PORTUGAL. Segurança em. Empresas exigem mais fiscalização % Lei existe mas não é cumprida. empresas de segurança.

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5860 DE 11 DE FEVEREIRO DE 2014 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Segurança em PORTUGAL Empresas exigem mais fiscalização Lei existe mas não é cumprida. TEXTOS DE RAQUEL CARVALHO Quem contratar serviços que não cumprem a lei pode estar a cometer um crime punível com pena de prisão entre um a cinco anos. Paula Nunes O exercício da actividade de segurança privada é regulado e o seu quadro legal foi objecto de revisão recente. Porém, as principais empresas e associações do sector exigem mais fiscalização, uma vez que, garantem, existem empresas que não cumprem a lei, apresentando preços muito baixos. A lei é clara. Mas Bárbara Marinho e Pinto, secretária-geral da Associação de Empresas de Segurança, que representa empresas como a Securitas, a Prosegur ou a Charon, diz que o Estadoeosectorprivadodãoguaridaaestasituação, contratando empresas incumpridoras e alimentando um autêntico sector marginal, paralelo ao sector regular de segurança privada e que está a ganhar cada vez mais terreno. Maria João Conde, secretária-geral da Associação Portuguesa de Segurança, confirma esta situação, salientando que no sector que representa, - empresas ligadas às tecnologias de segurança electrónica, - existem problemas relacionados com concorrência desleal e falta de cumprimento da legislação por parte dos agentes económicos. Ambas, juntamente com responsáveis pelas principais empresas do sector, defendem a criação de equipas multidisciplinares inspectivas, integrando elementos da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), Polícia de Segurança Pública, Finanças e Segurança Social, repto a que o Ministério da Administração Interna (MAI) diz estar sensível. Contactado pelo Diário Económico, o gabinete do Secretário de Estado Adjunto do MAI garante que a prestação de serviços de segurança privada por empresas implica a habilitação prévia com o competente alvará easua manutenção depende do cumprimento de um conjunto de deveres especiais. E que o exercício ilícito da actividade por entidades não habilitadas constitui crime punível com pena de prisão de um a cinco anos, podendo incorrer na mesma pena quem contrate a prestação de serviços sabendo que a mesma se realiza sem a necessária habilitação legal. EMPRESAS A31deDezembrode2012 estavam licenciadas 114 empresas de segurança privada, titulares de um total de 172 alvarás. 114 empresas de segurança VIGILANTES No final de 2012, último ano com dados disponíveis do sector, estavam registados vigilantes activos, menos 4,68, face a vigilantes PERFORMANCE Sector da segurança caiu 10% em 2012 e da segurança privada 6% nos últimos três anos. 6% SECTOR CONCENTRADO O sector é moderadamente concentrado. A maior empresarepresenta20% do volume de negócios e as cinco maiores empregam metade dos trabalhadores. 20%

2 II Diário Económico Terça-feira 11 Fevereiro 2014 SEGURANÇA EM PORTUGAL Os grandes desafios do sector da segurança Empresas e associações denunciam algumas más práticas no sector da segurança. A nova lei da segurança privada, em vigor desde 14 de Junho de 2013, veio definir quem viabiliza o exercício da função de segurança privada, as condições específicas para o seu exercício e os requisitos que as empresas devem obedecer no que respeita a meios técnicos e humanos. Trouxe novas regras de acesso à profissão e clarificou a função de segurança, vigilante e de porteiro. Outra das mudanças preconizadas é o alargamento da obrigatoriedade de instalar sistemas de videovigilância. Estas eram muitas das pretensões de empresas e associações do sector da segurança em Portugal. Porém, o sector ainda se confronta com alguns problemas. 