SEGUROS. VidaEconómica ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1394, DE 6 MAIO DE 2011, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE

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1 SEGUROS DOSSIER MENSAL SOBRE O MERCADO SEGURADOR VidaEconómica ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1394, DE 6 MAIO DE 2011, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE EXPORTAÇÕES ENTREVISTA A FERNANDO REGO Págs. VIII e IX Pág. II CONSULTÓRIO JURÍDICO Pág. XII

2 II sexta-feira, 6 Maio de 2011 Procura de seguro de crédito para exportar já está a subir A Cosec registou no primeiro trimestre deste ano um aumento de 49% nas procura de seguros de crédito para mercados externos. A aposta nas exportações tem sido a aposta assumida por muitas empresas portuguesas para fazer face ao difícil contexto económico nacional e o seguro de crédito tem sido reconhecido como importante instrumento de apoio na hora de conquistar mercados além-fronteiras. O total, as vendas de seguro de crédito protagonizadas pela Cosec cresceram 21% no primeiro trimestre deste ano, face a igual período de ano passado. A Espanha continua a ser o país europeu a contar com maior exposição da companhia portuguesa, tendo registado um crescimento na ordem dos 47% em termos homólogos, superior aos restantes mercados, o que reforça a sua primeira posição nos mercados de destino das exportações garantidas para a União Europeia. Depois da Espanha, seguem-se a França, Alemanha, Reino Unido e Itália. Fora da União Europeia, os crescimentos mais relevantes verificaram-se na exposição para a Turquia (79%), Brasil (67%) e Estado Unidos América (41%). A procura de mercados fora da OCDE é uma realidade cada vez mais presente nas empresas portuguesas, constata também Miguel Gomes da Costa. O presidente da Cosec refere que são evidentes os indicadores relativos à procura na diversificação das vendas para esses, como bem demonstra a procura verificada para a linha de apoio ao crédito comercial para países fora da OCDE. Segundo o presidente da Cosec, desde a data de arranque da linha, no início de 2009, até ao final do 1º trimestre deste ano, já foram garantidas vendas para cerca de 80 países, onde destacadamente Angola ocupa a primeira posição, seguida de Cabo-Verde, Rússia, Marrocos e Brasil. PUB A linguagem em seguros, embora se reconheça seja um pouco hermética, não deixa de ser uma actividade com particularidades próprias e com termos técnicos acessíveis muitas vezes aos que comungam da profissão. Quantos de nós gostaríamos de poder acompanhar uma conversação técnica entre dois advogados, médicos ou arquitectos, mas a ausência de conhecimento da matéria faz muitas vezes com que os olhemos com admiração e, porque não dizê-lo, estupefacção face aos termos técnicos que existem nas diferentes actividades. Sabemos o que significa farfalho nos vendedores automóveis ou de prémio (valor que o cliente tem a pagar no seguro) que é o termo que se utiliza em seguros? De igual modo, o que mais tem preocupado esta actividade não será o facto dos sapateiros remendões a tocar rabecão (instrumento para afiar as facas de trabalho que quando utilizado mais parece um músico a tocar o aludido instrumento) que pululam nesta actividade, nomeadamente entre os empregados de balcão de bancos a vender seguros ou os call centers das telefónicas a esmifrar contratos como se estivessem a vender bananas para macacos. Vem isto a propósito de que grande parte das vezes perguntam aos clientes ou impõem aos mesmos quando concedem empréstimos bancários contratos de seguro com determinado valor ou capital. Mas que valor? Em função dos ramos e dos contratos podemos estar a falar de diferentes conceitos e fórmulas de cálculo, pois desde o valor de aquisição ao valor de reconstrução, valor venal, valor em novo, valor de substituição, valor de salvado, valor de depreciação, valor a 1º risco puro, valor a primeiro risco relativo, entre outros, cada um tem o seu cabimento, sendo que o cliente só sabe que tem de pagar o prémio e só se dá conta quando por altura do sinistro não recebe de indemnização o que pensava. Ou seja, aquando da venda da apólice deram-lhe umas luzes, infelizmente grande parte delas fundidas. Temos casos no ramo automóvel de clientes de seguros de danos próprios LUIZ FILIPE ACTASEGUROS-CORRETORES DE SEGUROS, SA Dá valor ao valor? SEGUROS para as suas viaturas e que ao terem uma perda total ao final do segundo ano vão receber o valor da viatura menos 48% (2% de desvalorização mensal) em vez de um valor em novo de 100% do veículo. De igual modo, o que está a acontecer com uma seguradora telefónica (parece mais cabina telefónica de caça níqueis, tal é o tempo de demora no atendimento, entre outras) em que consta a garantia de assistência em viagem, mas o cliente terá de pagar o valor de 30 euros por cada intervenção. O Instituto de Seguros de Portugal tem caprichado para tentar inverter a iliteracia nesta matéria, nomeadamente com a edição acabada de dar ao prelo de seis São os analfabetos funcionais que em grande parte alimentam a lista de clientes das seguradoras telefónicas e dos seguros subscritos nos bancos brochuras subordinadas ao tema: Automóvel; Conflitos; Contrato de Seguro; Fundos de Pensões; Habitação/Saúde/ Responsabilidade Civil; Vida/Planos de Poupança. Esperemos que o comum cliente passe a ser conhecedor e se altere o que José Saramago a seu tempo dizia e que passo a citar: Somos de portugueses, dos quais analfabetos funcionais. São estes últimos que em grande parte alimentam com o seu ingénuo desconhecimento a lista de clientes das seguradoras telefónicas e dos seguros subscritos nos bancos. Se dá valor ao valor dos seus bens e do seu património, fale com especialistas em seguros e não com vendedores de apólices que grande parte das vezes para acautelarem o seu património procuram no mediador de seguros o seu interlocutor e não subscrevem os produtos que no dia-a-dia tentam vender aos clientes mais leigos na matéria. Zurich protege clínicas veterinárias Zurich Vet e a nova solução lançada pela Zurich para profissionais de medicina veterinária, cobrindo os diferentes riscos a que os consultórios, clínicas ou hospitais veterinários estão sujeitos. A solução inclui as coberturas de Protecção Multirriscos, Protecção a Pessoas (acidentes profissionais e pessoais), Responsabilidade Civil Exploração e Profissional, Vida e Protecção Automóvel. Dada a importância da actividade económica das empresas de medicina veterinária em Portugal, a Zurich criou uma protecção integrada e tailor made, que decorre de uma experiência de seis décadas na área dos seguros em Portugal, confirma Paulo Aranha, director da Área de Desenvolvimento de Soluções de Mercado da Zurich.

3 SEGUROS sexta-feira, 6 Maio de 2011 III DISPERSÃO GEOGRÁFICA E ECONOMIAS DE ESCALA SÃO FACTORES CRUCIAIS NA NEGOCIAÇÃO Seguradoras apostam em redes convencionadas Mais do que reembolsar despesas efectuadas previamente pelos clientes de seguros de saúde, é na qualidade e diversificação das redes convencionadas que as seguradoras apostam para atrair mais clientes à sua carteira. A proliferação de hospitais privados tem contribuído para o fenómeno ANA SANTOS GOMES A possibilidade de recorrer a hospitais privados constitui um dos grandes atractivos do seguro de saúde para quem o subscreve, obrigando as companhias a apostar numa rede de prestadores com ampla cobertura geográfica para garantir proximidade de atendimento. Apesar de muitos segurados poderem escolher livremente o prestador de cuidados de saúde, usufruindo da modalidade de reembolso, a realidade tem vindo a demonstrar que cada vez mais os segurados preferem aceder aos prestadores de cuidados de saúde através da rede convencionada, que lhes proporciona comparticipações superiores e evita a liquidação prévia de custos a título privado. Atentas a este fenómeno, as seguradoras apostam no reforço das suas redes convencionadas, conscientes de que tal poderá fazer a diferença para o cliente na hora de escolher a apólice a suscrever. A rede convencionada continua a ser um dos maiores factores críticos de sucesso valorizados pelas seguradoras, sendo fundamental que os contratos sejam suficientemente abrangentes (multiplicidade de serviços/valências), devidamente dispersos geograficamente, com modelos de contratação ajustados e competitivos e fornecendo mecanismos de controlo de pagamentos e utilização (nomeadamente o controlo anti-fraude e abuso), bem como os devidos controlos de qualidade, explica Paulo Costa, director executivo de Gestão de Processos Operacionais e Qualidade da Advance Care. Mas o responsável da Advance Care garante que há mais factores valorizados pela seguradora na hora de escolher a rede convencionada. A informaçã de gestão, que permitirá proporcionar de forma sistemática elementos que permitam conhecer tanto a actividade/sinistralidade, como os níveis de serviço praticados na operação e o benchmarking do mercado, a flexibilidade na integração da Seguradora tanto ao nível da diversidade de configurações possíveis no lançamento de produtos inovadores e diferenciadores, como da própria cultura de gestão de sinistros e o acesso a uma estrutura agilizada e com as economias de escala que lhe estão inerentes são algumas das razões identificadas por Paulo Costa. Já para o cliente final o segurado claramente importante é o facto de o seu médico de determinada especialidade pertencer à rede, tendo em conta o elevado grau de fidelização que muitos portugueses fazem questão de manter com alguns profissionais de saúde. A isto junta-se, naturalmente, a questão financeira, embora o responsável da Advance Care considere que esta matéria acaba por ser, muitas vezes, incorrectamente avaliada pelos segurados, enquanto consumidores finais, pois nem sempre é considerado o custo financeiro total do serviço (que é o resultado da estratégia de contratação e leis de mercado), mas antes o valor liquidado no prestador a título de co-pagamento e que resulta das condições da apólice subscrita. PUB

4 IV sexta-feira, 6 Maio de 2011 SEGUROS ANULAÇÕES AUMENTARAM E NOVAS CONTRATAÇÕES ESTÃO MAIS DIFÍCEIS Crise afecta venda de seguros de saúde Apesar de a Saúde ser uma prioridade na vida dos portugueses e de cerca de 20% da população estar actualmente coberta por um seguro de saúde, as dificuldades económicas sentidas um pouco por todo o país têm estado a condicionar a evolução da procura do seguro de saúde. ANA SANTOS GOMES Há cada vez mais famílias a abdicar das coberturas proporcionadas pelo seguro de saúde, numa altura em que a redução do poder de compra obriga muitos portugueses a rever as prioridades do seu orçamento doméstico. Embora a Saúde seja assumida pelos portugueses como uma prioridade, o certo é que o carácter suplementar do seguro de saúde e o custo elevado dos seguros tem levado muitos segurados a abdicar das coberturas que proporciona. Tem-se notado uma retracção no que diz respeito aos seguros novos. A maioria dos novos seguros é de clientes que já possuem seguro de saúde noutras companhias e que procuram prémios menores com plafonds mais elevados. E ao nível das renovações, temos verificado um número superior de anulações, comparativamente ao ano transacto confirma Ana Palha, da responsável do Departamento de Saúde da Liberty Seguros. Um fenómeno que obrigou já muitos operadores a rever as suas expectativas para a facturação do ramo Doença e que obrigou também os segurados a rever o pacote de coberturas contratado. Estima-se que nos próximos anos o crescimento do ramo seja menos expressivo, levando a que os consumidores optem por PUB planos mais económicos, como é o caso da hospitalização, antevê fonte da Direcção Geral de Oferta e Marketing da AXA. Mas, apesar das dificuldades, o seguro de saúde continua a ser o seguro não obrigatório com mais sucesso entre as famílias. Nos últimos anos registou um histórico crescente na sua procura, que apenas abrandou com a agudização da crise económica, mas que não deixou de registar performances positivas anos após ano. A procura crescente por soluções na área dos seguros de saúde deve-se, fundamentalmente, à facilidade de acesso a hospitais e clínicas privadas com qualidade de prestação de serviço, infra-estruturas técnicas e humanas diferenciadas, que apresentam maior eficiência no atendimento, revela Carlos Pereira, subdirector da área de subscrição da CA Seguros. Mas há mais motivações. A principal razão para os portugueses subscreverem seguros de saúde deve-se essencialmente ao elevado tempo de espera do Serviço Nacional de Saúde, alega Ana Palha, da Liberty Seguros. E se até há pouco tempo havia que contar também com uma motivação fiscal, hoje esse motivo está praticamente afastado. Temos fortes sinais de que uma das principais motivações para efectuar um seguro de saúde assenta na necessidade de segurança. A ideia de ser mais fácil encontrar resposta atempada nos sistemas privados do que no público generalizou-se, refere Carlos Braga Lemos, director comercial Agentes e Mediadores da Groupama. De facto, a crescente consciência das demoras nas consultas, das listas de espera para intervenções, da limitação à possibilidade de escolha, constituem, entre outros, factores que motivam a procura e a contratação de seguros de saúde, concretiza o responsável da Groupama. Hospitalização deve ser prioridade Hospitalização, ambulatório (consultas de especialidade e exames complementares de diagnostico) e estomatologia estão entre as coberturas mais procuradas pelos portugueses, testemunham os operadores. Fazer face a despesas inesperadas e responder a despesas recorrentes são dois factores que motivam a compra do seguro de saúde, explica fonte institucional da AXA. Depois, há coberturas com uma procura mais recente, como é o caso da cobertura de Doenças Graves, ou coberturas acessórias, como as próteses, ortóteses e medicamentos, que também despertam o interesse dos consumidores. Mas é a cobertura de hospitalização que corresponde ao grande risco deste ramo, reflectido nas despesas que podem ser necessárias em caso de necessidade de internamento para cirurgia ou tratamento. É, aliás, este risco, de carácter mais aleatório que os restantes cobertos, que mais directamente corresponde à génese do seguro, criado para responder a eventuais riscos que obriguem a despesas avultadas. Carlos Braga Lemos, da Groupama, confirma esta teoria e acredita mesmo que, em caso de dificuldade financeira, alguns segurados poderão optar por reduzir as coberturas contratadas, cingindo-se à hospitalização. Repare-se que o problema para a maior parte das pessoas não é pagar duas ou três consultas, mesmo de especialidade. O grande drama, que pode surgir a qualquer um, é a necessidade de fazer face a uma intervenção cirúrgica, que pode envolver alguns milhares de euros. Aí sim, é que importa ter uma solução que permita atenuar o esforço financeiro e escolher o caminho a seguir, sem pôr em risco os anéis, alega o responsável da Groupama. Para as seguradoras, a crise constitui um receio bem presente. Subir preços está longe de ser solução, agora que as famílias atravessam mais dificuldades financeiras, e as contas no final do ano deixam um amargo de boca. Carlos Pereira, da CA Seguros, confirma que a rentabilidade dos seguros de saúde tem vindo a baixar devido aos elevados consumos em determinadas coberturas, obrigando à introdução de medidas de correcção nos co-pagamentos, que têm sofrido ligeiros aumentos ao longo do tempo, e a uma avaliação rigorosa dos questionários clínicos.

5 SEGUROS sexta-feira, 6 Maio de 2011 V COLECCIONÁVEL SEGURO DE SAÚDE SEGURO DE SAÚDE Funciona em Portugal como sistema suplementar ao Serviço Nacional de Saúde. Para aceder ao seguro de saúde, os cidadãos têm de subscrever uma apólice de seguro do Ramo Doença, mas não deixam de estar cobertos pelo Serviço Nacional de Saúde. Em cada momento podem optar por recorrer a prestadores de cuidados de saúde da rede pública ou accionar a sua apólice de seguro. MODALIDADE REDE CONVENCIONADA ( MANAGED CARE ) As seguradoras que disponibilizam seguros de saúde nesta modalidade estabeleceram parcerias com rede de prestadores de cuidados de saúde ou criaram a sua própria rede. Estas incluem hospitais, clínicas, médicos, centros de exames complementares de diagnóstico, entre outros, podendo a pessoa coberta, em cada episódio, recorrer a um prestador desta rede, identificando-se como segurado. MODALIDADE REEMBOLSO As seguradoras que disponibilizam seguros de saúde nesta modalidade comprometem-se a reembolsar a pessoa segura pelas eventuais despesas que este tenha suportado ao aceder a um prestador privado de cuidados de saúde. O contrato de seguro devera definir, desde o primeiro momento, qual a percentagem de reembolso prevista para cada acto médico. CARTÕES DE CONSUMO São uma das últimas tendências do mercado segurador e foram criados para dar resposta a necessidades crescentes de consumo dos segurados, sobretudo nas vertentes de estomatologia e ambulatório. Tal como os seguros tradicionais, também os cartões são válidos pelo período de um ano, com possibilidade de renovação automática. Dão acesso à rede de prestadores de cuidados de saúde convencionada com a seguradora, beneficiando a pessoa coberta de uma tabele específica de descontos para cada acto médico, que é revista anualmente. Não proporciona os mesmos benefícios que o seguro tradicional, mas permite obter descontos consideráveis e ate aceder gratuitamente a alguns actos médicos. Entre as principais vantagens dos cartões estão a não sujeição a períodos de carência e a ausência de limites de capital. PRÉMIO É o preço a pagar anualmente pela validação do seguro, que salvo indicação em contrário, é renovado automaticamente mediante pagamento. O cálculo do prémio varia sobretudo em função da idade da pessoa segura, mas pode também ser agravado em caso de doença preexistente, que deve ser declarada no momento da contratação da apólice. A generalidade das seguradoras concede também descontos crescentes para agregados familiares, o que significa que o prémio de seguro beneficia de descontos maiores à medida que mais elementos do agregado familiar passam a estar cobertos pela apólice de seguro de saúde. Apesar de o prémio ser calculado em termos anuais, a generalidade das seguradora permite o seu fraccionamento semestral, trimestral ou mensal, sem agravamentos. CO PAGAMENTO Franquia cobrada à pessoa segura em cada acto médico realizada na rede convencionada de prestadores privados. Pode ser estipulada em percentagem ou em valor fixo, consoante os actos médicos em causa, e a sua actualização deve ser comunicada anualmente aos segurados. Além da franquia cobrada por cada acto médico, algumas seguradoras cobram também uma franquia anual por valência, que o segurado terá de liquidar no primeiro episódio de recurso à rede em cada anuidade do seguro. PERÍODO DE CARÊNCIA Algumas coberturas podem estar sujeitas a períodos de carência antes de se tornarem efectivas, o que significa que apesar de o seguro estar pago e em vigor a pessoa segura não poderá accionar a MODALIDADE MISTA É a modalidade mais comum no sector segurador português. Conjuga as modalidades de rede convencionada e de reembolso, permitindo ao segurado optar, em cada momento, entre o recurso a prestadores da rede convencionada ou o recurso a prestadores fora da rede em regime de reembolso. apólice antes de terminado o período de carência da respectiva cobertura. Os acidentes estão naturalmente excluídos desta obrigatoriedade, dado o seu carácter de imprevisibilidade. Para as coberturas de consultas e exames estão geralmente previstos períodos de carência que rondam os três meses. Já para as coberturas de parto podem estar previstos períodos de carência superiores a um ano. Esta foi a prática adoptada pelo mercado segurador para garantir que o seguro não é contratado quando o segurado se apercebe que vai necessitar em breve de determinado cuidado médico. PEDIDO DE AUTORIZAÇÃO A realização de alguns exames complementares de diagnóstico e de algumas cirurgias com internamento hospitalar podem estar sujeitas a uma autorização prévia da seguradora. Nesses casos, o segurado deve enviar a companhia de seguros todos os relatórios ou prescrições médicas que justifiquem a realização do procedimento médico e aguardar que a seguradora lhe conceda autorização para a realização do exame ou cirurgia solicitado ao abrigo das condições previstas no seguro de saúde.

6 VI sexta-feira, 6 Maio de 2011 SEGUROS COLECCIONÁVEL SEGURO DE SAÚDE CAPITAL É um dos principais factores a levar em conta na hora de escolher a apólice do seguro de saúde. Cada contrato prevê um limite de capital para cada cobertura e que corresponde ao plafond que poderá ser gasto com actos médicos durante a anuidade do seguro. Daí que seja importante comparar, por exemplo, se a cobertura de hospitalização tem um limite de capital de ou euros, que poderá fazer toda a diferença em caso de sinistro grave, mas que tem também naturais reflexos no prémio do seguro. Se o limite de capital para uma das coberturas for esgotado durante a anuidade, o segurado poderá continuar a accionar o seguro para as restantes coberturas, mas já não poderá aceder a quaisquer benefícios no âmbito da cobertura com capital esgotado. No entanto, e uma vez que os contratos têm duração anual, a partir da data de renovação do seguro o capital previsto na apólice é integralmente reposto e voltará a estar disponível. AMBULATÓRIO Cobertura mais exposta a grandes consumos, uma vez que inclui as consultas de especialidade e a realização de exames complementares de diagnóstico. COBERTURA Tipo de cuidados médicos a que a pessoa segura pode recorrer no âmbito da sua apólice de seguro de saúde. Entre as coberturas principais de um seguro de saúde estão a hospitalização/internamento, o ambulatório (inclui consultas e exames complementares de diagnóstico), parto e estomatologia. Um número crescente de seguradoras tem vindo também a apostar na disponibilização de cuidados médicos em redes internacionais e no acesso a redes de saúde & bem-estar, que incluem, por exemplo, health clubs e termas. HOSPITALIZAÇÃO É a cobertura referente aos grandes riscos. É accionada em casos que requeiram hospitalização/internamento, seja m caso de acidente ou para a realização de cirurgias previamente agendadas. Inclui a ocupação do quarto, blocos de cirurgia, materiais utilizados e honorários médicos, entre outros. ESTOMATOLOGIA Cobertura de acesso a cuidados de estomatologia. Geralmente prevê a realização de uma primeira consulta de diagnóstico antes de poder ser accionada a apólice. MEDICAMENTOS Alguns planos de cobertura incluem comparticipações na aquisição de medicamentos. A percentagem da comparticipação é definida previamente pela seguradora. EXTENSÃO AO ESTRANGEIRO Cobertura prevista em algumas apólices que permite aceder a uma rede médica internacional para confirmação de diagnóstico e para a realização de tratamentos complementares. DOENÇAS GRAVES Cobertura com limites de capital mais elevados que pode ser accionada em caso de diagnóstico de doença grave, como as doenças do foro oncológico. EXCLUSÕES Em regra, as doenças já declaradas à data da subscrição da apólice não estão cobertas pelo seguro de saúde, uma vez que o risco de aparecimento da doença não é aleatório, mas certo, desobedecendo a génese do seguro. No entanto, é possível que a seguradora aceite incluir alguns aspectos relacionados com a doença, mediante um agravamento do prémio. A omissão de doenças preexistentes na contratação do seguro pode vir a ser considerada como prestação de falsas declarações, o que legitimará a seguradora a invocar a nulidade do contrato e, em consequência, recusar o pagamento de despesas associadas a essa doença. IDADE MAXIMA DE ADESÃO Corresponde à idade limite para aceitação da subscrição de um seguro de saúde ou para a inclusão dessa pessoa num seguro já existente. As seguradoras estabelecem esta idade limite de adesão para evitar que os clientes subscrevam a apólice apenas quando estão a chegar à idade sénior, dado o aumento previsível do recurso a cuidados médicos nessa fase da vida. IDADE LIMITE DE PERMANÊNCIA É a idade da pessoa segura a partir da qual a seguradora deixa de a aceitar como pessoa coberta pela apólice. Pode variar consoante a idade da adesão, já que algumas seguradoras aceitam que o segurado permaneça coberto pela apólice até ao fim dos seus dias, desde que a sua adesão ao seguro tenha acontecido.

7 SEGUROS sexta-feira, 6 Maio de 2011 VII Mútuas e seguradoras disputam clientes A visão das mútuas é de solidariedade e de sustentabilidade, afirma Vasco Mendes. Vasco Mendes explica as principais diferenças entre o modelo de negócio das seguradoras e das mútuas, numa altura em que se intensifica a disputa de clientes. O administrador da Europamut garante que a competitividade das mútuas nunca girará em torno do preço. O que distingue a oferta das mútuas da oferta das seguradoras convencionais? Embora as ofertas sejam, à primeira vista, idênticas quanto à forma de apresentação dos seus planos ao mercado, os princípios, os objectivos e a filosofia que estão por detrás de cada uma das organizações são completamente diferentes. Na verificação de uma deficiência ou insuficiência de um sistema, a seguradora convencional detecta uma oportunidade de mercado, enquanto a mútua vê uma necessidade social para colmatar. Uma seguradora convencional busca permanentemente a melhoria do risco através da sua progressiva selecção. Ao contrário, temas como selecção médica ou discriminação de quaisquer pessoas não são possíveis no quadro de uma mútua. A idade, o estado de saúde ou quaisquer outros factores de diferenciação não podem, no ambiente de uma mútua, ser motivos de exclusão ou tratamento selectivo. Ao contrário das seguradoras convencionais, as mútuas não têm uma visão de lucro, simplesmente procuram o sistemático equilíbrio na gestão dos benefícios e responsabilidades assumidas para com cada um dos seus aderentes. A visão das mútuas é de solidariedade e de sustentabilidade. Essa distinção é claramente percepcionada pelo consumidor português? A resposta é não! Lamentavelmente, a grande maioria das pessoas não está sensibilizada para, pelo menos, tentar perceber as diferenças, que poderão não ser muitas, mas são muito importantes. Existe ainda uma grande falta de informação sobre o verdadeiro papel das mútuas. O nosso passado recente deseducou-nos quanto aos aspectos dos direitos enquanto seres humanos e dos deveres enquanto membros sociais. Esta característica da nossa população terá, a pouco e pouco, de ser corrigida. Para isso é fundamental o papel dos media e a responsabilização dos diferentes actores de mercado. No que toca aos seguros de saúde, o consumidor revela ainda uma grande falta de verdadeiro espírito crítico no momento da escolha. A sua opção é baseada sobretudo no valor dos capitais cobertos e no preço. Há uma visão imediatista e consumista do seguro. Por exemplo, ainda não é devidamente valorizada a boa solução (leia-se escolha) capaz de suprir as necessidades que podem resultar de sermos atingidos por um caso grave. Todos temos de perceber que, mais tarde ou mais cedo, poderemos necessitar, nós mesmos ou um dos nossos próximos, de verdadeiros cuidados, eventualmente significativos, que poderão criar-nos dificuldades financeiras graves. Hoje poderemos beneficiar de um estado de saúde de ferro mas sabemos que, infelizmente, não o conservaremos para sempre. No entanto, estamos confiantes de que o cada vez maior nível de informação da nossa população, o papel que tem vindo a ser desempenhado por alguns media e o crescente empenho das entidades oficiais, irão contribuir para uma melhor percepção do papel das mútuas no quadro da protecção da saúde dos portugueses. Quanto custa segurar hospitalização e ambulatório? Os três cenários que se seguem tipificam agregados familiares comuns para proporcionar uma percepção clara do custo que a subscrição de um seguro de saúde representa anualmente para cada família. Os preços solicitados às companhias de seguros referem-se aos planos mais baratos que incluam hospitalização e ambulatório, mas é preciso salientar que muitos dos planos disponibilizados pelas seguradoras não Portugueses rendidos a cartões de consumo Os cartões de consumo são cada vez mais procurados por clientes que não podem ou não querem ter um seguro de saúde e que encontram nesta tarjeta o acesso a uma rede convencionada de prestadores de cuidados de saúde, beneficiando de preços reduzidos. A compra de cartões de desconto é efectuada pela necessidade de cuidados de saúde com maior abrangência face aos cuidados prestados pelo SNS ou para terem acesso a esses serviços de uma forma mais acessível, explica fonte da Multicare, empresa do grupo Caixa Geral de Depósitos que lançou os cartões ActivCare. Sem limites de idade, limites de capital ou períodos de carência, os cartões podem ser adquiridos por quem sabe que vai necessitar de efectuar despesas de saúde e quer recorrer a prestadores privados de cuidados de saúde a preços mais acessíveis. São também a resposta para consumidores cuja idade lhes condicione a subscrição de um seguro convencional, nomeadamente a partir dos 50 anos. Ambulatório e estomatologia são as coberturas mais procuradas em regime de cartão de consumo, confirmam os operadores. A redução de custos sobre o preço de particular pode variar entre 30% e 50%, revela fonte da Generali. Esta tipologia de produto assenta no pressuposto de coberturas de baixo cúmulo de risco e/ou frequência para a seguradora e Marido 33 anos; Mulher 30 anos incluem exclusivamente estas duas coberturas, o que influencia o seu preço final. Há que analisar, portanto, as coberturas adicionais incluídas em cada um dos planos comparados, tal como e imprescindível que confirme os limites de capital previstos em cada uma das apólices, pois facilmente encontrara valores muito diferenciados, sobretudo no capital da cobertura de hospitalização. Companhia Prémio Anual Allianz 694,23 AXA 677,46 CA Seguros 566,29 Generali 576,11 Groupama 835,88 Liberty 585,17 Lusitania 820,21 Médis 546,60 Multicare 902,99 Tranquilidade 714,48 Zurich 581,24 Pai 35 anos; Mãe 35 anos; Filho 5 anos Companhia Prémio Anual Allianz 1011,90 AXA 957,25 CA Seguros 823,05 Generali 798,70 Groupama 1191,75 Liberty 851,19 Lusitania 1047,64 Médis 795,12 Multicare 1275,96 Tranquilidade 910,79 Zurich 845,40 Pai 40 anos; Mãe 38 anos; Filho 15 anos; Filha 10 anos Companhia Prémio Anual Allianz 1131,84 AXA 1172,94 CA Seguros 1049,40 Generali 956,20 Groupama 1369,15 Liberty 1084,27 Lusitania 1217,42 Médis 910,33 Multicare 1416,86 Tranquilidade 1198,37 Zurich 1075,45 Fonte: empresas portanto com um preço de venda também baixo e muito atractivo para o cliente final, alega fonte da Generali. E se para assistência médica em ambulatório a oferta em cartões de consumo ainda é diminuto, para a cobertura de estomatologia é já alargada a oferta do mercado segurador em matéria de cartões de consumo. É desta forma que muitos consumidores contornam os baixos limites de capital previstos para esta cobertura nas apólices tradicionais e recorre a cartões de consumo para continuar a aceder a prestadores privados, mas com preços mais reduzidos. Estes produtos permitem o acesso a redes de estomatologia de grande reputação sem qualquer custo ou com custos mais reduzidos face ao que aconteceria sem um seguro contratado e um acesso mais simples e sem tempos de espera as consultas e tratamentos de estomatologia, ao contrário do que acontece no Serviço Nacional de Saúde, justifica Carlos Silva, da Direcção de Marketing da Tranquilidade. Na Allianz, fonte institucional da empresa recorda que os portugueses recorrem cada vez mais a seguros de saúde para não estarem dependentes do Serviço Nacional de Saúde, que apresenta carências de oferta, e na estomatologia esta situação é ainda mais preocupante, uma vez que a comparticipação do SNS é praticamente inexistente.

8 VIII sexta-feira, 6 Maio de 2011 SEGUROS FERNANDO REGO ANALISA DIFICULDADES DA MEDIAÇÃO E ANUNCIA PRIORIDADES DA APROSE O grande capital do mediador Recém-eleito presidente da APROSE, Fernando Rego reconhece que os tempos não são fáceis para a actividade da mediação, que poderia estar mais profissionalizada se a legislação não estivesse a permitir que a falta de independência e profissionalismo continuem a fazer parte da história da actividade. Apostar na formação, na competitividade e na internacionalização dos mediadores são prioridades assumidas para os próximos três anos Há cada vez menos fidelização, lamenta Fernando Rego. ANA SANTOS GOMES Vida Económica Assume a presidência da APROSE, sucedendo a António Vilela, que liderou a associação durante a última década. Que herança recebe do seu antecessor? Fernando Rego Ainda me parece cedo para falar disso. Estou a receber as primeiras informações e a recolher elementos, mas creio que vou encontrar uma casa arrumada, com uma situação estável e sem dossiers pendentes que possam provocar convulsões ou contratempos. VE - Chega à presidência da associação numa altura em que o país vive num contexto económico difícil. Que impacto está a ter a crise na actividade da mediação? FR - Não há dúvidas de que a altura em que assumi a presidência da associação não é exactamente a mais favorável. A crise que o país atravessa, sobejamente conhecida, vai deixar marcas em todos os sectores da economia e a mediação de seguros não lhe vai ficar imune, antes já está a sofrer com ela e vai continuar a receber as suas consequências. A mesma crise é cada vez mais responsável Lista de Fernando Rego eleita com 909 votos Os novos órgão sociais da APROSE para o triénio 2011/2013 foram eleitos a 16 de Abril em Fátima, com 909 votos. Fernando Rego estreia-se como presidente da associação que representa os mediadores profissionais de seguros, embora já tenha passado pelos órgãos sociais da APROSE no mandato 2008/2010, quando foi presidente do Conselho Geral da associação, e tem estado ligado à história da associação praticamente desde o seu inicio, tendo chegado a assumir a vice-presidência da Direcção. Eis a lista dos membros que compõem os 5 órgãos sociais da APROSE: Direcção: Pedro Penalva (Aon), Luís Cervantes (Sabseg), Carlos Rodhes (Credite Egs), Pedro Rego pelas falências de empresas, pelo desemprego e, por arrastamento, pelo não pagamento de prémios, pelas reduções de capitais e de coberturas e anulações de seguros, por exemplo. (Cliff), Carlos Meira (Finisegur), Marco Pita (Bónus), Teresa Lago (Sá Pereira do Lago), Rui Reis (Conselho Seguro); Mesa da Assembleia Geral: Celso Amaral (A.Martins), Ricardo Pinto Santos (Mds Auto), António Santos Costa (Usa Seguros); Conselho Fiscal: José Manuel Fonseca (Mds), Lúcio Cavaco (Gerbroker) e José António Pereira (Segminho); Conselho Geral: Manuel Capucho (Villas Boas Acp), Luís Megre Beça (Patris), António Osório (Normed), Inácio Sousa (Insurtram); Conselho Deontológico: Paulo Loureiro (Secre), Rita Fonseca (Mediator), João Archer (Villas Boas Acp Archer & Camacho).

9 SEGUROS sexta-feira, 6 Maio de 2011 IX r é a confiança do seu cliente VE - Numa altura em que o preço conta ainda mais na hora de subscrever um seguro, como pode o mediador de seguros convencer os seus clientes de que o preço não é tudo? FR Não é tarefa fácil e é mesmo muitas vezes impossível, mas é importante que os clientes tenham a consciência de que o preço, embora determinante na escolha e nas opções, não deverá nunca ser o único factor a ponderar nas escolhas do consumidor, sendo fundamental uma análise adequada à qualidade do produto (coberturas, franquias, limites de indemnização), bem como a escolha do serviço de acompanhamento e consultoria, no qual o mediador tem um papel chave. Convencer os clientes de que o preço não é tudo não é tarefa fácil e é mesmo muitas vezes impossível esta actividade o fizesse como verdadeiro profissional. VE - A relação entre seguradoras e mediadores tem vindo a mudar? Como define hoje essa relação? FR A relação entre seguradoras e mediadores tem alguma complexidade e tem vindo a sofrer alterações. Julgo que está cada vez mais na altura de estabelecer pontes entre ambas as entidades, de modo a que em conjunto, seja possível, melhorar a relação com o mercado e o aprofundar de relações de parceria e confiança mútuas. VE - Como avalia a cultura de seguros dos portugueses? O valor dos seguros é devidamente reconhecido pelos consumidores? FR O consumidor, por dificuldades económicas ou outras, nem sempre tem a consciência das suas necessidades de protecção, que com frequência negligencia. Do meu ponto de vista, ele só reconhece o valor e a importância dos seguros se for ou tiver sido vítima de qualquer fatalidade ou infortúnio que os seguros tenham resolvido. Os seguros têm um valor social indispensável numa sociedade desenvolvida que importa relevar por todos os agentes do sector. VE - Quais as prioridades da APROSE para os próximos três anos? FR As nossas prioridades são as que anunciámos na nossa candidatura e as que eu próprio salientei quando a minha lista foi proclamada vencedora das eleições e que resumidamente são as seguintes: aumentar a representatividade da associação; promover a importância da actividade; reforçar a capacidade de interlocução junto do Instituto de Seguros de Portugal e da Associação Portuguesa de Seguradores; fortalecer o poder institucional da mediação profissional; apostar na formação; promover a internacionalização dos associados; promover a independência e a competitividade dos mediadores e rever os estatutos. PUB VE - A fidelização de clientes é uma missão impossível por estes dias? FR - Não é de todo, embora cada vez mais haja menos fidelização e, por isso, não seja fácil tal desiderato. Nos dias de hoje, o cliente não tem os mesmos valores do passado e a sua fidelização assenta mais no preço que paga pelos seus seguros e muito menos na qualidade do serviço, na relação com o seu mediador, mesmo que de longa data. VE - Como define, hoje, o papel do mediador de seguros? FR O mediador de seguros continua a ser o consultor/conselheiro do cliente, cabendo-lhe responsabilidades que deve saber cumprir, mas nesta actividade o seu grande capital é o da confiança que o cliente deve nele depositar. Se esta não existir, a relação não faz nenhum sentido. VE - A Lei da Mediação contribuiu tanto quanto desejava para a profissionalização desta actividade? FR Nem por isso. Infelizmente há cada vez mais mediadores, uma boa parte dos quais, provavelmente a mais numerosa, nada tem de profissional ou independente e, portanto, pouco ou nenhum valor acrescenta. Creio que a eliminação de montantes mínimos de comissões acabou por conduzir a uma proliferação de mediadores autorizados nada desejável. Mas a decisão e a responsabilidade não são da APROSE. VE - O que gostaria de ter podido mudar na Lei da Mediação? FR Gostaria que o organismo regulador não tivesse neutralizado os montantes mínimos de receitas dos mediadores para poderem ostentar tal estatuto e que cada vez mais quem exerce

10 X sexta-feira, 6 Maio de 2011 SEGUROS O mediador profissional vende risco e serviço de qualidade Garantem que ser mediador é muito mais do que vender seguros e apostam na qualidade de serviço para conquistar a confiança dos clientes, embora reconheçam que os clientes se focam mais no preço. Nuno Martins e Manuel Lopes formaram a mediadora Uniway há um ano e meio e investiram no tratamento de proximidade para conquistar e fidelizar clientes Vida Económica Concordam quando se diz que a actividade se tem tornado mais exigente? Porquê? Uniway Sim, a actividade está mais exigente, mas também mais profissional. Consideramos que é positivo para a actividade e para todos os envolvidos, clientes, mediadores e seguradoras. Vários factores contribuíram para esta exigência, primeiro as alterações legais, que trouxeram novas regras e normas, as actuais regras de cobrança, etc. Por outro lado, a conjuntura económica também obriga a uma maior atenção da mediação e das seguradoras a novas realidades porque clientes, mediadores e seguradoras querem reduzir custos. Estruturas antigas e pesadas têm de se tornar mais leves e ágeis para responder ao cliente, cada vez mais exigente e sempre à procura de preço, mas também em busca de segurança num serviço de qualidade. VE Qual a maior dificuldade que o exercício desta actividade encerra? Uniway Actualmente a maior dificuldade dos mediadores profissionais de seguros é encontrar nas seguradoras estabilidade para definirem estratégias. Por vezes sentem-se indefinições nas equipas de trabalho das seguradoras, o que até é compreensível. Por um lado há pressão interna para a obtenção de resultados, por outro existe a pressão do mercado e aqui falamos de todos os envolvidos e não só dos clientes. A actual conjuntura económica e as alterações legais, por exemplo o Código Contributivo, contribuíram muito para a uma maior concentração de mediadores, que procuram criar sinergias e reduzir custos. Mas também fez com que as seguradoras procurassem mediadores profissionais e autónomos, pois estes profissionais, além de fazerem uma melhor análise do risco, também contribuem para a redução dos operacionais das seguradoras. Na mediação, como em qualquer outra actividade, cada um de nós tem de definir o caminho a seguir em parceria com as seguradoras que nos queiram acompanhar. VE Um mediador de seguros pode ser apenas um vendedor de seguros? Uniway No sentido que a pergunta é feita, a resposta tem que ser NÃO! O vendedor de seguros apenas embrulha o pedido A maior dificuldade dos mediadores profissionais de seguros é encontrar nas seguradoras estabilidade para definirem estratégias, alegam Nuno Martins e Manuel Lopes. Focados na qualidade e proximidade Com um ano e meio de história, a Uniway é o projecto que resulta da união de dois profissionais de seguros com uma larga experiência de mais de 15 anos de actividade em seguradoras, corretoras e sociedades de mediação nacionais e internacionais e na mediação. Acreditamos na concentração de esforços, no trabalho em equipa, pois só assim é possível alavancarmos as nossas capacidades e resultados, afirmam Nuno Martins e Manuel Lopes, os dois sócios-gerentes. Apesar de ainda estarmos no início do caminho, a nossa equipa vem aumentando progressivamente, com a integração de comerciais e com o reforço da estrutura administrativa muito importante no apoio aos comerciais, mas sobretudo focada em prestar um serviço qualidade ao cliente que consideramos o nosso principal parceiro! É um trabalho de proximidade feito dia a dia, asseguram. perante o cliente, respondendo à necessidade do preço. O mediador de seguros tem que ser mais do que isso e é exactamente essa a diferença que é a resposta para sermos a mais-valia para o cliente. Pretendemos que o cliente, quando tem um sinistro, sinta que pode contar com o nosso apoio e que tem um produto que satisfaz as suas necessidades. Sabemos que existem clientes para o seguro low-cost, que compram entre o carrinho das compras e a caixa do supermercado, e que o antigo vendedor de seguros que vendia o preço continua a existir, está na internet e faz anúncios na televisão. Mas o mediador profissional vende riscoe presta um serviço de qualidade. VE Que opinião tem acerca das plataformas informáticas que as seguradoras disponibilizam aos mediadores? Uniway De um modo geral são muito boas e existem soluções excelentes. Outras estão a evoluir muito e a disponibilizar mais soluções aos mediadores, que assim podem dar resposta ao cliente, célere, e com qualidade. VE Considera que a existência de múltiplas plataformas e produtos acabam por conduzir à especialização do agente? Uniway Existem muitas realidades. Há mediadores que preferem restringir o número de seguradoras com as quais trabalham para, assim, poderem dominar melhor as plataformas das mesmas, o que entendemos. Mas se queremos prestar um bom serviço ao cliente temos que ter capacidade para trabalhar com várias soluções e várias plataformas, muitas vezes as seguradoras complementam-se e se o mediador de seguros quer obter as melhores soluções para o cliente, não pode limitar a procura. VE A especialização pode arrastar desvantagens? Quais as vantagens? Uniway Nós procuramos mais as vantagens em nos especializarmos na mediação de seguros, isto é, procuramos constantemente as melhores soluções para os nossos clientes. É claro que estamos mais familiarizados com umas seguradoras do que com outras, mas em geral trabalhamos com quem gostamos e em quem confiamos. Apostamos nas pessoas, pois são elas que fazem as seguradoras. Acreditamos em parcerias nos dois sentidos, mais responsabilidade para mais compromisso. VE A conjuntura económica continua a acentuar pedidos de renegociação das carteiras de seguros por parte dos clientes? Como tem sido a evolução em 2011? U A conjuntura económica trouxe dificuldades financeiras e naturalmente os clientes procuram reduzir custos. Mas traz sobretudo maior rigor e atenção ao negócio. O cliente está preocupado em ter boas soluções para garantir pessoas e bens. Os seguros começam a ser vistos como parte essencial do negócio do cliente, criando mais segurança e proporcionando melhores condições de trabalho, o mesmo se passa nos particulares cada vez mais preocupados em garantir o risco e em poupar, por isso parece-nos que em 2011 se reduzirão as renegociações de carteiras de seguros. Verificamos também que as seguradoras estão a corrigir as tarifas porque anteriormente cederam às pressões do mercado para baixar os prémios, outras baixaram para ganhar quota de mercado, reduzindo perigosamente as suas margens. Pois os custos com a sinistralidade rodoviária não baixaram e houve danos provocados por fenómenos climatéricos extraordinários. Todos estes factos contribuíram para o esmagamento das rentabilidades de algumas seguradoras e prejuízos consideráveis noutras.

11 SEGUROS sexta-feira, 6 Maio de 2011 XI CALENDÁRIO DE EVENTOS DA ACTIVIDADE SEGURADORA MAIO/2011 CONSULTE ONLINE EM Data 9 e 10/05/11 12/05/11 (início) Evento O novo regime do contrato de seguro e a tutela do consumidor Curso: Modalidades de Seguros Vida Clássico 13/05/11 Curso: Avaliação de opções implícitas em contratos de seguro 16/05/11 Curso: Workshop: Ferramentas de Marketing Aplicações ao sector segurador 16 e 17/05/11 18 a 20/05/11 Curso: Seguros de Acidentes de Trabalho X Congreso Regional COPAPROSE /05/11 Seminário:Seguros de Transporte de Mercadorias para Angola Local Contactos e informações Organização Cidade Endereço Telefone Fax Web page Lisboa Rua da Artilharia Um, n.º 79-4º DECO elearning elearning INETESE pt Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores.pt Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores.pt Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores.pt Panamá, ciudad do Panáma Hotel Riu Panama Plaza COPAPROSE cableonda.net Lisboa A designar IIR Portugal /05/11 Fórum Segur Art 2011 Aveiro Hotel Mélia Ria Art - Corretores de Seguros, S.A. 23 e 24/05/11 29/05/ a 1/06/11 Curso: Seguros de Acidentes de Trabalho XXXIII Conferência Hemisférica de Seguros 31/05/11 Curso: Seguros de incêndio e multirriscos para proprietários de imóveis e administrações de condomínios pt Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores.pt Honduras, San Pedro Sula Centro de Convenções e Exposições FIDES/CAHDA fideshonduras2011. com Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 APS apseguradores.pt www. fideshonduras2011.com Actaseguros é corretor da Feira do Livro A Actaseguros, corretor de seguros com sede em Lisboa e empresa associada na APROSE, foi nomeada mediador de seguros da Feira do Livro, o evento que decorre na capital entre 28 de Abril a 15 de Maio. À Vida Económica, Luíz Filipe, colaborador assíduo deste suplemento e administrador da Actaseguros, confessou o seu orgulho por a empresa à qual preside ser a corretora oficial do certame e desafiou os seus leitores a visitar a feira no Parque Eduardo VII, em Fidelidade Mundial premeia jovens pintores Daniel Melim foi o grande vencedor do Prémio Fidelidade Mundial Jovens Pintores 2011, concurso promovido anualmente pela seguradora do grupo Caixa Geral de Depósitos para incentivar estimular a produção artística portuguesa na área da pintura e contribuir para o reconhecimento de jovens talentos nesta área. O vencedor do concurso foi distinguido pelos seus trabalhos em acrílico sobre membrana acrílica, que lhe valeram o prémio de euros. O júri, composto por Lisboa, sublinhando que o êxito do evento está (as)segurado à partida. A 81ª edição da Feira do Livro volta a constituir um lugar de relevo para livros e autores, além de outros intervenientes, sempre com o objectivo de incrementar os seus hábitos de leitura. E também a oportunidade para comprar livros a preços mais reduzidos, beneficiando dos descontos habitualmente concedidos neste tipo de eventos. Miguel Lobo Antunes, administrador da Culturgest, pelos pintores João Queiroz e Bruno Pacheco e pelos curadores Leonor Nazaré e Miguel Wandschneider, decidiu tambem atribuir menções honrosas, no valor de 3750 euros cada, aos jovens Ana Manso, Jorge Lopes e Mariana Gomes. No total, foram recebidas 77 candidaturas a este concurso. As obras dos artistas premiados e de mais dois finalistas, André Catalão e Rui Pedro Jorge, estiveram em exposição na Galeria Chiado 8, da Fidelidade Mundial. Espaço Arte Tranquilidade acolhe exposição de Noé Sendas Até 1 de Junho, o Espaço Arte Tranquilidade acolhe um conjunto de 23 obras inéditas do artista plástico Noé Sendas. Trabalhos Recentes é o título atribuído a esta mostra que inclui 21 fotos, uma escultura e um vídeo. A exposição no Espaço Arte Tranquilidade resulta da parceria que a Tranquilidade fixou com a Galeria Miguel Nabinho, na qual se comprometeu a realizar outras exposições a partir do seu acervo. Este acordo foi também estabelecido com as galerias Baginski e Filomena Soares e vem reforçar a política da Tranquilidade de apoio à cultura. Noé Sendas tem 39 anos e é já considerado um dos nomes mais representativos da nova geração de artistas. Nasceu em Bruxelas e actualmente vive e trabalha em Berlim, mas desde o final da década de noventa que o seu trabalho tem sido reconhecido no panorama artístico.

12 XII sexta-feira, 6 Maio de 2011 SEGUROS CONSULTÓRIO JURÍDICO Subagentes de seguros Tenho uma sociedade de mediação de seguros e tenho vindo a pensar alargar a rede comercial da minha empresa através de outros agentes de seguros. Gostaria de saber se isto é legalmente possível e, na afirmativa, em que termos? De facto, informamos que a rede comercial de um corretor ou agente de seguros pode ser constituída, para além das pessoas directamente envolvidas na actividade de mediação de seguros (PDEAMS), observados determinados requisitos, por outros mediadores, nomeadamente subagentes de seguros. Nos termos da alínea b) do artigo 8º do Decreto-Lei n.º 144/2006, de 31 de Julho, vulgo Lei da Mediação de Seguros, as pessoas singulares ou colectivas podem inscrever-se no registo de mediadores do Instituto de Seguros de Portugal (ISP) e exercer a actividade de mediação de seguros na qualidade de agente de seguros, categoria em que a pessoa exerce a actividade de mediação de seguros em nome e por conta de uma PUB CORVACEIRA GOMES Departamento jurídico/director Executivo APROSE Um agente de seguros pode exercer a sua actividade como representante comercial de seguradoras ou de outros mediadores de seguros ou mais empresas de seguros ou de outro mediador de seguros, nos termos do ou dos contratos que celebre com essas entidades. Devemos informar que a faculdade legal dos agentes de seguros poderem representar outros mediadores de seguros foi introduzida in extremis em vésperas de aprovação em Conselho de Ministros do decreto-lei da mediação de seguros, porque até esse momento apenas se previa a possibilidade de actuarem em nome e por conta das empresas de seguros, e justifica o facto, não obstante a incongruência, de os outros mediadores não possuírem competência, da mesma forma que as seguradoras, para inscrever no registo do ISP os (sub)agentes de seguros. Um agente de seguros, pessoa singular ou colectiva, pode, assim, exercer a sua actividade quer como representante comercial de seguradoras quer de outros mediadores de seguros, sejam estes corretores numa relação de co-mediação ou subagência vertical ou de outros agentes, através de um vínculo de co-mediação ou subagência horizontal, ou seja, entre mediadores com o mesmo estatuto e categoria legal. O subagente de seguros apenas não poderá representar comercialmente os mediadores de seguros ligados, não somente porque o estatuto legal destes intermediários o não permite, por regra, como, por força do disposto no n.º 3 do artigo 39º do diploma supracitado, nos contratos de seguro em que intervenha um mediador de seguros ligado não pode intervir qualquer outro mediador de seguros, com a excepção dos casos de co-seguro, em que já se permite, de igual modo, a co-mediação de seguros com um mediador de seguros ligado. Acresce que o subagente de seguros terá que cumprir todos os requisitos legais exigidos por lei aos próprios agentes de seguros, cumprindo as condições comuns de acesso à actividade, designadamente as relativas à qualificação adequada, idoneidade e compatibilidade de funções ou profissões, e as específicas (contrato de mediação de seguros celebrado com as seguradoras que representa apenas se exige aquando do registo inicial e, caso deixe de as representar, se dispensa quando apenas represente outros mediadores, organização técnica, comercial, administrativa e contabilística própria e estrutura económico-financeira adequada, e, por último, titule um seguro de responsabilidade civil profissional com os capitais e coberturas exigidas por lei). De igual modo, prescreve-se no n.º 2 do artigo 39º do Decreto-Lei n.º 144/2006, que os agentes que promovam a celebração de contratos por intermédio de outros mediadores de seguros devem fazê-lo nos termos de contrato escrito previamente celebrado, regulando a intervenção de ambos. Constitui igualmente pressuposto da celebração e redução a escrito do contrato de co-mediação ou de subagência em apreço a inexistência de cláusulas ou de preceitos nos contratos de mediação celebrados, por sua vez, entre o agente e as seguradoras por aquele representadas que impossibilitem o agente de recorrer e/ou prestar colaboração a outros mediadores de seguros. O mesmo requisito se terá que verificar nos casos em que o subagente, não obstante a relação de co-mediação com o agente, continue a representar empresas de seguros, se for o caso, dado que existem contratos de mediação que impedem a colaboração, activa ou passiva, com outros mediadores, sob pena de incumprimento contratual e inerentes consequências. Sem embargo de o contrato de subagência se inserir no âmbito da liberdade contratual entre as partes, podendo estas, nos termos do artigo 405º do Código Civil, fixar livremente o seu conteúdo, designadamente, em síntese, a remuneração a atribuir ao subagente pela obrigação de actuar em nome e por conta do agente na promoção da celebração de contratos de seguros, sugere-se a adopção, mutatis mutandis, do modelo oportunamente divulgado pela APROSE para o efeito. Também se estabelece, no n.º 1 do artigo 39º do Decreto- Lei n.º 144/2006, que, por um lado, caso intervenham, num mesmo contrato de seguro, vários mediadores de seguros, estes são solidariamente responsáveis perante os segurados, os tomadores de seguro e as empresas de seguros pelos actos de intermediação praticados, e, por outro, o contrato assim co-intermediado integra a carteira do mediador que o coloque na empresa de seguros. Quer isto dizer que, no caso em que da conduta dos co-mediadores resultem danos ou prejuízos para os segurados, tomadores e seguradoras, quer o agente quer o subagente poderão responder pela prestação integral e esta a ambos libera, não sendo de excluir, não obstante a existência do seguro de responsabilidade civil profissional, o direito de regresso entre os mesmos ou entre as seguradoras que cobrem o risco das suas actividades, na medida das respectivas culpas e das consequências que delas advieram. No que toca à titularidade da carteira assim intermediada, não obstante se estabelecer na lei que em caso de co-mediação os contratos de seguros assim colocados nas seguradoras integram a carteira do mediador que os coloque nas empresas de seguros, tal solução não parece impedir, e não impede de facto, que, desde que se acorde previamente nesse sentido e se adoptem os procedimentos necessários à identificação e autonomização da carteira que adveio ao agente através do subagente, designadamente por meios informáticos, a mesma carteira possa ser revertida a favor do subagente uma vez terminada a relação de subagência. Obviamente que a solução mais comummente adoptada para os casos de cessação da relação de subagência passa pela atribuição de uma compensação ao subagente, cessando assim os direitos constituídos mormente os remuneratórios que o mesmo possui, eventualmente, tudo dependendo do que se tiver estabelecido no contrato sobre a carteira do agente que contou com a intervenção do co-mediador. Por maioria de razão, mesmo nos casos em que o subagente decida, e assim contrate com o agente, proceder à transmissão integral da sua carteira preexistente para a titularidade deste último, respeitados os formalismos legais, nada impede que, ao invés de configurar tal transacção como um contrato de compra e venda solução mais frequentemente adoptada, se preveja e estabeleça no contrato a reversão da titularidade da carteira para a esfera do subagente, uma vez terminada a relação de subagência.

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