CIÊNCIAS CONTÁBEIS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II ANÁLISE CONTÁBIL PARA A CONTRATAÇÃO DO SEGURO DE LUCROS CESSANTES GUSTAVO KNETIG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CIÊNCIAS CONTÁBEIS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II ANÁLISE CONTÁBIL PARA A CONTRATAÇÃO DO SEGURO DE LUCROS CESSANTES GUSTAVO KNETIG"

Transcrição

1 FA CU LD A D ES RI O GRA N D EN SES F A R G S CIÊNCIAS CONTÁBEIS TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II ANÁLISE CONTÁBIL PARA A CONTRATAÇÃO DO SEGURO DE LUCROS CESSANTES GUSTAVO KNETIG PORTO ALEGRE, NOVEMBRO DE 2007.

2 Gustavo Knetig ANÁLISE CONTÁBIL PARA A CONTRATAÇÃO DO SEGURO DE LUCROS CESSANTES Trabalho de conclusão de Curso apresentado a FARGS - Faculdades Rio-Grandenses como requisito parcial para obtenção do título de Graduação em Ciências Contábeis. Professor Orientador: Prof. Rita Munhoz Porto Alegre, 2007.

3 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus pela oportunidade e por ter iluminado meu caminho para que fosse possível ter atingido mais uma etapa de minha jornada. Aos meus pais, Eduardo e Rosali, pelo incentivo e apoio prestado nos momentos mais delicados e também por estarem sempre presentes, vibrando comigo em cada conquista realizada. À minha namorada, Renata, por compreender em muitos momentos minha ausência, necessária para que esse objetivo fosse alcançado. À todos os meus colegas de profissão e trabalho, especialmente ao Sr. Clodoaldo Azevedo, que além de me gerar a oportunidade de trabalhar na área de Regulação de Sinistros, auxiliou o início de minhas atividades profissionais no ramo de Lucros Cessantes. Ao Sr. Newton Cezar da Silva pelo auxílio pertinente à modalidade do seguro em questão no presente trabalho. Aos meus professores pelo aprendizado adquirido, em especial a Professora Rita Munhoz que foi orientadora e amiga. À todos os amigos que entenderam a necessidade de minha ausência para a elaboração desse trabalho.

4 RESUMO O presente Trabalho de Conclusão de Curso visa demonstrar a importância da contabilidade e análise das demonstrações contábeis para a contratação de cobertura securitária de Lucros Cessantes, além de quais os principais itens das demonstrações devem ser analisadas, bem como os métodos mais apropriados para sua elaboração objetivando a tomada de decisão quanto à contratação desse seguro. Trata-se de um seguro pouco conhecido e também pouco praticado no mercado brasileiro, porém, é uma modalidade securitária de suma importância para a continuidade dos negócios de uma empresa que venha a sofrer prejuízos financeiros em decorrência da paralisação ou redução de suas atividades, oriundas de eventos causadores de destruição. Um dos objetivos dessa pesquisa será realizar a análise das demonstrações contábeis de uma empresa do ramo têxtil, estabelecida no Brasil há mais de trinta anos, objetivando avaliar a sua tendência de negócios e confrontar com a apólice de seguros contratada. Essa empresa contratou a apólice de seguros com o início de sua vigência em 30 de março de 2006, sendo que ocorreu um sinistro de incêndio nessa empresa em 10 de abril de 2006, causando a redução das atividades produtivas, conseqüentemente abalando os seus resultados. Dessa forma, serão analisados o resultado da empresa segurada e tendências do negócio, demonstrando se o seguro foi devidamente contratado. Essa pesquisa foi realizada utilizando materiais específicos da área de seguros disponíveis em empresa especializada na área de regulação de sinistros, bem como literatura contábil e materiais e estatísticas de contabilidade e seguros disponíveis na internet. Foi concluído que a empresa analisada não realizou as devidas avaliações em suas demonstrações para contratar essa modalidade de seguro, gerando uma despesa desnecessária em seu resultado.

5 ABSTRACT This Final Paper aims to demonstrate the importance of accounting and of the review of accounting statements to contract for Business Interruption insurance coverage, as well as to pinpoint the main items of the statements to be analyzed, in addition to the most appropriate methods for the preparation thereof, so that an informed decision can be made on the purchase of this insurance coverage. This is a barely known insurance form that is hardly found in the Brazilian market, but one extremely important for the continuation of the business in a company that sustains financial losses owing to the interruption or disruption of its activities as a result of events causing destruction. One of the objectives of this project will be to perform an analysis of the accounting statements of a textile company established in Brazil for over thirty years, focusing on an assessment of its business trends and the confrontation thereof with the insurance policy contracted for. This company purchased its insurance policy for a term starting on March 30, 2006, and a fire occurred in its premises on April 10, 2006, causing a reduction of its production activities and, as a consequence, affecting its income. Therefore, the company s profit and loss and business trends will be analyzed in order to demonstrate if the insurance has been properly contracted for. This research has been carried out using specific material of the insurance sector available in a company specializing in loss adjustment, information taken from the accounting literature, as well as accounting and insurance material and statistics available on the internet. The conclusion was that the company analyzed failed to perform the proper reviews of its statements before contracting this insurance form, thus generating an unnecessary expense in its profit and loss account.

6 SUMÁRIO AGRADECIMENTOS...2 RESUMO...3 ABSTRACT...4 SUMÁRIO...5 LISTA DE ILUSTRAÇÕES...8 LISTA DE TABELAS...9 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS INTRODUÇÃO SITUAÇÃO PROBLEMÁTICA OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A CONTABILIDADE COMO CIÊNCIA A FUNÇÃO DO CONTADOR UTILIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL CONTABILIDADE REGULAR A HISTÓRIA DO SEGURO A EVOLUÇÃO DO MERCADO DE SEGUROS NO BRASIL TIPOS DE SEGUROS PRATICADOS NO MERCADO ORIGEM E EVOLUÇÃO DO SEGURO DE LUCROS CESSANTES O SEGURO DE LUCROS CESSANTES NO MERCADO BRASILEIRO CONTABILIZAÇÃO DA CONTRATAÇÃO DE SEGURO Exemplos de Contabilizações de Contratos de Seguros Pagamento a Vista de Contratação Pagamento Parcelado da Contratação Tratamento do Seguro em Notas Explicativas...28

