VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade"

Transcrição

1 VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas aesas - 24 e 25 de setembro de 2008 Eng.º Giuseppe Michelino CETESB Departamento de Tecnologia do Solo, Águas Subterrâneas e Resíduos Sólidos

2 Fundadores e parceiros

3 ReLASC O que é a ReLASC? Como a ReLASC está estruturada? Quais os produtos e serviços oferecidos? Por que ser membro? Promoção e expansão da ReLASC

4 ReLASC Missão ReLASC é uma iniciativa regional de rede na América Latina, sustentada e apoiada por organizações públicas e privadas, que visa estimular a produção, disseminação e intercâmbio de conhecimentos e informações sistematizadas no âmbito da gestão e revitalização de áreas contaminadas, e da prevenção da contaminação de solos e águas subterrâneas.

5 ReLASC Visão ReLASC será a fonte latino americana mais relevante de informação e expertise sobre gestão e revitalização de áreas contaminadas e prevenção da contaminação de solos e águas subterrâneas, dotada de plataforma virtual de intercâmbio, a ser usada por órgãos públicos, empresas privadas, universidades, id d associações e ONGs, na busca de melhorias em sua atuação e de soluções para problemas relacionados ao tema

6 Áreas temáticas da RELASC Revitalização de áreas urbanas degradadas por contaminação (brownfields) Gestão de sítios contaminados por atividades humanas e prevenção da contaminação Preservação da qualidade do solo e das águas subterrâneas Comunicação de riscos para a população Informação para os atores envolvidos Investigação e remediação de solos e águas subterrâneas contaminados por atividades humanas

7 ReLASC: milestones 2005 Cetesb + UBA : nascimento da idéia 2005 XV Reunião do Foro de Ministros de Meio Ambiente da AL e Caribe: Venezuela 2006 I Encontro ReLASC, SP: carta de Recomendações + 1.º Seminário 2007 II Encontro ReLASC, SP: Declaração de Princípios e Diretrizes Gerais 2008 Contratação ICLEI; início implementação ReLASC 2008 III Encontro ReLASC, SP: Regulamento Operacional, Plano Operacional 2008 IV. Encontro ReLASC + 2. º Seminario ReLASC no México (dez 2008),

8 Estrutura ReLASC

9 GTZ + Agencia alemã de meio ambiente Representantes de órgãos ambientais de Argentina, Brasil, Chile, México, Uruguai; CETESB 2 Funcionários: São Paulo e Argentina Capitulo Mexico estabelecido Membros Efetivos e Associados

10 Membros da ReLASC Membros Fundadores d (núcleo inicial dos Membros Efetivos) MMA Brasil CETESB Secretaria de Ambiente Argentina CONAMA Chile SEMARNAT México DINAMA Uruguay

11 Membros da ReLASC Membros efetivos instituições governamentais de qualquer nível, que tenham afinidade temática com ReLASC e manifestem interesse em contribuir com os objetivos ReLASC. Comitê Gestor aprova filiação. Membros efetivos podem fazer parte do Comitê Gestor.

12 Membros da ReLASC Membros associados Todas as pessoas físicas ou jurídicas, instituições públicas ou privadas que solicitarem associação pelo Formulário de Filiação de Membro Associado (web- portal ou ) mail). Membros tem acesso privilegiado ao Portal ReLASC

13 Produtos e Serviços ReLASC

14 Coletar e sistematizar experiências e informações Portal no Internet Estimular redes nacionais Estimular o intercâmbio prático de experiências ReLASC Facilitar projetos compartilhados Realizar e apoiar seminarios, eventos, capacitação

15 O que ReLASC oferece para seus Membros A partir de Dezembro 2008: Biblioteca virtual e banco de dados sistematizados sobre publicações no âmbito regional Informação sistematizada básica sobre atores, bases normativas, quadro institucional e de mercado na América Latina

16 O que ReLASC oferece para seus Membros Ferramenta Perguntas g Mais Freqüentes (FAQs) para melhor orientar população e setores público e privado sobre o tema; Glossário para harmonizar a terminologia na AL e ajuda na busca de informação; Fóruns de discussão sobre temas específicos.

17 O que ReLASC oferece para seus Membros Boletins/newsletters regulares Acesso privilegiado a seminários e cursos promovidos pela ReLASC Portal ReLASC na internet com calendário de eventos e outras atualidades

18 O que ReLASC oferece para seus Membros Fazer parte da primeira comunidade temática sobre o assunto na América Latina 2 SEMINARIO LATINOAMERICANO SOBRE LA REMEDIACIÓN DE SITIOS CONTAMINADOS - Ciudad de México, 4 y 5 Diciembre 2008

19 O que ReLASC oferece para seus Membros A partir de 2009 Orientações e análises específicas sobre o quadro legal normativo para apoiar estabelecer políticas publicas e quadros normativos no paises da AL Orientações técnicas sobre escopos mínimos de execução de trabalhos em áreas contaminadas (termos de referencia padrão) 3º Seminário Latino Americano ReLASC, Buenos Aires ou São Paulo, Maio 2009

20 O que ReLASC oferece para seus Membros Médio/longo prazo Cadastros de consultores e prestadores de serviços na América Latina Curso e-learning para grupos-alvo selecionados

21 Promoção/ expansão da ReLASC Promoção da ReLASC por meio de redes nacionais Busca de sustentabilidade com apoio de impulsores (GTZ, PNUMA, OPAS, BID) Estabelecimento de pessoa jurídica, com anuidade

22 Obrigado, e... seja membro!

Áreas contaminadas no contexto urbano

Áreas contaminadas no contexto urbano Áreas contaminadas no contexto urbano O desafio da revitalização de áreas contaminadas como instrumento da gestão sustentável do solo urbano Andreas Marker Evolução das políticas voltadas a Proteção do

