DETERMI AÇÃO DE A TIOXIDA TES E TEOR DE METAIS EM CHÁ DE CAPIM SA TO POR DIFERE TES MÉTODOS DE EXTRAÇÃO.

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1 DETERMI AÇÃO DE A TIOXIDA TES E TEOR DE METAIS EM CHÁ DE CAPIM SA TO POR DIFERE TES MÉTODOS DE EXTRAÇÃO. Edivan Silva RODRIGUES (PIBIC) 1 ; Edilene Cristina Pereira SARGENTINI (PG) 2 ; Ézio SARGENTINI JUNIOR 1 Instituto Nacional de Pesquisas do Amazonas INPA/ Laboratório de Química Analítica Ambiental: Universidade do Estado do Amazonas UEA/ Mestrado em Biotecnologia e Recursos Naturais. RESUMO O chá é uma das bebidas mais consumidas no mundo e muitos possuem propriedades nutricionais e fitoterápicas. Muitos estudos têm demonstrado a importância do consumo de alimentos que contenham substâncias com atividade antioxidante e de metais como valores nutricionais. O presente trabalho trata do estudo do teor de metais associados ao potencial antioxidante em chás de Capim Santo coletado na cidade de Manaus. As diferentes formas de preparação dos chás (infusão, decocção e maceração) foram feitos seguindo normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, liofilizados e foram feitos as determinações de antioxidante e metais. Os métodos utilizados para determinação de antioxidante foram o DPPH seqüestrador de radicais e o método de propriedade redutora de Fe 3+. Para as análises de metais foram escolhidos os elementos, Potássio, Cálcio e o Ferro por serem mais abundantes nos chás de Capim Santo e determinados pela técnica de Espectrometria de Absorção Atômica. Pelo estudo de preparação de chás de Capim Santo, foi observado que para um melhor aproveitamento das propriedades antioxidantes e teor de metais em ordem crescente devem-se consumir os chás obtidos por processos de infusão e decocção, em folhas secas seguindo por infusão e decocção, em folhas frescas. Os chás que foram feitos por maceração não foram adequados devido ao grande tempo (24 horas) para ter as propriedades antioxidante o que não é adequado para o consumo após seis horas. I TRODUÇÃO Plantas medicinais são largamente consumidas como remédios caseiros e recentemente começam a ser usado como insumos na indústria farmacêutica. Nos últimos, anos houve um aumento significativo na medicina que utiliza as ervas, e muitos médicos estão indicando o uso de chás e extratos como tratamentos suplementares para vários problemas (Eisenberg et al., 1998). O chá é considerado a segunda bebida mais consumida no mundo, com consumo inferior somente ao da água (Weisburger, 1997). Diversos estudos têm demonstrado a importância do consumo de alimentos que contenham substâncias com atividade antioxidante para a prevenção de doenças crônicas, tais como doenças cardiovasculares, câncer e desordens cerebrais degenerativas relacionadas ao envelhecimento causado por excesso de metais (Chu et al., 2000). O processamento ou beneficiamento de espécies para o preparo de chás pode ser bastante diferente dependendo das caracteristicas pretendidas (LIMA et al., 2004). O chá de capim santo apresenta ação calmante e antiespasmódica suave. O infuso, recém preparado das folhas frescas ou secas, é útil no alívio de pequenas crises de cólicas intestinais e uterinas como em estados de nervosismo e intranqüilidade (Oliveira e Araújo, 2007).

2 O presente trabalho trata do estudo do teor de metais e da capacidade antioxidante em chás de Capim Santo coletado na Colônia Japonesa, cidade de Manaus, e identificado como Cymbopogon citratus, no Herbário do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia INPA. OBJETIVO Avaliar as diferentes metodologias de preparação de chás quanto a capacidade antioxidante e o teor de metais; METODOLOGIA As amostras coletadas foram divididas em material vegetal fresco e seco. Os chás foram preparados seguindo as normas estabelecidas pela ANVISA (2007), conforme descrição na Figura 1. Figura 1 Metodologia de preparo dos chás por infusão, decocção e maceração, das folhas verdes e secas de capim santo e posterior análise da atividade antioxidante e os metais, potássio, cálcio e fero. O potencial de atividade antioxidante foi determinado pelos métodos de DPPH (ARNAO, 2000; ARTS MARIKEN et. al., 2004) e de quantificação da capacidade redutora do extrato (Fe 3+ ) (NOVAES, 2007), ambos analisados em um espectrofotômetro de absorbância de UV/Vis. Os metais Ca, K e Fe foram determinados por um de Espectrômetro de Absorção Atômica da Perkin Elmer modelo 1100B. As condições operacionais foram feitas segundo WELZ (1999).

3 RESULTADOS E DISCURSÃO Após as extrações dos chás por infusão, decocção e maceração em folhas frescas e secas de Cymbopogon citratus (Capim Santo), o extrato foi liofilizado e quantificado a atividade antioxidante equivalente com ácido ascórbico (DPPH e Fe 3+ ) e dos metais potássio, cálcio e ferro, que estão listados na Tabela 1. Tabela 1 Atividade antioxidante equivalente com ácido ascórbico (DPPH e Fe 3+ ) e quantificação dos metais encontrados em um 1g dos extratos secos dos chás de capim santo (Cymbopogon citratus) pelos processos de infusão, decocção e maceração em folhas verdes e secas. Material Vegetal Tipo de extração de chá Tempo de Extração Atividade Antioxidante (Equiv. ao ácido ascórbico) Quantidade de metais (mg) DPPH Fe 3+ Atividade K Ca Fe Seca Infusão 10 min 2,29 0,985 Sim Seca Decocção 5 min 2,19 0,991 Sim Seca Maceração 6 horas 11,02 0,000 Não Seca Maceração 12 horas 3,00 0,969 Sim Seca Maceração 24 horas 3,02 0,989 Sim Seca Maceração 32 horas 3,01 0,899 Sim Fresca Infusão 10 min 2,10 0,978 Sim Fresca Decocção 5 min 2,03 0,954 Sim Fresca Maceração 6 horas 40,08 0,018 Não Fresca Maceração 12 horas 25,09 7,058 Não Fresca Maceração 24 horas 2,10 0,997 Sim Fresca Maceração 32 horas 2,00 0,998 Sim Determinou-se os elementos Ca e K por serem mais abundantes nas amostras de chás, e o Fe por ser um elemento essencial para o bom funcionamento do organismo. Para o consumo dos chás por infusão e decocção em folhas secas e verdes em média são utilizados 2 g do vegetal fresco ou seco em 250 ml de água. As determinações de atividade de potencial antioxidante e determinação de metais foram calculadas a partir dos extratos concentrados do capim santo (Tabelas 1). Assim os valores reais de consumo utilizando o chá como bebida e com potencial de antioxidante estão apresentados na Tabela 2. Tabela 2 - Resultados de K, Ca e Fe em 2 g de folhas frescas ou secas em 250 ml dos chás de capim santo (Cymbopogon citratus) pelos processos de infusão e decocção em amostras que apresentaram potencial de atividade antioxidante Material Vegetal Tipo de extração de chá Tempo de Extração (minuto) Massa do chá (g) Valor de Metais obtido no chá (mg) K Ca Fe Seca Infusão Fresca Infusão Seca Decocção Fresca Decocção

4 Podemos observar que os dois métodos em folhas secas e frescas que apresentam atividades antioxidantes são adequados para o consumo, ressaltando que em folha fresca apresentou valores maiores dos minerais do que em folha seca. É conclusivo que as melhores condições de consumo com atividades antioxidante e teor de metais nos chás de capim santo são os chás de decocção fresca > infusão fresca > decocção seca > infusão seca. CO SIDERAÇÕES FI AIS O capim santo apresentou teores bastante elevados dos macroelementos Ca e K, que são de grande importância nutricional Comparando-se os resultados obtidos do potássio e do cálcio, com as necessidades diárias de ingestão desses minerais (WHO, 1996) recomendam-se estudos para a utilização de capim santo como fonte na dieta alimentar como suprimento auxiliar dos referidos nutrientes estudados. No entanto, deve-se considerar uma certa prudência em relação ao consumo de chá pelo processo de maceração em seis e doze horas feitas com folhas frescas e seis horas feitas com folhas secas que não apresentaram atividade antioxidante, e as outras macerações apresentaram atividade antioxidante mas apresentaram fungos tornando-as assim inviáveis para o consumo. Pelo estudo de preparação de chás de capim santo, mostra que para melhor aproveitamento para absorção dos componentes com propriedades antioxidantes e teor metais devem-se consumir os chás obtidos por processos de decocção e infusão das folhas frescas, ou secas já que os chás preparados por maceração após seis horas não são adequados para o consumo. REFERÊ CIA BIBLIOGRAFICA ANVISA, 2007.Preparo de Chás, 11:01 (http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/preparo) Acesso: 12/03/2008. ARTS M, J.T.J.; HAENEN GUIDO, R. M.M.: VOSS, H.P.: Antioxidant capacity of reaction products limits the applicability if the trolox equivalent antioxidant capacity (TEAC) assay. Food and Chemical toxicology (42) ARNAO, M.B Some methodological problems in the determination of antioxidant activity using chromogem radicals: a practical case. Trends in Food Science & Technology (11) BURTON, B. T utrição Humana. McGraw-Hill do Brasil, São Paulo. CHU, Y.H.; CHANG, C.L.; HSU, H.F Flavonoid content of several vegetables and their antioxidant actity. Journal of the Science of Food and Agriculture. 80, 5 p Eisenberg, D.M.; Davis, R.B.; Ettner, S.L., Appel, S.; Wilkey, S.; Rompay, M.V.; Kessler, R.C., Trends in alternative medicine use in the United States, : results of a follow-up national survey. Journal of American Medical Association 280, LIMA. V.L.A.G.; MELO, E.A.; LIMA, D.E.S. Teor de compostos fenólicos totais em chás brasileiros. Brazilian Journal of Food Technology. Campinas, V. 7, n. 2, p Jul./dez NOVAES, J. A. P. Desenvolvimento e Validação de Método para Quantificação da Capacidade Redutora de Extratos Vegetais Secos. Manaus, p Dissertação (Mestrado) - Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

5 Oliveira. J.C.; Araújo. L.T.; Medicinal plants: uses and beliefs of elderly carriers of arterial hypertension. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 09, n. 01, p , WEISBURGER, J.H Tea and health: a histical perspective. Cancer Letters 114, WELZ, B.; Sperling, M.; Atomic Absorption Spectrometry, 3rd ed., Wiley- VCH: Weinheim, World Health Organisation (WHO) Trace Elements in Human utrition and Health, Geneva.

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