7 5.11 ANÁLISE DO RISCO PARA CONTRATAÇÃO DO SEGURO LUCROS CESSANTES Movimento de Negócios Despesas Variáveis e Fixas Lucro Líquido Lucro Bruto Segurável Período Indenitário SIMULANDO CÁLCULOS DE INDENIZAÇÃO Indenização para Empresa com Resultado Lucrativo Indenização para Empresa com Resultado Nulo Indenização para Empresa com Prejuízo Inferior aos Gastos Fixos Indenização para Empresa com Prejuízo Superior aos Gastos Fixos FATORES CONTÁBEIS PARA ANÁLISE PARA CONTRATAÇÃO DO SEGURO Orçamento Apuração de Custos Custos Diretos Despesas Diretas Custos Indiretos Despesas Indiretas Métodos de Custeio Método de Custeio por Absorção Método de Custeio Direto ou Variável Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio Principais Diferenças entre os Dois Métodos Método de Custeio Padrão Custo-Padrão Custo Real Definição de Custeio Padrão Custeio Baseado em Atividades (Abc) RISCO SINISTRO REGULADOR DE SINISTROS CONTROLLER...48

8 6 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ANÁLISE DE RESULTADOS EMPRESA ANALISADA CONTRATO DE SEGURO VIGENTE O SINISTRO BENS SINISTRADOS ANÁLISE DE RESULTADOS DA EMPRESA SEGURADA Receita Bruta Demonstrativo Inicial de Resultado Comprovação de Custos e Despesas Fixas Demonstrativo de Resultado Apurado PROJETANDO O RISCO PARA CONTRATAÇÃO DO SEGURO Período da Projeção Dados Históricos Análise Vertical do Demonstrativo de Resultado já Elaborado ESTRUTURA DE RESULTADOS HISTÓRICOS ANÁLISE DOS DADOS HISTÓRICOS PARA CONTRATAÇÃO DO SEGURO TENDÊNCIA DE NEGÓCIOS DO SEGURADO Queda da Receita Bruta PROJEÇÃO FUTURA DOS NEGÓCIOS COMPARATIVO DO PREJUÍZO COM CUSTOS E DESPESAS FIXAS SIMULAÇÃO DE INDENIZAÇÃO COM BASE NAS PROJEÇÕES CONSIDERAÇÕES FINAIS...65 REFERÊNCIAS...67

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Gráfico 1: Recebimento de prêmio de seguros por país Prêmio Total (US$ em milhões)...20 Gráfico 2: Queda da Receita Bruta da empresa analisada...54 Gráfico 3: Comparação do Prejuízo Líquido com Gastos Fixos...63

10 LISTA DE TABELAS Tabela 1: Cálculo de indenização para empresa com resultado lucrativo...32 Tabela 2: Cálculo de indenização para empresa com resultado nulo Tabela 3: Cálculo de indenização para empresa com prejuízo inferior às despesas fixas...33 Tabela 4: Cálculo de indenização para empresa com prejuízo superior às despesas fixas...34 Tabela 5: Demonstrativo de apuração do custo unitário pelo método de custeio por absorção...39 Tabela 6: Demonstrativo de apuração do custo total pelo método de custeio por absorção Tabela 7: Demonstração de resultado estruturada pelo método de custeio por absorção Tabela 8: Demonstrativo de apuração do custo unitário pelo método de custeio variável Tabela 9: Demonstrativo de apuração do custo total pelo método de custeio veriável...41 Tabela 10: Demonstração de resultado estruturada pelo método de custeio variável Tabela 11: Demonstração de apuração da margem de contribuição Tabela 12: Demonstração de apuração do ponto de equilíbrio Tabela 13: Demonstração de apuração da margem de contribuição unitária Tabela 14: Demonstração de apuração da margem de contribuição unitária Tabela 15: Demonstração de resultado atingindo o ponto de equilíbrio Tabela 16: Receita Bruta de 2004 até junho de 2006 da empresa analisada Tabela 17: Demonstrativo Inicial do Resultado da empresa analisada Tabela 18: Composição das Despesas Fixas de janeiro até abril de 2006 (R$) Tabela 19: Cálculo de indenização...56 Tabela 20: Demonstrativo do Resultado de janeiro a abril de 2006 (R$) Tabela 21: Análise Vertical do Demonstrativo do Resultado de janeiro a abril de 2006 (R$).59 Tabela 22: Demonstrativo do Resultado de 2004 e Tabela 23: Apuração da média de variação da queda de Receita Bruta...61

11 Tabela 24: Projeção futura dos negócios com base em dados históricos Tabela 25: Comparativo do Prejuízo com Despesas Fixas...63 Tabela 26: Simulação de indenização em caso de sinistro com paralisação total das atividades...64

12 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABC Custeio Baseado em Atividades CF Custo Fixo CFC - Conselho Federal de Contabilidade. CV Custo Variável DF Despesa Fixa DV Despesa Variável DPVAT Seguro obrigatório de automóveis. FENASEG Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados de Capitalização. FUNENSEG Fundação Escola Nacional de Seguros. IRB Instituto de Resseguros do Brasil. RCG Seguro de responsabilidade civil geral. SUSEP - Superintendência de Seguros Privados.

13 12 1 INTRODUÇÃO Estamos vivendo um momento econômico importante, com crescimento dos empreendedores, crescimento das empresas familiares. Essa profissionalização está fazendo com que os proprietários de empresa passem a se antecipar às situações adversas. Juntamente com esse movimento, está crescendo também o mercado de seguros. As empresas estão sujeitas a diversos riscos, sendo de vital importância a existência da contratação de seguro patrimonial, inclusive de lucros cessantes, para que possam estar prevenidas de prejuízos decorrentes da ocorrência de sinistros. A ocorrência de sinistro numa empresa, além de perdas e danos materiais, pode trazer também prejuízos financeiros resultantes da paralisação ou diminuição das suas atividades. O seguro de lucros cessantes visa garantir a situação financeira da empresa, industrial ou comercial, na ocorrência de quaisquer sinistros devidamente cobertos pela apólice de seguros, quando a ocorrência perturbe o movimento de negócios. A cobertura de lucros cessantes pode cobrir o lucro líquido mais despesas fixas, quando constatado que a empresa operava com lucro antes da paralisação, pode cobrir somente as despesas fixas quando comprovado que a empresa operava com resultado nulo das operações antes da paralisação e, pode cobrir o valor correspondente à diferença entre as despesas fixas e o prejuízo, no caso da empresa vir operando, antes da paralisação, com prejuízo. Como exemplo de lucros cessantes, pode-se citar a linha de montagem de uma determinada empresa, quando atingida por um incêndio que causou danos significativos em máquinas e equipamentos específicos da produção. Tratam-se de bens que não são recuperáveis em curto período. Pode-se transcorrer longo período até sua completa reativação e, durante este, a empresa estará privada de dar continuidade normal em suas atividades, tendo como conseqüência a queda de receita. Entretanto, algumas despesas não deixaram de incorrer, deixando a empresa numa situação vulnerável. Nesse momento surge a apólice de cobertura de lucros cessantes, visando amenizar as perdas decorrentes desse período improdutivo. Para a contratação de cobertura de lucros cessantes, é condição básica que a empresa possua contabilidade organizada e com informações consistentes, pois com base na contabilidade serão apurados os valores seguráveis, bem como as perdas indenizáveis em decorrência de sinistro.

14 13 O objetivo do presente trabalho consiste em verificar se a avaliação dos riscos econômicos, efetuada pela empresa analisada em que houve a ocorrência de sinistro na modalidade lucros cessantes, foi realizada adequadamente, considerando principalmente as informações colhidas na contabilidade, entre outras variáveis. Essa avaliação de riscos exige uma análise detalhada das condições em que a empresa se encontra e das tendências a que está sujeita, para que se possa efetuar um contrato de seguro de modo a suprir as eventuais perdas decorrentes da concretização do risco, garantindo a continuidade das operações e o cumprimento das suas obrigações.

15 14 2 SITUAÇÃO PROBLEMÁTICA Considerando o risco constante da ocorrência de sinistros a que as empresas de todos os ramos estão expostas, o patrimônio bem como a continuidade dos negócios podem ser profundamente prejudicados, trazendo inclusive a possibilidade de encerramento das atividades em função dos eventos causadores de destruição sem cobertura securitária. Um importante papel desempenhado pelo seguro é justamente indenizar, ou seja, pagar prejuízos sofridos pelas empresas e organizações, de forma a permitir a elas continuarem mantendo suas posições econômicas. A preocupação do seguro é não deixar indivíduos, famílias ou empresas sofrerem prejuízos de natureza econômica. Embora o seguro crie empregos e ajude a sociedade de muitas formas, trazendo-lhe inúmeros benefícios, tudo que faz, todas as leis que cria, todas as condições que muitas vezes estabelece têm somente um propósito no final, que é pagar os prejuízos que um segurado vier a sofrer, isto é, indenizá-lo. E quando consegue fazer isso de modo satisfatório, o seguro cumpre a sua função na sociedade. Muitas empresas julgam estar amparadas por coberturas securitárias devidamente contratadas, porém, isso nem sempre ocorre. Algumas regulações de sinistros já demonstraram que coberturas de seguro foram contratadas com Importâncias Seguradas superiores ou inferiores ao risco real a que o segurado está exposto. Esse fato pode trazer prejuízos às empresas seguradas em razão da insuficiência de verba para liquidação do sinistro e até, o término de suas atividades quando inviável o investimento próprio para a continuidade dos negócios. Para a contratação de cobertura securitária para Lucros Cessantes, além de uma contabilidade regular para a apuração de prejuízos em função da redução ou paralisação do movimento de negócios, é importante o estudo da Contabilidade Gerencial para verificação da perspectiva de resultado futuro. Empresas que vêem apresentando prejuízo em seu resultado maior que seus custos fixos e, não apresentam perspectiva de melhoria em seus resultados operacionais futuros, não estarão amparadas por seguro de Lucros Cessantes, mesmo tendo a contratação dessa cobertura. Quais são os fatores determinantes que devem ser considerados pelos Controllers no momento de analisar as projeções financeiras objetivando avaliar o risco econômico para contratação do seguro de Lucros Cessantes?

16 15 3 OBJETIVOS 3.1 OBJETIVO GERAL O objetivo geral do presente Trabalho de Conclusão de Curso visa demonstrar a importância da análise das demonstrações contábeis para a contratação da cobertura securitária de Lucros Cessantes, além de evidenciar quais os principais itens dessas demonstrações devem ser analisados, bem como os métodos mais apropriados para a sua elaboração objetivando a tomada de decisão quanto à contratação desse seguro. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Evidenciar a razão pela qual a contabilidade regular é condição básica para seguro de lucros cessantes; Demonstrar se esse tipo de seguro se aplica a qualquer tipo de empresa; Verificar se o risco econômico que a empresa segurada analisada estava exposta foi analisado corretamente; Analisar se houve contratação de cobertura de seguro para lucros cessantes adequada, com verba segurada compatível ao risco da empresa analisada. Apresentar o método mais adequado para elaboração da demonstração de resultados; Avaliar se o método de custeio exigido pela legislação vigente é o mais apropriado para analisar o risco para contratação do seguro de lucros cessantes; Determinar o método de custeio mais apropriado a ser utilizado para a estruturação da demonstração de resultado, objetivando a análise gerencial para contratar o seguro;

17 16 4 JUSTIFICATIVA A importância da contratação de cobertura de seguro empresarial para Lucros Cessantes, bem como a existência de contabilidade regular e estudo gerencial sobre a perspectiva de resultado da empresa justificam a elaboração do presente Trabalho de Conclusão de Curso, onde será demonstrado que não somente as empresas poderão estar precavidas do encerramento das atividades em função da ocorrência de sinistros, mas também que seus funcionários estarão seguros de não perder seus empregos, trazendo à sociedade esse benefício. O presente Trabalho também estará oportunizando o autor a aprimorar seus conhecimentos profissionais dedicados à regulação de sinistros, especialmente no que se refere à análise contábil e gerencial das empresas que, contratam cobertura securitária de Lucros Cessantes e são vítimas de sinistros significativos capazes de abalar seus resultados. Considerando todas as informações já expostas nesse tópico, é possível afirmar que a elaboração desse Trabalho de Conclusão de Curso estará trazendo benefícios à empresários, empregados, credores da empresa e também aos acionistas. Ao empresário, garante o pagamento das despesas que não cessam com a paralisação do negócio e cuja manutenção poderia resultar em falência, tendo em vista a redução do lucro ou até mesmo sua inexistência. Quanto ao empregado da empresa, garante o recebimento de seu salário evitando assim o desemprego que geralmente se segue à paralisação da atividade. Para os credores da empresa, garante o recebimento das contas que fatalmente, não seriam saldadas com a suspensão das atividades do segurado. Aos acionistas, garante, com a indenização do lucro líquido o recebimento de seus dividendos que ficariam reduzidos ou mesmo inexistentes em decorrência da suspensão do negócio.

