São Paulo, 11 de setembro de 2013

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1 São Paulo, 11 de setembro de 2013

2 Temos as melhores condições de mercado desde Pedro Álvares Cabral Juízo na condução da política econômica; Visão da importância da solução do déficit habitacional; Mercado demandado nos últimos 5 anos; Persistência de demanda; Abundância de financiamento para a produção; Investimentos estrangeiros vultosos; Empresas capitalizadas e com disponibilidade de investir; Inflação da economia baixa e previsível; Tendência de aumento na renda da população; Remuneração profissionais dentre as maiores das demais indústrias.

3 Estamos tendo os melhores resultados? Inflação setorial acima da inflação da economia; Falta de qualificação na mão de obra, na engenharia e em todos os níveis organizacionais; Falta de mão de obra, principalmente na fase de obra bruta ; Obras atrasadas e custos acima dos previstos; Qualidade das obras em declínio; Enorme aumento na burocracia publica atrasando licenças e permissões; Toda sorte de problemas com clientes e Ministério Público; Recentes anúncios de prejuízos e desvalorizações das ações.

4 Porque o nosso melhor momento se transformou no inferno?? Estávamos preparados para o sucesso?

5 Fatores de Competitividade Educação País Desenvolvimento tecnológico Estado leve e ágil Menor custo do Estado Ambiente favorável ao empreendedorismo Respeito a constituição Obediência as leis Setor Imobiliário Capacitação. Desenvolvimento processo construtivo e de gestão Ambiente regulatório menos complexo e lento Menor custo das empresas (DI, Overhead) Ambiente favorável a competição, menos informalidades Respeito aos contratos Obediência as normas

6 Estarmos preparados para o sucesso requer: Entendimento da cadeia de produção setorial, suas necessidades e possibilidades; Cadeia de produção como cadeia de valor; Indicadores de desempenho; Evolução das normas essenciais foco no desempenho; Combater o excesso de intervenção estatal e sua ineficiência; Promover melhores condições de competitividade e combater a pratica de informalidades (ilegalidades); LIDERANÇA.

7 Do ponto de vista da engenharia, onde estamos? As empresas não consideram seu desenvolvimento tecnológico como algo realmente importante para seu sucesso; Ainda usamos processos construtivos artesanais e de baixa produtividade; Uso da construção molhada e uso intensivo de mão de obra. Grande nível de interferências entre as partes da obra; Retrabalho e muitos arremates; Visão imediatista e conservadora. Preconceitos tecnológicos. Medo; Baixo nível de capacitação da engenharia e dos operários; Sistemas de gestão ainda rudimentares e baseados na experiência pessoal; Baixa visão sistêmica; Baixo nível de comunicação e de entendimento nos diversos elos da cadeia produtiva.

8 E para onde queremos ir? Construção com qualidade definida e uniforme; Alto nível de asserção nos prazos; Alta produtividade; Baixos níveis de desperdícios; Riscos de produção conhecidos e administráveis; Orçamentos confiáveis e desvios de custos baixos; Edifícios com nível de performance dentro do planejado; Baixo custo de assistência técnica.

9 É possível imaginar esse avanço sem a industrialização da construção?

10 Por que nosso avanço é tão lento?

11 Qual a nossa base para o desenvolvimento setorial? Temos tecnologia disponível no mercado; Temos um mercado de sistemas e componentes desenvolvido; Temos bons fornecedores de matéria prima industrializada; Temos consultores e projetistas bem qualificados e com visão sistêmica e industrial; Temos bons laboratórios de controle da produção; Temos profissionais experientes; Temos boas universidades e bom sistema de ensino.

12 Postura conservadora Temos a maioria da tecnologia disponível mas não usamos; Falamos em inovação e citamos como exemplos o dry wall, projeto de alvenaria, aço cortado e dobrado... Tecnologias presentes no Brasil há mais de 25 anos... Criticamos construtoras que tentam inovar; Disparamos maledicências no mercado; Damos um tiro no próprio pé!!! Nesse cenário, o que é inovação?

13 Porque mantemos processos artesanais? Conhecimento superficial dos processos construtivos; Não sabemos avaliar as interfaces; Desconhecemos o impacto no canteiro; Desconhecemos a avaliação de custos e prazos; Não fazemos análise de risco; Não queremos investir minimamente; Não sabemos avaliar o impacto da tecnologia no nosso negócio.

14 Análise de uma nova tecnologia Outros sistemas Projeto de Fabricação Canteiro e Equipamentos Nova Tecnologia Como se apropriar? Sequência e Trajetória da obra Produtividade Capacitação, Assist. Técnica e Riscos

15 Como avaliar o impacto de custo? 10 a 12% 8 a 10% 30 a 40% 40 a 45% 4 a 5% 1 a 2% Custo Cons.= taxa x [D.I.(tempo)+ Ʃ (custo m.o. + mat. + ferram.) + Conting. + Ass. Tec.] Custo Empreiteiros Custo Construtora

16 Como avaliar o impacto no negócio? Curva de custo Inicio obra Final da obra Redução prazo TIR? Final da obra

17 Conclusão Não existe desenvolvimento setorial sem desenvolvimento tecnológico e industrialização; Precisamos de dar um salto em nosso desenvolvimento setorial. Portanto!!! Temos que avaliar o porquê estamos tão devagar; Precisamos fazer análises mais completas; Desenvolvimento tecnológico como ferramenta de suporte estratégico da empresa; Competitividade X Tecnologia

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