RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2008 E sonae indústria, sgps, sa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2008 E 2009. sonae indústria, sgps, sa"

Transcrição

1 RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2008 E 2009 sonae indústria, sgps, sa

2 Índice SONAE INDÚSTRIA RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2008 E sobre este relatório 02.mensagem do presidente executivo 03.o nosso contexto de negócio 04.visão, missão, valores e princípios 05.código de conduta 06.integrando a sustentabilidade 07.comunicação corporativa 08.objectivos e progresso 2008/ apêndices 10.anexos

3 1. Sobre este Relatório be conducted by Efficiency princípios de relato adoptados Com a publicação do Relatório de Sustentabilidade da Sonae Indústria relativo a 2008 e 2009, pretendemos mostrar o que foi efectuado em termos de sustentabilidade ao longo de dois anos, os quais foram particularmente difíceis para a empresa. Envidámos esforços no sentido de apresentar uma imagem justa, transparente e equilibrada sobre a nossa conduta, acções e progresso. Até certo ponto, este relatório inspirou-se nas Directrizes para Relatórios de Sustentabilidade estabelecidas em 2006 pela Global Reporting Initiative (GRI). Neste relatório, as principais partes interessadas englobam: colaboradores, accionistas, investidores e comunidades locais. Este relatório, para além de ser uma actualização do primeiro Relatório de Sustentabilidade, exaustivo e relativo a 2006, e do seguinte relativo a 2007, descreve as actividades desenvolvidas em 2008 e Para se obter uma perspectiva abrangente do perfil de sustentabilidade da Sonae Indústria e do progresso a longo prazo, sugerimos a leitura conjugada dos 3 relatórios. No Relatório de Sustentabilidade de 2006, comprometemo-nos com diversos objectivos no âmbito da sustentabilidade, os quais têm vindo a ser implementados em 2007, 2008 e 2009, constando os respectivos resultados do relatório de 2007 e do actual. âmbito e limitações do relato Este relatório abrange todas as operações, a nível mundial, da Sonae Indústria, no período compreendido entre 1 de Janeiro de 2008 e 31 de Dezembro de O âmbito do relatório inclui as empresas locais adquiridas pela Sonae Indústria, com as insígnias Glunz, Isoroy, Sonae Novobord, Sonae Industria UK, Tafisa, Tafisa Canada e Tafisa Brasil (cf. Apêndice). A menos que esteja especificamente mencionado, a informação aplica-se a todas estas empresas. recolha e qualidade dos dados Os dados ambientais e de segurança, higiene e saúde são recolhidos localmente, de acordo com as normas definidas a nível corporativo. Outros dados são fornecidos por funções corporativas, tais como: pelos departamentos de Recursos Humanos e de Planeamento e Controlo de Gestão, assim como pelas unidades industriais. Todos os dados foram consolidados a partir de várias proveniências, tendo-se procurado, em todos os momentos, manter a qualidade e a exactidão da informação. Estamos convictos de que a informação apresentada é exaustiva e imparcial. responsabilidade pelo relatório O Conselho de Administração da Sonae Indústria aprovou este relatório no dia 8 de Setembro de 2010, no seguimento da sua aprovação pela Comissão Executiva, com base na análise da Comissão de Responsabilidade Social e Ambiente (SREC - Social Responsibility and Environment Committee). sobre este relatório

4 2. Mensagem do Presidente Executivo Carlos Bianchi de Aguiar 2009 revelou-se um ano particularmente difícil, para todos, na Sonae Indústria, caracterizado por uma recessão global que teve início em 2008, a qual afectou fortemente a nossa actividade a nível mundial. Este período de crise obrigou-nos a tomar medidas drásticas, tais como, o encerramento de 6 das nossas fábricas, assim como a venda das operações no Brasil. É, precisamente, em momentos difíceis, que temos de nos concentrar numa gestão sustentável do negócio, construindo um balanço sólido e assegurando a melhoria do desempenho operacional. Com efeito, o pilar económico é vital e um pré-requisito para nos tornarmos numa empresa sustentável. Para além disso, pretendíamos estar mais bem preparados para o futuro e esta era a única forma possível de mantermos a rota rumo à sustentabilidade económica, ambiental e social. Neste relatório, iremos focar-nos no esclarecimento das razões que conduziram a estas decisões e nos motivos que nos levam a achar que esta é a única forma de estarmos no negócio. Em consequência da recessão económica, sentimos a necessidade de adiar alguns investimentos, anteriormente planeados. Contudo, os projectos iniciados para a melhoria, quer da segurança, higiene e saúde dos colaboradores, quer do desempenho ambiental, são considerados críticos para o desenvolvimento da actividade da Sonae Indústria e não foram reduzidos. De facto, utilizámos o tempo excedente proveniente da quebra da actividade comercial para melhorar ainda mais a nossa eficiên- cia e as condições de segurança, higiene e saúde. Estas melhorias levaram à redução do índice de casos de dias perdidos em 25% em 2009, comparada com 2008, e em 35%, em contraste com Todavia, apesar dos resultados positivos, lamentamos o facto de termos de reportar uma fatalidade em 2008 e gostaríamos de manifestar o nosso mais profundo pesar aos familiares do colega falecido. Há muito que falamos da Sonae Indústria Way, ou seja, do modo como a Sonae Indústria exerce a sua actividade. Esta expressão representa um modelo de negócio que se esforça por incorporar a diversidade de culturas que caracterizam a nossa organização e por estabelecer metas ambiciosas de crescimento sustentável. Em 2008, formalizámos esta cultura num documento que contém, em primeiro lugar, a nossa Visão e Missão, traçando o propósito e a direcção estratégica da nossa actividade, em segundo lugar, os Valores e Princípios que descrevem o espírito da Sonae Indústria Way e, em terceiro lugar, o Código de Conduta que apresenta o modo como os Valores se reflectem integralmente na forma como nos relacionamos com as partes interessadas. Este documento foi acompanhado pela nomeação de uma Comissão de Ética, que irá administrar e desenvolver as novas directrizes. Ao concretizarmos estes princípios e ao deixarmo-nos orientar por eles na forma como exercemos a nossa actividade, manifestamos a nossa ambição de nos tornarmos conhecidos e reconhecidos pela nossa conduta responsável e ética. Este relatório ilustra o modo como temos vivido os Valores em 2008 e em 2009, através de iniciativas estratégicas e acções diárias. Para mencionar algumas delas: no âmbito do programa de eficiência energética, estabelecemos o objectivo de identificar e beneficiar das oportunidades de eficiência energética em todas as operações a nível mundial. Para além disso, após a finalização da implementação de um sistema de informação único em todas as operações (exceptuando a Tafisa Canada), criámos a base a partir da qual podemos melhorar a eficiência dos nossos processos de suporte e estão a decorrer diversos projectos no sentido de se atingir este objectivo. A nossa atenção relativamente ao futuro imediato reside na capacidade de navegar, com sucesso, numa envolvente empresarial desafiadora, sem perder o rumo em direcção ao crescimento sustentável e de assegurar que a nossa Visão, Missão, Valores e Princípios estejam bem enraizados e sejam observados a todos os níveis da organização. Carlos Bianchi de Aguiar mensagem do presidente executivo