1 Dumping de preços O sector da segurança privada tem sofrido com a queda de preços. As empresas acusam outras de concorrência desleal, já que há algumas que apresentam preços abaixo do custo. Há inúmeras situações de incumprimento das obrigações legais que resultam na prática de dumping social, ressalva João Gaspar da Silva, presidente da Prosegur, uma das maiores empresas de segurança a actuar em Portugal. Para o responsável, a razão é a contracção do mercado, que leva alguns operadores a nivelar por baixo as práticas laborais. Pedro Santos, director da Charon, segue pela mesma linha de argumentação, referindo haver muitas empresas que tentam manter ou crescer em volume de facturação, conciliando vendas abaixo do preço de custo. Manifestamente, o que conseguem é uma ilusão de crescimento, mas com elevadas perdas na sua rentabilidade e viabilidade a prazo, garante. Para ele, a ilusão de uma política de preços abaixo de custo apenas serve para promover o dumping social e fomentar o incumprimento da legislação da segurança e do trabalho, contribuindo para falências das empresas, trabalho precário dos vigilantes e clientes lesados com níveis segurança também precários e inferiores aos contratualizados. Jorge Couto, administrador-delegado da Securitas, fala de uma procura desenfreada de novas vendas para fazer face aos custos fixos, o que acaba por promover uma guerra de preços no mercado que, a médio prazo, contribuirá para um detrimento acentuado das condições existentes no sector da segurança privada. VIDEOVIGILÂNCIA Segundo a Comissão Nacional de Protecção de Dados, houve um total de 6101 notificações de videovigilância em notificações Vigilante vs segurança Tanto um vigilante como um segurança são considerados profissionais de segurança privada. Ambos estão capacitados para zelar pela ordem e segurança de pessoas nos limites do seu local de trabalho, seja num centro comercial, recintod esportivo, empresa privada ou pública. Mas um vigilante actua sempre com um carácter preventivo, ou seja, de inibir, dificultar e impedir qualquer acção que possa colocar em perigo as pessoas. E um segurança está autorizado a fiscalizar pessoas, cargas e patrimônio, a escoltar pessoas e mercadorias, estando estes os profissionais destacados para assegurar a segurança em estabelecimentos nocturnos. Otransportedevaloressuperiores a dez mil euros deve ser assegurado por uma empresa especializada e habilitada a lidar com situações de risco. Mas nem sempre isso acontece. Na imagem, transporte de valores no Uruguai. Maria da Glória Morão Lopes, presidente executiva da Esegur, destaca a prática por algumas empresas de preços absolutamente insustentáveis para não reduzirem o volume de negócios, ficando com os custos. Sobre isto, Pedro Santos destaca haver concursos públicos e privados que efectuam contratações a preços abaixo dos custos mínimos impostos e recomendados. A consequência é não existir margem para manter a actividade sem que exista violação do ordenamento jurídico empresarial da segurança e do trabalho. Deste modo, a prática de preços anormalmente baixos tem de ser veementemente combatida. 2 Falta de fiscalização João Couto acredita que só a ausência de fiscalização do sector por parte das autoridades competentes é que consente que algumas empresas estejam a operar. Garante haver preços que se situam na casa dos dois dígitos abaixo dos custos mínimos legalmente obrigatórios, o que, diz, prejudica Estado e empresas. Por isso, defende que as autoridades devem ter um papel fundamental em separar o trigo do joio, eliminando todas as ilegalidades. Também Maria da Glória Morão Lopes, fala de uma absoluta falta de fiscalização, o que leva a uma total desregulação, com o incumprimento vulgarizado das obrigações legais. Por isso, diz ser impriscindivel uma acção veemente que acabe com as más práticas do sector. E aconselha: Se as autoridades não têm capacidade para desenvolver estas acções, devem delegá-las na indústria. Para acabar com as situações de concorrência desleal, João Gaspar da Silva, defende um entendimento entre as associações empresariais e os parceiros sociais para adequar o contrato colectivo do sector à