j o r n a l Nova empresa de saúde já tem nome e identidade

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1 j o r n a l A N O 7 n M A I O n n N º 3 0 JOR NAL EDI TA DO PE LA FOR LUZ IM PRES SO Nova empresa de saúde já tem nome e identidade A nova empresa de saúde, que irá operar o Prosaúde Integrado, já tem nome e identidade. O registro saiu no dia 22 de abril. Leia mais na página 5 n Confira as atividades do Programa Mantendo sua Energia. Pág. 3 n Nova lei busca reduzir a obesidade infantil. Pág. 7

2 Vi da e Saú de n Maio/ 2010 n Pá gi na 2 Editorial Senhores participantes, Depois de concluída a negociação com as entidades que representam os participantes, nasce a nova empresa que irá administrar o nosso plano de saúde. E nasce bem, com um nome que é orgulho para todos nós: Cemig Saúde. Uma marca que foi batizada com o nome forte da empresa a qual todos nós pertencemos e que é motivo de orgulho e satisfação para os mineiros. Isso mostra o comprometimento da patrocinadora em colocar o seu próprio nome em um negócio tão difícil e importante. A Cemig Saúde já nasce forte, financeiramente saudável, com todos os seus problemas corrigidos, e vai, com certeza absoluta, continuar prestando ótimos serviços aos seus participantes e familiares. A Forluz administra o Prosaúde Integrado da Cemig desde a criação do plano na Cemig, em 1974, e cumpriu com zelo, eficiência e comprometimento a sua missão. Mérito de todas as administrações que passaram pela Fundação e que mantiveram acesos os princípios que nortearam a sua criação, trabalhando com eficiência e dedicação em prol da grande família Cemig. Agora, chegou a hora da Forluz deixar a administração do plano de saúde, pelas razões já informadas a todos. Essa separação é feita com um misto de alegria e tristeza. Alegria por ver essa questão bem encaminhada, com diretores já escolhidos, e com o déficit equacionado. E tristeza por perder parte tão importante de sua gestão e que deixava a Fundação tão próxima de seus participantes. Nos próximos meses, o processo de separação continuará. Vamos conduzi-lo com todo o cuidado para que nada mude no atendimento e na gestão dos planos de previdência e saúde. E vamos informá-los de cada etapa para que nada se perca durante o caminho. Esta é uma mudança grande, que envolve aspectos culturais, administrativos, de imagem e que pode trazer insegurança. Garantimos que vamos respeitar integralmente tudo que está acordado nos nossos regulamentos. Faremos este processo com todo o zelo, para que nada se perca e ninguém saia prejudicado. E, principalmente, que nada mude na rotina de atendimento aos nossos participantes. Podem confiar, vamos manter os participantes informados sobre todos os passos do processo. E o mais importante: estaremos bem próximos, para que nada, rigorosamente nada, possa atrapalhar esta fase que ora começa. Fernando Alves Pimenta Presidente Dependente universitário deve ser recadastrado anualmente Os participantes que têm filho universitário devem ficar atentos à atualização do cadastro deles. Ao completar 21 anos, o dependente