cartaz? MERMERCADO CADO MARKETING POLÍTICO OU POLÍTICA DE CO-PRODUÇÃO MARKETING & COMUNICAÇÃO

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1 MERMERCADO CADO CO-PRODUÇÃO MARKETING & COMUNICAÇÃO este suplemento é parte integrante da edição nº 1108 de 6 de Outubro de 2005 do Jornal de Leiria e não pode ser vendido separadamente 004 MARKETING POLÍTICO OU POLÍTICA DE cartaz?

2 2 6 Outubro 2005 MERCADO JORNAL DE LEIRIA CURTAS ADIDAS COMPRA REEBOK A Adidas anunciou que planeia comprar a companhia norteamericana Reebok, resultando deste negócio um grupo com maior aptidão para competir com o líder mundial em calçado para desporto, a Nike. O Grupo alemão Adidas consegue com este negócio firmar a sua presença nos Estados Unidos da América, devido à visibilidade que a Reebok tem neste mercado, refere a Retail News Letter. Caso a aquisição se concretize, o Grupo Adidas e a Nike controlarão praticamente 60% do mercado mundial no sector, o que representa um total de nove mil milhões de euros. In distribuição hoje IOL LANÇA NOVO SITE DE CINEMA publicidade O portal e Internet Service Provider IOL, do grupo Media Capital, anunciou o lançamento de um site exclusivamente dedicado à sétima arte. Intitulado IOL Cinema e desenvolvido em parceria com o projecto Cinéfilos, este novo site integra informações sobre os mais recentes acontecimentos no mundo do cinema, sinopses, críticas, trailers e fotos de filmes, permitindo ainda aos utilizadores votar e comentar os filmes em exibição, bem como dar a sua opinião sobre os acontecimentos do universo cinéfilo. In meios e publicidade GRUPO STORM CRIA EMPRESA DE MARKETING POLÍTICO O grupo Storm lançou uma empresa especializada em marketing político, a Increase, que se vai dedicar a trabalhar, a tempo inteiro, a imagem dos políticos. Não vamos ficar pelas campanhas eleitorais, vamos continuar a trabalhar a imagem dos políticos depois das eleições, referiu Francisco Gautier, que juntamente com Afonso Taínha é sócio maioritário do grupo Storm. A direcção criativa está entregue a Luís Silva Moreira, que já assinou vários trabalhos em marketing político, entre os quais a campanha Portugal Não Pode Parar, que deu a maioria absoluta a Aníbal Cavaco Silva. A área de estratégia de comunicação, por outro lado, é encabeçada por Luís Rasquilha. O investimento no projecto situou-se entre os 250 e os 300 mil euros. In meios e publicidade

3 JORNAL DE LEIRIA 6 Outubro VIRGIN INSTALA MAIOR OUTUBRO OUTDOOR DO MUNDO EM BERLIM MEDIAMERCADO Efectivamente o Outono chegou e embora os dias soalheiros insistam em permanecer, o frio matinal confirma que os casacos voltaram a fazer parte da nossa rotina. As folhas vão começar a cair alertando-nos que estamos a entrar numa fase de renovação. Mas existem outros sinais que nos fazem antever uma mudança, como é o caso das eleições que se avizinham. A Virgin Express instalou em Berlim aquele que declara ser o painel de media exterior mais longo do mundo, segundo notícia do Blue Bus. O painel tem 1100 metros de comprimento. Além do texto que anuncia a oferta de voo para Bruxelas por 41 euros, o painel exibe piadas, para distrair quem tem que caminhar toda aquela distância. In meios e publicidade LANÇAMENTO DA PRIMEIRA PEDRA DA CASA RONALD MCDONALD Realizou-se recentemente a cerimónia que assinalou o início das obras de construção da primeira Casa Ronald McDonald em Portugal. Esta casa será um espaço que oferecerá alojamento e apoio aos familiares das crianças mais desfavorecidas, que se deslocam da sua residência habitual (um pouco de todo o país) para receber tratamento hospitalar prolongado ou ambulatório no Hospital D. Estefânia. Este projecto, iniciado em Março de 2000, irá permitir que muitas das 8000 crianças, que são anualmente internadas no Hospital D. Estefânia, possam ser acompanhadas pelas suas famílias. In meios e publicidade NOVA MODALIDADE DE ANUNCIAR ON-LINE Uma nova técnica de anunciar na Internet poderá vir a gerar elevadas receitas num futuro próximo. O pay-per-call trata-se de um sistema que permite aos utilizadores entrarem em contacto directo via telefone com o anunciante no momento em que têm acesso à sua oferta. Assim, quando um utilizador efectua uma busca on-line e lhe surge uma lista de resultados de pesquisa com os respectivos resultados comerciais, é possível ao utilizador entrar em contacto telefónico com a entidade que lhe interessa. In vector21.com Com as eleições à porta, não podíamos deixar de falar de um tema que inevitavelmente nos diz respeito a todos, que é assunto para conversas de café e programas de televisão, não deixando ninguém indiferente. Por essa razão o MERCADO decidiu dedicar o suplemento de Outubro ao Marketing Político, mesmo sabendo que uma temática tão vasta e complexa seria sempre maior do que espaço disponível nas nossas páginas. Embora Portugal não seja um país com uma grande tradição em marketing político, em época eleitoral, este negócio torna-se muito aliciante para quem tem de criar uma imagem política ou simplesmente recorrer aos tradicionais cartazes onde os políticos tentam transmitir as suas promessas. E é em época de campanha eleitoral que os candidatos estão expostos ao longo das estradas, lado a lado, apresentando um certo companheirismo. Mas a relação entre o marketing e a política ainda está longe de ser a ideal. Os profissionais de marketing têm um conhecimento alargado das técnicas para promover produtos ou serviços, mas não tanto de política e os políticos ainda não são especialistas em comunicação. Está na hora dos políticos se consciencializarem que os eleitores são, de uma forma legítima, um público exigente. No suplemento deste mês tentamos fazer uma abordagem geral, dando um enquadramento da evolução desde a propaganda até ao marketing político. Mas como estamos num mercado regional não poderíamos deixar de fazer uma leve leitura de alguns outdoors espalhados pelo distrito de Leiria. Sem tomar qualquer posição partidária fazemos uma análise apenas do ponto de vista da eficácia de comunicação. Nesta edição, como é habitual, deixamos também algumas sugestões de leitura e de eventos na área do marketing e as habituais curtas que nos dão conta das novidades que andam por aí. FICHA TÉCNICA Edição: Jornal de Leiria / Blend Periodicidade: Mensal Director: Arnaldo Sapinho Design e paginação: Blend Edição: Liliana Ponces - Colaboradores: Célia Domingues, Eduardo Dias Sousa, Rui Melo Biscaia E esta é mais uma edição do MERCADO que esperamos continuar a ser de grande interesse para todos os leitores. É sempre bom lembrar que estamos receptivos às vossas sugestões, comentários ou propostas para artigos. Por isso não hesite em escrever-nos para

4 4 6 Outubro 2005 MERCADO JORNAL DE LEIRIA DESTAQUE MARKETING POLÍTICO OU POLÍTICA DE? ca O marketing político não é de todo um tema fácil, não só pela complexidade inerente mas também por existir um certo pudor em assumir esta variante do marketing como uma ferramenta útil ao serviço dos partidos políticos. Este pudor advém principalmente de dois factores: por um lado, o incómodo em analisar um político do mesmo ponto de vista de um detergente, por outro o peso histórico do tema pois durante décadas a comunicação política esteve fortemente associada à manipulação da opinião pública. Este lado negro do marketing político ficou associado à expressão propaganda, hoje quase em desuso, mas foi também o uso abusivo desta propaganda política que contribuiu para que hoje em dia exista uma legislação rigorosa e um controle tão apertado à forma como os partidos políticos espalham a sua mensagem. Ao contrário de alguns países como os EUA e o Brasil, onde o marketing político vem sendo usado na sua máxima força e onde cada campanha tem por detrás uma intensa estratégia de comunicação, os partidos e governos portugueses resistiram bastante a usar abertamente as ferramentas do marketing para atingir os seus objectivos. A verdade é que Portugal permaneceu muito tempo envolto no preconceito e na ideia errada que a comunicação política equivalia à manipulação do eleitorado, à deturpação das ideias e dos conceitos. A campanha para as eleições legislativas de 1995 marcou uma viragem nessa forma de pensar, quando Edson Athayde, conhecido publicitário brasileiro, usou esta expressão para definir o trabalho que vinha desenvolvendo, assumindo sem preconceitos uma estratégia que se viria a revelar bem sucedida, levando o PS de António Guterres à vitória. A partir daí pareceu claro que também a comunicação de um partido ou de um político podia ser feita de forma mais profission e mais determinada e agora são poucos os qu abdicam desta consultoria especializada. Tal como a publicidade trouxe aos consum dores um grande esclarecimento sobre benef cios, vantagens e desvantagens de cada um d produtos, também no marketing político comunicação pode e deve esclarecer o eleitorad quando às razões de voto num ou noutro partid Podemos dizer que o marketing político é a ar de informar e comunicar com o eleitorad orientando as ideias e o programa do partido o do candidato em função das necessidades d mercado, seja o país ou a autarquia. Para isso h que conhecer profundamente o público-alvo, eleitores, as suas motivações e as suas necess dades, para com eles estabelecer uma relaç duradoura de confiança, estabelecendo enfim fidelização do cliente. O marketing político não inicia nem se encer nos períodos eleitorais, mas talvez o marketin eleitoral seja a sua faceta mais popular, assi como a publicidade é o lado mais conhecido d marketing tradicional. No entanto, em Portu gal, grande parte dos partidos políticos pare recordar-se da importância do marketing pol tico, apenas quando se avizinham eleições, de cuidando assim alguns aspectos fundamenta

5 JORNAL DE LEIRIA MERCADO 6 Outubro ~ MARCAS IMPERATIVO PARA DA QUE COMUNICAÇÃO VOS QUERO liliana ponces Ditadura editorial Um olhar mais atento sobre as campanhas eleitorais basta para perceber que o que hoje se verifica é um deturpar do necessário objectivo que estas devem cumprir. Numa altura em que a procissão ainda vai no adro, no que toca à campanha para as autárquicas que se aproximam, todos os dias somos confrontados com trocas de acusações entre candidatos, líderes partidários ou militantes, que pouco ou nada enriquecem o debate político. rui melo biscaia * O propósito de fazer passar uma mensagem para o eleitorado que exponha as propostas delineadas pelo candidato parece estar a cair em desuso. Antes, observamos um constante atropelo às mais elementares regras de conduta democrática, com total desprezo pelo fim último que devia nortear uma campanha eleitoral. rtaz Todos os meios são plausíveis de utilizar, para alcançar fins, nem sempre lícitos. E tudo nos chega através da Comunicação Social. Ainda assim, deixarei o tema da relação entre a classe política e os Media para outras núpcias, já que o que aqui importa frisar é a importância que Marketing assume no delinear da estratégia do candidato e como este surge aos olhos dos eleitores. Estudos de mercado indicam quais os problemas a focar. Pontos negros da gestão autárquica anterior que servem para amealhar mais um pozinhos nas sondagens encomendadas. Convém, ainda assim, não extremar posições - obedecendo à máxima agradar a gregos e troianos sob pena de ver partir franjas significativas do eleitorado para o clube rival. al e i- í- os a o o. te o, u o á os i- ão a ra g m o - ce í- s- is no aspecto estratégico que o marketing defende. Tal como uma empresa deve sondar o mercado no sentido de melhor adaptar os seus produtos às necessidades do consumidor, também o trabalho do marketing político começa na análise de mercado, recolhendo informações pertinentes que permitam estruturar o seu produto em consonância com o que é pedido pelo seu público-alvo. Claro que diferentes partidos têm ideologias diferentes, mas a forma como estas ideias são apresentadas ao público, resulta na combinação entre o que o partido tem para oferecer e aquilo que é esperado pelo eleitorado. Em época de crise, o público prefere um político de imagem austera e rigorosa, capaz de colocar o país no bom caminho. Em tempos de bonança, muito mais facilmente o público se afeiçoa a uma imagem mais calorosa, de um político mais próximo das pessoas. Este fenómeno foi visível nas últimas eleições legislativas. Numa fase em que o país precisava de um líder forte e rigoroso para fazer face às dificuldades, José Sócrates e o Partido Socialista tentaram corresponder à imagem de rigor e determinação que os eleitores exigiam. O que o eleitorado espera de um candidato deve ser um factor crítico na altura da escolha de uma personalidade para um determinado combate político. Mas no panorama nacional há ainda um longo caminho a percorrer no que diz respeito à implementação do marketing político por parte dos partidos portugueses, onde ainda se trabalha muito à conta dos cartazes que inundam a cidade e dos beijos e abraços distribuídos nas feiras. Em parte devido às restrições orçamentais impostas pela actual legislação, mas também por ainda faltar muito profissionalismo nesta área. Só muito recentemente as universidades começaram a leccionar disciplinas específicas ou a introduzir pós-graduações ou MBA s de marketing político, o que acaba por se traduzir num número reduzido de profissionais com competências reais para desempenharem este papel. No entanto, a verdadeira viragem deve ser feita na mentalidade dos profissionais da política, que cada vez mais têm de entender a necessidade de comunicar as suas ideias de uma forma profissional. É necessário que os eleitores deixem de ver as campanhas como uma batalha oca de ideias, com festas e bolos, mas muito pouco conteúdo. O marketing político pode trazer uma grande disciplina à forma como partidos políticos e governo comunicam, derivando daí benefícios para todos os que gostariam de ser mais esclarecidos sobre estes temas. Por seu turno, quem assume uma recandidatura procura enaltecer o que de proveitoso a sua gestão deixou, caindo num narcisismo desmesurado, que assume a sua faceta mais negra na sucessão de inaugurações atabalhoadas que proliferam um pouco por toda a parte. O autarca candidato tem contra si o eventual desgaste associado aos cargos públicos, mas o factor casa joga a seu favor. É com estas e demais peças que o marketeer joga, tentando fazer decalcar o seu candidato das necessidades sentidas pelo eleitorado. Se quisermos, jogase para vencer, numa partida onde o X é carta fora o baralho. Importaria, no entanto, enveredar por uma postura de defesa de medidas concretas que não pequem por uma generalização vaga e carregadas de subjectividade. Será que queremos votar em propostas desprovidas de conteúdo e moldadas em laboratório para irem ao encontro das nossas preocupações? Quero acreditar que não. No entanto, estaremos nós preparados para um real esgrimir de opiniões que ultrapasse o usual insulto? Tenho dúvidas. Em suma, também o marketeer se interroga sobre estes temas na elaboração de um plano de campanha eleitoral e segue o caminho que lhe parece mais indicado para alcançar o seu objectivo. Obter mais votos. *

6 6 6 Outubro 2005 MERCADO JORNAL DE LEIRIA MARCAS BOCA DE PARA INCÊNDIO QUE VOS QUERO O político como produto eduardo dias sousa * A palavra mais desconsiderada hoje em Portugal é, sem qualquer dúvida, a palavra político. Desconsiderada, desprestigiada, falida, e posta fora de cena entre os ciclos correspondentes aos períodos eleitorais, esta palavra volta a entrar pela nossa vida dentro mesmo contra a nossa vontade. E não pode haver receio de se afirmar isto mesmo, rendidos que estamos pela evidência da realidade. Mas, tal como num vulgar contexto de mercado, a máquina não pode parar, e há um produto que tem de ser vendido, há uma classe que tem de ser alimentada, então a política não tem outra alternativa se não recorrer ao marketing. São feitas análises aos mercados, desenvolvem- -se metodologias para a sua selecção, a partir dos princípios muito próprios da mentalidade do marketing. Certamente, e como em todo o mercado existem segmentos, sectores de mercado, subconjuntos de públicos com necessidades ou desejos semelhantes que um político pode satisfazer mais eficazmente do que outro. Descobrir estes sectores, decidir se o político deve dirigir-se a todo o mercado, a um só sector ou a vários, e se para esse mercado deve existir uma estratégia única ou várias para cada um, é outra função do marketing. Na realidade, é o responsável de marketing quem define o produto e tudo o que está à sua volta, quantos e que produtos constituem a carteira de produtos de uma campanha. Decide também sobre as características funcionais e operacionais da campanha, a imagem e, sobretudo, que conceito o produto deve transportar e desenvolver, o seu packaging e os serviços que o acompanharão. E, por último, estuda como deve comunicar, informar e persuadir, sobre o seu produto, tanto através de comunicações pessoais, como de comunicações massivas. Mas não basta encontrar um sector adequado e desenvolver uma política de marketing para ele. Neste sector, existem também competidores, com ofertas capazes de satisfazer também total ou parcialmente os consumidores. É preciso criar uma diferenciação supostamente válida e apreciável pelos públicos, desenvolver vantagens diferenciais na oferta. Estas vantagens do produto, que podem ser funcionais ou simbólicas, cada vez mais evidenciam uma grande diferença face aos produtos de facto, pois não têm necessariamente de corresponder com efectividade à realidade, pois é sempre importante não esquecer que o acto desta compra se faz com base na promessa, e se não corresponder, ninguém tem de devolver o dinheiro DESTAQUE OS PIONEIROS DA PROPAGANDA POLÍTICA KENNEDY VS NIXON AMERICANS DO IT BETTER? Uma das grandes manchas da história mundial está intimamente ligada ao uso, e neste caso, abuso, do marketing político para atingir um determinado propósito. Na década de 40 Hitler aplicou de forma irrepreensível as técnicas da propaganda política ao serviço dos seus deturpados ideais. Todo o processo estratégico e a forma como foi posto em prática bem poderia ser analisado do ponto de vista teórico como um case study numa qualquer aula de marketing. O governo de Hitler contava com o seu próprio Ministro da Propaganda, Josef Goebbels e são famosos os filmes realizados por Leni Riefenstahl, verdadeiras longas metragens comerciais que quando decompostas e analisadas à lupa deixam antever um cauteloso planeamento de cada cena, com o único intuito de levar o Partido Nazi à sua máxima glória. Há um caso curioso que remota aos anos 60, aos primeiros debates políticos transmitidos pela televisão. Nos EUA, Kennedy e Nixon concorriam a um lugar na Casa Branca, e o debate foi transmitido pela televisão e pela rádio. Quem assistiu ao debate televisivo considerou que Kennedy tinha sido mais bem sucedido na argumentação, mas por outro lado, quem apenas tinha ouvido o debate pela rádio, era da opinião contrária, de que Nixon tinha sido mais forte no seu poder de argumentação. Pela primeira vez ficou claro que a imagem era um factor de extrema importância, capaz de influenciar a percepção do eleitorado face a um determinado candidato. Kennedy tinha uma aparência jovem, era bem parecido aos olhos de homens e mulheres e manteve em todo o debate um ar determinado, enquanto Nixon se mostrou tenso e com expressões pesadas que poderiam indicar dúvida ou insegurança. Hitler ficou conhecido para a história mundial como um dos percursores da propaganda política, mas a verdade é que esta atitude do governo nazi despertou nos aliados, e nomeadamente nos norte- -americanos, a apetência pelas mesmas técnicas, desta vez ao serviço do bem. Durante a II Grande Guerra os EUA moveram esforços no sentido de criar um enorme movimento anti Alemanha Nazi, que contribuísse positivamente para o desempenho das tropas aliadas, ao mesmo tempo que usava esse papel para desenvolver a imagem de super potência, de uma nação altruísta pronta a sacrificar-se pelo bem mundial. Não é à toa que existe uma imagem bem construída e montada que dá a noção de que os EUA foram os verdadeiros heróis na luta mundial contra Hitler. Facilmente o mundo se esqueceu que os EUA entraram na guerra por motivos pouco altruístas, apenas quando o conflito lhes caiu aos pés. * Director executivo da Grandesign e director da Caldesign. Consultor no Centro Português de Design e na Associação Industrial Portuguesa. É docente no curso de Design no ISDOM, Universidade Lusófona.

7 JORNAL DE LEIRIA MERCADO 6 Outubro liliana ponces AS CAMPANHAS QUE SE FAZEM POR CÁ Numa curta viagem por algumas localidades do nosso distrito foi possível recolher uma série de imagens, de campanhas de diferentes partidos, supostamente com mensagens distintas, mas em que a distância ideológica nem sempre é tão visível quanto a comunicação faz transparecer. Uma das queixas comuns dos eleitores é que os políticos e os partidos dizem todos o mesmo, são todos iguais, como tal um dos principais objectivos de uma estratégia de marketing político bem desenvolvida deveria ser a de tornar clara essa diferença aos olhos dos eleitores. Esse deveria ser também um dos papéis que a comunicação eleitoral tinha de desempenhar. Mas por esta pequena amostra que o Mercado recolheu, o que podemos ver é que a procura da diferença, a afirmação e a inovação não são a principal preocupação dos partidos. As campanhas desenvolvidas nestes termos resultam invariavelmente numa grande desinformação do eleitorado, pois poucos serão aqueles que se debruçam a fundo sobre o tema, lendo e comparando os programas dos vários partidos. Seria muito benéfico termos bons profissionais de marketing e comunicação à frente da comunicação dos partidos, seria muito interessante vermos as ideias concretas saírem à rua a fazer parte do discurso político. Até lá, resta continuar a ter mais do mesmo e continuar a ouvir o povo dizer que os políticos, dizem todos o mesmo, querem todos o mesmo. publicidade IMAGEM O uso dos ícones locais, neste caso o Castelo de Leiria e a Praia da Nazaré, faz com que o público-alvo dirija a sua atenção ao cartaz por se identificar com o local e assim possa apreender a mensagem. Por outro lado, pode ter um efeito redundante, pois mostra o que todos já conhecem, não introduz novidade nem causa impacto. FRASE O recurso a frases curtas ajuda a tornar a mensagem mais memorável. Aqui, em ambos os casos a escolha foi para uma mensagem simples e genérica mas onde não se assume nenhum compromisso. A desvantagem desta opção é que o público-alvo não apreende informação concreta sobre a diferença entre os projectos de cada partido. FIGURAS DE ESTILO Quando o nome do candidato ou da localidade são propícias a segundas interpretações, é comum recorrer-se aos chamados trocadilhos, tentando assim tornar a mensagem mais apelativa. O problema é que normalmente todos os candidatos se lembram do mesmo, fazendo com que o efeito se dilua e perdendo eficácia. MOSTRAR A EQUIPA Numa determinada fase da campanha é importante mostrar toda a equipa envolvida na candidatura. Esta é uma etapa importante da comunicação, já que descentraliza a comunicação de uma pessoa para um grupo. Normalmente isso é feito recorrendo a fotografias de grupo ou a fotografias individuais compostas. Um dos problemas desta solução, e presente em todos estes exemplos, é que apresentam os candidatos de uma forma rígida, em poses tensas, que mostram um grupo de pessoas mas não transmitem a ideia de equipa e de cooperação. PESSOA OU PARTIDO Consoante as escolhas estratégicas da personalidade para cada uma das localidades, opta-se por dar mais ou menos ênfase ao partido de suporte. Nestes exemplos, foi importante clarificar o partido apoiante, num caso usando um grafismo comum a outros candidatos (neste caso o líder do partido), no outro caso, usando os símbolos do partido no topo do cartaz, garantindo que a primeira leitura é a afinidade partidária.

8 8 6 Outubro 2005 MERCADO JORNAL DE LEIRIA EVENTOS LIVROS NÚMEROS FORUM MUNDIAL DE MARKETING E VENDAS 17 e 18 de Outubro Centro de Congressos, Lisboa A HSM, apresenta, pela primeira vez, em Portugal, o Fórum Mundial de Marketing e Vendas. Este encontro permitirá conhecer as tendências mais recentes e os últimos avanços nestes sectores. Um encontro no qual, durante duas jornadas, as autoridades mais prestigiadas do Marketing a nível mundial e local analisarão em profundidade temas do seu interesse: Marketing e vendas, Vendas Online, Clientes, Vendas, Marcas, Inovação. SEMANA NACIONAL DE MARKETING De 21 a 25 de Novembro Centro de Congressos do Estoril Explorar a estratégia mais inovadora do Marketing arriscando novas formas de comunicar os produtos e as marcas, com base nas experiências e dinâmicas de sensação que envolvem e transportam o consumidor para novas dimensões de vivência, é apenas uma das grande novidades a serem discutidas na 7ª Edição da Semana Nacional de Marketing da APPM. X MARKETING Joaquim Hortinha Edições Sílabo P.V.P.: 22 euros AS REGRAS DA LIDERANÇA Cesare Vaciago Editorial Presença P.V.P.: 10 euros Posicionando-se como um Guia para a integração da Internet na estratégia da empresa, x-marketing é uma evolução da obra e- marketing Um Guia para a Nova Economia, Edições Sílabo - Janeiro de O autor, Joaquim Hortinha, apresenta uma obra totalmente adaptada aos novos tempos pós-bolha, onde para além da Web, insere os novos contextos Mobile e Interactive TV. O mundo de hoje tem vindo a caracterizar-se cada vez mais pelo aumento da competitividade e por um rápido ritmo de mudança. Cabe, portanto, ao líder uma enorme responsabilidade no que diz respeito a encontrar um modelo de gestão bem sucedido em que as suas competências nunca deixem de estar de acordo com os tempos. Esta obra destina-se exactamente a propor linhas de orientação a todos aqueles a quem cabe a difícil tarefa de tomar decisões importantes e conduzir uma equipa muitas vezes bastante heterogénea a um fim comum, uma vez que, nas palavras do próprio autor, de nada servem bons empreendedores se os bons líderes são raros. PARTIDOS ÀS AUTÁRQUICAS Previsão de gastos em comunicação PSD CDS/PP PS BE PARTIDO HUMANISTA PCTP/MRPP FONTE: CNE Valor disponibilizado pelo Estado para suportar despesas de campanha e candidatos individuais FONTE: Diário Económico Autarcas a ser eleitos nas Autárquicas publicidade

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