ACIDENTES A BORDO DAS EMBARCAÇÕES

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1 José Marreiros Gonçalves Pequena nota biográfica Perito naval, Diretor Geral da Navaltik - empresa portuguesa de consultores de engenharia fundada em 1981 Filho, neto, sobrinho e por aí abaixo de Pescadores oriundos de Alvor Homem do mar por via de Oficial da Marinha Mercante. Teve muitas experiências de pesca de vários tipos por assistir a bordo em viagem às respectivas actividades: arrasto, cerco, artesanal, palangre. Colabora com a Universidade dos Açores DOP (departamento oceanografia e pescas) na manutenção e concepção do navio de investigação das pescas dos Açores, de nome ARQUIPÉLAGO. Vasta experiência da peritagem e avaliação de embarcações de pesca, sendo uma área de minha grande especialidade milhares de intervenções ao longo de 36 anos de actividade de peritagem de todo o tipo de sinistros e avaliações em navios de pesca. SEGURANÇA MARÍTIMA ACIDENTES A BORDO DAS EMBARCAÇÕES Elaborado por Marreiros Gonçalves General Manager da Navaltik Perito Naval 1

2 Não se podem dissociar os acidentes a bordo das embarcações Estado técnico (Conservação) Condições de operacionalidade Para não se registarem acidentes a bordo ou evitarem-se os mesmos ao máximo, é imperioso que o aspecto técnico nunca seja descurado, pois existe uma interligação indiscutível. 2

3 Alguns aspectos relacionados entre os acidentes a bordo e o estado técnico das embarcações que elegemos são os seguintes: RIEAM Respeito pelas regras de navegação, conforme conteúdo no Regulamento Internacional Para Evitar Abalroamentos no Mar. EPIRB Indiscutível a sua existência a bordo, recomendando-se a sua utilização mesmo nas embarcações que a isso não são obrigadas. Coletes insufláveis e fatos de frio Os actuais coletes mais modernos permitem uma utilização permanente em operações devido ao seu pouco volume. Cai-se ao mar insufla-se e em princípio temos mais probabilidades de sobreviver e sermos recolhidos. Os fatos de frio são essenciais em caso de abandono organizado. AIS Novo sistema de detecção do posicionamento das embarcações no mar. Sistema eficaz com alarme e utilizado actualmente a nível Mundial. Em Portugal, nas embarcações de pesca a sua instalação está definida em decreto-lei Sendo a sua instalação obrigatória para as seguintes embarcações / datas de construção: Embarcações Novas Cff >/ 15mts 30/11/ >/ cff <18mts 30/05/2014 Embarcações Existentes 18</ cff </24mts 30/05/ </ cff </45mts 30/05/2012 3

4 Problemas técnicos responsáveis por naufrágios, submersões e acidentes pessoais graves: - Rolos de borda - Resbordos - Cabos Morse - Sistemas dos lemes - Alarmes de nível alto - Sistemas de esgoto - Alarmes anti-sono (curiosidade) - Sistemas de baterias eléctricas OS ROLOS DE BORDA Responsáveis por acidentes graves por amputação de membros nas tripulações das traineiras de cerco. NTK propõe uma alteração sujeita à apreciação dos Armadores (Ver publicação Mútua) 4

5 OS ROLOS DE BORDA 1. Colocação de uma barra inox soldada ao talabardão e a beijar o rolo de borda. 2. Colocação de um disparo de emergência na vizinhança dos rolos para paragem de todo o sistema hidráulico. OS ROLOS DE BORDA Alteração proposta pela NTK Sujeita à apreciação dos Armadores 5

6 OS RESBORDOS Elementos de escoamento de águas nas embarcações onde principalmente os Palangreiros estão mais sujeitos a perdas de estabilidade, adornamento e naufrágio e casos são vários e conhecidos com perdas de vidas. OS RESBORDOS Outros exemplos constados no decurso das Peritagens Não se deve constrangir os rebordos 6

7 OS CABOS MORSE Todos os homens do mar os conhecem, pois são essenciais para as manobras de velocidade e inversão de marcha. O estado operacional tem de ser constantemente verificado. OS CABOS MORSE A sua falha provoca acidentes graves, com principalmente colisões, onde muitas vezes se perdem vidas. 7

8 SISTEMAS DOS LEMES Da mesma forma que os cabos morse, as articulações e fixações dos sistemas dos lemes devem ser verificados constantemente. Um parafuso que salte da fixação do braço de movimentação de um leme, provoca a perda de governo SISTEMAS DOS LEMES e muitas vezes já junto da muralha, pedras ou outras embarcações, as colisões podem ser inevitáveis. 8

9 ALARMES DE NÍVEL ALTO Existem este tipo de alarmes a bordo, é um factor de segurança imprescindível. Um alagamento progressivo, por exemplo ao cais, se um tripulante estiver a bordo a dormir, este poderá não ter tempo para fugir e afundar com a embarcação. ALARMES DE NÍVEL ALTO Este tipo de alarme muito conhecido por todos pode ter agregado um pirilampo giratório. Neste caso, e principalmente ao cais, alerta toda a gente e vigilância para o acontecimento e muitas vezes evita submersões. 9

10 OS SISTEMAS DE ESGOTO Importante ter pelo menos uma ou duas bombas de esgoto automático a bordo. Importante que os pontos de esgoto tenham instaladas válvulas anti-retorno nas extremidades e pinhas de ralo e estas deverão ser periodicamente limpas Pretende-se com isto evitar alagamentos por esquecimento de válvulas abertas. Ao cais fechar sempre as válvulas de fundo quando ninguém está a bordo. SISTEMA ELÉCTRICO (Baterias) Uma embarcação pode estar equipada com bombas auto, alarmes e outros dispositivos, mas sem baterias, mal carregadas ou até desligadas nada resulta. Na nossa actividade já encontramos homens do mar que quando vão para terra desligam os cabos das baterias. 10

11 ALARME ANTI-SONO Curiosidade final, mas que não queremos deixar de assinalar Pois já o encontramos nas embarcações. É um alarme simples para o vigia que está na ponte e que o obriga a acordar de X em X minutos, obrigando-o a fazer o Reset. Muito utilizado em navegação e em arrasto. MUITO OBRIGADO Pela vossa atenção 11

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