RELATÓRIO GLOBAL DE IMPLEMENTAÇÃO PROJETOS-PILOTO 1&2

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO GLOBAL DE IMPLEMENTAÇÃO PROJETOS-PILOTO 1&2"

Transcrição

1 RELATÓRIO GLOBAL DE IMPLEMENTAÇÃO PROJETOS-PILOTO 1&2 Documento 8 Nível de divulgação: Público Número do Projeto: LLP ES-KA3-KA3MP Novembro 2012 Em colaboração com with 1

2 react reactivating teachers and learners TÍTULO: RELATÓRIO GLOBAL DE IMPLEMENTAÇÃO PROJETOS-PILOTO 1&2 Alcobaça-PORTUGAL Este manual/documento foi editado em dezembro de 2012 O trabalho RELATÓRIO GLOBAL DE IMPLEMENTAÇÃO PROJETOS-PILOTO 1&2 de react Project Team foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada. Se tem alguma pergunta relativa a esta publicação ou ao Projeto a que se refere: Tel ext.18 - Fax Projeto : react reactivating teachers and learners Lifelong Learning Programme Número de projeto: LLP ES-KA3-KA3MP Sitio web do projeto: Coordenação do Projeto: Amparo Ferrando(ES) com o apoio de Celia Ruíz(ES). Participantes: Kyriakos Dimitriou (GR), Elmo de Angelis (IT), Elvira Reitshammer (AT), Gerhild Lexl (AT), Wim Veen (NL), Pieter de Vries (NL), Thieme Hennis (NL), Anabela Luis (PT). Morada oficial: Conselleria de Educación Formación y Empleo - Avda. Campanar Valencia (Espanha). Morada de contacto: CF-CRNFP - C/Ferrol s/n Polígono Industrial Fuente del Jarro Paterna (Espanha). Este Projeto foi financiado com o apoio da Comissão Europeia. Esta publicação (comunicação) é da responsabilidade exclusiva dos seus autores. A Comissão não se responsabiliza pelo uso que possa ser feito da informação aqui divulgada. 2

3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO METODOLOGIA...7 DESENVOLVIMENTO DA METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM...8 OS SETE PRINCÍPIOS...8 AVALIAÇÃO EM CONTEXTO INTERNACIONAL RESULTADOS GERAIS...12 RESULTADOS INICIAIS...12 FERRAMENTAS TIC...12 COMUNICAÇÃO...12 AMBIENTE INSTITUCIONAL...13 AVALIAÇÃO DOS OBJETIVOS...13 AVALIAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO CONCLUSÕES

4 4

5 1. INTRODUÇÃO Este documento fornece uma visão geral concisa do que aconteceu no projeto react ( ) e discute a metodologia, os seus principais resultados e as conclusões. O projeto react foi desenvolvido para experimentar uma nova metodologia que devolvesse a motivação aos alunos cujo interesse em aprender estivesse perdido. Centrou-se o foco nos alunos desinteressados, devido a experiências negativas na escola, em casa ou noutro lugar. O projeto também serviu para facilitar mudanças na motivação dos professores, mostrando-lhes novas abordagens de ensino e uma nova forma de definir a sua função e a sua interação com os alunos. A abordagem react consiste em desenvolver a motivação do aluno através de uma combinação de colaboração, autonomia e criatividade, com o uso de novas tecnologias. Alunos e professores descobrem um conjunto de ferramentas tecnológicas que facilitam atividades podendo promover mudanças na motivação para aprender e dotando os alunos com as competências adequadas para a aprendizagem ao longo da vida. Os principais objetivos da abordagem react são: Uma mudança de atitude. O objetivo consiste em que os alunos mudem de uma atitude de sujeito passivo, inculcada pelo sistema educativo ao longo da infância e da juventude, para uma atitude de participantes ativos nos seus próprios processos de aprendizagem. Para realizar essa mudança, o projeto react procura incentivá-los a elaborar projetos criativos e colaborativos, escolhendo a área ou assunto mais relevante para a sua vida pessoal. Uma mente aberta. A participação nestas atividades ajuda-os a ampliar perspetivas e a descobrir outras experiências e pontos de vista de outras pessoas, sobretudo devido à dimensão internacional do projeto, com pessoas vivendo noutros países e noutros ambientes. Um dos objetivos do projeto consiste em envolver estreitas relações entre pessoas de origens diversas através da cooperação conjunta em projetos definidos pelos alunos. 5

6 Aprender a aprender. Inclui-se o desenvolvimento de competências cognitivas e competências de pensamento crítico que lhes permitam lidar, de forma independente e autónoma, com requisitos sociais e de emprego na sociedade do século XXI. Para desenvolver estes três principais objetivos, as atividades planificadas em ambos os Projetos-Piloto incluíram: Uma Formação inicial de Formadores. É importante que os professores compreendam e assimilem os objetivos e princípios da Abordagem react e que possam familiarizar-se com as ferramentas TIC e o seu uso na sala de aula. E cada um dos Projetos-Piloto conheceu várias etapas: Familiarização. Para explorar um conjunto de ferramentas TIC Web 2.0, familiarizarem-se com estas, conhecer os outros participantes, apresentaremse, apresentar os seus interesses, com o objetivo de desenvolver um sentimento de pertença ao grupo. Criação colaborativa: nesta fase, os alunos são levados a formar equipas internacionais e a participar num projeto criativo. Nesta fase, os temas, objetivos e instrumentos utilizados foram todos decididos pelos alunos. Integração colaborativa: aqui, os alunos começam a aplicar as competências adquiridas, em temas do curso que frequentam. O processo é semelhante ao da fase anterior, o tema é decidido pelos alunos também, mas desta vez está relacionado com o tema da formação e, em vez de ser internacional, é realizado na instituição. Este é o início de um processo de "regresso" ao currículo. Integração final: Nesta fase, o projeto centra-se na atividade principal do programa, mas professores e alunos, tendo já experimentado os benefícios da utilização de atividades criativas e colaborativas, colocam agora uma ênfase maior. Desta forma, as atitudes são transformadas. Apoio e reflexão: Ao longo do projeto, foram promovidas a reflexão e o as competências metacognitivas e de pensamento crítico. Isto aconteceu graças 6

7 ao facto de os professores terem desempenhado a função de consultores, junto dos alunos e dos seus projetos. Também foi feito pelos parceiros, ao darem apoio aos professores, em cada país. Ao longo de todas estas fases, demos especial atenção a uma série de elementos que tínhamos identificado como centrais para o sucesso da abordagem. Foram: O desenvolvimento da confiança entre participantes. O desenvolvimento de uma colaboração adequada. O grau de desafio adequado nas atividades a realizar. O grau de autodeterminação do aluno na atividade. O grau de apropriação dos projetos pelos alunos. O grau de relevância da atividade para os alunos. A criatividade presente nas atividades. Estes elementos foram centrais no processo de avaliação nos projetos-piloto. Os instrumentos utilizados foram três questionários online para alunos e professores e entrevistas (também com professores e alunos). A avaliação foi concluída com diários de bordo (logbooks) que os professores usaram para registar os aspetos relacionados com o progresso, em cada fase, e outras questões que surgiram. 2. METODOLOGIA O projeto react foi composto por dois projetos-piloto de seis meses cada. O primeiro projeto-piloto terminou em fevereiro de 2012, o segundo em julho de O primeiro projeto-piloto centrou-se predominantemente nas experiências com os alunos, as dificuldades e vantagens da abordagem do seu ponto de vista. O segundo projeto-piloto foi orientado para professores, as suas necessidades e reações em relação à abordagem. O segundo projeto-piloto fez incorporar melhorias sugeridas 7

8 pelo primeiro. Os grupos específicos de alunos para os projetos-piloto foram selecionados pelos parceiros, alguns meses antes, uma vez que a natureza anual deste tipo de formação impede uma decisão sobre isso no momento (18 meses antes do primeiro piloto). Os dois projetos-piloto envolveram um grupo de cerca de alunos e 2-7 formadores, em cada país. O número total de participantes foi de cerca de 320 alunos e 65 formadores. DESENVOLVIMENTO DA METODOLOGIA DE APRENDIZAGEM A estratégia de aprendizagem react é o resultado de uma investigação de fundo, que envolveu todos os parceiros, entrevistas com as escolas, professores e líderes de projetos que adotaram abordagens inovadoras de aprendizagem. Além disso, foi executada uma pesquisa na literatura incluindo a análise de vários estudos de caso sobre abordagens alternativas para a aprendizagem. A metodologia seguida foi elaborada colaborativamente nas várias fases de criação e resultou nas " Linhas Orientadoras da Abordagem Metodológica ". 1 Figura 1 Metodologia react: Etapas da criação OS SETE PRINCÍPIOS Com base em experiências e observações de vários projetos semelhantes e tendo em conta os contextos locais, os seguintes sete princípios orientadores foram considerados fundamentais para o projeto react e formaram a base para a sua avaliação. Neste contexto, as TIC são consideradas omnipresentes e essenciais. Não como um fim em si, mas como um meio para uma forma diferente e melhor de aprender que se encaixa no objetivo geral do projeto react que consiste em fomentar a participação dos alunos e a sua capacidade de auto-organização em todas as circunstâncias. Os princípios são: 1 Este documento está disponível em 8

9 1. Confiança: Alunos e professores devem confiar que as suas ideias, contribuições e comentários serão tratados com respeito, online bem como offline. O fomento da confiança vai gerar a autoestima dos alunos, que têm a maior parte do tempo uma má imagem de si mesmos, sempre que se trata de aprendizagem. 2. Desafio: Alunos e professores ficam motivados para aprender quando experimentam ou são confrontados com um desafio ou responsabilidades, desde que sejam gerenciáveis. Os professores devem assegurar ambientes de aprendizagem que ofereçam contextos em que os alunos possam adotar desafios pessoais ou em grupo. Os professores devem tratar temas de estudo que considerem relevantes para a investigação. Por isso, os trabalhos (desafios) sugeridos pelo professor devem poder ser negociados, ou então, serem sugeridos pelos alunos e os professores devem permitir aos alunos que definam a relevância relacionada com os objetivos de aprendizagem estabelecidos no início do curso. 3. Autodeterminação: Devemos atribuir mais confiança aos alunos para orientarem a sua própria aprendizagem. Dentro dos limites e restrições de cada projeto individual, os professores devem tentar permitir o máximo de autoorganização e autoaprendizagem possível. Isso requer não apenas uma forma diferente de pensar, mas o mais importante: paciência. Então, fazer perguntas passa a ser uma abordagem melhor do que a de determinar tarefas. 4. Colaboração: Os alunos gostam de trabalhar uns com os outros. Os professores podem apoiar a colaboração através da organização de trabalhos de grupo e com momentos de feedback regulares, de modo que a troca de informações se torne numa fonte de ação e de reação. 5. Pertença e propiedade: Se os alunos (bem como os professores) tiverem a impressão de estarem em controlo da aprendizagem, passa a haver um sentido de propriedade. Este é um ingrediente essencial para a motivação e para a aprendizagem auto-organizada. 6. Criatividade: Com a criatividade pode-se ser autêntico e capaz de desenvolver uma identidade. Através de expressões criativas conseguimos ter uma ideia 9

10 sobre as nossas capacidades e interesses, o que é fundamental para manter a motivação e descobrir talentos. 7. Relevância: Apropriar-se da aprendizagem significa também definir os temas que o aluno ache relevantes na vida, mesmo que isso não faça parte do currículo oficial. Os professores devem, na medida do possível, permitir aos alunos que definam os temas que querem aprender e sobre os quais pretendem realizar pesquisas. O principal objetivo é aumentar a relevância e promover a curiosidade sobre os assuntos que os alunos querem tratar. 10

11 AVALIAÇÃO EM CONTEXTO INTERNACIONAL A dimensão internacional do projeto, em países e instituições bem diferentes, exigia uma abordagem de pesquisa aprofundada que dependeu de uma participação ativa de todos os parceiros. Por conseguinte, foi desenvolvida uma estrutura comum de avaliação para permitir que a ação de investigação fosse colaborativa, graças a um conjunto de procedimentos. O envolvimento dos parceiros react requereu responsabilidades específicas: Entrevistas com professores: os parceiros react realizaram entrevistas préestruturadas com os professores envolvidos. O parceiro responsável pela pesquisa providenciou os formatos necessários e as perguntas para a entrevista. Pesquisas junto dos estudantes: os parceiros react distribuíram instrumentos de pesquisa, fornecidos pelo parceiro responsável pela pesquisa, junto de professores e alunos. Entrevistas regulares com o parceiro responsável pela pesquisa: os parceiros react tiveram regulares entrevistas online em que o progresso das atividades era avaliado. A avaliação incidiu sobre a perceção de professores e alunos, utilizando os princípios pedagógicos como um quadro de referência para descobrir o seu efeito sobre a aprendizagem e a motivação, e as dificuldades de aplicação desses princípios na prática. Foram usados questionários online na língua específica de cada país parceiro e em cada projeto-piloto um certo número de entrevistas foram realizadas com alunos e professores. Os professores também mantiveram um diário de bordo (logbook) sobre os aspetos positivos da metodologia, as dificuldades encontradas e as experiências com as ferramentas tecnológicas. Além disso, uma grande quantidade de documentação útil foi produzida durante os projetos, por parte dos alunos, como discussões online, no Facebook, apresentações online, gravações de vídeo e assim por diante. Em jeito de conclusão, o resultado da avaliação foi importante para a melhoria 11

12 da abordagem react durante o período do projeto e para analisar a utilidade da abordagem, no final. 3. RESULTADOS GERAIS RESULTADOS INICIAIS Desde o início, houve uma boa atmosfera nos grupos de professores e alunos. Houve um interesse comum em conhecer pessoas de outros países e em explorar o uso de novas ferramentas TIC, apesar de algumas dificuldades na ligação à Internet. Através da interação entre professores e alunos nos vários grupos do Facebook, tornou-se claro que funcionou bem o uso de várias ferramentas tecnológicas, em linha com os princípios pedagógicos. Os participantes exploraram e selecionaram as ferramentas e aplicaram-nas num contexto de projeto autodirigido e centrado no aluno. FERRAMENTAS TIC O uso de ferramentas TIC motivou os alunos e professores e tornou a aprendizagem mais significativa e mais agradável. Ao mesmo tempo, os alunos desenvolveram competências transversais, tais como autonomia, compromisso quando se trabalha em grupo e autoestima, e também melhoraram habilidades em TIC. Foi particularmente notório em Espanha, Portugal e Itália. Na Áustria, os alunos melhoraram a sua atenção para questões centrais e ficaram menos distraídos pela colorida rede global, como no início dos projetos-piloto. Para alguns alunos, o tempo foi muito curto para realmente chegarem a experimentar os benefícios da abordagem react. COMUNICAÇÃO O projeto fomentou mais e melhor comunicação entre as partes interessadas dentro das instituições, mas foi menos bem-sucedido na colaboração e troca de experiências entre os professores, internacionalmente - principalmente devido à barreira da língua. No seio das instituições, a melhoria da comunicação entre os participantes (professores e alunos) aumentou a coesão interna. A interação entre alunos de diferentes países motivou muito os alunos, especialmente durante as apresentações online. Os eventos finais nos projetos-piloto foram realmente bem-sucedidos. Em alguns países, como na Grécia, Portugal e Holanda, os professores gostaram de trabalhar em conjunto com outros professores estrangeiros, em vez 12

13 de lidar apenas com a sua própria realidade. Este projeto criou uma relação de confiança entre professores participantes. AMBIENTE INSTITUCIONAL Em Espanha, o segundo projeto-piloto ocorreu numa escola regular, onde a equipa de professores e o diretor puderam programar o curso com uma calendarização e conteúdos curriculares altamente flexíveis. Dessa forma, foi possível cumprir as diferentes etapas no segundo projeto-piloto. 2 Por vezes, como na Holanda e na Itália, embora houvesse apoio por parte da gestão, o número de horas reservado ao projeto react foi manifestamente insuficiente para dar andamento ao que estava previsto. AVALIAÇÃO DOS OBJETIVOS Uma mudança de atitude. A partir da reação dos participantes, percebe-se que a Abordagem react mudou a atitude dos alunos em relação à aprendizagem. O método ajudou os alunos a mudar de uma atitude passiva para a de participantes ativos no ambiente da aprendizagem. Os professores consideraram a comunicação com outros professores como muito positiva, embora a colaboração representasse, por vezes, um desafio. A utilização das TIC ajudou os professores a encontrar maneiras de facilitar a comunicação e tornar-se mais confiantes no trabalho com a metodologia react. Mentalidade aberta. Os alunos reagem positivamente à abordagem e sentem que esta lhes abre oportunidades para um crescimento pessoal adicional. Participar no react ampliou as perspetivas dos alunos, deixando-os descobrir diferentes experiências e pontos de vista de outras pessoas. Alunos e professores ficaram satisfeitos com o fato de que tiveram a oportunidade de se tornarem mais conhecedores de si mesmos e dos outros e descobriram interesses que não estavam, antes, ao seu alcance. 2 Blogue de ET Laurona: Video : 13

14 Aprender a aprender. A capacitação muito apreciada pelos alunos foi a de lidar, de forma independente e autónoma, com requisitos sociais e de trabalho. Isto apoiou a ideia de uma abordagem passo a passo no desenvolvimento de habilidades cognitivas e de pensamento crítico. Os professores indicaram que se tinham sentido melhor e que viram novas possibilidades de promoção da aprendizagem. Novamente, a abordagem passo a passo permitiu-lhes adaptar o seu papel do professor, de uma forma exequível. AVALIAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO RESULTADOS POSITIVOS Como os estudantes se comportaram A maioria dos estudantes colheu benefícios do trabalho colaborativo em grupo apesar de, para a maioria deles, ter sido a primeira vez que aprenderam desta forma. O projeto react foi uma experiência única, com a possibilidade de usarem computadores portáteis e o estímulo de poderem fazer os seus próprios projetos. O projeto incentivou-os a desenvolver mais ideias e temas e projetos melhores que os outros. Como os alunos apreciaram o trabalho uns dos outros Especialmente no projeto-piloto 2, quando os encontros no Google+ lhes permitiram dar feedback direto e pessoal, os alunos ficaram muito interessados em ver o que os outros grupos fizeram e como eles iam apresentar os seus resultados. Ficaram verdadeiramente conscientes de todo o esforço que foi feito para concluir os projetos. Fazer parte do projeto react foi uma experiência única, para eles. Eles tinham computadores portáteis disponíveis e foram autorizados a fazer os seus próprios projetos. Como a motivação dos professores aumentou A motivação dos professores aumentou devido aos pequenos sucessos no dia-a-dia dos alunos. E isto levou-os a prestar mais atenção e a atribuir um tempo adicional para 14

15 explorar ferramentas TIC e dar feedback, mesmo fora do horário da aula. Começaram a propor novos projetos de colaboração com outras escolas a nível regional (escolas oficina) e internacional (Projeto CLAVEMAT - Quito). 3 Alguns professores passaram a avaliar os alunos, considerando elementos diferentes (competências de comunicação, competências nas TIC, etc) e aplicando as ferramentas e metodologias react no seu trabalho diário 4. Como a motivação dos alunos aumentou No segundo projeto-piloto, a equipa do Projeto react decidiu reforçar um pouco os alicerces, para ajudar os alunos na sua organização e na execução dos projetos internacionais. Os momentos especiais foram, definitivamente, a apresentação dos resultados em Hangouts (apresentando em Inglês, experimentando o interesse e apreciação dos outros participantes internacionais, "conhecendo" os outros). Isto foi especialmente verdadeiro para a Áustria. Os estudantes austríacos foram surpreendidos com o interesse dos alunos dos outros países na apresentação. Estes Hangouts avocaram um espírito diferente e uma energia especial. Os alunos tiveram, pela primeira vez, a sensação de conhecer os outros, de os ver e de os ouvir. As vozes, a linguagem, os sotaques! Como eles estavam vestidos e se comportavam. O Facebook, aparentemente, não tinha gerado a impressão de que eram membros deste grupo internacional maior. O relacionamento dentro do grupo react foi muito bom em ambos os projetos-piloto. Os alunos estiveram muito motivados em quase todas as fases do projeto, demonstraram entusiasmo tanto na aprendizagem quanto no uso de novas ferramentas TIC. Em Portugal, por exemplo, alguns deles descobriram uma paixão "nova" pela fotografia ou a música. 3 Webmeeting (hangout): Atividade com alunos:http://www.youtube.com/embed/ 4 Entrevista de Professores portugueses: v=fu3vfin9kbq&feature=youtu.be 15

16 PRINCIPAIS BARREIRAS/DESAFIOS Obstáculos institucionais, técnicos ou fatores humanos (gestores, professores e estudantes) podem constituir diferentes tipos de desafios e atuam como barreiras para o sucesso da abordagem react. Às vezes, como na Holanda, os professores começaram pouco preparados com o projeto, o que causou algumas dificuldades. Foi insuficiente o apoio dado aos alunos (ou seja, apoio técnico) e a justificação para fazê-lo da forma como foi feito. Os estudantes precisavam de saber porque estavam a receber um tratamento especial e como poderiam beneficiar com ele. Foi muito difícil para os professores apoiar todos os alunos. Alguns não precisaram de apoio, mas outros mostraram-se relutantes até serem movidos pelos professores. Isto era às vezes difícil com um grupo tão diversificado de alunos a seguir os seus próprios projetos. O desafio para o professor consiste em adaptar-se a um papel diferente. Os requisitos num ambiente react são sobre coaching, proporcionar organização e dar orientação e não sobre ensinar no sentido tradicional. 16

17 4. CONCLUSÕES Os resultados do projecto react mostram que os estudantes apreciam a confiança que esta abordagem propicia e valorizam a autodeterminação e a autonomia na aprendizagem. Valorizam a colaboração, especialmente em cenário internacional e acreditam que o que aprenderam é relevante para se candidatarem a um emprego, se ligarem a outros e terem mais confiança relativamente à aprendizagem. As TIC são consideradas um veículo importante para a execução do método de aprendizagem react. Não apenas como uma ferramenta, mas como um instrumento para alcançar objetivos estabelecidos por si, em colaboração com outros, permitindo comunicar livremente e entregar resultados que surgiram a partir da sua própria motivação. Os professores sentiram-se melhor e viram mais possibilidades para a promoção da aprendizagem de uma forma mais autêntica e atraente para o grupo alvo. Do ponto de vista organizacional o projeto react pode ser mais exigente. É um projeto novo, é preciso tempo e ainda não se posicionou em relação à prática educativa tradicional diária, na maioria das organizações. O projeto foi bem-sucedido como experiência: temos mais conhecimento sobre as barreiras e oportunidades na implementação de uma abordagem bottom-up da aprendizagem centrada no aluno. No entanto, a implementação e integração levam tempo para que professores e alunos se desenvolvam em algo que se entenda e se possa trabalhar para atingir objetivos. O projeto react representa uma individualização da aprendizagem de forma colaborativa e, para que tal aconteça, existem algumas condições-chave: Envolvimento dos decisores e gestores escolares e consequente adoção das mudanças necessárias, Existência de condições tecnológicas, Formação preliminar adequada dos professores e Cuidadosa integração no currículo, Tempo suficiente reservado para a formação e a própria atividade, 17

18 Uma rede de professores familiarizados com a metodologia react. Quando estas condições estiverem reunidas, a probabilidade de que a abordagem react funcione é bastante elevada. No projeto react, alunos e professores experimentaram uma maneira diferente de trabalhar e gostaram dos resultados e da sua relevância. Um número de professores decidiu continuar a usar a abordagem react no trabalho quotidiano escolar. A abordagem não funciona em todas as circunstâncias e em cada situação, mas é promissora para aqueles que vêem a necessidade de mudança para serem mais capazes de lidar com as exigências da aprendizagem de hoje. 18

COLEÇÃO DE FERRAMENTAS MANUAL DO UTILIZADOR

COLEÇÃO DE FERRAMENTAS MANUAL DO UTILIZADOR COLEÇÃO DE FERRAMENTAS MANUAL DO UTILIZADOR Coleção do Projeto react Manual de Referência para professores e alunos Produto 4 Nivel de difusão: Público Número de Projeto: 511709-LLP-1-2010-1-ES-KA3-KA3MP

Leia mais

LINHAS ORIENTADORAS DA ABORDAGEM METODOLÓGICA

LINHAS ORIENTADORAS DA ABORDAGEM METODOLÓGICA LINHAS ORIENTADORAS DA ABORDAGEM METODOLÓGICA Dezembro 2012 Número do Projeto: 511709-LLP-1-2010-1-ES-KA3-KA3MP Produto 2 Nível de divulgação: Público Em colaboração com react reactivating teachers and

Leia mais

Ref: 2013-1-ES1-LEO05-66260

Ref: 2013-1-ES1-LEO05-66260 Ref: 2013-1-ES1-LEO05-66260 Boas práticas na utilização de plataformas de aprendizagem colaborativa como modo de incentivar a criatividade e identificar boas práticas no setor da metalúrgica Relatório

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação Ano letivo 2013/2014 Critérios de Avaliação 2013/2014 Introdução As principais orientações normativas relativas à avaliação na educação pré-escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

COMO VALIDAR AS COMPETÊNCIAS DOS VOLUNTÁRIOS? Orientação prática

COMO VALIDAR AS COMPETÊNCIAS DOS VOLUNTÁRIOS? Orientação prática COMO VALIDAR AS COMPETÊNCIAS DOS VOLUNTÁRIOS? Orientação prática PROJECT TITLE: VOLUNTEERING VALIDATION HIGHWAY GRANT AGREEMENT: 2013-1-FI1-GRU06-12792 2013-2015 Este projeto foi financiado com o apoio

Leia mais

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO,

O CONSELHO DA UE E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, REUNIDOS NO CONSELHO, C 172/8 PT Jornal Oficial da União Europeia 27.5.2015 Conclusões do Conselho sobre a maximização do papel do desporto de base no desenvolvimento de competências transversais, especialmente entre os jovens

Leia mais

TRANSPORT LEARNING Cursos de formação para municípios e agências de energia

TRANSPORT LEARNING Cursos de formação para municípios e agências de energia TRANSPORT LEARNING Cursos de formação para municípios e agências de energia istockphoto Conteúdo Caro leitor, Sobre o projecto... 2 Criando uma base de conhecimento para as regiões de convergência da Europa...

Leia mais

Condições para uma aprendizagem eficaz

Condições para uma aprendizagem eficaz Creating Effective Teaching and Learning Environments: First Results from TALIS Summary in Portuguese Criação de Ambientes Eficazes para o Ensino e Aprendizagem: Primeiros Resultados do TALIS Sumário em

Leia mais

3ª Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais Confiança e Compromisso nos Canais Digitais

3ª Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais Confiança e Compromisso nos Canais Digitais 3ª Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais Confiança e Compromisso nos Canais Digitais 29 de setembro de 2014 Auditório da BMAG Apoio Patrocinadores Globais APDSI Internet, Negócio e Redes Sociais

Leia mais

Política Corporativa Setembro 2012. Política de Recursos Humanos da Nestlé

Política Corporativa Setembro 2012. Política de Recursos Humanos da Nestlé Política Corporativa Setembro 2012 Política de Recursos Humanos da Nestlé Autoria/Departamento Emissor Recursos Humanos Público-Alvo Todos os Colaboradores Aprovação Concelho Executivo, Nestlé S.A. Repositório

Leia mais

Pilotagem Pan-Europeia do Uso de Tablets nas Escolas. Resumo do Projeto e Recomendações aos Decisores Políticos

Pilotagem Pan-Europeia do Uso de Tablets nas Escolas. Resumo do Projeto e Recomendações aos Decisores Políticos Pilotagem Pan-Europeia do Uso de Tablets nas Escolas Resumo do Projeto e Recomendações aos Decisores Políticos Panorâmica do Projeto O projeto Creative Classrooms Lab (CCL) (Laboratório de Salas de Aula

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

Coaching I Formação I Certificação

Coaching I Formação I Certificação Coaching I Formação I Certificação 2011 Business Consultants, Inc. Publicado por EHP, Elemento Humano Portugal. www.thehumanelement.com.pt 1 Uma solução integrada à problemática humana nas organizações

Leia mais

Avaliação do Projeto-Piloto de Tablets Acer-European Schoolnet

Avaliação do Projeto-Piloto de Tablets Acer-European Schoolnet PT Introdução de Tablets nas Escolas: Avaliação do Projeto-Piloto de Tablets Acer-European Schoolnet SUMÁRIO EXECUTIVO Editor European Schoolnet (EUN Partnership AISBL) Rue de Trèves 61 1040 Bruxelas -

Leia mais

Conceito Skills Lab. 1 O projeto

Conceito Skills Lab. 1 O projeto Conceito Skills Lab 1 O projeto O projeto Skills Lab resultou do conhecimento e experiência adquirido de que as pessoas com autismo (Perturbações do Espetro do Autismo ou PEA) sentem muita dificuldade

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013

PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013 PROJETO EDUCATIVO Ano letivo 2012 2013 É pela vivência diária que cada um de nós aprende a conhecer-se e a respeitar-se, conhecendo e respeitando os outros, intervindo, transformando e tentando melhorar

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação

LEARNING MENTOR. Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219. Perfil do Learning Mentor. Módulos da acção de formação LEARNING MENTOR Leonardo da Vinci DE/09/LLP-LdV/TOI/147 219 Perfil do Learning Mentor Módulos da acção de formação 0. Pré-requisitos para um Learning Mentor 1. O papel e a função que um Learning Mentor

Leia mais

Clube Web 2.0. Biblioteca Escolar. PROPONENTES: - Maria José Domingues - Marta Medeiros MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

Clube Web 2.0. Biblioteca Escolar. PROPONENTES: - Maria José Domingues - Marta Medeiros MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. ANTÓNIO GRANJO Biblioteca Escolar Clube Web 2.0 PROPONENTES: - Maria José Domingues - Marta Medeiros Ano letivo 2012-2013 Introdução Hoje é tido

Leia mais

Avaliação e testemunhos das acções de formação

Avaliação e testemunhos das acções de formação Conteúdo Avaliação e testemunhos das acções de formação Caro leitor, Material de formação em 9 línguas, disponível gratuitamente! Experiências das formações: O método... 2 Avaliação da formação... 3 Factos

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO MUSSOC

PROJETO PEDAGÓGICO MUSSOC PROJETO PEDAGÓGICO dos Campos de Férias da MUSSOC Associação Mutualista dos Trabalhadores da Solidariedade e Segurança Social I CARATERIZAÇÃO GERAL DA MUSSOC 1. Introdução O presente documento tem como

Leia mais

Glossário. Competência para a acção. (questionário em competências para a acção e actividade)

Glossário. Competência para a acção. (questionário em competências para a acção e actividade) Conceito Competência para a acção Explicação Competência para a acção compreende todas as habilidades, competências e experiências de uma pessoa, que lhe possibilita auto-organizar-se para realizar correctamente

Leia mais

Relatório de Avaliação. Curso: Liderança para Chefias Intermédias e Jovens Quadros

Relatório de Avaliação. Curso: Liderança para Chefias Intermédias e Jovens Quadros Relatório de Avaliação Curso: Liderança para Chefias Intermédias e Jovens Quadros Praia, 01 de Novembro de 2010 Índice 1. ENQUADRAMENTO 2. OBJECTIVOS DO DOCUMENTO PARTE I - ENQUADRAMENTO DO CURSO E METODOLOGIA

Leia mais

Adriana Pettengill. Gerente de Programas Educacionais

Adriana Pettengill. Gerente de Programas Educacionais Adriana Pettengill Gerente de Programas Educacionais O modelo de educação não mudou muito desde 1909 Em que a Microsoft acredita? Professores capacitados no uso das tecnologias Alunos e professores inovam

Leia mais

Introdução ao Moodle (1.6.5+)

Introdução ao Moodle (1.6.5+) Introdução ao Moodle (1.6.5+) 2 Athail Rangel Pulino Ficha Técnica Título Introdução ao Moodle Autor Athail Rangel Pulino Filho Copyright Creative Commons Edição Agosto 2007 Introdução ao Moodle 3 Índice

Leia mais

ADULTOS IDOSOS E REDES SOCIAIS: QUE MOTIVAÇÃO? QUE APRENDIZAGEM?

ADULTOS IDOSOS E REDES SOCIAIS: QUE MOTIVAÇÃO? QUE APRENDIZAGEM? ADULTOS IDOSOS E REDES SOCIAIS: QUE MOTIVAÇÃO? QUE APRENDIZAGEM? Maria Raquel Patrício Instituto Politécnico de Bragança, Portugal António Osório Universidade do Minho, Portugal Resumo: As redes sociais

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal 18 DE FEVEREIRO A 13 DE MARÇO DE 2008 A inducar (http://www.inducar.pt) é uma organização de direito

Leia mais

MOODLE Implementação da educação à distância nas escolas do distrito do Porto. Resumo

MOODLE Implementação da educação à distância nas escolas do distrito do Porto. Resumo MOODLE Implementação da educação à distância nas escolas do distrito do Porto Virgínia Moreira Dias vmrmd@ddinis.net Sónia Rolland Sobral sonia@upt.pt Universidade Portucalense, Porto Resumo A integração

Leia mais

GUIA DO PROGRAMA INTEL EDUCAR

GUIA DO PROGRAMA INTEL EDUCAR GUIA DO PROGRAMA INTEL EDUCAR ÍNDICE O que é o Programa Intel Educar...3 Fundamentos Básicos......4 Fórum de Liderança......9 Série Elementos...15 Aprendizagem Baseada em Projetos......17 Avaliação na

Leia mais

NÍVEIS DE CLASSIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NUCLEARES DA ICF

NÍVEIS DE CLASSIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NUCLEARES DA ICF coachfederation.org NÍVEIS DE CLASSIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NUCLEARES DA ICF Adaptado a partir dos documentos de Requisitos de Competências Mínimas para cada nível de credencial Inclui os critérios de

Leia mais

WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO

WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO WEB-RÁDIO MÓDULO 2: RÁDIO NOME DO PROJETO Web Rádio: Escola César Cals- Disseminando novas tecnologias via web ENDREÇO ELETRÔNICO www.eccalsofqx.seduc.ce.gov.br PERÍODO DE EXECUÇÃO Março a Dezembro de

Leia mais

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES ESCOLA BÁSICA LUÍS DE STTAU MONTEIRO - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº1 DE LOURES AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES DOMÍNIOS / CRITÉRIOS 3º Ciclo DISCIPLINA COGNITIVO / OPERATIVO E INSTRUMENTAL CONHECIMENTOS

Leia mais

O Projeto Educativo do Externato Infante D. Henrique...

O Projeto Educativo do Externato Infante D. Henrique... Introdução O Projeto Educativo do Externato Infante D. Henrique......pressupõe a prévia aceitação de uma conceção do homem na qual se reveja a ideia da construção de uma sociedade livre, plural, geradora

Leia mais

O Storytelling. T- Story NEWSLETTER. Junho 2013 1ª Edição. Porquê utilizar o Storytelling

O Storytelling. T- Story NEWSLETTER. Junho 2013 1ª Edição. Porquê utilizar o Storytelling Apresentamos a newsletter oficial do projeto T-Story - Storytelling Aplicado à Educação e Formação, um projeto financiado pela ação transversal Atividade-chave 3 Tecnologias de Informação e Comunicação,

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ Rose Maria Bastos Farias (UFAL) rmbfarias@hotmail.com RESUMO: Trata-se de uma pesquisa

Leia mais

PESQUISA GESTOR GLOBAL FDC 2012

PESQUISA GESTOR GLOBAL FDC 2012 PESQUISA GESTOR GLOBAL FDC 2012 INTRODUÇÃO O aumento da internacionalização lança o desafio cada vez maior para as empresas atraírem e reterem líderes capazes de viver em ambientes complexos e compreender

Leia mais

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência)

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência) SEREI UM EMPREENDEDOR? Este questionário pretende estimular a sua reflexão sobre a sua chama empreendedora. A seguir encontrará algumas questões que poderão servir de parâmetro para a sua auto avaliação

Leia mais

O COMPROMISSO DE UMA INSTITUIÇÃO

O COMPROMISSO DE UMA INSTITUIÇÃO O COMPROMISSO DE UMA INSTITUIÇÃO Bem-vindo aos Programas Executivos do ISAG. A experiência adquirida ao longo dos anos e a atualização de conceitos, permitiu ao ISAG European Business School desenvolver

Leia mais

Relatório Final da Acção de Formação

Relatório Final da Acção de Formação Acção de Formação: Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências Contexto: utilização da Web 2.0 aplicada à didáctica do ensino das Ciências Relatório Final da Acção de Formação Centro

Leia mais

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS Introdução O presente documento pretende apresentar uma visão geral das principais conclusões e recomendações do estudo da European Agency

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Suzana Aparecida Portes FC UNESP- Bauru/SP E-mail: suzanaapportes@gmail.com Profa. Dra. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

SENIOR ACTIVATOR PROGRAM LEARNING FOR BEST COMMUNITY PRACTICES - Voluntariado Sénior Internacional

SENIOR ACTIVATOR PROGRAM LEARNING FOR BEST COMMUNITY PRACTICES - Voluntariado Sénior Internacional SENIOR ACTIVATOR PROGRAM LEARNING FOR BEST COMMUNITY PRACTICES Voluntariado Sénior Internacional Tânia Semedo Silva Técnica da Fundação Eugénio de Almeida 27 de Novembro 2014 A Fundação Eugénio de Almeida

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

Managing Team Performance

Managing Team Performance www.pwc.pt/academy Managing Team Performance Helping you push harder Lisboa, 22 e 24 de abril Academia da PwC Um curso onde irá conhecer as melhores práticas de gestão contínua de performance e de resultados

Leia mais

EXECUTIVE MASTER OF FASHION BUSINESS (Pós-graduação)

EXECUTIVE MASTER OF FASHION BUSINESS (Pós-graduação) EXECUTIVE MASTER OF FASHION BUSINESS (Pós-graduação) Rua Castilho 90 2ºesq 1250-071 Lisboa, Portugal Rua José Gomes Ferreira nº219 - Aviz 4150-442 Porto, Portugal info@beill.pt / www.beill.pt Sobre A Beill

Leia mais

(DIVERSOS AUTORES) CRANBERRY TOOLBOX: APRENDIZAGEM ACELERADA O PROBLEMA E O SEU CONTEXTO EM POUCAS PALAVRAS

(DIVERSOS AUTORES) CRANBERRY TOOLBOX: APRENDIZAGEM ACELERADA O PROBLEMA E O SEU CONTEXTO EM POUCAS PALAVRAS CRANBERRY TOOLBOX: APRENDIZAGEM ACELERADA (DIVERSOS AUTORES) EM POUCAS PALAVRAS A Aprendizagem Acelerada é mais do que uma metodologia de conceção de programas de formação. É uma forma de integrar a aprendizagem

Leia mais

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA 2010/2011 Coordenadora Elvira Maria Azevedo Mendes Projecto: Mais Sucesso Escolar Grupo de Matemática 500 1 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO 1.1 Nome do projecto:

Leia mais

PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO

PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO COMITÉ DE AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PARIS 1991 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO 3 II. FINALIDADE DA AVALIAÇÃO 5 III. IMPARCIALIDADE E INDEPENDÊNCIA 6 IV. CREDIBILIDADE

Leia mais

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Avaliação do impacto das atividades desenvolvidas nos resultados escolares de 2014/2015 Plano estratégico para 2015/2016 (Conforme

Leia mais

Em Entrevistas Profissionais

Em Entrevistas Profissionais Em Entrevistas Profissionais Amplie a sua performance na valorização das suas competências 2011 Paula Gonçalves [paula.goncalves@amrconsult.com] 1 Gestão de Comunicação e Relações Públicas As Entrevistas

Leia mais

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular, ALE (atividades lúdico-expressivas)

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC PREMIO AMAVI EDUCAÇÃO 2013 PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO QUALIDADE

Leia mais

Dragon Dreaming Design de projetos. DIAS Sábado 7 e Domingo 8 Fevereiro 2015. Biovilla, Vale de Barris Palmela, Virgilio Varela

Dragon Dreaming Design de projetos. DIAS Sábado 7 e Domingo 8 Fevereiro 2015. Biovilla, Vale de Barris Palmela, Virgilio Varela CURSO Dragon Dreaming Design de projetos DIAS Sábado 7 e Domingo 8 Fevereiro 2015 DURAÇÃO 20 horas LOCAL Setúbal FORMADOR Biovilla, Vale de Barris Palmela, Virgilio Varela INSCRIÇÃO Preço 75 C/ alojamento

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

REGULAMENTO DO PRIMEIRO CICLO DE ESTUDOS EM PUBLICIDADE E RELAÇÕES PÚBLICAS

REGULAMENTO DO PRIMEIRO CICLO DE ESTUDOS EM PUBLICIDADE E RELAÇÕES PÚBLICAS REGULAMENTO DO PRIMEIRO CICLO DE ESTUDOS EM PUBLICIDADE E RELAÇÕES PÚBLICAS REGULAMENTO DO PRIMEIRO CICLO DE ESTUDOS EM PUBLICIDADE E RELAÇÕES PÚBLICAS O presente regulamento foi homologado pelo Presidente

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Departamento das Educação Pré-escolar

Departamento das Educação Pré-escolar Departamento das Educação Pré-escolar A melhoria da qualidade das aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o jardim-de-infância, a família e a escola, uma construção partilhada que

Leia mais

Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas)

Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas) Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas) A Biblioteca Escolar 2.0 FORMADORA Maria Raquel Medeiros Oliveira Ramos FORMANDA Regina Graziela Serrano dos Santos Chaves da Costa Azevedo Período de Realização

Leia mais

RELATÓRIO. Oficina de Formação

RELATÓRIO. Oficina de Formação RELATÓRIO Oficina de Formação Exploração e construção de situações de aprendizagem da matemática com programação em Scratch no pré escolar e no 1º ciclo do ensino básico Formadores: Miguel Figueiredo e

Leia mais

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Nos últimos anos, a educação a distância via telemática ganhou uma nova dimensão,

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

A Formação ao Longo da Vida (LLL) e o Processo de Bolonha

A Formação ao Longo da Vida (LLL) e o Processo de Bolonha A Formação ao Longo da Vida (LLL) e o Processo de Bolonha Resultados do Projecto Beflex+ Estela Pereira Universidade de Aveiro-Portugal Comissão de gestão do Beflex+ Objectivos de Beflex+ Avaliar a evolução

Leia mais

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos 1.º Congresso Nacional da Ordem dos Psicólogos 18 a 21 abril 2012 Luísa Ribeiro Trigo*,

Leia mais

Projeto IGUANA Superar a Resistência à Mudança

Projeto IGUANA Superar a Resistência à Mudança Projeto IGUANA Superar a Resistência à Mudança Inovar em Educação O mundo em que vivemos está em constante mutação. As nossas economias, a nossa forma de procurar informação, a forma como comunicamos.

Leia mais

O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird

O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird Sandra Regina Silva Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,

Leia mais

Iniciativa Move-te, faz Acontecer

Iniciativa Move-te, faz Acontecer Iniciativa Move-te, faz Acontecer Entidades Promotoras: Associação CAIS (Projecto Futebol de Rua): Fundada em 1994, a Associação CAIS tem como Missão contribuir para o melhoramento global das condições

Leia mais

Planificação da Formação Total

Planificação da Formação Total Planificação da Formação Total Mobility Coach - Introdução e Indução - Duração 5 horas Tempo: Assunto: Método: Resultado: Material: Introdução à Formação e ao Projeto Mobility Coach Apresentação-PP Os

Leia mais

Processo de desenvolvimento do currículo

Processo de desenvolvimento do currículo Processo de desenvolvimento do currículo Versão 6 Abril de 2012 www. acara.edu.au Agência Australiana de Currículo, Avaliação e Disseminação 2013 Este documento está protegido por direitos autorais. Pode

Leia mais

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR)

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Nota Introdutória Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo

Leia mais

Flexibilidade, Rigor e Objectividade na Identificação do Talento www.optimhom.pt A avaliação e o desenvolvimento de competências, são necessidades da gestão que, quando não são satisfeitas, desencadeiam

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

LIFE AT HOME 2015 [IT STARTS WITH THE FOOD] LISBOA, PORTUGAL

LIFE AT HOME 2015 [IT STARTS WITH THE FOOD] LISBOA, PORTUGAL LIFE AT HOME 2015 [IT STARTS WITH THE FOOD] LISBOA, PORTUGAL Sobre o questionário Questionário Local Lisboa (PT) Questionário online realizado em Lisboa entre 13 de abril e 23 de abril 2015. Foram recolhidas

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID ESPANHOL A língua espanhola na Educação Básica A implantação da língua espanhola por meio da lei federal 11.161, que diz respeito à sua oferta

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR 1. Breve Histórico do Projeto de Cooperação Técnica

Leia mais

Profissionais que pretendam adquirir conhecimentos, técnicas e metodologias, ao nível da comunicação online, através de um website.

Profissionais que pretendam adquirir conhecimentos, técnicas e metodologias, ao nível da comunicação online, através de um website. marketing e comunicação SITE E IMAGEM INSTITUCIONAL Profissionais que pretendam adquirir conhecimentos, técnicas e metodologias, ao nível da comunicação online, através de um website. Entender o enquadramento

Leia mais

ERASMUS+ (KA1) - AÇÃO-CHAVE 1

ERASMUS+ (KA1) - AÇÃO-CHAVE 1 ERASMUS+ (KA1) - AÇÃO-CHAVE 1 mobilidade para a aprendizagem - uma ponte para o futuro - 1. o que é o Erasmus+? ação-chave 1 mobilidade individual para fins de aprendizagem ação-chave 2 cooperação para

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

CURSO DE INTRODUÇÃO À ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES VIRTUAIS

CURSO DE INTRODUÇÃO À ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES VIRTUAIS CURSO DE INTRODUÇÃO À ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES VIRTUAIS (IAAV) Coordenador: Professor Doutor António Quintas Mendes Formadora: Mestre Manuela Francisco Índice 1. ENQUADRAMENTO... 1 2. CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

RURAL/ITER RETORNO EMPREENDEDORES REINTRODUÇÃO EM TERRAS AGRÍCOLAS DE FORMAÇÃO INOVADORA PARA O

RURAL/ITER RETORNO EMPREENDEDORES REINTRODUÇÃO EM TERRAS AGRÍCOLAS DE FORMAÇÃO INOVADORA PARA O REINTRODUÇÃO EM TERRAS AGRÍCOLAS DE FORMAÇÃO INOVADORA PARA O RETORNO EMPREENDEDORES RURAL/ITER RESUMO FINAL SOBRE TENDÊNCIAS INOVADORAS E OPORTUNIDADES DE EMPREGO EM ZONAS RURAIS EUROPEIAS APRESENTAÇÃO

Leia mais

CICLO CERTIFICADO ACTIVISION CIEO Coaching Indivíduos, Equipas & Organizações

CICLO CERTIFICADO ACTIVISION CIEO Coaching Indivíduos, Equipas & Organizações CICLO CERTIFICADO ACTIVISION CIEO Coaching Indivíduos, Equipas & Organizações In partnership: 1 OBJECTIVOS PEDAGÓGICOS! Adquirir as 11 competências do coach de acordo com o referencial da ICF! Beneficiar

Leia mais

Formação Nacional de Formadores para a Participação Juvenil

Formação Nacional de Formadores para a Participação Juvenil Contexto Não é claro, nem na Convenção Europeia sobre os Direitos Humanos nem na Declaração Universal dos Direitos Humanos, como é que a participação (juvenil) na sociedade civil é assegurada como Direito

Leia mais

Por volta dos anos 80/90, ouve sefalardeumapedagogiacentradanaescolacomoorganização. Nesta

Por volta dos anos 80/90, ouve sefalardeumapedagogiacentradanaescolacomoorganização. Nesta A Escola portuguesa no séc. XXI (1/5) Falar de Escola é falar de educação. Compreender a escola é, também, compreender a evolução das ideias sobre educação ao longo dos tempos. Nesta linha de evolução,

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de

Leia mais

Opções estratégicas e Programa de Ação para o Instituto de Educação (2014-2017)

Opções estratégicas e Programa de Ação para o Instituto de Educação (2014-2017) Opções estratégicas e Programa de Ação para o Instituto de Educação (2014-2017) Candidatura a Diretor de João Pedro Mendes da Ponte Lisboa Fevereiro de 2014 Índice 1. Enquadramento 2 2. Prioridades estratégicas

Leia mais

Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita Ano Letivo 2011/2012

Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita Ano Letivo 2011/2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo Ano letivo 2011/2012 Regimento Interno Unidade de Apoio Especializado para a Educação de alunos com Multideficiência e Surdocegurira Congénita

Leia mais

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO Lygia de Assis Silva Sérgio Paulino Abranches Universidade Federal de Pernambuco lygia1@hotmail.com/ Este

Leia mais

31 descobertas sobre liderança

31 descobertas sobre liderança ALTA GERÊNCIA 31 descobertas sobre liderança Estudo Leadership Forecast 2005-2006, realizado pela firma de consultoria Development Dimensions International (DDI), buscou analisar como são percebidas em

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2

INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2 INTRODUÇÃO AO PROJETO LIFE 2 O projeto LIFE2 (Competências chave para a vida) visa ajudar os jovens a desenvolver, no decurso da sua formação profissional, as competências e confiança necessárias no mundo

Leia mais

LÍDERES DA CPLP ENCONTRO DE JOVENS. Este desafio é nosso! Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA

LÍDERES DA CPLP ENCONTRO DE JOVENS. Este desafio é nosso! Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA ENCONTRO DE JOVENS Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA Aveiro, 22 a 24 de Junho de UNIVERSIDADE DE AVEIRO Entidades Promotoras Parceiros Apoios O que é o Festival

Leia mais

Cursos de Língua Inglesa T&HMS

Cursos de Língua Inglesa T&HMS Cursos de Língua Inglesa T&HMS Acreditamos que a educação é essencial para o desenvolvimento das nações. Trabalhamos em conjunto com os alunos para contribuir para o desenvolvimento de líderes empresariais

Leia mais

ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AS LIMITAÇÕES NA APRENDIZAGEM ACADÊMICA: OLGANI DE MORAES LOSS CURSO: CAPACITAÇÃO EM AEE PROFESSOR: SIRIO

Leia mais

CONTEÚDOS. Blog REDES SOCIAIS VIDEOS ONLINE PARTILHA DE FOTOGRAFIAS PARTILHA DE APRESENTAÇÕES

CONTEÚDOS. Blog REDES SOCIAIS VIDEOS ONLINE PARTILHA DE FOTOGRAFIAS PARTILHA DE APRESENTAÇÕES CONTEÚDOS ANTES DE INICIAR A SUA AVENTURA NAS REDES, TENHA EM CONTA AS SEGUINTES DICAS: Atribua a administração de cada canal e/ou estratégia a alguém que faça parte da sua empresa; Dê formação à sua equipa

Leia mais

Programa Avançado de Gestão

Programa Avançado de Gestão PÓS GRADUAÇÃO Programa Avançado de Gestão Com o apoio de: Em parceria com: Nova School of Business and Economics Com o apoio de: PÓS GRADUAÇÃO Programa Avançado de Gestão A economia Angolana enfrenta hoje

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais