Projeto de Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite

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1 Projeto de Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite Humberto Mesquita Chefe do Centro de Sensoriamento Remoto

2 Introdução

3 Introdução Objetivos do Projeto de Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite, acordo SBF/MMA e CSR/Ibama: proteção dos biomas brasileiros, aprimorando a ação do Estado no monitoramento e controle do desmatamento, incluindo ações de fiscalização; Subisidiar os tomadores de decisões na definições de políticas públicas destinadas à conservação da biodiversidade nos biomas; e contribuição ao inventário de emissões de GEE.

4 Nos últimos 5 anos o governo iniciou grandes programas fora de região Amazônica: Bacia do Francisco Mata Atlântica Manguezais Ações de Monitoramento no Brasil Fiscalização Manguezais: Ceará Rio Grande do Norte Fiscalização Cerrado e Caatinga: Oeste Baiano Sul da Bahia Fiscalização Mata Atlântica: Sul da Bahia Santa Catarina Paraná

5 Monitoramento Identificação Fiscalização Estratégias 2002/ Vegetação Nativa Documentos Indicativos de Desmatamento Áreas Críticas Desmatamentos Sobrevôos Prioridades de Ação Fornos de Carvão Abordagem no solo

6 Monitoramento

7 Metodologia do monitoramento 25 técnicos, sendo 22 em geoprocessamento (2 para georeferenciamento de imagens, 16 em interpretação visual, 4 em organização dos dados no banco de dados) e 3 em tecnologia da informação (1 arquiteto dos sistemas e 2 programadores desenvolvedores JAVA); georreferenciamento de imagens CBERS2B e TM Landsat 5 (referência Landsat Geocover do GLCF); mapa de remanescentes de vegetação do PROBIO como referência ( mapa de tempo zero ) e máscara -> Probio > áreas antrópicas e corpos d água a partir de imagens do ano de 2008;

8 Metodologia do monitoramento interpretação visual, identificação de mudanças no interior dos remanescentes - imagens de 2008 (maio a julho, preferencialmente, CBERS, Landsat, ALOS) suporte com imagens de alta resolução CBERS2B HRC e Google Earth; identificação e delimitação dos polígonos escala base 1:50.000; Área mínima identificada de, aproximadamente, 2 ha; e disponibilização dos dados será por folhas cartográficas do IBGE 1: (68 cartas para a Caatinga).

9 Área minima de 2 ha

10 do monitor 19 na imagem Landsat scala de trabalho 1:40.000

11 remanescente monitorada e itação dos polígonos desmatados a imagem de 2008

12 remanescente monitorada e itação dos polígonos desmatados a imagem de 2002

13 remanescente não monitorada da mascara dos remanescentes a imagem de 2008

14 remanescente não monitorada da mascara dos remanescentes a imagem de 2002

15 Resumo - metodologia Imagens TM Land 5 e CBERS2B Aplicação da máscara PROBIO (áreas antrópicas e corpos d água) Delimitação das áreas modificadas Validação dos dados Produto final

16 Sistema de Monitoramento Entrada Dados PROBIO Imagens Processamento Máscara Delimitação Análise visual Validação Saída Análises Fiscalização

17 Resultados Cerrado

18 Resultados Acumulado

19 Resultados Estimativas de desmatamento 2002 (%) 2008 (%) Áreas desmatadas 41,9 48,2 Vegetação remanescente 57,5 51,2 Corpos d água 0,6 0,6 -Desmatamento de 127,6 mil km² entre (6,3%) -Taxa anual média de desmatamento: km² (1,04%)

20 Estado Resultados Desmatamento por Estados Cerrado original Desmatamento até 2002 Desmatament o Desmatamento (%) sobre original Maranhão Bahia Minas Gerais Mato Grosso Piauí Tocantins Mato Grosso do Sul Goiás Paraná Rondônia São Paulo Distrito Federal

21 Resultados Caatinga

22 Definição de áreas prioritárias para monitoramento da Caatinga em 2008

23 Áreas prioritárias para fiscalização Parâmetros utilizados Remanescentes (Probio MMA) Produção de lenha 2007 (IBGE) UCs TIs Áreas prioritárias (Probio MMA) Pólos gesseiro e cerâmico (diagnóstico DBFLO)

24 Remanescentes florestais Probio 2002 Fonte de dados Imagens Landsat 2002 (maioria) Produto final Remanescentes Cobertura vegetal antrópica Escala 1:

25 Produção de Lenha em 2007 (IBGE)

26 Unidades de Conservação Federais Estaduais e Territórios Indígenas

27 Pólos gesseiro do Araripe e cerâmico de Assu-Itajá

28 Pólos cerâmico e gesseiro Distância do Pólo 20 km Peso 9 40 km Peso 8 60 km Peso 7 80 km Peso km Peso km Peso km Peso km Peso km Peso 1 Classes de 1 a 9

29 Células, UCs e TIs

30 Área x 1 Área x 2 Área x 3 20 km

31 DEFINIÇÃO DAS PRIORIDADES PARA A CAATINGA Critérios Ponderados em células hexagonais Ranking Final

32 1 2 < PRIORIDADE > PRIORIDADE

33

34 Resultados Até 2002 Até 2002 escala Remanescentes Não datados

35 Resultados Polo cerâmico de Assu-Itajá Polo gesseiro do Araripe

36 Polo gesseiro do Araripe Resultados

37 Polo ceâmico de Assu-Itajá Resultados

38 Resultados Desmatamento nas proximidades de áreas protegidas Ucs e TIs

39

40 Resultados Pantanal

41

42 Resultados Tecnologia da Informação

43 Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação (interface do siscom)

44 Tecnologia da Informação (gerenciamento de trabalho)

45 Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação (gerenciamento de trabalho)

46 Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação (disponibilização dos resultados)

47 Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação (mapas interativos)

48 Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação (catalogo de imagens)

49 Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação (catalogo de imagens)

50 Material de apoio à operações de fiscalização Indicativos Individualizados de Desmatamento

51 Conclusões

52 Conclusões Identificação de poligonos de desmatamento anteriores a 2002 no interior dos remaescentes do PROBIO; Problemas relacionados com deslocamento dos poligonos PROBIO 2002 em relação a base do Geocover do GLCF. Revisão das áreas antropizadas do Probio, pois muitos remanescentes de vegetação nativa estão incluidos nesta classe.

53 Humberto Mesquita Skype: ibamabrasiliahumbertomesquita Tels.: , 1849

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