18 17 5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 5.1 A CONTABILIDADE COMO CIÊNCIA De acordo com Sandra Figueiredo, o desenvolvimento da contabilidade ao longo dos séculos é muito lento. Somente em torno do século XV (com presença relevante no século XIII), é que a Contabilidade atinge um nível de desenvolvimento notório, sendo chamada de fase lógica-racional ou até mesmo a fase pré-científica da Contabilidade. É possível notar que a história vem demonstrando que na medida em que há desenvolvimento econômico, torna-se importante a Contabilidade. Hoje, por exemplo, a profissão é muito valorizada nos países de primeiro mundo. Este profissional no Brasil, até a década de 60, era chamado de guarda-livros, título pejorativo e pouco indicador. Já na década de 70, essa expressão desapareceu e constatou-se um excelente e valorizado mercado de trabalho para os contabilistas. Em torno dos séculos XIV e XVI, na Idade Moderna, principalmente no Renascimento, diversos acontecimentos no mundo das artes, na economia, nas nações proporcionaram um impulso espetacular das Ciências Contábeis, sobretudo na Itália. Em torno desse período tivemos, sem a preocupação de ordem cronológica, Copérnico, Galileu e Newton, revolucionando a visão da humanidade, aperfeiçoamento da Imprensa por Gutemberg, Colombo iniciando as grandes descobertas, o mercantilismo, o surgimento da burguesia, o protestantismo, a descoberta de diversos campos de conhecimento, etc. 5.2 A FUNÇÃO DO CONTADOR É possível dizer que a tarefa básica do Contador é produzir e/ou gerenciar informações úteis aos usuários da Contabilidade para a tomada de decisões. Entretanto, em nosso país, em alguns segmentos da economia, principalmente na pequena empresa, a função do contador foi distorcida (infelizmente), estando voltada quase que exclusivamente para satisfazer às exigências do fisco. No entanto, observa-se no mercado que não há mais espaço para esse profissional que apenas faz a contabilidade para atender o fisco, com uma postura passiva. Hoje o profissional

19 18 contábil está se antecipando aos acontecimentos, está participando efetivamente da gestão das empresas para auxiliar na obtenção dos melhores resultados. Há também uma nova função, chamada de controller, que embora possa ser desempenhada por outros profissionais, está sendo predominante a atuação dos contadores. 5.3 UTILIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL A informação contábil é utilizada por diversas pessoas e entidades com as mais variadas finalidades. Os compradores de ações da entidade procuram extrair informações das demonstrações contábeis para sua decisão sobre a viabilidade de investir ou não na empresa; o governo precisa da informação contábil que é utilizada como base de imposição fiscal e para estudos macroeconômicos; bancos e demais instituições financeiras que emprestam dinheiro precisam avaliar se a entidade oferece boas perspectivas de retorno e capacidade de liquidação para seus empréstimos e financiamentos; os empregados da entidade procuram extrair informações sobre a capacidade da entidade de pagar maiores salários e benefícios; mas o tomador de decisão interno à entidade será o mais interessado. Para ele, a informação contábil estruturada, fidedigna, tempestiva e completa pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. 5.4 CONTABILIDADE REGULAR Entende-se por Contabilidade Regular aquela que satisfaz as exigências constantes das Resoluções nº s 563/83 e 597/85, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Segundo a Resolução nº 563/83, a entidade deve manter um sistema de escrituração uniforme dos seus atos e fatos administrativos, através de processo manual, mecanizado ou eletrônico. A escrituração contábil deverá ser realizada principalmente em idioma e moeda corrente nacionais, em ordem cronológica de dia, mês e ano e, sempre com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos e a prática de atos administrativos. O Balanço e demais demonstrações contábeis de encerramento do exercício devem ser transcritos no Diário, completando-se

20 19 com as assinaturas do Contabilista e do titular ou representante legal da entidade. Esse procedimento também deve ser adotado quanto às demais Demonstrações Contábeis elaboradas por força de disposições legais, contratuais ou estatutárias. O Livro Diário deverá ser registrado no Registro Público competente, de acordo com a legislação vigente. Conforme consta na Resolução 597/85, a documentação contábil compreende todos os documentos, livros, papéis, registros e outras peças, que apóiam ou compõem a escrituração contábil, sendo que documento contábil é aquele que comprova os atos e fatos que originam lançamento(s) na escrituração contábil da Entidade. 5.5 A HISTÓRIA DO SEGURO Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a abertura dos portos para o comércio internacional deu início à atividade de seguros no Brasil, sendo que isso ocorreu em Nesse ano, surgiu a primeira sociedade de seguros no país, a Companhia de Seguros BOA-FÉ, operando no seguro marítimo. No início das atividades securitárias, as mesmas eram reguladas por leis portuguesas. Apenas em 1850 com a promulgação do Código Comercial Brasileiro é que o seguro marítimo foi estudado e regulado em todos os aspectos. Foi de fundamental importância o surgimento do "Código Comercial Brasileiro" para o desenvolvimento do seguro no Brasil, pois isso incentivou o aparecimento de outras empresas seguradoras, além do início das atividades de seguros em outros ramos, tais como o seguro de transporte terrestre. Com a expansão do setor securitário no país, empresas de seguros estrangeiras se interessaram pelo mercado brasileiro, surgindo as primeiras sucursais de seguradoras sediadas no exterior. Estas sucursais transferiam para suas matrizes os recursos financeiros obtidos pelos prêmios cobrados, provocando uma significativa evasão de divisas. Dessa forma, com o objetivo proteger os interesses econômicos do País, foi promulgada, em 5 de setembro de 1895, a Lei n 294, dispondo exclusivamente sobre as companhias estrangeiras de seguros de vida, determinando que suas reservas técnicas fossem constituídas e tivessem seus recursos aplicados no Brasil, para fazer frente aos riscos aqui assumidos. Essa Lei trouxe o desinteresse das entidades estrangeiras em continuar as atividades no país, fazendo com que fechassem as sucursais.

21 20 O mercado segurador brasileiro alcançou um desenvolvimento satisfatório no final do século XIX, momento em que os seguros de transportes marítimos e terrestres seguiam as regras estabelecidas no Código Comercial e, seguradoras estrangeiras estavam instaladas no Brasil com significativa experiência do ramo. 5.6 A EVOLUÇÃO DO MERCADO DE SEGUROS NO BRASIL Desde 1994 o mercado de seguros brasileiro sofre mudanças significativas. O mercado securitário possuía menor relevância na economia brasileira até a chegada do Plano Real em 1994, momento em que foi reduzida a inflação e introduzido o real como moeda brasileira. Após a implementação do Plano Real, a inflação e as taxas de juros mantém-se relativamente estáveis e baixas em comparação com o período anterior à chegada desse plano. Em geral, a atividade industrial e varejista, salários e poder de compra do consumidor têm crescido. Todos esses fatos tem ajudado no estímulo ao crescimento do mercado securitário do Brasil. Apesar do significativo crescimento desde 1994, o mercado de seguros brasileiro ainda é relativamente pouco desenvolvido em comparação com outros países. Porém, o Brasil é o país que recebe maior valor em prêmio de apólices na América Latina. É possível observar isso no gráfico abaixo onde consta o ranking dos países mais desenvolvidos no mercado Securitário da América Latina Brasil México Argentina Chile Gráfico 1: Recebimento de prêmio de seguros por país - Prêmio Total (US$ em milhões) Fonte:

