Aplicação 3D de Apoio à Cidadania Virtual

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aplicação 3D de Apoio à Cidadania Virtual"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO Aplicação 3D de Apoio à Cidadania Virtual DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM COMUNICAÇÃO E MULTIMÉDIA ÂNGELA MARIA DA SILVA GUEDES AUGUSTO Vila Real, 2008

2 Aplicação 3D de Apoio à Cidadania Virtual Ângela Maria da Silva Guedes Augusto Orientadores: José Benjamim Ribeiro da Fonseca Luís Gonzaga Mendes Magalhães

3 DEDICATÓRIA Aos meus pais por todo o amor dedicado. i

4 RESUMO Com o progresso da internet e o aparecimento de novas formas de comunicação, muitas são as aplicações que são desenvolvidas com o intuito de dar apoio à cidadania virtual, levando ao aparecimento de novas formas de interacção social entre os utilizadores da internet. Ora, tais aplicações vão desde simples páginas Web a sistemas de videoconferência e ambientes virtuais colaborativos. Também os governos, como o português, cientes da mais-valia da cidadania virtual, apostaram na criação de serviços on-line, como o portal do cidadão. Os ambientes virtuais colaborativos são uma área que tem contribuído para o desenvolvimento do trabalho cooperativo suportado por computador (CSCW). Aliás, o CSCW pode ser encarado como uma área que estuda a forma como as pessoas trabalham em grupo, e como os computadores e as novas tecnologias podem ajudar a suportar essa colaboração. É objectivo desta dissertação o desenvolvimento de uma aplicação 3D de apoio à cidadania virtual. Para tal, pretende-se criar uma sala virtual para conferência, para que esta possa ser utilizada pelos cidadãos de forma a poderem expressar-se. Assim, poderá ser utilizada por juntas de freguesia ou mesmo por outras entidades particulares, como empresas, que aí queiram fazer as suas reuniões. Para construirmos a aplicação, utilizámos o ambiente virtual colaborativo Second Life, que permite, com as ferramentas que disponibiliza e com a sua linguagem de programação (lsl), a criação de uma sala 3D, a implementação de videoconferência, e a criação de mecanismos de gestão da comunicação. Toda a comunicação dentro do Second Life é controlada recorrendo a um botão, um microfone, um gestor e um registo. O cliente necessita apenas de ter instalado o Second Life, de possuir uma webcam e um programa de captura de vídeo, que é enviado para o servidor. Desta forma, qualquer pessoa que queira participar na reunião necessita apenas de registar-se e fazer o seu pedido de intervenção. Aquando da sua vez de falar o streaming do seu vídeo será mostrado num ecrã construído dentro do Second Life para o efeito. Palavras-chave: Videoconferência, Trabalho Cooperativo Suportado por Computador, Ambientes Virtuais Colaborativos, Cidadania Virtual ii

5 ABSTRACT With the progress of the Internet and the emergence of new means of communication, there are many applications being developed with the aim of providing support to the virtual citizenship, leading to the emergence of new forms of social interaction between users of the Internet. However, such applications could range from simple web pages to video conferencing systems and collaborative virtual environments. Governments, like the Portuguese, are aware of the added value of virtual citizenship, had bet on the creation of online services, such as the portal of the citizen. Collaborative virtual environments is an area that has contributed to the development of computer supported cooperative work (CSCW). Indeed, the CSCW can be seen a research area that studies how people work in groups, and how the computers and new technologies can help support this cooperation. The main goal of this dissertation is the development of a 3D application to support virtual citizenship. So, the intention is to create a virtual conference room that can be used by citizens to express themselves. In this way, it can be used by City Halls or other private entities such as companies, who intend to conduct their meetings. To build the application, we have used the collaborative virtual environment Second Life, which provides the necessary tools and a programming language (LSL), for the creation of a 3D room, the implementation of videoconferencing, and the creation of mechanisms for the management of communication. All communication inside the Second Life is controlled by a button, a microphone, a manager and a record. The user only needs to have Second Life installed, a web camera and a program to capture the video, which is sent to the server. In this way, anyone who wants to participate in the meeting only needs to register and make the request for intervention. During his/her turn to speak the streaming of its video will be displayed on a screen built into the Second Life for this purpose. Keywords: Videoconference, Computer Supported Cooperative Work, Collaborative Virtual Environment, Virtual Citizenship iii

6 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar agradeço aos meus orientadores José Benjamim Ribeiro da Fonseca e Luís Gonzaga Magalhães por todo o esforço, dedicação, empenho, pelo tempo dispendido nas reuniões e pela vontade demonstrada em me ajudar a superar os problemas e as situações menos boas que foram acontecendo. Sem a vossa orientação e incentivo teria sido tudo muito mais difícil! Também aqui fica o meu muito obrigado ao Professor Leonel Morgado pela sua imprescindível ajuda e boa vontade em me ajudar na solução de alguns problemas. À Professora Paula Oliveira pelo apoio e incentivo prestado nos momentos de indecisão e angústia, levando-me a percorrer o caminho até aqui. Também aqui quero deixar a minha mensagem de agradecimento aos meus amigos, sobretudo àqueles que sempre me apoiaram e incentivaram, sem nunca baixarem os braços quando precisei. A todos obrigado pelo apoio e amizade incondicional! Em último lugar quero deixar a minha mensagem de agradecimento à minha família, em especial àqueles que são os responsáveis por estar a escrever estas linhas: os meus pais. A eles o meu muitíssimo obrigado pelo infindável amor, carinho, dedicação, compreensão e força que me deram no decorrer desta dissertação. Um obrigado também à minha afilhada, que mesmo sendo ainda de tenra idade foi para mim fonte de inspiração e alento nas horas mais difíceis. A todos os restantes familiares que sempre acreditaram em mim, apoiando-me e incentivando-me, obrigado. iv

7 ÍNDICE Dedicatória... i Resumo... ii Abstract... iii Agradecimentos...iv Índice... v Lista de Abreviaturas e de Siglas... viii Índice de Figuras... ix Índice de Tabelas... xi Capítulo 1 Introdução Enquadramento Objectivos Estrutura da dissertação... 3 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Videoconferência Sistemas de Videoconferência Análise Comparativa dos Sistemas de Videoconferência v

8 2.2. Interacção Social CSCW e Groupware Ambientes Virtuais Colaborativos Análise Comparativa de Ambientes Virtuais Colaborativos Second Life Economia A tecnologia por detrás do Second Life A educação LSL-Linden Scripting Language Capítulo 3-Modelo proposto Objectivo Especificação da plataforma Videoconferência Mecanismos de comunicação Modelo completo da plataforma Capítulo 4- Implementação Construção da sala no Second Life Modelo de comunicação vi

9 4.3. Gestão da Comunicação Mecanismo de inscrição na reunião Capítulo 5- Conclusões e trabalho futuro Conclusões Trabalho Futuro Referências bibliográficas vii

10 LISTA DE ABREVIATURAS E DE SIGLAS CSCW Computer Supported Cooperative Work CVE - Collaborative Virtual Environment LSL- Linden Scripting Language SL Second Life SMIL Synchronized Multimedia Integration Language viii

11 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1-Interface do sistema Netmeeting, [5]... 9 Figura 2-Interface do sistema Earthlink Conference Manager, [8] Figura 3-Modelo de Comunicação, [10] Figura 4-Ambiente Virtual Colaborativo Second Life, [42] Figura 5-Star Wars Web Site, [27] Figura 6-Active Worlds, [28] Figura 7-Interface Barbie Girls, [34] Figura 8-Santord University no SL, [42] Figura 9-Exemplo da linguagem de programação lsl Figura 10-Esquema da sala Figura 11-Modelo de apresentação do vídeo Figura 12-Disposição dos ecrãs de visualização Figura 13-Esquema de movimentação do microfone Figura 14-Esquema de funcionamento dos botões Figura 15-Esquema de funcionamento do botão de intervenção Figura 16- Modelo da disposição dos elementos na sala ix

12 Figura 17-Arquitectura dos componentes da plataforma Figura 18-Elementos que constituem a sala Figura 19-Disposição dos elementos na mesa Figura 20-Fluxograma de gestão da comunicação Figura 21-Excerto do script do gestor Figura 22-Excerto do script da lista do gestor Figura 23-Excerto do script do gestor na troca de mensagens Figura 24-Excerto do script do botão Figura 25-Excerto do script do microfone x

13 ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1- Análise Comparativa dos Sistemas de Videoconferência Tabela 2- Análise Comparativa de Ambientes Virtuais Colaborativos xi

14 Capítulo 1 Introdução CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1

15 Capítulo 1 Introdução 1.1. Enquadramento A globalização tem na Internet o seu motor essencial e as instituições públicas sentiram a necessidade de se adaptar a esta realidade. Hoje, com a internet, temos uma maior facilidade de acesso à informação e a produtos, sendo já comum entre os cidadãos o uso do comércio electrónico. O e-government é um processo electrónico que inclui novos serviços e que tem como objectivo aumentar a eficiência e a eficácia do sector público. O e-government e os seus novos serviços resultaram numa alteração da sociedade e das vidas dos cidadãos. Estes têm então acesso a serviços que lhes dão acesso a informação governamental e serviços públicos de uma maneira mais fácil do que tem sido até há bem pouco tempo. Muitos governos, tais como o português, estão a investir neste novo tipo de serviços [1]. No que diz respeito ao nosso país temos o exemplo da entrega do IRS que está disponível on-line há vários anos e é já usado de uma forma generalizada. Para as entidades públicas é também uma mais valia disponibilizar meios que permitam libertar os seus serviços de atendimento. Quanto menos cidadãos se deslocarem aos balcões mais rápidos se tornam os serviços, aumentando a eficácia da administração pública. Cada vez mais se desenvolvem aplicações e serviços cujo objectivo é dar apoio à cidadania virtual. Exemplo disso é o portal do cidadão que tem vários serviços disponíveis. Contudo, tais aplicações não têm que ser apenas páginas web, pois já são muitos os ambientes virtuais colaborativos que permitem aquilo a que chamamos de cidadania virtual. Exemplos disso são os ambientes virtuais colaborativos There, Active Worlds e Second Life, que permitem a criação de salas destinadas a debates, e no caso do Second Life tem em vários locais salas destinadas a reuniões e realização de debates, podendo ser vistas como salas para apoio à cidadania virtual. Neste contexto é objectivo desta dissertação o desenvolvimento de uma aplicação 3D de apoio à cidadania virtual. O desenvolvimento deste tipo de trabalho prende-se com o facto de ser importante disponibilizar aos cidadãos meios de se expressarem e debaterem as suas ideias, sem serem necessárias deslocações. Pretende-se, portanto, desenvolver uma aplicação que possa ser utilizada por qualquer cidadão ou organismo, para aqui poderem realizar as suas reuniões, bem como expressarem-se acerca de assuntos de interesse públicos. A ideia é apoiar a cidadania dando voz aos cidadãos, possibilitando reuniões virtuais. 2

16 Capítulo 1 Introdução 1.2. Objectivos O principal objectivo desta dissertação é a criação de uma plataforma virtual de apoio à cidadania, de uso fácil e intuitivo. Tal plataforma será elaborada recorrendo a ferramentas 3D e a dispositivos auxiliares de videoconferência que, em conjunto, irão permitir a um qualquer cidadão poder expressar-se e debater as suas ideias, com outros cidadãos, tendo como ferramenta básica a videoconferência, e dispondo de um ambiente 3D que permite uma maior sensação de presença dos outros utilizadores e transmite algum realismo. É também objectivo deste trabalho que esta plataforma esteja disponível a qualquer pessoa, independentemente da sua localização geográfica Estrutura da dissertação Esta dissertação de Mestrado, para além deste capítulo inicial de Introdução, que apresenta o enquadramento e os objectivos definidos para esta dissertação, apresenta ainda um conjunto de quatros capítulos descritos a seguir. O capítulo 2, Revisão do Estado da Arte, está dividido em duas secções: uma dedicada à Videoconferência e outra à Interacção Social. Na secção de Videoconferência é feita uma breve introdução ao assunto, dando especial relevo a alguns dos sistemas de videoconferência mais conhecidos e/ou utilizados, fazendo-se uma breve análise comparativa dos mesmos. Na secção de Interacção Social faz-se também uma breve introdução ao assunto, dando especial atenção ao trabalho cooperativo suportado por computador, ao groupware, e aos ambientes virtuais colaborativos. Faz-se ainda uma breve análise comparativa dos ambientes virtuais colaborativos estudados. No capítulo 3, Modelo Proposto, tal como o título refere, aborda-se o modelo proposto nesta dissertação, sendo feita a descrição do sistema que se pretende implementar indicando os objectivos que levaram à escolha dos seus elementos e apresentando a sua arquitectura genérica. 3

17 Capítulo 1 Introdução No capítulo 4, Implementação, é apresentada a implementação do modelo que foi definido, justificando as escolhas efectuadas. No capítulo 5, Conclusões e Trabalho Futuro, é feita uma análise crítica do trabalho desenvolvido, com especial atenção ao cumprimento dos objectivos propostos, e são apresentadas algumas indicações de trabalho futuro. 4

18 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte CAPÍTULO 2 REVISÃO DO ESTADO DA ARTE 5

19 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Neste capítulo é feita uma revisão dos temas relevantes para a prossecução do objectivo definido para esta dissertação. Assim, inicia-se esta revisão com o estudo dos sistemas de videoconferência e das características e funcionalidades presentes em alguns desses sistemas. Com esta revisão procura-se identificar as características mínimas que deverão estar presentes no sistema que se pretende desenvolver. Mas como a plataforma a desenvolver pretende ser um local onde os cidadãos se possam encontrar virtualmente para debater questões relacionadas com a sua área de residência, efectuou-se um estudo sobre ambientes de interacção social proporcionados pelas novas tecnologias, nos quais se incluem os ambientes virtuais colaborativos. Por último, é analisado mais em pormenor o ambiente virtual colaborativo que foi seleccionado para o desenvolvimento da plataforma Videoconferência Nos últimos anos e, ao mesmo tempo que as redes de computadores evoluem, tem-se vindo a notar o crescimento de novas formas de comunicação entre os utilizadores da internet. Tal crescimento deve-se à criação de ambientes computacionais que permite interligar utilizadores geograficamente distantes, constituindo o que habitualmente se designa como web social. Muitos dos sistemas e ambientes computacionais que hoje são utilizados para interacção social recorrem a ferramentas de videoconferência. Videoconferência é a transmissão síncrona de áudio, vídeo e dados entre dois ou mais utilizadores situados em pontos físicos distantes, em tempo real, dando a sensação de se encontrarem fisicamente no mesmo espaço [2]. Reuniões, cursos, conferências, debates e palestras podem ser realizadas como se todos os participantes estivessem fisicamente no mesmo espaço, como se estivessem sentados todos à volta de uma mesa. É ainda possível compartilhar programas de computador, fazer apresentações, vídeos, etc. De facto, a videoconferência é hoje em dia um meio muito utilizado, quer pelas universidades e outras instituições de ensino, nomeadamente no ensino à distância, quer nas empresas, uma vez que permite diminuir os gastos com deslocações. Por exemplo, na medicina uma vez que permite reunir rapidamente especialistas para diagnosticar um caso de emergência. Nos sistemas de videoconferência podemos destacar os seguintes elementos chave [3]: 6

20 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte participante, que é apenas o utilizador da conferência; coordenador, pessoa que em alguns casos controla a conferência e detém poder sobre ela; interlocutor, que pode ser definido como o utilizador que num determinado instante tem o direito à palavra. Há ainda características que se devem ter em conta quando se constrói um sistema de videoconferência. De entre essas características destacam-se as seguintes [3]: qualidade de áudio e vídeo: muito importante para que haja uma melhor comunicação; quanto maior a qualidade mais largura de banda requer; encriptação, para garantir a privacidade dos utilizadores bem como das suas conversas; gravação da videoconferência: um aspecto muito importante que nem todos os sistemas têm. Este tipo de opção permite por exemplo que um aluno reveja uma aula, recordando os assuntos que desejar; existência de um coordenador da videoconferência, indispensável para manter a organização e o bom funcionamento; capacidade de trocar informações com outros sistemas. Tal é possível através do uso de padrões comuns para a codificação de áudio e vídeo; permitir a partilha de documentos: importante quando existe um grupo com utilizadores fisicamente separados que trabalham para um objectivo comum. 7

21 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Sistemas de Videoconferência Existem inúmeros sistemas de videoconferência, dos mais simples aos mais complexos, desde os gratuitos aos proprietários. Como tal, procedeu-se a uma selecção daqueles que são considerados os mais utilizados e/ou os mais conhecidos [2]: Vrvs - virtual rooms videoconferencing [4]; Isabel [2]; Netmeeting [5]; Conference xp [6]; Ivisit [7]; Earthlink Conference Manager [8]; Mirial [9]; Global Live talk [10]; LiveMeeting [ 11]; Custom Chat [12]; Dimdim [13]; Sightspeed [14]; Globalmist [15]; Dwyco [16]. A seguir, descreve-se resumidamente cada um deles, destacando as características que cada um possuí. Posteriormente será feita uma análise na Tabela 1 que, apresenta as características mais comuns aos sistemas. Vrvs O sistema VRVS (virtual rooms videoconferencing) tem como objectivo oferecer serviços de videoconferência e trabalho colaborativo de baixo custo que use o mínimo possível de largura de banda. Permite a comunicação bidireccional e, os utilizadores podem ainda utilizar áudio, vídeo, chat e whiteboards. Quando o utilizador vai a uma sala de videoconferência o chat é logo accionado [4]. 8

22 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Isabel Isabel é um sistema de videoconferência multiponto, podendo ser utilizado em computadores com software Linux e Windows, e permite telemeeting (telereunião), teleclasse, teleconferência, serviços ad-hoc, antena Web (difusão através da Web), gravador, e partilha de aplicações. Dispõe ainda de áudio, vídeo e whiteboard [2]. Netmeeting O sistema NetMeeting é um programa desenvolvido pela Microsoft, e permite a participação de vários indivíduos em conferências, reuniões ou encontros, tendo acesso ainda a um conjunto de ferramentas tais como, whiteboard, troca de ficheiros e chat. Permite ainda: que um determinado utilizador dê autorização a outro para controlar o seu computador; a partilha de aplicações do ambiente de trabalho; a partilha do whiteboard [5]. Figura 1-Interface do sistema Netmeeting, [5] Conference Xp Conference Xp é uma plataforma partilhada de videoconferência e está optimizada para redes multicast, podendo ser utilizadas pelas universidades, pelos governos e ainda por grupos de trabalho [6]. 9

23 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Ivisit Ivisit é um sistema de videoconferência que dispõe de ferramentas de colaboração para PC e Mac. Permite combinar videoconferência, áudio, vídeo, instant messaging, partilha de imagens, vídeos e músicas [7]. Earthlink Conference Manager Earthlink Conference Manager é um software gratuito para videoconferência que funciona também como sistema de videochat. Permite criar as nossas próprias sessões, com as características que entendermos apropriadas, a partilha de documentos, e a comunicação com utilizadores de outras plataformas [8]. Figura 2-Interface do sistema Earthlink Conference Manager, [8] Mirial O sistema Mirial é um cliente de software para videoconferência que permite ao utilizador conduzir uma sessão de videoconferência do seu local de trabalho. Permite ainda guardar as chamadas recebidas, as efectuadas - permitindo depois ao utilizador rever determinado diálogo. Permite ainda a partilha de documentos e/ou whiteboard, e a transferência de ficheiros [9]. 10

24 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Global Live Talk O sistema Global Live Talk permite fazer demonstrações de produtos on-line, colaborar com outros utilizadores em tempo real, e tem ao dispor do utilizador cinco salas de uso ilimitado. O utilizador tem ainda ao seu dispor: vídeo, áudio, whiteboard. Pode também partilhar páginas Web, imagens, e ainda usar o chat para conversação - características que serão analisadas na Tabela 1. O utilizador pode definir qual o seu estado (ausente, ocupado, etc.) bem como, receber um alerta sempre que alguém entra [10]. Figura 3-Modelo de Comunicação, [10] Live Meeting O sistema Live Meeting é um serviço de conferência web que permite a ligação entre os seus utilizadores e possibilita a sua participação em reuniões. Cada utilizador pode dar início à sua apresentação ou ao seu debate a partir de casa ou do seu local de trabalho, portanto, sem necessidade de deslocações. O Live Meeting (versão 2007) reúne ainda vários canais de comunicação: vídeo ao vivo e gravado, salas de conversação, a partilha de slides, áudio Voip, ferramentas para os participantes fazerem comentários, chat, e whiteboard [11]. Custom Chat Custom Chat é um sistema de videoconferência que permite ao utilizador construir a sua própria sala de conferência, podendo até construir a sua própria comunidade. Os utilizadores podem usar chat por voz ou a sua webcam, configurar a sala, falar em privado com apenas um utilizador ou com um grupo por ele definido e podem ignorar outros utilizadores. 11

25 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Para o uso cooperativo, este sistema permite ao seus utilizadores ter debates on-line, suportados por vídeo, áudio, diagramas, figuras, etc [12]. Dimdim Dimdim é um sistema gratuito de web meeting baseado numa plataforma open source. Permite a partilha do ambiente de trabalho, apresentação de slides/power-points, bem como falar, ouvir, usar o chat, e usar vídeo através da webcam [13]. Sightspeed O sistema Sightspeed permite aos seus utilizadores interagirem através de: vídeo chat, permitindo contactar com qualquer pessoa da rede, a qualquer altura; chamadas de voz, permitindo até juntar várias pessoas numa só chamada; mensagens instantâneas; vídeo s, uma alternativa aos s, uma vez que permite por exemplo a personalização da mensagem [14]. GlobalMist GlobalMist é um software para videoconferência que permite conferência de áudio e vídeo. Além disso permite o intercâmbio de documentos power-point, a execução de aplicações, e conferências com múltiplos participantes. Permite ainda a gravação das videoconferências e o controlo das mesmas [15]. Dwyco Dwyco vídeo conferencing system permite ao utilizador ver e ouvir as pessoas que encontra on-line, em tempo real. Este sistema possui: diferentes servidores e diferentes directorias para diferentes interesses; chat privado e público; 12

26 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte conferência áudio completa possibilitando a conversa com várias pessoas ao mesmo tempo; Permite o envio e recepção de mensagens de áudio e vídeo, mesmo quando alguém não está on-line. As salas de conversação podem ser construídas por qualquer um, e protegidas por uma palavra-chave. Permite também a transferência de ficheiros enquanto a conferência está a decorrer e múltiplas ligações ao mesmo tempo [16] Análise Comparativa dos Sistemas de Videoconferência Tal como se pode verificar através de uma análise da Tabela 1, a maioria dos sistemas de videoconferência possuem ferramentas de áudio, vídeo e chat. Já relativamente à transferência de dados e partilha de aplicações, só alguns sistemas é que possuem essas características, como é o caso do sistema Netmeeting. Ficaram ainda de fora desta tabela características como a comunicação cm outras plataformas e a mudança de status, pois não foi possível verificar a sua existência na grande maioria dos sistemas estudados. Aliás, são apenas avaliadas as características mencionadas na tabela por serem as mais comuns à maioria dos sistemas analisados. Existem certas características que poderão eventualmente variar consoante as versões. No sistema Netmeeting, a opção Mudança Status apenas tem disponível a opção Não incomodar. Há também sistemas que apenas facultam a utilização gratuita até um certo limite. É o caso do sistema Ivisit, em que a configuração básica é gratuita, mas as opções Desktop Premium e Desktop +Mobile Premium já são proprietárias. No caso do sistema Sigthspeed, é apenas gratuito para utilizadores particulares, isto é, para uso sem fins comerciais. 13

27 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Características Netmeeting Vrvs Isabel Conference Xp Ivisit Earthlink Conference Manager Mirial Áudio Vídeo Chat Transferência dados Partilha de aplicações Comunicação Bidireccional Whiteboard Telemeeting Teleclasse Teleconferência Serviços ad-hoc Antena Web Gravador Partilha imagens, vídeos, música Instant messaging Videochat Atribuir sons a acções Mudança de status Licença Gratuita N.d. N.d. Gratuita Proprietária Gratuita N.d. 14

28 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte Características Livemeeting Custom Chat Dimdim Sightspeed Globalmist Dwyco Global Live Talk Áudio Vídeo Chat Transferência dados Partilha de aplicações Whiteboard Gravador Instant messaging Videochat Ferramentas comentários Construção sala Construção comunidade Falar privado Debates online Licença Proprietária N.d. Gratuito Gratuito N.d. Gratuito N.d. Tabela 1- Análise Comparativa dos Sistemas de Videoconferência 15

29 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte 2.2. Interacção Social Segundo Silva [17], o termo interacção social refere-se aos actos, atitudes, acções e práticas levadas a cabo entre duas ou mais pessoas. A interacção social não é definida pela relação física existente, pelo comportamento ou distância entre os participantes. Aqui todos os participantes envolvidos no processo têm, ou deverão ter, conhecimento da presença bilateral, concentrando as suas acções em prol de um objectivo único. Assim, podemos concluir que a interacção social consiste num grupo de indivíduos que interagem entre si, tendo em conta um dado conjunto de regras que coordenam a própria interacção. Os ambientes virtuais colaborativos, que serão descritos na secção 2.3.1, podem considerar-se ambientes de interacção social, pois são espaços virtuais onde existem comportamentos de interacção entre os seus participantes, levando ao estabelecimento de relações sociais. Estes relacionamentos sociais e esta interacção social levam à criação de autênticas redes ou comunidades sociais virtuais. Desta forma, estas comunidades virtuais são vistas como ambientes de interacção onde a relação entre os utilizadores vai muito além da comunicação, levando à criação de laços de amizade. Este tipo de laço sentimental leva a que grupos de pessoas partilhem um mesmo objectivo [17]. Os ambientes virtuais colaborativos têm contribuído em muito para o desenvolvimento do trabalho cooperativo suportado por computador, uma vez que, ajudam na cooperação entre grupos ao disponibilizarem recursos que permitem a entreajuda e a partilha de recursos CSCW e Groupware Segundo Mills [18], o termo Computer supported cooperative work nasceu em 1984 para identificar um workshop interdisciplinar organizado por Greif e Cashman, cujo objectivo principal era o estudo de como as pessoas trabalham e como poderiam ser ajudadas nas suas tarefas pelas tecnologias existentes. Fluckinger, citado por Vieira et al [19] refere que podemos definir CSCW como uma área que centra a sua pesquisa nos sistemas baseados em computador para dar suporte ao trabalho em grupo, tendo por objectivo aumentar a qualidade do trabalho, para que os 16

30 Capítulo 2 Revisão do Estado da Arte grupos consigam atingir as tarefas e objectivos em comum. Greenberg [20] define CSCW como uma disciplina que estuda o comportamento das pessoas a trabalhar em conjunto, e como os computadores e as tecnologias podem ser configuradas para suportar essa colaboração. Há ainda quem defenda que CSCW é uma área interdisciplinar emergente que resulta da combinação de alguns aspectos da computação e da ciência social. Greif, citado por Mills [18], considera CSCW uma interdisciplina que envolve inteligência artificial, ciências da computação, psicologia, sociologia, teoria organizacional e antropologia. Contudo, existem autores que se referem a CSCW usando o termo groupware. De facto, groupware designa o software e/ou hardware desenvolvido com base nas pesquisas sobre CSCW. Tais sistemas devem poder ser configuráveis, de forma a poderem adaptar-se às necessidades de cada utilizador e como tal às de um grupo. É ainda caracterizado como sendo um software para os computadores ligados em rede, de forma a ser utilizado pelos diferentes membros de um grupo de trabalho. Permite ainda que várias pessoas trabalhem em grupo de forma a conseguirem atingir um mesmo objectivo [21]. Segundo Ellis et al [22], o objectivo do groupware é ajudar na comunicação e colaboração dos grupos e define groupware como sendo os sistemas computacionais que suportam grupos de pessoas que trabalham juntas para um mesmo objectivo e constroem uma interface para um ambiente partilhado. Poltrock et al [23] identificou três níveis de groupware: comunicação, cooperação e coordenação. Quanto ao suporte de comunicação entre os elementos de um grupo de trabalho este pode passar por exemplo, pelo uso de para troca de mensagens e documentos; pela partilha do ambiente de trabalho com outros elementos do grupo de trabalho; ou pela utilização de sistemas de videoconferência. No caso da cooperação há já trabalho em equipa para o desenvolvimento de tarefas com objectivos comuns, através da utilização de ferramentas de comunicação e da partilha de documentos e aplicações. Relativamente à coordenação, esta é feita recorrendo a sistemas workflow com o intuito de organizar os grupos de trabalho. As empresas querem aumentar a qualidade e reduzir custos, através da alteração/modelação dos seus processos internos. A coordenação de groupware pode capturar e coordenar tais processos. 17

Guia Rápido de Vodafone Conferencing

Guia Rápido de Vodafone Conferencing Guia de Utilizador Vodafone Guia Rápido de Vodafone Conferencing O seu pequeno manual para criar, participar e realizar reuniões de Vodafone Conferencing. Vodafone Conferencing Visão geral O que é uma

Leia mais

Estudo da Arte. :: Active Worlds

Estudo da Arte. :: Active Worlds Estudo da Arte No âmbito das etapas iniciais do projecto second.ua Settlers procedeu-se a uma análise de alguns ambientes 3D de forma a perceber-se as funcionalidades de cada um. Por fim compararam-se

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Imagine se pudesse reduzir os inconvenientes e os custos de tornar os seus colaboradores mais acessíveis...

Imagine se pudesse reduzir os inconvenientes e os custos de tornar os seus colaboradores mais acessíveis... Imagine se pudesse reduzir os inconvenientes e os custos de tornar os seus colaboradores mais acessíveis... Como este serviço pode ajudá-lo Faça The uma chances gestão are you ve eficiente invested das

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE EDUCAÇÃO MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM INFORMÁTICA EDUCACIONAL Internet e Educação Ensaio: A Web 2.0 como ferramenta pedagógica

Leia mais

Guião para as ferramentas etwinning

Guião para as ferramentas etwinning Guião para as ferramentas etwinning Registo em etwinning Primeiro passo: Dados de quem regista Segundo passo: Preferências de geminação Terceiro passo: Dados da escola Quarto passo: Perfil da escola Ferramenta

Leia mais

icq http://www.uarte.mct.pt sobre o programa... ... pag.. 8 e 9 obter o programa... instalar o programa... Registar o icq... menus...

icq http://www.uarte.mct.pt sobre o programa... ... pag.. 8 e 9 obter o programa... instalar o programa... Registar o icq... menus... icq 1 http://www.uarte.mct. sobre o programa...... pag.. 2 obter o programa...... pag.. 3 e 4 instalar o programa...... pag.. 5 Registar o icq...... pag.. 6 e 7 menus...... pag.. 8 entrar num canal e conversar......

Leia mais

Manual do Utilizador Aluno

Manual do Utilizador Aluno Manual do Utilizador Aluno Escola Virtual Morada: Rua da Restauração, 365 4099-023 Porto PORTUGAL Serviço de Apoio ao Cliente: Telefone: (+351) 707 50 52 02 Fax: (+351) 22 608 83 65 Serviço Comercial:

Leia mais

Sony lança PCS-HG90, o novo modelo de videoconferência no mercado

Sony lança PCS-HG90, o novo modelo de videoconferência no mercado Sony lança PCS-HG90, o novo modelo de videoconferência no mercado Objectivo A Sony possui um leque muito variado de equipamentos de videoconferência que abrange praticamente todas as necessidades do Mercado.

Leia mais

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo.

MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES. MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com. URL: http://esganarel.home.sapo. MÓDULO MULTIMÉDIA PROFESSOR: RICARDO RODRIGUES MAIL: rprodrigues@escs.ipl.pt esganarel@gmail.com URL: http://esganarel.home.sapo.pt GABINETE: 1G1 - A HORA DE ATENDIMENTO: SEG. E QUA. DAS 11H / 12H30 (MARCAÇÃO

Leia mais

Referências de tarefas de comunicação do Sametime

Referências de tarefas de comunicação do Sametime Referências de tarefas de comunicação do Sametime ii Referências de tarefas de comunicação do Sametime Índice Referências de tarefas de comunicação do Sametime............ 1 iii iv Referências de tarefas

Leia mais

Manual do Nero ControlCenter

Manual do Nero ControlCenter Manual do Nero ControlCenter Nero AG Informações sobre direitos de autor e marcas O manual do Nero ControlCenter e todo o seu conteúdo estão protegidos pelos direitos de autor e são propriedade da Nero

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Iniciação para docentes Universidade Atlântica Versão: 1 Data: Fevereiro 2010 Última revisão: Fevereiro 2010 Autor: Ricardo Gusmão Índice Introdução... 1 Registo no Moodle...

Leia mais

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Aulas Previstas Semestre 32 Subdomínio: Conhecimento e utilização

Leia mais

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias.

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. GoldMine QuickStart Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. O GoldMine é uma ferramenta de gestão da relação com os clientes (CRM-Costumer Relationship

Leia mais

Blackwire C420 MANUAL DO UTILIZADOR

Blackwire C420 MANUAL DO UTILIZADOR Blackwire C420 MANUAL DO UTILIZADOR Bem-vindo Conteúdo da embalagem Bem-vindo à família de auriculares Plantronics. A Plantronics oferece uma vasta gama de produtos de aplicações críticas para missões

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

Software da Impressora

Software da Impressora Software da Impressora Acerca do Software da Impressora O software Epson inclui o controlador de impressão e o EPSON Status Monitor 3. O controlador de impressão é um software que permite controlar a impressora

Leia mais

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado

EDUTec Learning. José Paulo Ferreira Lousado EDUTec Learning MANUAL DO UTILIZADOR José Paulo Ferreira Lousado Índice Página Principal... ii Página de Desenvolvimento de Conteúdos... iii Página de Comunicações...iv Página de Transferência de Ficheiros...vi

Leia mais

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 TÍTULO: Animatic - Marionetas Digitais Interactivas ORIENTADORES: Professor Doutor Aníbal Ferreira Professor Doutor Rui Torres ALUNO:

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

1ª Edição Outubro de 2007

1ª Edição Outubro de 2007 1 Ficha Técnica Título: Manual de utilização da ELGG - Aluno Autoria: Célia Tavares Direcção Pedagógica e Técnica: Paula Peres Copyright: Projecto de Apoio On-line 1ª Edição Outubro de 2007 O Manual de

Leia mais

Notebook 10 Software para aprendizagem colaborativa

Notebook 10 Software para aprendizagem colaborativa Notebook 10 Software para aprendizagem colaborativa Crie momentos extraordinários na sala de aula O software premiado Notebook está a criar o padrão mundial para criar, ensinar e gerir aulas interactivas

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação

Tecnologias da Informação e Comunicação SUBDOMÍNIO CC8.1. CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO ADEQU ADA E SEGURA DE DIFERENTES TIPOS DE FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO, DE ACORDO COM AS SITUAÇÕES DE COMUNICAÇÃO E AS REGRAS DE CONDUTA E DE FUNCIONAMENTO DE

Leia mais

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11

Índice. Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4. Primeiros passos com o e-best Learning 6. Actividades e Recursos 11 Índice Parte 1 - Introdução 2 Enquadramento do curso 3 Estrutura Programática 4 Parte 2 Desenvolvimento 5 Primeiros passos com o e-best Learning 6 Como aceder à plataforma e-best Learning?... 6 Depois

Leia mais

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha!

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha! 1 ÍNDICE 1. IMPLEMENTAÇÃO 4 1.1 PAINEL DE CONTROLE 4 1.1.1 SENHA 4 1.1.2 CRIAÇÃO DE USUÁRIOS DO LYNC 5 1.1.3 REDEFINIR SENHA 7 1.1.4 COMPRAR COMPLEMENTOS 9 1.1.5 UPGRADE E DOWNGRADE 10 1.1.5.1 UPGRADE

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

CSCW - Trabalho Cooperativo Suportado por Computador

CSCW - Trabalho Cooperativo Suportado por Computador CSCW - Trabalho Cooperativo Suportado por Computador Luís Manuel Borges Gouveia Aveiro, Janeiro de 2002 evolução dos sistemas de interacção o impacto dos computadores e a preocupação das TI foi-se desenvolvendo

Leia mais

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 8º ANO... 1º Período Domínio COMUNICAÇÃO E COLABORAÇÃO CC8 Conhecimento e utilização adequada

Leia mais

ZS Rest. Manual Profissional. BackOffice Mapa de Mesas. v2011

ZS Rest. Manual Profissional. BackOffice Mapa de Mesas. v2011 Manual Profissional BackOffice Mapa de Mesas v2011 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar ZSRest Backoffice... 3 4. Confirmar desenho de mesas... 4 b) Activar mapa de mesas... 4 c) Zonas... 4 5. Desenhar

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft PowerPoint 2010 Colecção: Software

Leia mais

Escola EB 2,3 de António Feijó

Escola EB 2,3 de António Feijó AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANTÓNIO FEÍJO Escola EB 2,3 de António Feijó 8.º ANO PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 INFORMAÇÃO Domínio Conteúdos Objetivos

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos

Leia mais

Sistema de vídeo conferência e monitoramento baseado em sistemas abertos estudo de caso

Sistema de vídeo conferência e monitoramento baseado em sistemas abertos estudo de caso Sistema de vídeo conferência e monitoramento baseado em sistemas abertos estudo de caso Roberto Amaral (Mestre) Curso de Ciência da Computação Universidade Tuiuti do Paraná Mauro Sérgio Vosgrau do Valle

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

Indicações para o itunes U

Indicações para o itunes U Índice Descrição geral 1 Primeiros passos 2 Definições do curso 3 Editar e organizar conteúdo 5 Adicionar publicações, tarefas e materiais 6 Gerir e colaborar 8 Gerir as inscrições 9 Melhores práticas

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado Manual Avançado Menus v2011 - Certificado 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 4. Menus... 4 b) Novo Produto:... 5 i. Separador Geral.... 5 ii. Separador Preços e Impostos... 7 iii.

Leia mais

Sem fios (somente em alguns modelos)

Sem fios (somente em alguns modelos) Sem fios (somente em alguns modelos) Manual do utilizador Copyright 2006 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft e Windows são marcas registadas da Microsoft Corporation nos EUA. Bluetooth

Leia mais

Módulo II - Aula 3 Comunicação

Módulo II - Aula 3 Comunicação Módulo II - Aula 3 Comunicação O surgimento da comunicação entre as pessoas por meio de computadores só foi possível após o surgimento das Redes de Computadores. Na aula anterior você aprendeu sobre a

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 2 / 3 DE MARTIM DE FREITAS TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 2014 / 2015

ESCOLA BÁSICA 2 / 3 DE MARTIM DE FREITAS TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 2014 / 2015 TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 204 / 205 SUBDOMÍNIO CC8.. CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO ADEQU ADA E SEGURA DE DIFERENTES TIPOS DE FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO, DE ACORDO COM AS

Leia mais

Migrar para o Excel 2010

Migrar para o Excel 2010 Neste Guia Microsoft O aspecto do Microsoft Excel 2010 é muito diferente do Excel 2003, pelo que este guia foi criado para ajudar a minimizar a curva de aprendizagem. Continue a ler para conhecer as partes

Leia mais

20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor

20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor 20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor Manual do Utilizador Professor... 1 1. Conhecer o 20 Escola Digital... 4 2. Autenticação... 6 2.1. Criar um registo na LeYa Educação... 6 2.2. Aceder ao

Leia mais

Utilizar o Microsoft Offi ce OneNote 2003: Iniciação rápida

Utilizar o Microsoft Offi ce OneNote 2003: Iniciação rápida Utilizar o Microsoft Offi ce OneNote 2003: Iniciação rápida Utilizar a iniciação ao OneNote 1 O MICROSOFT OFFICE ONENOTE 2003 OPTIMIZA A PRODUTIVIDADE AO PERMITIR QUE OS UTILIZADORES CAPTEM, ORGANIZEM

Leia mais

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP

Licenciatura em Eng.ª Informática Complementos de Redes - 3º Ano - 2º Semestre. Trabalho Nº 4 - VoIP Trabalho Nº 4 - VoIP 1. Introdução A utilização de tecnologia VoIP como alternativa às redes telefónicas tradicionais está a ganhar cada vez mais a aceitação junto dos utilizadores, e está sobretudo em

Leia mais

Apresentação do MOODLE. Educação do século XXI

Apresentação do MOODLE. Educação do século XXI Apresentação do MOODLE Educação do século XXI Software social e e-learning Talvez seja o momento de fazer algo nas suas disciplinas! O que pretende do seu sistema de aprendizagem on-line? Fácil criação

Leia mais

Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013

Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013 Agrupamento de Escolas Dr. Vieira de Carvalho Planificação TIC - 8.º Ano 2012/2013 AULAS PREVISTAS (50 minutos) 1.- Conhecimento e utilização adequada e segura de diferentes tipos de ferramentas de comunicação,

Leia mais

Google Apps para o Office 365 para empresas

Google Apps para o Office 365 para empresas Google Apps para o Office 365 para empresas Mude O Office 365 para empresas tem um aspeto diferente do Google Apps, por isso, ao iniciar sessão, obterá esta vista para começar. Após as primeiras semanas,

Leia mais

Como funciona a MEO Cloud?

Como funciona a MEO Cloud? Boas-vindas O que é a MEO Cloud? A MEO Cloud é um serviço da Portugal Telecom, lançado a 10 de Dezembro de 2012, de alojamento e sincronização de ficheiros. Ao criar uma conta na MEO Cloud fica com 16

Leia mais

Índice 1 INTRODUÇÃO...2 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 3 CRIAÇÃO DE ENTIDADES...12 4 DEPENDÊNCIAS...17 5 BANCOS, SEGURADORAS E CONSERVATÓRIAS...

Índice 1 INTRODUÇÃO...2 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 3 CRIAÇÃO DE ENTIDADES...12 4 DEPENDÊNCIAS...17 5 BANCOS, SEGURADORAS E CONSERVATÓRIAS... Índice 1 INTRODUÇÃO...2 1.1 JANELA ÚNICA DE ENTIDADES...3 1.2 PERMISSÕES POR UTILIZADOR...4 1.3 RESTRIÇÕES À VISUALIZAÇÃO/MANIPULAÇÃO...6 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 2.1 CRITÉRIOS DE PESQUISA...8 2.2 LISTA

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº8

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº8 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº8 Configuração e utilização do FTP 2004/2005 1 Objectivo Configuração de um servidor

Leia mais

Adobe Connect Manual de Início Rápido para o Participante

Adobe Connect Manual de Início Rápido para o Participante M A N U A L D O U S U Á R I O Adobe Connect Manual de Início Rápido para o Participante Software Necessário para Participar de uma Reunião O Adobe Connect apenas requer que você tenha uma conexão de internet

Leia mais

ferramentas e funcionalidades básicas

ferramentas e funcionalidades básicas ferramentas e funcionalidades básicas MOODLE - Tipos de Actividades Núcleo Minerva da Universidade de Évora Referendo A actividade Referendo permite ao professor fazer, por exemplo, uma sondagem de opinião

Leia mais

MEMORANDO. Ambiente de Produção GeRFiP Configurações de acesso e utilização v.12

MEMORANDO. Ambiente de Produção GeRFiP Configurações de acesso e utilização v.12 MEMORANDO Ambiente de Produção GeRFiP Configurações de acesso e utilização v.12 Enquadramento do documento Programa Projecto GeRFiP Migração GeRFiP Histórico de versões Versão Data Autor Descrição Localização

Leia mais

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO Enquadramento geral Um dos principais desafios que se colocam à sociedade portuguesa é o do desenvolvimento de uma Sociedade de Informação, voltada para o uso

Leia mais

PT MANUAL UTILIZADOR. Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote 3.0 para dispositivos. Passion.Technology.Design.

PT MANUAL UTILIZADOR. Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote 3.0 para dispositivos. Passion.Technology.Design. PT MANUAL UTILIZADOR Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote.0 para dispositivos Passion.Technology.Design. Índice Instalação... Configuração automática da administração de apartamento... 4

Leia mais

GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU

GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU GUÍA PARA UTILIZAR A WEBNODE EDU Imagina que queres criar o teu próprio site. Normalmente, terías que descarregar e instalar software para começar a programar. Com a Webnode não é preciso instalar nada.

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

Élvio Mendonça Curso: THST - Técnico de Segurança e Higiene no Trabalho CLC-5 Vítor Dourado 22-06-2010 1

Élvio Mendonça Curso: THST - Técnico de Segurança e Higiene no Trabalho CLC-5 Vítor Dourado 22-06-2010 1 1 Introdução... 3 Internet - MSN... 4 MSN... 5 Manuseamento do programa MSN... 6 Sessão aberta... 7 Contactos... 8 Conclusão... 9 2 Introdução Realizei este trabalho no âmbito da disciplina de Cultura

Leia mais

indispensáveis para professores Ferramentas

indispensáveis para professores Ferramentas Ferramentas indispensáveis para professores O Microsoft Office oferece aos professores múltiplas formas de tornarem o seu trabalho mais produtivo e colaborativo, através da utilização de versáteis aplicações

Leia mais

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano Escola Básica do 2º e 3º Ciclos João Afonso de Aveiro Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Secção de Informática Planificação Anual (1.º Período) Ano lectivo 2010/2011 Tecnologias da Informação

Leia mais

Instruções para aceder ao correio electrónico via web

Instruções para aceder ao correio electrónico via web Caro utilizador(a) Tendo por objectivo a melhoria constante das soluções disponibilizadas a toda a comunidade do Instituto Politécnico de Santarém, tanto ao nível de serviços de rede como sistema de informação.

Leia mais

O seu escritório na nuvem - basta usar o browser.

O seu escritório na nuvem - basta usar o browser. 02 O seu escritório na nuvem - basta usar o browser. As soluções tecnológicas que encontra para melhorar a colaboração na sua empresa são muito caras e complexas? Pretende tornar as suas equipas mais ágeis

Leia mais

Blackwire C315/C325. Auricular USB com fios. Manual do Utilizador

Blackwire C315/C325. Auricular USB com fios. Manual do Utilizador Blackwire C315/C325 Auricular USB com fios Manual do Utilizador Sumário Bem-vindo 3 Requisitos do sistema 3 Precisa de mais ajuda? 3 Conteúdo 4 Controlos básicos do auricular 5 Colocar o auricular 6 Ajuste

Leia mais

Vodafone Conferencing Como criar uma reunião

Vodafone Conferencing Como criar uma reunião Vodafone User Guide Vodafone Conferencing Como criar uma reunião Um guia passo-a-passo sobre como configurar uma reunião através do serviço Vodafone Conferencing. Visão geral Pode utilizar a Vodafone Conferencing

Leia mais

Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor. Folha de Factos

Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor. Folha de Factos Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor Folha de Factos A informação contida neste documento representa a visão actual da Microsoft Corporation sobre os assuntos discutidos,

Leia mais

Sistemas Cooperativos. Professor Alan Alves Oliveira

Sistemas Cooperativos. Professor Alan Alves Oliveira Sistemas Cooperativos Professor Alan Alves Oliveira 1. Sistemas de Informação e Sistemas Cooperativos 2 Sistemas de Informação 3 Sistemas de Informação Sistemas ampamente utilizados em organizações para

Leia mais

Centro Atlântico. O Guia do. Internet Explorer 5

Centro Atlântico. O Guia do. Internet Explorer 5 Centro Atlântico O Guia do Internet Explorer 5 Pedro Remoaldo Centro Atlântico O Guia do Internet Explorer 5 Edições Centro Atlântico Portugal/1999 Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda.

Leia mais

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007)

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Excelentíssimos membros do Conselho Directivo, excelentíssimos professores, caríssimos alunos, É com enorme satisfação que

Leia mais

Computer Supported Cooperative Work - CSCW

Computer Supported Cooperative Work - CSCW Computer Supported Cooperative Work - CSCW trabalho cooperativo auxiliado por computador http://www.professores.uff.br/screspo/ CSCW O termo CSCW - Computer Supported Cooperative Work, foi criado oficialmente

Leia mais

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns.

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Internet Internet ou Net É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Como Comunicam os computadores Os computadores comunicam entre si utilizando uma linguagem

Leia mais

Cursos de e-learning da Academia Portuguesa de Seguros

Cursos de e-learning da Academia Portuguesa de Seguros Cursos de e-learning da Academia Portuguesa de Seguros Guia de Apresentação do Curso de Qualificação de Agentes, Corretores de Seguros ou Mediadores de Resseguros Guia de Apresentação do Curso Versão 1.0

Leia mais

1. PERGUNTAS FREQUENTES 1.1. INFORMAÇÕES GERAIS

1. PERGUNTAS FREQUENTES 1.1. INFORMAÇÕES GERAIS 1. PERGUNTAS FREQUENTES 1.1. INFORMAÇÕES GERAIS - Quem explora o site Pixel4Winner.com? - Onde está sedeada a sociedade anónima? - Posso ter confiança no site Pixel4Winner.com? - A participação a uma lotaria

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Fabiana Pacheco Lopes 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) fabipl_21@yahoo.com.br Resumo.Este

Leia mais

SAMUO APP: MANUAL DO ADMINISTRADOR

SAMUO APP: MANUAL DO ADMINISTRADOR as novas tecnologias ao serviço do desenvolvimento de projectos w w w. i m a d i p. c o m CABO VERDE: REALIZAÇÃO DE UMA ACÇÃO- PILOTO PARA A MELHORIA DA GESTÃO NUM GABINETE TÉCNICO SELECCIONADO OFITEC

Leia mais

Perguntas frequentes. Gravador Philips para iphone

Perguntas frequentes. Gravador Philips para iphone Perguntas frequentes Gravador Philips para iphone Índice O que é necessário para criar um sistema de ditado profissional? 3 1. Software do servidor Web 2. Servidor Philips SpeechExec Mobile 3. Aplicação

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade Introdução A Chevron, e as demais subsidiárias do grupo, comprometem-se em proteger a sua privacidade. Esta política explica em detalhe as medidas tomadas para proteger os seus

Leia mais

Comunicação através das novas tecnologias

Comunicação através das novas tecnologias Comunicação através das novas tecnologias d o ss i e r 1 A INTERNET COMO FORMA DE REDUZIR CUSTOS DE COMUNICAÇÃO http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 INTRODUÇÃO 2 E-MAIL 3 SMS 4 SKYPE 5 MSN 6 VOIP 7

Leia mais

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Sumário País Portugal Sector Saúde Perfil do Cliente O Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho envolve

Leia mais

O novo Software 9.5 do SMART BOARD TM

O novo Software 9.5 do SMART BOARD TM O software 9.5 do SMART Board é uma ferramenta poderosa, intuitiva e fácil de utilizar, quer em sistemas operativos Windows, quer em MAC. Se já trabalhou com versões anteriores do SMART Board, verá que

Leia mais

Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source

Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source Alunos: Justino Santos, Paulo Neto E-mail: eic10428@student.estg.ipleiria.pt, eic10438@student.estg.ipleiria.pt Orientadores: Prof. Filipe Neves, Prof. Paulo Costa

Leia mais

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Autores: Ana Paula Bernardo Mendonça Ana Cristina da Matta Furniel Rosane Mendes da Silva Máximo Introdução

Leia mais

Guia de Depósito Teses

Guia de Depósito Teses Guia de Depósito Teses Descreva o documento que está a depositar Página 1 Se seleccionar todas as opções nesta página, visualizará um formulário diferente, modificado com o intuito de capturar informações

Leia mais

Seu manual do usuário EPSON LQ-630 http://pt.yourpdfguides.com/dref/1120693

Seu manual do usuário EPSON LQ-630 http://pt.yourpdfguides.com/dref/1120693 Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a no manual do usuário (informação,

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

ZS Rest. Manual de Iniciação. FrontOffice (ponto de venda)

ZS Rest. Manual de Iniciação. FrontOffice (ponto de venda) Manual de Iniciação FrontOffice (ponto de venda) 1 1. Índice 2. Introdução... 3 3. Iniciar o ZSRest FrontOffice... 4 4. Início de Operador... 5 b) Fazer login de Empregado:... 5 c) Botões de Acção:...

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

Netiqueta (ou Netiquette)

Netiqueta (ou Netiquette) Netiqueta (ou Netiquette) Conjunto de atitudes e normas recomendadas (não impostas) para que todos os utilizadores possam comunicar através da Internet de um forma cordial e agradável. Evite a utilização

Leia mais

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1

Bem-vindo ao nosso mundo virtual! Guia do Portal de Ensino à Distância da Get Training 1 Após uma experiência formativa de mais de 20 anos em formação presencial, e tendo sempre como princípios a inovação e a satisfação do cliente, é com grande satisfação que a Get Training implementa este

Leia mais

Motic Images Plus Versão 2.0 ML Guia de Consulta Rápida. Português

Motic Images Plus Versão 2.0 ML Guia de Consulta Rápida. Português Motic Images Plus Versão 2.0 ML Guia de Consulta Rápida Português Índice Instalação do Software... 1 Instalação do Controlador e Actualização do Controlador... 4 Motic Images Plus 2.0 ML...11 Calibração

Leia mais

O contexto na Administração Pública

O contexto na Administração Pública 1.º Workshop ENIDH/MÚTUA DOS PESCADORES e-aprendizagem ou aprendizagem tecnologicamente assistida? Teresa Salis Gomes Directora da Unidade de Inovação Pedagógica O contexto na Administração Pública Aumento

Leia mais

Guia de Acesso à Formação Online Formando 2011

Guia de Acesso à Formação Online Formando 2011 Plano [1] Guia de Acesso à Formação Online 2011 [2] ÍNDICE ÍNDICE...2 1. Introdução...3 2. Metodologia Formativa...4 3. Actividades...4 4. Apoio e Acompanhamento do Curso...5 5. Avaliação...6 6. Apresentação

Leia mais

Manual do Nero MediaStreaming para MCE

Manual do Nero MediaStreaming para MCE Manual do Nero MediaStreaming para MCE Nero AG Informações sobre direitos de autor e marcas O manual e todos os seus conteúdos estão protegidos pelos direitos de autores e são propriedade da empresa Nero

Leia mais

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS 1 NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS Este primeiro capítulo aborda conceitos elementares relacionados com bases de dados. Os conceitos abordados neste capítulo são necessários para trabalhar adequadamente

Leia mais

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento

Leia mais

Manual para participantes. Sala virtual multiplataforma

Manual para participantes. Sala virtual multiplataforma Sala virtual multiplataforma Informações importantes Antes do evento: Recomendamos que entre na sala virtual que temos aberta ao público, na página principal de nosso site, evitando qualquer tipo de transtorno

Leia mais

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma.

O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. O Recurso a Meios Digitais no Contexto do Ensino Superior. Um Estudo de Uso da Plataforma. Universidade de Aveiro Mestrado em Gestão da Informação Christelle Soigné Palavras-chave Ensino superior. e-learning.

Leia mais

INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO COLIBRI

INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO COLIBRI O COLIBRI é um ambiente de Colaboração WEB sofisticado. Disponibiliza ferramentas para a realização de aulas, reuniões ou trabalhos de grupo para professores e alunos, através da Internet. Permite a realização

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação. Principais tipos de serviços da Internet

Tecnologias da Informação e Comunicação. Principais tipos de serviços da Internet Tecnologias da Informação e Comunicação Principais tipos de serviços da Internet Introdução à Internet Serviços básicos Word Wide Web (WWW) Correio electrónico (e-mail) Transferência de ficheiros (FTP)

Leia mais

A SÈTIMA. O nosso principal objectivo

A SÈTIMA. O nosso principal objectivo 03 A SÈTIMA A SÉTIMA produz soluções de software maioritariamente com recurso à WEB, de modo a dar suporte ao crescimento tecnológico que é já a maior realidade do século XXI. Esta aposta deve-se ao facto

Leia mais