Leia mais

I Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo MESA REDONDA 6 Fundo para Áreas Contaminadas no Brasil. Aspectos Institucionais

I Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo MESA REDONDA 6 Fundo para Áreas Contaminadas no Brasil. Aspectos Institucionais I Congresso Internacional de Subterrâneo MESA REDONDA 6 Fundo para Áreas Contaminadas no Brasil Aspectos Institucionais Sérgia de Souza Oliveira MMA/SMCQ/DQAM Setembro/2009 Áreas Contaminadas Na década

Leia mais

Resolução CONAMA 420/09 e Gerenciamento de Áreas Contaminadas em Âmbito Nacional

Resolução CONAMA 420/09 e Gerenciamento de Áreas Contaminadas em Âmbito Nacional Resolução CONAMA 420/09 e Gerenciamento de Áreas Contaminadas em Âmbito Nacional Agosto/2011 Gerenciamento de Áreas Contaminadas Conjunto de medidas que assegurem o conhecimento das características dessas

Leia mais

Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde (CNDSS) LINHAS DE ATUAÇÃO

Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde (CNDSS) LINHAS DE ATUAÇÃO Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde (CNDSS) LINHAS DE ATUAÇÃO CNDSS LINHAS DE ATUAÇÃO Produção e Disseminação de conhecimentos e informações Políticas e Programas Mobilização Social

Leia mais

O que podemos ganhar com a ReLASC-BR?

O que podemos ganhar com a ReLASC-BR? O que podemos ganhar com a ReLASC-BR? Produtos, serviços, benefícios Onde a ReLASC-AL chegou? Promoção e divulgação do tema Comunicação e networking Benefícios esperados Productos Relevancia p/ consolidacion

Leia mais

III Reunião do Comitê Executivo. BVS Prevenção e Controle de Câncer

III Reunião do Comitê Executivo. BVS Prevenção e Controle de Câncer III Reunião do Comitê Executivo BVS Prevenção e Controle de Câncer Rio de Janeiro, 25 de novembro de 2015 Letícia Casado Rodrigo Feijó Secretaria Executiva BVS Prevenção e Controle de Câncer Divulgação

Leia mais

Projeto Rio 2016 Olimpíadas dos Direitos da Criança e do Adolescente

Projeto Rio 2016 Olimpíadas dos Direitos da Criança e do Adolescente Olimpíadas dos Direitos da Criança e do Adolescente Entidade executora: FNP Vigência: 24 meses (2016-2018) Cofinanciamento: União Europeia Parceiros : Iscos Piemonte (Itália), Viva Rio, Ecpat França, Município

Leia mais

Biblioteca Virtual em Saúde e o controle bibliográfico da produção científica da América Latina e Caribe: o sistema de bases de dados LILACS

Biblioteca Virtual em Saúde e o controle bibliográfico da produção científica da América Latina e Caribe: o sistema de bases de dados LILACS Anexo 2 BIREME/OPAS/OMS Biblioteca Virtual em Saúde e o controle bibliográfico da produção científica da América Latina e Caribe: o sistema de bases de dados LILACS O núcleo principal da produção científico

Leia mais

Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente

Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente 1 Área de Fortalecimento de Sistemas de Saúde Unidade de Recursos Humanos Programa de Enfermagem APRESENTAÇÃO Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente Durante os últimos anos houve a conformação

Leia mais

Gestão de Áreas Contaminadas baseada na Lei Engº Rodrigo César de Araújo Cunha, Dr. Setor de Áreas Contaminadas CETESB

Gestão de Áreas Contaminadas baseada na Lei Engº Rodrigo César de Araújo Cunha, Dr. Setor de Áreas Contaminadas CETESB Gestão de Áreas Contaminadas baseada na Lei 13577 Engº Rodrigo César de Araújo Cunha, Dr. Setor de Áreas Contaminadas CETESB DISTRIBUIÇÃO POR ATIVIDADE 471 (13%) 147 (4%) 96 (3%) Outras fontes 25 (1%)

Leia mais

Comparative model: Telehealth in Latin America Mônica Pena de Abreu

Comparative model: Telehealth in Latin America Mônica Pena de Abreu Comparative model: Telehealth in Latin America Mônica Pena de Abreu Protocolos regionais de politica públicas de telessaúde para América Latina e Caribe Instituições coordenadoras: UFMG e RUTE Financiamento:

Leia mais

BIREME/OPAS/OMS Comitê Assessor Nacional do Convênio de Manutenção da BIREME I Reunião do ano 2004, BIREME, São Paulo, 06 de agosto de 2004

BIREME/OPAS/OMS Comitê Assessor Nacional do Convênio de Manutenção da BIREME I Reunião do ano 2004, BIREME, São Paulo, 06 de agosto de 2004 BIREME/OPAS/OMS Comitê Assessor Nacional do Convênio de Manutenção da BIREME I Reunião do ano 2004, BIREME, São Paulo, 06 de agosto de 2004 Anexo 2 Biblioteca Virtual em Saúde e o controle bibliográfico

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CEBC COMO SE ASSOCIAR 2014

APRESENTAÇÃO DO CEBC COMO SE ASSOCIAR 2014 APRESENTAÇÃO DO CEBC 201 QUEM SOMOS FUNDADO EM 200, O CONSELHO EMPRESARIAL BRASIL CHINA CEBC É UMA INSTITUIÇÃO BILATERAL SEM FINS LUCRATIVOS FORMADA POR DUAS SEÇÕES INDEPENDENTES, NO BRASIL E NA CHINA,

Leia mais

Proposta de Programa Latino-americano e Caribenho de Educação Ambiental no marco do Desenvolvimento Sustentável. Resumo Executivo

Proposta de Programa Latino-americano e Caribenho de Educação Ambiental no marco do Desenvolvimento Sustentável. Resumo Executivo Proposta de Programa Latino-americano e Caribenho de Educação Ambiental no marco do Desenvolvimento Sustentável Resumo Executivo I. Antecedentes 1. O presente documento foi elaborado para o Ponto 6.2 do

Leia mais

Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente - SINIMA. Departamento de Gestão Estratética DGE/SECEX 2009

Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente - SINIMA. Departamento de Gestão Estratética DGE/SECEX 2009 Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente - SINIMA Departamento de Gestão Estratética DGE/SECEX 2009 Histórico 1981 Lei 6938/81 Política do Meio Ambiente, criação do SISNAMA e do SINIMA como

Leia mais

Metodologia SciELO. Odila Duru BIREME/OPAS/OMS. I Encontro de Editores de Revistas Científicas na Área de Psicologia São Paulo, 30 de agosto de 2004

Metodologia SciELO. Odila Duru BIREME/OPAS/OMS. I Encontro de Editores de Revistas Científicas na Área de Psicologia São Paulo, 30 de agosto de 2004 Metodologia SciELO Odila Duru BIREME/OPAS/OMS I Encontro de Editores de Revistas Científicas na Área de Psicologia São Paulo, 30 de agosto de 2004 Novas Perspectivas da Comunicação Científica Peer Review

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DA CETESB NA PROMOÇÃO DE PRÁTICAS DE P+L NO ESTADO DE SÃO PAULO

EXPERIÊNCIAS DA CETESB NA PROMOÇÃO DE PRÁTICAS DE P+L NO ESTADO DE SÃO PAULO SEMINÁRIO ÍNDICE P+L: EM BUSCA DA SUSTENTABILIDADE EXPERIÊNCIAS DA CETESB NA PROMOÇÃO DE PRÁTICAS DE P+L NO ESTADO DE SÃO PAULO Eng José Wagner Faria Pacheco Setor de Produção e Consumo Sustentáveis Novembro

Leia mais

MANUAL ORIENTADOR DA REVISÃO DAS PRIORIDADES DO PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS PARA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MANUAL ORIENTADOR DA REVISÃO DAS PRIORIDADES DO PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS PARA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS MANUAL ORIENTADOR DA REVISÃO DAS PRIORIDADES DO PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS PARA 2016-2020 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO

Leia mais

4 5 AÇÃO LOCAL PERÍODO Reuniões periódicas da Diretoria Executiva Durante todo o ano No mínimo, 2 reuniões do Conselho de Administração Durante todo o ano No mínimo, 2 reuniões do Conselho Fiscal Durante

Leia mais

RESOLUÇÃO ADOTADA PELA ASSEMBLEIA GERAL. [sobre o relatório do 3 o Comitê (A/54/595)] 54/120. Políticas e programas envolvendo os jovens

RESOLUÇÃO ADOTADA PELA ASSEMBLEIA GERAL. [sobre o relatório do 3 o Comitê (A/54/595)] 54/120. Políticas e programas envolvendo os jovens NAÇÕES UNIDAS A Assembleia Geral Distribuição GERAL A/RES/54/120 20 de janeiro de 2000 54 a sessão Item 106 da pauta RESOLUÇÃO ADOTADA PELA ASSEMBLEIA GERAL [sobre o relatório do 3 o Comitê (A/54/595)]

Leia mais

CONVOCATÓRIA. Contato: Luara Lopes Etapas da Convocatória

CONVOCATÓRIA. Contato: Luara Lopes Etapas da Convocatória Contato: Luara Lopes alveslopes@un.org +55 21 99348 5642 www.eird.org/camp-10-15/ O Escritório das Nações Unidas para a Redução de Riscos de Desastres (UNISDR), por meio de seu Escritório Regional para

Leia mais

Introdução à comunicação científica em saúde. Bases de dados e índices bibliográficos internacionais e nacionais

Introdução à comunicação científica em saúde. Bases de dados e índices bibliográficos internacionais e nacionais Introdução à comunicação científica em saúde. Bases de dados e índices bibliográficos internacionais e nacionais Seminário eportuguêse Como melhorar o acesso à informação científica e técnica em saúde

Leia mais

Prioridades e ações estratégicas para a BVS Brasil

Prioridades e ações estratégicas para a BVS Brasil XV Reunião da Rede Brasileira de Informação em Ciências da Saúde Rede BVS Brasil Prioridades e ações estratégicas para a BVS Brasil 2014-2016 Belo Horizonte, 17 e 18 novembro 2014 Verônica Abdala abdalave@paho.org

Leia mais

PLANO DE TRABALHO 2011

PLANO DE TRABALHO 2011 Unidade Temática do Turismo Apresentada pela cidade Porto Alegre 1) Introdução PLANO DE TRABALHO 2011 Fortalecer o turismo internacional é um trabalho prioritário que deve ser cada vez mais consolidado

Leia mais

Modelo SciELO de Publicação Eletrônica

Modelo SciELO de Publicação Eletrônica Modelo SciELO de Publicação Eletrônica São Paulo, 24 de Junho de 2008 Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Solange Santos Unidade SciELO BIREME/OPS/OMS Scientific Electronic Library Online Biblioteca

Leia mais

50 o CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

50 o CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 50 o CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, de 27 de setembro à 1º de outubro de 2010 Tema 5.1 da agenda

Leia mais

Os Novos Procedimentos para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo

Os Novos Procedimentos para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo Os Novos Procedimentos para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo Base Legal no Estado de São Paulo Lei 13.577, de 08/07/09 - dispõe sobre diretrizes e procedimentos para a proteção

Leia mais

V SEMINÁRIO DE INTERNACIONALIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA E VI WORKSHOP DE TRABALHO PAEC OEA-GCUB Brasília 17 a 19 de maio de 2017

V SEMINÁRIO DE INTERNACIONALIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA E VI WORKSHOP DE TRABALHO PAEC OEA-GCUB Brasília 17 a 19 de maio de 2017 V SEMINÁRIO DE INTERNACIONALIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA E VI WORKSHOP DE TRABALHO PAEC OEA-GCUB 2017 FORMAÇÃO DE MESTRES E DOUTORES COMO VETOR PARA O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO DAS AMÉRICAS Brasília 17 a 19 de

Leia mais

Disponibiliza para todos os alunos da 3ª Série do Ensino Médio, a plataforma Hora do Enem.

Disponibiliza para todos os alunos da 3ª Série do Ensino Médio, a plataforma Hora do Enem. Em parceria com o MEC Disponibiliza para todos os alunos da 3ª Série do Ensino Médio, a plataforma Hora do Enem. /2*2 REUNIÃO CONSED 14 DE ABRIL 2016 LOGO O QUE É HORA DO ENEM? PROGRAMA NACIONAL DE PREPARAÇÃO

Leia mais

DECLARAÇÃO DE CASCAIS

DECLARAÇÃO DE CASCAIS DECLARAÇÃO DE CASCAIS 30.10.2004 INTRODUÇÃO Considerando a vontade de continuar a estreitar laços e a desenvolver formas de cooperação em matéria de desenvolvimento sustentável e protecção do ambiente

Leia mais

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL - HISTÓRICO MUNDIAL -SÉCULO XIX

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL - HISTÓRICO MUNDIAL -SÉCULO XIX POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL - HISTÓRICO MUNDIAL -SÉCULO XIX 1869 Ernst Haeckel, propõe o vocábulo ecologia para os estudos das relações entre as espécies e seu ambiente. 1872 Criação do primeiro parque

Leia mais

A BIBLIOTECA VIRTUAL DA ULAPSI EM PROL DE MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA NA AMÉRICA LATINA

A BIBLIOTECA VIRTUAL DA ULAPSI EM PROL DE MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA NA AMÉRICA LATINA III Reunião de Coordenação da BVS Brasil XI Reunião da Rede Brasileira de Informação em Ciências da Saúde A BIBLIOTECA VIRTUAL DA ULAPSI EM PROL DE MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA NA AMÉRICA LATINA Maria Imaculada

Leia mais

XXXVI Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) 16 Dezembro 2008 Itamaraty

XXXVI Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) 16 Dezembro 2008 Itamaraty XXXVI Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) 16 Dezembro 2008 Itamaraty Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL)-Costa

Leia mais

Compras Públicas Sustentáveis

Compras Públicas Sustentáveis Compras Públicas Sustentáveis SEMINARIO - TALLER COMPRAS PÚBLICAS SUSTENTABLES Oportunidades en Argentina y en el MERCOSUR Valéria D Amico vdamico@sp.gov.br Governo do Estado de São Paulo Secretaria da

Leia mais

vai mais além NOS TEUS HORIZONTES

vai mais além NOS TEUS HORIZONTES Mobilidade E COOPERAÇÃO PROGRAMA COMENIUS vai mais além NOS TEUS HORIZONTES O Programa COMENIUS A O Programa setorial Comenius, que integra o Programa Aprendizagem ao Longo da Vida (PALV), visa melhorar

Leia mais

O Espaço Ibero-Americano a comunidade de todos

O Espaço Ibero-Americano a comunidade de todos O Espaço Ibero-Americano a comunidade de todos SEGIB Criação: 1994 Definição e objetivo: A SEGIB é o órgão permanente de apoio institucional, técnico e administrativo à Conferência Ibero-Americana e tem

Leia mais

MDIC E A POLÍTICA DE APOIO A APLs

MDIC E A POLÍTICA DE APOIO A APLs XIII Seminário Nacional de Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral X Encontro do Comitê Temático Rede Brasileira de APL de Base Mineral - CT RedeAPLmineral MDIC E A POLÍTICA DE APOIO A APLs Grupo de

Leia mais

Resolução adotada pela Assembleia Geral. [sobre o relatório do 3 o Comitê (A/56/572)] 56/117. Políticas e programas envolvendo a juventude

Resolução adotada pela Assembleia Geral. [sobre o relatório do 3 o Comitê (A/56/572)] 56/117. Políticas e programas envolvendo a juventude Nações Unidas A/RES/56/117 Assembleia Geral Distribuição: Geral 18 de janeiro de 2002 56 a sessão Item 108 da pauta Resolução adotada pela Assembleia Geral [sobre o relatório do 3 o Comitê (A/56/572)]

Leia mais

Nove áreas temáticas do programa

Nove áreas temáticas do programa Nove áreas temáticas do programa Com base no Plano de Ação FLEGT da União Europeia, a gerência do programa estabeleceu nove áreas temáticas apoiadas pelo programa. Sob cada tema, há uma lista indicativa

Leia mais

PLHIS RIO PROCESSO PARTICIPATIVO DO PLHIS

PLHIS RIO PROCESSO PARTICIPATIVO DO PLHIS Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS RIO PROCESSO PARTICIPATIVO DO PLHIS Processo Participativo O Plano Local de Habitação de Interesse Social deverá ser construído com a participação da

Leia mais

Programa de Internacionalização de Empresas Apex-Brasil. Apresentação: Juarez Leal

Programa de Internacionalização de Empresas Apex-Brasil. Apresentação: Juarez Leal Programa de Internacionalização de Empresas Apex-Brasil Apresentação: Juarez Leal A APEX-BRASIL A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos é um Serviço Social Autônomo vinculado ao

Leia mais

OPAS/OMS Representação do Brasil Programa de Cooperação Internacional em Saúde - TC 41 Resumo Executivo de Projeto (Modelo I)

