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1 Folha do CJF Informativo do Conselho da Justiça Federal nº 20 - julho/agosto/setembro 2010 Nova Gestão Ari Pargendler, juiz federal de carreira, assume Presidência do CJF O novo presidente tem estreitas ligações não apenas com a Justiça Federal, mas também com o CJF, onde já atuou como coordenador-geral e como vice-presidente, tendo sido relator de diversos processos, muitos deles de grande relevância p. 8 e 9 Função Correicional Corregedoria-Geral da JF realiza visitas de inspeção às penitenciárias federais p. 10 e 11 Gestão Saiba como está o desempenho da Justiça Federal no cumprimento das metas do Judiciário p. 12 e 13

2 Decisões do CJF Estrutura para turmas recursais O CJF aprovou o envio ao Poder Executivo do texto de anteprojeto que propõe alteração do Anexo V da Lei Orçamentária Anual de O objetivo é viabilizar o provimento, ainda em 2010, de mais 552 cargos e funções, dentre os criados pela Lei /2009, para destiná-los à estruturação das turmas recursais e da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU). O anteprojeto foi aprovado em 29 de junho pelo Colegiado do CJF. A ideia é garantir o pleno acesso do cidadão aos juizados especiais federais, exatamente como previsto na Lei , uma vez que tem crescido a espera do cidadão pela decisão de seus processos em decorrência de dois fatores: falta de quadro de pessoal próprio para as turmas recursais e número crescente de recursos interpostos às decisões monocráticas dos JEFs. Na opinião do ministro Cesar Asfor Rocha, presidente do CJF e relator do processo, a antecipação no provimento dos cargos e funções destinados às instâncias recursais dos JEFs atende ao interesse público. A medida dota as turmas recursais e a TNU de quantitativo próprio de servidores, reduzindo o prejuízo para o desempenho de suas atribuições. Segundo o ministro, não há impedimento legal na medida, já que o art. 7º da Lei autoriza o CJF a remanejar, até o limite de 10%, os cargos e funções destinados a estruturar as turmas recursais. Silencia a lei quanto a esse remanejamento ser ou não gradual, pelo que se conclui que pode ser realizado de uma só vez, desde que exista disponibilidade de recursos orçamentários e a despesa esteja prevista para o exercício, conclui o presidente do CJF. Folha do CJF Número 20 julho/agosto/setembro 2010 Conselho da Justiça Federal SCES Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho III Polo 8 Lote 9 Sub solo CEP Brasília DF Telefones: (061) / Ministro ARI PARGENDLER Presidente Ministro FELIX FISCHER Vice-Presidente Ministro FRANCISCO FALCÃO Corregedor-Geral da Justiça Federal, Presidente da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais e Diretor do Centro de Estudos Judiciários Ministra LAURITA VAZ Ministro LUIZ FUX Desembargador Federal OLINDO HERCULANO DE MENEZES Desembargador Federal PAULO ESPIRITO SANTO Desembargador Federal ROBERTO HADDAD Desembargador Federal VILSON DARÓS Desembargador Federal LUIZ ALBERTO GURGEL Membros efetivos Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI Ministro CASTRO MEIRA Desembargador Federal JOSÉ AMILCAR DE QUEIROZ MACHADO Desembargadora Federal VERA LÚCIA LIMA Desembargador Federal ANDRÉ NABARRETE NETO Desembargador Federal ÉLCIO PINHEIRO DE CASTRO Desembargador Federal MARCELO NAVARRO RIBEIRO DANTAS Membros suplentes Eva Maria Ferreira Barros Secretária-Geral Roberta Bastos Cunha Nunes FENAJ 4235/14/12/DF Assessora de Comunicação Social Ana Cristina Sampaio Alves Coordenadora de Comunicação Impressa Adriana Dutra Chefe da Seção de Imprensa Raul Cabral Méra Chefe da Seção de Planejamento Visual Camila Cotta Thais Del Fiaco Juliana Naves Mariana Braga Repórteres Paulo Rosemberg Edson Queiroz Fotografias Claudia Pires El-moor Projeto Gráfico Raul Cabral Méra Leandro Naves Cavalcante Diagramação e Ilustração Coordenadoria de Serviços Gráficos do Conselho da Justiça Federal Impressão Alvará de levantamento passa de 30 para 60 dias O CJF, em sessão realizada em 29 de junho, aprovou proposta de ampliação do prazo de validade do Alvará de Levantamento, que era fixado em 30 dias, para 60 dias. O prazo estava previsto no art. 1º da Resolução CJF 545/2007. A proposta foi relatada pelo ministro Francisco Falcão (foto), corregedor-geral da Justiça Federal, que observou que a dilação do prazo não fere qualquer dispositivo processual legal. O Alvará de Levantamento é um documento emitido pelo juiz da causa, que autoriza o credor de precatório não-alimentício a sacar o valor correspondente no banco autorizado. No âmbito da Justiça Federal, o precatório é a determinação judicial para pagamento de dívida da União ou de suas entidades e autarquias. Os precatórios alimentícios (que irão compor a renda do beneficiário) não necessitam de alvará para serem sacados. Com a aprovação da proposta, ficam revogadas as Resoluções CJF 509/2006 (que padronizava os procedimentos para o Ofício de Conversão em Favor da Fazenda Pública e o Alvará de Levantamento) e 545/2007 (que alterava anexo da Resolução 509), a fim de que sejam renumeradas e consolidadas, de acordo com a sistemática adotada pelo Conselho. Regra para compensação de precatórios O CJF aprovou a Orientação Normativa 4/2010, que estabelece regra de transição para os procedimentos de compensação no pagamento de precatórios. A edição da Emenda Constitucional 62/2009 modificou o regime de pagamento de precatórios e deu nova redação ao artigo 100, parágrafos 9º e 10º, da Constituição Federal. Com essa alteração, a Fazenda Pública devedora pode abater créditos que possui com o exequente (credor do precatório) antes da expedição do precatório. Sob a relatoria do corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Francisco Falcão, a matéria foi referendada pelo Colegiado na sessão de 29 de junho, mesmo não tendo sido disciplinada ainda pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A urgência em aprovar a sistemática de compensação pelo CJF se deveu à expedição de precatórios pelos tribunais regionais federais, que ocorreu em 1º de julho. De acordo com a Orientação Normativa aprovada, o juízo de execução, antes de encaminhar o precatório ao tribunal, deve intimar a entidade executada para que informe em 30 dias a existência de débitos com a Fazenda Pública que preencham as condições legais para o abatimento dos valores. Caso haja compensação, a requisição deve ser expedida pelo valor bruto; e o montante a ser compensado será informado ao tribunal em separado. Foto: Edson Queiroz 2

3 Decisões do CJF Proposta orçamentária da Justiça Federal para 2011 é de R$ 6,7 bilhões Aprovada no dia 3 de agosto a proposta orçamentária de 2011 para toda a Justiça Federal, no valor de R$ ,00. O montante é 2,44% superior à Lei Orçamentária de A proposta foi aprovada por unanimidade na sessão do CJF de 03 de agosto, presidida pelo ministro Cesar Asfor Rocha. De acordo com o relator da matéria, ministro Ari Pargendler, a proposta observou os parâmetros estabelecidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2011 (Lei 12309/2010). No valor total, estão previstos: - R$ ,00 para atender às despesas com pessoal e encargos sociais, bem como os benefícios assistenciais; - R$ ,00 para as despesas com a manutenção das unidades da Justiça Federal, bem como as decorrentes da instalação das varas federais e assistência jurídica a pessoas carentes; - R$ ,00 para projetos, contemplando, totalmente, as obras com previsão de término em Concursos terão lista de pessoas com deficiência A publicação final dos resultados dos concursos públicos para servidores da Justiça Federal deverá ser feita em duas listas, a primeira com a pontuação de todos os candidatos, inclusive daqueles que têm deficiência física, e a segunda, somente a pontuação destes últimos. A regra foi aprovada pelo CJF em sessão realizada no dia 29 de junho, de acordo com o voto do desembargador federal Paulo Espírito Santo, presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (foto). A proposta aprovada altera o art. 18 da Resolução CJF 115/1994, conforme alterado pela Resolução 156/1996, que regulamenta o instituto do concurso público no âmbito do CJF e da Justiça Federal de 1º e 2º graus, e foi motivada por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No Pedido de Providências nº , ajuizado perante o CNJ por Carlos Henrique Lima de Souza, ele O ministro Ari Pargendler esclareceu que, em relação às limitações da Lei de Responsabilidade Fiscal referentes a pessoal, os valores estão compatíveis com o percentual da receita corrente líquida projetada para O relator informou, ainda, ter encaminhado à Secretaria de Orçamento Federal e à Advocacia-Geral da União as relações dos precatórios dos órgãos da Administração direta e indireta a serem incluídos na proposta orçamentária de 2011, cujos valores originais questionou a forma pela qual serão providos os cargos destinados aos portadores de deficiência física dentre as vagas criadas para a Justiça Federal, por meio da Lei /2009, que criou 230 novas varas federais. Relator do Pedido de Providências, conselheiro Milton Augusto de Brito Nobre, proferiu decisão monocrática afirmando que compete ao Conselho da Justiça Federal a expedição de resolução regulamentadora da distribuição dos cargos criados pela Lei , não se tratando de hipótese de atuação do CNJ. O conselheiro encaminhou então o pedido ao CJF determinando que se procedesse à adequação do art. 18 da Resolução CJF 115/1994 ao disposto no art. 42 do Decreto 3.298/99, ao Enunciado Administrativo 12 do CNJ, e à jurisprudência reiterada do Superior Tribunal de Justiça, os quais determinam a publicação final do resultado do concurso das parcelas dos requisitórios de natureza comum dos exercícios de 2002 a 2011 e os de natureza alimentícia do exercício de 2011 montam em R$ ,27. A projeção para as requisições de pequeno valor (RPVs) incluída na proposta alcança o valor de R$ ,00. Foi projetado um montante de R$ ,60 para o atendimento de despesas com a contribuição patronal da União ao PSS, sendo R$ ,00 para precatórios e R$ ,60 para as RPVs. em duas listas, a primeira com a pontuação de todos os candidatos, inclusive a dos portadores de deficiência, e a segunda, somente a pontuação destes últimos. Foto: Edson Queiroz Foto: Edson Queiroz 3

4 Decisões do CJF Contribuição sindical será descontada em folha O CJF vai iniciar o desconto em folha da contribuição sindical compulsória dos servidores do Conselho e da Justiça Federal de 1º e 2º graus. De acordo com a decisão, os valores arrecadados serão recolhidos mediante Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical Urbana e depositados em conta da Caixa Econômica Federal (CEF) em nome do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sindjus). O repasse do montante devido à Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), autora do pedido junto ao CJF, é de responsabilidade do sindicato. Caso o repasse não seja feito, a entidade deverá buscar os valores junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, responsável pelo controle desses repasses. A decisão foi dada na sessão de 31de agosto. As entidades sindicais a serem beneficiadas pelo depósito devem ter seus respectivos códigos de entidade sindical perante a CEF, os quais só são atribuídos a entidades registradas no Ministério do Trabalho e Emprego. De acordo com o 2º do art. 583 da CLT, o comprovante de depósito da contribuição sindical será remetido ao respectivo sindicato; na falta deste, à correspondente entidade sindical de grau superior e, se for o caso, ao Ministério do Trabalho. Ocorre que o Sindjus informou ao CJF que não está vinculado a nenhuma entidade sindical superior. O desconto da contribuição sindical à CSPB foi autorizado pelo CJF na sessão de 30 de novembro de O Colegiado voltou a dirimir dúvidas quanto à base de cálculo da contribuição na sessão do dia 18 de março de 2010, decidindo que ela deve incidir sobre o montante dos vencimentos, deduzida a parcela referente a contribuição previdenciária. Já em 14 de abril, o ministro relator, Ari Pargendler, proferiu voto no sentido de que a contribuição sindical é exigível independentemente de lei posterior à Constituição Federal de 1988 que o regulamente, bastando o art. 578 e seguintes da Consolidação das Leis do Trabalho. Decidiu, ainda, que a CSPB tem legitimidade para exigir a contribuição sindical já que, conforme seu estatuto, ela é a entidade sindical máxima do terceiro grau do sistema confederativo. Como coordenadora do Sistema Confederativo da Representação Sindical dos Servidores Públicos do Brasil (Sicoserv), é representativa dos servidores públicos civis dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário nos níveis federal, estadual e municipal. Foto: Edson Queiroz Equiparação de subsídios indeferida O CJF, reunido em 31 de agosto, indeferiu o pedido da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e de outras entidades similares que requeriam equiparação salarial entre os juízes federais titulares e os substitutos. Essa questão já havia sido objeto de decisão do CJF no Processo Administrativo , que também resultou no indeferimento do pedido. Nada há de novo que possa alterar-lhe a conclusão, esclarece o relator do processo, à época o vice-presidente do CJF e do Superior Tribunal de Justiça, ministro Ari Pargendler. De acordo com ele, os vencimentos dos magistrados, atualmente transformados em subsídios, são fixados por lei. Não podemos, administrativamente, contrariar a lei, afirma o ministro. 4

5 Foto: Edson Queiroz Decisões do CJF Direito à aposentadoria sem incorporação de quintos Os servidores públicos que se aposentaram após a Emenda Constitucional 20/98 e exerceram cargo ou função comissionada após essa Prazo para conversão da licença-prêmio em dinheiro O CJF decidiu alterar a redação do artigo 88 da Resolução 48/2009, que trata da conversão da licença-prêmio em dinheiro (pecúnia) quando não gozada ou contada em dobro para a aposentadoria. Ao julgar processo administrativo proposto por três servidoras aposentadas do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Recife (PE), que pedira o pagamento da licença-prêmio não gozada, o Colegiado acrescentou à regra o prazo de cinco anos a contar da aposentadoria para se pleitear o direito. No caso, as servidoras tiveram data não têm direito à incorporação ou atualização de quintos. Foi o que decidiu o CJF na sessão realizada dia 31 de agosto, respondendo a consulta formulada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. De acordo com o relator da matéria, desembargador federal Roberto Haddad, presidente do TRF3 (foto), a incorporação dos quintos (1/5 a cada ano de exercício de função) foi extinta pela Lei 9.527/97. Esta lei ratificou a transformação das parcelas já incorporadas em vantagem pessoal nominalmente identificada, a VPNI, até a edição da MP /2001. A EC 20/98 assegurou a concessão de aposentadoria aos servidores públicos que tenham cumprido os requisitos para a obtenção do benefício até a data da publicação da lei, em 16/12/1998, na forma estabelecida pela lei anterior. A dúvida formulada pelo TRF1 estava na situação dos servidores que adquiriram o direito à aposentadoria antes da EC 20/98 e se aposentaram posteriormente. A Emenda é bastante clara ao estabelecer que qualquer melhoria nos proventos a partir da sua vigência deveria se submeter aos novos critérios, explica o relator em seu voto. Ele afirma que é impossível acrescer nos proventos vantagem não auferida até a data limite, ou seja, 15/12/1998, data em que se encerrou a possibilidade de inserção dos quintos na base de cálculo dos proventos de servidor que tenha exercido cargo em comissão posterior à vigência da Emenda. o direito considerado prescrito, pois se aposentaram há mais de 15 anos. O relator do processo, desembargador federal Paulo Espírito Santo (presidente do TRF2), justificou o indeferimento do pedido com base em ampla jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo julgamento do Conselho de Administração do tribunal, é devido ao servidor o ressarcimento em pecúnia de licença-prêmio não gozada e nem contada em dobro desde que o pedido seja feito na via administrativa dentro dos cinco anos seguintes à data da aposentadoria. Ainda segundo o voto, o relator deixa claro que a data de aposentadoria constitui o termo inicial para a contagem do prazo prescricional para requerer o direito de conversão. O registro da aposentadoria no Tribunal de Contas da União (TCU) tem natureza jurídica meramente declaratória, e não constitutiva, acrescenta o desembargador. A decisão foi dada na sessão do CJF realizada no dia 31 de agosto, sob a presidência do ministro Cesar Rocha. Plano de saúde excluído da margem consignável O CJF deferiu o requerimento do Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no Estado do Rio de Janeiro (SISEJUFE/RJ) para excluir o desconto do Plano de Saúde Unimed, conveniado do sindicato, da margem consignável dos servidores públicos. Margem consignável é o percentual máximo da remuneração mensal que o servidor pode comprometer para pagamento das prestações de empréstimos. A decisão foi proferida em sessão do dia 31 de agosto e baseou-se na possibilidade legal de o CJF alterar sua Resolução 4/2008, que trata do tema. Ao considerar o desconto relativo ao plano de saúde como consignação facultativa, o relator do processo, desembargador federal Luiz Alberto Gurgel de Faria, presidente do TRF5 (foto), propôs que seja incluída a contribuição para planos de saúde de qualquer natureza nas redações dos artigos 141 e 143 da Resolução 4/2008. Desta forma, ficam excluídos do limite de 30% da remuneração, provento ou pensão para a margem consignável do servidor público os descontos da Unimed-Rio, assim como os já previstos na regra, referentes a amortizações de financiamento para aquisição, construção ou reforma de imóvel residencial, e prestação de aluguel de imóvel residencial. Foto: Edson Queiroz 5

6 Decisões do CJF Veículos devem ser utilizados dentro da região metropolitana Os veículos oficiais do CJF e da Justiça Federal de 1º e 2º graus só poderão ser utilizados dentro dos limites da região metropolitana do município sede do tribunal, seção ou subseção judiciária a que estiverem vinculados. A regra, que altera o artigo 4º da Resolução 72/2009 do CJF (que estabelece diretrizes para aquisição e uso dos veículos na Justiça Federal) e o item 4 da Instrução Normativa 04-01/2010 (que regulamenta a Resolução), foi estipulada na sessão de 31 de agosto. O relator do processo foi o então vice-presidente do CJF e do Superior Tribunal de Justiça, ministro Ari Pargendler, empossado presidente no dia 3 de setembro. O processo teve início a partir de consulta encaminhada ao CJF pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, desembargador federal Roberto Haddad, quanto à interpretação da Instrução Normativa 04-01/2010, que detalha os procedimentos previstos na Resolução 72. De acordo com o item 4 dessa IN, os veículos oficiais não podem se deslocar para fora dos limites territoriais do município onde se localiza a sede, seja tribunal, seção ou subseção judiciárias, a não ser na hipótese de viagem a serviço devidamente autorizada. O presidente do TRF3 solicitava a ampliação desse limite territorial, substituindo-se o termo município onde se localiza a sede para região metropolitana onde se localiza a sede. O argumento apresentado pelo desembargador Haddad é de que existem desembargadores federais que residem em outras cidades próximas a São Paulo, sede do TRF3. Durante o julgamento do processo, os presidentes dos demais TRFs, também conselheiros do CJF, relataram que há situações semelhantes no âmbito dos seus tribunais. Foto: Jorge Campos Banca de concurso terá membro da primeira instância A comissão organizadora de concurso público para investidura no cargo de juiz federal substituto pode, a partir de agora, ser integrada por um juiz federal de primeira instância. O CJF, por maioria, decidiu alterar a Resolução 67/2009, que estabelece normas para a realização desses concursos no âmbito da Justiça Federal de 1º e 2º graus. No mesmo processo, o CJF decidiu ainda alterar outros dispositivos da mesma Resolução no sentido de permitir que os valores arrecadados com a taxa de inscrição no concurso possam ser repassados ao tribunal regional federal, no caso deste ser o realizador do certame. A decisão é de 31 de agosto. Em sua redação original (art. 15, caput), a Resolução 67 estabelecia que a comissão do concurso deve ser composta por cinco titulares, sendo três membros do TRF, um professor da faculdade de Direito oficial ou reconhecida, e um advogado indicado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com a mudança aprovada, serão dois membros do tribunal e um juiz federal de primeira instância. O pedido de alteração da Resolução foi feito pela Associação dos Juízes Federais do Rio Grande do Sul (Ajufergs) e pela Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Ajuferjes). O relator do processo no CJF, desembargador federal Luiz Alberto Gurgel de Faria (presidente do TRF5), votou pelo indeferimento do primeiro pedido, tendo sido vencido neste ponto. O segundo pedido, deferido por unanimidade, foi encaminhado ao CJF pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. O tribunal argumentou que a Resolução 94/2009 alterou a Resolução 67, passando a permitir que a primeira etapa do concurso seja executada tanto por instituição especializada neste caso contratada pelo CJF como pela própria comissão do concurso, ficando a realização do concurso, neste último caso, sob a responsabilidade do tribunal regional respectivo. A fim de racionalizar e desburocratizar a movimentação de tais recursos financeiros, deve ser acolhido o pleito do TRF4, passando as quantias apuradas com a taxa de inscrição, em tal caso, a serem vertidas diretamente aos regionais responsáveis pela realização integral do certame, justifica o relator. 6

7 Inauguração Varas Novas varas federais já estão sendo instaladas A um ritmo de 46 varas por ano até 2014, Justiça Federal inicia instalação das 230 unidades criadas Segundo os cronogramas enviados ao Conselho da Justiça Federal (CJF) pelos tribunais regionais federais, das 230 varas federais criadas pela Lei /2009, está prevista para 2010 a instalação de 46 varas federais, conforme cronograma definido na Resolução 102 do CJF. De acordo com o documento, as instalações seguirão no mesmo ritmo até Corregedoria participa de inaugurações A Corregedoria-Geral da Justiça Federal prestigiou a cerimônia de instalação de duas varas federais. Em 1º de julho, o corregedor-geral, ministro Francisco Falcão, esteve presente na inauguração da 10ª Vara Federal na Subseção Judiciária de Mossoró (RN). De acordo com o ministro, a 5ª Região da Justiça Federal (RN, CE, AL, PE, PB e SE), que possui hoje 79 varas, chegará a 127 com a ampliação das unidades, num crescimento de 60,76%. Ele acrescentou que o número de cargos de magistrados federais na Região, que hoje é de 150, alcançará 246, um incremento de 64%, muito acima da média nacional, que será de 34,25%. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mossoró é considerada uma capital regional, sendo o segundo município mais populoso do Rio Grande do Norte. A cidade possui um importante ponto de extração de petróleo em terra, e também grandes salinas, que geram emprego e renda para a população. Possui um Produto Interno Bruto (PIB) de mais de R$ 2,6 bilhões, influenciando diretamente 39 municípios com populações que, somadas, alcançam mais de habitantes. Este município vive atualmente um intenso crescimento econômico e de infraestrutura, sublinhou o corregedor-geral. Das unidades criadas pela lei, quatro são em áreas de fronteira estratégicas Oiapoque (AM), Guajará-Mirim (RO) e Laranjal do Jarí (AP) e quatro especializadas em matéria ambiental e agrária, situadas em Manaus (AM), Porto Velho (RO), Belém (PA) e São Luis (MA), todas já inauguradas. Da esq. para a dir.: vice-presidente do TRF5, desembargador federal Marcelo Navarro, ministro Francisco Falcão, presidente do TRF5, Luiz Alberto Gurgel, diretor do Foro da SJRN, Ivan Lira de Carvalho Representando o corregedor-geral, o juiz federal auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça Federal, Ávio Mozar Novaes, compareceu à inauguração da Vara Especializada em Matéria Ambiental e Agrária de Porto Velho (RO), no dia 9 de julho. De acordo com ele, a especialização, conferida pelo CJF, desta e de outras cinco varas federais em matéria agrária e ambiental, todas localizadas na chamada Amazônia Legal, atende a um clamor da sociedade. A localização dessas varas é um pedido de representantes sociais e soluciona a ausência desse tipo de especialização nessa extensa área territorial, com um considerável acervo de causas ambientais em tramitação, explica Ávio Novaes. De acordo com o juiz federal, Amazonas, Rondônia e Pará contam com a maior demanda de processos sobre a matéria ambiental. A cidade de Porto Velho, por exemplo, recebeu uma vara ambiental e um juizado especial porque, além de grande demanda processual, exerce muita influência sobre regiões vizinhas. Pela Resolução 102/2010, as cidades de Marabá e Santarém, ambas no estado do Pará, também deverão ser contempladas com varas agrárias e ambientais. Foto: Arquivo TRF5 PREVISÃO DE INSTALAÇÃO DAS VARAS EM ª Região Araguaína (TO) 1 mista Bacabal (MA) 1 mista Belém (PA) 1 Vara Ambiental Belo Horizonte/ (MG) 1 JEF Diamantino (MT) 1 mista Guajará Mirim (RO) 1 Vara de Fronteira Irecê (BA) 1 mista Laranjal do Jarí (AP) 1 Vara de Fronteira Manaus (AM) 1 Vara Ambiental Oiapoque (AP) 1 Vara de Fronteira Paracatu (MG) 1 mista Parnaíba (PI) 1mista Formosa (GO) 1 mista Porto Velho (RO) 1 Vara Ambiental São Luís (MA) 1 JEF São Luís (MA) 1 Vara Ambiental Teófilo Otoni (MG) 1 mista Unaí (MG) 1 mista Uruaçu (GO) 1 mista 2ª Região Duque de Caxias (RJ) 1mista Nova Iguaçu (RJ) 1mista Rio de Janeiro (RJ) 1 JEF São Gonçalo (RJ) 1 mista Serra (ES) 1 mista 3ª Região Barretos (SP) 1 mista Bela Vista (MS) 1 Vara de Fronteira Itapeva (SP) 1 mista Mauá (SP) 1 mista Osasco (SP) 1 mista Osasco (SP) 1 mista Presidente Prudente (SP) 1 mista São Paulo (SP) 1 JEF Taubaté (SP) 1 JEF 4ª Região Canoas (RS) 1 Cível Guaíra (PR) 1 Vara de Fronteira Itajaí (SC) 1 mista 5ª Região Caruaru (PE) 1 mista Fortaleza (CE) 1Execução Fiscal Fortaleza (CE) 1JEF Fortaleza (CE) 1 JEF Juazeiro do Norte (CE) 1JEF Monteiro (PB) 1 mista Mossoró (RN) 1 mista Recife (PE) 1 Cível Recife (PE) 1 Execução Fiscal Sobral (CE) 1JEF 7

8 Nova Gestão Um juiz federal à frente do CJF Ari Pargendler será o primeiro juiz federal concursado a assumir a Presidência do STJ e do CJF. Sua estreita ligação com a Justiça Federal está estampada em toda a sua trajetória profissional Será a vez de testar as convicções de um juiz construído de baixo para cima, afirmou o ministro do STJ, Gilson Dipp, que na cerimônia de posse do novo presidente foi encarregado de proferir o discurso de saudação a ele e ao novo vice-presidente, ministro Felix Fischer. Dizia-se da Justiça Federal que era a Justiça do Rei, muitas vezes mal-vista, a irmã pobre da Justiça Estadual, observa o ministro Dipp. Nesta Justiça Federal ainda em formação, Ari Pargendler começou sua carreira de magistrado em 1976, na Seção Judiciária do Rio Grande do Sul. Com a instalação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em 1989, passou a compor a primeira investidura de juízes do tribunal. Em 1995 o ministro Pargendler ascendeu ao Superior Tribunal de Justiça. Quando exerceu o cargo de coordenador-geral da Justiça Federal, de 2003 a 2005, levou 80 processos ao Colegiado do CJF como relator. Desse total, 41 resultaram em Resoluções do CJF. Dentre os atos normativos, destaca-se a Resolução 399, responsável pela extinção dos alvarás de levantamento na Justiça Federal, que determina o depósito dos valores referentes aos precatórios ou requisições de pequeno valor diretamente na conta do beneficiário; a Resolução 362, que disciplina as auditorias na Justiça Federal, e a de n. 364, que trata do controle, pelo CJF, das licitações de obras e veículos. Como coordenador-geral, também presidiu a Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais, na qual assinou mais de 20 súmulas e 14 questões de ordem. Dirigiu ainda o Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do CJF, em cuja gestão destacam-se a elaboração das tabelas processuais unificadas, que promoveram a padronização dos assuntos a serem incluídos na alimentação dos dados processuais e o início do projeto Sistema Nacional de Estatísticas, que subsidiará estudos relacionados à Justiça Federal e facilitará o planejamento das ações institucionais. Como vice-presidente do CJF, no biênio 2008/2010, o ministro Pargendler relatou mais de 80 processos administrativos, tendo proferido votos em 88 processos. Dentre os processos sob sua relatoria, sobressai-se o que alterou a Resolução 72/2009, que estabelece diretrizes para aquisição e uso dos veículos na Justiça Federal; e a Resolução 104/2010, que institui a Infovia solução unificada de comunicação de dados no âmbito do CJF e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. Ministros Ari Pargendler (à esq.) e Félix Fischer (à dir.) durante cerimônia de posse Verdadeira missão Ser juiz é mais que uma função, é uma verdadeira missão. A frase, dita em entrevista à rádio CBN, parece ser a melhor síntese do pensamento de Ari Pargendler. Entre o artesanato e a indústria, eu ainda prefiro o artesanato. Prefiro não julgar a julgar errado, afirmou ele em outra entrevista à revista Consultor Jurídico. O critério quantitativo da produtividade, para ele, não é um bom critério para avaliar o trabalho dos juízes. A Justiça é um valor que não pode ser medido em números, afirma. E questiona: Se assim for, onde fica a qualidade? A morosidade dos processos judiciais, grande preocupação da população, é um problema que, para Ari Pargendler, vem sendo suplantado com a atuação dos juizados especiais. O grande dilema a ser enfrentado será a opção entre a Justiça rápida ou segura. Necessitase de um critério misto, em que haja a opção pela efetividade e rapidez para as causas menores e exame mais aprofundado para as mais importantes, avalia. O ministro acredita que teria agido melhor durante a carreira se, à época da sua investidura no cargo de juiz, já existisse o Código de Ética da Magistratura Nacional, publicado em 2008 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Assim como as lojas colocam o Código de Defesa do Consumidor em locais de fácil acesso, os órgãos jurisdicionais deveriam, com maior razão, chamar a atenção dos jurisdicionados para o Código da Magistratura. A pessoalidade, a legalidade e a responsabilidade são os elementos indispensáveis ao bom desempenho do cargo de juiz, na sua opinião. A legitimidade do juiz decorre de sua investidura no cargo, e a sentença deve refletir os valores embutidos na norma jurídica sob o influxo da personalidade de quem a profere. Assim como o estilo é o homem, a sentença é o espelho do juiz, com toda sua ciência, arte e sentimento, conclui. Felix Fischer Considerado um magistrado criterioso, o novo vice-presidente integra o STJ desde Natural de Hamburgo, na Alemanha, e naturalizado brasileiro, o ministro formou-se bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e em Direito pela Universidade do Estado da Guanabara. Em sua trajetória profissional, ocupou, entre outras funções, a de procurador de Justiça do Ministério Público do Paraná e também a de ministro e corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Foi, ainda, diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e presidente da Comissão de Jurisprudência do STJ. Foto: Arquivo STJ 8

9 Nova Gestão Emoção na posse O dia 3 de setembro marcou a mudança de comando do STJ e do CJF, que passou das mãos do ministro Cesar Asfor Rocha para o ministro Ari Pargendler Em breve discurso de posse, o ministro Pargendler destacou a importância do Poder Judiciário e da atividade do magistrado, recorrendo à Bíblia para ilustrar sua exposição. Comparou os tribunais e o trabalho dos juízes nos tempos de Moisés com o modelo atual. Segundo Pargendler, o formato de semicírculo foi preservado. Há quinze anos sentei numa das cátedras desse Tribunal. Quase de costas para abertura de semicírculo. Hoje sento, pela primeira vez, de frente para essa abertura. Há um quê de simbólico nisso, afirmou. O juiz antigo, sentado agora na curul [cadeira] presidencial, vê a abertura do semicírculo e a sociedade que dela se descortina. Destacam-se nesse cenários os valores dessa sociedade que o Tribunal tem a responsabilidade constitucional de preservar, mas também as mazelas do tecido social. Embora os formatos dos tribunais subsistam, os desafios atuais são outros e muito maiores. O novo presidente assinalou que há uma massa de consumidores insatisfeitos, atividade econômica predatória que deteriora o meio ambiente, a família deixou de ser um núcleo consistente, a desigualdade social e a violência urbana crescem, o uso da droga se generaliza, os maus costumes públicos degeneram em corrupção, o crime se organiza. Tudo isso deságua no Judiciário, afirmou. Em meio a tantos litígios, os jurisdicionados clamam contra a morosidade da Justiça e criticam os juízes, apontados como responsáveis pela impunidade. O ministro foi aplaudido ao contestar essa crítica: Com certeza, a impunidade é um mal, mas o outro extremo é pior, sentenciou. Entre o crime e a punição é de rigor um processo. Os meios de defesa, incluídos os recursos, estão previstos em lei, os juízes devem assegurá-los. O preço que a sociedade paga pela demora aí decorrente é a garantia de que os bons cidadãos, diante de uma acusação improcedente, delas se livrarão por meio de um processo justo. Tecnologia como prioridade Digitalização e virtualização de processos foram apontados como principais marcas da gestão de Cesar Asfor Rocha Caro ministro Cesar Rocha, tenho de lhe pedir desculpas, porque vou ler o meu discurso em uma folha de papel.... O tom foi de brincadeira, mas esta frase, dita pelo ministro Ari Pargendler no momento em que ia dar início ao seu discurso de posse na Presidência do STJ, revela o reconhecimento praticamente unânime das mudanças tecnológicas empreendidas na gestão do ministro Cesar Asfor Rocha no biênio 2008/2010, na Presidência do STJ e do CJF. A digitalização de todos os recursos que chegam ao STJ e a virtualização de todos os processos ajuizados na Justiça Federal de primeiro e segundo graus foram também mencionadas pelos demais membros do Colegiado do CJF como as mais importantes realizações da gestão do ministro. O Colegiado prestou homenagem ao ministro ao término da última sessão do órgão presidida por ele, em 31/08. Encarregado de proferir o discurso de homenagem, o ministro Ari Pargendler lembrou que o presidente Cesar Rocha pautou sua administração no CJF pela busca do progresso tecnológico, com o desenvolvimento do projeto Autos Judiciais Digitais e pela unificação de sistemas administrativos, como o projeto Sistema Integrado de Gestão da Justiça Federal (SIGJUS). Cesar Rocha agradeceu a homenagem, manifestando a experiência gratificante que teve nesse período à frente do cargo de presidente. Ele confessou que chegou a pensar ser impossível transformar o processo papel em eletrônico, tamanhas as dificuldades que se apresentavam. Havia uma mística de que essa medida era futurística e cara, disse. Essas dificuldades, de acordo com ele, não o desanimaram: Conseguimos recursos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, com o respaldo do Tribunal de Contas da União. O ministro acrescentou que, com o apoio dos juízes federais e com o objetivo comum de virtualizar a Justiça Federal, mas preservando a autonomia de cada TRF, o processo eletrônico começa a se tornar realidade. Ministra Laurita Vaz entrega, em nome do Colegiado do CJF, placa em homenagem ao ministro Cesar Rocha Foto: Edson Queiroz 9

10 Função Correicional Corregedoria-Geral propõe aprimoramento dos presídios federais Juízes federais inspecionam as unidades de Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Mossoró (RN) Após visita à penitenciária federal de Mossoró (RN), em 19 de julho, completando o ciclo de inspeções aos quatro presídios federais existentes no país, os juízes federais auxiliares da Corregedoria-Geral da Justiça Federal, Àvio Mozar Novaes e Erivaldo Ribeiro, consideraram proveitosas as inspeções. De acordo com os juízes, o Sistema Penitenciário Federal ainda é muito recente o primeiro presídio foi inaugurado em 2006 e os órgãos envolvidos Departamento Penitenciário Federal (Depen), do Ministério da Justiça, e Justiça Federal estão, aos poucos, procurando aperfeiçoar esse novo modelo. Na semana de 5 a 9 de julho os magistrados inspecionaram as penitenciárias federais de Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO), sempre acompanhados pelos diretores desses estabelecimentos. A avaliação geral, segundo eles, foi de que os estabelecimentos estão cumprindo a contento a sua finalidade, embora tenha sido verificada a falta de padronização em relação a alguns procedimentos e a ocorrência de falhas, cuja correção será recomendada. O Sistema Penitenciário Federal (SPF) foi criado com a intenção de abrigar presos de alta periculosidade, principalmente os líderes de facções criminosas, que têm a sua influência sobre outros detentos neutralizada, já que ficam completamente isolados nessas unidades. As penitenciárias federais são consideradas uma reprodução do modelo de unidades de segurança máxima norte-americanas, conhecidas como Supermax. Segundo o Ministério da Justiça, desde que o sistema foi inaugurado, em 2006, houve redução de mais de 80% em casos de motins e rebeliões em todo o país. Para garantir segurança máxima, essas penitenciárias possuem equipamentos de última geração e, de acordo com o Ministério da Justiça, nunca foram registradas fugas, mortes, rebeliões ou mesmo entrada de aparelhos celulares, armas e drogas. Tudo o que entra nesses presídios, até mesmo os alimentos, tem de passar pelo raio X. Os visitantes não podem entrar com nada além da roupa do corpo e mesmo assim as visitas são monitoradas o tempo todo, conta Ávio Novaes. Cada unidade possui 208 celas individuais e 200 câmeras de vídeo, que enviam as imagens em tempo real para centrais de monitoramento e para o setor de inteligência do Depen, em Brasília. Também possuem 12 celas de isolamento para presos que cumprem o Regime Disciplinar Diferenciado, aplicado como sanção contra atos de indisciplina. Atualmente, 155 presos estão recolhidos na Penitenciária de Catanduvas (PR); 139 na de Campo Grande (MS); 136 na de Porto Velho (RO) e 94 na de Mossoró (RN). As vagas são preenchidas à medida que os estados apresentam seus pedidos de transferência de presos ao Depen. Os nomes são analisados e aprovados pelo juiz federal que atua como corregedor do presídio, de acordo com a Lei de Execução Penal e com a Resolução n. 557/2007 do Conselho da Justiça Federal (CJF). Juizes entrevistam presos no Presídio de Catanduvas De acordo com os juízes, a preocupação maior, durante as visitas de inspeção, foi verificar se a assistência material, médica, psíquica, pedagógica, jurídica e religiosa a que os detentos têm direito estava sendo adequadamente prestada. Além de conversar com os próprios presos, os magistrados percorreram todas as instalações dos presídios, supervisionando as condições de segurança e higiene. As visitas aos quatro presídios serão documentadas em um relatório a ser preparado pelos juízes e levado ao conhecimento do Depen. Dentre os fatores considerados preocupantes, eles ressaltam a presença quase inexistente da Defensoria Pública Federal nesses estabelecimentos, que revela a precária assistência jurídica aos presos que não possuem recursos para pagar advogado particular. As visitas fazem parte de uma estratégia de aproximação entre o Depen e a Justiça Federal, com o objetivo de aperfeiçoar o modelo penitenciário federal, mediante a identificação de falhas e problemas que devem ser sanados e a discussão de regras e procedimentos padronizados. Foto: Márcio Cerqueira 10

11 Função Correicional Foto: Márcio Cerqueira Workshop aproxima entidades envolvidas O I Workshop sobre o Sistema Penitenciário Federal (SPF), promovido pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) em parceria com o Ministério da Justiça, foi realizado em Brasília, nos dias 12 e 13 de agosto. O evento reuniu juízes e desembargadores federais, além de representantes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e da Polícia Federal, no intuito de debater a questão e propor medidas para o aprimoramento do sistema no Brasil. O evento foi promovido pela Corregedoria-Geral da Justiça Federal, que tem por titular o ministro Francisco Falcão, também ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e organizado pelo Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CJF), outra unidade dirigida pelo ministro. De acordo com o ministro Falcão, desde a inauguração da penitenciária de Catanduvas (PR), em 2006, o Sistema Penitenciário Federal tem sido alvo de preocupação do CJF. Exemplo disso são as duas resoluções editadas pelo órgão que regulamentaram procedimentos de inclusão e transferência de presos para unidades federais (Resoluções 502/2006 e 557/2007). O ministro acentuou a importância dessa primeira reunião de trabalho, que reuniu os atores envolvidos com a questão. O diretor-geral do Depen, Airton Aloisio Michels, destacou ser fundamental esse diálogo : Temos um sistema carcerário no Brasil ainda caótico e existe muito ruído no tratamento do tema, afirmou. Segundo Michels, a implantação de medidas de ressocialização dos presos é importante, desde que não comprometa a segurança da penitenciária e da sociedade. Já o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Gabriel de Jesus Tedesco Wedy, enfatizou a necessidade de uniformizar procedimentos no SPF de forma a garantir a segurança dos juízes. Temos grande responsabilidade, pois os criminosos mais perigosos do país estão nessas penitenciárias, destacou. Os participantes conheceram o projeto Visita Virtual, do Ministério da Justiça, que permite a familiares que moram em cidades distantes, por meio de videoconferência, conversar com os detentos que estão nas penitenciárias federais. O sistema já está instalado nos quatro presídios federais e em 27 defensorias públicas da União, de onde os familiares podem ter acesso à tecnologia. Resultados Um dos resultados do evento foi a elaboração de enunciados (regras consensuais) que devem pautar a conduta dos juízes e dos diretores desses estabelecimentos. Um dos enunciados refere-se ao entendimento de que a visita social (visita presencial de familiares) pode ter o som monitorado em relação a todos os presos, desde que haja autorização judicial e seja justificada pela Administração Penitenciária. Outra questão que suscitava dúvidas se relacionava ao preso estrangeiro que aguarda extradição. O enunciado conclui que este tipo de preso pode ser incluído no SPF, sendo, neste caso, considerado como juízo de origem o Supremo Tribunal Federal, a quem compete decidir sobre o pedido de inclusão do detento nesse sistema. Ainda em relação a réus estrangeiros, os participantes do workshop decidiram encaminhar consulta aos juízes federais que executam penas alternativas, sobre suas dificuldades no cumprimento da pena pelo condenado estrangeiro. O estabelecimento de fluxo de rotina para elaboração de pareceres técnicos sobre os presos, a partir do qual o juiz decidirá sobre a necessidade de exame criminológico, também foi entendimento consensual. Antes, a realização desse exame era exigida para a concessão de progressão de regime. A lei atual não exige, mas alguns juízes entendem que esse exame, em casos específicos, é imprescindível. Antes de pedir o exame, no entanto, o juiz pode receber parecer técnico elaborado por integrantes do próprio SPF, que podem dar as informações de que ele precisa, e talvez até dispense o exame. O enunciado esclarece que, no caso de o exame ser exigido, deverá ser feito por profissionais habilitados (psicólogos ou psiquiatras), ainda que fora do quadro funcional do SPF. O Workshop resultou ainda na proposição de encaminhamentos, tais como a criação de grupo de trabalho para elaborar propostas de alteração da legislação relativa à execução penal (Leis nºs 7.210/84 e /08 e Decreto nº 6.877/09). Uma das propostas já sugerida é para que os juízes federais possam executar penas privativas de liberdade, ainda que o custodiado esteja em presídio estadual (atualmente os réus presos por sentença de juiz federal, quando encaminhados a presídio estadual, passam a ser custodiados por juiz estadual). Farão parte do grupo de trabalho os juízes federais Sérgio Moro, Mário Jambo, Flávio Antonio da Cruz, os desembargadores federais Abel Gomes e Sérgio Feltrin e o diretor da Penitenciária de Catanduvas, Fabiano Bordignon. Todos os participantes do workshop farão parte, ainda, de um fórum permanente de discussão. Outro encaminhamento proposto é para que o CJF receba as reclamações relativas ao descumprimento da Resolução CNJ nº 108/10, contra o tratamento conferido ao preso provisório da Justiça Federal e contra a extinção das carceragens da Polícia Federal. A Resolução regulamenta o cumprimento de alvarás de soltura e a movimentação de presos do sistema carcerário. 11

12 Gestão Metas cumpridas Justiça Federal consegue cumprir 94% da Meta 1 do Judiciário, que determina o julgamento de quantidade de processos equivalente ao número de ações distribuídas no tribunal em 2010, mais uma parcela do estoque Ao todo, 1,4 milhão de ações de conhecimento foram distribuídas este ano nos cinco tribunais regionais federais (TRF), que julgaram 1,3 milhão de processos distribuídos em 2010 e em anos anteriores. A Meta 1 faz parte das 10 metas definidas pelos presidentes dos 91 tribunais brasileiros em fevereiro deste ano, para dar maior efetividade e celeridade à prestação jurisdicional. Os dados parciais do cumprimento das metas foram apresentados durante o 2º Workshop das Metas 2010, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no final de agosto, em Brasília (DF). O encontro reuniu representantes de todos os tribunais do país com o intuito de debater as dificuldades encontradas e as experiências positivas em relação ao cumprimento das metas do Judiciário. A secretária de Desenvolvimento Institucional do Conselho da Justiça Federal (CJF), Márcia Lúcia Borges de Melo Gomes, participou do workshop, juntamente com os gestores das metas dos cinco tribunais regionais federais. O objetivo é garantir o bom desempenho da Justiça Federal no alcance dos objetivos com vistas a melhorar a prestação de serviços ao cidadão. Os TRFs da 2ª e da 3ª Região são os mais avançados no cumprimento da Meta 1 na Justiça Federal, visto que julgaram, até julho, respectivamente,103% e 106%, da quantidade de processos de conhecimento que ingressaram no tribunal, dando vazão a parte do estoque. Na Meta 2, que prevê o julgamento de todos os processos distribuídos até 31 de dezembro de 2006, o TRF4 é o mais avançado, com um índice de cumprimento de 60%. Até o mês de julho, a Justiça Federal julgou 31% dos processos alvos da Meta 2 de O projeto Autos Judiciais Digitais, coordenado pelo CJF com o objetivo de dar maior celeridade ao serviço prestado pelos TRFs, vem contribuindo para o cumprimento das Metas de 1 a 3, esta última destinada a reduzir em pelo menos 10% o acervo de processos na fase de cumprimento ou de execução e, em 20%, o acervo de execuções fiscais. A ampliação do número de cargos efetivos, os mutirões de conciliação da 2ª Região, o Sistema de Conciliação e Estudo para redistribuição de carga de trabalho da 4ª Região e o compartilhamento de Boas Práticas são outras medidas que colaboram para o desempenho da Justiça Federal nas Metas de Meta 1 Julgar quantidade igual à de processos de conhecimento distribuídos em 2010 e parcela do estoque, com acompanhamento mensal Distribuídos Julgados Cumprimento Tribunal Regional Federal da 1ª Região % Tribunal Regional Federal da 2ª Região % Tribunal Regional Federal da 3ª Região % Tribunal Regional Federal da 4ª Região % Tribunal Regional Federal da 5ª Região % Meta 2 Julgar todos os processos de conhecimento distribuídos (em 1º grau, 2º grau e tribunais superiores) até 31/12/2006 Passivos Julgados Cumprimento Tribunal Regional Federal da 1ª Região % Tribunal Regional Federal da 2ª Região % Tribunal Regional Federal da 3ª Região % Tribunal Regional Federal da 4ª Região % Tribunal Regional Federal da 5ª Região não disponíveis Meta 3 Reduzir em pelo menos 10% o acervo de processos na fase de cumprimento ou de execução e, em 20%, o acervo de execuções fiscais (referência: acervo em 31/12/2009) Execução Não baixados definitivamente Acervo alvo Redução Tribunal Regional Federal da 1ª Região % Tribunal Regional Federal da 2ª Região não disponíveis Tribunal Regional Federal da 3ª Região % Tribunal Regional Federal da 4ª Região % Tribunal Regional Federal da 5ª Região % Execução Fiscal Não baixados definitivamente Acervo alvo Redução Tribunal Regional Federal da 1ª Região % Tribunal Regional Federal da 2ª Região % Tribunal Regional Federal da 3ª Região % Tribunal Regional Federal da 4ª Região % Tribunal Regional Federal da 5ª Região % 12

13 Gestão Meta 4 Para o cumprimento da Meta 4 (lavrar e publicar todos os acórdãos em até 10 dias após a sessão de julgamento), a Justiça Federal já conta com a tecnologia adequada. No TRF3, para monitoramento dessa meta, foi realizado um levantamento da média mensal, por turmas e por gabinetes. Alguns desses setores já começaram a repensar a rotina de trabalho para garantir maior agilidade à publicação dos acórdãos. Meta 5 Para assegurar a implantação de método de gerenciamento de rotinas de trabalho em pelo menos 50% das unidades judiciárias de 1º grau (Meta 5), foi estabelecido um planejamento nacional para a Justiça Federal, sob a coordenação do CJF. Serão realizados 26 workshops em seções judiciárias, com a participação de varas de competência cível ou geral, para avaliar os procedimentos utilizados, desde a distribuição da petição inicial até a remessa ao tribunal, e propor melhorias. O CJF está desenvolvendo curso on-line sobre gestão de processos customizados para implementar a metodologia em 50% das unidades judiciárias do 1º grau. O TRF4 já alcançou a Meta 5, com a implantação do processo eletrônico em todas as varas federais da 4ª Região. Meta 6 Para garantir o cumprimento da Meta 6, que prevê reduzir em pelo menos 2% o consumo por funcionário de energia, telefone, papel, água e combustível, os TRFs desenvolvem ações dentro de programas voltados à temática ambiental, como Programa de Desenvolvimento e Preservação da Saúde Pessoal, da Saúde Organizacional e da Relação da Socie- Balanço dade com o Meio Ambiente (TRF1); Agenda Ambiental (TRF2); Formação de Multiplicadores para a Gestão Ambiental da 3ª Região; no TRF4, o Projeto Economizando e a criação do Sistema Eletrônico de Informações para os processos administrativos, que fez cair o consumo de papel. O TRF 3 já alcançou a meta no primeiro semestre de 2010 e o TRF5 vem desenvolvendo ações para reduzir o consumo. Meta 7 Os TRFs 1 e 2 já cumpriram a Meta 7, disponibilizando a produtividade dos magistrados em seus portais. Os demais estão adaptando seus sistemas para disponibilizar os dados na internet. A 3ª Região já publica a produtividade dos magistrados de 1º e 2º grau e juizados especiais federais ( JEFs) e reunirá as informações em único local na internet. O TRF5, que atualmente disponibiliza a produtividade no âmbito do 1º grau e JEFs, em breve publicará na internet os dados referentes ao 2º grau. Meta 8 Em todos os tribunais, há parcerias com escolas de magistratura para cumprimento da Meta 8 (promoção de cursos de capacitação em administração judiciária, para magistrados, priorizando o ensino à distância). Projetos como os Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização para Magistrados (2ª Região); o Programa de Currículo Permanente (4ª Região) e a implantação de uma Base de Educação à Distância (5ª Região) já vêm contribuindo para o alcance da meta. No TRF3, 41 magistrados já foram capacitados em gestão cartorária, enquanto no TRF4, capacitação em Administração Judiciária será realizada a partir de outubro. O CJF está desenvolvendo o curso on-line de gestão de processos e das varas criminais para magistrados federais. Meta 9 Publicada em maio de 2010, a Resolução 104 do CJF instituiu a Infovia, uma rede privada de transmissão de dados que vai dar maior agilidade e segurança ao tráfego de informações na Justiça Federal, permitindo a utilização de sistemas unificados. A medida vai contribuir para o cumprimento da Meta 9, que prevê a ampliação para 2 Mbps da velocidade dos links entre o Tribunal e 100% das unidades judiciárias instaladas na capital e, no mínimo, 20% das unidades do interior. Atualmente, os TRFs 3, 4 e 5 já conseguiram atingir a Meta 9. Meta 10 O TRF4 utiliza um sistema que permite o envio de correspondência entre as unidades do Judiciário por meio de malote eletrônico. A ferramenta contribui para o cumprimento da Meta 10, que prevê a realização de 90% das comunicações oficiais entre os órgãos do Poder Judiciário, por meio eletrônico, inclusive cartas precatórias e de ordem. Sistema semelhante está sendo implantado nos TRFs 1, 2 e 5. A 3ª Região implantou ferramenta que permite a comunicação eletrônica interna e com outros órgãos do Judiciário, além de ter aderido ao sistema de malote digital. Metas 2009 Cada TRF desenvolveu um plano de ação contendo diversas atividades com os prazos de execução definidos para o alcance das Metas de 2009 que ainda não foram cumpridas. Os documentos foram encaminhados ao CJF e ao CNJ em março. CJF realiza workshop para execução da Meta 5 Discutir como padronizar os processos de trabalho das unidades judiciárias da Justiça Federal, em especial o Procedimento Comum Ordinário, foi o objetivo do Workshop de preparação para execução da Meta 5. Realizado nos dias 9 e 10 de setembro, pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) em parceria com os tribunais regionais federais (TRFs), o evento foi aberto pelo juiz federal Élio Wanderley, gestor nacional das metas prioritárias. A meta 5 consiste em implantar método de gerenciamento de rotinas (gestão de processos de trabalho) em pelo menos 50% das unidades judiciárias de 1º grau. A coordenadora do Planejamento Estratégico Nacional e da gestão de processos na Justiça Federal, Márcia Melo, recebeu os representantes dos TRFs, das seções judiciárias e do CJF treinados na metodologia de gestão por processo. Na abertura, foram apresentados os gestores da meta e patrocinadores do projeto em cada uma das cinco regiões. A gerente nacional da Meta 5 na Justiça Federal, Silvana Soares, explica que o trabalho a ser analisado e mapeado vai da petição inicial à remessa da ação aos TRFs ou seu arquivamento, por meio da análise do fluxo dos processos e das boas práticas que garantam a melhoria dos procedimentos. O objetivo aqui é entender as rotinas de trabalho das varas para definir uma metodologia de trabalho, disse. Mapear os processo de trabalho significa identificar a melhor maneira de produção, proporcionando mais agilidade e eficiência nà tramitação dos processos e melhor qualidade do serviço jurisdicional prestado, concluiu Silvana Soares. Entre os representantes, vindos de todo o país, estavam magistrados, coordenadores dos escritórios regionais e seccionais e servidores da SDI. Dois consultores da empresa Plano Consultoria auxiliaram as dinâmicas do grupo. De acordo com Silvana Soares, o workshop foi um sucesso. Ela acredita que a Justiça Federal vai cumprir o quanto antes a meta 5. Os participantes elogiaram o encontro e a possibilidade de se confrontarem as peculiaridades dos estados e regiões. Foto: Edson Queiroz 13

14 Função Correicional Inspeção no TRF2 sugere melhorias no controle estatístico de processos O Conselho da Justiça Federal (CJF) aprovou, na sessão do dia 31 de agosto, o relatório da inspeção realizada no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, com sede no Rio de Janeiro (RJ). Conduzida pelo corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Francisco Falcão, e pelos juízes federais em auxílio à Corregedoria, Ávio Mozar José Ferraz de Novaes e Élio Wanderley Siqueira Filho, entre os dias 3 e 11 de maio, a inspeção examinou por amostragem processos judiciais e administrativos, instrumentos de contratos, convênios, precatórios, nomeações, requisições de servidores e convocação de magistrados de primeiro grau efetivadas pelo tribunal. Segundo dados estatísticos, o TRF da 2ª Região tem o equivalente a 1,23 magistrados para cada 100 mil habitantes, superior à média nacional de 0,8 magistrados. Em 2008, foram registrados novos casos por desembargador, número inferior à média nacional federal de casos. A carga de trabalho é de processos por magistrado, também abaixo da média nacional federal, que é de processos. A taxa de congestionamento do tribunal também é inferior: 52,2%, enquanto a média nacional federal gira em torno de 59,8%. Balanço De acordo com o relatório da inspeção, a análise dos serviços judiciários revelou deficiências no controle estatístico dos processos: Parte do atraso no andamento processual verificado em gabinetes se deve à deficiente utilização de controles estatísticos, informa o documento. Segundo a Corregedoria-Geral, somente com a recente instituição das inspeções por parte do CJF e o estabelecimento de metas nacionais de produtividade pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é que os TRFs, de um modo geral, passaram a sentir a necessidade de criação de novos controles estatísticos. A observação ao disposto na Resolução do CJF n 72/2009, que trata do uso de veículos oficiais por parte do tribunal, foi recomendada pelo ministro Francisco Falcão ao presidente do TRF2. A Corregedoria-Geral da Justiça Federal também se mostrou atenta a casos de concessão, na 1ª ou na 2ª instâncias, de liminares e antecipações de tutela sem que haja, em prazo razoável, a apreciação da causa em ação originária ou recurso por parte do desembargador, em decisão monocrática, ou do Colegiado, o que pode provocar danos ao erário público. Considerando que há a possibilidade de existirem inúmeros processos nesta situação, deve a administração do tribunal, conjuntamente com os desembargadores que o integram, definir plano de ação para agilizar o julgamento da ação ou do recurso, em tais hipóteses, instituindo mecanismo de controle eletrônico que permita o acompanhamento sistemático dos mesmos, instrui o relatório. Após a inspeção, o corregedor-geral determinou ao TRF2, entre outras medidas, o julgamento dos 50 processos mais antigos tramitando nas unidades, e fez recomendações específicas para as áreas de Controle Interno, Segurança e Transporte, Informática, Distribuição e Estatística. Veja as principais determinações: - aprimorar o sistema de estatística, apurando as incompatibilidades entre o acervo físico dos gabinetes e o refletido no sistema, devendo ser apresentado um plano de ação; - determinar às subsecretarias que promovam a cobrança de todos os autos, judiciais ou administrativos, que estejam com carga ou devolução excedidas; - criar s corporativos a todos os servidores, com acesso via webmail, de forma a permitir, através de ato regulamentador, que todas as comunicações feitas a eles usem esse mecanismo, virtual, muito prático e de baixo custo; - terceirizar os serviços de digitalização de autos para encaminhamento aos tribunais superiores e virtualização de petições e documentos diversos dirigidos a autos eletrônicos, diante da iminente implantação do processo eletrônico no âmbito da 2ª Região, nos moldes do serviço utilizado pelos juizados especiais virtuais e varas de execução fiscal virtuais; - adotar o horário de 9h para início do expediente externo do tribunal, em todas as suas unidades, incluindo os gabinetes de desembargadores federais e as subsecretarias; - agilizar o cumprimento das metas do Judiciário pendentes de 2009 e de todas as 10 metas de 2010; - implantar programa eletrônico específico para o controle das cargas de processos, de modo a identificar com quem e por quanto tempo o processo esteja sob carga; - implantar sistema de acompanhamento processual unificado, que possibilite automação dos procedimentos e forneça ferramentas de efetivo controle das atividades, sem limitação, tais como o efetivo controle das baixas em diligência, dos feitos remetidos ao MPF, à AGU e ao INSS, o sistema de carga eletrônica aos advogados, sem a necessidade de se trabalhar com vários sistemas. Atuação criminal Em relação à competência penal, a Corregedoria-Geral sugere a adoção de medidas para aprimorar a atuação do TRF2 em matéria criminal, contemplando: - controle mais eficaz de cumprimento de prazos e atos processuais, incluindo a obrigatoriedade de mapas de desempenho e produtividade nos gabinetes; - redução da incidência de prescrição penal (otimização dos controles e redução dos tempos de tramitação); - incremento do controle de atos e prazos, tais como criação do Banco de Mandados de Prisão, controle informatizado de prescrição penal e dos indicadores estatísticos da ocorrência do fenômeno prescricional; - implementação das medidas propostas no Plano Nacional de Gestão para Funcionamento de Varas Criminais e de Execução Penal do Conselho Nacional de Justiça; - treinamento e aperfeiçoamento de servidores, especialmente para o trato das questões criminais afetas à competência especializada da Justiça Federal, como crimes financeiros e de lavagem de dinheiro; e - maior segurança dos magistrados. Integraram, ainda, a equipe de inspeção os juízes federais Saulo José Casali Bahia e Erivaldo Ribeiro dos Santos. Foto: Arquivo TRF2 14

15 Função Correicional Corregedoria-Geral lança hot site para otimizar inspeção O corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Francisco Falcão, decidiu modernizar as inspeções da Corregedoria, determinando a criação de um hot site para a próxima inspeção a ser realizada no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Recife (PE), de 13 a 22 de outubro próximo. O hot site servirá como projeto-piloto da Corregedoria, devendo ser avaliado e aperfeiçoado durante essa inspeção para utilização nas inspeções futuras. A idéia é facilitar e otimizar os trâmites de informações referentes à inspeção, armazenando em um só ambiente web todos os documentos a serem preenchidos pelos gabinetes e áreas administrativas do TRF, assim como todos os documentos e informações a serem utilizados pela equipe da Corregedoria. No hot site, cuja maioria das áreas é de acesso restrito apenas a essas unidades participantes, serão disponibilizadas e atualizadas todas as informações necessárias ao bom andamento dos trabalhos. Judiciário Relatório mostra que JF gera mais receitas que despesas O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou o relatório Justiça em Números de 2009, que faz um panorama quantitativo do Poder Judiciário brasileiro. Quanto à Justiça Federal, o relatório revela que, embora tenha efetuado uma despesa da ordem de R$ 6,1 bilhões em 2009, grande parte dela com recursos humanos, no mesmo período promoveu uma arrecadação superior a R$ 9,2 bilhões, proveniente de processos de execução fiscal. Os valores pagos pela Justiça Federal às pessoas que ganharam suas causas também superou as despesas, somando um montante de aproximadamente R$ 12 bilhões. A nova edição do relatório Justiça em Números foi desenvolvida com novos instrumentos, nova metodologia e maior detalhamento das informações. As mudanças visam dar mais transparência à atuação da Justiça brasileira, além de contribuir para o melhor planejamento das políticas públicas do Judiciário. Confira alguns números relativos à Justiça Federal. O relatório completo pode ser acessado no site do Conselho Nacional de Justiça (www.cnj.jus.br). Despesa A Justiça Federal gastou R$ ,00 no ano de 2009, o equivalente a 0,20% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Desse valor, 93% foi gasto com recursos humanos, incluindo salários, férias, gratificações, passagens, verbas de gabinete, dentre outras despesas. Arrecadação A soma das receitas arrecadadas pela Justiça Federal superou as despesas em 2009, mesmo não tendo sido contabilizadas as receitas geradas pelo TRF da 1ª Região, que não tinha os dados disponíveis. A arrecadação com receitas de execução fiscal cobrança judicial de impostos federais chegou a R$ ,00. O montante arrecadado com a cobrança de custas e emolumentos foi de R$ ,00. Pagamentos aos jurisdicionados Os valores pagos aos jurisdicionados em precatórios e requisições de pequeno valor (RPV) também superou as despesas da Justiça Federal, atingindo o montante de R$ ,00 em Precatório ou RPV são ordens de pagamento dadas por um juiz para determinar que um órgão público pague determinada dívida, resultante de ação judicial. Alguns trechos do relatório Processos No ano de 2009, tramitaram nos tribunais regionais federais novos casos, além dos processos que já aguardavam julgamento no início do ano. Foram proferidas decisões. Isso mostra que a quantidade de processos ingressados se aproxima do número de ações julgadas, o que limita a tentativa dos magistrados de reduzir os processos na fila de espera. Na primeira instância, o ano de 2009 já começou com processos pendentes e outros ingressaram nas varas federais durante o ano. Foram proferidas sentenças, o que demonstra que os magistrados do 1º grau têm as mesmas dificuldades que os desembargadores quanto à redução de processos em espera de julgamento. Pessoal Ao final de 2009, a Justiça Federal contava com um total de servidores (inclusive estagiários e terceirizados). São magistrados vinculados aos TRFs na seguinte proporção: 353 magistrados no TRF da 1ª Região, 220 no TRF da 2ª Região, 436 no TRF da 3ª Região, 354 no TRF da 4ª Região e 187 magistrados no TRF da 5ª Região. Isso quer dizer que, para cada brasileiros, a Justiça Federal conta, em média, com 22 servidores e 0,8 magistrado para atendê-los. 15

16 Inauguração Sede De casa nova Ministro Cesar Rocha e Colegiado inauguram o edifício que abrigará o Conselho da Justiça Federal e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados O ex-presidente do Conselho da Justiça Federal (CJF), ministro Cesar Asfor Rocha, inaugurou na manhã do dia 3 de agosto a nova sede do órgão, localizada no Setor de Clubes Esportivos Sul, Lote 9, Trecho 3, Polo 8, próxima ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF). Ao lado do corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Francisco Falcão, o ministro Cesar Rocha descerrou a placa comemorativa na presença do vice-presidente (atual presidente), ministro Ari Pargendler, dos demais membros do Colegiado do CJF (ministra Laurita Vaz e os presidentes dos cinco tribunais regionais federais), representantes da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério da Justiça, dirigentes e servidores do Conselho. Em seu discurso de inauguração, o ministro Asfor Rocha disse ser motivo de especial contentamento ver a conclusão do edifício, depois de superadas todas as dificuldades enfrentadas ao longo da realização da obra. Muitos foram os esforços despendidos pela Administração deste Conselho junto aos órgãos competentes do GDF para vencer os obstáculos que retardaram em mais de um ano a conclusão deste empreendimento. Graças ao empenho desta Administração, conseguimos concluir esta árdua missão, afirmou. Em seguida à cerimônia de inauguração, o CJF reuniu-se em sessão colegiada. No dia 12 de agosto foi a vez de a Enfam, a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, vinculada ao STJ, inau- gurar sua sede nas dependências do primeiro andar do edifício do Conselho. A cerimônia contou com a presença de ministros e servidores do STJ, entre os quais os integrantes do Conselho Superior e ex-dirigentes da Enfam. A solenidade foi conduzida pelo ministro Cesar Asfor Rocha, que enfatizou em seu discurso o baixo custo da construção do edifício. Dizem que, das obras públicas construídas em Brasília, é uma das mais baratas, afirmou. A obra O projeto arquitetônico da nova sede do CJF foi elaborado pelo escritório do arquiteto Oscar Niemeyer. As unidades do Conselho estão distribuídas em um bloco principal de três pavimentos e com um bloco anexo, que comporta um auditório com capacidade para 310 pessoas e mais cinco salas de aula, destinados à realização dos eventos promovidos pelo Centro de Estudos Judiciários e pela Enfam. O bloco anexo também abriga o estúdio de televisão, onde são realizadas as produções audiovisuais do CPJUS, o Centro de Produção da Justiça Federal. No térreo foram reservados espaços para instalação de postos bancários e de um restaurante. O projeto também preocupou-se com a proteção ao meio ambiente, possuindo instalações que proporcionam economia de água, mediante utilização de esgoto à vácuo e de sistema de reaproveitamento das águas utilizadas na irrigação. O edifício foi um dos primeiros a cumprir o que dispõe a Resolução 80/2009 do CJF, que institui o Guia de Projetos e Obras da Justiça Federal. A norma estabelece padrões de aquisição, construção, reforma, manutenção e modernização de imóveis do CJF e da Justiça Federal de 1º e 2º graus. Membros do Colegiado do CJF e componentes da mesa da 1ª Sessão do CJF realizada na nova sede Foto: Edson Queiroz Foto: Edson Queiroz 16

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