realidade actual, bem como uma acção inspectiva mais actuante e eficaz, sugerindo o desenvolvimento de acções inspectivas conjuntas. Sobre a falta de fiscalização, o gabinete do secretário de Estado Adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI) disse ao Diário Económico que em finais de 2011 a Autoridade das Condições de Trabalho (ACT) promoveu uma intervenção inspectiva no sector da actividade de segurança privada, à qual se encontram associadas importantes medidas e recomendações. Diz ainda que em 2012, teve início um processo de cooperação com resultados bastantes positivos, e garante que as abordagens multidisciplinares aos problemas existentes ou detectados que envolvem competências de distintas entidades, constituem uma boa prática, que naturalmente, são apoiadas. 3 Empresas que não cumprem lei são contratadas pelo Estado Há uma clara violação da lei da segurança privada no que toca à função de segurança. Bárbara Marinho e Pinto, secretária-geral da Associação Portuguesa de Segurança, afirma mesmo que há empresas que põem vigilantes a fazer a função de segurança, a um custo mais baixo e que não pagam as suas obrigações às finanças e à segurança social. Sobre isto, o MAI esclarece que uma das importan-

3 Terça-feira 11 Fevereiro 2014 Diário Económico III PUB Andres Stapff / Reuters tes alterações do novo regime jurídico é a nova exigência de prova permanente às entidades licenciadas relativamente ao cumprimento das obrigações fiscais e relativas à segurança social e laborais, bem como a avaliação das sanções administrativas aplicadas nestas áreas e que podem constituir fundamento para a suspensão ou cancelamento do licenciamento. Quanto à contratação de serviços de segurança privada de empresas que não cumprem a lei pelo Estado, o MAI diz que a contratação pública está sujeita ao código dos contratos públicos aprovado em 2008, em sede do qual são definidos um conjunto de impedimentos relativos às entidades concorrentes, competindo às entidades públicas adjudicantes verificar o cumprimento dos requisitos legais. 4 Segurança de edifícios O novo regime jurídico de segurança tem ainda um ponto referente à segurança contra incêndios em edifícios que exige que todos os edifícios e recintos existentes possuam medidas de autoprotecção. Porém, de acordo com Maria João Conde, secretária-geral da Associação Portuguesa de Segurança, esta obrigatoriedade não está a ser cumprida por 95% dos proprietários e responsáveis de segurança dos edificios, por desconhecimento da lei. Bárbara Marinho e Pinto alerta para outro ponto. O transporte de valores superiores a dez mil euros deve ser assegurado por uma empresa especializada e habilitada a lidar com situações de risco, o que nem sempre acontece.

4 IV Diário Económico Terça-feira 11 Fevereiro 2014 SEGURANÇA EM PORTUGAL Bárbara Marinho e Pinto, secretária-geral da Associação de Empresas de Seguranças (AES). Requisitos técnicos devem ser alargados a todos os sistemas APSEI diz que muitos proprietários de estabelecimentos ainda desconhecem a lei. Maria João Conde, secretária-geral da Associação Portuguesa de Segurança. Medidas de apoio à contratação não criam emprego AES acredita que a escolha por empresas que apresentam preços baixos, leva a mais desemprego. Paulo Alexandre Coelho Paulo Figueiredo Segundo a Associação de empresas de segurança (AES), o que poderia ser uma boa decisão do Governo, - dar apoio às empresas de segurança privada -, está a resultar num prejuízo para o Estado, não havendo poupança de dinheiro, nem criação de emprego. Bárbara Marinho e Pinto, secretária-geral da AES, diz que o efeito destas medidas no sector da segurança privada é muito diferente do efeito que terá noutros sectores, por ser um sector de mão-de-obra intensiva. E explica porquê. Uma entidade tem ao seu serviço uma empresa que lhe presta A AES diz que as medidas do Governo de apoio à contratação apenas levam à substituição de trabalhadores. um serviço de vigilância humana. Entretanto, surge uma outra empresa que se propõe a prestar o mesmo serviço por preço inferior aos custos que decorrem directamente da lei. Essa empresa consegue apresentar este preço anormalmente baixo porque beneficia de um apoio do Estado (por exemplo, não tem que suportar a totalidade da TSU). Em consequência, diz, aquela entidade vai dispensar a primeira empresa e contratar a segunda. Ora, isto ocasiona a extinção do posto de trabalho dos vigilantes da primeira empresa. Ou seja, não há qualquer criação líquida de emprego. Há substituição de trabalhadores. Bárbara Marinho e Pinto diz que, se for retirado o subsídio de que beneficia essa nova empresa, a mesma sofrerá um desfalque. Como fará a nova empresa? Continua a prestar o serviço, mas a custo zero ou mesmo sem qualquer lucro? Vai reduzir o salário do trabalhador?, questiona a secretária-geral da AES que não tem dúvidas que o Estado não só despende o valor do subsídio (não recebe a totalidade da TSU porque prescinde de uma parte a tal medida que visa apoiar a contratação ), como paga os subsídios de desemprego ocasionados pelo despedimento dos trabalhadores ao serviço da primeira empresa. A responsável frisa ainda que na esmagadora maioria dos casos em que empresas de segurança apresentam propostas com um preço suspeito de ser inferior ao custo, a entidade adjudicante tem o poder de suscitar da parte do proponente a justificação para o preço. Porém, isso não acontece, porque, esclarece, a estas entidades, altamente constrangidas por restrições orçamentais, convém-lhes ignorar o facto, diz, acreditando que continuará a convir enquanto quem adquire serviços de segurança não for corresponsável pelas contraordenações das empresas de segurança. A nova lei de segurança privada generaliza a obrigatoriedade de sistemas de videovigilância aos centros comerciais, ourivesarias, galerias de arte, farmácias e postos de abastecimento de combustível. Antes, já estavam obrigados a adoptar esta medida de segurança ao abrigo da anterior regulamentação a banca, recintos desportivos e discotecas. De acordo com Maria João Conde, secretária-geral da Associação Portuguesa de Segurança (APSEI), para que as imagens captadas e gravadas pelos sistemas de videovigilância possam constituir um elemento probatório fidedigno na prevenção, detecção, investigação e resolução de crimes, terão que cumprir com requisitos técnicos mínimos para poder captar imagens de qualidade. Os requisitos técnicos miniminos exigidos na lei relativos à captação, comunicação, visualização, monitorização e registo dos sistemas, são equilibrados para poder garantir a qualidade das imagens captadas. Contudo, a responsável lamenta que os mesmos se apliquem apenas aos sistemas de videovigilância instalados nas empresas titulares de alvará ou licença e não à generalidade dos sistemas instalados. Este âmbito de aplicação é manifestamente reduzido face ao objectivo de garantir a qualidade e fiabilidade das imagens como elemento probatório, considera Posto isto, Maria João Conde sublinha ser urgente interpretar a legislação no sentido de estender a aplicação dos requisitos técnicos dos sistemas de videovigilância. No entendimento da APSEI, os requisitos técnicos aplicáveis aos sistemas de videovigilância deveriam aplicar-se aos estabelecimentos obrigados a adoptarem sistemas de videovigilância, bem como a todos os sistemas ligados às centrais de monitorização e alarme explorados pelas empresas titulares de alvará ou licença. Deve haver mais divulgação das novas obrigações legais junto dos proprietários dos estabelecimentos. A secretária-geral da APSEI assegura ainda que para que a nova lei da segurança privada produza efeitos ao nível da prevenção e prática de crimes, há que promover uma ampla campanha de divulgação das novas obrigações legais, junto dos proprietários destes estabelecimentos, uma vez que, garante, a maioria desconhece que a lei lhes impõe a adopção de sistemas de segurança e a sua conformidade com as normas europeias.

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6 VI Diário Económico Terça-feira 11 Fevereiro 2014 SEGURANÇA EM PORTUGAL Principais empresas de segurança apresentam quedas na facturação A aposta na inovação e em serviços integrados tem sido uma das soluções para evitar os efeitos da crise. O mercado da segurança privada tem vindo a cair nos últimos anos e as principais empresas do sector acompanham a tendência de mercado, registando quedas no volume de negócios. Para contornar a crise, tem apostado na inovação e numa gestão criteriosa dos custos. Jorge Couto, administrador delegado da Securitas, diz que a empresa aposta na inovação. Securitas FACTURAÇÃO DE 98 MILHÕES DE EUROS EM 2013 Em 2013, a facturação da Securitas sofreu um decréscimo de 6% em relação a 2012, tendo atingindo os 98 milhões de euros, revela Jorge Couto, administrador delegado. Para 2014, as perspectivas são de uma queda de 3%, antecipa, garantindo que, apesar da crise, a empresa tem-se adaptado aos constrangimentos sentidos pelos clientes. Em parte, devido à antecipação do cenário de dificuldade e ao desenvolvimento de soluções diferenciadas. Mas também pela aposta na inovação que se consubstancia na integração de tecnologia na cadeia de valor, frisa Jorge Couto que revela que a chave principal da estratégia de crescimento passa pela incorporação de soluções de segurança que incluam a componente electrónica. O investimento efectuado no novo Centro Operacional de Soluções de Segurança, na sede em Linda-a-Velha, tem como objectivo garntir a gestão operacional das diferentes soluções de segurança e servir de plataforma para a coordenação e apoio às estruturas colocadas no terreno. De frisar que a vigilância especializada pesa 80% do negócio da Securitas. A vigilância mobile e Tecnologias e Inovação pesa 10%. Esegur VENDASCAEMEM2013 POR QUEDA NA PROCURA A queda da facturação da Esegur está em linha com o mercado da segurança privada. Maria da Glória Morão Lopes, presidente executiva da empresa, assume que 20 A Esegur comemora este ano, os 20 ano de existência. A empresa fechou 2013 com colaboradores. 6% O volume de negócios da Securitas baixou 6% em 2013, em relaçãoa2012. Em 2014, a queda deveráserde3%, isso é consequência do decréscimo da procura de serviços, nomeadamente da banca. Porém, garante que a Esegur ultrapassou as dificuldades, fruto de uma gestão criteriosa dos custos, de uma Para compensar a quebra na facturação, as principais empresas do sector têm feito uma gestão criteriosa dos custos. abordagem especializada junto da carteira de clientes, e em parcerias de longo prazo. A responsável salienta que a Esegur tem tomado medidas de gestão com vista à optimização de processos internos, o que permitiu incrementar significativamente as produtividades e melhorar de forma relevante os custos. O orçamento foi cumprido, e isso representa uma melhoria relativamente ao ano passado, ressalva. Quanto ao futuro, a Esegur irá aprofundar o investimento em relações duradouras com os clientes, através de uma prestação de serviços competente, rigorosa e responsável e da oferta de soluções que lhes permitam reduzir custos, garantindo os níveis de segurança. Prosegur CRESCIMENTO NAS ÁREAS DE TECNOLOGIA E ALARMES O ano de 2013 foi sentido de forma diferente pelas várias áreas de negócio na Prosegur. João Gaspar da Silva, presidente, assume que no mercado da vigilância manteve-se a tendência de contracção já observada nos últimos anos. Por oposição, na área da tecnologia de segurança ou dos alarmes residenciais, registámos um crescimento moderado. As contas referentes a 2013 ainda não estão fechadas, mas o responsável antecipa que a Paula Nunes Maria da Glória Morão Lopes, presidente executiva da Esegur, diz que a quebra na facturação se deve ao decréscimo na procura, sobretudo da banca. empresa manteve a mesma performance. A Prosegur afirma estar a consolidar a sua posição no mercado devido às medidas tomadas para contornar a crise e que passaram pela contenção de custos com particular incidência nos negócios B2B onde se 12 A Prosegur tem 12 delegações em todo o território Português, e colaboradores. A empresa foi fundada em sentiu mais o efeito da crise. Desta forma, a empresa conseguiu aumentar de forma significativa a eficiência operacional. A estratégia de futuro passa pelo reforço na aposta em soluções de segurança integradas e especializadas. Será ainda reforçado o investimento em I&D para aumentar a nossa presença em alguns sectores, diz, revelando que irá haver novidades no segundo semestre do ano ao nível de produto e serviços. Charon OLHOS POSTOS EM NOVOS MERCADOS A Charon quer apostar na internacionalização, para compensar a quebra no volume de negócios no mercado nacional, que se prevê man- Paulo Alexandre Coelho

7 Terça-feira 11 Fevereiro 2014 Diário Económico VII PUB Comunicado de imprensa Associação de Empresas de Segurança escreve "Carta Aberta" ao Governo MEDIDAS DE APOIO À CONTRATAÇÃO NÃO CRIAM EMPREGO E AUMENTAM DESPESA PÚBLICA João Gaspar da Silva, presidente da Prosegur, garante que no futuro a empresa vai apostar em soluções integradas. A Associação de Empresas de Segurança (AES) escreveu uma "Carta Aberta" ao Governo onde critica as falsas medidas de apoio ao emprego e demonstra como estas apenas agravam o défice público e não combatem o desemprego, situação que se verifica nas atividades de mão-de-obra intensiva. A AES pretende alertar o Executivo para o efeito perverso que essas medidas estão a ter na economia e, particularmente, no setor da segurança, que só no ano passado contraiu 10%. Para tal, baseia-se na constatação de que é cada vez mais comum, em concursos públicos, certas empresas de segurança privada apresentarem preços abaixo dos definidos pela lei, justificando os valores com o apoio estatal que recebem. O que parece ser uma boa decisão da Administração Pública acaba por resultar, assim, num prejuízo: o Estado, feitas as contas, gasta mais, poupa menos e não cria emprego. Em sectores de mão-de-obra intensiva, como é o caso do sector da segurança privada, em que os encargos remuneratórios representam a maior fatia do custo de prestação do serviço, uma empresa que queira preservar os postos de trabalho vê-se em dificuldades quando tem que competir, em pé de igualdade, com prestadores que recorrem a empregos subsidiados pelo erário público e, dessa forma, conseguem apresentar custos inferiores aos exigidos pelo cumprimento integral das obrigações legais que se aplicam às primeiras. Estamos, claramente, perante uma situação que só contribui para mascarar os números do desemprego e deturpar a livre concorrência, ficando o Estado a perder, pois, para além despender com a concessão dos benefícios às empresas, ainda tem que pagar subsídio de desemprego aos trabalhadores que são despedidos em consequência da adjudicação de serviços de segurança às empresas beneficiárias destes incentivos, afirma a AES. ter-se em Pedro Santos, director, diz que a empresa está atenta a oportunidades em mercados alvo com taxas de crescimento interessantes e barreiras à entrada transponíveis e revela que a Charon tem vindo a adaptar a sua estratégia à realidade do País. Estamos a acompanhar proactivamente os clientes, para que a empresa conheça de forma mais próxima as suas necessidades. A integração da tecnologia nas soluções de segurança tem sido uma 2014 Este ano, a Charon acredita que se mantenha a tendência de decréscimo na área da segurança privada. mais-valia, permitindo atender de forma equilibrada às vertentes económicas e de segurança, frisa Pedro Santos. Não menos importante é a vertente do controlo contínuo dos custos administrativos e de backoffice que a empresa suporta, afirma, frisando a gestão racional dos meios disponíveis e necessários para o seu desenvolvimento. Porém, a Charon não descura o investimento na tecnologia, tendo uma das mais avançadas e multifacetadas Centrais de Recepção e Monotorização de Alarmes. Uma relação mais duradoura e de maior proximidade com os clientes tem sido uma das apostas das empresas de segurança para manterem boas performances em anos de crise no sector da segurança. Paula Nunes O reembolso da TSU, conhecido como programa Impulso Jovem, e a atribuição de um apoio financeiro que pode ir até 60% da retribuição mensal do trabalhador ( Estímulo 2013 ) são exemplos de medidas que, quando aplicadas em setores de mão-de-obra intensiva sem serem acompanhadas de medidas que garantam a efetiva criação de novos postos de trabalho, prejudicam as empresas que valorizam os seus colaboradores e cumprem com as diretrizes das autoridades reguladoras. A AES tem-se batido pela intensificação da fiscalização das más práticas no sector da segurança privada, por parte da ACT e da PSP, e apela ao Governo para corrigir a atual situação de atribuição de apoios que distorcem a concorrência e contribuem para o aumento do défice público. A AES, fundada em 1990, é uma associação sem fins lucrativos, de natureza empregadora, constituída por empresas que se dedicam à atividade de segurança privada. Tem como missão promover e defender os princípios de deontologia e ética profissional, a concorrência leal entre as empresas e o respeito pela legislação aplicável ao sector, representando mais de 50% do sector. Para mais informação: Inforpress João Duarte Julio Carvalho AVISO: Informamos que os dados que constam desta comunicação fazem parte de um arquivo da propriedade do GABINETE DE PRENSA INFORPRESS, S.L. com o objectivo de gerir o nosso negócio e de informar dos nossos serviços. Se desejar exercitar os direitos de acesso, rectificação, cancelamento e oposição pode dirigir-se por escrito para a seguinte morada: GRUPO INFORPRESS, Avenida da Liberdade, 157 1º, Lisboa.

8 VIII Diário Económico Terça-feira 11 Fevereiro 2014 SEGURANÇA EM PORTUGAL OPINIÃO LUIS FILIPE ANTUNES, DIRECTOR DO CENTRO DE COMPETÊNCIAS EM CIBERSEGURANÇA E PRIVACIDADE Protecção de Dados: uma questão de segurança A problemática da protecção de dados pessoais e empresariais constitui um dos maiores e mais urgentes desafios da sociedade. A segurança da informação não se limita às fronteiras físicas de uma instituição, região ou país; a cooperação é essencial para se atingirem níveis de segurança elevados. Dada a influência das tecnologias de informação e comunicação na economia, a cibersegurança deve ser pró-activa a novos cenários e ameaças. Face à constante evolução da tecnologia, as Universidades, como entidades geradoras de conhecimento, têm uma responsabilidade acrescida no estudo e conhecimento detalhado dos mecanismos usados em ataques cada vez mais sofisticados. Espionagem industrial e económica, fraudes ou acesso a dados confidenciais são ameaças cada vez mais reais, razão pela qual o governo, as universidades e a indústria devem cooperar para desenvolver infra-estruturas capazes de responder a este desafio. Prestar serviços nas diferentes áreas da cibersegurançaéamissãodocentrode Competências em Cibersegurança e Privacidade (C3P) da Universidade do Porto. Em parceria com diversas instituições, empresas e organizações, o C3P visa criar impacto no tecido empresarial, alertando para os riscos iminentes e fornecendo soluções que atenuem os danos de potenciais ataques. O centro analisa e detecta vulnerabilidades, desenvolve cenários de ataque/defesa de redes móveis, faz auditorias de segurança informática, estuda e desenvolve soluções que garantem a geo-localização dos dispositivos móveis. Faz ainda a manutenção de políticas de segurança, privacidade e actualização de software dos aparelhos e a análise e desenvolvimento de software forense. A segurança dos sistemas de informação deixa de ser uma simples preocupação técnica e é um requisito indispensável à sustentabilidade. É urgente o investimento em soluções que garantam a estabilidade e, sobretudo, mantenham a confiança da sociedade nos sistemas que a suportam no dia-a-dia. Tablets e smartphones podem ser espiões ao serviço de desconhecidos CNPD alerta para fragilidades da informação na internet através de redes wi-fi públicas e o acesso a todo o conteúdo por terceiros. Segurança de informação cresce Maior sofisticação nos ataques a sistemas informáticos, aplicações relacionadas com o cibercrime e ameaças que surgem com a Web 2.0 vieram aumentar exponencialmente os perigos a que estão expostas as organizações a nível mundial, afirma Gabriel Coimbra, da consultora IDC. O acesso globalizado à internet, assim como o acesso através de vários pontos, está a fazer com que identificar o perímetro de segurança da organização seja uma tarefa impossível. E os novos modelos de computação Software-as- -a-service, Cloud Computing vão complicar o cenário. Assim, e porque a segurança da informação e a sua integração com a segurança física é uma dos principais preocupações dos responsáveis de sistemas de informação nas organizações portuguesas, o investimento em soluções de segurança de informaçã de deverá crescer 4,2%. I.M. Especialistas aconselham os utilizadores de redes wi-fi públicas a evitar ligar-se a redes públicas e, se o fizerem, evitar a todo o custo a introdução de informação potencialmente sensível. A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) veio alertar recentemente para as fragilidades da informação na Internet e para os perigos de devassa da visa privada de quem acede à Internet em smartphones, tablets ou computadores através das redes wi-fi públicas. Filipa Calvão, presidente da CNPD, explicou, em conferência, que um mero documento PDF que instale um programa no computador pode facilitar o acesso a terceiros de tudo o que se tem guardado, e realçou que dados transmitidos pela Internet podem ser apanhados na rede e telemóveis serem invadidos por programas maliciosos. A responsável alertou que os dados pessoais dos cidadãos estão sujeitos a uma exposição e a uma permanente devassa que faz temer pela protecção mínima de privacidade e que as pessoas não têm consciência disso no dia- -a-dia. Smartphones, android ou iphones são alguns dos meios privilegiados de exposição pública de informações privadas. Luís Filipe Antunes, presidente do Centro de Cibersegurança e Privacidade da Universidade do Porto, acredita que podem mesmo transformar- -se em espiões ao serviço de mãos desconhecidas, o que é relativamente fácil. O investigador garantiu que basta um link com um pacote malicioso para aceder a todas as informações do telemóvel, sem que o proprietário se aperceba. Ao Diário Económico, o especialista informou que, durante um evento na Assembleia da República foram feitos dois ataques, tirando partido de vulnerabilidades conhecidas numa versão de um sistema operativo de um smartphone. Conseguimos ficar totalmente em controlo do smartphone, acedemos a SMS, contactos, fotografias e todos os dados existentes, disse, informando ainda terem usado a câmara para ver o ambiente em que ele se encontrava, usamos o microfone como escuta do meio ambiente, fizemos chamadas e atendemos chamadas dirigidas ao smartphone. Finalmente, obtivemos a localização exacta do aparelho, frisa. Para evitar isto, Luís Filipe Antunes aconselha a actualização permanente do sistema operativo. Já no segundo ataque fez-se o controlo de um ponto de acesso a internet wi-fi, tendo-se conseguido que os smartphones que tinham o wireless ligado se ligassem ao nosso ponto de acesso (sem que o dono se apercebesse) e, desta forma, conseguimos espiar todo o comportamento do utilizador, saber a que sites acedeu, etc.. Para não ter este tipo de problemas, Luís Filipe Antunes aconselha os utilizadores a evitar ligar-se a redes públicas e, se o fizerem, evitar a todo o custo a introdução de informação potencialmente sensível. Kacper Pempel/Files / Reuters

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