OPAS/OMS Representação do Brasil Programa de Cooperação Internacional em Saúde - TC 41 Resumo Executivo de Projeto (Modelo I) Identificação do Projeto OPAS/OMS Representação do Brasil Programa de Cooperação Internacional em Saúde - TC 41 Resumo Executivo de Projeto (Modelo I) Rede de Cooperação Técnica em Saúde da União de Nações

Leia mais

Observatório Português dos Cuidados Paliativos

Observatório Português dos Cuidados Paliativos Observatório Português dos Cuidados Paliativos Regulamento 01-12-2015 Artigo 1º Natureza O Observatório Português dos Cuidados Paliativos (OPCP) está integrado no Instituto de Ciências da Saúde (ICS),

Leia mais

Mosaico Mantiqueira. Clarismundo Benfica. São Paulo, Maio de 2009

Mosaico Mantiqueira. Clarismundo Benfica. São Paulo, Maio de 2009 Mosaico Mantiqueira Integração de Ações Regionais Foto: Clarismundo Benfica Clarismundo Benfica São Paulo, Maio de 2009 Mosaicos de UCs rede formal de UCs trabalhando para melhorar as capacidades individuais

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assistente Técnico Junior No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado com a Secretaria

Leia mais

REUNIÃO DA UNIDADE TEMÁTICA DE TURISMO DA RED EMERCOCIDADES

REUNIÃO DA UNIDADE TEMÁTICA DE TURISMO DA RED EMERCOCIDADES MERCOCIUDADES / UNIDADE TEMÁTICA DE TURISMO / ATA Nº 01/2011 REUNIÃO DA UNIDADE TEMÁTICA DE TURISMO DA RED EMERCOCIDADES Celebrou-se na cidade de Porto Alegre, Brasil, entre os dias 30 e 31 do mês de maio

Leia mais

1º Encontro Preparatório da Engenharia e Agronomia para o 8º Fórum Mundial da Água NORMAS TÉCNICAS ABNT

1º Encontro Preparatório da Engenharia e Agronomia para o 8º Fórum Mundial da Água NORMAS TÉCNICAS ABNT 1º Encontro Preparatório da Engenharia e Agronomia para o 8º Fórum Mundial da Água NORMAS TÉCNICAS ABNT Campinas, 23 de Março de 2017 Química Monica Betterelli Diretora de Qualidade da AESAS Associação

Leia mais

Melhorando o ambiente de negócios por meio da transparência no Estado de São Paulo

Melhorando o ambiente de negócios por meio da transparência no Estado de São Paulo Melhorando o ambiente de negócios por meio da transparência no Estado de São Paulo OUTPUTS 1, 2 &3 Alterações propostas à estrutura e detalhamento de atividades Pauta 1. Diretrizes gerais das alterações

Leia mais

Seleção SciELO Brasil: critérios e procedimentos para a admissão e a permanência de periódicos científicos na coleção

Seleção SciELO Brasil: critérios e procedimentos para a admissão e a permanência de periódicos científicos na coleção Seleção SciELO Brasil: critérios e procedimentos para a admissão e a permanência de periódicos científicos na coleção Universidade Estadual de Maringá Maringá, 15 de maio de 2008 Fabiana Montanari Lapido

Leia mais

Nesta reunião foram debatidos os seguintes temas:

Nesta reunião foram debatidos os seguintes temas: R E L A Ç Õ E S I N T E R N A C I O N A I S Órgão Mercado Comum do Sul (Mercosul) Representação Efetiva Comissão Temática I - Relações Trabalhistas Representante Titular Lidiane Duarte Nogueira Advogada

Leia mais

ÜÍFERO GUARANI. MESA REDONDA Projeto Sistema Aqüífero Guarani II SIMPÓSIO DE HIDROGEOLOGIA DO SUDESTE

ÜÍFERO GUARANI. MESA REDONDA Projeto Sistema Aqüífero Guarani II SIMPÓSIO DE HIDROGEOLOGIA DO SUDESTE PROJETO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO SISTEMA AQÜÍ ÜÍFERO GUARANI MESA REDONDA Projeto Sistema Aqüífero Guarani II SIMPÓSIO DE HIDROGEOLOGIA DO SUDESTE Júlio Thadeu da S. Kettelhut

Leia mais

ANEXO 2 PLANO DE AÇÃO COMISSÃO SETORIAL DE AVALIAÇÃO DO COLÉGIO POLITÉCNICO DA UFSM

ANEXO 2 PLANO DE AÇÃO COMISSÃO SETORIAL DE AVALIAÇÃO DO COLÉGIO POLITÉCNICO DA UFSM ANEXO 2 PLANO DE AÇÃO COMISSÃO SETORIAL DE AVALIAÇÃO DO COLÉGIO POLITÉCNICO DA UFSM EIXO 1 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e Avaliação 1 Publicização dos resultados no sítio

Leia mais

Indexação de periódicos científicos em bases de dados

Indexação de periódicos científicos em bases de dados Indexação de periódicos científicos em bases de dados Fabiana Montanari Lapido Unidade SciELO Oficina para Editores Científicos (SES-SP) São Paulo, 2 de dezembro de 2009 Tópicos Introdução Bases de dados

Leia mais

MERCOSUL. Prof. CARLOS CECY ESTADOS PARTES: BRASIL, ARGENTINA, PARAGUAI E URUGUAI. VENEZUELA

MERCOSUL. Prof. CARLOS CECY ESTADOS PARTES: BRASIL, ARGENTINA, PARAGUAI E URUGUAI. VENEZUELA MERCOSUL Prof. CARLOS CECY ESTADOS PARTES: BRASIL, ARGENTINA, PARAGUAI E URUGUAI. VENEZUELA OBJETIVOS DO MERCOSUL O MERCOSUL é um bloco econômico que tem por objetivo a integração sóciocultural e a livre

Leia mais

Recursos Hídricos. A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos

Recursos Hídricos. A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos 74 a Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia Recursos Hídricos A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E QUALIDADE AMBIENTAL

Leia mais

Políticas para o Setor de Petróleo e Gás Natural

Políticas para o Setor de Petróleo e Gás Natural Políticas para o Setor de Petróleo e Gás Natural Lauro Doniseti Bogniotti Coordenador-Geral Departamento de Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural depg@mme.gov.br Workshop de Energia

Leia mais

POLÍTICA DE REGULAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política de Regulação das Empresas Eletrobras

POLÍTICA DE REGULAÇÃO DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política de Regulação das Empresas Eletrobras Política de Regulação das Empresas Eletrobras Versão 1.0 08/12/2014 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Conceitos... 3 3. Princípios... 3 4. Diretrizes... 4 5. Responsabilidades... 5 6. Disposições Gerais...

Leia mais

PROJETO DGM/FIP/BRASIL

PROJETO DGM/FIP/BRASIL PROJETO DGM/FIP/BRASIL Histórico do Processo DGM/FIP/BRASIL O DGM-BRASIL foi preparado como uma parceria conjunta com os principais interessados, ou seja: os Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades

Leia mais

VII REUNIÃO ANUAL DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES DAS AMÉRICAS

VII REUNIÃO ANUAL DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES DAS AMÉRICAS VII REUNIÃO ANUAL DA REDE DE MULHERES PARLAMENTARES DAS AMÉRICAS RELATÓRIO DA SECRETARIA REFERENTE AO PERÍODO DE 30 DE MAIO DE 2006 A 10 DE SETEMBRO DE 2008 APRESENTADO POR NICOLE MÉNARD DEPUTADA DA ASSEMBLÉIA

Leia mais

INDICADORES PARA A INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL E AMÉRICA LATINA

INDICADORES PARA A INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL E AMÉRICA LATINA INDICADORES PARA A INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL E AMÉRICA LATINA 8 de junho de 2006 Porto Alegre V Oficina para a Inclusão Digital Comitê Gestor da Internet no Brasil Agenda O que é o CGI.br ID na América

Leia mais

Programa de Combate ao Racismo Institucional - PCRI

Programa de Combate ao Racismo Institucional - PCRI Programa de Combate ao Racismo Institucional - PCRI Apoio: DFID- Ministério do Governo Britânico para o Desenvolvimento Internacional PNUD Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento RACISMO INSTITUCIONAL

Leia mais

REDE METROLÓGICA DE ALAGOAS

REDE METROLÓGICA DE ALAGOAS ASSEMBLÉIA DE CONSTITUIÇÃO 22 de Março de 2005 LANÇAMENTO DA RMAL 29 de Março de 2005 MISSÃO Promover a cultura e a credibilidade dos serviços metrológicos, de forma a estimular a competitividade dos setores

Leia mais

Edital de Mobilidade IberCultura Viva 2017

Edital de Mobilidade IberCultura Viva 2017 Edital de Mobilidade IberCultura Viva 2017 IberCultura Viva, programa de cooperação intergovernamental para o fortalecimento das culturas e das comunidades da região ibero-americana, vinculado à Secretaria

Leia mais

Projeto Brasil-Alemanha de fomento ao aproveitamento energético do biogás no Brasil

Projeto Brasil-Alemanha de fomento ao aproveitamento energético do biogás no Brasil Projeto Brasil-Alemanha de fomento ao aproveitamento energético do biogás no Brasil Acordo bilateral de cooperação 2008: Governo brasileiro e alemão ratificaram interesse em aprofundar parceria estratégica

Leia mais

O PAPEL DO REGULATEL NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

O PAPEL DO REGULATEL NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO 47 PAINEL TELEBRASIL O PAPEL DO REGULATEL NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO BRASÍLIA, 15 DE NOVEMBRO DE 2003 ANTONIO CARLOS VALENTE PRESIDENTE REGULATEL QUEM SOMOS? CONGREGA OS 19 PAÍSES LATINO AMERICANOS, INCLUINDO

Leia mais

Rede Interamericana de Fundações e Ações Empresariais para o Desenvolvimento de Base

Rede Interamericana de Fundações e Ações Empresariais para o Desenvolvimento de Base Rede Interamericana de Fundações e Ações Empresariais para o Desenvolvimento de Base O QUE É REDEAMÉRICA? É UMA REDE TEMÁTICA LIDERADA PELO SETOR EMPRESARIAL COM UMA ESTRATÉGIA HEMISFÉRICA PARA FAZER DO

Leia mais

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e Memorando de Entendimento sobre a Parceria em Aviação entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo

Leia mais

Ouvidoria - Geral da União. Objetivo 6. Produzir informações estratégicas para subsidiar as tomadas de decisões do Presidente da República.

Ouvidoria - Geral da União. Objetivo 6. Produzir informações estratégicas para subsidiar as tomadas de decisões do Presidente da República. Ouvidoria - Geral da União Objetivo 6. Produzir informações estratégicas para subsidiar as tomadas de decisões do Presidente da República. Produzir dados quantitativos e qualitativos acerca da satisfação

Leia mais

Software Livre no Governo Eletrônico do Brasil

Software Livre no Governo Eletrônico do Brasil Software Livre no Governo Eletrônico do Brasil Rogério Santanna dos Santos Brasília, 16 de Abril de 2009 FORO IBEROAMERICANO SOBRE ESTRATEGIAS PARA IMPLANTAÇAO DA CARTA IBEROAMERICANA DE GOVERNO ELETRONICA

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Desagregação das medidas e das tipologias de atividades ESTRATÉGIA NACIONAL

Leia mais

PROJETO. #SouAlterosa

PROJETO. #SouAlterosa EDITAL 03/2016 DIST II DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DO TERRITÓRIO PROJETO #Sou Contratação de Agente comunitário 1. Objetivo do Projeto O Projeto #Sou tem por objetivo contribuir para a melhoria

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CEED - CDS 2013 ESTUDOS E PESQUISAS ÁREA 1: POLÍTICA DE DEFESA ATIVIDADES CRONOGRAMA PRODUTOS DATAS

PLANO DE TRABALHO CEED - CDS 2013 ESTUDOS E PESQUISAS ÁREA 1: POLÍTICA DE DEFESA ATIVIDADES CRONOGRAMA PRODUTOS DATAS PLANO DE TRABALHO CEED - CDS 2013 O presente Plano de Trabalho está estruturado considerando as atividades e produtos correspondentes a: 1. Áreas de estudo e pesquisa CEED-CDS. 2. Requerimentos específicos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDIÇÃO DE LIVROS TÉCNICO-CIENTÍFICOS PARA O CONTROLE DO CÂNCER FACINA, TF 1 ; CASADO, L 2

A IMPORTÂNCIA DA EDIÇÃO DE LIVROS TÉCNICO-CIENTÍFICOS PARA O CONTROLE DO CÂNCER FACINA, TF 1 ; CASADO, L 2 A IMPORTÂNCIA DA EDIÇÃO DE LIVROS TÉCNICO-CIENTÍFICOS PARA O CONTROLE DO CÂNCER FACINA, TF 1 ; CASADO, L 2 1 Instituto Nacional de Câncer (INCA) 2 Instituto Nacional de Câncer (INCA) tfacina@inca.gov.br

Leia mais

COOPERAÇÃO INTERNACIONAL NO ÂMBITO DO CNPq

COOPERAÇÃO INTERNACIONAL NO ÂMBITO DO CNPq INSTRUMENTOS DE COOPERAÇÃO OPORTUNIDADES INTERNACIONAL DE NO AMBITO DO CNPq COOPERAÇÃO INTERNACIONAL NO ÂMBITO DO CNPq Reunião das Sociedades e Associações de Física da América Latina 2 de fevereiro de

Leia mais

A experiência do Estado de São Paulo e a visão da Câmara dos Deputados. Deputado Federal Arnaldo Jardim

A experiência do Estado de São Paulo e a visão da Câmara dos Deputados. Deputado Federal Arnaldo Jardim ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 2º Seminário Regional Sudeste sobre Resíduos Sólidos Desafios das Políticas para uma Gestão Integrada de Resíduos Sólidos A experiência do

Leia mais

PATROCINAR A FNQ É INVESTIR NA GESTÃO

PATROCINAR A FNQ É INVESTIR NA GESTÃO PATROCINAR A FNQ É INVESTIR NA GESTÃO Sobre nós 2 Instituição sem fins lucrativos Criada em 1991, por representantes dos setores público e privado Responsável pela organização, promoção e avaliação do

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

Grupo de Trabalho de Comunicação e Divulgação Científica na Biblioteca Virtual em Saúde - BVS

Grupo de Trabalho de Comunicação e Divulgação Científica na Biblioteca Virtual em Saúde - BVS Grupo de Trabalho de Comunicação e Divulgação Científica na Biblioteca Virtual em Saúde - BVS Grupo de Trabalho de Comunicação e Divulgação Científica na BVS O Grupo de Trabalho de Comunicação e Divulgação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO DA INICIATIVA DIÁLOGO EMPRESAS E POVOS INDIGENAS

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO DA INICIATIVA DIÁLOGO EMPRESAS E POVOS INDIGENAS TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO DA INICIATIVA DIÁLOGO EMPRESAS E POVOS INDIGENAS (JULHO à DEZEMBRO DE 2017) I. Histórico e Contexto Em 2012, associações indígenas

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO DO SEBRAE EM INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO DO SEBRAE EM INOVAÇÃO E TECNOLOGIA ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO DO SEBRAE EM INOVAÇÃO E TECNOLOGIA Sebraetec Inovação ALI Centro Sebrae de Sustentabilidade INOVAÇÃO PARA O SEBRAE A concepção de novo produto ou processo produtivo, bem como a agregação

Leia mais

NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD

NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD SEMINÁRIO SINDICAL SOBRE O PLANO NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD Paulo Sergio Muçouçah Coordenador dos Programas de Trabalho Decente e Empregos Verdes Escritório da OIT no Brasil Roteiro da apresentação

Leia mais

Filiação Compartilhada FNQ/IQM

Filiação Compartilhada FNQ/IQM Filiação Compartilhada FNQ/IQM Filiação Compartilhada - parceria FNQ/IQM. A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) foi instituída, em 1991, com a missão de criar o Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ). Nestes

Leia mais

B. IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA MUNDIAL E DO PLANO DE AÇÃO SOBRE SAÚDE PÚBLICA, INOVAÇÃO E PROPRIEDADE INTELECTUAL

B. IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA MUNDIAL E DO PLANO DE AÇÃO SOBRE SAÚDE PÚBLICA, INOVAÇÃO E PROPRIEDADE INTELECTUAL Página 6 B. IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA MUNDIAL E DO PLANO DE AÇÃO SOBRE SAÚDE PÚBLICA, INOVAÇÃO E PROPRIEDADE INTELECTUAL 17. Neste relatório de progresso se destina a oferecer uma visão integral da maneira

Leia mais

METAS DE SUSTENTABILIDADE 2017

METAS DE SUSTENTABILIDADE 2017 METAS DE SUSTENTABILIDADE 2017 Marketing Criar calendário de divulgação de temas específicos (Plano de Comunicação); Ajustar site para deficientes; visuais; In In company Viabilizar um workshop sobre os

Leia mais

CURSO AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA-A3P: CONHECENDO E APLICANDO NA PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE

CURSO AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA-A3P: CONHECENDO E APLICANDO NA PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UFRPE Unidade Acadêmica de Educação a Distância e Tecnologia Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-Graduação em Tecnologia e Gestão em Educação

Leia mais

Taller Salud en la Implementación de la Convención de Minamata sobre Mercurio Montevideo, 7-8 de Octubre de 2015 Ministério da Saúde

Taller Salud en la Implementación de la Convención de Minamata sobre Mercurio Montevideo, 7-8 de Octubre de 2015 Ministério da Saúde PROJETO MIA DESENVOLVIMENTO DA AVALIAÇÃO INICIAL DA CONVENÇÃO DE MINAMATA SOBRE MERCÚRIO NO BRASIL Taller Salud en la Implementación de la Convención de Minamata sobre Mercurio Montevideo, 7-8 de Octubre

Leia mais

ESPECIALISTA EM GESTÃO DE RECURSOS

ESPECIALISTA EM GESTÃO DE RECURSOS ESPECIALISTA EM GESTÃO DE RECURSOS BRADESCO ASSET MANAGEMENT MENU PRINCIPAL AGENDA Bradesco Asset Management Filosofia de Investimento Processo de Sustentabilidade Cases de Sustentabilidade Informações

Leia mais

O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade.

O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. O Baobá é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. Especializada em gestão e sociedade, com foco em sustentabilidade para os setores público e privado.

Leia mais

Núcleos de Apoio a Gestão Hospitalar NAGEH

Núcleos de Apoio a Gestão Hospitalar NAGEH Núcleos de Apoio a Gestão Hospitalar 2014 Núcleos de Apoio a Gestão Hospitalar Os Grupos de Estudos do Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar () do CQH são formados por profissionais de diferentes hospitais

Leia mais

FAQ. Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) 70% PDI 20% 10%

FAQ. Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) 70% PDI 20% 10% FAQ Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) 70% 10% PDI 20% 1 1 Qual o conceito de PDI (Plano de Desenvolvimento Individual)? O PDI é um plano de desenvolvimento individual que sistematiza ações a serem

Leia mais

Projetos para os municípios Motivação

Projetos para os municípios Motivação PROJETOS Projetos para os municípios Motivação A FNP é referência na interlocução com os municípios, envolvendo diretamente os prefeitos e prefeitas na coordenação política dos projetos. Por isso, é constantemente

Leia mais

127.ª REUNIÃO DA MESA DO COMITÉ DAS REGIÕES 26 DE JANEIRO DE 2011

127.ª REUNIÃO DA MESA DO COMITÉ DAS REGIÕES 26 DE JANEIRO DE 2011 Bruxelas, 10 de Janeiro de 2011 127.ª REUNIÃO DA MESA DO COMITÉ DAS REGIÕES 26 DE JANEIRO DE 2011 PONTO 6 CONSTITUIÇÃO DA PLATAFORMA DE AGRUPAMENTOS EUROPEUS DE COOPERAÇÃO TERRITORIAL (AECT) Apresentado

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2017

PLANO DE ATIVIDADES 2017 PLANO DE ATIVIDADES 2017 PE1 Reforçar a participação ativa na discussão, implementação e avaliação de planos, políticas e legislação ambientais, promovendo a partilha de informação e conhecimento com os

Leia mais

PAULO FERRAZ GUIMARÃES ATUAÇÃO REGIONAL DO BNDES. Cadernos do Desenvolvimento vol. 5 (7), outubro 2010

PAULO FERRAZ GUIMARÃES ATUAÇÃO REGIONAL DO BNDES. Cadernos do Desenvolvimento vol. 5 (7), outubro 2010 240 PAULO FERRAZ GUIMARÃES ATUAÇÃO REGIONAL DO BNDES O presente texto tem por objetivo fazer um breve relato da atuação regional recente do BNDES baseado na apresentação realizada no Seminário de Comemoração

Leia mais

Perspectivas do Comércio Exterior Brasileiro

Perspectivas do Comércio Exterior Brasileiro Reunião de Diretoria e Conselhos da Associação de Comércio Exterior do Brasil - AEB Perspectivas do Comércio Exterior Brasileiro Secretária de Comércio Exterior Ministério da Indústria, Comércio Exterior

Leia mais

Conhecendo as Bases da Legislação Ambiental e sua Aplicação na Gestão de Áreas Contaminadas

Conhecendo as Bases da Legislação Ambiental e sua Aplicação na Gestão de Áreas Contaminadas Conhecendo as Bases da Legislação Ambiental e sua Aplicação na Gestão de Áreas Contaminadas Fernando Tabet Tabet, Paulino, Bueno & Franco Advogados Causas de Contaminação Poluição Continuada (acidental

Leia mais

I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO. 1º de outubro de 2009

I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO. 1º de outubro de 2009 I SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO 1º de outubro de 2009 (112 MUNICÍPIOS) (64 MUNICÍPIOS) (91 MUNICÍPIOS) (16 MUNICÍPIOS) (10 MUNICÍPIOS) (IDH Médio M Nacional = 0,766) Especificação

Leia mais

Governo Aberto Avanços e Desafios para a Administração Pública

Governo Aberto Avanços e Desafios para a Administração Pública Governo Aberto Avanços e Desafios para a Administração Pública Alzira Ester Angeli Secretária de Estado de Transparência e Controle do Distrito Federal - Adjunta maio/2013 Parceria para Governo Aberto

Leia mais

(ECDC/AD/2016/SRS-ETB)

(ECDC/AD/2016/SRS-ETB) Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças Vaga para o lugar Perito em Tuberculose na Unidade Vigilância e Apoio à Resposta (ECDC/AD/2016/SRS-ETB) Convidam-se os interessados a apresentar candidaturas

Leia mais