22 TIPOS DE SEGUROS PRATICADOS NO MERCADO Produtos securitários podem ser desenvolvidos de acordo com a necessidade do segurado, trazendo a possibilidade de coberturas pré-definidas em produtos de seguro serem modificados previamente à contratação. Existem diversos tipos de seguros praticados atualmente, porém, segundo o site da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (FENASEG), o conceito dos mais comuns praticados no mercado brasileiro são: - seguro de acidentes pessoais: Oferece cobertura para acidentes causadores de lesões físicas ou morte. - seguro aeronáutico: Oferece cobertura para as aeronaves e Responsabilidade Civil contra terceiros. Também garante acidentes pessoais que resultem morte, invalidez e tratamentos médicos de tripulantes e passageiros. - seguro de automóveis: Oferece cobertura para veículos terrestres automotores que sofram danos e perdas. - seguro de cascos marítimos (embarcações): Oferece cobertura para quaisquer tipos de embarcações que sofram danos e perdas que atinjam o caso, equipamentos e máquinas quando em operação, reparos ou construção. - seguro de crédito à exportação: Oferece cobertura ao exportador em função da falta de recebimento do crédito concedido aos seus clientes importadores. - seguro de fiança locatícia: Oferece cobertura para o descumprimento da locação de imóveis, tais como pagamento de aluguel e reparos devidos. - seguro fidelidade: Oferece cobertura ao empregador por prejuízos causados pelos empregados, com vínculo empregatício, sofridos em função de furto, roubo, apropriação indébita ou quaisquer outros atos que provoque danos ao seu patrimônio previstos no Código Penal Brasileiro. - seguro global de bancos: Oferece cobertura para instituições financeiras visando garantir prejuízos sofridos em decorrência de roubo, furto qualificado, destruição ou perecimento de valores e bens, exceto em função de incêndio ou explosão. Também garante cobertura de fidelidade e falsificação de documentos. - seguro incêndio: Refere-se à cobertura básica que garante prejuízos advindos de incêndio, queda de raio e explosão.

23 22 - seguro de lucros cessantes: Trata-se de seguro destinado às pessoas jurídicas, com o objetivo de prevenir o movimento dos negócios do segurado, mantendo ou garantindo o retorno da sua operacionalidade e lucratividade conforme existia anteriormente ao sinistro e considerando as projeções futuras de mercado. Essa cobertura está condicionada a contratação de seguro de danos materiais. O segurado pode optar em contratar várias coberturas dessa modalidade de seguro, tais como: indenização de despesas fixas, ou incluir também lucro líquido e gastos adicionais, despesas com honorários de perito, contador, de instalação em novo local, etc. - seguro obrigatório de automóveis (DPVAT): Refere-se ao seguro obrigatório para danos pessoais ocorridos em função de acidentes causados por veículos automotores terrestres, sendo um seguro de responsabilidade civil contra terceiros, pago anualmente pelo proprietário do veículo. - seguro de obrigações contratuais: Destinado aos órgãos públicos da administração direta e indireta que por força de norma legal devem exigir garantias de manutenção de oferta e de fiel cumprimento dos contratos e, também para as empresas privadas que, nas suas relações contratuais com terceiros desejam anular o risco de descumprimento. - seguro de renda ou previdência privada: Trata-se de um seguro cujos planos são custeados em sua maioria pelas empresas e seus funcionários, de contribuição variável de acordo com os cálculos atuariais e a política da empresa, podendo ser feito também individualmente, por pessoa física. - seguro de responsabilidade civil geral (RCG): Oferece cobertura para o reembolso de indenizações que o segurado venha a ser obrigado a pagar em função de lesões corporais ou danos materiais, por ele provocado involuntariamente a terceiros. - seguro riscos de engenharia: Este seguro oferece cobertura para riscos decorrentes de falha de Engenharia em suas diversas etapas. Existem diversas modalidades nesse ramo de seguro, cada qual com explicitação dos riscos cobertos: Instalação e Montagem, Obras Civis em Construção, Quebra de Máquinas, etc. - seguro riscos diversos: Refere-se à um seguro que abrange diversas modalidades e coberturas numa única apólice, onde sua função é a de cobrir perdas e danos materiais contra acidentes decorrentes de causa externa. É possível realizar através de uma Apólice de Riscos Diversos e de condições especiais muito variadas, seguro que cubra todas as modalidades de cobertura para as quais não existam condições gerais específicas. Um exemplo comum é o Seguro Multirisco Residencial, que cobre simultaneamente Incêndio, Roubo, Quebra de Vidros, Responsabilidade Civil, etc.

SEGURO DE LUCROS CESSANTES E SEUS ASPECTOS CONTÁBEIS

SEGURO DE LUCROS CESSANTES E SEUS ASPECTOS CONTÁBEIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMINETO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ATUARIAIS NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTROLADORIA

Leia mais

COBERTURAS ADICIONAIS AO PROCESSO SUSEP Nº 15414.004288/2007-81 SEGURO ZURICH RISCOS NOMEADOS

COBERTURAS ADICIONAIS AO PROCESSO SUSEP Nº 15414.004288/2007-81 SEGURO ZURICH RISCOS NOMEADOS LUCROS CESSANTES CONSEQÜENTES DE DANOS MATERIAIS CLÁUSULA 1ª - OBJETO DO SEGURO 1.1. O objeto deste seguro é garantir, de conformidade com o que estiver estipulado nas demais condições desta apólice, uma

Leia mais

A) INTERRUPÇÃO DE PRODUÇÃO E COBERTURAS ADICIONAIS PERMITIDAS À MESMA INTERRUPÇÃO DE PRODUÇÃO CONSEQÜENTE DE DANOS MATERIAIS - PERDA DE RECEITA BRUTA

A) INTERRUPÇÃO DE PRODUÇÃO E COBERTURAS ADICIONAIS PERMITIDAS À MESMA INTERRUPÇÃO DE PRODUÇÃO CONSEQÜENTE DE DANOS MATERIAIS - PERDA DE RECEITA BRUTA A) INTERRUPÇÃO DE PRODUÇÃO E COBERTURAS ADICIONAIS PERMITIDAS À MESMA INTERRUPÇÃO DE PRODUÇÃO CONSEQÜENTE DE DANOS MATERIAIS - PERDA DE RECEITA BRUTA CLÁUSULA 1ª - OBJETO DO SEGURO Fica entendido e acordado

Leia mais

Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006.

Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006. Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006. São Paulo, 28 de fevereiro de 2007 - A Porto Seguro S.A. (Bovespa: PSSA3) anuncia seu resultado

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008. (Em milhares de reais)

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008. (Em milhares de reais) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008 (Em milhares de reais) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Seguradora está autorizada a operar em seguros do

Leia mais

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.

PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil. CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1. PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil CVM - Deliberação nº. 645/10; CFC - NBC TG 06 - Resolução nº. 1.304/10; 1 OBJETIVO O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer,

Leia mais

PROVA ESCRITA PROCESSO SELETIVO 2016 Nº DE INSCRIÇÃO: LEIA COM ATENÇÃO E SIGA RIGOROSAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES

PROVA ESCRITA PROCESSO SELETIVO 2016 Nº DE INSCRIÇÃO: LEIA COM ATENÇÃO E SIGA RIGOROSAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROVA ESCRITA PROCESSO

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012 Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta Analista-Contabilidade 1 Primeiramente, é necessário Apurar o Resultado pois, como

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº.

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. Disciplina Contabilidade e Sistemas de Custos CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 5º CCN Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. 01 Introdução

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO

Leia mais

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos Pessoal, Hoje, disponibilizo a resolução da prova de Contabilidade Geral, de Análise das Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos do Concurso para o TCU realizado no último final de semana.

Leia mais

Original assinado por ROBERTO TEIXEIRA DA COSTA Presidente. NORMAS ANEXAS À INSTRUÇÃO N o 001 DE 27 DE ABRIL DE 1978.

Original assinado por ROBERTO TEIXEIRA DA COSTA Presidente. NORMAS ANEXAS À INSTRUÇÃO N o 001 DE 27 DE ABRIL DE 1978. Dispõe sobre as normas e procedimentos para contabilização e elaboração de demonstrações financeiras, relativas a ajustes decorrentes da avaliação de investimento relevante de companhia aberta em sociedades

Leia mais

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas Olá, pessoal! Desta vez, trago para vocês uma coletânea de questões resolvidas da Fundação Carlos Chagas (FCC). Achei apropriado inserir esta aula neste momento em razão da proximidade da prova de Fiscal

Leia mais

Ementário e Bibliografia do curso de. Ciências Contábeis. Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04

Ementário e Bibliografia do curso de. Ciências Contábeis. Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04 01 - ADMINISTRAÇÃO Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04 Introdução à Administração. Antecedentes históricos da Administração. Escolas de Administração. Administração e suas perspectivas. Variáveis

Leia mais

Bloco Contábil e Fiscal

Bloco Contábil e Fiscal Bloco Contábil e Fiscal Contabilidade e Conciliação Contábil Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos Contabilidade e Conciliação Contábil, que fazem parte do Bloco Contábil

Leia mais

COBERTURA DE PERDA DE LUCRO BRUTO E DESPESAS EXTRAORDINARIAS

COBERTURA DE PERDA DE LUCRO BRUTO E DESPESAS EXTRAORDINARIAS COBERTURA DE PERDA DE LUCRO BRUTO E DESPESAS EXTRAORDINARIAS Forma de Contratação do Limite Máximo de Responsabilidade 1. SEGURO A PRIMEIRO RISCO RELATIVO A seguradora responderá pelos prejuízos de sua

Leia mais

IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES

IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES IBRACON NPC VI - INVESTIMENTOS - PARTICIPAÇÕES EM OUTRAS SOCIEDADES INTRODUÇÃO 1. Este pronunciamento abrange as participações em sociedades coligadas e controladas e as participações minoritárias de natureza

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

Prezado(a) Concurseiro(a),

Prezado(a) Concurseiro(a), Prezado(a) Concurseiro(a), A prova do TCM/RJ foi realizada no último final de semana e vou aproveitar para resolver as questões de Contabilidade Geral de forma simplificada e objetiva (nos cursos online,

Leia mais

ANEXO CAPÍTULO III MANUAL CONTÁBIL DAS OPERAÇÕES DO MERCADO DE SAÚDE

ANEXO CAPÍTULO III MANUAL CONTÁBIL DAS OPERAÇÕES DO MERCADO DE SAÚDE A Norma Contábil é necessária para padronizar o registro das operações do mercado de saúde. O principal objetivo da padronização é monitorar a solvência desse mercado. Solvência é a capacidade de uma operadora

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo ANEXO XIX. SEGUROS DE RESPONSABILIDADE DA CONCESSIONÁRIA

Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo ANEXO XIX. SEGUROS DE RESPONSABILIDADE DA CONCESSIONÁRIA ANEXO XIX. SEGUROS DE RESPONSABILIDADE DA CONCESSIONÁRIA Durante o prazo da CONCESSÃO, a CONCESSIONÁRIA deverá contratar e manter em vigor no mínimo as apólices de seguro a seguir indicadas, nas condições

Leia mais

NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO. Objetivo

NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO. Objetivo NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO Objetivo 1 O objetivo deste Pronunciamento é determinar o tratamento contábil para o ativo imobilizado. As principais questões na contabilização do ativo imobilizado são: a) a época

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA EM UMA ORGANIZAÇÃO Nádia Nascimento Cardoso 1, Carla Cristina Ferreira de Miranda orientadora 2 1 Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas Universidade do Vale Paraíba,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 17 (BV2010) Índice OBJETIVO 1 Item ALCANCE

Leia mais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais Conteúdo 1 Introdução... 1 2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais... 1 3 Questão 32 Natureza das contas... 3 4 Questão 33 Lançamentos - Operações de captação de recursos... 4 5 Questão

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE -

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - 1. Uma empresa produziu, no mesmo período, 100 unidades de um produto A, 200 unidades de um produto

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO

CONTABILIDADE E TURISMO Capítulo 1 CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Capítulo 1 Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse.

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse. CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006. 9 cópias na biblioteca

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO CONDOMÍNIO HOTEL TATUAPÉ ( OFERTA ) DECLARAÇÃO DO ADQUIRENTE NOME DO

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08. Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 08 Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 39 partes

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010. Dispõe sobre os critérios para a realização de investimentos pelas sociedades seguradoras, resseguradores locais,

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e Fundo de Investimento Imobiliário Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2009 2008 Passivo e patrimônio

Leia mais

ANEXO XV DIRETRIZES PARA CONTRATAÇÃO DE SEGUROS DE RESPONSABILIDADE DA CONCESSIONÁRIA

ANEXO XV DIRETRIZES PARA CONTRATAÇÃO DE SEGUROS DE RESPONSABILIDADE DA CONCESSIONÁRIA ANEXO XV DIRETRIZES PARA CONTRATAÇÃO DE SEGUROS DE RESPONSABILIDADE DA CONCESSIONÁRIA Durante o prazo da CONCESSÃO, a CONCESSIONÁRIA deverá contratar e manter em vigor no mínimo as apólices de seguro a

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral 1. Em relação ao princípio contábil da Competência, é correto afirmar que (A) o reconhecimento de despesas deve ser efetuado quando houver o efetivo desembolso financeiro

Leia mais

NBC T 19.4 - Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07

NBC T 19.4 - Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07 NBC T 19.4 - Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07 José Félix de Souza Júnior Objetivo e Alcance Deve ser aplicado na contabilização e na divulgação de subvenção governamental

Leia mais

Release de Resultado 3T08

Release de Resultado 3T08 PORTO SEGURO ANUNCIA LUCRO LÍQUIDO DE R$75,0 MILHÕES OU R$0,33 POR AÇÃO NO E R$211,6 MILHÕES OU R$0,92 POR AÇÃO NO 9M08. São Paulo, 7 de Novembro de 2008 Porto Seguro S.A. (BOVESPA: PSSA3), anuncia os

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 03 (R1) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 7 (IASB) PRONUNCIAMENTO Conteúdo OBJETIVO

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01. Entidades de Incorporação Imobiliária

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01. Entidades de Incorporação Imobiliária COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01 Entidades de Incorporação Imobiliária Descrição Item Objetivo e alcance 1 Formação do custo do imóvel, objeto da incorporação imobiliária 2-9 Despesas

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte TEORIA DA CONTABILIDADE 1. CONTA: Conta é o nome técnico que identifica cada componente patrimonial (bem, direito ou obrigação), bem como identifica um componente de resultado (receita ou despesas). As

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Gestão Contábil e Financeira nas Pequenas e Médias Empresas PMEs

Gestão Contábil e Financeira nas Pequenas e Médias Empresas PMEs Gestão Contábil e Financeira nas Pequenas e Médias Empresas PMEs. 1 A Contabilidade como Ferramenta de Gestão: Nova Visão Empresarial Benefícios e Vantagens; Parceria do Administrador e do Profissional

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Nas questões de 31 a 60, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a folha de respostas, único documento válido para a correção das

Leia mais

Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações:

Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações: Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações: 1) Antecipação do pagamento de uma duplicata de $ 140.000 a um de seus fornecedores, com 2% de desconto. i 2) Efetuou os seguintes

Leia mais

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012.

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012. PIS E COFINS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012. Sumário: 1 ENTIDADES FINANCEIRAS 2 - DA ALÍQUOTA 3 - DA BASE DE CÁLCULO 3.1 Receitas Incorridas

Leia mais

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS Page 1 of 14 IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS A Lei 6.404/76 (também chamada Lei das S/A), em seu artigo 8 º, admite a possibilidade de se avaliarem os ativos

Leia mais

Seguros, Previdência e Capitalização

Seguros, Previdência e Capitalização Seguros, Previdência e Capitalização Análise das contas Patrimoniais e do Resultado Ajustado do Grupo Bradesco de Seguros, Previdência e Capitalização: Balanço Patrimonial Mar10 Dez09 Mar09 Ativo Circulante

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC TE 11 para ITG 2001 e de outras normas citadas: de NBC T 19.27 para NBC TG 26; de NBC T 1 para NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL.

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004.

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. Analista CNMP Contabilidade Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. De maneira geral, foi uma prova

Leia mais

I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização;

I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização; 3 FORMAÇÃO DO CUSTO O custo dos imóveis vendidos compreenderá obrigatoriamente: I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização;

Leia mais

Gest ão em Cooper at i vi smo

Gest ão em Cooper at i vi smo Gest ão em Cooper at i vi smo Dirceu Granado de Souza Dinâmica Patrimonial Consult & Assess Empresarial 1 A Contabilidade como Ciências; Princípios Fundamentais de Contabilidade e Normas Brasileiras de

Leia mais

Release de Resultados do 1T10

Release de Resultados do 1T10 Release de Resultados do 1T10 Fale com R.I Relações com Investidores Tel: (11) 3366-5323 / 3366-5378 www.portoseguro.com.br, gri@portoseguro.com.br Porto Seguro S.A. Alameda Ribeiro da Silva, 275 1º andar

Leia mais

CIÊNCIAS CONTÁBEIS. A importância da profissão contábil para o mundo dos negócios

CIÊNCIAS CONTÁBEIS. A importância da profissão contábil para o mundo dos negócios CIÊNCIAS CONTÁBEIS A importância da profissão contábil para o mundo dos negócios A Contabilidade é a linguagem internacional dos negócios. A Contabilidade é, também, a Ciência que registra a riqueza das

Leia mais

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional O tamanho que a micro ou pequena empresa assumirá, dentro, é claro, dos limites legais de faturamento estipulados pela legislação para um ME ou EPP, dependerá do

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.638, DE 28 DEZEMBRO DE 2007. Mensagem de veto Altera e revoga dispositivos da Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Referente à elaboração e divulgação de informações pelas instituições administradoras dos Fundos de Investimento Imobiliário, para o mercado de valores mobiliários e encaminhamento à Comissão

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 23, de 25.03.83.

INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 23, de 25.03.83. INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 23, de 25.03.83. Altera normas para a apuração e tributação do lucro nas atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis estabelecidas pela Instrução

Leia mais

Estatísticas de Seguros

Estatísticas de Seguros Estatísticas de Seguros 2009 Autoridade de Supervisão da Actividade Seguradora e de Fundos de Pensões Autorité de Contrôle des Assurances et des Fonds de Pensions du Portugal Portuguese Insurance and Pension

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09. Demonstração do Valor Adicionado

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09. Demonstração do Valor Adicionado COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09 Demonstração do Valor Adicionado PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO 1-2 ALCANCE E APRESENTAÇÃO 3 8 DEFINIÇÕES 9 CARACTERÍSTICAS DAS

Leia mais

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento Conheça o tratamento fiscal aplicável ao ágio e ao deságio apurados na aquisição dos investimentos avaliados pelo Método de Equivalência Patrimonial - MEP AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS - Ágio ou Deságio na

Leia mais

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1..

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1.. 1. INVENTÁRIOS 1..1 Periódico Ocorre quando os estoques existentes são avaliados na data de encerramento do balanço, através da contagem física. Optando pelo inventário periódico, a contabilização das

Leia mais

Programas de Auditoria para contas do Passivo e Patrimônio Líquido

Programas de Auditoria para contas do Passivo e Patrimônio Líquido Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Ciências Contábeis e Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Auditoria Professor: Wolney Turma: A Programas de Auditoria para contas

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 547, DE 13 DE AGOSTO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 03 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES

SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas de BVA Seguros S/A Rio de Janeiro - RJ RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Examinamos as demonstrações financeiras individuais

Leia mais

11 CIRCULANTE 111 DISPONÍVEL 1111 CAIXA 11111 CAIXA 1112 VALORES EM TRÂNSITO 11121 VALORES EM TRÂNSITO 11122 CHEQUES EMITIDOS

11 CIRCULANTE 111 DISPONÍVEL 1111 CAIXA 11111 CAIXA 1112 VALORES EM TRÂNSITO 11121 VALORES EM TRÂNSITO 11122 CHEQUES EMITIDOS 1 ATIVO 1 11 CIRCULANTE 111 DISPONÍVEL 1111 CAIXA 11111 CAIXA 1112 VALORES EM TRÂNSITO 11121 VALORES EM TRÂNSITO 11122 CHEQUES EMITIDOS 1113 BANCOS CONTA DEPÓSITOS 11131 BANCOS CONTA DEPÓSITOS - MOVIMENTO

Leia mais

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4 Conteúdo C.1 Do Objeto...2 C.2 Das Definições...2 C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4 C.4 Da Constituição do PGA...4 C.5 Das Fontes de Custeio Administrativo...4 C.6 Dos Limites de Custeio Administrativo...5

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício SDE/GAB n 6010/2005, de 22 de dezembro de 2005.

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício SDE/GAB n 6010/2005, de 22 de dezembro de 2005. MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06002/2006/RJ COGAM/SEAE/MF 03 de janeiro de 2006 Referência: Ofício SDE/GAB n 6010/2005, de 22 de dezembro de 2005. Assunto:

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.3.3- Seguros

Conhecimentos Bancários. Item 2.3.3- Seguros Conhecimentos Bancários Item 2.3.3- Seguros Conhecimentos Bancários Item 2.3.3- Seguros Insegurança nas atividades cotidianas SEGURO Necessidade de controlar o RISCO! Conhecimentos Bancários Item 2.3.3-

Leia mais

Divulgação de resultados 3T13

Divulgação de resultados 3T13 Brasil Brokers divulga seus resultados do 3º Trimestre do ano de 2013 Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2013. A Brasil Brokers Participações S.A. (BM&FBovespa: BBRK3) uma empresa com foco e atuação no

Leia mais

Contabilidade Geral ICMS-RJ/2010

Contabilidade Geral ICMS-RJ/2010 Elias Cruz Toque de Mestre www.editoraferreira.com.br Temos destacado a importância das atualizações normativas na Contabilidade (Geral e Pública), pois em Concurso, ter o estudo desatualizado é o mesmo

Leia mais

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL A equivalência patrimonial é o método que consiste em atualizar o valor contábil do investimento ao valor equivalente à participação societária da sociedade investidora no patrimônio

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS BÁSICOS PRELIMINARES SOBRE SEGUROS PARA O ÂMBITO DO MERCOSUL

GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS BÁSICOS PRELIMINARES SOBRE SEGUROS PARA O ÂMBITO DO MERCOSUL MERCOSUL/GMC/RES.Nº 83/99 GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS BÁSICOS PRELIMINARES SOBRE SEGUROS PARA O ÂMBITO DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Recomendação Nº

Leia mais

Resolução CNPC Nº. 8 de 31 de outubro de 2011. (Publicado no D.O.U. Nº 241, de 16 de dezembro de 2011, seção I)

Resolução CNPC Nº. 8 de 31 de outubro de 2011. (Publicado no D.O.U. Nº 241, de 16 de dezembro de 2011, seção I) Resolução CNPC Nº. 8 de 31 de outubro de 2011. (Publicado no D.O.U. Nº 241, de 16 de dezembro de 2011, seção I) Dispõe sobre os procedimentos contábeis das entidades fechadas de previdência complementar,

Leia mais

Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014

Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014 Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014 Dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro viagem. A Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, no uso da atribuição

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 Pagamento do Imposto 001 Como e quando deve ser pago o imposto apurado pela pessoa jurídica? 1) Para as pessoas jurídicas que optarem pela apuração trimestral do imposto

Leia mais

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7

SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXA...7 FLUXO DE CAIXA SUMÁRIO FLUXO DE CAIXA...3 INTRODUÇÃO...3 CICLO DO FLUXO DE CAIXA...4 FATORES QUE AFETAM O FLUXO DE CAIXA...4 FATORES INTERNOS...4 FATORES EXTERNOS...5 DESEQUILÍBRIO FINANCEIRO...6 SINTOMAS...6

Leia mais

3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa

3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 3. Pronunciamento Técnico CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa Aplicação 1 - As instituições financeiras e demais instituições

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

Bases para o conhecimento de custos

Bases para o conhecimento de custos capítulo 1 Bases para o conhecimento de custos OBJETIVO O objetivo deste capítulo é apresentar os principais conceitos relacionados a custos, possibilitando ao leitor: identificar os métodos de custeio

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Notas explicativas às Demonstrações Contábeis dos Planos de Assistência Médica, Hospitalar e Odontológica da Fundação Celesc de Seguridade Social do Exercício Findo em 31 de dezembro de 2011 e 2010. NOTAS

Leia mais

Limite de Retenção Orientações da Susep ao Mercado

Limite de Retenção Orientações da Susep ao Mercado Limite de Retenção Orientações da Susep ao Mercado JUNHO/2013 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1. Área Responsável... 2 1.2. Base Legal... 2 1.3. Abrangência... 2 1.4. Contextualização... 2 2. LIMITE DE RETENÇÃO...

Leia mais

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2003 e Parecer dos Auditores Independentes Parecer dos Auditores Independentes 29 de janeiro

Leia mais

Estatuto da Caixa Econômica Federal Decreto n 0. 6.473, de 05/06/2008

Estatuto da Caixa Econômica Federal Decreto n 0. 6.473, de 05/06/2008 Estatuto da Caixa Econômica Federal Decreto n 0. 6.473, de 05/06/2008 IF sob a forma de empresa pública, criada nos termos do Decreto-Lei n o 759, de 12 de agosto de 1969, vinculada ao Ministério da Fazenda.

Leia mais

SEGUROS PATRIMONIAIS. www.sindsegsc.org.br PDES Programa de Desenvolvimento dos Executivos do Seguro Agosto/2013

SEGUROS PATRIMONIAIS. www.sindsegsc.org.br PDES Programa de Desenvolvimento dos Executivos do Seguro Agosto/2013 SEGUROS PATRIMONIAIS www.sindsegsc.org.br PDES Programa de Desenvolvimento dos Executivos do Seguro Agosto/2013 SEGUROS COMPREENSIVOS Nilso Gonçalves Membro Comissão Ramos Diversos PDES Seguros Compreensivos

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais