Nem pensar! Geração "à rasca"? FAZER. - é O

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1 Geração "à rasca"? Nem pensar! Destes jovens empresários não se ouve o discurso da lamjjria. Eles abandonaram carreiras promissoras ou bons salários para criar o seu próprio emprego e moldar o seu destino Texto Maria Martins Fotos Paulo Vaz Henriques FAZER ACONTECER - é O que têm em comum este conjunto de jovens empreendedores sub-35. Eles deixaram carreiras em ascensão e, nalguns casos, excelentes salários, para abraçar a incerteza de lançar um negócio. Trabalhar para outros foi apenas uma forma de conhecer o funcionamento das empresas, pois construir algo próprio está-lhes no ADN. A maioria preparou-se com pós-graduações e MBA, mas há quem tenha o 9. ano e conduza uma empresa que cresce a dois dígitos. Criar ideias disruptivas, lançar produtos e serviços inovadores, estar um passo à frente da concorrência é, para eles, fundamental, pois não querem ser engolidos pela voracidade do mercado e deitar a perder tudo o que investiram. Conheça de seguida estas oito histórias inspiradoras. OSSO DURO DE ROER Cláudia Ranito crê que o sucesso da Medbone so depende de si. 0 seu alvo é todo o mapa-mundo "Quero atingir todos os pontinhos do mundo", diz Cláudia Ranito, 31 anos, olhando para o mapa-mundo afixado no armazém 817, de um complexo industrial na zona de Alcabideche. F.m apenas um ano, as exportações representaram 65% do seu volume de negócios, pelo que não é difícil acreditar que a empresária poderá cumprir a sua meta. Num mês pode produzir 5 mil implantes, uma quantidade que Portugal não conseguiria absorver sequer num ano. É uma mulher decidida, que cm 2008 começou a montar peça a peça a Medbone. O negócio desta jovem mestre em Engenharia de Materiais é o fabrico de osso sintético. Tem dez anos de experiência em investigação e desenvolvimento na área de biomateriais e a regeneração óssea sempre a fascinou. O produto de Cláudia Ranito está acondicionado em pequenas caixas no gabinete do médico, pronto a ser usado a qualquer momento, substituindo a extração de osso do próprio doente ou o recurso a osso de cadáver, sem o risco de rejeição e de transmissão de doenças. Quando aplicado na zona fraturada, o osso sintético vai "desaparecendo" à medida que os ossos dos pacientes restabelecem as suas ligações. A jovem empresária, que ganhou a 1} edição dos Prémios Portugal Empreendedor

2 da ANJE. na categoria de plano de negócios inovador de empresa instalada num centro de incubação nacional, precisou de mais dois anos a desenvolver o produto e a tratar das burocracias para o colocar no mercado. Fala deste projeto no plural: "Somos uma equipa", diz, referindo-se aos estudantes que desenvolvem os seus projetos de fim de curso na empresa. Mas trata-se de um one woman show, pois Cláudia Ranito está sozinha neste negócio e é ela quem fabrica e quem faz os acordos com os distribuidores. DOIS NOVOS PRODUTOS POR ANO A Medbone trabalha as áreas de ortopedia, cirurgia plástica, dentária e mais recentemente virou as atenções também para a veterinária. Cláudia acompanha os médicos de perto, e por várias vezes desenvolve implantes à medida do paciente. Além dos congressos e jornadas médicas, reconhece na presença em feiras uma forma de alargar o leque de mercados. O seu primeiro cliente internacional veio da África do Sul, que rapidamente superou as vendas conseguidas em Portugal. Mas os produtos da Medbone já chegaram a Moçambique, Tanzânia, Quénia, Espanha, Dinamarca, Polónia, Colômbia e Hong-Kong, e preparam-se para entrar em Taiwan e no Camboja. Pensava que o difícil era ter o produto, mas não foi assim. "Vender é muito complicado", desabafa. Apesar de ter trabalhado numa empresa de representação na área da saúde, confessa que tem aprendido sobretudo com a experiência de cada contrato que negoceia e fecha. "Quero que a Medbone seja uma referência na área da regeneração óssea", diz. Para isso, prepara-se para lançar mais dois produtos este ano e já tem mais dois na calha para "É um objetivo ter dois novos produtos em cada ano." Assim, em setembro chegarão ao mercado uma solução injetável e osso sintético não rcabsorvível, e em uma matriz de regeneração de alguns tecidos moleculares, como tendões. Cláudia investiu até à data mais de 500 mil euros, "mas valeu a pena". Este ano, espera faturar cerca de 200 mil euros, com um forte peso das exportações. "Tem de ser, pelo nosso bem e pelo bem do país!" A paixão por aquilo que faz é óbvia. "Sempre acreditei que a Medbone correria bem e só depende de mim que corra. Problemas, tenho, muitos. Mas isso faz parte", diz sorrindo. DANIEL TEIXEIRA, 0 SR. OBRAS A criação de negócios está-lhe na massa do sangue: desde os 16 anos que quer ser empresário Desde os 16 anos que poupa dinheiro para lançar uma empresa. Aos 21 anos, concluída a licenciatura em Economia e o mestrado em Gestão, teve muita vontade de avançar, mas receou que, pela sua juventude, não o levassem a sério e decidiu esperar mais um pouco, continuando a trabalhar numa con sultora. Quando entrou em rota de colisão com a cultura da empresa, candidatou-se ao programa de estágios INOV Contacto, gerido pela Aicep, e aos 22 anos aterrou em Washington, para um estágio na Cartica Capital, onde trabalhou cm private equity com "a melhor patroa que alguma vez tive, e terei, Teresa C. Barger, que trabalhara para o Banco Mundial". Aí encontrou uma forma de estar semelhante à sua: "Todas as pessoas querem mostrar algo de novo, são empreendedoras, geram novas ideias para o negócio da empresa onde trabalham." É este o seu espírito e é este empreendedorismo que trouxe para o Sr. Obras, uma empresa de mediação de obras, que em apenas dois meses conseguiu reunir 60 pessoas dispostas a suar a camisola para gerar negócio. O seu segredo está no esquema de remunerações que montou e que considera imbatível. "Já tive uma proposta tentadora porque estou posicionado de forma a abalar a concorrência e eles já perceberam isso", diz com um sorriso orgulhoso. IDEIAS TESTADAS EM SÉRIE Mas o Sr. Obras não foi a sua primeira ideia. O jovem empreendedor garante que tem um caderno com uma meia centena de ideias de negócios que brotaram enquanto viveu e trabalhou nos Estados Unidos e, por isso, a primeira que equacionou quando regressou a Portugal foi investir no fast casual - comida rápida, mas caseira e a preços acessíveis. É uma área que vai dando os primeiros passos além-fronteiras e Daniel achou que levar ofranchising Alentejo Pão Azeite e Alho para fora poderia ser uma excelente ideia. Abriu o jogo com o responsável do franchising e pediu para estagiar num dos restaurantes durante um mês. Fê-lo em absoluto sigilo em relação aos colegas, de tal forma, que chegou a servir ex-professores de faculdade sem lhes explicar o que estava a fazer naquele restaurante do Fórum Almada. Aos fins de semana viajava para Londres para estudar o mercado, observando as pessoas na rua, vendo o que comiam, quanto gastavam, etc. Conclui que o negócio poderia ter um forte sucesso no Reino Unido, mas implicaria um elevado investimento, face às parcas poupanças que fizera com este objetivo. Resultado: deixou cair a ideia e virou se para outra das que estavam no caderno: o mercado biológico. O conceito da Whole Foods, que vira em Washington, deixara-o francamente entusiasmado. Com um sector agrícola muito desaproveitado e solos praticamente virgens, a sua ideia não parecia difícil de pôr cm prática. Estruturou o negócio na sua cabeça.

3 cado em que existem mais de 60 mil empresas de construção, foi preciso identificar as melhores, certificar-se que cumprem as obrigações legais e fiscais, e pedir referências. Depois, foi apresentar-lhes a sua ideia: estabelecer a ligação entre quem pretende fazer obras e quem as faz. A lógica é simples: o cliente contacta o Sr. Obras e recebe a visita de um gestor de cliente que faz uma avaliação sumária. São pedidos orçamentos às empresas mais bem posicionadas para esse tipo de obra. O Sr. Obras não de se responsabiliza pelo trabalho, mas, sim, pela apresentação das empresas aos clientes, facilitando-lhes a vida. O Sr. Obras é, assim, apenas uma plataforma, criada por cinco ex-estudantes Economia, encabeçados por Daniel Teixeira, que se juntaram para lançar ideias - foi este o tema da tese de mestrado de Daniel. Para o cliente o serviço é gratuito e as empresas pagam uma comissão consoante o valor das obras que conseguem, ou seja, não têm custos fixos. Para que o negócio corra sobre rodas é necessário apostar em arquitetos e engenheiros como gestores de clientes e motivá-los com uma política de remuneração atrativa. fez contas e concluiu que tinha condições para avançar. Mas, entretanto, começara a ouvir falar muito em reabilitação urbana e flexibilização do mercado de arrendamento c foi quando lhe surgiu a ideia do Sr. Obras, que lhe permitiu lançar-se por conta própria com capitais CONSTRUIR próprios. UMA PONTE Entrou num mercado onde já há concorrência, mas está convencido de que a forma como estruturou o seu negócio marcará a diferença. Começou a trabalhar no final de abril deste ano e diz já ter 4 milhões de euros em pedidos de orçamentos - o seu objetivo é fechar o primeiro ano com uma faturação de 250 mil euros. Esteve quase dois anos a preparar o Sr. Obras. Num mer- DANIEL TEIXEIRA REUNIU 60 PROFISSIONAIS REMUNERADOS A COAMSSAQ SOBRE 0 VALOá DAS OBRAS: PARA 0 QUENTE O SERVIÇO E GRÁTIS SUCESSO INSTANTÂNEO Daniel Teixeira não dá emprego direto, mas já conta com mais de 60 profissionais a trabalhar consigo à comissão sobre o valor das obras angariadas, pelo número de gestores de clientes e pelas empresas de construção que propõem (e são aprovados) para a rede. "É um negócio em que todos ganham", frisa Daniel Teixeira, garantindo que remunera acima da concorrência. "Abrir umfranchising implica 60 mil euros, nós oferecemos as mesmas vantagens a custo zero." E parece ser isso que entusiasma quem já trabalha consigo, de tal forma que o empreendedor decidiu abrandar o recrutamento para consolidar a atividade. O passo seguinte é usar o poder das inúmeras empresas de construção com quem trabalha para negociar descontos com os vendedores de materiais de construção. "Daqui a cinco anos, uma empresa de construção que não esteja ligada a uma mediadora de obras perde competitividade", vaticina, orgulhoso do sucesso que já conseguiu em apenas três meses. Mas a sua cabeça não para c Daniel Teixeira já tem mais duas ideias do seu caderno cm preparação para o próximo ano.

4 O VÍRUS DOS NEGÓCIOS A veia empreendedora de Hugo Belchior resultou em duas empresas na área da saúde O bichinho dos negócios acompanha Hugo Belchior há muito tempo. Apenas teve de esperar que o jovem reunisse as condições necessárias para criar uma empresa. "Quando comecei a trabalhar, percebi que poderia ser fisiotcrapcuta o resto da vida, mas essa ideia não me satisfez", explica. Sentia necessidade de aprender mais e por isso preparou-se para o passo seguinte. Aos vinte e poucos anos a insegurança não lhe tirava o sono e fora juntando algum dinheiro para investir em formação: afastou-se das clínicas para fazer uma MBA emfull-time. Ao contrário da maioria dos colegas, o jovem fisioterapeuta não ambicionava um salto na carreira, mas, sim, uma mudança de agulhas. Tinha 23 anos quando terminou o MBA, mas ainda não se sentia preparado para criar a sua empresa, por isso embarcou à aventura na Optimus, como gestor de projetos na área comercial, integrando uma equipa que desenvolvia novos modelos de negócio. Durante quase três anos, pôs em prática o que aprendera na EGP, mas assim que sentiu que a curva de aprendizagem regredia, percebeu que chegara a altura de dar vida ao seu projeto pessoal e despediu-se. UM NEGÓCIO LEVA A OUTRO Estava identificada a área de negócio, a saúde, e a Belpac, a sua primeira empresa, nasce em dezembro de 2006 e consegue o seu primeiro cliente três meses depois. "Era um negócio que eu já conhecia e onde seria relativamente fácil entrar", justifica Hugo Belchior. A empresa faz outsourcing de serviços na área da saúde, tendo começado com a FisioDomus, nas áreas de fisioterapia, terapia da fala e terapia ocupacional, mas entretanto já lançou mais duas: SpaDomus, terapias SPA, a pensar em ginásios e hotéis, e uma outra mais vocacionada para empresas, que queiram proporcionar aos seus colaboradores serviços na área do relaxamento. Identificar nichos de mercado e fazê-los crescer, é o objetivo de Hugo Belchior. "Mas nada é fácil", diz o jovem empreendedor de 30 anos, tendo ainda bem presente a dificuldade de começar uma empresa sem carteira de clientes, apenas com uma ideia. Foi preciso investir num sire, fazer publicidade DEPOIS DE LANÇAR UM NEGOCIO. APERCEBEMO-NOé DE OUTRAS OPORTUNIDADES. DIZ HUGO BELCHIOR QUE SE TENTA CONTROLAR PARA NAO SE DISPERSAR Hugo Belchior, 30 anos: fisoterapeuta, fez um MBA para reconverter a sua carreira. Hoje tem a Belpac e a Bwizer em farmácias e usar o networking. "Depois de começar um negócio, vamo-nos apercebendo de outras oportunidades e é preciso controlarmo-nos, sobretudo quem, como eu, tem uma veia mais empreendedora, para não nos envolvermos em demasiadas frentes de batalha", explica Hugo, justificando a cria ção da Bwiser dois anos mais tarde. O administrador da Belpac apercebeuse de que o mercado carecia de formação técnica avançada e tem sido esse o desafio desde A Bwiser começou por importar formação, mas sente-se cada vez mais vocacionada para criar e vender formação nacional e, nos últimos tempos, começa mesmo a pensar a exportar o que de melhor se faz cá dentro. Ao mesmo tempo que a área de venda de produtos (geralmente associados às formações que coloca no mercado nacional) começa a justificar a sua autonomização, Hugo e o sócio são desafiados por alguns parceiros espanhóis a usarem o seu know-how no país vizinho. UM NEGÓCIO LEVA A OUTRO Hugo Belchior reconhece que um dos grandes desafios de um negócio é definir o equilíbrio adequado entre o controlo de custos e o investimento. É nesta fase que, sobretudo, a Bwiser se encontra atualmente. Hugo é prudente, até porque o mercado começou a lançar sinais de alerta, notando-se alguma retração. Mas são precisamente estes sinais, que levam o empreendedor a sonhar cada vez mais com o mercado espanhol, por causa da sua dimensão. "O mercado português de fisioterapeutas equivale ao de Madrid, com a vantagem que ali os profissionais estão muito mais concentrados", explica. Na cabeça de Hugo os planos começam a ganhar forma: é preciso encontrar alternativas ao mercado português, onde o ano passado realizou 41 eventos e processou 1000 candidaturas. Em 2010, as suas duas empresas faturaram em conjunto 500 mil euros, mas receia que os 800 mil que previra para este ano não sejam atingidos. É preciso reforçar a estrutura das empresas para autonomizar a área de produtos da Bwiser e preparar o salto da empresa para Espanha - mercado que conhece cada vez melhor.

5 APANHAR A ONDA DO SURF A Masterblank produz blocos de espuma para miolo de pranchas e isolamentos A preocupação cm fazer c ter português na Masterßlank, começa logo na figura de quatro patas que nos recebe no portão: um enorme Castro Laboreiro, muito afável, que acompanha a entrevista deitado aos pés dos donos, escolhido precisamente por ser uma raça portuguesa. Marta Alberto e João Malhciros estão longe de ter ar de industriais. É mais fácil identificá-los com o que foi o início das suas carreiras - Marta trabalhou no departamento de marketing da UOréal, e João na F.rnst & Young, na Cap Gemini e na Portugal Telecom - ou como surfistas, que são, do que vê-los no meio do fino pó branco que cai a cada segundo na pequena unidade de Lagoa do Cão, que produz blocos de espuma para miolo de pranchas de surfe isolamentos. INOVAR E CRIAR EMPREGOS Apesar de não parecer, Marta cresceu habituada ao chão de fábrica - o seu pai tem uma indústria de plásticos e desde miúda que ouvia em casa que "devemos criar algo nosso, criar postos de trabalho, enriquecer o país". Uma educação que cedo deu frutos, já que aos 17 anos, montava a primeira empresa com dois colegas de liceu, para fazerem páginas para a internet. Formou-se em Gestão de Empresas c candidatou-se a um curso internacional que lhe permitiu estagiar no gabinete de marketing de Vivianne Wcstwood, em Londres, e na I,'Oréal em Madrid e em Paris, onde acabou por ficar mais dois anos. "Sempre quis ter uma experiência numa multinacional para perceber como as empresas funcionam, antes de lançar a minha", confessa. Entretanto, conhecera João Malhciros, que estava a terminar o mestrado depois de concluída a licenciatura em Gestão e perceberam que estavam em sintonia, só tinham de decidir em que área se iriam lançar. "Queríamos algo inovador, diferenciador, e como estávamos os dois ligados ao surf, percebemos que havia aqui uma 7 oportunidade ', recorda. O que começou por ser uma indústria de fabrico de espumas para o miolo de pran

6 chás, depressa evoluiu também para espumas para isolamentos para a construção civil do que a apanhar ondas na praia. Foram precisos três anos de parceria com o Polo de Investigação de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho para desenvolver o processo produtivo inovador que lhes permitiria fabricar vários tipos de produtos. Foram mais de três anos sem vender nada. Foi necessário investir em matérias-primas, equipamento, na parceria, e pagar a duas pessoas para os ajudarem a testar em tamanho real os produtos. O investimento inicial foi de cerca de 500 mil euros, financiado por capitais próprios e empréstimos bancários. Concorreram a fundos, mas a crise financeira veio alterar todas as premissas que constavam do projeto e obrigou-os a alterar a estratégia. Tinham incentivos à exportação, mas tiveram de recuar e, à cautela, passaram a exportar indiretamente, através de distribuidores. "É muito caro para uma empresa recente ter produtos financeiros de apoio à exportação", desabafa João Malheiros. DESENVOLVIMENTO EM PARCERIAS A qualidade dos produtos e os prémios que têm recebido - entre eles o de Jovem Kmpreendedor da ANJE - permitiu-lhes ganhar notoriedade e é-lhes hoje mais fácil chegar a outras empresas. E o facto de serem pequenos confere-lhes a flexibilidade que tem potenciado algumas parcerias. Foi assim que desenvolveram um novo isolamento exterior, que além de ser mais fino, não se deteriora tão rapidamente como os que existiam no mercado. As suas placas de espuma são revestidas com a argamassa da empresa-parceira, oferecendo um produto completo que agrada aos arquitetos - os "prescritores" do produto. Aceitaram também o desafio de uma empresa de caixilharia para desenvolver barras de espuma feitas à medida dos caixilhos, aumentando o isolamento das casas, produto que esperam venha a ter ótima aceitação internacional. Já estão em curso duas outras parcerias para desenvolver novas aplicações. O objetivo é lançar um produto por ano. Não têm previsões de volume de negócios para este ano. "Parámos de as fazer porque neste momento, em Portugal, não se sabe o que vai acontecer no próximo mês", desabafa João. Sabem apenas que os seus produtos constam de vários cadernos de encargos. GRAÇAS A DEUS, É SEGUNDA-FEIRA Trocar os empregos prqmisspres pelo risco de um negócio próprio foi a aventura da Monday A Monday começou a ganhar forma nos corredores da TMN, fruto da vontade de três colegas em fazer algo em conjunto. Rodrigo Costa, 35 anos, percebera já nos bancos do lscem, quando fazia a licenciatura em Gestão de Marketing, que não precisaria de trabalhar para outros para gerar rendimento. Completou a sua formação com uma pós-graduação e depois um MBA em Gestão, no Iscte, mas quis saber primeiro como funcionavam as organizações e trabalhou durante sete anos para a TMN e para a PT Wi-Fi. Foi aí que conheceu João Fernandes, da sua idade, com quem se entende às mil maravilhas. "O João gosta muito de inovação, de desenvolver ideias e conceitos novos, enquanto eu gosto de gerir e potenciar negócio", detalha Rodrigo. Quando conheceram Diogo Romão, 31 anos, especialista em tecnologias de informação e atual CTO da Monday, a equipa ficou completa. Começaram as reuniões semanais para dar corpo à ideia que queriam desenvolver c foram à procura de financiamento para a pôr em prática. "Assim que vimos o formulário do primeiro fundo, desistimos imediatamente, pois não tínhamos condições de responder às questões que colocavam", recorda Rodrigo, 35 anos. A ideia inicial era um projeto tecnológico, que precisava de capital para poder desenvolver soluções inovadoras para o mercado. Sem dinheiro, foi preciso simplificar e a Monday estreou-se no mercado a vender campanhas de marketing interativo, com financiamento zero - concebiam o projeto. vendiam a ideia, subcontratavam o seu desenvolvimento, que pagavam quando recebiam do cliente. "Desde o início, estamos totalmente orientados para vender", confirma Rodrigo, o CEO. ADEUS, EMPREGO SEGURO O primeiro projeto de marketing interativo foi uma campanha Clearasil, para a Reckitt Benckiser. Corria o ano 2006 e Rodrigo, que foi o primeiro a trocar um emprego seguro pelo risco calculado de um negócio próprio. Trabalhava no hall emprestado por outra empresa. Cinco anos depois, estão instalados na Torre 3 das Amoreiras, mas algumas das cadeiras que usam ainda vieram desses primeiros tempos. Na Monday o foco é o negócio e é para ele que é canalizada a energia e o dinheiro. Avançaram sem grandes receios, pois dominavam a área que escolheram. Rodrigo e João eram profissionais do marketing, com um forte know-how tecnológico, e implementaram na Monday o modelo de gestão de projeto da TMN, que conheciam como a palma das mãos, e que lhes permite desenvolver e entregar vários projetos cm simultâneo com uma equipa de 15 pessoas. Cerca de 80% dos seus colaboradores ficaram após o estágio profissional, mas Rodrigo Costa assume-se exigente no recrutamento. Não basta, porém, saber escolher os colaboradores. Também é crucial saber "selecio-

7 cionadas para os grandes clientes, como as campanhas, mas a criação de sites, a gestão dos seus conteúdos e o desenvolvimento de aplicações à medida, encaixam em empresas mais pequenas. Todas juntas foram responsáveis por uma faturação de 630 mil euros no ano passado e que deve atingir os 750 mil no final de dezembro. Com dezenas de campanhas implementadas, para a PT, M&M, LG ou RTP, entre muitas outras empresas, uma das prioridades da equipa da Monday é nunca perder o foco do cliente. "É mais importante uma ideia banal, que gera ótimos resultados para o cliente, do que conceber ideias para ganhar prémios com campanhas que muitas vezes não funcionam", clarifica Rodrigo, garantindo que é crucial que a equipa conheça bem o negócio dos clientes. nar" os clientes. "Ainda há muitas empresas portuguesas em que não se pode confiar", lamenta Rodrigo. "Em 2009, cerca de 20% da nossa faturação foram insolventes, o que tem um impacto enorme numa organização com a nossa dimensão." Assim que a crise começou a manifestar os primeiros sinais, a Monday fez um esforço de diversificação da carteira de clientes, para não ficar dependente das grandes empresas, que poderiam retrair investimento. Houve que construir propostas e desenvolver projetos também para pequenas e médias empresas. Agora, já está numa fase de consolidação com os clientes com quem tem melhores relações, mas prosseguindo o esforço de angariação de novos. Há áreas de negócio da Monday mais voca- A MONDAY ESTREOU-SE SEM QUALQUER FINANCIAMENTO: CRIA A IDEIA, SUBCONTRATA Â SUA EXECUÇÃO E PAGAWANDO ELA PRÓPRIA RECEBE SENDIT COMPRA A MYADLAB A internacionalização já poderia ter acontecido, mas Rodrigo e Diogo preferem dar passos seguras. Existe a vontade de criar uma operação em Madrid, porque é lá que estão os centros de decisão da maioria das multinacionais com que a empresa trabalha, mas os dois partners executivos da Monday consideram que ainda é cedo. Entretanto, a ideia que esteve na génese da Monday, mas que não foi possível desenvolver na altura por falta de financiamento, acabou por ver a luz do dia no final de 2008, sob o nome de MyAdLab. Os três sócios lançaram esta software house especializada no desenvolvimento de aplicações para smartphones, tablets e outros dispositivos móveis, em parceria com a Sendit, a quem acabam de vender a maioria da empresa. A complementaridade entre ambas continua e João Fernandes, que tem estado à frente da empresa desde o início, vai manter-s'e. Quem não se consegue ficar muito tempo quieto é Rodrigo Costa, que gosta de iniciar projetos, estabelecer objetivos e trabalhar para os atingir. Depois de quase seis anos concentrado na Monday, decidiu lançar-se, em paralelo, numa aventura diferente. Juntamente com a mulher, lançou a Lisbon Dream Guesthouse, um espaço acolhedor, em pleno coração de Lisboa, para os turistas que querem fugir aos hotéis típicos, mas manter o conforto e a qualidade do serviço. As suas ideias não vão parar por aqui, porque a sua veia de empreendedor precisa da adrenalina constante de "fazer acontecer".

8 FEEDZAI, UM PROJETO DEVIDA Três engenheiros da Universidade de Coimbra atraíram as atenções da Novabase e da ES Ventures Desde o momento em que decidiu que iria lançar um projeto próprio, que Nuno Sebastião, pensou em grande. "Não queria uma empresazinha, mas, sim, algo com potencial para criar algo disruptivo", assume. Para isso seria necessário reunir três ingredientes que considerava essenciais: capacidade técnica; identificar "o" problema a resolver; e arranjar financiamento para se lançar. Estávamos cm 2007 e Nuno, que já lançara outra empresa que teve de deixar quando integrou os quadros da Agência Espacial Europeia (AEE), decidiu que primeiro teria de se munir de alguns skills cruciais para esta empreitada. Trabalhava em Frankfurt, na AEE, desde 2001, e optou por fazer o MBA na London Business School. FORMA-SE A EQUIPA, NASCE O CONCEITO Entretanto, descobriu os parceiros para formar a equipa de sonho: Pedro Bizarro, 36 anos, que fora seu orientador de estágio na Universidade de Coimbra, c Paulo Marques, 35 anos, que integrara o júri de avaliação da sua tese de final de curso. Nesta altura, Pedro estava a fazer investigação na área do processamento de dados em grande quantidade em tempo real e, rapidamente, os três aperceberam-se de que tinham à frente do nariz "o" problema a resolver: numa sociedade em que é produzida muito mais informação do que a que se consegue consumir, o segredo é retirar a informação útil, com valor, do meio da confusão. É esta a proposta da FccdZai, que arrancou no final de 2009 com três pessoas, já tem 12 e espera contar com 25 funcionários até ao final deste ano. Depois de dois prémios - o BES Inovação, que ajudou na área do marketing e de acompanhamento legal, e o Smart Entrepreneurship Competition 2010, na categoria Modelos Digitais, atribuído pela European BIC Network - chegava o reconhecimento do mercado, abrindo-lhes o caminho para procurar investidores. "Com os financiamentos que já tínhamos conseguido, havia dinheiro para trabalhar até mas sentimos que precisávamos de investidores de referência que nos trouxessem credibilidade c oportunidade de crescer, antes que outra empresa nos ultrapassasse", explica Nuno Sebastião, A SONYERICSSON, BATEU A PORTA. DA FEEDZAI. FOI 0 PRIMEIRO CLIENTE INTERNACIONAL DA SIART-UP QUE CRE PODERÁ EM BREVE VIR A SER LÍDER MUNDIAL Nuno Sebastião, 33 anos, pensou em grande; queria lançar uma empresa disruptiva, não uma empresazinha CEO da FeedZai e o primeiro dos três engenheiros da Fctuc a trocar a segurança de um emprego por conta de outrem para se dedicar de corpo e alma à empresa. Desde que criaram a FeedZai que Nuno, Paulo e Pedro contam com o apoio de um advisory board que os tem ajudado a identificar as necessidades dos potenciais clientes. A Novabase tem estado ao seu lado desde o início. A dar lucro desde o primeiro ano de atividade e com financiamentos, os três sócios puderam escolher com serenidade os investidores que correspondiam aos objetivos que tinham traçado. Foi assim, que a Espírito Santo Ventures e a Novabase Capital entraram na FeedZai, com dinheiro, mas também com conhecimento em áreas cruciais que vão permitir acelerar o crescimento da empresa. RECONHECIMENTO ACELERA CRESCIMENTO Um crescimento que disparou desde que, em maio, a FeedZai foi apontada pela Gartner como fabricante de uma das ferramentas de Analytics e BI mais interessantes e com mais potencial. Foi o reconhecimento do Pulse, uma ferramenta de BI em tempo real, que reduz a necessidade de implantar aplicações de monitorização da atividade das empresas e de alertas de negócio. O produto desenvolvido pela FeedZai analisa dados em movimento, sem ser necessário estabilizá-los em bases de dados, permitindo aos clientes obter resultados superiores com apenas 10% do custo. Desde que o relatório foi publicado, os sócios andam numa roda viva para responder às solicitações, euforia que aproveitam para vender o produto internacionalmente. O primeiro cliente foi a SonyEricsson, que lhes bateu à porta. Agora apontam baterias para Alemanha e Reino Unido, Brasil e Estados Unidos. Até agora, a FeedZai esteve concentrada no desenvolvimento do produto, daqui cm diante o objetivo é vendê-10. "Não fazemos tecnologia por prazer, mas para resolver problemas concretos", diz Nuno para justificar porque acredita que dentro de quatro ou cinco anos esta start-up tecnológica pode ser líder mundial da sua área.

9 CRIAR O EFEITO UAU! A Lifetime, que Tiago Andrade lançou com a Myßrand, começou mal, mas levantou voo Aos 23 anos, Tiago Andrade, tinha reuniões com o primeiro-ministro e os ministros da Economia e das Finanças de São Tomé e Príncipe para negociar as condições de lançamento de um banco de investimento no país. Hoje está à frente de uma agência de new media e digital brand activation, uma nova forma de conquistar o consumidor que as grandes marcas já não dispensam, e tem no currículo a maior ação mundial de encartes digitais (para a Vodafone Casa Fibra) e as primeiras ações mundiais com LED 360 (para a Vodafone 360) e com oito hologramas em simultâneo (para a Bentley). A Lifetime, que constituiu em 2006 com a Myßrand como acionista de referência, que depois venderia a participação à Encore Expert, SGPS. não começou bem, mas depois de mudar o foco levantou voo. Assim que percebeu que as áreas de new media e brand activation para o offline eram incipientes, o diretor executivo mudou o chip e a Lifetime passou a criar o efeito UAU!, entre no mercado. EM BUSCA DE NOVOS MERCADOS O conceito do mupi reader, por exemplo, foi adaptado de uma tecnologia vocacionada para a segurança em espaços públicos. Agora, a Lifetime procura clientes que comprem a ideia de um mupi que consegue identificar o target que tem à frente - homem, mulher ou criança - e interagir com ele. "É uma tecnologia que pode funcionar bem para o sector automóvel ou de bebidas", explica Tiago Andrade, 32 anos, que tem entre os seus clientes Vodafone, Super Bock, PT, TMN, Kraft Foods, Nike, Toyota ou JWT - quem tem necessidade de inovar c dinheiro para pagar ações out-of-the-box. A empresa procura ativamente soluções para surpreender o mercado com verdadeiras pedradas no charco, como o foram a campanha dos hologramas para a Toyota Expcricncc (foi a primeira ação do género que fez) c a consola Emcarga, que se prepara para começar a exportar. "Não estamos presos ao passado", diz Tiago Andrade, "Não investi num determinado produto, antes vou adaptando as ideias que vejo no mercado, c é esse o meu investimento." A Toyota Experience, em Espanha, foi a primeira aventura internacional da Lifetime e Tiago Andrade acredita que se a crise financeira não tivesse estalado nessa altura, impedindo que o plano inicial para a Europa se concretizasse, a Lifetime poderia ser hoje uma multinacional. Mas o empresário está satisfeito com o crescimento da empresa, apesar de no final do ano passado ter reduzido a estrutura para metade e cortado custos para enfrentar os anos difíceis que se avizinham. A Lifetime está a conseguir mais projetos do que em 2010, mas de menor valor. Até ao ano passado, cresceu a dois dígitos, encerrando 2010 com uma faturação próxima dos 3 milhões de euros, mas este ano deverá faturar pouco mais de metade. A Lifetime procura novos mercados. Já tem parceiros comerciais para Moçambique e Médio Oriente, está a trabalhar os mercados de Angola e Cabo Verde indiretamente e quer entrar no Brasil com um parceiro local. Para a Europa, a estratégia é diferente. No final de julho formalizou-se uma rede de agências europeias da sua área. "É baixa a probabilidade de repetir projetos em Portugal, pelo que se criar sinergias para que um parceiro noutro país o venda, é fantástico", revela. "O que me interessa agora é vender para fora projetos com produção interna", confessa o gestor que admite gostar da adrenalina e do stresse desta atividade. 'A criação do banco de investimento c que foi um stresse... desde aí, todos os stresses são mais simples", admite.

10 NASCIDO PARA TRABALHAR PARA 51 Nunca quis trabalhar para outrem e hoje tem 50 pessoas a trabalharem na Perfichapa Não tem uma licenciatura, muito menos um MBA, mas Carlos Pereira, 35 anos, tem espírito empreendedor, tenacidade e dedicação ao trabalho. "Nunca quis trabalhar para os outros e tive sempre o espírito de aventura e de empreender, de ir à procura, de trazer comigo as pessoas para desenvolver e fazer crescer qualquer coisa de novo", explica logo em início de conversa. Começou com um empregado - o irmão, que detém 10% da Perfichapa - e hoje tem meia centena de trabalhadores por sua conta. Com o 9 o ano começou por ser metalomecânico, daí saltou para as vendas e só depois para o mundo empresarial. Correu mundo à procura de uma ideia nova para trazer para Portugal. Da China trouxe a representação de máquinas perfiladoras e de Itália outra ideia que abandonou devido aos elevados custos de transporte. Assim que atingiu um volume de negócios que considerou suficiente lançou-se por conta própria com a Perfichapa, para revolucionar o mercado ao nível regional. INVESTIR EM MÁQUINAS, VENDER SERVIÇO A sua revolução foi conseguir fazer produto à medida, com um prazo de entrega menor. O lema da empresa é vender serviço e não mercadorias. "A concorrência na altura precisava de duas a três semanas para satisfazer as entregas e nós viemos revolucionar o mercado com um prazo de 24 horas", explica. Nos dois armazéns de Serem de Cima, em Águeda, tem uma máquina para cada tipo de corte, enquanto a concorrência usa apenas uma, que tem de ajustar para cada encomenda, atrasando a entrega. Para trabalhar desta forma foi necessário um grande investimento - a máquina mais cara que tem custa 2 milhões de euros. Apesar de estar a começar e apenas com algumas poupanças que fizera enquanto vendedor, a banca acreditou nele e emprestou-lhe os milhões de euros que custaram as máquinas. "Só tinha o meu nome como recorda Carlos Pereira. garantia", O empresário soube apostar num nicho de mercado e vai manter-se aí. As exportações, que representam apenas 20% das vendas, nunca foram c não são um objetivo, porque nao são compatíveis com o seu modelo de negócio. "Quero continuar a satisfazer a pequena encomenda com uma capacidade de resposta muito rápida", explica. Está habituado a crescer acima de 30% ao ano, mas admite que em 2010 ficou um pouco aquém dessa marca (em 2009 faturou mais de 5,5 milhões de euros). Mas não desanima e vai voltar a banca para financiar mais investimentos. "Não sei viver sem dívidas", diz com um sorriso. A Perfichapa nasceu em 2005 e apesar de hoje já estar em velocidade de cruzeiro, foi um grande desafio para Carlos Pereira, que fez o seu percurso de forma ponderada: passou de simples vendedor a representante, antes de dar o salto para fabricante. Hoje detém um pequeno grupo. Carvisape (as iniciais do seu nome), que engloba empresas de importação, de transportes e de serralharia. Agora, outros saltos o esperam. Define-se como um homem de desafios, para justificar porque adquiriu uma empresa de eventos, que se instalara num pavilhão contíguo à Perfichapa. É esta agora a menina dos seus olhos e que quer acompanhar e fazer crescer nos próximos tempos: a Ideia Biba, vai passar dos 500 mil euros de faturação em 2010 para 5 milhões este ano e talvez o dobro em 2012, acredita "Nada se faz sem trabalho e trabalho cm média 12 horas por dia", conta. Só assim foi possível superar os altos e baixos na Perfichapa c provar que não nasceu para trabalhar para os outros, mas, sim, para criar c fazer crescer os seus próprios negócios.

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