Apresentação AMB Código de Conduta das Indústrias Farmacêuticas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação AMB Código de Conduta das Indústrias Farmacêuticas"

Transcrição

1 Apresentação AMB Código de Conduta das Indústrias Farmacêuticas A RELAÇÃO DAS SOCIEDADES MÉDICAS COM A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MARIA JOSÉ DELGADO FAGUNDES

2 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE IFPMA Criação do Code of Practice INTERFARMA Criação do Código de Conduta inspirado no Code of Practice 2006 INTERFARMA Conteúdo do Acordo passa a fazer parte do novo Código Nasce IFPMA International Federation of Pharmaceutical Manufacturers & Associations Nasce INTERFARMA Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa INTERFARMA Primeira revisão do Código de Conduta

3

4 CÓDIGO DIVULGAÇÃO CAPACITAÇÃO CERTIFICAÇÃO CAMPANHA COMUNICAÇÃO E PUBLICIDADE MOBILIZAÇÃO CONSCIENTIZAÇÃO E RECONHECIMENTO INTERFARMA APLICAÇÃO DE 4 MÓDULOS INDÚSTRIA METODOLOGIA PRÓPRIA

5 CAUSA BOAS PRÁTICAS ENTRE PROFISSIONAIS DA SAÚDE, PROFISSIONAIS RELACIONADOS À ÁREA DE SAÚDE, AGENTES PÚBLICOS E INSTITUIÇÕES, ÓRGÃOS, ASSOCIAÇÕES E EMPRESA DO SETOR EFEITO IDENTIFICADOR DO PROCESSO CONCLUÍDO DE CERTIFICAÇÃO MEIO 51 EMPRESAS ASSOCIADAS

6 Acordo sem precedentes para uma definição conjunta de regras Assegurar maior eficiência à atuação do CFM, AMB, SBC e da própria Interfarma Transparência das relações entre médicos e indústria farmacêutica Criação de regras para gerar menos dúvidas e desentendimentos

7 ACORDOS PARA CÓDIGO DE CONDUTA 2012 NÃO É O FIM DO PROCESSO. É O INÍCIO.

8 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE

9 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE CÓDIGO DE CONDUTA: CAMPANHA EU SIGO ULTRAPASSA 19 MIL CERTIFICADOS profissionais já realizaram o treinamento da Interfarma As seguintes empresas já finalizaram o treinamento: ABBOTT, ABRADIMEX, ACTELION, ALEXION, ALLERGAN, AMGEN, ASTELLAS, ASTRAZENECA, BAGO, BAYER, BAXTER, BESINS, BIOGEN IDEC, BIOMARIN, BMS, BOEHRINGER, CELGENE, CHIESI, DAIICHI SANKYO, FERRING, GALDERMA, GE HEALTHCARE, GENZYME, GLAXOSMITHKLINE, GRUNENTHAL, IPSEN, ISDIN, JANSSEN, LEO PHARMA S.A., LILLY, LUNDBECK, MERCK S.A, MSD, NOVARTIS, NOVO NORDISK, PFIZER, PIERRE FABRE, ROCHE, SANOFI, SERVIER, SHIRE, STIEFEL (GLAXOSMITHKLINE), TAKEDA, THERASKIN, ZAMBON. Link de acesso ao treinamento: Link de acesso ao site da Interfarma: Webmeeting abrangeu 58 cidades diferentes 60% dos participantes eram representantes

10 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE 19 de agosto: Webmeeting com médicos, com a presença do Dr. Roberto D ávilla e do Dr. Florentino Cardoso Número do WebMeeting: W12834 Senha para acesso: WR6A4 Ou acesse o site e insira os dados acima.

11 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE ESTRUTURA DO CÓDIGO

12 NORMAS GERAIS PARA O SETOR FARMACÊUTICO SEÇÃO 1 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS SEÇÃO 2 RELACIONAMENTO COM AGENTES PÚBLICOS E AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS SEÇÃO 3 INTERAÇÕES E RELACIONAMENTO COM ASSOCIAÇÕES DE PACIENTES SEÇÃO 4 ADESÃO AO CÓDIGO E APLICAÇÃO EM ÁREAS CORRELATAS DA SAÚDE SEÇÃO 5 CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS NA ÁREA DA SAÚDE SEÇÃO 6 CONGRESSOS, SIMPÓSIOS, SEMINÁRIOS E OUTROS EVENTOS SEÇÃO 7 MATERIAIS PROMOCIONAIS SEÇÃO 8 ATIVIDADES EM PONTOS DE VENDA RELACIONADAS A MEDICAMENTOS SEÇÃO 9 COMUNICAÇÃO SOBRE NOVOS MEDICAMENTOS E INDICAÇÕES NÃO APROVADAS PELA ANVISA SEÇÃO 10 OFERTA DE BRINDES NORMAS PARA MEDICAMENTO S SUJEITOS À PRESCRIÇÃO MÉDICA SEÇÃO 11 DISTRIBUIÇÃO DE AMOSTRAS GRÁTIS SEÇÃO 12 VISITA AO PROFISSIONAL DA SAÚDE SEÇÃO 13 DOAÇÕES E OUTRAS CONSTRIBUIÇÕES NORMAS PARA MEDICAMENTOS ISENTOS DE PRESCRIÇÃO MÉDICA SEÇÃO 14 DISTRIBUIÇÃO DE AMOSTRAS GRÁTIS SEÇÃO 15 VISITA AO PROFISSIONAL DA SAÚDE SEÇÃO 16 DISTRIBUIÇÃO DE AMOSTRAS GRÁTIS SEÇÃO 17 VISITA AO PROFISSIONAL DA SAÚDE SEÇÃO 18 DOAÇÕES E OUTRAS CONSTRIBUIÇÕES NORMAS PARA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS

13 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE 1 NORMAS GERAIS PARA O SETOR FARMACÊUTICO VOCÊ ESTÁ AQUI SEÇÃO 1 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

14 PRINCÍPIOS GERAIS A SEREM OBSERVADOS INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS USO ADEQUADO DE MEDICAMENTOS TRANSPARÊNCIA DO RELACIONAMENTO LEGISLAÇÃO VIGENTE BASES DE RELACIONAMENTO AUTONOMIA DO PROFISSIONAL DE SAÚDE INDICAÇÕES NÃO APROVADAS PELA ANVISA RESPONSABILIDADE

15 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE 1 NORMAS GERAIS PARA O SETOR FARMACÊUTICO VOCÊ ESTÁ AQUI SEÇÃO 6 CONGRESSOS, SIMPÓSIOS, SEMINÁRIOS E OUTROS EVENTOS

16

17

18

19

20

21 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE 2 NORMAS RELACIONADAS A MEDICAMENTOS SUJEITOS À PRESCRIÇÃO MÉDICA VOCÊ ESTÁ AQUI SEÇÃO 12 VISITA AO PROFISSIONAL DA SAÚDE

22 ATIVIDADES DOS REPRESENTANTES DAS EMPRESAS As atividades devem ser pautadas pelos mais elevados padrões éticos e profissionais Informar aos Profissionais da Saúde sobre vantagens e riscos de seus produtos. Promover os produtos de acordo com o uso aprovado pelas autoridades regulatórias locais, fornecendo todos os subsídios científicos relativos aos medicamentos com o amparo nos estudos realizados. Obter informações dos Profissionais da Saúde sobre a aceitabilidade dos produtos e eventuais efeitos adversos porventura registrados.

23 PAGAMENTO DE REFEIÇÕES Pode ser feito quando tiver o objetivo de discussão ou troca de informações científicas ou educacionais, devendo ser limitado a valores modestos e local adequado para a troca de informações. O representante da Empresa deverá estar presente durante todo o tempo reservado ao encontro.

24 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE 4 NORMAS PARA A RESOLUÇÃO DE CONFLITOS VOCÊ ESTÁ AQUI SEÇÃO 16 APLICAÇÃO E EFETIVIDADES DAS REGRAS DO CÓDIGO DE CONDUTA

25 DENÚNCIA Encorajar as Empresas e quaisquer outras pessoas ou instituições interessadas a apresentarem reclamações fundamentadas contra ações que possam caracterizar violação às regras de conduta previstas no Código Receber denúncia apresentada por qualquer Empresa, pessoa ou instituição interessada, para análise de sua consistência e eventual abertura do procedimento de averiguação Uma vez admitida a denúncia e instaurado o procedimento de averiguação, a mesma não poderá mais ser retirada, ficando a cargo do Conselho de Ética o processamento da denúncia com vistas à aplicação das penalidades cabíveis

26 DENÚNCIA Não serão admitidas denúncias anônimas ou que não contenham elementos suficientes para a devida identificação do denunciante Em caso de pessoa física e mediante justificado motivo, solicitar que seja preservado o sigilo de sua identidade, cabendo ao Presidente Executivo da Interfarma, durante análise da admissibilidade, julgar a procedência do pedido Somente serão processadas as denúncias que se refiram a fatos que tenham ocorrido há, no máximo, 1 (um) ano da data do recebimento da denúncia. As denúncias feitas fora desse prazo serão imediatamente arquivadas sem possibilidade de recurso

27 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE 4 NORMAS PARA A RESOLUÇÃO DE CONFLITOS VOCÊ ESTÁ AQUI SEÇÃO 17 CONSELHO DE ÉTICA

28 As condições para a constituição e funcionamento do Conselho de Ética foram definidas em regulamento próprio e são parte integrantes do presente Código de Conduta. PRERROGATIVAS O Conselho de Ética gozará de total independência no exercício de sua prerrogativa de zelar pelo fiel cumprimento dos preceitos do Código de Ética por parte das Empresas.

29 CONSELHEIROS ATUAIS Ernesto Neumann Ex-Regional VP Latam na Merck Serono; ex-regional VP na Merck S/A; atual presidente da Idéias e Ideais Flávio Vormittag Médico; ex-presidente da INTERFARMA; ex-diretor da SBMF; membro do CONAR e da ABA Henrique Paulo Calmon de Barros Barreto Médico; Ex-Diretor Médico do Lilly Jorge Raimundo Presidente do Conselho Consultivo da Interfarma Michel Duran Mura Ex-presidente da Sanofi para América Latina (antes do Heraldo Marquezini); ex-presidente da Aventis/Hoecht/Roussel

30 RELATÓRIO DO CONSELHO DE ÉTICA A Interfarma empreenderá seus melhores esforços para que o processamento e julgamento das denúncias ocorram num prazo não superior a 90 (noventa) dias, ressalvadas as hipóteses em que as circunstâncias e/ou complexidade do caso em exame justifiquem a tramitação por prazo superior. A Interfarma veiculará periodicamente em seu website um relatório com informações compiladas sobre as atividades do Conselho de Ética na apuração das denúncias de violação ao presente Código de Conduta

31 CÓDIGO DE CONDUTA 2012 BOAS PRÁTICAS ENTRE A INDÚSTRIA E PROFISSIONAIS, AGENTES PÚBLICOS E EMPRESAS DO SETOR DA SAÚDE 4 NORMAS PARA A RESOLUÇÃO DE CONFLITOS VOCÊ ESTÁ AQUI SEÇÃO 18 PENALIDADES

32 PENALIDADES Suspensão da Empresa associada de seus direitos sociais na Interfarma por até 180 (cento e oitenta) dias, sem direito a suspensão das contribuições associativas Exclusão da Empresa associada do quadro associativo da Interfarma Somente serão processadas as denúncias que se refiram a fatos que tenham ocorrido há, no máximo, 1 (um) ano da data do recebimento da denúncia. Infrações leves R$ 5.000,00 a R$ ,00 Infrações graves R$ ,00 a R$ ,00 Infrações gravíssimas R$ ,00 a R$ ,00

33 OBRIGADA MARIA JOSÉ DELGADO FAGUNDES DIRETORA As imagens aqui contidas são restritas à esta apresentação

DESAFIOS E POTENCIAIS DO SETOR

DESAFIOS E POTENCIAIS DO SETOR DESAFIOS E POTENCIAIS DO SETOR FARMACÊUTICO NO BRASIL Antônio Britto Presidente-executivo da Interfarma Rio de Janeiro, 19 de maio de 2014 Em cinco anos, a Interfarma dobrou o número de associadas 2008

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CFM ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA AMB

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CFM ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA AMB POSICIONAMENTO DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA - CFM, DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA AMB, DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA SBC, NA CONDIÇÃO DE REPRESENTANTES DA CLASSE MÉDICA BRASILEIRA E DA INTERFARMA

Leia mais

Relatório de Responsabilidade Socioambiental 2013

Relatório de Responsabilidade Socioambiental 2013 Relatório de Responsabilidade Socioambiental 2013 2011-2012 EXPEDIENTE Relatório Interfarma de Responsabilidade Socioambiental 2013 SUPERVISÃO Antônio Britto Presidente executivo Interfarma COORDENAÇÃO-GERAL

Leia mais

GUIA PRÁTICO DE ORIENTAÇÕES PARA TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO CÓDIGO DE CONDUTA Julho 2015

GUIA PRÁTICO DE ORIENTAÇÕES PARA TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO CÓDIGO DE CONDUTA Julho 2015 GUIA PRÁTICO DE ORIENTAÇÕES PARA TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO CÓDIGO DE CONDUTA Julho 2015 APRESENTAÇÃO O programa de treinamento e certificação do Código de Conduta da Interfarma foi criado com o objetivo

Leia mais

Patentes Farmacêuticas. Fórum Permanente de Direito Empresarial Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro EMERJ

Patentes Farmacêuticas. Fórum Permanente de Direito Empresarial Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro EMERJ Patentes Farmacêuticas Fórum Permanente de Direito Empresarial Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro EMERJ Jorge Raimundo, OBE Presidente do Conselho Consultivo da INTERFARMA Rio de Janeiro,

Leia mais

relatório de responsabilidade socioambiental 2011 ano-base 2010

relatório de responsabilidade socioambiental 2011 ano-base 2010 relatório de responsabilidade socioambiental 2011 ano-base 2010 Sumário 5 Apresentação 7 O papel da Interfarma 11 Introdução 17 Indicadores de Responsabilidade Socioambiental Empresarial 21 Gráficos 23

Leia mais

R E V I S Ã O 2 0 1 2

R E V I S Ã O 2 0 1 2 1 REVISÃO 2012 2 I N T E R F A R M A 3 Prefácio O novo Código de Conduta da Interfarma está em vigor desde o dia 1º de julho de 2012. O documento que, com enorme satisfação, agora apresentamos às autoridades,

Leia mais

SEÇÃO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS

SEÇÃO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS SEÇÃO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS O Código de Conduta da INTERFARMA surgiu em 2007, com o objetivo de formalizar o compromisso das empresas associadas à INTERFARMA em dirigir suas atividades e relacionamentos

Leia mais

ACORDO INÉDITO FIRMADO ENTRE CFM E INTERFARMA - 2012: EM DEFESA DAS BOAS PRÁTICAS NO RELACIONAMENTO ENTRE CLASSE MÉDICA E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

ACORDO INÉDITO FIRMADO ENTRE CFM E INTERFARMA - 2012: EM DEFESA DAS BOAS PRÁTICAS NO RELACIONAMENTO ENTRE CLASSE MÉDICA E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ACORDO INÉDITO FIRMADO ENTRE CFM E INTERFARMA - 2012: EM DEFESA DAS BOAS PRÁTICAS NO RELACIONAMENTO ENTRE CLASSE MÉDICA E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Camila Sarkovas Pedalini Advogada, Villaça Rodrigues &

Leia mais

Relatório de Responsabilidade Social 2010 ano base 2009

Relatório de Responsabilidade Social 2010 ano base 2009 Relatório de Responsabilidade Social 2010 ano base 2009 R e l a t ó r i o I n t e r f a r m a d e R e s p o n s a b i l i d a d e S o c i a l 2 0 1 0 a n o b a s e 2 0 0 9 1 sumário 5 Apresentação 6 A

Leia mais

EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE

EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE EMPREENDEDORISMO EM SAÚDE Luís Portela Porto Sumário 2 Enquadramento internacional de I&D em Saúde Um caso de empreendedorismo em Saúde em Portugal: Bial Health Cluster Portugal I&D em percentagem das

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO invepar índice Apresentação Visão, Missão, Valores Objetivos Princípios Básicos Pág. 4 Pág. 6 Pág. 7 Pág. 8 Abrangência / Funcionários Empresas do Grupo Sociedade / Comunidade

Leia mais

Diretrizes de Práticas Promocionais da Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda.

Diretrizes de Práticas Promocionais da Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. Diretrizes de Práticas Promocionais da Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. Diretrizes de Práticas Promocionais Daiichi Sankyo Brasil Janeiro de 2013 Este documento atende integralmente o Código de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA 1. DISPOSIÇÕES INICIAIS

CÓDIGO DE ÉTICA 1. DISPOSIÇÕES INICIAIS CÓDIGO DE ÉTICA 1. DISPOSIÇÕES INICIAIS 1.1. Este Código de Ética foi concebido pelo Conselho de Administração da Bolsa de Licitações e Leilões do Brasil (BLL) e é parte integrante do conceito operacional

Leia mais

COD FORNECEDOR FORNECEDOR DESCONTO 45663 3M DO BRASIL LTDA 7,5 2138796 ABBOTT LAB DO BRASIL LTDA 1,3 2138794 ABBOTT LAB DO BRASIL LTDA 5 59189 ABBOTT

COD FORNECEDOR FORNECEDOR DESCONTO 45663 3M DO BRASIL LTDA 7,5 2138796 ABBOTT LAB DO BRASIL LTDA 1,3 2138794 ABBOTT LAB DO BRASIL LTDA 5 59189 ABBOTT COD FORNECEDOR FORNECEDOR DESCONTO 45663 3M DO BRASIL LTDA 7,5 2138796 ABBOTT LAB DO BRASIL LTDA 1,3 2138794 ABBOTT LAB DO BRASIL LTDA 5 59189 ABBOTT LAB DO BRASIL LTDA. 3,3 3186077 ABBOTT LABORATORIOS

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ANALISTAS E PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTO DO MERCADO DE CAPITAIS - APIMEC SÃO PAULO CÓDIGO DE ÉTICA

ASSOCIAÇÃO DOS ANALISTAS E PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTO DO MERCADO DE CAPITAIS - APIMEC SÃO PAULO CÓDIGO DE ÉTICA ASSOCIAÇÃO DOS ANALISTAS E PROFISSIONAIS DE INVESTIMENTO DO MERCADO DE CAPITAIS - APIMEC SÃO PAULO CÓDIGO DE ÉTICA Anexo I. Código de Ética e Padrões de Conduta Profissional dos Profissionais de Investimento

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

PESQUISA INÉDITA DO CREMESP. 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos

PESQUISA INÉDITA DO CREMESP. 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos PESQUISA INÉDITA DO CREMESP 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos 80% dos médicos recebem visitas de representantes da indústria de medicamentos Estudo

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta O Código de Ética e Conduta do ESA - Externato Santo Antônio estabelece o comportamento esperado de todos aqueles que trabalham na, para e com a instituição, e tem por objetivo

Leia mais

XXXI CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA FARMACÊUTICA. Mercado de Trabalho para Médicos na Indústria Farmacêutica. Visão do Executive Search

XXXI CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA FARMACÊUTICA. Mercado de Trabalho para Médicos na Indústria Farmacêutica. Visão do Executive Search XXXI CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA FARMACÊUTICA Mercado de Trabalho para Médicos na Indústria Farmacêutica Visão do Executive Search Rudolf Mayer-Singule Novembro de 2005 QUESTÕES PARA

Leia mais

BB-BANCO DE INVESTIMENTO S.A. Procedimentos Específicos à Atividade de Pesquisa

BB-BANCO DE INVESTIMENTO S.A. Procedimentos Específicos à Atividade de Pesquisa BB-BANCO DE INVESTIMENTO S.A. Procedimentos Específicos à Atividade de Pesquisa 1. Natureza e Abrangência dos Procedimentos 1.1. Os Procedimentos Específicos à Atividade de Pesquisa ( Procedimentos ) constituem

Leia mais

Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo

Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo MEDIDAS DE ÉTICA E CONDUTA 1 - A empresa se encontra em situação regular com a Fazenda Federal? A empresa deve apresentar documento

Leia mais

FUNDAÇÃO PARA O REMÉDIO POPULAR FURP SETRM 2015 USP/GAESI

FUNDAÇÃO PARA O REMÉDIO POPULAR FURP SETRM 2015 USP/GAESI FUNDAÇÃO PARA O REMÉDIO POPULAR FURP SETRM 2015 USP/GAESI FLAVIO VORMITTAG Médico pediatra FMUSP Especialização Medicina Farmacêutica UNIFESP Mestrado em Administração de Empresas FEA USP FURP - Superintendente

Leia mais

Os Tribunais de Contas e a Lei de Acesso à Informação. Conselheiro Antonio Joaquim Presidente da ATRICON

Os Tribunais de Contas e a Lei de Acesso à Informação. Conselheiro Antonio Joaquim Presidente da ATRICON Os Tribunais de Contas e a Lei de Acesso à Informação Conselheiro Antonio Joaquim Presidente da ATRICON O que é a ATRICON 20 anos de fundação Representa conselheiros e auditores substitutos de conselheiros

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

CÓDIGO DE CONDUTA DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CÓDIGO DE CONDUTA DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A ASSESPRO A Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação - ASSESPRO, é constituída uma sociedade civil de direito

Leia mais

Código de Conduta Código de Conduta Daiichi Sankyo Brasil Janeiro de 2013

Código de Conduta Código de Conduta Daiichi Sankyo Brasil Janeiro de 2013 Código de Conduta Código de Conduta Daiichi Sankyo Brasil Janeiro de 2013 Palavra do Presidente Sabemos que uma companhia que tem como Missão Contribuir para a melhoria da qualidade de vida em todo o

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA TÍTULO I DA ÉTICA DA ORDEM DO MÉRITO SOCIAL CAPÍTULO I DAS REGRAS FUNDAMENTAIS

CÓDIGO DE ÉTICA TÍTULO I DA ÉTICA DA ORDEM DO MÉRITO SOCIAL CAPÍTULO I DAS REGRAS FUNDAMENTAIS CÓDIGO DE ÉTICA TÍTULO I DA ÉTICA DA ORDEM DO MÉRITO SOCIAL CAPÍTULO I DAS REGRAS FUNDAMENTAIS Art. 1º O exercício do Agente do Mérito do Elo Social exige conduta compatível com os preceitos deste Código,

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN 1 Introdução A EVEN conduz seus negócios de acordo com os altos padrões éticos e morais estabelecidos em seu Código de Conduta, não tolerando qualquer forma de corrupção e suborno.

Leia mais

Comitê de Ética em Pesquisa da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (CEP/Emescam) Regimento Interno

Comitê de Ética em Pesquisa da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (CEP/Emescam) Regimento Interno Comitê de Ética em Pesquisa da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (CEP/Emescam) Regimento Interno Das finalidades: Art. 1º O presente Regimento Interno contém as normas

Leia mais

Código de Ética, Conduta e Relacionamento

Código de Ética, Conduta e Relacionamento As normas éticas possuem como pressuposto as normas morais. A ética estabelece normas de conduta as quais são destinadas a regular os atos humanos tendentes à consecução dos fins a que se propõe. O não

Leia mais

Écom muito prazer que divulgo nosso Código de Ética e Conduta.

Écom muito prazer que divulgo nosso Código de Ética e Conduta. Código de Ética e Conduta Carta do Presidente Écom muito prazer que divulgo nosso Código de Ética e Conduta. Procuramos refletir todos os princípios éticos e padrões de conduta emanados pela nossa fundadora

Leia mais

PROGRAMA PAGAR A TEMPO E HORAS DIVULGAÇÃO DAS DÍVIDAS VENCIDAS HÁ MAIS DE 60 DIAS

PROGRAMA PAGAR A TEMPO E HORAS DIVULGAÇÃO DAS DÍVIDAS VENCIDAS HÁ MAIS DE 60 DIAS PROGRAMA PAGAR A TEMPO E HORAS DIVULGAÇÃO DAS DÍVIDAS VENCIDAS HÁ MAIS DE 60 DIAS 508094461 Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano E.P.E. Lista em 31/03/2013. Entidade Nome NIF DÍvida 9601002 3M PORTUGAL

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOS HUMANOS ABRH NACIONAL CÓDIGO DE CONDUTA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOS HUMANOS ABRH NACIONAL CÓDIGO DE CONDUTA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOS HUMANOS ABRH NACIONAL CÓDIGO DE CONDUTA Somos uma entidade essencialmente associativa, sem fins lucrativos, que dissemina o conhecimento do mundo do trabalho para desenvolver

Leia mais

4. Metodologia. 4.1. Tipo de Pesquisa

4. Metodologia. 4.1. Tipo de Pesquisa 4. Metodologia 4.1. Tipo de Pesquisa Para a classificação da pesquisa, foi utilizada como base a taxonomia apresentada por Vergara (1997), que a qualifica em relação a dois aspectos: quanto aos fins e

Leia mais

Código de Ética e Conduta do grupo Invepar

Código de Ética e Conduta do grupo Invepar Código de Ética e Conduta do grupo Invepar Edição: agosto/2014 1 ÍNDICE Visão, Missão e Valores 6 Fornecedores e prestadores de serviço 14 Objetivos 7 Brindes, presentes e entretenimento 15 Princípios

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL SANTA CRUZ

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL SANTA CRUZ REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL SANTA CRUZ 1. DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS O presente Regimento Interno visa disciplinar a constituição, ações, relações, avaliação e direção dos profissionais

Leia mais

Consumo de medicamentos em patologias seleccionadas

Consumo de medicamentos em patologias seleccionadas MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO Consumo de medicamentos em patologias seleccionadas O objectivo do presente estudo, produzido com contributos dos Gabinetes do Ministro da Saúde e do Secretário

Leia mais

CÂMARA DE REGULAÇÃO DO MERCADO DE MEDICAMENTOS SECRETARIA-EXECUTIVA

CÂMARA DE REGULAÇÃO DO MERCADO DE MEDICAMENTOS SECRETARIA-EXECUTIVA CÂMARA DE REGULAÇÃO DO MERCADO DE MEDICAMENTOS SECRETARIA-EXECUTIVA Atualizado em 28/09/2015 EMPRESA PROCESSO SITUAÇÃO A.L.B da Fonseca 25351.019498/2014-77 EM ANÁLISE A.L.B da Fonseca 25351.088191/2014-92

Leia mais

Código de Conduta Ética Setorial do Profissional de Compras - Organização Bradesco

Código de Conduta Ética Setorial do Profissional de Compras - Organização Bradesco Código de Conduta Ética Setorial do Profissional de Compras - Organização Bradesco Caros Colaboradores, A Organização Bradesco busca constantemente os mais altos padrões de comportamento ético e está comprometida

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DEFENDA BUSINESS PROTECTION SERVICES & SOLUTIONS Direitos Autorais Este documento contém informações de propriedade da Defenda Business Protection Services & Solutions. Nenhuma

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS ÉTICA, CONDUTA E INVESTIMENTO PESSOAL

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS ÉTICA, CONDUTA E INVESTIMENTO PESSOAL 1. 1. Ética e Conduta 1.1 Ética O princípio maior visa atos respaldados em valores éticos, respeitando os direitos da corretora e dos clientes, visando honrar seus compromissos. O cliente está em primeiro

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.982/2012 (publicada no D.O.U. de 27 de fevereiro de 2012, Seção I, p. 186-7) Dispõe sobre os critérios de protocolo e avaliação para o reconhecimento de

Leia mais

Políticas Corporativas. Código Interno de Ética

Políticas Corporativas. Código Interno de Ética Políticas Corporativas Versão: Janeiro de 2014 Área: Risco e Compliance Responsável: Leonardo Tavares Pereira Objetivo : Este Código tem por objetivo estabelecer os princípios, conceitos e valores que

Leia mais

Ministério da Indústria e do Comércio EMPRESA BRASILEIRA DE TURISMO DECRETO Nº 84.910, DE 15 DE JULHO DE 1980

Ministério da Indústria e do Comércio EMPRESA BRASILEIRA DE TURISMO DECRETO Nº 84.910, DE 15 DE JULHO DE 1980 EMBRATUR - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO DEC 84.910/80 1 Ministério da Indústria e do Comércio EMPRESA BRASILEIRA DE TURISMO DECRETO Nº 84.910, DE 15 DE JULHO DE 1980 Regulamenta dispositivos da Lei

Leia mais

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES?

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? VIII SIMPÓSIO MINEIRO DE INTERCORRÊNCIAS EM CIRURGIA PLÁSTICA OURO PRETO, 04 de abril de 2014 PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? EDUARDO SUCUPIRA Comissão de Marketing

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA. MSD PREV Sociedade de Previdência Privada

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA. MSD PREV Sociedade de Previdência Privada CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA MSD PREV Sociedade de Previdência Privada CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. PRINCÍPIOS ÉTICOS DO SISTEMA FECHADO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR... 3 3. CONDUTAS...

Leia mais

O nosso Portfólio. Natura IMB Hotels ANO 2014

O nosso Portfólio. Natura IMB Hotels ANO 2014 ANO 2014 O nosso Portfólio. O Grupo IMB é o maior Grupo Hoteleiro da região da Serra da Estrela. Privilegiamos sempre a excelência em cada serviço que prestamos a cada cliente e, em cada momento. Fazemos

Leia mais

Identidade Organizacional. Prezado,

Identidade Organizacional. Prezado, Prezado, Apresentamos a todos os colaboradores, o Código de Conduta da Bolt Transportes, que foi minuciosamente elaborado de acordo com os valores que acreditamos ser essenciais para o um bom relacionamento

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética MENSAGEM DA DIRETORIA A todos os dirigentes e empregados A Companhia de Seguros Aliança do Brasil acredita no Respeito aos princípios éticos e à transparência de conduta com as

Leia mais

GESPÚBLICA Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização NEP-MA- Núcleo da Excelência Pública no Estado do Maranhão

GESPÚBLICA Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização NEP-MA- Núcleo da Excelência Pública no Estado do Maranhão Código de Conduta do NEP-MA Nosso Credo Visão Ser reconhecido como Centro de Produção de Conhecimento na Área da Gestão Pública baseado em Padrões Internacionais de Excelência até 2020. Missão Apoiar a

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS 1.Objetivo geral: Apoiar tecnicamente a gestão e implementação das atividades dos Projetos de Fortalecimento da Assistência Farmacêutica (Termo de Cooperação

Leia mais

ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA

ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA TODOS OS PROTOCOLOS DE PESQUISA DEVEM SER SUBMETIDOS AO CEP VIA PLATAFORMA BRASIL Se você é um Usuário novo, acesse o link www.saude.gov.br/plataformabrasil

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1ª Fica instituído o Regimento Interno da da Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, em conformidade com o Decreto nº. 6.029 de 1º de fevereiro

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção)

PROJETO DE LEI N.º, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção) PROJETO DE LEI N.º, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção) Dispõe sobre a profissão de treinador de recursos humanos coaching e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS

Leia mais

ÉTICA NAS MÍDIAS SOCIAIS A internet a favor do nutricionista

ÉTICA NAS MÍDIAS SOCIAIS A internet a favor do nutricionista ÉTICA NAS MÍDIAS SOCIAIS A internet a favor do nutricionista 4º Encontro em Comemoração ao Dia do Nutricionista - Sineg Nut. Ju Tolêdo Certificada em Marketing Digital #agradecimentos Deus Sineg Equipe,

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO DISTRITO FEDERAL

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO CRM/DF nº 378/2015 (Publicada no DODF de 25 de março de 2015, Seção 03, p. 47) Dispõe sobre a instituição do Termo de Ajustamento de Conduta no âmbito da jurisdição do Conselho Regional de Medicina

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. O presente Código de Conduta da Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (a Companhia ), visa cumprir com as disposições do Regulamento

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA Febrafarma Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica

CÓDIGO DE CONDUTA Febrafarma Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica CÓDIGO DE CONDUTA Febrafarma Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica 1. Introdução 1.1 Este código estabelece diretrizes e normas de conduta relativas à interação das Entidades Associadas à Federação

Leia mais

PORTARIA PGR/MPF Nº 918 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2013 CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E DIRETRIZES

PORTARIA PGR/MPF Nº 918 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2013 CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PORTARIA PGR/MPF Nº 918 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2013 Institui a Política Nacional de Comunicação Social do Ministério Público Federal. O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética

Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética SUMÁRIO CONCEITO OBJETIVO ABRANGÊNCIA PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTOS CONFLITOS DE INTERESSE CONFIDENCIALIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESERVAÇÃO

Leia mais

Código de Ética. Capítulo 1 - DEFINIÇÕES PRELIMINARES

Código de Ética. Capítulo 1 - DEFINIÇÕES PRELIMINARES Código de Ética Considerando que: O Estatuto Social da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, ASSESPRO NACIONAL, estabelece a existência de um Código de Ética a ser observado

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Introdução O Código de Ética e Conduta do IRB Brasil RE tem por objetivo estabelecer as diretrizes gerais de comportamento que todos os colaboradores estão obrigados a seguir,

Leia mais

Raul Anselmo Randon Presidente do Conselho de Administração das Empresas Randon

Raul Anselmo Randon Presidente do Conselho de Administração das Empresas Randon Palavra do Presidente É com satisfação que editamos o Guia de Conduta Ética das Empresas Randon, um instrumento de comunicação que traduz os nossos valores e dá as diretrizes para as nossas ações profissionais,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Publicada no DJE/STF, n.10, p. 1-3 em 16/01/2015 RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre as prerrogativas, as responsabilidades, a competência e a atuação da Secretaria de Controle Interno

Leia mais

NOSSA VIDA É FACILITAR A SUA.

NOSSA VIDA É FACILITAR A SUA. NOSSA VIDA É FACILITAR A SUA. SUMÁRIO Carta do Diretor / Conselho de Administração... 03 Diretrizes... 04 Introdução... 05 Missão e Visão... 06 Valores... 07 Princípios e Condutas... 08 Comitê de Conduta

Leia mais

Suplemento número 324 Novembro 2015. Revista de ciência e tecnologia para a farmácia do século XXI

Suplemento número 324 Novembro 2015. Revista de ciência e tecnologia para a farmácia do século XXI Suplemento número 324 Novembro 2015 Revista de ciência e tecnologia para a farmácia do século XXI O Nº 1 DOS EUA 1 CHEGOU PARA ALIVIAR A DOR DE TODOS OS TIPOS DE ATLETAS. ATLETAS DE PRIMEIRA VIAGEM ATLETAS

Leia mais

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA 01. INTRODUÇÃO Este Código de Ética e Conduta é compatível com os princípios de sustentabilidade empresarial e reforça a atuação ética, transparente e legal da Oki Brasil no relacionamento

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br RELAÇÃO DOS MÉDICOS COM A INDÚSTRIA DE MEDICAMENTOS, ÓRTESES/ PRÓTESE E EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES Conhecer

Leia mais

Regimento Interno do Corpo Clínico do Hospital São Mateus.

Regimento Interno do Corpo Clínico do Hospital São Mateus. São Mateus. REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO HOSPITAL SÃO MATEUS LTDA [Digite EMISSÃO texto] Nº: 01 REVISÃO Nº: 02 DATA: 10/08/1998 DATA: 28/04/2011 Sumário Capitulo I : Das Definições e Objetivos do

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO DO BANRISUL

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO DO BANRISUL POLÍTICA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO DO BANRISUL A Política de Prevenção à Corrupção tem como objetivo dar visibilidade e registrar os princípios e valores éticos que devem nortear a atuação dos empregados,

Leia mais

NORMAS DE CONDUTA PROFISSIONAL DO BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL (BBO) Capítulo I - Disposições Preliminares

NORMAS DE CONDUTA PROFISSIONAL DO BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL (BBO) Capítulo I - Disposições Preliminares NORMAS DE CONDUTA PROFISSIONAL DO BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL (BBO) Capítulo I - Disposições Preliminares Artigo 1º. As Normas de Conduta Profissional do Board Brasileiro de Ortodontia

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11. TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11. Dispõe sobre a atividade de agente autônomo de investimento. A PRESIDENTE DA

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO PARCEIRO DE NEGÓCIOS DA MSD

CÓDIGO DE CONDUTA DO PARCEIRO DE NEGÓCIOS DA MSD CÓDIGO DE CONDUTA DO PARCEIRO DE NEGÓCIOS DA MSD Nossos valores e padrões para parceiros de negócios Código de conduta do parceiro de negócios da MSD [edição II] Dezembro de 2015 A MSD compromete-se com

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA CELULOSE NIPO-BRASILEIRA S.A. - CENIBRA

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA CELULOSE NIPO-BRASILEIRA S.A. - CENIBRA CELULOSE NIPO-BRASILEIRA S.A. - CENIBRA Belo Oriente, 24 de julho de 2014. A todos os empregados e parceiros, Ao elaborar este Código de Conduta Ética, a CENIBRA reafirma o seu compromisso público com

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

PRINCIPAIS MERCADOS DE ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS(P OR PAÍS)* US$ BILHÕES

PRINCIPAIS MERCADOS DE ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS(P OR PAÍS)* US$ BILHÕES PRINCIPAIS MERCADOS DE ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS(P OR PAÍS)* US$ BILHÕES Estados Unidos 150 Japão 58 Alemanha 17 França 16 Italia 11 Reino Unido 11 Canadá 6 Espanha 6 México 5,6 Brasil 5,4 PRINCIPAIS

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA G UPO

CÓDIGO DE ÉTICA G UPO CÓDIGO DE ÉTICA G UPO 1 Sumário APRESENTAÇÃO... 2 1. APLICABILIDADE... 3 ESCLARECIMENTOS... 3 O COMITÊ DE ÉTICA... 3 ATRIBUIÇÕES DO COMITÊ... 3,4 2. ASSUNTOS INTERNOS... 4 OUVIDORIA... 4 PRECONCEITO...

Leia mais

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Regulamenta as condições para o funcionamento de empresas sujeitas

Leia mais

Ética Saúde Acordo Setorial Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos e. Guia de Implementação

Ética Saúde Acordo Setorial Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos e. Guia de Implementação Ética Saúde Acordo Setorial Importadores, Distribuidores e Fabricantes de Dispositivos Médicos Guia de Implementação A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (ABRAIDI) está

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 5.554, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção)

PROJETO DE LEI N.º 5.554, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 5.554, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção) Dispõe sobre a profissão do profissional de coaching (coach), e dá outras providências. DESPACHO: ÀS COMISSÕES DE: TRABALHO,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 001/2010

RESOLUÇÃO Nº 001/2010 RESOLUÇÃO Nº 001/2010 ALTERA O REGIMENTO INTERNO DA OUVIDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS. O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 18, inciso XVII,

Leia mais

ANEXO I DO OBJETO. 3) Os profissionais contratados deverão providenciar o cadastramento junto ao corpo clínico da CONTRATANTE, como membros efetivos;

ANEXO I DO OBJETO. 3) Os profissionais contratados deverão providenciar o cadastramento junto ao corpo clínico da CONTRATANTE, como membros efetivos; ANEXO I DO OBJETO Descrição da PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM NEUROCIRURGIA E NEUROLOGIA AOS PACIENTES DO HOSPITAL, PRONTO SOCORRO ADULTO, PRONTO SOCORRO INFANTIL E AMBULATÓRIO, compreendendo as seguintes funções:

Leia mais

POLÍTICA GLOBAL DA ASTRAZENECA INTERAÇÕES EXTERNAS

POLÍTICA GLOBAL DA ASTRAZENECA INTERAÇÕES EXTERNAS POLÍTICA GLOBAL DA ASTRAZENECA INTERAÇÕES EXTERNAS ESTA POLÍTICA DESCREVE OS REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA HONRAR NOSSO COMPROMISSO DE TRABALHAR DENTRO DOS MAIS ALTOS NÍVEIS DE INTEGRIDADE EM TODAS AS INTERAÇÕES

Leia mais

GUIA EMPRESAS ASSOCIADAS DADOS DO MERCADO/ PESQUISA DATAFOLHA ACESSO FINANCIAMENTO TRIBUTOS INFORMALIDADE INOVAÇÃO PESQUISA CLÍNICA

GUIA EMPRESAS ASSOCIADAS DADOS DO MERCADO/ PESQUISA DATAFOLHA ACESSO FINANCIAMENTO TRIBUTOS INFORMALIDADE INOVAÇÃO PESQUISA CLÍNICA 2014 GUIA 1 EMPRESAS ASSOCIADAS 2 DADOS DO MERCADO/ PESQUISA DATAFOLHA 3 ACESSO FINANCIAMENTO TRIBUTOS INFORMALIDADE 4 INOVAÇÃO PESQUISA CLÍNICA 5 MEDICAMENTOS BIOLÓGICOS 6 DOENÇAS RARAS 7 CÓDIGO DE CONDUTA

Leia mais

ÍNDICE. Mensagem do Conselho de Administração... Valores e Crenças... Abrangência e escopo... Compromissos de conduta... 1. Ambiente de trabalho...

ÍNDICE. Mensagem do Conselho de Administração... Valores e Crenças... Abrangência e escopo... Compromissos de conduta... 1. Ambiente de trabalho... CÓDIGO DE ÉTICA CÓDIGO DE ÉTICA ÍNDICE Mensagem do Conselho de Administração... Valores e Crenças... Abrangência e escopo... Compromissos de conduta... 1. Ambiente de trabalho... 2. Bens da Queiroz Galvão

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 233, de 2011.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 233, de 2011. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 233, de 2011. Dispõe sobre as condições de constituição, organização, funcionamento e extinção de entidades autorreguladoras

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO

CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO CÓDIGO DE ÉTICA DA BB PREVIDÊNCIA FUNDO DE PENSÃO BANCO DO BRASIL INTRODUÇÃO Este Código de Ética é público e reúne diretrizes que norteiam o comportamento dos Conselheiros, Dirigentes e Colaboradores

Leia mais

21º Congresso APIMEC: O Papel do Mercado de Capitais em um Mundo Sustentável. Autorregulação e a Atividade do Profissional de Investimento

21º Congresso APIMEC: O Papel do Mercado de Capitais em um Mundo Sustentável. Autorregulação e a Atividade do Profissional de Investimento 21º Congresso APIMEC: O Papel do Mercado de Capitais em um Mundo Sustentável Autorregulação e a Atividade do Profissional de Investimento Marcelo Giufrida - Presidente da ANBIMA Agosto/2010 REPRESENTA

Leia mais

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Maio de 2012 Versão 1.1 1. INTRODUÇÃO O presente Regulamento é fundamental para reger as operações-chave do programa de Certificação Profissional FEBRABAN.

Leia mais

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01 REGIMENTO INTERNO O presente Regimento Interno, dirigido aos associados da ONG Brigada 1, inscrita no CNPJ 05.840.482/0001-01 e previsto no Art. 4º do Capítulo II do Estatuto da Instituição, visa estabelecer

Leia mais

Institui, no âmbito do Programa de Pesquisa em Biodiversidade - PPBio, a Política de Dados.

Institui, no âmbito do Programa de Pesquisa em Biodiversidade - PPBio, a Política de Dados. PORTARIA Nº 693, DE 20 DE AGOSTO DE 2009 Institui, no âmbito do Programa de Pesquisa em Biodiversidade - PPBio, a Política de Dados. O MINISTRO DE ESTADO DA CIÊNCIA E TENOLOGIA, no uso de suas atribuições

Leia mais

PROGRAMA DE PONTUAÇÃO PARTICIPATIVA

PROGRAMA DE PONTUAÇÃO PARTICIPATIVA PROGRAMA DE PONTUAÇÃO PARTICIPATIVA 1 INTRODUÇÃO O desenvolvimento das ações promovidas no decorrer deste projeto, terão como resultado o estreitamento dos laços Cooperado\Cooperativa que vai integrar

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA E PROCESSAMENTO Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes (11) 3256-1321 abraidi@abraidi.com.br www.abraidi.com.br 1ª. Edição 2014 REGIMENTO

Leia mais

O desafio de construir sem degradar

O desafio de construir sem degradar Construindoum um mundosustentável O desafio de construir sem degradar Missão Missão Promover, divulgar e fomentar a utilização dos conceitos e tecnologias sustentáveis na Construção Civil. Escopo Espaço

Leia mais

Sistema Eletrônico de Rastreamento e Autenticidade de Medicamentos

Sistema Eletrônico de Rastreamento e Autenticidade de Medicamentos RELATÓRIO PRELIMINAR Sistema Eletrônico de Rastreamento e Autenticidade de Medicamentos SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ETCO NOSSOS OBJETIVOS ÁREAS DE ATUAÇÃO PRINCIPAIS PROJETOS CÂMARAS SETORIAIS CÂMARA SETORIAL

Leia mais

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 180 da Constituição, decreta:

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 180 da Constituição, decreta: DECRETO-LEI Nº 9.295/46 Cria o Conselho Federal de Contabilidade, define as atribuições do Contador e do Guardalivros e dá outras providências. O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere

Leia mais

1.4. Seu conteúdo e aprovação são de responsabilidade da Comissão de Certificação de Correspondentes do Instituto Totum.

1.4. Seu conteúdo e aprovação são de responsabilidade da Comissão de Certificação de Correspondentes do Instituto Totum. 1. 1.1. O referente à Certificação de Correspondentes no País Modalidade Transacional (chamado a partir de agora de ), tem por base a legislação que rege a atuação dos correspondentes no País, pela atuação

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 Dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades

Leia mais