I Workshop on Autonomic Distributed Systems (WoSIDA)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "I Workshop on Autonomic Distributed Systems (WoSIDA)"

Transcrição

1 ANAIS

2 XXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos 30 de maio a 3 de junho de 2011 Campo Grande, MS I Workshop on Autonomic Distributed Systems (WoSIDA) Editora Sociedade Brasileira de Computação (SBC) Organizadores Raimundo José de Araúlo Macêdo (UFBA) Fábio Moreira Costa (UFG) Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) Realização Faculdade de Computação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Promoção Sociedade Brasileira de Computação (SBC) Laboratório Nacional de Redes de Computadores (LARC)

3 ii Anais Copyright 2011 da Sociedade Brasileira de Computação Todos os direitos reservados Capa: Venise Melo Produção Editorial: Lucilene Vilela Gonçalves, Ronaldo Alves Ferreira Cópias Adicionais: Sociedade Brasileira de Computação (SBC) Av. Bento Gonçalves, 9500 Setor 4 Prédio Sala 219 Bairro Agronomia CEP Porto Alegre RS Fone: (51) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Workshop on Autonomic Distributed Systems (1.: 2011 : Campo Grande, MS). Anais / I Workshop on Autonomic Distributed Systems; organizadores Raimundo José de Araújo Macêdo... et al. Porto Alegre : SBC, c p. ISSN X 1. Redes de computadores. 2. Sistemas distribuídos. I. Macêdo, Raimundo José de Araújo. II. Título.

4 I Workshop on Autonomic Distributed Systems iii Promoção Sociedade Brasileira de Computação (SBC) Diretoria Presidente José Carlos Maldonado (USP) Vice-Presidente Marcelo Walter (UFRGS) Diretor Administrativo Luciano Paschoal Gaspary (UFRGS) Diretor de Finanças Paulo Cesar Masiero (USP) Diretor de Eventos e Comissões Especiais Lisandro Zambenedetti Granville (UFRGS) Diretora de Educação Mirella Moura Moro (UFMG) Diretora de Publicações Karin Breitman (PUC-Rio) Diretora de Planejamento e Programas Especiais Ana Carolina Salgado (UFPE) Diretora de Secretarias Regionais Thais Vasconcelos Batista (UFRN) Diretor de Divulgação e Marketing Altigran Soares da Silva (UFAM) Diretor de Regulamentação da Profissão Ricardo de Oliveira Anido (UNICAMP) Diretor de Eventos Especiais Carlos Eduardo Ferreira (USP) Diretor de Cooperação com Sociedades Científicas Marcelo Walter (UFRGS)

5 iv Anais Promoção Conselho Mandato Virgílio Almeida (UFMG) Flávio Rech Wagner (UFRGS) Silvio Romero de Lemos Meira (UFPE) Itana Maria de Souza Gimenes (UEM) Jacques Wainer (UNICAMP) Mandato Cláudia Maria Bauzer Medeiros (UNICAMP) Roberto da Silva Bigonha (UFMG) Cláudio Leonardo Lucchesi (UFMS) Daltro José Nunes (UFRGS) André Ponce de Leon F. de Carvalho (USP) Suplentes Mandato Geraldo B. Xexeo (UFRJ) Taisy Silva Weber (UFRGS) Marta Lima de Queiroz Mattoso (UFRJ) Raul Sidnei Wazlawick (PUCRS) Renata Vieira (PUCRS) Laboratório Nacional de Redes de Computadores (LARC) Diretoria Diretor do Conselho Técnico-Científico Artur Ziviani (LNCC) Diretor Executivo Célio Vinicius Neves de Albuquerque (UFF) Vice-Diretora do Conselho Técnico-Científico Flávia Coimbra Delicato (UFRN) Vice-Diretor Executivo Luciano Paschoal Gaspary (UFRGS) Membros Institucionais CEFET-CE, CEFET-PR, IME, INPE/MCT, LNCC, PUCPR, PUC-RIO, SESU/MEC, UECEM UERJ, UFAM, UFBA, UFC, UFCG, UFES, UFF, UFMG, UFMS, UFPA, UFPB, UFPE, UFPR, UFRGS, UFRJ, UFRN, UFSC, UFSCAR, UNICAMP, UNIFACS, USP

6 I Workshop on Autonomic Distributed Systems v Realização Comitê de Organização Coordenação Geral Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) Coordenação do Comitê de Programa Artur Ziviani (LNCC) Bruno Schulze (LNCC) Coordenação de Palestras e Tutoriais Nelson Luis Saldanha da Fonseca (UNICAMP) Coordenação de Painéis e Debates José Augusto Suruagy Monteiro (UNIFACS) Coordenação de Minicursos Fabíola Gonçalves Pereira Greve (UFBA) Coordenação de Workshops Fábio Moreira Costa (UFG) Coordenação do Salão de Ferramentas Luis Carlos Erpen De Bona (UFPR) Comitê Consultivo Antônio Jorge Gomes Abelém (UFPA) Carlos André Guimarães Ferraz (UFPE) Francisco Vilar Brasileiro (UFCG) Lisandro Zambenedetti Granville (UFRGS) Luci Pirmez (UFRJ) Luciano Paschoal Gaspary (UFRGS) Marinho Pilla Barcellos (UFRGS) Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) Thais Vasconcelos Batista (UFRN)

7 vi Anais Realização Organização Local Brivaldo Alves da Silva Jr. (UFMS) Edson Norberto Cáceres (UFMS) Eduardo Carlos Souza Martins (UFMS/POP-MS) Hana Karina Sales Rubinstejn (UFMS) Irineu Sotoma (UFMS) Kátia Mara França (UFMS) Luciano Gonda (UFMS) Lucilene Vilela Gonçalves (POP-MS) Márcio Aparecido Inácio da Silva (UFMS) Marcos Paulo Moro (UFGD) Massashi Emilson Oshiro (POP-MS) Nalvo Franco de Almeida Jr. (UFMS) Péricles Christian Moraes Lopes (UFMS) Renato Porfírio Ishii (UFMS)

8 I Workshop on Autonomic Distributed Systems vii Mensagem do Coordenador Geral Sejam bem-vindos ao XXIX Simpósio Brasileiro de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (SBRC 2011) em Campo Grande, MS. É um prazer e uma distinção organizar um simpósio de tamanha relevância para a Computação no Brasil, mais ainda por ser a primeira vez que a Região Centro-Oeste tem o privilégio de sediá-lo. O SBRC é um evento anual promovido pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e pelo Laboratório Nacional de Redes de Computadores (LARC). Ao longo dos seus quase trinta anos, o SBRC tornou-se o mais importante evento científico nacional em Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos e um dos maiores da área de Informática no país. O SBRC 2011 está com uma programação bastante rica, de qualidade diferenciada e que consiste em: 18 sessões técnicas de artigos completos que abordam o que há de mais novo nas áreas de redes de computadores e sistemas distribuídos; três sessões técnicas para apresentação de ferramentas selecionadas para o Salão de Ferramentas; cinco minicursos, com quatro horas de duração, sobre temas atuais; três palestras e três tutoriais com pesquisadores de alto prestígio internacional; e três painéis sobre assuntos de interesse da comunidade. Além dessas já tradicionais atividades do simpósio, ocorrerão em paralelo oito workshops: XVI Workshop de Gerência e Operação de Redes e Serviços (WGRS), XII Workshop da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (WRNP), XII Workshop de Testes e Tolerância a Falhas (WTF), IX Workshop em Clouds, Grids e Aplicações (WCGA), VII Workshop de Redes Dinâmicas e Sistemas P2P (WP2P), II Workshop de Pesquisa Experimental da Internet do Futuro (WPEIF), I Workshop on A utonomic Distributed Systems (WoSIDA) e I Workshop de Redes de Acesso em Banda Larga (WRA). O desafio de organizar um evento como o SBRC só pode ser cumprido com a ajuda de um grupo especial. Eu tive a f elicidade de contar com a co laboração de inúmeras pessoas ao longo desta jornada. Meus sinceros agradecimentos aos membros dos Comitês de Organização Geral e Local por realizarem um trabalho de excelente qualidade e com muita eficiência, a qualidade da programação deste simpósio é fruto do trabalho dedicado dessas pessoas. Sou grato a Faculdade de Computação da UFMS por ter sido uma facilitadora ao longo de todo o pr ocesso de organização, desde a nossa proposta inicial até o fechamento da programação. Gostaria de agradecer, também, ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), às agências governamentais de fomento e aos patrocinadores por reconhecerem a importância do S BRC e investirem recursos financeiros fundamentais para a realização do evento. Com o apoio financeiro recebido, foi possível manter os custos de inscrição baixos e oferecer um programa social de alta qualidade. Em nome do Comitê Organizador, agradeço a todos os participantes pela presença em mais esta edição do SBRC e d esejo uma semana produtiva, agradável e com estabelecimento de novas parcerias e amizades. Ronaldo Alves Ferreira Coordenador Geral do SBRC 2011

9 viii Anais Mensagem do Coordenador de Workshops do SBRC 2011 Os workshops são uma parte tradicional do que hoje faz do SBRC o principal evento da área no país, sendo responsáveis por atrair uma parcela cada vez mais expressiva de participantes para o S impósio todos os anos. O SBRC 2011 pr ocurou manter essa tradição, com a realização de workshops já considerados parte do circuito nacional de divulgação científica nas várias subáreas de Redes de Computadores e S istemas Distribuídos, como o WTF (Workshop de Testes e Tolerância a Falhas), o W CGA (Workshop em Clouds, Grids e Aplicações), o WGRS ( Workshop de Gerência e Operação de Redes e Serviços) e o WP2P (Workshop de Redes Dinâmicas e Sistemas P2P). Incluímos também nesta lista de iniciativas bem sucedidas o WRNP (Workshop da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), que cumpre o importantíssimo papel de fazer a ponte entre as comunidades técnica e científica da área. Como novidade em 2011, e reconhecendo o s urgimento e o fortalecimento de novas linhas de pesquisa de expressiva importância dentro da comunidade brasileira de Redes e Sistemas Distribuídos, procuramos incentivar a criação de novos workshops dentro do Simpósio. Foi com esse intuito que introduzimos pela primeira vez no SBRC a chamada aberta de workshops, por meio da qual membros da comunidade foram convidados a submeter propostas de workshops inéditos para realização em conjunto com o S BRC Em resposta à chamada, recebemos nove propostas de alta qualidade, das quais oito foram aceitas e seus respectivos proponentes convidados a organizarem os workshops no SBRC em Campo Grande. Das oito propostas aceitas, cinco tratavam dos workshops já tradicionais acima mencionados, e uma referia-se à segunda edição de um workshop mais recentemente criado, mas que teve sua primeira edição realizada de forma muito bem sucedida no SBRC 2010, o WPEIF (Workshop de Pesquisa Experimental da Internet do Futuro). As outras duas propostas foram resultado direto da chamada aberta de workshops e resultaram na adição de dois novos eventos ao leque do SBRC, o WRA (Workshop de Redes de Acesso em Banda Larga) e o WoSiDA (Workshop on Autonomic Distributed Systems), ambos com ótima aceitação pela comunidade, a julgar pelos números de submissões de trabalhos recebidos. Esperamos que 2011 s eja mais um ano de sucesso para os workshops do S BRC, em particular para aqueles criados nesta edição do Simpósio, e para que eles continuem contribuindo como importantes fatores de agregação para os avanços promovidos pela comunidade científica da área de Redes e Sistemas Distribuídos no Brasil. Aproveitamos para agradecer o i nestimável apoio recebido de diversos membros da comunidade e, em particular, da Organização Geral do SBRC A todos, um excelente SBRC em Campo Grande! Fábio M. Costa Coordenador de Workshops do SBRC 2011

10 I Workshop on Autonomic Distributed Systems ix Mensagem do Coordenador do WoSIDA The Workshop on Autonomic Distributed Systems (WoSiDA), Co-located with the Brazilian Symposium on Computer Networks and Distributed Systems, was aimed at bringing together researchers and practitioners from the distributed systems community to discuss the fundamental principles, state of the art, and critical challenges of selfmanaging or autonomic distributed systems. The WoSiDA 2011 program included 9 position papers selected from 17 submissions. The reviewing and selecting process was careful, where each paper was distributed to at least three members of the technical program committee. The acceptance decision was taken after an evaluation of all reviews, paying attention to the review s comments - not just the review scores. The accepted papers are those considered by the reviewers the most solid work among the set analyzed, and they cover distinct aspects of autonomic distributed systems. Together the accepted papers give a broad view of what is being investigated in this field mainly in Brazil, but also Portugal. Besides the presentation and discussion of the accepted papers, organized into three technical sections, we planned a panel where invited speakers can present distinct views on the design of autonomic distributed systems. Finally, I would like to thank very much the program committee members for having accepted the challenge of building this program, and the organizers of SBRC 2011 for their support. Raimundo José de Araújo Macêdo Coordenador do WoSiDA 2011

11 x Anais Comitê de Programa do WoSIDA Antonio Alfredo F. Loureiro (UFMG) Antonio Casimiro Costa (FCUL - Portugal) Carlos Andre Guimarães Ferraz (UFPE) Edmundo Madeira (UNICAMP) Flávio Assis Silva (UFBA) Joberto Martins (UNIFACS) Lisandro Zambenedetti Granville (UFRGS) Luciano Paschoal Gaspary (UFRGS) Luís da Cunha Lamb (UFRGS) Luis Rodrigues (INESC-ID/IST-UTL - Portugal) Neuman Souza (UFC) Orlando Loques (UFF) Renato Cerqueira (PUC-Rio) Raimundo José de Araújo Macêdo (UFBA) Rui Oliveira (UMINHO - Portugal) Sérgio Gorender (UFBA)

12 I Workshop on Autonomic Distributed Systems xi Revisores do WoSIDA Antonio Alfredo F. Loureiro (UFMG) Antonio Casimiro Costa (FCUL - Portugal) Carlos Andre Guimarães Ferraz (UFPE) Edmundo Madeira (UNICAMP) Flávio Assis Silva (UFBA) Joberto Martins (UNIFACS) Lisandro Zambenedetti Granville (UFRGS) Luciano Paschoal Gaspary (UFRGS) Luís da Cunha Lamb (UFRGS) Luis Rodrigues (INESC-ID/IST-UTL - Portugal) Neuman Souza (UFC) Orlando Loques (UFF) Renato Cerqueira (PUC-Rio) Raimundo José de Araújo Macêdo (UFBA) Rui Oliveira (UMINHO - Portugal) Sérgio Gorender (UFBA)

13 xii Anais

14 I Workshop on Autonomic Distributed Systems xiii Sumário Sessão Técnica Aplicações Autônomas + Sistemas Simples = Futuro Feliz? Fernanda G. Oliveira e Vinod E. F. Rebello (UFF)... 3 Computação em Nuvem Autônoma: Oportunidades e Desafios Flávio R. C. Sousa, Leonardo O. Moreira e Javam C. Machado (UFC)... 7 Sintonia Automática de Banco de Dados em Nuvem Mônica Regina da Silva, Javam de Castro Machado, José Maria Monteiro e José Antônio F. de Macêdo (UFC) Sessão Técnica From Static to Dynamic Protocols: Adapting Timeouts for Improved Performance A. Casimiro e M. Dixit (University of Lisbon) Automatically Tuned on Multicore Systems Murilo Boratto (UNIVASF), Leandro Coelho (UNEB) e Brauliro Leal (UNIVASF). 21 Gerência Autonômica de Redes DTN Ewerton M. Salvador, Daniel F. Macedo e José Marcos S. Nogueira (UFMG) Sessão Técnica Combinação de Expertise em Classificadores para Sistemas Autonômicos Grinaldo Oliveira e Joberto Martins (UFBA-UEFS-UNIFACS) Uma Proposta para o Monitoramento e Controle Inteligente de Tráfego Urbano Gilberto Nakamiti (PUC-Campinas/UNIP), Fábio Pessôa de Sá (FATEC-PG), José Henrique Ventura e Vinicius Eduardo S. da Silva (UNIP) Um Sistema Autônomo para a Coordenação de Dispositivos Móveis Baseada em Coalizões Sobrepostas Vitor A. dos Santos, Giovanni C. Barroso, Mario F. Aguilar (UFC), Antonio de B. Serra (IFCE) e José M. Soares (UFC) Índice por Autor... 43

15 I Workshop on Autonomic Distributed Systems Sessão Técnica 1

16

17 I Workshop on Autonomic Distributed Systems 3 Aplicações Autônomas + Sistemas Simples = Futuro Feliz? Fernanda G. Oliveira, Vinod E. F. Rebello Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense (UFF) Niterói, RJ Brasil Abstract. The trend in computer architecture is to provide more single server compute power through multiple multicore processors. In order to maximize utilization, administrators consolidate multiple diverse applications on fewer servers. One adverse impact is that the corresponding software stack is becoming increasingly varied and complex. While virtualization appears to address compatibility issues and foster consolidation by isolating disparate applications in separate VMs, this isolation only further increases the resource management overhead and makes efficient utilization harder. This paper advocates the development of smart autonomic applications that execute in a social community as model to manage large scale distributed computing environments. Resumo. A tendência em arquitetura de computadores é prover mais poder computacional através de múltiplos processadores multicore. Para maximizar a utilização, administradores consolidam múltiplas e distintas aplicações em poucos servidores. Um impacto negativo é o fato da pilha de software estar se tornando cada vez mais variada e complexa. Enquanto a virtualização aparece para lidar com problemas de compatibilidade e promover consolidação isolando diferentes aplicações em VMs separadas, isto faz aumentar ainda mais o overhead de gerenciamento e dificulta obter melhor eficiência. Este artigo defende o desenvolvimento de aplicações autônomas inteligentes executando em uma comunidade social como modelo para gerenciar ambientes de larga escala. 1. Introdução O tema de computação autônoma [Huebscher e McCann 2008] vem recebendo uma atenção maior como uma estratégia de gerência. Os ambientes computacionais paralelos atuais estão crescendo em termos de recursos e em escala mundial graças a Internet, na forma de grades e nuvens computacionais, e o uso da autonomia aparenta ser uma solução para obter-se uma utilização eficiente. Enquanto uma grande quantidade de computadores torna-se bem mais disponível, em contrapartida surgem diversos problemas relacionados ao alto grau de complexidade para gerenciar os inúmeros e diferentes tipos de recursos. Heterogeneidade, compartilhamento, segurança e suscetibilidade a falhas são algumas das dificuldades enfrentadas, porém que podem ser atacadas pelas propriedades self-*s da computação autônoma. Além da inúmera quantidade de recursos, a grande variedade de características de aplicações gera dificuldades no projeto de sistemas de gerenciamento genéricos. Mesmo oferecendo parcial autonomia, tais sistemas não provêm bom desempenho a todos os tipos de aplicações (geralmente só poucos tipos delas). Sem entender suas necessidades e

18 4 Anais comportamento, seria impossível atingir uma execução eficiente. O objetivo deste artigo é discutir um modo de promover autonomia descentralizada e por aplicação, diferentemente das soluções tradicionais que buscam uma gerência centralizada. Na Seção 2 é feita uma comparação qualitativa com o tipo mais comum de gerenciamento. A Seção 3 descreve uma solução para aplicações autônomas e alguns resultados. A Seção 4 conduz uma visão futura baseada no conceito de uma Sociedade Autônoma onde aplicações convivem compartilhando um ambiente computacional. 2. Gerenciador de Recursos vs. Gerenciador de Aplicações Com o advento da computação em grade e em nuvem, por um lado, uma grande quantidade de recursos computacionais fica disponível para desenvolvedores de aplicações que requerem alta escala de processamento e memória, como é o caso das aplicações científicas (E-Science). Por outro lado, prover uma forma de gerenciar todo este potencial computacional de forma eficiente é um desafio para a pesquisa na área. Um dos grandes desafios para tornar o gerenciamento de ambientes distribuídos eficiente é tratar o modo como aplicações e suas tarefas são gerenciadas entre os recursos do sistema. Dentre os middlewares (camada de software existente entre a aplicação e a infraestrutura) mais estudados e desenvolvidos, no contexto de grades computacionais, estão aqueles classificados como Sistemas Gerenciadores de Recursos (RMSs - sigla em inglês) [Krauter et al. 2002]. Geralmente desenvolvidos com um gerenciador central (broker), o objetivo de um RMS é maximizar a utilização dos recursos de forma parcialmente autônoma, independentemente dos requisitos e características internas das aplicações. Os serviços necessários para o gerenciamento e monitoramento dos recursos devem ser instalados previamente em cada computador, o que pode dificultar sua distribuição pelos ambientes distribuídos de larga escala. Assim como a gerência de sistemas distribuídos, aplicações em si também vêm tornando-se complexas e diversas em caráter. Somando estes dois fatos, RMSs podem não ser boas alternativas devido ao seu tipo de gerenciamento genérico, focado apenas no sistema como um todo. Contrariamente, um Sistema Gerenciador de Aplicações (AMS) está associado a cada instância da aplicação, esperando-se obter um maior desempenho devido a uma gerência descentralizada onde as decisões são tomadas de forma autônoma, baseadas nas características próprias da aplicação e no estado previsto do ambiente. Além disso, como geralmente tais sistemas estão ligados à aplicação, as funcionalidades necessárias vêm embutidas nela, facilitando sua portabilidade. 3. Sistema Gerenciador de Aplicações EasyGrid Este artigo faz referência ao uso do Sistema Gerenciador de Aplicações EasyGrid ou EasyGrid AMS [Boeres e Rebello 2003], um estudo prático no desenvolvimento de aplicações autônomas. Este middleware oferece um framework de desenvolvimento de aplicações autônomas para a transformação automática e transparente de programas paralelos - em particular aplicações de HPC que pouco aceitam técnicas que atrasam a execução - escritos em MPI (para ambientes homogêneos tradicionais) em programas capazes de tirar proveito mais eficientemente de ambientes distribuídos atuais e futuros. O EasyGrid AMS fornece à aplicação um conjunto de funcionalidades self-* para manter sua execução eficiente em sistemas distribuídos e dinâmicos. Através dele, a

19 I Workshop on Autonomic Distributed Systems 5 aplicação é capaz de tornar-se ciente do sistema - system-aware - e de reagir as suas mudanças temporais; é capaz de detectar e recuperar-se de falhas [Silva e Rebello 2007]; e disponibiliza de um escalonamento dinâmico eficiente [Nascimento et al. 2008]. Além disso, em termos de desenvolvimento, o EasyGrid AMS fornece uma base para a construção da aplicação - através do modelo de execução 1PTask (um processo por tarefa) [Sena et al. 2007] - que possibilita a aquisição de melhor desempenho e flexibilidade no gerenciamento das tarefas especialmente em sistemas dinâmicos. Sob o modelo 1PTask, aplicações conseguem obter ótimo desempenho devido à auto-otimização e à auto-recuperação. Porém, para a auto-configuração, deve-se analisar especificamente suas características que, muitas vezes, é essencial para uma boa paralelização. Portanto, dado que tem-se um middleware com funcionalidades para o desenvolvimento de aplicações autônomas, existe a dificuldade de saber como fazer uma boa divisão da aplicação entre os recursos disponíveis. Neste contexto, alguns trabalhos já foram realizados usando aplicações de diversas áreas científicas como: astrofísica (N-body) [Ribeiro et al. 2010], bioinformática (geometria molecular) [Oliveira e Rebello 2010] e escalonamento de jogos esportivos [Araújo 2008] Alguns Resultados Em [Sena et al. 2007], um teste compara versões da aplicação Thermions (da área de física) rodando com e sem o EasyGrid AMS em vários cenários envolvendo clusters e grids. Tal experimento mostra que a aplicação executando junto ao middleware EasyGrid apresenta overhead menor que 2% comparado às versões sem o middleware em um ambiente de cluster. Quando o ambiente muda para grid, o desempenho da aplicação com o EasyGrid melhora significantemente em comparação com a implementação tradicional. O custo da detecção e tratamento de falhas também acrescenta um baixo overhead, em cerca de até 2% [Silva e Rebello 2007]. Os resultados obtidos em [Araújo 2008] revelam não só a melhora no tempo de execução mas também na qualidade da solução da aplicação, já que os problemas tratados por ela são heurísticas. Resultados obtidos em [Oliveira e Rebello 2010] apresentam speed-ups (comparado a versões tradicionais) próximos ao linear, concluindo que aplicações com tarefas de diferentes granularidade conseguem obter bons resultados mesmo em ambientes dinâmicos e têm potencial para usufruir de uma grande quantidade de recursos. Mais focado em ambientes intrinsecamente dinâmicos e heterogêneos, aplicações maleáveis autônomas são trabalhadas em [Ribeiro et al. 2010] onde elas mudam sua própria configuração. Os resultados mostram desempenho superior comparado às abordagens tradicionais do problema e, de novo, um baixo overhead. 4. Sociedade Autônoma Enquanto o controle descentralizado é mais escalável comparado às soluções RMSs, a coordenação de ações para obter uma melhor utilização é significantemente mais difícil sem uma visão global dos recursos. Um problema enfrentado pelo uso de AMS é o fato da disputa pelos recursos entre duas ou mais aplicações autônomas poderem atrapalhar uma a outra. Por exemplo, se a funcionalidade de auto-otimização emprega heurísticas gulosas cujo objetivo é executar a aplicação no menor tempo possível, as ações tomadas podem prejudicar outras aplicações. Usando uma regra comportamental simples e adotando metas de tempo de execução para aplicações [Rodrigues 2009], uma solução inicial permite

20 6 Anais que múltiplas aplicações executem cordialmente no ambiente distribuído. As aplicações são cientes de que fazem parte de uma sociedade e comportam-se altruistamente quando há folga em suas metas, de modo que todas saiam ganhando em desempenho. 5. Conclusão Para reduzir o custo e aumentar a abrangência, o EasyGrid AMS é projetado por classes de aplicações para fornecê-las autonomia. Tendo em vista os resultados já obtidos em trabalhos desenvolvidos com códigos científicos e alguns de produção, acredita-se fortemente que a autonomia focada na aplicação traz grandes benefícios nas execuções em ambientes distribuídos. Estes resultados abrem uma nova linha de pesquisa de gerência que envolve análise e programação do comportamento para ambientes de múltiplas aplicações systemaware. Elas terão que interagir como em uma sociedade, onde compartilham recursos diferentes, cada aplicação com sua própria meta. Além disso, uma solução híbrida entre AMS e RMS não está descartada, onde uma troca de informação entre ambos pode ajudar a achar uma configuração ótima das aplicações e do ambiente de execução. Referências Araújo, A. P. F. (2008). Paralelização Autonômica de Metaheurísticas em Ambientes de Grid. PhD thesis, Departamento de Informática, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Boeres, C. e Rebello, V. E. F. (2003). EasyGrid: Towards a framework for the automatic grid enabling of MPI applications. In Proceedings of the First International Workshop on Middleware for Grid Computing, pages , Rio de Janeiro, Brazil. Huebscher, M. C. e McCann, J. A. (2008). A survey of autonomic computing-degrees, models, and applications. ACM Comput. Surv., 40:7:1 7:28. Krauter, K., Buyya, R., e Maheswaran, M. (2002). A taxonomy and survey of grid resource management systems. Software Practice and Experience, 32: Nascimento, A. P., Sena, A. C., Silva, J. A., Vianna, D. Q. C., Boeres, C., e Rebello, V. E. F. (2008). Autonomic application management for large scale MPI programs. International Journal of High Performance Computing and Networking, 5(4): Oliveira, F. G. e Rebello, V. E. F. (2010). Algoritmos branch-and-prune autônomos. In SBRC 10, XXVIII Simpósio Brasileiro de Rede de Computadores e Sistemas Distribuídos, Gramado, RS. Ribeiro, F., Sena, A., Nascimento, A., Boeres, C., e Rebello, V. E. F. (2010). A selfconfiguring N-body application. In SBAC-PAD 10: Proceedings of the International Workshop on Challenges in e-science (CIS 10), Petrópolis, Rio de Janeiro, Brazil. Rodrigues, H. (2009). Grid S.A.: Uma sociedade autônoma. Master s thesis, Instituto de Computação, Universidade Federal Fluminense. Sena, A., Nascimento, A., Silva, J., Vianna, D., Boeres, C., e Rebello, V. E. F. (2007). On the advantages of an alternative MPI execution model for grids. In CCGRID 07, pages , Rio de Janeiro, Brazil. IEEE Computer Society. Silva, J. e Rebello, V. E. F. (2007). Low Cost Self-healing in MPI Applications. In Recent Advances in Parallel Virtual Machine and Message Passing Interface, 14th European PVM/MPI User s Group Meeting, pages Springer.

21 I Workshop on Autonomic Distributed Systems 7 Computação em Nuvem Autônoma: Oportunidades e Desafios Flávio R. C. Sousa 1, Leonardo O. Moreira 1, Javam C. Machado 1 1 Mestrado e Doutorado em Ciência da Computação (MDCC) Universidade Federal do Ceará (UFC) Fortaleza, CE Brasil Abstract. Cloud computing is a recent trend of technology aimed at providing on-demand services with payment based on usage. However, this computing model requires major technological changes, especially in the autonomous management because the cloud environment presents a great number and variety of resources. Service providers, in turn, need to address issues of scalability, availability, performance, and cost. This paper aims to discuss cloud computing and autonomic management, highlighting opportunities and research challenges in this context. Resumo. Computação em nuvem é uma tendência recente de tecnologia cujo objetivo é proporcionar serviços sob demanda com pagamento baseado no uso. Entretanto, este modelo de computação requer grandes mudanças tecnológicas, principalmente no gerenciamento autônomo, pois o ambiente em nuvem apresenta uma grande quantidade e variedade de recursos. Os provedores de serviço, por sua vez, necessitam tratar aspectos de escalabilidade, disponibilidade, desempenho e custo. Este artigo tem como objetivo discutir sobre a computação em nuvem e o gerenciamento autônomo, destacando oportunidades e desafios de pesquisa neste contexto. 1. Introdução Computação em nuvem fornece infraestrutura, plataforma e software como um serviço sob demanda com pagamento baseado no uso [Buyya et al. 2009]. Com isso, as empresas e os desenvolvedores não precisam realizar grandes investimentos em hardware e manutenção para implementar serviços, permitindo mais foco em inovação e na melhoria dos negócios das empresas [Sousa et al. 2010]. Por outro lado, os ambientes de nuvem são inerentemente grandes, complexos, heterogêneos e altamente dinâmicos e os provedores devem tratar questões de qualidade do serviço, disponibilidade e eficiência energética. Os níveis de complexidade na nuvem excedem a capacidade humana, forçando a retirada das pessoas do processo de gerência e aumentando a autonomia dos sistemas. Além disso, soluções para o gerenciamento neste contexto devem se adaptar as mudanças e comportamentos da nuvem de acordo com instruções especificadas em alto nível pelos administradores destas soluções. A computação autônoma é inspirada em sistemas biológicos para lidar com desafios de complexidade, dinamismo e heterogeneidade [Kephart and Chess 2003], características presentes nos ambientes de computação em nuvem e, assim, fornece uma abordagem promissora neste contexto. Embora a computação em nuvem apresente certas características autônomas como o provisionamento automático de recursos, seu objetivo é reduzir o custo dos recursos ao invés de reduzir a complexidade do sistema

CloudSimDB: Um Simulador para o Provisionamento de Máquinas Virtuais para o Processamento de Aplicações Centradas em Banco de Dados *

CloudSimDB: Um Simulador para o Provisionamento de Máquinas Virtuais para o Processamento de Aplicações Centradas em Banco de Dados * CloudSimDB: Um Simulador para o Provisionamento de Máquinas Virtuais para o Processamento de Aplicações Centradas em Banco de Dados * Humberto Lima, Felipe Aragão, Jonas Lima, Flávio R.C. Sousa, José Maria

Leia mais

CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS

CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS João Antônio Bezerra Rodrigues¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí

Leia mais

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial Aluno: André Faria Ruaro Professores: Jomi F. Hubner e Ricardo J. Rabelo 29/11/2013 1. Introdução e Motivação 2.

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS

ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS Cleverson Nascimento de Mello¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Computação em Nuvem Introdução Centralização do processamento Surgimento da Teleinformática Década de 60 Execução de programas localmente Computadores

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação INF 108 Segurança da Informação Computação em Nuvem Prof. João Henrique Kleinschmidt Introdução Centralização do processamento Surgimento da Teleinformática Década de 60 Execução de programas localmente

Leia mais

Computação em Nuvem & OpenStack

Computação em Nuvem & OpenStack Computação em Nuvem & OpenStack Grupo de Pesquisa em Software e Hardware Livre Ação Computação em Nuvem: Charles Christian Miers André Rover de Campos Glauber Cassiano Batista Joinville Roteiro Definições

Leia mais

UMA VISÃO GERAL DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

UMA VISÃO GERAL DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM UMA VISÃO GERAL DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Ederson dos Santos Cordeiro de Oliveira 1, Tiago Piperno Bonetti 1, Ricardo Germano 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil edersonlikers@gmail.com,

Leia mais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais Computação em Nuvem Computação em nuvem: gerenciamento de dados Computação em nuvem (Cloud Computing) é uma tendência recente de tecnologia cujo objetivo é proporcionar serviços de Tecnologia da Informação

Leia mais

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina - Sistemas Distribuídos Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 12 Computação em Nuvem Sumário Introdução Arquitetura Provedores

Leia mais

Cloud Computing: Quando a nuvem pode ser um risco para o negócio. Marco Lima aka Mago Enterprise Technology Specialist

Cloud Computing: Quando a nuvem pode ser um risco para o negócio. Marco Lima aka Mago Enterprise Technology Specialist Cloud Computing: Quando a nuvem pode ser um risco para o negócio Marco Lima aka Mago Enterprise Technology Specialist 05 De onde vem o termo nuvem? Business Servidores SAN WAN SAN LANs Roteador NAS Switch

Leia mais

Expandindo uma Arquitetura para HPC em Nuvens Computacionais Utilizando Conceitos de Computação

Expandindo uma Arquitetura para HPC em Nuvens Computacionais Utilizando Conceitos de Computação Expandindo uma Arquitetura para HPC em Nuvens Computacionais Utilizando Conceitos de Computação Autonômica Emanuel F. Coutinho 1, Gabriel A. L. Paillard 1 Leonardo O. Moreira 1, Ernesto Trajano de Lima

Leia mais

CloudNet: dynamic pooling of cloud resources by live WAN migration of virtual machines

CloudNet: dynamic pooling of cloud resources by live WAN migration of virtual machines CloudNet: dynamic pooling of cloud resources by live WAN migration of virtual machines Timothy Wood, Prashant Shenoy, K.K. Ramakrishnan, Jacobus Van der Merwe VEE '11 Proceedings of the 7th ACM SIGPLAN/SIGOPS

Leia mais

Serviços em Nuvem: Oportunidade para Operadoras Parte III

Serviços em Nuvem: Oportunidade para Operadoras Parte III Serviços em Nuvem: Oportunidade para Operadoras Parte III Este artigo introduz os conceitos de computação em nuvem, Cloud Computing, e a insere no contexto de mercado de serviços ao apresenta-la como uma

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

Virtualização de Sistemas Operacionais

Virtualização de Sistemas Operacionais Virtualização de Sistemas Operacionais Felipe Antonio de Sousa 1, Júlio César Pereira 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil felipeantoniodesousa@gmail.com, juliocesarp@unipar.br Resumo.

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com

Planejamento Estratégico de TI. Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com Planejamento Estratégico de TI Felipe Pontes felipe.pontes@gmail.com VPN Virtual Private Network Permite acesso aos recursos computacionais da empresa via Internet de forma segura Conexão criptografada

Leia mais

CLOUD COMPUTING NAS EMPRESAS: NUVEM PÚBLICA OU NUVEM PRIVADA? nubeliu.com

CLOUD COMPUTING NAS EMPRESAS: NUVEM PÚBLICA OU NUVEM PRIVADA? nubeliu.com CLOUD COMPUTING NAS EMPRESAS: NUVEM PÚBLICA OU NUVEM PRIVADA? nubeliu.com SUMÁRIO Introdução... 4 Nuvem pública: quando ela é ideal... 9 Nuvem privada: quando utilizá-la... 12 Alternativas de sistemas

Leia mais

A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer

A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer A computação na nuvem é um novo modelo de computação que permite ao usuário final acessar uma grande quantidade de aplicações e serviços em qualquer lugar e independente da plataforma, bastando para isso

Leia mais

EUCALYPTUS: UMA PLATAFORMA CLOUD COMPUTING PARA

EUCALYPTUS: UMA PLATAFORMA CLOUD COMPUTING PARA EUCALYPTUS: UMA PLATAFORMA CLOUD COMPUTING PARA QUALQUER TIPO DE USUÁRIO Gustavo Henrique Rodrigues Pinto Tomas 317624 AGENDA Introdução: Cloud Computing Modelos de Implementação Modelos de Serviço Eucalyptus

Leia mais

SISTEMA DISTRIBUÍDO DE MONITORAMENTO/DETERMINAÇÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS DIPONÍVEIS DE UM AMBIENTE DE GRID COMPUTACIONAL

SISTEMA DISTRIBUÍDO DE MONITORAMENTO/DETERMINAÇÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS DIPONÍVEIS DE UM AMBIENTE DE GRID COMPUTACIONAL SISTEMA DISTRIBUÍDO DE MONITORAMENTO/DETERMINAÇÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS DIPONÍVEIS DE UM AMBIENTE DE GRID COMPUTACIONAL Thais Cabral de Mello, Bruno Schulze, Luis Rodrigo de Oliveira Gonçalves 1 Laboratório

Leia mais

Relatório de Progresso

Relatório de Progresso Luís Filipe Félix Martins Relatório de Progresso Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Preparação para a Dissertação Índice Introdução... 2 Motivação... 2 Cloud Computing (Computação

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Cluster, Grid e computação em nuvem Slide 8 Nielsen C. Damasceno Introdução Inicialmente, os ambientes distribuídos eram formados através de um cluster. Com o avanço das tecnologias

Leia mais

Cloud Computing. Andrêza Leite. andreza.lba@gmail.com

Cloud Computing. Andrêza Leite. andreza.lba@gmail.com Cloud Computing Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Roteiro O que é cloud computing? Classificação O que está 'por traz' da cloud? Exemplos Como montar a sua? O que é cloud computing? Cloud Computing O

Leia mais

Cloud Computing. Provendo valor ao negócio através da Gerência de Serviços Automatizada. Gerson Sakamoto gsakamoto@br.ibm.com

Cloud Computing. Provendo valor ao negócio através da Gerência de Serviços Automatizada. Gerson Sakamoto gsakamoto@br.ibm.com Cloud Computing Provendo valor ao negócio através da Gerência de Serviços Automatizada Gerson Sakamoto gsakamoto@br.ibm.com 1 Definição de Computação em Nuvem Computação em Nuvem é um novo modelo de aquisição

Leia mais

Renan Borges Pereira¹, Rodrigo Rodrigues da Silva². Faculdade de Tecnologia de Ourinhos FATEC. renanzaum_1@hotmail.com¹, rodrigues_fatec@hotmail.

Renan Borges Pereira¹, Rodrigo Rodrigues da Silva². Faculdade de Tecnologia de Ourinhos FATEC. renanzaum_1@hotmail.com¹, rodrigues_fatec@hotmail. Renan Borges Pereira¹, Rodrigo Rodrigues da Silva² Faculdade de Tecnologia de Ourinhos FATEC renanzaum_1@hotmail.com¹, rodrigues_fatec@hotmail.com² Há algum tempo o termo computação em nuvem ou Cloud Computing

Leia mais

Transformação da Indústria

Transformação da Indústria Conceitos Transformação da Indústria Hoje Cloud Anos 2000 Web Anos 1990 Cliente / Servidor Anos 1970 e 80 Mainframe Novas possibilidades O momento atual do país é favorável para que as empresas passem

Leia mais

Proposta para Grupo de Trabalho. GT-Computação em Nuvem para Ciência: Armazenamento de Dados. Roberto Samarone dos Santos Araujo

Proposta para Grupo de Trabalho. GT-Computação em Nuvem para Ciência: Armazenamento de Dados. Roberto Samarone dos Santos Araujo Proposta para Grupo de Trabalho GT-Computação em Nuvem para Ciência: Armazenamento de Dados Roberto Samarone dos Santos Araujo Agosto/2011 1 Título GT-Computação em Nuvem para Ciência: Armazenamento de

Leia mais

EXIN Cloud Computing Fundamentos

EXIN Cloud Computing Fundamentos Exame Simulado EXIN Cloud Computing Fundamentos Edição Maio 2013 Copyright 2013 EXIN Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser publicado, reproduzido, copiado ou armazenada

Leia mais

Palavras-chave: Tecnologia da Informação, Armazenamento, Nuvem, Internet.

Palavras-chave: Tecnologia da Informação, Armazenamento, Nuvem, Internet. 1 COMPUTAÇÃO EM NUVEM Leonardo André Junges 1 Neimar Sierota 2 Palavras-chave: Tecnologia da Informação, Armazenamento, Nuvem, Internet. 1 INTRODUÇÃO Nos dias atuais encontramos tudo ou praticamente tudo

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

Guia Rápido de Licenciamento do SQL Server 2012

Guia Rápido de Licenciamento do SQL Server 2012 Guia Rápido de Licenciamento do SQL Server 2012 Data de publicação: 1 de Dezembro de 2011 Visão Geral do Produto SQL Server 2012 é uma versão significativa do produto, provendo Tranquilidade em ambientes

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 3 Virtualização de Sistemas 1. Conceito Virtualização pode ser definida

Leia mais

Por Antonio Couto. Autor: Antonio Couto Enterprise Architect

Por Antonio Couto. Autor: Antonio Couto Enterprise Architect Cloud Computing e HP Converged Infrastructure Para fazer uso de uma private cloud, é necessário crescer em maturidade na direção de uma infraestrutura convergente. Por Antonio Couto O que é Cloud Computing?

Leia mais

Relatório sobre a Trilha de CSCW WebMídia 2003 Salvador BA

Relatório sobre a Trilha de CSCW WebMídia 2003 Salvador BA Organização da Trilha: Renata Mendes de Araujo UNIRIO Flávia Maria Santoro UNIRIO Comitê de Avaliação da Trilha: Ana Carolina Salgado UFPE Hugo Fuks PUC-Rio José Valdeni UFRGS - UFRJ Organização Geral

Leia mais

Balanceamento de Carga

Balanceamento de Carga 40 4. Balanceamento de Carga Pode-se entender por balanceamento de carga uma política a ser adotada para minimizar tanto a ociosidade de utilização de alguns equipamentos quanto a super utilização de outros,

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DE PLATAFORMAS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM

ANÁLISE COMPARATIVA DE PLATAFORMAS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM ANÁLISE COMPARATIVA DE PLATAFORMAS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM Igor dos Passos Granado¹, Ricardo de Melo Germano¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavai PR Brasil

Leia mais

Computação em Nuvem. (Cloud Computing) Pesquisa & Desenvolvimento

Computação em Nuvem. (Cloud Computing) Pesquisa & Desenvolvimento Computação em Nuvem (Cloud Computing) Pesquisa & Desenvolvimento Santo André: 20 de fevereiro de 2013 Características de um bom Data Center Bom Desempenho Escalabilidade Alta Disponibilidade Economia Gerência

Leia mais

} Monolíticas Aplicações em um computador centralizado. } Em Rede Aplicações com comunicação em rede. } Distribuídas Comunicação e cooperação em rede

} Monolíticas Aplicações em um computador centralizado. } Em Rede Aplicações com comunicação em rede. } Distribuídas Comunicação e cooperação em rede Prof. Samuel Souza } Monolíticas Aplicações em um computador centralizado } Em Rede Aplicações com comunicação em rede } Distribuídas Comunicação e cooperação em rede } Aplicações que são funcionalmente

Leia mais

CLOUD COMPUTING PEDRO MORHY BORGES LEAL. MAC0412 - Organização de Computadores Prof. Alfredo Goldman 7 de dezembro de 2010

CLOUD COMPUTING PEDRO MORHY BORGES LEAL. MAC0412 - Organização de Computadores Prof. Alfredo Goldman 7 de dezembro de 2010 CLOUD COMPUTING PEDRO MORHY BORGES LEAL MAC0412 - Organização de Computadores Prof. Alfredo Goldman 7 de dezembro de 2010 0 CLOUD COMPUTING 1 1. Introdução Com o grande avanço da tecnologia de processadores,

Leia mais

CLOUD. tendências CLOUD. entendendo e contratando assertivamente. Agosto/2012 INFORMATIVO TECNOLÓGICO DA PRODESP EDIÇÃO 02

CLOUD. tendências CLOUD. entendendo e contratando assertivamente. Agosto/2012 INFORMATIVO TECNOLÓGICO DA PRODESP EDIÇÃO 02 tendências CLOUD EDIÇÃO 02 Agosto/2012 CLOUD O conceito de nuvem é nebuloso Como uma organização pode contratar assertivamente Serviços em Cloud? Quais são os principais riscos de um contrato de Cloud

Leia mais

Serviço de Segurança de Middlewares

Serviço de Segurança de Middlewares Serviço de Segurança de Middlewares Autor: Célio Domingues Gonçalves 1, Orientador: Prof. Dr. Luis Fernando Faina 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade Federal do Uberlândia

Leia mais

A Cloud Computing Architecture for Large Scale Video Data Processing

A Cloud Computing Architecture for Large Scale Video Data Processing Marcello de Lima Azambuja A Cloud Computing Architecture for Large Scale Video Data Processing Dissertação de Mestrado Dissertation presented to the Postgraduate Program in Informatics of the Departamento

Leia mais

NanoDataCenters. Aline Kaori Takechi 317055

NanoDataCenters. Aline Kaori Takechi 317055 NanoDataCenters Aline Kaori Takechi 317055 INTRODUÇÃO Introdução Projeto Europeu: NICTA National ICT Australia FP7 7th Framework Program Rede formada por Home Gateways Objetivo: distribuir conteúdo Dispositivos

Leia mais

Arquitetura e Sistema de Monitoramento para

Arquitetura e Sistema de Monitoramento para Arquitetura e Sistema de Monitoramento para 1 Computação em Nuvem Privada Mestranda: Shirlei A. de Chaves Orientador: Prof. Dr. Carlos Becker Westphall Colaborador: Rafael B. Uriarte Introdução Computação

Leia mais

O que é Grid Computing

O que é Grid Computing Grid Computing Agenda O que é Grid Computing Grid vs Cluster Benefícios Tipos de Grid Aplicações Ferramentas e padrões Exemplos no mundo Exemplos no Brasil Grid no mundo dos negócios Futuro O que é Grid

Leia mais

Consolidação inteligente de servidores com o System Center

Consolidação inteligente de servidores com o System Center Consolidação de servidores por meio da virtualização Determinação do local dos sistemas convidados: a necessidade de determinar o melhor host de virtualização que possa lidar com os requisitos do sistema

Leia mais

Cloud Computing O novo paradigma de Custeio. Anderson Baldin Figueiredo Consultor

Cloud Computing O novo paradigma de Custeio. Anderson Baldin Figueiredo Consultor Cloud Computing O novo paradigma de Custeio Anderson Baldin Figueiredo Consultor O momento da 3ª. Plataforma $$$$$ $ Conceituando Cloud Computing Mas o que significa cloud computing mesmo? Cloud = Evolução

Leia mais

Núvem Pública, Privada ou Híbrida, qual adotar?

Núvem Pública, Privada ou Híbrida, qual adotar? Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 03/04/2015 Núvem Pública, Privada ou Híbrida, qual adotar? Paulo Fernando Martins Kreppel Analista de Sistemas

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

Sistemas IBM Flex & PureFlex

Sistemas IBM Flex & PureFlex Eduardo (Edu) Pacini Líder Plataforma PureFlex Brasil IBM Systems & Technology Group Sistemas IBM Flex & PureFlex A Tecnologia está liderando as mudanças que impactam os negócios 1 Fatores de impacto:

Leia mais

Plataforma na nuvem do CA AppLogic para aplicativos corporativos

Plataforma na nuvem do CA AppLogic para aplicativos corporativos FOLHA DE PRODUTOS: CA AppLogic Plataforma na nuvem do CA AppLogic para aplicativos corporativos agility made possible O CA AppLogic é uma plataforma de computação na nuvem pronta para o uso que ajuda a

Leia mais

AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI

AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI CUSTOMER SUCCESS STORY Março 2014 AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI PERFIL DO CLIENTE Indústria: Manufatura Empresa: AT&S Funcionários: 7.500 Faturamento: 542 milhões

Leia mais

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Ricardo Terra 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Campus da Pampulha 31.270-010

Leia mais

14/IN01/DSIC/GSIPR 00 30/JAN/12 1/7

14/IN01/DSIC/GSIPR 00 30/JAN/12 1/7 14/IN01/DSIC/GSIPR 00 30/JAN/12 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação ORIGEM e Comunicações Departamento de Segurança da Informação e

Leia mais

Nuvem UFRGS: IaaS como ferramenta de apoio à pesquisa

Nuvem UFRGS: IaaS como ferramenta de apoio à pesquisa Nuvem UFRGS: IaaS como ferramenta de apoio à pesquisa Éverton Didoné Foscarini, Rui de Quadros Ribeiro Universidade Federal do Rio Grande do Sul Centro de Processamento de Dados Rua Ramiro Barcelos, 2574

Leia mais

Coordenação Elias Procópio Duarte Jr Ronaldo Alves Ferreira

Coordenação Elias Procópio Duarte Jr Ronaldo Alves Ferreira Coordenação Elias Procópio Duarte Jr Ronaldo Alves Ferreira Organizadora José Augusto Suruagy Monteiro Lisandro Granville Zambenedetti Luciano Paschoal Gaspary Rossana Maria de Castro Andrade Avaliadora

Leia mais

Antônio Carlos Theóphilo Costa Júnior. Soluções para a Travessia de Firewalls/NAT usando CORBA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Antônio Carlos Theóphilo Costa Júnior. Soluções para a Travessia de Firewalls/NAT usando CORBA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Antônio Carlos Theóphilo Costa Júnior Soluções para a Travessia de Firewalls/NAT usando CORBA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Programa de Pós graduação em Informática Rio de Janeiro

Leia mais

Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic

Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic CUSTOMER SUCCESS STORY Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic PERFIL DO CLIENTE Indústria: Serviços de TI Companhia: Globalweb Outsourcing Empregados: 600 EMPRESA A Globalweb

Leia mais

I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa. Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e

I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa. Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e Microeletrônica Área: Sistemas de Computação Nome do Líder:

Leia mais

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral da solução Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral À medida que tecnologias como nuvem, mobilidade, mídias sociais e vídeo assumem papéis

Leia mais

O que é Cloud Computing?

O que é Cloud Computing? O que é Cloud Computing? Referência The Economics Of The Cloud, Microsoft, Nov. 2010 Virtualização, Brasport, Manoel Veras, Fev. 2011. 2 Arquitetura de TI A arquitetura de TI é um mapa ou plano de alto

Leia mais

Panorama de Aplicações de Alto Desempenho em Nuvem

Panorama de Aplicações de Alto Desempenho em Nuvem EXTRAÇÃO DE DADOS NO CONTEXTO DE UMA REDE SOCIAL DE CONSUMO Panorama de Aplicações de Alto Desempenho em Nuvem Jonathan Patrick Rosso, Claudio Schepke jonathan.p.rosso@gmail.com, claudioschepke@unipampa.edu.br

Leia mais

CONSEGI 2010. Marcus Vinicius Brandão Soares. Aspectos Legais de Cloud Computing

CONSEGI 2010. Marcus Vinicius Brandão Soares. Aspectos Legais de Cloud Computing Marcus Vinicius Brandão Soares Mestre e Doutorando COPPE-Sistemas Perito Judicial Cível e do Trabalho RJ e Campos dos Goytacazes Membro do Grupo de Pesquisa Justiça e Direito Eletrônicos Escola Judicial

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE ALTA DISPONIBILIDADE DE REDE E MONITORAÇÃO DINÂMICA DE INFRAESTRUTURA EM SERVIDORES WEB.

IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE ALTA DISPONIBILIDADE DE REDE E MONITORAÇÃO DINÂMICA DE INFRAESTRUTURA EM SERVIDORES WEB. IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE ALTA DISPONIBILIDADE DE REDE E MONITORAÇÃO DINÂMICA DE INFRAESTRUTURA EM SERVIDORES WEB. Marllus de Melo Lustosa (bolsista do PIBIC/UFPI), Luiz Cláudio Demes da Mata Sousa

Leia mais

Assembléia da Comissão Especial de Arquitetura de. Computadores e Processamento de Alto Desempenho da SBC

Assembléia da Comissão Especial de Arquitetura de. Computadores e Processamento de Alto Desempenho da SBC Assembléia da Comissão Especial de Arquitetura de Computadores e Processamento de Alto Desempenho da SBC Data: 29/10/2010 Horário início: 19:12 h Local de realização: SBAC-PAD 2011, Petrópolis, RJ, Brasil

Leia mais

The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System. Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva

The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System. Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva Sumário Introdução Trabalhos Correlatos Eucalyptus Design Conclusões Visão Geral Introdução:

Leia mais

Automated Control in Cloud Computing: Challenges and Opportunities

Automated Control in Cloud Computing: Challenges and Opportunities Automated Control in Cloud Computing: Challenges and Opportunities Harold C. Lim¹, Shivnath Babu¹, Jeffrey S. Chase², Sujay S. Parekh² Duke University, NC, USA¹, IBM T.J. Watson Research Center² ACDC '09

Leia mais

Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores

Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores Diego Luís Kreutz, Gabriela Jacques da Silva, Hélio Antônio Miranda da Silva, João Carlos Damasceno Lima Curso de Ciência da Computação

Leia mais

CLOUD COMPUTING. Andrêza Leite. andreza.leite@univasf.edu.br

CLOUD COMPUTING. Andrêza Leite. andreza.leite@univasf.edu.br CLOUD COMPUTING Andrêza Leite andreza.leite@univasf.edu.br Roteiro O que é cloud computing? Classificação O que está 'por traz' da cloud? Exemplos Como montar a sua? O que é cloud computing? Cloud Computing

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: UM FUTURO PRESENTE

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: UM FUTURO PRESENTE COMPUTAÇÃO EM NUVEM: UM FUTURO PRESENTE Andressa T.R. Fenilli 1, Késsia R.C.Marchi 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil andressa.trf@gmail.com, kessia@unipar.br Resumo. Computação em

Leia mais

Gerenciamento Integrado de QoS em Redes de Computadores

Gerenciamento Integrado de QoS em Redes de Computadores Gerenciamento Integrado de QoS em Redes de Computadores Lisandro Zambenedetti Granville, Liane Margarida R. Tarouco Instituto de Informática - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Caixa Postal

Leia mais

Classificação::Modelo de implantação

Classificação::Modelo de implantação Classificação::Modelo de implantação Modelo de implantação::privado Operada unicamente por uma organização; A infra-estrutura de nuvem é utilizada exclusivamente por uma organização: Nuvem local ou remota;

Leia mais

3 Trabalhos Relacionados

3 Trabalhos Relacionados 35 3 Trabalhos Relacionados Alguns trabalhos se relacionam com o aqui proposto sob duas visões, uma sobre a visão de implementação e arquitetura, com a utilização de informações de contexto em SMA, outra

Leia mais

Ficha de Avaliação do Programa

Ficha de Avaliação do Programa Ficha de Ficha de do Programa Período de : 2007 a 2009 Etapa: Trienal 2010 Área de : 2 - CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO IES: 24001015 - UFPB/J.P. - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA/JOÃO PESSOA Programa: 24001015047P4

Leia mais

PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS?

PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS? PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR NUVEM PARA SEUS APLICATIVOS? As ofertas de nuvem pública proliferaram, e a nuvem privada se popularizou. Agora, é uma questão de como aproveitar o potencial

Leia mais

The Eucalyptus Open-source Cloud-computing System

The Eucalyptus Open-source Cloud-computing System The Eucalyptus Open-source Cloud-computing System O sistema Open Source de nuvens computacionais Eucalyptus Daniel Nurmi, Rich Wolski, Chris Grzegorczyk, Graziano Obertelli, Sunil Soman, Lamia Youseff,

Leia mais

Infraestrutura: devo usar a nuvem? Prof. Artur Clayton Jovanelli

Infraestrutura: devo usar a nuvem? Prof. Artur Clayton Jovanelli Infraestrutura: devo usar a nuvem? Prof. Artur Clayton Jovanelli Conceitos principais Nuvem Local Dados (informações) Profissional Pessoal Procedimento padrão (modelo) Produzir Armazenar Como era... Como

Leia mais

Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores

Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores Segurança e Escalabilidade em WebLab no Domínio de Redes de Computadores Autor: Daniel Vieira de Souza 1, Orientador: Luís Fernando Faina 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade

Leia mais

Análise do impacto de operações de live migration em ambientes de computação em nuvem Workshop MoDCS 2012.2

Análise do impacto de operações de live migration em ambientes de computação em nuvem Workshop MoDCS 2012.2 Análise do impacto de operações de live migration em ambientes de computação em nuvem Workshop MoDCS 2012.2 Matheus D'Eça Torquato de Melo (mdetm@cin.ufpe.br) Paulo Maciel (prmm@cin.ufpe.br) 12 Roteiro

Leia mais

Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS

Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS 1 INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação/ IFTI 1402 Turma 25 09 de abril de 2015 Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS Raphael Henrique Duarte

Leia mais

On Scalability of Software-Defined Networking

On Scalability of Software-Defined Networking On Scalability of Software-Defined Networking Bruno dos Santos Silva bruno.silva@ic.uff.br Instituto de Computação IC Universidade Federal Fluminense UFF 24 de Setembro de 2015 B. S. Silva (IC-UFF) On

Leia mais

gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011

gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011 gerenciando o desempenho de serviços em uma empresa conectada na nuvem CA Business Service Insight Julho de 2011 a computação na nuvem está presente em todos os lugares e está crescendo 72% das empresas

Leia mais

Programação Concorrente Processos e Threads

Programação Concorrente Processos e Threads Programação Concorrente Processos e Threads Prof. Eduardo Alchieri Processos O conceito mais central em qualquer sistema operacional é o processo Uma abstração de um programa em execução Um programa por

Leia mais

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles FAMÍLIA EMC VPLEX Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles GARANTINDO DISPONIBILIDADE CONTÍNUA E MOBILIDADE DE DADOS PARA APLICATIVOS ESSENCIAIS A infraestrutura de armazenamento

Leia mais

Fernando Seabra Chirigati. Universidade Federal do Rio de Janeiro EEL879 - Redes de Computadores II Professores Luís Henrique Costa e Otto Duarte

Fernando Seabra Chirigati. Universidade Federal do Rio de Janeiro EEL879 - Redes de Computadores II Professores Luís Henrique Costa e Otto Duarte Fernando Seabra Chirigati Universidade Federal do Rio de Janeiro EEL879 - Redes de Computadores II Professores Luís Henrique Costa e Otto Duarte Introdução Grid x Nuvem Componentes Arquitetura Vantagens

Leia mais

Alex D. Camargo, Érico M. H. Amaral, Leonardo B. Pinho

Alex D. Camargo, Érico M. H. Amaral, Leonardo B. Pinho COMISSÃO REGIONAL DE ALTO DESEMPENHO / RS ESCOLA REGIONAL DE ALTO DESEMPENHO / RS 15ª Edição - Abril / 2015 Framework open source simplificado para Cloud Computing Alex D. Camargo, Érico M. H. Amaral,

Leia mais

Computação em Nuvem: Riscos e Vulnerabilidades

Computação em Nuvem: Riscos e Vulnerabilidades Computação em Nuvem: Riscos e Vulnerabilidades Bruno Sanchez Lombardero Faculdade Impacta de Tecnologia São Paulo Brasil bruno.lombardero@gmail.com Resumo: Computação em nuvem é um assunto que vem surgindo

Leia mais

João Víctor Rocon Maia Engenharia de Computação - UFES

João Víctor Rocon Maia Engenharia de Computação - UFES João Víctor Rocon Maia Engenharia de Computação - UFES Agenda Quem usa? Conceito Ilustração Vantagens Tipologia Topologia Como fazer? O que é preciso? Infraestrutura Sistema Operacional Software Eucalyptus

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução

Sistemas Distribuídos. Introdução Sistemas Distribuídos Introdução Definição Processos Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes, interligados por uma rede de conexão, executando um software distribuído. Executados

Leia mais

Características Básicas de Sistemas Distribuídos

Características Básicas de Sistemas Distribuídos Motivação Crescente dependência dos usuários aos sistemas: necessidade de partilhar dados e recursos entre utilizadores; porque os recursos estão naturalmente em máquinas diferentes. Demanda computacional

Leia mais

2 Computação na Nuvem

2 Computação na Nuvem 18 2 Computação na Nuvem 2.1 Definição A ideia essencial da computação na nuvem é permitir um novo modelo onde o consumo de recursos computacionais, e.g., armazenamento, processamento, banda entrada e

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Agenda Introdução Exemplos de Sistemas Distribuídos Compartilhamento de Recursos e a Web Principais Desafios para a Implementação

Leia mais

Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais

Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais Prof. Ricardo J. Rabelo UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas SUMÁRIO Importância da definição da Arquitetura

Leia mais

Marcelo Nery dos Santos. GridFS Um Servidor de Arquivos para Grades e Ambientes Distribuídos Heterogêneos. Dissertação de Mestrado

Marcelo Nery dos Santos. GridFS Um Servidor de Arquivos para Grades e Ambientes Distribuídos Heterogêneos. Dissertação de Mestrado Marcelo Nery dos Santos GridFS Um Servidor de Arquivos para Grades e Ambientes Distribuídos Heterogêneos Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de

Leia mais

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Gerência de Redes Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Plano de Aula Histórico Introdução Gerenciamento de Redes: O que é Gerenciamento de Redes? O que deve ser gerenciado Projeto de Gerenciamento

Leia mais

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais