenta do sistema a seguinte tela será exibida:

Assim que o usuário entrar nesta ferramenta do sistema a seguinte tela será exibida: O que é o TDMax Web Commerce? O TDMax Web Commerce é uma ferramenta complementar no sistemas de Bilhetagem Eletrônica, tem como principal objetivo proporcionar maior conforto as empresas compradoras de

Leia mais

Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013

Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013 Versão: 08/04/2013 Atualizado em: 10/07/2013 NoMe - Novo Mercado CETIP Conteúdo Introdução ao NoMe... 1 Conhecendo o Produto... 2 Acesso ao NoMe... 3 Como acessar o NoMe... 4 Atualização de Senha e Código

Leia mais

SIAP - Sistema de Apoio ao Professor

SIAP - Sistema de Apoio ao Professor Introdução O SIAP, Sistema de Apoio ao Professor, é um programa que vai contribuir, de forma decisiva, com o cotidiano escolar de alunos, professores, gestores e funcionários administrativos. Com a implantação

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL. PTU Web

MANUAL OPERACIONAL. PTU Web MANUAL OPERACIONAL PTU Web Versão 8.0 24/08/2011 ÍNDICE Índice... 2 PTU Web... 4 O que é o PTU Web?... 4 Como acessar o PTU Web?... 4 Listagem de arquivos enviados e recebidos... 5 Unimeds disponíveis

Leia mais

MANUAL DO PORTAL ACADÊMICO - ALUNO

MANUAL DO PORTAL ACADÊMICO - ALUNO MANUAL DO PORTAL ACADÊMICO - ALUNO Passo a passo do Portal Acadêmico www.ucb.br - atende@ucb.br SUMÁRIO Objetivo Manual do Portal Acadêmico... 03 Navegadores... 03 Endereço Eletrônico (site)... 03 Bloqueador

Leia mais

SUAP Módulo Protocolo Manual do Usuário DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SEÇÃO DE PROJETOS, SISTEMAS E PROCESSOS DE NEGÓCIO

SUAP Módulo Protocolo Manual do Usuário DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SEÇÃO DE PROJETOS, SISTEMAS E PROCESSOS DE NEGÓCIO SUAP Módulo Protocolo Manual do Usuário DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SEÇÃO DE PROJETOS, SISTEMAS E PROCESSOS DE NEGÓCIO SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 1 1.1. ACESSO AO SISTEMA... 1 1.2. TELA INICIAL

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

Guia do Fornecedor. WBC Public Pregão eletrônico

Guia do Fornecedor. WBC Public Pregão eletrônico Guia do Fornecedor WBC Public Pregão eletrônico As informações contidas neste documento, incluindo quaisquer URLs e outras possíveis referências a web sites, estão sujeitas a mudança sem aviso prévio.

Leia mais

COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD

COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD COORDENAÇÃO DE ENSINO A DISTÂNCIA - EaD TUTORIAL MOODLE VERSÃO ALUNO Machado/MG 2013 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 4 2. EDITANDO O PERFIL... 5 2.1 Como editar o perfil?... 5 2.2 Como mudar a senha?... 5 2.3

Leia mais

Especificação dos Requisitos do Software. White Label

Especificação dos Requisitos do Software. White Label Ubee Especificação dos Requisitos do Software White Label Review 0.3 Autores: Airton Sampaio de Sobral (asds@cin.ufpe.br) Alan Gomes Alvino (aga@cin.ufpe.br) Glauco Roberto Pires dos Santos (grps@cin.ufpe.br)

Leia mais

SisLegis Sistema de Cadastro e Controle de Leis

SisLegis Sistema de Cadastro e Controle de Leis Sistema de Cadastro e Controle de Leis Desenvolvido por Fábrica de Software Coordenação de Tecnologia da Informação Pág 1/22 Módulo: 1 Responsável: Desenvolvimento Ti Data: 01/11/2012 Versão: 1.0 Empresa:

Leia mais

Processos de Compras. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar

Processos de Compras. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Processos de Compras Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar 1 Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br Sumário Controle de Compras... 4 Parametrização... 4 Funcionamento... 4 Processo de Controle...

Leia mais

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha!

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha! 1 ÍNDICE 1. IMPLEMENTAÇÃO 4 1.1 PAINEL DE CONTROLE 4 1.1.1 SENHA 4 1.1.2 CRIAÇÃO DE USUÁRIOS DO LYNC 5 1.1.3 REDEFINIR SENHA 7 1.1.4 COMPRAR COMPLEMENTOS 9 1.1.5 UPGRADE E DOWNGRADE 10 1.1.5.1 UPGRADE

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor

Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor Sumário Pré-requisitos para o Moodle... Entrar no Ambiente... Usuário ou senha esquecidos?... Meus cursos... Calendário... Atividades recentes...

Leia mais

P á g i n a 1. SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras. Manual Operacional

P á g i n a 1. SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras. Manual Operacional P á g i n a 1 SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras Manual Operacional P á g i n a 2 1 SUMÁRIO 2 Orientações gerais... 3 2.1 Perfis de acesso... 4 2.2 Para acessar todas as funcionalidades

Leia mais

GUIA BÁSICO DA SALA VIRTUAL

GUIA BÁSICO DA SALA VIRTUAL Ambiente Virtual de Aprendizagem - MOODLE GUIA BÁSICO DA SALA VIRTUAL http://salavirtual.faculdadesaoluiz.edu.br SUMÁRIO 1. Acessando Turmas 4 2. Inserindo Material 4 3. Enviando Mensagem aos Alunos 6

Leia mais

Antes de começar, o Solicitante e outros envolvidos dentro do projeto (Orientador, Coordenador ou outro Responsável Técnico) devem verificar:

Antes de começar, o Solicitante e outros envolvidos dentro do projeto (Orientador, Coordenador ou outro Responsável Técnico) devem verificar: SOLICITAÇÃO DE FOMENTO on-line MANUAL DO USUÁRIO 1 CONTATOS... 2 2 ANTES DE COMEÇAR... 2 3 ENTRAR NO SISTEMA INFAPERJ... 3 3.1 ACESSO AO SISTEMA...3 3.2 LOGIN...4 4 APRESENTAÇÃO GERAL DA INTERFACE... 5

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE

CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE Life Sistemas Manual do Professor 1. Introdução O Centro Universitário Geraldo Di Biase apresenta, neste manual, os serviços do Sistema Life Educacional que você,

Leia mais

Manual (Office 365) Para acesso ao sistema de e-mails, os passos iniciais continuam os mesmos.

Manual (Office 365) Para acesso ao sistema de e-mails, os passos iniciais continuam os mesmos. Histórico de Alterações Versão Data Autor Função Descrição 1 14/09/2012 Roberto Gouveia Analista de Help Desk Criação inicial 2 19/11/2013 Roberto Gouveia Analista de Help Desk Atualização A partir de

Leia mais

INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA. Guia rápido

INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA. Guia rápido INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA Guia rápido A PLATAFORMA MOODLE Moodle (Modular Object Oriented Distance LEarning) é um Sistema para Gerenciamento de Cursos (SGC). Trata-se de um programa para computador

Leia mais

Manual de configuração do sistema

Manual de configuração do sistema Manual de configuração do sistema (v.1.5.x Beta) Rua México, 119 Sala 2004 Centro Rio de Janeiro, RJ www.doctors-solution.com.br www.simdoctor.com.br contato@simdoctor.com.br Sumário 1. Fazendo seu primeiro

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5

Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5 Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5 09 de julho de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação

Leia mais

ÍNDICE MANUAL SITE ADMINISTRÁVEL TV. 1. Introdução 2. Acessando o site administrável/webtv SITE ADMINISTRÁVEL 3. CONFIGURAÇÕES

ÍNDICE MANUAL SITE ADMINISTRÁVEL TV. 1. Introdução 2. Acessando o site administrável/webtv SITE ADMINISTRÁVEL 3. CONFIGURAÇÕES MANUAL SITE ADMINISTRÁVEL TV ÍNDICE 1. Introdução 2. Acessando o site administrável/webtv SITE ADMINISTRÁVEL 3. CONFIGURAÇÕES 3.1 - Dados Cadastrais 3.2 - Noticias 3.3 Redes Sociais 3.4 - Player 4. DESIGN

Leia mais

Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria

Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria 1 Sumário Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria... 1 1 Sumário... 1 2 Lista de Figuras... 5 3 A Janela principal...

Leia mais

Guia do Usuário PRONAVTECH GUIA DO USUÁRIO ARMAZENADOR

Guia do Usuário PRONAVTECH GUIA DO USUÁRIO ARMAZENADOR GUIA DO USUÁRIO ARMAZENADOR 1 Índice INTRODUÇÃO... 3 ACESSANDO O PRONAVTECH... 4 Primeiro Acesso... 5 Demais Acessos... 6 Esqueci Minha Senha... 7 Esqueci o usuário principal... 7 ÁREA DE TRABALHO DO PRONAVTECH...

Leia mais

Guia Rápido de Uso. Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema HOT SMS. SUMÁRIO

Guia Rápido de Uso. Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema HOT SMS. SUMÁRIO 1 Guia Rápido de Uso Aqui seguem os tópicos tratados nesse guia, para que você aprenda a usar o Sistema HOT SMS. SUMÁRIO 1 Acesso ao sistema...3 2 Entenda o Menu...4 3 Como enviar torpedos...6 3.1 Envio

Leia mais

Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0

Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0 Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0 Adriano Lima Belo Horizonte 2011 SUMÁRIO Apresentação... 3 Acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA ESP-MG... 3 Programação do curso no AVA-ESPMG

Leia mais

MANUAL E DICAS ASSISTENTE VIRTUAL (AV) ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 POR

MANUAL E DICAS ASSISTENTE VIRTUAL (AV) ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 POR MANUAL E DICAS DO ASSISTENTE VIRTUAL (AV) POR ADS DIGITAL (WWW.ADSDIGITAL.COM.BR) VERSÃO DO ASSISTENTE VIRTUAL: 1.3.1 ÍNDICE Introdução...3 Requisitos e Restrições do Assistente...3 Diferenças da Versão

Leia mais

Manual do sistema SMARsa Web

Manual do sistema SMARsa Web Manual do sistema SMARsa Web Módulo Gestão de atividades RS/OS Requisição de serviço/ordem de serviço 1 Sumário INTRODUÇÃO...3 OBJETIVO...3 Bem-vindo ao sistema SMARsa WEB: Módulo gestão de atividades...4

Leia mais

Acadêmica: Aline Cordeiro Prof. Orientador: Dr. Oscar Dalfovo

Acadêmica: Aline Cordeiro Prof. Orientador: Dr. Oscar Dalfovo Sistema para Identificação de Pontos de Referência Imobiliário Acadêmica: Aline Cordeiro Prof. Orientador: Dr. Oscar Dalfovo Roteiro da apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Trabalhos

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO FIMT

MANUAL DO USUÁRIO FIMT FÁCIL IMÓVEL MT MANUAL DO USUÁRIO FIMT GESTOR IMOBILIÁRIO SANDRO RAMIRO 05/06/2015 Manual completo de funcionalidade do Sistema FIMT. Versão 2.0 INTRODUÇÃO PÁGINA INICIAL 03 ANUNCIANTE 04 LANÇAMENTO 05

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA OPERACIONAL MÉTODO QUANTUM 2014

MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA OPERACIONAL MÉTODO QUANTUM 2014 MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA OPERACIONAL MÉTODO QUANTUM 2014 ÍNDICE Apresentação Principais Botões Login Usúario Resultado Método Quantum Preencher Método Quantum Extrato On-Line Engenharia de Função Grupos

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO SISTEMA DE CADASTRO INTRANET

MANUAL DE UTILIZAÇÃO SISTEMA DE CADASTRO INTRANET MANUAL DE UTILIZAÇÃO SISTEMA DE CADASTRO INTRANET I Sumário 1. Objetivo do Documento... 1 2. Início... 1 3. Cadastro de Pessoa Física... 3 3.1. Preenchimentos Obrigatórios.... 4 3.2. Acesso aos Campos

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

Manual SAGe Versão 1.2 (a partir da versão 12.08.01)

Manual SAGe Versão 1.2 (a partir da versão 12.08.01) Manual SAGe Versão 1.2 (a partir da versão 12.08.01) Submissão de Relatórios Científicos Sumário Introdução... 2 Elaboração do Relatório Científico... 3 Submissão do Relatório Científico... 14 Operação

Leia mais

Guia Rápido de Utilização. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Perfil Aluno

Guia Rápido de Utilização. Ambiente Virtual de Aprendizagem. Perfil Aluno Guia Rápido de Utilização Ambiente Virtual de Aprendizagem Perfil Aluno 2015 APRESENTAÇÃO O Moodle é um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) open source¹. Esta Plataforma tornouse popular e hoje é utilizada

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

1. Plataforma Sage... 2 2. Primeiro Acesso... 3. 3. Configurações... 6. 4. Relacionamento... 8. 5. Folha de Pagamento esocial...

1. Plataforma Sage... 2 2. Primeiro Acesso... 3. 3. Configurações... 6. 4. Relacionamento... 8. 5. Folha de Pagamento esocial... 1. Plataforma Sage... 2 2. Primeiro Acesso... 3 1.1. Conhecendo a Plataforma... 4 1.2. Seleção da Empresa de Trabalho... 4 1.3. Sair do Sistema... 5 1.4. Retornar a tela principal... 5 3. Configurações...

Leia mais

Sistema de Compras TV Globo

Sistema de Compras TV Globo Sistema de Compras TV Globo Guia de Uso - v. PÁGINA Índice Índice Negociações Sistema de Compras O que é o Sistema de Compras TV Globo Criar a sua cotação (Cota) Salvar Rascunho 7 Cadastro no Sistema Cotar

Leia mais

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual Aplicativo da Manifestação do Destinatário Manual Novembro de 2012 1 Sumário 1 Aplicativo de Manifestação do Destinatário...4 2 Iniciando o aplicativo...4 3 Menus...5 3.1 Manifestação Destinatário...5

Leia mais

Manual UNICURITIBA VIRTUAL para Professores

Manual UNICURITIBA VIRTUAL para Professores Manual UNICURITIBA VIRTUAL para Professores 1 2 2015 Sumário 1 Texto introdutório... 3 2 Como Acessar o UNICURITIBA VIRTUAL... 3 3 Tela inicial após login... 3 3.1) Foto do perfil... 4 3.2) Campo de busca...

Leia mais

paradigma WBC Public - pregão eletrônico Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.1

paradigma WBC Public - pregão eletrônico Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.1 paradigma WBC Public - pregão eletrônico Guia do Fornecedor paradigma WBC Public v6.0 g1.1 agosto de 2007 As informações contidas neste documento, incluíndo quaisquer URLs e outras possíveis referências

Leia mais

PORTAL DO ALUNO - MANUAL

PORTAL DO ALUNO - MANUAL SUMÁRIO 1. Sobre o Portal do Aluno... 2 2. Acessar o Portal do Aluno... 2 2.1. Acessar o Portal... 2 2.2. Recuperação de senha... 3 2.3.1. Recuperação automática de senha por e-mail... 4 2.3.2. Recuperação

Leia mais

Manual do Portal do Fornecedor. isupplier

Manual do Portal do Fornecedor. isupplier isupplier Revisão 01 Setembro 2011 Sumário 1 Acesso ao portal isupplier... 03 2 Home Funções da Tela Inicial... 05 3 Ordens de Compra Consultar Ordens de Compra... 07 4 Entregas Consultar Entregas... 13

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB

MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB MANUAL DO PRESTADOR FATURAMENTO WEB 0 Sumário Introdução... 2 Funcionalidades... 2 Requisitos Necessários... 2 Faturamento Web... 3 Faturamento Simplificado... 4 Faturamento Detalhado... 9 Faturamento

Leia mais

MANUAL PARA UTILIZAÇÃO DO MOODLE FACULDADE INTERAÇÃO AMERICANA VIRTUAL - Versão: Aluno

MANUAL PARA UTILIZAÇÃO DO MOODLE FACULDADE INTERAÇÃO AMERICANA VIRTUAL - Versão: Aluno 1 MANUAL PARA UTILIZAÇÃO DO MOODLE FACULDADE INTERAÇÃO AMERICANA VIRTUAL - Versão: Aluno Acessando o sistema 1- Para acessar a Faculdade Interação Americana Virtual digite o seguinte endereço: http://ead.fia.edu.br/

Leia mais

Sistema de Chamados Protega

Sistema de Chamados Protega SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REALIZANDO ACESSO AO SISTEMA DE CHAMADOS... 4 2.1 DETALHES DA PÁGINA INICIAL... 5 3. ABERTURA DE CHAMADO... 6 3.1 DESTACANDO CAMPOS DO FORMULÁRIO... 6 3.2 CAMPOS OBRIGATÓRIOS:...

Leia mais

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1 MANUAL DO USUÁRIO Índice 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 2.1. Instalação... 4 2.1.1. Servidor - Computador Principal... 4 2.1.2. Estação - Computador na Rede... 6 2.1.3. Estação - Mapeamento

Leia mais

MANUAL DE REFERÊNCIA DO CLIENTE S

MANUAL DE REFERÊNCIA DO CLIENTE S MANUAL DE REFERÊNCIA DO CLIENTE S SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 CADASTRANDO-SE NO SISTEMA... 4 CADASTRANDO UM FAMILIAR... 7 ACESSANDO O SISTEMA já sou cadastrado... 8 COMO AGENDAR UMA CONSULTA pesquisar horários...

Leia mais

Manual de Utilização das Funções Básicas do Sistema ClinicWeb

Manual de Utilização das Funções Básicas do Sistema ClinicWeb Manual de Utilização das Funções Básicas do Sistema ClinicWeb Dezembro/2012 2 Manual de Utilização das Funções Básicas do Sistema ClinicWeb Sumário de Informações do Documento Título do Documento: Resumo:

Leia mais

O que é uma corretora de valores

O que é uma corretora de valores A maioria dos home-broker disponibilizados palas corretoras gratuitamente são bem parecidos. Por essa razão, este material traz uma abordagem genérica, onde o investidor terá uma visão geral do funcionamento

Leia mais

HOME BROKER 2.0. Manual do usuário

HOME BROKER 2.0. Manual do usuário HOME 2013 BROKER 2.0 Manual do usuário SUMÁRIO Tela inicial 2 Adicionando nova tela 2 Adicionando janelas 3 Criando Atalhos das janelas no menu lateral 4 Menu Lateral visualizando saldos e limites 5 Ocultando

Leia mais

Manual Socopa Home Broker v.2.0 2012 Todos os direitos reservados

Manual Socopa Home Broker v.2.0 2012 Todos os direitos reservados ÍNDICE 1. Acesso ao Home Broker 2. Operações 2.1. Compra e Venda 2.2. Cancelamento 3. Consultas 3.1. Ordens 3.2. Carteira 3.3. Posição Financeira 3.4. Extrato 3.5. Notas de Corretagem 1. Acesso ao Home

Leia mais

Sistema de Controle de Bolsas e Auxílios - SCBA

Sistema de Controle de Bolsas e Auxílios - SCBA Sistema de Controle de Bolsas e Auxílios - SCBA Manual de Utilização Perfil Beneficiário 1. 2. Objetivo do Manual... 2 Siglas e Abreviações... 2 3. Perfil do Usuário... 2 4. Descrição Geral do Sistema...

Leia mais

[MANUAL - SIGU] [MÓDULO DO ALUNO]

[MANUAL - SIGU] [MÓDULO DO ALUNO] 2015 Universidade Candido Mendes [MANUAL - SIGU] [MÓDULO DO ALUNO] Manual do módulo do aluno do sistema acadêmico de gestão universitária da Candido Mendes Sumário 1. INTRODUÇÃO... 5 2. DASHBOARD... 5

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS SIA

SISTEMA DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS SIA SISTEMA DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS SIA Abaixo constam trechos retirados do Manual do Usuário do SIA Sistema de Informações Acadêmicas. A autoria das informações é da equipe do SIA. SISTEMA DE INFORMAÇÕES

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E Unidade III TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM EDUCAÇÃO Prof. Me. Eduardo Fernando Mendes Google: um mundo de oportunidades Os conteúdos abordados neste modulo são: Google: Um mundo de oportunidades;

Leia mais

Manual do Instar Mail Sumário

Manual do Instar Mail Sumário Manual do Instar Mail Sumário 1 - Apresentação do sistema... 2 2 - Menu cliente... 2 3 - Menu Importação... 5 4 - Menu Campanhas... 9 5 - Menu banco de arquivos... 16 6 - Menu agendamento... 16 7 - Menu

Leia mais

Presskit Guia Rápido. Release 2.0. Presskit

Presskit Guia Rápido. Release 2.0. Presskit Presskit Guia Rápido Release 2.0 Presskit 06/07/2009 Sumário 1 Login 2 Login e Senha...................................... 2 Esqueci minha senha.................................. 2 Fale Com o Suporte...................................

Leia mais

Manual de utilização do. sistema integrado de controle médico WWW.ISA.NET.BR

Manual de utilização do. sistema integrado de controle médico WWW.ISA.NET.BR Manual de utilização do sistema integrado de controle médico WWW.ISA.NET.BR Sistema integrado de controle médico Acesso... 3 Menu principal... 4 Cadastrar... 6 Cadastro de pacientes... 6 Convênios... 10

Leia mais

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Ciências da Computação e Estatística Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP André

Leia mais

Sumário. Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web

Sumário. Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web Sumário Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web Fazendo Login no Sistema Tela inicial do Portal WEB Criando um

Leia mais

"Manual de Acesso ao Moodle - Discente" 2014

Manual de Acesso ao Moodle - Discente 2014 "Manual de Acesso ao Moodle - Discente" 2014 Para acessar a plataforma, acesse: http://www.fem.com.br/moodle. A página inicial da plataforma é a que segue abaixo: Para fazer o login, clique no link Acesso

Leia mais

Manual do usuário Sistema de Ordem de Serviço HMV/OS 5.0

Manual do usuário Sistema de Ordem de Serviço HMV/OS 5.0 Manual do usuário Sistema de Ordem de Serviço HMV/OS 5.0 DESENVOLVEDOR JORGE ALDRUEI FUNARI ALVES 1 Sistema de ordem de serviço HMV Apresentação HMV/OS 4.0 O sistema HMV/OS foi desenvolvido por Comtrate

Leia mais

SUMÁRIO. Faculdade Católica do Tocantins www.catolica-to.edu.br

SUMÁRIO. Faculdade Católica do Tocantins www.catolica-to.edu.br MANUAL DO PORTAL ACADÊMICO Passo a passo do Portal Acadêmico www.catolica-to.edu.br - suporterm@catolica-to.edu.br SUMÁRIO Objetivo Manual do Portal Acadêmico... 03 Navegadores... 03 Endereço Eletrônico

Leia mais

FUNCIONAMENTO DOS CURSOS

FUNCIONAMENTO DOS CURSOS 1 SUMÁRIO Funcionamento dos Cursos... 03 Guia de Percurso... 05 Manual Acadêmico... 07 Ambiente Virtual de Aprendizagem... 09 Edição do Perfil... 12 Acessando as Atividades... 14 Iniciando o Semestre...

Leia mais

MANUAL DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - ALUNO

MANUAL DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - ALUNO MANUAL DO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM - ALUNO 0800 703 3180 SUMÁRIO Apresentação Ambiente Virtual de Aprendizagem 1. Primeiro Acesso 1.1 Navegar em cursos 1.2 Enquete 1.3 Dados Cadastrais 2. Cursos

Leia mais

MANUAL DO PROGRAMA CSPSNet

MANUAL DO PROGRAMA CSPSNet MANUAL DO PROGRAMA CSPSNet Qualquer dúvida entre em contato: (33)32795093 01 USUÁRIO/CSPSNet O sistema CSPSNet está configurado para funcionar corretamente nos seguintes browsers: Internet Explorer 8.0,

Leia mais

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual

Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Dicas básicas para disciplinas/atividades na modalidade de educação a distância Mediação Digital Virtual Escritório de Gestão de Projetos em EAD Unisinos http://www.unisinos.br/ead 2 A partir de agora,

Leia mais

Desenvolvimento de um Sistema de Apoio à Decisão. Thiago Rafael Zimmermann. Prof. Dr. Oscar Dalfovo

Desenvolvimento de um Sistema de Apoio à Decisão. Thiago Rafael Zimmermann. Prof. Dr. Oscar Dalfovo Desenvolvimento de um Sistema de Apoio à Decisão Acadêmico Thiago Rafael Zimmermann Orientador Prof. Dr. Oscar Dalfovo Roteiro da apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Informação Sistemas

Leia mais

Manual de usuário. do sistema multicálculo CotakWeb

Manual de usuário. do sistema multicálculo CotakWeb Manual de usuário do sistema multicálculo CotakWeb Belo Horizonte 01 de setembro de 2010 1 Sumário 1. CANAIS DE ATENDIMENTO... 3 2. DOWNLOAD DO APLICATIVO... 3 3. LOGIN... 3 4. CONFIGURAÇÃO... 4 4.1. PARÂMETROS

Leia mais

Manual do Usuário ipedidos MILI S.A. - D.T.I.

Manual do Usuário ipedidos MILI S.A. - D.T.I. Manual do Usuário ipedidos MILI S.A. - D.T.I. MILI S.A. - D.T.I. Índice 1 ACESSANDO O PORTAL IPEDIDOS... 3 1.1 Login...5 1.2 Tela Principal, Mensagens e Atendimento On-line...6 2 CADASTRAR... 10 2.1 Pedido...10

Leia mais

Version Notes (Notas da versão) Versão 4.10.1.8-05-12-2012

Version Notes (Notas da versão) Versão 4.10.1.8-05-12-2012 Florianópolis, 05 de dezembro de 2012. Abaixo você confere as características e funcionalidades da nova versão 4.10.1.8-05-12-2012 do Channel. Para quaisquer dúvidas ou na necessidade de maiores esclarecimentos,

Leia mais