DIRETORIA. Conselho Fiscal Efetivo: Jorge Hermógenes Rocha Altamirano Pereira da Rocha Maria Cláudia Martins Ferreira Lisboa Portes

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIRETORIA. Conselho Fiscal Efetivo: Jorge Hermógenes Rocha Altamirano Pereira da Rocha Maria Cláudia Martins Ferreira Lisboa Portes"

Transcrição

1

2 Gestão 2015/2018 DIRETORIA Presidente: Fernando Eustáquio Peixoto de Magalhães Vice-Presidente: Vinícius Campos Fonseca Diretor Tesoureiro: Rafael de Lima Diretor Secretário: Vinícius Moysés de Magalhães Diretor Social: René Galvão Rezende Martins Diretora de Imprensa: Cibele Rodrigues Conselho Fiscal Efetivo: Jorge Hermógenes Rocha Altamirano Pereira da Rocha Maria Cláudia Martins Ferreira Lisboa Portes Conselho Fiscal Suplente: Marcelo Martins Tácio Furtado de Matos Marcos Vinícius de Souza Av. do Contorno, 4480 sl Ed. Acrópolis Funcionários CEP Belo Horizonte/MG Tel.:

3 ORIENTAÇÕES AO MÉDICO VETERINÁRIO DIREITOS E DEVERES Representatividade Sindical O SINDVET/MG é o sindicato que representa os médicos veterinários do Estado de Minas Gerais sendo este filiado à FENAMEV (Federação Nacional dos Médicos Veterinários), à CNPL (Confederação Nacional das Profissões Liberais e à recém criada CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros). Assim o SINDVET/MG promove a representação dos médicos veterinários por meio de: Discussões e debates de interesse nacional; Relacionamento com outras áreas profissionais; Colaborações junto ao Estado e à iniciativa privada; Através dessa representação o SINDVET/MG tem por objetivo: Promover o exercício da Ética e da Cidadania Promover a profissão e apoiar o profissional Pugnar pela ação conjunta e harmoniosa entre as entidades representativas da Medicina Veterinária. MISSÃO O SINDVET/MG tem como missão representar, defender e organizar os Médicos Veterinários em busca da sua valorização profissional diante de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Temos por princípio defender a classe dos Médicos Veterinários, principalmente, quanto aos seus direitos trabalhistas e prerrogativas profissionais duramente conquistadas. Portanto, o SINDVET/MG tem compromisso com o desenvolvimento do profissional Médico Veterinário e consequentemente, com a sociedade brasileira.

4 Visão O Sindicato é indutor da criação e defensor da manutenção do pleno emprego, bem como assegurador do cumprimento das leis e direitos trabalhistas do profissional Médico Veterinário. Por que fazer parte? Para ter acesso à assistência jurídica qualificada nas diversas áreas do Direito, a custos reduzidos e atendimento especializados; Para participar de acordos, convenções e dissídios coletivos; Para poder usufruir do projeto Bolsa Emprego, que cadastra médicos veterinários recém formados, desempregados ou que estejam em busca de novas oportunidades; Para obter descontos e condições especiais de pagamento em estabelecimentos conveniados; Para propor novas ações ao Sindicato, de interesse da classe e da coletividade, pertinentes à atuação sindical. Como Contribuir? A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL (imposto sindical) é um tributo federal e, portanto, obrigatório e imprescindível para o exercício de qualquer profissão. Tal contribuição está prevista em lei, especificamente, no art. 580 da CLT, sendo devido por todo profissional independente de ser ou não associado ao sindicato de sua categoria. O referido imposto também é obrigatório àqueles profissionais servidores ou empregados públicos. A referida CONTRIBUIÇÃO SINDICAL deve ser recolhida anualmente até o último dia do mês de fevereiro. Caso sua guia de recolhimento personalizada não chegue às suas mãos até a data de vencimento, esta poderá ser emitida diretamente pelo site

5 IMPORTANTE! Após o recolhimento da contribuição sindical, os profissionais deverão apresentar a cópia do comprovante de pagamento da guia de recolhimento da cotribuição sindical ao setor de recursos humanos da empresa em que trabalha até o dia 10 de março, evitando-se assim, o desconto em folha pelo empregador. O profissional que não recolher a contribuição sindical incorre em infração à legislação trabalhista, sujeitando-se às penalidades previstas na Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT (MULTA - JU- ROS - INSCRIÇÃO DA DÍVIDA ATIVA) além da cobrança judicial junto à Justiça do Trabalho. O Profissional Liberal O Profissional Liberal é aquele cuja sua atividade tem natureza eminentemente intelectual, científica, literária, artística ou técnica. No caso específico dos profissionais Médicos Veterinários, estes se enquadram em atividade intelectual, científica e técnica. Os direitos e os deveres aplicados ao profissional liberal Médico Veterinário poderá sofre variações conforme o modo como este ingressará no mercado de trabalho, podendo ser: 1. Autônomo É aquele que trabalha por conta própria e escolhe seus clientes com total liberdade e autonomia. Não está subordinado aos comandos de outrem. Tem liberdade para aplicar a técnica que lhe aprouver conforme seus conhecimentos. Só interessa ao contratante de sua mão de obra o resultado, o meio de execução é definido pelo profissional, sem vínculo empregatício com o tomador de serviço.

6 As características para que o autônomo seja configurado são: Eventualidade: é o oposto de habitual. Então, para se configurar a eventualidade, ou, não habitualidade, é necessário que o trabalho do Autônomo para determinada pessoa ou empresa não esteja inserido na estrutura organizacional do negócio do tomador de serviço como algo frequente. Independência: a atuação do autônomo não possui subordinação a um tomador de serviço. Os autônomos têm a vantagem de negociar livremente as suas relações de trabalho, possui horários mais flexíveis e remuneração variável. Em suma, o profissional autônomo caracteriza-se por sua autonomia na condução e prestação de seus serviços a um ou mais tomadores de serviço, sem configurar a relação de emprego. O problema desta forma de trabalho é que muitos tomadores de serviço do autônomo não estão obrigados a fiscalizar ou a recolher as contribuições previdenciárias e sociais que garantam ao profissional autônomo o acesso a determinados direitos sociais e previdenciários (licença maternidade, auxílio doença, aposentadoria). Então, o autônomo deverá estar atento para: Ir à Prefeitura de seu domicílio e cadastrar-se como Autônomo, recolhendo o ISSQN nos termos da legislação municipal. Com este cadastro o Autônomo emitirá o RPA - recibo de profissional autônomo, devendo o profissional recolher as contribuições previdenciárias e demais impostos devidos para ser considerado como segurado podendo usufruir dos benefícios sociais e previdenciários (licença maternidade, auxílio doença, aposentadoria, etc.). Atualmente, a alíquota da seguridade social (INSS) a ser recolhida pelo autônomo é de 20% (vinte por cento) sobre a remuneração auferida limitada

7 ao teto fixado na lei previdenciária através da guia de previdência social que pode ser obtida no site da previdência social (www.previdencia.gov.br). 2. Empregado O profissional liberal será considerado empregado quando verificado os seguintes requisitos para configuração do vínculo empregatício: Pessoa física: é a prestação de trabalho de uma pessoa física a um tomador de serviço qualquer; Pessoalidade: é uma prestação efetuada com pessoalidade pelo profissional; Não eventualidade: exerce trabalho de forma habitual, rotineiro para seu tomador de serviço; Subordinação: trabalha sob orientação e ordens do tomador de serviço; Onerosidade: receberá um valor mensal pela prestação de seu serviço. O Médico Veterinário empregado terá garantido todos os demais direitos previstos na norma celetista, exemplificando: adicional noturno se trabalhar após 22h; 13 o. Salários e férias acrescidas de 1/3 constitucional; recolhimento mensal do FGTS e multa rescisória do FGTS de 40% se for dispensado imotivadamente; intervalo para repouso/alimentação de, no mínimo 1 hora, se sua jornada diária ultrapassar 6 horas;

8 a mulher, médica veterinária, terá direito a um intervalo de 15 minutos antes de iniciar o trabalho em horas extraordinárias (quando ultrapassa 8 horas diárias); adicional de insalubridade e/ou periculosidade se a atividade desempenhada se enquadrar em uma dessas modalidades (NR-15 e NR-16 do Ministério do Trabalho); recolhimento mensal de INSS se tornando segurado com todos os direitos (salário maternidade, auxílio-doença, aposentadorias, etc.). Salário Mínimo Profissional - Lei A/66 Além dos direitos trabalhistas acima listados, os médicos veterinários possuem o direito ao recebimento de piso salarial nos termos da Lei A de Abaixo segue o cálculo do salário mínimo profissional: Salário Mínimo Vigência/2015: R$ 790,00* 1. Jornada de 06 (seis horas/dia): fórmula: 6 x 790,00 = R$ 4.740,00 (quatro mil setecentos e quarenta reais) por mês; 2. Para jornada de 07 (sete horas/dia) fixada no contrato de trabalho: (vide: art. 6 0 da Lei 4950-A/66) R$ 790,00 x 6 hs = R$ 4.740,00 R$ 4.740,00 / 30 dias = R$ 158,00 R$ 158,00 / 6 hs = R$ R$ x 1.25 = R$ 32,91 R$ 32,91 x 30 dias = R$ 987,37 R$ 4.740,00 + R$ 987,37 = R$ 5.727,37 (cinco mil setecentos e vinte e sete reais e trinta e sete centavos) por mês; * o valor poderá ser alterado conforme decreto presidencial a ser publicado em janeiro de 2015.

9 3. Para jornada de 08 (oito horas/dia) fixada no contrato de trabalho: (vide: art. 6 o da Lei 4950-A/66) R$ 790,00 x 6 hs = R$ 4.740,00 R$ 4.740,00 / 30 dias = R$ 158,00 R$ 158,00 / 6 hs = R$ R$ 26,33 x 2h = R$ 52,66 R$ 52,66 x 1.25 = R$ R$ x 30 dias = R$ 1.974,75 R$ 4.740,00 + R$ 1.974,75 = R$ 6.714,75 (seis mil setecentos e quatorze reais e setenta e cinco centavos) por mês; OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: Hora Extra: Caso o contrato de trabalho firmado fixe a jornada de 06 horas/ diárias, de 07 horas/diárias ou de 08 horas/dia as horas diárias, as horas que ultrapassarem a carga horária já fixada no contrato de trabalho deverão ser consideradas horas extras, sendo o valor destas acrescido de 50% (cinqüenta por cento), nos termos do art. 7 o, inciso XVI, da Constituição Federal de 1988, (vide: art.3 o, Parágrafo único da Lei A de 1966). Hora Noturna: A Lei 4950-A/66, em seu artigo 7 o, estabelece que a remuneração do trabalho noturno será feita na base da remuneração do trabalho diurno, acrescida de 25% (vinte e cinco por cento) Empregado público O médico veterinário também poderá exercer sua profissão como empregado público, a ser contratado mediante concurso público e contratado por ente estatal o entidade pública sob o regime celetista, ou seja, além

10 de observar as regras próprias da administração pública quanto ao cargo que ocupa em determinado ente ligado ao poder público (ex: empresa pública, fundação pública, etc.) possuirá todo os demais direitos decorrentes da Consolidação das Leis do Trabalho, bem como da Lei A/66, quanto aos direitos trabalhistas garantidos aos empregados no setor privado. 3. Servidor Público Os médicos veterinários também poderão exercer suas prerrogativas funcionais nos entes públicos como servidores públicos, cuja investidura nestes cargos se dará mediante concurso público. Quando admitidos serão regidos por um regime próprio e definido por lei conhecido como estatuto do servidor público que definirá seus direitos e obrigações. Aos servidores públicos não lhes são garantidos os mesmos direitos previstos aos empregados do setor privado e aos empregados públicos, porém, os seus estatutos que definem seus direitos e obrigações lhes garantem outras vantagens compensadoras. 4. Sócio O médico veterinário como profissional liberal também pode optar em investir em um negócio próprio cuja finalidade será explorar alguma atividade econômica relacionada à sua profissão, assim, se estabelece como empresário, e para isto, resolve constituir-se formalmente, podendo optar pelas seguintes modalidades: Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI): o Profissional não tem outros sócios, sozinho resolve constituir uma empresa. Será registrada na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais e o capital social obrigatoriamente deve ser, no mínimo, 100 vezes o salario mínimo, totalizando, hoje, R$72.400,00 (setenta e dois mil e quatrocentos reais), que é seu teto mínimo de responsabilidade pessoal perante obrigações contraídas com terceiros.

11 Sociedade Empresária Limitada: Dois ou mais profissionais resolvem abrir uma pessoa jurídica, para explorar ramo de atividade ligado à profissão veterinária, sem necessariamente desempenhar sua própria força de trabalho, mas sim, contratando outros profissionais e explorando a mão de obra destes. Registrada na Junta Comercial do Estado. Sociedade Simples Limitada: Dois ou mais profissionais se unem para constituir uma Sociedade com atividade científica, intelectual, técnica ou cultural, empenhando sua própria mão de obra no negócio. Registrada no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas. O termo limitada significa que a responsabilidade pessoal dos sócios perante obrigações contraídas com terceiros é limitada ao valor do capital social. Sociedade Simples Pura: é a mesma explicação do item anterior, mas, sem o termo limitada, com todos os sócios respondendo ilimitadamente pelas obrigações contraídas pela sociedade. Sociedade Simples Pura com Sócio de Serviço: artigo 1007 do Código Civil. 5. Cooperado O médico veterinário também poderá prestar serviços de forma cooperada no formato de sociedade conhecida como cooperativa. Celebram contrato de sociedade cooperativa aquelas pessoas que reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços para o exercício de atividade econômica, de proveito comum, sem objetivo de lucro para a cooperativa. As cooperativas são sociedade de pessoas regulamentada pela Lei 5.764/71, com forma jurídica própria não sujeita à falência e que são constituídas para prestarem serviços aos associados e que se distinguem das demais sociedades pelas seguintes características (art.4 o da Lei 5.764/71):

12 adesão voluntária, com número ilimitado de associados, salvo impossibilidade técnica de prestação de serviços; variabilidade do capital social representado por quotas-partes; limitação do número de quotas-partes do capital para cada associado, facultado, porém, o estabelecimento de critérios de proporcionalidade, se assim for mais adequado para o cumprimento dos objetivos sociais; incessibilidade das quotas-partes do capital a terceiros, estranhos à sociedade; singularidade de voto, podendo as cooperativas centrais, federações e confederações de cooperativas, com exceção das que exerçam atividade de crédito, optar pelo critério da proporcionalidade; quorum para o funcionamento e deliberação da Assembléia Geral baseado no número de associados e não no capital; retorno das sobras líquidas do exercício, proporcionalmente às operações realizadas pelo associado, salvo deliberação em contrário da Assembléia Geral; indivisibilidade dos fundos de Reserva e de Assistência Técnica Educacional e Social; neutralidade política e indiscriminação religiosa, racial e social; prestação de assistência aos associados, e, quando previsto nos estatutos, aos empregados da cooperativa; área de admissão de associados limitada às possibilidades de reunião, controle, operações e prestação de serviços.

13 Conclusão São estas as regras e formas jurídicas em que o Médico Veterinário poderá exercer sua profissão no mercado de trabalho. Elabore seu planejamento profissional, se prepare e escolha o que lhe for mais seguro e rentável. E, na dúvida, sempre consulte o seu Sindicato. Conhecimento é poder, e você merece saber! Colaboração Bruna Oliveira Barbosa OAB/MG Av. do Contorno, 4480 sl Ed. Acrópolis Funcionários CEP Belo Horizonte/MG Tel.:

RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA 2014 / 2015

RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA 2014 / 2015 RESUMO DA CONVENÇÃO COLETIVA 2014 / 2015 Pelo presente instrumento particular, de um lado, o SINDICATO DOS PUBLICITÁRIOS, DOS AGENCIADORES DE PROPAGANDA E DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE PROPAGANDA DO

Leia mais

PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA

PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA O texto que se segue foi elaborado pela CUT, por meio do GT Terceirização, coordenado pela Secretaria

Leia mais

Autônomo e Contrato de prestac ão de servic os

Autônomo e Contrato de prestac ão de servic os Autônomo e Contrato de prestac ão de servic os O SEBRAE e o que ele pode fazer pelo seu negócio O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 SINDICATO DOS TECNICOS EM SEGURANCA TRABALHO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, CNPJ n. 25.578.642/0001-01, neste ato representado por seu Presidente, Sr. CLÁUDIO FERREIRA SANTOS;

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA (IMPOSTO SINDICAL) ATUALIZADAS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA (IMPOSTO SINDICAL) ATUALIZADAS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA (IMPOSTO SINDICAL) ATUALIZADAS 1ª pergunta: Quem paga a Contribuição Sindical Urbana CSU (imposto sindical)? a) Os profissionais liberais, entre

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 201312015

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 201312015 (31) 3241-2811 - www.sinmedmg.org.br R. Padre Rolim 120- Santa Efigênia - CEP: 30130-090 - e-mail: geral@sinmedmg.org.br. SI NI4EDMG ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 201312015 O SINDICATO DOS MÉDICOS DE MINAS

Leia mais

A Constituição Federal de 1988 estabeleceu:

A Constituição Federal de 1988 estabeleceu: A Constituição Federal de 1988 estabeleceu: Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: Art. 37º... VI - é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação

Leia mais

Principais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho

Principais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho SINPEFESP-(empregados)-SINDELIVRE-(patronal) Principais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho 2014/2015. VIGÊNCIA E DATA-BASE As cláusulas e condições da presente Convenção Coletiva de Trabalho que

Leia mais

NOTA DO PRESIDENTE. Dr. Jorge Antonio Chehade Presidente do SINDIMVET 2 SINDIMVET

NOTA DO PRESIDENTE. Dr. Jorge Antonio Chehade Presidente do SINDIMVET 2 SINDIMVET SINDIMVET 1 NOTA DO PRESIDENTE É com prazer que divulgamos as atribuições e as atividades desenvolvidas pelo SINDIMVET-SP. O sindicato é a entidade que representa a categoria dos médicos veterinários na

Leia mais

Dispõe sobre o contrato de prestação de serviços e as relações de trabalho dele decorrentes.

Dispõe sobre o contrato de prestação de serviços e as relações de trabalho dele decorrentes. COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A PROMOVER ESTUDOS E PROPOSIÇÕES VOLTADAS À REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO TERCEIRIZADO NO BRASIL SUGESTÃO DE SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 4.330, DE 2004 Dispõe sobre o contrato

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR029594/2015 DATA E HORÁRIO DA TRANSMISSÃO: 21/05/2015 ÀS 15:50 SINDICATO DOS EMP NO COM DE CONSELHEIRO LAFAIETE, CNPJ n. 19.721.463/0001-70,

Leia mais

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO A OCB/TO é formada por cooperativas singulares, federações e centrais de todos os ramos. Pela Lei 5.764/71, ainda em vigor, todas

Leia mais

Entre as partes de um lado: e, de outro lado:

Entre as partes de um lado: e, de outro lado: CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO Entre as partes de um lado: SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DE SÃO PAULO, CNPJ nº 60.266.996/0001-03 e, de outro lado: SINDICATO DA INDÚSTRIA DA

Leia mais

ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS

ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS ATA DA 4ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS entre o Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO e a FENADADOS LOCAL: Sede da FENADADOS Brasília - DF DATA: 05/12/2014 HORÁRIO: 10h TEMA: Negociação

Leia mais

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem.

Parágrafo Único -- Não serão compensados os aumentos decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CELEBRADA ENTRE O SINDIMVET SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO e SINPAVET SINDICATO PATRONAL DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO ESTADO DE SÀO PAULO PERÍODO

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016

CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016 CONVENÇÃO COLETIVA 2015/2016 A seguir reproduzimos as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho entre o SINPROCIM e SINDPRESP, em relação a convenção anterior. REAJUSTE SALARIAL A partir de 1º de março

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MT000484/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 09/08/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR040108/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46210.001341/2013-51 DATA DO

Leia mais

PREVIDÊNCIA SIMULADO 02

PREVIDÊNCIA SIMULADO 02 PREVIDÊNCIA SIMULADO 02 Nas questões de 01 a 10, marque a alternativa correta: 01) I. Os beneficiários da previdência social subdividem se em dependentes e segurados. Já os segurados, podem ser obrigatórios

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 1 Entre as partes, de um lado, representando a Categoria Profissional, o SINDICATO DOS EMPREGADOS DE AGENTES AUTONOMOS DO COMÉRCIO E EM EMPRESAS DE ASSESSORAMENTO,

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR003213/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/07/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR041150/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.009124/2014-70 DATA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001254/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/04/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR017099/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.006142/2011-57 DATA DO

Leia mais

Previdência Social sob a forma de Regime Geral

Previdência Social sob a forma de Regime Geral Previdência Social sob a forma de Regime Geral Estrutura do Sistema Previdenciário no Brasil Regime Geral de Previdência Social (RGPS) Administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); Obrigatório,

Leia mais

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária Lei Complementar 128 Alterações na Legislação Previdenciária Microempreendedor Individual MEI Conceito: É o empresário individual, referido no art. 966 do Novo Código Civil, que tenha auferido receita

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2001 IEL/DF - INSTITUTO EUVALDO LODI SINDAF/DF

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2001 IEL/DF - INSTITUTO EUVALDO LODI SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2001 IEL/DF - INSTITUTO EUVALDO LODI SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO QUE ENTRE SI, CELEBRAM O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DE FORMAÇÃO

Leia mais

15 - BASES DE INCIDÊNCIA E NÃO INCIDÊNCIA

15 - BASES DE INCIDÊNCIA E NÃO INCIDÊNCIA 15 - BASES DE INCIDÊNCIA E NÃO INCIDÊNCIA 15.1 - Integram a remuneração para fins de cálculos dos valores devidos à Previdência Social e a serem recolhidos para o FGTS, dentre outras, as seguintes parcelas:

Leia mais

ADITAMENTO DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

ADITAMENTO DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO Pelo presente instrumento, de um lado: SINDICATO DOS SECURITÁRIOS DO RIO GRANDE DO NORTE, inscrito no CNPJ/MF sob o n 35.296.193/0001-54, com o registro sindical n DTN 24390.000613/91, com sede na Rua

Leia mais

DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008)

DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008) DÚVIDAS FREQÜENTES SOBRE A NOVA LEI DE ESTÁGIO (LEI 11.788/2008) 1. O que é o estágio? Resposta: Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão do Recibo Pagamento de Autônomo (RPA)

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão do Recibo Pagamento de Autônomo (RPA) 30/06/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Lei Complementar nº 87 de 13 de setembro de 1996.... 4 3.2 Convênio ICMS

Leia mais

Direito Constitucional. Professor Marcelo Miranda professormiranda@live.com facebook.com/professormarcelomiranda

Direito Constitucional. Professor Marcelo Miranda professormiranda@live.com facebook.com/professormarcelomiranda Direito Constitucional Professor Marcelo Miranda professormiranda@live.com facebook.com/professormarcelomiranda Direitos fundamentais de segunda geração Surgimento: necessidade de intervenção estatal em

Leia mais

1. Em relação ao trabalho da mulher, assinale a alternativa correta:

1. Em relação ao trabalho da mulher, assinale a alternativa correta: P á g i n a 1 PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS DIREITO DO TRABALHO 1. Em relação ao trabalho da mulher, assinale a alternativa correta: a) A licença maternidade da empregada contratada por uma empresa

Leia mais

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: DF000311/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 13/05/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR020828/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46206.007783/2013-70

Leia mais

Celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:

Celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes: SINDICATO TRABALHADORES MOV MERC EM GERAL DE PASSOS, CNPJ n. 64.480.692/0001-03, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). Manoel Messias dos Reis Silva; E FEDERACAO DO COMERCIO DE BENS, SERVICOS

Leia mais

Módulo Recursos Humanos

Módulo Recursos Humanos Módulo Recursos Humanos Folha de Pagamento Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Recursos Humanos Folha de Pagamento. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000433/2008 DATA DE REGISTRO NO MTE: 14/10/2008 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR015947/2008 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.032963/2008-13 DATA DO

Leia mais

PL 4330 Reunião realizada no dia

PL 4330 Reunião realizada no dia PL 4330 Reunião realizada no dia PL 4330 Propostas de alteração Observações das Centrais Sindicais Dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes.

Leia mais

Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008

Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Ética e Legislação em Publicidade e Propaganda Profª. Cláudia Holder Nova Lei de Estágio (Lei nº 11.788/08) Lei

Leia mais

ATA DA 5ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS

ATA DA 5ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS ATA DA 5ª REUNIÃO ESPECÍFICA BANCO DE HORAS entre o Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO e a FENADADOS LOCAL: Sede da FENADADOS Brasília - DF DATA: 27/01/2015 HORÁRIO: 10h TEMA: Negociação

Leia mais

1- CONTRATO DE TRABALHO

1- CONTRATO DE TRABALHO 1- CONTRATO DE TRABALHO 1.1 - ANOTAÇÕES NA CARTEIRA DE TRABALHO Quando o empregado é admitido - mesmo em contrato de experiência -, a empresa tem obrigatoriamente que fazer as anotações na carteira de

Leia mais

GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS

GRATIFICAÇÕES, ADICIONAIS, AUXÍLIOS E OUTROS ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG001902/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/05/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR019390/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46236.000751/2012-13 DATA DO

Leia mais

expert PDF Trial PMEs: Contabilização da Folha de Pagamento Agosto 2014 O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

expert PDF Trial PMEs: Contabilização da Folha de Pagamento Agosto 2014 O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000096/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/01/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR064426/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.042751/2011-40 DATA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2006 / 2007

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2006 / 2007 2006 / 2007 O SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA SINDAG e o SINDICATO DOS TÉCNICOS AGRÍCOLAS DE NÍVEL MÉDIO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SINTARGS, firmam a presente CONVENÇÃO COLETIVA

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ Rua Vicente Linhares, 308, Aldeota CEP: 60.135-270 Fortaleza - CE Tel: 3456-4100 www.estacio.

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ Rua Vicente Linhares, 308, Aldeota CEP: 60.135-270 Fortaleza - CE Tel: 3456-4100 www.estacio. EDITAL Nº 48/2012 Processo Seletivo de Docentes do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Estácio FIC 2013. A REITORA do Centro Universitário Estácio do Ceará - Estácio FIC, no uso

Leia mais

SEESS - SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CONTAGEM, BETIM E REGIÃO. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015

SEESS - SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CONTAGEM, BETIM E REGIÃO. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 SEESS - SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE CONTAGEM, BETIM E REGIÃO. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 Entre o SEES - SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS

Leia mais

Convenção Coletiva 2014

Convenção Coletiva 2014 Convenção Coletiva 2014 SINDICATO DOS MENSAGEIROS MOTOCICLISTAS E CICLISTAS, MOTO- FRETE, MOTOBOYS E MOTO-TAXISTAS DE CURVELO E REGIÃO, CNPJ n 12.512.993/0001-60, NESTE ATO REPRESENTADO POR SEU PRESIDENTE,

Leia mais

I ADESÃO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO - FENABAN

I ADESÃO À CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO - FENABAN ACORDO COLETIVO DE TRABALHO, que entre si fazem, de um lado o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES, CNPJ 33.657.248/0001-89 e suas subsidiárias, a BNDES Participações S/A BNDESPAR,

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001597/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 11/05/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR024152/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.007124/2015-16 DATA DO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013 ESTABELECE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA O PAGAMENTO DE SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOA FÍSICA, EM CARÁTER EVENTUAL, POR MEIO DE RECIBO DE PAGAMENTO A CONTRIBUINTE INDIVIDUAL

Leia mais

ANUIDADE DE 2011 CONCESSÃO DE REDUÇÃO DE ANUIDADE PARA PESSOA FÍSICA (RESOLUÇÃO CRC SP Nº 1071/2010)

ANUIDADE DE 2011 CONCESSÃO DE REDUÇÃO DE ANUIDADE PARA PESSOA FÍSICA (RESOLUÇÃO CRC SP Nº 1071/2010) ANUIDADE DE 2011 CONCESSÃO DE REDUÇÃO DE ANUIDADE PARA PESSOA FÍSICA (RESOLUÇÃO CRC SP Nº 1071/2010) Poderá solicitar desconto de 30% (trinta por cento) ou 20% (vinte por cento) sobre o valor da anuidade

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA 2014

CONVENÇÃO COLETIVA 2014 CONVENÇÃO COLETIVA 2014 SINDICATO DOS MENSAGEIROS MOTOCICLISTAS E CICLISTAS, MOTO- FRETE, MOTOBOYS E MOTO-TAXISTAS DE CURVELO E REGIÃO, CNPJ n 17.437.757/0001-40, NESTE ATO REPRESENTADO POR SEU PRESIDENTE,

Leia mais

CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS

CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS CIRCULAR DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011-2012 CONCESSIONÁRIAS E DISTRIBUIDORAS DE VEÍCULOS A Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (FECOMERCIÁRIOS-SP) e o SINDICATO DOS CONCESSIONÁRIOS

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: BA000408/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 12/07/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR024953/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46204.006979/2011-03 DATA DO

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012 Page 1 of 6 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RN000247/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR026524/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46217.003899/2011-49 DATA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG002058/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/05/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR018377/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.004510/2012-13 DATA DO

Leia mais

Contratação e Modelo de Contrato

Contratação e Modelo de Contrato Contratação e Modelo de Contrato Deveres da Empresa Firmar contrato especial de aprendizagem com o adolescente e inscrevê-lo em curso de aprendizagem desenvolvido por uma entidade qualificada de ensino

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 EMPREGADOS EM SOCIEDADES DE FOMENTO MERCANTIL - FACTORING

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 EMPREGADOS EM SOCIEDADES DE FOMENTO MERCANTIL - FACTORING CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2005/2006 EMPREGADOS EM SOCIEDADES DE FOMENTO MERCANTIL - FACTORING 1 - BENEFICIÁRIOS São beneficiários do presente instrumento todos os empregados em Sociedades de Fomento

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais;

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais; LEI Nº 2451 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o estágio de estudantes junto ao poder público Municipal, suas autarquias e fundações e dá outras providencias. O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013-2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013-2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013-2014 SINDICATO DOS MENSAGEIROS MOTOCICLISTAS,CICLISTAS E MOTO- TAXISTAS DO ESTADO DE SAO PAULO, CNPJ n. 66.518.978/0001-58, neste ato representado(a) por seu Presidente,

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL ediador - Extrato Convenção Coletiva 1 de 7 27/10/2015 11:23 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ001167/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 08/07/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO:

Leia mais

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2014 SINDICATO DOS EMPREGADOS VENDORES E VIAJANTES DO COMÉRCIO, PROPAGANDISTAS, PRPOAGANDISTAS-VENDEDORES E VENDEDORES DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO ESTADO DE MINAS GERAIS,

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2014 SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE AUTOMÓVEIS E ACESSÓRIOS DE BELO HORIZONTE, CNPJ n. 17.265.893/0001-08, neste ato representado por seu Presidente, Sr. HELTON

Leia mais

A proteção previdenciária do brasileiro no exterior

A proteção previdenciária do brasileiro no exterior A proteção previdenciária do brasileiro no exterior Hilário Bocchi Junior Especialista em Previdência Social 1 A Seguridade Social está prevista no capítulo II do título VIII (Da Ordem Social) da Constituição

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2015 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR012087/2015 DATA E HORÁRIO DA TRANSMISSÃO: 06/03/2015 ÀS 08:38 FEDERACAO DOS EMPREGADOS NO COMERCIO E CONGENERES DO ESTADO DE MINAS GERAIS,

Leia mais

Contribuição Sindical Patronal

Contribuição Sindical Patronal Contribuição Sindical Patronal Aspectos Legais O recolhimento da contribuição sindical é obrigatório conforme se verifica nos artigos 578, 579 e 580 da Consolidação das Leis do Trabalho: TÍTULO V - DA

Leia mais

CAPÍTULO I - VIGÊNCIA E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II - REMUNERAÇÃO E PAGAMENTO

CAPÍTULO I - VIGÊNCIA E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II - REMUNERAÇÃO E PAGAMENTO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, QUE ENTRE SI FAZEM, DE UM LADO O SINDICATO DOS CONDUTORES DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS E TRABALHADORES EM TRANSPORTES DE CARGAS EM GERAL E PASSAGEIROS NO MUNICÍPIO DO RIO DE

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/resumo/resumovisualii.. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ001782/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 04/09/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO:

Leia mais

SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE TRÊS RIOS, PARAÍBA DO SUL, COMENDADOR LEVY GASPARIAN E AREAL.

SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE TRÊS RIOS, PARAÍBA DO SUL, COMENDADOR LEVY GASPARIAN E AREAL. SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE TRÊS RIOS, PARAÍBA DO SUL, COMENDADOR LEVY GASPARIAN E AREAL. SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE TRÊS RIOS, PARAÍBA DO SUL, COMENDADOR LEVY GASPARIAN, AREAL E SAPUCAIA.

Leia mais

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015

TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: CE000572/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 23/04/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR021807/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46205.005707/2015-00

Leia mais

SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL DE ITU FILIADO A FESSPMESP

SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL DE ITU FILIADO A FESSPMESP 1 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014 - ESTATUTÁRIO Pelo presente instrumento particular de Acordo Coletivo de Trabalho de um lado o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Itu, entidade

Leia mais

VIGENTE A PARTIR DE 01.01.2014 - Portaria Interministerial MPS/MF 19/2014

VIGENTE A PARTIR DE 01.01.2014 - Portaria Interministerial MPS/MF 19/2014 1 DESCONTO NO CONTRA CHEQUE Ao receber o contra cheque é muito comum ver as pessoas indignadas com a quantidade de descontos no salário. Entretanto não existe salário sem descontos, por isso há uma diferença

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

Quais as condições necessárias para que eu me cadastre como empreendedor individual? Faturar até R$ 36 mil por ano;

Quais as condições necessárias para que eu me cadastre como empreendedor individual? Faturar até R$ 36 mil por ano; cultura 1. Quais as condições necessárias para que eu me cadastre como empreendedor individual? 2. Faturar até R$ 36 mil por ano; Não participar de outra empresa, como sócio ou titular; Trabalhar sozinho

Leia mais

O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis.

O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis. O esocial e os desafios junto à fiscalização previdenciária, trabalhista e tributária. Necessidade de organização e consequências previsíveis. Renan Cesco de Campos VIII Fórum de Relações Trabalhistas

Leia mais

TERMO ADITIVO Á CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

TERMO ADITIVO Á CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO TERMO ADITIVO Á CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 1 Entre as partes, de um lado o SINDICATO DOS EMPREGADOS VENDEDORES E VIAJANTES DO COMÉRCIO, PROPAGANDISTAS, PROPAGANDISTAS VENDEDORES E VENDEDORES DE PRODUTOS

Leia mais

TÍTULO: MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - A IMPORTÂNCIA DA FORMALIZAÇÃO

TÍTULO: MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - A IMPORTÂNCIA DA FORMALIZAÇÃO TÍTULO: MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - A IMPORTÂNCIA DA FORMALIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE RIO CLARO AUTOR(ES):

Leia mais

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01 Auxiliar Jurídico Módulo IV Aula 01 1 CÁLCULOS TRABALHISTAS Neste módulo você irá aprender a realizar os cálculos de verbas rescisórias e Liquidação de Sentença. I. VERBAS RESCISÓRIAS Podemos entender

Leia mais

Unidade II. Unidade II

Unidade II. Unidade II Unidade II 3 DIREITO DO TRABALHO 3.1 Conceito de empregador e empregado De acordo com o que estabelece a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), considera-se empregador a empresa, individual ou coletiva

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2012

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2012 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2010/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ002030/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 30/09/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR054079/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.033057/2010-51 DATA

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA Regulamenta o inciso VIII do artigo 206 da Constituição Federal, para instituir o piso salarial profissional

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CELEBRADA ENTRE O SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE CONGONHAS E A FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NO COMÉRCIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, CONFORME AS SEGUINTES CLÁUSULAS E CONDIÇÕES:

Leia mais

PROGRAMA DE CULTURA DO TRABALHADOR VALE-CULTURA Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012

PROGRAMA DE CULTURA DO TRABALHADOR VALE-CULTURA Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012 Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Di Vale-Cultura IRRF Tabela Progressiva Atuação do Psicólogo como Perito INFORMATIVO 02/2013 PROGRAMA DE CULTURA DO TRABALHADOR VALE-CULTURA Lei nº 12.761,

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO AERO AGRÍCOLA 2006/2007

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO AERO AGRÍCOLA 2006/2007 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO AERO AGRÍCOLA 2006/2007 Que fazem de um lado, o SINAERO Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Empresa de Táxi Aéreo, Aeroclubes, Aviação Agrícola e de Garimpo, Prestadores

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015 SINDICATO DO COMÉRCIO VAREJISTA DE AUTOMÓVEIS E ACESSÓRIOS DE BELO HORIZONTE, CNPJ n. 17.265.893/0001-08, neste ato representado por seu Presidente, Sr. HELTON ANDRADE;

Leia mais

PARÁGRAFO ÚNICO PARÁGRAFO PRIMEIRO

PARÁGRAFO ÚNICO PARÁGRAFO PRIMEIRO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO FIRMADA PERANTE O EXMO. DR. DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO QUE ENTRE SI FAZEM O SINDICATO DOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, LOCALIZADO À

Leia mais

A atividade contábil e o ISS

A atividade contábil e o ISS A atividade contábil e o ISS Janeiro de 2014. A prática da atividade de contabilista pode ser exercida por profissional autônomo, sociedade empresária e sociedade simples. Para tanto, o responsável tem

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO 1º SEMESTRE

ARQUITETURA E URBANISMO 1º SEMESTRE ARQUITETURA E URBANISMO 1º SEMESTRE AULA 04 INTRODUÇÃO AO EXERCÍCIO PROFISSIONAL DOCENTE: ROSEMARI VIEIRA BRAGANÇA ARQUITETO E URBANISTA RESPONSABILIDADES E OBRIGAÇÕES ÉTICA RESPONSABILIDADE TÉCNICA RESPONSABILIDADE

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PI000036/2008 DATA DE REGISTRO NO MTE: 11/09/2008 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR015042/2008 NÚMERO DO PROCESSO: 46214.002894/2008-23 DATA DO

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL/SENAR PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA. Receita Federal do Brasil

CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL/SENAR PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA. Receita Federal do Brasil CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL/SENAR Receita Federal do Brasil SEFIP/GFIP? Como declarar no SEFIP/GFIP a Receita da Comercialização Rural Versão 8.4 SENAR Previdência Rural CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL/SENAR

Leia mais

Contribuição Sindical. Conceito

Contribuição Sindical. Conceito Contribuição Sindical Conceito A Contribuição Sindical é um tributo federal (art. 149 da CF), descontada em folha de pagamento e que deve ser recolhida compulsoriamente pelos empregadores, conforme estabelecido

Leia mais

AS MUDANÇAS NO ESTATUTO JURÍDICO DOS DOMÉSTICOS EC 72/13 Gáudio R. de Paula e José Gervásio Meireles

AS MUDANÇAS NO ESTATUTO JURÍDICO DOS DOMÉSTICOS EC 72/13 Gáudio R. de Paula e José Gervásio Meireles AS MUDANÇAS NO ESTATUTO JURÍDICO DOS DOMÉSTICOS EC 72/13 Gáudio R. de Paula e José Gervásio Meireles A aprovação do projeto de Emenda Constitucional 66/2012, e a subsequente edição da EC 72/13, relativo

Leia mais

Ainda a mesma legislação prevê no artigo 34, as atribuições dos Conselhos Regionais de Engenharia, entre outras:

Ainda a mesma legislação prevê no artigo 34, as atribuições dos Conselhos Regionais de Engenharia, entre outras: A LEI 4950A NA ESFERA DOS CREAs I) Da fiscalização A Lei nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966 que regula o exercício da profissão de engenheiro, prevê que a fiscalização do exercício e atividades das profissões

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MT000334/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 08/07/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR039626/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46210.001278/2014-33 DATA DO

Leia mais

T E R M O A D I T I V O VIGÊNCIA: 1º/02/2012 A 31/01/2013

T E R M O A D I T I V O VIGÊNCIA: 1º/02/2012 A 31/01/2013 TERMO ADITIVO A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que entre si celebram, de um lado, representando a categoria profissional, o SINDICATO DOS AUXILIARES DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS SAAE/MG,

Leia mais

Contribuições sindicais

Contribuições sindicais Contribuições sindicais 1. Aspectos gerais A contribuição sindical é uma receita que tem como fundamento, precípuo, viabilizar a atividade da entidade sindical para fins de defesa dos interesses de determinada

Leia mais

Diretriz 5: A função das entidades de grau superior é de coordenar os interesses das suas filiadas.

Diretriz 5: A função das entidades de grau superior é de coordenar os interesses das suas filiadas. DIRETRIZES NORMATIVAS ELABORADAS PELO GRUPO DE TRABALHO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SOBRE ORGANIZAÇÃO SINDICAL, NEGOCIAÇÃO COLETIVA, APLICAÇÃO DO DIREITO DE GREVE, CUSTEIO E LIBERAÇÃO DE DIRIGENTE

Leia mais