5 3. O Nosso Contexto de Negócio 1 CANADÁ LAC-MÉGANTIC - PB+MF 2 REINO UNIDO KNOWSLEY - PB+MF COLERAINE - MF 7 PORTUGAL ALCANEDE - C CASTELO DE PAIVA - WOOD VENEER MAIA - HPL MANGUALDE - MDF + VENEER FACED OLIVEIRA DO HOSPITAL - PB + MF + IMP SINES - R + IMP VILELA - PAREDES - C 5 ESPANHA BETANZOS - HB + DP LINARES - PB + MF + IMP PONTECALDELAS - MF + FL SOLSONA - PB + MF + IMP VALLADOLID - MDF + MF + DP 1 SUIÇA TAVANNES - C 4 FRANÇA AUXERRE - PB + MF LINXE - PB + MF LE CREUSOT - MDF + DP USSEL - MDF 6 ALEMANHA BEESKOW - PB + MDF + MF EIWEILER - MDF + MF + FL HORN - PB + MF + HPL + CPL + C KAISERSESCH - IMP MEPPEN - MDF + MF NETTGAU - PB + OSB + MF 2 ÁFRICA DO SUL PANBULT - PB + MF + VENEER FACED WHITE RIVER - PB + MDF + MF FÁBRICAS SONAE INDÚSTRIA 28 FÁBRICAS NO MUNDO PB MDF OSB MF HB FL C R HPL CPL DP IMP AGLOMERADO DE PARTÍCULAS AGLOMERADO DE FIBRAS DE MÉDIA DENSIDADE AGLOMERADO DE PARTÍCULAS LONGAS E ORIENTADAS PAINÉIS REVESTIDOS COM PAPEL MELAMÍNICO AGLOMERADO DE FIBRAS DURO PAVIMENTOS LAMINADOS FLUTUANTES COMPONENTES RESINAS TERMOLAMINADO DECORATIVO DE ALTA PRESSÃO TERMOLAMINADO CONTÍNUO PINTADOS IMPREGNAÇÃO sobre a sonae indústria Figura 1: As unidades industriais da Sonae Indústria (Julho 2010) Com 28 fábricas localizadas em 8 países, distribuídos por 3 continentes, somos um dos maiores produtores mundiais de painéis derivados de madeira. Em 2009, a nossa actividade englobava, a nível mundial, colaboradores e um volume de negócios de milhões de euros. Os nossos produtos são vendidos em 107 países e temos uma capacidade produtiva anual superior a 7 milhões de m 3 de painéis derivados de madeira. Até 2005, a Sonae Indústria foi uma subsidiária da Sonae, altura em que decorreu um processo de autonomização (spin-off) desta sociedade, que passou a focalizar-se exclusivamente no seu negócio principal: a produção de painéis derivados de madeira. A nossa actividade está orientada para a melhoria do desempenho operacional e temos orgulho na solidez e eficiência da nossa força laboral. Através de regras claras de governo da sociedade, de uma gestão de risco eficiente e de uma preocupação genuína com o ambiente e a segurança das pessoas, o nosso propósito é sermos reconhecidos como um líder mundial sustentável no sector da indústria de painéis derivados de madeira. No final de 2009, empregávamos aproximadamente cinco mil e quatrocentos colaboradores nos 9 países onde estamos presentes. 345 áfrica do sul 19 holanda 825 frança península ibérica 1787 canadá 318 reino unido 223 alemanha 1852* *Inclui 30 colaboradores da Tavapan (empresa localizada na Suíça) Figura 2: Colaboradores por país (Dezembro de 2009) o nosso contexto de negócio

6 milhões de m Aquisição da Tafisa - o segundo maior produtor em Espanha - com unidades fabris em Espanha e no Canadá Período de investimento em unidades construídas de raiz no Brasil, África do Sul e Reino Unido 1998 Aquisição das Glunz, com operações na Alemanha, França e Reino Unido Reestruturação da Glunz Período de investimento em Portugal, Espanha, Canadá e Brasil. Aquisição da Sappi na África do Sul JV com a Tarkett (Alemanha) 2006 Aquisição da Hornitex e da Darbo 2008 e 2009 Fase de reestruturação; Agosto de 2009 venda das operações no Brasil Abril 2010 Venda da unidade de Lure (França) * *Desde 30 de Junho de 2010 Em 2008 e 2009 fomos forçados a tomar medidas de retracção, encerrando activos insustentáveis e desinvestindo em activos específicos perante a existência de melhores intervenientes, e a prosseguir a nossa actividade de forma mais eficiente e frugal do que anteriormente. Em 2008, encerrámos duas linhas: uma de aglomerado de partículas na fábrica de Valladolid (Espanha) e outra de MDF na fábrica de Meppen (Alemanha). Em Março de 2009, encerrámos as fábricas de aglomerado de partículas em Coleraine (Reino Unido) e em George (África do Sul). Para além destas, em Junho, encerrámos duas fábricas em França, St. Dizier e Châtellerault. Por fim, no 4º trimestre de 2009, encerrámos a fábrica de Kaisersesch e no início de 2010, encerrámos a unidade de Duisburg (a qual tinha parado a produção no início de 2009). No decurso de 2009 e em linha com a estratégia de reforço do balanço, tomou-se a decisão de alienar as operações no Brasil, o que foi facilitado pelo processo de consolidação já a decorrer neste mercado. Em Abril de 2010, vendemos também a fábrica de Lure (França) à Swedspan, uma subsidiária do grupo INGKA (que também detém o grupo IKEA). O processo decisório subjacente ao encerramento das diversas unidades industriais assentou numa perspectiva, o mais abrangente possível, de análise custo-benefício, efectuada casuisticamente, a qual incluiu os impactos social e ambiental, presentes e futuros, de cada operação. Este processo de reestruturação resultou numa redução total da nossa capacidade produtiva de m 3 (incluindo m 3 de redução proveniente da venda da Tafisa Brasil) e na venda da unidade de Lure (em 2010). À data da entrada no prelo deste relatório (Setembro de 2010), a nossa capacidade produtiva total é de praticamente m 3. Figura 3: Evolução da Capacidade desde 1992 o nosso contexto de negócio