automaticamente passa a ser enquadrado na categoria especial, caso o titular não informe à Forluz que ele está matriculado em curso superior. A condição de dependente universitário vai de 21 até completar 24 anos e o recadastramento deve ser feito sempre na data de aniversário. Para isso, basta que o participante preencha o formulário de Inclusão no Prosaúde Integrado da Cemig PSI, assinalando a opção Recadastramento Dependente Universitário. Junto ao formulário, deve ser anexada a documentação que comprove que o dependente esteja devidamente matriculado em curso de graduação, pósgraduação ou superior de tecnologia, conforme dispõe o art. 27, inciso II do Regulamento do PSI. Caso o participante não efetue o recadastramento de seu dependente no prazo estipulado (último dia do mês de aniversário), ele passará à condição de dependente maior econômico, devendo contribuir individualmente para sua manutenção junto ao plano, até completar 30 anos. E X P E D I E N T E Con se lho De li be ra ti vo: Con se lhei ros: Sér gio Ro ber to Be li sá rio (Pre si den te), Denys Cláu dio Cruz de Sou za, Lu cia no Lo pes Ama ral, Jo sé Va len tim Li no, Ri car do Luiz Di niz Go mes, Wi - lian Vag ner Mo rei ra. Su plen tes: An tô nio Re gi nal do Cor rêa da Fon se ca, Gilberto Gomes de Lacerda, Hel der Go di nho da Fon se ca, João An tu nes de Sou za, João Ba tis ta Pez zi ni, Van der - lei To le do. Con se lho Fis cal: Jo sé Re na to de Car va lho Bar bo sa (Pre si den te), João Vic tor Mar çal, Leo nar do Geor ge de Ma ga lhães, Mau ra Ga lup po Bo te lho Mar tins. Su plen tes: Ân ge la Maria de Oli vei ra Sou za, Pau la Sylvia Ri dol fi Aguiar Car ra ra, Raul Otá vio da Sil va Pe rei ra, Rob son La ran jo. Di re to ria: Fer nan do Al ves Pi men ta (Pre si den te), Plí nio Aran tes, Hel mer Li - ma de Pau la, Jo sé Ri bei ro Pe na Ne to, Márcio Saúde Soares. Co mi tê Ad mi nis tra ti vo Pro saú de In te gra do: Mar ce lo Jo sé Al mei da Hu go (Pre si den te), Ar cân ge lo Eus tá quio Tor res Quei roz, Helenice da Cruz Costa, João Mar tins de Mel lo Fi lho, Mar ce lo Cor reia de Mou ra Bap tis ta, Mauro Marinho Campos (Efe ti vos). Fernando César Rodrigues da Silva, Fre de ri co Al va rez Pe rez, José Antônio Cirilo, Marcelo Henrique Canabrava Viana, Wal neia Cris ti na Al mei da Mo rei ra, Jairo Moura Costa (Su plen tes). JOR NAL VI DA E SAÚ DE: Pu bli ca ção tri mes tral. Edi ta - do pe la As ses so ria de Co mu ni ca ção - Ti ra gem: Edi to ra e Jor na lis ta Res pon sá vel: Vir gí nia Sao li (MG09197JP). Re da ção: Vir gí nia Sao li - Ci na ra Ri bei ro Ra bel lo. Pro je to grá fi co e dia gra ma ção: C&T De sign - Cláu dia An dra de Tar ta glia. Im pres são: Grá fi ca Real. Cor res pon dên cias: Ave ni da do Con tor no, º an dar - Fo ne: (31) CEP: Be lo Ho ri zon te/mg. Cen tral de Aten di men to: E- mail: for luz.org.br. Por tal For luz: luz.org.br. Obs: As ma té rias pu bli - ca das nes te jor nal são, ex clu si va men te, de ca rá ter in for ma ti vo, não ge ran do qual quer es pé cie de di rei to ou obri ga ção por par te da For luz.

3 Vi da e Saú de n Maio/ 2010 n Pá gi na 3 Mantendo sua Energia: segunda turma esbanja empolgação Aula de alongamento aquece a turma Palestra do diretor Márcio Saúde A segunda turma do Programa Mantendo sua Energia anda esbanjando empolgação. No início de abril, em meio às atividades de alongamento com a fisioterapeuta - e oficina de memória com a terapeuta ocupacional, os participantes assistiram à palestra Criar e inovar, basta começar, ministrada pelo diretor de Atendimento e Saúde, Márcio Saúde. O objetivo da palestra, segundo o diretor, foi reativar a criatividade dos aposentados e pensionistas presentes. A intenção foi dar uma injeção de ânimo, para que essas pessoas passem a exercitar a cabeça e colocar as ideias em prática. Muita gente se acomoda com o tempo e deixa de exercitar a mente no dia a dia, o que não pode acontecer. Para Márcio, não existem pessoas não criativas, mas sim pessoas que não praticam a criatividade. Ele acrescenta que, quanto mais exercitamos a criatividade, mais motivação temos. Durante a palestra, os participantes realizaram uma dinâmica, com desenvolvimento de trabalhos manuais que foram apresentados ao final. Uma das frases da apresentação do diretor Criar implica em sentir o mundo com vontade ilustra bem o espírito da turma. O interesse, a vontade e a participação no programa são contagiantes. A pensionista Maria Luiza da Silva é um exemplo disso. Ela contou que ficou sabendo do programa através deste jornal, buscou mais informações e se inscreveu. Estou encantada com o carinho, a atenção e, principalmente, com o aprendizado que tenho tido. Neste programa encontrei o que estava buscando há tempos: companheirismo. Maria Luiza diz que a Forluz não faz ideia do bem que tem feito aos participantes com este programa. Não tenho palavras para Maria Luiza expressar o valor disso tudo que estou vivendo aqui. Além das atividades na AEA, a pensionista também faz yoga, hidroginástica, dança de salão e caminhada, diariamente. Para a psicóloga da Forluz, Tatyane Rodrigues, responsável pelas dinâmicas e reflexões, este é o objetivo do programa: promover a interação entre as pessoas, sem imposições e cobranças. Queremos que as pessoas se sintam bem, enfatizou a psicóloga. Aposentado há 27 anos, Jesus Dias de Brito participa pela segunda vez do programa. Segundo ele, reencontrou vários colegas Jesus Dias EM TEMPO e conquistou novos amigos, pois as atividades possibilitam a interatividade dos participantes. Jesus participa ativamente da Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig AEA e está sempre atento ao jornal, no qual leu a respeito do programa. Ele relatou ter gostado tanto do primeiro que não pensou duas vezes em repetir a dose. A satisfação do aposentado em relação às atividades é grande. Jesus ressaltou o entusiasmo da equipe, sempre pronta para orientar a todos e ouvir questionamentos. O trabalho realizado com tanta presteza contribuiu para o vínculo de amizade e companheirismo que foi criado entre todos envolvidos. As mudanças de atitude e comportamento das pessoas são visíveis, relatou Jesus. Para ele, a aposentadoria é uma nova etapa da vida e não o fim, como muitos pensam. A Forluz se tornou nossa nova empresa. Através dela e da AEA, os aposentados podem reencontrar os amigos, trocar experiências e saber sobre os seus direitos. O Programa Mantendo sua Energia é fruto de uma parceria da Forluz com a Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig AEA. Conta com atividades físicas orientadas e supervisionadas por um fisioterapeuta; atividades manuais, culturais e de lazer, monitoradas por um terapeuta ocupacional, além de palestras médicas com o objetivo de estimular a adoção de hábitos saudáveis e melhorar o desempenho funcional, mental e social dos inscritos. Às quartas-feiras, os encontros são realizados na sede da AEA com exercícios para estimular a memória, dinâmicas de grupo, palestras sobre hábitos saudáveis, exercícios físicos, atendimento médico e psicológico. Esse programa é uma das ações da Gerência de Promoção à Saúde e Prevenção de Doenças da Forluz.

4 Vi da e Saú de n Maio/ 2010 n Pá gi na 4 Fi que li ga do às no vas ta be las de con tri bui ção TA BE LA DE PER CEN TUAIS PRO SAÚ DE IN TE GRA DO DA CE MIG - PSI / Tabelas vigentes a partir de 01/03/2010 Ida de do ti tu lar Par ti ci pan tes Ati vos Par ti ci pan tes As sis ti dos Sem dep. Com dep. Sem dep. Com dep. Tabela de Contribuição - Participantes Patrocinados Os dependentes especiais farão contribuições individuais em função da idade de cada usuário inscrito no PSI, cujos valores serão obtidos através da tabela abaixo: TA BE LA DE CON TRI BUI ÇÃO DE PEN DEN TES ES PE CIAIS Até 49 anos 2,20% 3,10% 3,88% 5,43% 50 a 59 anos 2,46% 3,36% 4,39% 5,95% Aci ma de 60 anos 2,71% 3,62% 4,91% 6,46% Os percentuais da tabela acima foram reajustados em 17,5%, conforme estudo atuarial e aprovado no Acordo Coletivo Específico do Prosaúde assinado pelas entidades representativas dos participantes. TA BE LA DE LI MI TES MÍ NI MO E MÁ XI MO DE CON TRI BUI ÇÃO Si tua ção Par ti ci pan tes Ati vos Par ti ci pan tes As sis ti dos De 0 a 18 R$ 85,13 De 19 a 23 R$ 97,91 De 24 a 28 R$ 112,57 De 29 a 33 R$ 115,96 De 34 a 38 R$ 119,43 De 39 a 43 R$ 137,34 De 44 a 48 R$ 170,25 De 49 a 53 R$ 197,48 De 54 a 58 R$ 229,09 Aci ma de 59 R$ 340,50 Mí ni mo Má xi mo Mí ni mo Má xi mo sem de pen den tes R$ 68,65 R$ 228,76 R$ 91,51 R$ 411,80 com de pen den tes R$ 91,51 R$ 434,67 R$ 114,39 R$ 571,93 Os limites mínimo e máximo de contribuição dos ativos e assistidos da tabela acima foram corrigidos em 17,5%, conforme estudo atuarial mais o índice de 4,88% que corrigiu coletivamente os salários dos empregados da patrocinadora Cemig. Os valores da tabela acima foram corrigidos em 17,5%, conforme estudo atuarial mais o índice de 4,88% que corrigiu coletivamente os salários dos empregados da patrocinadora Cemig. A contribuição mensal referente a cada dependente especial não poderá ser superior a 7,8% (sete vírgula oito por cento) da remuneração do participante. Será cobrado o menor valor entre os 7,8% da remuneração e o valor constante da tabela, de acordo com a faixa etária. OBSERVAÇÕES: O percentual máximo de contribuição para cada dependente especial é de 7,8% do rendimento global do participante. Os valores constantes nas tabelas de limites de contribuição dos participantes patrocinados, de mensalidade dos dependentes especiais e de contribuição dos participantes autopatrocinados, serão corrigidos anualmente pelo mesmo índice que corrigir coletivamente os salários da patrocinadora Cemig. TA BE LA DE CON TRI BUI ÇÃO PAR TI CI PAN TES AU TO PA TRO CI NA DOS De 0 a 18 R$ 99,48 De 39 a 43 R$ 164,11 De 19 a 23 R$ 119,37 De 44 a 48 R$ 202,93 De 24 a 28 R$ 134,27 De 49 a 53 R$ 268,57 De 29 a 33 R$ 144,23 De 54 a 58 R$ 298,40 De 34 a 38 R$ 149,20 Aci ma de 59 R$ 397,87 Os participantes autopatrocinados e seus respectivos dependentes farão contribuições individuais em função da idade de cada usuário inscrito no PSI, cujos valores serão obtidos através da tabela ao lado. Os percentuais desta tabela foram reajustados em 17,5%, conforme estudo atuarial e aprovado no Acordo Coletivo Específico do Prosaúde assinado pelas entidades representativas dos participantes. Os percentuais desta tabela foram reajustados em 17,5%, conforme estudo atuarial e aprovado no Acordo Coletivo Específico do Prosaúde assinado pelas entidades representativas dos participantes. A partir de 01/01/2011, os valores das contribuições dos autopatrocinados serão corrigidos pelo mesmo índice que corrigir coletivamente os salários da Cemig. PRO GRA MA ODON TO LÓ GI CO CE MIG - POD / Tabelas vigentes a partir de 01/03/2010 Tabela de Contribuição - Participantes Patrocinados TA BE LA DE PER CEN TUAIS TA BE LA DE CON TRI BUI ÇÃO DE PEN DEN TES ES PE CIAIS Ida de do ti tu lar Par ti ci pan tes Ati vos Par ti ci pan tes As sis ti dos Fai xa Etá ria ( anos) Va lor Fai xa Etá ria ( anos) Va lor Sem dep. Com dep. Sem dep. Com dep. Até 49 anos 0,12% 0,16% 0,20% 0,28% 50 a 59 anos 0,13% 0,18% 0,23% 0,31% Aci ma de 60 anos 0,14% 0,19% 0,26% 0,34% TA BE LA DE LI MI TES MÍ NI MO E MÁ XI MO DE CON TRI BUI ÇÃO De 0 a 18 R$ 4,45 De 19 a 23 R$ 5,11 De 24 a 28 R$ 5,89 De 29 a 33 R$ 6,07 De 34 a 38 R$ 6,18 De 39 a 43 R$ 7,18 De 44 a 48 R$ 8,90 De 49 a 53 R$ 10,33 De 54 a 58 R$ 11,98 Aci ma de 59 R$ 17,81 Si tua ção Par ti ci pan tes Ati vos Par ti ci pan tes As sis ti dos Mí ni mo Má xi mo Mí ni mo Má xi mo sem de pen den tes R$ 3,59 R$ 11,97 R$ 4,79 R$ 21,54 com de pen den tes R$ 4,79 R$ 22,73 R$ 5,98 R$ 29,92 TA BE LA DE CON TRI BUI ÇÃO PAR TI CI PAN TES AU TO PA TRO CI NA DOS Tabela vigente a partir de 01/03/2010 TI TU LAR R$ 18,04 DE PEN DEN TE R$ 18,04 O percentual máximo de contribuição para cada dependente especial é de 6,6% do rendimento global do participante

5 Vi da e Saú de n Maio/ 2010 n Pá gi na 5 Nova empresa de saúde já tem nome e identidade A nova empresa de saúde, que irá operar o Prosaúde Integrado da Cemig PSI, já tem nome e identidade. O registro saiu no dia 22 de abril e a nova marca foi apresentada para os empregados da Forluz no dia seguinte. Batizada como Cemig Saúde, a empresa ganhou uma marca que une, numa composição harmoniosa e criativa, a credibilidade e força da Cemig nos mercados nacional e internacional, a um elemento que remete à saúde, o coração: órgão vital do corpo humano. Além disso, essa marca exprime bem o espírito da nova empresa: o foco no cuidado com o ser humano. Para o presidente da Forluz, Fernando Pimenta, o fato de a patrocinadora dar o nome dela à nova empresa é muito importante e dá tranquilidade ao participante, já que a Cemig é uma empresa de projeção internacional. A nova empresa já nasce forte, com o déficit equacionado, pelo menos nos próximos cinco anos. É uma marca poderosa, enfatizou o presidente. Marcelo Alkmin, futuro presidente da Cemig Saúde, registrou que a nova empresa e a Forluz estarão sempre juntas. ATENDIMENTO NO INTERIOR A Forluz tem atendentes em 14 cidades no interior do Estado. Confira: n Barbacena Miqueline Lara de Assis Pereira Telefone: Horário de atendimento: 10h45 às 17h n Curvelo Ariane Coura Rodrigues Telefax: Horário de atendimento: 10h45 às 14h45 e das 15h às 17h n Divinópolis Edivan Lopes Barros Telefone: Fax: Horário de atendimento: 7h30 às 11:30 n Governador Valadares Idalina Pereira de Araújo Neta Telefone: e das 13h30 às 17h30 n Ipatinga Soraya Silva Silvana Telefone: Horário de atendimento: 7h30 às 11:30 n Juiz de Fora Lais Monteiro Crispim Telefone: Fax: n Montes Claros Luciene Saraiva Silva Sampaio Telefone: e das 13h30 às 17h30 n Patos de Minas Scheila Cristina Costa Telefax: Horário de atendimento da Forluz: 8h às 11h45 e das 12h às 14h15 n Pouso Alegre Ananda Nogueira Stracci Telefax: Horario de atendimento: de 7h30 às 11h30 n Sete Lagoas Barbara Mendes de Ramos Telefax: Horário de atendimento: 10h45 às 17h n Teófilo Otoni Luciene Schuffner Telefone: Horário de atendimento: 11h15 às 14h15 e das 14h30 às 17h30 n Uberaba Daniela Delfino Risso Telefone: Horário de atendimento: n Univerdecidade (as terças e quintasfeiras) 8h às 11h30 e das 12h30 às 17h n Centro Sala Tristão de Castro (segunda, quarta e sexta-feira) 7h30 às 11h30 e das 12h30 às 16h n Uberlândia Cristina D Ângelo O Montes Telefone: Fax: n Varginha Michelle Aparecida Rangel Telefone:

6 Vi da e Saú de n Maio/ 2010 n Pá gi na 6 Dia mundial sem tabaco Desde 1987, o dia 31 de maio é considerado pela Organização Mundial de Saúde como o Dia Mundial sem Tabaco. Este ano, o foco da campanha é alertar sobre os efeitos nocivos do tabaco, para as meninas e mulheres. O tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, responsável por mais de 50 doenças, como as cardiovasculares, o enfisema pulmonar, a bronquite crônica e o câncer, consideradas algumas das mais graves. O tabaco é a única substância que mata cerca de 50% dos usuários regulares. Estima-se que haja cerca de 1,3 bilhão de fumantes no mundo (um terço da população adulta). No Brasil, ocorrem aproximadamente 200 mil mortes por ano, em decorrência das doenças causadas pelo fumo. A Organização Mundial de Saúde - OMS considera o tabagismo uma doença pediátrica, já que 90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos de idade. Cerca de 100 mil jovens começam a fumar no mundo a cada dia, dos quais 80% vivem em países em desenvolvimento. A incidência do hábito de fumar tem aumentado entre as meninas e mulheres, pois elas são os principais alvos da indústria do tabaco. Pesquisas recentes demonstraram a grande vulnerabilidade do cérebro dos adolescentes à dependência à nicotina, sendo que cerca da metade daqueles que experimentam o tabaco vão se tornar dependentes. Os fatores responsáveis pela iniciação de crianças e adolescentes no tabagismo são: a aceitabilidade social do tabaco (é uma droga lícita); a disponibilidade e facilidade de acesso aos seus produtos; o baixo custo; a exposição a fumantes (pais, irmãos, amigos, ídolos); as características psicológicas desta faixa etária, ainda em formação da personalidade, como a curiosidade, a contestação, a subestimação do risco de se tornar dependente e a grande vulnerabilidade ao marketing da indústria do tabaco. As leis que proíbem o uso de cigarros em locais fechados buscam a proteção de pessoas não fumantes expostas aos efeitos nocivos à saúde da fumaça do cigarro. Ambientes livres do tabaco inibem jovens a começar a fumar, além de incentivar muitos fumantes a diminuirem ou pararem de fumar. Segundo o relatório da OMS, proteger e promover a saúde das mulheres é crucial para a saúde e desenvolvimento não só para os cidadãos de hoje, mas também para as gerações futuras. Um dos alvos da comemoração do Dia Mundial sem Tabaco de 2010 é intensificar a proibição de publicidade, promoções e eventos patrocinados pela indústria do tabaco. Sabe-se que proibições abrangentes de publicidade reduzem em até 16% o consumo de cigarros entre pessoas de todos os níveis de renda e escolaridade. Conveniados não podem exigir material do participante Os conveniados que realizam exames complementares (clínicas e laboratórios) não podem solicitar aos participantes que levem ou paguem por pilhas, CDS, DVDS ou qualquer material necessário para realização do procedimento. Caso haja esse tipo de exigência por parte do prestador, o participante deve comunicar imediatamente para a Central de Atendimento , para as devidas providências. Somente nos casos de ultrassom obstétrico gestacional, quando fica a critério da paciente gravar as imagens para guardar de recordação, o prestador de serviço poderá solicitar que ela leve o CD, DVD ou fita VHS. GUIA EM BRANCO Ao realizar uma consulta, exame ou qualquer atendimento através do plano, não assine guias em branco. Leia atentamente e, caso tenha alguma dúvida, procure esclarecê-la antes de assinar. E, lembre-se: você pode acompanhar as despesas do Prosaúde Integrado através do extrato disponível no Portal, na seção Prosaúde.

7 Vi da e Saú de n Maio/ 2010 n Pá gi na 7 Nova lei busca reduzir a incidência de crianças obesas A obesidade transformou-se em uma epidemia que afeta 10% da população infantil. A Lei Merenda Saudável, que entrou em vigor em março deste ano, busca reduzir a incidência de crianças obesas, promover a saúde dos alunos e estimular a formação de hábitos alimentares saudáveis em suas famílias e comunidades de Minas Gerais. A lei proíbe o fornecimento e comercialização de produtos e preparações com alto teor de calorias, gordura saturada, gordura trans, açúcar e sal ou com poucos nutrientes nas escolas das redes pública e privada do Estado. Uma em cada três crianças brasileiras entre 7 e 12 anos está acima do peso normal e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta. A obesidade não é mais apenas um problema estético. O excesso de peso é causado por vários fatores, entre eles a predisposição genética, sedentarismo, distúrbios psicológicos, alterações hormonais e hábitos alimentares errados. As conseqüências são o surgimento de vários problemas de saúde como diabetes, problemas cardíacos e alterações nas articulações. Na infância, existe uma nítida preferência por frituras e doces, por causa do gosto agradável e por levar à saciedade mais prontamente. Se não houver insistência numa alimentação mais equilibrada, com frutas e vegetais, o paladar poderá fixarse exclusivamente nesses sabores, com consequências futuras. É fundamental o acompanhamento médico para as crianças e adolescentes obesos, mas o comportamento familiar é muito importante. O controle da obesidade deve necessariamente começar em casa, com refeições balanceadas, estímulo a atividades físicas e principalmente mudança nos hábitos alimentares de seus pais, pois a criança segue exemplos e aprende a comer o que seus pais comem. Algumas pesquisas já revelaram que, se um dos pais é obeso, o filho tem 50% de chance de se tornar gordinho, e, se os dois estão acima do peso, o risco aumenta para 100%. Fique atento a alguns comportamentos e orientações para toda a família: n Consuma mais frutas, legumes e verduras e diminua o consumo de gorduras animais. n Faça refeições em locais tranquilos, longe da televisão. n Respeite os horários das refeições e não belisque nos intervalos. n Evite os salgadinhos, excesso de catchup, mostarda e maionese, doces, frituras e refrigerantes. n Faça atividade física regularmente. n Ingira água com freqüência. n Evite os alimentos hipercalóricos como hambúrguer, salgadinhos, batata frita, entre outros. Sedentarismo: A vida sedentária, facilitada pelos avanços tecnológicos (computadores, televisão, videogames) e transporte, faz com que as crianças e adolescentes não precisem se esforçar fisicamente. Hoje, ao contrário de alguns anos atrás, as crianças ficam dentro de casa sem estímulo a fazer atividades físicas como correr, jogar bola, brincar de pique esconde. Ficam horas paradas em frente a televisão ou outro equipamento eletrônico e quase sempre com um pacote de biscoito ou sanduíche regados a refrigerantes. Este é um fator preocupante para o desenvolvimento da obesidade. Pegue seus exames Não deixe resultados de exames nos laboratórios. Eles representam alto custo para o planos de saúde e, também, para você, que participa das despesas. Evite despesas desnecessárias e cuide bem de sua saúde, conhecendo antecipadamente eventuais problemas.

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