PARECER N. J5.Ç. lz CARDOSO DO NASCIMENTO, ID /02, JOEL VICENTE,!D /02,

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1 - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PARECER N. J5.Ç 3)f3 PROCESSO ADMINISTRATIVO-DISCIPLINAR (PAD). AGENTES PENITENCIÁRIOS DA SU PERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS PENI TENCIÁRIOS (SUSEPE) QUE AGRIDEM APE NADO FICAM SUJEITOS À CONDENAÇÃO ADMINISTRATIVA PELO ATO. PARTICIPAÇÃO ATIVA E/OU OMISSIVA. CORRELAÇÃO COM O ART. 1 DA LC /97, POIS AS CONDU TAS SE AMOLDAM, EM TESE, AO TIPO DO ART. 1, 1, A E II, DA LEI FEDERAL 9.455/97, GRAVIDADE DAS FALTAS A ENSEJAR A A PLICAÇÃO DA PENA DEMISSÓRIA A TODOS OS INDICIADOS, MAS POSSIBILITADA A CONVERSÃO DA DEMISSÃO EM SUSPEN SÃO, COMO GRADAÇÃO DE PENALIDADE MAIS GRAVE A QUATRO DELES, PELO ME NOR GRAU DE ENVOLVIMENTO NOS FATOS, MAS SEM A POSSIBILIDADE DE COMUTA ÇÃO EM MULTA. Vem a esta Equipe de Revisão da Procuradoria Disciplinar e de Probi dade Administrativa (PDPA), desta Procuradoria-Geral do Estado (PGE), por força do art. 115, IV, da CE/89, e do art. 2, XIV, da LC /02 (regulamentados pelo Decre to Estadual /96 e pelas Portarias PGE 077/2011 e 182/2012), para exame e parecer. o processo administrativo-disciplinar n /08-0, originário da Su perintendência dos Serviços Penitenciários (SUSEPE). em que constam como indiciados os servidores públicos estaduais ANDRÉ LUIZ FONSECA PRADO, identidade funcional (ID) /01. ARI VANDERLE! RADDATZ /02, EDIVAN LU lz CARDOSO DO NASCIMENTO, ID /02, JOEL VICENTE,!D /02, JORGE CARLOS PEREIRA DA SILVA, ID /02, JOÃO BATISTA NARDO SILVEIRA, ID /02, LUÍS ANTÔNIO PRESTES FORTE, ID /02, MAl QUEL SALDANHA DE MOURA, ID /02, MÁRIO ARNOLDO BORGES MÜL LER, ID /02 e WAGNER CRUZ PIMENTEL, ID /02, a quem são im putadas as faltas funcionais descritas no termo de instalação das f Is. 652/655, e ouias transgressões disciplinares encontram tipificação no art XX e XXiV e art. 191, iii, VII. Viii e XVII, todos da LO no art. 1. da LO /97. configurando, em /

2 da, em tese, o ilícito penal capitulado no art. 1, II, combinado com os parágrafos 2 e 4. 1, da Lei Federal 9.455/97. Os indiciados foram regularmente citados e comparece ram às audiências de qualificação e interrogatório, na seguinte ordem: André Luiz Fonseca (fls. 671/674), Ari Vanderlei Raddatz (fls. 676/678), Edivan Luiz Cardoso do Nascimento (fls. 680/682), Joel Vicente (fls. 684/686), Jorge Carlos Pereira da Silva (fls. 688/689), João Batista Nardo Silveira (fls. 691/692), Luís Antônio Prestes Fortes (f Is. 693/695), Maiquel Saldanha de Moura (f Is. 706/708), Mano Amoldo Borges MülIer (fls. 709/711) e Wagner Cruz Pimentel (fls. 712/714). Em sequência, foram apresenta das as defesas preliminares de Jorge Carlos Pereira da Silva (fls. 715/716), João Ba tista Nardo da Silveira (fi. 717), Luis Antônio Prestes Fortes (f Is. 719/720), Maiquel Saldanha de Moura (f Is. 722/723), André Luiz Fonseca Prado (f Is. 725/726), Joel Vi cente, Mário Amoldo Borges Müller e Wagner Cruz Pimentel (fi. 727), Edivan Luiz Car doso do Nascimento (fi. 728) e Ari Vanderlei Raddatz (fi. 729), oportunidade em que arrolaram testemunhas. Foram ouvidas as testemunhas arroladas pela autoridade pro cessante e pela defesa: Rafael Panosso de Albuquerque (f Is. 787/789), Evandro Lins Rodrigues (f Is. 791/793), Joacira Panosso de Albuquerque (f Is. 795/796), Maria Dolo res Marchionatti (fls. 798/799), Vladimir Fernando da Fontoura Rodrigues (fls. 800/801), Everaldo Paulo Fischer (fi. 813), Rogério dos Santos Ramos (fi. 814), Julia no Manuel Moro (f Is. 816/817), Cezar Rodrigo Martins Menezes (f Is. 818/819), Leonar do Borges de Castro (f Is. 827/828), Paulo Tarso da Rosa Costa (f Is. 829/830). Felipe Tavares dos Santos (f Is. 831/833), Tiago André Hubner (f Is. 834/835), Paulo Flávio Vi eira Vinadé (f Is. 837/838), Luiz Afonso da Luz Gil (f ), Vanderlei de Christo Felici dade (fl 840). Carlos LucIano Pozzatto Facin (f ), José Marlon da SilveIra Rodri ques (ti 853), Fablo Guedes Rocha (f Is. 854/855) Edson Marques Pinheiro (f Is. 857/858) Hamiton Brazelros Neves Junior tis. 859/86u) babríclo Fonseca Macriacio fls ). Jocellto Genro Barcelos (f Is. 874/875) lnlclalmente atuavam na defesa de todos os indiclados as defensoras Dra. Paula AdrIana Moreira Louzada e Dra. Claudia Andrea de Alencastro Moreira, porém em 09/05i2012 (fi. 823) veio aos autos petição da advogada, Dra. Vânia Barreto. acompanhada de procuração com poderes troador ndadc 824 ara ssqqse a a r3se tá-3 rr cerrada a Instrução, aportaram aos autos, extemporaneamente, as alegaçôes finais ofertadas por Andre Luiz. Edivan, Joel, Jorge Carlos, João Batista. LuÍS Antônio. Ma ue Mário e Wagner (fis. 890/905). aduzndo. em premnar a nrescnção ntercorren te no mento postuiard 3 ahsolviçao por insu, ncia de provas Intima para o

3 PROCURADORIAGERAL DO ESTADO oferecimento das alegações finais (fis. 880/882), a defesa do indiciado Ari Vanderlei Raddatz permaneceu inerte. Nas fls. 910/970, sobreveio o Relatório Final da lavra do Exmo. Sr, Frederico de Sampaio Didonet, ora submetido à revisão, que concluiu, em resumo, pelo afastamento da prescrição, pela procedência parcial da ação disciplinar relativamente aos indiciados e pelo reconhecimento de indenização extrapatrimonial no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) à vítima, o apenado Rafael Panosso de Albu querque, em virtude da violação por parte dos agentes do Estado de seus direitos hu manos fundamentais, a ser paga pelo Estado, devendo a fiscalização do procedimen to ficar adstrita à Comissão de Direitos Humanos desta Procuradoria-Geral do Estado. Por fim, vieram os autos à signatária para, em revisão coletiva, relatar. É o relato do que consta nos autos. Preliminarmente, incumbe registrar não haver nenhuma nulidade a sanar, eis que as formalidades legais foram atendidas, sendo legítimas as partes mdi ciadas, todos servidores penitenciários do Estado, bem representados por defensores constituídos, constando ainda ser o objeto da persecução disciplinar lícito e juridica mente possível, atendidos os princípios do pleno contraditório e da ampla defesa, no devido processo legal administrativo. A preliminar de prescrição intercorrente, arguída em alegações finais pela defesa, foi de plano enfrentada no Relatório final conclusivo da Autoridade Pro cessante cujos fundamentos são aqui adotados, para o fim de concluir pela Improce dência da mesma nos termos do excerto a seguir transcrito nos termo do ad do esta uto funciona a nstauraçao de processo adrui strativo d scip mar opera como causa nterruptiva a prescnção o que ocorreu em elação ao indiciado Andre Luiz em data da publicaçao da portana instauradora do PAD con ra si no DOE Já em relação aos demais ndiciados e, An, Edivan bel Jorge Carlos Joao Batista, Luis Antonio, Maiquel. Mano e Wag ner deve se o siderado como marco áterruptii o o dia 11 08/20 10 DOE e n s a t e eaps e J Li a d1e O

4 PROCURADORiA DISCIPLINAR E DE PROBIDADE ADMINISTRATIVA ( e 11/08/2010). Quanto à alegação da prescrição intercorrente em função do prazo estabelecido pelo art. 212 do estatuto funcional, vertida pela defesa de nove dos indiciados, mas que acabaria aproveitando aos dez, tem-se igualmente improcedente a arguição. considerando que os prazos es tabelecidos pelos artigos 212 e 213 do estatuto funcional são apenas dilatórios e não peremptórios, ou seja, carregam carga meramente exortativa. No caso. o único efeito do extra vasamento do prazo esta belecido pelo art. 212, nos termos referidos pela defensora constituída pelo maior número de indiciados foi a deflagração da fluência do pra zo prescricional após a instauração do feito disciplinar, nos termos da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, questão obviamente prejudicial aos interesses da administração pública e mais vantajosa aos próprios indicíados. Por consequência, não há prescrição intercor rente a ser declarada. Com efeito, assim como não se verificou a ocorrência da prescrição intercorrente, também não ocorreu a prescrição ordinária, contados os dois anos do marco interruptivo da contagem prescricional, acrescido do prazo que a administração possui para concluir o PAD, até a data do Relatório final da Autoridade Processante. Vejamos. A esse respeito, a tanto se concluir é imperativo que se adote o enten dimento sufragado a respeito do tema pelo colendo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que ao anailsar o alcance da LC /94, no exa me de um caso concreto, manifestou o entendimento de que a fluên cia da marcha processual fica suspensa durante o prazo de 140 (cen to e quarenta) dias após a instauração do processo administrativo-dis ciplinar, conforme se verifica da ementa do paradigmático julgado, a saber. o RMS n RS, plenamente aplicável à espécie dos au tos, senão vejamos: ADMINISTRATIVO. SER VIDOR PÚBLICO ESTADUAL. PRESCRI ÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA. DELITO ADMINISTRATIVO TAM BÉM CAPITULADO COMO CRIME. PRAZO PRESCRICIONAL É O DA LEI PENAL. BALIZA TEMPORAL. PENA EM CONCRETO. APLI CAÇAO DOS ARTS. 109, INCISO li, E 110 DO CÓDIGO PENAL. IN TERRUPÇAO DA PRESCRIÇÃO. FLUÊNCIA QUE É RETOMADA APOS 140 (CENTO E QUARENTA) DIAS, NOS TERMOS DOS ARTS 212 E DA LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL N 10098/94 ALEGADAS NULIDADES NO PROCESSO ADMINISTRA T VO DISCIPLINAR, NÃO CARACTERIZADAS. 1. A urisprudência desta Corte Superior de Justiça firmou-se no senti do de que, em sendo o delito administrativo também capitulado como crime, o prazo prescricionai a ser adotado é o previsto na legislação penal Por conseguinte, existindo sentença penal condenatória, a osrcão da re ãn jntii Aimnifra ten- çn7 551?p temporal a pena em concreto, conforme o disposto nos arts. 109 e 710 do Código Penal. 2. Conaenaoo a j a pena n e 0 um) ano e 03 (três) meses de reclu são em regime aberto e dez d!as muita, em processo crimnai o orazo presc cna! na espéce deixe s rxado em 0 (Quatro ao a cor o 109 ncso V do Cod go a? 4

5 3. A prescrição (tal como a decadência) é um instituto concebido em favor da estabilidade e da segurança jurídicas, não se pode admitir que o litigante em processo administrativo disciplinar aguarde, indefi nidamente, o exercício do poder punitivo do Estado. 4. Nos termos da Lei Complementar Estadual n /94, interrom pido pela instauração do processo administrativo disciplinar, o prazo prescricional volta a correr por inteiro após 140 (cento e quarenta) dias, prazo máximo para conclusão do processo administrativo e im posição de pena, independentemente de ter havido ou não o seu efeti vo encerramento. Dicção do art. 212 c.c. o ad. 246, S 3., da LCE n, / De acordo com a LCE n /94, interrompido o prazo prescriclonal com a instauração do processo administrativo em 10/07/2002, tem-se o recomeço da contagem após 140 (cento e quarenta dias), ou sela, em 30/11/2002, com o termo ad quem em 30/11/2006. Publicada a demissão do Servidor em 14/11/2006, é de ser afastada a tese de prescrição da pretensão punitiva da Adminis tração. 6. Eventual nulidade processual exige a respectiva comprovação do prejuízo à defesa, o que, não ocorrendo, atrai a aplicação do prin cípio do pas de nullité sans grief 7 Recurso ordinário conhecido e desprovido. (negritei e sublinhei) Por consequência, em relação ao indiciado André Luiz, verifica-se que o prazo prescricional após a instauração do processo administrativo disciplinar começou a fluir em 24/11/2010, ao passo que em relação aos indiciados ArI, Edívan, Joel, Jorge Carlos, João Batista, Luís Antô nio, Maiquel, Mário e Wagner, a marcha prescricional iniciou a fluir em 29/12/2010. Assim sendo, como o termo de instalaçao dos trabalhos de instruçao, revestido sob a forma de libelo acusatório, somente imputou aos mdi ciados a pratica de infrações disciplinares puniveis como a pena de missoria, incide a especie o disposto no ad. 197 IV do estatuto fun aonal ou seja o prazo prescricional e de 24 vinte e quatro meses Mais nos termos do ad III da C a ap esenta çao do Relato io nal pela Autoridade Processante e causa uspensi.a da prescriçao Assim verifica-se que entre a data da instauração eqular do PAD acrescida do prazo legal para a conclusão dele e ate a presente data, nao transcorreu o prazo de 24 meses a ser imple rrentado tao somente em 24,11/2012 e 29/ e, a ista disso em consequência, não há prescrição a ser declarada nos presentes t 1 r irir irri rn, i ri, i ri, ie o e on ea e a soreo s s e o e i e e o bia etc is a ei CO

6 - STJ ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (...) a mera existência de ação penal autoriza a utilização da regra es pecial do art do estatuto funcional, que diz que quando as faltas constituírem. também, crime ou contra venção, a prescrição será regulada pela lei penal circunstância que por si só é passível de au - mento do prazo prescricional na esfera administrativa, já que adotada a regra do direito repressivo. Assim, verifica-se que o tipo penal em questão possui pena máxima em abstrato de 01 (um) ano, o que atrai a incidência do art V. do Código Penal e, por consequência, ve rifica-se que o prazo prescricional aplicável aos indiciados é de 04 (quatro) anos ao tempo da prolação do presente Relatório, e videntemente ainda não alcançado, já que o dies a quo do marco prescri dona! está fixado em 24/11/2010 para o acusado André Luiz e em 29/12/20 10 para os demais. Aliás, quanto à utilização da pena em abstrato para o cálculo do prazo prescriciona4 em vista da ausência de sentença penal condenatória (pois a ação penal está ainda em tra mitação e, por consequência, não há ainda pena concretizada) é questão consolidada na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (e.g., MS /DF). Assim, tocantemente às preliminares arguidas, não há nulidades a de clarar e nem prescrição a ser reconhecida, (...) Superada a questão preliminar suscitada pela defesa, passa-se ao exame do mérito. Tem-se que o presente processo administrativo-disciplinar foi ins taurado em decorrência das conclusões da sindicância administrativa levada a cabo pela SUSEPE pelos fatos assim sintetizados (relatório de f Is. 317/344): (...) O Sr. Gilberto de Albuquerque e a Sra. Jacira Panosso de Albu querque. no día 1 0/09/08, denuncíam ao Defensor Público da Comar ca de Osório, Dr. Irvan Antunes Vieira Filho, que através de familiares de presos da Penitenciária Modulada Estadual de Osório. foram avisa dos que seu filho Rafael Panosso de Albuquerque, havia sido agredi do por agentes penitenciarios. na referida penitencária. estando bas tante machucado, com o rosto deformado. Tambem referiram que ten taram visita-lo, mas não obtiveram êxito, sendo informados pelos agentes que Rafael estava isolado preventivamente..4 Sra Cristiane Hoppe. Juíza da VEC focal determinou atraves de mandaao. Que uma oficiaia de1ustiça acompanhasse a mãe n o preso ate à PMEO. garantindo assim a visita a seu filho. A Sra Marra Dolores Marchionatti, ofcsaía de Justiça. após c.mpri mento do referido mandado. certifica à Juíza fl. 15j que no dia 10, as 16h27m n. acompanhou a visita da Sra. Joacra ao ape he n e e m derrame, aparentava dor ao camínhar, estava on a perna a meíxava-se de dores nas costelas e ando que as /esoe eram decor d ge es da PMEO, no dia 06 dc e 8 a edenntao( )

7 pela Dra. Cristiane Hoppe, Juíza de Direito da VEC/Osório, nas de oportunidade denunciou que estava sendo ameaçado. inclusive quan quiser sair da penitenciária mata no peito. referindo que não aguenta denunciar as agressões sofridas. nistério Público. Defensoria Pública e Conselho da Comunidade. Na pendências da PMEO. Acompanharam a audiência membros do Mi No dia li 09/08, o preso Rafael Panosso de Albuquerque foi ouvido do foi escoltado até a sala de audiência, os agentes lhe disseram se va mais a pressão psicológica que estava sendo submetido para não nar em-se o rretom um o Rn a oro rrj sondo na no Prcjrador n ex os asp qu ven sent ess nis a sa pe eta cio se cru tór o EJo tc -áa MduaJ J contra o apenado Rafael Panosso de Albuquerque que se encontrava sob a custódia a fatos que se revestem de extrema gravidade consistentes nas agressões praticadas seus familiares. (...) como auxiliar da segurança, falou que se matasse no peito, nada iria levou à sala da segurança. onde pediu novamente que não contasse a Que concordou em ficar calado, se na segunda feira retornasse à ga para progressão de regime, pois assim conseguiria sair mais rápido. se em pé era derrubado pelos agressores, permanecendo sempre al manda é nos. aqui é o fim do mundo. nós é que sabemos quem fica sos da cela 1 e 2. Que foi agredido em vários momentos. que os agentes batiam, saiam, voltavam e batiam mais. Enquanto era agredi maram com as mãos para trás. Que as agressões começaram na saí gemado. Que por volta das 3horas, um agente lhe tirou as algemas e entregou um colchão e uma manta. Que permaneceu por uns três Após a conferência, foi retirado da cela por seis agentes, que o alge da da cela, sendo levado para uma peça na frente do Mvi, onde mais galeria foram presenciadas pelos presos da mesma cela e pelos pre rosto e estômago e por todo corpo, salientando que mesmo que ficas dias isolados, que as agressões ocorreram na primeira noite. disseram é assim que tu qué, então vai te bolso no horário da conferência, foi ameaçado pelos agentes, quando agentes penitenclários na PMEO. Que por não ter retirado as mãos do (.,.)que no dia 06 de setembro de 2008, foi severamente agredido por ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL um agente chegou e continuaram as agressões. Que as agressões na do, os agentes diziam vagabundo aqui é tratado assim aqui quem ou quem vai embora daqui. Que foi agredido com chutes, socos no No dia seguinte às agressões, o Agente Carlos, que se identificou lhe acontecer, prometeu que lhe daria emprego e exame favorável, leria Que o AP Carlos nao lhe agrediu em nenhum momento, porém o O conjunto probatór o se mos ra seguro e coeso a evidenc ar a auto ria e a materialidade das nf rações disciplinares atrlbuídas aos indlclados em relaçao

8 do Doutor Frederico de Sampalo Didonet. cujas razões. com o intuito de evitar a sem pre indesejável tautologia, adota-se como fundamentação ao presente Parecer: DO MÉRITO Vejamos, por primeiro, a questão da materialidade delitivo-funcional. Tem-se, no mérito, que a causa instauradora dos procedimentos apu ratórios, que culminaram, ao final, com a instauração do presente pro cesso administrativo-disciplinar, foi o fato de os genitores do apenado Rafael Panosso de Albuquerque. os Senhores Gilberto de Albuquer que e Joacira Panosso de Albuquerque, terem tentado visitar o filho apenado, então recolhido nas dependências da Penitenciária Modula da Estadual de Osório (PMEO). numa quarta-feira, dia de visita, 1 0/09/2008, sem sucesso, pois o filho estava isolado preventivamen te. Além disso, os país de Rafael receberam a informação por meio de parentes de outros apenados e de pessoa que fazia pregação reli giosa na casa prisional que o seu filho teria sido agredido por agentes penitenciários e que estava muito machucado. Por certo preocupada com a notícia que recebeu e pela impossibilida de de visitar o filho, a mãe Joacira, que consta era separada judicial mente do pai, tomou a iniciativa de comparecer ao fórum. na mesma quarta-feira, dia 10/09/2008, tendo conseguido encaminhamento à Defensoria Pública, que a sua vez peticionou ao MM. Juízo da Vara das Execuções Criminais da comarca de Osório (fis. 05/07), relatando a possibílidade de o apenado, seu filho Rafae4 ter sido agredido. Em vista disso, por determinação judicial, foi autorizado o ingresso da genitora do apenado Rafael na casa prisional, com o acompanhamen to de oficial de justiça, bem como foi determinado que a administração do estabelecimento penitenciário prestasse informações sobre o noti ciado (fis. 09/10). Em razão disso, a oficia/a de justiça Maria Dolores Marchionatti, que garantiu o ingresso da Senhora Joacira na casa prisionai. relatou as suas observações sobre o estado fisico do apenado Rafael. conforme certidão de fi. 15: Certif co que procedi ao acompanhamento da Sra. Joacira Panosso de Albuquerque na visita a seu filho Rafael Panosso de Albuquerque. nesta data. às 16:27. por cerca de uma hora. verificando que Rafael se encontra com o olho roxo escuro, derrame no oiho dire,to. aparenta dor ao caminhar, está com arroxeado perna esquerda, atrás do joelho, se queixa de dores nas costelas, principalmente do lado a re ro..nforma estar isolado há três dias e ter sido, esionado na noite de sábado passado.dou fé. Osório mberr sobre as lesões sofrioas pelo apenado Rafael o nte ior da Osorio PMEO). relevante registr n i - e qedora Penitenciána Vera Reqi e A o O 9 pacho que suge L.i o ;ndic 9 n e abe referir ge 35 dias p t aq d * t95õ13 -

9 Execuções i ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL No mais. quanto ao cumprimento da ordem judicial a respeito de infor mações relativas ao quadro de saúde do apenado Rafael. o indiciado André Luiz Fonseca Prado, na qualidade de Chefe da Atividade de Segurança e Disciplina (ASD) da PMEO. certificou: A Atividade de Segurança e Disciplina no uso de suas atribuições informa que, em resposta ao OF 3984/2008-VEC Osório, o apenado Rafael Panosso de Albuquerque foi posto em isolamento disciplinar preventivo por não responder a conferência e desacatar a guarda, saliento que o apenado supra já retornou a sua galeria de origem e tudo está dentro da normalidade, não havendo manifestação por parte de seus companheiros de infortúnio, uma vez que o mesmo encontrase em boas condições de saúde, conforme cópia dos laudos médicos realizados nos dias e , que seguem em anexo. Cabe comunicar-lhe que, em cumprimento ao mandado de acompanhamento n Criminais de Osório, a Sra. Joacira Panosso de Albuquerque, mãe do apenado em tela, acompanhada da Sra. Ofíciala de Justiça plantonista, esteve visitando o mesmo, ficando ciente das suas condições de saúde. Ainda quanto às lesões, apesar das dificuldades de interpretação dos textos manuscritos pelos médicos nos laudos de fls. 18 e 19, referidos pelo indiciado André Lui como indicativos de 7. oas condições de sa úde do apenado Rafae4 é possível identificar que no atendimento realizado em 07/09/2008, às loh38min, há registro [...J de contusão por agressão [...j edema e equimose. Já no atendimento prestado em 10/09/2008, às l8h59min, há anotação de..] hematoma [...] ocular D e E, contusão de tórax [...] causado há 5 dias [.1 hematoma [..] ocular Na mesma esteira, tocantemente às lesões, em resposta ao ofício en caminhado pela corregedora da SUSEPE à administração do Hospital Beneficente São Vicente de Paulo retornou nova cópia dos prontuá rios de atendimento do apenado Rafael. com explicitação dos termos manuscritos pelo profissional médico que eram parcialmente ilegíveis fls. 309 e 31 1). a saber: N do Paciente: Nome. Rafael Panosso de Albuquerque Data de Nasc,mento: 20/10/ anos Data do Atendimento: Hora do Atendimento: 10:38 Motivo da Consulta: Laudo Tratamento. Descrição do Atendimento. H,stor a de contusão por agressão: Bom estado geral. mucosas úmidas e coradas. íucido e consciente, sem déficit focal: sa 3e rt t iclofenaco IM. V e crânio e arco costa diretto o co na ileo Re a A rizel Neto

10 XVI XVII ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Nome: Rafael Panosso de Albuquerque Data de Nascimento: 20/10/ anos Data do Atendimento: 10/09/2008 Hora do Atendimento: 18:59 Motivo da Consulta: Laudo Tratamento, Descrição do Atendimento: Hematoma peri ocular direito e esquerdo, contusão de tórax, dor cau sada há 5 (cinco) dias Diagnóstico: Hematoma peri ocular Médico: Wanderley Moreira da Silva CRM/RS: CPF: Em sequência a isso e em atendimento à solicitação da corregedora encarregada do feito, o apenado Rafael foi levado a atendimento mé dico no Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre, no dia 15/12/2008, onde foi anotada a existência de dor ocular, sendo que o tratamento seria retirada de corpo estranho da córnea (II. 249). Ainda, decorrentemente do fato e em vista das declarações prestadas pelo apenado ao MM. Juízo da Vara das Execuções Criminais de Osório. o judiciário local concedeu seguro ao reeducando Rafael em relação aos agentes da SUSEPE, determinando a sua transferência da Penitenciária Modulada Estadual de Osório (PMEO) e que a escol ta deveria ser realizada pela Brigada Militar, o que acabou se concreti zando no dia 12/09/2008 (fi. 25). Com efeito, ainda na apuração da materialidade, é de se ver que foi juntado aos autos o livro de ocorrências da PMEO (fls. 32/45) e, relati vamente aos registros do dia 06/09/2008, cabem ser destacadas os seguintes: [...] 19:10 Ocorrência: comunico que durante a conferência noturna, o apenado Rafael Panosso de Albuquerque (V1AO9), desa catou veementemente o AP Joel. quando este solicitou ao preso que retirasse as mãos dos bolsos e respondesse corretamente a confe rência. O AP Joel relatou o ocorrido na portar/a do Módulo (AP s Edi van. Mário e Castro ste de folga). Pouco depois o chefe de segu rança foi comunicado do ocorrido, tornando assim a decisão de retirar o respectivo apenado para que o mesmo fosse cumprir castigo pelo desacato ao servidor Joel, Alguns APs dos módulos de apoio. V2 e V3 foram soliotados para auxiliar na operação. tais como APs Edi van Mano, André. Joel, Maiquei. Joao Fortes Raddatz e Vagner, p0- mm quando da tentativa de retirar o apenado Rafael. o mesmo, além de desacatar novamente a guarda, desferiu chutes no AP Mário, re sistindo assim da sua retirada da cela. Em nenhum -nomento os AP s faltaram com o respeito tanto com o preso em questão quanto com a e e d ta o h ii s e de d espectivo apenado endo ainda, os AP s rio ato de sua mobiliza ção nue utilizarem aclenuadamerite a força mediante a sue rspectva ecessdade [. tnr j Entrada cc omso deu entrada reste mobilo o ape neci 1 oquerme cc Vri9 on-a V JmO4 ce cqn rm a u norr astigo nê:ad OCO&eCri C OdiJiO (7P eu-rm

11 forme Parte 250/08 no dia [...] 08 às 19 hs e 10 minutos daquele mó dulo [.]; [...] 23:50 XVIII Enfermaria: o apenado Rafael Albuquerque rece beu atendimento do preso Cristiano. auxiliar da Enfermagem, no V2 Jumbo A. recebendo remédios para dor e anti-inflamatório. [...j. Além disso, conforme registro no livro de ocorrências do Módulo de Vivência 2, consta anotação às ioh3omin de escolta hospitalar: neste horário o apenado Rafael Albuquerque foi conduzido ao Hospital de Osório pelos APs Fortes. Leonardo e André. Retorno 1 1:_?_. (fl. 76). Foram ainda juntados aos autos a cópia dos livros de ocorrências dos Módulos Vi, V2 e Apoio do mês de setembro de 2008 (fls. 205/241), em função do que, em relação a todos os e ventos até agora relacio nados, há de se referir o atípico procedimento de registro de ocorrên cia no livro da casa prísiona4 em especial o fato ocorrido como sendo às 19h lomin, eivado de adjetivações em relação à conduta ordeira dos agentes penitenciários, o que, presente o resultado verificado, se interpreta como uma verdadeira tentativa de ocultar a prática das agressões contra o apenado Rafael. Não se pode ignorar, também, a elevada quantidade de agentes penitenciários que foram envolvidos em uma operação simples de transferência de apenas um apenado de uma cela para outra, nada constando a respeito de eventual des controle que o fato tivesse causado à casa prisional. De relevante ainda a respeito das lesões que foram produzidas no apenado Rafael, vieram juntadas aos autos as fotos do reeducando, em que é possível ver, ao menos em parte, as agressões antes identi ficadas nos atendimentos médicos (fls. 141 e 159). Embora isso, em contrapartida, o diretor da casa prisional, por meio do ofício 01 7/09/GD, datado de 03/01/2009 (fl 266), ínformou que não foi ins taurado PAD para apurar os fatos relacionados ao detento Rafael Pa nosso de Albuquerque, sendo que maiores esclarecimentos poderiam ser prestados pelo chefe de segurança da época, o indiciado André Luiz Fonseca Prado. Assim sendo, presente tudo o que se viu a respeito das agressões e do estado em que ficou o apenado, é lícito concluir que a materialida está incontroversamente presente nos autos. Todos os aspectos suscitados estão a demonstrar, de forma cristalina, a materialidade. ou seja, não há dúvida que o apenado Rafael foi agredido no interior da PMEO enquanto se encontrava custodiado pelo Estado. oor fato vil em suposta desobediência à guarda Num segundo momento, superada a questão incontroversa da mate r alidade, resta examinar se a luz da prova os aspectos relativos à autoria is 20721,i, 000rtuni- peito. p apos es ofrd nor da PMFQ ou seis, ma s precisamente dia 11/09/2008, o apenado Rafaei Panosso de Aibuauerque foi ouvido pelo MM Juzo da Vara das Execvcõe9 Crrnna s da comarca ie Q5QrIQ aade em que Qrestou as suas orlme,ras ciec arações sobre o ocorrido. senso velamos a

12 .] disse que está sendo ameaçado. inclusive quando estava sendo trazido foi-lhe dito que se quisesse sair da penitenciária não era para falar nada, que era para matar no peito. Não aguento mais a pressão psicológica. No dia da agressão, disse que estava com a mão no bolso no momento em que foi feita a conferência, tendo sido dito pra retirar a mão do bolso quando pediu ao agente se assim poderia permanecer porque estava frio. Após, teria sido retirado da cela, quando foi levado pelos agentes para uma outra cela, passando a ser agredido por sete agentes, disse que se ver os agentes lembra de todos, um deles era o Fortes, chefe de segurança, que é forte, com cabelo ralo e meio de ladinho. Foi a primeira vez que aconteceu isso. Já está preso desde a época da Brigada Militar, assim como já esteve recolhido em outras casas prisionais e jamais viu acontecer o que está ocorrendo dentro desta Penitenciária. Referiu em outra oportunidade os agentes deram um tiro de borracha no rosto de um preso. Afirmou que o Fortes, chefe da segurança, fez diversas promessas como as de que poderia sair antes caso não falasse o que aconteceu. Saiu do castigo em razão de ter dito que se machucou no futebol. Teme por sua integridade física e por sua vida. Diz que os agentes bebem muito, especialmente nos sábados, e que entram nas celas mandando todos saindo, dão tapas nas costas. escolheu um que já complicou e pegam para bater. Ninguém aguenta mais, e até estão pensando em fazer greve de fome e tomar providências por causa disso. Não gostaria de fazer o reconhecimento dos agentes na data de hoje porque teme por sua vida [.1. Ao depois, passado um mês, em 10/10/2008 depôs perante a Corre gedoria-geral do Sistema Penitenciário, e disse (fls. 69/70): [...] Que está recolhido nesta penitenciária há um mês. Que anteriormente cumpria pena em Osório, no Módulo de Vivência la. Que no dia 6 de setembro foi severamente agredido pelos agentes penitenciários na Penitenciária Modulada de Osório. Que na data referida, no horário de conferência noturna, ao responder à conferência com as mãos no bolso, um dos agentes lhe chamou a atenção. Que como já havia respondido à chamada nominal. respondeu que estava com frio e que ja estava entrando na cela, fato que o agente que pode identificar, não gostou e lhe ameaçou dizendo é assim que tu quer entao vai ter, Que apos ter terminado a conferencia no modulo, foi retirado da cela por mais ou menos seis agentes e foi algemado pra trás Que perguntaram quem era o Rafael. sendo que se apresentou. Que fo ievado para uma sala na frente do modulo e neste iocal passou a ser agredido Que ao sair da cela a saiu apanhando. Que os presos da cela 9 onde estava alojado presenciaram e também os preses da ceia 1 e 2. Que o apenado Everton. plantão da galeria, também presenciou as primeiras agressões. Que após ter sido colocado na referida peca, que não tinha abertura, foi agredido pelos agentes que o retiraram da cela e p e mcm O»e agressores. Qi. e varies nome os fo agredido Que o agente a m i 5 i ba Q 1 er d os g atava agabi. i e sim, a cri. ma nos. qu qii é um mundo e que sace nos os e Quem oi.e pica ou va embora Saqi. Qun ao e dmc. em es e es cmaqn e por ao o mpo Q JC ee o cc era oeios ntn q.e a eis bemos qu fínasr im a enrfs ocos ctc tr d erubadc

13 agressores. Que permaneceu sempre algemado para trás. Que por volta das 3 horas um agente veio até a peça e tirou as algemas e lhe entregou uma manta e um colchão. Que ficou três dias neste local. Que lhe foi oferecido alimentação no dia seguinte, porém não aceitou. Que foi agredido só durante a primeira noite, nos demais dias não houve agressão física. Que no dia seguinte o agente Carlos, que se identificou como sendo da segurança, lhe falou que se matasse no peito as agressões sofridas, nada iria lhe acontecer, que lhe prometeu que lhe daria um emprego para ganhar remissão, que seu exame seria favorável e sairia mais rápido. Que concordou em ficar calado e não denunciar nenhum dos agressores se na segunda-feira voltasse para a galeria. Que no domingo o agente Carlos lhe levou para a sala da segurança e pediu mais uma vez que o declarante não falasse para seus familiares. Que o AP Carlos não lhe agrediu em nenhum momento. Que os agentes agressores bem como o AP Carlos estavam muito nervosos, pois estava muito machucado, principalmente no rosto. Que os outros agentes também iam até a sala onde o declarante permanecia, para lhe pedir não falar nada. Que ficou três dias nessa sala e depois levaram para o brete do castigo. Que ao ver uma senhora da igreja passando pelo castigo pediu ajuda e deu o telefone de sua mãe. Que no próximo dia sua mãe apareceu acompanhada de uma oficial de justiça. Que foi fotografado pela juíza e também pela oficial que acompanhou sua mãe. Que também estiveram na penitenciária umas pessoas dos direitos humanos, não sabendo exatamente quem era. Que não foi ouvido pela direção da casa. Que retornou para a cela onde morava na quarta-feira. Que foi conduzido pelo AP Carlos. Que durante o trajeto ainda foi aconselhado pelo AP Carlos que não denunciasse os agentes. Que após ir para a cela não sofreu mais agressões. Que o agente que começou tudo no dia 6, que pode identificar, fez conferência na noite em que voltou para a cela, mas nada lhe aconteceu. Que no domingo após ter sido levado ao Módulo V2, foi levado para o hospital, pois não abria os olhos. Que também os agentes do Módulo 2 pediram para não falar nada, porque os colegas estavam alterados. Que alguns agentes no dia das agressões estavam embriagados. Que na galeria os presos também viram que os agentes estavam embriagados. Que não era a primeira vez que trabalhavam bêbados Que apos ter falado com a juíza foi levado novamente ao hospital. Que foi escoltado no momento da transferência para a PEJ por agentes e Brigada Militar Que apos ter hegado na PFJ foi atendido na enfermaria Que estava com mu,ta dor nas costelas e he fo; dito q ie estava com uma costela quebrada. Que ez RX em Osorio. Que sentia muita dor pois não conseguia respirar direito. Que o medico lhe deu remédios e lhe informou que a costela r;a cicatrizar direito. Que nesta data ainda apresentava olhos arroxeados. perna esquerda com hematomas Que lhe foi mostrado álbum de fotos e dentificou os servidores com a numeração de , Que o d do a a nomento Que o serr dor de nume o oi quem mais lhe ILI emnn p o ao e se ejudi isso a inca teve e h ma ão dura s tres a s cue esta prindo carga n qr : m e I-

14 II ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Em vista desse depoimento. e conforme a relação dos servidores da PMEO atualizada em 19/08/2008 que foi apresentada ao indiciado para reconhecimento, é possível ver que a vítima identificou como seus agressores os indiciados André Luiz Fonseca Prado ( ). Joel Vicente ( ). Ari Vanderlei Raddatz ( ). Edivan Luiz Cardoso do Nascimento ( ). Luís Antônio Prestes Fortes ( ) e Mário Amoldo Borges Muiler ( ), o primeiro, inclu sive, como o que mais lhe agrediu no rosto Adiante, quase dois meses após o segundo depoimento, em 04/12/2008 o reeducando Rafael voltou a prestar declarações no pro cedimento sindicante, conforme fis. 190/191, e referiu: [...] que ratifica as declarações prestadas à Juíza de Osório e à Corregedoria, as folhas n 20, 21, 69 e 70. PR: que no dia que ocorreu as agressões foi atendido por um preso que trabalha na enfermaria, sendo que o atendimento foi na cela onde estava o MV2, não sabe o nome do enfermeiro, somente que o apelido pitibu, cor branca, cabelo baixo castanho claro, olhos castanhos. PR: que está sentindo muita dor no olho direito, que não consegue ficar com os olhos abertos por muito tempo, pois o olho direito começa a piscar. PR: que não respondeu a PAD pelos fatos do dia 6 de setembro na Penitenciária Modulada de Osório. Que sente-se prejudicado também no que se refere ao serviço externo, pois afirma que se estivesse em Osório já estaria usufruindo do benefício. Que dada a palavra à defesa. PR: que foi chamado pelo auxiliar da segurança AP Carlos dois dias após os fatos e também estava presente o AP Edivan que se faz presente. PR: que o AP Carlos perguntou ao declarante se o AP Edivan havia participado das agressões, sendo que respondeu que não, pois naquele momento estava junto com ele e sentiu-se ameaçado. PR: que reconhece na sala o AP Edivan como um dos agressores. PR: que no dia que estava na sala da segurança sentiuse ameaçado pelos agentes que estavam presentes, pois falavam que se falasse seria prejudicado se falasse que os papéis seriam atrasados. PR: que durante a conversa na sala, o AP Edivan não falou nada, sendo o AP Carlos é que dizia para não falar sobre as agressões. PR: que o AP Edivan participou da operaçao quando foi retirado da galeria. PR: que Edivan participou de grupo de servidores que o encaminhou ate a sala onde foi agredido. PR que sete agentes o conduziram ate a sala onde foi agredido PR. que tem condiçoes de identificar o que cada agente fez no momento das agressões PR que qiando foi retirado da cela nao oferece i resistência [ omo se ve da fl. 536, o indiciado foi ainda ouvido em sede de sindi cância numa terceira oportunidade, totalizando quatro depoimentos com o prestado ao juízo, tendo asseverado: 1.] que foi transferido para CPA e após um mês e meio empreendeu fuqa Que f. raptu ado dia 20 de kiho 4e,qnq rrnihjdo o PCP Que veio em agosto para PEC e foi rransferdo na ultfma sexta-feira para a PEJ. Que apos ter sido transferido da PEJ até a presente data não eve contato com os ssndicados Que enquanto esteve na PEC nenm servidor falou a resoetc dos fatos que deram orlqerr a stnd; cância Que mostrado o albur cc foros reconoece as foros cc nume Ot (orro 5 que as bateu; 25 2 cor resçqrp o de 5 q sava o1ocai, mas na rt cipou das nqressoes r n 37 5/ 4

15 Marcos André ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL que só conversou com o declarante nos dias seguintes antes de ter sido transferido para a PEJ. Passada a palavra para defesa: que os agentes que o receberam no módulo V2 no dia dos fatos foi o sindica do presente e um agente magro que não sabe o nome. Que as agres sões começaram no MV1 quando foi retirado da galeria, continuaram inclusive no trajeto até o MV2 quando algemado lhe davam chutes no rosto e na cabeça. Que também foi agredido no MV2. Que quando chegou no MV2 como continuava a ser agredido o AP Fortes presente na oitiva intercedeu para que parassem as agressões. Que não lem bra se o servidor de n 17 tenha participado da ação [ Assim sendo, conforme a lista de fi. 516, relacionada ao álbum de fo tos de fis. 507/515. os ind/dados identificados pela vítima como seus agressores foram 1 Luiz Fonseca Prado, 12 Joel Vicente, 28 Ari Vanderlei Radatz, 32 Edivan Lu/z Cardoso do Nascimento, 5 da Silva e 37 Jorge Carlos Pereira da Silva. Relevante anotar que segundo o termo desta audiência o indiciado Luiz Antônio Prestes Fortes se fazia presente. Já em sede de processo administrativo-disciplinar, passados mais ou menos três anos e meio dos fatos, em 23/04/2012 a vítima Rafael Pa - nosso de Albuquerque, ainda apenado, voltou a ser ouvido e prestou as seguintes declarações, consoante se vê das fls. 787/789, senão vejamos: [...] o depoente recorda que esteve recolhido na Casa de Osório no ano de Recorda que pelo mês de setembro de 2008 acabou en volvido em um incidente na casa de Osório. Que o depoente estava alojado no Módulo ViA, cela 9 e recorda que um dia a tardinha por volta das 18 horas estava com os braços cruzados por ocasião da conferência e um agente lhe abordou pedido que descruzasse os bra ços e o depoente disse que não o faria pois todos ficavam assim. Que o depoente acabou descruzando os braços para poder passar na con ferência e aí foi para a cela 9. Que por volta das 9 horas da noite os agentes entraram na galeria foram até a cela onde estava o depoente e pediram para que saísse Rafael Panosso de Albuquerque. Que a in ercorrência envolvendo o depoente pode ter sido em razao das mãos no bolso ou braço cruzado. Recorda que eram mais ou menos uns sete agentes que foram ate a galeria e quando o depoente saiu já fi zeram uma pressao psicologíca dizendo agora tu vai ver que e nos que soubemos daqui e nos que mandamos aqu, Que neste instante algemaram o depoente com as maos para tras e o levaram para a hamada oolha uma sala onoe fica a guarda da SUSEPE que cuida da galeria De apenado nesta sala o depoente era o un co que ficou ali juntamente com mais ou menos uns sete agentes penitenciános. Que naquele momento e nesta sala começou a ser agredido uns ajei tavam a cara para outros bateer 7. Que o depoente identfca que os agentes estavam êbados estavam com cheiro de cerveta. cachaça. ofrn cnn n n 5 t rra sté nie quebrada decorrente oeste fato. tambem le vou chutes nas pernas. Que o depoente recorda que buscava proteger os dentes não queria neroer cs dentes oa xou rr ocuco a cabeca e esta oarte foi a aue a s os agreddo. Que o depoeme recorda que um dos mhos echou o deooene nem consequa mas enxergar da wsta dreíta mãergava m LTcomam.rn - ndc f c malho Que acodad c*rerocodonum J e Je

16 PROCURADORIA DISCIPLINAR E DE PROBIDADE AD1INISTRATIVA pois ficou ali a noite toda. Também lembra que tinha um agente que queria bater mais e outro dizia que ele já estava muito machucado. Que durante a noite os agentes vinham toda hora, batiam no depoen te e depois saíam. Sempre tinha uma agente querendo que cessas sem as agressões, dizendo que o depoente já estava machucado. Acha que devem ter sido umas três vezes durante a noite que os agentes lhe bateram. Que de manhã cedo o depoente disse aos agentes que era homem, que ia matar no peito desde que fosse leva do de volta para a Galeria. Os agentes disseram que isso fariam na segunda-feira mas não cumpriram levaram o depoente para um bre te, cie castigo, um quadrado pequeno para mais ou menos duas pessoas. Que neste local ficou de segunda até quarta feira quando recebeu a visita de sua mãe. Que o depoente sabe que sua mãe não pode entrar naquele dia de visita e teve de ir pedir autorização judicial em Osório. Que o depoente sempre teve bom comportamento e a sua mãe estranhou ele estar no castigo, diz ue ela sentiu um aperto no coração, coisa de mãe e por isso resolveu ir até o foro. Naquele dia mesmo o depoente recorda que foi visitado pela mãe acompanhada de uma oficia/a de justiça. Que o depoente recorda que a oficia/a de justiça reduziu a situação a termo e levou para a Juíza de Osário. Que por ocasião da visita de sua mãe, disse a ela que ficasse bem quieta a respeito da verdade que lhe contou sobre os fatos, disse que era para referír que se tratava de lesão que tinha ocorrido no futebol, mas disse para ela ir procurar ajuda, pois estava correndo risco de vida. Que depois do fato que envolveu as agressões no depoente ele foí procurado pelos agentes que lhe ofereceram benefícios na galeria em troca de ele permanecer silente a respeito dos fatos. Na quinta-feira recorda que compareceu no Presídio a Juíza de Osório, para quem o depoente diz ter prestado declarações e recorda que lhe foram retira das fotos. O depoente nunca chegou a ver estas fotos. Que na noite dos fatos o depoente recorda que veio alguém e lhe ministrou aspiri na. Recorda também de ter ido na segunda-feira ao hospital, tomou uma injeção e fez um raio-x. Que em relação aos olhos foi levado para consulta no banco de olhos em Porto Alegre, mas isto quando já estava aqui na PEJ. Que no dia seguinte à visita da Juíza numa sex ta-feira o depoente já veio transferido para a PEJ. O depoente não re corda muito nem quem era o chefe de segurança da casa da época. acha que era o agente Fortes. Que o depoente a respeito destes fatos foi ouvido pela Juíza de Osório. pelo Doutor Sidnei Bruzsca, na Pato (PEC) e umas duas vezes pela Corregedoria da SUSEPE. Dada vïsta das fotografias de fis. 67, diz ter certeza de que participaram das agressões a sua pessoa os agentes identificados sob o número e Dada vista das fotografias de fís. 66 identifica os agentes das fofos e E finalmente das fotos de fis. 65 identifica dentre os que estavam nas suas agressões os de núme ros e Em relação ao de numero fica com alguma duvida parece ser uma foto ao tempo em que ele era mais novo Dada vista das fotos de fl. 507 o depoente t n o das re!p #(Ç 1 o iye. articipa tes. Da fi, 508 identifica como participante das agressoes o e H fntn da fi 509 identifica o agente da fntn -i i mr identifíca o agente da foto 16 aç f t ica ninguem, Com relega o a e a a o agente da roto 24 Da o e oe 2 Das ccs cie den.fca i ag 3

17 lavra à Defesa. Doutora Paula Adriana Louzada Moreira. PR: que é normal quando vai se fazer a conferência nas galerias de entrar um número maior de agentes. Quando há a necessidade da entrada nas galerias para alguma revista a praxe é de que os apenados fiquem vi rados para uma parede. sentados no chão, de pernas cruzadas, com as mãos para trás na cabeça (nuca), nus. Que depois da conferência o único que foi levado da cela foi o depoente. Que os colegas de cela do depoente também foram retirados ao alojamento, ficaram virados para a parede e depois voltaram. O depoente não retornou. Que os agentes chegaram na cela 9 chamaram por Rafael, depois reconside raram e pediram que saíssem todos os quatro que estavam na cela 9, foram levados para a parede e depois os outros três retornaram e le varam o depoente. Que o procedimento de retirada do depoente da galeria durou de sete a dez minutos. Lembra que os agentes porta vam armamento, lembra de calibre 12 e pistola. O depoente diz que uns estavam armados e outros estavam com cacetete na mão. Dada vista das fotos antes mencionadas o depoente não sabe identificar quem eram os agentes que estavam armados. Que quando estava na parede não era possível olhar para os agentes. Que para a opera ção de retirada do depoente da cela eram mais ou menos oito a nove agentes, mas que entraram na cela eram uns três. Que recorda que dentro da galeria no corredor de acesso tinham agentes fazendo a se gurança. Que alguns agentes entraram na galeria, outros estavam no corredor e outros estavam bem na entrada da galeria. Que a sala para onde o depoente foi levado, bolha tem vidros na frente e em um dos lados para poder enxergar as galerias, é localizada ao lado da sala das visitas íntimas. Quando foi levado para esta sala o número de agentes desta operação diminuiu. Sabe que na operação de sua retirada tinham agentes de outros módulos. Que o chefe da seguran ça da casa tem mais contato com o plantão da galeria. Lido pelo de poente os depoimentos prestados fls. 20/2 1, 69/70 e 19a 191. o de poente reconhece suas assinaturas e as declarações, razão pela qual torno as mesmas processualizadas para fins de prova neste processo administrativo-disciplinar [...]. Deste depoimento prestado no PAD, quase três anos e meio após os fatos. a vítima, o reeducando Rafaei. voltou a reconhecer os agentes que imputa serem os seus agressores. alguns com certeza e outros manifestando alguma duvida, mas indicando a todos a saber André Luiz Fonseca Prado. Ari Vanderlei Raddatz, Edivan Luiz cardoso do Nasc,rnento, Joel Vicente. Luís Antônio Prestes Fortes e Mário Arnol do Borges Müller Mais, estes sets agentes foram ident f,cados pela ví tirna celos dois métodos utitzados, sro é. tanto pelas fotos or matrí cula quanto pelas fotos por número. Nesse contexto, relacionando-se os cinco depoirnentos prestados pela vtma, é de se ver que no primeiro, prestado em juizo. eia não quis dent ficar os seus agressores. pois referiu temer represálias m f p e dentifcou os seus agressores Em comum ou seja ipontados ndí,e r i-iiitrq quatro depoimeto, 1dertificoi er AnJrc o do 4r1 Vander e Raddatz Edi N e e cente e Luis Antonio Pre 1 d e ae n receu o agente Mar o n n loh iepomn e e Maique e son

18 conheço lembra não sim «a estamos ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL não foram indiciados e. pois. quanto a eles, nada poderá ser feito nes tes autos e nem mesmo, a essas alturas, em qualquer outro procedi mento. dado o transcurso do tempo. pois já implementada. em rela ção a eles, a prescrição interprocessual (intercorrente). Mais. ainda há os que foram indiciados. mas em nenhum momento foram identifica dos pelo reeducando como autores das agressões, tais como os agentes João Batista Nardo Silveira, Maiquel Saldanha de Moura e Wagner Cruz Pimentel, cujas eventuais responsabilizações poderão se verificar, então, apenas por omissão. Ainda dos depoimentos da ví tima e da prova em geral é possível ver que o agente Jorge Carlos Pereira da Silva não estava na operação. Ainda de relevante quanto à perquirição da autoria, cabível verificar que o agente penitenciário Luís Antônio Prestes Fortes, também indí ciado, trouxe aos autos um ompact disc (CD) contendo duas mídias (fi. 696) e, conforme se extrai do seu termo de interrogatório, as con versas teriam sido mantidas entre o magistrado Sidnei Brzusca e o apenado Rafael. Entretanto, é importante consignar que o áudio não identifica expressamente quem é o interrogador/interlocutor e não existem provas da autenticidade do arquivo. Vejamos o que se extraiu do CD, da degravação que foi determinada por este Núcleo Proces sante, efetuada pela estagiária de direito desta Procuradoria Discipli nar e de Probidade Administrativa, Helenita Quilião, dada a omissão do indiciado em transcrever o conteúdo do CD, tudo de forma a explo rar todos os elementos de prova dos autos, senão vejamos: RELATO DA GRA VAÇÃO PRESO RAFAEL (resposta) INTERLOCUTOR (pergunta) faixa 1 INTERROGADOR no interior da PEC. PERGUNTA sobre aquele episódio de Osório, o que lembra do fato? O que eu quero saber de ti exatamente quais os agentes que te agrediram? RESPOSTA por fotos. só se ver, eu por nome. não conhe ço. Se eu ver as fotos. eu lembro de todos, foram sete agentes, me ti raram aa gaiera e começaram a me surrar. PERGUNTA aquele dia, os agentes que estavam de plantão no módulo? lembra se estes agentes também te agrediram RESPOSTA - somente os sete que me tiraram: teve uns que não fizeram nada, foram na boa diziam: não faia nada. mata esta no peito para 9os, a pode ficar tranquilo, conformado com a conversa -- fo ram os sete que me lanharam. deram em mim. sete eu tenho certe za. vendo as fotos eu reconheço. PERGUNTA tu chegaste a dar depoimento em uma sindcâncta n tema da SUSEPE? Nesta sindicância interna te mostraram forogra f;as? RESPOSTA - mostraram as fofos eu apontei mostrei as fotos grpp NA - írprrn br c, nomes e correspondem aos agentes. que foram par o papel com s q r s fotografias que tu viu e apontou 2 jsto eu a não enhr certeza eu e ncia que te e 7C PERG e q t q e ome Um que ralava, e e e m 7 f 7 tc rspa. almo r e ie )

19 naquele o sim. tem perguntado. ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL embora mais ligeiro, então não sei. os sete que me bateram pelas fo tos eu sei, e digo quem foi se olho as fotos eu digo na hora. PERGUNTA na época tu sabes se havia algum problema interno. alguma divergência na casa entre os agentes e a direção da casa? RESPOSTA isto aí eu não sei, não estava a par de nada fazia pou co tempo que estava lá, eu vim da PERG para lá. PERGUNTA dia lá, tu estavas num lugar, e foi levado para outro módulo, correto? RESPOSTA sim me levaram para o V2 outro modulo PERGUNTA e o pessoal que te bateu era do Vi ou do dos outros módulos? RESPOSTA era dos outros módulos, e um do Vi e outros. eu não sei somente, do V2 vendo as fotos, pois alguns eu nunca havia visto antes, tinham alguns estranhos, estando lá, que caminharam lá em cima, nunca apareciam lá na galeria; em cima e uns três que cami nhavam no Vi lá em cima, eu sei já havia visto; e outros não tinham aparecido ainda, e um deles um alemão de olho azul e outro mais for te; e este louro de olho azul, parece que era o chefe da segurança o Fortes, foi este que mais me bateu. PERGUNTA - que sabe de agente supervisor do módulo V2 Luis Antonio Prestes Fortes, tu lembra se foi o que te bateu? RESPOSTA foi este que mais me bateu, outros chegaram a segurar ele, parecia meio embriagado batia na minha cara, me pegava pelo cabelo e me chutava bem agressivo, bem baleado, transtornado e eles chegaram a dizer; vai matar o cara e tinham uns três mais que pareciam estar meio goleado pois o bafo de cachaça era grande, e pegavam e seguravam a minha cara para bater. PERGUNTA especificamente este agente Fortes, ele não era do V2? PERGUNTA este Luis Antonio Prestes Fortes tu não conhecia ain da? RESPOSTA é este eu nunca tinha visto, lá no V2 módulo, depois, um cara que me falou, eu estava no brete, aí que perguntei este que é o Fortes?Aí ele disse que sim. PERGUNTA este Fortes tu ainda não conhecia, antes disto, somente depois? RESPOSTA euvi depois no V2 passando numa saíirana. onde ficam os agentes, aí vi ela PERGUNTA então antes não tinha visto? RESPOSTA depois da surra. ate então nunca tinha visto, nunca es teve rio V2. PERGUNTA certeza que era ele mesmo que te bateu? RESPOSTA sim vendo nas fotos posso confirma por coe na surra quando seguravam ele para não bater, eu vi que ele era alguém que mandava, pelo que os outros falavam. PERGUNTA (**foi mostrado a foto do agente Luís Antonio Prestes ortes,i e perguntado: você lembra deste agente desta foto 2 RESPOSTA este não era quem bateu, era quem agarrava o que ba be r Jrn c ERGUNTA ( mostrada outra foto e te e For ESFOS a Ot19 te é o Fortes que me bateu intas) do pm rta ae e sfes For es e p

20 -it 4 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL deste? RESPOSTA este eu lembro. mas ele não bateu. ele até que falou para os outros: lha vocês vão matar o cara ele tava lá. mas não bateu. PERGUNTA este aqui da foto é o agente Luis Antonio Prestes For tes, este aqui é o cara que bateu? RESPOSTA o da foto não participou, não deu um soco PERGUNTA este aqui da foto, foi o que te bateu? RESPOSTA o que me bateu me disseram que era o agente Fortes, por isso gravei o nome, se me mostrarem a foto eu reconheço, este aí da foto não foi o que me bateu, ele até esteve lá, mas não me deu ne nhum soco. Nada mais. Da prova testemunha ainda tangencialmente a autoria das agres sões, é relevante destacar o que disse o apenado Evandro Lins Rodri gues, colega de cela de Rafae quando ouvido inicia/mente em sede de sindicância, tendo declarado o que se segue (fls. 48/49): 7...] que está alojado no Módulo VIA, cela 9, desde julho de Que hoje estão entre dois na cela. Que conhece o apenado Rafael Panosso de Albuquerque. Que estavam na mesma cela até o dia em que Rafael foi transferido. Que também estava na cela 9 o apenado lgor. Que na conferência pela parte da manhã, não lembra a data, mas foi no mês de setembro, os agentes mandaram que o apelado Rafael tirasse as mãos do bolso, o que foi obedecido. Que um dos agentes pediu que anotasse o nome de Rafael. após mandaram retornar para a cela. Que era dia de visitas, após a janta os agentes que não sabe os nomes, entraram na cela armados e apontando as armas para os três ocupantes da cela, que foram agredidos com tapas no rosto e pescoço. Que eram uns dez agentes, que revistaram a cela e não acharam nada. Que Rafael apanhou mais que os demais. Que um agente, que não sabe o nome, disse para levar os três ocupantes da cela para o castigo, e um outro agente, não sabe o nome, não concordou, dizendo que era para levar só o que estava com a mão no bolso na hora da conferência da manhã. Que Rafael saiu de ia apanhando e gritando. Que após. o plantão ae galeria, o apenado Everton. pediu para ver se Rafael estava bem no brete, o que foi negado pelos agentes. Que hoje Everton não e mais o plantao, mas está na galeria. Que depois que trouxeram Rafael para o brete. os presos não ouviram mais nada. Que a galeria mandava comida e chuveiro para Rafael, mas apos voltar para cela falou aos colegas de ceia que não recebeu nada, Que após uns c nco dias Rafael voltou para a ceia. estava bastante machucado. nos olhos. na boca nas costas, mas pernas. Que Rafael contou que apannava dos agentes durante os dias em que ficou fora da ceia. Que uma senhora aa igreja que vem na Modulada nas segundas e terças-feiras viu Rafael na janela pedindo ajuda e ligou para um familiar de Rafael. Q F tiva n brn Móa)o VR nc fc audencia ficou nesse brete e achou uma corrente que e a de Rafael. «liv para a cela 9, Pafae foi chat3 a com medo pos ih diziam e a vez foi sua esposa com pe a f a e r azes dos direitos human O p0 i ta ado dosdasap s J Que o d.a e

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