7 aglomerado mdf escritório Figura 4: produtos crus osb cozinha casa em que medida contribuem os painéis derivados de madeira para o desenvolvimento sustentável O sector da construção é responsável por cerca de um terço da utilização global de energia e respectivas emissões de CO 2. Em várias partes do mundo, as florestas estão sob ameaça, com as devidas consequências para a biodiversidade e para as condições de vida da humanidade. Hoje em dia, as pessoas têm a expectativa sensata de viver em habitações condignas e de disporem de materiais de qualidade acessíveis. Assim, o desafio do sector da construção assenta no fornecimento de todos os confortos da vida moderna, minimizando os impactos adversos no ambiente. Comparando com outros materiais de construção, tais como o aço e o betão armado, a madeira tem impactos ambientais adversos significativamente inferiores, quando utilizada como material de construção. Por conseguinte, os painéis derivados de madeira têm um efeito positivo no aquecimento global através da melhoria da eficiência energética, o que permite aos proprietários das habitações a redução significativa da factura da energia. Para além disso, quando utilizados para fins relacionados com a construção, estes materiais funcionam como armazenadores de carbono, ajudando, deste modo, a mitigar as emissões de CO 2. No final da sua vida útil, os painéis derivados de madeira podem ser reciclados e transformados em novos produtos, reentrando, assim, num ciclo contínuo de reciclagem. Por este motivo, a procura de madeira e de produtos derivados de madeira para a indústria da construção deverá sofrer um crescimento sólido. Os painéis derivados de madeira são uma alternativa valiosa à madeira maciça com algumas vantagens claras, nomeadamente, a utilização eficiente das matérias-primas. Outra vantagem particular é a flexibilidade dimensional, que (em contraste com a madeira maciça) permite a produção de dimensões feitas-à-medida, as quais podem ser adaptadas aos requisitos das aplicações dos clientes. Assim, hoje em dia assistimos à substituição da madeira maciça pelos painéis derivados de madeira num número crescente de aplicações. Os nossos produtos de base são o aglomerado de partículas (PB), muito versátil e indicado para a generalidade das utilizações nas indústrias de mobiliário e construção; o aglomerado de fibras de média densidade (MDF), um excelente substituto da madeira maciça e ideal para o mobiliário, pavimentos e indústria da construção; e os painéis de fibras orientadas (OSB), que são altamente resistentes e indicados para aplicações estruturais e não-estruturais na indústria da construção. Mais de 50% da nossa produção é transformada em produtos de valor acrescentado, tais como os pavimentos laminados (laminate flooring), os painéis revestidos a melamina (MFC) e os painéis acústicos. Estes, por sua vez, são utilizados numa enorme variedade de aplicações, tais como: mobiliário, pavimentos, gavetas, portas, embalagens, decoração de interior, assim como cozinha e utensílios de jardinagem. decoração pavimento Figura 5: várias aplicações embalagem o nosso contexto de negócio

8 4. Visão, Missão, Valores e Princípios be conducted by Efficiency Enquanto empresa, a forma como nos vemos, agimos, interagimos e nos relacionamos com o que nos rodeia, desde há muito, que se sintetiza na expressão Sonae Indústria Way, a qual representa uma cultura corporativa que promove a melhoria contínua - sempre numa perspectiva de auto-desafio para melhorar o desempenho, mesmo que estejamos no meio dos melhores. Contudo, é também uma cultura que respeita as diferenças regionais nos nossos mercados e beneficia do conhecimento e da experiência transmitida pelas pessoas que entram para a organização. Por último, trata-se de uma cultura que vê como benéfica a atribuição de oportunidades iguais para os seus colaboradores, para que possam utilizar todo o seu potencial, assim como a protecção das pessoas e da natureza, das quais depende a nossa actividade. Embora seja relativamente informal, a Sonae Indústria Way está firmemente enraizada nas práticas quotidianas, sendo que, quer os valores, quer a ética da empresa, são praticados como uma parte natural do nosso comportamento diário, sem que estivessem formalizados por escrito. Contudo, em consequência do processo de autonomização da Sonae SGPS SA em 2005 e o rápido crescimento durante os anos seguintes, comprovou-se a necessidade crescente de fixar por escrito o propósito da nossa actividade, bem como a cultura corporativa. Pretendemos reforçar esta prática de forma a que todos os colaboradores possam identificar-se com ela. Por conseguinte, no primeiro Relatório de Sustentabilidade (2006), assumimos o compromisso de formalizar a Visão, Missão, Valores e Princípios da Sonae Indústria. O desenvolvimento destes conceitos é um processo laborioso que requereu o envolvimento de um grande número de pessoas, para tornar o resultado final permanente e aplicável em toda a organização. Este processo decorreu durante 18 meses, contou com o envolvimento dos responsáveis por cada área geográfica onde estamos presentes, assim como com os departamentos de recursos humanos, o Responsável pelo Governo Corporativo e os departamentos legais. Tal como descrito no Relatório de Sustentabilidade de 2007, as recomendações para a Visão, Missão e Valores foram desenvolvidas nesse ano. Estes três conceitos foram, em primeiro lugar, apresentados à Comissão Executiva da Sonae Indústria, em Março de 2008; com pequenos ajustes e acompanhados por um conjunto de Princípios que estão relacionados com os Valores, a última versão foi analisada pela Comissão de Responsabilidade Social e Ambiente (SREC - Social Responsibility and Environment Committee) e aprovada pela Comissão Executiva, assim como pelo Conselho de Administração, em Novembro de visão, missão, valores e princípios

9 estratégia de comunicação Com vista a divulgar e a enraizar a Visão, Missão, Valores e Princípios, em cada canto da organização, para além de a anunciar às partes interessadas externas, foi definida uma estratégia pormenorizada de comunicação, com a colaboração dos departamentos de Comunicação Corporativa e de Recursos Humanos: uma brochura escrita na língua local, contendo a Visão, Missão, Valores e Princípios e o novo Códido de Conduta (cf. Anexos), foi distribuída a todos os colaboradores do grupo. Na carta que a capeava, o Presidente Executivo expressou o seu compromisso e o de toda a gestão de topo, para com a Visão, Missão, Valores e Princípios, assim como a obrigação que lhes assiste de serem um exemplo para toda a organização, através das suas acções. Ao viver os valores e ao cumprir as normas, a gestão de topo irá mostrar-se como uma liderança activa. Para além disso, esta Visão, Missão, Valores e Princípios, tal como o novo Código de Conduta foram colocados nos sítios da empresa, quer na internet, quer na intranet e foram ainda publicados numa newsletter interna dedicada a este tema. Missão O nosso objectivo é retirar o máximo potencial dos painéis derivados de madeira para benefício dos nossos accionistas, colaboradores, clientes e da sociedade em geral. Comportamento Ético Não-discriminação Consciência Social Higiene e Segurança Consciência Ambiental Ambicioso Ambição É nossa aspiração que, através das nossas acções, a nossa empresa possa identificar-se com estes valores. Visão Ser reconhecido como um líder mundial sustentável no sector dos painéis derivados de madeira, proporcionando de forma consistente, aos nossos clientes, os melhores produtos, mantendo os mais elevados níveis de serviço e promovendo práticas empresariais e ambientais responsáveis. As actividades estão assentes em boas práticas de governo de sociedades, na melhoria contínua da eficiência das operações e na promoção activa de inovação, proporcionando um ambiente de trabalho motivador, seguro e justo. Autenticidade Abertura e Transparência Responsável Inovador Autêntico Cooperação Pronto para a mudança Inovação Conhecimento /Instrução Assumir Riscos Figura 6: os nossos valores visão, missão, valores e princípios

10 Valores Os nossos valores constituem a base sobre a qual estabelecemos a nossa actividade e comportamento. VALOR PRINCÍPIO AMBICIOSO AMBIÇÃO Definimos metas ambiciosas mas alcançáveis. Desafiamo-nos, de forma contínua, para ultrapassar limites previamente estabelecidos, concentrando-nos em tornarmo-nos e permanecermos líderes de mercado, bem como em criar valor sustentável para os nossos accionistas. INOVADOR CONHECIMENTO/ Consideramos que o conhecimento é INSTRUÇÃO uma das maiores fontes de realização pessoal e de desenvolvimento de carreira. Esforçamo-nos por atrair pessoas motivadas e esperamos que todos contribuam com ideias e estejam totalmente empenhados no sucesso da empresa. Oferecemos formação profissional e encorajamos a participação activa em programas académicos. ASSUMIR RISCOS Não aceitamos o status quo. Procuramos alternativas, ideias novas, novas abordagens e soluções para ultrapassar barreiras. Assumimos riscos calculados. INOVAÇÃO Acreditamos que a nossa vantagem competitiva a longo prazo depende da nossa capacidade e determinação em inovar, obtendo melhorias contínuas e aumentando a nossa eficiência. Encorajamos os nossos colaboradores a gerar ideias novas, avaliamos a sua capacidade de o fazer e esperamos que os nossos gestores sejam o exemplo a seguir. Encorajamos uma cultura de assumpção de risco, dentro de níveis devidamente controlados de exposição. VALOR PRINCÍPIO PRONTO PARA Procuramos soluções direccionadas A MUDANÇA para o cliente. Os nossos colaboradores e as nossas sociedades têm de ser suficientemente flexíveis para aceitar novas ideias e novas formas de fazer negócios, tendo também de estar preparados para aceitar mudanças, melhorar produtos e processos e dar resposta a novos desafios organizacionais. AUTÊNTICO AUTÊNTICO Mantemo-nos fiéis a nós próprios e somos humildes, consistentes e coerentes. ABERTURA E Assumimos responsabilidades e espe- TRANSPARÊNCA ramos que os outros façam o mesmo. Incentivamos uma cultura de abertura, transparência e responsabilização, e estamos receptivos à opinião de colaboradores, bem como de observadores externos, como meio para obter uma avaliação independente do nosso desempenho, do nosso grau de cumprimento das melhores práticas e dos nossos próprios valores e princípios. Esforçamo-nos por dar resposta às preocupações das partes interessadas. COOPERAÇÃO Damos autonomia aos nossos colaboradores e esperamos que estes assumam responsabilidades. Acreditamos na cooperação e no trabalho em equipa como um meio para partilhar conhecimento, experiência e responsabilidades entre os nossos colaboradores, tanto na execução de tarefas quotidianas, como na resolução de problemas complexos. RESPONSÁVEL COMPORTAMENTO As relações com as partes interessa- ÉTICO das baseiam-se no respeito, na transparência, na honestidade e na integridade e não toleramos qualquer tipo de suborno ou forma de corrupção. VALOR CONSCIÊNCIA SOCIAL NÃO DISCRIMINAÇÃO HIGIENE E SEGURANÇA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL PRINCÍPIO Esforçamo-nos por preservar a nossa independência em relação a pressões políticas, para podermos falar e agir livremente, primeiro e sobretudo, em defesa dos interesses da sociedade. Sabemos que a nossa actividade empresarial tem um impacto sobre o ambiente social e que temos uma responsabilidade no apoio às comunidades locais. Podemos envolver-nos com instituições de solidariedade social ou de beneficência, ou apoiar actividades culturais, desportivas ou de outro tipo como parte da nossa responsabilidade social e encorajar a participação activa de todos os nossos colaboradores. Somos uma entidade empregadora que defende a igualdade de oportunidades. Não aceitamos qualquer tipo de discriminação no local de trabalho relacionada com idade, género, raça, origem social, religião, orientação sexual ou aptidão física. Os nossos sistemas de compensação e de desenvolvimento de carreira baseiam-se no mérito. O bem-estar físico e psicológico dos nossos colaboradores tem uma importância fundamental para nós e esforçamonos por garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável para todos. Esperamos que todos os colaboradores cumpram as directrizes e práticas de segurança. Temos consciência do impacto ambiental que provocamos e consideramos que a gestão responsável das questões ambientais é crucial para o nosso sucesso empresarial. Estamos empenhados no conceito da eco-eficiência e na obtenção sustentável de matérias-primas e respeitamos activamente estes princípios em todas as nossas práticas empresariais. visão, missão, valores e princípios 10

11 5. CÓDIGO DE CONDUTA O Código de Conduta da Sonae Indústria é o instrumento que utilizamos na gestão das actividades em toda a organização. Através da demonstração da conformidade com as normas éticas descritas no Código, pretendemos ser reconhecidos como uma empresa de confiança e sustentável, quer pelos nossos colaboradores, quer pelos accionistas, autoridades, parceiros empresariais e concorrentes. Este Código estabelece um guia sobre as questões éticas empresariais que cada um dos colaboradores e prestadores de serviços tem de observar, enquanto desempenha as suas funções na empresa. O compromisso para com o Código de Conduta tem de emanar do topo e espera-se que os nossos directores de topo dêem o exemplo para a restante organização, através das suas acções, enquanto lideram activamente o processo de implementação e enquanto monitorizam o cumprimento das normas. definindo o código de conduta Enquanto se estabelecia o enquadramento do desenvolvimento sustentável da Sonae Indústria, em 2007, a necessidade de criação de um Código de Conduta tornou-se evidente (cf. o Relatório de Sustentabilidade de 2006). Para além de se terem recebido pedidos de divulgação de um Código deste género da parte de accionistas e investidores, internamente verificou-se a necessidade de haver normas baseadas nos nossos Valores, que assegurariam a mais alta instância de ética empresarial nas nossas actividades. Deste modo, paralelamente ao processo de desenvolvimento da Visão, Missão, Valores e Princípios da Sonae Indústria (cf. capítulo Visão, Missão, Valores e Princípios), definimos um Código de Conduta concebido para ser a nossa directriz na vivência dos Valores, Princípios e Ética Empresarial da Sonae Indústria no relacionamento com os grupos de partes interessadas. O nosso Código de Conduta foi desenvolvido e apresentado à Comissão Executiva, em Março de A esta primeira apresentação, seguiu-se um processo de revisão e análise pelos departamentos relevantes da organização. Assegurou-se o alinhamento pelos princípios, organização e estilo das outras empresas da Sonae, enquanto a gestão em cada área geográfica onde operamos, assegurava a consistência com as práticas locais. Os Departamentos Legais da Sonae Indústria validaram o Código, no que respeita a implicações legais. Finalmente, em Novembro de 2008, o Código de Conduta foi analisado pela Comissão de Responsabilidade Social e Ambiente e aprovado pela Comissão Executiva, assim como pelo Conselho de Administração. Figura 7: Foto da capa do livro distribuído a todos os colaboradores código de conduta 11

12 Para assegurar o conhecimento e o cumprimento do Código de Conduta, foi desenvolvido um plano pormenorizado de comunicação e de implementação, através do envolvimento dos departamentos de Comunicação Corporativa e de Recursos Humanos (cf. capítulo relacionado com a Visão, Missão, Valores e Princípios - Estratégia de Comunicação). Para assegurar que todos os futuros colaboradores e prestadores de serviços tomam conhecimento sobre as expectativas relativas ao seu comportamento, o Código de Conduta foi incorporado nos programas de acolhimento oferecidos a novos colaboradores, trabalhadores temporários e consultores externos. Quando adequado, serão planeados programas de formação, para que cada colaborador compreenda o verdadeiro significado e a importância destes conceitos. Para as partes interessadas externas, o Código de Conduta foi publicado nos sítios da Internet, corporativo e locais, e neste relatório (cf. Anexos). qualquer comportamento ou decisões que entendam ser desonestos ou contrários ao Código de Conduta. Por conseguinte, criámos procedimentos de comunicação de irregularidades, para permitir que os colaboradores e os prestadores de serviços reportem qualquer alegada irregularidade detectada na organização ao Responsável pelo Governo Corporativo, sem receio de repercussões (cf. Anexos). Ao utilizar os instrumentos disponíveis para comunicar irregularidades, os colaboradores e os prestadores de serviços são assegurados de que todas as divulgações serão tratadas com a maior confidencialidade e que serão tomadas medidas para investigar a irregularidade. Os incidentes comunicados serão seguidos por rápidas acções correctivas e procedimentos disciplinares, se necessário. O Responsável pelo Governo Corporativo tem a obrigação de iniciar e supervisionar a investigação de todas as comunicações de irregularidades e de assegurar que a acção disciplinar apropriada é tomada, se necessário. O próximo passo será a revisão de todas as políticas e directrizes existentes, de modo a detectar e eliminar quaisquer discrepâncias que possam existir em relação ao Código de Conduta. comissão de ética Para assegurar o mais alto nível de cumprimento do Código de Conduta, foi criada uma Comissão de Ética, para salvaguardar e monitorizar a implementação do Código e proceder à sua actualização, sempre que necessário. A Comissão de Ética é presidida por um membro independente, não-executivo, do Conselho de Administração, que é nomeado por este orgão. Os outros membros da comissão incluem o Responsável pelo Governo Corporativo e o Auditor Interno. A Comissão de Ética reporta, pelo menos uma vez por ano, ao Conselho de Administração. Encorajamos os nossos colaboradores e prestadores de serviços a expressar as suas preocupações genuínas sobre código de conduta 12

CÓDIGO DE CONDUTA VISÃO, MISSÃO, VALORES E PRINCÍPIOS

CÓDIGO DE CONDUTA VISÃO, MISSÃO, VALORES E PRINCÍPIOS GOdesign VISÃO, MISSÃO, VALORES E PRINCÍPIOS CÓDIGO DE CONDUTA SONAE INDÚSTRIA, SGPS,SA Lugar do Espido Via Norte Apartado 1096 4470-177 Maia Portugal T. +351 220 100 400 F. +351 220 100 436 sonaeindustria@sonaeindustria.com

Leia mais

Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000

Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000 Informação à Imprensa 8 de Março de 2001 Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000 As vendas da Sonae Indústria no exercício de 2000 ascenderam a Euro 1 294

Leia mais

maters Eficiency New Perspectives

maters Eficiency New Perspectives maters Eficiency New Perspectives visão e missão resto do mundo visão Ser reconhecido como um líder mundial sustentável no sector dos painéis derivados de madeira, proporcionando de forma consistente,

Leia mais

PERSPECTIVAS Cultura Industrial NOVAS SUSTENTABILIDADE RELATÓRIO DE SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA CANADÁ BRASIL

PERSPECTIVAS Cultura Industrial NOVAS SUSTENTABILIDADE RELATÓRIO DE SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA CANADÁ BRASIL NOVAS PERSPECTIVAS Cultura Industrial RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA CANADÁ BRASIL PORTUGAL ESPANHA REINO UNIDO FRANÇA SUIÇA ALEMANHA ÁFRICA DO SUL 07 ÍNDICE RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

Juntos, criamos o futuro

Juntos, criamos o futuro Juntos, criamos o futuro ÍNDICE Relatório de Gestão 1. MENSAGEM DO PRESIDENTE 4 2. Mensagem do CEO 6 3. A SONAE INDÚSTRIA 8 4. ANÁLISE SECTORIAL 19 5. ANÁLISE DE ATIVIDADE 21 6. GESTÃO DE RISCOS 34 7.

Leia mais

SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A.

SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A. SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A. Sede social: Lugar do Espido, Via Norte, Maia Matriculada na C.R.C. da Maia sob o nº Único de Matrícula e Identificação Fiscal 506 035 034 Capital Social: 812 107 574,17 euros

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 4 Missão e Objectivos João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Análise do Meio Envolvente Análise da Empresa Análise Estratégica Missão, Objectivos

Leia mais

Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA

Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? Posição conjunta da CELPA e da AIMMP sobre BIOMASSA para ENERGIA Centrais Eléctricas de Biomassa Uma Opção Justificável? O uso de biomassa florestal

Leia mais

Código de Ética e de Conduta

Código de Ética e de Conduta visa dar a conhecer de forma inequívoca aos colaboradores, clientes, entidades públicas, fornecedores e, de uma forma geral, a toda a comunidade os valores preconizados, vividos e exigidos pela empresa,

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A.

SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A. SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A. Sede social: Lugar do Espido, Via Norte, Maia Matriculada na C.R.C. da Maia sob o nº 506 035 034 Capital Social: 700 000 000 euros Pessoa Colectiva nº 506 035 034 Sociedade

Leia mais

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros Todas as actividades empresariais na Bristol-Myers Squibb (BMS) apoiam-se no alicerce do nosso compromisso com a integridade e a conformidade com todas as leis, regulamentos, directivas e códigos industriais

Leia mais

Política Obrigatória Fevereiro 2013. A Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental

Política Obrigatória Fevereiro 2013. A Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política Obrigatória Fevereiro 2013 A Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política Obrigatória Fevereiro 2013 Autor/ Departamento Segurança, Saúde e Sustentabilidade Ambiental Público-alvo

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A.

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. Nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 2.º, n.º 1, da Lei n.º 28/2009, de 19

Leia mais

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental A Nestlé, na qualidade de Companhia líder em Nutrição, Saúde e Bem-Estar, assume o seu objectivo

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

PRINCÍPIOS ESSILOR. Os nossos princípios têm origem em características que definem a Essilor:

PRINCÍPIOS ESSILOR. Os nossos princípios têm origem em características que definem a Essilor: PRINCÍPIOS ESSILOR Cada um de nós, na nossa vida profissional, participa na responsabilidade e na reputação da Essilor. Por isso devemos conhecer e respeitar princípios que se aplicam a todos. O que significa

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental

Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental Melhoria do desempenho ambiental - implementação do Sistema de Gestão Ambiental 1 Melhoria do desempenho ambiental implementação do Sistema de Gestão Ambiental A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem implementado

Leia mais

Princípios Gerais de Negócio da Shell

Princípios Gerais de Negócio da Shell Princípios Gerais de Negócio da Shell Royal Dutch Shell plc Introdução Os Princípios Gerais de Negócio da Shell regem a forma como cada uma das empresas que constituem o Grupo Shell* deve conduzir as suas

Leia mais

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural

Engenharia Florestal. Desenvolvimento Rural Engenharia Florestal Desenvolvimento Rural 2/05/2010 Trabalho realizado por : Ruben Araújo Samuel Reis José Rocha Diogo Silva 1 Índice Introdução 3 Biomassa 4 Neutralidade do carbono da biomassa 8 Biomassa

Leia mais

1. Âmbito de Aplicação 2. Valores Gerais

1. Âmbito de Aplicação 2. Valores Gerais CÓDIGO DE ÉTICA 1. Âmbito de Aplicação 1.1. O presente Código de Ética aplica-se a todos os colaboradores da COMPANHIA DAS LEZÍRIAS, S.A., adiante designada como CL, qualquer que seja o seu vínculo laboral

Leia mais

Carta de Segurança da Informação

Carta de Segurança da Informação Estrutura Nacional de Segurança da Informação (ENSI) Fevereiro 2005 Versão 1.0 Público Confidencial O PRESENTE DOCUMENTO NÃO PRESTA QUALQUER GARANTIA, SEJA QUAL FOR A SUA NATUREZA. Todo e qualquer produto

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

Elaborado por: António Esteves WWF Mediterranean - GFTN Iberia

Elaborado por: António Esteves WWF Mediterranean - GFTN Iberia Elaborado por: António Esteves WWF Mediterranean - GFTN Iberia Revisto por: Luís Neves Silva, WWF Mediterranean Portugal Félix Romero, WWF Spain Nora Berrahmouni, WWF Mediterranean O panda que simboliza

Leia mais

Na ANCESTRA, acrescentamos novos sinónimos à definição de Qualidade. Para nós, é também Excelência, Flexibilidade, Impacto. Acima de tudo, Perfeição.

Na ANCESTRA, acrescentamos novos sinónimos à definição de Qualidade. Para nós, é também Excelência, Flexibilidade, Impacto. Acima de tudo, Perfeição. COMMUNICATION ON PROGRESS MARCH 2014 MARCH 2015 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA Na ANCESTRA, acrescentamos novos sinónimos à definição de Qualidade. Para nós, é também Excelência, Flexibilidade, Impacto. Acima

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 53 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com ROI - Retorno do Investimento OPINIÃO IDC Os anos 90 permitiram a inclusão das tecnologias

Leia mais

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING Índice INTRODUÇÃO... 2 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING... 2 2 COMPROMISSO DOS COLABORADORES... 2 3 PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO... 3 3.1 RELAÇÕES COM ADMINISTRADORES E COLABORADORES... 3 3.2 RELAÇÕES COM

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

Política da Nestlé sobre Saúde e Segurança no Trabalho

Política da Nestlé sobre Saúde e Segurança no Trabalho Política da Nestlé sobre Saúde e Segurança no Trabalho A Segurança não é negociável Na Nestlé, acreditamos que o sucesso sustentável apenas poderá ser alcançado através dos seus Colaboradores. Nenhum

Leia mais

Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS

Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para se focalizar na concretização dos objectivos do serviço e garantir que

Leia mais

Checklist sobre processos de reestruturação

Checklist sobre processos de reestruturação Checklist sobre processos de reestruturação Comissão Europeia Comissão Europeia Direcção-Geral do Emprego, dos Assuntos Sociais e da Igualdade de Oportunidades Unidade F.3 Manuscrito concluído em Fevereiro

Leia mais

Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários

Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários Notas 1. Portugal tem uma estrutura legal e regulatória muito evoluída, apesar da reduzida dimensão do seu

Leia mais

Comércio Europeu de Emissões:

Comércio Europeu de Emissões: SONAE INDÚSTRIA Comércio Europeu de Emissões: A experiência do sector dos painéis derivados de madeira Carlos Tavares Ferreira 25 Junho 2015 1 SONAE INDÚSTRIA agenda 1. A Sonae Indústria hoje 2. Credenciais

Leia mais

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR Prioridades Estratégicas Indústria Portuguesa Agro-Alimentar Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares XI LEGISLATURA 2009-2013 XVIII

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD)

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD) PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 347/XI/2ª (PSD) Recomenda ao Governo que utilize sistemas de teleconferência e videoconferência em substituição de reuniões presenciais I - Exposição de motivos A proposta de

Leia mais

Capítulo Descrição Página

Capítulo Descrição Página MANUAL DA QUALIIDADE ÍNDICE Capítulo Descrição Página 1 Apresentação da ILC Instrumentos de Laboratório e Científicos, Lda Dados sobre a ILC, sua história, sua organização e modo de funcionamento 2 Política

Leia mais

Plano de Marketing Operacional

Plano de Marketing Operacional Plano de Marketing Operacional CONTEÚDO 1. Oportunidade do projecto APCMC +Inovação... iii 2. Plano de comunicação... viii 3. Controlo e revisão... xvi ii 1. Oportunidade do projecto APCMC +Inovação A

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

Capítulo 6. Conceitos e Metodologias de Reengenharia e Reestruturação. 6.5 - Reestruturação de Empresas

Capítulo 6. Conceitos e Metodologias de Reengenharia e Reestruturação. 6.5 - Reestruturação de Empresas Capítulo 6. Conceitos e Metodologias de Reengenharia e Reestruturação 6.5 - Reestruturação de Empresas O Contexto Mudança constante Pressões diversas sobre as empresas Concorrência intensa e global Exigências

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 25.6.2009 SEC(2009) 815 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO que acompanha a COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Demonstração

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

RESPONSABILIDADE CORPORATIVA DESEMPENHO POR PAÍS PORTUGAL

RESPONSABILIDADE CORPORATIVA DESEMPENHO POR PAÍS PORTUGAL 2008 RESPONSABILIDADE CORPORATIVA DESEMPENHO POR PAÍS PORTUGAL Sonae Sierra em Portugal A Sonae Sierra é a especialista internacional em centros comerciais, apaixonada por introduzir inovação e emoção

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA

CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA 1. Introdução A materialização da Missão, Visão e Valores de uma Empresa traduz-se na actuação quotidiana dos seus colaboradores, de acordo com práticas éticas consensuais

Leia mais

Ser uma Empresa responsável na gestão dos seus recursos e em todas as suas actuações face aos accionistas, aos clientes e à sociedade em geral.

Ser uma Empresa responsável na gestão dos seus recursos e em todas as suas actuações face aos accionistas, aos clientes e à sociedade em geral. 1 CEPSA A Empresa está consciente da necessidade de associar uma gestão industrial eficaz à vigilância atenta do impacto no meio ambiente, bem como à operação das instalações de produção usando processos

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

CARTA DAS CIDADES EUROPEIAS PARA A SUSTENTABILIDADE

CARTA DAS CIDADES EUROPEIAS PARA A SUSTENTABILIDADE CARTA DAS CIDADES EUROPEIAS PARA A SUSTENTABILIDADE (aprovada pelos participantes na Conferência Europeia sobre Cidades Sustentáveis, realizada em Aalborg, Dinamarca, a 27 de Maio de 1994) PARTE I: Declaração

Leia mais

públicos) e colocaremos no centro dos nossos esforços de planificação a associação dos diferentes meios de transporte. Os veículos privados

públicos) e colocaremos no centro dos nossos esforços de planificação a associação dos diferentes meios de transporte. Os veículos privados CARTA DAS CIDADES EUROPEIAS PARA A SUSTENTABILIDADE (aprovada pelos participantes na Conferência Europeia sobre Cidades Sustentáveis, realizada em Aalborg, Dinamarca, a 27 de Maio de 1994) PARTE I: Declaração

Leia mais

DEPUY SYNTHES CÓDIGO DE CONDUTA GLOBAL

DEPUY SYNTHES CÓDIGO DE CONDUTA GLOBAL Uma Paixão pela Integridade Integridade em Acção - Conformidade nos Cuidados de Saúde A Conformidade nos Cuidados de Saúde é uma Responsabilidade de Todos A DePuy Synthes é reconhecida mundialmente pelas

Leia mais

Introdução à Responsabilidade Social das Pequenas e Médias Empresas

Introdução à Responsabilidade Social das Pequenas e Médias Empresas Introdução à Responsabilidade Social das Pequenas e Médias Empresas Este guia foi produzido como parte da Campanha de Consciencialização Pan-Europeia sobre RSE, uma iniciativa da Comissão Europeia, Directoria

Leia mais

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias:

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias: REGULAMENTO Introdução O Prémio Healthy Workplaces - Locais de Trabalho Saudáveis pretende reconhecer e distinguir as organizações portuguesas com contributos notáveis e inovadores para a segurança, o

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS

CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS MENSAGEM DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Caros Colaboradores, A missão de Jerónimo Martins é promover a eficiência em todas as suas áreas de negócio,

Leia mais

I. CÓDIGO DE ÉTICA. 1. Âmbito de Aplicação

I. CÓDIGO DE ÉTICA. 1. Âmbito de Aplicação I. CÓDIGO DE ÉTICA 1. Âmbito de Aplicação O presente Código de Ética define os princípios e as regras a observar pela N Seguros, S.A. sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis

Leia mais

SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A.

SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A. SONAE INDÚSTRIA, SGPS, S. A. Sede social: Lugar do Espido, Via Norte, Maia Matriculada na C.R.C. da Maia sob o nº Único de Matrícula e Identificação Fiscal 506 035 034 Capital Social: 700 000 000 euros

Leia mais

Inovação Rumo ao Desenvolvimento Sustentável CORTICEIRA AMORIM, S.G.P.S., S.A.

Inovação Rumo ao Desenvolvimento Sustentável CORTICEIRA AMORIM, S.G.P.S., S.A. Inovação Rumo ao Desenvolvimento Sustentável CORTICEIRA AMORIM, S.G.P.S., S.A. Inovação Em 2010 verificou-se uma notoriedade sem precedentes dos produtos e soluções de cortiça e um reforço do seu posicionamento

Leia mais

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Estratégias adoptadas As estratégias adoptadas e o desempenho da APFF nos três domínios da sustentabilidade encontram-se

Leia mais

O que é a Responsabilidade Social Empresarial?

O que é a Responsabilidade Social Empresarial? O que é a Responsabilidade Social Empresarial? 1.5. Campos de acção da RSE Resumo O mundo dos negócios é extremamente heterogéneo. Assim as diferentes abordagens e estratégias sobre responsabilidade compromisso

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

Advisory(Assessoria de Gestão)

Advisory(Assessoria de Gestão) Advisory(Assessoria de Gestão) Explorar a floresta aproveitando a incerteza, sem se perder entre as árvores As empresas que estão claramente focadas na criação de valor demonstram que sabem o que fazem,

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES

RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES RESULTADOS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015: A COFACE APRESENTA LUCRO DE 66 MILHÕES DE EUROS, APESAR DE UM AUMENTO DE SINISTROS EM PAÍSES EMERGENTES Crescimento de volume de negócios: + 5.1% a valores e taxas

Leia mais

Política Corporativa Setembro 2012. Política de Recursos Humanos da Nestlé

Política Corporativa Setembro 2012. Política de Recursos Humanos da Nestlé Política Corporativa Setembro 2012 Política de Recursos Humanos da Nestlé Autoria/Departamento Emissor Recursos Humanos Público-Alvo Todos os Colaboradores Aprovação Concelho Executivo, Nestlé S.A. Repositório

Leia mais

SONAE REFORÇA VENDAS E INTERNACIONALIZAÇÃO

SONAE REFORÇA VENDAS E INTERNACIONALIZAÇÃO Maia, 11 de março de 2015 Reforço de posições de liderança em Portugal, internacionalização e compromisso com famílias em 2014 SONAE REFORÇA VENDAS E INTERNACIONALIZAÇÃO 1. PRINCIPAIS DESTAQUES DE 2014:

Leia mais

Fazer hoje melhor do que ontem. Manual da Qualidade. Versão 19 de 20100122

Fazer hoje melhor do que ontem. Manual da Qualidade. Versão 19 de 20100122 Fazer hoje melhor do que ontem Manual da Qualidade Índice Parte 1 - Estrutura da organização Breve enquadramento histórico Organograma Parte 2 - Personalidade da organização Modelo de enquadramento da

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

POLÍTICA E CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

POLÍTICA E CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA POLÍTICA E CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA POLÍTICA DE ÉTICA A Política de Ética do CPCBeja está reflectida no Código de Conduta e Ética e integra os seguintes Princípios e Orientações: - Direitos e Dignidade

Leia mais

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa Neste artigo clarifica-se os objectivos do ILM (Information Life Cycle Management) e mostra-se como estes estão dependentes da realização e manutenção

Leia mais

O Grupo Atlas Copco. Código de Conduta Empresarial

O Grupo Atlas Copco. Código de Conduta Empresarial O Grupo Atlas Copco Código de Conduta Empresarial Índice O Grupo Atlas Copco 1 Primeiro na Mente Primeiro na Escolha 2 Valores Fundamentais 3 Relações 4 Sociedade e o ambiente 5 Colaboradores 6 Clientes

Leia mais

Estudo de Caso nº 7. 2. Práticas de Responsabilidade Empresarial Tópicos Principais Área(s) Global(ais) de Enquadramento das Boas Práticas de RSE:

Estudo de Caso nº 7. 2. Práticas de Responsabilidade Empresarial Tópicos Principais Área(s) Global(ais) de Enquadramento das Boas Práticas de RSE: 1. Identificação da Empresa Nome da Empresa: Estudo de Caso nº 7 Triip Ltd. Sector de Actividade: Gráfica Actividade Principal: Impressão e design Cidade/País: Tartu, Estónia Ano de Fundação: 1993 Implantação

Leia mais

Aluguer Operacional e Gestão de Frotas

Aluguer Operacional e Gestão de Frotas the world leading fleet and vehicle management company LeasePlan Portugal Lagoas Park - Edifício 6-2740-244 Porto Salvo Ed. Cristal Douro - R. do Campo Alegre, nº 830 - sala 35-4150-171 Porto Tel.: 707

Leia mais

2. Enquadramento metodológico

2. Enquadramento metodológico 1. A Agenda 21 LOCAL 1. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD) aprovou um Plano de Acção para o Século 21, intitulado Agenda 21. Realizada

Leia mais

Código de Conduta. (versão 01)

Código de Conduta. (versão 01) Código de Conduta (versão 01) Índice 1. Introdução 3 1.1 Objecto 3 1.2 Âmbito de aplicação 3 1.3 Aprovação e entrada em vigor 3 2. Os Nossos Valores 4 3. Código de Conduta 5 3.1 Relações Com e entre os

Leia mais

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO 10 O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO António Gonçalves REVISOR OFICIAL DE CONTAS 1. Introdução O presente artigo procura reflectir o entendimento

Leia mais

ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL

ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL ESTUDO DA PEGADA CARBÓNICA NO SECTOR FINANCEIRO EM PORTUGAL Agosto de 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 ENQUADRAMENTO... 3 O IMPACTE DO SECTOR FINANCEIRO NAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS... 4 PEGADA CARBÓNICA DO SECTOR

Leia mais

Mais valias dos Relatórios de Sustentabilidade Um contributo da PT

Mais valias dos Relatórios de Sustentabilidade Um contributo da PT Mais valias dos Relatórios de Sustentabilidade Um contributo da PT A Responsabilidade Social Corporativa no Contexto da Internacionalização Abril, 2014 AGENDA QUEM SOMOS SUSTENTABILIDADE A IMPORTÂNCIA

Leia mais

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização

Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 12.2.2009 COM(2009) 54 final Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO que encerra o reexame intercalar parcial das medidas anti-dumping aplicáveis aos porta-paletes

Leia mais

Secção C ORGANIZAÇÃO INTERNA. Subsecção I Estatutos. Subsecção II Comunicação de Irregularidades

Secção C ORGANIZAÇÃO INTERNA. Subsecção I Estatutos. Subsecção II Comunicação de Irregularidades Secção C ORGANIZAÇÃO INTERNA Subsecção I Estatutos 48. Regras Aplicáveis à Alteração dos Estatutos da Sociedade Não estão estatutariamente definidas quaisquer regras aplicáveis à alteração dos estatutos

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 COMUNICADO Página 1 / 9 RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 09 de Setembro de 2005 (Os valores apresentados neste comunicado reportam-se ao primeiro semestre de 2005, a não ser quando especificado

Leia mais

Governação Hospitalar

Governação Hospitalar Aviso: Este projecto encontra-se em fase-piloto e, sem autorização, não pode ser usado para outros fins. Se necessário, contacte o coordenador do DUQuE através de duque@fadq.org Governação Hospitalar em

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

PREFÁCIO. Paulo Bárcia. Director do Escritório da OIT em Lisboa

PREFÁCIO. Paulo Bárcia. Director do Escritório da OIT em Lisboa Interior da capa PREFÁCIO O edifício normativo da Organização Internacional de Trabalho compreende diferentes instrumentos: Convenções, Recomendações, Resoluções, Conclusões e Directrizes. Destacam-se

Leia mais

O PAPEL DE PORTUGAL NO MUNDO É MAIS IMPORTANTE DO QUE IMAGINA.

O PAPEL DE PORTUGAL NO MUNDO É MAIS IMPORTANTE DO QUE IMAGINA. O PAPEL DE PORTUGAL NO MUNDO É MAIS IMPORTANTE DO QUE IMAGINA. Mensagem da Administração Bem-vindos ao Complexo Industrial da Figueira da Foz do grupo Portucel Soporcel. É com muita satisfação que Vos

Leia mais

Catálogo Serviços Auditorias - Consultadoria

Catálogo Serviços Auditorias - Consultadoria Catálogo Serviços Auditorias - Consultadoria Contactos: www.silliker.pt info@silliker.pt Tel: 227 150 820 Fax: 227 129 812 Auditorias Consultadoria A Silliker Portugal desenvolve soluções de consultadoria

Leia mais

Energia, investimento e desenvolvimento económico

Energia, investimento e desenvolvimento económico Energia, investimento e desenvolvimento económico Aníbal Fernandes ENEOP Eólicas de Portugal Mesa Redonda Energia Eólica ERSE, 10 Fevereiro 2010 Prioridades de política energética e benefícios económicos

Leia mais

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu SPEECH/10/21 José Manuel Durão Barroso Presidente da Comissão Europeia Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu Sessão plenária do PE: votação do novo Colégio Bruxelas, 9 de Fevereiro

Leia mais

Análise de sustentabilidade da empresa

Análise de sustentabilidade da empresa Análise de sustentabilidade da empresa Em 2013, a NAV Portugal manteve a prática de integração dos princípios de sustentabilidade nas políticas e processos da sua gestão, como suporte à promoção do seu

Leia mais